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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DE PERNAMBUCO – SESCOOP/PE

Relatório de Gestão do Exercício de 2012

RECIFE (PE), Abril/2013.


SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO NO ESTADO DE PERNAMBUCO SESCOOP/PE

RELATÓRIO DE GESTÃO DO EXERCÍCIO DE 2012

Relatório de Gestão do exercício 2012 apresentado aos órgãos de controle interno e externo como prestação de contas anual a que esta Unidade está obrigada nos termos do art.70 da Constituição Federal, elaborado de acordo com as disposições da IN TCU nº 63/2010, da DN TCU nºs 119/2012 e 121/2012, Portaria TCU 150/2012 e das orientações da Controladoria Geral da União Portaria CGU nº 2.546, de 27/12/2010.

RECIFE (PE), Abril/2013.


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Sumário

Lista de Abreviações e Siglas...............................................................................................................5 Cumprindo a Missão ............................................................................................................................8 Sumário Executivo ...............................................................................................................................9 Introdução...........................................................................................................................................12 Capítulo 1- Identificação da Unidade .............................................................................................14 1.1. Constituição e Natureza da Entidade .....................................................................................14 1.2. Finalidade e Competências Institucionais ..............................................................................15 1.3. Setores da Economia - Ramos do Cooperativismo ...............................................................16 1.4. Organograma e Macro Processo ............................................................................................22 1.4.1. Estrutura Organizacional .................................................................................................22 1.4.2. Macroprocessos ................................................................................................................25 Capítulo 2 - Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações .................................................30 2.1. Construção do Plano Estratégico............................................................................................35 2.2. Estratégias Adotadas ..............................................................................................................37 2.3. Demonstração de Execução Física e Financeira (Prestação de Contas) ................................40 2.3.1. Atuação Finalística ...........................................................................................................41 2.3.1.1. Investimento em Formação e Capacitação Profissional .............................................42 2.3.1.2. Investimento em Promoção Social ...............................................................................53 2.3.1.3. Investimento em Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas .......................60 2.3.1.4. A Comunicação do Sescoop/PE ...................................................................................61 2.4. Indicadores de Desempenho Operacional ..............................................................................63 I. Indicadores de Eficácia .......................................................................................................64 II. Indicadores de Eficiência ....................................................................................................65 III. Indicadores de Efetividade ..................................................................................................65 Capítulo 3 - Estrutura de Governança e de Autocontrole da Gestão ..........................................68 3.1. Relação de Dirigentes e Conselheiros ....................................................................................69 3.2. Remuneração dos Membros da Diretoria e do Conselho .......................................................70 3.3. Estrutura de Controles Internos Administrativos ...................................................................71 3.4. Estrutura e Atividades do Sistema de Correição ....................................................................73 3.5. Funcionamento do Sistema de Controle Interno ....................................................................73 Capítulo 4 - Programação e Execução Orçamentária ..................................................................74 4.1. Fonte de Recursos...................................................................................................................74 4.2. Receita ....................................................................................................................................76 4.3. Desempenho na Unidade de Execução Orçamentária e Financeira .......................................80 4.4. Execução das Despesas por Modalidade de Licitação, por Natureza e por Elementos de Despesa ...................................................................................................................................82 4.5. Transferências Regulamentares de Convênios e Outros Instrumentos Análogos. .................84 Capítulo 5 - Gestão de Pessoas .......................................................................................................85 5.1. Estrutura de Pessoal da Unidade ............................................................................................85 5.2. Tercerização de Mão-de-Obra e Quadro de Estagiários ......................................................103 Capítulo 6 – Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário ....................................................104 6.1. Gestão da Frota de Veículos.................................................................................................104 6.2. Gestão do Patrimônio Imobiliário ........................................................................................104 Relatório de Gestão 2011|Sescoop/PE


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Capítulo 7 – Gestão da Tecnologia da Informação .....................................................................105 Capítulo 8 – Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental .............106 8.1. Critérios de Sustentabilidade Adotados ...............................................................................106 8.2. Medidas Para Uso Racional dos Recursos ...........................................................................106 Capítulo 9 - Conformidade e Tratamento das Disposições Legais e Normativas ....................108 9.1. Atendimento Às Deliberações do TCU ................................................................................108 9.2. Estrutura da Área de Auditoria Interna ................................................................................108 Capítulo 10 – Informações Contábeis...........................................................................................109 10.1. Critérios e Procedimentos Adotados ..................................................................................109 10.2. Demonstrações Contábeis...................................................................................................109 10.3. Parecer da Auditoria Independente.....................................................................................110 Capítulo 11 – Outras Informações Sobre Gestão ........................................................................111 12.

Considerações Finais ...........................................................................................................112

13.

Anexos ..................................................................................................................................113

Anexo I - Árvore Estratégica do Sescoop 2010-2013 ......................................................................114 Anexo II - Árvore Estratégica do Sescoop/PE 2011-2013 ...............................................................115 Anexo III - Caracterização Dos Instrumentos de Transferências Vigentes no Exercício de Referência.........................................................................................................................................116 Anexo IV - Histórico da Composição e das Despesas com Recursos Humanos – 2009 A 2012 ....119 Anexo V - Informações Sobre a Gestão de Tecnologia da Informação ...........................................121 Anexo VI - Informações Sobre o Tratamento das Recomendações Realizadas pela Unidade de Controle Interno. ..............................................................................................................................122 Anexo VII - Informações Sobre Estrutura de Controles Internos. ...................................................131 Anexo VIII - Gestão Ambiental e Licitação Sustentável. ................................................................133 Anexo IX - Outras Informações Consideradas Relevantes para Demonstrar a Conformidade e o Desempenho da Unidade ..................................................................................................................135 I. Execução Fisica e Financeira das Ações Realizadas Pela UJ ........................................135 II. Demonstrativo da Programação de Despesas Correntes ...............................................139 III. Demonstrativo da Programação de Despesas de Capital ...............................................139 IV. Demonstrativo das Despesas Correntes Realizadas por Grupo e Elemento de Despesa .........................................................................................................................................140 V. Demonstrativo de Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa ...................141 VI. Demonstrativo da Evolução dos Gastos Gerais ..............................................................142 VII. Demonstrativo das Despesas por Natureza .....................................................................143 VIII. Resumo das Programações de Despesas .........................................................................143 IX. Movimentação Orçamentária por Grupo de Despesa (Não se Aplica Neste Exercício) .144 X. “Despesa por Modalidade de Contratação” – Crédito Originário da UJ .......................145 XI. “Despesa por Modalidade de Contratação” – Crédito Recebidos Pela UJ (Convênios e Fundecoop Projetos Especiais) (Não se Aplica ao Exercício 2012) ...............................145 XII. “Despesas Correntes e Despesas de Capital por Grupo e Elemento de Despesa” – Créditos Recebidos Pela UJ. ( Fundecoop Projetos Especiais)......................................146 XIII. “Despesa Corrente e Despesa de Capital por Grupo e Elemento de Despesa” – Créditos Originários da UJ ............................................................................................................147 Anexo X - Demonstrações Contábeis. .............................................................................................149 1. 2. 3.

Balanço Patrimonial ..........................................................................................................149 Demonstrações do Superávit ou Déficit do Exercício (DRE) ...........................................151 Demonstração de Mutação do Patrimônio Social (DMPS) ...............................................152

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4. 5. 6.

Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC) ..........................................................................153 Notas Explicativas .............................................................................................................154 Parecer da Auditoria Independente Sobre as Demonstrações Contábeis ..........................170

Anexo XI - Parecer do Conselho Fiscal. .........................................................................................172 Anexo XII- Parecer do Conselho Estadual e Nacional. ..................................................................173

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Lista de abreviações e siglas IN DN TCU CGU OCB/PE FUNDECOOP CONFEBRAS

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Instrução Normativa Decisão Normativa Tribunal de Contas da União Controladoria-Geral da União Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Pernambuco Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito

Lista de quadros Quadro 1 - Evolução do número de cooperativas em PE entre 2010 e 2012, segundo ramos. .......19 Quadro 2 - Evolução do número de associados das cooperativas em PE entre 2010 e 2012, segundo ramos. .............................................................................................................19 Quadro 3 - Evolução do número de funcionários das cooperativas em PE entre 2010 e 2012, segundo ramos. .............................................................................................................20 Quadro 4 - Promoção Social em 2011, segundo temática. ..............................................................54 Quadro 5 - Monitoramento e Desenvolvimento das Cooperativas em 2012, segundo temática.....61 Quadro 6 - Publicação das Matérias do Portal Institucional e em Veículos Impressos .................62 Quadro 7 - Evolução das receitas, por tipo, entre 2009 e 2012, em Real (R$). ..............................75 Quadro 8 - Evolução da receitas total e da contribuição social realizada e orçadas entre 2010 e 2012, em Real (R$). ......................................................................................................76 Quadro 9 - Evolução das Receitas entre o período de 2010 até 2012, por tipo. .............................77 Quadro 10 - Receitas previstas e realizadas em 2012, por tipo. ........................................................78 Quadro 11- Receitas no relatório orçamento e balancete em 2012. .................................................78 Quadro 12- Evolução das Despesas entre o período de 2010 até 2012, por tipo. ............................80 Quadro 13 - Despesas previstas e realizadas em 2012 por tipo. ......................................................80 Quadro 14 - Despesas no relatório do orçamento e balancete em 2012, por tipo. ............................81 Quadro 15 - Demonstrativo das despesas por natureza .....................................................................82 Quadro 16 - Demonstrativo das despesas por modalidade de contratação FUNDECOOP ..............83 Quadro 17- Movimentação do Quadro de Pessoal entre 2010 e 2012, em número absoluto e percentual. .....................................................................................................................91 Quadro 18 - Quantidade de funcionários lotados efetivamente e o ideal, segundo tipos de cargo. ..91 Quadro 19 - Estimativa para composição do quadro de pessoal do SESCOOP/PE. ........................92 Quadro 20 - Evolução do quadro de funcionários entre 2011 e 2012, segundo gênero. ...................93 Quadro 21 - Evolução do quadro de funcionários entre 2011 e 2012, segundo faixa etária. ............93 Quadro 22 - Evolução do quadro de funcionários entre 2011 e 2012, segundo nível escolaridade..93 Quadro 23 - Estrutura do quadro de funcionários do SESCOOP/PE em 2011. ................................94 Quadro 24 - Investimento em capacitação do quadro funcional entre 2008 e 2010 .........................95 Quadro 25 - Evolução da folha de pagamento orçada e realizada entre 2010 e 2012.......................96

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Lista de tabelas Tabela 1 Tabela 2 Tabela 3 Tabela 4 Tabela 5 Tabela 6 Tabela 7-

Identificação da Unidade ..............................................................................................14 Detalhamento objetivos estratégicos, por linha de ação, projeto e valor total ..............39 Realizações Financeiras por Área de Atuação ..............................................................41 Formação Profissional em 2011, segundo temática. .....................................................43 Indicadores por objetivos ..............................................................................................67 Síntese da Remuneração dos Administradores .............................................................70 Consumo de Energia Elétrica e Água .........................................................................107

Lista de figuras Figura 1 - Organograma proposta pela FGV em 2012, fase de análise e aprovação ....................... 24 Figura 2 - Organograma vigente do SESCOOP/PE ......................................................................... 24 Figura 4 - Macroprocesso Geral do SESCOOP/PE ......................................................................... 25 Figura 5 - Macroprocesso de Governança ........................................................................................ 26 Figura 6 - Macroprocesso de Desenvolvimento Cooperativista ...................................................... 26 Figura 7 - Macroprocesso de Gestão de Monitoramento das Cooperativas ..................................... 26 Figura 8 - Macroprocesso de Gestão da Formação Profissional ...................................................... 27 Figura 9 - Macroprocesso de Gestão da Promoção Social ............................................................... 27 Figura 10 - Macroprocesso de Gestão de Pessoas.............................................................................. 27 Figura 11 - Macroprocesso de Gestão Financeira e Contábil ............................................................ 28 Figura 12 - Macroprocesso de Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação ...................... 28 Figura 13 - Macroprocesso de Suporte de Infraestrutura e Logística ................................................ 29 Figura 14 - Desafios do Cooperativismo............................................................................................ 31

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Mensagem do Presidente

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - SESCOOP/PE entende o cooperativismo como um instrumento que contribui para a transformação da sociedade local e global, promotor do crescimento econômico e do processo de desenvolvimento sustentável. O SESCOOP/PE, em sintonia com os princípios e valores do cooperativismo, entende que o compromisso maior é com a ampliação das oportunidades dos indivíduos, nos mais diversos segmentos de atividade econômica, com base na ética, no respeito ao ser humano, nos princípios democráticos e de transparência. Para o SESCOOP/PE o cooperativismo, diante de um mundo em constante transformação, possibilita aos indivíduos alargar horizontes para empreender de forma coletiva e ao mesmo tempo diferenciada, visto que está alicerçada em relações que buscam ampliar as diversas formas de liberdades humanas. Ciente do seu papel institucional, o SESCOOP/PE vem buscando difundir a cultura do cooperativismo e da cooperação, apoiando as entidades cooperativas para a consolidação de práticas sustentáveis, bem como se inserindo no esforço de construção de novas bases para o desenvolvimento do país. E para isto tem procurado atender diversos públicos, cooperativistas, dirigentes, funcionários, associados, ou público juvenil, através de programa específico Cooperjovem. Os resultados e os desafios alcançados no cumprimento deste compromisso institucional, ao longo do exercício de 2012, estão dispostos no decorrer deste relatório, o qual retrata o esforço na busca da excelência nos serviços, transparência e no diálogo com a sociedade.

Malaquias Ancelmo de Oliveira Presidente SESCOOP/PE

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Cumprindo a Missão

Promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável...

MISSÃO DO SESCOOP

...por meio da formação profissional, da promoção social e do monitoramento das cooperativas...

...respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados, empregados e

familiares.

FORÇA DO COOPERATIVISMO EM 2012

234 cooperativas, 117.235 associados e 3.510 empregados. ATUAÇÃO EM 2012

Foram atendidas 109 cooperativas com 1.982 pessoas beneficiadas em ações de formação profissional, 2.130 pessoas beneficiadas em ações de promoção social e 36 cooperativas monitoradas. PROGRAMAS

Cooperjovem; Qualificação profissional; Orientação Cooperativista; Acompanhamento à gestão de Cooperativas.

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Sumário Executivo O movimento cooperativista representa uma perspectiva diferente de organização da produção, do trabalho e do consumo embasados em valores e princípios humanísticos e democráticas, com o foco no atendimento às necessidades comuns dos seus associados e não apenas no lucro. E isto o diferencia e ao mesmo tempo o qualifica como uma forma singular em relação a outras formas de sociedade. Isto porque, em sua essência doutrinária, busca o estabelecimento de relações igualitárias de propriedade e de capital, associando a responsabilidade econômica, com a social, ética e ambiental para com todos os seus stakeholders. A importância do cooperativismo pode ser avaliada em razão de recente estudo da ACI Aliança Cooperativa Internacional que apontou que as cooperativas somam aproximadamente 1 bilhão de membros em 90 países do mundo, o que equivale a 1/7 da população da Terra. De cada 7 pessoas no mundo, 1 está associada a uma cooperativa. No Brasil, estima-se em 30 milhões de pessoas envolvidas com o cooperativismo. O movimento cooperativo em Pernambuco, abrange 234 cooperativas, cerca de 117 mil associados e aproximadamente 3,5 mil empregados, agrupado em 10 ramos, dos 13 existentes, estando presente em todas as 05 mesorregiões, com uma maior concentração na Região Metropolitana do Recife, espaço de maior densidade demográfica no estado. Atuando em um ambiente de negócios altamente competitivo e complexo, submetido a constantes transformações em escala global e local, as cooperativas deparam-se com o desafio de estarem em contínua adaptação às mudanças. Para tanto as cooperativas necessitam desenvolver um processo de gestão diferenciado, tendo que (re)construir permanentemente referenciais norteadores para a sua prática administrativa. E neste contexto há que se promover o desenvolvimento de habilidades e competências junto ao quadro de associados, gestores e colaboradores para estruturação de um processo de aprendizagem que permita alcançar diferenciais competitivos nos seus respectivos setores de atuação. O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – SESCOOP, criado em 1998, enquanto parte do Sistema S, visa justamente favorecer a emergência de cooperativismo que, sem desvencilhar-se dos valores e princípios que o diferenciam, consiga dar respostas aos associados e a sociedade, diante das sucessivas transformações do mundo contemporâneo. Tem como objetivo integrar o Sistema Cooperativista Nacional e auxiliá-lo a vencer estes desafios, neste sentido, cabe ao SESCOOP organizar, administrar e executar:  O ensino de formação profissional cooperativista para cooperados, empregados de cooperativas e familiares;  A promoção social de cooperados, empregados de cooperativas e familiares; e  O monitoramento das cooperativas em todo o território nacional. O grande desafio é apoiar de modo efetivo cooperativas de 13 (treze) diferentes ramos (da agricultura aos serviços, passando pelo comércio e pela indústria), com portes distintos (das grandes às pequenas) e distribuídas espacialmente por todo o País (nos 26 estados e no Distrito Federal). Com todas essas atribuições e uma abrangência nacional, o SESCOOP atua em um ambiente de elevada complexidade. O SESCOOP/PE, no exercício de 2012, empreendeu ações finalísticas e administrativas alinhadas com os seus objetivos institucionais de apoiar, desenvolver e monitorar as cooperativas pernambucanas. O conjunto de ações finalísticas do SESCOOP/PE alcançou aproximadamente 5 mil beneficiários, seja em capacitação e qualificação profissional, promoção social ou monitoramento e assistência às cooperativas. As ações de capacitação e formação profissional realizadas no exercício de 2012 alcançaram diretamente 1.982 beneficiários. O conjunto de ações de promoção social realizadas no exercício de Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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2012 alcançou 2.130 beneficiários. Já as ações de monitoramento e assistência às cooperativas no exercício de 2011 totalizaram 36 atividades, com 36 cooperativas beneficiárias e cerca de 720 pessoas. Dentre o conjunto de ações elencadas anteriormente que fora desenvolvida pelo SESCOOP/PE, destacam-se as seguintes atividades, que serão detalhados no decorrer do relatório, segundo os objetivos estratégicos finalísticos:  Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo, através dos projetos Cooperjovem e Formação em Cooperativismo;  Ampliar o acesso das cooperativas à educação em gestão cooperativista, alinhada as suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade, através de projetos de Aperfeiçoamento Profissional, Capacitação Gerencial e Especialização Profissional.  Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional, através de projeto de Pós-Graduação em Cooperativismo;  Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas, através de ações em diversas regiões do estado;  Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados e familiares, através de projeto de Qualidade de Vida nas Cooperativas;  Intensificar o desenvolvimento de competências alinhadas à estratégia do SESCOOP, através de projeto de Gestão de Pessoas, Capacitação Continuada da equipe técnica e Gestão por Competências;  Assegurar qualidade e transparência na divulgação das ações e na comunicação dos resultados, através de projeto de Comunicação Integrada. Tais ações demonstram o esforço em continuidade de programas exitosos nos exercícios anteriores, resultando em um processo contínuo de crescimento no cooperativismo pernambucano. No exercício de 2012 ocorreu um incremento de aproximadamente 6% no quantitativo de cooperativas existentes, em relação ao quantitativo existente em 2011. No mesmo período, o número de associados cresceu cerca de 5%. O quadro de funcionários das cooperativas por sua vez apresentou um aumento de 5% em relação ao exercício anterior. E este fato trouxe impactos positivos na ampliação das receitas de contribuições próprias, favorecendo o desenvolvimento de ações do SESCOOP/PE. Com índices de crescimento em ritmo superior ao PIB nacional e estadual, o cooperativismo estadual demonstra força e vigor. Ao mesmo tempo, demandam ações que promovam a sustentabilidade deste processo, mormente os interesses entre os diversos ramos, com base nos princípios e valores apregoados pelo movimento. A formação e capacitação profissional, inclusive na pós-graduação, representa uma ação nesta direção. Contudo, ainda permanece a carência de estudos técnicos específicos dos negócios dos ramos cooperativos, o qual embasaria melhor a qualificação e formação profissional, bem como o processo de monitoramento. O trabalho de gestão de competências realizado revela um direcionamento para o aperfeiçoamento da política de recursos humanos, inclusive de contratação de novos profissionais. Ressalta-se que a elaboração de projetos não contemplou a totalidade de objetivos finalísticos traçados pelo SESCOOP nacional. Por fim, os dados e as informações qualitativa e quantitativa referente a unidade do SESCOOP/PE contidas no presente relatório, apresentar avanços e novos desafios suscitados pelo contexto macroeconômico global e local, pelo crescente incremento do quantitativo de cooperados e funcionários, marcado pela heterogeneidade e distribuição geográfica em todas as mesorregiões estaduais. Vale salientar que o SESCOOP/PE, com base nos referenciais de responsabilidade Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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financeira, legal, ética, social e ambiental, vem buscando a prestação de um serviço de excelência, na qual a sustentabilidade passou a ser eixo transversal das suas ações. Para tanto, empreende um esforço de colocar em práticas referenciais que possibilitem a superação dos obstáculos e a ampliação de oportunidades para todos os seus stakeholders. E para tanto, busca estabelecer as bases competitivas e inovadoras da gestão através da associação de uma visão humanística com a racionalidade administrativa. Este desafio implica em uma prática cotidiana para o SESCOOP/PE e os que fazem o movimento cooperativista pernambucano, cujos resultados estão descritos adiante.

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Introdução Este relatório de gestão do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo, no Estado de Pernambuco relata o desempenho e os resultados das atividades e ações da instituição no apoio ao cooperativismo. O documento apresenta princípios e valores que conduzem a atuação do Sescoop, bem como suas estratégias e compromissos perante seus diversos públicos de relacionamento. As informações contábeis são relativas ao período compreendido entre os dias 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2012. Todos os dados contidos neste Relatório mantêm as mesmas fontes e métodos de cálculo utilizados na edição imediatamente anterior a este documento (Relatório de Gestão de 2011), disponível no formato eletrônico (pela Internet), no endereço www.pernambucocooperativo.coop.br. Este Relatório de Gestão Individual está estruturado em tópicos conforme abaixo:  Cumprindo a missão: apresentação numérica resumida das realizações do Sescoop/PE em relação a sua missão.  Sumário Executivo: apresenta síntese do desempenho da unidade no exercício.  Capítulo 1- Identificação da Unidade: dados e informações sobre a identificação da Unidade Estadual  Capítulo 2- Planejamento Estratégico, Plano de Metas e de Ações. Apresenta comentários e informações sobre a construção do plano estratégico, das estratégias adotadas, da execução física e financeira além dos indicadores de desempenho operacional da Unidade;  Capítulo 3- Estrutura de Governança e de Autocontrole. Apresenta informações e comentários sobre a relação e remuneração dos dirigentes e membros da diretoria e dos conselhos de administração e fiscal. Comenta ainda sobre a estrutura funcionamento dos controles internos da Unidade;  Capítulo 4- Programação e Execução Orçamentária e Financeira. Apresenta os dados, informações e comentários a respeito da programação e execução orçamentária e financeira da Unidade, além das transferências regulamentares mediante convênios e outros instrumento análogos;  Capítulo 5- Gestão de Pessoas. Considerações a respeito da estrutura de pessoal da unidade e do quadro de estagiários.  Capítulo 6- Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário. Apresenta considerações a respeito da gestão da frota de veículos e do patrimônio imobiliário da Unidade.  Capítulo 7 - Gestão da Tecnologia da Informação. Considerações sobre a condução dos serviços relativos à tecnologia da informação;  Capítulo 8- Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental. Comentários sobre medidas e critérios adotados para o uso racional dos recursos;  Capítulo 9 - Conformidade e Tratamento de Disposições Legais e Normativas. Considerações e informações sobre o atendimento às deliberações do TCU e sobre a estrutura da Auditoria Interna;  Capítulo 10 - Informações Contábeis. Informações e comentários sobre critérios e procedimentos contábeis adotados além das demonstrações contábeis e parecer da auditoria independente;  Capítulo 11- Outras Informações sobre a Gestão. Informações consideradas relevantes para demonstrar a conformidade e o desempenho da gestão no exercício. Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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 Considerações Finais. Considerações sobre a atuação da unidade frente aos objetivos traçados e sobre as principais dificuldades enfrentadas para implementação de tais objetivos e as propostas de solução. Além disso, constam deste relatório Anexos, que contribuem para a elaboração e fundamentação deste Relatório de Gestão.

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Capítulo 1 – Perfil Institucional 1. Capítulo 1- Identificação da Unidade 1.1. Constituição e natureza da entidade A criação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo foi oficializada pela Medida Provisória 1.715, de 3 de setembro de 1998. O Decreto 3.017, de 06 de abril do ano seguinte, complementou a medida provisória, instituindo regulamentos e dispositivos que disciplina a atuação do SESCOOP. O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Pernambuco, com a sigla SESCOOP/PE, foi criado em 04 de agosto de 1999. Tabela 1 - Identificação da Unidade Poder: Executivo Órgão de Vinculação: Ministério do Trabalho e Emprego - MTE Código SIORG: 002844 Identificação da Unidade Jurisdicionada Denominação completa: Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Pernambuco Denominação abreviada: SESCOOP/PE Código SIORG: Não se aplica Código LOA: Não se aplica Código SIAFI: Não se aplica Situação: ativa Natureza Jurídica: Serviço Social Autônomo Principal Atividade: Formação Profissional, Promoção Social e Monitoramento/Desenvolvimento das Cooperativas Brasileiras. Código CNAE: 85.99.6-99 Telefones/Fax de contato: (81) 3032 8300 (081) 3271-4142 E-mail: sescoop@sescooppe.coop.br Página na Internet: http://www.pernambucocooperativo.coop.br Endereço Postal: Rua Manoel de Almeida, 165, Iputinga - CEP: 50.670-370, Recife /PE Normas relacionadas à Unidade Jurisdicionada Normas de criação e alteração da Unidade Jurisdicionada Medida Provisória 1.715, de 03 de setembro de 1998 e. Criado pela Medida Provisória n° 1.715, de 03.09.1998 e suas reedições e Decreto 3.017, de 07 de abril de 1999, publicado no Diário Oficial da União em 07.04.1999; Lei 11.524/2007 de 23/11/2007. A implantação da Unidade do SESCOOP, no estado de Pernambuco, aconteceu no dia 31 de agosto de 1999, conforme Ata e Regimento Interno registrados no Cartório de Registro de Títulos e Documentos e das Pessoas Jurídicas, sob o número 211619. Tem como finalidade organizar, administrar e executar no âmbito do Estado de Pernambuco, o ensino de formação profissional, desenvolvendo a promoção social dos trabalhadores em cooperativa e dos cooperados e operacionalizar o monitoramento, a supervisão, a auditoria e o controle em cooperativas. Outras normas infralegais relacionadas à gestão e estrutura da Unidade Jurisdicionada Regimento Interno teve sua Terceira Reforma aprovada em 03 de dezembro de 2007, na 39ª Reunião do Conselho de Administração, para adequação ao Regimento Interno do SESCOOP Nacional. Registrado no 2º Registro de Títulos, Documentos e das Pessoas Jurídicas sob o número 318166. A Estrutura orgânica foi aprovada pelo Conselho Administrativo, na 31º reunião em 24 de maio de 2006, conforme ata e regimento Interno, registrados no 2º RTD – Recife sob o número 306206, em 06 de Julho de 2006, e em 27 de julho de 2006, sob o número 306735. Regulamento de Licitações e Contratos – Resolução 850/2012, Norma de Contratação de Pessoal – Resolução 300/2008 e Acordo coletivo 2012/2013, registrado no Ministério do trabalho sob o número PE000968/2012 e o Plano de Cargos Carreiras e remuneração. Unidades Gestoras e Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Unidades Gestoras relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Não se Aplica Não se Aplica Gestões relacionadas à Unidade Jurisdicionada Código SIAFI Nome Não se Aplica Não se Aplica Relacionamento entre Unidades Gestoras e Gestões Código SIAFI da Unidade Gestora Código SIAFI da Gestão Não se Aplica Não se Aplica Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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1.2. Finalidade e competências institucionais O SESCOOP/PE integra o Sistema Cooperativista Brasileiro, fornecendo-lhe suporte em formação profissional - técnica e gerencial. A entidade atua também na promoção social dos cooperados, empregados e familiares, bem como no monitoramento/desenvolvimento das cooperativas. Do ponto de vista formal, o SESCOOP/PE é uma entidade civil de direito privado, sem fins lucrativos, constituída sob o regimento de serviço social autônomo. A Instituição é mantida por recursos de natureza parafiscal. Os valores das contribuições, feitas pelas cooperativas, são definidos a partir de um percentual sobre as folhas de pagamento. O SESCOOP/PE é uma das 27 unidades estaduais existentes, além da unidade nacional, sendo considerado uma entidade "paraestatal", pois desempenha serviços não exclusivos do Estado, em colaboração com ele, recebendo incentivos do poder público. Por essa razão, está sujeito a controle pela Administração Pública e pelo Tribunal de Contas da União. Em linhas gerais, a Unidade Nacional do SESCOOP é responsável pela normatização de procedimentos e pela definição das linhas de atuação a serem adotadas pelas unidades estaduais. Estas, por sua vez, devem seguir essas diretrizes sem, contudo, deixar de atender às demandas específicas de sua região. Constituem objetivos do Sescoop, segundo o seu Regimento Interno, aprovado pelo Decreto 3.017, de 06.04.1999: a) Organizar, administrar e executar o ensino e formação profissional, a promoção social dos empregados de cooperativas, cooperados e de seus familiares, e o monitoramento das cooperativas em todo o território nacional; b) Operacionalizar o monitoramento, a supervisão, a auditoria e o controle em cooperativas, conforme aprovado em Assembleia Geral da Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB; c) Assistir às sociedades cooperativas empregadoras na elaboração e execução de programas de treinamento e na realização da aprendizagem metódica e contínua; d) Estabelecer e difundir metodologias adequadas à formação profissional e à promoção social do empregado de cooperativa, do dirigente de cooperativa, do cooperado e de seus familiares; e) Exercer a coordenação, a supervisão e a realização de programas e de projetos de formação profissional e de gestão em cooperativas, para empregados, cooperados e seus familiares; f) Colaborar com o poder público em assuntos relacionados à formação profissional e à gestão cooperativista e outras atividades correlatas; g) Divulgar a doutrina e a filosofia cooperativista como forma de desenvolvimento integral das pessoas; h) Promover e realizar estudos, pesquisas e projetos relacionados ao desenvolvimento humano, ao monitoramento e à promoção social, de acordo com os interesses das sociedades cooperativas e de seus integrantes. Tais objetivos estão alinhados com os objetivos do SESCOOP/PE, os quais estão dispostos em seu Regimento Interno registrado no dia 31 de agosto de 1999.

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1.3. Setores da economia - Ramos do cooperativismo O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP) faz parte do denominado Sistema S, tendo como finalidade integrar o Sistema Cooperativista Nacional, favorecendo alcançar os seus propósitos institucionais. Nesta direção, o SESCOOP atua em um ambiente de elevada complexidade, pois busca apoiar as cooperativas agrupadas em 13 (treze) diferentes ramos econômicos (da agricultura aos serviços, passando pelo comércio e pela indústria), com portes distintos (das grandes às pequenas), distribuídas espacialmente por todo o País (nos 26 estados e no Distrito Federal). Ramos do cooperativismo O segmento cooperativista brasileiro abrange treze ramos econômicos. O agrupamento por atividade facilita a visualização das peculiaridades e especificidades dos diversos setores econômicos, a saber: 1. Agropecuário: composto por cooperativas de produtores rurais ou agropastoris e de pesca, cujos meios de produção pertençam ao associado. Caracterizam-se pelos serviços prestados aos associados, como recebimento ou comercialização da produção conjunta, armazenamento e industrialização. 2. Consumo: constituído por cooperativas dedicadas à compra em comum de artigos de consumo para seus associados. É o ramo mais antigo no Brasil e no mundo. 3. Crédito: cooperativas destinadas a promover a poupança e financiar necessidades ou empreendimentos de seus cooperados. Atuam no crédito rural e urbano. 4. Educacional: cooperativas de profissionais em educação, de alunos, de pais de alunos, de empreendedores educacionais e de atividades afins. O papel da cooperativa de ensino é ser mantenedora da escola. 5. Especial: cooperativas de pessoas que precisam ser tuteladas (menor de idade ou relativamente incapaz) ou as que se encontram em situação de desvantagem nos termos da Lei 9.867, de 10 de novembro de 1999. A atividade econômica mais comum neste ramo é a produção artesanal de peças de madeira, roupas ou artes plásticas. 6. Habitacional: compõe-se de cooperativas destinadas à construção, manutenção e administração de conjuntos habitacionais para seu quadro social. 7. Infraestrutura: atende direta e prioritariamente o próprio quadro social com serviços de infraestrutura. As cooperativas de eletrificação rural, que são a maioria deste ramo, aos poucos estão deixando de ser meros repassadores de energia, para se tornarem geradoras de energia. 8. Mineral: constituído por cooperativas com a finalidade de pesquisar, extrair, lavrar, industrializar, comercializar, importar e exportar produtos minerais. 9. Produção: compõe-se por cooperativas dedicadas à produção de um ou mais tipos de bens e produtos, quando detenham os meios de produção. 10. Saúde: constituído por cooperativas que se dedicam à preservação e promoção da saúde humana em seus variados aspectos. 11. Trabalho: engloba todas as cooperativas constituídas por categorias profissionais (professores, engenheiros, jornalistas e outros), cujo objetivo é proporcionar fontes de ocupação estáveis e apropriadas aos seus associados, através da prestação de serviços a terceiros. 12. Transporte: composto pelas cooperativas que atuam no transporte de cargas e/ou passageiros. Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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13. Turismo e lazer: cooperativas prestadoras de serviços turísticos, artísticos, de entretenimento, de esportes e de hotelaria. Atendem direta e prioritariamente o seu quadro social nestas áreas. No estado do Pernambuco, âmbito de atuação do SESCOOP/PE, está presentes 10 ramos do cooperativismo: Agropecuário, Crédito, Educacional, Habitacional, Infraestrutura, Mineral, Produção, Saúde, Trabalho e Transporte. Quando analisados a distribuição das cooperativas no espaço geográfico estadual, constata-se que há uma correspondência com a distribuição da população, segundo os dados do IBGE/Censo Demográfico 2010 (IBGE, 2012). A distribuição espacial do cooperativismo está relacionada ainda com as atividades econômicas de cada uma das mesoregiões. Assim, na Região Metropolitana do Recife onde o setor de serviços apresenta maior relevância, há uma maior concentração dos respectivos ramos do cooperativismo relacionados a este setor de atividade econômica. Tal fato demonstra a capacidade do cooperativismo em estar inserido numa dinâmica de desenvolvimento local, destacando ainda que o SESCOOP/PE apoia o cooperativismo em todas as regiões, em consonâncias com as respectivas realidades locais (OCB, 2013). Os resultados positivos, entre 2010 e 2012, sinalizam uma tendência e um potencial de crescimento do movimento cooperativista pernambucano, bem como apontam para os resultados concretos das ações desenvolvidas pelo SESCOOP/PE. O crescimento no número de cooperativas entre 2010 e 2012 foi da ordem de 10,4%, passando de 212 cooperativas em 2010 para 234 cooperativas em 2012 (Quadro 1). Em relação ao número de associados no período considerado, ocorreu um acréscimo de 10,7%, saltando de aproximadamente 105 mil cooperados em 2010 para cerca de 117 mil cooperados em 2011 (Quadro 2). Quanto aos funcionários das cooperativas, houve um crescimento de aproximadamente 10,7% entre 2010 e 2012, passando de 3.172 empregados em 2010 para um total de 3.510 empregados em 2012 (Quadro 3). Os ramos do movimento cooperativista em Pernambuco apresentaram, no período entre 2010 e 2012, o seguinte comportamento quanto às cooperativas existentes, o quadro de cooperados e os funcionários: a) O ramo agropecuário teve um crescimento no número de cooperativas, passando de 41 cooperativas em 2010 para 45 cooperativas em 2012. Quanto ao número de associados apresentou uma involução de 15%, decrescendo de 6.733 cooperados em 2010 para 5.723 cooperados em 2012. Fato que se justifica pelo investimento de algumas cooperativas na organização do quadro social. O número de funcionários também apresentou incremento de 28,7% entre 2010 e 2012, passando de 67 para 86 empregados no período. O ramo agropecuário em 2012 compreendia 19,2% do total de cooperativas estaduais, 4,9% do total de cooperados e 2,8% do total de funcionários (Quadros 1, 2 e 3; Gráficos 1, 2 e 3); b) No ramo crédito o número de cooperativas passou de 13 cooperativas em 2010 para 10 cooperativas em 2012. Isto decorreu de um processo de fusão entre cooperativas de crédito. Quanto ao número de associados apresentou uma evolução de 125,7%, saltando de 11.661 cooperados em 2010 para 26.324 cooperados em 2012. O número de funcionários também apresentou incremento de 52,7% entre 2010 e 2012, passando de 180 para 283 empregados. O ramo crédito em 2012 agrupava 4,3% do total de cooperativas estaduais, 22,5% do total de cooperados e 8,1 % do total de funcionários (Quadros 1, 2 e 3; Gráficos 1, 2 e 3); c) No ramo educacional o número de cooperativas permaneceu estável entre 2010 e 2012. Quanto ao número de associados houve um incremento de 7,4%, passando de 593 cooperados em 2010 para 637 cooperados em 2012. O número de funcionários apresentou um crescimento da ordem de 73,3%, passando de 15 em 2010 para 19 Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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funcionários em 2012. O ramo educacional em 2012 agrupava 4,3% do total de cooperativas estaduais, bem como 0,5% do total de cooperados e 0,7% do total de funcionários (Quadros 1, 2 e 3; Gráficos 1, 2 e 3); d) No ramo habitacional o número de cooperativas teve um incremento, passando de 11 cooperativas para 12 cooperativas entre 2010 e 2012. Quanto ao número de associados apresentou declínio de 0,3%, passando de 3.980 cooperados em 2010 para 3.967 em 2012. O número de funcionários apresentou declínio de 5,7%, passando de 244 funcionários em 2000 para 230 funcionários em 2012. O ramo habitacional em 2012 agrupava 5,1% do total de cooperativas estaduais, bem como 3,4% do total de cooperados e 6,6 % do total de funcionários (Quadros 1, 2 e 3; Gráficos 1, 2 e 3); e) No ramo infraestrutura o quantitativo de cooperativas teve um incremento, passando de 12 cooperativas em 2010 para 13 cooperativas em 2012. Quanto ao número de associados apresentou uma involução de 3,4%, passando de aproximadamente 67 mil cooperados em 2010 para 64 mil cooperados em 2012. O número de funcionários apresentou acentuada redução de 45,2%, passando de 262 funcionários em 2010 para 141 funcionários em 2012. O ramo infraestrutura em 2011 agrupava 5,6% do total de cooperativas estaduais, apresentando o maior quantitativo de cooperados, 55,2% do total, e 4,0 % do total de funcionários (Quadros 1, 2 e 3; Gráficos 1, 2 e 3); f) O ramo mineral apresentou declínio entre 2010 e 2012, passando de 2 cooperativas em 2010 para 1 cooperativa em 2012. Quanto o número de cooperados passou de 40 cooperados em 2010 para 20 cooperados em 2012. E continuou a não possuir funcionários. O ramo mineral em 2011 congregava 0,4% do total de cooperativas pernambucanas, tendo uma diminuta representatividade em relação ao total de cooperados estaduais (Quadros 1, 2 e 3; Gráficos 1, 2 e 3); g) O ramo produção apresentou um decréscimo no número de cooperativas, passando de 16 cooperativas em 2010 para 14 cooperativas em 2012. Quanto ao número de associados apresentou uma involução de 41,7%, passando de 1.389 cooperados em 2010 para 810 cooperados em 2012. O número de funcionários decresceu em 40%, passando de 10 em 2010 para 6 em 2011. O ramo produção em 2012 agrupava 6,0% do total de cooperativas estaduais, 0,7% do total de cooperados e 0,2% do total de funcionários (Quadros 1, 2 e 3; Gráficos 1, 2 e 3); h) O ramo saúde teve um crescimento no número de cooperativas, passando de 33 cooperativas em 2010 para 36 cooperativas em 2012. Quanto ao número de associados apresentou uma evolução de 4,2%, saltando de 9.361 cooperados em 2010 para 9.755 cooperados em 2012. O número de funcionários apresentou um incremento de 13,9%, passando de 2.260 em 2010 para 2.575 em 2012. O ramo saúde em 2012 agrupava 15,4% do total de cooperativas estaduais, além de 8,3% do total de cooperados. Este ramo apresenta a maior concentração de funcionários, correspondente a 73,4% do total de contratados por todas as cooperativas estaduais (Quadros 1, 2 e 3; Gráficos 1, 2 e 3); i) No ramo trabalho ocorreu um acréscimo no número de cooperativas, passando de 45 cooperativas em 2010 para 54 cooperativas em 2012. Quanto ao número de associados houve um declínio de 12,6%, passando de 3.653 cooperados em 2010 para 3.191 cooperados em 2012. O número de funcionários apresentou decréscimo de 10%, passando de 70 empregados em 2010 para 63 empregados em 2012. O ramo trabalho agrupava 23,1% do total de cooperativas estaduais em 2012, bem como 2,7% do total de cooperados e 1,8 % do total de funcionários (Quadros 1, 2 e 3; Gráficos 1, 2 e 3); j) No ramo transporte o número de cooperativas sofreu incremento, passando de 29 para 39 cooperativas entre 2010 e 2012. O número de associados aumentou 35,3%, passando de 1.514 em 2010 para 2.049 em 2012. O número de funcionários ampliou 56,3%, Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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passando de 64 para 100 entre 2010 e 2012. O ramo transporte em 2012 agrupava 16,7% do total de cooperativas estaduais, 1,7% do total de cooperados e 2,8% do total de funcionários (Quadros 1, 2 e 3; Gráficos 1, 2 e 3). Quadro 1 - Evolução do número de cooperativas em PE entre 2010 e 2012, segundo ramos. Ramos

2010

2011

2012

Agropecuário

41

43

45

Crédito

13

12

10

Educacional

10

10

10

Habitacional

11

11

12

Infraestrutura

12

12

13

Mineral

02

02

01

Produção

16

16

14

Saúde

33

34

36

Trabalho

45

48

54

Transporte

29

33

39

212

221

234

Total Fonte: Central de dados OCB/PE, 2013

Quadro 2 - Evolução do número de associados das cooperativas em PE entre 2010 e 2012, segundo ramos. Ramo

2010

2011

2012

Agropecuário

6.733

6.781

5.723

Crédito

11.661

14.781

26.324

Educacional

593

593

637

Habitacional

3.980

3.980

3.967

Infraestrutura

67.025

68.874

64.759

40

40

20

Produção

1.389

1.409

810

Saúde

9.361

9.308

9.755

Trabalho

3.653

3.718

3.191

Transporte

1.514

1.681

2.049

105.949

111.165

117.235

Mineral

Total Fonte: Central de dados OCB/PE, 2013

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20

Quadro 3 - Evolução do número de funcionários das cooperativas em PE entre 2010 e 2012, segundo ramos. Ramo

2010

2011

2012

Agropecuário

67

78

86

Crédito

180

253

283

Educacional

15

19

26

Habitacional

244

252

230

Infraestrutura

262

230

141

-

0

-

10

16

6

2.260

2.336

2.575

Trabalho

70

87

63

Transporte

64

77

100

3.172

3.348

3.510

Mineral Produção Saúde

Total Fonte: Central de dados OCB/PE, 2013

Gráfico 1 - Distribuição das cooperativas do estado de Pernambuco em 2012, segundo ramos.

Transporte 16,7%

Agropecuário 19,2% Crédito 4,3% Educacional 4,3%

Trabalho 23,1%

Habitacional 5,1% Saúde 15,4%

Infraestrutura Mineral 5,6% Produção 6,0%

Fonte: Central de dados OCB/PE, 2013

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0,4%


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Gráfico 2 - Distribuição dos associados das cooperativas no estado de Pernambuco em 2012, segundo ramos. Produção 0,7% Mineral 0,0%

Infraestrutura 55,2%

Saúde Trabalho Transporte 8,3% 2,7% 1,7% Agropecuário 4,9%

Crédito 22,5%

Educacional 0,5% Habitacional 3,4% Fonte: Central de dados OCB/PE, 2013

Gráfico 3 - Distribuição dos funcionários das cooperativas no estado de Pernambuco em 2012, segundo ramos.

Trabalho 1,8% Transporte 2,8% Agropecuário 2,5% Crédito 8,1% Educacional 0,7%

Saúde 73,4%

Habitacional 6,6% Infraestrutura 4,0% Produção 0,2%

Fonte: Central de dados OCB/PE, 2013

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Quando se analisa os resultados agregados no período entre 2010 e 2012, constata-se uma trajetória de crescimento contínua, mas não de forma homogênea entre os ramos cooperativos. Tais resultados demonstram avanço das cooperativas em alguns setores de atuação, especialmente no de serviços. Os resultados agregados positivos, contínuos e crescentes do quantitativo de funcionários de cooperativas, possibilitam uma ampliação de receitas para o SESCOOP/PE. Destarte, as ações do SESCOOP/PE vêm contribuindo para que as cooperativas possam ampliar a sua movimentação no sentido de levar em consideração nas suas políticas formas éticas e responsáveis em relação aos seus stakeholders, sejam associados, dirigentes, funcionários, clientes, fornecedores, comunidade do entorno e sociedade em geral, destacadas a seguir. 1.4. Organograma e macro processo Em razão, principalmente do Plano Estratégico 2011-2013 aprovado, procedemos à reflexão sobre a estrutura organizacional e os macroprocessos de forma a estabelecer o suporte necessário ao cumprimento da nossa missão e alcance dos objetivos estabelecidos. 1.4.1. Estrutura organizacional No que concerne à estrutura organizacional há que destacar o fato do SESCOOP/PE, em alinhamento com a unidade nacional, realizou a contratação de uma consultoria, a Fundação Getúlio Vargas, para agrupamento de atividade finalísticas e administrativas. O resultado foi a sugestão de um nova estrutura, visualizado através do organograma (Figura 1). E isto implicou em mudanças quanto aos Cargos, Carreiras e Remuneração, bem como instrumentos complementares. Contudo, tais mudanças necessitam serem analisadas e aprovadas por diversas instâncias administrativas Face ao exposto apresenta-se a estrutura vigente atualmente, devidamente esquematizado e ordenado em um organograma (Figura 1). O Conselho Administrativo do SESCOOP/PE é o órgão máximo no âmbito da administração estadual composto por 05 (cinco) Conselheiros e seus respectivos suplentes, para um mandato de 4 (quatro) anos. Tem a competência de difundir e implementar as políticas, diretrizes, programas, projetos e normativos, com observância das deliberações e decisões do Conselho Nacional, contribuindo para que as atribuições e os objetivos do SESCOOP PERNAMBUCO sejam alcançados em sua área de atuação. O Conselho Fiscal é composto por três membros efetivos e igual número de suplentes, para um mandato de quatro (quatro) anos. Compete ao Conselho Fiscal acompanhar e fiscalizar a execução financeira, orçamentária e os atos de gestão do SESCOOP PERNAMBUCO. A Diretoria Executiva é o órgão gestor e de administração central do SESCOOP PERNAMBUCO, consoante diretrizes estabelecidas pelo Conselho Administrativo. É composta pelo Presidente do Conselho Administrativo, como seu Presidente, e pelo Superintendente. A Diretoria Executiva, segundo o Regimento Interno artigos 18 e 19, consiste no órgão de gestão e de administração maior do SESCOOP/PE, Na estrutura organizacional a superintendência possui dois departamentos subordinados, a gerência administrativa-financeira e a gerência técnica. Cada gerência possui coordenações subordinadas. Na gerência administrativa-financeira está subordinado a coordenação financeira e coordenação administrativa. Na gerência técnica está subordinada a coordenação de comunicação, a coordenação de educação, a coordenação de promoção social e a coordenação de monitoramento. Informamos que devido ao processo de atualização do plano de cargos as gerências estão vagas. A definição de atribuições para os cargos elencados, bem como o perfil profissiográfico ao seu preenchimento consiste em uma dos pilares da proposta de governança, tendo sido estabelecido pelo Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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SESCOOP/PE, seja através do regimento interno, seja através de um plano de cargos, carreiras e remuneração.

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Figura 1 - Organograma proposta pela FGV em 2012, fase de análise e aprovação

Figura 2 Organograma vigente do SESCOOP/PE

Conselho Administrativo Conselho Fiscal Diretoria Executiva

Presidência

Superintendência

Gerência Administrativa Financeira

Coordenação Financeira

Coordenação Administrativa

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Gerência Técnica

Coordenação de Comunicação

Coordenação de Educação

Coordenação de Promoção Social

Coordenação de Monitoramento


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1.4.2. Macroprocessos Consoantes ao processo de consultoria realizada através da Fundação Getúlio Vargas, para construção de nova estrutura organizacional, visualizadas através do organograma, foram estruturados macroprocessos finalísticos e de apoio. O intuito é viabilizar o cumprimento da missão e visão institucional, além de possibilitar avaliação de gestão por desempenho. Uma vez que os resultados da consultoria ainda dependem de uma aprovação e modificação pelas instâncias deliberatórias superiores, tais macroprocessos embora definidos, ainda não foram implementados no exercício anterior. Todavia, vale salientar que os macroprocessos analisados e estruturados pela consultoria da Fundação Getúlio Varga descritos em legendas da cor verde são os que já existem. No caso dos que estão em legenda vermelha são aqueles a serem implantados. Figura 3 – Macroprocesso Geral do SESCOOP/PE

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Figura 4 – Macroprocesso de Governança

Figura 5 – Macroprocesso de Desenvolvimento Cooperativista

Figura 6 – Macroprocesso de Gestão de Monitoramento das Cooperativas

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Figura 7 – Macroprocesso de Gestão da Formação Profissional

Figura 8 – Macroprocesso de Gestão da Promoção Social

Figura 9 – Macroprocesso de Gestão de Pessoas

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Figura 10 – Macroprocesso de Gestão Financeira e Contábil.

Figura 11 – Macroprocesso de Gestão da Tecnologia da Informação e Comunicação.

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Figura 12 – Macroprocesso de Suporte de Infraestrutura e Logística.

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Capítulo 2 – Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações 2. Capítulo 2 - Planejamento Estratégico, Plano de Metas e Ações Os alvos da atuação do SESCOOP são as cooperativas, seus associados e empregados, bem como os respectivos familiares. O trabalho da entidade organiza-se a partir de quatro áreas de atuação. São elas:    

Formação/capacitação profissional; Promoção social; Monitoramento e desenvolvimento de cooperativas e Gestão interna

As ações do Sescoop para fortalecimento das cooperativas englobam capacitação, valorização e melhor aproveitamento dos cooperados e empregados. Desse modo, a entidade busca alçá-los a patamares mais elevados de inovação e excelência, favorecendo a competitividade dos produtos e serviços. No cumprimento da sua missão, o Sescoop atua visando criar condições favoráveis ao desenvolvimento do cooperativismo e propiciar a superação dos desafios encontrados pelas entidades cooperativistas em seus ambientes de atuação. 1- Doutrina e Princípios: realiza ações no sentido de tornar a doutrina e princípios do cooperativismo conhecidos e praticados; 2- Legislação: atua em parceria com entidades, principalmente OCB, buscando tornar a legislação, sua interpretação e aplicação pelos órgãos julgadores e fiscalizadores, adequada aos preceitos cooperativistas; 3- Cultura da cooperação: realiza atividades visando sensibilizar a sociedade sobre a importância da cultura da cooperação, como forma de propiciar desenvolvimento econômico e social; 4- Cooperativas: propicia condições para a implantação de governança e gestão profissionalizadas das cooperativas, possibilitando atuação em ambientes competitivos, por intermédio da capacitação dos dirigentes, cooperados e empregados. Assim, trabalha no sentido da sustentabilidade dos empreendimentos cooperativos. 5- Resultados: realiza ações de monitoramento do desempenho das cooperativas, propondo as medidas adequadas à obtenção de resultados econômicos e sociais positivos. Cuida, em parceria com a OCB, da transparência e divulgação dos resultados do sistema cooperativista. 6- Imagem: atua, em parceria com a OCB, no sentido de divulgar, zelar e fortalecer a imagem do cooperativismo junto à sociedade.

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Figura 13 – Desafios do Cooperativismo

SESCOOP E OS DESAFIOS DO COOPERATVISMO DOUTRINA E PRINCIPIOS

DISSEMINADA E PRATICADA

RECONHECIDA E FAVORÁVEL IMAGEM

LEGISLAÇÃO

DIVULGAR

FORTALECER

ADEQUADA E BEM INTERPRETADA

INFLUENCIAR

SESCOOP SENSIBILIZAR MONITORAR CULTURA DA COOPERAÇÃO

CAPACITAR

RESULTADOS

TRANSPARENTES E DIVULGADOS

ASSIMILADA E PRATICADA

COOPERATIVAS

GOVERNANÇA E GESTAO PROFISSIONALIZADA

EMPREGADOS

S

CAPACITADOS

CAPACITADOS E COMPROMETIDOS

COOPERADOS

Fonte: Sescoop/Unidade Nacional – Agest – Assessoria em Gestão Estratégica

Plano Estratégico do Sescoop 2010-2013 O Plano Estratégico do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo foi aprovado pelo Conselho Nacional em agosto de 2010 e apresenta como desafio impulsionar a atuação do Sescoop em prol do desenvolvimento das cooperativas brasileiras, dando maior visibilidade aos resultados gerados em favor do público-alvo. Por ser um plano corporativo, as macroestratégias nele definidas representam um esforço conjunto entre as unidades estaduais e a unidade nacional para a concretização de resultados. Os principais fundamentos do referido plano corporativo encontram-se descritos a seguir. Missão e Visão A função e a razão de ser do SESCOOP estão contempladas em sua missão: "Promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social e do monitoramento das cooperativas, respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados, empregados e familiares.” A visão de futuro é a imagem que descreve a situação desejada para o Sescoop, no horizonte do plano, no ano de 2020, é, portanto, a síntese dos desejos e das aspirações quanto ao novo perfil institucional da organização. A visão deve ser conquistada por meio de esforços coordenados do todos que trabalham e fazem a instituição, veja a seguir a visão corporativa do Sescoop. “Ser reconhecido por sua excelência em formação profissional cooperativista, como promotor da sustentabilidade e da autogestão das cooperativas e como indutor da qualidade de vida e bem-estar social de cooperados, empregados e familiares”. Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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Objetivos Estratégicos Finalísticos Os objetivos estratégicos do Sescoop revelam as principais escolhas da instituição para o período do plano e são orientados ao alcance da Visão de Futuro e cumprimento da missão organizacional. Neste Plano Estratégico o Sescoop definiu treze objetivos estratégicos, sendo oito finalísticos e cinco Administrativos e de Apoio. Objetivo Estratégico 1 – Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil. O desenvolvimento sustentável do cooperativismo somente será possível se apoiado em sólidos pilares, representados aqui pela doutrina, pelos princípios e valores do cooperativismo. É preciso garantir que todos os cooperativistas os conheçam e os pratiquem, desde o momento da criação da cooperativa. Além disso, muitas vezes, a população não sabe distinguir o cooperativismo dos demais tipos societários, o que acaba retirando vantagens e igualando as cooperativas às demais formas de produção, notadamente às empresas. Desse modo, faz-se importante a difusão da doutrina, dos princípios e dos valores do cooperativismo em todo o Brasil como elementos integradores de uma organização social competitiva, mas que produz frutos sociais aos seus associados e demais atores relacionados. Objetivo Estratégico 2 – Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista, alinhada às suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade. Em um ambiente de cada vez maior competitividade, a eficiência da gestão é instrumento central para a sustentabilidade das organizações. A formação em gestão cooperativista se volta para a preparação em governança e em gestão profissional das cooperativas e para a formação de lideranças cooperativistas. Difere das abordagens empresariais à medida que se alinha à doutrina, aos princípios e valores do cooperativismo. Objetivo Estratégico 3 – Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional. Além da formação em gestão cooperativista, as cooperativas necessitam de cooperados e empregados em outras áreas administrativas e em suas áreas de atuação específicas. Tendo em vista a grande diversidade de ramos de negócio no sistema cooperativista, dispersos em todo o País, não é possível nem adequado que o Sescoop desenvolva programas de formação profissional para todas as necessidades de todas as cooperativas. O Sescoop focará seus esforços na identificação das diversas demandas, formação de parcerias e viabilização de soluções de formação profissional para as cooperativas. Objetivo Estratégico 4 – Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas. Um dos princípios do cooperativismo é a gestão democrática. Como a cooperativa é uma entidade que agrega no mínimo 20 associados, tendo cada um o mesmo poder de voto nas decisões estratégicas, uma boa governança é fundamental para sua sustentabilidade e seu crescimento. Além disso, organizações com modelos mais complexos de governança tendem a refletir essa complexidade também em sua gestão. O Sescoop irá contribuir para a governança e a gestão das cooperativas, por meio da disseminação de conhecimento sobre o tema, da identificação, disseminação e incentivo à Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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adoção de boas práticas, tudo atrelado à doutrina, aos princípios e aos valores do cooperativismo. Objetivo Estratégico 5 – Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas. As cooperativas precisam desenvolver sua governança e suas competências técnicas, além de incorporar métodos, instrumentos e boas práticas de gestão. Devem se pautar em metas de desempenho e resultados. Como forma de aumentar as chances de sucesso, é importante que as cooperativas contem com mecanismos de monitoramento externo que as auxiliem na identificação de pontos de melhoria, oportunidades e boas práticas em gestão e governança. Sendo assim, o Sescoop atuará no desenvolvimento de um modelo de monitoramento que analise as cooperativas e forneça informações sobre boas práticas e padrões de qualidade em gestão e governança, contribuindo de maneira pró-ativa para a minimização de riscos, a profissionalização da gestão e a sustentabilidade das cooperativas. Objetivo Estratégico 6 – Incentivar as cooperativas na promoção da segurança no trabalho. Para reduzir os riscos de acidentes, as cooperativas precisam concentrar esforços na promoção de ações e medidas de segurança no trabalho cooperativista, seja ele realizado dentro ou fora das cooperativas e por cooperados ou empregados das cooperativas. Mais do que apenas cumprir a legislação, cooperativas que adotam práticas de segurança no trabalho reduzem gastos com acidentes e assistência à saúde, melhoram a relação com empregados e fortalecem a imagem perante o público. A atuação do Sescoop nesse âmbito se propõe a desenvolver programas e competências para a disseminação de informações e conceitos de segurança no trabalho e para apoio e incentivos à prevenção de acidentes e à melhoria das condições de trabalho. Objetivo Estratégico 7 – Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados e familiares. A promoção social tem por finalidade desenvolver ações que favoreçam um estilo de vida saudável e possibilitem o alcance da melhoria da qualidade de vida dos empregados de cooperativas, associados e seus familiares. A atuação do Sescoop se dará por meio da articulação de parcerias para campanhas e do desenvolvimento de programas orientados para apoiar as cooperativas na promoção da saúde dos cooperados, empregados e familiares. Objetivo Estratégico 8 – Intensificar a adoção da responsabilidade socioambiental na gestão das cooperativas brasileiras. Com a preocupação cada vez maior da sociedade com o impacto das organizações nas questões sociais e do meio ambiente, é fundamental que o cooperativismo desempenhe ações para mitigar seus efeitos negativos, promovendo a responsabilidade socioambiental das cooperativas. Por isso, o Sescoop atuará com foco não só na melhoria do desempenho interno das cooperativas, mas também na adoção por estas de conceitos e boas práticas de responsabilidade socioambiental. Essa atuação é convergente com o princípio cooperativista do interesse pela comunidade, que orienta o trabalho das cooperativas também para o Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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desenvolvimento sustentado de suas comunidades, por meio de políticas aprovadas pelos membros. Objetivos Estratégicos de Administração e Apoio Objetivo Estratégico 9 – Intensificar o desenvolvimento de competências alinhadas à estratégia do Sescoop. O Sescoop possui um quadro de funcionários qualificado. No entanto, para que os objetivos finalísticos estabelecidos sejam alcançados, o Sescoop precisa desenvolver competências aderentes aos novos desafios propostos. A ampliação das competências deverá ser viabilizada também pela ampliação quantitativa das redes de colaboradores, internos e externos, visando ao aumento da capacidade de realização orientada para resultados para o público-alvo. Objetivo Estratégico 10 – Desenvolver e implementar a gestão do conhecimento no Sescoop. O aumento da eficiência, da inovação e da capacidade de gerar resultados abrange uma gestão do conhecimento. Gerir conhecimento requer processos bem definidos e eficazes de identificação, seleção, armazenamento e disponibilização de dados, informações e boas práticas. Essas práticas são ainda mais necessárias em organizações com elevado grau de descentralização das ações e atuação distribuída por regiões e setores com elevada heterogeneidade. Objetivo Estratégico 11 – Gerar sinergias e integração do Sistema Sescoop. Um sistema não é de fato um sistema se suas partes seguem em direções distintas e de maneira descoordenada. Por isso, as diversas unidades e áreas do Sescoop devem estar alinhadas em seus objetivos e ações. É preciso que haja integração e busca de sinergia no Sistema Sescoop. Mantendo a autonomia das partes, trata-se de garantir a integração no sentido estratégico e o alinhamento de grandes iniciativas e das estratégias de comunicação, para dentro e para fora do Sistema. Objetivo Estratégico 12 – Assegurar adequada utilização da tecnologia de informação e comunicação. O fluxo crescente de informações, as demandas por informações e a velocidade cada vez maior dos processos de tomada de decisão ampliaram radicalmente a relevância das tecnologias de informação e comunicação. A tecnologia de informação e comunicação passou a ser elemento estratégico para o bom desempenho de qualquer organização nos dias atuais. Ela deve ser orientada para o alinhamento e integração do Sistema, assim como para o melhor atendimento do público-alvo. Objetivo Estratégico 13 – Assegurar qualidade e transparência na divulgação das ações e na comunicação dos resultados. O Anexo II contempla a Árvore Estratégica corporativa do Plano Sescoop 2010-2013.

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2.1. Construção do Plano Estratégico A partir do plano corporativo do Sescoop 2010-2013, o Sescoop/PE realizou a construção do seu Plano Estratégico para o Exercício 2011-2013. Durante o processo de construção do seu Plano Estratégico, o Sescoop/PE, no ano de 2011 utilizouse de consultoria/apoio, envolvendo 10 colaboradores os membros dos conselhos de administração e fiscal e representantes de 27 cooperativas singulares, uma cooperativa de segundo grau do Estado de Pernambuco e uma Cooperativa Central de abrangência Regional. O processo de construção do Plano, que se deu de forma participativa, observou as seguintes etapas; a. Análise do Plano Estratégico Sescoop 2010-2013, b. Análise dos desafios do cooperativismo no estado; c. Análise dos ambientes de atuação do Sescoop (externo e interno). d. Formulação da Visão de Futuro do Sescoop/PE e. Escolha dos Objetivos Estratégicos, Linhas e Ação e Indicadores, para o horizonte do plano estratégico; f.

Proposta de Projetos para implementação do Plano Estratégico.

Após a os estudos realizados e o alinhamento com a Unidade Nacional do Sescoop, foi aprovado o Plano Estratégico do Sescoop/PE cujos fundamentos estão apresentados a seguir: Plano Estratégico Sescoop/PE 2011-2013. Missão: “Promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social e do monitoramento das cooperativas, respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados, empregados e familiares” Visão: “Ser conhecido e reconhecido por sua excelência em formação profissional cooperativista, como promotor da sustentabilidade e da autogestão das cooperativas e como indutor da qualidade de vida e bem-estar social de cooperados, empregados e familiares” Objetivos Estratégicos Finalístico Em sintonia com as diretrizes da Unidade Nacional foram estabelecidos os seguintes objetivos finalísticos: 1 - Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil. O SESCOOP/PE estabeleceu o objetivo através de duas linhas de ação, com os seguintes projetos: Intensificar o trabalho de disseminação da cultura da cooperação com jovens e crianças, através do Cooperjovem; Sensibilizar cooperados, empregados e famílias para intensificar a participação na organização do quadro social, através da formação em cooperativismo.A partir da aprovaçao da diretriz Nacional de Monitoramento, o SESCOOP/PE atende a grupos pre cooperativos em conformidade com o programa de Orientação Cooperativista. 2 - Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista, alinhada as suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade. Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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O SESCOOP/PE estabelecu este objetivo através da linha de ação Mapear, coletar e analisar as demandas das cooperativas em formação sobre gestão e definir prioridades, através dos seguintes projetos: Aperfeiçoamento profissional, Capacitação gerencial, Especialização profissional e Jovem aprendiz. Com relação ao jovem aprendiz ainda não houve demanda para a fomação de turma do programa aprendiz cooperativo. 3 - Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional O SESCOOP/PE estabeleceu este objetivo através da linha de ação Estabelecer rede de parceiros para a viabilização das demandas das cooperativas na formação profissional. 5 - Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas O SESCOOP/PE estabeleceu este objetivo por meio do Acompanhamento a Gestão de Cooperativas – Seminários de Autogestão e Negócios. No exercício de 2013 o atendimento às Cooperativa foi feito em Conformidade com a Diretriz Nacional de Monitoramento, por meio do Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista. 7 - Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados e familiares O SESCOOP/PE estabeleceu este objetivo através da linha de ação Desenvolver programas orientados para apoiar as cooperativas na promoção da saúde dos cooperados e empregados, através dos projetos Ação Cooperativa e Qualidade de vida nas cooperativas. Objetivos Estratégicos de Administração e de Apoio Em sintonia com as diretrizes da Unidade Nacional foram estabelecidos os seguintes objetivos finalísticos: 9 - Intensificar o desenvolvimento de competências alinhadas à estratégia do SESCOOP Neste objetivo o SESCOOP/PE aderiu ao Projeto Gestão por Competência da Unidade Nacional e arca com despesas de passagens e locomoção de seus técnicos para os eventos relativos ao projeto. Também contratou consultoria para atuar na melhoria do clima organizacional. 13 - Assegurar qualidade e transparência na divulgação das ações e na comunicação dos resultados Implementação de uma campanha de divulgação dos serviços do SESCOOP/PE. Em outubro de 2012 foi realizada a primeira revisão do plano a com vistas à elaboração do plano de trabalho para 2013, contou com a participação de colaboradores, conselheiros e representantes dos Conselhos especializados de Ramos cooperativos, comitê gestor do programa Cooperjovem, além de representantes de entidades parceiras. No Anexo II está inserida a árvore estratégica do Plano Estratégico Sescoop/PE, contemplando as metas para o exercício 2012 (Fonte: Sistema de Apoio ao Planejamento estratégico SAPE) .Cumpre destacar que as referidas metas foram elaboradas no processo de formulação do plano estratégico em 2011 e devidamente ajustadas ao final do primeiro semestre de 2012. Destaque-se que este Sescoop/PE está inserido no contexto de um planejamento estratégico Corporativo, e adotou em seu plano 05 objetivos estratégicos finalísticos e 02 de administração e apoio, constantes do Plano Sescoop 2010-2013, conforme apresentado em nossa árvore estratégica (Anexo II). Foram desenvolvidas ações de apoio administrativo voltado para suporte às diversas atividades finalísticas, consoante a estrutura administrativa do SESCOOP/PE, consolidadas nos seguintes programas: Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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a) Serviço de Administração e Controle Financeiro O Conselho Fiscal realizou um total de 08 reuniões durante o exercício, nas datas de 18 de abril, 21 de junho, 17 de agosto, 26 de outubro, 14 de dezembro A pauta estive composta pelos temas referentes à apreciação da execução bimestral do plano de trabalho e orçamento, deliberação sobre a prestação de contas e do relatório de gestão exercício 2011 e apreciação dos relatórios de auditoria que acorreram durante o exercício. b) Gestão do Processo de Planejamento Institucional O Conselho Administrativo realizou durante o exercício 8 reuniões em: 9 de fevereiro, 29 de março, 24 de abril, 30 de abril, 05 de junho, 16 de agosto, 29 de outubro e 13 de dezembro. A pauta das reuniões envolveu assuntos de deliberação dos seguintes temas: prestação de contas do exercício 2011; apresentação da nova sede administrativa; apresentação de diretriz nacional de monitoramento; adesão ao projeto Fundecoop Gestão por Competências; deliberação sobre o acordo coletivo com os empregados do SESCOOP/PE; socialização do relatório de Auditoria Externa; execução do quadrimestre do plano de trabalho de 2012; cooperação com SEBRAE em Boas Práticas de Cooperativas de Crédito; deliberação sobre Projeto Fundecoop Atendimento as Cooperativas do Maranhão; ajuste do Planejamento Estratégico; plano de cargos e carreira / gestão de pessoas; auditoria interna; aprovação da reformulação orçamentária e do plano de trabalho; deliberar sobre o plano de trabalho e orçamento para o exercício 2012; envio de projetos para apoio do Fundecoop; atualização dos valores de diárias; cédula de presença, plano de saúde, vale refeição; relatório de auditoria; Formação de Especialistas em Cooperativismo; Intercâmbio Internacional; Plano de Trabalho de Conselho de Administração. c) Gestão Administrativa A representação institucional envolveu a participação do Presidente em eventos, sendo a mesma comportada através de despesas específicas. A manutenção do Superintendente comportou as despesas com salários, benefícios e encargos sociais. d) Manutenção de Serviços Administrativos Envolveu a manutenção do funcionamento ADFIM, comportando as despesas relacionadas ao suporte às atividades finalísticas da entidade, salários, encargos e benefícios sociais de um analista técnico, um contínuo, um assistente administrativo e u, analista contábil, além de todas as despesas relacionadas a manutenção de veículo deslocamentos para serviços administrativos, participação em reuniões da área meio na Unidade Nacional, despesas financeiras, imposto, taxas e contribuições federais, estaduais e municipais. 2.2. Estratégias Adotadas As estratégias adotadas pela unidade para atingir os objetivos estratégicos do exercício de referência do relatório de gestão, buscaram levar em consideração as nuances do ambiente interno e externo. Este processo compreendeu o mapeamento das ameaças e oportunidades, forças e fraquezas, elaboradas de forma coletiva, através de encontros específicos. Assim, na construção das estratégias foram levados em consideração diversos aspectos que apresentam rebate nas ações a serem desenvolvidas pelo SESCOOP/PE. A concentração das cooperativas em espaços geográficos de municípios com maior densidade populacional, como é o Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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caso dos situados na Região Metropolitana do Recife. Isto impõe um desafio para atender aqueles residentes em áreas rurais ou pequenos municípios. Esta dispersão espacial e a diversidade de interesses nos ramos exigem avanços em termos de investimentos na infraestrutura, seja em termos de condições físicas e tecnológicas para atender aos interesses de todos os stakeholders. O crescimento no quadro de cooperados e funcionários em ramos fortemente associados ao contexto de serviços representa outro ponto na estruturação de ações de profissionalização da gestão, cada vez mais complexa. A compreensão destes fenômenos poderá ter desdobramentos no processo de mobilização e sensibilização promovidas pelo SESCOOP/PE, como também impacta na formulação de ações de capacitação e qualificação profissional de dirigentes, cooperados e funcionários. As práticas de intercâmbio e cooperação entre cooperativas embora apresentem alguns indícios, especialmente no suporte ao processo de constituição de novas organizações, ainda é bastante insipiente quanto aos negócios. A entidade apresenta um papel relevante para o suporte às cooperativas estaduais, embora os laços possam ser ainda mais estreitos, espacialmente através da presença, física ou virtual. As ações levadas adiante pelo SESCOOP/PE nas áreas educacional e jurídica ecoam de modo positivo no seio do cooperativismo estadual, identificando com propriedade as suas ações daquelas da OCB/PE. E assim, a maior solicitação de apoio vem a ser justamente nestas duas áreas. A flexibilização destas ações, juntamente com a sua maior interiorização representa um ponto demandando do SESCOOP-PE pelas cooperativas. Ao mesmo tempo, o reduzido quadro pessoal, bem como a amplitude das ações demandadas, resultam em desafios na ampliação das ações e atendimento universal para a diversidade de demandas apresentadas. Tem-se assim um grande desafio a ser transposto pelos dirigentes e o SESCOOP/PE para avançar na profissionalização da gestão estratégica, gerencial e operacional, de modo que façam conjugar a gestão do conhecimento, a competitividade, a rentabilidade, com desenvolvimento socialmente justo e ambientalmente correto. Destaque-se que, no momento da escolha dos objetivos estratégicos, foram considerados e avaliados os riscos que poderiam impedir ou prejudicar sua implementação no exercício 2012. Esta análise ocorreu principalmente no momento de identificação de ameaças e oportunidades, inclusive com análise de seus impactos e probabilidades de ocorrência. Para implementação do seu Plano Estratégico, no ano de 2012, o SESCOOP utilizou como estratégia a construção de projetos estratégicos. Após a análise dos riscos inerentes ao trabalho com projetos, foram elaborados, por objetivo estratégico, rol de projetos estratégicos que apresentamos a seguir (Anexo VIIII).

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Tabela 2- Detalhamento objetivos estratégicos, por linha de ação, projeto e valor total. Objetivo Estratégico 1- Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil

Linha de Ação

3- Sensibilizar cooperados, empregados e Formação em famílias para intensificar a participação cooperativismo na organização do quadro social

13- Estabelecer rede de parceiros para a viabilização das demandas das cooperativas na formação profissional

18- Estruturar cadastro consistente e 5- Monitorar desempenhos e ampliado (informações de gestão e resultados com foco na governança) das cooperativas em cada sustentabilidade das cooperativas estado

7- Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados e familiar

Valor total

2- Intensificar o trabalho de disseminação Projeto da cultura da cooperação com jovens e Cooperjovem crianças;

2- Ampliar o acesso das cooperativas à educação em 7- Mapear, coletar e analisar as demandas gestão cooperativista, alinhada as das cooperativas em formação sobre suas reais necessidades, com foco gestão e definir prioridades na eficiência e na competitividade 3- Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional

Projeto/iniciativa

28- Desenvolver programas orientados para apoiar as cooperativas na promoção da saúde dos cooperados e empregados

345.178,64

Aperfeiçoamento profissional Capacitação gerencial Especialização profissional Integração institucional nas 10 regiões do Estado Disponibilizar para as cooperativas monitoradas suas respectivas informações sobre planejamento estratégico, gestão e governança para apoio à autogestão Qualidade de vida nas cooperativas.

33- Mapear e desenvolver as competências necessárias ao 9- Intensificar o desenvolvimento cumprimento da missão e da estratégia do SESCOOP de competências alinhadas à Gestão com pessoas estratégia do SESCOOP 34- Garantir a estrutura organizacional e o quadro de pessoal adequado para o cumprimento dos objetivos do SESCOOP 13- Assegurar qualidade e transparência na divulgação das 48- Implementar ações de marketing Comunicação ações e na comunicação dos institucional integrada resultados

206.540,57

249.565,07

121.769,75

4.222,18

27.006,88

117.125,36

Foram realizadas ações de divulgação do nosso plano estratégico junto aos nossos colaboradores internos e junto aos diversos stakeholders, através de fóruns internos e reuniões dos comitês de gestão, dentre outras. A partir dos fundamentos e dos projetos do Plano Estratégico, o Sescoop/PE elaborou o seu Plano de Trabalho e Orçamento para o exercício de 2012, contemplando os projetos estratégicos descritos no Plano Estratégico e as demais atividades de apoio ao desenvolvimento de seus objetivos. Destaque-se que a gestão orçamentária do exercício 2012 encontra-se demonstrada no Capítulo 4 Programação e Execução Orçamentária e Financeira. Para a execução de seu plano de trabalho, com destaque para atuação por projetos, foram necessários estudos de ajustes da estrutura organizacional interna do Sescoop/PE , que abrangeu as seguintes atividades (macroprocessos, estrutura de pessoal, tecnológica, mobiliária, etc.). Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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Em complemento aos nossos esforços, buscou-se parcerias com entidades governamentais e não governamentais, convênios, Fundecoop, descritos anteriormente.

2.3. Demonstração de Execução Física e Financeira (Prestação de Contas) Conforme mostrado ao longo deste relatório, a atuação do SESCOOP/PE engloba 04 linhas prioritárias de atuação, sendo 03 relacionadas à missão da entidade, por isso são classificadas como áreas finalísticas, a saber: Formação e qualificação profissional, Promoção social, e Monitoramento e desenvolvimento de cooperativas. A quarta e última área de atuação trata da “organização e gestão do sistema”, ou seja, dos processos que dão suporte às áreas finalísticas, visando atingir os objetivos institucionais do SESCOOP/PE. O orçamento do SESCOOP/PE, referente ao ano de 2012, por linha de atuação apresenta os seguintes resultados: a) O valor da atuação finalística prevista totalizou R$ 1.369.859,00, sendo que os valores realizados equivalentes a R$ 927.267,21, correspondendo a 67,7% do total previsto para o exercício de 2012, sendo 2,3% menor que o valor do exercício de 2011 (Tabela 3); b) O valor da gestão do sistema prevista foi de R$ 1.124.153,00, sendo os valores realizados de R$ 897.086,75, correspondendo a 79,8% do total previsto para o exercício de 2012, sendo 13,6% menor que o do exercício de 2011 (Tabela 3). Quanto às linhas de atuação específicas da área fim, em 2012, os montantes realizados foram: R$ 474.266,53 para a formação profissional, ou seja, 64,9% do total orçado; R$ 331.239,93 para a promoção social, ou seja, 80,2% do total orçado; e R$ 121.179,75 para o monitoramento e desenvolvimento de cooperativas, ou seja, 53,8% do valor orçado (Tabela 3). Em relação à área administrativa, ou seja, de gestão do sistema, em 2012, os montantes realizados da gestão do sistema foram de: R$ 24.830,00 para os órgãos colegiados, ou seja, 59,7% do total orçado; R$ 156.784,64 para Diretoria Executiva, ou seja, 91,2% do total orçado; R$ 593.384,53 para Administrativo (Apoio/Informática/Jurídico), ou seja, 78,6% do total orçado; e R$ 117.125,36 para Divulgação/Comunicação, ou seja, 78,3% do total orçado (Tabela 3).

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Tabela 3– Realizações Financeiras por Área de Atuação 2012 ÁREAS DE ATUAÇÃO

2011

Previsto

Realizado

% Exec.

1 - Atuação Finalística

948.468,52

1.369.859,00

927.276,21

67,7%

a-

Formação/capacitação profissional

489.112,62

730.468,00

474.266,53

64,9%

b-

Promoção Social

215.735,80

413.197,00

331.239,93

80,2%

cMonitoramento/desenvolvimento de cooperativas

243.620,10

226.194,00

121.769,75

53,8%

2 - Gestão do Sistema – Atividade Meio

1.018.732,07

1.124.153,00

897.086,75

79,8%

19.500,00

41.609,00

24.830,22

59,7%

143.339,30

171.907,00

156.784,64

91,2%

761.097,00

598.346,53

78,6%

149.540,00

117.125,36

78,3%

230.000,00

616.785,00

268,2%

1.824.362,96

73,1%

d-

Órgãos Colegiados (CONSAD/CONFIS)

e-

Diretoria Executiva (PRES/SUPER)

f-

Administrativo (Apoio/Informática/jurídico)

g-

Divulgação/Comunicação

3- Saldos de Exercícios Anteriores

738970,45 116.922,32 0

TOTAL 1.967.200,59 2.494.012,00 Fonte: Administrativo Financeiro SESCOOP, 2013

Diante do exposto constata-se que as linhas de ação de atuação finalística e de gestão realizadas apresentaram um decréscimo em valor absoluto no período de 2011 e 2012, apresentando diminuição da taxa de efetividade de aplicação dos recursos orçados. Quanto às transferências correntes vale destacar que o SESCOOP/PE não realiza repasse de recursos. 2.3.1. Atuação Finalística O conjunto de ações finalísticas do SESCOOP/PE inclui os investimentos em formação e capacitação profissional, promoção social e monitoramento e desenvolvimento de cooperativas. Os recursos foram ainda empregados para a difusão do cooperativismo no conjunto da sociedade pernambucana, em diversas mesorregiões, seja através da geração de conhecimento, seja através de ações de promoção dos princípios e valores do movimento no contexto escolar e na sociedade. O efeito multiplicador dos recursos alocados transcende as fronteiras geográficas estaduais, uma vez que os materiais produzidos têm servido de referência para a construção de uma nova prática em outras unidades do SESCOOP em nível nacional. Todavia, os índices de realização alcançados poderiam ser ainda maiores, visto que, um conjunto de fatores estruturais e contingenciais tem obstaculizado o processo de execução de recursos. O quadro de pessoal com um número aquém do considerado ideal representa uma grande barreira para o melhor desempenho do conjunto de atividades administrativas e finalísticas. A customização de capacitações e sua adequação aos espaços temporais e espaciais das cooperativas distribuídas em todo o território de Pernambuco, por sua vez, tem resultado em

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reprogramações em várias atividades finalísticas. Embora sejam decorrentes de variáveis extrínsecas, tais fenômenos poderiam ser atenuados. As perspectivas para melhoria dos indicadores de aplicação de recursos orçados, segundo as diretrizes dos princípios constitucionais e gerenciais, certamente apresentam-se como possíveis de serem dirimidas no curto prazo, com a ampliação do quadro de técnicos e, melhoria estrutural do ambiente de trabalho e, por conseguinte, a melhor distribuição das funções administrativas e de planejamento. Consoante a um dos princípios norteadores da aplicação dos recursos, o da economicidade, o SESCOOOP/PE, vem demonstrar a aplicação dos recursos na área finalística, expresso na consecução das metas físicas e financeiras, bem como no detalhamento por elemento de despesa, retratados a seguir. 2.3.1.1. Investimento em Formação e Capacitação Profissional Em 2012, o quantitativo de ações de formação e capacitação profissionais programadas totalizavam 73 atividades, distribuídas entre cursos e oficinas, seminários, palestras e intercâmbios, perfazendo um total de 1.218 horas de atividades. Estas atividades foram projetadas para atender 1.955 beneficiários, a um custo de R$ 583.743,00, com um custo médio projetado de R$ 298,59 por beneficiário / ação (Anexo VII). Na demonstração acima estão incluídos gastos com a manutenção da atividade. Há que ressaltar que este valor médio não coincide com a média e a mediana. Também se encontra uma variância significativa, tanto inter como intra-atividades, a qual é decorrente dos seguintes fatores: a) Geográfico - considerando que o movimento cooperativista se encontra presente em todos os espaços do território estadual, do qual emergem demandas das mais diversas a unidade vem buscando atendê-los. Igualmente, pode haver que as mesmas atividades, cursos ou aperfeiçoamentos, sejam realizados na sede ou em locais cujas distâncias geográficas são deveras significativas no contexto dos orçamentos; b) Especificidade temática – há áreas temáticas que apresentam maior necessidade de recursos pedagógicos, a exemplo daqueles voltados ao cooperativismo de crédito, impactando no contexto da média dos valores orçados. O mesmo se aplica em relação ao conteúdo a ser ministrado e especificidade de sistemas operacionais; c) Amplitude do público beneficiário – quando se trata de atividades que envolvem um maior quantitativo de pessoas, ou pessoas de várias regiões do Estado, há que se efetuar a locação de espaços apropriados, envolvendo custos operacionais diferenciados, inclusive relacionados à logística; Vale salientar que economicidade através dos processos licitatórios representa uma preocupação constante. Ademais, busca-se das cooperativas um maior envolvimento nas ações, visando estruturação de um arranjo institucional que proporcionam maior eficiência na utilização dos recursos, consoante ao demonstrativo das atividades. Destarte, o cancelamento de eventos em função de indisponibilidade de agenda dos treinandos, resultou em diferenças entre o projetado e o realizado. Face ao exposto, aprouve agregar o conjunto de atividades em um quadro exposto a seguir, sendo observado que o total de ações realizadas no exercício de 2012 consistiu em 72 atividades, correspondendo 99% do que fora programado. As atividades realizadas totalizaram 1.218 horas, ou seja, 93% do total de horas inicialmente programadas. O número de participantes efetivo nas ações foi de 1.982 beneficiários, ou seja, 101% do total programado (Tabela 4 e Anexo IX). O volume de dispêndios realizados (diretamente com eventos, sem a manutenção da atividade) correspondeu a R$ 352.021,25, ou seja, 60% do total orçado, havendo um custo médio de R$ 311,79 por beneficiários / ação (Anexo VII). Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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Vale esclarecer que o SESCOOP/PE assumiu as atividades de formação e capacitação em três Cooperativas de Crédito do Maranhão (Tabela 4.1), não estando computados nesta o montante total realizado em capacitação, que totaliza R$ 489.112,62, pois fora incluído a manutenção de atividade. O conjunto de ações que estiveram voltadas para o desenvolvimento de habilidade e competências em atividades gerenciais e operacionais das cooperativas atendidas pelo SESCOOP/PE em 2012 foi agrupado em temáticas, a saber: a) Administrativa, sendo realizadas 32 ações, totalizando 698 beneficiários; b) Cooperativismo, sendo realizadas 27 ações, totalizando 1049 beneficiários; c) Cursos específicos, sendo realizadas 2 ações, totalizando 39 beneficiários; d) Especialização, sendo realizadas 2 ações, totalizando 64 beneficiários; e) Formação de Conselheiros, sendo realizadas 9 ações, totalizando 132 beneficiários. Parte dos eventos foram demandados pelas cooperativas singulares ou centrais, no caso do Crédito, por meio do projeto de monitoramento / pesquisa. Para a execução dos eventos a contrapartida das cooperativas é a despesa de locomoção do participante até o local do curso. Por conveniência da cooperativa, a mesma ainda disponibiliza infraestrutura (sala de aula), quando da impossibilidade de realizá-la no auditório do SESCOOP/PE. Foi realizada parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE/PE no Projeto fomento às Boas Práticas Cooperativas em Cooperativas de Crédito.

Tabela 4 - Formação Profissional em 2011, segundo temática. TEMÁTICA

FORMAÇÃO PROFISSIONAL Nº DE AÇÕES

BENEFICIÁRIOS

32

698

-

-

Cooperativismo

27

1049

Cursos específicos

2

39

Educação

-

-

Especialização

2

64

Formação de conselheiros

9

132

Gestão

-

-

Graduação

-

-

OQS - Organização do quadro social

-

-

72

1982

Administrativo Aprendiz

TOTAL Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

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44

Tabela 4.1 - Detalhamento dos Projetos Especiais de Fundecoop. Ações

Beneficiários

Real

Real

Curso Conselheiros Fiscais de Cooperativas

1

11

3.411,50

Curso Gestão em Cooperativas de Crédito

1

11

3.411,50

Curso Desenvolvimento de Atendentes

1

23

7.730,00

Curso Desenvolvimento de Caixas

1

19

6.995,00

Fundecoop 011/2012 – Atendimento as Cooperativas do Maranhão (curso)

Acompanhamento

Investimento Real

187,87 TOTAL

4

64

Fundecoop 046/2011 – Formação de Especialistas em Cooperativismo (curso)

Ações

Beneficiários

Real

Real

1

33

Formação de Especialistas em Cooperativismo

21.735,87

Real -

Quanto às ações de formação profissional de maior relevância, no exercício de 2012, vale destacar os seguintes: a) Especialização: Pós-Graduação em Gestão de Cooperativas O curso teve por objetivo oferecer aos gestores e colaboradores de cooperativas uma ocasião para atualização e melhoria dos seus desempenhos, proporcionando uma oportunidade de consolidar o cooperativismo enquanto forma de organização, com teorias, procedimentos e experiências peculiares. Teve como objetivos específicos capacitar pessoas mediante o desenvolvimento de habilidades, atitudes e competências para o fortalecimento da função gerencial; proporcionar novos conhecimentos aos profissionais, para que possam realizar negócios com segurança e produtividade e disponibilizar aos participantes ferramentas necessárias à gestão financeira. A ação se justifica pelo ambiente competitivo e rápida mudança exige cada vez mais que os profissionais se atualizem e, como tal, sejam capazes de se ajustarem às exigências, especialmente aos exercícios competentes e qualificados próprios à função de gestores. Nesta perspectiva o curso oferece uma possibilidade de capacitação, através de disciplinas teóricas e práticas que favoreçam a incorporação de instrumentos de gestão inovadores e apropriados ao âmbito local, mas sem perder de vista a visão global atualizada. Esta ação, enquanto curso de especialização, na área do conhecimento Ciências Sociais Aplicadas/Administração de Setores Específicos possui carga horária mínima de 360 horas aulas. O primeiro teve início em março 2011 e conclusão em 2012, sendo realizado pela Universidade Católica de Pernambuco. O atraso no cronograma de execução do Fundecoop 046/2012, teve origem em função das instituições de ensino contatadas demorarem para encaminhar as propostas para execução do Curso. Em outubro de 2012 foi realizado o processo licitatório que teve como vencedor a instituição UNINASSAU, (GRUPO SER EDUCACIONAL). Carta convite 002/2012. As aulas tiveram início em dezembro de 2012, com a primeira etapa do primeiro módulo.

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45 Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Material de Consumo Auxílios Educacionais Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$

Contextualização

1.960,00 69.840,00

Lanche para a solenidade de colação de grau Pagamento da inscrição de treinandos

b) Administrativo: 

CURSO – GESTÃO EM COOPERATIVAS DE CRÉDITO

Teve por objetivo propiciar aos participantes o desenvolvimento de competências para:compreender as origens, princípios, bases e evolução do cooperativismo; - compreender a cooperativa como parte de um sistema econômico-financeiro e gerida de acordo com regras próprias; reconhecer a importância da cooperativa de crédito para o desenvolvimento empresarial do associado e da comunidade, - compreender a função do gerente na cooperativa de crédito e os limites de sua competência técnica; gestão contábil-financeira das Cooperativas de Crédito, caracterizar os conceitos operacionais essenciais à gestão da cooperativa de crédito, - compreender as noções básicas de demonstração financeira e de balanços empresariais e de cooperativa, compreender a importância dos controles internos. O curso se justifica pela necessidade de garantir maior credibilidade e menor risco nas operações financeiras, como também, garantir um atendimento e serviço de qualidade. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Contextualização

Materiais para Treinamento Serviços Especializados

467,69 2.287,00

Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

216,20

kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá) remuneração de instrutor reprodução de apostilas

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$

Contextualização 3.411,55

remuneração de instrutores

CURSO - ROTINAS E OPERAÇÕES DE CAIXAS

Teve por objetivo expandir o entendimento dos gerentes sobre a importância do papel/atribuições que desempenham na formação da imagem da cooperativa e nos resultados que ela alcança, ampliando as habilidades em vendas e comportamentais que facilitam a atuação dos gerentes contribuindo para maximizar a eficácia na condução de suas equipes. O curso se justifica pela necessidade de garantir maior credibilidade e menor risco nas operações financeiras, como também, garantir um atendimento e serviço de qualidade, a realização dos cursos de Desenvolvimento de Caixas e Gerentes, torna-se imprescindível para o crescimento das cooperativas de crédito.

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46 Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Contextualização

Material de Consumo

962,51

despesa com alimentação de treinandos

Locações

550,00

locação de sala

Materiais para Treinamento

467,69

kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá)

Serviços Especializados

10.860,00

Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

380,78

remuneração de instrutor reprodução de apostilas

 CURSO – REDAÇÃO EMPRESARIAL Teve por objetivo apresentar estratégias que facilitam o processo de produção da comunicação escrita, capacitar o participante a elaborar textos empresariais corretamente, com coerência e organização e atualizar itens gramaticais de grande importância à produção textual. O curso se justifica em virtude da organização cooperativa possuir quadro de profissionais que diariamente necessitam de uma linguagem eficaz para garantir a total compreensão dos comunicados, relatórios empresariais e principalmente dos e-mails. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Material de Consumo

Contextualização 1.285,90

despesa com alimentação de treinandos

Locações

550,00

locação de sala

Materiais para Treinamento

467,69

kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá)

Serviço9s Especializados

6.790,00

Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013.

62,10

remuneração de instrutor reprodução de apostilas

 CURSO – DIREÇÃO DEFENSIVA ECONÔMICA Teve por objetivo fornecer referencial teórico e comportamental para a condução de veículos de transporte de passageiro, visando máxima eficiência, segurança e economia. O curso se justifica pela necessidade de formação do condutor de veículos de transporte de passageiros face ao grau de responsabilidade e conscientização. Além de saber trabalhar diretamente com os mais variados tipos de clientes, o motorista deve saber lidar com uma carga horária de trabalho exaustiva e, sem comprometer a segurança de todos os usuários desse transporte, como também outros condutores no trânsito. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Serviços Especializados Encargos s/ Serv de Terceiros Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$

Contextualização 2.000,00 300,00

remuneração de instrutor Inss sobre serviços de cooperativas

 CURSO - EXCELÊNCIA NO ATENDIMENTO Teve por objetivo possibilitar ao participante compreender a importância do atendimento excelente, proporcionando conhecimento e desenvolvimento de habilidades. As ações de justifica pela necessidade de pessoas que trabalham com atendimento representam um portal para a fidelização de clientes, além de motivá-los para um atendimento de qualidade aos sócios de cooperativas e público externo.

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47 Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Material de Consumo

Contextualização 2.815,17

Despesa com alimentação de treinandos

Passagens e Locomoções

237,80

Despesa de locomoção para técnico do SESCOOP

Locações

577,50

Locação de sala

Materiais para Treinamento

2.772,22

Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá)

Serviços Especializados

9.440,00

Remuneração de instrutor

Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

114,00

Reprodução de apostilas

CURSO GRAFODOCUMENTOSCOPIA

Teve por objetivo oferecer subsídios para maior segurança na atividade de conferência de documentos e assinaturas. A ação se justifica pela necessidade de formação e na atualização dos gestores e colaboradores de cooperativas de crédito, em assuntos relacionados ao Sistema de Crédito bancário e cooperativo, certamente é um diferencial competitivo para as cooperativas de crédito de Pernambuco. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Contextualização

Material de Consumo

886,60

Despesa com alimentação de treinandos

Locações

400,00

Locação de sala

Materiais para Treinamento

467,69

Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá)

Serviços Especializados

6.050,00

Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

128,00

Remuneração de instrutor Reprodução de apostilas

 CURSO MATEMATICA FINANCEIRA Teve por objetivo proporcionar aos participantes o conhecimento básico em matemática financeira, através de conceitos e símbolos da área financeira; Ampliar o conhecimento na área de cálculo de juros e compreensão da aplicação da matemática financeira dentro dos processos de fluxo de caixa do gestor e colaborador das cooperativas de Crédito. A ação se justifica pela necessidade de atualização contínua do gestor e colaborador das cooperativas de Crédito. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Material de Consumo

R$ 1.175,30

Contextualização Despesa com alimentação de treinandos

Locações

200,00

Locação de sala

Materiais para Treinamento

467,69

Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá)

Serviços Especializados Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

6.474,24 102,00

Remuneração de instrutor Reprodução de apostilas

 CURSO PREVENÇÃO A CRIME E LAVAGEM DE DINHEIRO Teve por objetivo oferecer aos participantes uma visão geral sobre as práticas de combate e prevenção ao crime de lavagem de dinheiro, em face da necessidade de conscientização dos profissionais de cooperativas de crédito, sobre o combate sistematizado ao crime organizado e a responsabilidade civil e criminal daqueles que são coniventes ao crime.

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48 Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Contextualização

Material de Consumo

886,60

Despesa com alimentação de treinandos

Locações

200,00

Locação de sala

Materiais para Treinamento

467,69

Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá)

Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

2.615,00

Remuneração de instrutor

CURSO EXCEL BÁSICO

Teve por objetivo capacitar os participantes para produção de planilha eletrônica que permite executar cálculos, gerar gráficos e manipular dados. Através deste aplicativo (software) é possível elaborar folhas de cálculos de alta complexidade sem necessidade de conhecimento de programação. Justificativa: através do excel aplicativo (software) é possível elaborar folhas de cálculos de alta complexidade sem necessidade de conhecimento de programação, daí da importância da qualificação para o profissional da atualidade. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Material de Consumo

1.345,00

Materiais para Treinamento

603,49

Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Contextualização

1.600,00

Despesa com alimentação de treinandos Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá) Remuneração de instrutor

CURSO TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO E VENDAS

Teve por objetivo propiciar aos participantes habilidades de negociação, a partir de estratégias traçadas, treinando a capacidade vendas visando ao melhor resultado no negócio. O Curso se justifica pela necessidade de ampliar os negócios e elevar a venda dos produtos das cooperativas. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Material de Consumo

Contextualização 1.021,60

Despesa com alimentação de treinandos

Locações

400,00

Locação de sala

Materiais para Treinamento

467,69

Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá)

Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

1.680,00

Remuneração de instrutor

 CURSO DESENVOLVIMENTO DE ATENDENTES Teve por objetivo capacitar os atendentes de forma que consigam fidelizar cada vez mais clientes para suas cooperativas. O curso se justifica porque os atendentes da cooperativa de Crédito SICOOB Credipajeú em São José do Egito e das cooperativas de crédito maranhenses necessitavam capacitação visando o bem estar na cooperativa e consequentemente o cliente (cooperado) atendido por eles. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013 Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE

R$ 5.280,00

Contextualização Remuneração de instrutor


49 Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Contextualização

Serviços Especializados 7.730,00 Remuneração de instrutor Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013 /FUNDECOOP Nº 11 - Curso Desen. Atendente

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Contextualização

Serviços Especializados 6.695,00 Remuneração de instrutor Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013 /FUNDECOOP Nº 11 - Curso Desen. Caixa

CURSO DESENVOLVIMENTO DE GERENTES

Teve por objetivo expandir o entendimento dos gerentes sobre a importância do papel/atribuições que desempenham na formação da imagem da cooperativa e nos resultados que ela alcança, ampliando as habilidades em vendas e comportamentais que facilitam a atuação dos gerentes contribuindo para maximizar a eficácia na condução de suas equipes. O curso se justificativa diante da necessidade de garantir maior credibilidade e menor risco nas operações financeiras, como também, garantir um atendimento e serviço de qualidade, a realização dos cursos de Desenvolvimento de Caixas e Gerentes, torna-se imprescindível para o crescimento das cooperativas de crédito. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Materiais para Treinamento

R$ 467,72

Serviços Especializados

5.280,00

Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

128,10

Contextualização Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá) Remuneração de instrutor Reprodução de apostilas

CURSO GERENCIAMENTO DE CONSULTÓRIO ODONTOLÓGICO

Teve por objetivo promover a capacitação dos cooperados do Sistema Uniodonto no Estado de Pernambuco e o fortalecimento do cooperativismo do ramo saúde no Estado. A ação se justifica pela necessidade de formação do cooperado do Sistema Uniodonto para melhor gerenciar o seu consultório e, consequentemente, uma prestação de serviços com maior qualidade. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Material de Consumo Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$

Contextualização 690,00

2.800,00

Alimentação de treinandos Remuneração de instrutores

 CURSO CONDUTOR DE VEÍCULO DE TRANSPORTE COLETIVO Teve por objetivo capacitação de condutores para conduzir de forma segura e com responsabilidade o veículo de acordo com as normas da Resolução CONTRAN 168/04. A ação se justifica pela necessidade de qualificação para que o condutor trabalhe com respeito ao pedestre, clientes pelo condutor transportador e outros condutores, de forma que a cooperativa tenha seus colaboradores e cooperados bem capacitados possibilitando serem bem vistos pelas comunidades atendidas. Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


50

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Contextualização 6.875,00

Remuneração de instrutores

CURSO RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

Teve por objetivo desenvolver competências interpessoais sensibilizando para a construção de novos padrões de comportamento. O curso se justifica pela necessidade de criar e conservar em ambientes de trabalho na organização cooperativa um clima organizacional que amplie a qualidade de vida das pessoas. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Material de Consumo

Contextualização 2.261,90

Despesa com alimentação de treinandos

Locações

400,00

Locação de sala

Materiais para Treinamento

467,69

Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá)

Serviços Especializados

3.996,00

Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

302,85

Remuneração de instrutor Reprodução de apostilas

c) Cooperativismo: 

FORMAÇÃO EM COOPERATIVISMO

Teve por objetivo oportunizar aos participantes uma compreensão básica e uma reflexão conjunta sobre o cooperativismo como movimento associativo e organização empresarial. O curso se justifica pela necessidade de fortalecimento da relação do cooperado coma cooperativa e da cooperativa com o cooperado, fortalecimento da cooperativa com a comunidade e fortalecimento do cooperado em sua atividade produtiva. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Contextualização

Material de Consumo

4.155,16 Despesa com alimentação de treinandos

Passagens e Locomoções

1.720,14 Passagem aérea para instrutor e técnico do SESCOOP

Diárias e Hospedagens

3.448,50 Diárias para técnico do SESCOOP

Materiais para Treinamento

1.549,10 Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá)

Serviços Especializados

3.000,00 Remuneração de instrutor

Outros Serviços

206,00 Reprodução de apostilas

Encargos s/ Serv de Terceiros Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

614,30 Inss sobre serviços de cooperativas

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51

d) Cursos Específicos: 

CURSO DE CONTABILIDADE

Teve por objetivo possibilitar um maior entendimento sobre a contabilidade de uma cooperativa e disseminar a doutrina e princípios cooperativistas. A ação se justifica, pois a contabilidade de uma cooperativa tem especificidades o curso capacitará contadores da cooperativa de forma que o beneficie a gestão e o entendimento dos sócios sobre a contabilidade da cooperativista. Elemento da despesa

R$

Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Contextualização 575,00 Alimentação de treinandos 2.432,29 Passagem aérea para instrutor Diárias para instrutor técnico da unidade Nacional do 757,50 SESCOOP

CURSO PREPARATÓRIO PARA CPA 10

Teve por objetivo capacitar os profissionais que tenham contato presencial ou à distância, com investidores qualificados na comercialização de produtos de investimento a prestar o Exame de Certificação ANBID – Série 10. O curso se justifica pela necessidade de formação e atualização de gestores de cooperativas de crédito em assuntos relacionados ao Sistema Financeiro Nacional, tornando-se um diferencial competitivo para o cooperativismo de crédito. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Contextualização

Material de Consumo

1.891,45

Despesa com alimentação de treinandos

Locações

1.072,50

Locação de sala

Materiais para Treinamento Serviços Especializados Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

467,69 4.980,00 138,94

Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá) Remuneração de instrutor Reprodução de apostilas

e) Formação de Conselhos: 

CURSO – CONSELHEIROS FISCAIS

Teve por objetivo capacitar os participantes com elementos gerais e inerentes às atividades do Conselho Fiscal para um melhor desempenho da gestão das cooperativas. O curso se justificativa pela necessidade de formação do órgão de controle das cooperativas com vistas a reforçar o processo de governança das cooperativas Pernambucanas.

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52 Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Locações Materiais para Treinamento Serv e Divulg Institucionais Serviços Especializados Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$ 2.145,50 652,04 679,00 550,00 2.030,48 672,66 10.360,00 562,70

Contextualização Despesa com alimentação de treinandos Passagem para instrutor e técnico do SESCOOP Diárias para técnico do SESCOOP Locação de sala Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá) Folder Remuneração de instrutor Reprodução de apostilas

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Contextualização 3.411,55

Remuneração de instrutores

CURSO – CONSELHEIROS ADMINISTRATIVOS DE COOPERATIVAS

Teve por objetivo fornecer aos conselheiros administrativos subsídios teórico-práticos que propiciem aos dirigentes a tomada de decisão com vista ao alcance dos objetivos sociais e à segurança do quadro social da cooperativa. O curso se justificativa pela necessidade das cooperativas como empreendimentos de gestão coletiva precisam de conselheiros com habilidades sobre gestão estratégica do Conselho Administrativo nas sociedades cooperativas. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Material de Consumo Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$ 542,80 2.072,00

Contextualização Despesa com alimentação de treinandos Remuneração de instrutor

CURSO - Formação de Conselheiros de Administração de Cooperativas de Crédito do Sistema OCB/SESCOOP – FORMACRED

O Estado de Pernambuco contou com 2 participantes, do total de 40 alunos, na turma-piloto do curso de Formação de Conselheiros de Cooperativas de Crédito (Formacred), promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). O curso foi realizado em Brasília (DF) e teve duração de 96 horas/aula, tendo participado os representantes das Cooperativas Pernambucred (sistema UNICRED) e Credipajeu (Sistema SICOOB). Os grandes diferenciais do curso foram: relevância e aplicabilidade prática dos assuntos; elevado padrão dos instrutores; troca de experiências entre os alunos (de todas as regiões do país, de vários tipos de cooperativas de crédito e diversos sistemas cooperativos); qualidade do material didático

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53

f) Intercâmbio Teve por objetivo proporcionar aos membros de cooperativas vivenciar experiências em cooperativas do Ramo Habitacional e Crédito nos Estados de São Paulo e Espírito Santo. O intercâmbio complemento a qualificação dos sócios fundadores da Cooperativa Habitacional de desenvolvimento Imobiliário, 08 membros ocupantes de órgãos sociais da cooperativa. No caso do Espírito Santo o intercâmbio complementou a Capacitação realizada em parceria com o SEBRAE/PE para 15 gerentes da Cooperativa SICCOB CREDIPAJEU. Em 2012 o atendimento foi feito para 10 gerentes. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Contextualização 122,00 24.298,74 16.814,00

Alimentação de participantes Passagens aéreas para os participantes Hospedagens de participantes

g) Encontro Estadual do Cooperativismo Teve por objetivo promover uma reflexão sobre a sustentabilidade das Cooperativas em Pernambuco e sua participação na construção de um Pernambuco melhor. A justificativa da ação é porque Pernambuco e é um dos que mais cresce na Região Nordeste- estudos revelam que se iguala ao índice da China. Porém´, há questionamento sobre o posicionamento das Cooperativas neste cenário e a capacidade das mesmas em aproveitar estas oportunidades na extensão do Estado. O ENCONTRO ESTADUAL edição 2012 promoveu uma amostra das práticas cooperativas exitosas, além de discutir cenários da economia estadual e os desafios das cooperativas para acompanharem o ritmo do desenvolvimento em Pernambuco. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Despesas de Comunicação Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem Locações Materiais e Divulgação Materiais para Treinamento Serviços Especializados Encargos s/ Serv de Terceiros Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$

Contextualização 84,50 16.403,61 5.689,72 16.066,00 93,02 8.040,00 1.900,00 8.400,00 8.850,00 976,12

Postagens de correspondências Alimentação de participantes Passagens para instrutores Hospedagens de participantes, instrutores e equipe de apoio Combustível Salas Mídias (folder, cartaz, faixa) Kit para treinandos (bloco, pasta, caneta, crachá) Remuneração de instrutores Encargos sobre serviços terceiros PF

2.3.1.2. Investimento em Promoção Social Em 2012 o quantitativo de ações de promoção social programadas totalizava 40 atividades, distribuídas entre educação, integração social e saúde, perfazendo um total de 399 horas de atividades. Estas atividades foram projetadas para contemplar 2.276 beneficiários, a um custo de R$ 228.427,00, sendo o custo médio projetado de R$ 100,36 por beneficiário / ação (Anexo VII). Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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Há que ressaltar que este valor médio não coincide com a média e a mediana. Também se encontra uma variância significativa, tanto inter como intra-atividades, a qual é decorrente dos seguintes fatores: os de natureza geográfica, relacionados à localização da ação; os de natureza temática, face às especificidades dos recursos demandados; os de amplitude do público beneficiário, os quais requerem espaços e recursos diferenciados. Face ao exposto, aprouve agregar o conjunto de atividades em um quadro exposto a seguir, sendo observado que o total de ações realizadas no exercício de 2012 consistiu em 36 atividades, correspondendo 90% do que fora programado. As atividades realizadas totalizaram 339 horas, ou seja, 85% do total de horas inicialmente programadas. O número de participantes efetivo nas ações foi de 2.130 beneficiários, ou seja, 94% do total programado. O volume de dispêndios realizados correspondeu a R$ 169.251,91, ou seja, 74% do total orçado, havendo um custo médio de R$ 79,46 por beneficiário / ação (Anexo VII; Quadro 4). O conjunto de atividades que estiveram voltadas para a promoção social do SESCOOP/PE em 2012 foi agrupado nas seguintes categorias: a) Educação que se caracterizam por apresentarem o cooperativismo à sociedade, especialmente junto aos jovens, através de um processo pedagógico que favoreça a ampliação de saberes, despertando para uma nova prática econômica e social. Foram realizadas 30 atividades, com carga horária de 292 horas, envolvendo 807 beneficiários. b) Integração social compreende o conjunto de ações que visam construir e alicerçar a imagem do movimento cooperativo na sociedade, estreitando a relação entre estes, através da promoção de eventos de caráter comunitário, dentre outros ações. Foi realizada 01 ação, com carga horária de 16 horas, envolvendo 16 beneficiários; c) Saúde representa uma resposta do movimento cooperativo ao conjunto de questões de natureza de melhoria da qualidade de vida, com impactos tanto na comunidade do entorno como na sociedade pernambucana. Foram realizadas 4 ações, com carga horária de 26 horas, envolvendo 1020 beneficiários; d) Cultura envolve ações que se destinam a fortalecer elementos relacionados aos valores, crenças e demais componentes materiais e imateriais das comunidades das cooperativas e o movimento cooperativo. Foi realizado 1 ação, com carga horária de 5 horas, envolvendo 102 beneficiários (Quadro 4). Vale salientar que uma descrição pormenorizada acerca das referidas ações, bem como a realização por elemento de despesa se encontra disposta nos Anexos XI. Quadro 4 - Promoção Social em 2011, segundo temática. PROMOÇÃO SOCIAL

TEMÁTICA

Nº DE AÇÕES

BENEFICIÁRIOS

30

807

Gênero

-

-

Geração de renda

-

-

Integração social

1

201

Meio ambiente

-

-

Saúde

4

1020

Cultura

1

102

Total Fonte: Administrativo SESCOOP, 2012

36

2130

Educação

Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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Quanto às ações de promoção social de maior relevância, no exercício de 2012, vale destacar os seguintes: a) Educação: Programa Cooperjovem Esta ação compreende a principal atividade da Promoção Social, através da ação voltada para o cooperativismo junto a 350 professores, os quais são relevantes na operacionalização do programa. Através destes professores o programa alcança cerca de 15.000 crianças, presente em 06 municípios do estado de Pernambuco, dos quais a metade está localizada na mesoregião do sertão do Pajeú (Ingazeira, Afogados da Ingazeira e São José do Egito), distantes 400 km do Recife, capital do Estado. Nestes municípios o programa está presente em 65% das escolas públicas, sendo que 45% destas situadas em áreas rurais de difícil acesso. Os alunos integrantes do Cooperjovem de Pernambuco participaram do 6º Prêmio Nacional de Redação do Programa Cooperjovem, que tem como objetivo estimular e fortalecer o conhecimento sobre o cooperativismo, incentivando os alunos do Programa a produzirem textos que abordem as temáticas da cultura da cooperação e do cooperativismo. O concurso teve 18 mil redações inscritas, tendo sido 52 selecionadas pelas unidades estaduais e encaminhadas à Unidade Nacional do Sescoop para a última fase de classificação. Um aluno do Cooperajovem de Pernambuco obteve a 5º melhor colocação na categoria II (entre 6º e 9ºano) e a 6º colocação na categoria I (entre 4º e 5º ano). No exercício de 2012, foram realizadas as seguintes atividades: Intercâmbios técnicos; Encontro Estadual dos Coordenadores; Encontro Estadual de Professores. Encontros do Comitê Gestor e participação nos prêmios de Redação (professores e alunos) . Estas ações permitiram aprimorar a formação e o monitoramento do programa, através de reuniões técnicas nas escolas, seminários de ferramentas metodológicas e encontros estaduais de professores e de coordenadores do levar mais formação para o município. No encontro dos coordenadores foi possível fazer uma avaliação dos avanços o programa considerando o ambiente interno e externo, a saber:   

Maior integração escola, professor, aluno, família e sociedade, Formação continuada dos professores, Valorização dos estudantes e professores por meio de reconhecimento nos projetos de redação e prêmio educador Cooperjovem,  Mudança no comportamento e nas ações dos alunos envolvidos no programa,  Valorização da cooperação na comunidade escolar,  Melhoria na aprendizagem por meio dos projetos cooperativistas trabalhos na escola,  Variação positiva do quantitativo de alunos, escolas e professores integrantes do programa,  Diminuição da competição  Fortalecimento do intercâmbio de experiências entre os municípios  Ênfase à educação infantil no programa  Desenvolvimento de projetos com vistas ao desenvolvimento sustentável No Encontro Estadual de Professores foram levantados óbices face ao vínculo de trabalho por contratos temporários com o estado e a mudança de professores por conta de transferências. Outro fator limitante é a insuficiência de quadro técnico capacitado nas cooperativas parceiras, para acompanhar o desenvolvimento do programa. Especificamente neste ano, alguns professores tiveram dificuldade para participar dos eventos do último quadrimestre em função da dificuldade para liberação de transportes.

Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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Nesta direção, para melhoria do programa e da metodologia, as reuniões de avaliação, seja de professores e coordenadores apontaram para alguns tópicos, tais como:        

Troca de experiências exitosas via redes sociais, Realização de formação continuada semestralmente, Integrar o COOPERJOVEM com outros programas / PAS / CULTURA DE PAZ, aproximando as metodologias e diminuindo a quantidade de programas na rede, Elaborar material integrado entre os programas e estabelecer métodos de controle e quantificação de resultados por meio de diagnósticos periódicos, Levar o programa COOPERJOVEM para localidades aonde já é desenvolvido trabalhos no modelo de cooperação, Desenvolvimento das aulas no ensino fundamental II sobre o cooperativismo envolvendo todas as disciplinas, Articulação por parte das Secretarias de Educação nas escolas que fazem parte do Programa Realizar de fóruns, seminários ou conferências educativas em consonância com outros programas e projetos.

O estado de Pernambuco também participou do 5º Prêmio Professor Cooperjovem, o qual recebeu a inscrição de 352 professores, tendo sido encaminhados 19 projetos à Unidade Nacional do Sescoop para a última fase de classificação. Um professor do Cooperjovem de Pernambuco obteve a 10ª melhor colocação no ranking nacional. Intercâmbio Técnico Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$

Contextualização

484,05 Passagem dos participantes 4.182,00 Hospedagem e alimentação de treinandos 120,60 Combustível

Encontro Estadual dos Coordenadores do Cooperjovem – Teve por objetivo possibilitar aos coordenadores e gestores uma reflexão do seu papel como educador e líder no processo de transformação na educação Justificativa: integrar e atualizar conhecimentos na condução do programa nas escolas e traçar estratégias de atuação do programa no exercício seguinte. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Locações Materiais e Divulgação Materiais para Treinamento Serviços Especializados Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013 Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE

R$

Contextualização

18.859,21 Alimentação de treinandos 3.215,14 Passagem aérea para instrutor 12.600,00 Hospedagem de participante, instrutor e equipe de apoio

1.400,00 Sala 1.300,00 350,00 2.240,00 183,00

Kit de participante Pasta personalizada Remuneração de instrutores Reprodução de apostilas


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Encontro Estadual dos Professores do Programa Cooperjovem – Teve por objetivo oportunizar troca de experiências entre os professores e estudo do tema “valores norteadores da educação”. Justificativa: a troca de experiência entre professores tornouse relevante para a implementação do programa.

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Locações Materiais e Divulgação Materiais para Treinamento Serviços Especializados Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$ 18.859,21 3.215,14 12.600,00 1.400,00 1.300,00 350,00 2.240,00 183,00

Contextualização Alimentação de treinandos Passagem aérea para instrutor Hospedagem de participante, instrutor e equipe de apoio Sala Kit de participante Pasta personalizada Remuneração de instrutores Reprodução de apostilas

Oficina de Formação de Professores - teve por objetivo oportunizar troca de experiências entre os professores e estudo do tema “valores norteadores da educação”. Justificativa: a troca de experiência entre professores tornou-se relevante para a implementação do programa Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem Serviços Especializados Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$ 243,52 2.522,00 314,90 8.394,88 276,10

Contextualização Despesa com técnico do SESCOOP Hospedagens e alimentação de treinandos Pagamento de fretes Remuneração de instrutores Reprodução de apostilas

Reunião Técnica nas Escolas – teve por objetivo monitorar as escolas que trabalham com o programa cooperjovem no estado de PE. Justificativa: motivação dos professores, conhecimento da realidade da escola e sua vivência com o programa. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE

R$ Contextualização 210,05 Locomoção do técnico do SESCOOP 1.843,00 Diária para técnico do SESCOOP 116,14 Combustível


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Reunião Comitê Gestor – teve por objetivo monitorar o andamento, discutir e propor estratégia para continuidade do Cooperjovem. Justificativa: órgão consultivo do programa Cooperjovem, para alinhar as demandas e validação das ações que serão implementadas no Programa em nível estadual. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Contextualização

Material de Consumo

115,00 Alimentação de participantes

Passagens e Locomoções

148,05 Despesa de passagem de técnico do SESCOOP

Diárias e Hospedagens Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

5.134,00 Diárias dos membros do comitê

Seminário Ferramentas Metodológicas – Teve por objetivo atualizar os professores na metodologia de aplicação do programa.

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Passagens e Locomoções Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$ 30,00 920,00

Contextualização Passagem técnico do SESCOOP Remuneração de instrutor

Intercâmbio Cooperativas Mirins – Teve por objetivo oportunizar aprendizagem, para os professores do Cooperjovem, na experiência do Cooperjovem, no município de São José do Egito. Justificativa: a vivência das escolas do Município de São José do Egito na implementação do Programa Cooperjovem constitui um referencial para os demais municípios. Sobretudo no que se refere ao envolvimento da Secretaria de Educação e apoio da Cooperativa Credipajeu. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$ 2.100,00 291,00

Contextualização Transporte dos alunos Diária para técnico do SESCOOP

b) Integração social: Gincana Multicultural A Gincana Multicultural Cooperjovem, tem como objetivo proporcionar a todos os envolvidos momentos de Atividades Cooperativa, promovendo a integração interestadual dos alunos, capacitando para a superação dos desafios, elevando a cidadania a participação ativa dos alunos e professores. No exercício de 2012 a Gincana integrou o rol de atividades em comemorações pelo Ano Internacional do Cooperativismo. As escolas inovaram com a realização de gincanas municipais, com oficinas e trabalhos em grupo, ampliando a experiência já bem sucedida da gincana estadual, realizada em Carpina, no ano anterior. Ocorreu o engajamento dos professores, realizando o planejamento de todos os detalhes do evento e cada cidade Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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mostrou as suas peculiaridades na divulgação e nas atividades realizadas, com programação própria. Para a realização da gincana houve parceria das secretarias de educação, prefeituras, cooperativas parceiras, profissionais de diversas áreas, familiares dos alunos e fornecedores. O ponto alto desta gincana que se realizou em um único ambiente foi o estímulo para que os alunos sejam estimulados para explorarem o ambiente de comunicação, blogs, redes sociais e rádios comunitárias. Para isso foi relevante ao apoio dos jovens integrantes do Projeto Fundação Casa Grande , Nova Olinda – CE. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens

R$ 13.425,81 3.097,98 20.497,00

Contextualização Alimentação de treinandos Deslocamento dos alunos até o local do evento Hospedagens dos treinandos

Locações

2.600,00

Sala

Materiais e Divulgação

7.055,00

Kit para os alunos

Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

7.400,00

Remuneração dos facilitadores

c)

Saúde: Cooperativa Saudável

O projeto trabalhou a AÇAO COOPERATIVA e a palestra sobre SAÚDE DO HOMEM. O primeiro promove a educação para prevenção da saúde por de hábitos saudáveis (exercícios físicos, higiene, visitas periódicas ao serviço de saúde e aferição da pressão e glicose), além da emissão de CPF e RG. Quanto a palestra sobre SAÚDE DO HOMEM, foi dirigida aos associados de cooperativas de transportes, pois há relatos da necessidade de apoiar os motoristas para melhoria da saúde deste público. Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Serviços Especializados Encargos s/ Serv. de Terceiros Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$ 329,84 637,34 1.455,00 1.500,00 300,00

Contextualização Alimentação de treinandos Transporte técnico do SESCOOP Diárias técnicos do SESCOOP Remuneração de instrutor Encargos serviços terceiros PF

d) Cultura: 

Oficina de Leitura - As oficinas tiveram como objetivo preparar os professores para criação de ambientes que estimulem a as equipes para elaboração de bons textos.

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem Serviços Especializados Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE

R$ 438,15 1.164,00 28,25 6.720,00

Contextualização Transporte de técnico do SESCOOP Diária de técnico do SESCOOP Frete Remuneração de instrutor


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Festival de Música - A essência do Festival consiste na criação de paródias envolvendo os temas estudados em sala de aula. As paródias, com exceção das turmas dos anos iniciais, são escritas pelos próprios alunos. Os arranjos musicais são preparados por profissionais da área de música, contratados pela Cooperativa, e que também acompanham as equipes nos ensaios. O espírito de cooperação presente em cada equipe, que participa do Festival da Música, acaba sendo uma aula prática de cooperativismo. Desde a concepção da idéia, passando pelo planejamento, pela distribuição das tarefas, pelos ensaios e chegando até a apresentação no palco, são muitas as decisões tomadas coletivamente, objetivando o bem estar de todos. A meta a ser atingida, com esforço e dedicação, transforma cada equipe num modelo de cooperativa. São todos trabalhando de forma articulada, cada um desempenhando o seu papel, para o sucesso do conjunto. O evento integrou às comemorações da Cooperativa pela passagem do Ano Internacional das cooperativas.

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Locações Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$ 16.130,00

Contextualização palco, iluminação, telão

2.3.1.3. Investimento em Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas As atividades de monitoramento e desenvolvimento de cooperativas têm como principal objetivo a manutenção da qualidade da gestão das empresas cooperativas, preservando sua credibilidade perante terceiros e a transparência ante o quadro social. Busca-se, ainda, assegurar a longevidade das cooperativas. O monitoramento é efetuado por meio de visitas “in loco” ou por atendimento no SESCOOP/PE, por meio de solicitação de pareceres, ou ainda, pela análise documental arquivados no Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no estado de Pernambuco OCB/PE. A qualidade da gestão é perseguida mediante processos que envolvem a constituição, o registro, o sistema de acompanhamento e a auditoria de gestão, incluindo também a análise de cenários econômicos e dos meios de conduzir os negócios nos diversos ambientes onde atuam. Esses processos combinam-se ao monitoramento das cooperativas, que busca proporcionar melhores níveis de eficiência e eficácia, com maiores resultados e menos gastos financeiros. Outra meta é garantir que as cooperativas sejam, de fato, sociedades democráticas atentas aos anseios dos cooperados, sem, contudo, perder de vista o mercado e os condicionantes econômicos. Em 2012 o quantitativo de ações de monitoramento e desenvolvimento de cooperativas programadas totalizava 44 atividades, distribuídas entre consultoria especializada, constituição e registro e a acompanhamento de gestão de cooperativas, perfazendo um total de 1.008 horas de atividades. Estas atividades buscavam atender diretamente 54 beneficiários, a um custo de R$ 101.410,00, sendo o custo médio de R$ 2.304,77 por beneficiários/ação (Anexo VII). Há que ressaltar que este valor médio não coincide com a média e a mediana. Também se encontra uma variância significativa, tanto inter como intra-atividades, a qual é decorrente dos fatores de natureza geográfica, de natureza temática e de amplitude do público beneficiário. Face ao exposto, aprouve agregar o conjunto de atividades em um quadro exposto a seguir, sendo observado que o total de ações realizadas no exercício de 2012 consistiu em 36 atividades, correspondendo 82% do que fora programado. As atividades realizadas totalizaram 300 horas, ou seja, 30% do total de horas inicialmente programadas. O número de participantes efetivo nas ações Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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foi de 36 beneficiários, ou seja, 67% do total programado. O volume de dispêndios realizados correspondeu a R$ 12.857,22, ou seja, 12,5% do total orçado, havendo um custo médio de R$ 357,14 por pessoa / beneficiário (Anexos XI, Quadro 5). O conjunto de ações relacionadas ao monitoramento e desenvolvimento de cooperativas do SESCOOP/PE, em 2012, foram os seguintes: a) Programa de orientação cooperativista tem como objetivo disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo, para garantir sua prática na cooperativa. Justificativa: orientação para pessoas que estão buscando informações para constituir cooperativa tendo sido realizada 23 atividades, com carga horária de 82 horas, envolvendo 23 beneficiários; b) Programa de acompanhamento cooperativista tem como Objetivo: fornecer a cooperativa informações sobre boas práticas e padrões de qualidade em gestão e governança. Justificativa: para garantia que as cooperativas sejam instituições democráticas,, controladas pelos seus membros, que participam ativamente na formulação das suas políticas e nas tomadas de decisões, preocupando-se com as práticas de gestão e governança. Foram realizadas 13 atividades, com carga horária de 208 horas, envolvendo 13 grupos/cooperativas beneficiadas; Vale salientar que uma descrição pormenorizada acerca das referidas ações, bem como a realização por elemento de despesa se encontra disposta a nos Anexos XI e XVIII. Quadro 5 - Monitoramento e Desenvolvimento das Cooperativas em 2012, segundo temática TEMÁTICA

Monitoramento e Acompanhamento Nº DE AÇÕES 13

BENEFICIÁRIOS 13

Programa de Orientação Cooperativista

23

23

TOTAL Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

36

36

Programa de Acompanhamento Cooperativista

Os programas de acima relacionados foram realizados em conformidade com a diretriz Nacional de Monitoramento. Um dos fatores que implicaram mais relevantes para a baixa execução orçamentária foi que o atendimento aos grupos cooperativos foram realizados pelos técnicos do SESCOOP/PE, em sua própria sede, por conveniência dos grupos demandantes. Outro fato relevante foi que apenas no último trimestre do ano 29 cooperativas se comprometeram a receber a equipe técnica para realização do trabalho de verificação documental exigido no programa de acompanhamento cooperativista. 2.3.1.4. A Comunicação do Sescoop/PE A entrega do 1º Prêmio de Jornalismo Cooperativista foi um dos destaques do ano e aconteceu durante a Assembleia Geral Ordinária da OCB/PE. Muitas foram as menções à entrega no ambiente on line. O cooperativismo pernambucano também foi abordado em jornais e revistas, tanto em matérias como em notas. O setor de comunicação do Sescoop/PE também investiu na divulgação dos cursos da entidade por meio da elaboração de banners on line, que foram divulgados no portal institucional e foram também enviados para as cooperativas por e-mail. A ação destacou de forma diferente cada um dos temas abordados, de forma a garantir maior aproximação à realidade do público-alvo. Em comemoração ao Ano Internacional do Cooperativismo, a marca oficial comemorativa ao ano foi inserida em todas as artes desenvolvidas tanto para a Capacitação e Promoção Social.

Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE


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Quadro 6 – Publicação das Matérias do Portal Institucional e em Veículos Impressos Data 09/02 27/03 30/03 30/03 10/04 19/04 03/05 10/05 11/05 01/06 11/06 19/07 19/07 27/07 28/07 30/07 30/07 01/09 05/09 14/09 25/09 02/10 04/10

REPUBLICAÇÃO INTEGRAL DAS MATÉRIAS DO PORTAL INSTITUCIONAL Matéria Blog/Site/Portal Consultoria para Aperfeiçoar a Gestão de Seu Capital Humano EASYCOOP Faculdade Joaquim Nabuco Visitam COOPCONFEC MACAPARANA NEWS Sescoop/PE Participa de Encontro Sobre a Lei de Acesso à Informação EASYCOOP Colaboradoras da Coopagreste Investem em Estudos Sobre EASYCOOP e Jornal de Cooperativismo Caruaru Cooperativismo É Pauta De Ciclo De Debate No Recife EASYCOOP Técnicos De Unidades Estaduais Do Sescoop Recebem Capacitação EASYCOOP Premiação- 1º Prêmio de Jornalismo Cooperativista EASYCOOP Coodapis Realiza Evento Nesta Sexta-Feira EASYCOOP Coodapis Realiza Evento Nesta Sexta-Feira em Tabira Tabira Notícias Pernambuco Terá Nova Cooperativa de Habitação EASYCOOP Projeto de Lei para o Cooperativismo Pernambucano EASYCOOP Cootrape: Pioneirismo em Bilhetagem de Transporte Coletivo EASYCOOP/DIGION Cooperados Participam de Curso para Cons. Fiscais EASYCOOP Cootrape Comemora Dia do Motorista BLOG do Gerson Roberto

10/04 11/04 20/04

Coopetrans Homenageia Condutores Coopetrans Homenageia Cootrape Comemora Dia Do Motorista Seminário De Crédito Reúne Empreendedores em Gravatá Nova Lei Que Regulamenta As Cooperativas De Trabalho. Conclusão do 1º MBA em Gestão de Cooperativas Gincana do Programa Dia da Secretária é Celebrado em Evento Sescoop/PE Recebe Assessoria Técnica do Nacional para Reestruturação de Cargos e Carreiras Produtores de Cana Mostram a Força do Cooperativismo no Estado Produtores de Cana Mostram a Força do Cooperativismo no Estado Rádio Jornal Leva 1º Prêmio de Jornalismo Cooperativista

21/04 23/04

SICC é Destaque em Prêmios Nacionais SICC é Destaque em Prêmios Nacionais

26/04 08/05 05/07 24/08

CNB Recife e Rádio Jornal em Destaque nas Premiações Nacionais COODAPIS Receberá Caminhão da Fundação Banco do Brasil Comemorações Cooperativistas Seguem por Todo o Brasil Banco Central e OCB/PE São Parceiros em Evento

BLOG Paulista em 1º Lugar EASYCOOP EASYCOOP STUDIO Viva Gravatá EASYCOOP EASYCOOP EASYCOOP EASYCOOP EASYCOOP PORTAL NE10 G20 Portal da Rádio Jornal/ Blog Notícia PE Jornal do Commercio Câmara Brasileirab da Indústria da Construção CBN Recife Tabira Notícias Portal OCB Nacional Portal ano 2012

MATÉRIAS E NOTAS EM VEÍCULOS IMPRESSOS Edição /data 16/2012 18/2012

Cooperativa Incrementa Produção De Mel Em Tabira CERALPA: Desenvolvimento Rural Levado a Sério

Revista Movimento Revista

21/08

Exportação de Cooperativas do Estado Aumenta 42.000%

30/08 13/09

Seminário Cooperativa de Crédito Em Gravatá: Oportunidades de Negócios Nota Sobre Cooperativa de Cana.

25/12

Matéria Aposta na Criatividade

Jornal Folha de Pernambuco – Editoria de Economia Jornal do Commercio , Editoria de Economia Diário De Pernambuco, Editoria de Economia Diário de Pernambuco, Editoria de Economia

Texto

Relatório de Gestão 2012| Sescoop/PE

Veículo


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2.4. Indicadores de Desempenho Operacional Visando analisar o desempenho da unidade se reproduziu um quadro síntese com as metas físicas e financeiras, orçadas e realizadas nas atividades finalísticas da unidade. A partir do quadro são construídos os indicadores, obtidos através do quociente entre os elementos apresentados. Considerando que este processo norteou os relatórios anteriores, aprouve, no presente exercício, apresentá-lo, de modo a não romper com o método de desempenho da unidade. A escala temporal utilizada levou em consideração um espaço maior que o trabalhado em itens anteriores, possibilitando uma maior amplitude na leitura da trajetória em relação às metas previstas e realizadas. E, por se tratar de uma análise que trabalha dados quantitativos, há que levar em consideração a junção de dois ou mais indicadores para uma leitura sem vieses. Ou seja, tomados isoladamente pode haver conclusões que não reflitam parâmetros de eficiência e eficácia das atividades com fidedignidade. O caso do processo de formação profissional, por exemplo, retrata esta situação, visto que as ações de capacitação e formação profissional, no âmbito de vários órgãos governamentais federais, a exemplo do Ministério do Trabalho, têm sofrido mudanças na sua concepção e estrutura. Ao longo da década, os cursos de curta duração, planejados de forma isolada, mostraram resultados duvidosos, sendo enfatizados cursos de maior duração e planejados de forma a se complementarem. Neste sentido, o SESCOOP/PE vem estruturando ações voltadas para estratégicos, buscando adequação do planejamento de forma a melhorar a Dos 05 projetos finalísticos para o exercício de 2012, buscou-se através adequada, atender as demandas de formação profissional de um público resultados apontam:

alcançar os objetivos aplicação de recursos. de uma carga horária mais segmentado. Os

a) Objetivo 1 - foi realizado 76% do orçamento previsto e a meta física alcançou 147% da planejada; b) Objetivo 2 - foi realizado 63% do orçamento previsto e a meta física alcançou 133% da planejada; c) Objetivo 3 – foi realizado 69% do orçamento previsto e a meta física alcançou 118% da planejada; d) Objetivo 5 – foi realizado 55% do orçamento previsto e a meta física alcançou 180% da planejada; e) Objetivo 6 – foi realizado 75% do orçamento previsto e a meta física alcançou 340% da planejada. Vale salientar que o aumento e ou diminuição de um indicador de dispêndio de investimento em capacitação, em relação ao ano anterior, representa um exercício que demanda uma análise multifocal, no intuito de perceber as nuances que dizem respeito a esta questão. Isto se faz necessário por não se tratar de um processo de educação básica, mas de um processo de educação para o trabalho, o qual apresenta especificidades, segundo a demanda de cada ramo cooperativo. Para que se pudesse efetuar uma análise de satisfação dos participantes das ações finalísticas, também se continuou a coletar dados após a realização das atividades, obtendo-se um valor médio, que não retrata a média e a mediana. Tão pouco se obteve outros resultados estatísticos, a exemplo de variância e o desvio padrão. Os valores encontrados mostram um avanço na aplicação de recursos na área finalística, que são acompanhadas pela satisfação dos beneficiários. Tal fato vem sinalizar como um avanço nas ações do empreendidas pelo SESCOOP/PE para o período analisado, conforme os indicadores a seguir.

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64

i.

Indicadores de Eficácia De modo a visualizar a eficácia dos resultados operacionais do SESCOOP/PE são utilizados 03 indicadores: o Índice de Aplicação dos Recursos – IAR, a Média de Participantes por Evento – MPE e o Índice de Aceitação de Apontamentos – IAA. O Índice de Aplicação dos Recursos – IAR calcula o percentual de investimento total realizado em relação ao previsto, excluindo-se recursos provenientes do FUNDECOOP, sendo obtido através da seguinte expressão: Fórmula: Investimento total realizado Investimento total previsto Em R$ Elementos Investimento Total Realizado Investimento Total Previsto Índice de aplicação dos Recursos - IAR

2010 1.687.268,62 2.181.263,00

2011 1.967.200,59 2.410.785,00

2012 1.824.362,96 2.494.012,00

77,4%

81,6%

73,1%

Os resultados apontam que o SESCOOP/PE após um período de elevação do Índice de Aplicação dos Recursos – IAR entre 2010 e 2011, apresentou uma involução em 2012, com reflexos na eficácia no alcance dos resultados previstos. O índice da Média de Participantes por Evento – MPE calcula o número médio de participantes por evento, sendo obtido através da seguinte expressão: Fórmula: Total de participantes Total de Eventos Elementos Total de Participantes Total de Eventos Média de Participantes por Evento-MPE

2010 5.140 203 25,32

2011 6.171 225 27,43

2012 4.148 152 27,28

Os resultados apontam que o SESCOOP/PE após um período de crescimento na Média de Participantes por Evento – MPE entre 2010 e 2011, permaneceu estável no período de 2012. O Índice de Aceitação de Apontamentos – IAA calcula o percentual dos apontamentos que foram acatados pelas unidades estaduais auditadas, sendo obtido através da seguinte expressão: Fórmula: Apontamentos acatados Apontamentos realizados Elementos Apontamentos Acatados Apontamentos Realizados Índice de Aceitação de Apontamentos - IAA

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2010 -

2011 20 20

2012 18 18

%

100%

100%


65

ii.

Indicadores de Eficiência De modo a visualizar a eficiência dos resultados operacionais do SESCOOP/PE são utilizados 02 indicadores: o Investimento Médio por Participante – IMP e o Investimento Médio por Evento Realizado – IME. O Investimento Médio por Participante - IMP calcula o valor médio investido em eventos por participante, sendo obtido através da seguinte expressão: Fórmula: Investimento total Total de participantes Em R$ Elementos Investimento Total Total de Participantes Investimento Médio p/participante- IMP

2010 877.352,73 5140 170,69

2011 948.468,52 6171 153,70

2012 905.540,34 4148 218,31

Os resultados apontam que o SESCOOP/PE vem apresentando uma elevação do Investimento Médio por Participante - IMP, fato que se deve a: ampliação da carga horária dos eventos de modo a proporcionar uma melhor formação; especificidade técnica dos eventos, que demandam recursos humanos e tecnológicos mais específicos. O Investimento Médio por Evento Realizado - IME calcula o valor médio investido por evento, sendo obtido através da seguinte expressão: Fórmula: Investimento total em eventos Total de eventos realizados Em R$ Elementos Investimento Total em eventos Total de Eventos Realizados Investimento Médio p/Evento Real. - IME

2010

2011

2012

877.352,73

948.468,52

905.540,34

203 4.321,93

225 4.215,42

152 5.957,50

Os resultados apontam que o SESCOOP/PE vem apresentando uma elevação do Investimento Médio por Evento Realizado - IME, fato que se deve a: ampliação da carga horária dos eventos de modo a proporcionar uma melhor formação; especificidade técnica dos eventos, que demandam recursos humanos e tecnológicos mais específicos. iii.

Indicadores de Efetividade

De modo a visualizar a efetividade dos resultados operacionais do SESCOOP/PE se utiliza o Índice de Fortalecimento do Sistema – IFS, o qual calcula relação entre o valor investido pelo Sescoop (em ações finalísticas) e a variação do valor arrecadado pelo SESCOOP no último período, em relação ao período anterior. A sua obtenção se dá através da seguinte expressão: Fórmula: Variação do valor arrecadado Valor investido

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66 Em R$ Elementos 2010 2011 2012 Variação do valor arrecadado 158.044,20 242.866,26 337.086,94 Valor investido 1.085.079,81 948.468,52 927.276,21 0,146 0,256 0,364 Índice de Fortalecimento do Sistema- IFS * *Para cada R$1,00 investido pelo Sescoop nas ações finalísticas foi obtido um incremento de 0,364 vezes no valor arrecadado pela instituição, entre os anos de 2011 e 2012 .

Os resultados apontam que o SESCOOP/PE vem apresentando, entre 2010 e 2012, uma elevação do Índice de Fortalecimento do Sistema – IFS, de modo que o aumento da arrecadação do Estado significou um aumento no valor próprio investido na atuação finalística, apontando o esforço da Unidade na busca de investimentos para apoiar o desenvolvimento local.

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67

Tabela 5 – Indicadores por objetivos Orçamento Previsto

Realizado

% realização

Relação 1

451.302,00

345.178,64

76%

2 - Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista, alinhada as suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade

Relação 2

328.619,00

206.540,57

63%

Nº de cooperativas atendidas com cursos em gestão cooperativista

57

76

133%

3 - Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional

Relação 3

362.689,00

249.565,07

69%

Nº de cooperativas atendidas com cursos de formação profissional viabilizados pelo Sescoop

28

33

118%

5 - Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas

Relação 4

221.294,00

121.769,75

55%

Nº de cooperativas monitoradas pelo Sescoop

20

36

180%

7 - Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados e familiares

Relação 5

5.955,00

4.222,18

71%

Nº de participantes atendidos em programas de promoção da saúde

300

1020

340%

Objetivos Estratégicos Finalísticos 1 - Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil

Projetos /Iniciativas

Metas Físicas % Indicador do objetivo estratégico Prevista Realizada realização Nº de participantes em evento sobre cultura da cooperação, doutrina, 610 896 147% princípios e valores do cooperativismo

1.369.859,00 927.276,21 68% 1015 2061 203% OBS: Relação de Projetos / Iniciativas: Relação 1) Programa Orientação Cooperativista, Palestras, Curso Formação Cooperativismo, Encontro Estadual dos Prof. Cooperjovem, Interc Interm. Prof Cooperjovem, Reunião Técnica nas Escolas, Encontro Est Coordenadores do Cooperjovem, Gincana Multicultural, Manutenção Funcionamento-PROMOÇÃO SOCIAL, Reunião Comitê Gestor, Oficina de Leitura, Festival de Música, Intercambio Cooperativas Mirins, Seminário Ferram Metodólogicas, Prêmio Professor Cooperjovem, Premio Redação do Cooperjovem; Relação 2) Curso Conselheiros Fiscais de Cooperativas, Curso Gestão de Cooperativas de Crédito, Curso Conselheiros Administrativos de Cooperativas, Intercâmbio, Pós Graduação Cooperativista, Curso contabilidade; Relação 3) Manutenção Funcionamento-CAPCOOP, Curso Grafodocumentoscopia, Curso Excelência no Atendimento, Curso Redação Empresarial, Curso Rotinas Operações e Caixa, Curso preparatório p/CPA-10,Curso Matemática Financeira e de Capitais, Curso Prevenção a Crimes e Lavagem de Dinheiro, Curso Técnicas de Negociação e Vendas, Curso Excel Básico, Curso Conciliação Bancária, Curso Relacionamento Interpessoal, Curso Desenvolvimento Gerentes, Curso Direção Defensiva Econômica, Curso Desenvolvimento de Atendente, FUNDECOOP Nº 11 – Acompanhamento, FUNDECOOP Nº 11 - Curso Desenvolvimento de Atendente, FUNDECOOP Nº 11 - Curso Desenvolvimento de Caixa, FUNDECOOP Nº 11 - Curso Gestão Cooperativa de Crédito, FUNDECOOP Nº 11 Curso Conselho Fiscal, Encontro de Atendentes, Curso Entrega Mercadoria, Curso Condutor , Transportes Coletivos, Curso Gerenciamento Consultório Odontológico, Curso Clima Organizacional, Curso Análise de Balanço; Relação 4) Manutenção do funcionamento do monitoramento, Programa Acompanhamento cooperativista; Relação 5) Cooperativa Saudável.

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68

Capítulo 3 – Estrutura de Governança e de Autocontrole da Gestão 3. Capítulo 3 - Estrutura de Governança e de Autocontrole da Gestão A estrutura de gestão do SESCOOP obedece às melhores práticas de governança corporativa, respeitando os quatro princípios básicos desse modelo de administração: a) Transparência – não só em relação aos dados contábeis, mas a todos os assuntos que possam gerar conflitos de interesses internos ou externos; b) Equidade - igualdade de tratamento a todos os grupos sejam eles conselheiros, governo, cooperados, empregados etc. c) Prestação de contas – os gestores do SESCOOP prestam contas à sociedade, ao sistema cooperativista e ao governo sobre todos os atos praticados no exercício de seu mandato. d) Responsabilidade – conjunto de ações que garantam a sustentabilidade do negócio, o desenvolvimento da comunidade e a preservação do meio ambiente. A entidade é administrada de forma colegiada e conta com a seguinte estrutura: um Conselho Nacional, um Conselho Fiscal e uma Diretoria Executiva, composta por um presidente e um superintendente. A Presidência da entidade é cargo privativo do presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Esse modelo de gestão é reproduzido nas unidades estaduais, onde as atividades são definidas e fiscalizadas pelos respectivos conselhos deliberativos e fiscais, em consonância com as diretrizes nacionais da instituição. O SESCOOP/PE conta com a seguinte estrutura de gestão: a) Conselho Administrativo, órgão máximo, composto por cinco membros titulares e igual número de suplentes, com mandato de quatro anos; b) Conselho Fiscal, composto por três membros titulares e igual número de suplentes, indicados pela Diretoria Estadual da OCB, com mandato de quatro anos; c) Diretoria Executiva, órgão gestor e de Administração, composta pelo Presidente do Conselho Administrativo, como seu presidente e pelo Superintendente. O modelo de gestão do SESCOOP/PE representa um processo estruturado que permite a otimização das interações entre os diversos componentes institucionais do movimento cooperativista, proporcionando adequada sustentação para o estabelecimento de diretrizes do planejamento na organização, direção e avaliação de resultados com o intuito de alcançar a consecução de seus objetivos finalísticos.

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3.1. Relação de Dirigentes e Conselheiros

Nome

Conselho Administrativo início fim

Malaquias Ancelmo de Oliveira

28/05/2010

2014

José Fernando de Melo

29/06/2010

2014

Renato Freitas da Silva Ordonio

29/06/2010

2014

Anayra Silvana da Cunha Maltez

29/06/2010

2014

João Albuquerque da Silva

29/06/2010

2014

Fábio Luiz Trinca

29/06/2010

2014

Erivan de Menezes Gomes

29/06/2010

2014

Eremilson Neves de Miranda

29/06/2010

24/04/2012

José Bonifácio Ferreira

29/06/2010

2014

Patrícia Mendes de Miranda Pereira

24/04/2012

2014

Nome Jurandir Araújo Oliveira Luiz Carlos Oliveira de Lima Silvana Delange Cruz da Silva Hiroto Yukihara José Cavalcanti Ramos Adalberto Gomes Teixeira Catarina de Magalhães Grizzi

Nome Malaquias Ancelmo de Oliveira Cleonice Pereira Pedrosa

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Conselho Fiscal início fim 30/07/2010 30/07/2010 30/07/2010 30/07/2010 30/07/2010 30/07/2010 24/04/2012

órgão que representa Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Pernambuco Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo Cooperativa de Energia, Comunicação e Desenvolvimento do Litoral de Pernambuco Cooperativa de Trabalho Odontológico - UNIODONTO RECIFE Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados do Sistema “S” de Pernambuco e do SEBRAE Alagoas LTDA Serviço Nacional de aprendizagem do Cooperativismo – SESCOOP NACIONAL Cooperativa dos Médicos do Brasil Cooperativa de Permissionários de Transporte Complementar de Pernambuco Cooperativa de Energia, Comunicação e Desenvolvimento do Vale do Siriji Cooperativa Pernambucana de Prestação de Serviços e Assistência Técnica Agropecuária

Cargo (Titular/Suplente)

2014 2014

Titular Titular

2014 24/04/2012 2014 2014 2014

Titular Suplente Suplente Suplente Suplente

Diretoria Executiva início 28/05/2010 29/06/2010

fim 2014 2014


70

Para fins de Prestação de Contas junto ao Tribunal de Contas da União – TCU, o Sescoop/PE declara que todos os Conselheiros de Administração e Fiscal do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Pernambuco – SESCOOP/PE, se encontram em dia com as obrigações previstas na Lei nº 8.730, de 10 de novembro de 1993, e na Instrução Normativa – IN nº 05, de 10 de março de 1994, do Tribunal de Contas da União – TCU. 3.2. Remuneração dos Membros da Diretoria e do Conselho Os integrantes dos Conselhos Administrativo, Fiscal e o Presidente do Sescoop/PE, de acordo com o Regimento Interno, aprovado pelo Decreto 3.017, de 06.04.1999, não recebem remuneração e sim, ajuda de custo pela sua participação nas reuniões, cujos valores fixados são: R$ 412,50(quatrocentos e doze reais e cinquenta centavos). Com relação ao Superintendente apresentamos no quadro a seguir os valores totais pagos nos últimos três exercícios (Tabela 6). Tabela 6 – Síntese da Remuneração dos Administradores ......... Em R$ Órgão: Diretoria Executiva (Superintendência) EXERCÍCIO Remuneração dos Membros

2012

2011

2010

Número de membros: 1 I – Remuneração Fixa (a+b+c+d) a)

salário ou pró-labore

b)

benefícios diretos e indiretos

c)

remuneração por participação em comitês

d)

outros

II – Remuneração variável (e+f+g+h+i) e)

bônus

f)

participação nos resultados

g)

remuneração por participação em reuniões

h)

comissões

i)

outros

III – Total da Remuneração ( I + II) IV – Benefícios pós-emprego V – Benefícios motivados pela cessação do exercício do cargo VI – Remuneração baseada em ações

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99.563,54

84.355,92

83.975,75

91.023,57

75.533,92

75.759,75

8.539,97

8.822,00

8.216,00

99.563,54

84.355,92

83.975,75

-

-

-

Não ocorreu no período.

-

-

Não se aplica à natureza jurídica

-


71

3.3. Estrutura de Controles Internos Administrativos A unidade não apresenta uma unidade administrativa específica de controle interno. Todavia, entende e concebe práticas e mecanismos de controle interno como indispensáveis ao processo de gestão. Nesta direção, o conjunto de princípios e normas, constitucionais e administrativos, estabelecidos sinaliza em direção ao estabelecimento de um ambiente de controle, seja de pessoas, recursos ou processos que permitam a coleta, sistematização, monitoramento e comunicação dos resultados no decorrer do exercício. Nesta direção a estrutura de controle interno ocorre no Conselho de Administrativo, órgão máximo da administração do SESCOOP/PE, sendo composto por 05 Conselheiros e seus respectivos suplentes, consoante ao disposto no art. 12 do Regimento Interno, da seguinte forma: I. II.

“Presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Pernambuco – OCB/PE, na condição de Presidente do SESCOOP/PE; 02 (dois) representantes de cooperativas contribuintes do SESCOOP/PE;

III.

01 (um) representante dos trabalhadores, com vínculo empregatício em sociedade contribuinte do SESCOOP/PE;

IV.

01 (um) representante indicado pelo Conselho do SESCOOP Nacional”

Cabe ao Conselho Administrativo, conforme disposto em art. 13 do Regimento Interno, “difundir e implementar políticas, diretrizes, programas, projetos e normativos, com a observância das deliberações e decisões do Conselho Nacional, contribuindo para que as atribuições e os objetivos do SESCOOP/PE sejam alcançados em sua área de atuação, cabendo-lhe: I.

Fixar a política de atuação e estabelecer as normas operacionais do SESCOOP/PE, bem como estabelecer diretrizes gerais a serem adotadas;

II.

Aprovar os planos anuais e plurianuais de trabalhos, os orçamentos e as reformulações que se fizerem necessárias, encaminhando-as à Unidade Nacional do SESCOOP para consolidação;

III.

Aprovar os balanços, as demonstrações financeiras, o parecer do Conselho Fiscal e o relatório anual das atividades e encaminhá-las ao Conselho Nacional do SESCOOP para aprovação;

IV.

Aprovar o plano de cargos, salários e benefícios, o quadro pessoal e a tabela de remuneração correspondente à contratação dos empregados do quadro efetivo do SESCOOP/PE;

V.

Decidir, com base no parecer interno, a aquisição, alienação, cessão ou grave de bens imóveis;

VI.

Autorizar a assinatura de convênios, contratos e ajustes e outros instrumentos jurídicos, exigindo-se para assinatura de convênios internacionais a autorização do Conselho Nacional;

VII.

Fixar outras competências ao Presidente do Conselho de Administração, além das estabelecidas no artigo 22 deste Regimento;

VIII.

Aplicar penalidade disciplinar a seus membros, inclusive suspensão ou de cassação de mandato, conforme a natureza, repercussão e gravidade da falta cometida;

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72

IX. X. XI. XII.

Estabelecer o valor da cédula de presença e da diária ou ajuda de custo, quando for o caso, para os membros do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal; Fixar a verba de representação do Presidente do Conselho de Administração; Estabelecer limite máximo de remuneração do Superintendente; Aprovar o Regimento Interno e suas alterações, no qual deverá constar a estrutura organizacional e as principais funções, fazendo observar, no que couber, o Regimento Interno do SESCOOP Nacional;

XIII.

Solucionar casos omissos no Regimento Interno do SESCOOP/PE;

XIV.

Fazer cumprir as normas de licitação aprovadas no Conselho Nacional do SESCOOP que disciplinam as contratações de obras, serviços, compras, alienações e as situações de sua dispensa ou inexigibilidade;

XV.

Fazer cumprir as demais normas e resoluções aprovadas pelo Conselho Nacional do SESCOOP;

XVI.

Estabelecer outras competências ao Superintendente, além das enumeradas no artigo 23 deste Regimento, e as atribuições dos demais órgãos da entidade;

XVII.

“Atuar de forma conjunta com o Sistema OCB, com órgãos públicos e com entidades privadas com vistas ao cumprimento das deliberações do Conselho Nacional”.

O processo também ocorre no Conselho Fiscal, conforme disposto em art. 14 do Regimento Interno, “é composto por 03 (três) membros titulares e igual número de suplentes, sendo indicados pela diretoria da OCB/PE, para um mandato de 04 (quatro) anos, coincidente com o mandato do Conselho de Administração, sendo vedada à recondução para o período imediato”. Cabe ao Conselho Fiscal, de acordo com o art. 15 do Regimento Interno, as seguintes atribuições: I.

“Acompanhar e fiscalizar a execução financeira, orçamentária e atos de gestão;

II.

Examinar e emitir pareceres sobre o programa de trabalho, sobre as propostas de orçamento anuais e plurianuais, o balanço geral e demais demonstrações financeiras;

III.

Solicitar ao Conselho de Administração a contratação de assessoria de auditores ou peritos, sempre que tais serviços forem considerados indispensáveis ao bom desempenho de suas funções;

IV.

Elaborar o seu Regimento Interno, compatível com o Regimento Interno do Conselho Fiscal da Unidade Nacional do SESCOOP, no que for aplicável;

V.

Identificar, entre seus pares, um Presidente e um Secretário para coordenar e relatar as atividades;

VI.

Dar conhecimento dos seus relatórios à Diretoria Executiva e, se for o caso, ao Conselho de Administração do SESCOOP/PE.

Anualmente, o SESCOOP/PE realiza auditoria externa na sua contabilidade, seno o mesmo verificado nas demonstrações contábeis.

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73

3.4. Estrutura e Atividades do Sistema de Correição A atividade relacionada à apuração de possíveis irregularidades cometidas por funcionários e à aplicação das devidas penalidades compreende atribuições do Conselho de Administração e Conselho Fiscal, estando normatizadas através do Regimento Interno da unidade. 3.5. Funcionamento do Sistema de Controle Interno A área de auditoria interna está estruturada no Sescoop Nacional e realiza trabalhos nas Unidades Estaduais, conforme previsto em seu Regimento Interno. O resultado dos trabalhos de auditoria interna é monitorado com auxílio de uma matriz de riscos, baseada nas melhores práticas geralmente aceitas, que permite visualizar a evolução dos controles internos dos processos operacionais e são atualizados ao final de cada trabalho. A área de auditoria interna do Sescoop Nacional também possui controle sobre o andamento das implementações dos planos de ação referentes às recomendações dos trabalhos realizados, que são avaliados em testes específicos a cada auditoria executada, após os quais, os registros são atualizados em base de dados. Após cada trabalho realizado, a Auditoria Interna do Sescoop Nacional emite um relatório contendo recomendações/sugestões de melhoria, que é enviado para a diretoria da Unidade Estadual auditada, bem como para os Conselhos Fiscal e Nacional da Entidade. No corpo do relatório é solicitado que seu teor seja formalmente comunicado aos Conselhos Fiscal e de Administração da Unidade Estadual auditada, bem como seu registro em ata e o envio de planos de ação relativos às recomendações sugeridas.

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Capítulo 4 – Programação e Execução Orçamentária 4. Capítulo 4 - Programação e Execução Orçamentária 4.1.Fonte de Recursos A principal fonte de recursos do SESCOOP é a contribuição social em percentual de 2,5%, incidente sobre as folhas de pagamento das cooperativas. A distribuição orçamentária da contribuição social está prevista em regimento Interno e obedece a seguinte diretriz: 

10% (dez por cento) são destinados ao custeio e à aplicação na Unidade Nacional do SESCOOP;

2% (dois por cento) do orçamento é enviado à Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) a título de taxa de administração pela utilização de sua estrutura institucional, de representação, de informação e de logística disponível no Sistema OCB/OCEs.

20% (vinte por cento) irão compor o Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo (FUNDECOOP), administrado pela Unidade Nacional, conforme resolução do Conselho Nacional do SESCOOP.

68% (sessenta e oito por cento) são aplicados diretamente pelas unidades estaduais ou regionais, nas atividades relativas aos objetivos fins, despesas de caráter geral e investimentos necessários para atingir seus objetivos, conforme normas definidas pelo Conselho Nacional do SESCOOP.

As receitas de contribuição social tem apresentado um ciclo de crescimento ascendente, considerando o triênio 2010-2012. O montante da receita da contribuição social realizada no período de 2012 correspondeu a R$ 1.537.585,74, sendo este valor superior em 32% ao obtido no exercício de 2011, que foi de R$ 1.160.498,80, e superior em 67% ao valor do exercício de 2010, que fora de R$ 917.632,54. Vale salientar que o montante da receita da contribuição social realizada em 2012 foi superior em 16% o valor orçado para o exercício, que fora de R$ 1.326.310,00 ( Quadros 6 e 7; Gráfico 4). A evolução da receita da contribuição permitiu, por sua vez, além do incremento da receita total do SESCOOP/PE, uma maior participação deste tipo de receitas perante o total das receitas da unidade, fato que amplia as possibilidades de desenvolvimento de ações. O crescimento das receitas de contribuição social do SESCOOP/PE pode ser associado a dois fenômenos: o primeiro decorrente do crescimento do quadro de funcionários das cooperativas pernambucanas, com o consequente aumento da folha de pagamentos no triênio 2010-2012; o segundo relacionado a um forte incremento do piso salarial nacional, acima dos índices inflacionários. À medida que tem ocorrido este acréscimo, o volume de outras receitas, dentre as quais aquelas advindas de transferências, no período analisado apresentam o seguinte comportamento: uma redução entre 2010 e 2011 da ordem de 21 %, passando de um montante de R$ 747.727,08 para R$ 588.000,00; um acréscimo entre 2011 e 2012 da ordem de 29%, alcançando R$ 759.940,23. Vale salientar que este fenômeno de aumento de receitas de transferências entre 2011 e 2012 ocorreu em um patamar inferior ao aumento das receitas de contribuições (Quadro 7). E pode-se atribuir este fenômeno ao processo de ampliação e fortalecimento das ações do cooperativismo pernambucano, apontando para uma tendência que vem se consolidando ao longo dos últimos anos.

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75

O incremento das receitas da contribuição social das cooperativas, com ampliação da receita total da unidade, permite a retroalimentação do processo de ações finalísticas e administrativas promovidas pelo SESCOOP/PE nas dimensões de formação e capacitação profissional, promoção social e monitoramento e desenvolvimento das cooperativas. Considerando que as ações desenvolvidas estão alinhadas aos objetivos estratégicos traçados pelo SESCOOP Nacional, deduz-se que os resultados financeiros positivos da unidade estadual, contribuem para operacionalizar os programas e linhas de apoio e desenvolvimento do cooperativismo estadual e nacional, além de contribuir para incremento das atividades de suporte ao cooperativismo via FUNDECOOP. Vale salientar que o aumento da receita da contribuição social obtida pelo SESCOOP/PE em 2012 também favoreceu o desenvolvimento de ações que buscam a sustentabilidade, seja nas atividades finalísticas ou de gestão administrativa. Quadro 7 - Evolução das receitas, por tipo, entre 2009 e 2012, em Real (R$). Receita

2010

Contribuições 917.632,54 Financeiras 68.440,31 Serviços Outras Receitas 747.727,08 Receitas de Transferências 2.462,39 TOTAL 1.736.262,32 Fonte: SESCOOP/ZEUS, 2013.

1.160.498,80 94.643,47 588.000,00

Variação 2011/2010 26% 38% -21%

1.537.585,74 88.758,38 759.940,23

Variação 2012/2011 32% -6% 29%

30.590,74 1.873.733,01

1142% 8%

22.147,85 2.408.432,20

-28% 29%

2011

2012

Gráfico 4 - Evolução das receitas da contribuição social realizada e orçadas entre 2010 e 2012, em Real (R$).

Fonte: SESCOOP/ZEUS, 2013.

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76

gestão orçamentária e o planejamento institucional do SESCOOP têm por finalidade contribuir para a transparência e o aperfeiçoamento das práticas de governança corporativa. A

O programa de trabalho/orçamento do SESCOOP/ PE na forma da reprogramação aprovada pelo Conselho Nacional envolveu recursos no total de R$ 2.494.012,00. As receitas atingiram o valor de R$ 2.408.432,01. As aplicações alcançaram o montante de R$ 1.824.362,96, correspondente a 73,14% do previsto para o exercício (Quadro 8). Quadro 8 - Evolução da receitas total e da contribuição social realizada e orçadas entre 2010 e 2012, em Real (R$). 2010

2011

2012

Especificação Orçado

Realizada

Orçado

Realizada

Orçado

Realizada

Receitas de Contribuição Social

871.896,00

917.632,54

1.000.809,00

1.160.498,80

1.326.610,00

1.537.585,74

TOTAL Fonte: SESCOOP/ZEUS, 2013.

2.181.263,00

1.736.262,32

2.410.785,00

1.873.733,01

2.494.012,00

2.408.432,21

4.2. Receita Considerando o período de 2010 até 2011 percebe-se que há uma tendência de elevação das receitas orçadas e realizadas pelo SESCOOP, com a receita das contribuições sociais evoluindo em ritmo maior que a das transferências correntes. A linha de tendência ascendente pode ser observada tanto para as receitas orçadas como realizadas no período considerado (Quadros 8, 9 e 10; Gráficos 6 e 7). No exercício de 2010 a receita orçada pelo SESCOOP/PE totalizou R$ 2.181.263,00, as quais seriam provenientes das seguintes fontes: contribuições sociais, no montante de R$ 871.896,00, equivalente a 39,97% da receita total anual; transferências correntes, no valor de R$ 760.020,00, ou seja, 34,84% da receita total anual; receitas patrimoniais, no montante de R$ 60.000,00, ou seja, 2,75% da receita total anual; outras receitas correntes, no valor de R$ 484,00, equivalente a 0,02% do total orçado; e saldo de exercícios anteriores, correspondendo a R$ 488.863,00, equivalente a 22,41% da receita total anual (Quadros 8, 9 e 10; Gráficos 6 e 7). Em 2011 a receita orçada fora de R$ 2.410.785,00, enquanto a receita realizada totalizou R$ R$ 1.873.733,01, equivalente a 77,72% do valor orçado. As duas maiores fontes de receitas em termos absolutos foram a das contribuições sociais e das transferências realizadas. As receitas oriundas das contribuições sociais superaram em 15,96% o valor orçado, totalizando R$ 1.160.498,80, enquanto as receitas das transferências foram iguais ao orçado, totalizando R$ 588.000,00(Quadros 8, 9 e 10; Gráficos 6 e 7). Em 2012 a receita orçada fora de R$ 2.494.012,00, enquanto a receita realizada totalizou R$ R$ 2.408.432,21, equivalente a 96,57% do valor orçado. As duas maiores fontes de receitas em termos absolutos foram a das contribuições sociais e das transferências correntes. As receitas oriundas das contribuições sociais superaram em 15,9% o valor orçado, totalizando R$ 1.537.585,74, enquanto as receitas das transferências foram iguais a 90,62% do valor orçado, totalizando R$ 759.940,23(Quadros 8, 9 e 10; Gráficos 6 e 7).

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE


77

Acerca da receita orçada e realizada em 2012 tem-se que: a)

Receita de contribuição, a receita direta é proveniente da contribuição mensal compulsória oriunda das cooperativas. O valor efetivado sofreu uma variação de 15,90% em relação à estimativa informada pela ASPLAN-SUPER-ADM, SESCOOP NACIONAL (Quadro 9);

b)

Receita patrimonial, a variação de 2,61 % ocorreu em função do valor aplicado ter sido superior ao planejado (Quadro 9);

c)

Transferências Correntes é composta pelo valor do repasse suplementar de recurso do Fundecoop Resolução nº. 387/09(Quadro 9);

d)

Outras Receitas Correntes é o valor referente a estorno de lançamento de juros sobre causas trabalhistas, com adequação conforme recomendado no Relatório de Auditoria Operacional nº 010/2011(Quadro 9).

Quadro 9 - Evolução das Receitas entre o período de 2010 até 2012, por tipo. ....... Em R$ 2010

Especificação

Receitas de Contribuições Receitas Patrimoniais Receitas de Serviços Transferências Correntes Outras Receitas Correntes Alienação de Bens Transferência de Capital Outras Receitas de Capital Saldo de Exercícios Anteriores TOTAL

2011

Orçado

Realizada

% Exec

Orçado

871.896,00

917.632,54

105,25

1.000.809,00

60.000,00

68.440,31

114,07

760.020,00

747.727,08

484,00

2.462,39

Orçado

Realizada

% Exec

1.160.498,80 115,96

1.326.610,00

1.537.585,74

115,90

82.500,00

94.643,47 114,72

86.500,00

88.758,38

102,61

98,38

588.000,00

588.000,00 100,00

838.564,00

759.940,23

90,62

508,76

739.476,00

242.338,00

22.147,86

2.494.012,00

2.408.432,21

Realizada

30.590,74

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

-

488.863,00

-

2.181.263,00 1.736.262,32

% Exec

4,14

9,14

79,60

Fonte: Administrativo Financeiro SESCOOP, 2013

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE

2012

2.410.785,00

1.873.733,01

77,72

96,57


78

Quadro 10 - Receitas previstas e realizadas em 2012, por tipo. RECEITAS Prevista

ORIGENS

R$ Receitas de Contribuições

Realizada %

R$

Variação % %

1.326.610,00

53%

1.537.585,74

64%

116%

86.500,00

3%

88.758,38

4%

103%

Receitas Patrimoniais Receitas de Serviços

-

Transferências Correntes

838.564,00

34%

759.940,23

32%

91%

Outras Receitas Correntes

242.338,00

10%

22.147,86

1%

9%

Alienação de Bens

-

Transferências de Capital

-

Outras Receitas de Capital

-

Total

2.494.012,00

100%

2.408.432,21

100%

Fonte: Administrativo Financeiro SESCOOP, 2013

Quadro 11- Receitas no relatório orçamento e balancete em 2012. ..........Em R$ Descrição Valor da receita

Receita no relatório orçamentário 2.409.179,64

Receita no balancete 2.408.432,21

Ajustes Variação monetária Total Fonte: Contabilidade SESCOOP, 2013

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE

-747,43 2.408.432,21

2.408.432,21


79

Gráfico 5 - Evolução das receitas realizadas e orçadas entre 2010 e 2012, em Real (R$).

Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Gráfico 6 - Evolução das Receitas entre o período de 2010 até 2012, por tipo.

Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE


80

4.3. Desempenho na Unidade de Execução Orçamentária e Financeira A despesa orçada em 2012 foi de R$ 2.494.012,00, enquanto a realizada foi de R$ 1.824.362,96, equivalente a 73% do total orçado (Quadros 12, 13 e 14; Gráfico 7). Acerca da despesa orçada versus a realizada 2012, tem-se que: a)

Pessoal e encargos: O valor correspondeu a 93% do total orçado. Nos valores apresentados estão as provisões referentes a causa trabalhista movida pelo exfuncionário Joacy José de Oliveira. Processos nº 00764.2009.017.06.00-0;

b)

Outras despesas Correntes: O valor correspondeu a 67% do total orçado. A variação ocorreu motivada pela reprogramação da execução de metas, processo de contratação de serviços em andamento e economicidade no processo licitatório;

c)

Investimentos: O valor correspondeu a 22% do total orçado. A variação ocorreu em função de não ser possível concluir o processo de aquisição de automóvel e mobiliário.

Quadro 12- Evolução das Despesas entre o período de 2010 até 2012, por tipo, em Real (R$). Despesas Correntes De Pessoal e Encargos

2010

2011

1.678.322,62

1.715.794,59

102%

1.804.150,96

105%

674.380,90

662.172,18

98%

691.333,31

104%

8.946,00

251.406,00

2810%

20.212,00

8%

105% 117%

1.112.817,65 1.824.362,96

De Capital Inversões Financeiras Outras Despesas

-

2011/2010

-

2012

-

1.003.941,72

1.053.622,41

Total 1.687.268,62 Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

1.967.200,59

2012/2011

- 106% 93%

Quadro 13 - Despesas previstas e realizadas em 2012 por tipo. DESPESAS

GRUPOS

Prevista R$

%

Pessoal e Encargos Sociais

751.240,00

Outras Despesas Correntes

1.650.772,00

Investimentos

Realizada

92.000,00

R$

%

Variação %

30%

691.333,31

38%

92%

66%

1.112.817,65

61%

67%

4%

20.212,00

1%

22%

100%

1.824.362,96

100%

73%

Inversões Financeiras RESULTADO

2.494.012,00

Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

A diferença da receita do relatório orçamentário para o contábil refere-se as variações monetárias ativas conforme descrito no quadro abaixo. As variações referem-se á atualizações de depósitos judiciais, conforme recomendação feita no relatório de auditoria operacional 010/2011.

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE


81

Quadro 14 - Despesas no relatório do orçamento e balancete em 2012, por tipo, em Real (R$). Acerto de saldo para 2012 - SESCOOP Contabilidade Despesas

1.839.841,14

Orçamento 1.824.362,96

Acertos (-) despesas com depreciação

-31.424,94

(-) despesas com amortização

-2.742,39

(-) Despesas com provisão de valores a receber (*)

-1.522,85

(+) aquisição de imobiliário

16.622,00

(+) aquisição de imobilizado de intangível Total 2012 Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

3.590,00 1.824.362,96

Gráfico 7 - Evolução das Despesas entre o período de 2010 até 2012, por tipo.

Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE

1.824.362,96


82

4.4. Execução das Despesas por Modalidade de Licitação, por Natureza e por Elementos de Despesa

No que diz respeito ao conjunto de despesas realizadas tem-se a distribuição entre rubricas: a) Pessoal, Encargos e Indenizações – O valor realizado correspondeu a R$ 691.33,31, equivalente a 92% do total programado e a 37,9% do montante total de dispêndios; b) Despesas de Viagem – O montante realizado correspondeu a R$ 196.481,36, igual a 63,8% do total programado e a 10,8% do montante total de dispêndios; c) Outras despesas variáveis – O valor realizado correspondeu a R$ 13.020,54, equivalente a 37,9% do total programado e a 0,7% do montante total de dispêndios; d) Auxílio financeiro a estudantes - O montante realizado correspondeu a R$ 535,00, igual a 23,3% do total programado e menos de 0,1% do montante total de dispêndios; e) Material de consumo - O valor realizado correspondeu a R$ 125.117,67, equivalente a 64,1% do total programado e a 6,9% do montante total de dispêndios; f) Serviços de terceiro - O montante realizado correspondeu a R$ 754.082,71, igual a 69,9% do total programado e a 41,3% do total de dispêndios; g) Obrigações, Tributos e Contribuições - O valor realizado correspondeu a R$ 23.580,37, equivalente a 72,8% do total programado e a 1,3% do montante total de dispêndios; h) Equipamentos e Materiais Permanentes - O montante realizado correspondeu a R$ 20.212,00, igual a 22,0% do total programado e a 1,1% do montante total de dispêndios. Quadro 15 - Demonstrativo das despesas por natureza. Orçado (R$) 2012 751.240,00

2011 662.172,18

2012 691.333,31

308.198,00

145.346,93

196.481,36

10,8%

63,8%

34.373,00

37.697,73

13.020,54

0,7%

37,9%

2.300,00

5.565,00

535,00

0,0%

23,3%

Material de Consumo

195.193,00

20.779,54

125.117,67

6,9%

64,1%

Serviços de Terceiros

1.078.296,00

819.409,01

754.082,71

41,3%

69,9%

Obrigações, Tributos e Contribuições

32.412,00

24.824,20

23.580,37

1,3%

72,8%

Equipamentos e Materiais Permanentes

92.000,00

251.406,00

20.212,00

1,1%

22,0%

1.967.200,59

1.824.362,96

100,0%

73,1%

Rubricas Pessoal, Encargos e Indenizações. Despesas de Viagem Outras Despesas Variáveis Auxílio Financeiro a Estudante

Total Geral Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE

2.494.012,00

Realizado (R$)

Partic. Realizado % % 2012 2012 37,9% 92,0%


83

Quadro 16 - Demonstrativo das despesas por modalidade de contratação FUNDECOOP. .......Em R$ Despesa Comprometida

Despesa Paga

Modalidade de Contratação 2011

2012

2011

2012

-

-

-

-

Convite

-

-

-

-

Concorrência

-

-

-

-

Pregão

-

-

-

-

-

-

-

1.548,00

Dispensa

-

-

-

21.548,00

Inexigibilidade

-

-

-

-

Regime de Execução Especial

-

-

-

-

Suprimento de Fundos

-

-

-

-

Pagamento de Pessoal

-

-

-

187,87

Pagamento em Folha

-

-

-

187,87

Diárias

-

-

-

-

-

-

-

-

Licitação

Contratações Diretas

Outras TOTAL

21.735,87

Crédito da Unidade Despesa Comprometida Modalidade de Contratação

Despesa Paga

2011

2012

-

-

304.047,15

214.434,36

Convite

-

-

102.448,15

133.723,66

Concorrência

-

-

-

-

Pregão

-

-

201.599,00

80.710,70

Contratações Diretas

-

-

737.134,49

456.223,86

Dispensa

-

-

722.134,49

449.348,86

Inexigibilidade

-

-

15.000,00

6.875,00

Regime de Execução Especial

-

-

-

-

Suprimento de Fundos

-

-

-

-

Pagamento de Pessoal

-

-

682.073,12

754.888,81

Pagamento em Folha

-

-

580.297,51

691.333,31

Diárias

-

-

101.775,61

63.555,50

-

-

-

Licitação

Outras TOTAL Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE

2011

1.723.254,76

2012

377.080,06 1.802.627,09


84

........ Em R$ Modalidade de Contratação

Despesa Liquidada

Despesa paga

2011

2012

-

-

304.047,15

214.434,36

-

-

b) Tomada de Preços

-

-

102.448,15 -

133.723,66 -

c)

-

-

-

-

d) Pregão

-

-

e)

Concurso

-

-

201.599,00 -

-

f)

Consulta

-

-

-

-

2.

Contratações Diretas (g+h)

737.134,49

477.771,86

g)

Dispensa

-

-

722.134,49

470.896,86

h) Inexigibilidade

-

-

15.000,00

6.875,00

3.

Regime de Execução Especial

-

-

-

-

i)

Suprimento de Fundos

-

-

-

-

4.

Pagamento de Pessoal (j+k)

-

-

j)

Pagamento em Folha

-

-

717.860,18 662.172,18

754.888,81 691.333,31

k) Diárias

-

-

55.688,00

63.555,50

5.

Outros

-

-

6.

Total (1+2+3+4+5)

-

-

1. Modalidade (a+b+c+d+e+f) a) Convite

de

Licitação

Concorrência

2011

2012

80.710,70

-

377.267,93

1.759.041,82

1.824.362,96

4.5. Transferências Regulamentares de Convênios e Outros Instrumentos Análogos. Não há transferência de recursos. Despesas Correntes Natureza da Movimentação de Crédito

Movimentação Externa

UJ concedente ou recebedora

Classificação da Ação

Concedidos

Não se aplica

Recebidos

Não se aplica

1 - Pessoal e Encargos

2 - Juros e Encargos da Dívida

3 - Outras Despesas Correntes

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Despesas de Capital Natureza da Movimentação de Crédito

Movimentação Externa

UJ concedente ou recebedora

Classificação da Ação

Concedidos

Não se aplica

Recebidos

Não se aplica

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE

6 - Outras Despesas de Capital

4Investimentos

5 - Inversões Financeiras

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica


85

Capítulo 5 – Gestão de Pessoas 5. Capítulo 5 - Gestão de Pessoas 5.1. Estrutura de Pessoal da Unidade Um ambiente de trabalho saudável, atrativo e motivador impulsionam a produtividade organizacional e aumenta o nível de satisfação de seus colaboradores. Por isso, o SESCOOP/PE investe constantemente na valorização e na melhoria da qualidade de vida do seu quadro de pessoal. A Unidade Pernambuco dedica ao público interno atenção e cuidado semelhantes aos destinados às cooperativas e a seus associados e empregados. Paralelamente, procura-se criar um clima organizacional positivo, que estimula a confraternização, o trabalho em equipe e o envolvimento das equipes em ações de voluntariado, como por exemplo, os trabalhos de solidariedade envolvendo as vítimas das chuvas na região da zona da mata do estado de Pernambuco em 2011. A equipe do SESCOOP/PE engajou-se no trabalho de coleta e distribuição de gêneros de primeira necessidade aos desabrigados em municípios. Com pouco mais de dez anos de atuação, o SESCOOP/PE vê-se diante de desafios comuns a organizações que se relacionam com um cenário dinâmico, exigindo contínuo aprimoramento dos processos de trabalho. Por isso, a entidade vem crescendo e se desenvolvendo no sentido de melhor atender aos seus objetivos organizacionais. Assim, a política de gestão de pessoas do SESCOOP/PE prioriza a capacitação e o desenvolvimento de seus colaboradores, inclusive com o apoio as ações de intercâmbio da equipe estadual com outras unidades e SESCOOP nacional. Com este processo, a equipe além de poder se deslocar para conhecer outras experiências, também contribui para o fortalecimento de estruturação das relações intra e intergrupos. O SESCOOP/PE está atento a importância de democratizar as oportunidades de crescimento individual, reconhecer e incentivar a qualificação técnica, associando-a na construção da excelência na prestação de serviços. Esta abordagem possibilita uma implantação de estratégias de motivação e remuneração de pessoas, inclusive através do sistema de mérito salarial com relação à complexidade das atribuições e responsabilidades inerentes aos cargos, fato este que vem sendo objeto da atualização e desenvolvimento de um Plano de Cargos Carreiras e Remuneração, nesta direção. Deste modo, são dois os instrumentos que definem as atribuições dos integrantes do SESCOOP/PE. O regimento interno, no qual estão contidas as atribuições dos dirigentes, e do Plano de Cargos Carreira e Remuneração, em atualização, que estabelece as atribuições das unidades subordinadas. Ao presidente cabe entres outras atribuições executar a política de atuação do SESCOOP PERNAMBUCO emanada do Conselho de Administração e do Conselho Nacional do SESCOOP, respondendo perante o Tribunal de Contas da União pelos atos da sua gestão. Ao superintendente cabe entre outras: organizar o cadastro, o monitoramento, o controle, a consultoria, a auditoria e a supervisão em cooperativas. Assim, ao Presidente, segundo art. 22 do Regimento Interno, cabem as seguintes atribuições: I.

II.

“Executar a política de atuação do SESCOOP/PE, emanada do Conselho de Administração e do Conselho Nacional do SESCOOP, respondendo perante o Tribunal de Contas da União pelos atos de sua gestão; Representar o SESCOOP/PE em juízo ou fora dele e constituir procuradores;

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86

III.

Convocar e presidir as reuniões do Conselho de Administração;

IV.

Assinar convênios, contratos, ajustes e outros instrumentos jurídicos;

V.

Assinar os cheques e os documentos para abertura e movimentação de contas bancárias em conjunto com o Superintendente ou com funcionário especialmente designado, por intermédio de instrumento de procuração que estabeleça os limites dos poderes conferidos e a vigência da procuração, cujo período não deverá exceder o mandato em exercício;

VI.

Indicar e nomear o Superintendente e estabelecer sua remuneração, mediante aprovação do Conselho de Administração;

VII.

Fazer cumprir as normas de licitações aprovadas pelo Conselho Nacional do SESCOOP que disciplinam as contratações de obras e serviços, compras, alienações e as situações, de sua dispensa ou inexigibilidade;

VIII.

Dar posse aos membros dos Conselhos de Administração e Fiscal, formalmente indicados pela diretoria da OCB/PE, fazendo registro do ato na ata de reunião;

IX.

Nomear os assessores e gerentes e coordenadores dos órgãos internos da administração, por proposta do Superintendente;

X.

Fixar outras competências e atribuições ao Superintendente, além das estabelecidas no art. 23 deste regimento;

XI.

Avocar à sua análise de julgamento ou decisão quaisquer questões em assuntos que não sejam de competência do Conselho de Administração, ou que não tenham sido avocados;

XII.

Editar e promover o cumprimento das portarias, resoluções, bem como outras normas internas e deliberações do Conselho de Administração, e aprovar regulamentos internos e suas alterações, definindo atribuições, organizações e competências dos setores administrativos e operacionais, observando as normas e deliberações expedidas pelo Conselho Nacional do SESCOOP;

XIII.

Desempenhar outras atribuições que lhe forem confiadas pelo Conselho de Administração;

XIV.

Apresentar ao Conselho de Administração o relatório anual de atividades e a prestação de contas do SESCOOP/PE para aprovação e publicação;

XV.

Propor ao Conselho de Administração políticas organizacionais, a criação, extinção de quadro de carreiras, bem como a fixação dos vencimentos do pessoal da unidade estadual;

XVI.

Autorizar a contratação de empresas prestadoras de serviço;

XVII.

Coordenar, orientar, acompanhar e controlar a Superintendência, fazendo cumprir as políticas e objetivos fixados pelo Plano de Gestão e pelas deliberações do Conselho de Administração;

XVIII.

Determinar as atribuições dos gestores do SESCOOP/PE não previstas no Regimento, “ad referendum” do Conselho de Administração, submetendo-as à apreciação deste órgão no prazo de até 60 (sessenta) dias;

XIX.

Manter permanentemente coordenação entre a Diretoria Executiva e o Conselho de Administração;

XX.

“Nomear as Comissões e seus componentes nos processos de sindicância no âmbito da Unidade Estadual”.

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87

Ao Superintendente, de acordo com o art. 23 do Regimento Interno, compete as seguintes atribuições: I.

“Organizar o cadastro, o monitoramento, o controle, a consultoria, a auditoria e a supervisão em cooperativas;

II.

Exercer a coordenação, a supervisão e a fiscalização da execução dos programas e dos projetos de formação profissional, de gestão cooperativista e de promoção social no Estado;

III.

Articular-se com órgãos e entidades públicas e privadas estabelecendo instrumentos de cooperação;

IV.

Encaminhar ao Conselho de Administração relatórios trimestrais e anuais, com base no plano de trabalho;

V.

Dirigir, ordenar e controlar as atividades técnicas e administrativas, praticando atos pertinentes a sua gestão;

VI.

Assinar, juntamente com o Presidente ou com funcionário especialmente designado, mediante instrumento particular de procuração, com destaque para poderes e alçados os prazos, os cheques e documentos de abertura e movimentação de contas bancárias;

VII.

Cumprir e fazer cumprir as normas emanadas da Diretoria Executiva, do Conselho de Administração e do seu Presidente;

VIII.

Praticar os atos normais de gestão, coordenação e controle operacional e administrativo do SESCOOP/PE, por meio de expedição de ordem de serviço;

IX.

Encaminhar ao Conselho de Administração, por intermédio do Presidente, propostas de plano de trabalho, os planos anuais e plurianuais, o planejamento estratégico contendo os objetivos, ações, períodos de execução, os balanços e demais demonstrações financeiras, o parecer do Conselho Fiscal e o relatório anual de atividades, cujas peças deverão ser apreciadas e aprovadas até o final do primeiro trimestre do ano, subsequente a prestação de contas, ou conforme determina a lei;

X.

Secretariar as reuniões do Conselho de Administração;

XI.

Elaborar e submeter ao Presidente do Conselho de Administração os projetos de atos e normas cuja decisão não seja de sua competência;

XII.

Expedir instruções de serviços visando o cumprimento eficiente dos objetivos do SESCOOP/PE e das normas editadas no Conselho de Administração;

XIII.

Difundir metodologias para a formação profissional e para a promoção social dos empregados e cooperados nas sociedades cooperativas;

XIV.

Analisar, propor e implantar ajustes de forma e conteúdo operacional, adequando os meios aos fins, maximizando os rendimentos da instituição em benefícios do usuário;

XV.

Encaminhar ao Presidente para deliberação do Conselho de Administração o organograma funcional e o plano de cargos e salários e de benefícios;

XVI.

Orientar, coordenar, definir e controlar os serviços de consultoria, assessoria e auditoria contratados, os estudos, a documentação e os processos legais de interesse do SESCOOP/PE;

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88

XVII.

Responsabilizar-se pela elaboração da agenda do Conselho de Administração, sob a coordenação do Presidente;

XVIII.

Manter o relacionamento com o sistema OCB, com órgãos públicos e entidades privadas, com vistas ao cumprimento das deliberações do Conselho de Administração;

XIX.

Encaminhar à Presidência da Unidade Estadual do SESCOOP proposta contendo as funções e atribuições das áreas da estrutura organizacional do SESCOOP/PE;

XX.

“Autorizar a requisição de produtos e serviços.”

Além destes, está descrito no Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações as seguintes atividades diárias e ocasionais: I.

“Acompanha e se informa diariamente sobre a manutenção predial, ocorrência na vigilância, para tomar providências e encaminhamentos diversos”.

II.

Acompanha a execução dos projetos SESCOOP – capacitação, monitoramento das cooperativas, promoção social, divulgação do cooperativismo.

III.

Elabora as propostas financeiras para negociação com terceiros com base nos itens contidos nos projetos - meta, justificativa, recursos, relatório.

IV.

Assessora as reuniões do conselho fornecendo dados da execução orçamentária / financeira da proposta de trabalho anual do SESCOOP / PE e seu respectivo orçamento.

V.

Realiza a prestação de contas trimestrais e anuais, seguindo as normas da Unidade Nacional do SESCOOP e anual, normas do TCU.

VI.

Representa institucionalmente o SESCOOP, em eventos como congressos, seminários, reuniões técnicas, grupos de trabalho sobre cooperativismo e aprendizagem/ qualificação profissional.

VII.

Atende auditoria da Controladoria Geral da União, fornecendo dados, informações da gestão, e encaminhando providências para soluções orientadas.

VIII.

Realiza trabalhos de instrutória e moderação em eventos de capacitação (eventualmente);

IX.

Acompanha contratos de fornecedores, analisando coerência dos relatórios apresentados com os serviços contratados, para emissão de pareceres conclusivos e recomendações futuras; (eventualmente);

X.

Acompanha contratação e desligamento de membros na equipe, identificando necessidades em função dos projetos e realizando avaliação sistemática dos resultados;

XI.

Elabora propostas, negocia com financiador e conselho, fornecedor, e encaminha para a coordenação de capacitação;

XII.

Acompanha a edição jornal impresso e eletrônico, conferindo ortograficamente textos e alterações de dados e informações a serem publicadas.

XIII.

Corrigem os planos de eventos de todos os cursos realizados, ortografia de folder, redige a metodologia dos cursos e o histórico discriminativo dos serviços a serem contratados, como perfil do profissional, valor da hora aula, período, volume de carga horária, parâmetros para contratação, dispensa, módulo, etc.; justificativas para alterações dos planos de trabalho.

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89

XIV.

Confere pagamentos de serviços e compras em geral, checando as certidões e os documentos fiscais. Realiza RELEESE de pontos levantados nos relatórios de auditorias, distribuindo as recomendações a quem de direito, para serem cumpridas.

XV.

Promove reunião com foco participativo com a equipe técnica. SESCOOP / OCD, visando melhoria do clima organizacional e resultados dos projetos.

XVI.

Elabora projetos com base nas demandas levantadas nas cooperativas, por meio dos relatórios dos eventos, de visitas técnicas realizadas, depoimentos de diretores e instrutores, e atendendo as resoluções 30 e 55 do SESCOOP Nacional.

XVII.

Promove eventos sociais informais para funcionários SESCOOP – almoços comemorativos, confraternizações de fim de ano, passeios, etc.

XVIII.

Participa de grupos técnicos de apoio a gestão de cooperativas em nível nacional”

A Gerência Administrativa Financeira cabe à responsabilidade de consolidar o orçamento geral do SESCOOP/PE, as informações contábeis, orçamentárias e financeiras e prestação de contas anual, e ainda elaborar de relatórios gerenciais. O quadro de funcionários está composto por um assistente administrativo, um contador e um contínuo. A Gerência Administrativa-Financeira, segundo o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações consiste em um cargo que: “Administra custos; organiza obrigações, tais como: declarações acessórias ao fisco,órgãos competentes e contribuintes; Administra os tributos do SESCOOP/PE; registra atos e fatos contábeis; elabora demonstrações contábeis; atende solicitações de órgãos fiscalizadores; administra a rotina de controle de pessoal, tais como: folha de pagamento; controle de banco de horas e cálculo e recolhimento de encargos”. A Gerência Técnica cabe implantar ações para o desenvolvimento socioeconômico das cooperativas pernambucanas, utilizando-se da: capacitação profissional e promoção social do quadro social das cooperativas e seus familiares e Monitoramento das cooperativas, e, ainda o apoio aos grupos précooperativos. Utiliza a comunicação para fortalecimento da imagem e divulgações do SESCOOP e do cooperativismo. A Gerência Técnica, de acordo com Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações, compreende em um cargo que: “Planeja, organiza, coordena e acompanha a implementação e a construção do projeto de educação profissional; realiza Monitoramento, Promoção Social e Comunicação de Eventos, Divulgação do Cooperativismo para as cooperativas, desenvolvendo atividades que viabilizem o plano pedagógico coletivo”. A Coordenação Financeira está subordinada a Gerência Administrativa-Financeira, e conforme o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações, é um cargo que: “Organiza obrigações, tais como: declarações acessórias ao fisco, órgãos competentes e contribuintes; Calcula os tributos do SESCOOP/PE; registra atos e fatos contábeis; elabora demonstrações contábeis; atende solicitações de órgãos fiscalizadores; administra a rotina de controle de pessoal, tais como: folha de pagamento; controle de banco de horas e cálculo e recolhimento de encargos”.

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE


90

A Coordenação Administrativa está subordinada a Gerência Administrativa-Financeira, e conforme o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações, compreende um cargo que: “Elabora e controla o orçamento; Planeja, organiza e realiza atividades de compras e estoque, e de pagamentos diversos; Verificação do cumprimento da normalização administrativa interna, bem como tarefas próprias de controle de pessoal; Consolida as informações da atividade fim e elabora o elabora o Relatório de Gestão; Arquiva e organiza os documentos; Controle Livro de Ponto e Banco de Horas e apoia a Gerência AdministrativaFinanceira”. A Coordenação de Comunicação está subordinada a Gerência Técnica, e conforme o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações, consiste em um cargo que: “Coleta, redige e anota dados através de imagens e de sons, Interpreta e organiza informações e notícias a serem difundidas, Seleciona, revisa e prepara matérias jornalísticas a serem divulgadas em Newsletters, Internet, Jornal Interno e outros meios de comunicação com o público; Presta assessoria de imprensa”. A Coordenação de Educação está subordinada a Gerência Técnica, e conforme o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações, é em um cargo que: “Planeja, organiza, coordena e acompanha a execução de ações educativas, projetos e eventos relacionados às ações de educação profissional do SESCOOP/PE” A Coordenação de Promoção Social está subordinada a Gerência Técnica, e conforme o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações, é em um cargo que se responsabiliza pelas ações que se voltam a projetos de Promoção social, tais como Cooper jovem, Jovens cooperativistas e Mulheres cooperativistas, visitando dirigentes de cooperativas, acompanhando resultados obtidos nos eventos, orientando procedimentos específicos, ajustando demandas, visando assegurar a qualidade das atividades programas e realizadas. A Coordenação de Monitoramento está subordinada a Gerência Técnica, e conforme o Plano de Cargos, Carreiras e Remunerações, é em um cargo que se volta a acompanhar o desempenho das cooperativas, efetuando análise de documentos, elaboração de pareceres e outras ações pertinentes e de interesse do SESCOOP/PE. I.

Demonstração da força de trabalho (Movimentação do Quadro de Pessoal)

Considerando o período de 2010 e 2012, ocorreu uma maior movimentação de desligamentos e contratações em 2010, com diminuição em 2011 e acréscimo em 2012 (Quadro 17). Durante o ano de 2010, houve 2 desligamentos, em 2011 foram 4 desligamentos e em 2012 ocorreram 2 desligamentos. Quanto as contratações em 2010 ocorreram 2 contratações, em 2011 ocorreu 1 contratação e em 2012 ocorreram 03 contratações, sendo 01 Analista Jurídico, 01 Analista em Educação e 01 Analista Financeiro (Quadro 17). Ao se analisar a demanda necessária do SESCOOP/PE entre 2010 e 2012 constata-se que há uma defasagem no período de 06 funcionários, tendendo a ocasionar uma sobrecarga de trabalho nas atividades administrativas ou finalísticas (Quadros 18 e 19). Assim, a recomposição do quadro de

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE


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pessoal do SESCOOP/PE estruturada a partir da função e da área de atuação envolve 16 funcionários (Quadros 18 e 19). No exercício de 2011, houve 4 desligamentos e foi contratado 1 Analista Administrativo Financeiro, desligado no mesmo ano da contratação. Esta contratação ocorreu a partir do quadro de reservas existentes de processo seletivo ocorrido em 2008 (Quadros 18 e 19). Quadro 17 - Movimentação do Quadro de Pessoal entre 2010 e 2012, em número absoluto e percentual. 2010

2011

2012

Tipo

%

%

%

Desligados

2

14,29

4

30,77

2

16,67

Admitidos

2

14,29

1

7,69

3

25,00

Ativos 12 Fonte: Administrativo Financeiro SESCOOP, 2013

10

9

Quadro 18 - Quantidade de funcionários lotados efetivamente e o ideal, segundo tipos de cargo. Regime do ocupante do cargo

Lotação efetiva

Lotação ideal

2010

2011

2012

Celetista

12

09

10

Cargos de confiança

0

0

0

Terceirizados

0

0

0

Fonte: Administrativo Financeiro SESCOOP, 2013

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE

2010

2011

2012

16

16

16


92

Quadro 19 - Estimativa para composição do quadro de pessoal do SESCOOP/PE. Função Superintendente

Nº 1

Analista contábil

2

área meio e área fim

Assistente administrativo

1

organização de processos

Analista Adm financeiro

3

coord financeira, planejamento e orçamento e compras

Analista jurídico

1

área meio e área fim

Analista de Comunicação

1

área meio e área fim

Analista técnico

1

secretaria

Analista de educação profissional

2

promoção social e qualificação

Contínuo

1

área meio e área fim

Motorista

1

área meio e área fim

Assessoria Técnica/Educacional

1

área fim

Analista de monitoramento

1

área fim

Total

Atuação

16 Fonte: Administrativo Financeiro SESCOOP, 2013

II.

Qualificação da Força de Trabalho (Perfil do Quadro Profissional)

O quadro de colaboradores do SESCOOP/PE apresenta uma abrupta redução entre 2010 e 2012, sem haver mudança no perfil profissiográfico cuja faixa etária é predominantemente jovem, com nível superior e com um alto percentual de mulheres. Este quadro vem demonstrar que o SESCOOP/PE tem um compromisso em oportunizar aos ingressos na organização, buscando o crescimento da organização via compartilhando habilidades e competências com profissionais Seniores. Ao mesmo tempo o declínio acentuado no quantitativo da equipe compromete o desenvolvimento de ações finalísticas e administrativas. Em relação ao quantitativo e ao gênero, em 2010 o total de funcionários era de 14 pessoas, sendo 71,43% do sexo feminino e 28,57% do sexo masculino. Em 2011 o quadro ficou ainda mais reduzido, composto por 9 pessoas, sendo 77,78% do sexo feminino e 22,22% do sexo masculino. Em 2012 o quadro passou a contar com 10 pessoas, sendo 75% do sexo feminino e 25 % do sexo masculino (Quadro 20). Quando a faixa etária em 2010 o total de funcionários entre 24 e 32 anos foi de 57,14% do total e os funcionários entre 42 e 50 anos eram de 21,43% do total. Em 2011 o total de funcionários com faixa etária entre 24 e 32 representava 44,44% do total, enquanto os que apresentavam uma faixa etária entre 42 a 50 anos, que passou a ser de 33,33% do total. Em 2012 o total de funcionários com faixa etária entre 24 e 32 representava 25,00% do total, enquanto os que apresentavam uma faixa etária entre 42 a 50 anos, passou a ser de 16,67% do total (Quadro 21). Em relação ao nível de escolaridade, o perfil dos funcionários, ocorreu uma variação do número de funcionários com nível de escolaridade superior, que passaram a representar 83,34% do efetivo de pessoal em 2012 (Quadro 22). A remuneração média entre 2010 e 2012 apresentou um aumento de 32% passando de R$ 1.951,59 para R$ 2.587,30 no período. Em função das especificidades dos cargos existentes, os quais demandam nível superior, as remunerações do SESCOOP/PE se encontram acima do salário mínimo (Gráfico 8). Esta evolução salarial não apresentou um incremento na folha de pagamento, face aos desligamentos ocorridos (Anexo ). Vale salientar que este incremento salarial, embora

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE


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evidenciem o esforço de valorização de quadro técnico das áreas finalísticas e administrativa, não tem sido suficiente para reter os profissionais na organização. Quadro 20 - Evolução do quadro de funcionários entre 2011 e 2012, segundo gênero. Ano Gênero

2010

2011

2012

%

%

%

Masculino

4

28,57

2

22,22

3

25,00

Feminino

10

71,43

7

77,78

9

75,00

Total 14 Fonte: Sistema GCI NET, 2013

100,00

9

100,00

12

100,00

Quadro 21 - Evolução do quadro de funcionários entre 2011 e 2012, segundo faixa etária. Ano Faixa etária

2010

2011

2012

%

%

%

24 a 32

8

57,14

4

44,44

3

25,00

33 a 41

2

14,29

1

11,11

5

41,67

42 a 50

3

21,43

3

33,33

2

16,67

51 a 59

1

7,14

1

11,11

2

16,67

100,00

9

100,00

12

100,00

Total 14 Fonte: Sistema GCI NET, 2013

Quadro 22 - Evolução do quadro de funcionários entre 2011 e 2012, segundo nível escolaridade. Ano Nível Escolaridade

2010

2011

2012

%

%

%

Fundamental

1

7,14

1

11,11

1

8,33

Médio

1

7,14

1

11,11

1

8,33

Técnico

-

Superior

12

Total 14 Fonte: Sistema GCI NET, 2013

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE

-

-

85,71

7

77,78

10

83,34

100,00

9

100,00

12

100,00


94

Gráfico 8 - Evolução da remuneração média do quadro de funcionários e do salário mínimo entre 2010 e 2012.

Fonte: Sistema GCI NET, 2013

O tempo de permanência médio no SESCOOP/PE do quadro atual dos funcionários é de 05 anos, com o maior tempo de permanência de 12 anos e o menor de 7 meses. Do total existente em 2012, cerca de 30% do total do quadro de funcionário apresenta até 01 de vínculo, enquanto 25% possuem12 anos ou mais de vínculo empregatício. Os dados apontam um processo de renovação e consolidação dos recursos humanos do SESCOOP/PE (Quadro 23). Quadro 23 - Estrutura do quadro de funcionários do SESCOOP/PE em 2011. Cargo

Função

Escolaridade

Dt de Admissão

Assistente

Assistente Administrativo

Ensino Médio

02/02/00

Superintendente

Superintendente

Pós-Graduado

05/05/00

Auxiliar

Auxiliar Administrativo

Fundamental

05/05/00

Analista

Analista de Educação

Pós-Graduado

09/06/04

Analista

Analista Técnico

Superior

08/08/08

Analista

Analista Contábil

Superior

01/12/08

Analista

Analista de Comunicação

Superior

05/10/09

Analista

Analista Jurídico

Superior

09/07/12

Analista

Analista Jurídico

Superior

04/09/09

07/02/12

Analista

Analista Adm. Financeiro

Superior

12/05/10

23/01/12

Analista

Analista Educação

Superior

01/12/12

Superior

01/12/12

Analista Analista Adm. Financeiro Fonte: Sistema GCI NET, 2013

Relatório de Gestão 2012|Sescoop/PE

Dt de Demissão


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III.

Capacitações

Em suas estratégias de desenvolvimento de pessoal, o SESCOOP/PE identifica necessidades, promove e gerencia ações em favor do desenvolvimento pleno das atividades profissionais, buscando manter o quadro de colaboradores capacitado e motivado. E para que tanto os novos contratados do SESCOOP/PE, como os demais integrantes da organização possam desenvolver habilidades e competências, várias ações de capacitação tem sido oportunizadas. Este foco visa proporcionar oportunidades de alinhamento para excelência das atividades seja por meio de cursos livres ou de pós-graduação, com foco no desenvolvimento nas atividades específicas realizadas pelos funcionários da área contábil, relacionamento e jurídica. Em 2010 os investimentos em capacitação para os funcionários totalizaram de R$ 25.276,35, sendo R$ 4.277,59 aplicados em ações de pós-graduação e R$ 20.998,76 para aperfeiçoamento. Em 2011 os investimentos em capacitação para os funcionários totalizaram R$ 5.565,00, aplicados em ações de pós-graduação para 03 funcionários. Em 2012 ocorreu a finalização do processo de pósgraduação de funcionários (Quadro 24). Quadro 24 Investimento em capacitação do quadro funcional entre 2008 e 2010 ......... Em R$ Exercícios

Tipologia 2010 Pós-graduação Aperfeiçoamento Total Fonte: Administrativo Financeiro SESCOOP, 2012

IV.

2011

2012

4.277,59

5.565,00

20.998,76

-

25.276,35

5.565,00

535,00 535,00

Custos associados à manutenção dos recursos humanos

A composição da folha de pagamentos está distribuída em três grandes elementos de despesas, orçados e realizados: os vencimentos e a remuneração, os encargos sociais e patronais e o conjunto de benefícios ofertados que inclui o vale alimentação, o vale transporte, o plano de saúde. Além destes há ainda os valores que se referem a indenizações. Entre o período de 2010 até 2012 se constata que tem havido um aperfeiçoamento do processo de planejamento e execução, onde os índices de execução de valores orçados, em todos os elementos de despesa listados têm apresentado significativo avanço. Ao mesmo tempo, o aumento no montante de recursos sinaliza uma política de unidade para a recomposição face ao processo de defasagem salarial e de oferta de mais benefícios, como parte de uma política maior de responsabilidade social, além dos valores destinados a indenizações. Em 2010 o total da folha de pagamento orçado foi de R$ 685.284,08 enquanto que o valor realizado foi da ordem de R$ 651.883,98, equivalente a 95,13% do orçado. Quanto ao vencimento realizado foi de R$ 416.106,13, equivalente a 98,5% do valor orçado. Os encargos sociais e patronais realizados alcançaram o montante de R$ 132.634,02, correspondente a 92,12% do total orçado. Os benefícios, que incluem o vale transporte, vale alimentação, plano de saúde e seguro de vida totalizou R$ 103.143,83, igual a 86,77% do valor orçado. O quantitativo orçado para indenizações foi de R$ 22.496,92, o qual foi integralmente realizado (Quadro 23; Gráfico 9). Em 2011 o total da folha de pagamento orçado foi de R$ 665.353,00 enquanto que o valor realizado foi da ordem de R$ 580.297,51, equivalente a 87,22% do orçado. Quanto ao vencimento realizado foi de R$ 393.879,00, equivalente a 90,80% do valor orçado. Os encargos sociais e patronais

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realizados alcançaram o montante de R$ 135.421,00, correspondente a 85,69% do total orçado. Os benefícios, que incluem o vale transporte, vale alimentação, plano de saúde e seguro de vida totalizou R$ 136.053,00, igual a 78,38% do valor orçado (Quadro 25; Gráficos 9 e 10). Em 2012 o total da folha de pagamento orçado foi de R$ 693.240,00 enquanto que o valor realizado foi da ordem de R$ 634.745,26, equivalente a 91,56% do orçado. Quanto ao vencimento realizado foi de R$ 399.310,82, equivalente a 95,13% do valor orçado. Os encargos sociais e patronais realizados alcançaram o montante de R$ 129.176,88, correspondente a 93,95% do total orçado. Os benefícios, que incluem o vale transporte, vale alimentação, plano de saúde e seguro de vida totalizou R$ 106.257,56, igual a 78,14% do valor orçado (Quadro 24; Gráficos 9 e 10). A diferença na rubrica vencimento e encargos sociais se justifica pela diminuição de colaboradores no último quadrimestre de 2012. No total de benefícios encontra-se demonstrado o valor gasto com estagiários apenas o vale transporte e vale alimentação, sendo que a bolsa estágio fora orçado R$ 20.400,00 sendo gasto R$ 18.850,00. Também há que ressaltar o fato que nos valores demonstrados está incluso a provisão de perdas trabalhistas referente ao ex-funcionário Joacy José de Oliveira, no valor total de R$ 136.234,73 (cento e trinta e seis mil duzentos e trinta e quatro reais e setenta e três centavos). A variação ocorreu por equívoco no cálculo das perdas no momento da orçamentação segundo Jurídico SESCOOP/PE. Quadro 25 - Evolução da folha de pagamento orçada e realizada entre 2010 e 2012 Em R$ 2010

DETALHAMENTO ORÇADO

Vencimento e Remuneração

REALIZADO

Encargos Sociais e Patronais

ORÇADO REALIZADO

Benefícios (VT) + VA + Pl. Saúde + Seg. Vida.

ORÇADO

TOTAL

REALIZADO ORÇADO REALIZADO

Indenizações

ORÇADO

2011

% Exec

393.879,00

143.970,08 92,13%

135.421,00 85,69% 116.040,06

132.634,02 118.817,00 86,81% 103.143,83 685.284,08 95,13% 651.883,98 22.496,92 100,00 22.496,92 %

REALIZADO Fonte: Administrativo Financeiro SESCOOP, 2013

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% Exec

422.436,00 98,50% 416.106,13

90,80%

357.625,63

136.053,00

78,38%

106.631,82 665.353,00

81.874,67

% Exec 95,13%

137.502,00 129.176,88 135.980,00 106.257,56

93,95% 78,14%

693.240,00 87,22%

580.297,51 109.500,00

2012 419.758,00 399.310,82

75%

634.745,26 58.000,00 56.588,05

91,56%


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Gráfico 9 - Evolução da folha de pagamento orçada e realizada entre 2010 e 2012, em %.

Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Gráfico 10 - Composição da folha de pagamento orçada e realizada em 2012.

Fonte: Administrativo Financeiro SESCOOP, 2013

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Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Desp c/ Dirig e Conselheiros Manutenção funcionamentoCODEL

Contextualização Ajuda de custo conselheiros de 15.675,00 administração

Material de Consumo

Passagens e Locomoções Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$

26,50 Lanche nas reuniões do conselho 1.703,72 Passagens em representação institucional

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Manutenção Funcionamento-COFIS Desp c/ Dirig e Conselheiros Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$

Contextualização

7.425,00 Ajuda de custo conselheiros fiscais

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

Material de Consumo Representação Institucional-PRESID Passagens e Locomoções

Diárias e Hospedagens Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

R$

Contextualização Combustível para o veículo do SESCOOP, em representação 2.735,71 institucional 65,30 Transporte urbano Diárias para o presidente do SESCOOP em representação 12.501,00 institucional

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Vencimentos e Remunerações

Contextualização Salário, 13º e férias da 98.362,63 superintendencia

Encargos Sociais Patronais

31.187,96 Encargos referente a salários Benefício saúde, transporte e 8.539,97 alimentação

Benefícios Sociais Manutenção FuncionamentoSUPER

Material de Consumo

Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

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R$

81,45 Combustível Passagem aérea para superintendência em representação 712,72 institucional Diárias para representação 2.534,00 institucional 63,90 Reembolso de combustível


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Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

Planejamento Estratégico

R$

Contextualização

Alimentação para os participantes da reunião de 1.390,00 1ª revisão do planejamento estratégico. para conselheiros 12.068,88 Passagem e diárias participarem dofórum Regional do Sistema OCB 3.276,00 - Região Nordeste

Material de Consumo Passagens e Locomoções

Diárias e Hospedagens Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Contextualização

Material de Consumo

1.472,00 Alimentação dos participantes na oficina de integração

Passagens e Locomoções

3.544,33 Locação de transporte para reunião de integração

Diárias e Hospedagens

Diária para os técnicos dos Sescoop/PE que são interlocutores junto ao SESCOOP NACIONAL no 3.009,00 projeto Gestão por competência

Gestão de Pessoas Locações

252,00 Sala para reunião

Auditoria e Consultoria Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

Serviço técnico para apoio ao projeto gestão por 18.729,55 competência.

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Gestão Documental

Serviços Especializados

Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

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R$ 26.768,00

Contextualização Serviço de digitalização de documentos


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Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Vencimentos e Remunerações

Contextualização

127.902,37 Salário, 13º e férias da superintendência

Encargos Sociais Patronais

41.472,83 Encargos referente a salários

Indenizações Trabalhistas

56.588,05 Provisão sobre processos trabalhistas

Benefícios Sociais Ocupação e Serviços Públicos

58.162,09 Benefício saúde, transporte e alimentação Aluguel, água, energia, telefonia e 52.605,04 conservação Serviços postais e assinaturas de 3.423,29 periódicos Material de expediente e material para 9.312,96 copiadora

Despesas de Comunicação Material de Consumo Material de Consumo Durável Passagens e Locomoções Outras Despesas de Viagem Materiais para Treinamento Manutenção Funcionamento-ADFIN

R$

Serv e Divulg Institucionais Auxílio Financeiro a Estudante Serviços Especializados Serviços de Transportes Serviços Gerais Estagiários Outros Serviços Encargos s/ Serv de Terceiros Federais Estaduais Outras Despesas Tributárias Despesas Financeiras

Bens Móveis Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

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688,91 Material para escritório Passagem para técnicos do Sescoop em 4.281,52 eventos Nacionais 25,00 Transporte urbano 519,07 Pasta para os processos 4.280,63 Anúncio de processos licitatórios Apoio para colaborador do SESCOOP 535,00 cursar pós graduação Fornecimento de banco de dados de 15.302,29 cooperativas Seguro e manutenção do veículos do 8.290,60 SESCOOP/PE 30,00 Compra de adaptadore 18.850,00 Bolsa estágio Despesa com autenticação de documentos, 4.470,34 cópias e encadernações, taxas de estágios. 376,74 Encargos sobre serviços de terceiros PF 15.466,99 Iof e Irrf sobre aplicação financeira 3.006,72 Ipva, licenciamento e seguro obrigatório 800,93 Taxas diversas 3.002,12 Despesas bancárias 1.552,00 Compra de arcondicionado


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Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

R$

Material de Consumo Apoio a Informática-INFOR

Contextualização

1.835,00 Tonner

Serviços Especializados

24.671,76 Serviço de assistência a informática

Bens Intangíveis

3.590,00 Software

Bens Imóveis

370,00 Instalação de arcondicionado

Bens Móveis Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

14.700,00 Compra de computadores

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa

Juridico-JURIDIC

R$

Contextualização

Vencimentos e Remunerações

33.231,32 Salário, 13º e férias da superintendência

Encargos Sociais Patronais

10.853,31 Encargos referente a salários

Benefícios Sociais

5.179,77 Benefício saúde, transporte e alimentação

Despesas de Comunicação Passagens e Locomoções

391,76 Serviços postais 1.029,61 Passagem aérea para participação em evento

Diárias e Hospedagens Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013

151,50 Diárias para técnico do SESCOOP 887,25 Cópias

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Vencimentos e Remunerações

Contextualização Salário, 13º e férias da 38.309,32 superintendência.

Encargos Sociais Patronais

12.511,31 Encargos referentes a salários Benefício saúde, transporte e 7.401,74 alimentação.

Benefícios Sociais

Divulgação de Ações InstitucionDIVCOOP

Despesas de Comunicação

412,55 Serviços postais

Passagens e Locomoções

817,66

Diárias e Hospedagens

194,00

Materiais e Divulgação Serviços e Divulg Institucionais Serviços Especializados Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013.

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R$

Transporte e diárias para técnico do SESCOOP/PE acompanhar eventos

1.424,54 Pen drive para gravação de eventos 46.408,64 Serviços gráficos 9.557,00 Produção de artes para impressos 88,60 Cópias


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Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Vencimentos e Remunerações Encargos Sociais Patronais

R$

Contextualização Salário, 13º e férias da 22.076,43 superintendência. 6.836,47 Encargos referentes a salários Benefício saúde, transporte e 7.721,79 alimentação. Aluguel, água, energia, telefonia e 54.861,74 conservação.

Benefícios Sociais Ocupação e Serviços Públicos Despesas de Comunicação

Manutenção FuncionamentoMONITORAMENTO

43,65 Serviços postais

Material de Consumo

1.790,80 Tonner Diária para técnico do SESCOOP/PE 103,00 em reuniões com cooperativas

Diárias e Hospedagens Locações

1.341,20 Sala para reunião do monitoramento

Serviços Especializados

13.510,51 Banco de dados de cooperativas

Outros Serviços

626,94 Cópias e encadernações

Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013.

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa MONIT - Programa de Orientação Cooperativista

Auditoria e Consultoria

Encargos s/ Serv de Terceiros Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013.

R$

Contextualização

Serviço de consultoria para apoio ao 11.180,19 programa de monitoramento 1.677,03 INSS sobre serviço de cooperativa

Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Vencimentos e Remunerações Encargos Sociais Patronais

Manutenção FuncionamentoCAPCOOP

Benefícios Sociais Ocupação e Serviços Públicos Despesas de Comunicação Material de Consumo

Contextualização Salário, 13º e férias da 21.668,47 superintendência. 7.450,42 Encargos referentes a salários Benefício saúde, transporte e 9.874,12 alimentação. Aluguel, água, energia, telefonia e 55.000,00 conservação. 1.710,86 Postagens 2.038,00 Tonner

Passagens e Locomoções

175,36 Transporte urbano

Diárias e Hospedagens

Diária para técnico do SESCOOP/PE 285,00 acompanhar eventos

Serviços Especializados Outros Serviços Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013.

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R$

21.311,97 Banco de dados de cooperativas 2.543,21 Cópias e encadernações


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Demonstração dos gastos por elemento de despesa Elemento da despesa Vencimentos e Remunerações Encargos Sociais Patronais

Manutenção FuncionamentoPROMOÇÃO SOCIAL

Benefícios Sociais Ocupação e Serviços Públicos Despesas de Comunicação Material de Consumo Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Serviços Especializados Outros Serviços

R$

Contextualização Salário, 13º e férias da 57.760,28 superintendência. 18.864,58 Encargos referentes a salários Benefício saúde, transporte e 9.378,08 alimentação. Aluguel, água, energia, telefonia e 55.000,00 conservação. 1.343,22 Postagens 1.787,50 Tonner Passagem para técnico do 299,34 SESCOOP/PE Diária para técnico do 103,00 SESCOOP/PE 16.597,82 Banco de dados de cooperativas 854,20 Cópias e encadernações

Fonte: Administrativo SESCOOP, 2013.

5.2. Tercerização de Mão-de-Obra e Quadro de Estagiários Não obstante o SESCOOP/PE passou a inserir no rol de sua política, a contratação de estagiários. Em 2010 o SESCOOP/PE contratou sete estagiários, os quais foram envolvidos em trabalho de pesquisa de campo. Em 2011 este número foi reduzido para três estagiários, permanecendo o mesmo quantitativo no exercício de 2012. Assim, o SESCOOP/PE assume o papel social de favorecer espaço para que graduandos em várias áreas do conhecimento tenham um local de aprendizado que facilite o ingresso no mercado de trabalho despertando o interesse dos mesmos pelas cooperativas.

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Capítulo 6 – Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário

6. Capítulo 6 – Gestão do Patrimônio Mobiliário e Imobiliário 6.1. Gestão da Frota de Veículos

O processo de gestão de frota da unidade compreende as ações desenvolvidas para planejmaneto, organização e controle de 02 veículos disponíveis, sendo 01 utilitário modelo Vokswagem Amarok e 01 Perua Fiat. A escolha dos veículos se deveu as condições adversas, haja vista que a unidade necessitar de atendimento às cooperartivas urbanas e rurais. Embora não possua software específico o processo de controle inclui um planeujamento segundo os setores finalísticos da unidade, sendo estabelecido cronograma de viagens e deslocamentos segundo a demanda de cada setor. Busca-ser ainda seguir um programa de manutenção corretiva e preventiva segundo os dispostos nos manuais dos fabricantes. Também é realizada uma planilha de controle para os veículos, levando em consideração combustível, lubrificantes, além de despesas fixas como taxas de licenciamentos e seguros. A cobertura de seguros é considerada como suficientes para cobrir eventuais sinistros, considerando a natureza de sua atividade. As apólices estão em vigor e os prêmios foram devidamente pagos. Seguradora

Data de início

Data de término

Sul América Cia Nacional de Seguros Sul América Cia Nacional de Seguros

22/03/2012 14/07/2012

22/03/2013 14/07/2013

Descrição do bem

Veículo – Pálio Veículo – Amarok

Importâncias Valor do seguradas prêmio

21.169,00 88.455,00

1.285,72 5.183,62

Tais ações permitem estabelecer critérios de uso racional, de modo a observar as melhores práticas para a vida útil do referido bem. Ainda não existem indicadores de desempenhos estruturados.

6.2. Gestão do Patrimônio Imobiliário A unidade estadual não dispõe de nenhum imóvel locado a terceiros. Em conformidade com Contrato de Gestão mantido com o Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Pernambuco OCB/PE, o SESCOOP/PE ocupa o prédio sede da OCB/PE e paga um valor a título de aluguel proporcional com a área ocupada. O valor pago atualmente, deliberado em reunião do Conselho de Administração ocorrida em 29 de março de 2012, ficou em R$ 13.356,00 (treze mil trezentos e cinquenta e seis reais).

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Capítulo 7 – Gestão da Tecnologia da Informação 7. Capítulo 7 – Gestão da Tecnologia da Informação Durante o ano de 2012, foram realizadas modificações no portal institucional, que incluíram uma reformulação no layout, de forma a adequá-lo à nova marca do Sescoop/PE e do Sistema OCB/PE. Foram inseridas também ferramentas de integração à conta da entidade no Twitter, além do módulo ISSUU, voltado à exibição de documentos em formato de revista no ambiente on line. Houve nesse ano também o lançamento da Página da Transparência, em obediência à nova Lei da Informação. Nessa página, estão publicadas todas as licitações, equipe técnica, projetos da entidade e outros dados relevantes. A página possui link direto com a home do portal institucional. Ao todo, foram enviados 25 informativos eletrônicos sobre as ações do Sescoop/PE e das cooperativas pernambucanas, por meio do próprio sistema integrado ao portal. Muitas das matérias publicadas foram reproduzidas integralmente por sites, blogs e portais, a exemplo do portal Easycoop, revista do cooperativismo, um dos mais expressivos do segmento, que reproduziu 18 matérias do portal institucional. Vale destacar que o processo de planejamento, estratégico e operacional, relacionado à Tecnologia da Informação é estabelecido em consonância com o planejamento institucional, não havendo área específica. Os processos decisórios acerca das ações e prioridades são encaminhados pelos respectivos setores à Superintendência, o qual encaminha para deliberação ao Conselho de Administração (Anexo V). Em virtude do tamanho da unidade e do reduzido quadro de pessoal, não há uma carreira específicas para a área de TI. Também inexiste uma área específica, com responsabilidades definidas, para lidar estrategicamente com segurança da informação ou ainda uma Política de Segurança da Informação (PSI) em vigor que tenha sido instituída mediante documento específico. O suporte ao Sistema Zeus é realizado mediante contrato de manutenção mantido com o SESCOOP Nacional, enquanto que a manutenção de máquinas e suporte é realizado por meio de um contrato com empresa especializada no segmento. Consoante ao alinhamento da unidade local e do nacional, o desenvolvimento e produção de sistemas busca seguir o mesmo padrão.

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Capítulo 8 – Gestão Do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental 8. Capítulo 8 – Gestão do Uso dos Recursos Renováveis e Sustentabilidade Ambiental A equipe do SESCOOP/PE enxerga a responsabilidade socioambiental como uma oportunidade de ultrapassar os objetivos da instituição, participando efetivamente da transformação da sociedade. Afinal, a cultura solidária que sustenta o cooperativismo não se limita a aspectos técnicos de gestão. Ela afeta positivamente a vida das pessoas em seus relacionamentos sociais e as leva a adotar uma postura mais positiva em relação ao outro e ao meio ambiente. 8.1. Critérios de Sustentabilidade Adotados A unidade vem buscando efetuar aquisição de produtos a partir de normas técnicas, de qualidade e ambientais vigentes, as quais têm o intuito de estabelecer parâmetros técnicos que assegurem que os materiais não venham a atentar contra o meio ambiente. Um exemplo é a utilização de lâmpadas que apresentam maior eficiência energética O SESCOOP/PE tem buscado incluir critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e matérias primas. A atenção de eficiência energética - selo PROCEL - nos equipamentos e lâmpadas adquiridos e que apresentam maior longevidade de uso é uma ação constante (Anexo VI). A aquisição de papel com certificados de proteção ambiental representam ações nesta direção. Ao mesmo tempo busca-se a aquisição de produtos de fontes não poluidoras, como é o caso de produtos de limpeza biodegradáveis. A atenção à questão da durabilidade e qualidade representam pontos de sustentabilidade que norteiam as práticas de aquisição dos produtos.

8.2. Medidas para Uso Racional dos Recursos No espaço da unidade interna, foram adotados vários procedimentos, para utilização racional dos recursos naturais, embora ainda sem adesão formal a programas. A reforma da unidade trouxe a oportunidade de adequação do espaço físico, com melhoria da iluminação natural, através da abertura de janelas, reduzindo a dependência de iluminação artificial. A aquisição de equipamentos de maior eficiência energética, ar condicionado e computadores, também possibilitou a redução do consumo de energia nos três últimos exercícios. O consumo de energia foi reduzido em 12,61% entre 2010 e 2012, passando de uma média de 2.298KW para 2.008KW. Em termos monetários esta redução significou uma economia de R$ 1.256,56 ( Tabela 7). A utilização de novos equipamentos sanitários e o trabalho de conscientização também reduziu o consumo de água em 35,7% entre 2010 e 2012, passando de uma média de 42 m³ para 27 m³. Em termos monetários esta redução significou uma economia de R$ 1.046,55 (Tabela 7).

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As campanhas internas através de conversas em equipe, cartazes em mural, bem como promoção de ações de caráter voluntário para a reciclagem representam a etapa inicial do SESCOOP/PE no sentido de construir uma política consistente para a promoção da gestão ambientalmente correta e socialmente justa, devidamente aplicada aos princípios constitucionais que rezam os processos licitatórios. De modo a facilitar o apoio aos grupos pré-cooperativos e as cooperativas, especialmente aquelas localizadas em áreas de acesso não pavimentados e/ou a longas distâncias da sede da unidade na capital, também foi adquirido um veículo automotivo do tipo utilitário. Além da resistência e robustez para o tráfego em estradas não pavimentadas em qualquer época do ano, a opção pelo referido tipo de veículo levou em consideração a questão do mesmo associar segurança e espaço interno e de carga. Visando diminuição do custo de manutenção a opção recaiu ainda sobre veículo movido a diesel. Uma vez que ao mesmo vem sendo adicionado um percentual de biodiesel, a opção também revela que o uso deste tipo de combustível tende a incorporar a questão ambiental. Nesta direção, o SESCOOP/PE entende que o passo fundamental compreende na sensibilização, conscientização e mobilização do quadro de colaboradores para todos os pontos relativos à questão socioambiental. A ação que promovam a separação de resíduos reciclados, inclusive com uma interação com uma cooperativa de reciclagem, representa um esforço nesta direção. As ações internas de conscientização quanto ao uso racional de recursos, tais como água e energia, bem como proteção ao meio ambiente, através de palestras, comunicações e campanhas em mural, denotam o esforço do SESCOOP/PE para levar adiante esta política (Anexo VI). Tabela 7- Consumo de Energia Elétrica e Água Valores em R$ 1,00 Quantidade Recurso Consumido 2012 Não Papel dimensionad 27 Água (m³) o 2008 Energia Elétrica (KW) Fonte: Administrativo, 2013.

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Exercícios 2011 2010 2012 Não Não Não dimensionado 28 dimensionado 42 dimensionad 1.829,05 o 2024 2298 11.908,50 08 13.737,55 Total

Valor 2011

2010 Não Não dimensionado 2.073,27 dimensiona 2.875,60 do 11.911,73 13.165,14 13.985,00 16.040,74


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Capítulo 9 – Conformidade e Tratamento das Disposições Legais e Normativas

9. Capítulo 9 - Conformidade e Tratamento das Disposições Legais e Normativas 9.1. Atendimento às Deliberações do TCU Não houve 9.2. Estrutura da Área de Auditoria Interna A área de auditoria interna está estruturada no Sescoop Nacional e realiza trabalhos nas Unidades Estaduais, conforme previsto em seu Regimento Interno. O resultado dos trabalhos de auditoria interna é monitorado com auxílio de uma matriz de riscos, baseada nas melhores práticas geralmente aceitas, que permite visualizar a evolução dos controles internos dos processos operacionais e são atualizados ao final de cada trabalho. A área de auditoria interna do Sescoop Nacional também possui controle sobre o andamento das implementações dos planos de ação referentes às recomendações dos trabalhos realizados, que são avaliados em testes específicos a cada auditoria executada, após os quais, os registros são atualizados em base de dados. Após cada trabalho realizado, a Auditoria Interna do Sescoop Nacional emite um relatório contendo recomendações/sugestões de melhoria, que é enviado para a diretoria da Unidade Estadual auditada, bem como para os Conselhos Fiscal e Nacional da Entidade.

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Capítulo 10 – Informações Contábeis Legais e Normativas 10. Capítulo 10 – Informações Contábeis 10.1. Critérios e Procedimentos Adotados As demonstrações contábeis da Entidade foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária e o Pronunciamento Técnico de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (CPC-PME), emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e referendado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), homologados pelos órgãos reguladores e normativos voltados para entidades sem fins lucrativos NBC T 10.19, NBC T 3 e NBC T 6. Até 31 de dezembro de 2010 as demonstrações contábeis da Entidade foram elaboradas e apresentadas em conformidade com as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBCASP), aprovadas pelo CFC, alinhadas às normas internacionais de Contabilidade para o setor público emitidos pela Federação Internacional de Contadores (IFAC) e adaptadas aos regulamentos instituídos pelo Sescoop. Em 01 de janeiro de 2011 as práticas contábeis foram modificadas de NBCASP para as práticas contábeis adotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária e o Pronunciamento Técnico de Contabilidade para Pequenas e Médias Empresas (CPC-PME), emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e referendado pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), incluindo as NBC T voltadas para entidades sem fins lucrativos. A Administração entende que esta mudança é requerida, tanto que o órgão regulamentador permite a adoção e é adequada a atividade desenvolvida pelo Sescoop PE. As demonstrações contábeis em 31 de dezembro de 2012 é a segunda preparada pela Administração da Entidade que consideram a adoção emanados do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), tendo como data de transição 01 de janeiro de 2011, após estudos realizados pela unidade do SESCOOP Nacional. Com a alteração da Lei nº 4.320/1964 para Lei nº 6.404/1976 cabe salientar que, como a Entidade recebe recursos à conta do orçamento fiscal e da seguridade social, era obrigada a apresentar a execução da referida parcela de acordo com as Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicadas ao Setor Público (NBCASP), conforme estabelecido no Artigo 101., que descreve que os resultados do exercício serão demonstrados no balanço orçamentário, balanço financeiro, balanço patrimonial e na demonstração das variações patrimoniais. Em 2011, com a adoção às práticas contábeis adotadas no Brasil, com base nas disposições contidas na Lei nº 6.404/1976, alteradas pelas Leis nº 11.638/2007 e 11.941/2009, e nos pronunciamentos, nas orientações e nas interpretações emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e demais normativos específicos às demonstrações contábeis a serem apresentadas são: balanço patrimonial, demonstração do superávit/ déficit do exercício, demonstração da mutação do patrimônio social e demonstração do fluxo de caixa – método indireto, essas demonstrações contábeis devem ser complementadas com as notas explicativas. 10.2 – Demonstrações Contábeis O conjunto de Demonstrações Contábeis previstas pela Lei nº 4.320/64 e pela NBC 16.6 aprovada pela Resolução CFC nº 1.133/2008, ou ainda prevista na Lei nº 6.404/76, incluem o Balanço

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Patrimonial, a Demonstração de Superavit, a Demonstração de Mutação do Patrimônio Social e o Fluxo de Caixa, bem como as notas explicativas, as quais estão contidas do Anexo VIII. Em 2012 o Sescoop/PE apresentou ativo circulante em 2012 de R$ 1.557.977 e não circulante de R$ 270.400, enquanto que em 2011 o ativo circulante foi de R$ 868.635 e não circulante de R$ 296.909, O passivo circulante em 2012 foi de R$ 164.969, o passivo não circulante foi de R$ 192.930 enquanto o patrimônio social correspondeu a R$ 1.470.478. Em 2011 o passivo circulante foi de R$ 100.933, enquanto o passivo não circulante foi de R$ 163.471 e o patrimônio social foi de R$ 901.140. Em 2012 resultado financeiro líquido foi de R$ 89.987 e superávit foi de R$ 569.339. Em 2011 o resultado financeiro foi de R$ 94.575, enquanto o superávit foi de R$ 142.541.

10.3 – Parecer da Auditoria Independente O parecer da auditoria independente sobre as demonstrações contábeis consta de Anexo VIII, sinaliza que as práticas contábeis apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado de Pernambuco em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.

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Capítulo 11 – Outras Informações sobre a Gestão 11. Capítulo 11 – Outras Informações Sobre Gestão Por fim, as ações do SESCOOP/PE em todos os seus programas visam levar as cooperativas a pautar suas relações pela sustentabilidade, inclusive com a disponibilização de seus demonstrativos financeiros para a sociedade. A valorização do quadro de colaboradores, apoiando a sua formação e capacitação profissional retrata outra perspectiva propagada pelo SESCOOP/PE. Os tipos de investimentos realizados pelas cooperativas na comunidade são diversos, sendo os mais frequentes as ações em creches, educação, além de ações de caráter filantrópico como doações de cestas básicas e fraldas descartáveis, de caráter ambiental, sejam arborizações, projetos de despoluição e de reciclagem. A unidade também incentiva a prática de atividades desportivas e que visem bem estar das pessoas. No âmbito das ações finalísticas, as ações desenvolvidas com jovens, inclusive com professores, tem trabalhado a questão ambiental permitindo a criação de novos negócios cooperativos e apoiando a criação de estratégias de sustentabilidade para as comunidades. O SESCOOP/PE vem fomentando o desenvolvimento destas ações através de investimentos com recursos do Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social (FATES), educação, lazer e cultura e projetos e seminários, sendo que os recursos médios investidos pelas cooperativas estaduais situam-se na faixa de até R$ 40 mil por ano.

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Considerações Finais 12. Considerações Finais O SESCOOP/PE vem buscando alcançar a sua missão institucional e com base em uma matriz estratégica, vem buscando atender através de serviços de excelência aos seus públicos, internos e externos, focando elementos de economicidade, sustentabilidade e transparência. O SESCOOP/PE buscou demonstrar no presente relatório as ações práticas e cotidianas os esforços de melhoria da eficiência e eficácia administrativa, servindo de base para aprimoramento das ações no decorrer dos exercícios seguintes. As ações planejadas e executadas pelo SESCOOP/PE abrangem cooperados, seus familiares, funcionários das cooperativas, funcionários, a comunidade do entorno das cooperativas, bem como a sociedade em geral, dentro dos programas estratégicos, voltadas para ações finalísticas e administrativas. O crescimento no número de cooperativas em 2012, associado ao aumento dos funcionários, apresenta uma tendência, a qual sinaliza para o alcance do efeito multiplicador das ações do SESCOOP/PE. O resultado destas ações enseja uma maior competitividade das cooperativas estaduais e no incremento do quadro de colaboradores das cooperativas, impulsionando o incremento de receitas da unidade e, por conseguinte, ampliação de ações de formação profissional, promoção social, monitoramento e comunicação. A formação profissional esteve voltado para o atendimento ao desenvolvimento de habilidades e competências específicas nas cooperativas, sejam cooperados, gestores e/ou funcionários. A continuidade de um processo de formação de maior duração, através de uma pós-graduação, além de visitas técnicas internacionais, sinaliza para um novo ciclo e processo de formação profissional. A promoção social continuou e aprofundou temas relacionados a qualidade de vida, o bem estar do trabalhador, o cuidado com o meio ambiente e o fomento a cultura da cooperação, por meio do Programa Cooperjovem. E por fim, os investimentos resultaram em melhoria dos processos finalísticos e administrativos, destacando-se o aperfeiçoamento do quadro técnico para que possa ser maios eficientes e eficazes nos processos de gestão. Ressalta-se que há necessidade de avanços nas áreas administrativas ou finalísticas, o que inclui o desenvolvimento de ações que envolvam todas as diretrizes do planejamento estratégico do sistema SESCOOP/PE, dentro das diretrizes e eixos norteadores de ação do SESCOOP Nacional. A recomposição do quadro de profissionais contratados é um fator a ser equacionado, visto que o quantitativo atual dificulta a operacionalização das atividades finalísticas ou administrativa. À luz do exposto, algumas ações demandam atenção no exercício de 2013, a saber: ampliação do movimento cooperativista em todas as mesorregiões do estado; ações para o fortalecimento de ramos que encontram-se em declínio no quantitativo de cooperativas ou associados; incremento da competitividade das cooperativas com ênfase na inovação e renovação de lideranças; aperfeiçoamento do processo de monitoramento; recomposição do quadro técnico da unidade; continuidade de estudos específico sobre as temáticas de maior interesse. Ciente de sua missão institucional, o SESCOOP/PE buscará a empreender esforços e recursos para criar e desenvolver ações cooperativas, de modo a suscitar ações que resultem na viabilidade e sustentabilidade de empreendimentos cooperativos, a partir de valores socialmente justos e corretos, nos diversos ramos e em diversos espaços territoriais do Estado.

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ANEXOS

13. ANEXOS

Relat贸rio de Gest茫o 2012|Sescoop/PE


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ANEXO I - Árvore Estratégica do SESCOOP 2010-2013 Missão do SESCOOP

Visão de Futuro 2020

Promover o desenvolvimento do cooperativismo de forma integrada e sustentável, por meio da formação profissional, da promoção social e do monitoramento das cooperativas, respeitando sua diversidade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados, empregados e familiares

Ser reconhecido por sua excelência em formação profissional cooperativista, como promotor da sustentabilidade e da autogestão das cooperativas e como indutor da qualidade de vida e bem-estar social de cooperados, empregados e familiares

COOPERATIVAS

COOPERADOS

Ambiente propício à cooperação

Padrões de qualidade em gestão e governança cooperativistas

OBJETIVO 1 Promover a cultura da cooperação e disseminar a doutrina, os princípios e os valores do cooperativismo em todo o Brasil

Intensificar o desenvolvimento de competências alinhadas à estratégia do SESCOOP

Educação cooperativista e em gestão cooperativa

Desenvolvimento de lideranças cooperativistas Transparência da gestão

Ampliar o acesso das cooperativas à formação em gestão cooperativista, alinhada as suas reais necessidades, com foco na eficiência e na competitividade

OBJETIVO 3 Contribuir para viabilizar soluções para as principais demandas das cooperativas na formação profissional

OBJETIVO 10

Fonte: Sescoop – Unidade Nacional/AGEST

 

Profissionalização e Sustentabilidade OBJETIVO 2

Desenvolver e implementar a gestão do conhecimento no SESCOOP

OBJETIVO 11

Gerar sinergias e integração do Sistema SESCOOP

Formação profissional de qualidade Conhecimento da cultura da cooperação e exercício do empreendedorismo Melhores condições de saúde e segurança no trabalho

Conhecimento da cultura da cooperação e exercício do empreendedorismo

Transparência da gestão

Qualidade de Vida OBJETIVO 4

Promover a adoção de boas práticas de governança e gestão nas cooperativas

OBJETIVO 5 Monitorar desempenhos e resultados com foco na sustentabilidade das cooperativas

OBJETIVO 12

Assegurar adequada utilização da tecnologia de informação e comunicação

OBJETIVO 6 Incentivar as cooperativas na promoção da segurança no trabalho

OBJETIVO 7 Promover um estilo de vida saudável entre cooperados, empregados e familiares

OBJETIVO 8 Intensificar a adoção da responsabilidade socioambiental na gestão das cooperativas brasileiras

OBJETIVO 13

Assegurar qualidade e transparência na divulgação das ações e na comunicação dos resultados

Objetivos Estratégicos de Administração e Apoio

OBJETIVO 9

 

FAMÍLIAS

Objetivos Estratégicos Finalísticos

Cultura da Cooperação

EMPREGADOS DAS COOPERATIVAS

Proposta de Valor

Gestão profissionalizada Envolvimento maior dos cooperados com suas cooperativas Sensibilização para a responsabilidade socioambiental


115

ANEXO II - Árvore Estratégica do SESCOOP/PE 2011-2013 M is s ão do SESCOOP Promover o des envolvimento do cooperativismo de forma integrada e sus tentável, por meio da formação profis s ional, dapromoção sociale do monitoramento das cooperativas , res peitando s uadivers idade, contribuindo para sua competitividade e melhorando a qualidade de vida dos cooperados , empregados e familiares COOP ER ATIVAS    

COOP ER ADOS

G es tão profis s ionalizada Envolvimento maior dos cooperados com suas cooperativas Sens ibiliz ação para ares ponsabilidade socioambiental Ambiente propício à cooperação Padrões de qualidade em gestão e governança cooperativis tas

P ro mo ve r a cu l tu ra d a co o p e ração e d i sse mi n ar a d o u tri n a, o s p ri n cí p i o s e o s val o re s d o co o p e rati vi smo to d o o B rasi l

em

p arti ci p an te s (co o p e rad o s, e mp re gad o s,

Transparência da gestão 

O BJETIVO 2

co mp e titivid ad e

F AM ÍLIAS 

Conhecimento da cultura da cooperação e exercício do empreendedoris mo

Qualidade de Vida O B JETIVO 5

O B JETIVO 7

Amp l i ar o ace sso d as co o p e rati vas à fo rmação e m ge stão co o p e rati vi sta, al i n h ad a as su as re ai s n e ce ssi d ad e s, co m fo co n a e fi ci ê n ci a e n a

M ETA 2012

57 co o p e rati vas

ate n d i d as co m cu rso s e m ge stão co o p e rati vi sta

O B JETIVO 3 C o n tri b u i r p ara vi ab i l i zar so l u çõ e s p ara as p ri n ci p ai s d e man d as d as co o p e rati vas n a fo rmação p ro fi ssi o n al

M o n i to rar d e se mp e n h o s e re su l tad o s co m fo co n a su ste n tab i l i d ad e d as co o p e rati vas

M ETA 2012 28 co o p e rati vas

ate n d i d as co m cu rso s e m fo rmação p ro fi ssi o n al vi ab i l i zad o s p e l o Se sco o p

“G es tão Es tratégica para o Alto D es empenho” As s es s oria em G es tão Es tratégica - AG EST

P ro mo ve r u m e sti l o d e vi d a sau d áve l e n tre co o p e rad o s, e mp re gad o s e fami l i are s

300

20 co o p e rativas mo n i to rad as

familiare s e p e sso as d as co mu n i d ad e s e m e ve n to s so b re cu l tu ra d a co o p e ração , d o u tri n a , p ri n cí p i o s e val o re s d o co o p e rati vi smo ).

Educação cooperativis ta eem ges tão cooperativa Des envolvimento de lideranças cooperativis tas

Profis s ionaliz ação e Sus tentabilidade

M ETA 2012 610

Formação profissional de qualidade Conhecimento da cultura da cooperação e exercício do empreendedoris mo Melhores condições de s aúde e s egurança no trabalho Trans parência da ges tão

p e lo

p arti ci p an te s (co o p e rad o s, e mp re gad o s e fami l i are s) e m p ro gramas d e p ro mo ção à saú d e .

Se sco o p

M ETA 2012

M ETA 2012

Objetivos Estratégicos Finalísticos

Cultura da Cooperação O B JETIVO 1

EM P R EGADOS DAS C OOP ER ATIVAS 

Proposta de Valor

Vis ão de Futuro 2020 Ser conhecido e reconhecido por sua excelência emformação profiss ional cooperativis ta, como promotor da s us tentabilidade e daautogestão das cooperativas e como indutor da qualidade de vidae bem-estar s ocial de cooperados ,empregados e familiares


116

ANEXO III – Caracterização dos instrumentos de transferências vigentes no Exercício de referência Valores em R$ 1,00 UNIDADE CONCEDENTE OU CONTRATANTE Nome: SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO - SESCOOP NACIONAL CNPJ: 03.087.543/0001-86

UJ/GESTÃO: DF Informações sobre as transferências Valores Pactuados

MODALID Nº do ADE Instrumento

Beneficiário Global

6

046/2011

6

011/2012

Formação de especialistas em cooperativismo Atendimento as cooperativas do Maranhão

Contrapartida

Valores Repassados Acumula No do até exercício exercício

Vigência

Início

Fim

Sit. 1

140.000,00

39.870,00

70.000,00

mar/12

mai/13

49.714,50

19.354,50

30.360,00

mar/12

ago/12

4

LEGENDA Modalidade: 1Convênio 2Contrato de Repasse 3Termo de Parceria 4Termo de Cooperação 5Termo de Compromisso 6Transferência de Projetos Especiais

Situação da Transferência: 1Adimplente 2Inadimplente 3Inadimplência Suspensa 4Concluído 5Excluído 6Rescindido 7Arquivado

Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

Resumo dos instrumentos celebrados pela UJ nos três últimos exercícios UNIDADE CONCEDENTE OU CONTRATANTE Nome: CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS COOPERATIVAS DE CRÉDITO - CONFEBRAS CNPJ: 23.137.615/0001-60 MODALIDADE

UJ/GESTÃO:DF Quantidade de Instrumentos Celebrados em cada exercício 2011 2010 2009

Valores Repassados em cada exercício 2010 2011 2009

Contrato de Repasse Termo de Parceria Termo de Cooperação

1

73.827,80

Termo de Compromisso TOTAIS

1

Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

2010

73.827,80


117 DEMONSTRATIIVO DAS TRANSFERÊNCIAS RECEBIDAS PROJETOS ESPECIAIS DO FUNDECOOP 2009/2012 Concedente SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM DO COOPERATIVISMO - SESCOOP NACIONAL CNPJ

Nº 004/2009

03.087.543/0001-86 VIGÊNCIA SITUAÇÃO VALOR DA TITULO DO VALOR DO VALOR DA RECEBIDO ANO INÍCI0 FIM AVENÇA PROJETO FUNDECOOP CONTRAPARTIDA NO EXERCÍCIO 2009 Apoio ao Programa 111.850,00 13.840,00 0 mar/09 out/10 Prestação de Cooperjovem no contas Estado de aprovada Pernambuco sobre o perfil socioeconomico e gerencial das cooperativas Pernambucanas

012/2009

2009 Pesquisa

75.825,00

18.850,00

0

jun/09

nov/10 Prestação de contas aprovada

033/2009

2009 Oficina

112.400,00

6.000,00

0

out/09

mai/10 Prestação de contas aprovada

140.000,00

39.870,00

70.000,00 mar/12 mai/13 Em execução

49.714,50

19.354,50

30.360,00 mar/12 ago/12 Concluído

046/2011 011/2012

Desenvolvimento de processos participativos nas cooperativas: Planejamento e Gestão de Programas e Projetos. de 2011 Formação especialistas em cooperativismo as 2012 Atendimento cooperativas do Maranhão


118

Visão geral da análise das prestações de contas de convênio e contratos de repasse (não se aplica) UNIDADE CONCEDENTE OU CONTRATANTE Nome: CNPJ:

UJ/GESTÃO:

Exercícios da Prestação de Contas

Convênios Não se aplica

Instrumentos Contratos de Repasse Não se aplica

Quantidade

Não se aplica

Não se aplica

Montante Repassado

Não se aplica

QUANTITATIVOS E MONTANTE REPASSADOS Quantidade de contas Prestadas Com o Prazo de Análise ainda não vencido

2012

Contas Analisadas Com o Prazo de análise vencido Contas NÃO analisadas

Quantidade Aprovada

Não se aplica

Não se aplica Não se aplica

Quantidade Reprovada

Não se aplica

Não se aplica

Quantidade TCE Quantidade

Não se aplica Não se aplica Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Quantidade Aprovada

Não se aplica

Não se aplica

Quantidade Reprovada

Não se aplica

Não se aplica

Quantidade de TCE

Não se aplica

Não se aplica

Quantidade

Não se aplica

Não se aplica

Montante Repassado

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Não se aplica

Quantidade Aprovada

Não se aplica

Não se aplica

Quantidade Reprovada

Não se aplica

Não se aplica

Quantidade de TCE

Não se aplica

Não se aplica

Quantidade

Não se aplica

Não se aplica

Montante Repassado

Não se aplica

Não se aplica

Quantidade

Não se aplica

Não se aplica

Montante Repassado

Não se aplica

Não se aplica

Montante Repassado Quantidade de contas Prestadas

2011

Contas analisadas

Contas NÃO analisadas Quantidade de contas Prestadas

2010

Contas Prestadas

Ainda no Prazo

Anteriores a 2009

Contas NÃO Prestadas

Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2012

Não se aplica Não se aplica


119

ANEXO IV - Histórico da composição e das despesas com recursos humanos – 2009 a 2012 ........Em R$ Descrição Quant. Funcionários Contratados - CLT em exercício na Unidade

11

2009

2010

2011

Despesa Salários Encargos Benefícios

Valor Quant. Despesa 276.985,78 Salários 12 97.229,39 Encargos 81.070,67 Benefícios

Valor Quant. Despesa 416.106,13 Salários 09 132.634,02 Encargos 103.143,83 Benefícios

Total Pessoal Próprio 455.285,84 Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

Total Pessoal Próprio

2009

651.883,98

Total Pessoal Próprio

2010

2012 Valor Quant. Despesa 357.625,63 Salários 10 116.040,06 Encargos 106.631,82 Benefícios 580.297,51

Total Pessoal Próprio

Valor

399.310,82 129.176,88 106.257,56 634.745,26

2011 2012

Descrição Quant. Despesa 2 Bolsa auxílio Estagiários

Taxa

Valor Quant. Despesa 6.366,67 7 Bolsa auxílio 461,33

Taxa

Valor Quant. Despesa 19.201,11 3 Bolsa auxílio 1.457,34

Taxa

928,00

Valor 18.850,00 1.173,33

Taxa Benefício

6.828,00 Total Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

Valor Quant. Despesa 14.526,67 3 Bolsa ESTÁGIO

20.658,45

13.225,60 28.680,27

Benefício

14.344,00 34.367,33


120

Descrição

2011 Quant.

Pessoal envolvido em ações finalísticas da unidade

7

5 Pessoal envolvido em ações de suporte da unidade Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

Despesa Salários Encargos Benefícios

2012 Valor (R$)

Quant 142.335,35 47.009,68 49.289,32 127.184,41 41.106,68 49.447,79

Salários Encargos Benefícios

5

Valor (R$) 173.045,82 56.516,09 39.550,50 127.902,37

4

41.472,83 58.162,09

Investimento em capacitação do quadro funcional Exercícios (R$)

Tipologia 2009

2010

2011

2012

Pós graduação

0,0

4.277,59

5.565,00

535,00

Aperfeiçoamento

0,0

20.998,76

0,00

0,00

0,00

25.276,35

5.565,00

535,00

Total Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2012


121

ANEXO V - Informações sobre a Gestão de Tecnologia da Informação Quesitos a serem avaliados Planejamento 1. Há planejamento institucional em vigor ou existe área que faz o planejamento da UJ como um todo. 2. Há Planejamento Estratégico para a área de TI em vigor. 3. Há comitê que decida sobre a priorização das ações e investimentos de TI para a UJ. Recursos Humanos de TI 4. Quantitativo de servidores e de terceirizados atuando na área de TI.

1

Avaliação 2 3 4

5

x x x

0 5. Há carreiras específicas para a área de TI no plano de cargos do Órgão/Entidade. x Segurança da Informação 6. Existe uma área específica, com responsabilidades definidas, para lidar estrategicamente com segurança da informação. x 7. Existe Política de Segurança da Informação (PSI) em vigor que tenha sido instituída mediante documento específico. x Desenvolvimento e Produção de Sistemas 8. É efetuada avaliação para verificar se os recursos de TI são compatíveis com as necessidades da UJ. x 9. O desenvolvimento de sistemas quando feito na UJ segue metodologia definida. x 10. É efetuada a gestão de acordos de níveis de serviço das soluções de TI do Órgão/Entidade oferecidas aos seus clientes. x 11. Nos contratos celebrados pela UJ é exigido acordo de nível de serviço. x Contratação e Gestão de Bens e Serviços de TI 12. Nível de participação de terceirização de bens e serviços de TI em relação ao desenvolvimento interno da própria UJ. 0% 12. Na elaboração do projeto básico das contratações de TI são explicitados os benefícios da contratação em termos de resultado para UJ e não somente em termos de TI. x 13. O Órgão/Entidade adota processo de trabalho formalizado ou possui área específica de gestão de contratos de bens e serviços de TI. x 14. Há transferência de conhecimento para servidores do Órgão/Entidade referente a produtos e serviços de TI terceirizados? x Considerações Gerais: Partindo do pressuposto que não existe um setor de TI na instituição a metodologia de avaliação envolveu a observação e análise da aplicação dos sistemas e serviços utilizados na Unidade e o conjunto de itens descritos anteriormente no ambiente, pelos ocupantes dos cargos de superintendência e membro da empresa contratada para suporte e manutenção de equipamentos, rede e sistemas de gestão. LEGENDA Níveis de avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que a afirmativa é integralmente NÃO aplicada ao contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que a afirmativa é parcialmente aplicada ao contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válida: Significa que a afirmativa é integralmente aplicada ao contexto da UJ.


122

ANEXO VI – Informações sobre o tratamento das recomendações realizadas pela unidade de controle interno. Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem

Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida RELATÓRIO DE AUDITORIA ASSESSORIA DE AUDITORIA 01 1.1.1 OPERACIONAL 07/2012 E CONTROLE Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de Pernambuco 002844 SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: Efetuar levantamento para verificar a pertinência da falta de contribuição das cooperativas identificadas. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação

Código SIORG

Presidência e Superintendência

Não se aplica

Síntese da providência adotada: Envio de correspondência para as cooperativas com as orientações sobre o recolhimento da contribuição para o SESCOOP Síntese dos resultados obtidos Declaração de que a Cooperativa não tem empregados e solicitação de apoio ao técnico terceirizado, pela cooperativa para o correto preenchimento da documentação. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Convencer o prestador de serviço da Cooperativa sobre o preenchimento correto da documentação pertinente.

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

1.1.2

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação:

Código SIORG 002844

Promover junto as cooperativas inadimplentes a quitação dos valores referentes ao período do mandato de seus representantes, se for o caso.

Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Presidência e Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Envio de correspondência para a cooperativa solicitando a quitação da contribuição Síntese dos resultados obtidos Justificativa do dirigente de que a Cooperativa encontra-se sem condições de regularizar a contribuição. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Dificuldade em convencer os dirigentes da Cooperativa sobre a urgência da quitação da contribuição.


123

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

2.2.1.

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação:

Código SIORG 002844

Composição de dossiês de eventos com documentação mínima.

Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Coordenação de Capacitação e Promoção Social Não se aplica Síntese da providência adotada: Dossiês compostos conforme rol de documentos recomendados Síntese dos resultados obtidos Elaboração de portaria com o rol de documentos e dossiês elaborados conforme o normativo. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não foi evidenciado

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

3.1.1

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação:

Código SIORG 002844

Abster-se de exigir, a título de condição para admissão e manutenção de empregados, a apresentação de Certidão de Antecedentes Criminais. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Orientação aos colaboradores para não exigir a citada documentação Síntese dos resultados obtidos Não se aplica – ainda não foi realizado processo seletivo Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não foi evidenciado


124

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

3.2.1

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação:

Código SIORG 002844

Normatizar a concessão de reembolso do valor da anuidade referente asos Conselhos de representação de classe, no intuito de resguardar os interesses da Unidade.

Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Normativo com as regras para concessão de reembolso de anuidade de conselhos de classe. Síntese dos resultados obtidos Colaboradores reembolsados conforme a nova regra Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Melhoria no controle da concessão do benefício ao colaborador

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

3.3.1

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação:

Código SIORG 002844

Apensar toda documentação relacionada ao empregado em sua respectiva pasta funcional

Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Orientação aos colaboradores para organizar a documentação conforme a orientação da auditoria Síntese dos resultados obtidos Pastas organizadas Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Dificuldade de organização da documentação em pasta física por tratar-se de assuntos diversos. Ex: concessão de bolsa de estudo, avaliação de desempenho, atestados médico.


125

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Item do RA Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

4.1.1

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de 002844 Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: Adotar a modalidade pregão sempre que for possível nas compras e contratações, observando o Regulamento de Licitações do SESCOOP e em aderência às orientações dos órgãos de controle. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Os colaboradores estão orientados para adotar o pregão sempre que for possível, e realização de capacitação sobre contratos e licitações para todos os colaboradores da entidade. Síntese dos resultados obtidos Colaboradores mais seguros para realização dos processos licitatórios. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Dificuldade na aquisição de três propostas de preços para estimativa de preço médio o que compromete o prazo para execução das compras, por meio de pregão.

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Item do RA Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

4.1.2

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de 002844 Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: Cumprir o Regulamento de Licitações e Contratos , no que tange as inconsistências apresentadas, doravante para todas as contratações efetuadas. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Todos os colaboradores participaram de capacitação sobre licitação e contratos. Síntese dos resultados obtidos Colaboradores capacitados para melhor organização dos processos licitatórios Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Dificuldade em administrar o tempo para atuação dos colaboradores na Comissão de Licitação, já que todos tem atuação em outras áreas da organização.


126

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Item do RA Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

4.1.3

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de 002844 Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: Proceder as adequações das inconsistências apresentadas quanto a ordem dos documentos nos processos Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Todos os colaboradores participaram de capacitação sobre licitação e contratos Síntese dos resultados obtidos Colaboradores capacitados para melhor organização dos processos licitatórios Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Dificuldade em administrar o tempo para atuação dos colaboradores na Comissão de Licitação, já que todos tem atuação em outras áreas da organização.

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Item do RA Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

6.1.1

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de 002844 Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: Implantar controle formal de acompanhamento mensal do orçamento Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Gerencia de Planejamento Não se aplica Síntese da providência adotada: Esáa sendo realizado trimestralmente, pela superintendência, uma conciliação do orçamento. Síntese dos resultados obtidos Maior controle das transposições e dos lançamentos no centros orçamentários corretos. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Ausência de uma área específica para tratar de planejamento e orçamento.


127 Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Ordem

Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA Comunicação Expedida RELATÓRIO DE AUDITORIA ASSESSORIA DE AUDITORIA 01 6.1.2 OPERACIONAL 07/2012 E CONTROLE Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de Pernambuco 002844 SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: 6.1.2. Implantar controle para manter a memória de cálculo da elaboração orçamentária. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação

Código SIORG

Gerencia de Planejamento

Não se aplica

Síntese da providência adotada: O orçamento está sendo elaborado com memória de cálculo e registro do método para os preços mensurados. Síntese dos resultados obtidos Maior clareza no método de elaboração dos orçamentos das áreas Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor

Ausência de uma área específica para tratar de planejamento e orçamento.

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Auditoria Item do RA RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

7.4.1

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação:

Código SIORG 002844

Registrar adequadamente os juros e multas nas contas específicas, conforme cada situação apurada.

Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Contabilidade Não se aplica Síntese da providência adotada: Solicitação de autorização ao Conselho de Administração do SESCOOP/PE para realizar a escrituração correta. Síntese dos resultados obtidos Valor dos juros reembolsados ao SESCOOP/PE, após autorização do Conselho de Administração. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não foi identificada.


128

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Item do RA Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

7.4.2

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de 002844 Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: Apurar o motivo que ocasionou a ocorrência das multas Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Solicitação de autorização ao Conselho de Administração do SESCOOP/PE para reembolso do valor ao SESCOOP/PE Síntese dos resultados obtidos Valor com juros/multas reembolsados ao SESCOOP/PE, após autorização do Conselho de Administração. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não identificada, já que a superintendência assumiu o reembolso.

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Item do RA Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

7.4.3

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de 002844 Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: Solicitar ressarcimento pela incidência de multas e juros a quem deu causa, conforme apuração dos motivos. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Solicitação de autorização ao Conselho de Administração do SESCOOP/PE para reembolso do valor ao SESCOOP/PE Síntese dos resultados obtidos Valor dos juros/multas reembolsados ao SESCOOP/PE, após autorização do Conselho de Administração. Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não identificada, já que a superintendência assumiu o reembolso.


129

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Item do RA Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

6.1

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de 002844 Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: Implantar a transferência eletrônica como procedimento padrão de pagamento, no intuíto de possibilitar a adequada evidenciação do favorecido e evitar possíveis questionamentos dos órgãos reguladores Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Solicitação de token ao Banco do Brasil Síntese dos resultados obtidos Pagamentos realizados por meio eletrônico Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Fragilidade do Banco do Brasil sobre a correta utilização dos sistemas

Ordem 01

Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Item do RA Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA OPERACIONAL 07/2012

8.1.1

Comunicação Expedida ASSESSORIA DE AUDITORIA E CONTROLE

Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de 002844 Pernambuco SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: Providenciar o reembolso imediato junto ao escritório terceirizado, relativo aos valores de multas e juros decorrentes do recolhimento em atraso de tributos. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Reenvio de correspondência solicitando o reembolso Síntese dos resultados obtidos Reembolso efetuado pelo escritório terceirizado Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Não foram evidenciados


130 Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Ordem Item do RA Comunicação Expedida Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA ASSESSORIA DE 01 8.2.1 OPERACIONAL 07/2012 AUDITORIA E CONTROLE Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de Pernambuco 002844 SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: Formalizar consulta a assessoria jurídica, quanto a legalidade da retenção de pagamento a fornecedor com pendência em sua situação fiscal (inclusive seguridade social), à luz dos entendimentos do TCU e demais legislações conexas Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Envio de carta aos fornecedores que estavam em aberto Síntese dos resultados obtidos Fornecedores quitados Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Negociação com fornecedores para quitação de valores sem atualização. Recomendações do OCI Recomendações expedidas pelo OCI Identificação do Relatório de Ordem Item do RA Comunicação Expedida Auditoria RELATÓRIO DE AUDITORIA ASSESSORIA DE 01 9.1 OPERACIONAL 07/2012 AUDITORIA E CONTROLE Órgão/entidade objeto da recomendação Código SIORG Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo no Estado de Pernambuco 002844 SESCOOP/PE Descrição da Recomendação: Adotar medidas necessárias para que sejam subtituídos os mecanismos de identificação e preservação utilizados atualmente, de forma a atender o previsto nos subitens 5.3 e 5.5, da norma de controle de bens permanentes. Providências Adotadas Setor responsável pela implementação Código SIORG Superintendência Não se aplica Síntese da providência adotada: Solicitação à empresa contratada para prestar serviço na área de informática organizar o acervo conforme contido na norma. Síntese dos resultados obtidos Organização em pasta específica com identificação das máquinas Análise crítica dos fatores positivos/negativos que facilitaram/prejudicaram a adoção de providências pelo gestor Identificação dos manuais, softwares e equipamentos com suas respectivas máquinas.

Situação das recomendações do OCI que permanecem pendentes de atendimento no exercício. Não se APLICA.


131

ANEXO VII - Informações sobre estrutura de controles internos. Aspectos do sistema de controle interno Ambiente de Controle 1. Os altos dirigentes da UJ percebem os controles internos como essenciais à consecução dos objetivos da unidade e dão suporte adequado ao seu funcionamento. 2. Os mecanismos gerais de controle instituídos pela UJ são percebidos por todos os servidores e funcionários nos diversos níveis da estrutura da unidade. 3. A comunicação dentro da UJ é adequada e eficiente. 4. Existe código formalizado de ética ou de conduta. 5. Os procedimentos e as instruções operacionais são padronizados e estão postos em documentos formais. 6. Há mecanismos que garantem ou incentivam a participação dos funcionários e servidores dos diversos níveis da estrutura da UJ na elaboração dos procedimentos, das instruções operacionais ou código de ética ou conduta. 7. As delegações de autoridade e competência são acompanhadas de definições claras das responsabilidades. 8. Existe adequada segregação de funções nos processos da competência da UJ. 9. Os controles internos adotados contribuem para a consecução dos resultados planejados pela UJ. Avaliação de Risco 10. Os objetivos e metas da unidade jurisdicionada estão formalizados. 11. Há clara identificação dos processos críticos para a consecução dos objetivos e metas da unidade. 12. É prática da unidade o diagnóstico dos riscos (de origem interna ou externa) envolvidos nos seus processos estratégicos, bem como a identificação da probabilidade de ocorrência desses riscos e a consequente adoção de medidas para mitigá-los. 13. É prática da unidade a definição de níveis de riscos operacionais, de informações e de conformidade que podem ser assumidos pelos diversos níveis da gestão. 14. A avaliação de riscos é feita de forma contínua, de modo a identificar mudanças no perfil de risco da UJ, ocasionadas por transformações nos ambientes interno e externo. 15. Os riscos identificados são mensurados e classificados de modo a serem tratados em uma escala de prioridades e a gerar informações úteis à tomada de decisão. 16. Existe histórico de fraudes e perdas decorrentes de fragilidades nos processos internos da unidade. 17. Na ocorrência de fraudes e desvios, é prática da unidade instaurar sindicância para apurar responsabilidades e exigir eventuais ressarcimentos. 18. Há norma ou regulamento para as atividades de guarda, estoque e inventário de bens e valores de responsabilidade da unidade. Procedimentos de Controle 19. Existem políticas e ações, de natureza preventiva ou de detecção, para diminuir os riscos e alcançar os objetivos da UJ, claramente estabelecidas. 20. As atividades de controle adotadas pela UJ são apropriadas e funcionam consistentemente de acordo com um plano de longo prazo. 21. As atividades de controle adotadas pela UJ possuem custo apropriado ao nível de benefícios que possam derivar de sua aplicação. 22. As atividades de controle adotadas pela UJ são abrangentes e razoáveis e estão diretamente relacionados com os objetivos de controle. Informação e Comunicação 23. A informação relevante para UJ é devidamente identificada, documentada, armazenada e comunicada tempestivamente às pessoas adequadas. 24. As informações consideradas relevantes pela UJ são dotadas de qualidade suficiente para permitir ao gestor tomar as decisões apropriadas. 25. A informação disponível à UJ é apropriada, tempestiva, atual, precisa e acessível. 26. A Informação divulgada internamente atende às expectativas dos diversos grupos e indivíduos da UJ, contribuindo para a execução das responsabilidades de forma eficaz. 27. A comunicação das informações perpassa todos os níveis hierárquicos da UJ, em todas as direções, por todos os seus componentes e por toda a sua estrutura.

1

Avaliação 2 3 4

5 x x x

x x x

x x x 1

2

3

4

5 x x x

x x x x x x 1

2

3

4

5 x

x x x 1

2

3

4

5 x x x x x


132 Monitoramento 1 2 3 4 5 28. O sistema de controle interno da UJ é constantemente monitorado para avaliar sua x validade e qualidade ao longo do tempo. 29. O sistema de controle interno da UJ tem sido considerado adequado e efetivo pelas x avaliações sofridas. 30. O sistema de controle interno da UJ tem contribuído para a melhoria de seu x desempenho. Considerações gerais: Os itens 12,13,14,15,28,28 e 30 constantes neste anexo foram respondidas com base na matriz de risco da Assessoria de Auditoria e Controle da Unidade Nacional. Os demais itens deste anexo basearam-se em reuniões entre a Diretoria Executiva e as Coordenações da unidade, onde o trabalho consistiu em um levantamento das ações desenvolvidas pelo Sescoop/PE em comparação com os itens constantes deste anexo. LEGENDA Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válido. Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ.


133

ANEXO VIII - Gestão Ambiental e Licitação Sustentável. Aspectos sobre a gestão ambiental Licitações Sustentáveis 1. A UJ tem incluído critérios de sustentabilidade ambiental em suas licitações que levem em consideração os processos de extração ou fabricação, utilização e descarte dos produtos e matérias primas. Se houver concordância com a afirmação acima, quais critérios de sustentabilidade ambiental foram aplicados? 2. Em uma análise das aquisições dos últimos cinco anos, os produtos atualmente adquiridos pela unidade são produzidos com menor consumo de matéria-prima e maior quantidade de conteúdo reciclável. 3. A aquisição de produtos pela unidade é feita dando-se preferência àqueles fabricados por fonte não poluidora bem como por materiais que não prejudicam a natureza (ex. produtos de limpeza biodegradáveis). 4. Nos procedimentos licitatórios realizados pela unidade, tem sido considerada a existência de certificação ambiental por parte das empresas participantes e produtoras (ex: ISO), como critério avaliativo ou mesmo condição na aquisição de produtos e serviços. Se houver concordância com a afirmação acima, qual certificação ambiental tem sido considerada nesses procedimentos? 5. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos que colaboram para o menor consumo de energia e/ou água (ex: torneiras automáticas, lâmpadas econômicas). Se houver concordância com a afirmação acima, qual o impacto da aquisição desses produtos sobre o consumo de água e energia? R: Como as lâmpadas já eram do tipo econômico, apenas houve a renovação das mesmas 6. No último exercício, a unidade adquiriu bens/produtos reciclados (ex: papel reciclado). Se houver concordância com a afirmação acima, quais foram os produtos adquiridos? 7. No último exercício, a instituição adquiriu veículos automotores mais eficientes e menos poluentes ou que utilizam combustíveis alternativos. Se houver concordância com a afirmação acima, este critério específico utilizado foi incluído no procedimento licitatório? 8. Existe uma preferência pela aquisição de bens/produtos passíveis de reutilização, reciclagem ou reabastecimento (refil e/ou recarga). Se houver concordância com a afirmação acima, como essa preferência tem sido manifestada nos procedimentos licitatórios? 9. Para a aquisição de bens/produtos é levada em conta os aspectos de durabilidade e qualidade de tais bens/produtos. 10. Os projetos básicos ou executivos, na contratação de obras e serviços de engenharia, possuem exigências que levem à economia da manutenção e operacionalização da edificação, à redução do consumo de energia e água e à utilização de tecnologias e materiais que reduzam o impacto ambiental. 11. Na unidade ocorre separação dos resíduos recicláveis descartados, bem como sua destinação, como referido no Decreto nº 5.940/2006. 12. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas entre os servidores visando a diminuir o consumo de água e energia elétrica. Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha (palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Cartazes no mural interno 13. Nos últimos exercícios, a UJ promoveu campanhas de conscientização da necessidade de proteção do meio ambiente e preservação de recursos naturais voltadas para os seus servidores. Se houver concordância com a afirmação acima, como se procedeu a essa campanha (palestras, folders, comunicações oficiais, etc.)? Cartazes no mural interno Considerações Gerais: A metodologia de avaliação envolveu a observação e análise do conjunto de itens descritos anteriormente no ambiente da unidade, pelos ocupantes dos cargos de superintendência, gerências e das coordenações. Posteriormente, através de uma exposição em grupo tais pontos foram expostos, discutidos e sistematizados no presente quadro. As declarações individuais de sobre o cumprimento das obrigações da lei constam nas pgs.189/213.

1 x

Avaliação 2 3 4

5

x

x

x

x

x x

x

x x

x x

x


134 LEGENDA Níveis de Avaliação: (1) Totalmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente não aplicado no contexto da UJ. (2) Parcialmente inválida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua minoria. (3) Neutra: Significa que não há como afirmar a proporção de aplicação do fundamento descrito na afirmativa no contexto da UJ. (4) Parcialmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é parcialmente aplicado no contexto da UJ, porém, em sua maioria. (5) Totalmente válida: Significa que o fundamento descrito na afirmativa é integralmente aplicado no contexto da UJ.


135

ANEXO IX - Outras informações consideradas relevantes para demonstrar a conformidade e o desempenho da unidade i.

EXECUÇÃO FISICA E FINANCEIRA DAS AÇÕES REALIZADAS PELA UJ 1. EXECUÇÃO FISICA E FINANCEIRA DAS AÇÕES REALIZADAS PELA UJ -2012

Função

Subfunção

11

1133

11

1133

11

1133

EXECUÇÃO FISICA EXECUÇÃO FINANCEIRA (R$) Meta Meta Meta a Ser Meta Meta Meta a Ser Prevista Realizada Realizada Prevista Realizada Realizada 11333010189520001 - QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DO COOPERATIVISMO CURSO - EXCELÊNCIA NO Não se Pessoa 140 290 0 19.867,00 15.956,69 0 ATENDIMENTO Atividade aplica beneficiada PÓS GRADUAÇÃO Não se Pessoa 61 64 0 153.670,00 71.800,00 0 COOPERATIVISTA Atividade aplica beneficiada CURSO – CONSELHEIROS Não se Pessoa 102 90 0 25.338,00 21.063,88 0 FISCAIS Atividade aplica beneficiada

1133

CURSO – EMPRESARIAL,

11

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

Tipo de Ação

Ação

REDAÇÃO Atividade

CURSO – GESTÃO EM COOPERATIVAS DE CRÉDITO, Atividade FORMAÇÃO EM COOPERATIVISMO, Atividade CURSO – CONSELHEIROS ADMINISTRATIVOS DE COOPERATIVAS Atividade PALESTRAS PROGRAMA DE LIDERANÇA GESTÃO COACHING CURSO – INGLÊS BÁSICO,OBJETIVO CURSO – DIREÇÃO DEFENSIVA ECONÔMICA CURSO ROTINAS E OPERAÇÕES DE CAIXAS CURSO PREPARATÓRIO PARA CPA 10

Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade

Prioridade

Unidade de Medida

Não se aplica

Pessoa beneficiada

15

24

0

9.157,00

9.155,69

0

Não se aplica Não se aplica

Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada

35

27

0

9.700,00

6.382,39

0

500

723

0

23.500,00

14.693,20

0

Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica

Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada

70

15

0

4.831,00

2.614,80

0

110

189

0

15.660,00

3.467,69

0

20

0

0

-

-

0

30

0

0

-

-

0

20

17

0

62

50

0

20

19

0

6.050,00

2.300,00

0

23.693,00

20.215,98

0

10.115,00

8.550,58

0


136

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

11

1133

CURSO GRAFODOCUMENTOSCOPIA Atividade CURSO MATEMATICA FINANCEIRA Atividade CURSO PREVENÇÃO A CRIME E LAVAGEM DE DINHEIRO Atividade CURSO EXCEL BÁSICO CURSO RELACIONAMENTO INTERPESSOAL CURSO TÉCNICAS DE NEGOCIAÇÃO E VENDAS CURSO DESENVOLVIMENTO DE ATENDENTES CURSO DESENVOLVIMENTO DE GERENTES INTERCAMBIO CPA-20 CURSO DE CONTABILIDADE ENCONTRO DE ATENDENTES CURSO ANÁLISE DE BALANÇO CURSO CLIMA ORGANIZACIONAL CURSO GERENCIAMENTO DE CONSULTORIO ODONTOLÓGICO CURSO CONDUTOR DE VEÍCULO DE TRANSPORTE COLETIVO CURSO CONCILIAÇÃO BANCÁRIA CURSO ENTREGA DE MERCADORIAS

Não se aplica Não se aplica

Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada

Atividade

Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica

Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada

Atividade

Não se aplica Não se aplica Não se aplica Não se aplica

Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade Atividade

Atividade Atividade Atividade

15

16

0

9.012,00

7.932,29

0

35

27

0

11.854,00

8.419,23

0

20

27

0

6.500,00

4.169,29

0

20

14

0

4.410,00

3.548,49

0

30

25

0

8.015,00

7.428,44

0

20

23

0

4.890,00

3.569,29

0

40

32

0

15.310,00

13.010,00

0

22

22

0

6.280,00

5.875,82

0

18

18

0

45.850,00

41.234,74

0

20

0

0

15

22

0

11.100,00

200

0

0

27.200,00

-

0

20

0

0

12.650,00

-

0

20

0

0

6.550,00

-

0

Pessoa beneficiada

20

30

0

4.600,00

3.490,00

0

Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada Pessoa beneficiada

75

81

0

11.800,00

6.875,00

0

20

0

0

6.450,00

-

0

60

0

0

1.841,00

-

0

-

3.764,79

0 0


137 (MOTOFRETISTAS) 11

1133

ENCONTRO ESTADUAL DO COOPERATIVISMO

Atividade

Não se aplica

Pessoa beneficiada

Total

100

137

1.955

1.982

0

87.850,00

66.502,97

0

583.743,00 352.021,25

1. EXECUÇÃO FISICA E FINANCEIRA DAS AÇÕES REALIZADAS PELA UJ -2012 Execução Física Função

SubFunção

11

3330

11

3330

Tipo de Ação

Ação

Execução Financeira (R$)

Prioridade

Unidade de Medida

Não se aplica

Cooperativas Beneficiadas

24

23

0

4.900,00

Atividade

Não se aplica

Cooperativas beneficiadas

30

13

0

96.510,00

Atividade

54

36

0

101.410,00

Meta Meta Meta a Ser Meta Prevista Realizada Realizada Prevista 11333077389790001 - MONITORAMENTO, SUPERVISÃO, AUDITORIA E CONTROLE DE COOPERATIVAS PROGRAMA ORIENTAÇÃO COOPERATIVISTA

DE

PROGRAMA ACOMPANHAMENTO COOPERATIVISTA

DE

Total

Meta Realizada

Meta a Ser Realizada

0

0

12.857,22 12.857,22

0 0

1. EXECUÇÃO FISICA E FINANCEIRA DAS AÇÕES REALIZADAS PELA UJ -2012 SubFunção Função

11

11 11

3330

3330 3330

Ação

OFICINA DE FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DO PROGRAMA COOPERJOVEM REUNIÃO TÉCNICA NAS ESCOLAS OFICINAS DE LEITURA

Tipo de Ação

Execução Física

Execução Financeira (R$)

Prioridade

Unidade de Medida

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

150

141

0

12.597,00

11.751,40

0

Atividade

Pessoas beneficiadas

80

145

0

4.045,00

2.169,19

0

Atividade

Não se aplica

Atividade

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

210

214

0

8.353,00

8.350,40

0

Meta Meta Meta a Ser Meta Meta Meta a Ser Prevista Realizada Realizada Prevista Realizada Realizada 11331010889540001 - ATIVIDADES DESPORTIVAS E SOCIOCULTURAIS


138

Atividade

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

24

19

0

5.900,00

5.397,05

0

Atividade

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

1.200

1020

0

5.955,00

4.222,18

0

INTERCAMBIO INTERMUNICIPAL DE ESCOLAS Atividade ENCONTRO ESTADUAL DOS PROFESSORES DO COOPERJOVEM Atividade GINCANA MULTICULTURAL COOPERJOVEM Atividade SEMINÁRIO FERRAMENTAS METODOLÓGICAS Atividade INTERCAMBIO COOPERATIVAS MIRINS Atividade

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

60

60

0

4.807,00

4.786,65

0

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

130

128

0

51.770,00

40.147,35

0

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

200

201

0

77.000,00

54.075,79

0

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

25

25

0

1.108,00

950,00

0

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

25

18

0

2.392,00

2.391,00

0

3330

FESTIVAL DE MÚSICA

Atividade

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

100

102

0

17.000,00

16.130,00

0

11

3330

PREMIO REDAÇÃO COOPERJOVEM

Atividade

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

1

1

0

2.000,00

-

0

11

3330

Atividade

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

1

1

0

2.000,00

-

0

11

3330

Não se aplica

Pessoas beneficiadas

70

55

0

33.500,00

18.880,90

0

Atividade

2.276

2.130

0

228.427,00

169.251,91

0

11

3330

REUNIÃO DO COMITÊ GESTOR

11

3330

COOPERATIVA SAUDÁVEL

11

3330

11

3330

11

3330

11

3330

11

3330

11

PREMIO PROFESSOR COOPERJOVEM ENCONTRO ESTADUAL DOS COORDENADORES DO PROGRAMA COOPERJOVEM Total


139

ii.

DEMONSTRATIVO DA PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS CORRENTES Em R$

Origem Orçamentária Exercícios Dotação de Proposta Orçamento Aprovado Orçamento Reformulado

1 – Pessoal e encargos

2 – Juros e encargos da dívida

3 – Outras Despesas

2011 785.553,00 774.853,00 774.853,00

2012 756.657,00 751.240,00 751.240,00

2010 0,00 0,00 0,00

2011 0,00 0,00 0,00

2012 0,00 0,00 0,00

2010 1.064.371,00 1.365.543,00 1.365.543,00

2011 1.214.458,00 1.333.692,00 1.333.692,00

2012 1.332.953,00 1.650.772,00 1.650.772,00

TOTAL 707.720,00 774.853,00 Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

751.240,00

0,00

0,00

0,00

1.365.543,00

1.333.692,00

1.650.772,00

iii.

2010 558.694,00 707.720,00 707.720,00

DEMONSTRATIVO DA PROGRAMAÇÃO DE DESPESAS DE CAPITAL Em R$

Origem Orçamentária Exercícios Dotação de Proposta Orçamento Aprovado Orçamento Reformulado

2010 86.000,00 108.000,00 108.000,00

4 – Investimentos 2011 134.000,00 302.240,00 302.240,00

TOTAL 108.000,00 302.240,00 Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

2012 0,00 90.000,00 90.000,00 90.000,00

5 – Inversões Financeiras 2012 2010 2011 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00

0,00

2010

6 – Outras Despesas de Capital 2011 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00

0,00

2012 0,00 0,00 0,00 0,00


140

iv.

DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS CORRENTES REALIZADAS POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA Em R$ GRUPOS DE DESPESA

VALORES PAGOS 2011

2010

2012

1 – Despesa de Pessoal Vencimento e Remuneração Encargos Sociais e Patronais Indenizações Trabalhistas

674.380,90 416.106,13 132.634,02 22.496,92

662.172,18 357.625,63 116.040,06 81.874,67

691.333,31 399.310,82 129.176,88 56.588,05

Remunerações variáveis Benefícios Sociais Benefícios Assistenciais

103.143,83

106.631,82

106.257,56

1.003.941,72 15.096,00 135.720,63 19.321,65 57.957,55 4.979,59 67.446,17 179.733,34 241,54 3.605,80 17.083,35 22.683,07 82.507,75 4.277,59 22.550,00 242.169,93

1.053.622,41 19.500,00 132.700,81 17.699,15 15.922,83 1.273,51 39.188,12 101.775,61 850,45 3.565,00 27.847,28 3.583,20 9.000,00 51.126,05 5.565,00 165.142,50 118.564,11 213.219,28

1.091.081,78 23.100,00 217.466,78 7.409,83 102.040,88 688,91 71.133,45 116.295,50 761,81 36.063,20 13.020,54 22.387,88 51.361,93 535,00 69.840,00 29.909,74 256.753,47

-

2 – Juros e Encargos da Dívida 3 – Outras Despesas Correntes Despesa com Dirigente e Conselheiro Ocupação e Serviços Públicos Despesa de Comunicação Material de Consumo Material de Consumo Durável Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem Locações Material de Divulgação Materiais de Treinamento Premiações Serviços de Divulgação Institucional Auxílio Financeiro a Estudante Auxílio Educacionais Auditoria e Consultoria Serviços Especializados – PJ


141 Serviços de Transportes Serviços Gerais – PJ Estagiários Outros Serviços de Terceiros – PF Outros Serviços de Terceiros – PJ Encargos s/ Serviços de Terceiros Serviços Especializados – PF Impostos, Taxas e Contribuições Federais Impostos, Taxas e Contribuições Estadual Impostos, Taxas e Contribuições Municipais Outras Despesas Tributárias Despesa Financeira Transferências regulamentares

4.512,58 507,20 20.658,45 50,00 9.666,91 14.691,04 51.793,00 13.099,40 755,17 441,86 120,94 3.466,23

8.290,60 30,00 18.850,00 12.271,31 4.244,19 6.350,00 15.466,99 3.006,72 800,93

71.644,40

-

3.002,12

Convênio com a União Convênio Inst. Privadas s/ Fins Lucrativos Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

v.

4.383,20 90,00 14.446,67 9.613,60 118,86 4.049,10 19.427,51 737,69 471,54 138,36 1.978,58

8.804,98 -

DEMONSTRATIVO DE DESPESAS DE CAPITAL POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA Em R$ GRUPOS DE DESPESA

4 – Investimentos Bens Intangíveis Bens Imoveis Bens Móveis 5 – Inversões Financeiras 6 – Outras Despesas de Capital Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

VALORES PAGOS 2010 8.946,00 2.398,00 6.548,00

2011 251.406,00 8.616,00 2.600,00 240.190,00

2012 20.212,00 3.590,00 370,00 16.252,00


142

vi.

DEMONSTRATIVO DA EVOLUÇÃO DOS GASTOS GERAIS Em R$ DESCRIÇÃO

1. Passagens 2. Diárias e Ressarcimento de despesas em viagens 3. Serviços Terceirizados 3.1. Publicidade 3.2. Vigilância, Limpeza e Conservação 3.3. Tecnologia da Informação 3.4. Outras Terceirizações 4. Cartão de Pagamento do Governo Federal 5. Suprimento de Fundos TOTAIS Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

ANO 2011

2010

2012

67.446,17 179.733,34 -

23.326,18 57.411,70

79.424,05 117.057,31

247.179,51

80.737,88

196.481,36


143

vii.

DEMONSTRATIVO DAS DESPESAS POR NATUREZA Em R$ Rubricas

Orçado 2010

Realizado 2010

Orçado 2011

Realizado 2011

Orçado 2012

Realizado 2012

% Part

% Realiz

Pessoal, Encargos e Indenizações

588.903,00

571.237,07

774.853,00

662.172,18

751.240,00

691.333,31

39%

85%

Despesa de Viagem

346.374,00

251.933,63

203.598,00

141.814,18

308.198,00

196.481,36

8%

70%

23.344,00

17.083,35

136.053,00

122.804,77

34.373,00

13.020,54

7%

90%

4.950,00

4.277,59

9.100,00

5.565,00

2.300,00

535,00

0%

61%

Material de Consumo

132.319,00

85.620,21

42.421,00

19.506,03

195.193,00

125.117,67

1%

46%

Serviços de Terceiros

924.220,12

712.655,38

899.047,00

737.834,72

1.078.296,00

754.082,71

43%

82%

59.152,88

37.913,39

39.473,00

24.824,20

32.412,00

23.580,37

1%

63%

102.000,00

6.548,00

4.000,00

1.273,51

92.000,00

20.212,00

0%

32%

Total Geral Transferências

2.181.263,00

1.687.268,62

2.108.545,00

1.715.794,59

2.494.012,00

1.824.362,96

100%

81%

TOTAL GERAL

2.181.263,00

1.687.268,62

2.108.545,00

1.715.794,59

2.494.012,00

1.824.362,96

Outras Despesas Variáveis Auxílio Financeiro a Estudante

Obrigações, Tributos e Contribuições Equipamentos e Materiais Permanentes

Fonte: balancete dez/2012 - sistema ZEUS

viii.

RESUMO DAS PROGRAMAÇÕES DE DESPESAS Origem dos Créditos Orçamentários Exercício

Em R$ Despesa corrente

2010

2011

Dotação Proposta pela UJJ

1.623.065,00

2.000.011,00

Orçamento Aprovado

2.073.263,00

2.108.545,00

Orçamento Reformulado

2.073.263,00

2.108.545,00

Total

2.073.263,00

2.108.545,00

Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

Despesa de Capital 2012 2.089.610,00 2.402.012,00 2.402.012,00 2.402.102,00

2010

2011

2012

86.000,00

134.000,00

-

108.000,00

302.240,00

92.000,00

108.000,00

302.240,00

92.000,00

108.000,00

302.240,00

92.000,00


144

ix.

MOVIMENTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA POR GRUPO DE DESPESA (não se aplica neste exercício) Despesas Correntes Natureza da Movimentação de Crédito

Concedidos Movimentação Externa

Recebidos

UJ concedente ou recebedora

Classificação da Ação

1 - Pessoal e Encargos

2 - Juros e Encargos da Dívida

3 - Outras Despesas Correntes

Não se aplica neste exercício Não se aplica neste exercício Despesas de Capital

Natureza da Movimentação de Crédito Movimentação Externa

Concedidos

UJ concedente ou recebedora

Não se aplica neste exercício

Recebidos Não se aplica neste exercício Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

Classificação da Ação

4 - Investimentos

5 - Inversões Financeiras

6 - Outras Despesas de Capital


145

x.

“DESPESA POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO” – CRÉDITO ORIGINÁRIO DA UJ

Em R$

Despesa Liquidada

Despesa paga

Modalidade de Contratação 2011 1. Modalidade (a+b+c+d+e+f)

de

Licitação

2012

2011

2012 304.047,15

214.434,36

102.448,15

133.723,66

b) Tomada de Preços

0,00

0,00

c)

0,00

0,00

201.599,00

80.710,70 0,00

a)

Convite

Concorrência

d) Pregão e)

Concurso

0,00

f)

Consulta

0,00

0,00

2.

Contratações Diretas (g+h)

737.134,49

477.771,86

g)

Dispensa

722.134,49

470.896,86

h) Inexigibilidade

15.000,00

6.875,00

3.

Regime de Execução Especial

0,00

0,00

i)

Suprimento de Fundos

0,00

-

4.

Pagamento de Pessoal (j+k)

717.860,18

754.888,81

j)

Pagamento em Folha

662.172,18

691.333,31

55.688,00

63.555,50

0,00

377.267,93

1.759.041,82

1.824.362,96

k) Diárias 5.

Outros

6.

Total (1+2+3+4+5)

Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

xi.

“DESPESA POR MODALIDADE DE CONTRATAÇÃO” – CRÉDITO RECEBIDOS PELA UJ (CONVÊNIOS E FUNDECOOP PROJETOS ESPECIAIS) (não se aplica ao exercício 2012)


146

xii.

“DESPESAS CORRENTES E DESPESAS DE CAPITAL POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA” – CRÉDITOS RECEBIDOS PELA UJ. (CONVÊNIOS E FUNDECOOP PROJETOS ESPECIAIS) GRUPOS DE DESPESA

VALORES PAGOS (R$) 2011 (não se aplicou )

2012

1 - Despesas de Pessoal

0

0

Vencimentos e Remunerações

0

0

Encargos Sociais Patronais

0

0

Indenizações Trabalhistas

0

0

Remunerações Variáveis Benefícios Sociais Benefícios Assistenciais

0 0 0

0 0 0

2 - Juros e Encargos da Dívida

0

0

3 - Outras Despesas Correntes Desp c/ Dirigentes e Conselheiros

0 0

21.735,87 0

Ocupação e Serviços Públicos

0

0

Despesas de Comunicação

0

0

Material de Consumo

0

0

Material de Consumo Durável

0

0

Passagens e Locomoções

0

0

Diárias e Hospedagens

0

0

Outras Despesas de Viagem

0

0

Locações

0

0

Materiais e Divulgação

0

0

Materiais para Treinamento

0

0

Premiações

0

0

Serviços de Divulgação Institucional

0

0

Auxílio Financeiro a Estudante

0

0

Auxílios Educacionais

0

0

Auditoria e Consultoria

0

0

Serviços Especializados

0

21.548,00

Serviços de Transportes

0

0

Serviços Gerais - PJ

0

0

Estagiários

0

0

Outros Serviços de Terceiros - PF

0

0

Outros Serviços de Terceiros - PJ

0

0

Encargos s/ Serviços de Terceiros

0

0

Serviços Especializados - PF

0

0

Serviços Gerais - PF

0

0


147 Impostos, Taxas e Contribuições Federais Impostos, Taxas e Contribuições Estaduais

0 0

61,54 0

Impostos, Taxas e Contribuições Municipais

0

0

Outras Despesas Tributárias

0

0

Despesas Financeiras

0

126,33

Transferências Regulamentares

0

0

Convênios com a União

0

0

Convênios Inst. Privadas s/ Fins Lucrativos

0

0

4 - Investimentos Bens Intangíveis

0 0

0 0

Bens Imóveis

0

0

Obras e Instalações

0

0

Bens Móveis

0

0

5 - Inversões Financeiras

0

0

Aquisição de Imóveis

0

0

Aquisição de Bens p/ Revenda

0

0

6 - Outras Despesas de Capital

0

0

xiii.

“DESPESA CORRENTE E DESPESA DE CAPITAL POR GRUPO E ELEMENTO DE DESPESA” – CRÉDITOS ORIGINÁRIOS DA UJ GRUPOS DE DESPESA

VALORES PAGOS (R$) 2011

2012

1 - Despesas de Pessoal Vencimentos e Remunerações

662.172,18

691.333,31

357.625,63

399.310,82

Encargos Sociais Patronais

116.040,06

129.176,88

Indenizações Trabalhistas

81.874,67

56.588,05

106.631,82

106.257,56

Remunerações Variáveis Benefícios Sociais Benefícios Assistenciais 2 - Juros e Encargos da Dívida 3 - Outras Despesas Correntes Despesas com Dirigentes e Conselheiros

1.053.622,41

1.112.817,65

19.500,00

23.100,00

132.700,81

217.466,78

Despesas de Comunicação

17.699,15

7.409,83

Material de Consumo

15.922,83

102.040,88

1.273,51

688,91

39.188,12

71.133,45

101.775,61

116.295,50

850,45

761,81

3.565,00

36.063,20

27.847,28

13.020,54

3.583,20

22.387,88

Ocupação e Serviços Públicos

Material de Consumo Durável Passagens e Locomoções Diárias e Hospedagens Outras Despesas de Viagem Locações Materiais e Divulgação Materiais para Treinamento


148 Premiações Serviços de Divulgação Institucional

9.000,00

-

51.126,05

51.361,93

5.565,00

535,00

Auxílios Educacionais

165.142,50

69.840,00

Auditoria e Consultoria

118.564,11

29.909,74

Serviços Especializados - PJ

202.761,28

278.301,47

4.383,20

8.290,60

90,00

30,00

14.446,67

18.850,00

Auxílio Financeiro a Estudante

Serviços de Transportes Serviços Gerais - PJ Estagiários Outros Serviços de Terceiros - PF

118,86

Outros Serviços de Terceiros - PJ

9.613,60

12.271,31

Encargos s/ Serviços de Terceiros

4.049,10

4.244,19

10.458,00

6.350,00

Serviços Especializados - PF Serviços Gerais - PF Impostos, Taxas e Contribuições Federais

19.427,51

15.528,53

Impostos, Taxas e Contribuições Estaduais

737,69

3.006,72

Impostos, Taxas e Contribuições Municipais

471,54

-

Outras Despesas Tributárias

138,36

800,93

1.978,58

3.128,45

Despesas Financeiras Transferências Regulamentares Convênios com a União Convênios Inst. Privadas s/ Fins Lucrativos 4 - Investimentos Bens Intangíveis Bens Imóveis

71.644,40

-

251.406,00 8.616,00

20.212,00 3.590,00

2.600,00

370,00

Obras e Instalações Bens Móveis 5 - Inversões Financeiras Aquisição de Imóveis Aquisição de Bens p/ Revenda 6 - Outras Despesas de Capital Fonte: Administrativo Financeiro, SESCOOP/PE 2013

240.190,00

16.252,00


149

ANEXO X - Demonstrações Contábeis.

1. Balanço Patrimonial


150


151

2. Demonstrações do Superávit ou Déficit do Exercício (DRE)


152

3. Demonstração de Mutação do Patrimônio Social (DMPS)


153

4. Demonstração de Fluxo de Caixa (DFC)


154

5. Notas Explicativas


155


156


157


158


159


160


161


162


163


164


165


166


167


168


169


170

6. Parecer da Auditoria Independente sobre as Demonstrações Contábeis


171


172

ANEXO XI - Parecer do Conselho Fiscal.


173

ANEXO XII- Parecer do Conselho Estadual e Nacional. a) Parecer do Conselho Estadual


174

b) Parecer do Conselho Nacional

Relatório de gestão de 2012  

Acesse os dados da atuação do Sescoop/PE nas áreas de Capacitação, Monitoramento e Promoção Social durante o ano de 2012.

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