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Com o objetivo de criar alternativas à construção do conhecimento de conteúdos disciplinares, como também às temáticas que envolvem o cotidiano dos indivíduos, e seguindo os quatro pilares propostos pela Unesco – aprender a ser, a conviver, a fazer e a conhecer – o projeto Ação Educativa do SESI-SP propõe questões e atividades dinâmicas, de interação, cooperação e colaboração entre aprendizes e facilitadores.

TEMPORADA DE 17 DE AGOSTO DE 2013 A 29 DE JUNHO DE 2014

Entrada gratuita Reserva de ingressos www.sesisp.org.br/ingressomadrinha ADAPTAÇÃO DO ORIGINAL THE DROWSY CHAPERONE TEXTO DE BOB MARTIN E DON MCKELLAR DIREÇÃO E VERSÃO DE MIGUEL FALABELLA MÚSICA E LETRA DE LISA LAMBERT E GREG MORRISON

Agendamento de grupos e escolas 11 3146 7439

Serviço Social da Indústria – SESI-SP Centro Cultural FIESP – Ruth Cardoso Av. Paulista, 1.313, São Paulo/SP Em frente à estação Trianon-Masp do metrô

Guia do professor

www.sesisp.org.br/cultura

Ação Educativa do SESI-SP

Capital e Grande São Paulo 11 3528 2000 Outras localidades 0800 55 1000 www.sesisp.org.br www.sesisp.org.br/redessociais

#amadrinhaembriagada

AO EDUCADOR Geração e Edição de Conteúdo Armazém de Ideias | Edison Rodrigues Filho (redação) | Lívia Bianchi Ceolin (revisão) | Taís Tanira Rodrigues (produção)

quartas, às 21h quintas e sextas, às 15h (agendamento escolar) quintas e sextas, às 21h sábados, às 16h e 21h domingos, às 19h

As obras de arte são testemunho do homem e de seu meio. Expressão que parte do contexto social e histórico do artista — construída a partir de sua seleção temática, de técnicas e de materiais — e apresenta aspectos pessoais, locais, universais, culturais, temporais, críticos, plásticos e poéticos, entre outros, capazes de propor diferentes interpretações. A mediação dos educadores contempla uma atitude aberta, perceptiva, questionadora, que estimule a construção de sentidos, a descoberta de dúvidas e contradições, o compartilhamento de significados, a diluição dos limites entre o mundo real e o imaginário e permita desdobramentos, múltiplas e transformadoras leituras. O mediador abre um espaço de troca onde não há certo nem errado, mas vivência e apropriação, entendimento e admiração, reflexão e identidade, caminhos de acesso ao território da arte presentes nesse e em outros espetáculos.

HISTÓRIA DO TEATRO MUSICAL A música está intimamente ligada ao teatro desde sua origem. O teatro grego, por exemplo, não começou com atores, isso porque as histórias eram cantadas por coros que também dançavam em louvor e honra aos deuses. O teatro musical em essência combina música, interpretação e enredo. O enredo é a parcela dramática não cantada; a interpretação teatral se relaciona às performances de dança, encenação e canto; e a música e a letra, juntas, formam o cerne de um espetáculo musical. Ainda que tenha se disseminado pelo mundo, as referências do gênero estão na Broadway, em Nova York; no West End, em Londres, e na França. A primeira peça adaptada ao conceito de musical foi The Black Crook, com enredo de Charles M. Barras e adaptação musical de Giuseppe Operti, em 1866. A produção, encenada nada menos do que 474 vezes, tinha cinco horas e meia de duração, mas, a despeito de sua longa extensão, deixava os espectadores completamente hipnotizados durante todo o espetáculo. A partir desse retumbante sucesso inicial, centenas de comédias musicais foram produzidas na Broadway de 1890 a 1900, com músicas escritas por Tin Pan Alley, Gus Edwards, John J McNally e John Walter Bratton. Muitas eram apresentações toscas, com pouco planejamento. A partir de 1920 fizeram grande sucesso produções delirantes como Lady Be Good; Sunny; Tip-Toes; No, No, Nanette; Oh, Kay!; e Funny Face. Essas peças produziram padrões que perduraram por muitos anos e foram amplamente usados por George Gershwin, Cole Porter, Vincent Youmans, Richard Rodgers e Lorenz Hart, entre outros compositores. A presença da música em cena vem de eras remotas, passa pelas óperas, operetas, paródias, mágicas e burletas. No Brasil, nas décadas de 1940 e 1950, surgiu o teatro de revista, apresentações musicais luxuosas em cassinos e boates, destacando-se Carmem Miranda, que posteriormente fez carreira nos Estados Unidos e, a partir dos anos de 1960, os musicais politizados no Teatro de Arena e Opinião, com composições de Chico Buarque de Hollanda em espetáculos como Roda Viva, de 1968; Calabar, censurado dias antes de estrear; Gota d’Água, de 1975; e Ópera do Malandro, de 1978. Poucas atrizes brasileiras se dedicaram ao teatro musical; Bibi Ferreira e Marília Pêra se tornaram grandes expoentes no gênero. Nos anos de 1980, a comédia musical adotou moldes norte-americanos e ingleses e teve grande aceitação pelo público. Claudia Raia, que iniciou carreira como atriz, dançarina e cantora, e o diretor Wolf Maya faziam uma sequência de espetáculos em estilo americanizado, com tramas simples que serviam de pretexto para a criação dos números musicais. De outro lado, o diretor Luís Antônio Martinez Corrêa pesquisou o teatro de revista de Artur Azevedo e seus contemporâneos para criar o Theatro Musical Brazileiro. No final dessa década, Antonio De Bonis inaugurou o gênero biográfico com Lamartine para Inglês Ver, de 1989, na direção musical de Jaques Morelembaum.


No século XXI, o gênero se consolidou com a chegada dos chamados musicais tecnológicos, espetáculos vindos da Broadway, como Les Misérables, Chicago e O Fantasma da Ópera, que fizeram grandes bilheterias e apresentaram intérpretes virtuosos. O modelo americano recebeu versões brasileiras com o trabalho de Cláudio Botelho que, em parceria com Charles Möeller, em 2001, encenou Company, de George Furth e Stephen Sondheim, e Lado a Lado com Sondheim, de 2005, com atores brasileiros que demonstraram grande apuro técnico. O diretor Miguel Falabella conferiu a esse formato ambientação e dramaturgia brasileira em Império, de 2006, que no ano seguinte prorrogou a temporada devido ao grande sucesso alcançado. Sassaricando e O Rio Inventou a Marchinha, de Sérgio Cabral e Rosa Maria Araújo, tiveram plateia lotada em todas as apresentações. Cauby! Cauby!, de Flávio Marinho, alcançou 56 mil espectadores em 96 apresentações, enquanto Sweet Charity, de Neil Simon, com versão brasileira de Cláudio Botelho, foi assistido por nada menos do que 85 mil pessoas em São Paulo. Não resta dúvida: desde o começo o teatro musical tem sido bem acolhido por público e crítica, o que faz crescer o número de cursos para suprir a demanda por atores, cantores e bailarinos e leva as escolas de formação de ator a introduzirem disciplinas específicas no currículo a fim de acompanhar o mercado e formar pessoal com nível técnico para compor o elenco dos mais sofisticados espetáculos.

A trama, divertida e espirituosa, tem tradução e direção de Miguel Falabella, que retratou na São Paulo de 1920 o clima e muitos dos elementos do original, que homenageava o gênero Old Broadway. O espetáculo reúne números de sapateado e de cortina, personagens apaixonantes, como gângsteres e coristas, cenas de balé, lindas sequências de sonho e devaneio e várias outras características dos musicais americanos das décadas de 1920 a 1940. Na versão brasileira, tudo se passa na metrópole, que vive a efervescência cosmopolita e onde as modificações urbanas são palco para a Belle Époque brasileira. Há uma economia que cresce a olhos vistos entre ruas estreitas, tomadas por bondes e automóveis, passeios públicos iluminados, construções de novas vias, espaço de footing para as moças das elites e de trabalho para os homens e comerciantes, jardins, pontes e prédios públicos. Esse visual passa a ser registrado nas fotografias, nos cartões-postais, nas páginas das revistas ilustradas e nas obras dos artistas modernistas. Não por acaso Falabella escolheu o quadro São Paulo (Gazo), pintado por Tarsila do Amaral em 1924, como inspiração para o cenário, por onde desfilam figurinos assinados por Fause Haten. A comédia musical A Madrinha Embriagada conta com elenco de 25 atores, orquestra com 15 músicos e orçamento de 12 milhões de reais, além disso, inaugura uma iniciativa pioneira nas

áreas cultural e de educação: o Projeto Educacional SESI-SP em Teatro Musical, que contempla oficinas de vivência, curso profissionalizante de formação de atores e sessões gratuitas do espetáculo durante os 11 meses da temporada.

SUGESTÕES DE ATIVIDADES AO MEDIADOR CONCURSO DE DANÇA: Dança é gesto, movimento, sincronia, a arte de movimentar expressivamente o corpo de forma ritmada. Estimule os alunos a se reunirem em grupos de até quatro componentes, que têm por missão ensaiar e apresentar uma breve coreografia baseada na peça A Madrinha Embriagada. Forme um grupo de jurados incluindo pais, professores e alunos. A avaliação dos jurados deve levar em conta a beleza, a sincronia, a graça e a complexidade da coreografia apresentada. SAPATEANDO NA SALA DE AULA: Quem diria que a Irlanda é o berço do sapateado? No século V, os camponeses pobres usavam sapatos com solado de madeira para aquecer os pés, gostavam de brincar com os sons produzidos por seus calçados e criavam diversos ritmos, dando origem a uma dança conhecida como irish jig. Os alunos podem reviver essa divertida dança usando tamancos. Escolha ritmos dançantes, como samba, rock, rap, e convide-os a experimentarem a agradável sensação de dançar e percutir a música com os pés.

construindo e quebrando os padrões estéticos, num propósito de transmitir sentimentos específicos de uma determinada composição coreográfica/musical. Frase: Pequena seção coerente de uma música, comparável a uma oração na linguagem escrita ou falada. Melodia: Sucessão mais ou menos cantável de notas de alturas diferentes. Partitura: Representação gráfica do conjunto de sons e silêncios de uma obra musical, partes instrumentais e vocais simultâneas e sobrepostas.

GLOSSÁRIO

Passo: Movimento de dança executado ao som de uma música.

A capela: Música vocal sem acompanhamento de instrumentos.

Ritmo: Componente fundamental da música, tem a ver com a organização dos sons e dos silêncios e a respectiva duração.

Bailado: Espetáculo coreográfico com origem na corte francesa do século XVI.

OS AUTORES E SUA OBRA O texto original de A Madrinha Embriagada é de quatro autores canadenses – Bob Martin, Don McKellar, Lisa Lambert e Greg Morrison – e a produção foi a mais premiada na Broadway no ano de 2006, tendo arrematado cinco Tony Awards – entre eles o de melhor musical, melhor roteiro e melhor trilha sonora – e sete Drama Desk Award.

SESSÃO MUSICADA: Promova uma sessão de cinema com a exibição de filmes musicais clássicos. Comente sobre o enredo das histórias, sobre o papel da música e da dança como válvula de escape para situações de tensão, como veículo de imaginação e devaneio em momentos cruciais, como elemento persuasivo e sedutor quando os personagens desejam algo aparentemente impossível de alcançar, por exemplo, o coração de uma donzela, uma graça divina, ou a realização de um sonho. A música e a dança são capazes de elevar o espírito humano e, ao lado do teatro, são as mais antigas formas de expressão.

Balada: Uma das formas da poesia lírica medieval, em forma de estrofes, inicialmente monódica e posteriormente polifônica; canção sentimental em andamento lento no pop, rock e jazz. Balé: Estilo de dança originado na Europa medieval – mais especificamente nas cortes reais – que tinha como objetivo primário entreter a nobreza e que utilizava recursos de dança, poemas recitados, canções e efeitos cênicos. Os homens detinham os principais papéis numa encenação que poderia durar horas e até mesmo dias. A partir do século XIX, as bailarinas – que até então ocupavam um segundo plano – passaram ter lugar de destaque. Dentre as diversas influências do balé, estão a francesa, mais bela e decorativa; a russa, com seu brilho e vigor; e a americana, com mais energia e rapidez. Ballroom: Termo em inglês que designa a dança de casal. Originado na Alemanha, o ballroom é hoje dançado tanto socialmente como competitivamente no mundo inteiro. O termo pode, a priori, ser utilizado para toda e qualquer forma de dança a dois – como a dança de salão –, mas atualmente refere-se especificamente às divisões de dança internacional como International Standard e International Latin. Cambreé: Movimento utilizado em algumas danças como o zouk, onde há uma curvatura no corpo – geralmente, mas não exclusivamente – da dama. Coreografia: Conjunto de movimentos, ou passos, executados em uma determinada música e que se adequam à mesma. Dança contemporânea: Desenvolvida a partir da dança moderna e pós-moderna, no século XX, utiliza conceitos que vão além das estruturas do balé clássico, muitas vezes des-

Sapateado ou tap dance: Dança que evoluiu e se popularizou nos EUA e marcou presença em musicais como o Fred Astaire, Gene Kelly e o Ginger Roger. Sua movimentação ágil com os pés ganha vida e exalta a música com os sons gerados pelas batidas de chapas de metal presas à sola dos sapatos. O que poucas pessoas sabem é que a origem dessa dança remete aos irlandeses com seus tamancos de madeira. Shines ou footwork: Movimentação em que se dança separado do par, com ênfase na forma corporal e agilidade dos pés. Bastante característico da salsa, o shines normalmente é executado nos momentos de solos e improvisos da música. Street dance ou dança de rua: Nasceu nos EUA, a partir do break, em disputas e performances. A dança vem acompanhada de um estilo de vida, de vestuário e linguajar próprios, com movimentos corporais vigorosos e dotados de muito body isolation – exercícios de movimentação de partes isoladas do corpo, muito usados na dança do ventre e na salsa – ao som do rap. Suingue: Dança típica norte-americana que nasceu no início do século XX como um movimento dos negros que dançavam o lindy hop ao som das orquestras de jazz. Algumas variações do suingue são: lindy hop, west coast swing, east coast swing, jive, jitterbug, boogie woogie e a brasileira rock soltinho. Timbre: Cor ou característica do som que permite distinguir um instrumento ou uma voz.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA COSTA, Henrique Olival; ANDRADA E SILVA, Marta Assumpção. Voz cantada: evolução, avaliação e terapia fonoaudiológica. São Paulo: Lovise, 1998. FERNANDES, Fernanda. Ponto de partida um país em cena: identidade e cultura contemporânea no teatro musical. Juiz de Fora: Funalfa, 2011. LEHMANN, Lilli. Aprenda a cantar. Rio de Janeiro: Ediouro, 1984. MED, Bohumil. Teoria da música. Brasília: Musimed, 1996. MORAES, J. Jota de. O que é música. São Paulo: Brasiliense, 1983. (Coleção Primeiros Passos, 80). PAVIS, Patrice. Dicionário de teatro. Tradução para a língua portuguesa: Eduardo Francisco Alves sob a direção de Jacó Guinsburg e Maria Lúcia Pereira. São Paulo: Perspectiva, 2005. RIECHE, Eduardo. Em busca de um teatro musical carioca. Rio de Janeiro: Imprensa Oficial – Imesp, 2010. RIZZO, Eraldo. Ator e estranhamento. São Paulo: Senac, 2001. SADIE, Stanley (Ed.). Dicionário grove de música. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994. SCHAFER, Murray. O ouvido pensante. São Paulo: Unesp, 1991.

FILME CHICAGO. Direção: Rob Marshall. Produção: Martin Richards. Santa Monica: Miramax Films; [S.I.]: Producers Circle; [S.I.]: Storyline Entertainment, 2002. 113 ������������������������������������ min, son., color. [Comédia musical. EUA, Alemanha.]. Sinopse: Famosa dançarina mata seu marido e entra em uma lista de assassinas de Chicago, a qual é controlada por um advogado que busca se aproveitar ao máximo da situação. O assassinato faz com que a fama da dançarina cresça ainda mais, tornando-a uma verdadeira celebridade do showbiz.

O ESTRANHO mundo de Jack. Direção: Henry Selick. Produção: Tim Burton. ����������������������������������������������� Burbank: Touchstone Pictures; [S.I.]: Skellington Productions Inc.; [S.I.]: Tim Burton Productions, 1993. 76 min, son., color. [Animação. EUA.]. Sinopse: Jack é um ser fantástico que vive na cidade do Halloween, um local cercado por criaturas estranhas. Lá, todos passam o ano organizando o próximo Halloween, mas, após mais uma edição, Jack se mostra cansado de fazer aquilo todos os anos, então, ele deixa os limites da cidade e vagueia pela floresta.

OS MISERÁVEIS. Direção: Tom Hooper. Produção: Tim Bevan. Los Angeles: Universal Pictures; West Hollywood: Relativity Media; Londres: Working Title Films, 2012. �������������������������� 158 min, son. color. [Dra-

ma, Musical, Romance. EUA, Reino Unido.]. Sinopse: Adaptação de musical da Broadway, inspirado na obra do escritor Victor Hugo. Durante a Revolução Francesa, no século XIX, um rapaz rouba um pão para alimentar a irmã mais nova e acaba sendo preso. Solto tempos depois, ele recomeça a sua vida e a se redimir, mas é perseguido por um impiedoso inspetor. SWEENEY Todd – o barbeiro demoníaco da Rua Fleet. Direção: Tim Burton. Produção: Richard D. Zanuck. Burbank: Warner Bros.; Universal City: DreamWorks Pictures; [S.I.]: Parkes/MacDonald Productions, 2007. 116 min, son., color. [Drama, Horror, Musical. EUA, Reino Unido.]. Sinopse: Um homem é afastado de Londres e

obrigado a deixar sua esposa e filha. Ele retorna à cidade em busca de vingança, dessa vez abrindo uma barbearia e usando o nome Sweeney Todd.

SITES PARA VISITAÇÃO SAIBA mais sobre o projeto educacional do SESI-SP em teatro musical.. Disponível em: <http://www.fiesp.com. br/noticias/sesi-sp-lanca-projeto-para-teatro-musical/>. Acesso em: 3 jul. 2013. TEATRO musical. Disponível em: <http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index. cfm?fuseaction=conceitos_biografia&cd_verbete=5891>. Acesso em: 3 jul. 2013. TEATRO musical. Disponível em: <http://www.sp.senac.br/ jsp/default.jsp?newsID=DYNAMIC,oracle.br.dataservers.Co urseDataServer,selectCourse&course=7920&template=395. dwt&unit=NONE&testeira=473>. Acesso em: 3 jul. 2013. TEATRO musical: da tradição ao contemporâneo. Disponível em: <http://www.poiesis.uff.br/PDF/poiesis16/Poiesis_16_EDI_TeatroMusical.pdf>. Acesso em: 3 jul. 2013.


Manual do professor - A Madrinha Embriagada