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1潞 a 6 novembro 2013

Cr A Vida

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foto: Rina Skeel


Uma dramaturgia das trocas

O teatro prima por criar um terreno fértil de experimentações no campo das subjetividades. Uma delas acontece a partir da relação entre o ator e o espectador quando, no centro da representação, o primeiro funde-se ao seu personagem e, sob os olhares atentos do público, estabelece um sistema de trocas. Ali, ator e espectador encontram-se implicados nos infinitos instantes que compõem o ato teatral. Trata-se de um intercâmbio de expressões sociais e culturais construído por meio de relações de reciprocidade que, geralmente, permitem ao ator intervir no contexto social. Estamos diante de um dos principais pilares do Odin Teatret – Nordisk Teaterlaboratorium que, sob a orientação de Eugenio Barba, propôs uma pedagogia do teatro em busca da compreensão do humano, com a Antropologia Teatral. E o faz ao enredar o ator no contexto de sua representação, este em relação ao espectador e, daí, ao caráter coletivo que essa arte pretende investigar. Com mais de 70 performances e espetáculos, apresentados em 63 países e em diferentes contextos sociais, o mais novo trabalho do Odin Teatret, intitulado A Vida Crônica, tem texto de Ursula Andkjær Olsen e Odin Teatret, direção e dramaturgia de Eugenio Barba. Trata-se de uma obra que pretende desvelar as possibilidades de uma sociedade pautada em situações de conflito e violência. Com isso, o grupo presta uma homenagem a Anna Politkovskaya e a Natalia Estemirova, escritoras russas e ativistas de direitos humanos, assassinadas em 2006 e 2009, respectivamente, por sua oposição ao conflito na Chechênia. Ao abrigar esse espetáculo, o Sesc compartilha a distinção com que o Odin Teatret se propõe a intervir na sociedade, a partir da reflexão acerca da diversidade cultural e da prática de trocas sociais. Considerados aspectos relevantes para a instituição, por fundamentar sua ação cultural e educativa, é uma oportunidade para usufruir de um espaço de criação que se propõe a dialogar com novas formas de enfrentar os desafios impostos pela sociedade contemporânea, bem como aqueles que estão por vir.

Sesc São Paulo


O texto a seguir foi escrito por Eugenio Barba como apresentação do mais recente espetáculo do Odin Teatret. Seus textos misturam poesia e estudo rigoroso e constituem como obra uma das contribuições mais importantes da segunda metade do século XX para os estudos teatrais. As pesquisas intituladas como Antropologia Teatral e a produção artística em espetáculos, demonstrações, filmes e textos têm sido particularmente influentes na América Latina. O exercício de trocas culturais nas quais o Odin intercambia elementos de seu trabalho com artistas locais, assim como a formação pedagógica oferecida a atores de todo o mundo, fizeram de Eugenio Barba e do Odin Teatret um dos mais importantes diretores e grupos de teatro da atualidade.

Incompreensibilidade e Esperança Eugenio Barba

Odin Teatret – Holstebro, Dinamarca

Já me disseram várias vezes que meus espetáculos não são muito compreensíveis. Então penso em uma reflexão de Niels Bohr: o contrário da verdade não é a mentira, mas a clareza. A verdade é que normalmente eu gosto da clareza. Aprecio a complexidade nos livros, mas se eles são irremediavelmente obscuros, começo a ficar entediado. No teatro é diferente. Às vezes assisto a um espetáculo compreensível e acabo pensando num panorama petrificado: uma grande extensão de gelo. Vivo esta sensação: um panorama imóvel é um panorama desesperado. Não há esperança quando temos certeza de que não há nada a fazer. O desespero, antes de ser um estado de espírito, é a aceitação mais ou menos dolorosa do status quo. É a admissão das forças que estão em jogo, de tudo o que é evidente, do que é sensato. E no final das contas, é tudo aquilo ao que nos submetemos. O desespero é a inação que deriva não apenas do entender bem, mas do entender bem até demais, o que nos circunda, o que está por trás dos acontecimentos e o que se prospecta diante de nós, no futuro.


foto: Rina Skeel


Um vínculo misterioso liga a esperança à incompreensibilidade, digo a mim mesmo. Talvez não seja um mistério. A esperança é apenas um modo de conservar a possibilidade de se iludir. Mas acho que é algo mais: uma indecifrável força obscura que me ajuda a ver detalhadamente o que eu quero recusar, sem me refugiar na condenação genérica e na resignação. E sem me iludir de ter encontrado a chave que torna claro o que, ao contrário, eu experimento como uma complexidade que confunde. Eu gostaria que meus espetáculos fossem como correntes marinhas, e não como panoramas imóveis. Acabei de finalizar outro espetáculo. Olho para ele, parece ser diferente dos outros. Uma pergunta me angustia: será que não é imóvel? Surge em minha mente a imagem de Fridtjof Nansen: cientista, diretor do Comitê Internacional para os Refugiados da Liga das Nações, Prêmio Nobel da Paz. Morreu em 1930 aos 70 anos. Durante a vida adulta, foi um explorador polar, o mais criativo de todos os exploradores noruegueses. Nos longos períodos gelados, os navios que abriam caminho para o Polo Norte ficavam presos pelo gelo. Não era possível fazer nada. A única esperança era ser capaz de não sucumbir e esperar que o clima mudasse. Porque o tempo não é imóvel, e até a noite mais longa, como cantará Brecht, não é eterna. Nansen não se contentou em esperar. Sonhou contra o desespero com os olhos bem abertos. Sonhou um contrassenso: a navegação de um navio aprisionado pelo gelo invencível. Seu navio se chamava Fram (pra frente), um nome que podia virar piada. Nansen estudou os gelos e as condições da resistência física e psíquica dos homens que viviam na angústia assassina das estações geladas. Calculou as correntes. Porque até o mar gelado se move e muda. Deixou-se aprisionar pelo gelo e aproveitou sua lentíssima deriva, sua desesperadamente longa deriva. Transformou-a em uma navegação paradoxal e aparentemente estática. Estava pronto para retomar a iniciativa à primeira mudança de estação. Nansen é o grande mestre da esperança profunda.


foto: Rina Skeel


Um navio aprisionado pelas garras do gelo: faço teatro para transformar este navio numa minúscula e precária ilha de resistência para mim e para uns poucos companheiros, atores e espectadores. Em cima desta pequena ilha, ligada à geografia circunstante por milhares de trilhas de mar, tecemos espetáculos que parecem ser e que são obscuros. Tento trazer à luz as forças escuras que me habitam, que habitam a minha biografia, a estória em que estou mergulhado, a minha conquistada diferença, as diferenças que outras pessoas souberam conquistar para si. Eu gostaria de recompensar os espectadores pelo esforço de terem vindo ao teatro fazendo-lhes explorar um navio que está preso no gelo, que parece imóvel, mas que todavia se desloca, seguindo escuras correntes submarinhas, tão profundas que sua existência não parece ser possível. Além do efêmero enxame das milhares de pequenas esperanças cotidianas, existe a esperança profunda, aquela que está para além dos confins do Grande Gelo e de seu medo. Talvez o único meio para manter viva a esperança profunda seja guardá-la pelo lado do avesso, fixando o lado escuro de sua negação. Manter viva a esperança – negar o desespero – é uma tarefa difícil, e em certos momentos históricos sabe-se disso muito bem. A ação de esperar, na verdade, é tão árdua quanto a ação de resistir. Significa reagir em primeira pessoa, muitas vezes com atos incompreensíveis segundo os critérios do ofício e as expectativas dos demais. Não devemos nos deixar enganar pelos títulos. Esse meu último espetáculo, A Vida Crônica, não é um espetáculo desesperado. A esperança está aninhada ali dentro assim como o “sim” está aninhado no “não”. Ninguém vive sem esperança. Isso significa que a esperança pode ser uma virtude ou uma condenação. Pode alimentar ilusões medíocres, crenças perniciosas e ferozes. Pode inspirar as “verdades” que os líderes das várias doutrinas proclamam ser eternas e que os filósofos chamam de “ídolos das tribos” ou “mentiras vitais”. De repente me vejo refletindo sobre um dos totalitarismos mais refinados do nosso tempo: a obrigação da clareza, o desprezo pelo estado do “não-entendo”, a geral e compartilhada desvalorização da experiência da incompreensão e de seus efeitos secretos, que levam a escolhas decisivas em nossa vida. O culto da clareza, que foi útil para iluminar as mentes, hoje contribui para ofuscá-las.


foto: Tommy Bay


Cada vez que ligamos a televisão, que abrimos um jornal ou que escutamos um político ou um especialista, o mundo nos é apresentado como algo que foi compreendido e pode ser explicado. Cada informação nos oferece fatos coerentemente interpretados, comentados, prontos para serem classificados. Ou então expõe a impaciente espera pela solução dos enigmas da política e da crônica. Uma explicação deverá existir. Mas se demora a chegar, o fato lentamente acabará entre o lixo das notícias que ficaram sem explicação e então foram destina- das ao esquecimento. Quem fala ou escreve teme, acima de tudo, não ser claro. A necessidade de sermos compreendidos nos leva a ocultar o que nós mesmos experimentamos, mas não somos capazes de compreender completamente. Até no comportamento linguístico, as expressões que não podem ser traduzidas com clareza de uma língua a outra são abandonadas. O dom da clareza perde vigor quando enterra o dom da ambiguidade e a experiência de não compreender tudo. Se eu me pergunto: “O que é o teatro?”, posso encontrar várias respostas brilhantes. Mas nenhuma me parece concretamente útil para agir no mundo que me circunda e para tentar mudar ao menos um cantinho dele. No entanto, se eu me pergunto em que paradoxal recinto do tempo e do espaço é possível fazer brotar as forças obscuras que governam a História e a interioridade do indivíduo, se me pergunto como torná-las perceptíveis em sua fisicalidade sem produzir violência, destruição e autodestruição, a resposta me parece evidente: é um recinto que se chama teatro. Até agora, fiz espetáculos que se referiam a acontecimentos e experiências do passado ou do presente. Pela primeira vez, A Vida Crônica é imaginada num futuro próximo, simulado, simultâneo. A peça se passa na Dinamarca e na Europa: vários países ao mesmo tempo. A história se desdobra nos primeiros meses após uma guerra civil. Para que esta ambientação fosse menos crível (o que não significa “consoladora”), escolhi uma data relativamente próxima, 2031. O espetáculo final não pode ser compreendido através da razão. Muitas vozes, dia e noite, das mais variadas formas, tentam nos explicar os diferentes porquês da história que assedia nossas vidas e ameaça arrastá-las ao caos. As respostas inteligíveis fazem emudecer as perguntas que nos dizem respeito profundamente, diluem suas urgências, transformam-se em pílulas tranquilizantes. Sabemos de tudo isso, mas não podemos viver sem essas coisas. A ficção da compreensibilidade conforta.


foto: Jan R端sz


Não acho que minha missão no teatro consista em oferecer uma interpretação confiável dos acontecimentos contados pelos outros. Também não acho que consista em apontar saídas para escapar das angústias que sentimos que nos aprisionam. Mesmo que eu quisesse fazer isso, não seria capaz. Acredito no compromisso com uma outra missão: dar forma e credibilidade ao incompreensível e aos impulsos que são um mistério inclusive para mim, transformando-os em um novelo de açõesem-vida que deve ser oferecido à contemplação, ao incômodo, à repugnância e à misericórdia dos espectadores. Esse é o compromisso que ainda hoje me ata ao ofício do teatro. Eu gostaria que esse novelo de ações-em-vida infectasse a zona onde, em cada um de nós, a descrença se mistura com a ingenuidade. Acredita-se que a missão de um espetáculo teatral seja, antes de mais nada, comunicar. Isso é verdade até certo ponto. Para mim, sua missão primária consiste em criar relações e condições de vida potencializada. Para quem? Para o espectador? Para o ator? Entre as várias repercussões que eu amo do teatro, chega o momento em que surge uma pergunta bizarra: o que está escondido por trás do que nos parece ser totalmente claro? A clareza é uma forma de cegueira, manipulação ou censura? Mais um espetáculo incompreensível? Eu gostaria que A Vida Crônica abrisse uma fresta no magma escuro e incandescente do indivíduo, assim como em seu laborioso e vital ziguezague para se livrar de um abraço gelado: o implacável e indiferente abraço da Grande Mãe dos Abortos e dos Naufrágios, Nossa Senhora História.

Eugenio Barba

é diretor e fundador do Odin Teatret, grupo dinamarquês que existe desde

1964. Em 1979, fundou a ISTA – International School of Theatre Antrhropology e, em 2002, o CTLS – Centre of Theatre Laboratories Studies. É doutor honoris causa pelas Universidades de Arhus, na Dinamarca; Ayacucho, no México; Bologna, na Itália; Hong Kong; Buenos Aires, na Argentina; entre outras. Possui diversos artigos e livros em diferentes línguas e é consultor de muitas revistas de teatro no mundo. Foi aluno e discípulo de Jerzy Grotowski e um dos maiores responsáveis pela divulgação do trabalho do diretor polonês no mundo. e-mail: odin@odinteatret.dk Traduzido do original em italiano por Patricia Furtado de Mendonça, revisado e autorizado pelo autor.


foto: Rina Skeel


A VIDA CRÔNICA

Dedicado a Anna Politkovskaya e Natalia Estemirova Escritoras russas e ativistas de direitos humanos, assassinadas em 2006 e 2009 por sua oposição ao conflito na Chechênia.

Estão em cena a Virgem Negra, a viúva de um soldado basco, uma refugiada chechena, uma dona de casa romena, um advogado dinamarquês, um músico de rock das Ilhas Faroe, um menino colombiano que procura seu pai desaparecido na Europa, uma violinista italiana, dois mercenários. A ação do espetáculo acontece simultaneamente na Dinamarca e em outros países da Europa, em 2031, depois da terceira guerra mundial. Indivíduos e grupos com diferentes histórias de vida de repente se veem juntos e se enfrentam, oprimidos por guerras, desocupação, emigração. O que acontece quando recém-chegados querem se estabelecer num país estrangeiro e se tornar parte de uma sociedade que pensa possuir sólidas raízes culturais? Que incompreensões e descobertas surgem a partir deste confronto? Como se vive num país em guerra, cujos soldados só são vistos quando voltam dentro de um caixão?


Um jovem que vem da América Latina chega ao carnaval febril da civilização europeia. Está procurando o pai que desapareceu. É praticamente uma criança, e ignora o que todos sabem: que a vida é uma doença crônica da qual nosso planeta - com sua história - não consegue se livrar. Todo mundo sabe que existem mil portas que conduzem à liberdade, e todos alimentam este saber comendo sem ter fome e bebendo sem ter sede. Todo mundo sabe que vem de um passado grandioso, e desta grandeza cada um retalha sua porção de honra e identidade. Respondem às perguntas do jovem estrangeiro ensinando-lhe a fugir do pior de todos os vícios - a Esperança. “Pare de procurar seu pai”, sussurram-lhe, enquanto o acompanham de porta em porta. O jovem não é salvo nem pela inocência nem pelo conhecimento. A ignorância é que lhe fará descobrir a sua porta. Isso acontece diante do nosso estupor, já que não acreditamos mais no inacreditável: que uma vítima vale, por si só, mais do que qualquer valor. Mais do que Deus. Duração: 70 minutos. Não recomendado para menores de 14 anos Idiomas: Dinamarquês, Inglês, Romeno, Checheno, Basco, Português.

foto: Rina Skeel


Odin Teatret

Odin Teatret foi criado em 1964, em Oslo, Noruega, e transferido para Holstebro, Dinamarca, em 1966, mudando seu nome para Nordic Theatre Laboratory (Teatro Laboratório Nórdico)/Odin Teatret. Hoje, seus membros são originários de uma dúzia de países e três continentes. As atividades do Laboratório incluem: produções próprias e workshops em seu espaço e em turnês pela Dinamarca e exterior; intercâmbio nos arredores de Holstebro e em outros lugares; organização de encontros e recepção de grupos de teatro; o anual Odin Week; publicação de revistas e livros; produção de vídeos e filmes didáticos; pesquisa em antropologia teatral; performances periódicas; colaboração com o Centro para Estudo de Teatro Laboratório da Universidade de Arhus; o Festuge (Festive Week) em Holstebro; o festival Transit dirigido para mulheres no teatro; perfomances infantis, exibições, concertos, debates, iniciativas culturais e trabalhos comunitários. Desde o início a pesquisa concentrou-se no treino do ator, sua habilidade em criar proximidade cênica e nova relação com o público, assim como em analisar e desenvolver as diferentes dramaturgias que compõem a performance. O fato de os atores do Odin serem autodidatas e treinarem tanto sozinhos quanto em conjunto, resultou num interesse constante em aprender e passar o conhecimento técnico.

foto: Rina Skeel


Os 49 anos do Odin Teatret como laboratório resultaram no crescimento de um ambiente profissional e escolar caracterizado pelo empenho interdisciplinar e colaboração internacional. Um campo de pesquisa é a ISTA (International School of Theatre Anthropology) que desde 1979 tornou-se um local onde atores e dançarinos se encontram com estudantes para comparar e examinar os fundamentos técnicos das suas presenças cênicas. Outro campo de ação é o Theatrum Mundi Ensemble que, desde o inicio dos anos 1980, apresenta performances com um coro permanente de artistas de diferentes práticas. O Odin Teatret criou 76 performances e espetáculos, apresentados em 63 países e em diferentes contextos sociais. Por conta destas experiências, uma cultura específica do Odin amadureceu, fundamentada na diversidade cultural e na prática da troca: os atores do grupo apresentam-se sozinhos com seus trabalhos para uma comunidade particular que, como retorno, responde com músicas e danças de suas culturas locais. Essa troca é um intercâmbio de manifestações culturais e oferece não só um insight sobre outras formas de expressão, mas é também igualmente uma interação social que elimina preconceitos, dificuldades linguísticas e diferenças de pensamento, julgamento e comportamento.


FICHA TÉCNICA TEXTO:

Ursula Andkjær Olsen Odin Teatret e

Kai Bredholt, Roberta Carreri, Jan Ferslev, Elena Floris, Donald Kitt, Tage Larsen, Sofia Monsalve, Fausto Pro, Iben Nagel Rasmussen Julia Varley

ATORES:

e

DRAMATURGO:

Thomas Bredsdorff

CONSULTOR LITERÁRIO:

PROJETO DE LUZ:

Nando Taviani

Odin Teatret

CONSULTOR DE ILUMINAÇÃO:

ESPAÇO CÊNICO:

Jesper Kongshaug

Odin Teatret

CONSULTORES DE ESPAÇO:

Jan de Neergaard Antonella Diana e


MÚSICA:

Odin Teatret

, (melodias tradicionais e modernas)

FIGURINOS:

Odin Teatret Jan de Neergaard e

DIRETOR TÉCNICO:

Fausto Pro

Raúl Iaiza, Pierangelo Pompa Ana Woolf

ASSISTENTES DO DIRETOR: e

DIREÇÃO E DRAMATURGIA:

PRODUÇÃO:

Eugenio Barba

Nordisk Teaterlaboratorium (Holstebro), Teatro de La Abadía (Madrid) The Grotowski Institute (Wroclaw) e

PRODUÇÃO EM SÃO PAULO:

Palipalan Arte e Cultura foto: Rina Skeel


ingressos R$ 40 (inteira) ; R$ 20 (usuário matriculado no Sesc, +60 anos,

aposentado, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública comprovante) ; R$ 8 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc)

Sesc Belenzinho Rua Padre Adelino, 1.000 CEP 03303 000 Tel.: (11) 2076 9700 email@belenzinho.sescsp.org.br sescsp.org.br/belenzinho / sescbelenzinho / sesc_belenzinho

A Vida Crônica | com Odin Teatret (Dinamarca) | novembro 2013  

Texto: Ursula Andkjær Olsen e Odin Teatret. Direção e Dramaturgia: Eugenio Barba. A ação se desenvolve na Dinamarca e outros países europeu...

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