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REVISTA

SESVESP Ano XVI • Nº 111 • janeiro / fevereiro 2013

SESVESP realiza Pesquisa Inédita de imagem da segurança privada

VEJA TAMBÉM: CNS pela Defesa do Setor de Serviços Segurança de Eventos Continua em Evidência Divulgado Plano de Segurança para Copa das Confederações


EDITORIAL

Empresário paga muito caro ao trabalhar pelo País

O

José Adir Loiola Presidente do SESVESP

No caso da segurança privada, além de suportar toda essa carga pesada que a JT joga em nossas costas, temos de conviver com uma legislação cada vez mais draconiana, que ameaça a sobrevivência das empresas.”

empresário brasileiro é um delinqüente, pois tem a ousadia de investir seu dinheiro para abrir uma empresa, por ajudar a girar a roda da fortuna do País, por favorecer a felicidade de milhões e milhões de famílias ao criar mais empregos para os trabalhadores. O empresário brasileiro tem de pagar muito caro por isso, por ser honesto e empreendedor, em sua grande maioria, e por dar sua contribuição ao desenvolvimento econômico e social da nação. E quem põe no empresário o rótulo de delinqüente é a Justiça do Trabalho, ao partir do princípio enviesado de que a atividade empresarial brasileira foi criada única e exclusivamente para o mal, para escravizar e humilhar seus semelhantes. Com suas decisões descabidas e anacrônicas, essa justiça jamais usa a venda nos olhos, sua balança pende de um lado só, contra as empresas, sob o falso argumento de que protege os trabalhadores. Bobagem: só beneficia maus empregados e maus empregadores. Não se busca o equilíbrio capital/trabalho, com o qual os países de Primeiro Mundo se desenvolveram e enriqueceram. Pelo contrário, a Justiça do Trabalho hoje faz parte desse imenso cipoal de tormentos da vida empresarial brasileira e adiciona insegurança jurídica a outros males, como burocracia infernal, a mais alta carga tributária do mundo e uma legislação atrasada, viciada e cheia de remendos. O Judiciário julga de acordo com a ultrapassada Consolidação das Leis do Trabalho e vira algoz da iniciativa privada. Convém lembrar que a CLT, de 1943, é uma cópia da Carta del Lavoro de Benito Mussolini e aí está com seus remendos há 70 anos, como se o mundo não tivesse mudado um milímetro desde então. Foi remendada ao longo dos anos, isso sim, e para muito pior. Não à toa que a Legislação Trabalhista Brasileira tem mais páginas que a Bíblia. Não basta apenas modernizar as leis tra-

balhistas, mas urge uma profunda reforma cultural para fazer avançar essa mentalidade tacanha que ainda emperra um melhor relacionamento entre as empresas e seus colaboradores. Vejamos esses números: o Brasil tem hoje mais de dez milhões de empresários e dificilmente vamos encontrar entre eles, ainda que com três ou quatro empregados, um que não tenha sido chamado como réu na Justiça do Trabalho. E esse empresário já vai sabendo que começa com 70% da causa perdida em razão do viés antiempresarial. Além do mais, maus trabalhadores investem na Justiça do Trabalho como se investe em banco, provocam atritos absurdos para se desligar de empresas com frequência, pois sabem que lá na frente terão assegurada uma poupança com juros, correção monetária e outros benefícios. Em razão de tantas distorções, o Brasil é campeão mundial em número de reclamações trabalhistas, com aproximadamente dois milhões de processos. Compare: o número de processos nos Estados Unidos não passa de 75 mil, na França são 70 mil e no Japão, apenas 2,5 mil. São países ricos, com uma condição social ajustada. É por essas e por outras que o Tribunal Superior do Trabalho quebra mais empresas do que as empresas se quebram entre si com a concorrência. Hoje em dia o empresário investe sem saber o que vai acontecer depois. Não sem motivo, nossa mão de obra se encontra 50% formalizada e a outra metade é informal. No caso da segurança privada, além de suportar toda essa carga pesada que a JT joga em nossas costas, temos de conviver com uma legislação cada vez mais draconiana, que ameaça a sobrevivência das empresas. Tudo o que se inventa vai contra a atividade, como esse adicional de periculosidade impositivo e a insensatez do pagamento em dobro nos fins de semana na jornada 12x36. Mais uma súmula sem sentido do TST. Haja remo para navegar nessa maré.

janeiro / fevereiro 2013

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SUMÁRIO

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Prêmio GP - Guarda Patrimonial e Muralha Segurança recebem Prêmio Vigilante Padrão 2013 Destaque Pesquisa inédita dimensiona imagem da segurança privada

14 Destaque Segurança de Eventos continua em evidência 19 Evento Encontro divulga Plano de Segurança para a Copa das Confederações da FIFA Entrevista

14

20 CNS pela defesa do setor de serviços 23

Tributação Desoneração da Folha restringida pela Presidência da República Acordo

Termo de Compromisso entre a SRTE/ 28 Assinado SP e SESVESP sobre a Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho

Terceirização

29 Terceirização na pauta da visita à ABERT Evento

19

30 IV Fórum Alshop Artigo

37 Business Inteligence e a proteção da informação Artigo

de Crimes de Delitos Informáticos. Mas a 38 Lei organização precisa de Segurança da Informação Artigo

39 Sua empresa cria talentos? Estudo

Privada é tema de monografia 40 Segurança do Centro de Aperfeiçoamento e Estudos Superiores da PM de São Paulo

2

Seções

em revista

O Brasil sob foco mundial

3

ABREVIS e FBCP iniciam 1 Curso de Aperfeiçoamento em Gestão e Controle da Segurança Privada o

Editorial........................................................ 3 Cursos........................................................... 6 SEMEESP..................................................... 24 Notícias...................................................... 25 Certificados CRS e ISO................................ 31 CEBRASSE.................................................... 36 ABSEG.......................................................... 42 Agenda........................................................ 44 Sorria.......................................................... 45 Expediente.................................................. 46


A melhor maneira de melhorar o padrão de vida está em melhorar o padrão de pensamento...

De 17 a 19 de abril de 2013

Local: Blue Mountain Hotel & SPA Campos do Jordão / SP

IX FESP

Fórum Empresarial de Segurança Privada do Estado de São | Paulo | março/abril 2011

5

Revista SESVESP


As inscrições deverão ser feitas no www.sesvesp.com.br ou pelo email: decom@sesvesp.com.br

CURSOS

Programação de cursos realizados pelo Sesvesp DIA

LOCAL

HORÁRIO TEMA

INSTRUTOR ABRIL

23

S.J.Campos

9 às 18 hs

O Poder da Equipe de Alta Performance

Ricardo Fera

23

ABC

9 às 18 hs

Dir. Preventiva - Acidentes ou Situações Evitáveis

Sérgio Berti

MAIO

9

Bauru

9 às 18 hs

Barreiras Físicas na Segurança Patrimonial

Marcy C. Verde

21

S.J. Campos

9 às 18 hs

A Direção Preventiva x Econômica

Sergio Berti

22

São Paulo

9 às 18 hs

O Poder da Equipe de Alta Performance

Ricardo Fera

22

São Carlos

9 às 18 hs

Segurança em Instituições de Ensino

Yara G. Dias

23

Campinas

9 às 18 hs

Planejamento Orçamentário: Enfoque Gerencial e Pragmático

Fauzi Timaco Jorge

28

ABC

9 às 18 hs

Barreiras Físicas na Segurança Patrimonial

Marcy C. Verde

JUNHO

5

São Paulo

9 às 18 hs

Planejamento Orçamentário: Enfoque Gerencial e Pragmático

Fauzi Timaco Jorge

6

São Carlos

9 às 18 hs

Como Desenvolver a Segurança em um Condomínio

Marcy C. Verde

11

Santos

9 às 18 hs

O Sucesso do Cliente é o seu Negócio

Marcos Menichetti

18

ABC

9 às 18 hs

B.O.P na Segurança Privada (Brigada Operacional Proativa) Ricardo Fera

21

São Paulo

9 às 18 hs

Gestão de Risco

Claudio Moretti

25

São Paulo

9 às 18 hs

Atitude Empreendedora em Vendas Técnicas de Serviços e Segurança

Ricardo Fera

26

S.J.Campos

9 às 18 hs

Segurança em Instituições de Ensino

Yara G. Dias

Visando incentivar a participação das empresas associadas nos cursos e treinamentos oferecidos pelo SESVESP, informamos que o valor da inscrição será estabelecido conforme o número de participantes da mesma empresa, na seguinte proporção: Empresas associadas (adimplentes): de 1 a 2 participantes R$ 55,60 (cada) de 3 a 4 participantes R$ 44,48 (cada) mais de 5 participantes R$ 33,36 (cada) Associados à ABSEG: R$ 100,00 (cada)

Revista SESVESP

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Empresas não associadas: R$ 166,80 (cada) Empresas fora do segmento:

R$ 333,62 (cada)

Obs.: A presente programação pode ser alterada por motivo de força maior ou adequação às necessidades do SESVESP


Programação de cursos realizados pelo Sesvesp DIA

LOCAL

HORÁRIO TEMA

INSTRUTOR JUNHO

SETEMBRO

Revista Guarulhos


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PRÊMIO

GP - Guarda Patrimonial e Muralha Segurança recebem Prêmio Vigilante Padrão 2013!

A

Muralha Segurança Privada Ltda. e a GP - Guarda Patrimonial recebeu o Prêmio Vigilante Padrão 2013, pelos excelentes serviços prestados por seus colaboradores. A entrega do Prêmio aconteceu dia 13 de março passado, durante a Reunião Mensal do SESVESP. Mais 10 empresas receberam menções honrosas Equipe da Muralha Segurança Privada sendo homenageada, ao lado dos diretores da pelo bom desempenho de seus empresa e de José Adir Loiola, Presidente do SESVESP profissionais: Capital, CJF, Escolta, Evik, Focus, GP, Lancer, Macor, Muralha, Nacional e Pentágono. A Muralha atua sob o conceito de Segurança Integrada, com equipamentos monitorados 24 horas pela Central de Comunicação, Gerenciamento e Supervisão permanente. Treinamento constante, equipe de gerentes, supervisores e inspetores acompanhando os serviços dão o suporte aos vigilantes e agentes, que Equipe da GP - Guarda Patrimonial sendo homenageada. contam com a estrutura de uma administração eficiente. Por sua vez, a GP - Guarda Patrimonial de São Paulo presta serviços de segurança e vigilância, oferecendo ao cliente completa assessoria técnica e controle operacional, realizado por equipe de supervisão qualificada e experiente, de modo a manter o mais alto nível de qualidade. O profissional GP, após superar um rigoroso processo seletivo, é encaminhado para o posto que mais se adaptar à sua formação, levando-se em conta Macor, Cadiz, Evik, CJF, Treze Listas, Escolta e Pentágono também foram classificadas o perfil do trabalho e a filosofia da empresa-cliente. Parabéns a todos os vencedores! Revista SESVESP

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CONTRATE SEGURANÇA COM QUALIDADE Consulte o SESVESP O Sesvesp, órgão oficial do segmento, recomenda que sejam contratadas Empresas de Segurança que apresentem a documentação necessária para sua plena regularização junto ao Ministério da Justiça. As empresas filiadas ao Sesvesp buscam cada vez mais qualidade e responsabilidade como, por exemplo, a obtenção da Certificação CRS - Certificado de Regularidade em Segurança. O objetivo do Sesvesp é proporcionar aos associados todo o suporte necessário, oferecendo cursos e palestras, além de orientação jurídica, treinamentos e reciclagens, para que possamos oferecer ao mercado Empresas de Segurança com Qualidade.

NÃO CORRA RISCOS CONTRATE SEGURANÇA COM SEGURANÇA

Atividade controlada pela Polícia Federal Tel. Delesp-SP (11) 3538-5457

Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica, Serviços de Escolta e Cursos de Formação do Estado de São Paulo

www.sesvesp.com.br Primeiro Sindicato a obter a Certificação ISO 9000 janeiro / fevereiro 2012 |9| Revista SESVESP

Tel/Fax: (0xx11) 3858-7360


DESTAQUE

Pesquisa inédita dimensiona imagem da segurança privada Levantamento feito pelo SESVESP mostra a importância da segurança privada para a sociedade

U

ma Pesquisa encomendada pelo Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado de São Paulo (SESVESP) mostrou que a grande maioria da população considera a atividade importante e importante. Com o objetivo de avaliar a percepção da população, autoridades e tomadores de serviço, o levantamento identificou os principais itens que influenciam a imagem das empresas e da atividade. Dos pontos de destaque, os entrevistados avaliaram o uso do uniforme e o porte de arma como fatores importantes para dar à segurança privada status próximo ao da polícia nos quesitos de força e uma vantagem nos itens de relacionamento com o público. “É importante avaliar a percepção da nossa atividade. Com os resultados em mãos, podemos orientar nossas ações para ajustar a imagem que o segmento projeta – como uma atenção maior à vestimenta do vigilante –, principalmente por causa da distorção que a clandestinidade proporciona ao nosso setor”, argumenta o vice-presidente do SESVESP, João Palhuca. Em contrapartida, a pesquisa identificou que um dos obstáculos a uma maior aceitação do uso da Revista SESVESP

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segurança privada está na predominância da imagem de preparo insuficiente dos profissionais. “É importante detectarmos isso, pois temos trabalhado no sentido de melhorar a qualificação do vigilante, com a recente atualização da carga horária e da grade curricular dos cursos de formação, além do encaminhamento do Estatuto da Segurança Privada, e isso precisa ser levado ao conhecimento público”, afirma Palhuca.

Observação metodológica Foram aplicados dois questionários diferentes para os públicos gerais específicos, porém com um bloco de perguntas que foram feitas aos dois públicos, para fins de comparação. Para os públicos específicos, a pesquisa foi telefônica, impossibilitando o uso de cartões, listas de tópicos e ilustrações. Em compensação foram feitas várias perguntas abertas, que permitem a resposta espontânea dos entrevistados. Estas respostas foram gravadas na íntegra e depois transcritas e agrupadas em categorias lógicas. No relatório anexo elas são identificadas pela nota (respostas espontâneas) entre parênteses. Para um público mais conhecedor do tema como

os públicos específicos, as respostas espontâneas permitem captar melhor as razões e raciocínio por trás das respostas.

Composição da amostra PÚBLICO GERAL Cidade / Quantidade de entrevistas São Paulo - 360 Campinas - 80 ABC - 80 Bauru - 80 São Carlos - 80 S. J. dos Campos - 80 Santos - 80

econômica (economicamente ativos ou inativos) , PÚBLICOS ESPECÍFICOS • 50 tomadores atuais de serviços (usam os serviços de empresas de segurança privada). • 20 clientes em potencial (têm segurança orgânica atualmente). • 10 representantes da sociedade civil relacionados à área de segurança. • 15 jornalistas. • 10 políticos. Entrevistas realizadas entre 01 e 20 de dezembro de 2012.

TOTAL: 840 (margem de erro estimada de 3,5%, para um intervalo de confiança de 95%). Entrevistas realizadas entre 22 de novembro e 4 de dezembro de 2012.

Abaixo, alguns dos principais pontos detectados pela pesquisa:

A amostra foi desproporcional, para garantir um número mínimo por cidade. Para obtenção dos resultados finais totais foi feita uma ponderação levando em conta o tamanho das populações de cada cidade. Para seleção dos entrevistados foram sorteados setores censitários com probabilidade proporcional ao tamanho. Em cada ponto os entrevistados foram selecionados por quotas de sexo, idade, instrução e atividade

A maioria da população e dos públicos específicos percebe os seguranças como sendo despreparados. Na percepção dos entrevistados, a melhoria da qualidade da atuação das empresas de segurança passa por três eixos, sendo o mais importante o processo de treinamento, que precisaria ser cuidadosamente estudado, atualizado e normatizado. Uma vez realizado, o treinamento deveria, ne-

Resultado Negativo Percepção de Despreparo


freqüentadores de lugares que utilizam segurança privada. Outra seria uma política de procurar contratar egressos do Serviço Militar, e seu potencial de imagem de maior preparo.

Resultados positivos População: Primeira Impressão Neutra

cessariamente, ser seguido de reciclagens periódicas do pessoal. O segundo eixo é o do aprimoramento da qualidade do pessoal selecionado, buscando-se uma mistura de nível educacional mais alto com real vocação para a tarefa e cuidadosa verificação de antecedentes. Os entrevistados querem seguranças que abracem a profissão como carreira e não com uma alternativa por falta de opção. Isto incluiria também os professores. Uma das formas de conseguir isso leva ao terceiro eixo que é a criação de planos de carreira, que permitam melhores salários e mais

benefícios, para melhorar a qualidade e reduzir a rotatividade, Entre os clientes em potencial que hoje têm segurança orgânica, sociedade civil, políticos e jornalistas há forte percepção do predomínio do despreparo ou

do preparo insuficiente. Esta é uma questão que precisa ser enfrentada, para abrir mais espaço para a atividade. Uma das maneiras de mudar esta percepção seria a divulgação de cases de clientes satisfeitos e pesquisas de satisfação com

1) A expressão segurança privada lembra, em primeiro lugar, ao público em geral, características positivas ou desejáveis das empresas que atuam na área, desde que mostrem que são empresas de fato com estruturas sólidas, processos definidos, conhecimento da sua atividade, comprometimento com o cliente, competência na realização das tarefas, por equipes completas e bem treinadas. 2) Outras menções dizem respeito a serviços terceirizados, investimento em segurança, falhas na prestação do serviço, serviço elitizado, uso de equipamentos eletrônicos de segurança, geração de emprego, presença em residências e condomínios, empresas, indústrias e locais de trabalho.

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DESTAQUE

Públicos Específicos: Repertório variado de caracterização 1) Para o público específico, as respostas mais freqüentes trataram do produto que as empresas fornecem, ou seja, a segurança em si. As respostas dizem respeito ao aumento da sensação de segurança, à tranquilidade e ao conforto associados à sensação de segurança como o produto que estão comercializando. 2) Em segundo lugar apareceu a questão da segurança das pessoas (à frente da proteção a bens e valores). 3) O terceiro tema mais apontado foi o clima de insegurança que vivemos, com menções à segurança privada como uma necessidade à violência atual, à sensação de medo e insegurança e a crimes específicos. Entre os jornalistas este grupo de menções vem em primeiro lugar. 4) Menções diretas à ineficácia do Estado na questão da Segurança vêm em quarto lugar entre os tomadores de serviço atuais e em segundo entre clientes em potencial, sociedade civil, políticos e jornalistas. Revista SESVESP

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5) A proteção a valores e patrimônio vem em quinto lugar no total, em terceiro entre jornalistas e em quarto lugar entre clientes potenciais, sociedade civil e políticos. 6) A maioria das menções a pessoas que trabalham como seguranças está associada à sua presença nos diversos locais de trabalho destes seguranças, à sua visibilidade e aparência (uniforme e aspecto físico). 7) Em segundo lugar vêm referências às suas qualidades, reconhecidas pelos tomadores atuais de serviços, e um pouco mais vistas como desejáveis ou questionadas pelos outros grupos. 8) Em terceiro, vêm as críticas e dúvidas em relação ao preparo e tipo de pessoa que trabalha como segurança privada, porém com baixo destaque. Em suma, num clima

de violência elevada, com questionamento da eficácia do Estado -- colocados em destaque diário pela mídia -- as pessoas e as empresas procuram criar espaços, ambientes e climas de trabalho que os isolem das preocupações e riscos nesta área. Percepção de Importância A maioria da população e dos públicos específicos considera a segurança privada muito importante ou importante. O público específico (tomadores de serviços atuais e potenciais, representantes de organizações da sociedade civil, políticos e jornalistas) tende a dar maior importância às organizações de segurança como um todo do que o público geral. A maior diferença em relação ao público geral refere-se às empresas de segu-

rança privada: 76% para o público geral e 94% para os públicos específicos. Como veremos, essa maior importância deve-se ao reconhecimento de que a segurança do Estado e a do Município não têm capacidade de cobertura adequada para o setor privado. As Polícias Federal, Militar e Civil têm número significantemente maior de citações como muito importantes do que as empresas de segurança privadas e a Guarda Metropolitana. Estas têm um papel acessório, mais voltado para a dissuasão. Entre os diferentes grupamentos de públicos específicos, apenas os jornalistas fogem do padrão, dando importância menor do que os demais segmentos às empresas de segurança privada. Os jornalistas parecem-se mais com o público geral.


Imagem Bem Avaliada Para a população, a imagem do segurança regular agrega mais valor do que a imagem do policial e do segurança irregular.

Contato Bem Avaliado O contato com seguranças regulares é mais bem avaliado do que o contato com policiais. Embora haja um predomínio da impressão da falta ou insuficiência de preparo por parte dos seguranças privados, a impressão que o contato com eles causa quando ocorre é fortemente positiva. A diferença entre o público geral e os públicos específicos é a menor freqüência de contato por parte do público geral e uma impressão um pouco mais positiva no que tange à atenção e à não intimidação. Os jornalistas tendem a ter uma opinião pior do que os outros públicos com relação a seus contatos com seguranças privados, embora ainda seja predominantemente positiva. Este padrão de impressão positiva causada pelo contato com os seguranças privados sugere que a realização de pesquisas de satisfação, devidamente

divulgadas, realmente podem vir a ajudar a melhorar a imagem do setor, principalmente no que tange ao preparo e treinamento. Assim como ocorre com os seguranças privados, o contato com a Polícia tende a causar impressão predominantemente positiva. O público geral tende a ser um pouco menos positivo, embora predomine a visão favorável. A razão para isto é que o público geral circula mais em ambientes públicos e nas ruas, além de conter maior proporção de pessoas de renda mais baixa e moradora de locais fora das áreas centrais da cidade, estando mais expostas a blitzes e pedidos de identificação do que os públicos específicos. Em comparação com o contato com seguranças pri-

vados, o público geral tende a ser menos positivo em relação seu contato com a polícia, nos quatro itens perguntados, com as maiores diferenças concentradas na atenção e na questão da intimidação. Esses são alguns pontos mais relevantes da Pesquisa que será divulgada na íntegra, em breve, pelo SESVESP. Com esse trabalho espera-se que: 1) O mercado saiba como os usuários de segurança “enxergam” esses serviços e como se relacionam com eles. Os gestores de segurança corporativos precisam levar em conta o impacto no clima organizacional quando adotam sistemas e procedimentos que restrigem de alguma forma a liberdade das pessoas a serem protegidas. Por isso, a imagem desses

serviços impacta a decisão de contratar ou não uma empresa de segurança. Muitas delas acabam optando pela segurança orgânica ou por outras soluções. 2) Os dados possam ser usado para agregar valor comercial aos serviços. 3) Possibilitará às empresas de segurança planejar seu posicionamento estratégico e de marketing, a fim de alinhar as campanhas de mídia para o fortalecimento do setor. A ação de comunicação de muitas empresas de segurança, reforçadas pelas ações do Sindicato, num mesmo sentido terá muito mais peso do que sozinhas, cada qual com sua estratégia isolada. Se o mercado souber onde está e para onde vai. Será possível traçar um planejamento estratégico eficiente. janeiro / fevereiro 2013

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DESTAQUE

Segurança de Eventos continua em evidência no país Com a tragédia de Santa Maria (RS) e a aproximação da Copa do Mundo e das Olimpíadas, esse tipo de serviço ganha ainda mais destaque

Q

uem não se emocionou com a tragédia ocorrida na boate Kiss, em Santa Maria (RS), ocorrida no dia 27 de janeiro passado? Só para relembrar (o inesquecível), centenas de jovens participavam de uma festa naquele local, quando um dos integrantes da banda Gurizada Fandagueira utilizou um sinalizador luminoso, como um efeito pirotécnico, cujas fagulhas atingiram a espuma de isolamento acústico da boate. O fogo começou no teto sobre o palco. As vítimas buscaram rotas alternativas e se aglomeraram nos dois banheiros, tomados por fumaça tóxica. Os bombeiros encontraram dezenas de corpos empilhados nos banheiros e em frente à porta. Ainda, segundo relatos de sobreviventes, um grupo de seguranças bloqueou a única saída da boate. O objetivo seria evitar a saída de clientes sem pagar a conta. Resultado: 239 mortos, 81 feridos e inúmeras histórias interrompidas abruptamente. As repercussões nacionais e internacionais foram Revista SESVESP

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as piores possíveis. Segundo a Folha de S.Paulo, “a rede britânica BBC, por exemplo, questionou a capacidade do Brasil de garantir a segurança do público na Copa do Mundo de 2014 e nas Olimpíadas do Rio de 2016. A proximidade dos grandes eventos foi lembrada ao vivo num telejornal da BBC News, o canal de notícias 24 horas da rede pública. O âncora sugeriu que o país terá que se mostrar preparado para situações de emergência durante as competições. A Copa e a Olimpíada também foram citadas na cobertura da tragédia no portal da BBC na internet. No site, o editor da rede em São Paulo, Gary Duffy, disse que os eventos devem aumentar a pressão sobre o governo brasileiro para reforçar as normas de segurança e a fiscalização de locais públicos”. Não há necessidade de dramatizar ainda mais o ocorrido. A notícia é triste por si só. Uma tragédia. Mas de tudo é preciso tirar uma lição e qual foi a lição para o segmento de segurança privada? Primeiro que contratar empresas não qualificadas para atuar em qualquer área da segu-

Boate Kiss, na noite da tragédia. Foto: Reuters

rança pode gerar catástrofes. A responsabilidade da segurança privada é imensa. Se ocorrer uma tragédia, não vão pensar em quão lindos são os estádios, nas estradas, aeroportos, conforto dos hotéis, belezas naturais, alegria do povo brasileiro, nada disso. Só vão responsabilizar os profissionais de segurança, quem os contratou, quem os capacitou. A boa notícia é que o mercado brasileiro

de segurança possui muito know-how em proteção de multidões em grandes eventos. Paradas com milhares de pessoas, o Carnaval, shows em estádios, praias, e demais espaços abertos, corridas automobilísticas, feiras de negócio e outros utilizam os serviços de segurança privada, todos com muito sucesso. O Brasil é um país com 196 milhões de habitantes,

Marco Antonio Lopes, da Sefra Segurança, mostrando a planta da Parada GLBT. Planejamento é fundamental em proteção de eventos


com a maioria nas grandes cidades, o que por si só já produz público suficiente para eventos vultosos. O mercado de segurança privada não é amador, não está brincando e estará preparado para receber turistas do mundo inteiro. Basta ver as experiências de alguns líderes de empresas com muita experiência nesse ramo: A Sefra Segurança e Vigilância Privada, por exemplo, realizou, em 2012, 1100 eventos, desde festas em buffets até a Parada GLBT, onde mais de 800 vigilantes são empregados. Há anos, a empresa atua na Corrida São Silvestre, Ano Novo na Paulista, Carnaval de São Paulo, Virada Cultural, Virada Esportiva, Fórmula Truck, Turnê do Roberto Carlos e muitos outros. Segundo Marco Antonio Lopes, Diretor da Sefra, para uma empresa ter sucesso nessa área, “precisa ter uma qualificação adequada, pois o produtor sério de eventos quer trabalhar com as empresas mais preparadas e experientes. Nos últimos anos, houve um crescimento

da quantidade de eventos, e os produtores estão mais preocupados com a segurança. Infelizmente, depois do acontecimento da tragédia em Santa Maria, tivemos muitas mudanças, um olhar mais critico, infelizmente é na dor que as mudanças acabam acontecendo”. Constante em todas as entrevistas e estudos sobre o tema, a questão do preparo do vigilante é o fator crítico de sucesso para todas as empresas de segurança, mas especialmente para aquelas que atuam na área de eventos, uma vez em que não existem rotinas preestabelecidas, lidando com o público tudo pode acontecer. E os vigilantes precisam estar preparados para todo tipo de ocorrência. “Ele precisa ser um homem diferenciado treinado para isso, não adianta ser um profissional que fica estático. Na Sefra, a Dra Sueli, psicóloga da empresa, desenvolveu um protocolo específico de procedimentos que garante o bom desempenho do profissional em qualquer situação. O vigilante chega com a for-

Apuração desse ano contou com segurança reforçada. Torcidas já começam a preparar festas nas quadras das escolas. (Foto: Agência Estado)

Marcos Vidal, diretor da Master Security, na sala de monitoramento da empresa

mação básica e o aprimoramos para saber lidar com os desafios que os eventos impõem. Porque além da proteção das pessoas e do ambiente, o vigilante torna-se, também, um receptivo do público. Além disso, o contraste entre a realidade de um artista como Roberto Carlos e a do vigilante pode acabar desestruturando o profissional de segurança. Para impedir isso, nossa psicóloga já faz um trabalho preventivo de orientação do que o vigilante irá encontrar e quais os reflexos para sua atuação. Outras situações em que o acompanhamento psicológico e o treinamento fazem a diferença é quanto às tentativas de “suborno” com álcool, com ofertas de caráter moral e sexual. A qualificação na área de eventos é fundamental, não é possível empregar um vigilante com a formação básica e trazer para a área de eventos. Nossos procedimentos foram construídos com base nas experiências vividas no dia a dia e esse conhecimento

não se adquire apenas com a teoria”. Outra empresa com muito know-how no setor de eventos, mas mais voltada para a área de feiras de negócios é a Master Security. “Somos uma empresa muito voltada à área da vigilância patrimonial, trabalhando com grandes empresas, mas atendemos também às feiras de negócios”, declara Marcos Vidal, diretor da empresa. Para ele, a receita do sucesso é ter bons profissionais, qualificados, com conhecimento da dinâmica da empresa. “Meu principal cliente, em eventos, é a Couro Moda com a qual trabalhamos há mais de 15 anos. Temos uma sintonia bem afinada, pois meu quadro de funcionários os conhece, sabem de tudo o que é necessário para que cada edição da feira seja um sucesso. Todos os procedimentos são diferentes em um evento, pois aquilo é uma festa em que os convidados precisam ter os acessos janeiro / fevereiro 2013

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DESTAQUE

controlados, mas não barrados de forma abrupta. O profissional precisa ter jogo de cintura, saber conversar com o visitante e, muitas vezes, com o próprio staff do cliente que quer burlar as regrar estabelecidas em conjunto com o contratante”, conta o Diretor da Mater Security. O diferencial da empresa tem sido o investimento em segurança eletrônica. “Estamos desenvolvendo softwares de reconhecimento facial. O nosso projeto é interagir o homem, câmera, alarme, ou seja, porque se houver falhas de um deles o outro consegue interagir e garantir a segurança em qualquer situação. Além disso, com o trânsito terrível de São Paulo, o monitoramento por imagens tem auxiliado na supervisão dos trabalhos dos vigilantes, agregando segurança ao cliente e ao próprio funcionário que é o primeiro alvo dos criminosos”, afirma Vidal. “ Com esse sistema, o trabalho do supervisor deixa de ser focado em fiscalizar o funcionário para ser de gestão contratual: ver se o que foi vendido , foi entregue e se as necessidades de segurança do cliente realmente estão sendo atendidas. Já a Faqui Segurança e Vigilância tem 98% dos seus serviços focados em eventos. Há 16 anos no mercado, a empresa acabou se especializando nesse ramo através da parceria com várias produtoras. Os maiores eventos realizados pela empresa foram o show do U2, com 90 mil pessoas, o São Paulo

Fashion Week, com cerca de 10 mil pessoas por dia, e o aniversário de 450 anos de São Paulo. Mas a empresa atende a qualquer tamanho de evento. Para Fabio Augusto Sales, diretor da empresa, o que garante o sucesso da atuação das suas equipes, além de contar com um vigilante bem selecionado e bem treinado, pela própria FAQUI, é o fato de ele cuidar pessoalmente do desenvolvimento dos trabalhos. “Fazemos a São Paulo Fashion Week há 16 anos e, em um evento como esse, não tem como não acompanhar de perto. O “dono” do evento quer falar com o dono da empresa de segurança. Além disso, a empresa precisa contar com vigilantes dinâmicos e bem treinados”. O diretor da FAQUI acredita que as empresas de vigilância que queiram atuar em eventos, sem nunca ter feito esse tipo de serviço poderão enfrentar dificuldades, uma vez que a atuação do vigilante precisa ser muito diferenciada. “É importante conhecer o dia a dia desse tipo de serviço, ter o olhar treinado para saber quais os indícios de algo errado vir a acontecer e impedir sua ocorrência. Outro erro muito cometido é aceitar fazer a vigilância de eventos por um preço baixo. Não há como manter a qualidade dessa forma. Não há como investir em treinamentos ou empregar pessoas devidamente capacitadas, pagando todos os encargos devidos, com um preço abaixo do mercado”, enfatiza Fabio.

Adriane Galisteu chega à Couro Moda 2013, cercada por vigilantes (Foto: Manuela Scarpa / Foto Rio News)

Copa e Olimpíadas – Talvez para a segurança privada, a grande vitrine serão realmente os contratos que envolvam a proteção dos estádios durante as partidas do campeonato. Mas não se pode esquecer dos eventos paralelos à competição, que também demandarão muitos serviços de segurança e, talvez, onde possivelmente o maior número de vigilantes sejam empregados. As Fan Fests da Fifa são eventos paralelos às partidas do Mundial. Nelas, em locais com acesso controlado, haverá telões para assistir às partidas da Copa de 2014, apresentações musicais, tendas dos parceiros comerciais da Fifa, como a rede de lanchonetes McDonald’s e a marca de cerveja Budweiser, dentre outras atividades. O Portal Uol Copa divulgou que, em janeiro, uma reunião entre representantes das cidades-sede e a ministra da Cultura, Marta Suplicy, começou a detalhar a participação do MinC na

realização das Fan Fests em 2014. Como uma das exigências da Fifa para a realização das festas é que elas aconteçam em locais simbólicos das cidades-sede, com valor cultural e histórico na vida dos municípios, as cidades enxergaram nisso uma oportunidade de promover a revitalização destes espaços com dinheiro do Ministério da Cultura. De acordo com o Ministério da Cultura, as cidades-sede também receberão apresentações de música, dança, teatro e exposições entre outras atividades durante a Copa de 2014. A programação cultural será escolhida através de editais para apresentações em espaços e áreas públicas das cidades sede e seu entorno. As atrações selecionadas nos editais também poderão ser utilizadas nas Fan Fests ou fazer parte da agenda de circulação pelo país. Os conteúdos culturais estão divididos em quatro conceitos: Brasil das Artes (teatro, música, dança e cir-

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co), Brasil Diverso (“toda a diversidade étnica e manifestações culturais tradicionais”), Brasil Audiovisual (cinema) e Brasil Criativo (baseado no programa de Economia Criativa da pasta da Cultura). Além disso, para a Copa de 2014 o MinC pretende atuar desenvolvendo roteiros turísticos em parceria com a Embratur, revitalizar museus, ajudar com conteúdo para os programas de qualificação de mão-de-obra do Ministério do Trabalho, e “ agrupar todas as informações de atividades e manifestações culturais da cultura brasileira em ações de promoção, utilizando a comunicação integrada no Brasil e no exterior”.

Parte da Equipe que trabalhou na SPFW Inverno 2013. Fabio Augusto de Sales, diretor da FAQUI Segurança, ao centro

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Paul Walker, ator de ‘Velozes e Furisos” chegando à SPFW Inverno 2013. Ao fundo, vigilante da FAQUI.

Consulte o SESVESP O Sesvesp, órgão oficial do segmento, recomenda que sejam contratadas Empresas de Segurança que apresentem a documentação necessária para sua plena regularização junto ao Ministério da Justiça. As empresas filiadas ao Sesvesp buscam cada vez mais qualidade e responsabilidade como, por exemplo, a obtenção da Certificação CRS - Certificado de Regularidade em Segurança. O objetivo do Sesvesp é proporcionar aos associados todo o suporte necessário, oferecendo cursos e palestras, além de orientação jurídica, treinamentos e reciclagens, para que possamos oferecer ao mercado Empresas de Segurança com Qualidade.

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Revista SESVESP

O filme está disponível no site do SESVESP, e no Youtube. Seus vigilantes já assistiram? Divulgue em seu site e faça parte dessa ação de reconhecimento! Conte para nós as suas ações em prol da Campanha para divulgarmos na Revista SESVESP. E-mail: aci@sesvesp.com.br E-mail: aci@sesvesp.com.br

REVISTA SESVESP | JANEIRO / FEVEREIRO 2011

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EVENTO

Encontro divulga Plano de Segurança para

Copa das Confederações da FIFA

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pouco mais de dois meses do início da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013, algumas áreas de importante papel para o sucesso da competição passam pelos últimos ajustes. Uma delas é a segurança. No dia 5 de abril passado, o Rio de Janeiro recebeu o Encontro para Integração da Segurança Pública, Defesa e Segurança Privada para a Copa das Confederações da FIFA. O objetivo do evento foi divulgar o Modelo de Segurança Privada a ser empregado durante o torneio, assim como na Copa do Mundo da FIFA 2014, e o planejamento da atuação da Segurança Pública nos seis estádios que receberão partidas da Copa das Confederações da FIFA. Estiveram presentes representantes do Comitê Organizador Local (COL), dos órgãos de Segurança Pública das 12 sedes da Copa do Mundo e da área de segurança privada. O Governo Federal esteve representado pelo Secretário Extraordinário de Segurança para Grandes Eventos, Valdinho Jacinto Caetano. “Foi um encontro importante para que fosse apresentado o Plano de Segurança para a Copa das Confederações da FIFA,

junto com o Governo Federal, para as sedes, que conheceram as estratégias para desenvolvermos essa missão”, afirmou o Gerente Geral de Segurança do COL, Hilário Medeiros. Entre os temas abordados estavam o processo de contrata- Autoridades apresentam o Plano de Segurança ção de empresas de segurança privada, o emprego e a formação dos stewards, profissionais de segurança com formação específica para grandes eventos. Eles serão um dos legados da Copa das Confederações e da Copa do Mundo da FIFA, pois, até agora, no Brasil, as autoridades públicas são a principal forma de José Adir Loiola, Presidente da ABSESP e do SESVESP, apresentou as características da segurança privada e enfatizou a integração com a controle das multi- segurança pública dões nos estádios. A ABSESP e ABREsegurança pública, sob a VIS foram representadas da Copa do Mundo. O presidente José Adir coordenação dos responpelo presidente José Adir Loiola, pelos diretores Jacy- Loiola fez a apresentação sáveis do COL/FIFA. “Não tivemos muitas mar Jacomini e Frederico da segurança privada. EnCarlos Crim Camara e pelo fatizou a integração com dúvidas dos participantes, consultor Adelar Anderle. a segurança pública, num acho que o modelo já era Também os vigilantes se modelo de corresponsabi- conhecido. O que queriam fizeram representar pelo lidade da segurança para saber era mais o momento presidente José Boaventura a Copa. Aduziu a necessi- em que serão empregados e outros diretores da CNTV. dade de compartilhamen- e os locais em que será Pela segurança pública e to da sala de comando do desenvolvida nossa misMinistério da Defesa es- estádio, com a presença são”, acrescentou Hilário tavam presentes gestores dos gestores de segurança Medeiros. Fonte: www.pt.fifa.com de todas as cidades sedes privada e comandantes da janeiro / fevereiro 2013

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ENTREVISTA

CNS pela defesa do setor de serviços A desoneração da folha de pagamentos é uma das principais bandeiras defendidas pela entidade

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m recente comunicado da CNC – Confederação Nacional do Comércio relatou que “o Superior Tribunal de Justiça (STJ), em seção do dia 12 de dezembro, julgou favoravelmente o Mandado de Segurança impetrado pela CNC contra o ato do Ministro do Trabalho e Emprego que concedera registro sindical à Confederação Nacional de Serviços (CNS). O Mandado de Segurança nº 14.052 foi impetrado pela Confederação no STJ em dezembro de 2008, contra despacho do então Ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que concedeu registro sindical à CNS”. Em resposta, a CNS emitiu o seguinte comunicado: “Apesar da matéria discutida nos autos do Mandado de Segurança nº 14052/DF impetrado pela CNC contra ato do Ministro do Trabalho e Emprego estar “sub judice”, com a interposição de recurso por parte da CNS, recurso este referendado pela União, através de petição expressa nos autos, é necessário esclarecer que não houve decisão do Superior Tribunal de Justiça, no sentido de tornar nula a criação da CNS. Aliás, a CNC não formulou tal pedido no Mandado de Segurança em questão, pois sabia que a discussão de tal matéria envolveria o revolvimento Revista SESVESP

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de matéria de prova, o que não é permitido no âmbito do Mandado de Segurança. Em momento algum a decisão da E. 1ª. Seção do STJ declarou que a CNS não representaria a categoria econômica de serviços e, também, que o ato do Ministro do Trabalho violara o princípio da unicidade sindical, eis que a decisão do STJ, tão somente, acolheu o direito da CNC se manifestar sobre o pedido de reconsideração postulado pela CNS no processo administrativo que tramitou perante o Ministério do Trabalho e Emprego, entendendo que se aplicaria “in casu” a Portaria Ministerial 186/2008 e não a Portaria 343/00. Vê-se, assim, que falta com a verdade a notícia veiculada pela Confederação Nacional do Comércio, pois o acórdão do STJ acolheu a tese sustentada pela CNC quanto a ilegitimidade da CNS representar a categoria de serviços, e que a sua criação importaria em violação ao princípio constitucional da unicidade sindical. A CNS na sua irresignação contra a decisão proferida pela 1ª. Seção do STJ, neste passo acompanhada também pela União, apresentou Embargos de Declaração visando efeitos modificativos, demonstrando que o acórdão que acolheu em parte o pedido do CNC fora omisso quanto a vá-

Luigi Nese, Presidente da Confederação Nacional de Serviços

rias questões arguidas, não só pela CNS como também pela União e pelo Ministério Público Federal que, certamente, quando decididas, irão modificar integralmente o decidido pelo STJ”. A CNS é uma entidade de nível superior na área sindical que congrega federações e sindicatos da área de serviços que não possuem em sua localidade. Com abrangência nacional, congrega mais de 90 sindicatos filiados às federações associadas, representando os setores de serviços como

um todo com exceção de alguns já representados por outras entidades nacionais como o da Saúde, o Financeiro e o de Transportes. “A nossa ideia é agregar todos os setores que não tenham representação sindical em nível nacional”, afirmou Luigi Nese, Presidente da Confederação Nacional de Serviços, que falou ainda mais à Revista SESVESP Confira: Revista SESVESP - Quais são as principais bandeiras defendidas pela CNS? Luigi Nese - A diminuição


da carga tributária sobre o trabalho é uma bandeira que estamos batalhando junto ao Governo há 18 anos! Defendemos que o trabalho não pode ser onerado. Batalhamos muito contra a não a cumulatividade do Imposto do Confins (PIS e COFINS). O setor de segurança privada não está contemplado com a não cumulatividade, teve beneficio por manter a cumulatividade do COFINS e PIS, mas outros setores de serviços foram infelizmente incluídos na não cumulatividade de PIS e COFINS. Quando foi criado o sistema não cumulativo do COFINS e PIS, a alíquota do imposto foi aumentada de três para nove e pouco, mas permitindo às empresas que fi-

Se nossa matéria prima é a mão-de-obra, é preciso respeitar isso, pois é o setor que está empregando no país! 75% dos empregos estão no setor de serviços. ” zessem compensação do imposto que recebem. Por exemplo, outras atividades que compram insumos, produtos para depois serem modificados, agregando valor em cima do produto. Para uma indústria isso funciona perfeitamente, pois se for fabricar um copo, precisa comprar a matéria-prima, comprar equipamentos, preparar outros insumos para poder fazer o copo. Quan-

do a empresa compra esses bens, esses produtos para agregar à fabricação do copo têm o beneficio de compensar esses valores. No caso de serviço isso não acontece, porque nós não temos nada para compensar, a não ser um pouco de luz, água, alguns produtos de limpeza, mas para o restante não tem. O nosso custo maior é a mão-de-obra, então não podemos compensar nada!

Houve um aumento de carga tributária, passando de três para nove, e passaram para não cumulatividade! Conseguimos tirar muitos setores da não cumulatividade, mas outros não, como a informática, por exemplo. Alguns setores se beneficiaram com a não cumulatividade, mas o governo não viu os 68% do PIB que não se beneficiou. Só trabalhou para os 32% do PIB! Revista SESVESP - A CNS também está lutando pela desoneração da folha de pagamentos? Luigi Nese - O Governo aproveitou a ideia da desoneração da folha, só que não utilizou a nossa proposta, que era: retirar 20% de

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ENTREVISTA

INSS sobre a folha de pagamento e transformar em uma contribuição sobre a movimentação financeira, uma espécie de CPMF Previdenciária. Não estamos propondo criar um novo imposto, mas sim substituir um imposto pelo outro. Existe um imposto que é sobre a folha de pagamento, que seria substituído por um imposto de movimentação financeira com uma alíquota muito baixa, cerca de 0,85%. Assim, se consegue arrecadar o mesmo que está sendo obtido com a folha de pagamento. Essa era a proposta global, que não faz discriminação do setor nem discriminação de tipo de empresa. Inclusive esse benefício seria dado também para as empresas que estão no Simples, pois seria pago através de movimentação financeira. A proposta é genérica, todos pagariam. Aliás a proposta é baseada no artigo 195 da Constituição que diz que a Previdência tem que ser paga por toda a sociedade. O Governo não aceitou essa proposta ampla

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porque achava que politicamente não tinha condição de aprovar; então, escolheu alguns setores que estavam precisando de incentivos. Só que essas são soluções muito ruins, porque não se cria uma estrutura fiscal definitiva, mas sim até uma insegurança jurídica. Para a indústria eles deram 1,5% e depois diminuíram para 1% do faturamento, e para o setor de serviço estava em 2,5% e passaram pra 2%. Quer dizer, estamos com o dobro da carga que a indústria tem em cima da folha de pagamento. Deveriam colocar todos iguais a 1%! Se nossa matéria prima é a mão-de-obra, é preciso respeitar isso, pois é o setor que está empregando no país! 75% dos empregos estão no setor de serviços. O único setor que definitivamente respondeu a esse beneficio foi o setor de TI, que foi beneficiado e aumentou o número de empregos, aumentou a massa salarial, todos os outros setores que foram beneficiados da indústria não geraram

empregos. Fizemos esse levantamento e mostramos para o Governo que se eles incentivassem o setor de serviços atingiriam a finalidade de aumentar a oferta de empregos. Revista SESVESP - Por que a CNS esta defendendo a substituição da tributação da folha de pagamentos pela criação de uma CPMF com alíquota de 0,85%? Luigi Nese - É um imposto que é 100% arrecadado, não tem como sonegar, não tem como burlar, a inadimplência é nula, difícil sonegação, minimiza corrupção, melhora relacionamento empregado-empregador, reduz conflitos na Justiça do Trabalho, reduz custos de mão de obra e onera produtos importados que disputam o mercado interno, dentre outras. Revista SESVESP - A CNS está há quanto tempo em campanha pela desoneração da folha de pagamentos? Luigi Nese - Desde a criação; e, pessoalmente, estou nessa luta pelo setor de serviços há quase trinta anos. Primeiro criei o primeiro Sindicato de Informática do Brasil; depois participando junto à Federação do Comércio criamos o Departamento de Serviços, mas vimos que dentro da Federação do Comércio não tínhamos espaço e criamos a Federação de Serviços do Estado de São Paulo. Aliás, o SESVESP foi um dos fundadores da FESESP! E, depois, criamos a Confederação.

Revista SESVESP - Quais são as principais estratégias utilizadas? Luigi Nese - Hoje nos temos assento no Ministério do Trabalho, no CODEFAT e no Conselho curador do Fundo de Garantia, é uma representação importantíssima que conseguimos depois da criação da CNS. Fui presidente do CONDEFAT que é um órgão importantíssimo do governo, o Ministério do Trabalho que tem cerca 240 bilhões de reais de patrimônio. É um fundo importantíssimo, o maior dinheiro que existe no país! O Fundo de Garantia é a mesma coisa, que também é um fundo dos quais também participamos. Além disso, temos ações junto com o Executivo, participamos de todos os eventos, congressos, Conselhos junto ao Ministério da Fazenda, e do Ministério da Indústria, Comercio e Desenvolvimento, e também evidentemente temos um grupo de deputados que são fãs da ideia de desoneração da folha. Fizemos um trabalho de formiguinha dentro do Congresso, pois apesar de existir uma Frente Parlamentar do Setor de Serviço, não há uma unificação sobre a ideia. Além disso, temos um programa de televisão que se chama Combate, que fala sobre menos impostos e mais empregos. Desde dezembro passado, o SESVESP está refiliado à CNS, somando esforços pela desoneração da folha de pagamentos e demais bandeiras defendidas pela entidade.


TRIBUTAÇÃO

Desoneração da Folha restringida pela Presidência da República Presidente sanciona MP que prevê estímulos para 48 setores, mas vai abrir negociação com segmentos que serão excluídos do benefício

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presidente Dilma Rousseff sancionou, no dia 02 de abril passado, uma Medida Provisória (MP) 582, que prevê uma série de estímulos fiscais, incluindo a desoneração da folha de pagamentos para 48 setores da economia. O Palácio do Planalto deve vetar o benefício para a maior parte dos setores, de forma a evitar uma renúncia fiscal elevada. Mas, segundo apurou o “Estado”, o governo deve criar uma mesa de negociação com os setores que ficaram de fora, com a promessa de que os benefícios virão no futuro. A lógica é a mesma da cesta básica”, disse, sob a forma de anonimato, uma fonte do governo. A desoneração dos itens da cesta básica foi vetada pela presidente ainda em meados de 2012, depois que a medida foi inserida por parlamentares em uma medida provisória - à época, a presidente acusou pouco espaço fiscal para adotar a medida, somente lançada no mês passado. A ideia no governo é criar uma “moeda de troca” a ser oferecida aos setores que terão o benefício da desoneração da folha de pagamentos vetada. Este é o caso das empre-

sas dos setores de transporte coletivo, como ônibus, trens e metrô. Técnicos do governo apontam que podem prestigiar projeto do deputado Carlos Zarattini (PT-SP), que tramita em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, e que cria um regime especial de tributação para as empresas do setor. Com o regime, o governo aposta que os estímulos serão ainda maiores que por meio da folha de pagamentos apenas. Opção. Um ponto polêmico que será decidido pela presidente é quanto a um mecanismo criado pelos parlamentares, e inserido no texto da MP, que permite às empresas dos setores contemplados com a desoneração da folha de pagamentos decidir, ano a ano, se vão recolher a contribuição previdenciária sobre o faturamento ou se preferem continuar recolhendo sobre a folha de pagamento. O Ministério da Fazenda entende que esse instrumento seria confuso para a Receita Federal, mas técnicos do governo admitem a possibilidade de Dilma

aceitar a criação do novo mecanismo, pois agradaria as empresas. Os setores que receberem o sinal verde da presidente Dilma só terão o benefício dentro de 90 dias, para respeitar a legislação tributária, que exige o cumprimento de uma “noventena” para medidas do tipo. Assim, a maior parte desses estímulos entrará em vigor em agos-

to, o que adiará o impacto fiscal das medidas para o segundo semestre. Originalmente, a MP previa a desoneração da folha a 15 segmentos - que serão sancionados pela presidente -, mas os parlamentares inflaram essa conta com outros 33 setores. Além dos estímulos de desoneração da folha de pagamentos, a presidente

vai sancionar hoje também a prorrogação da depreciação acelerada (que reduz a carga de Imposto de Renda sobre obem) de máquinas e equipamentos para dezembro deste ano. O governo também vai criar o Regime Especial de Tributação para a Indústria de Fertilizantes. Com os estímulos, o governo espera garantir que o ritmo da economia não

perca força entre o primeiro e o segundo trimestre. Segundo as estimativas mais recentes da equipe econômica, o PIB (Produto Interno Bruto) cresceu cerca de 0,9% no primeiros trimestre de 2013, na comparação com o último trimestre de 2012. Essa alta, de quase 4% anualizado, não deve se sustentar no segundo trimestre, avalia o próprio governo. Fonte: O Estado de S. Paulo janeiro / fevereiro 2013

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Sindicato das Empresas de Escolta do Estado de S.Paulo ESCOLTA ARMADA! CLÁUSULA SECURITÁRIA, SOLUÇÃO OU CUSTO?

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odos somos sabedores que a atividade de Escolta Armada é legalizada e certamente atua de forma complementar à Segurança Pública. Ao se deslocar pelas ruas, avenidas dos centros urbanos, bairros e também nas rodovias, externamos a sensação de segurança a todos, e não só ao motorista escoltado. Por vezes, mesmo que devidamente orientados para não se envolverem em ações Policiais, pois esta não é nossa missão, os vigilantes de Escolta Armada acabam por se deparar com situações onde acabam inevitavelmente refugando ações criminosas, quando do seu flagrante delito, por estarem devidamente fardados e com viaturas logotipadas, armados, com coletes balísticos, devidamente identificados e em serviço. Isto ocorre porque existe claramente uma ausência de policiamento em certas localidades, ou policiamento insuficiente. Obviamente que é impossível manter e proteger toda população ao mesmo tempo. Com isto acabamos por atuarmos, mesmo que de forma involuntária, em auxílio à proteção e segurança da população de um modo geral. Por outro lado, as transportadoras e Gerenciadoras de Risco cumprem seu PGR (Plano de Gerenciamento de Risco) e em certos casos se utilizam da Escolta Armada como forma complementar ao plano de segurança, além da checagem de seus

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motoristas, pontos pré-determinados de parada, tecnologias e outros, e se a Escolta Armada não for devidamente autorizada pela Polícia Federal e ocorre um sinistro (roubo), certamente a indenização será negada. Ora então temos que concordar que a Escolta Armada não é apenas custo, e sim ferramenta essencial para que produtos de certos valores agregados cheguem ao seu destino final, cumprindo assim também exigência de cláusula securitária, enquanto houver o atual estado de insegurança. Se admitirmos ter Planos de saúde particular, faculdades particulares, planos odontológicos particulares, veículos particulares e outros, para sermos mais bem atendidos do que seríamos pela saúde pública, transporte público e assim por diante, como não entender e aceitar a eficácia da utilização da Escolta Armada na proteção de transportes? Aliamos a isto grandes riscos que estes profissionais correm quando de sua atuação. E não se tem notícia de empresas que por mero cuidado investe ou utiliza este tipo de serviço. Isso sempre acontece de forma compulsória e obrigatória, pois se ocorrer algo não previsto, certamente não será ressarcido! Em toda esta abordagem e situação, temos a satisfação do cliente que recebe seus produtos e mercadorias conforme o combinado e a frustração daqueles que neste ínterim têm seus produtos subtraídos pela criminalidade. Mesmo sendo reposto pelas seguradoras, fica o sentimento de

decepção impossível de se reverter e se mensurar. Diante do exposto resta dizer que Escolta Armada realmente faz parte de uma solução e, principalmente, um serviço que se adaptou ao longo dos anos com a necessidade das pessoas, das empresas, dos grandes centros urbanos e tantas outras localidades rurais, e jamais pode apenas e tão somente ser encarado como custo simplesmente, ou vilão pelo aumento do custo do frete.

Autair Iuga Presidente www.semeesp.com.br

Confira a listagem de empresas associadas no site www.semeesp.com.br


NOTÍCIAS

Câmara Paulista pela Inclusão no Mercado de Trabalho realiza reunião na SRTE/SP

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Câmara Paulista pela Inclusão da Pessoa com Deficiência no Mercado de Trabalho Formal realizou sua primeira reunião no dia 2 de abril passado, na sede da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego em São Paulo (SRTE/SP). O objetivo desse encontro foi articular ações que tenham como foco a efetivação do direito ao trabalho das pessoas com deficiência, em todos seus aspectos. A reunião foi convocada por José Carlos do Carmo, auditor fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e coordenador da Câmara Paulista de Inclusão no Mercado de Trabalho, e por Tuca Munhoz, Secretário Adjunto da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida.

Pauta da reunião * Apresentação do novo Superintendente Regional do Trabalho e Emprego em São Paulo, Carlos Frederico Zimmermann Neto. * Apresentação da nova secretária e do secretário adjunto da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marianne Pinotti e Tuca Munhoz. * Apresentação da pesquisa sobre o cumprimento parcial (82,2%) da meta da Lei de Cotas no setor metalúrgico, em Osasco (Carlos

Fotos: ACCB Inclusão.

Clemente). De acordo com a Pesquisa sobre Presença de Trabalhadores com Deficiência no Setor Metalúrgico de Osasco e Região, divulgada em 27 de fevereiro, das 952 vagas legais previstas pela Lei de Cotas para Pessoas com Deficiência nas empresas do setor instaladas na região, 784 estavam ocupadas em 2012, o que corresponde a 82,4%. * Discussão sobre estratégias de defesa da Lei de Cotas.

Reunião na Superintendência Regional do Trabalho com José Carlos do Carmo, auditor fiscal do Trabalho do Ministério do Trabalho e Coordenador da Câmara Paulista de Inclusão no Mercado de Trabalho

Sobre a Câmara Paulista Os objetivos deste fórum são debater e propor formas de atuação conjunta dos órgãos públicos, empresas e entidades, visando à ampliação da inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal, bem como a qualidade dessa inclusão no ambiente de trabalho; desenvolver, apoiar, propor e divulgar ações de mobilização para o cumprimento da Legislação relacionada à inclusão das pessoas com deficiência; aprofundar o estudo e o debate sobre questões relevantes relacionadas ao tema da inclusão, tendo em vista elaborar e propor sugestões de aperfeiçoamento das normas, procedimentos e práticas locais, estaduais e nacionais de inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho formal; formular e apresentar propostas e informações para políticas públicas, programas e projetos sociais que

Tuca Munhoz, Secretário Adjunto da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida.

Reunião concorrida!

contribuam para a efetividade do direito ao trabalho formal para pessoas com deficiência; e articular, estimular e acompanhar as

ações que garantam plena acessibilidade das pessoas com deficiência à educação em todas as suas modalidades.

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NOTÍCIAS

A CCBF-SP e a Velours International realizam palestra“Como Proteger o Patrimônio Imaterial das Empresas no Brasil”

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Câmara de Comércio França-Brasil e a Empresa Velours International realizaram o evento “Como Proteger o Patrimônio Imaterial das Empresas no Brasil” no dia 06 de março passado, na sede paulista da Câmara. O mundo está cada vez mais globalizado e concorrencial. O Saber, a Inovação e a Informação se tornam os elementos chave para o desenvolvimento das empresas. Isso é cada vez mais averiguado em um contexto global de crise onde a redução ou aumento de partes no narket share são uma questão de sobrevivência. Esta palestra objetivou ser um reflexo real do que as empresas vivenciam no cotidiano, do que eles precisam para continuar seu desenvolvimento com as novas regras e realidades internacionais, se atendo aos aspectos legais e de proteção ao seu patrimônio intangível. Parte I: Como aperfei-

çoar sua organização interna para proteger suas informações Palestrante: Laurent SERAFINI, CEO VELOURS INTERNATIONAL Formado em direito internacional na França e nos Estados Unidos. Titular do diploma da Escola Nacional Superior dos Oficiais da Policia de Paris. Foi nomeado em 2011 como Diretor da Velours International no Brasil. Em 2012, diretor das relações internacionais da ABSEG (Associação Brasileira de Segurança). Foi chefe de uma unidade operacional especializada do Ministério do Interior Francês na parte da inteligência policial e luta contra o crime organizado. Atuou como oficial da ligação dos serviços de segurança francesa no Brasil entre 2007 e 2010. Pelo Governo Francês já trabalhou no Brasil e na Espanha. Serafini foi chamado para fazer várias palestras em academias de polícia e órgãos da justiça brasileira no âmbito da

cooperação internacional nas lutas contra todos os tráficos e na metodologia de pesquisas em inteligência policial. Parte II: Riscos Legais no Uso das Tecnologias Corporativas. Palestrante: MÁRCIO COTS, sócio do COTS ADVOGADOS, escritório especializado em Direito Digital Advogado e professor universitário de Direito aplicado às Novas Tecnologias – MBAs da FIAP – Faculdade de Informática e Administração Paulista e da APET – Associação Paulista de Estudos Tributários. Mes-

Dia Internacional da Síndrome de Down

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o dia 21 de março passado, foi comemorado o Dia Internacional da Síndrome de Down. A equipe de Futsal da Associação Desportiva J.R. Ferraz, patrocinada pelo SESVESP e treinada em parceria com o Corinthians, fez uma visita ao CT do Corinthians e foram recebidos pelo Tite e os jogadores. Revista SESVESP

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Atletas patrocinados pelo SESVESP visitaram CT do Corinthians

tre em Direito pela FADISP. Pós-graduado em Direito Empresarial pela Universidade Mackenzie. Extensão Universitária em Direito da Tecnologia da Informação pela FGV-EPGE e Participação no iLaw Program 2005 na Harvard Law School - Havard University - EUA. Membro da Associação Brasileira de Direito da Informática e Telecomunicações – ABDI e participante do Comitê de Direito da Tecnologia da Câmara Americana do Comércio - Amcham - São Paulo. Autor de diversos artigos sobre o tema Direito Eletrônico.


SESVESP leva reivindicações ao Deputado Estadual Barros Munhoz

N

o dia 17 de janeiro passado, o Diretor Institucional do SESVESP, João Batista Diniz Jr., e o advogado Dr. Felipe Villarinho foram recebidos pelo Deputado Estadual Barros Munhoz, então Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de S.Paulo. O encontro foi motivado pela necessidade do sindicato explanar ao legislador as razões pela necessidade de reverter a inversão de fases do pregão eletrônico, juntando documentos que atestam os prejuízos à sociedade. Afinal, a inversão de fases do pregão eletrônico classifica todos os proponentes por ordem crescente do preço ofertado, tornando públicos estes valores, sem mesmo se saber antecipadamente as condições de qualificação das empresas. Esse processo acabou por balizar os preços finais, em grande parte das licitações, por valores de propostas e

de lances oriundos de empresas que, invariavelmente, não comprovam sua habilitação. A contratação dos serviços contínuos com o emprego de mão de obra de baixa remuneração, como é exatamente o caso da segurança e vigilância privada, trouxe consequências desastrosas para o segmento e para a sociedade, colocando em risco não somente a sobrevivência das empresas, como também a garantia do cumprimento das obrigações trabalhistas e fiscais dos trabalhadores envolvidos. “Estamos otimistas com o empenho do Dep. Est. Barros Munhoz, pois ele próprio verificou os malefícios à população e a milhares de empregados de empresas de segurança que o Pregão Eletrônico tem gerado. A administração pública precisa, sim, gerir bem a verba pública, mas algumas economias em determinados serviços podem causar pre-

O então Presidente da Assembléia Legislativa de SP, Dep. Est. Barros Munhoz, recebendo os doumentos entregues por João Diniz, Diretor Institucional do SESVESP, e Felipe Villarinho, advogado do sindicato. Da reunião também participou o o Chefe da Gabinete Rodrigo

Dep. Est. Barros Munhoz compromissou-se a estudar criteriosamente as razões do segmento de segurança

juízos sociais muito mais graves e danoso, anulando todo o bem que se almejou

ao escolher os preços mais baixos”, assinalou João Diniz.

Inscrições abertas para Certificação ASE (ABSEG)

A

s inscrições para a Prova de Conhecimentos para obtenção da Certificação ASE - Analista de Segurança Empresarial estão abertas e vão até o próximo dia 24 de abril. A prova será realizada

no dia 15 de maio, das 9h00 às 13h00, em paralelo ao COBRASE - Congresso Brasileiro de Sergurança, no Centro de Exposições Imigrantes, km 1,5 - São Paulo. Para se prepararem, os candidatos podem fazer o download do Manual de

Certificaçã ASE no site da associação: www.abseg. com.br. Também é possível consultar a modalidade de certificação: “Títulos e Experiência Profissional”, para ver como pedir a certificação, sem a necessidade de realizar a prova de conhecimentos.

janeiro / fevereiro 2013

|27| Revista SESVESP


ACORDO

Assinado Termo de compromisso entre a SRTE/SP e SESVESP sobre a Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho - “PACTO”

O

Pacto Coletivo sobre a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho foi renovado com a SRTE/SP no dia 16 de janeiro passado, por mais dois anos, e passou a ser chamado de “TERMO DE COMPROMISSO PARA INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E REABILITADOS DO INSS NO MERCADO DE TRABALHO”. Este acordo também é válido para as empresas não associadas ao SESVESP, desde que cumpram a obrigação mensal do pagamento de R$ 1,00 por vigilante, assim como é feito pelas associadas, pois o SESVESP continuará com as contrapartidas assumidas desde o primeiro acordo com a SRTE/SP, como capacitação de pessoas com deficiência, patrocínio de equipes de esportes paraolímpicos, criação e manutenção de site sobre a qualidade da inclusão, dentre outras. Desta forma, as empresas deverão realizar uma ADESÃO A ESTE NOVO ACORDO. Para tanto, deverão preencher o termo de adesão anexo no timbrado da empresa e protocolá-lo em 03 vias no SESVESP, pois uma via ficará com a empresa, outra com o Sindicato e a terceira será protocolada na SRTE/SP, pelo SESVESP.

Representantes de entidades assistidas pelo SESVESP vieram testemunhar sobre os benefícios da verba a eles direcionada

José Adir Loiola, Pres. do SESVESP; e José Carlos do Carmo, Auditor do Trabalho, assinam o Termo ao lado do Diretor de Patrimônio do SESVESP, Sidney Tinoco.

O vice-presidente da FETRAVESP, José de Sousa Lima, também foi um dos signatários do documento

Reunião produtiva

Revista SESVESP

|28| janeiro / fevereiro 2013

Acordo bem-sucedido

O presidente do SETVESP, Marcos Eduardo Tótoro, também assinou o acordo


TERCEIRIZAÇÃO

Terceirização na pauta da visita à ABERT

A

Cebrasse e associados vêm incansavelmente trabalhando pela regulamentação da terceirização, apoiando o PL 4302/1998 de autoria do Executivo, “já discutido e aprovado na Câmara e no Senado, com dois relatórios aprovados (da Câmara e do Senado), tendo uma excelente margem de negociação”, na opinião de Laércio Oliveira. O deputado acompanhou a delegação da Cebrasse na visita à sede da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão - ABERT, onde os líderes empresariais foram recebidos pelo Diretor Geral Luis Roberto Antonik e por Rodolfo Machado Moura, Diretor de Assuntos Legais. Fernando Calvet, vice-presidente de Relações Sociais e Eventos da Cebrasse, sugeriu uma aproximação das entidades nessa ação. “Buscamos sensibilizar as emissoras de rádio e televisão, que terceirizam uma série de serviços na sua missão de prestar informações diárias a seus públicos; e, assim, certamente sabem dos benefícios dessa modalidade de trabalho”. O deputado Laércio aproveitou a visita para enfatizar à ABERT a necessidade do engajamento da entidade na defesa da terceirização e em outras ações relevantes para a consolidação de uma politica nacional para os serviços, por meio da Frente de defesa do setor na Câmara Federal.

O Diretor Geral da ABERT, Luis Roberto Antonik, e Rodolfo Machado Moura, Diretor de Assuntos Legais receberam os diretores da CEBRASSE

Paulo Lofreta, Presidente da Cebrasse; Rodolfo Machado Moura; e Henrique Erban

João Diniz, Diretor Institucional do SESVESP; explica a importância do apoio da ABERT a favor da terceirização de serviços, observado pelo Dep. Fed. Laércio Oliveira e Antonik

Fernando Calvet, Vice-Presidente do SINDEPRESTEM, também expõe seus pontos de vista

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|29| Revista SESVESP


EVENTO

IV Fórum Alshop Segurança

C

om o patrocínio da Graber e da Verzani&Sandrini, o IV Fórum Alshop de Segurança, aconteceu no dia 20 de março passado e reuniu especialistas para discutir problemas de segurança que impactam o setor varejista, buscando alternativas, criando soluções e alinhando logísticas que permitam diminuir a incidência de ocorrências de furtos e roubos em estabelecimentos comerciais. São apresentadas soluções preventivas e ações funcionais para que o varejo esteja melhor preparado para evitar e minimizar esses acontecimentos. O Fórum visa também validar ações que são realizadas pelas empresas e mostrar novas técnicas e instruções que otimizem as mesmas, além de mostrar soluções eficazes para o gerenciamento de crise. Participam do Fórum, superintendentes, diretores de operação e gestores de segurança de shoppings e varejo, executivos de administradoras de shoppings, consultores e profissionais de segurança pública e privada. O Fórum abordou os seguintes assuntos: • Ações e soluções a serem adotadas pelas empresas com o intuito de reduzir a incidência de assaltos às lojas e shopping; • Apresentar iniciativas pública e privada para conter esses acontecimentos; • Como preparar meRevista SESVESP

|30| janeiro / fevereiro 2013

lhor os estabelecimentos comerciais para impedir e se antecipar a esse tipo de acontecimento? • O que caracteriza um evento de crise, o que fazer nesse momento e como atuar de maneira preventiva para reduzir esses eventos? • Quais ferramentas utilizar para gerenciar momentos de crise, tanto em termos de tecnologia como em programas e pessoal? • Perdas no varejo e seu impacto financeiro nos negócios. Como se prevenir para reduzir as perdas nos centros de distribuição, lojas e demais locais envolvidos na cadeia de distribuição de suprimentos? O primeiro a palestrar foi o Dr. Jorge Lordello, conhecido como Dr. Segurança, com o tema “Segurança em Shopping: passado, presente e o futuro”. Sob o tema Soluções em Segurança: Tecnologia, Capacitação e Estratégia, os especialistas Marcy de Campos Verde, CPP, ADS, Consultor de Segurança Empresarial (GRABER), e Christiano Finamore, Diretor de Automação e Segurança (Net Solutions) apresentaram suas opiniões. O Coronel Lenine de Freitas, Diretor Geral da JHSF, abordou o tema: “O que mudou na segurança em shopping nos últimos anos”? E Adauto Lopes, Gerente de Segurança Corporativa, do Soane Sierra, finalizou palestrando sobre Gerenciamento de Crise.

Fotos: Alshop

Alternativas para reduzir o crescimento de roubos em estabelecimentos comerciais Nabil Sahyoun, Presidente da Alshop, abrindo o evento

Jorge Lordello, conhecido como Dr. Segurança, com o tema “Segurança em Shopping: passado, presente e o futuro” Marcy de Campos Verde, CPP, ADS, Consultor de Segurança Empresarial (GRABER) e ...

Christiano Finamore, Dir. de Automação e Segurança (Net Solutions), falaram sobre Soluções em Segurança: Tecnologia, Capacitação e Estratégia Ademar Barbosa, Diretor da Verzani & Sandrini

Auditório lotado!


CERTIFICAÇÕES

Confira as Certificações CRS Empresa

Ethics Segurança Protege Proteção e Transp. de Valores Belfort Segurança de Bens e Valores Escolta Segurança Haganá Segurança Escola Paulista de Formação V.Mave Iron Valinhos Cadiz Segurança e Vigilância Master Security Segurança Madri Serviços de Segurança Suprema Segurança Suporte Segurança Fort Knox Prosegur Evik Vanguarda Segurança Graber Segurança Nacional - Segurança Engefort Sistema de Segurança Verzani & Sandrini Segurança Generall In Protection Vigilância Segurança e Vigilância Sudeste GP - Guarda Patrimonial Quality Serviços de Segurança e Vig Colt Security Power Segurança IGS Segurança Pro Security Segurança Patrimonial Starseg Padrão Segurança Adarga Serv Segurança e Vigilância Impacto Segurança Macor Segurança World Segurança Infratec Segurança Scorpions Centro de Formação GPS Predial Sistemas de Segurança Liberdade Segurança e Vigilância Blue Angels Segurança Privada Engeseg Vigilância Autodefesa Segurança Patrimonial Força e Apoio Segurança Privada Proseg Segurança e Vigilância Seculum Vigilância e Segurança Suhai Segurança e Vigilância Loyal Vigilância

Cidade

Nº CRS

Jundiaí São Paulo São Paulo São Caetano do Sul São Paulo Campinas São Paulo Valinhos São Paulo São Paulo Campinas Campinas São Paulo São Paulo São Paulo São Paulo São Paulo Barueri São Paulo São Carlos Santo André São Paulo Franca Indaiatuba Campinas Paulínia São Paulo São Paulo São Paulo São Bernardo do Campo Mogi das Cruzes São Caetano do Sul São Paulo São Paulo São Paulo São Paulo São Paulo São Paulo São Paulo São Paulo São José dos Campos Marília São Paulo Lins Lorena São Paulo Embu das Artes

S-001 S-003 S-005 S-006 S-007 S-008 S-009 S-010 S-012 S-013 S-015 S-020 S-023 S-025 S-027 S-029 S-036 S-038 S-039 S-041 S-043 S-044 S-045 S-047 S-050 S-053 S-055 S-057 S-061 S-067 S-068 S-069 S-070 S-072 S-076 S-078 S-080 S-081 S-083 S-086 S-089 S-098 S-105 S-106 S-108 S-109 S-113 janeiro / fevereiro 2013

Validade

10/6/2013 25/10/2013 1/8/2013 18/7/2013 16/5/2013 13/2/2014 3/9/2013 13/8/2013 29/1/2014 30/7/2013 18/12/2013 28/2/2014 29/1/2014 26/12/2013 24/3/2014 30/8/2013 26/12/2013 28/1/2014 26/12/2013 24/7/2013 18/6/2013 10/12/2013 18/12/2013 16/4/2013 6/12/2013 12/4/2013 23/4/2013 23/4/2013 17/9/2013 22/11/2013 23/1/2014 18/12/2013 8/5/2013 17/1/2014 11/9/2013 3/9/2013 15/8/2013 16/12/2013 9/4/2013 24/7/2013 19/9/2013 13/3/2014 17/3/2014 18/6/2013 25/7/2013 7/11/2013 20/6/2013 |31| Revista SESVESP


CERTIFICAÇÕES Empresa

Valmac Vigilância Labor - Segurança Prever Vigilância e Segurança Proguarda Vigilância e Segurança Ltda Uniseg Vigilância Patrimonial Noventa Graus Segurança Embrasil Empresa Brasileira Faqui Segurança e Vigilância Oliveira Mendes Segurança Privada Yamam Segurança Patrimonial Ltda. Brasforce Segurança Privada Base Baixada Santista Segurança Schimitd Segurança Aster Sistemas de Segurança SMA Segurança Privada Renowa Vigilância e Segurança Patrimonial Prevenir Segurança Patrimonial ESIV Vigilância e Segurança Monte Cristo Vig e Segurança Única Sorocaba Vig e Seg Patrimonial

Dados atualizados em 27/03/2013

Cidade

Osasco Salto São Paulo São Paulo São Paulo São Paulo São Paulo São Paulo Sorocaba São Paulo São Paulo Santos Diadema São Paulo Sorocaba Diadema São Caetano do Sul São Paulo Sorocaba Sorocaba

Nº CRS

S-116 S-119 S-122 S-125 S-127 S-128 S-129 S-131 S-134 S-136 S-138 S-139 S-140 S-143 S-144 S-149 S-150 S-156 S-158 P-1021

Validade

3/6/2013 25/10/2013 26/6/2013 25/9/2013 15/5/2013 7/10/2013 13/11/2013 29/1/2014 20/3/2014 7/11/2013 18/6/2013 18/7/2013 18/7/2013 25/9/2013 20/12/2013 24/7/2013 3/9/2013 13/2/2014 14/1/2014 21/1/2014

Confira as Certificações ISO A tabela abaixo mostra as empresas certificadas ISO no Brasil * Os dados da tabela abaixo só serão atualizados mediante o envio de cópia do certificado, devidamente protocolada, para o Departamento de Assessoria de Comunicação Interna do SESVESP. E-mail: aci@sesvesp.com.br Tel: (11) 3858-7360 rm 218. Assim, a Revista SESVESP isenta-se de qualquer divulgação desatualizada, uma vez que as cópias dos certificados já foram solicitadas para as empresas que constam desta tabela.

Segurança Privada

Certificadora

Certificado

Aster Sistemas de Segurança BSI 9001:2008 Belfort Germanischer Lloyd 9001:2000 Centurion Dnv 9001:2008 Dinâmica Segurança Bureau Veritas 9001:2000 Embrasil Bureau Veritas 9001:2008 Empresa Nacional de Segurança Fundação Vanzolini 9001:2000 Engeseg Brtüv 9001:2008 Escolta Brtüv 9001:2008 Focus Segurança e Vigilância ABS 9001:2008 Fort Knox Sistemas de Segurança Bureau Veritas 9001:2008 GP - Guarda Patrimonial Brtüv 9001:2008 GP - Guarda Patrimonial Brtüv 14001:2004 Graber Abs 9001:2000 Graber ABS 14001:2004 Graber ABS OHSAS 18001 Grupo Engefort DQS do Brasil 9001:2008 Grupo Engefort DQS do Brasil 14001:2004 Iron Segurança Especializada Germanischer Lloyd 9001:2008 Limger DNV 9001:2000

Revista SESVESP

|32| janeiro / fevereiro 2013


maio/junho 2011

|33| Revista SESVESP


CERTIFICAÇÕES

Dados atualizados em 27/03/2013

Confira as Certificações ISO

Segurança Privada

Certificadora

Certificado

Liserve Vigilãncia e Transporte de Valores Bureau Veritas 9001:2008 Master Security Bureau Veritas 9001:2000 Nordeste Segurança Eletrônica Bureau Veritas 9001:2008 Ondrepsb Dnv 9001:2000 Padrão Sgs 9001:2000 Pollus Brtüv 9001:2000 Power Germanischer Lloyd 9001:2008 Preserve Segurança e Transporte De Valores BurEau Veritas 9001:2008 Proforte S/A - Transporte de Valores Bureau Veritas 9001:2008 Proguarda Vigilância e Segurança ICQ Brasil 9001:2008 Protege S/A Bureau Veritas 9001:2008 Protege Segurança Eletrônica Bureau Veritas 9001:2008 Quality Segurança e Vigilância Abnt 9001:2008 Rrj Sas Certificadora 9001:2000 Servi Bureau Veritas 9001:2000 Souza Lima Bureau Veritas 9001:2008 Suhai Dnv 9001:2000 Suporte SGS 9001:2008 Transegur Vigilância e Segurança Bureau Veritas 9001:2008 Transegur Vigilância e Segurança Bureau Veritas 14001:2004 Transegur Vigilância e Segurança Bureau Veritas OHSAS 18001:2007 Treze Listas Bureau Veritas 9001:2000 Valmac Brtüv 9001:2008 Vanguarda Fundação Vanzolini 9001:2000 Verzani & Sandrini Bureau Veritas 9001:2008 Verzani & Sandrini Bureau Veritas 14001:2004 Verzani & Sandrini. Bureau Veritas OHSAS 18001:2007 Vise Bureau Veritas 9001:2000 Visel Bureau Veritas 9001:2000 Vigserv Dnv 9001:2000

Cursos De Formação Academia Engeseg Emforvigil Figueira de Almeida FiGueira de Almeida Provig

Cursos de Formação Certificadora Brtüv Bureau Veritas DQS do Brasil DQS do Brasil Bureau Veritas

Certificado 9001:2008 9001:2000 9001:2008 14001:2004 9001:2000

Sindicatos Sindicato

Certificadora Certificado

Sesvesp Brtüv Sindesp-GO ABNT Sindesp-BA ABNT Sindesp-PA BRTÜV Revista SESVESP

|34| janeiro / fevereiro 2013

9001:2008 9001:2008 9001:2008 9001:2008


JA&C

SEGURANÇA

www.unifardas.com.br

PARCERIA

AGILIDADE


Central apresentou estudo do Sindeprestem ao Ministério da Fazenda

N

o dia 20 de março, em agenda articulada pelo deputado federal Paulo Teixeira (PT/SP), a Cebrasse apresentou ao Ministério da Fazenda estudo técnico produzido pelo Sindeprestem, apontando perdas significativas que empresas representadas pelo sindicato paulista vêm sofrendo por causa de alterações na cobrança das alíquotas PIS e da Cofins. Henrique Erbano e João Diniz (Sesvesp), Fernando Calvet e Vander Moraes (Sindeprestem); o secretário Dyogo de Oliveira, Paulo Lofreta e deputado Paulo Teixeira; Paulo Lacerda (Abrevis) e Adelar Anderle (Absesp)

Terceirização na pauta da visita à ABERT

N

Luis Roberto Antonik, Paulo Lofreta e Rodolfo Moura

a sede da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão ABERT, lideranças da Cebrasse foram recebidas pelo Diretor Geral Luis Roberto Antonik e por Rodolfo Machado Moura, de Assuntos Legais. Paulo Lofreta falou da necessidade de união dos prestadores de serviços para se criar uma agenda positiva para a terceirização de serviços, “o que merece nossa atenção, por ser forma de contratação fortemente aplicada no mercado, fortalecendo a produção nacional com a geração de emprego e renda”.

Serviços alinhados a políticas públicas

N

Na direção da mesa, Laércio Oliveira ladeado por Ermínio Lima Neto e João Diniz

a Câmara Federal, Paulo Lofreta, José Adir Loiola (Sesvesp), José de Alencar (SEAC/RJ), Antonio Guimarães (ABERC) participaram de encontro da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Setor de Serviços, discutindo a formalização e a profissionalização da atividade. Na pauta, a instituição de uma agenda nacional para que empresários efetivamente planejem suas prioridades diante de políticas públicas para o setor - “que convive com o amadorismo de práticas isoladas”, salientou o deputado Laércio Oliveira (PR/SE), que preside a Frente Parlamentar.

Qualificação Profissional em Comércio e Serviços

N

a sede da CNC, em 25 de março, o Ministério do Desenvolvimento apresentou resultados de acordo fechado com o MEC para incremento de cursos de qualificação, com recursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - Pronatec. Destaques para programas parceiros entre o Pronatec, MDIC e SENAC, focando a Copa de 2014, segurança no emprego e projetos sociais. Paulo Lofreta detalhou projeto Cebrasse/FENEP para cursos de capacitação nas escolas particulares, em horários ociosos das salas de aula.

CENTRAL BRASILEIRA DO SETOR DE SERVIÇOS – CEBRASSE — Av. Paulista, 726 - 7ºAndar Cj. 710 Bela vista — São Paulo - SP — CEP 01310-100 — Tel.: (11) 3251-0669 / Fax: (11) 3253-1864 — www.cebrasse.org.br


ARTIGO

Business Inteligence e a proteção da informação *Laurent Serafini sócio-diretor da Velours International no Brasil

Um roubo ou um vazamento de informação mesmo que sem intenção pode significar o atraso ou até o fim de uma empresa”

O

termo Business Inteligence, Inteligência Empresarial ou simplesmente BI, foi sugerido na década de 80 pela consultoria Gartner Group e, em linhas gerais, é o processo de transformar dados em informação e a informação gerada em conhecimento. Da criação do termo até agora, muitas empresas têm alcançado resultados importantes utilizando a inteligência empresarial como diferencial competitivo. Mas saber usar as informações de forma inteligente não basta para alcançar o sucesso. É necessário também protegê-las. Para exemplificar, podemos citar os cartões de crédito emitidos por varejistas para seus clientes, os chamados private label. Quando um cliente efetua suas compras, recebe determinada pontuação que lhe dá algumas facilidades/ benefícios, porém, o mais importante é que o sistema registre o histórico de consumo em um banco de dados. Utilizando esta base de dados é possível saber o hábito de consumo do cliente e direcionar campanhas de marketing específicas, como, por exemplo, uma campanha promocional de roupas infantis para quem comprou material escolar

no início do ano. Em um mundo onde a tecnologia deve ser cada vez mais maleável às necessidades do usuário final, o rastro informacional deixado por este usuário passa a ter suma importância para as empresas. Se estas instituições possuírem algum profissional apto a transformar as informações em ações estratégicas, a empresa começa a se destacar ante seus pares. Entender o que o cliente irá desejar (afinal, o que ele deseja, todos já sabem) e, assim, se antecipar ao concorrente pode ser o diferencial que catapultará a empresa para o patamar mais alto do mercado. Inovar é saber o que o cliente irá querer daqui a cinco minutos, um mês ou um ano. Assim, a informação passa a ter um valor inestimável para as empresas e, o mesmo cuidado que se tem com o banco financeiro, se deve ter com o banco de dados. Um roubo ou um vazamento de informação mesmo que sem intenção pode significar o atraso ou até o fim de uma empresa. No caso de uma rede varejista, imagine o prejuízo se, depois de preparar toda uma campanha de marketing, descobrir que o principal

concorrente se antecipou e preparou uma ação idêntica e ainda a apresentou ao mercado primeiro. É importante lembrar que as informações podem ser adquiridas não apenas dos clientes das empresas, mas também de funcionários, líderes e fornecedores, enfim, todos os que de alguma forma tenham interesse ou participam do processo. Um funcionário, que está lidando com o produto no dia a dia, pode ter uma visão muito mais próxima e real sobre este do que o engenheiro que o projetou, por exemplo. Ele pode determinar os pontos positivos e negativos do produto, ajudando em uma possível reestruturação do projeto ou até na estratégia de marketing e venda. Um fornecedor pode conhecer uma matéria prima de melhor qualidade para determinada funcionalidade, e assim por diante. Portanto, o empreendedor deve estar sempre atento e receptivo para a captação de informações e, uma vez adquirida, deve protegê-las como um bem crucial para o desenvolvimento, manutenção ou até sobrevivência de sua empresa.

janeiro / fevereiro 2013

|37| Revista SESVESP


ARTIGOS

Lei de Crimes de Delitos Informáticos. Mas a Organização precisa de Segurança da Informação Edison Fontes, CISM, CISA, CRISC Consultor em Segurança da Informação, Gestão de Risco e Planos de Contingência.

A Lei servirá para facilitar a punição para os crimes. Mas, o Processo Organizacional de Segurança da Informação protegerá a Organização para que os crimes não aconteçam ou para a minimização da ocorrência de crimes”

Revista SESVESP

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N

o próximo dia 02 de Abril a Lei 12.737/2012 começa a vigorar. O que não era crime, agora será. Com o art. 2o do Decreto-Lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, fica acrescido ao crime: “Invasão de dispositivo informático” De uma maneira simples, com definições de dicionários mais utilizados temos: Invasão: Ato de invadir. Entrar à força. Entrar sem permissão. Dispositivo: Qualquer peça ou mecanismo de uma máquina destinados a uma função especial. Informático. Referente a Informática que é o tratamento automático da informação. Porém a lei coloca uma condição para o crime: Art. 154-A. Invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita: É necessára a existência de mecanismos de segurança. Ou utilizando a terminologia da Norma NBR ISO/IEC 27002:2005, é necessário a existência de um conjunto de controles de

segurança da informação. As Organizações precisam desenvolver e implantar (cada uma) o seu Processo Organizacional de Segurança da Informação, que será composto pelas Dimensões de Segurança, amparadas pelas Normas da Família ISO 27000. A Lei define o crime, mas as Organizações (e pessoas) precisam se proteger estruturadamente para que se configure o crime. Esta lei explicita a responsabilidade que os gestores e executivos das Organizações têm (quer queiram, quer não queiram) descrita no Código Civil no seu Art. 1.011: “O administrador da sociedade deverá ter, no exercício de suas funções, o cuidado e a diligência que todo homem ativo e probo costuma empregar na administração de seus próprios negócios.” Seguir boas práticas é uma ação do bom administrador que deve ser diligente nas suas atividades e decisões. Se a Organização não possuir um processo efetivo de segurança da informação, o administrador da sociedade será responsabilizado. Para ter um Processo Organizacional de Segurança da Informação é necessária uma abordagem estruturada, organizada, planejada e executada com profissionalismo. Organização de qualquer porte pode ter o seu processo de segurança da informa-

ção. O tamanho das ações é que serão diferentes. Toda organização precisa de cópias de segurança. A forma como será feita é que será diferente para um escritório de um profissional e secretária e uma Organização de 150 mil colaboradores. Mas, tem que ter cópias de segurança. A Lei servirá para facilitar a punição para os crimes. Mas, o Processo Organizacional de Segurança da Informação protegerá a Organização para que os crimes não aconteçam ou para a minimização da ocorrência de crimes. Apesar do crime chamar a atenção, o processo de segurança também evita ou minimiza os erros cometidos quando da utilização da informação. As diversas estatísticas apontam para 80% o percentual de impacto causado por erros. Somente o restante seriam impactos provocados por ações de má fé. Que venha a Lei. Não é o melhor texto, como muitos advogados criticam. Mas, independentemente da lei, sua Organização precisa proteger a informação. E esta necessidade de proteção é uma lei de mercado e de sobrevivência. Para proteger a informação é necessário um processo estruturado baseado na Norma NBR ISO/IEC 27002:2005. Não aposte na sorte nem no amadorismo: as consequências podem ser fatais!


Sua empresa cria talentos?

T

Paulo Araújo Paulo Araújo é palestrante e diretor da Clientar – Software de Inteligência em Vendas. Administrador de Empresas, pós-graduado em Marketing e em Gestão pela Qualidade e Produtividade.

O maior diferencial de qualquer empresa são as pessoas e os talentos que tem à sua disposição”

alentos nascem prontos? Caso fosse assim não seriam talentos, seriam ILUMINADOS. E iluminados, como sabemos, nascem em média na proporção de um para cada milhão. Empresas confundem talentos com iluminados. Os iluminados parecem fazer tudo de forma natural. Lideram com maestria, resolvem problemas, planejam e executam, trazem resultados acima da média. Criar uma equipe só com iluminados? Esqueça. A solução está em criar e desenvolver os seus próprios talentos. Não importa o tamanho da sua empresa, se é familiar ou não, mas se existe um ponto em que uma empresa não pode brincar é em relação à gestão das pessoas e seus talentos. O primeiro ponto é descobrir em quem apostar. Pessoas que estão na sua empresa

há um bom tempo, tem alto grau de comprometimento e fazem o que gostam já são bons indicadores de quem você deve acreditar e aprimorar para que saia do médio para o excelente. Pessoas precisam de um bom direcionamento. Escolhidas as pessoas, faça uma lista com seus pontos fortes e os a desenvolver. Faça um mapa e considere aspectos comportamentais e técnicos que devem ser melhorados. Isso pode e deve ser feito com a presença do profissional em questão e validado por ambos os lados. Agora é hora de agir. Crie o plano de desenvolvimento e direcione o aprendizado com o grau de prioridade. Uma sugestão importante: não gaste todo o dinheiro, energia e tempo somente aprimorando os pontos a desenvolver, mas também dando condições de aperfeiçoar ainda mais o que o profissional faz de melhor.

Lembre-se que talentos são talentos por que fazem algo acima da média. Cobre resultados e maior comprometimento. Talentos gostam de ser cobrados. Gostam de aprender e de ensinar. A empresa ao fazer um investimento no profissional precisa ter um retorno. Trace metas mais ousadas para essas pessoas e ajude a se tornarem referências na área de atuação. É preciso estar atento se o que está sendo aprendido está sendo aplicado no dia-a-dia do seu negócio. Hoje em dia é muito comum ouvir que o maior desafio de qualquer empresa é reter e atrair talentos, que estamos vivendo um apagão de talentos, que o maior diferencial de qualquer empresa são as pessoas e os talentos que tem à sua disposição. Saber todo mundo já sabe. A questão é: a sua empresa cria talentos?

janeiro / fevereiro 2013

|39| Revista SESVESP


ESTUDO

Segurança Privada é tema de monografia do Centro de Aperfeiçoamento e Estudos Superiores da PM de São Paulo Ten. Cel. Ricardo Corte Brilho estudou toda a história do mercado, suas características e cenários futuros

O

As principais conclusões estudo sobre do trabalho foram: o mercado de 1) A fiscalização e o consegurança trole da segurança privada privada mosão essenciais à proteção tivou o Ten. Cel. Ricardo do cidadão. “Se o aparato Corte Brilho, comandante não possui efetivo suficiendo 22o BPM-M a escrever te para fazer a fiscalização uma monografia sobre a “Exalgo tem que ser revisto. pansão Desordenada dos Sugiro um convênio com o Serviços Orgânicos da SeEstado ou com o Município gurança Privada na Cidade ou, pelo menos, uma intede São Paulo” para a congração de informações, pois clusão do Curso Avançado quando um policial militar de Estudos Superiores. vê um carro adesivado como Segundo o Tenente Couma viatura de escolta, ele ronel, sua escolha deveu-se não tem como checar se ao fato de que, mesmo os aquela equipe é autorizapoliciais, quando deixam a da pela Polícia Federal a farda no quartel, são cidadãos não ser abordando os tricomo qualquer outro que pulantes do veículo. Poderia interagem constantemente haver uma integração das com sistemas e equipes de informações para o policial, vigilância, a quem entregam a proteção de suas vidas e bens, nos mais diversos locais (bancos, condomínios, shoppings, etc). E a Temos que lutar pela vigilância precisa ser interação da segurança feita por profissionais privada com a pública, bem preparados, deviunir esforços como damente autorizados acontece nas Parcerias pela Polícia Federal. “Infelizmente, muiPúblico-Privadas que tas pessoas contraadministram presídios” tam qualquer pessoa para tomar conta do consultando o Copom, já seu patrimônio e acabam tivesse essa confirmação. sofrendo ocorrências deAfinal, não foram poucas lituosas justamente pelas as vezes que bandidos se pessoas que contrataram”, passaram por forças de avisa o Ten. Cel. PM Corte segurança – públicas ou Brilho.

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Ten. Cel. Ricardo Corte Brilho, comandante do 22o BPM-M

privadas – para cometer delitos. Temos que lutar pela interação da segurança privada com a pública, unir esforços como acontece nas Parcerias Público-Privadas que possibilitam a administração de presídios, por exemplo”. 2)A formação do profissional de segurança tem que ser contínua. “Além da capacitação, é preciso galgar novos níveis de conhecimentos, o aperfeiçoamento tem que ser contínuo”. 3) A segurança clandes-

tina precisa ser combatida porque não qualifica o profissional, não paga os direitos trabalhistas previstas, o que gera baixa produtividade e alto turn-over. “No trabalho, abordei o que é a segurança privada no mundo, América Latina, Brasil, São Paulo e, depois, a cidade de São Paulo. Também estudei o segmento de sistemas eletrônicos de segurança. Os equipamentos utilizados são ótimos, eficientes e imprescindíveis, mas o fator humano ainda é insuperável”, finaliza o Comandante do 22º BPM/M.


ABSEG

Palavra do Presidente 2012 foi um ano de conquistas para ABSEG: novos associados fortaleceram nossa entidade, mais profissionais com a certificação ASE, o sucesso do COBRASE e outros eventos com público expressivo, realização da 1ª edição do Prêmio ABSEG, novo site, presença em vários eventos importantes para o segmento, ótimas dis-

cussões e troca de conhecimentos na rede, enfim, tivemos grandes motivos para comemorar... e comemoramos! 2013 não será diferente, esse ano vamos continuar desenvolvendo trabalhos com respeito e elevar o nome da ABSEG no cenário da segurança no Brasil, dando ênfase à valorização do

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Venha fazer parte dessa família como associado, o crescimento e fortalecimento da ABSEG depende da sua participação. Um grande abraço a todos! Ricardo Tadeu, ASE Presidente da ABSEG

Ricardo Tadeu, ASE Presidente da ABSEG

ASE 2013

PRÊMIO ABSEG Estamos na 2ª Edição do Prêmio ABSEG, evento de cunho científico que está se consolidando no calendário dos profissionais de segurança. Seu objetivo é alinhar o mundo empresarial ao universo acadêmico. Em 2012, os trabalhos vencedores foram: “A diferenciação e a integração das atividades de segurança empresarial na percepção dos respectivos gestores”, do Sr. Isaac de Oliveira e Souza e “Combate à fraude com atividades de inteligência – Case Operação Esqueleto”, do Sr. Herbert Gonçalves Espuny, nas categorias gestão e operação, respectivamente. Neste ano, os trabalhos concorrerão em uma mesma categoria e o ven-

profissional.

cedor será agraciado no XXV Congresso Brasileiro de Segurança Privada – COBRASE 2013. Conheça o regulamento em nosso site e participe! A ABSEG valoriza seu conhecimento.

No dia 15 de maio, durante o COBRASE, será realizada a 1ª prova de 2013 da nossa certificação, o ASE.A certificação é um produto da ABSEG, ele não é meu nem seu, ele é nosso, pois somos nós, associados, que fazemos a ABSEG. Todos nós somos representantes da ABSEG e, desse modo, o produto ou o serviço que ela presta é nosso também.A nossa associação, apesar de ser de profissionais da segurança, é multidisciplinar, pois congrega profissionais dos diversos segmentos da segurança.

EXPOSEC 2013

Cristiane Santana, ASE Diretora Regional Nordeste Diretora Estadual no Ceará Coordenadora dos Trabalhos Técnicos

A nossa parceria com o Grupo CIPA continua e a cada ano esta mais forte. Em 2013 não será diferente pois é certa a nossa participação em feiras, constituindouma excelente oportunidade ao associado de estar em contato com novos conhecimentos em equipamentos e sistemas e ainda poder dispor de um local agradável para realizar networking. Nós estaremos presentes, de 14 a 16 de Maio de 2013, na EXPOSEC- International Security Fair com um espaço voltado para a realização de reuniões de integração. Venha e participe.


COBRASE chega à sua 25a edição Por Cel. EB Carlos Souza, Coordenador COBRASE O início da 2ª década do Século XXI deixará um legado às gerações futuras de nosso país, além de estabelecer marcos históricos significativos às sociedades das Américas. Vencidos os desafios impostos pela crise econômica mundial, cujos reflexos certamente ainda serão percebidos por algum tempo, nos deparamos com grandes desafios às vésperas de eventos de ordem mundial, que além de mostrar ao Mundo um Brasil em franco desenvolvimento social, econômico, político e ambiental, proporcionará ótimas oportunidades de inovações tecnológicas e de negócios nos mais variados setores. Neste cenário, a Segurança, em seu lato sensu, certamente configura como um brilhante em fase de lapidação, coadunando com os objetivos do XXV Congresso Brasileiro de Segurança Privada. O tema do COBRASE 2013 nos remete a uma reflexão realística acerca da importância de uma perfeita interação entre tudo e todos que labutam cotidianamente na incansável busca por uma nação coesa, íntegra e soberana: -“A Integração dos Ativos Organizacionais no Cenário Brasileiro de Segurança”; a ser emoldurado por assuntos cuidadosamente selecionados com vista a brindar os ilustres Congressistas com abordagens de alto valor agregado, tanto pela relevância e oportunismo, como pela

excelência do corpo de Conferencistas. O Congresso iniciará com uma sessão solene de abertura às nove horas da manhã do dia 14 de maio de 2013, contando com a presença, além das ilustres autoridades e patrocinadores do evento, de nossos Conferencistas e Congressistas que protagonizarão o intenso compartilhamento de conhecimentos acerca de temas instigantes tais como: - A Tecnologia e a Segurança da Copa do Mundo de 2014; Reprogramando sua Comunicação para o Sucesso; Segurança Pública & Privada; Segurança nas Escolas; O Processo de Seleção de Talentos Humanos e a Segurança; Gestão de Contrato de Segurança; Gerenciamento de Crises no Ambiente Corporativo; Sistema Integrado de Segurança Urbana; A Proteção de Expatriados no Brasil; Estudo de Caso: Boate Kiss; Políticas e Normas da Segurança da Informação; A Tecnologia à disposição da Segurança; Interoperabilidade; Riscos na Cadeia Logística; Plano de Continuidade do Negócio: Estudo de Caso. O XXV COBRASE terá como missão precípua apresentar uma ousada proposta no sentido de aproximar seus diversos segmentos, promovendo o que seu tema preconiza: a efetiva integração entre todos os recursos, processos e valores responsáveis por garantir segurança para a consecução dos objetivos estratégicos organizacionais.

Almoço ABSEG Santos A ABSEG Santos dando continuidade na programação de eventos realizou no dia 14 de março o “Almoço dos Profissionais de Segurança”,na cantina Don Pepe.Este foi o primeiro encontro e já estamos marcando o próximo com mais novidades. Acreditamos que com o dialogo entre os associados poderemos realizar novos eventos que ocorrerão na região da baixada santista, inclusive com a participação de associados de outras regiões. A idéia é que, com esses encontros, pos-

samos trocar informações, buscar desenvolvimento profissional e trazer novos associados à ABSEG.Com isso, acreditamos estar contribuindo para cumprir a missão da ABSEG, que é: Representar, para todos os profissionais da área, um canal de comunicação, expressão e desenvolvimento técnico, levando a segurança ao patamar de importância que lhe cabe no cenário corporativo e social. Afirmou Claudio Moretti, Diretor da ABSEG que esteve presente no almoço.

Associados reunidos

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AGENDA

Feiras & Eventos

Abril de 2013 a Agosto de 2013

9 A 12 DE ABRIL DE 2013

LAAD 2013

14 A 16 DE MAIO DE 2013

Local: Riocentro - RJ Organização: Clarion Events Ltd. Informações: www.laadexpo.com.br

MAGNUM SHOW

10 A 12 DE ABRIL DE 2013

Local: Centro de Exposições Imigrantes Organização: Grupo Cipa Informações: www.cipanet.com.br

CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2013 Local: Transamérica Expo Center - SP Organização: BTS Informa Informações: www.cards-expo.com.br 16 A 18 DE ABRIL DE 2013

ISC BRASIL Feira e Conferência Intl de Segurança Local: Expo Center Norte Organização: Reed Ehxibition Alcântara Machado Informações: www.iscexpo.com.br 17 A 19 DE ABRIL DE 2013

IX FESP Fórum Empresarial de Segurança Privada Local: Campos do Jordão - SP Organização: SESVESP Informações: www.sesvesp.com.br 06 A 09 DE MAIO DE 2013

APAS 2013 Local: Expo Center Norte - SP Organização: APAS- Associação Paulista de Supermercados Informações: www.feiraapas.com.br 14 A 16 DE MAIO DE 2013

EXPOSEC Feira Internacional de Segurança Local: Centro de Exposições Imigrantes Organização: Grupo Cipa Informações: www.abseg.com.br 14 A 16 DE MAIO DE 2013

XXV COBRASE Congresso Brasileiro de Segurança Local: Centro de Exposições Imigrantes Organização: Grupo Cipa / ABSEG Informações: www.cipanet.com.br

Feira Internacional de Armas, Munições, Cutelaria e Acessórios

14 A 16 DE MAIO DE 2013

BLINTECH III Feira Internacional de Tecnologia de Blindagens Local: Centro de Exposições Imigrantes Organização: Grupo Cipa Informações: www.cipanet.com.br 22 A 23 DE MAIO DE 2013

EVENTO BUSINESS SHOW 2013 Local: Centro de Convenções Frei Caneca Organização: EBS Feiras e Editora Informações: www.feiraebs.com.br 12 A 14 DE JUNHO DE 2013

CIAB FEBRABAN 2013 Local: Transamérica Expo Center - SP Organização: FEBRABAN- Fed. Brasileira dos Bancos Informações: www.ciab.com.br 13 A 15 DE AGOSTO DE 2013

HIGIEXPO 2013 Local: Expo Center Norte - SP Organização: ABRALIMP Informações: www.higiexpo.com.br 14 A 16 DE AGOSTO DE 2013

EXPO PROTEÇÃO 2013 Local: Expo Center Norte - SP Organização: Proteção Eventos Informações: www.protecaoeventos.com.br 19 A 21 DE AGOSTO DE 2013

EXPO.LOGÍSTICA RIO 2013 Local: Royal Tulip - RJ Organização: ILOS- Inst. de Logística e Supply Chain Informações: www.expologistica.com.br

14 A 16 DE MAIO DE 2013

FOR CITY Feira Brasileira dos Fornecedores Municipais Local: Centro de Exposições Imigrantes Organização: Grupo Cipa Informações: www.cipanet.com.br

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21 A 23 DE AGOSTO DE 2013

BRASEG Feira Brasileira de Segurança e Proteção Local: ExpoMinas - Belo Horizonte - MG Organização: Grupo Cipa Informações: www.cipanet.com.br


SORRIA

O marido e a mulher não se falavam há uns três dias, entretanto, o homem se lembrou que no dia seguinte teria uma reunião muito cedo no escritório. Como precisava levantar cedo, resolveu pedir à mulher para acordá-lo. Mas para não dar o braço a torcer escreveu num papel: ‘Me acorde às 6 horas da manhã’. No outro dia, ele levantou e quando olhou no relógio eram 9h30...O homem teve um ataque e pensou: -’Quem...! Mas que absurdo! Que falta de consideração, ela não me acordou...’’Nisto, olhou para a mesa de cabeceira e reparou num papel no qual estava escrito:’...São seis horas, levanta!!!

Marido e mulher estão tomando cerveja num barzinho. Ele vira pra ela e diz: - Você está vendo aquela mulher lá no balcão, tomando whisky sozinha? Pois eu me separei dela faz sete anos! Depois disso, ela nunca mais parou de beber. A mulher responde: - Não diga bobagens. Ninguém consegue comemorar durante tanto tempo assim!

Já aconteceu de você, ao olhar pessoas da mesma idade que a sua e pensar: - não posso estar assim tão velho(a)? Veja o que conta uma amiga: - Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista, quando observei que o seu diploma estava dependurado na parede. Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei de um moreno alto que tinha esse mesmo nome. Era da minha turma do colegial, uns 30 anos atrás e eu me perguntava: “- poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época? “ Quando entrei na sala de atendimento, imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito. Esse homem grisalho, quase calvo, gordo, profundamente enrugado, era demasiadamente velho e desgastado pra ter sido o meu amor secreto. Depois que ele examinou os meus dentes, perguntei-lhe se ele estudou no Colégio Sacré Coeur. - Sim, respondeu-me. - Quando se formou? perguntei. - 1965 . Por que esta pergunta? - É que... bem... você era da minha turma, eu exclamei. E então esse velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, lazarento, esclerosado, me perguntou: - A senhora era professora de quê?

Um policial está na estrada, chegando no Posto Rodoviário onde trabalha e avista um carro andando em baixíssima velocidade. Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista. Aliás, a motorista. É uma velhinha acompanhada de três amigas da mesma faixa etária. - Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! - adverte o guarda. - Mas, seu guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! Será possível que hoje em dia, só porque ninguém respeita a sinalização... - Um minuto, senhora! - interrompe o policial - Posso saber que sinalização a senhora está respeitando? A velhinha não diz nada. Só aponta uma placa onde está escrito “BR-050”. - Mas, minha senhora... Aquela placa não indica o limite de velocidade e sim o número da estrada, BR-050... Olha, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem? - Tá certo... Tá certo... - Só mais uma coisa - torna o guarda - As demais senhoras estão passando bem? Elas parecem tão assustadas... - Elas já vão melhorar! - responde a velhinha - É que nós acabamos de sair da BR 201!

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Sindicato das Empresas de Segurança Privada, Segurança Eletrônica, Serviços de Escolta e Cursos de Formação do Estado de São Paulo

Presidente 1º Vice Pres. Executivo 2º Vice Pres. Executivo

José Adir Loiola João Eliezer Palhuca Autair Iuga

Nacional Evik Macor

Francisco Lopes Waldemar Pellegrino Jr. Carlos Eduardo Escobal Antonio Dias Felipe Amauri de Oliveira Soares Sérgio Luiz Barbosa Sérgio João Laganá Pinto Clober Toledo José Evaldo Vieira Washington Umberto Cinel João Batista Diniz Jr. Berardino Antonio Fanganiello Sidney Tinoco Victor Saeta de Aguiar José Jacobson Neto Frederico M. J. de Almeida Lindolpho Valentim Cunha Jr. Alfredo Vieira Ibiapina Neto Clodomir Ramos Marcondes

Ideal Ethics Prosegur Power Master Security Mão Forte Impacto Centurion Iron Gocil Cadiz GP Muralha Pentágono GP Scorpions Essencial Embrasil Power

Antonio Salvador Morante Marcelo Baptista de Oliveira Flávio Sandrini Baptista Marco dos Santos Suhai Odiva Oliveira Sene James Silva de Azevedo Carlins Ferraz dos Santos João Bosco Suzano Giantaglia Luiz Fernando Bazeggio

Proevi Protege Verzani & Sandrini Suhai Vanguarda Escolta V.Mave Haganá Suporte

José Adir Loiola João Eliezer Palhuca Maurice Braunstein Mário G. Baptista de Oliveira

Nacional Evik Garantia Real Provig

Manoel Santalla Montoto Mirian Bazote João José A. de Almeida Félix Maia Deuci Fátima Soares Erasmo Aparecido Prioste

Comando Port Engefort Engeseg Escola Paulista Security

DIRETORIA

REVISTA SESVESP Órgão Oficial do Sindicato das Empresas de Segurança Privada, SegurançaEletrônica,Serviçosde Escolta e Cursos de Formação do Estado de São Paulo R. Bernardino Fanganiello, 691 CEP 02512-000 São Paulo/SP Fone/Fax: 11 3858-7360 aci@sesvesp.com.br Editora e jornalista responsável Lilian Ferracini – MTB 27029 Fotografia Lilian Ferracini João Rubens Shinkado Revisão CN Editorial e Serviços Ltda. Diagramação Ferracini Comunicação e Serviços Ltda. Projeto Gráfico WE2 Design

Cursos de Formação Segurança Eletrônica Escoltas Administrativo Financeiro Assuntos Jurídicos Relações de Mercado Social Pequenas Empresas Marketing Institucional InterSindical Patrimonial Suplente Suplente Suplente Suplente Suplente Suplente CONSELHO FISCAL

Presidente Titular Titular Titular Titular Suplente Suplente Suplente Suplente DELEGADOS

Publicação Bimestral JANEIRO / FEVEREIRO 2013 A redação da Revista Sesvesp

Federativo Titular Federativo Titular Federativo Suplente Federativo Suplente

não se responsabiliza pelos conceitos emitidos em matérias assinadas por

DELEGACIAS REGIONAIS

colaboradores

Santos ABC São Carlos São José dos Campos Campinas Bauru

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Revista Sesvesp - Ed. 111