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ESPECIAL com a escritora Nanda Gois. Uma ENTREVISTA sensacional e seu livro mais recente: Brasiliana – a Menina de Riace

Qual o papel do Escritor por Michelle L. Paranhos O Cansaço por Leila Kruger

O Vingador Prateado IggDrasil – Profecia de Sangue Raptando noivas Sem dizer adeus Aprender a dizer adeus Nunca mais dizer adeus A Jovem Alessia Contos da Realidade O cantar da sariema A Descoberta Estou de olho em você Arco-Jesus-Íris Nada é por acaso Cante para mim


Arca Literária Fale-nos um pouco de você. Nanda Gois O que posso falar sobre mim. A não ser que escrevo desde os doze anos. No começo eram rabiscos de poesias. Quando todos da minha idade se voltavam para coisas normais da mocidade. Eu no meu canto escrevia poesia e lia tudo que me aparecia pela frente. Até as chamadas leituras proibidas. Já que estudava em escola de freiras e a literatura era censurada. Livros como “O crime do padre Amaro e a Carne” não se podia ler. Mas eu lia. Comecei a escrever romances ainda no ensino fundamental. Mas escondia de todos a vergonha de ser diferente das outras moças da minha idade que tudo que liam eram fotonovelas. E eu queria escrever uma e não só ler. Ensaiei um romance e já estava quase no fim, porém uma amiga encontrou e espalhou para todos e a vergonha foi tão grande que parei com o romance. Até hoje tento terminar essa história e não consigo. Sou o que os livro sempre me ensinaram a ser. Arca Literária O que você fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita? Nanda Gois Ainda estudante comecei a escrever. Antes de escrever eu não fazia nada além de juntar argumentos para criar. Depois que me formei, fui professora por muitos anos e coloquei no bolso o meu sonho... mas o sonho explodiu de novo depois que meu pai que sempre foi o meu incentivador, morreu. Hoje trabalho em uma editora. De onde vem a minha inspiração? Ela vem de tudo, do vento que sopra em meu rosto. Das conversas de ruas que escuto, dos ônibus, dos jornais, dos livros que leio e da internet. Arca Literária Qual a melhor coisa em escrever? Nanda Gois viajar por mundos e por sonhos que a realidade não me permite. Escrevo como quem está no saguão de um aeroporto vazio, onde todos os personagens viajam comigo e buscamos juntos novas descobertas. Arca Literária Você tem um cantinho especial para escrever? Nanda Gois Tenho. Mas o meu lugar favorito é o momento que a inspiração chega. Aí sem medo me recolho a mim mesma e escrevo. Quando estou escrevendo um romance ando com meus personagens sempre comigo. Eles estão no meu banho e conversamos, ando no ônibus e dormem ao meu lado. Me torno tão intima dos meus personagens que quando preciso matar algum sofro também. MAIS DE 120 MIL SEGUIDORES


Nascida em 26 de agosto de 1964, na cidade de Maracanaú, no estado do Ceará. Casada há 19 anos e mãe de 4 filhos. Escreve poesias, contos e crônicas desde os 12 anos. Participou da coletânea a Voz da Inspiração V, da casa do poeta de Campinas 2011, Editora Átomo, São Paulo, do Projeto Literário Delicatta VI e VII, 2011e 2012, Editora Delicatta, São Paulo, Coletânea Alma e Gêmea, participando da Gêmea II, 2011, Editora Beco dos Poetas e Escritores Ltda. São Paulo, Antologia II, da revista de poesias, 2011, Editora Multifoco, Rio de Janeiro, da Coletânea I premio nacional Castro Alves, 2011, da Editora Allprintmidia, Bahia. Antologia Café com versos I, Ed. Delicatta, 2012, São Paulo – SP, III Coletânea Século XXI, Ed. Poe Art, Volta Redonda - RJ, Mulheres Fascinantes I, Ed. Delicatta, 2012, São Paulo – SP, Possui centenas de textos digitados no aguardo de uma oportunidade para serem publicados. Poemas em 5 faces, ed. Premius, Fortaleza- Ce, 2014. Horas Noturnas, ed. Premius, Fortaleza-Ce, 2014. É membro da Sociedade dos poetas e escritores de Maracanaú (SOPOEMA), Associação Cearense dos Escritores (ACE), presidente da Associação da banda de musica de Maracanaú, pertence a Criação Literária do Sesc, Membro do Abraço Literário do Sesc; Fez parte da Associação da Banda de Musica de Maracanaú (ABAMAR) estando a frente por dois mandato. Projeto jovens bombeiros voluntários (JBV) assiste a jovens carentes da comunidade. Membro da Academia Maracanauense de Letra na cadeira nº34. Trabalho na Editora Premius. Já escreveu seis romances dois estão em processo de edição e quatro na gaveta.

Arca Literária Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros? Nanda Gois Poesia, romance drama, mistério e fantástico, contos e agora estou me aventurando pelo universo infantil. Por esses gêneros já chega. Arca Literária Fale-nos um pouco sobre seu (s) livro (s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens? Nanda Gois O meu atual romance é o Brasiliana a menina em Riace. Tenho outros cinco, mas é este que estou trabalhando a divulgação no momento. É uma quadrilogia. A série Brasiliana foi inspirada em uma noticia antiga sobre a cidade italiana de Riace . Eu tinha uma personagem e precisava ambienta-la em uma cidade. No Brasil a história não encaixava naquele momento. A historia é sobre uma criança herdeira de um milionário do ramo de hotéis de luxo. Sua neta é sequestrada pela própria mãe e levada de navio para a Italia. Para se esconder a mulher vai morar na região da Calábria. Por Vários anos ela vive como camponesa até que um dia a sua mãe foge de casa deixando a menina com um homem que ela acredita ser seu pai. E o garoto que ela chama de irmão. O velho sofre um grave acidente e morre deixando as duas crianças na miséria e para não morrerem de fome e frio buscam abrigo na casa de uma família de refugiados nigerianos. Onde a menina sofre maus tratos e ameaça de abuso. Para se livrar ela foge e vai para a cidade onde mendiga para comer e se esconde do frio em um armazém e é acusada de ladra. Sendo presa o delegado descobre quem ela é... e nessa hora a sua vida virar de cabeça para baixo. Arca Literária Qual tipo de pesquisa você faz para criar o "universo" do livro? Nanda Gois Geralmente a historia surge de uma noticia de jornal. Dos livros que leio e nesse caso em particular li a noticia de uma pequena cidade que estava fazendo a diferença na Europa com a entrada dos imigrantes. Juntei isso a historia de trafego de crianças e pronto surgiu a historia. NAS PRINCIPAIS REDES SOCIAIS


Arca Literária Você se inspira em algum autor ou livros para escrever? Nanda Gois Quando comecei a escrever tinha como escritor favorito Pedro Bandeira e Raquel de Queiroz. Na adolescência descobri o autor Mario Puzzo. E o poderoso Chefão fez parte de quase todos os meus sonhos. Gostava muito do Sidney Sheldon e do Haroldo Robbins. Arca Literária Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado? Nanda Gois Ainda não todo material, que levei para as editoras foram aceitos sem nenhuma dificuldade. Nenhum dos meus livros foram rejeitados. Arca Literária O que você acha do novo cenário da literatura nacional? Nanda Gois Se estamos falando de mudanças no sistema de publicações eu acho ótimo, mas em relação ao conteúdo que nos está sendo apresentado ultimamente. Tem deixado muito a desejar.


Brasiliana, a menina de Riace: A historia se passa no sul da Itália no final dos anos 80. Final da ditadura no Brasil. Uma criança foi seque trada no Brasil e levada pela mãe para a cidade de Riace. Lá nessa cidadezinha a menina cresce como camponesa e aos 11 anos é abandonada pela mãe e para compensar a falta que sente de sua mãe a menina coloca em sua única boneca de pano todo o carinho que tinha pela Eva sua mãe. Gabriele é obrigada a deixar de estudar e é forçada a trabalhar duro e sem descanso não só em casa, mas também como empregada domestica para ajudar a sustentar o pai que esta muito doente. Com a morte do seu suposto pai. A menina e o irmão mais velho veem sua casa ser tomada por homens poderosos. E vão morar na casa de uma numerosa família nigeriana. Nesta casa a menina sofre com as constantes tentativas de abuso por parte do filho mais velho da família. Depois de levar uma surra da dona da casa a menina foge e vai mendigar nas ruas da cidade de Riace, onde passa frio e fome. Quando tenta se abrigar um armazém para dormir é presa como ladra e na prisão ver a sua vida mudar radicalmente… O que aconteceu com a Gabriele na prisão? Quem é Lucci? Ele é amigo ou inimigo? E Quem na verdade é Gabriele? Saiba essa e outras questões lendo o livro o Brasiliana a menina em Riace…

Arca Literária Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom? Nanda Gois Acho que os critérios devem ser mais rígidos para que as gerações futuras possam ter um material de qualidade como o que nós herdamos dos nossos antepassados. Todo mundo escreve sem critérios e logo se acham escritores. Quase ninguém ler os clássicos. A base literária hoje não está nos escritores brasileiros e sim em novos escritores estrangeiros. Isso nos tira um pouco da nossa realidade e a nossa terra tem muita gente boa. Precisando se firmar. O que seria dos escritores brasileiros se não fosse a internet e a divulgação nos blog e redes sociais. Arca Literária Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais? Nanda Gois Vejo uma grande controvérsia, se o livro é barato muitos não compram por que não deve ser bom e nem tem qualidade. Mas se o livro tem um preço justo e por isso é mais caro. Muitos dizem que não podem comprar. Arca Literária Qual livro você falaria: "queria ter tido esta ideia"? Nanda Gois o livro que eu gostaria de ter escrito foi “O Poderoso Chefão” de Mario Puzzo. Arca Literária Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor) Nanda Gois Para esse livro que estou trabalhando agora a trilha é “mia Gioconda” de Agnaldo Rayol. Originalmente gravada pelo cantor Vicente Celestino. Arca Literária Já leu algum livro que tenha considerado "o livro de sua vida"? Nanda Gois Sim, aos oito anos li “ A ilha Perdida” de Maria José D’Pré


Arca Literária Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso? Nanda Gois Sim acompanho e gosto muito, pena que ainda nenhum livro meu passou por esse crivo. Arca Literária Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria? Nanda Gois o Pedro Bandeira ou então a Ana Miranda. Eu os tenho desde pequena seria uma honra ser lida por eles. Arca Literária Qual a maior alegria para um escritor? R.É ser reconhecido por um leitor. Arca Literária Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária. Nanda Gois O que posso dizer para os leitores a não ser que leiam muito mais. Pois a leitura só edifica. E para os novos escritores é que não desistam diante das dificuldades todos passamos por isso, mas seguimos em frente. Sempre quando pensava em desistir lembrava de Machado de Assis. Era muito difícil escrever em sua época e no entanto ele escreveu e taí vivo em suas histórias até hoje.


Por: Michelle Louise Paranhos O escritor nada mais é que um ator das palavras, emprestando sua voz a milhões de personagens diferentes, quer mocinhos, quer vilões. Justamente ele- aquele que preza para entregar textos coerentes e coesos -é o que mais parece incoerente ao olhar superficial da sociedade. "Como pode ter sido capaz de dizer- ou agir -de determinada maneira?"-questionam. "Ele não faz sentido!” afirmam; e com razão. Atores muitas vezes usam situações para servir de laboratório; vão aos lugares ou experimentam "vestir a pele" de seus personagens por um tempo. Os escritores precisam desse exercício também, para que ele possa expressar diferentes visões num texto, inclusive pensamentos e atitudes diferentes daquelas as quais ele tomaria, comumente, como indivíduo. Muitas vezes um escritor gosta de entrar em discussões apenas pelo prazer de expor um pensamento, e por vezes ousa discordar daquilo que para muitos pareça óbvio. Pode ainda assumir posicionamentos contrários daquele que usualmente tomaria,apenas para observar a reação genuína de pessoas, confrontar situações e assim estudar personagens. Por vezes é complicado entender isso... Não pense que para o autor não é complicado também. É difícil “desligar a chave" do pensar e agir nesse mundo complexo das ideias. Não é difícil que por vezes um autor possa se perder no profundo poço, como a menina Alice, e se deixar seduzir pelo Mundo das Maravilhas. Querem um exemplo?


Experimente gritar "mamãe" num passeio público, ou supermercado, por exemplo. Todas aquelas mulheres que um dia foram ou são mães, irão procurar pelo chamado. Ainda que seu filho seja já homem feito, e há trinta anos, pelo menos, já não tenha a vozinha fina de uma criança como aquela que gritou. É uma atitude normal, desejada até. O corpo e mente passam a reagir instintivamente porque introjetaram uma informação: no caso acima, o papel de mãe. E voltando para o autor, o mesmo se dá conosco. Um autor pensa e questiona, porque é dele esse papel. De forma sutil ele pode recriminar atitudes e incoerências que observa na sociedade e nele mesmo, a aponta isso através de seus personagens. Esse é o papel social do escritor. Refletir, elaborar situações e personagens e devolver essa informação para a sociedade. Ainda que um livro ou texto pareça entretenimento apenas, da próxima vez que ler, busque esse olhar sobre a mensagem de um livro ou simples texto, aparentemente despretensioso, como esse. E pense naquilo que o autor desejou trazer de mensagem para você, naquele momento. E da mesma forma que o ator não morreu ao levar um tiro no peito na cena final do capítulo da novela na televisão, pense se é o autor que é incoerente, ou se somos todos nós afinal, incoerentes... Como todo ser humano. E é nos reconhecer num personagem aquilo que mais desejamos, afinal. Essa é a função do autor: ser um espelho para todos nós- e refletir (sobre) aquilo que aparece em sua superfície. Se não gostamos do que vimos, bem, isso já é outra história.


Por: Leila Kruger Daí a gente vai ficando um pouquinho, mas só um pouquinho mais cansado a cada dia... Pouquinho menos de fé antes de dormir, esquecemo-nos de rezar até parar de vez. Pouquinho menos de nos gostar no espelho ao acordar, pouquinho menos de sorriso ao dizer bom dia, até nem dizer; pouco menos imaginação, mais realidade; pés bem cravados no chão, aves em poleiros. E a gente vai ficando um pouquinho, mas só um pouquinho mais longe todo dia. Do quê? De tudo o que foi e que seria. Daí uma noite a gente pensa, olhando a janela, e a Lua deve ser bonita e cheia, e cheia de segredos, e a gente pensa nessa noite estrelada aonde é que a gente chegou, e aonde é que a gente vai; mas a noite silencia, o coração, não. Daí a gente vê que foi ficando como os outros. E a vida é isso. Cansar. Até de si mesmo. De todos os espelhos. E também dos espelhos alheios. E a gente cansa cedo, pouquinho em pouquinho a gente cansa fácil. E aí como a gente faz pra voltar aquela força, aquele fulgor nos olhos, aquele pulsar de vida que a própria vida – ironia – quer matar? E nos cansa o amor. E o sonhar. E o querer. E nos cansa o cansar. E que nos devolvam estes arriscados andaimes que um dia poderiam nos levar até onde quiséssemos ir, mas nós nos cansamos de alcançá-los, e os esquecemos atrás das janelas de vidros inquebráveis. Rachados, de sentimentos ruins e de cansaços. E a gente vai parando... parando... um pouquinho, mas só um pouquinho de cada vez que é para ser perigosamente sutil. Que é para não nos darmos conta, não lutarmos com unhas e dentes, mas, quase sempre tarde demais, apenas olharmos a janela, a Lua cheia, cheia de segredos, e ela mesma sussurra o maior deles, mal acreditando: é que no fundo, lá no fundo até ela se cansou de brilhar...


A tripulação do Vingador Prateado é contratada pelo conselheiro do rei para encontrar um lendário tesouro amaldiçoado, o tesouro do Rei Philipe. Capitão Jones reúne os mais valentes piratas dos Sete Mares, incluindo sua hábil e inteligente sobrinha Isabeli. Seu filho Edgar é o guia desta misteriosa caçada. A busca começa quando Edgar recebe diários de bordo e mapas que indicam a sua localização. Antes de encontrar o tesouro, os piratas devem encontrar dois anéis que formam a chave que revela o lendário tesouro. Os piratas enfrentarão muitos perigos, aventuras e traições. Durante a busca, segredos serão revelados. Histórias de drama, violência, romance e humor enriquecem a trama contida no livro.

E se a vida como a conheces pudesse ser muito mais? Desde o início do tempo dos clãs, que os MacCumhaill se mantinham unidos. Família de poderosas mulheres e orgulhosos guerreiros. Tinhalhes sido exigido um único sacrifício em troca da sua imortalidade, manter o equilíbrio entre os três mundos. E esse equilíbrio tinha sido quebrado. As portas estavam abertas facilitando a passagem de todos os seres sobrenaturais. Seria Maria, uma jovem estudante portuguesa acabada de chegar a Dublin a ajuda poderosa pela qual aguardavam há tanto tempo? Conseguiria ela aceitar tudo o que lhe era pedido? Acreditar neles e lutar ao seu lado? Dividida entre o seu dever e o amor que sente pelo herdeiro do clã irá descobrir que deve seguir o seu coração, mas esse também já não é seu. Tinha-o entregue àquele homem ainda antes de lho dizer. Este era o início de uma nova Era…da Profecia do Sangue.

Mais de 600 autores divulgados


Eles eram dois jovens sem perspectivas para o futuro. Sem saber o que fazer e qual mercado de trabalho seguir. Um deles cresceu órfão e fugiu para as ruas por não aguentar ser maltratado pela tia. O outro abandonou a família acreditando ser um peso pra todos. Ao tornarem-se amigos, ainda crianças, juraram que venceriam na vida. Ambos só nunca imaginaram que seriam os donos de um mercado único e perigoso: o de rapto de noivas!

Alexander Hartnett tinha tudo sobre controle. Até ele conhecer uma certa garota de cabelos curtos, sinceridade na ponta da língua e dificuldade em dizer adeus. Uma noite se tornou uma semana... Uma semana mudou a sua vida inteira.

16 ANOS DE DIVULGAÇÕES


Caterine finalmente estava livre do seu maior pesadelo. A culpa. Ou assim ela pensava até o destino colocar o amor que ela sente por Alexander a prova. Tudo está perfeito até que a vida lhe escapa ao controle e ela tem que Aprender a Dizer Adeus não somente ao seu passado mas também à quem ama. Descubra o quanto uma relação pode aguentar quando o sofrimento é maior que o amor.

Simon Heyes só ouviu Adeus a sua vida inteira. Indo e vindo constantemente de lares adotivos ele finalmente está para fazer dezoito anos e ficar por conta própria deixando o orfanato em que vive em breve. Mas a visita de um jovem casal inesperadamente faz com que seus planos mudem. Alexander e Caterine resolveram adotar uma criança.


França, século XVIII. Alessia é uma jovem simples e inocente, que vive numa fazenda vinícola com o pai, um conde amargurado que não tem carinho pela filha. Convidada pela princesa Anna, Alessia vai passar uma temporada na corte do rei Henri, seu padrinho, e lá se apaixona pelo jovem capitão Marcus de Lanpré, principal oficial da guarda real e braço direito do rei. Sofrendo por um amor impossível, já que era nobre e Marcus, um plebeu, Alessia enfrentará muitos obstáculos. Há lutas de espadas, festas, bailes, guerras, intrigas e um final inesperado! A descoberta do amor e do sexo, a vida conjugal e o valor das amizades, em meio a conflitos pessoais e familiares, recheiam este romance. Embora os muitos diálogos utilizem as formas verbais da segunda pessoa para dar um toque de época, o livro é fácil de ler, apresentando uma narrativa rápida. O livro foi escrito com inspiração em antigos e consagrados romances juvenis da literatura internacional, tais como: “O Conde de Monte Cristo”, “Mulherzinhas”, “Ivanhoé”, etc., mas traz seguramente a marca da modernidade. As situações retratadas no livro não descrevem nenhum trecho da verdadeira história da França ou das famílias reais que lá viveram. No entanto, os detalhes históricos, principalmente sobre sucessão monárquica, sobre história dos costumes e outros de maior relevância, foram minuciosamente pesquisados com o intuito de dar veracidade à história.

Uma proposta muito simples e objetiva numa visão clara de relatos, os mais fidedignos possíveis, de acontecimentos verídicos ocorridos ao longo de meio século de existência.


"Mais um rebento literário nasce da mesma alma sensível para enriquecer e fazer transbordar emoções... Palavras que alimentam ao se transformar em histórias retiradas de um passado que marcou e deixou saudades ou, quem sabe, de lições aprendidas no decorrer da vida, no amor a uma cidade e no reconhecimento aos personagens nele citados..." Declaro a minha alegria em ser escolhida para outra vez prefaciar o segundo livro do amigo João Leles Martins, cuidadosamente preparado. Sinto-me mais do que honrada com a doce tarefa e para tanto dedico-me com total empenho. Durante a leitura pude certificar-me do dom que transborda no escritor fazendo com que suas lembranças, organizadas na memória ganham vida para se perpetuar nas páginas enriquecedoras. Em Uma História de União prevaleceram os acontecimentos em família descritos sob a visão de um de seus membros que se intitula: um contador de casos.”

Um casamento que tinha tudo para dar certo. Esse é o casamento de Dalia Penedo, que fez de tudo para conquistar o coração de Carlos Toledo e ter seu "felizes para sempre". Surpreendente como passar do tempo as coisas mudam e surgem novos e intensos sentimentos. Apesar de Dalia amar seu marido, sua curiosidade a fez enveredar pelo perigoso mundo virtual, onde conhece Mr. X um homem que arrebatará o coração da jovem. Agora Dalia está dividida. Ama seu marido, mas esta loucamente apaixonada por X. Essa é uma história real, onde as escolhas que ela faz, podem mudar o seu futuro para melhor ou... para pior.


Uma dona de casa recebe um telefonema de bandidos mandando que ela deposite uma certa quantia numa conta. A partir desse momento sua vida se torna um inferno. É sequestrada, sofre acidente e fica paraplégica. A história se passa no Rio de janeiro, polícia e bandidos se enfrentam e Andréia na linha de tiros perde a esperança de sobreviver.

Na colorida época do Flower Power Satanás decide visitar o arco-íris psicodélico de Jesus Cristo e, lá chegando, o louro e jovem Jesus hippie, vestido de jeans, conta a ele como faz para fazer o bem vencer o mal e o leva a conhecer os 7 círculos de seu arco-íris, que são 7 círculos de cores diferentes: no Círculo Violeta ele encontra Sharon Tate e Charles Manson, bem como as demais pessoas envolvidas no caso Tate... no Círculo Anil ele encontra Mao Tsé-Tung e os chineses massacrados durante a Revolução Cultural... no Círculo Azul ele encontra Heinrich Himmler e os prisioneiros mortos nos campos de concentração nazistas... no Círculo Verde ele encontra a Talidomida e algumas crianças deformadas pela pílula... no Círculo Amarelo ele encontra Jim Morrison e as entidades indígenas que o levaram a morte... no Círculo Alaranjado ele encontra Oscar Wilde e os responsáveis por sua tragédia particular... no Círculo Vermelho ele encontra Thomas Blanton e as vítimas do atentado de uma igreja batista em 15 de setembro de1963. Após constatar que o mal realmente não existe naquele paraíso, Satã vai e conta ao mundo que é tempo de Paz e Amor.


Quando Kristine e Isabella acordaram naquela bonita manhã de dezembro em Petrópolis, jamais poderiam imaginar que o que estava para acontecer mudaria suas vidas para sempre. Melhores amigas desde muito cedo, dividiam o tempo entre a faculdade, de direito e medicina, o clube e os treinos de basquetebol. Eram inseparáveis, até que um dia, por ironia do destino, a amizade se desfaz. O sentimento de traição faz com que Kristine não enxergue o que realmente aconteceu e a separação é inevitável.

De personalidades fortes, Lucca e Eva batem de frente desde os primeiros instantes em que se veem até o momento em que se descobrem completamente apaixonados um pelo outro. No entanto, os segredos do passado de Eva voltam para atormentá-la, forçando-a a deixar o país e abandonar seu namorado sem ao menos uma despedida. Após quase nove anos, Eva retorna ao Brasil para trabalhar no único lugar do mundo onde ela jamais imaginaria encontrar o seu grande amor do passado. Ao vê-lo diante de si, Eva encontra um homem muito diferente do jovem sonhador e sorridente de anos atrás. Agora, Lucca carrega um coração pesado de amargura, pessimismo e ódio. Ódio dela; da vida; de Deus.


Sophia é uma publicitária de 36 anos que está em busca de um novo emprego. Solteira e fugindo de relacionamentos sérios, vive inteiramente para o trabalho e para ajudar seu pai doente. Quando sai à rua para uma pequena corrida, ela esbarra em um antigo colega dos tempos de escola: Fábio. Ele, um empresário bem sucedido de 31 anos, surpreende-se quando uma de suas funcionárias do setor de RH contrata Sophia para trabalhar em sua Agência de Publicidade. A atração física entre os dois fica logo evidente. Tentando conquistar Sophia, Fábio precisa vencer seu distanciamento e a fuga às suas investidas. No entanto, para ficarem juntos, será necessário que o casal ultrapasse diversas barreiras. Após um rompimento traumático, os dois permanecem afastados por anos. O livro nos faz refletir se um amor genuíno pode ser capaz de vencer intrigas, mágoas e profundas marcas do passado.


Revista Literária 5º edição Especial de sinopses livro Arco-Jesus-Íris  
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