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Localização e Geografia da China Com uma superfície de 9.640.821 km² (ou 9.676.801 km², se incluído o território de Taiwan, que a República Popular da China reivindica), a República Popular da China é o segundo maior país da Ásia oriental após a Rússia e o terceiro ou quarto maior do mundo (a diferença é devida às questões de fronteira de Aksai Chin e da Região do Trans-Karakoram - ou vale de Shaksgam -, territórios reivindicados pela Índia, e a uma alteração no método empregado pelos EUA para calcular a sua área). A China possui fronteira comum

com

Afeganistão

catorze

países:

(76 km),

Butão

(470 km), Cazaquistão (1533 km), Coreia do Norte (1416 km), Índia (3380 km),

Laos

(423 km),

Mianmá (2185 km), Mongólia (4677 km), Nepal (1236 km), Paquistão (523 km), Quirguistão (858 km), Rússia (3645 km), Tajiquistão (414 km) e Vietname (1.281 km), o que totaliza 22 117 km, a maior linha de fronteira do mundo. O território chinês apresenta paisagens variadas. A leste, ao longo do litoral do mar Amarelo e do mar da China Oriental, há planícies aluviais densamente habitadas; já no extremo do planalto da Mongólia Interior, ao norte, encontram-se pradarias. A China meridional é dominada por colinas e cordilheiras baixas. No centro-leste encontram-se os deltas dos dois principais rios da China, o Huang He e o Yangtzé. Os rios Xijiang, Mecongue, Bramaputra e Amur também são importantes. A oeste, há grandes cordilheiras, como os Himalaias (onde está o ponto culminante na China, o monte Everest), e terrenos mais áridos, como o Taklamakan e o deserto de Gobi.


História da China China, em seu idioma nativo, significa literalmente Tien Hia (aquilo que está sob o céu). Curioso é o fato do povo chinês contar sua história em ciclos de 60 anos, uma vez que o povo ocidental tem por hábito narrar seus fatos históricos utilizando séculos ou décadas. Na verdade, estes ciclos chineses correspondem aos ciclos de 12 anos (signos do zodíaco chinês) multiplicados pelos 5 elementos. Segundo a mitologia taoista chinesa, Pan Gu, o primeiro homem, saiu de um ovo e criou o céu, a terra e alguns heróis. A China é uma das mais antigas civilizações do mundo. Estudos arqueológicos indicam o vale do rio Amarelo (Huang He) como o berço da civilização chinesa. A primeira dinastia histórica foi a de Shang, por volta do século 17 a.C. Possuíam um sistema de escrita e um calendário. Seguiu-se a dinastia Zhou que dominou do século 11 a.C. até o século 3 a.C. Tinha sua capital em Hao, perto da cidade de Xi'an e foi a mais longa das dinastias. O confucionismo foi fundado nesta época. Após um longo período de conflitos, Qinshihuang estabeleceu a dinastia Qin (ou Chin), em 221 a.C., a primeira autocracia feudal e da qual deriva-se o nome China. Seus governantes unificaram a nação. Seguiram-se outras dinastias até a dominação mongol em 1279. Foi quando Marco Pólo visitou Kublai Khan. A dinastia Ming seguiu-se ao domínio mongol, de 1368 a 1644. Nesse período, a China incorporou a Manchúria, Indochina e Mongólia e fechou-se para o mundo exterior. Em 1644, governantes da Manchúria estabeleceram a dinastia Qing, que durou até 1911. O feudalismo deu lugar à república em 1912, proclamada por Sun Yat-sen. Em 1937, o Japão invadiu o norte da China, ficando até 1945 quando foi derrotado na Segunda Guerra Mundial.


Os comunistas ganharam apoio e Mao Tse-tung emergiu como líder. Seguiu-se uma guerra civil, os nacionalistas fugiram para Taiwan em 1949 e os comunistas fundaram a República Popular da China. Ocorreu um longo período de reformas dos quais destaca-se a Revolução Cultural (1966-76) em que se buscava renovar o espírito comunista por meios radicais. A nação, entretanto, afundou-se em medo, fome, caos e terror até 1976, com a morte de Mao. Deng Xiaoping assumiu o poder, realizou reformas económicas e reatou laços com nações do ocidente, incluindo EUA. A tendência a acreditar nas coisas metafísicas é tão antiga quanto a história do país. Assim, os chineses entendiam os desastres naturais como um sinal divino, aliás, alguns imperadores e governantes decidiam alterar suas políticas e decisões quando acontecia um terremoto ou alguma catástrofe qualquer, pois encaravam tais fatos como uma advertência das “esferas superiores”. A China foi um país rico durante muito tempo, tinha a seu dispor portos e mercados muito importantes que, além de tudo, eram estratégicos para o desenvolvimento de todo o continente asiático, incluindo os países vizinhos.

Clima da China O clima na China em geral é o clima de monção continental, com grandes amplitudes térmicas. No norte e interior, o clima é continental, Junto à Mongólia o clima é mesmo desértico. No sudeste e no sul o clima é tropical húmido do tipo monção. As temperaturas variam entre 0 °C e 22 °C, em Janeiro, e entre 23 °C e 37 °C, em Julho. Nas bacias montanhosas e planaltos do interior os verões são quentes, os invernos frios

e

a

prevalecem

chuva

escassa.

condições

No

Norte

desérticas

e

semidesérticas. A maior parte da população vive no Leste, especialmente nas planícies do Huang He (rio Amarelo) e do Chang Jiang (o Iansequião), com os seus férteis solos de aluvião. A norte do Huang He a quantidade de chuva é limitada e as colheitas principais são o trigo, o milho e o algodão. Mais para sul, uma maior pluviosidade e a irrigação permitem que o arroz cresça em abundância, tal como o chá, a cana-de-açucar e os legumes.


A intensa pressão populacional e a escassez da terra levaram ao desenvolvimento da agricultura em socalcos, com o cultivo do arroz nas encostas das colinas. As povoações ocupam áreas estreitas e apertadas para poupar terra valiosa. O inverno começa em Setembro e acaba em Abril. O vento frio chega da Sibéria e do Planalto Mongol ao norte da China. De norte a sul, a temperatura no inverno é muito diferente. De Abril a Setembro é o verão. O verão é quente e chuvoso, com pouca diferença de temperatura entre o norte e o sul. Baseando-se na temperatura, pode-se dividir o território chinês em seis zonas: faixa equatorial, zona tropical, zona subtropical, zona quente temperada, zona temperada e zona fria temperada. Baseando na humidade, a China contém quatro regiões: húmida, meio húmida, meio seca e seca, as quais ocupam 32%, 15%, 22% e 31% do território chinês.

Aeroportos na China Beijing Capital International Airport está localizado a nordeste de Pequim (capital da República Popular da China) e a 25,35 km da Praça da Paz Celestial, que fica no centro da cidade de Pequim. O mais movimentado aeroporto da China, não é apenas a porta de entrada para Pequim, mas também o centro da aviação civil chinesa.


O aeroporto de Hong Kong foi construído sobre a ilha artificial de Chek Lap Kok, que tem 6 km de comprimento por 3,5 km de largura. Apenas 25% dessa área existia antes da construção. Todo o restante foi conquistado com aterros sobre o mar - o que exigiu 197 milhões de m3 de material, movimentando à razão de 10 toneladas por segundo.

Aeroporto de Macau

Aeroporto de Shanghai

Transportes Públicos na China Apesar do crescente número de carros, a bicicleta continua sendo o principal meio de transporte na China. São 500 milhões, que levam tudo e todos no país das Olimpíadas. A bicicleta ainda é o principal meio de transporte para milhões de pessoas, principalmente, na China onde é o meio de transporte mais comum. Na China há 540 milhões de bicicletas. Os táxis são muito comuns na China, mas não são só para pessoas. Alguns táxis são pequenas kombis onde é possível entrar com a bicicleta (cabem até 2). O uso destes justifica-se, pois mesmo sendo todas as ruas planas, alguns chineses pedalam mais de 50 km por dia para chegar no trabalho.


O Transporte mais eficiente é o metro. Alem de mais rápido, pois não necessita de ficar parado no trânsito. Existem actualmente 8 linhas de metro em operação, incluindo as mais novas, chamadas ABC, que liga o Aeroporto Internacional de Pequim à cidade. O Metro funciona diariamente das 00.50 às 00.00. A China deu, entretanto, um salto de gigante ao catapultar para a Era da Alta Velocidade. Este país asiático tem presentemente em funcionamento um serviço de alta velocidade usando a tecnologia de levitação magnética (MAGLEV) entre o aeroporto de Xangai e o distrito financeiro daquela cidade, numa distância de 30 km que são percorridos em apenas 8 minutos! Paralelamente, este país asiático tem em projecto diversas ligações em alta velocidade, sendo a mais relevante aquela que ligará as duas principais cidades do país, Pequim e Xangai, numa extensão superior a 1200 km. Avançando com tal projecto, a China passará a deter a linha ferroviária de alta velocidade mais extensa do mundo.


Pontos de Interesse na China Pequim Conhecida pelos chineses e por boa parte do mundo como Beijing, a metrópole de 15 milhões de habitantes tem entre seus pontos de interesse os mais fortes e famosos atractivos turísticos do país. Símbolos que, se não são visitados, tornam incompleta uma viagem ao Oriente. A Grande Muralha da China, a Cidade Proibida, o Templo do Céu e a Praça da Paz Celestial, ou Tian’an Mén, são emblemas tão fortes que ofuscam outras atracções, que também merecem ser visitadas.

Grande Muralha da China

Templo do Céu

Praça da Paz Celestial

Tian`na Mén

Gastronomia: Com o estabelecimento de novas normas de higiene, Pequim deixou de ser um pesadelo para os turistas que, no passado, temiam toda a sorte de parasitas. Hoje a cidade tem óptimos


restaurantes e, a maioria serve a especialidade local: o pato assado laqueado

. Uma

delícia, que deve ser experimentada em um dos milhares de restaurantes especializados na receita. Além dessa iguaria, os amantes da comida chinesa encontram na capital todos os tipos de restaurantes regionais, servindo desde os pratos apimentados da região de Sichuan, até os frutos do mar adocicados, típicos de Shanghai.

Compras: Ri Tan Shangwu Lou, não tão barato quanto outros shoppings de Pequim, mas bem mais agradável, esse centro de compras tem peças originais. De fora, parece um prédio empresarial sem graça, mas dentro você encontra mais de 70 lojas com as roupas, calçados e acessórios femininos e masculinos de alta qualidade.

Xian

Xian (ou Sian) é uma das cidades mais antigas do país e de grande importância histórica para a China. Desde o século 11 a.C., foi a capital de 13 dinastias e o ponto de partida para a rota da seda, antigo trajecto comercial que ligava a China ao Mediterrâneo. Xian é a capital da província de Shaanxi. Centro histórico e cultural do rico vale do rio Wei. A cidade abriga a antiga universidade de Xi’an Jiaotong, fundada em 1896. Localiza-se no norte da China em uma grande planície delimitada por montanhas ao sul. A população é de três milhões de habitantes. Actualmente, turistas visitam a cidade principalmente para ver a tumba imperial de Qin Shihuan


, o primeiro imperador chinês, e seu exército de 6 mil soldados de terracota. Outras atracções importantes são a muralha da cidade, a Torre do Sino e o Pagode do Ganso Selvagem.

Torre do Sino

Pagode do Ganso Selvagem

Graças aos vários monumentos históricos e ruínas antigas, o turismo vem sendo um importante componente da economia local, e a região de Xian é um dos destinos turísticos mais populares de toda a China.

Shanghai

Shanghai é a maior cidade da China, com cerca de 14 milhões de habitantes. Também, um importante centro industrial e financeiro, além de seu grande porto. É um município subordinado directamente ao governo central. O nome da cidade pode ser traduzido como "no mar". É banhada pelo Mar da China Oriental e fica junto à foz do rio Yang-Tsé.


Tornou-se de grande importância a partir do século 16, com a indústria têxtil e sua localização estratégica para transporte marítimo e fluvial. Houve forte presença estrangeira, de 1840 ao início do século 20.

Desde os anos 1990 Shanghai desenvolve-se em ritmo acelerado. Apesar da elevada densidade populacional, o custo de vida em Shanghai é bem mais baixo que em Hong Kong. Em Shanghai, encontramos monumentos medievais. Característica da cidade consiste no Bund. Bund água são edifícios altos de bancos, empresas comerciais e hotéis. Esta parte da cidade foi construída no início do séc. XX e é historicamente protegido. Em frente ao banco está a Orient Pearl Tower, que tem 468 m de altura e foi construído em 1995. Este arranha-céu tem 88 andares e é o edifício mais alto da

China. Sobre a Praça as pessoas encontram o Museu de Shanghai

. Terreno plano

do museu é uma combinação de círculos e quadrados. O Museu é uma riqueza artística e tem uma histórica colecção. Nos arredores de Nanjing tem o templo budista-Ting. O templo foi restaurado em 1983. Shanghai fica próximo ao mundialmente famoso circuito de Fórmula 1 para corridas. Circuito de 5,5 km de comprimento onde foi realizado o Grande Prémio da China em 2004. Em 2010 irá realizar-se a Shanghai World Expo. O Jardim do Mandarim (Yuyuan Garden), como é traduzido, foi projectado originalmente no século 16 pelo governador da província, Pan Yunduan, em homenagem a seu pai, Pan En, que era um ministro do governo. A construção levou mais de 30 anos. O projecto era para imitar o estilo de jardins imperiais em Beijing e criar a sensação de amplitude dentro de uma pequena área . Yu Yuan é um jardim dentro de um jardim. Dividido em duas partes, o jardim externo contém pavilhões, jardins de rochas e lagoas, e conduz para o jardim interno, que é uma versão menor do externo. Sofreu

danos extensos durante anos, mas foi restaurado em 1956.


Gastronomia: A cozinha local é caracterizada pelos seus sabores adocicados, massas e suas técnicas exclusivas como "cozinhar vermelho". Essa técnica consiste em cozinhar carnes em molho de soja deixando-as com um forte tom avermelhado. Os pratos de peixe e crustáceos de distintos sabores são habituais na cozinha do Leste, que caracterizase pelo seu sabor doce. Utilizam sobre tudo peixe e marisco, sobres salientando a sopa condimentada com alho porro. Os pratos mais conhecidos são as ovas de caranguejos com barbatanas de tubarão, ovas

de sépia, holoturias

(género de pepinos-do-mar) ao alho porro, e relativo a carnes, o

frango com molho de Dezhou. Destacam, também, o pato com oito tesouros e as tiras de enguia. São muito saborosas as sanduíches, que existem numa grande variedade, por volta de 300 tipos, como a bola ovo de pomba. Grande parte das plantações de arroz da China localiza-se nesta região e abastece uma boa parte do país. Existem outros produtos característicos do leste como o molho de soja produzido em Fukien, o vinho de arroz produzido em Shaoshing e o vinagre de Chekiang.

Compras: Shanghai oferece inúmeras opções de compras, entre lojas de departamento dedicadas a griffes internacionais, como Times Square e Plaza 66, lojas de departamento com produtos locais e internacionais, como Isetan e Plaza Citic e, boutiques de todos os gêneros na Nanjing Road – que é a maior rua de comércio do mundo – e Huai Hai Road, principais avenidas de comércio da cidade.

Nanjing Road

Huai Hai Road

Não se pode perder uma ida a Xin Tian Di, bairro de restaurantes e bares da moda, bem como lojas de souvenirs. Para os eletrônicos, vale a pena conhecer os sofisticados shopping center de Xu Jia Hui. Se o interesse for em pérolas, cabe uma caminhada pelas lojas do Yu Yuan Garden, na Cidade Velha, onde há um misto de finas lojas especializadas em antiguidades também em jade com um mercado livre em que se encontra de tudo.


Guilin Guilin é uma localidade situada ao noroeste da Região Autónoma Zhuang de Guangxi, na República Popular da China. Está situada na margem oeste do rio Li, em uma zona de montanhas cobertas de vegetação que conferem à cidade uma beleza especial. O nome “Guilin” (Bosque de Osmanthus perfumados) deve-se a uma grande extensão desta planta na zona Ocupa uma área total de 27.809 Km² dos quais 565 km² correspondem à cidade propriamente dita. Sua população aproximada (2003) era de 1.340.000 habitantes. As etnias presentes na cidade são Zhuang, Yao, Hui, Miao, Han e Dong. Paisagem do Rio Lijiang, abrange uma zona de paisagens de 83km de extensão, participando de Guilin – a soberana beleza paisagistica do mundo – e chegando até Yangshuo cujas paisagens superam os de Guilin. A agua clara do rio serpenteante corre por entre as montanhas. Em ambas as margens do rio vemse cadeias de picos e panoramas pitorescos, pelo qual é denominado “panorama celestial da Terra”.

Gruta da Flauta de Cana, está no lado sul da montanha Guangming, no subúrbio a noroeste da cidade de Guilin. Tem este nome, devido ao redor da gruta crescer uma espécie de cana, da qual se podem fazer flautas. É uma gruta, em formato de cálice, exotica e maravIlhosa com um lago de 500m, na qual tem um grande numero de estalactites e estalagmites de cores vivas e formas fantasticas.


Guangzhou

A cidade de Guangzhou capital da província de Guangdong, localizada no sul da China, é também referida como Canton. Terceira maior cidade da China, somando com a população metropolitana 15.3 milhões de habitantes, é uma cidade histórica com mais de 2.800, sendo detentora de alguns dos patrimónios Conhecida principalmente pelo factor económico é uma das maiores regiões comerciais e industriais da China, tendo todo o ano as edições da China Import and Export Fair, a maior feira de negócios da China e do mundo. Para se ter a dimensão da feira, na sua última edição, com uma área de exposição de 2

1,125,000 M , recebeu 165,436 compradores e 26,230 milhões de dólares foram movimentados em cada rodada de negócio. Localizado no Rio Pérolas, Guangzhou também é um importante porto da China, sendo o maior porto do Sul da China, tendo um grande histórico de negócios com comerciantes do mundo todo, além de cultivar esse ar cosmopolita desde seus passados, o que a torna Canton um pouco diferente de toda a China, o seu dialeto local é o Cantonês, muito complexo e diferente do mandarim, falado na maior parte do país. Guangxiao Si, construído durante a dinastia Han, é uma boa pedida para quem visitar a cidade.


Yuexi Gongyuan, um dos maiores parques da China, concentra interessantes templos como o Sun Yat Sen Memorial.

Shamian Island, ilha localizada ao sul da cidade, abriga construções de estilos ingleses e franceses.

Guangdong Olympic Stadium, moderno estádio construído para abrigar os jogos de futebol, durante os jogos olímpicos.

Gastronomia: A culinária cantonesa também é um dos pontos altos. Conhecida pela sua grande variedade de temperos e abundância em frutos e peixes frescos, preparados de inúmeras formas. A sopa de barbatana de tubarão, arroz frito e o porco com um leve sabor agridoce, são as especialidades.


O mercado de Qingping parte de toda essa culinária num lugar só, é possível encontrar nesse mercado a céu aberto, inúmeras ervas, temperos, comidas diferentes, medicamentos da milenar medicina chinesa, além de tudo um pouco. É uma óptima opção de passeio para aqueles que visitarem a cidade! Qinping Market, encontra-se aqui de tudo quando o assunto é iguarias.

Compras: Haizhu Square, popular local para compras de roupas e artesanatos. Beijing Lu, avenida repleta de shoppings e lojas onde se encontra de tudo!

Hong Kong Hong Kong está localizado na costa sul da China, a 60 km a leste de Macau, no lado oposto do Delta do Rio Pérola. É cercada pelo Mar da China Meridional, a leste, sul e oeste, e pelas fronteiras da cidade de Shenzhen e Guangdong, ao norte sobre o rio Shenzhen. O território de 1.104 km² de área é constituído principalmente pela Ilha de Hong Kong, Lantau, Península de Kowloon e os Novos Territórios, bem como cerca de 260 outras ilhas. A área total é 1.054 km² de terra e 50 km² de água. Apesar

da

reputação

de

Hong

Kong

ser

intensamente urbanizada, o território tem feito muito esforço para promover um ambiente verde, e a crescente preocupação pública recente levou a restrição severa de recuperação de terras novas de Victoria Harbour.


.

A população de Hong Kong cresceu principalmente durante a década de 1990, alcançando 6,94 milhões em 2005. Cerca de 96% da população de Hong Kong é chinesa, a maioria cantonesa. Utilizando em questões governamentais, o cantonês é falado pela maioria da população local chinesa em casa e no trabalho, apesar do inglês também ser compreendido e falado por mais de um terço da população. Nesse grupo está uma significativa população sul-asiática, que inclui algumas das famílias mais ricas de Hong Kong. Mais de 15 mil vietnamitas, que vieram a Hong Kong como refugiados, tornaram-se residentes permanentes, a maioria sobrevivendo de trabalho informal. Cerca de 140 mil filipinas trabalham em Hong Kong como ajudantes domésticas e donas de casa, conhecidas localmente como amah ou feiyungs.

Apesar da densidade populacional, Hong Kong foi relatada como uma das cidades mais verdes da Ásia. A maioria das pessoas moram em flats e arranha-céus. O espaço aberto restante é geralmente coberto por jardins, florestas e arbustos. Cerca de 60% da terra tem parques e reservas naturais. Caminhar e acampar são actividades externas populares nos parques localizados nas montanhas de Hong Kong. A longa e irregular costa de Hong Kong também oferece baías e praias para os habitantes da região. A preocupação com o meio ambiente está a aumentar, já que Hong Kong também se classifica entre as cidades com o ar mais poluído do mundo. Estima-se que 70% a 80% da poluição do ar da cidade venha do outro lado do delta do Rio das Pérolas, da China continental.

O coração da cidade é dividido em dois pelo porto Victoria. As principais atracções culturais (Mosteiro dos 10 Mil Budas, Hong Kong Science Museum, Pico Victoria, Jardins Zoológico e Botânico, Mosteiro Po Lin, Repulse Bay), locais de compras, bares e restaurantes, e vistas ficam na praia do norte e na ponta sul. A melhor forma de conhecer a ilha é a pé. O trânsito aqui também é caótico, principalmente nas áreas centrais. O sistema de metro é eficiente: o Mass Transit Railway serve os bairros centrais, e o KowloonCanton Railway liga o centro aos Novos Territórios e ao continente. Autocarros, táxis e bondes existem em abundância e são baratos e eficientes. Um serviço de balsa liga Hong Kong ao continente e às ilhas vizinhas.

Museu da Ciência

Pico Victoria


Mosteiro Po Lin

Repulse Bay

Há muito que fazer em Hong Kong. O divertido é navegar entre as centenas de barcos residência que loteiam a parte da baía. O passeio de sampan – barco à vela conduzido por velhos pescadores – em Aberdeen, que dura uns 40 minutos e quase aborda o Jumbo Kingdom, tido como o maior restaurante flutuante do mundo, especializado em frutos do mar fresquíssimos e com capacidade para servir até mil pessoas.


Gastronomia: Hong Kong consegue caminhar em direcção ao futuro sem deixar de parte as suas tradições gastronómicas. A comida tem um papel importante na cultura de Hong Kong. Os restaurantes estão convenientemente disponíveis. A fusão do oriente e do ocidente faz de Hong Kong um lugar único, onde uma pessoa pode achar qualquer estilo a qualquer hora. Desde dim sum (bolinhos de todos os tipos, feitos com uma massinha muito fininha e recheados de camarão, frango, legumes ao curry, pimentões), da been lo, fast-foods às mais raras iguarias. Hong Kong tem o título de “Paraíso Gourmet” e “Feira de Comida do Mundo”.

Dim Sum

Da Been Lo

Compras: Hong Kong é bem identificado por sua cultura materialista e alto nível de consumismo. Desde as lojas mais baratas até as de classe alta lotam as ruas. O clima brando, os baixos impostos e a conveniência fazem de Hong Kong um centro de compras internacional. Alguns destinos populares incluem Mongkok, Tim Sha Tsui e Causeway Bay


Mongkok

Tim Sha Tsui

Causeway Bay


CHINA