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Construindo cenรกrios de aprendizagem Volume 5


Volume 5 (especial)

Letramentos e

tecnologias digitais Navegando pela sala de aula da Educação Básica José Ribamar Lopes Batista Júnior Vicente Lima-Neto Carlos Alexandre Rodrigues de Oliveira Sergio Vale da Paixão [Orgs.]

Pipa Comunicação Recife, 2018


Copyright 2018 © José Ribamar Lopes Batista Júnior, Vicente Lima-Neto, Carlos Alexandre Rodrigues de Oliveira, Sergio Vale da Paixão e pipa comunicação. Reservados todos os direitos desta edição. É proibida a reprodução total ou parcial dos textos e projeto gráfico desta obra sem autorização expressa dos autores, organizadores e editores.

CapA e Projeto Gráfico Karla Vidal DIAGRAMAçÃO Augusto Noronha e Karla Vidal Revisão Os autores ediTORES Augusto Noronha e Karla Vidal (Pipa Comunicação) http://www.pipacomunica.com.br Catalogação na publicação (CIP) Ficha catalográfica produzida pelo editor executivo B3209

BATISTA JÚNIOR, J. R. L. et al. Letramentos e tecnologias digitais: navegando pela sala de aula da educação básica / José Ribamar Lopes Batista Júnior, Vicente Lima-Neto, Carlos Alexandre Rodrigues de Oliveira, Sergio Vale da Paixão. [Orgs.]. – Pipa Comunicação, 2018. 250p. : Il., Fig., Quadros. (Série professor criativo: construindo cenários de aprendizagem - vol. 5) 1ª ed. ISBN: 978-85-66530-87-2 1. Educação. 2. Aprendizagem. 3. Letramento digital. 4. Tecnologia digital. 5. Sala de aula. 6. Educação básica. I. Título. 370 CDD 37 CDU c.pc:12/18ajns


Prefixo Editorial: 66530

www.livrariadapipa.com.br

Comissão Editorial Editores Executivos Augusto Noronha e Karla Vidal Conselho Editorial Alex Sandro Gomes Angela Paiva Dionisio Carmi Ferraz Santos Cláudio Clécio Vidal Eufrausino Cláudio Pedrosa Leila Ribeiro Leonardo Pinheiro Mozdzenski Clecio dos Santos Bunzen Júnior Pedro Francisco Guedes do Nascimento Regina Lúcia Péret Dell’Isola Ubirajara de Lucena Pereira Wagner Rodrigues Silva Washington Ribeiro


Su má rio

09 Apresentação 17

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CONECT@DOS: letramento digital para estudantes nos anos iniciais do ensino fundamental. Um relato da experiência em uma escola pública da rede municipal na Região Metropolitana de Belo Horizonte Maikel Fontes de Melo Da caneta vermelha ao clique do mouse: uma análise de sites de correção online de redações do Enem Estefânia C. da Costa Mendes Ana Elisa Ribeiro Ensino de língua portuguesa para surdos com tecnologias digitais: WhatsApp e a produção textual em segunda língua Francisco Ebson Gomes-Sousa Vicente de Lima-Neto Gêneros discursivos depois da aula? Leitura e produção de textos por meio do Google Classroom Lucimar Pinheiro da Silva Sampaio

113 Juventude e as novas tecnologias:

interações em rede Sergio Vale da Paixão


133 O gênero digital e-mail na sala de aula: uma

possibilidade pedagógica Claudiane Maciel da Rocha Martins Eneida Oliveira Dornellas de Carvalho

159 Processos de ensino-aprendizagem e tecnologias

digitais da informação e comunicação: contribuições do WhatsApp para o letramento digital Roberta Caiado Francilene Cavalcante Isabela Barbosa do Rêgo Barros

205 Projeto TV Radiotec do Laboratório de Leitura e

Produção Textual de Floriano/UFPI: redes sociais e letramento no ensino médio Jarod Mateus de Sousa Cavalcante José Ribamar Lopes Batista Júnior Matheus Feitosa Marques

219 Uso dos celulares em aulas de língua portuguesa:

um relato de experiência Maria Virgínia dias de Ávila Eloy Alves Filho Maiko de Ávila Cassiano

243 Sobre os autores

Su má rio


Apresentação

“(...) os pesquisadores apresentados neste livro, sob diferentes olhares, apontam o papel estratégico da escola no que diz respeito à transição da escola tradicional para o digital, e por meio de um olhar inovador, crítico, autêntico e autônomo no que diz respeito ao uso pedagógico das tecnologias digitais nas práticas de ensino e aprendizagem e na relação aluno-professor”.


Letramentos e tecnologias digitais: navegando pela sala de aula da educação básica José Ribamar Lopes Batista Júnior Vicente Lima-Neto Carlos Alexandre Rodrigues de Oliveira Sergio Vale da Paixão Ao pensarmos em recursos pedagógicos para a sala de aula da educação básica que sejam inovadores, criativos, engajados e contemporâneos, e, que contemplem o contexto atual em que os alunos estão inseridos, levamos em consideração as Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC), pois, como é sabido, “vivemos em uma sociedade emergente dita tecnológica e digital”. No entanto, certos cuidados devem ser tomados quando se pensa em utilizar essas tecnologias para aprender e ensinar, ou seja, para que esses recursos não se configurem apenas como “novidades”, em sala de aula, seu uso deve ser consciente, crítico e específico, pois a simples inserção ou o uso das tecnologias no contexto escolar não gerariam sozinhas inovações e melhorias no processo de ensino e aprendizagem dos alunos. Diante disso, as tecnologias digitais veem crescendo e tomando grandes proporções na vida das pessoas. Deparamos em nosso dia a dia com o uso de diferentes recursos tecnológicos, como por

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Letramentos e tecnologias digitais

exemplo: computadores, sites, whatsapp, e-mails, redes sociais, tablets, smartphones, entre outros. Isso não seria diferente nas escolas de educação básica, uma vez que é frequentada por uma grande maioria de jovens que pertence a uma geração digital e quer a cada dia se atualizar e inovar diante do ciberespaço em que estão inseridos. Ou seja, eles nasceram em um período de evolução tecnológica e estão sempre atentos aos lançamentos e novidades que as tecnologias contemporâneas têm nos oferecido. Nesse mesmo contexto, a escola que é considerada como a mais importante agência de letramento(s), e que tem como principal função conhecer os alunos que nela estão inseridos, necessita organizar propostas para o ensino-aprendizado que considerem a formação sociocultural dos alunos, a fim de compreender quais são os saberes que eles trazem como conhecimento para a sala de aula. Nesse cenário, é importante que os professores possam inserir em suas práticas didático-pedagógicas recursos que sejam motivadores, atrativos e interativos, em conformidade aos eventos e práticas de letramento que os alunos participam dentro e fora da escola. Pensando nos professores, é importante que eles sejam letrados digitalmente para a formação de sujeitos críticos capazes de fazer uso dos recursos tecnológicos para uma prática social, consciente e efetiva que não seja apenas para entretenimento em sala de aula, mas que tenha significado em relação ao processo de aprender a aprender, aprender a ensinar e aprender a fazer com as tecnologias digitais.

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prefácio

Este livro foi organizado pensando nos jovens leitores, em seus professores, na escola de educação básica e nos demais interessados pelas discussões abordadas em relação à Linguagem, Educação e Tecnologias. Na estruturação dos capítulos, influenciaram ainda duas demandas urgentes do debate educacional contemporâneo: a importância de trazer as discussões oriundas sobre os estudos dos letramentos no contexto escolar; e, os recursos educacionais digitais como fundamentais e essenciais para a sala de aula de educação básica nos dias de hoje. O capítulo 1, intitulado “CONECT@DOS: letramento digital para estudantes nos anos iniciais do ensino fundamental – um relato da experiência em uma escola pública da rede municipal na região metropolitana de Belo Horizonte”, do pesquisador Maikel Fontes de Melo, procura demonstrar como foi o processo de inclusão e de empoderamento dos alunos, desde a fase escolar inicial, tratando de temas específicos à realidade do aluno e do mundo digital em que eles se encontram. No capítulo 2, “Da caneta vermelha ao clique do mouse: uma análise de sites de correção on-line de redações do Enem”, as pesquisadoras Estefânia C. da Costa Mendes e Ana Elisa Ribeiro propõem, brevemente, analisar o serviço proposto de alguns sites de correção online de redação do Enem. Diante disso, elas consideram também o impacto das tecnologias digitais, tanto para esse exame quanto para a oferta de mercado desse tipo de serviço no cenário educacional brasileiro.

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Letramentos e tecnologias digitais

O capítulo 3, “Ensino de língua portuguesa para surdos com tecnologias digitais: whatsapp e a produção textual em segunda língua”, dos pesquisadores Francisco Ebson Gomes-Sousa e Vicente de Lima-Neto, demonstram, a partir de um relato, as experiências que foram realizadas sobre o ensino e aprendizagem de Língua Portuguesa para alunos surdos por meio do Whatsapp, como recurso pedagógico, na aprendizagem em segunda língua. No capítulo 4, intitulado “Gêneros discursivos depois da aula? Leitura e produção de textos por meio do google classroom”, a pesquisadora Lucimar Pinheiro da Silva Sampaio assinala que os celulares estão presentes às salas de aula, sinalizando definitivamente que não há mais como dissociar tecnologia e escola. Além disso, a pesquisadora procura analisar o uso da ferramenta Google Classroom nas aulas de Língua Portuguesa do ensino médio como prática de multiletramentos no ensino e aprendizagem de gêneros discursivos, bem como diagnosticar a interação dos alunos com este recurso tecnológico e entre si na produção de conhecimento. O capítulo 5, “Juventude e as novas tecnologias: interações em rede”, do pesquisador Sergio Vale da Paixão, estrutura-se acerca das inúmeras mudanças que as pessoas, em especial os jovens de hoje, têm recebido com a utilização e inserção nas esferas digitais. Diante disso, a percepção de que os instrumentos tecnológicos têm tomando o espaço da sala de aula em detrimento da presença do professor, fez com que o pesquisador despertasse o interesse em reconhecer o papel das tecnologias digitais emergentes e as consequências disso na vida dos alunos.

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No capítulo 6, “O gênero digital e-mail na sala de aula: uma possibilidade pedagógica”, as pesquisadoras Claudiane Maciel da Rocha Martins e Eneida Oliveira Dornellas de Carvalho ressaltam que a linguagem deve ser tomada como meio de interação entre os sujeitos, e as aulas de Língua Portuguesa devem proporcionar aos alunos do ensino fundamental a possibilidade de se tornarem sujeitos capazes de aprenderem diferentes gêneros digitais que circulam socialmente, além de assumirem a palavra como cidadãos protagonistas nas mais variadas situações de interação social. Com isso, as pesquisadoras sugerem um conjunto de atividades sequenciadas e interativas envolvendo a leitura, análise e produção do gênero e-mail, considerando que esse gênero pode oportunizar aos alunos uma variedade de usos e funções. O capítulo 7, intitulado “Processos de ensino-aprendizagem e tecnologias digitais da informação e comunicação: contribuições do whatsapp para o letramento digital”, das pesquisadoras Roberta Caiado, Francilene Cavalcante e Isabela Barbosa do Rêgo Barros, parte do pressuposto de que é necessário refletir acerca do processo de ensino e aprendizagem de Língua Portuguesa com tecnologias digitais e do letramento digital de alunos e professores, para que essas tecnologias possam ser inseridas conscientemente em sala de aula. Como contribuição didático-pedagógica, as pesquisadoras apresentam esquemas do processo de ensino-aprendizado mediado pelas tecnologias digitais. Além de uma proposta de sequência didática que utiliza o gênero digital WhatsApp como recurso pedagógico para aprender e ensinar.

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Letramentos e tecnologias digitais

No capítulo 8, “Projeto TV Radiotec do laboratório de leitura e produção textual de Floriano/UFPI: redes sociais e letramento no ensino médio”, os pesquisadores Jarod Mateus de Sousa Cavalcante, José Ribamar Lopes Batista Júnior e Matheus Feitosa Marques dedicam-se à reflexão sobre a construção de uma rádio escolar, com o auxílio do Facebook e do YouTube. Como iniciativa pedagógica, esse projeto propõe auxiliar o aperfeiçoamento nas práticas de leitura, oralidade e escrita dos alunos do Colégio Técnico de Floriano (CTF), vinculado à Universidade Federal do Piauí (UFPI), assim como a aquisição de novas habilidades, que contemplem um maior envolvimento com os acontecimentos locais e mundiais, além de promover a interação social, comunicativa e digital e, também, desenvolver o senso crítico. O capítulo 9, intitulado “Uso dos celulares em aulas de língua portuguesa: um relato de experiência”, dos pesquisadores Maria Virgínia dias de Ávila, Eloy Alves Filho e Maiko de Ávila Cassiano, foi dedicado a explorar os celulares, como recurso pedagógico em sala de aula, podendo ser utilizados como aliados dos professores em suas práticas docentes. Tal proposta de ensino e aprendizagem é oriunda de um projeto de extensão intitulado “O uso dos celulares em aulas de Língua Portuguesa”, oferecido pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e em parceria com uma escola pública da rede estadual de ensino. Os pesquisadores também apresentam detalhadamente as atividades desenvolvidas no desenrolar do projeto de extensão proposto.

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apresentação

Em suma, de um modo ou de outro, todos os pesquisadores apresentados neste livro, sob diferentes olhares, apontam o papel estratégico da escola no que diz respeito à transição da escola tradicional para o digital, e por meio de um olhar inovador, crítico, autêntico e autônomo no que diz respeito ao uso pedagógico das tecnologias digitais nas práticas de ensino e aprendizagem e na relação aluno-professor. Enfim, uma vez que a escola está inserida em um cenário com diversos letramentos que podem ser utilizados em razão de um ambiente favorável a inserção de recursos tecnológicos educacionais, informações e aprendizagens dos alunos, consideramos, ainda, que, para esse processo tornar-se efetivo, é importante que o professor, mediador de aprendizagem, esteja inserido em um ambiente de (multi)letramentos. Para isso, a escola e o professor precisam conectar-se as possibilidades e as inovações que a sociedade contemporânea está nos proporcionando. Boa leitura para todos!

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Sobre os autores


ORGANIZADORES Carlos Alexandre Rodrigues de Oliveira Mestre em Educação e Docência (FaE/UFMG). Especialista em Língua Portuguesa: Ensino de Leitura e Produção de Textos (FALE/ UFMG) e em Mídias na Educação (CEAD/UFOP). Membro do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Cultura Escrita Digital (NEPCED/FaE/ UFMG). Dedica-se a pesquisas nas áreas de Linguística Aplicada (Linguagem; Tecnologia), Educação (Educação; Tecnologia) e Formação Inicial e Continuada de Professores de Educação Básica para Uso das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) em sala de aula.

José Ribamar Lopes Batista Júnior Doutor e Mestre em Linguística pela Universidade de Brasília. É membro do Grupo de Estudos Linguísticos do Nordeste (GELNE) e do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Análise do Discurso (NEPAD/UFPI). Atualmente, é professor do ensino  básico, técnico e tecnológico da Universidade Federal  do Piauí (UFPI), fundador e coordenador do Laboratório Experimental de Ensino e Pesquisa em Leitura e Produção  Textual (LPT/CNPq). Dedica-se a  estudos nas áreas dos Novos Estudos do Letramento e da Análise de Discurso Crítica, atuando principalmente nos seguintes temas: Tecnologias digitais no Ensino de Língua Portuguesa, identidades, discursos e Educação Inclusiva.

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Sergio Vale da Paixão Pós doutor em Letras (UEM). Doutor em Psicologia pela UNESP. Mestre em Estudos da Linguagem (UEL). Professor do IFPR - campus Jacarezinho. Líder do grupo de pesquisa Ensino, Cultura, Linguagem e suas tecnologias (GECLIT - IFPR/CNPq) e participante do grupo de pesquisa Interação e Escrita (UEM). Coordenador da Especialização Educação e Sociedade no IFPR - Jacarezinho. Coordenador institucional do Programa de Residência Pedagógica - IFPR/Capes.

Vicente de Lima-Neto Professor de Linguística da Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA) e do Programa de Pós-graduação em Ensino (POSENSINO) da associação UERN/UFERSA/IFRN. Possui mestrado (2009) e doutorado (2014) em Linguística pela Universidade Federal do Ceará. Líder do grupo de pesquisa Linguagens e Internet (GLINET/ UFERSA). Atua principalmente nos seguintes temas: gêneros discursivos, emergência e reelaboração de gêneros, mesclas genéricas, remix, tecnologias digitais e pedagogia dos multiletramentos.

AUTORES/AS Ana Elisa Ribeiro Professora e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais. Doutora em Linguística Aplicada pela UFMG.

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Claudiane Maciel da Rocha Martins Mestre em Língua Portuguesa pela Universidade Estadual da Paraíba (PROFLETRAS), especialização em Linguística Aplicada e graduação em Letras – Língua Portuguesa pela Universidade Estadual da Paraíba. Atualmente, é professora do ensino médio da Escola Cidadã Integral Severino Cabral e da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio José Miguel Leão, localizadas na cidade de Campina Grande – Paraíba e realiza pesquisas nas áreas de leitura e produção escrita de diferentes gêneros textuais e letramento digital.

Eloy Alves Filho Doutor em História Econômica pela USP. Estágio de Pós-Doutorado na Universidade de Coimbra, Portugal. Atua em Projetos de Pesquisa junto a Universidade de Uberaba na linha de Pesquisa: Educação Básica: fundamentos e planejamento. Membro do Grupo de Pesquisa do CNPq: Formação Docente, Direito de Aprender e Práticas Pedagógicas. Professor no Programa de Mestrado Profissional em Educação Básica da Universidade de Uberaba -UNIUBE no Campus de Uberlândia.

Eneida Dornellas de Carvalho Doutora em Linguística pela Universidade Federal da Paraíba, leciona linguística e língua portuguesa no curso de Letras e no Programa de Mestrado Profissional, Profletras, da Universidade Estadual da Paraíba. Em função da vinculação a esse programa, tem orientado e desenvolvido trabalhos especialmente voltados para o ensino da

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língua portuguesa no ensino fundamental e médio. Possui ainda graduação e especialização em língua e literatura francesa, realizou estágio pós-doutoral na França, na Universidade de Franche-Comté, e pós-doutorado na Universidade de Lisboa, Portugal.

Estefânia C. da Costa Mendes Professora de língua portuguesa e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Estudos de Linguagens do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais.

Francilene Leite Cavalcante Doutoranda e Mestra em Ciências da Linguagem pelo Programa de Pós-graduação da Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP, com área de concentração em pesquisa e implementação de tecnologia de estudo, ensino e abordagem aos sistemas digitais, vinculado à Linha de Pesquisa Processos de Organização Linguística e identidade social; Especialista em Programação do Ensino de Língua Portuguesa pela Universidade de Pernambuco – Campus Garanhuns (2008), onde também cursou a Licenciatura em Letras - habilitação Português e suas respectivas Literaturas (2006). Atualmente é professora do ensino básico, técnico e tecnológico do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Alagoas – IFAL, Campus Palmeira dos Índios e líder do Grupo de Pesquisa NEGEN – Núcleo de Estudos dos Gêneros, vinculado ao CNPq.

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Francisco Ebson Gomes-Sousa Possui graduação em Licenciatura em Letras Libras pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido (2018), Graduação em Tecnologia em Redes de Computadores pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (2013), Especialização em Libras pela Faculdade de Arujá (2015), Mestrado em Ensino pela Universidade Federal Rural do Semi-Árido em parceria com a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (2018). Atualmente é professor e tradutor/intérprete de Libras da Universidade Federal Rural do Semi-Árido, membro do Grupo de Pesquisa Linguagens e Internet (GLINET), atua principalmente nos seguintes temas: multiletramentos, tecnologias digitais, ensino de língua estrangeira, português para surdos, educação de surdos e Libras.

Isabela Barbosa do Rêgo Barros Professora pesquisadora da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) atuando no Programa de Pós-graduação em Ciências da Linguagem (Mestrado e Doutorado). Possui Doutorado em Letras pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB – 2011); Mestrado em Ciências da Linguagem pela Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP – 2006); Pós-doutorado em Linguística pela Universidade Federal da Paraíba (PROLING UFPB, 2016). Constituem tema de interesse de pesquisa: Aquisição e Desenvolvimento da Linguagem Oral e Escrita, além de discussões em torno da Semântica.

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Jarod Mateus de Sousa Cavalcante Estudante do curso Técnico em Informática concomitante com o ensino médio (2017-2019) no Colégio Técnico de Floriano. Bolsista de Iniciação Científica Jr (2017 a 2019) do Laboratório de Leitura e Produção Textual (LPT/CTF/UFPI).

Lucimar Pinheiro da Silva Sampaio Doutoranda em Literatura pelo Programa de Pós-Graduação em Literatura da Universidade de Brasília. Possui mestrado em Educação e especialização em Letramento e Práticas Interdisciplinares pela mesma instituição. Graduação em Licenciatura em Letras pelo UniCEUB. É membro do Grupo de Pesquisa Interdisciplinar de Estudos de Linguagem – GIEL/CNPq e do grupo FORPROLL: Formação de Professores de Língua e Literatura/CNPq. Participou da elaboração do Currículo dos Anos Finais da SEEDF (2008). Desenvolveu projeto de formação de professores sobre Cultura Africana e Afro-brasileira na Escola de Aperfeiçoamento de Professores do DF. Foi Gestora de uma instituição de ensino pública no DF no biênio 2012/2013. Atualmente é professora de Língua Portuguesa na SEEDF.

Maikel Fontes de Melo Mestrando em Linguagem e Tecnologia. Possui graduação em Letras - Inglês (Licenciatura e Bacharelado) pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atuou como monitor em projetos de pesquisa na área da Linguística Aplicada e da Educação desde os primeiros semestres da Graduação na UFMG (2002-2006). Tem experiência

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na área da Educação básica, atuando em escolas da rede pública e em cursos de formação livre desde 2007. Foi colaborador no Projeto REDIGIR na Faculdade de Letras–UFMG sob a coordenação da Prof. Carla Viana Coscarelli, realizando pesquisas sobre Letramento digital e formação de professores.

Maiko de Ávila Cassiano Mestrando em Qualidade Ambiental pela Universidade Federal de Uberlândia. Graduação em Engenharia Ambiental pela mesma universidade. Desenvolve pesquisas e trabalhos de aplicação do celular e outros dispositivos móveis em aulas.

Maria Virgínia Dias de Ávila Doutora em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Uberlândia, cuja pesquisa foi analisar o léxico indianista de José de Alencar em que propôs a Etimologia Ficcional Contextual para realizar o estudo. Desenvolveu pesquisa sobre o léxico da tomaticultura na região de Araguari-MG. Pesquisadora também sobre o uso das tecnologias em aulas de Língua Portuguesa. Docente do ensino superior na Faculdade Fatra – Uberlândia.

Matheus Feitosa Marques Técnico em Agropecuária (2017-2018) pelo Colégio Técnico de Floriano e bolsista de Iniciação Científica Jr (2017 e 2018) do Laboratório de Leitura e Produção Textual (LPT/CTF/UFPI).

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Roberta Varginha Ramos Caiado Doutora em Educação e Mestre em Letras/Linguística pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE–2011, 2005); Pósdoutora em Linguística Aplicada pela Universidade Católica de Pelotas (UCPel–2016); Graduada em Letras – habilitação Português e Inglês – pela Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO, 1989); Professora pesquisadora da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP) atuando no Programa de Pós-graduação em Ciências da Linguagem (Mestrado e Doutorado); Tem experiência como docente há mais de 30 anos, nos ensinos fundamental e superior, na área de Linguística e Educação, com ênfase em Língua Portuguesa. Realiza pesquisas relacionadas aos seguintes temas: Linguagem, Tecnologia e Ensino; Linguística Textual, Multiletramentos, Letramento Digital, Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação e o ensinoaprendizagem de Língua Portuguesa relações entre. Pertence ao grupo de pesquisa do Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologia na Educação (NEHTE–UFPE).

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Construindo cenários de aprendizagem Vai referenciar esta obra? Saiba como: BATISTA JÚNIOR et al. Letramentos e tecnologias digitais: navegando pela sala de aula da educação básica. Recife: Pipa Comunicação, 2018. 250p. (Série professor criativo, V). Acesse nosso website: www.professorcriativo.com.br Curta nossa fanpage: www.facebook.com/serieprofessorcriativo

Conheça os demais volumes da Série Professor Criativo

Volume 1

Volume 2

Volume 3

Volume 4


Construindo cenários de aprendizagem

Este livro foi organizado pensando nos jovens leitores, em seus professores, na escola de educação básica e nos demais interessados pelas discussões abordadas em relação à Linguagem, Educação e Tecnologias.

1ª edição ISBN: 978-85-66530-87-2

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Letramentos e tecnologias digitais: navegando pela sala de aula da educação básica  

eBook — PDF, EPUB e MOBI. José Ribamar Lopes Batista Júnior, Vicente Lima-Neto, Carlos Alexandre Rodrigues de Oliveira, Sergio Vale da Paixã...

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