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Localização e Geografia de Argentina Argentina, oficialmente República da Argentina, é o segundo maior país da América do Sul, constituída como uma federação de 23 províncias e uma cidade autónoma, Buenos Aires. É o oitavo maior país do mundo em área territorial e o maior entre as nações de língua espanhola, embora México, Colômbia e Espanha sejam mais populosos. A área continental da Argentina está entre a Cordilheira dos Andes a oeste e o Oceano Atlântico, a leste. Faz fronteira com Paraguai e Bolívia ao norte, Brasil e Uruguai a nordeste e com o Chile a oeste e sul. A Argentina reivindica o território britânico ultramarino das Ilhas Geórgia do Sul e Sandwich do Sul. O país também reivindica uma parte da Antárctida, sobrepondo as reivindicações do Chile e do Reino Unido no continente antárctico, mesmo após todas as reivindicações terem sido suspensas pelo Tratado da Antárctida de 1961. A Argentina é o oitavo maior país do mundo e o quarto maior da América (depois de Canadá, Estados Unidos da América e Brasil). A Argentina pode ser dividida esquematicamente em três partes: as planícies férteis das Pampas na metade norte do país, que são o centro da riqueza agrícola da Argentina, o planalto da Patagónia na metade sul até à Terra do Fogo, por vezes plano por vezes ondulado, e a escarpada cordilheira dos Andes ao longo da fronteira ocidental com o Chile, cujo ponto mais elevado é o monte Aconcágua, com 6 960 m de altura. Os rios principais são o Paraguai, o Bermejo, o rio Colorado, o Uruguai e o maior de todos: o Paraná. Os dois últimos juntam-se antes de desaguar no oceano Atlântico, formando o estuário do Rio de la Plata.


História da Argentina Registros arqueológicos provam houve presença dos primeiros habitantes na região da Argentina há aproximadamente 13 mil anos. Segundo estudos, esses habitantes eram nomadas. Os espanhóis estabeleceram-se e começaram a colonizar a região da Argentina em 1516, quando o navegador espanhol Juan Diaz de Sólis, navegando pelo Rio da Prata , tornou oficial a conquista do território. Até então, a região dos pampas era habitada por nações indígenas e a região norte era parte do Império Inca. A capital, Buenos Aires, foi fundada em 1534. Ainda no século XVI é iniciada a exploração da prata na região. No século XVII os espanhóis passam a utilizar a mão de obra indígena para a exploração da prata. Aos poucos os povos indígenas foram sendo conquistados e dizimados pelos espanhóis. Os índios guaranis argentinos foram catequizados pelas missões jesuíticas nesse mesmo período. A Companhia de Jesus foi expulsa da Argentina em 1767. Enquanto colónia, a Argentina envolveu-se em dois conflitos. Em 1776, espanhóis e índios guaranis argentinos iniciaram uma luta para expulsar os portugueses da região do Rio da Prata e em 1806 a Argentina resistiu à invasão inglesa. Em 9 de Julho de 1816 a Argentina tornou-se independente. Devido à exigência de autonomia provincial feita pelos federalistas do interior e da oposição a essa autonomia dos unitaristas de Buenos Aires, após a Independência iniciou-se a guerra civil. Somente em 1853 os unitaristas conseguiram promulgar a Primeira Constituição da Argentina. Em 1865, a Argentina forma com o Brasil e o Uruguai a tríplice aliança, para lutar contra as forças paraguaias. A Guerra do Paraguai foi vencida pela tríplice aliança em 1879.


Do fim do século XIX até às primeiras décadas do século XX, foi o período de grande imigração dos europeus para a Argentina, sobretudo dos italianos. O inicio do século foi marcado também pelos Governos Radicais, que deliberaram a democracia e a economia, que sofreu sucessivas crises. A partir de 1946 a Argentina passa a ser governada pelo presidente populista Juan Domingos Perón, num

período de ouro para o povo

argentino. Em 1955 Péron foi deposto e exilado por um golpe militar, sendo que retornou à Argentina e ao poder em 1973, governando por um breve período até a sua morte. Tão carismática quanto Perón, sua esposa Eva assumiu o seu lugar, mas foi obrigada pelos militares a renunciar em 1976, instalando-se novamente uma ditadura no país. Após sucessivos golpes, governos militares, e dezenas de mortos e desaparecidos políticos (os considerados subversivos), em 1983 a Argentina volta a ser uma democracia, com a eleição do presidente Raul Afonsin. Em 1989 Afonsin renunciou em favor ao presidente eleito Carlos Menem, que permaneceu na presidência por dois mandatos consecutivos, até 1999.

Fernando de La Rua foi eleito para o lugar de Menem. Os cortes e ajustes que Fernando de La Rua fez na tentativa de evitar a crise económica, acabaram por gerar grande insatisfação popular e várias greves, o que foi o motivo da sua renúncia. No ápice da crise, em duas semanas a Argentina chegou a ter cinco presidentes. O mandato provisório de Eduardo Duhalde durou até 25 de maio de 2003, quando Nestor Kirchner, eleito pelo povo, assumiu a presidência. A sucessora de Nestor Kirchner, actual presidente

da

Argentina

Kirchner, sua esposa.

é

Cristina


Clima na Argentina O clima da Argentina varia de região a região, cujos principais tipos climáticos são: de montanha a noroeste, sudoeste e oeste; árido tropical a nordeste; árido frio a sudeste, temperado continental ao sul; tropical ao norte; e subpolar no extremo sul. Grande parte do território argentino situa-se na zona temperada do hemisfério sul. Verificam-se no país climas tropicais e subtropicais,

áridos

combinações

e

e

frios,

contrastes

com

diversos,

resultantes das variações de altitude e outros factores. Em quase todas as regiões da Argentina registam-se nevadas ocasionais, excepto no extremo norte, onde predomina um clima tropical. Nessa mesma área, os dias são quentes de Outubro a Março e frios e secos de Abril a Setembro. Buenos Aires apresenta temperatura média anual de 18ºC e estações bem definidas. Raríssimas vezes as temperaturas são inferiores a 0ºC no inverno. Entretanto, no verão as temperaturas máximas ultrapassam 38ºC. Apesar de a temperatura média no verão ser inferior das registadas no norte do país, elas provocam um sensível desconforto dada a relativamente elevada humidade do ar. A temporada mais chuvosa em Buenos Aires vai de Março a Junho e de Setembro a Dezembro. Geralmente são chuvas breves.

Aeroporto da Argentina O

Aeroporto

Internacional

Ministro

Pistarini, mais conhecido por Aeroporto Internacional de Ezeiza, ou simplesmente Ezeiza é o maior aeroporto internacional da Argentina. Situa-se na cidade de Ezeiza na grande cidade Buenos Aires, próximo aos bosques de Ezeiza e a 35 quilómetros

do

centro

da

capital

argentina. Em 2007 o seu movimento de passageiros foi de 7 milhões passageiros.


Ezeiza opera com três terminais: O Terminal Internacional, o Terminal das Companhias Argentinas e o Terminal Nacional. O Aeroporto Internacional de Ezeiza é servido por mais de 50 companhias nacionais e internacionais. Dado o tamanho da Argentina, a viagem aérea é a melhor forma de atravessar grandes distâncias com rapidez não apenas para destinos internacionais, mas também entre as principais cidades e regiões argentinas. Passageiros com conexão de voos internacionais das companhias Argentinas com voos domésticos com saída do Aeroporto Jorge Newbery (localizado próximo ao centro de Buenos Aires) contam com serviço de transferência complementar do Aeroparque.

O Aeroporto Internacional Ministro Pistarini foi escolhido como o melhor aeroporto da América do Sul.

Transportes Públicos na Argentina Argentina é um dos países do Sul da América mais adiantados em assuntos de transporte, com serviços modernos, e adaptados a distintas necessidades dos seus habitantes. Para transitar por Buenos Aires pode encontrar inúmeras alternativas distintas. O transporte público é um serviço eficiente, e na maioria funciona as 24 horas. O "Subte" (em espanhol) ou metro, é o meio mais rápido e de maior fluência (cada 4 minutos) e segurança na cidade, também um dos mais económicos. Comunica toda a Capital e é possível fazer combinações para destinos distintos. O transporte de autocarros urbanos ou simplesmente chamados "Colectivos" conta com uma rede de mais de 150 linhas distintas e mais de 15.000 unidades que circulam por cada rua de Buenos Aires. Conta com um sistema de self- service para ticket no interior do autocarro, deve colocar apenas moedas na máquina para receber seu ticket e poder viajar. O Comboio é o meio mais rápido e mais utilizado para entrar ou sair da cidade. Desde a terminal de Retiro até o norte de Buenos Aires, desde Plaza Constitución até o sul e desde a estação Lacroze até noroeste.


Os táxis são muito fáceis de identificar, tem cor amarela no tecto e preto no restante. Pode aceder ao serviço desde qualquer ponto da cidade, indicando com a sua mão ao condutor, também o serviço conta com espaços de saída de táxis (Chamadas "Paradas") ou utilizar a opção de Rádio Táxi (por telefone), que é a opção mais segura e cómoda. O transporte fluvial é usado para viagens ao exterior e também no Delta Tigre para viagens as ilhas. Para viagens ao Uruguai, o serviço disponível é BuqueBus. A mesma conta com importante frota de barcos, para transporte de

passageiros

e

automóveis. Alem disso, existe um serviço de "lanchas colectivas" que permite aceder as ilhas desde a Estação fluvial de Tigre. Também conta com serviço de Lancha Táxi.

Pontos de Interesse na Argentina “Argentina é Tango. Buenos Aires é Tango. Aqui formou-se, aqui se toca, aqui se canta, aqui se dança. Bem-vindos á capital internacional do tango.” Os lugares turísticos mais importantes encontram-se no Centro Histórico da Cidade (Buenos Aires), sector formado praticamente pelos bairros de Monserrat e San Telmo. A cidade começou a ser construída ao redor da Praça Maior, hoje Plaza de Mayo (Praça de Maio), e as instituições administrativas da Colónia estavam instaladas na área. A leste da Praça podese observar a Casa Rosada, actual sede do Poder Executivo da Argentina, em que antigamente se encontrava o Forte.


A Avenida de Maio é considerada o Eixo Cívico, já que une a Casa Rosada com o Palácio do Congresso, sedes do Poder Executivo e do Poder Legislativo, respectivamente. O Museu de Arte Latino-americano de Buenos Aires encontra-se no bairro de Palermo e é um dos mais importantes do país. Também se encontram neste bairro os Bosques de Palermo, onde se pode visitar o Planetário, e o Zoológico de Buenos Aires. Outro ponto turístico por sua importância cultural é a Avenida Corrientes. Nela se encontram instalados uma grande quantidade de teatros, como o Teatro San Martín, e outra grande quantidade de locais de interesse como o Passeio La Plaza e o Estádio Luna Park. Na intersecção desta avenida com a Avenida 9 de Julho encontra-se o Obelisco, um emblema da Cidade de Buenos Aires. As Serras de Córdoba estão integradas por três vales que atravessam

a

província

de

norte

a

sul:

Calamuchita,

Traslasierra e Punilla. O seu atractivo natural e A sua ampla oferta recreativa convertem-nos em lugares ideais para o turismo.

Não há outro lugar no mundo inteiro que tenha evidências fósseis comparáveis às de Ischigualasto–Talampaya. As seis formações geológicas dos parques contêm fósseis de uma ampla faixa de antepassados de mamíferos, dinossauros e plantas que revelam a evolução dos vertebrados no Período Triásico. Na província de La Rioja está situado o parque Talampaya, cujo nome tem origem nos termos quichuas "Tala": árvore autóctone; "Ampa": rio e "Aya": coisa extinguida ou que deixou de existir. Já em San Juan, encontra-se o Parque de Ischigualasto ou Valle de la Luna (Vale da Lua). A chamada Depressão de Ischigualasto é um vale desértico de temperaturas extremas e um vento quase permanente que provocou a erosão do terreno e modelou esculturas naturais.


A beleza e a imensidão são as rainhas da Patagónia. Ao oeste, junto aos Andes há maravilhosos

lagos

,

montanhas nevadas, glaciais milenares,

intrincados

arroios, cascatas cristalinas e frondosos bosques. Na costa,

entre

alcantilados,

os

enormes

descansam

pinguins, lobos e elefantes marinhos. E em suas baías, as baleias, golfinhos e orcas encontram refúgio para proteger seus filhotes. Na Patagónia, sulcada por rios sinuosos e ventos frios, gigantescas estâncias criam ovelhas, enquanto centenas de barcos carregados de lã, petróleo e mariscos zarpam de seus portos para atravessar os sete mares. A Patagónia é uma terra de sonhos, aventuras, trabalho. Uma geografia que ainda não revelou todas suas histórias secretas. As Cataratas do Iguaçú, como o nome indica, estão localizadas próximo à foz do Rio Iguaçú, na fronteira do Brasil e Argentina, no coração da América de Sul. Em guarani, “Iguaçu” significa “água grande”. Estão formadas por 275 quedas de até 70m de altura. A famosa “Garganta

do

Diabo”

permite

que

nos

aproximemos da imponente queda d’água a distância de apenas 50 m. Oferece imperdíveis aventuras aquáticas e reúne uma grande variedade de fauna Património natural da humanidade tombado pela UNESCO, este lugar é envolto por terra, fogo, ar e água, muita água. No ponto do hemisfério sul, mais exactamente no coração da América do Sul, quatro elementos da natureza manifestam-se na sua plenitude.


La Boca é um bairro da cidade argentina de Buenos Aires, que por sua localização próxima ao porto, foi habitada por muitos estrangeiros que chegavam pelo porto para trabalhar. O bairro possui duas grandes atracções: O estádio do Boca Juniors (La Bombonera), equipa

com

Argentina

e

maior

quantidade

conhecido

por

de

serem

torcedores

da

absurdamente

fanáticos por futebol, e o Caminito, onde parte do bairro foi restaurado. O Caminito tem uma característica peculiar: as casas são construídas com tábuas de madeira, placas e telhas de metal e pintadas com muitas cores. Isto porque, quando os estrangeiros - principalmente espanhóis e italianos - construíam as suas casas, usavam as tintas que sobravam dos navios do porto para pintá-las.

Fica a 1630 km ao norte de outro importante destino turístico argentino, a cidade de Bariloche. Shows de tango são um grande atractivo da cidade por se tratarem de um aspecto cultural importante do povo argentino. Diversas casas de espectáculos apresentam shows variados de dança e música e são muito procurados por quem faz turismo na cidade.

O Tango é a manifestação cultural e popular, mais relevante de Buenos Aires, da Argentina, é o selo da identidade, do sentir, da nostalgia de portenhos. As suas letras e sons reflectem a paixão, a melancolia, a sensualidade, às vezes o drama, às vezes o pranto, a alegria, a emoção do que foi, do que podia ter sido; ou do que é, do que não é, ou do que será. O tango, a fusão de sons e movimentos adiciona dia após dia cada vez mais e mais aficionados, fanáticos, e admiradores no mundo todo.


Gastronomia: Além da fama de melhor carne do mundo, a Argentina ainda conserva pratos que fazem parte de sua história. Quando se fala em Argentina, pensa-se logo na melhor carne do mundo. Os grandes pratos nacionais são à base das maravilhosas carnes argentinas. O expoente máximo da culinária nacional é o assado crioulo: assado de tira (tiras de costela), vacío (fraldão), morcela (linguiça de sangue), chouriços (linguiças) e miúdos, como mollejas (timo), riñones (rins), chinchulines (tripas) e criadilla (testículos). Assados numa grelha (daí o nome parrilla para o churrasco argentino), sob um colchão de brasas de madeira dura ou carvão, tais cortes e miúdos constituem o cartão-postal da culinária do país.

Mollejas

Chinchulines

Criadilla

A culinária argentina é distinta do resto da América Latina pelo fluxo de duas grandes tradições europeias: a comida italiana e espanhola. Além disso, há a influência da comida nativo-americana. Entre as influências nativas estão as de origem andina e guarani. Devido à influência espanhola e italiana, a culinária argentina é uma continuação do que é geralmente chamada de dieta mediterrânea. Argentina é famosa pela sua comida rica em proteínas. A parrilhada, carne grelhada, é bastante popular na culinária argentina. Na Patagónia, as carnes de cordeiro e de bode são mais utilizadas que a de boi na comida.


Vegetais e saladas também são importantes na culinária argentina. Tomate, cebola, alface e beringela são acompanhamentos comuns. Tanto quanto a carne são também saboreados pratos italianos como pizza e massas. Diz-se que Buenos Aires tem mais pizzarias do que Roma. O alfajor é um doce tradicional e muito popular na Argentina, que consiste em dois discos redondos de massa, com uma forma que lembra um iô-iô, recheados geralmente com doce de leite e envolvidos em chocolate branco ou de leite. Os mais famosos são os produzidos na cidade de Mar del Plata.

Também de grande fama internacional está a adega argentina, que tem em Mendoza a de maior prestígio. Com um relevo de altitude, influenciou na anti-oxidação e o clima na produção dos vinhos, especialmente o Malbec, considerado a melhor adaptação em solo Portenho. Em relação às bebidas, pode-se afirmar que os vinhos são tão populares na Argentina quanto o Vinho do Porto em Portugal. Por isso, há desde os chamados vinhos de mesa (versão económica em Tetra Brick) até aqueles que consagram o país como um dos melhores produtores vinícolas do mundo. Não podemos esquecer a erva-mate; o mate é tão importante na vida social dos argentinos que dele se deriva o verbo matear. O mate já se tornou um símbolo nacional e com propriedades digestivas e revigorantes é tomado a qualquer hora do dia. No entanto, o mate feito com uma erva verde que se toma como infusão - é a bebida mais típica. Para prepará-lo deve-se encher 2/3 da cuia com erva-mate, colocar o cilindro (bombilla) e logo derramar água quente até à borda formando uma cobertura de espuma. Pode-se beber com ou sem açúcar.


Compras: Ir às compras em Buenos Aires não é a mesma coisa que à dez anos atrás, mas ainda há (boas) vantagens que podem incentivar o turista a virar consumidor. O artesanato local caracteriza-se pela nobreza dos materiais utilizados, desde peças de orfebreria feita de prata ao artesanato de couro para um sem fim de aplicações, funcionais e ornamentais. É costume e tradição do gaúcho vestir os cavalos e, em consequência, diferenciar-se no seu papel de cavaleiro. As peças mais trabalhadas são os "mates" (as cuias) com a sua respectiva "bombilla", espécie de tubo pelo qual se chupa a infusão do chimarrão (feito com erva mate) sendo realizadas em prata e alpaca ou misturando uma parte da mesma de cabaça e o resto de metal. Essas são mais acessíveis e fáceis de conseguir. O couro merece uma consideração especial porque é um artesanato mais exposto e em uso de todos. De elegantíssimos casacos e jaquetas, a cintos de couro

cru

com

ornamentações.

Também

como

especialidade,

a

"marroquinaria", isto é, bolsas ou malas, carteiras, "cuentaganados" (uma espécie de chaveiro) e as famosas botas e sapatos de couro feitos de uma maneira muito artesanal. Alguns deles de couro de "carpincho" (típico couro com pintas) Uns dos produtos mais procurados são os chocolates artesanais de Bariloche, encontrados em toda a cidade mas que possuem como referência a chocolateira Mamushka. Outra opção é a cerveja artesanal produzida

com

características

o

lúpulo de El Bolsón, que traz singulares à bebida.


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