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de novembro 2016 a março 2017

MOTUMBÁ* Memórias e existências negras

Mostra que integra diversas linguagens artísticas e ações culturais para apresentar um panorama das poéticas, estéticas e temáticas produzidas e interpretadas por grupos e artistas negras, negros e/ou periféricos. As atividades desta programação valorizam a representatividade de matrizes africanas legitimadas por trajetórias de vida e posicionamentos sociopolíticos.

* Em Yorubá, Motumbá é um pedido de benção entre os nagôs, uma saudação.


Representação e Diversidade O respeito à diversidade cultural preconiza uma postura de estímulo ao convívio multicultural capaz de orientar as sociedades contemporâneas, atravessadas por uma série de conflitos e dilemas. No Brasil, cuja população carrega as misturas de influências, origens e referências de três matrizes distintas – indígena, europeia e africana –, além de outras tantas, relacionadas aos fluxos migratórios, a atitude transformadora passa pelo reconhecimento e pela valorização de cada um de seus elementos constitutivos. Por outro lado, a posição de indiferença e conformismo, corroborada pela aparente invisibilidade do outro, alimenta a reprodução de manifestações discriminatórias. A discriminação pode ser uma forma de violência tão devastadora e maléfica quanto as guerras e perseguições que atentam contra a vida física. Trata-se de um fenômeno global, com implicações na autoestima e nas inter-relações entre os seres humanos, por princípio legal, iguais em direitos e deveres.


É nesse contexto que se insere o projeto Motumbá – Memórias e existências negras, objetivando aproximar olhares, vozes e escutas, difundir saberes e registrar a ação desses sujeitos e seu protagonismo. A ampliação dessa representatividade social por meio de maior visibilidade e circulação dos elementos de matriz afro-brasileiras pode favorecer um outro entendimento da história do país. Em consonância com suas diretrizes de educação para diversidade e para alteridade, o Sesc propõe esse conjunto de realizações acreditando que o ato de refletir e identificar outras formas de expressar as raízes brasileiras, por meio da cultura, pode abrir caminhos emancipatórios ao permitir espaços para questionamentos e ressignificações, possibilitando uma visão crítica da realidade, relevante instrumento para o fortalecimento da cidadania.

Sesc São Paulo


Motumbá! Mukuiu! Kolofé! No pé do baobá ecoam os Ilús da diáspora negra, o Rum costura a marcação sincopada do Rumpi e Lé, que dialogam com as melodias ressonantes e metálicas do Gã, invocando nesse instante a ancestralidade do orum para uma grande interação, movimentação e reflexão no aiyê. No sopro de Olorum se cria e transforma, uma manifestação artística e cultural que mantém a chama acesa das memórias negras de matrizes africanas e existências periféricas em contextos tradicionais, urbanos e contemporâneos. A rota dos orixás derramou no atlântico as marcas de um novo mundo, nas heranças Africanas encontram-se fortes raízes culturais do povo brasileiro que nos tornam o que somos e o que seremos no futuro. A África como berço do mundo e da humanidade contribuiu e ainda contribui de forma significativa para a formação da cultura brasileira, através dos diversos povos, Bantus, Jejes, yorubás e outras etnias que aqui chegaram. Em um contínuo processo de realimentação cultural entre as Américas e as múltiplas Áfricas, territórios expandidos de referências estéticas, temáticas e poéticas infinitas, uma ponte se forma a partir do intercâmbio cultural entre esses pólos, numa perspectiva esférica e mutante, num olhar orgânico e emotivo que se funde e se amplia por um leque de percepções, gestos, sonoridades, ambientes, imagens e sentimentos de Áfricas vivas e dinâmicas presentes em cada um de nós brasileiros.


A formação cultural do nosso país não pode ser vista sem a participação dos negros e negras, bem como, os povos indígenas originários das terras brasílicas, legados que se fazem presentes nas diversas relações sócio culturais: na música, dança, artes plásticas, teatro, culinária, literatura, arquitetura, costumes, religião e nas roupas. Entretanto, olhar à verdadeira história desta nação é também compreender como as raízes do preconceito racial e da discriminação foram alimentadas pelo fato de os negros e negras terem chegados ao Brasil em condições de “mercadorias escravizadas” durante muitos anos. Os Quilombos, Terreiros de Candomblés e diversas tradições culturais afro-brasileiras foram perseguidas pela soberania do Estado até meados do século XX e este preconceito está enraizado no cerne da atual sociedade, que cotidianamente extermina a nossa população de melanina acentuada em sua fase mais ativa, dissipando violentamente os corpos despadronizados do modelo eurocêntrico e aniquilando nossas histórias, memórias e culturas. Magias negras, macumbas, escambos, malocas, quilombos, mandingas e culturas marginais, vozes diaspóricas como grito polifônico de resistência, na quebra das algemas do projeto colonial, reverbera na cidade conexões plurais de existências transculturais negras e periféricas, entre cacos e fagulhas de olhares críticos, poéticos e contemplativos que compõe o panorama do mosaico artístico da mostra de arte Motumbá. Laroyê! João Nascimento


MÚSICA PRETA

Foto: divulgação

MARTINHO DA VILA

A programação musical se orienta a partir de dois eixos principais: a ideia de diáspora africana – como elemento difusor das sonoridades, timbres, estilos, e modos de criação próprios às culturas daquele continente; e o protagonismo político negro – suas vertentes feministas e ativismos periféricos.


MARTINHO DA VILA

O artista apresenta repertório de seu primeiro disco “Martinho da Vila”, de 1969, contemplando assim dois projetos da programação musical do Sesc Belenzinho: Álbum e Motumbá. Batizado com o seu próprio nome e lançado pela RCA Victor, o LP inclui clássicos como O Pequeno Burguês, Casa de Bamba, Quem É do Mar Não Enjoa, Yayá do Cais Dourado e Quatro Séculos de Modas e Costumes. Quarenta e cinco anos depois, este trabalho foi regravado pelo Martinho, sob o título Martinho da Vila 4.5 Atual e, agora, em show inédito, concebido especialmente para o Sesc Belenzinho. Apresenta-se acompanhado das suas filhas Maíra Freitas e Juliana Ferreira, de seu filho Tunico Ferreira (percussão), do baterista Paulinho Black (da banda Sandálias de Prata), Wanderson Martins (cavaquinho e direção musical), Cláudio Jorge (violão) e Ivan Machado (baixo).

De 5 a 8 de janeiro. Quinta a sábado, às 21h Domingo, às 18h | Teatro Não recomendado para menores de 12 anos Ingressos: R$ 30,00. R$ 15,00 (aposentado, +60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante). R$ 9,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc).


MC LINN DA QUEBRADA Participação: Lay Bicha, trans, preta e periférica. Nem ator, nem atriz, atroz. Bailarinx, performer e terrorista de gênero. Essas são algumas das referências da MC Linn da Quebrada que, agora, também usa a música - especificamente o gênero funk - como ferramenta de transformação social e arma na luta pela quebra dos paradigmas sexuais. Munida de letras políticas, poderosas e dançantes, o show é uma mistura de protesto, artes visuais e muita dança. Dia 13 de janeiro. Sexta, às 21h30 | Comedoria Não recomendado para menores de 18 anos Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, +60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante). R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc).

MULHERES DO RAP: CRIS SNJ, SHIRLEY CASA VERDE, STEFANIE ROBERTA E YZALÚ Participação: Luana Hansen O show celebra o feminino na cultura Hip Hop e apresenta ao público a arte de rua realizada por mulheres. Cris SNJ, Shirley Casa Verde, Stefanie Roberta e Yzalú se reúnem no palco para apresentar suas próprias canções e releituras de sucessos do RAP Nacional. As mulheres entraram na cena do hip hop brasileiro aos poucos e ganharam voz, força e muita disposição para militar. Dia 21 de janeiro. Sábado, às 21h30 | Comedoria Não recomendado para menores de 18 anos Ingressos: R$ 25,00 (inteira); R$ 12,50 (aposentado, +60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante). R$ 7,50 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc).


Foto: divulgação

MC LINN DA QUEBRADA


TEATRO

A programação teatral, dentro desse Foto: Ricardo Simões

recorte memória e existência, buscou trazer em sua programação grupos importantes que já se dedicavam há algum tempo à pesquisa da história, arte e cultura negra brasileira. Além da cena de São Paulo, apresenta também nomes de outras regiões do Brasil que se dedicam a esse tema.

NAMÍBIA, NÃO!


NAMÍBIA, NÃO! O espetáculo se utiliza de elementos do teatro do absurdo para discutir o preconceito racial no Brasil. Em 2016, o Governo brasileiro decretou uma Medida Provisória obrigando que todos os de ‘melanina acentuada’ sejam capturados e enviados imediatamente à África, provocando, em pleno século XXI, o revés da diáspora vivida pelo povo africano do Brasil escravocrata. A medida é uma ação de reparação social aos danos causados pela União. Mas, para não incorrer no crime de “Invasão a Domicílo”, eles só podem ser capturados na rua. Assim, André e Antônio passam o dia trancados no apartamento, debatendo as questões sociais e econômicas da vida atual, seus anseios pessoais e as consequências de um iminente retorno à África-mãe. Duração: 80 minutos Direção: Lázaro Ramos. Texto: Aldri Anunciação. Elenco: Fernando Santana e Aldri Anunciação. Light Designer: Jorginho de Carvalho. Adaptador de Luz / Operação de Luz: Thatielly Pereira. Cenário: Rodrigo Frota. Cenotécnico/Contrarregra: Rayner Basílio. Figurino: Diana Moreira. Sonorização/Operação de Som: Raif. Vídeo Visagista/Operador de Vídeo: Maicon Brasil. Produção Executiva: Leonel Henckes. Coordenação de Produção: Aldri Anunciação. Produção: Melanina Acentuada Produções.

De 13 a 22 de janeiro. Sextas e sábados, às 21h30. Domingos, às 18h30 | Sala de Espetáculos I Não recomendado para menores de 12 anos Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, +60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante). R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc).


Foto: Chaia Dechen

SANGOMA

Com Capulanas Cia. de Arte Negra O espetáculo narra a história de seis mulheres Sangomas que habitam uma casa sagrada com laços ancestrais. Estas mulheres romperam o silêncio e compartilham suas histórias de vida e seus caminhos para chegar à cura. A Cia. Capulanas é formada por mulheres negras que tratam das problemáticas que envolvem ser negra no Brasil. Como, por exemplo, padrões de beleza, de relacionamento e de comportamento. Duração: 80 minutos Direção: Kleber Lourenço. Direção Musical: Naruna Costa. Textos: Cidinha da Silva e Capulanas Cia. de Arte Negra. Elenco: Adriana Paixão, Carol Ewaci Rocha, Débora Marsal, Flávia Rosa, Priscila Obaci e Rosse de Oyá.

De 27 a 29 de janeiro. Sexta e sábado, às 21h30. Domingo, às 18h30 | Sala de Espetáculos I Não recomendado para menores de 12 anos Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, +60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante). R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc).


DANÇA

Pensada a partir da busca por grupos dedicados à

Foto: Peter Honnemann

pesquisa e criação que estabelece interfaces entre os universos das tradições e aquilo que chamamos de contemporâneo. Além desse foco, buscou-se contemplar apresentações de grupos que não falem diretamente sobre o tema, mas que trazem em suas formações e corporeidades a vivência negra e periférica.

SUAVE


ESPETÁCULO

SUAVE

O espetáculo consegue traduzir com maestria toda a complexidade e inventividade do passinho, assim como sua energia e alegria única, através do refinamento e do fio condutor criado pelo olhar contemporâneo da coreógrafa Alice Ripoll. “Tudo é uma questão de flow, de manha, não tem o erro, o atraso, o que saiu da linha, porque o que realmente importa é o jeito: como você vibra, como você pulsa, como se move? Se a gente força, não acontece o que era pra acontecer, perde a espontaneidade. Então tenho que fazer outras coisas pra estar trabalhando, não as que eu costumo fazer. Mas criar é mesmo inventar novos modos de criação. Que desafio pode ser maior?” Duração: 50 minutos. Direção: Alice Ripoll Interpretação: Gabriel Tiobil Gbzinho, Dançarino Brabo Kinho JP, Nyandra Fernandes, Pablo Poison, Rodrigo Ninja, Romulo Galvão, Sanderson Dançarino Brabo, Thamires Candida, VN Dançarino Brabo Assistência de Direção: Alan Ferreira Direção Musical de Funk: Dj Vinimax Figurino: Paula Stroher Iluminação: Andrea Capella Apoio: Em Branco Acervo Contemporâneo Produção: Entrando na Dança 2014 Coprodução: Festival Panorama 2014 / Cariocas na Cidade das Artes Gestão de Produção: Trio Carioca Produções De 27 a 29 de janeiro. Sexta e sábado, às 20h. Domingo, às 17h | Sala de Espetáculos II Não recomendado para menores de 12 anos Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, +60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante). R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc).


OFICINA

PASSINHO

Com dançarinos do espetáculo SUAVE O Passinho atualmente é uma explosão cultural na cidade do Rio de Janeiro, dos vídeos postados no Youtube, das Batalhas, das Dancinhas, e do sucesso pop do grupo Dreamteam do Passinho. Oriundo do funk carioca, pode ser considerado um dos primeiros estilos de dança urbana, genuinamente brasileiro. Surgiu em comunidades carentes na atual conjuntura pós-UPP, com a democratização do acesso à internet e dos smartphones. O passinho é antropofágico, se apropria de diversos estilos (frevo, samba, hip-hop, gay dance style) para compor seu repertório de movimento e utiliza as ferramentas digitais de uma forma única e própria para sua disseminação. Público: interessados em geral

Dia 28 de janeiro. Sábado, das 15h às 18h30. Sala de Espetáculos II Livre para todos os públicos | Grátis Inscrições: até dia 24 de janeiro, por meio de envio de currículo resumido para passinho@belenzinho.sescsp.org.br Os candidatos selecionados serão avisados por e-mail até 26 de janeiro


OFICINA

FORÇAS DA NATUREZA: “PASSADO, PRESENTE, FUTURO”

Com Clyde Morgan (é de Cincinatti/Ohio, foi dançarino solista nas companhias de dança de José Limon, Anna Sokolow, Babatunde Olatunji, Maxwell & Morgan, Sankofa African Dance & Drum Ensemble. Foi diretor artístico e coreógrafo nas universidades: UFBA - Universidade Federal da Bahia durante 10 anos, Universidade Estadual de Wisconsin durante 7 anos, Universidade Estadual de New York durante 27 anos. Atualmente faz parte da diretoria do Grupo Carnavalesque FILHOS DE GANDHY da Bahia e é membro da Comissão Fulbright dos EUA.) A oficina do coreógrafo Clyde Morgan consiste na continuação das pesquisas feitas por ele sobre os arquétipos africanos, a continuidade e persistência das forças da natureza evidentes no mundo cosmológico e cotidiano do novo mundo. Na oficina serão utilizados poemas, desenhos e esculturas como estímulos criativos, incentivando os participantes a ver e examinar as energias e potências renovadoras e atuais da nossa herança Afro-Brasileira. Público Alvo: Dançarinos (as), músicos (as), atletas e interessados em performance.

De 13 a 15 de janeiro. Sexta a domingo, das 15h às 17h30. Sala de Espetáculos II Não recomendado para menores de 16 anos | Grátis Inscrições: até dia 10 de janeiro, por meio de envio de currículo resumido para clydemorgan@belenzinho.sescsp.org.br Os candidatos selecionados serão avisados por e-mail até 11 de janeiro.


Foto: divulgação

COMUNIDADE JONGO DITO RIBEIRO

CULTURA POPULAR

Toda criação tem suas origens nas tradições culturais, porém se desenvolve plenamente em contato com outras. Essa é a razão pela qual o patrimônio, em todas suas formas, deve ser preservado, valorizado e transmitido às gerações futuras como testemunho da experiência e das aspirações humanas, a fim de nutrir a criatividade em toda sua diversidade e estabelecer um verdadeiro diálogo entre as culturas.


Foto: divulgação

TROCA DE SABERES E VIVÊNCIA

CAUSOS E PASSOS DO JONGO Com Jociara Souza

Nesta atividade os participantes podem conhecer um pouco da trajetória de mestres jongueiros e de Jociara Souza, dirigente do grupo Filhos da Semente. Aprenderão também os principais passos e ritmos tocados nesta dança. Dia 15 de janeiro. Domingo, às 14h30. Sala Expressão Corporal 2 Livre para todos os públicos | Grátis Retirada de senha com 30 minutos de antecedência no local

INTERVENÇÃO

RODA DE JONGO

Com o Grupo Filhos da Semente - Indaiatuba / SP Esta é uma manifestação afro-brasileira do sudeste brasileiro que surgiu na época da escravidão. Também conhecido como caxambu, é um jogo de responsório (com cantos de dizeres e respostas) cheio de metáforas, uma estratégia utilizada pelos negros para combinações de festas e também de fugas sem que os donos das fazendas imaginassem o que se cantava ao som do batuque. Dia 15 de janeiro. Domingo, às 18h | Praça Livre para todos os públicos | Grátis


TROCA DE SABERES E VIVÊNCIA

JOGUE ESSE JONGO

Com Comunidade Jongo Dito Ribeiro Jongo ou Caxambu é uma forma de expressão que integra percussão de tambores, canto e dança de diversas formas e, dependendo da comunidade que o pratica, assegura a diversidade, a valorização dos enigmas cantados e o elemento coreográfico. Os participantes podem conhecer a história desta dança, e o trabalho realizado na comunidade Dito Ribeiro em Campinas / SP. Dia 29 de janeiro. Domingo, às 14h30. Sala Expressão Corporal 2 Livre para todos os públicos | Grátis Retirada de senha com 30 minutos de antecedência no local

INTERVENÇÃO

JONGO

Com Comunidade Jongo Dito Ribeiro Considerado um dos precursores do samba, o jongo é composto por elementos de dança, canto e percussão de tambores. Ligado à transmissão dos saberes entre gerações, hoje está nas periferias urbanas e em algumas comunidades rurais do sudeste brasileiro. Em 2005, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico nacional (IPHAN) reconheceu o Jongo do Sudeste como patrimônio cultural brasileiro de natureza imaterial. Dia 29 de janeiro. Domingo, às 18h | Praça Livre para todos os públicos | Grátis


PERCURSOS

Foto: Felipe Torres

AFOXÉ OMO DADA


PERCURSOS: MUSEU AFRO-BRASIL ARTES E TRADIÇÕES DE MATRIZ AFRICANA NO BRASIL Com Vagner Gonçalves da Silva (professor de

antropologia da USP dedicado ao conhecimento das religiões de origem africana no Brasil)

Visita temática ao Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera em São Paulo que destaca a perspectiva africana na formação do patrimônio, identidade e cultura brasileira, celebrando a Memória, História e a Arte Brasileira e a Afro Brasileira. Ponto de encontro no Sesc Belenzinho com visita ao espaço cultural. Dia 21 de janeiro. Sábado, às 14h | Saída Uriel Gaspar Livre para todos os públicos | Grátis Inscrições: dia 05/01 (quinta) pessoalmente, a partir das 14h, no 1º pavimento

PERCURSOS: POVO YORÙBÁ - NAÇÃO KÉTU | ILÉ ÌYÁ MI ÒSUN MUIYWA E O AFOXÉ OMO DADA

Povos e Comunidades Tradicionais de Matriz Africana em São Paulo

Com Pedro Neto (cientista social, produtor cultural e iniciado no Ilé Àse Palepa Mariwa Sesu - SP) e Mãe Wanda de Osun (é iyalorista do Ilé Íyá Mi Òsum Muiywa, filha sanguínea

de Mãe Izabel Katessu e presidente do Afoxé Omo Dada)

O Ilé Ìyá Mi Òsun Muiywa é um dos mais antigos territórios tradicionais de matriz africana na capital paulistana. É dirigido pela Mãe Wanda de Òsun, que dentre outros trabalhos, fundou e preside o Afoxé Omo Dada, o primeiro da cidade que em 2016 completou 36 anos. Anualmente o Afoxé abre o carnaval no Sambódromo de São Paulo. Roda de conversa no Sesc Belenzinho com visita ao espaço cultural. Dia 28 de janeiro. Sábado, às 10h | Sala de Espetáculos II Não recomendado para menores de 16 anos | Grátis Inscrições: dia 05/01 (quinta) pessoalmente, a partir das 14h, no 1º pavimento


ESCAMBO DE IDEIAS CULTURA MARGINAL:

DESCENTRALIZAÇÃO, TERRITORIALIDADE E QUILOMBOS URBANOS Com Erminia Maricato, Douglas Iesus e Aurélio Prates. Mediação: Juninho

Pensar a cidade de São Paulo, seus territórios e espaços de resistências culturais é uma oportunidade também de discutir a história da cidade e os diversos mecanismos de exclusão social e racial herdados por uma cultura eurocêntrica. No plano simbólico da produção cultural, o artista marginal é aquele que se encontra fora do eixo central legitimado. Essa posição pode se dar por diversas formas, desde a estética, temática, poética e/ou vocabulário vivenciado pelo artista e/ou coletivo que subverte a lógica do sistema vigente, até as condições históricas, políticas, econômicas e geográficas na qual se encontram. Dia 17 de janeiro. Terça, às 20h | Oficina 3 Livre para todos os públicos | Grátis Retirada de senha com 30 minutos de antecedência no local

REPRESENTAÇÃO, EMPODERAMENTO E PROTAGONISMO DA MULHER PRETA NAS ARTES

Com Cristiane Sobral, Renata Martins e Débora Marçal. Mediação: Sandra Campos

Refletir sobre a representação da mulher nas artes cênicas e seu protagonismo, com o propósito discutir o seu protagonismo nas diversas áreas que envolve a produção de um espetáculo, desde a direção, a dramaturgia, a interpretação, a temática, o processo de criação, bem como os estereótipos e personagens reproduzidos pela grande mídia. Dia 31 de janeiro. Terça, às 20h | Oficina 3 Livre para todos os públicos | Grátis Retirada de senha com 30 minutos de antecedência no local


Foto: divulgação

LITERATURA

Ações que

destacam a

oralidade, as

atividades

de literatura

enaltecem a

transmissão do

conhecimento por

meio de narrativas

que residem A VALORIZAÇÃO DA ORALIDADE NAS CULTURAS AFRICANAS E AFRO-BRASILEIRA Com Kiusam de Oliveira

na memória de

grandes mestres


OFICINAS

A VALORIZAÇÃO DA ORALIDADE NAS CULTURAS AFRICANAS E AFRO-BRASILEIRA Com Kiusam de Oliveira

Oficina que pretende ressaltar o valor e lugar da voz e a transmissão dos saberes ancestrais africanos, vozes femininas e masculinas, papeis, o corpo e a corporeidade, refletir sobre aspectos fundamentais das contações de histórias de modo tradicional bem (com corpo e voz como instrumentos e os próprios instrumentos na contação) como diferenciar griots e contadores de histórias. Dias 11 e 13 de janeiro. Quarta e sexta, das 10h30 às 13h30. Sala Oficina 3 Não recomendado para menores de 14 anos | Grátis Inscrições: dia 05/01 (quinta) pessoalmente, a partir das 14h, no 1º pavimento.

AS VOZES ANCESTRAIS QUE CARREGAMOS E CONTAÇÕES DE HISTÓRIAS Com Kiusam de Oliveira

Ação focada no público adulto, feminino e masculino, destacando histórias com personagens femininos fortes e que pertencem à mitologia africana revelando outras formas de ser mulher e que se contrapõem à realeza apresentada nos contos de fadas europeus tão conhecidos no Brasil. Após cada história, uma discussão e reflexão sobre o conteúdo dela, seus aspectos psicológicos que focam as relações entre gêneros e as formas de violência contra a mulher. Dia 14 de janeiro. Sábado, das 11h às 15h | Sala Oficina 3 Não recomendado para menores de 16 anos | Grátis Inscrições: dia 05/01 (quinta) pessoalmente, a partir das 14h, no 1º pavimento


SARAU DA KAMBINDA

Com Teatro Popular Solano Trindade O Sarau da Kambinda traz a artista Raquel Trindade a kambinda, comendadora do Brasil na área cultural, em um bate papo com sua família evidenciando o Legado de Solano Trindade, com muitas histórias, poesias e música. Junto com Raquel Trindade estão seu filho Vitor da Trindade e seus netos Zinho Trindade, Marcelo Tomé, Manoel Trindade e Maria da Trindade transmitindo saberes, a beleza e o encanto da cultura afro-brasileira e muita alegria. Dia 11 de janeiro. Quarta, às 20h | Comedoria Não recomendado para menores de 16 anos | Grátis Retirada de senha com 30 minutos de antecedência no local

SARAU DAS PRETAS PERI

Com Jô Freitas, Juliana de Jesus, Tayla Fernandes e Janaina Cintia Pretas Peri é um coletivo de mulheres pretas que desenvolvem diversas ações na periferia de São Paulo como oficinas, debates e mostra artística. A principal ação é o Sarau Pretas Peri que acontece no Itaim Paulista, Zona Leste com microfone aberto para intervenções artísticas tem como proposta valorizar e fortalecer a arte periférica. Em cada sarau são convidadas artistas de diversas áreas de atuação para pautar questões como machismo, racismo e compartilhar sua poesia no encontro. O sarau é idealizado pela atriz e poeta Jô Freitas e conta com as artistas residentes, a dançarina Juliana de Jesus, atriz e poeta Tayla Fernandes e a pedagoga Janaina Cintia. Dia 18 de janeiro. Quarta, às 20h | Comedoria Não recomendado para menores de 16 anos | Grátis Retirada de senha com 30 minutos de antecedência no local


Foto: Renata Martins

ARTES VISUAIS

BOMBRIL com Priscila Rezende


PERFORMANCE

BOMBRIL

Com Priscila Rezende ”Bombril”, além de uma conhecida marca de produtos para limpeza e de uso doméstico, faz parte de uma extensa lista de apelidos pejorativos, utilizados em nossa sociedade para se referir à uma característica do indivíduo negro, o cabelo. Na performance, o corpo da artista se apropria da posição pejorativa a ele atribuída, transformando-se em uma imagem de confronto. Nesse contexto, o espectador se defronta com a fala discriminatória e é obrigado a encará-la, sem que haja opções para evasivas, subterfúgios ou digressões. Realizada originalmente em 2010, a artista Priscila Rezende esfrega uma determinada quantidade de objetos de material metálico, e usualmente de origem doméstica, com seus próprios cabelos. Dias 14 e 17 de janeiro. Sábado e terça, às 19h. Convivência (dia 14) e Hall do 1º pavimento (dia 17) Livre para todos os públicos | Grátis


OFICINAS

EXPERIMENTAÇÕES TÊXTEIS Com Dona Jacira Oliveira

Elementos como linha, agulha, tesoura e muita sensibilidade, farão seus papéis direcionados pelas mãos. Existe em nós uma beleza secular, que está oculta e pronta para vir à tona. Vamos convidar a alma a falar e será uma festa, uma kizumba diaspórica têxtil. Serão costurados retalhos de velhos sonhos. Duração: 4 encontros. De 10 a 31 de janeiro. Terças, das 14h30 às 17h30. Oficina 1 Não recomendado para menores de 16 anos | Grátis Inscrições: dia 05/01 (quinta) pessoalmente, a partir das 14h, no 1º pavimento

ESTÉTICAS AFRO-BRASILEIRAS: COMO CONTAMOS NOSSAS HISTÓRIAS ATRAVÉS DA VESTIMENTA Com Hanayrá Negreros

O curso alinha a experiência prática e algumas conversas sobre as várias estéticas negras, no intuito de olhar para um passado que não foi legitimado e ecoa em um presente que ainda está por descobrir. Pensar a moda como comunicadora e contadora das histórias que se entrelaçam em cada trama tecida por saberes acenstrais. De 12 de janeiro a 2 de fevereiro. Quintas, das 19h30 às 21h30. Oficina 3 Não recomendado para menores de 16 anos | Grátis Inscrições: dia 05/01 (quinta) pessoalmente, a partir das 14h, no 1º pavimento


Foto: Claudia Ferreira

CINEMA

A mostra de filmes “A magia da mulher negra” exibe filmes realizados por diretoras negras. Com curadoria de Kênia Freitas, a seleção abrange oito filmes de realizadoras negras de nacionalidade diversas, focando na produção brasileira e internacional recente.

diretora Adélia Sampaio


A Magia da Mulher Negra Afronautas, paquitas, trabalhadoras, amantes de mulheres e homens, tradicionais e inovadoras: as mulheres negras em cena nesses filmes não se limitam a um papel secundário ou a um olhar que exotiza e enquadra. São mulheres filmadas por outras mulheres negras. Personagens com nomes, com histórias de vida, com diálogos complexos e profundidade. De um país fictício na África ao Bronx; de Aracaju ao interior de Minas Gerais: mulheres negras em suas infinitas e mágicas histórias de (r)existência. A expressão “Black Girl Magic”, que pode ser traduzida como “Magia da garota negra” é o ponto de inspiração dessa mostra. Tal expressão celebra a beleza, o poder e a resistência das mulheres negras de todo o mundo e representa uma forma coletiva de afirmá-las mulheres negras na sociedade, indo contra os estereótipos, a misoginia, o machismo, o racismo e o colorismo que perpassam as relações sociais e o cinema. A relevância de uma mostra que exiba só filmes feitos por mulheres negras está na baixa representatividade e reconhecimento que nós, mulheres negras, temos no cinema. Além da exibição dos filmes, um bate-papo com três gerações de mulheres negras brasileiras cineastas abordará a criação feminina negra no cinema, em seus aspectos políticos e estéticos. No contexto atual, em que observamos o surgimento de uma nova e potente geração de diretoras negras no Brasil, acreditamos que uma mostra que celebre a magia das diretoras negras se faz urgente! Kênia Freitas

CORES E BOTAS

Dir. Juliana Vicente | Brasil | 2010 | 16 min | ficção Joana tem um sonho comum a muitas meninas dos anos 80: ser Paquita. Sua família é bem sucedida e apoia em seu sonho. Porém, Joana é negra, e nunca se viu uma paquita negra no programa da Xuxa.

PARIAH

Dir. Dee Rees | EUA | 2011 | 86 min | ficção Quando forçada a escolher entre perder sua melhor amiga ou destruir sua família, uma adolescente lésbica do Bronx manipula identidades conflitantes e enfrenta a frustração e o desgosto em sua busca desesperada de afirmação sexual. Dia 20 de janeiro. Sexta, às 16h. Sala de Espetáculos II Não recomendado para menores de 18 anos | Grátis Retirada de senha com 30 minutos de antecedência no local


CAIXA D´ÁGUA: QUI-LOMBO É ESSE? Dir. Everlane Moraes | Brasil | 2013 | 15 min | documentário

Com depoimentos de antigos moradores e de acervos fotográficos, o documentário aborda a importância no âmbito cultural e histórico do bairro Getúlio Vargas, localizado em Aracaju, capital de Sergipe. A ênfase é dada à cultura negra e à presença do negro escravo e seus descendentes, com o resgate de assuntos relacionados à sua origem, oralidade, localização geográfica e consciência de sua identidade racial, mostrando que, apesar dessa comunidade existir em uma área urbana, ainda mantém muitos aspectos da vida em quilombo dos antigos negros escravos do Brasil.

FAMÍLIA ALCANTARA

Dir. Daniel Solá Santiago, Lilian Solá Santiago | Brasil | 2005 | 56 min | documentário Família Alcantara é um encontro íntimo com uma família extensa, cujas origens remetem-se à bacia do Rio Congo, no continente africano. Através de gerações, seguem preservando sua história, mantida por séculos de tradição oral, praticas e costumes tradicionais oriundos da África. Dia 20 de janeiro. Sexta, às 20h. Sala de Espetáculos II Livre para todos os públicos | Grátis Retirada de senha com 30 minutos de antecedência no local


O DIA DE JERUSA

Dir. Viviane Ferreira | Brasil | 2014 | 15 min | ficção Bixiga, coração de São Paulo. Jerusa, moradora de um sobrado envelhecido pelo tempo, em um dia especial, recebe Silvia, uma pesquisadora de opinião que circula pelo bairro convencendo pessoas à responderem questionários para uma pesquisa de sabão em pó. No momento em que conhece Silvia, Jerusa a proporciona uma tarde inusitada repleta de memórias, convidando-a à compartilhar momentos de felicidade com uma “desconhecida”.

AMOR MALDITO

Dir. Adélia Sampaio | Brasil | 1984 | 75 min | ficção

Primeiro filme de longa-metragem dirigido por uma mulher negra e considerado também o primeiro filme lésbico nacional. O filme mostra a relação entre Fernanda e Sueli, que acaba por suicidar-se. Considerada culpada, Fernanda é levada aos tribunais e massacrada pelos valores machistas e moralistas da sociedade. Dia 21 de janeiro. Sábado, às 16h. Sala de Espetáculos II Não recomendado para menores de 18 anos | Grátis Retirada de senha com 30 minutos de antecedência no local

BATE-PAPO: A MAGIA DA MULHER NEGRA

Com Adélia Sampaio, Lilian Solá Santiago e Viviane Ferreira Mediação: Kênia Freitas

Bate-papo com cineastas negras com filmes em exibição na Mostra. O bate-papo aborda a criação feminina negra no cinema, em seus aspectos políticos e estéticos. As convidadas representam três gerações de mulheres negras brasileiras cineastas. Dia 21 de janeiro. Sábado, às 20h. Sala de Espetáculos II Livre para todos os públicos | Grátis Retirada de senha com 30 minutos de antecedência no local


AFRONAUTS

Dir. Frances Bodomo | EUA | 2014 | 14 min | ficção Em 16 de julho de 1969, os EUA se preparam para lançar o Apollo 11. Há milhares de quilômetros de distancia, a Academia Espacial de Zâmbia espera chegar a lua antes dos estadunidenses. O filme é inspirado em fatos reais.

A NOITE DA VERDADE

La nuit de la vérité | Fanta Régina Nacro | Burkina Faso | 2004 | 95 min | ficção

Após dez anos de uma brutal guerra civil em um fictício país do oeste africano, dois grupos étnicos, os Nayaks e os Bonandés, chegam a um acordo de paz. A trégua é celebrada em uma festividade com a presença dos líderes do governo e dos rebeldes, suas famílias e os soldados. No entanto, ambos os grupos guardam ressentimentos e traumas e a tensão acumula-se no transcorrer da noite, ameaçando a tentativa de paz. Dia 22 de janeiro. Domingo, às 16h. Sala de Espetáculos II Não recomendado para menores de 18 anos | Grátis Retirada de senha com 30 minutos de antecedência no local


Foto: Wagner Carvalho

TECNOLOGIAS E ARTES

IMERSÃO NO CIBERTERREIRO

Com Gil Amâncio e Gabriela Guerra (NEGA Núcleo Experimental de Arte Negra e Tecnologia) A oficina propõe a imersão num ambiente inter-mídia tendo como base os procedimentos das artes e culturas que emergem no Atlântico Negro e seu diálogo com as tecnologias digitais de som e imagem. O objetivo é compartilhar com os participantes os processos de criação do Coletivo Black Horizonte e experimentar, a partir de exercícios de improvisação, a criação de narrativas sonoras, visuais e coreográficas. De 31 de janeiro a 3 de fevereiro. Terça a sexta, das 19h às 22h. Dias 4 e 5 de fevereiro. Sábado e domingo, das 14h às 18h. Espaço de Tecnologias e Artes Não recomendado para menores de 16 anos | Grátis Inscrições: dia 05/01 (quinta) pessoalmente, a partir das 14h, no 1º pavimento


Foto: divulgação

CRIANÇAS

ENCONTRO DE ERÊS AS MARAVILHOSAS NO CONTO AFRO-BRASILEIRO


ENCONTRO DE PARTILHAS: HISTÓRIAS, LIVROS E JOGOS Com Coletivo Cafuzas

Encontros voltados para o público infantil e seus responsáveis, que se caracterizam pela partilha de narrativas e jogos relativos às culturas indígenas, africanas e afro-brasileiras, com mediação de leitura de livros dentro dessas temáticas. Assim, as rodas irão propor um diálogo entre duas formas de transmissão de saberes, a tradição oral e a cultura escrita. Trata-se de uma ação voltada para a difusão de conhecimentos desses universos culturais. De 7 de janeiro a 28 de fevereiro. Sábados, domingos e feriados, às 14h | Biblioteca Livre para todos os públicos | Grátis

ENCONTRO DE ERÊS - AS MARAVILHOSAS NOS CONTOS AFRO-BRASILEIROS Com Kiusam de Oliveira

Contações de histórias em que as narrativas, inspiradas em sesus livros, retratam o protagonismo de mulheres negras. São histórias que apresentam personagens femininos fortes, rainhas e princesas negras capazes de sensibilizar meninas de todos os tempos. De 12 a 14 de janeiro. Quinta a sábado, às 16h. Convivência Livre para todos os públicos | Grátis


Programacao Motumbá Janeiro 2017  

Confira a programação completa do Motumbá e participe das atividades conosco.

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