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Programação Integrada

abril a agosto/ 2018


Gal Oppido


Exposição

Jamaica, Jamaica!

A mostra propõe uma excursão cronológica e temática para apresentar o universo sonoro e cultural da Jamaica que ultrapassa as fronteiras geográficas e se torna influência mundial. É o berço de importantes correntes musicais da segunda metade do século 20: mento, ska, rosksteady, reggae e o dub. Sua história se estende para além da música, e suas raízes penetram profundamente nos dias da escravização dos povos negros, remetendo às formas tradicionais de canção e dança herdadas da colonização. Curadoria de Sébastien Carayol. Exposição concebida pela Cité de La Musique – Philharmonie de Paris, produzida e realizada pelo Sesc São Paulo. 15 de março a 26 de agosto de 2018 Exposições, 5º andar Terça a sábado, das 9h às 21h Domingos e feriados, das 9h às 18h Agendamento de grupos pelos telefones (11) 3350-6472/ 6445/6300 ou agendamento@24demaio.sescsp.org.br


Música Bate-papos musicais, a influência do reggae jamaicano no Brasil

Reggae no Maranhão

divulgação

Com mediação de Bi Ribeiro. Grátis | Retirada de ingressos na bilheteria 1 hora antes | 16 anos

Com Fauzi Beydoun, Ademar Danilo e Natty Nayfson. Alguns dos primeiros registros da música jamaicana no Brasil vêm de São Luís do Maranhão, conhecida como a Jamaica Brasileira. O sucesso do reggae na ilha chegou pelo rádio sintonizado nas estações caribenhas e pelos marinheiros que faziam o translado de álbuns que eram reproduzidos em radiolas, sucesso nas festas de rua desde os anos 1950. Dia 24/4, terça, às 19h Teatro


Leonardo GG / Djalma Santos

Reggae na Bahia

Com Lazzo Matumbi e Nengo Vieira. Em meados dos anos 1970, através de discos trazidos por baianos que voltavam do exterior, como Gilberto Gil, o reggae ganhou as ruas, influenciando os movimentos de resistência negra na cidade de Salvador. Em 1980, Jimmy Cliff era presença constante no país e adicionava músicos baianos à sua banda em turnês internacionais. No Recôncavo Baiano, o movimento reggae desenvolveuse absorvendo a filosofia rastafári, baseada na vida comunitária, na luta contra a discriminação e o racismo. Dia 15/5, terça, às 19h Teatro


Luíz Egídio /Ivan Shupikov / Luíz Egídio

Reggae em São Paulo

Com Laylah Arruda, Black Alien e DJ Magrão. Desde os anos 1990, o reggae em São Paulo vem superando os preconceitos. Nos anos 2000, festas em casas noturnas dedicadas ao dub e dance hall reuniam DJs e cantores de toasting. As festas vão crescendo até se tornarem o fenômeno dos sound systems, que acontecem da periferia ao centro, reunindo comunidades e tomando o espaço público. Dia 22/5, terça, às 19h Teatro


encontros

Sound Talks

Relatos de experiências e temas presentes no cotidiano das equipes dos soundsystems paulistas, com apresentações pautadas por temas predefinidos. No final de cada encontro, o público é convidado ao debate, com mediação do SP Dub Club.

Vitor Devechiati

Grátis | Livre

O Case do Estado de SP

Com JZ Sound System (Mauá); Favela Sounds (Jundiaí); Sound Sisters (São Carlos); HF Sistema de Som (SP). Dia 9/6, sábado, às 16h20 Convivência, 3º andar


Salvatore

A Cultura Afro, os Sistemas de Som e o Case Casa Madiba

divulgação

Com Professor Dan (África Mãe do Leão) e Diego Jahman (InI Sounds). Dia 16/6, sábado, às 16h20 Convivência, 3º andar

O Case do Extremo Leste e Acervo Público Digital

Com Lei Di Dai e Jurassic Sound System/You&me. Dia 23/6, sábado, às 16h20 Convivência, 3º andar


Para Gostar de Reggae

Jonas Tucci

aula show

Com os DJs Dr. Sapatoo e Dr. Reggae. Com microfones e toca-discos, Dr. Sapatoo e Dr. Reggae levam a audiência em uma viagem pela riquíssima história da música jamaicana e seus reflexos na cultura do Brasil. Grátis | Livre

1950 - 1965 | Influências, Jamaican Blue Beat, Ska 27/6, quarta, às 18h30 Convivência, 3º andar

1966 - 1969 | Rock Steady 28/6, quinta, às 18h30 Convivência, 3º andar

1970 - 1985 | Reggae, Rockers, Reinvenção

29/6, sexta, às 18h30 Convivência, 3º andar


Rasta Fêmea com Sister Carol

Sister Carol, também conhecida como Black Cinderella, é uma cantora e atriz jamaicana. Devota de Jah Rastafari, iniciou a sua carreira nos anos 1980 e representa as 12 Tribes Of Israel. Durante a atividade, Sister Carol irá apresentar vários aspectos dessa fé, sob a perspectiva até então pouco ouvida de uma mulher, assim como tocar em pautas pertinentes às comunidades rasta atuais. Dia 21/6, quinta, às 19h30 Teatro

Grátis | Retirada de ingressos na bilheteria 1 hora antes | 16 anos

divulgação

aula show


Jamaica em Gênero, Número e Globo com Carolyn Cooper

divulgação

palestra

Encontro com a antropóloga, pesquisadora e escritora literária Carolyn Cooper. Nascida na Jamaica, é professora de estudos literários e culturais na Universidade das Índias Ocidentais, na Jamaica. Cooper é autora dos livros Noises in the Blood: Orality, Gender and the ‘Vulgar’ Body of Jamaican Popular Culture (1993), Sound Clash: Jamaican Dancehall Culture at Large (2004) e Global Reggae (2012), focado na globalização da cultura reggae. Também responsável por textos importantes como Punany Powah (2000), que discute o feminismo na ilha. Dia 22/6, sexta, às 19h30 Teatro Grátis | Retirada de ingressos na bilheteria 1 hora antes | 16 anos


Tecnologias e Artes

Live DUB com Victor Rice

Antes de serem gravadas em discos e executadas pelos DJs nos sistemas de som, as músicas são mixadas pelos produtores. O Live Dub é uma modalidade de performance na qual o estúdio é levado ao público, e as mixagens acontecem em tempo real para serem apreciadas. Victor Rice estará munido de sua mesa e de gravações em fita magnética de rolo para uma performance comentada sobre as técnicas e curiosidades da produção e mixagem. Dia 2/6, sábado, às 16h20 Espaço de Tecnologias e Artes, 4º andar Grátis | Retirada de senhas no local 30 minutos antes | 16 anos

Caroline Bittencourt

apresentação


Beat Brasilis_ Criação de Beats

Com DJ NGS e Rafa Jazz. Beat Brasilis é um encontro de DJs, MCs, músicos, produtores e beatmakers, que vão contar com dois discos de reggae como fonte sonora para criação de samplers. No final do dia, os beats criados serão apresentados à todos para compartilhamento das impressões do processo. Pré-requisitos: possuir equipamento (MPCs, SPs, MCs, controladores, softwares, fone e notebook) e possuir conhecimentos básicos em produção musical. Dias 6 e 13/6, quartas, 14h30 às 20h30 Convivência, 3º andar 2 encontros independentes Grátis | Inscrições no local 30 minutos antes | 18 anos

Salvatore

vivência


Salvatore

demonstração

DubPlate Demonstração do Corte de Vinil Low Fi e Hi Fi

Com DJ NGS e Rafa Jazz. O coletivo Beat Brasilis irá apresentar duas máquinas de corte de vinil para demonstrar suas qualidades e diferenças, abordando questões técnicas e curiosidades. Também serão cortadas em vinil, low e hi fi, músicas produzidas durante o encontro Beat Brasilis - criação de beats, edição dub. Dias 8 e 15/6, sextas, 18h30 às 20h30 Espaço de Tecnologias e Artes, 4º andar Grátis | Retirada de senhas no local 30 minutos antes | 16 anos


divulgação

curso

Sleng Teng: Fundamentos da Era Digital Jamaicana com King Jammy

King Jammy é o produtor jamaicano responsável pela revolução digital dentro do reggae. Mudou para sempre o jeito de produzir música na ilha. Durante o curso, vai explicar e demonstrar como essa transição ocorreu a partir de um simplório teclado Casio MT-40, conversar sobre o analógico versus o digital, Kingston style, entre outras histórias e curiosidades. De 24 a 28/7, terça a sábado, 18h30 às 20h30 Teatro

Inscrições na Central de Atendimento, a partir de 3/7 (credencial plena) e 6/7 (credencial atividade) R$50 / R$25 (1) / R$12 (•) 16 anos


cursos

Desenho de Sistema

O workshop de desenho do sistema compreende as etapas fundamentais para a construção e operação de um sistema de som: marcenaria, elétrica, produção de sirenes e efeitos, e operação.

Módulo _ Caixas de Ressonância em Marcenaria

Com Casa Madiba. A oficina de marcenaria irá apresentar os modelos de caixas Sub, Graves, Médios e Agudos. Dois projetos serão montados durante as oficinas, um de três e outro de quatro vias. Dia 7/7, sábado, 10h às 18h Dia 8/7, domingo, 14h às 18h Acabamento e finalização, de 10 a 13/7, terça a sexta, das 18h30 às 20h30 Sala 2 Oficinas

R$50 / R$25 (1) / R$12 (•) 18 anos

Salvatore

Inscrições na Central de Atendimento, a partir de 3/7 (credencial plena) e 6/7 (credencial atividade)


Módulo _ Elétrica

Com Wagner Tavares. Teoria e prática das questões que vão do quadro de força às diferentes conexões, falantes, formas de amplificação e modos de ligar um sistema. Dia 21/7, sábado, 16h20 às 19h20 Dia 22/7, domingo, 16h às 18h Finalização de 24 a 27/7, terça a sexta, 14h às 17h. Espaço de Tecnologias e Artes, 4º andar

R$50 / R$25 (1) / R$12 (•) 18 anos

Módulo_ Produção de Sirenes e Efeitos

Com Gustavo Gatti e Caio Fazolin. As sirenes de efeito são de grande importância nos sistemas de som de reggae|dub. Neste workshop, serão apresentados dois projetos autorais, onde os alunos terão a oportunidade de compreender os projetos, a lógica de funcionamento, as possíveis variáveis, e por fim, em grupos, montá-las. Dia 28/7, sábado, 14h às 18h Espaço de Tecnologias e Artes, 4º andar

R$24 / R$12 (1) / R$7 (•) 18 anos

Módulo_ Equalização e Operação de Sistema de Som

Com Yellow P. Introdução aos conceitos básicos de controle de sistema de som, como montagem, equalização, utilização de sirenes e efeitos, com práticas na operação de pré-amplificadores de três e quatro vias. As duas torres montadas durante as oficinas de marcenaria e elétrica serão amplificadas para a prática. Dia 1/8, quarta, 16h20 às 20h Teatro

R$24 / R$12 (1) / R$7 (•) 18 anos


Moda

Nina Vieira

aula aberta

“Dreads: Pra que te quero?”

Com Manifesto Crespo. Para alguns, ele é símbolo de resistência, enquanto outros adotaram o estilo pensando no poder estético. De um lado ou de outro, uma coisa é fato: não falta história por trás das madeixas entrelaçadas em formas cilíndricas. Representados na cultura popular por Bob Marley e os seguidores do movimento Rastafári, os dreads possuem ligação direta com a África e a luta dos povos negros em busca da afirmação de sua cultura.

Vivência com Lã

Dia 12/5, sábado, das 10h às 12h Sala 1 Oficinas

Grátis | Retirada de senhas no local 30 minutos antes | 12 anos

Vivência com Agulhas de Crochê Dias 26/5, sábado, das 10h às 12h Sala 1 Oficinas

Grátis | Retirada de senhas no local 30 minutos antes | 12 anos


Nina Vieira

vivência

Cabelos_ Tecendo e Trançando

Com Manifesto Crespo e cabeleireiras profissionais da Galeria Presidente. Espaço de troca de experiências, saberes e técnicas de penteados e tranças a serem feitas em cabeças-treino e voluntários, onde os participantes poderão manusear os materiais utilizados e aprender modos de trançar e tramar cabelos. Presentes na Galeria Presidente, também conhecida como Galeria do Reggae, as cabeleireiras, mulheres imigrantes, trazem consigo importantes referências estéticas, oriundas da memória cultural de seus países de origem e suas histórias de vida, além das histórias das técnicas de tranças e penteados. Dias 11 e 12/8, sábado e domingo, às 10h, 12h, 14h e 16h. Praça, térreo Grátis | Retirada de senhas no local 30 minutos antes | Livre


vivências

Jah!Spora

Com Coletivo Abebé. Moda presente na cena Sound System da cidade de São Paulo.

Divas da Quebrada

Vivência em moda e de empoderamento no processo criativo, ligado à estética de rua e de reaproveitamento de materiais. Material a ser trazido pelo participante: uma peça de roupa para ser customizada. Dia 11/8, sábado, das 14h às 18h Área de Convivência, 3º andar

Estética e Autocuidado

Temas como cuidado com a pele e com o corpo, identidade e representatividade na construção identitária dos negros e afroindígenas fazem parte deste encontro, que irá propor uma vivência com maquiagem. Material a ser trazido pelo participante: kit de maquiagem Dia 12/8, domingo, das 11h às 13h Área de Convivência, 3º andar Grátis | Retirada de ingressos 30 minutos antes | 18 anos

divulgação

Grátis | Retirada de senhas 30 minutos antes| 18 anos


Desfile que apresenta o resultado dos processos anteriores “Divas da Quebrada” e “Estética e Autocuidado”, através de uma vivência de dança livre ao ritmo de dancehall com duração de três horas. Dia 12/8, domingo, das 14h30 às 18h Área de Convivência, 3º andar Grátis | Livre

divulgação

Desfile + Dança com Noiz


Cinema e Vídeo curso

Jamaica, Jamaica! e o cinema

Com Leonardo Vidigal. A primeira gravação musical conhecida na Jamaica, hoje famosa pela produção artística de seus cantores e compositores, não foi lançada em disco, mas em um filme. O curso procura traçar a genealogia da prática cinematográfica na Jamaica, que mescla a mensagem social, o lado marginal da ilha e sua efervescente criatividade musical. Por meio de análises de alguns dos principais filmes realizados na Jamaica, como The Harder They Come (Perry Henzell, 1972), além de produções feitas por estrangeiros sobre a ilha. Dias 4 e 5/8, sábado e domingo, 14h às 18h Espaço de Tecnologias e Artes, 4º andar

Inscrições na Central de Atendimento a partir de 3/7 (credencial plena), 6/7 (credencial atividade) R$24 / R$12 (1) / R$7 (•) 18 anos

exibição

Mostra Cinema e Música

Filmes que apresentam a Jamaica, através de sua herança africana, o cotidiano das ruas das cidades do Caribe. Com histórias de resistência e tradições de coragem, a mostra apresenta olhares locais e estrangeiros sobre a ilha, sonorizados pelo ritmo acelerado da música contemporânea ou pela cadência do reggae. Curadoria de Leonardo Vidigal Grátis | Retirada de ingressos na bilheteria 1hora antes Formato digital


Programação Apresentação dos filmes selecionados para a mostra. Com Leonardo Vidigal Dia 7/8, terça, às 19h30 Teatro

divulgação

The Harder They Come (1972)

dir. Perry Henzell Estrelado pelo cantor Jimmy Cliff, The Harder They Come é uma celebração do reggae e, ao mesmo tempo, um documento comovente das condições precárias em que vive boa parte da população da ilha jamaicana. Também oferece um retrato realista da cena musical da Jamaica, com toda a sua vitalidade e criatividade, onde talentos como Ivan Martin tentam emergir de uma sociedade marcada pela pobreza e pela hipocrisia dos poderosos. Trata-se do primeiro longa-metragem realizado por jamaicanos, oferecendo um modelo de apresentação cinematográfica que seria seguido por muitos cineastas locais e internacionais nos anos seguintes. 120 min | 18 anos | Legendas em português Dia 7/8, terça, às 20h Teatro


A documentary by Oliver Becker & Jonas Schaul

Kingston Crossroads

dir. Oliver Becker, Jonas Schaul Jornada estimulante e intimista pelas ruas de Kingston, capital da Jamaica, onde Earl diversas histórias vida se Exile Dide Brave ‘Chinna’ Smith Featuring: Mau Mau Luciano Kabaka Pyramid mostram ao som do reggaeGabre praticado hojeI Nation na ilha caribenha. Selassie Micah Shemaiah and many more … Leroy ‘Jah B’ Smith Matthias Reulecke O som do rastafári apresenta perspectivas diversas sobre a CREDITS: DIRECTORS: OLIVER BECKER, JONAS SCHAUL DIRECTOR OF PHOTOGRAPHY: JONAS SCHAUL EDITING: OLIVER JONAS SCHAUL SOUND RECORDIST: DAVID OSBOURNE COLORIST: KNIPP KÜHL sociedade jamaicana, a política eBECKER, outros assuntos relevantes SOUND DESIGN: ROBERT KLEMM GRAPHIC DESIGN: MALTE TRÖGER CASTING DIRECTOR: MATTHIAS REULECKE PRODUCER: OLIVER BECKER, JONAS SCHAUL ADVISOR: PEPE DANQUART,WIM WENDERS como a repatriação, ou seja, a volta para o continente africano. Várias questões envolvendo o papel da música e os desafios da vida cotidiana formam o coração deste filme, onde a velha e a nova geração, em suas vidas únicas e visões inspiradoras, se encontram. 72 min | 18 anos | Legendas em português. Dia 14/8, terça, às 18h Teatro

divulgação

Kingston Crossroads (2016)


divulgação

Rockers (1978)

dir. Theodoros Bafaloukos Comédia sobre o cotidiano de um músico de reggae, que tenta ganhar dinheiro e se estabelecer no mercado musical. Destaque para a trilha sonora, com canções de Peter Tosh, Bunny Wailer e Gregory Isaacs, entre outros. 100 min | 18 anos | Legendas em português Dia 14/8, terça, às 20h Teatro

divulgação

Queen Nanny: Legendary Maroon Chieftainess (2015)

dir. Roy T. Anderson Quem foi Queen Nanny, líder quilombola que derrotou os ingleses no século XVIII? Ela é o tema deste documentário instigante. Uma cuidadosa reconstituição histórica, baseada em extensas pesquisas, é mostrada, juntamente com depoimentos de especialistas e dos descendentes dos maroons, quilombolas que vivem até hoje na terra de seus ancestrais. 58 min | 18 anos | Legendas em português Dia 21/8, terça, às 18h Teatro


divulgação

Dancehall Queen (1997)

Dir: Rick Ellgood, Don Letts Marcia batalha para ganhar a vida como camelô enquanto tenta proteger a filha adolescente, Tanya, das investidas do canalha Larry. Para se livrar dos seus problemas, ela cria uma personagem, a Mystery Lady, que se inscreve num concurso de dança. 98 min | 18 anos | Legendas em português. Dia 21/8, terça, às 20h Teatro


Dança

Rogério Gomes

aulas abertas

Dancehall

Com Ng Coquinho. Dancehall é uma cultura de rua jamaicana e carrega uma complexidade enorme de elementos, como a música e a dança. O dancehall nasceu nos guetos da Jamaica e é embalado pelo som do raggamuffin. No Brasil, ele ficou conhecido com o nome do grupo que o popularizou, o francês Ragga Jam, liderado pela dançarina Laure Courtellemont. No início, os passos assemelhavam-se ao hip-hop, mas, com o tempo, os dançarinos foram criando estilos próprios. Trata-se de uma dança solo com ênfase nos movimentos do quadril e do peitoral. De 24 a 27/4, terça a sexta, das 16h às 17h Ginástica, 10º andar Grátis | Livre


Patricia Almeida

espetáculo

Looping: Bahia Overdub

Com Felipe de Assis, Leonardo França e Rita Aquino. Podendo assumir o caráter de espetáculo, instalação ou festa, Looping: Bahia Overdub reúne criadores independentes de dança, teatro e música da capital baiana. A trilha, executada ao vivo, traz referências da cultura afrobrasileira, como o afoxé dos Filhos de Gandhi; da música popular, caso do samba-reggae; e sonoridades urbanas diversas. Potentes caixas de som em looping (aqui, no sentido de circuito) são, ao mesmo tempo, elementos cênicos, objetos de pesquisa coreográfica e aparelhos de transmissão sonora. Dia 16/6, sábado, às 19h30 Ginástica, 10º andar Grátis | Livre


Convidados Abebé nasceu no Grajaú, zona sul de São Paulo. É um Coletivo Cultural Afroindígena que tem como foco a cultura popular brasileira. Trabalham com arte, história, cultura, autoestima da mulher negra e afroindígena, empreendedorismo e identidade. Ademar Danilo é radialista lendário, comandou o programa Reggae Night ao lado de Fauzi Beydoun. Atualmente é o diretor do Museu do Reggae do Maranhão. Bi Ribeiro é baixista da banda Paralamas do Sucesso e possui uma longa trajetória dedicada ao reggae, participando das bandas Mighty Reggae Beat que esteve na ativa nos anos 90 e as atuais banda Reggae B e o trio 3B Rio. Black Alien tem o raggamuffin style como parte de seu arsenal e o reggae e ragga como uma forte influência para sua trajetória. Como reggaeman, atuou nas noites do Jive em São Paulo. Atualmente integra a banda Reggae B e faz participações em festas sound systems cantando em cima dos riddims jamaicanos da cena, com seu flow marcante e voz rascante. Caio Fazolin é artista audiovisual, programador e VJ (Micra), pesquisa linguagens computacionais e sua relação com a cultura. Bancos de dados, linhas de códigos e sistemas computacionais são a fonte para a pesquisa que se desdobra em performances audiovisuais generativas, instalações imersivas e interativas.


Carolyn Cooper é professora de estudos literários e culturais da Universidade das Índias Ocidentais, Jamaica. De 1975 a 1980, foi professora assistente no Atlantic Union College em South Lancaster, Massachusetts. É autora dos livros Noises in the Blood: Orality, Gender and the “Vulgar” Body of Jamaican Popular Culture (1993) e Sound Clash: Jamaican Dancehall Culture at Large (2004). Atualmente é colunista semanal para o Sunday Gleaner. Na década de 1990, ela coorganizou um programa de televisão, Man and Woman Story, com o Dr. Leahcim Semaj para a Jamaica Broadcasting Corporation, além dos programas de assuntos públicos, Question Time sobre a televisão CVM; e, mais recentemente, Big People Sup’m no PBC Jamaica. Diego Jahman / InI Sounds integra a Casa Madiba, uma das principais casas de marcenaria para sound system do Brasil e tem sua marca nos principais sistemas de som de São Paulo. Em 2016, suas construções chegaram na Bienal de Artes de SP, presentes no projeto TabomBass, desenvolvido a partir de inspirações da artista Vivian Caccuri em um baile do Dubversão Sistema de Som. DJ Magrão coleciona discos e discoteca música jamaicana desde 1997. Em 2002, foi um dos fundadores do Dubversão Sistema de Som, primeiro sound system nos moldes jamaicanos a ser criado no Brasil. Nesse tempo de atividade, já capitaneou festas como Sweet Reggae Music, Soul Fire, Stamina e atualmente, a festa Fresh!, ao lado dos DJs Fepa e Stranjah. Já fez diversas viagens à Jamaica em busca de discos e de aprofundamento na cultura musical jamaicana. Fauzi Beydoun é vocalista, guitarrista e principal compositor do grupo Tribo de Jah, além de radialista e colecionador de reggae. Favela Sounds é o primeiro sistema de som de Jundiaí e região, iniciando as atividades em 2010. Desde então proporcionaram a expansão da cena em Jundiaí com a ocupação de espaços públicos e promovendo bailes com artistas da cena nacional e internacional.


Gustavo Gatti é integrante do Cultive Dub, engenheiro eletrônico (IMT) e técnico em eletrônica. Graças à sua grande habilidade, interesse e conexão com a Cultura de Sistemas de Som, desenvolve projetos autorais de sirenes de efeitos. Suas sirenes são criadas sob medida e podem ser encontradas sendo utilizadas por algumas equipes do estado de São Paulo. HF Sistema de Som tem como o objetivo exaltar a cultura ritualística da música reggae, valorizando o formato analógico e as seleções em vinil. Com ênfase nas versões instrumentais “DUB” e sempre com o grave em primeiro plano, a equipe mantém há quatro anos residência no Club Morpheus, na capital paulista, e é parte integrante da equipe de montagem do Dubversão Sistema de Som. Jurassic Sounds | You&Me Criada em 2006, a You&Me é um grupo especializado em música jamaicana dos anos 1960. Faz diversos eventos mundo afora com o sistema de som chamado Jurassic Soundsystem. Possui um blog com milhares de álbuns disponíveis para download. Recebe diariamente mais de 5 mil visitantes que procuram músicas que vão muito além de Bob Marley e outros artistas conhecidos. O foco das raridades é o início da música jamaicana, do começo dos anos 1960 até meados da década 1970. J*Z Sound System (J*Z é uma homenagem ao Jardim Zaira, localizado na cidade de Mauá) foi fundado em 2007 por MC Red Lion, Camilo Fyahman, Fumaça e os Canela Preta Posse que põe em prática um antigo sonho de trazer a cultura dos sound systems para a própria cidade e bairro. Através de um sound system cuidadosamente elaborado e um vasto acervo de reggae, dub, steppers, digikall, dancehall, rubadub e dubplates, produzem seus próprios bailes com uma atmosfera única.


King Jammy nasceu em Lloyd James, Kingston, Jamaica, é considerado o rei da música reggae digital computadorizada dos anos 1980. Começou construindo amplificadores e consertando equipamentos elétricos em casa e logo estava tocando ao vivo com seu próprio sistema de som. Sua destreza lhe valeu uma reputação internacional, recebendo em 1987 o prêmio Rockers Award para Melhor Produtor. Laylah Arruda é cantora e uma das fundadoras do Sound System “Quilombo Hi-Fi”, a primeira cantora de reggae do país a ter uma música prensada em vinil, com a canção Olhem para a África. Em sua trajetória como Singjay (como se batizam os cantores melódicos na cultura reggae), coleciona apresentações com grandes nomes, como os jamaicanos Earl Sixteen, Eek-a-Mouse e Sister Nancy. Lançou seu 1º álbum Amalgama, através de uma parceria com os produtores italianos do ‘I Neurologici / Real Rock Hi Fi’, e segue apresentando o disco acompanhada pela sua banda de apoio, Orgânika. Lazzo Matumbi é cantor, compositor, músico e arranjador, participou da formação do Bloco Afro Ilê Ayê, que, em meados de 1970, unia música e resistência política, incorporando a musicalidade e estética do reggae, até gerar o samba-reggae. Lei Di Dai é cantora, compositora e empreendedora social, fundadora do Sound System Gueto pro Gueto que ocorre a cada edição em um bairro periférico diferente. Nascida em uma família tradicional do samba da zona leste de São Paulo, começou a cantar profissionalmente em 1998 com a banda Camarão na Brasa. Nos anos 2000, começou a cantar em cima dos riddims, com os seletores Yellow P Dubversão sistema de som, Corpo Santo, Magrão e Stranjah. Em 2005 iniciou carreira solo como cantora de dancehall, sendo coroada a Rainha do Dancehall no Brasil em 2016.


Leonardo Vidigal é professor do Departamento de Fotografia, Teatro e Cinema e do Programa de PósGraduação em Artes da Escola de Belas Artes, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Possui pós-doutorado na Goldsmiths, University of London, onde realizou a pesquisa “Cultura sound-system e obras audiovisuais na Grã-Bretanha: ocupando sonoramente as ruas e as telas” e o documentário Minha Boca, Minha Arma, sobre a cena dos sound systems de reggae no Reino Unido, em parceria com Delmar Mavignier. É integrante do grupo de pesquisa Sound System Outernational da University of London, no qual estuda as conexões culturais entre Brasil, Jamaica e Reino Unido, particularmente no campo do cinema e do audiovisual. Manifesto Crespo é um coletivo cultural formado por mulheres negras, que atua por meio da reflexão e prática acerca de particularidades do corpo negro. Michael Turner é pesquisador e colecionador da música jamaicana, coautor de Roots Knotty Roots – The Discography of Jamaican Music, o mais completo registro dos lançamentos em disco, que cobre o período 1953/1999, ao longo do qual se cristalizaram gêneros como o ska, o rock steady e o reggae. Como DJ, é conhecido como “Dr. Sapatoo” e reconhece os detalhes de cada canção, resultado de suas garimpagens em velhos baús de discos e dos encontros e entrevistas com artistas, músicos e produtores jamaicanos. Natty Nayfson é uma das maiores lendas do Maranhão, em atividade desde a década de 70, dono de uma das mais antigas radiolas em atividade ininterrupta (desde 1982), e foi responsável por ser a ponte cultural entre o que de melhor rolava na Jamaica e o Estado do Maranhão.


Nengo Vieira nasceu na cidade de Cachoeira, situada no Recôncavo Baiano. Desde sua infância teve afinidade com a música trabalhando em bailes, gravações e acompanhando vários artistas a exemplo de Tribo de Jah, Edson Gomes, Lazzo, entre outros. Buscando fazer um som reggae roots e sob influência da leitura da bíblia, formou os grupos de reggae “Remanescentes”(Rm 9:27) e Tribo d’Abraão. Atualmente se dedica à música reggae gospel. NG Coquinho é dançarino, coreógrafo, pesquisador e difusor da cultura dancehall e danças urbanas, com 12 anos de experiência na área artística. É responsável pelo intercâmbio de artistas jamaicanos no Brasil como Nick Black Eagle e Shammi Magnificent. Premiado com o 2º lugar no Hip Hop Internacional Sul-Americano HHI. NGS é beatmaker há 10 anos e há 3 produz o encontro Beat Brasilis. É também engenheiro de corte na empresa Vinyl Lab, onde grava discos com a técnica Lathe Cut para muitas bandas e artistas independentes. Atua como DJ e pesquisador musical com foco na cultura do disco de vinil e em 23 anos de carreira é co-fundador do coletivo Vinil é Arte, do selo de vinil Brasilis Grooves e da Casa Brasilis. Otávio Rodrigues é jornalista, DJ e radialista, autor do primeiro programa de reggae do rádio brasileiro, Roots Rock Reggae (Nova Excelsior FM, 1982), plataforma para a criação do Projeto Jamaica-Brasil, que com apoio do governo jamaicano, iniciou uma série de jornadas à ilha caribenha, fomentando o intercâmbio cultural entre os dois países desde então. É conhecido como “Doctor Reggae”. Professor Dan é seletor no sistema de som África Mãe do Leão. Nesta equipe ele acumula uma experiência de dez anos dentro do universo do sound system no Brasil. Dan também é membro da equipe Terremoto Sound System que integra uma rede de conexão com artistas da África do Sul, Inglaterra e Jamaica. Além de seletor, Professor Dan também é mestre em História Social, pela Unifesp/Guarulhos.


Rafa Jazz é pesquisadora musical desde 2006, quando escrevia no blog Notas Agudas. Atua como DJ residente do coletivo feminino de discotecagem Cremosa Vinil, com um set recheado de música brasileira, rap e funk/soul. Há dois anos se dedica a produção de beats usando a SP 555, além de ser sócia fundadora da Casa Brasilis. Sister Carol, nasceu em Kingston, Jamaica, e foi apresentada ao grande público através dos filmes de Jonathan Demme Something Wild e Married to Mob, em que atuava como atriz, mas também através de sua carreira musical prolífica nos últimos 20 anos, que incluiu mais de oito álbuns, uma indicação ao Grammy e várias turnês mundiais. Sound Sisters, é formado por Tuti e Lioness, que possuem um sistema de som em ativa desde 2013, realizando bailes com vinis e dubplates exclusivos, com influências que passam por Sister Nancy, Dawn Penn, Jah Shaka a Mad Professor. A dupla promove ainda o baile Reggae Fyah Session, que traz a cada edição um(a) convidado(a) especial envolvido(a) com a cultura reggae para mostrar seu trabalho e trocar experiências sonoras, e também a festa Ômega Powah, que tem como propósito unir e fortalecer cada vez mais a produção artístico-cultural feminina. Victor Rice é norte-americano, residente em São Paulo. Tocou nos renomados grupos Scofflaws e New York SkaJazz Ensemble e Stubborn All-Stars. Desde o início dos anos 1990 desenvolve carreira solo. Há duas décadas Victor Rice mantém também um projeto sob o pseudônimo de Strikkly Vikkly. Tal trabalho reúne dubs mixados nos aclamados estúdios Version City, reduto da melhor produção reggae e dub de Nova York, e também no Estúdio Copan, onde trabalha há 15 anos.


Wagner Tavares é especialista em sistemas elétricos e possui larga história na cena musical nacional. Durante a tropicália, foi técnico de som da banda Mutantes e na década de 1980, atuou na turnê do disco Ubandaum, de Gilberto Gil. Em 1991, fundou a Master Eletroacústica, que fornece projetos de elétrica para diversos sound systems da cidade. Yellow P é pesquisador da música jamaicana há mais de 19 anos, mantém a pioneira e resistente noite JAVA dedicada exclusivamente ao dubreggae onde podem-se escutar discos exclusivos. É fundador do Dubversão Sistema de Som, com 16 anos de estrada. Acompanhou artistas internacionais e nacionais como Brother Culture, Welton Irie, Martin Campbell, Danny Red, Noel Ellis, Afrikan Simba, Ranking Joe, Zion Train, Bush Chemists, Dubkasm, Mad Professor, Aisha, Adrian Sherwood e o lendário U Roy. Entre os artistas nacionais, nomes como Bnegão e Monkey Jhayam.


Rádio Jamaica! Em 1959, a primeira estação de rádio local, a JBC (Jamaica Broadcasting Corporation), fundada por um dos articuladores da independência jamaicana, Norman Manley, tornou-se a primeira emissora da ilha a concentrar-se mais na música jamaicana que no jazz americano e no rhythm and blues. A partir desse momento, a rádio tornou-se não só uma fonte de orgulho para os jamaicanos, mas também o primeiro elo da cadeia da produção musical: shows transmitidos ao vivo proporcionaram aos produtores locais uma geração de novos talentos para a indústria fonográfica jamaicana. Em homenagem à história dessa música extraordinária, estará no ar até 26 de agosto, a Rádio Jamaica, emissora on-line que apresenta uma série de músicas, sons e playlists. Você pode ouvi-la até durante a visitação da mostra – levando o seu próprio fone ou acessando radiojamaica.sescsp.org.br.

Dísponível na


1 Aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiĂŞncia,

estudante e servidor da escola pĂşblica com comprovante

• Credencial Plena


Gal Oppido


Gal Oppido

Sesc 24 de Maio

Rua 24 de Maio, 109 TEL.: (11) 3350-6300 República | Anhangabaú /sesc24demaio

sescsp.org.br/24demaio

Uma exposição concebida pela Cité de la Musique – Philharmonie de Paris, produzida e realizada pelo Sesc São Paulo.

Programação Integrada da Exposição "Jamaica, Jamaica!"  
Programação Integrada da Exposição "Jamaica, Jamaica!"  
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