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Edição de Natal


COLÉGIO DA IMACULADA CONCEIÇÃO ENRAIZADO na matriz educacional das Irmãs Doroteias, o Colégio da Imaculada Conceição de Viseu desenvolve, desde 1924, a sua atividade com crianças, adolescentes e jovens do 1º ao 3º ciclo. Com o envolvimento de todos, pretende construir uma Escola que estimule a qualidade da Educação, nas suas diversas vertentes, num ambiente familiar e seguro, priorizando a formação cristã, pastoral e social.

1º CICLO 2º CICLO 3º CICLO Rua Nossa Senhora de Fátima, 88 3510-094 Viseu T 232 480 320 | F 232 480 328 | Email cicviseu@cicviseu.net URL www.cicviseu.net www.facebook.com/cicviseu www.youtube.com/cicviseu

INSCRIÇÕES ABERTAS 2014/2015


Descobrir

MENSAGEM DO 9ºANO

EDITORIAL NATAL TEMPO dos símbolos, dos sinais, dos laços, das expressões, dos encontros e dos presentes; das folhas de azevinho e das bolas de bilhar numa árvore coberta de fios de oiro e de estrelas cadentes. Noite-vigília com mesas postas, recheadas, a reunir a Família… NATAL NOITE, cheia de mistério, a pedir que abramos os olhos e os enchamos do invisível, para aprendermos a ver com o coração, a descobrir o lado de dentro de nós mesmos, do Mundo, dos nossos mundos… E a tocar a realidade que nos envolve, - a de irmãos nossos -, que morando na mesma casa, nesta casa de todos, a casa da humanidade inteira, que o gesto Criador nos abriu, para crescermos juntos como Família, têm o rosto enrugado; as mãos calejadas; os olhos tão magoados; os pés tão feridos, inchados de dor; os braços atados e o peito vazio de Amor. NATAL VIDA, mensagem que salva e que os nossos olhos vendados não sabem ler, nem os nossos ouvidos, tapados , conseguem ouvir… VIDA do único símbolo, do primeiro sinal, do laço ternura que estreita e se expressa no encontro e na presença. NATAL MADRUGADA, de azul onde a pobreza se faz berço de um menino, o Filho de Maria e de José. HARMONIA de anjos a servir de manta, GESTOS de adoração, contemplando a pequenez De uma criança que nasceu. NATAL PROFECIA da esperança, AVENTURA do Pai VERBO de DEUS, LUZ da LUZ, NOME redentor que cura teu peito chagado e te move a ser JUSTIÇA, FRATERNIDADE, DOM para TODOS. NATAL NOME de GLÓRIA – JESUS! O NATAL chama JESUS! Será que deste conta do seu SINAL?... Atentos, aos sinais deste Natal, desejo que Jesus nasça no coração de cada um. Com amizade Ir. Teresa de Jesus Príncipe Santos

Nesta edição da revista Descobrir, preparamo-nos novamente para iluminar os nossos corações com o nascimento de Jesus Cristo, e com toda a ternura e magia que o nosso Salvador representa. Como já é tradição, o nosso Colégio permite a vivência antecipada do verdadeiro espírito de Natal. A nossa Casa de Aprender reúne-se num momento de partilha e animação, através da magnífica encenação d’ “A noite de Natal”, tendo sido depositada em nós a confiança da autoria desta mesma peça. Agradecemos, desde já, a oportunidade enriquecedora de podermos transmitir o que julgamos ser a verdadeira festa Natalícia. Este Auto reflete a inocência de uma menina, perdida perante as vicissitudes da vida. No entanto, alegremente constatamos que,neste longo caminho que é a vida, há sempre alguém que nos ilumina e nos orienta rumo à direção acertada. Com os votos de um santo e feliz Natal, cheio de sorrisos e de boas ações, despedimo-nos na esperança que o auto “A Noite de Natal” ficará para sempre nos vossos corações. Andreia Lemos, Bruna Figueiredo, Isabel Obrist, Ana Rita Videira, 9ºA

ENCERRAMENTO DO ANO LETIVO 2012/2013 Era manhã de 13 de junho e o sol já brilhava! Por um lado, todos estávamos radiantes, pois era sinal que as desejadas férias estavam à porta, mas, por outro, sabíamos que, durante três meses, íamos estar longe da nossa “Casa de Aprender”, dos nossos colegas e professores. Logo de manhã, andávamos agitados, mas, ao mesmo tempo, empenhados para fazermos um bom trabalho, durante e no final de tarde. Aguardávamos, ansiosos, para podermos demonstrar as nossas habilidades a todos os presentes, naquele dia! Durante a tarde, aproveitámos para montar as “barraquinhas “ de cada turma, de acordo com o tema previamente definido. A nossa era Reggae!


Descobrir Estava tudo a correr muito bem! Estava um ambiente calmo e acolhedor… mas tinha chegado o momento! O momento por que todos nós esperávamos. Não conseguíamos “respirar”, o nosso coração palpitava até quase nos fazer parar! Era um momento de insegurança, uma vez que não sabíamos como ia decorrer, mas, de repente, tinha acabado, tínhamos feito o nosso trabalho! ARRASADOR! Depois de todas as turmas terem atuado, foi a vez do famoso grupo Hi-Fi abrilhantar o encerramento da nossa festa. Esta festa foi muito especial, dado que marcou o final de um capítulo e o início de outro na nossa vida: a passagem do 7º para o 8ºano. Obrigada “Casa de Aprender”!!! Marta Oliveira e Margarida Pinto, 8ºA

mais espaço, e quem passava na estrada ficava encantado com o nosso espetáculo . A melhor festa é a nossa!!! Um até sempre a quem se despede! Guilherme Fonseca, 7ºA HÁ SEMPRE MÚSICA ENTRE NÓS Uma noite fantástica cheia de música, diversão e alegria é o que a festa de final do ano do Colégio da Imaculada Conceição nos tem para oferecer. Este ano o tema foi “Há sempre música entre nós” e música era o que não faltava! Todas as turmas tiveram de mostrar o seu talento, enfrentando o conhecido palco dos Hi-Fi. As atuações foram um grande êxito! E claro, as fantásticas barraquinhas que de tudo têm para agradar: caipirinhas, cachorros, pizzas e doces. Este ano a APACIC preparou, também, um espaço destinado a insufláveis e a uma escalada espetacular! Ao anoitecer atuou o grupo Hi-Fi, que é animadíssimo e que põe toda a gente bem-disposta! Em suma, foi uma festa de arromba e a não perder no próximo ano! Rita Obrist, 7ºA

CAMPISOL

No dia 12 de junho, realizámos, no nosso Colégio, a festa de final de ano. Este ano o tema escolhido foi “ A Música” e cada ano interpretou uma canção. Havia vários temas e o nosso foi Blues. O professor Bruno ensinou-nos uma coreografia da música “ Everybody Needs Somebody “ dos Blues Brothers. A dança era muito divertida, havia dois ladrões que fugiam do polícia e os outros estavam no meio a dançar. No dia, começaram os preparativos alusivos ao palco, luzes e som, nós também nos estávamos a preparar, tínhamos ensaiado algumas vezes e achávamos que estávamos preparados. Também estivemos a enfeitar a nossa barraca com letras feitas em material para moldar que diziam Blues. Á medida que chegavam pessoas, nós íamos ficando um pouco mais nervosos. Quando, às sete, começaram as atuações nós estávamos a preparar-nos para entrar até que chegou a nossa vez. Fizemos a dança com pequenos erros, mas nada de grave. A partir daí podíamos brincar à vontade, apenas tínhamos alguns turnos na barraca. Fomos para os insuláveis e assistimos ao espetacular concerto dos Hi-Fi. Foi uma festa muito divertida. Maria Leonor Martins, 6º A Mais um ano se passa, mais alguém se despede, mais alguém fica, sem ainda ter saído, com saudades de tudo o que passou aqui... aqui durante 9 anos. Mas tem de ser assim, é a festa de fim de ano, feita com muito trabalho por parte dos professores e dos alunos. Divertimo-nos a valer com os Hi-Fi, com o espetáculo preparado por todas as turmas, com as barraquinhas que vendem comidas e bebidas, com os jogos e insufláveis que a APACIC coloca para nós nos entretermos... Desta vez foi alterado o "layout" da festa: o palco ficou virado de costas para a mata! Desta forma, tivemos muito

Campisol? É uma semana no campo, é sobreviver a massa, atum e frango, é acordar com panelas e tachos sem ter a noção das horas, é alugar um cantinho da tenda às aranhas e companhia limitada, é ter higiene graças à água gelada das mangueiras, é caminhar por penhascos e montanhas à base de água e bolachas, por quilómetros que parecem não ter fim, é trabalhar para o emagrecimento logo pela manhã, com uma corrida, é ter dois minutos para procurar e vestir a roupa, acabando por usar a dos outros, é todas as noites mostrar o ridículo de nós, é cantar música pimba pelas ruas, é testar-nos ao limite, é ter as emoções ao rubro, é deprimir com as saudades do nosso “ lar doce lar”, é aguentar a semana toda com dores, é chegar com um sorriso e voltar com lágrimas, é conhecer pessoas às quais nunca demos tamanha importância, é sermos perseguidos por “cangalheiros”. É um grupo, uma família, uma vida. E tu amas-me? Porque o Campisol é …hum pato pato pato pato pato pato! Mariana Borges e Francisca Marques, 8ºA


Descobrir criar canções. O dia da culinária, foi muito divertido, adorei cozinhar, ir às compras, preparar as mesas...foi dos meus dias Favoritos. Também gostei da caminhada, mas foi muito cansativa e também dormi pela primeira vez em cima de pedra. Eu adorei o meu grupo e também a minha animadora, era a melhor, nós éramos os "Banana Split". Foi uma experiência muito divertida e que gostei muito, e para o ano de certeza que quero voltar a ir! Gustavo Lopes, 6ºA

O dia mais ansiado do ano, um de julho, às 9 horas, a preparar a semana das nossas vidas. O Campisol é o campo de férias que nunca esquecerás. Quem é que não gosta de dormir numa tenda pequena e desarrumada, acordar ás 6 horas da manhã e correr logo a seguir e de dormir com a chuva a bater com força na tenda? O Campisol não é apenas um campo de férias, é um desafio e cada desafio é uma oportunidade de brilhares e seres que tu és. Apesar do trabalho também há momentos de descontração: praia, parque aquático, piscina, futebol, serões… há partes que são boas e más ao mesmo tempo: tomar banho duas vezes numa semana. Mau por causa da higiene e bom porque não tens de levar com uma mangueirada de água fria. No Campisol há também várias atividades que podes fazer. A melhor é o concurso de culinária. Os serões são a melhor parte do dia! O Campisol é o máximo e vai ser a semana das vossas vidas. José Leite, 6ºA Eu adorei o Campisol! Conheci caras novas, aprendi canções novas, caminhei imenso… Resumindo tudo, foi fantástico! Na caminhada, todos nós nos queixámos de tanto caminhar, mas com o encorajamento dos animadores e professores nunca desistimos! Até foi giro porque começámos todos a cantar a canção dos unicórnios e a falar sobre unicórnios, mas chegámos ao fim das férias sem conseguir ver mais unicórnios à frente! No início, éramos só conhecidos e amigos… mas no final já éramos todos família! A parte de nos acordarem com tachos e panelas foi um bocado desconfortante ao início, mas quando cheguei a casa foi complicado adormecer sem o apito do professor Zé, sem os gritinhos por causa dos bichos, sem o vento, sem o ar puro… e foi difícil acordar sem os tachos e a guitarra do Manecas! Tenho saudades destas coisas e de mais algumas como do exercício matinal que nós tanto odiávamos, dos animadores, de ver as professoras Paula e Patrícia e as tias a desfilar e a fazer pose para a câmara, dos jogos e serões! É pena nada durar para sempre, porque eu podia “campiSolar” para o resto dos meus dias! Fico à tua espera Campisol, vou ter saudades! Verão, por favor volta depressa… Bárbara Cotrim, 6º A No dia do acampamento, eu estava nervoso, mas por outro lado, eu estava muito ansioso que chegasse o dia. Deve ter sido por causa dessa ansiedade que eu tive algumas dores de barriga. Assim que eu entrei no autocarro, passou tudo, e só queria divertir-me e aproveitar aqueles sete dias com os meus amigos. Gostei muito de fazer os teatros todas as noites e de

Durante uma semana, alguns dos alunos do 2º e 3º ciclos aventuraram-se a passar 7 dias a acampar com os seus amigos e professores e a exprimir os seus sentimentos. Para mim, foi uma semana inesquecível, pois podemos conhecer outras pessoas e conviver com elas. Foi uma semana muito divertida. No primeiro dia, quando chegámos ao colégio, fomos a uma sala buscar as tendas, os utensílios para a cozinha, entre outras coisas e pusemos tudo no autocarro para prosseguirmos a viagem. Quando chegámos à Nazaré, fomos conhecer o espaço onde iríamos ficar a acampar: era um espaço grande e bonito. Depois, montámos as tendas com a ajuda dos animadores, decidimos com quem é que ficávamos nas tendas e fomos buscar as nossas coisas para pôr lá dentro. Seguidamente, fomos para uma roda e distribuíram várias fotografias cortadas em tiras, com os nossos nomes. Algumas das frases juntas formavam imagens e continham uma frase. Essa mesma frase estava num balão e a nossa animadora tinha um alguidar da cor do balão. À noite, tivemos um serão, como em todas as noites. No segundo dia, fizemos um peddy-paper pela Nazaré, para ficarmos a conhecer melhor a zona onde iríamos permanecer durante uma semana. No terceiro e quarto dias, fizemos uma longa caminhada por belos sítios, com lindas paisagens. Nessa noite, não dormimos no acampamento, fomos dormir ao quartel dos bombeiros voluntários. O quinto dia, para mim, foi o mais divertido pois fomos a um parque aquático e divertimo-nos muito. No sexto dia, fizemos um concurso de culinária. No sétimo dia, tivemos um momento de oração para refletirmos. No oitavo dia, levantámos o acampamento e regressámos a Viseu. Adorei o Campisol! Beatriz Azevedo, 7ºA “Isto é o Campisol, é demais! O mundo para hoje, agora…”, cantávamos nós no acampamento. Esta e outras músicas acompanharam-nos, alegraram-nos e passaram a fazer parte do nosso dia-a-dia. Foi uma semana cheia de travessuras e loucuras, desafios e aventuras! Tudo começou no dia 1 de julho, de manhã, bem cedo. No colégio, a dirigir e a organizar os alunos, estavam os professores que connosco iam: o professor Zé, a professora Paula, o professor Pedro e a professora Patrícia. Arrumámos os materiais e as mochilas no autocarro, despedimo-nos dos pais e dissemos adeus a Viseu, rumo à Nazaré. Durante a viagem, para o tempo passar mais depressa, íamos cantando e fazendo jogos em que todos se divertiam. Chegámos ao acampamento. Todos estavam ansiosos por ir explorar a quinta. Depois do professor Zé dar as ordens,


Descobrir começámos a montar as tendas. Esta foi uma das partes mais complicadas do acampamento, especialmente para quem ia pela primeira vez! Mas que grande embrulhada! Logo a seguir, fomos divididos em grupos, aos quais atribuímos um nome. Alguns exemplos: Cisnes Negros, Banana Split, Timarelos,… Os dias começavam bem cedo, com o alegre acordar ao som das vozes dos animadores. E nós que queríamos tanto dormir um pouco mais! Ao longo dos dias, as atividades foram variando: jogos, idas à praia, ida ao parque aquático, visitas... Ah! Fizemos também uma caminhada que parecia não ter fim! Todos ficámos cansados e o repouso foi bem merecido! Todos os dias, os grupos tinham diferentes tarefas, tais como: cozinhar, ir às compras, limpar o salão, entre outras. Os dias foram passando. O convívio foi muito bom e os risos foram muitos. Até que chegou o dia da despedida… “O Campisol é demais…”, diz a música e eu concordo. Para o ano… há mais! João Soeiro, 7º A

todos os alunos, desejando um ótimo ano escolar a toda a comunidade educativa... Também à semelhança do ano passado, convidou um professor a proferir algumas palavras, tendo este ano usado da palavra o Professor Cajó. Depois da receção no Cento Lúdico, fomos para o exterior disfrutar de alguns divertimentos. Todas as turmas pareceram adorar os jogos realizados. A nossa turma foi dividida em 2 partes: os padrinhos “fixos” e os “acompanhantes”. Eu fiquei como padrinho fixo. Fizemos vários jogos, tendo eu dinamizado o jogo dos copos, que consistia em derrubar, através do ar de um balão cheio, os copos alinhados sobre uma mesa. A turma do 6º ano ficou madrinha da turma do 3º ano, o que se traduz, não só numa enorme responsabilidade, mas também num imenso prazer. Esta receção aos alunos foi muito boa e acho que todos adoraram os jogos realizados. Luís Cabral, 6ºA No dia 12 de Setembro, realizou-se a apresentação do novo ano escolar. Foi nesse mesmo dia, que conheci a escola e os meus colegas. Toda a gente me recebeu bem. Estava muito nervosa, pois ia para uma nova escola, onde não conhecia ninguém. Pensei que não ia ser aceite e não ia ser bem recebida, mas foi tudo ao contrário. Toda a gente no colégio foi muito simpática para mim. Inês Alexandra, 7º A

RECEÇÃO AOS ALUNOS No nosso primeiro dia de aulas, eu fiquei muito feliz por poder voltar a ver os meus amigos. Quando chegámos à escola, fomos recebidos carinhosamente pela irmã Teresa que nos deu várias indicações e informações sobre o arranque do novo ano letivo. Depois falámos com as Diretoras de Turma que nos disseram que íamos ficar encarregues de fazer jogos para os mais novos. Nós ficámos todos entusiasmados! No dia seguinte, dia em que íamos realizar os jogos, dirigimonos ao nosso local e esperámos que chegassem os restantes colegas. No final, cada turma do primeiro ao quinto anos de escolaridade, montaram o seu puzzle e mostraram-no a todos nós. Foi um dia diferente e muito divertido que nos permitiu conhecer melhor os nossos colegas. Catarina Carvalho, 6ºA No dia 12 de setembro de 2013, no Colégio da Imaculada Conceição, houve uma grande festa, a receção aos alunos. Nesta festa, como habitual, estavam todos muito entusiasmados para conhecer os novos alunos. A exemplo de anos anteriores, a Irmã Teresa fez um discurso de boas vindas a

Nos dias 12 e 13 de setembro de 2013, realizou-se a receção aos alunos do colégio da Imaculada Conceição. No dia 12, a receção foi feita aos alunos do 6º ao 9º ano. Esta começou no centro lúdico, logo de manhã. Lá foram dadas as boas-vindas pela diretora, professores e alguns alunos e transmitidas algumas informações sobre o novo ano letivo. De seguida, todas as turmas se apresentaram nas respetivas salas e com as diretoras de turma, falando mais detalhadamente sobre o ano letivo que começa. No período da tarde, às 14 h e 15 m realizou-se um torneio de futsal em que as turmas do 6º ao 9º ano participaram. No dia 13, a receção foi feita, apenas de manhã, aos alunos do 1º ao 5º ano, mas onde as restantes turmas estiveram presentes. Neste dia, os alunos mais novos no colégio puderam participaram em vários jogos, que os mais velhos lhes prepararam. João Rodrigues, 7ºA


Descobrir No dia 12 de dezembro, realizou-se o dia de receção aos alunos dos 6º, 7º, 8º e 9º anos no Colégio de Imaculada Conceição. De manhã, as várias turmas do 6º ao 9º anos reuniram-se no Centro Lúdico para a apresentação dos novos alunos do Colégio. Após o discurso de vários membros da direção, cada turma dirigiu-se para a respetiva sala de aula com o diretor de turma, para ser informada sobre o novo ano letivo 2013/2014 e sobre os vários projetos a realizar ao longo desse ano. Na parte da tarde, realizaram-se atividades entre as várias turmas. Ana Carolina, 8ºA

Para à escola regressar. Gabriela do Carmo, 2ºA A PRIMEIRA SEMANA DE AULAS A seguir a dois dias de atividades lúdicas, começou a primeira semana de aulas. A primeira semana de aulas é, sem dúvida, a única altura do ano em que as aulas são quase tão boas como as férias. É nesta semana que nós falamos melhor com os nossos amigos e especialmente com os professores. Nas primeiras aulas fazemos as planificações do ano, relembramos algumas regras de comportamento, falamos das nossas espectativas para o ano letivo e sobre as férias de verão. Uma das melhores partes das aulas é estarmos com os nossos amigos. E, no início das aulas, isso ainda é melhor pois já não vemos os nossos amigos há muito tempo. Há sempre assunto para falar, tanto das férias como do ano anterior. A melhor parte das aulas já passou por isso temos de nos preparar para um ano intenso de muito estudo e trabalho mas também de muita alegria e diversão. João Silva, 6º A

RECOLHA DE ALIMENTOS DA CÁRITAS “PARTILHAR É URGENTE!” REGRESSO ÀS AULAS Voltar ao Colégio da Imaculada Conceição é uma grande alegria vamos ter muita atenção para aprender com magia Matilde Esteves, 2ºA Hoje cheguei à escola. Vi os mus amigos. Que saudades que tinha. De estarmos todos unidos. Leonor Lopes, 2ºA As férias já passaram e quando regressei ao colégio senti-me muito feliz por ter este privilégio. Ana Beatriz Andrade, 2ºA Eu gozei as férias Com muita felicidade. Já voltei para a escola E tinha muitas saudades. Joana Miragaia, 2ºA A minha escola é bonita. A minha professora também. Chama-se Isabel. E tem olhos cor de mel. Marta Lourenço, 2ºA Quando eu estava na praia. Não parava de pensar. Só faltava uma semana.

“ Partilhar é urgente” Foi este o tema a que o Colégio se associou, numa ação em conjunto com a Cáritas Portuguesa. Em que iríamos recolher alimentos em vários estabelecimentos comerciais para depois serem entregues à Cáritas. Foi pedido a quem estivesse interessado (alunos e pais) a participar nesta iniciativa. Era a minha primeira vez e estava muito nervosa. Já tinha visto isto na televisão, mas nunca tinha participado. Fomos divididos em grupos: uns foram da parte da manhã, outros da parte da tarde e quem quisesse poderia ir de manhã e de tarde. Antes desta ação também nós, com a ajuda dos nossos pais, já tínhamos contribuído com alguns bens alimentares para esta causa. Assim no dia 5 de outubro encontrámo-nos às 9h e 30 minutos. Fomos até à Capela onde fizemos uma pequena oração. Durante a oração foi-nos entregue um saquinho que tinha lá dentro três fósforos e sal. O fósforo aqui significa luz e o sal tempero, nós éramos o sal e o fósforo para esta atividade. Depois desta pequena oração, a professora Sandra colou um autocolante. Éramos identificados por esse símbolo da campanha. De seguida, fomos para o espaço comercial. Nós ficámos no Minipreço em frente à Central de Camionagem. Aí abordávamos as pessoas para que contribuíssem com donativos para a nossa campanha. Foi muito engraçado e muito divertido. E foi muito bom ver que as pessoas reagiram bem à nossa presença e contribuíram com agrado. Em poucas horas já tínhamos muitos donativos.


Descobrir O tempo passou tão depressa que nem dei conta que já eram horas de almoçar e o meu pai já lá estava para me levar para casa, fiquei triste pois estava a gostar. Gostei muito de ter participado nesta ação de solidariedade, pois há muitas famílias, meninos e meninas que precisam da nossa ajuda. Neste dia, aprendi que ser solidário me fez feliz. Maria João, 4ºA

Pela 1ª vez, a Cáritas Portuguesa convidou os colégios católicos, para, de uma forma voluntária e solidária, se associarem ao ato de partilha e todo o país correspondeu. O nosso colégio participou com a ajuda de 25 professores, 60 alunos, 25 encarregados de educação, 2 elementos das mães de Paula e da APACIC que foram distribuídos por alguns supermercados da nossa cidade, tais como: Pingo Doce, Minipreço, Continente, Spar e vários mercados associados à Misericórdia de Viseu. Apesar da situação de crise no nosso país, a população de Viseu mostrou-se bastante generosa, tendo-se arrecadado cerca de750KG de arroz, 950L de leite, 50L de azeite, 1200 pacotes de massa, 490 latas de salsicha, 280 latas de conserva, 400 pacotes de bolachas, sendo um total de mais de 3000KG de alimentos. Por volta das 18 horas e 30 minutos, deu-se por terminada a nossa participação neste ato solidário e as carrinhas da Cáritas Diocesana fizeram a última recolha do dia. Os alimentos foram separados e distribuídos pelas famílias mais necessitadas da nossa cidade. O nosso bem-haja a todos aqueles que direta ou indiretamente participaram nesta campanha, ficando a certeza de que fizemos alguém feliz. Rodrigo Neves, 7ºA

No dia 5 de outubro de 2013, o Colégio da Imaculada Conceição ajudou a Cáritas na recolha de alimentos para os mais desfavorecidos. A campanha chamava-se “Partilhar… é urgente!”. De manhã, todos nós nos juntámos no Colégio para uma breve oração em honra das pessoas que passam fome e depois fomos distribuídos pelos vários supermercados. Eu e meu grupo, ficámos no Pingo Doce de Pascoal e devo dizer sinceramente que foi uma experiência muito divertida e interessente, não só porque tive o prazer e o gosto de poder ajudar quem mais precisa, mas também porque foi divertido ouvir as respostas tortas de algumas pessoas, algumas que nem faziam sentido, outras que eram só pontos de vista diferentes. Aprendi muito sobre ajudar e ser solidária o que até foi interessante. Na parte da manhã, havia sempre muita gente por isso, ficámos muito atarefados! O segurança até veio ter connosco a dizer que parecíamos umas autênticas piranhas! Porque assim que chagava um carro e a pessoa saia de lá, íamos todos ao molho e fé em Deus a correr, ao mesmo tempo, ter com a pessoa! Algumas até se assustavam! E houve uma senhora que disse: “Eh lá! Eu posso contribuir mas, por favor, não venham todos de uma vez! Afastem-se mais de mim!” Nós rimo-nos tanto… Portanto estava declarada a “guerra”! Quem iria recolher mais alimentos? Naquele momento, tínhamo-nos esquecido do verdadeiro significado da campanha e começámos a fazer aquilo para a “guerra” o que foi um bocado mau, pois não era esse o nosso objetivo e depois toda a gente começou a mandar indiretas… mas como nós éramos autênticas piranhas conseguimos encher cinco carrinhos de compras! E até aparecemos no jornal! Foi muito divertido e uma experiência que eu gostava de experimentar outra vez. Bárbara Cotrim, 6º A

No sábado, dia 5 de outubro, realizou-se a recolha de alimentos da Cáritas que foi a organização responsável por esta campanha e que, normalmente, recolhe alimentos para os mais desfavorecidos. O Colégio da Imaculada da Conceição também participou, pois esta ação foi distribuída por algumas escolas de Viseu. Esse dia começou às 9 horas da manhã no Colégio, com uma pequena e importante oração realizada pelo professor Pedro. De seguida, às 9 horas e 30 minutos, cada grupo foi para um estabelecimento comercial, ou seja, Pingo Doce do Fórum, Minipreço da Estação de Camionagem, entre outros lugares. Cada grupo podia ficar só com o turno da manhã, que era das 9 horas e 30 minutos até às 13 horas, ou da tarde, das 13 horas até às 18 horas. Eu adorei esta experiência. Fez-nos crescer bastante, em maturidade e em vários aspetos. Senti-me bem em poder ajudar e em ser útil. É importante estarmos atentos aos problemas da sociedade. Nem todas as pessoas contribuíram, mas, no total, quase todos fizeram um pouco de esforço para esta campanha tão importante nos tempos de crise que estamos a atravessar. Guilherme Santos, 8ºA

No dia 5 de outubro de 2013, o Colégio da Imaculada Conceição ajudou a Cáritas Diocesana a tornar algumas famílias felizes.

ONDE DESISTIR É PROIBIDO No dia 5 de outubro, tivemos oportunidade de viver intensamente este lema: ”Onde desistir é proibido”, com a realização de uma campanha de solidariedade pelos mais desfavorecidos. Este dia foi fundamental na aprendizagem do significado de partilhar, que ficou profundamente gravado nos nossos corações e que é um valor fundamental para o nosso crescimento pessoal. Neste dia, o espírito de interajuda e a total disponibilidade e dedicação de todas as pessoas envolvidas nesta causa foi uma realidade e foi muito gratificante para o desenvolvimento


Descobrir interior de cada um. “ Um pequeno gesto pode mudar vidas” foi concretizado em cada olhar, em cada sorriso, em cada dádiva, em cada gesto por todos os que tão generosamente participaram neste dia, apesar da profunda crise económica que o nosso país atravessa. Podemos concluir que valeu a pena dispor do nosso tempo para ajudar os outros, pois sentimos uma alegria imensa de abrir o nosso coração aos outros. Maria Margarida Pinto e Maria Francisca Marques, 8ºA

Chegou o outono Os ouriços começam a cair Começam as aulas Eu quero fugir Fábio Ferreira, 4ºA O outono chegou As andorinhas partiram Voaram mais para o sul Ao frio ao vento fugiram. Lucas Pedrosa, 4ºA O outono é uma estação, em que cantamos uma canção. Quando começa a chover, temos de correr. Maria Margarida, 4ºA Começaram as aulas Começou o outono Na escola vamos festejar A entrada do outono. Chega o outono Começa a chover Começa o mês de outubro e as Castanhas vou comer.

O OUTONO No outono começa a chover Entramos para dentro a correr. Para no magusto fazer Castanhas para comer.

Marmelos, uvas e romãs São os frutos desta estação. Com eles fazem-se coisas boas que Nos adoçam o coração. Maria João, 4ºA

Angelina Morais, 4ºA No outono as folhas Começam a cair E quando começa a chover temos de correr!

O outono chegou é uma grande alegria, Com as folhas radiantes começamos um belo dia!

Leandro Oliveira, 4ºA O outono começa em setembro e continua em outubro. O vento vem a voar e a chuva a caminhar. Quando começa a chover vamos para casa a correr.

Com as folhas a cair e o vento a pairar, Já me posso divertir e vou correr sem parar.

Maria Miguel, 4ºA

Há folhas de todas as cores que podemos apanhar, Levamos todas elas para casa e entre os livros colocamos a secar. Catarina Santos, 4ºA

O outono é lindo de pasmar Castanhas quentinhas que vou devorar Montes de folhas que vou saltar Quando a chuva volta vou a correr para lareira acender Bárbara do Carmo, 4ºA

Quando chega o outono Caem castanhas no chão Umas vão dentro do bolso Outras levo na mão No magusto saboreio as castanhinhas E descasco-as bem quentinhas No outono é tempo de uvas De ir à vinha vindimar E de um bom vinho preparar

No outono as folhas caem , e faz-se a marmelada todas as pessoas da rua saem , e não se faz nada. Maria Augusto, 4ºA

Diana Pinto, 4ºA

O outono é a estação Em que caem as folhas. Se não trouxeres guarda-chuva, De certeza que te molhas.


Descobrir É a época das castanhas, Vamos todos festejar. Eu só espero que a chuva Não queira a festa estragar!

Metem-nos num saquinho. Todos tão divertidos e Amigos! Correm de porta em porta Os doces é o que importa.

Vamos ter o Halloween Para nos podermos disfarçar. Isto é tão divertido, Que animação não vai faltar.

Doçura ou travessura, Qual escolher? Doces docinhos, Para nós pequeninos. A Margarida vai A correr um pintainho Vai nascer.

O vento faz tapetes, Em que gostas de saltar. E como em todas as estações, Para o ano vou voltar! Rita Leite, 4ºA No Outono muito acontece Folhas preenchem o chão de cores Mas é também quando a castanha aparece Pois nesta estação ocorrem diversos esplendores. Rodrigo Damasceno, 4ºA Lá um dia veio o outono Perguntar ao senhor verão. Com ar de malandreco, Se podia ser a próxima estação!

Que desgraça e agora A cabeça da Miranda Começou a voar pelo ar. As castanhas, as castanhas! Ganharam perninhas e começaram a andar!

Logo o outro, Disse assim: "Claro que deixo, Porque é um prazer para mim!"

Sofia Araújo, 5ºA

Logo o outono mudou tudo, Num abrir e fechar de olhos. Frios, ventos fortes, Folhas a voar e aos molhos!

VISITA DE ESTUDO PES – PARQUE DOS MONGES

Mas o outono também vai, E vem logo o seu parceiro. Com mais frio este sai, E logo outra estação veio!!! Gaspar Ramos, 5ºA No outono as folhas voam, Pelo ar. E no rés do primeiro andar As castanhas começou a cheirar. As andorinhas começaram A emigrar Para sítios Onde possam estar. O dia das bruxas Estava-se a aproximar, Os meninos começam-se A mascarar e com os disfarces Começam a brincar. Os doces docinhos

-Joana, vai para a cama! Mariana! Esqueceste-te da tua Banana! A Miranda não sabe Para onde se virar! A-OU! Queimou o jantar.

Quando chegámos ao parque, vimos um filme sobre as atividades que se podem lá fazer. De seguida, aprendemos a fazer pasta de papel como os monges faziam. Depois, fomos visitar os animais da quinta. Alguns meninos gostaram mais de dar milho às cabrinhas; outros adoraram ver as lontras a brincarem na água. Depois do almoço, fomos fazer tiro ao alvo, com arco e flecha, e alguns meninos da nossa turma conseguiram acertar no meio, que valia 25 pontos. À ida para o teatro, vimos muitas árvores com maçãs de Alcobaça, que são muito pequeninas e servem para enfeitar arranjos de flores e outras coisas. Na peça de teatro, aparecia D. Afonso Henriques a lutar com os reis mouros que eram alunos do Colégio. Eles até fingiram que sabiam falar como os Árabes! Foi um passeio muito divertido! A turma do 1ºA No dia 29 de outubro, fomos para o Parque dos Monges e vimos um filme sobre o parque. A primeira atividade foi fazer pergaminhos com papel de jornal. Havia animais, carpas, tartarugas, cágados, lontras, alcapas, cangurus, cabras, um cavalo, esquilos, um macaco, um cisne, …


Descobrir Vimos o Senhor Tomé que foi muito engraçado. Eu e a minha turma alimentámos as cabras e depois fomos almoçar. Nós jogámos ao peixinho e jogámos ao tiro ao alvo. Fomos passear pelos campos. Nós assistimos e participámos num teatro das conquistas de Dom Afonso Henriques e visitámos o Mosteiro de Alcobaça. Depois fomos lanchar e regressámos a Viseu. Francisco Gomes, 2ºA A visita ao Parque dos Monges foi muito divertida, mas como era longe e eu moro Nelas, tive de me levantar muito cedo. Quando chegámos ao parque, fomos ver um filme sobre o Parque dos Monges. Depois fizemos todos juntos, com pasta de papel de jornal, pergaminhos. Como o parque é muito grande tinha muitos animais, tais como: alcapas, cangurus, porcos da Índia, lontras, patos, cabras, um cavalo, burros, tartarugas e as carpas que são uns peixes muito grandes. Como andámos muito, ficámos cheios de fome e fomos almoçar. No início da tarde, jogámos ao arco e flecha e ao jogo do peixinho. Vimos uma peça de teatro sobre o primeiro Rei de Portugal, Dom Afonso Henriques. Para terminar, fomos a um monumento nacional muito bonito chamado Mosteiro de Alcobaça. No final do dia, lanchámos todos juntos. Adorei esta viagem porque aprendi muitas coisas novas em conjunto com os meus amigos. Maria Mercês, 2ºA

No dia 29 de Outubro de 2013,pelas 7 h da manhã, todos os alunos do Colégio da Imaculada Conceição partiram de autocarro para uma visita de estudo ao Parque dos Monge, em Alcobaça. A meio da manhã, parámos numa estação de serviço de Pombal, para comermos o lanche da manhã. Depois, seguimos para Alcobaça. No Parque dos Monges, fomos recebidos pelos monitores Tomé, Leonor, César e Sofia. Ao longo do dia, fizemos diversas atividades. Começamos pelo tiro ao arco, que foi muito divertido. Trabalhamos com pasta de papel, e fizemos uma lembrança para levar para casa.

Depois, fomos almoçar num belo restaurante, que parecia um hotel. Visitámos muitos animais, entre os quais, cabras, cavalos, esquilos, cangurus, porquinhos da Índia, burros, ovelhas, lontras, (Pedro e Inês), tartarugas, peixes, cágados, pombas, ... Fomos com o Tomé alimentar as cabras com milho e outros cereais. A seguir, fomos ver uma peça de teatro que foi muito divertida, sobre as conquistas de D. Afonso Henriques. Por fim, ainda visitámos o Mosteiro de Alcobaça, onde visitámos os túmulos de Pedro e Inês. Depois regressámos a Viseu. Foi um dia muito divertido! Francisca Santos, 3ºA Partimos entusiasmados de Viseu no autocarro. Parámos numa estação de serviço em Pombal, para comer Partimos para Alcobaça em direção ao Parque dos Monges Quando chegámos, fizemos vários grupos, cada um com o seu monitor. Nós ficamos com a monitora Leonor e começámos pelo tiro ao arco. Passámos por um caminho muito bonito e vimos vários animais; esquilos, porquinhos-da-Índia, Cabras, cavalos, burros, cangurus, ovelhas, lontras, tartarugas, peixes, cágados, pombos, alpacas, patos, galinhas e macacos, etc… Depois trocámos de monitores e ficámos com o Tomé. Ele ajudou-nos a dar comida às cabras e mostrou-nos um teatro sobre D. Afonso Henriques. Nós adorámos o Parque dos Monges! Henrique Lopes, 3ºA No dia 29 de outubro, tivemos uma viagem de estudo. Nesse dia, fomos de autocarro para Alcobaça. Parámos numa estação de serviço, em Pombal, para comer o lanche da manhã. Quando acabámos de lanchar, seguimos viagem. Assim, chegamos a Alcobaça, ao Parque dos Monges. Então, num pequeno momento, os monitores apresentaram um filme sobre o parque e quando acabou, os monitores apresentaram-se. Houve algumas atividades tais como: o atira ao arco e pasta de papel. Depois, fomos almoçar num restaurante e a seguir brincámos um bocadinho. Também visitámos muitos animais tais como: a cabra, o cavalo, o esquilo, o canguru, o porquinhoda-índia,…Eu e os meus amigos demos comida às cabras, era milho e outros cereais. Nós vimos uma peça de teatro sobre as conquistas de D. Afonso Henriques. Mais tarde, fomos ao Mosteiro de Alcobaça ver D.Pedro e D.Inês, nos túmulos. Nós também vimos imagens de santos. A seguir, fomos comer o lanche da tarde e depois de lanchar regressámos a Viseu. Esta viagem de estudo foi muito longa e muito divertida! Maria Inês, 3ºA Eram sete da manhã, quando os autocarros partiram para a viagem a Alcobaça. Parámos na estação de serviço de Pombal para comermos o lanche da manhã. Quando chegámos a Alcobaça fomos diretamente ao Parque dos Monges, onde estavam os monitores que nos


Descobrir acompanharam nas atividades, entre as quais tiro ao arco e pasta de papel. A seguir, fomos almoçar a um grande espaço que nos foi cedido por um restaurante. Depois do almoço, brincámos um bocado até irmos para outra atividade. Então, seguimos para o lugar onde estavam os animais. Havia cabras, cavalos, esquilos, cangurus, porquinhos-da-Índia, burros, ovelhas, lontras, tartarugas, peixes, cágados, pombas, alpacas, patos, …e até foi engraçado, porque demos comida às cabras. Por fim, assistimos a um teatro em que se falava das conquistas de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal. No Mosteiro de Alcobaça ainda vimos os túmulos de D. Pedro e de D. Inês e estátuas de vários santos. Junto do autocarro comemos o nosso lanche da tarde e regressámos a Viseu onde chegámos às 20h e 30min. Foi um passeio muito agradável, mas eu já vinha um pouco cansada… Mafalda Salveano, 3ºA O nosso passeio iniciou-se às 7h no Colégio. Tivemos a primeira paragem em Pombal para tomar o pequeno-almoço. A viagem continuou para o nosso destino, o Parque dos Monges, em Alcobaça. Quando chegámos, vimos um filme que nos mostrou como era o parque. Após a exibição fomos acompanhados pelos monitores (César e Leonor) para a atividade do tiro com arco, que foi muito divertido. A seguir, aprendemos a como se faz papel (reciclado) e como devemos ser amigos do ambiente. Após estas atividades fomos almoçar e brincámos um pouco. Depois fomos visitar os animais (porquinhos da Índia, burros, ovelhas, cangurus, alpacas, patos, lontras (Pedro e Inês), … Por fim, assistimos a uma peça de teatro com o tema das conquistas de D. Afonso Henriques, primeiro rei de Portugal. De regresso passámos pelo Mosteiro de Alcobaça onde estão os túmulos do D. Pedro e D. Inês de Castro. Vimos também várias imagens de santos muito bonitas. Como a fome era muita lanchámos e iniciámos a viagem para Viseu, onde chegámos por volta das 8h e 30 min. Foi um dia muito divertido e bem passado na companhia dos meus colegas e professores! Francisca Borges, 3ºA Cheguei à escola, pus a mochila no autocarro e entrei lá. Trouxe uma PSP para jogar no autocarro. Fomos visitar o Parque dos Monges e fizemos três jogos. Primeiro fomos jogar tiro com arco, eu fiz 40 pontos e, o melhor foi o meu amigo Luís, que fez 90 pontos. O 2º jogo foi fazer o papel antigo com que os Monges escreveram. Todos levaram para casa. Depois fomos almoçar e o restaurante em que almoçámos parecia um hotel. Depois brincámos um bocadinho e fomos fazer o 3º jogo. O 3º jogo foi dar comida aos animais! Fomos ver os animais que havia, cabras, cavalos, esquilos, cangurus porquinhos-da-Índia, burros, ovelhas, lontras, tartarugas, peixes, cágados, pombas, alpacas, patos e coelhos.

Fomos ver um teatro sobre as conquistas de D.Afonso Henriques e depois fomos embora. Antes de irmos embora fomos ver D.Pedro e D.Ines nos túmulos no Mosteiro onde havia também muitos santos. Fomos lanchar e regressámos a Viseu. João Amaral, 3ºA A visita de estudo ao parque dos Monges foi no dia 29 de outubro. Fui sentada ao pé da Maria João no autocarro. Pelo caminho, fizemos uma pausa para comer. De seguida, chegámos ao parque dos Monges onde vimos um pequeno vídeo sobre o parque. Fizemos canoagem. Ouvimos alguns gritos de umas colegas nossas, porque elas foram à ilha dos macacos e um deles ia saltando para a canoa delas. Eu fiz canoagem com a Carolina Astrid e a Maria João. Íamos trocando de remos, pois eramos três e só havia dois. Chocámos contra algumas canoas dos nossos colegas. Depois, fizemos um jogo de orientação em vários grupos. Resultado do jogo: caí na lama e fiquei com as calças todas sujas. Fomos almoçar e, de seguida, tentámos fazer uma partida ao professor Pedro. Posteriormente, os grupos juntaram-se aos dos 6ºano e fizemos um jogo de tirar as fitas uns aos outros. A nossa equipa tinha o nome de quinto e sexto. Por isso, quando chamaram a nossa equipa, toda a gente foi a pensar que eram eles. De seguida, vimos um teatro que falava das conquistas de D. Afonso Henriques. A caminho de Viseu, passámos pelo Mosteiro de Alcobaça, onde vimos os túmulos de D. Pedro e D. Inês. Viemos para Viseu e chegámos ao Colégio às 20.00h. Gostaria de repetir e voltar a fazer canoagem. Também havia outras atividades que gostaria de realizar. Leonor France, 5ºA

Hoje tive uma visita de estudo. Acordei às 5:30 para estar no colégio às 6:45 onde o autocarro partia às 7:00. Saímos do colégio e vimos um filme no autocarro. De seguida, parámos na área de serviço de Pombal para lanchar. Chegámos a Alcobaça às 10:00. Antes de entrarmos estivemos a tirar fotografias. Quando entrámos vimos um vídeo sobre o que se ia fazer no Parque dos Monges. De seguida, um senhor explicou-nos como se faz


Descobrir canoagem. A nossa canoa foi a primeira a ser lançada. Havia uma ilha com dois macacos no lago. Saímos do lago todos molhados e tivemos de mudar de roupa. De seguida, fizemos um jogo de orientação onde vimos lamas, burros, galinhas e cavalos. A seguir, jogámos o jogo das torres onde o objetivo era tirar a bandeira à outra equipa. Depois vimos um teatro de D. Afonso Henriques. A seguir fomos ver o Mosteiro de Alcobaça onde vimos dois túmulos, o de D. Inês e D. Pedro. Entrámos no autocarro e fui embora muito feliz porque fazia anos no dia seguinte. António Silva, 5ºA No dia vinte e nove de outubro de 2013, o Colégio Imaculada Conceição foi visitar o parque dos Monges em Alcobaça. O autocarro partiu às sete horas da manhã em direção a Alcobaça. Quando a nossa turma entrou no autocarro ficou muito desiludida, pois todos nós pensávamos que o autocarro era de dois andares! Às oito horas e quarenta e cinco minutos, parámos na estação de serviço de Pombal para lancharmos. Quando, finalmente, chegámos a Alcobaça ficamos admirados com o parque. Era muito “cool”… A nossa primeira atividade foi a canoagem. Eu adorei! De seguida, jogamos um jogo chamado “Orientação”. Foi muito divertido… Depois fomos almoçar e à tarde jogámos mais um jogo chamado “Torres”: tínhamos de “tirar a vida” ao adversário. Passado de algum tempo, vimos uma peça de teatro sobre o rei D. Afonso Henriques. Quase no final da visita, comprei umas pequenas lembranças do parque dos Monges e, depois, fomos para o autocarro. Regressámos todos a Viseu muito bem-dispostos! Margarida Campelo, 5º A No dia 29 de outubro de 2013, eu e os meus colegas fizemos uma visita de estudo a Alcobaça ao Parque dos Monges, nós partimos às 7h da manhã. Fizemos uma paragem a meio do caminho para lancharmos. Quando chegámos eram 10h e dirigimo-nos para uma sala onde vimos um vídeo sobre as atividades do parque. Começámos por fazer canoagem, onde havia uma ilha de macacos: o Chiquinho e a Gorda. Foi muito divertido!!! O segundo jogo era o jogo de orientação. Como estávamos um pouco cansados, fomos almoçar. Seguidamente jogámos o jogo das torres, a minha equipa chamava-se os panckeikes. Participámos num teatro e de seguida partimos para o nosso autocarro. Ainda conseguimos visitar o mosteiro de Alcobaça, lanchámos e partimos para Viseu. Chegámos às 20h onde a minha irmã me foi buscar. Adorei este dia porque fizemos muitas atividades e divertimo-nos imenso. Sofia Tavares, 5ºA No dia 29 de outubro, fizemos uma visita de estudo ao Parque dos Monges em Alcobaça. Gostei muito do jogo de orientação pois tivemos que andar em grupo com um mapa na mão e passar por vários postes onde assinalámos a nossa passagem.

Também gostei do jogo das torres que tinha como objetivo conquistar a torre dos nossos adversários. Tivemos tempo ainda para visitar o mosteiro de Alcobaça. Foi uma visita bastante interessante e divertida. Alexandre Roquigny, 5ºA No dia 20 de outubro, realizou-se uma visita de estudo ao Parque dos Monges em Alcobaça. Nós partimos do nosso colégio às sete horas da manhã e por volta das nove horas chegámos à estação de serviço de Pombal. Às dez horas, chegámos a Alcobaça, ao Parque dos Monges. A primeira atividade em que nós participámos foi a canoagem e, o meu grupo era: eu, o André e o Gabriel. Nós fomos os segundos a embarcar e ficámos uma hora a andar de canoa, no caso havia uma ilha onde tinha dois macacos: o Xico e a Gorda. O jogo seguinte foi de orientação onde existiam vários postes para nós ficarmos e responder às perguntas. Na parte da tarde, jogámos o jogo das torres e a seguir fomos ver um teatro onde nos mostrava as conquistas de Portugal, de D. Afonso Henriques. No final, fomos para o autocarro e chegámos a Viseu por volta das vinte horas. A viagem foi muito divertida. Pedro Pais, 5ºA

Era dia vinte e nove de outubro, dia da muito esperada visita de estudo ao Parque dos Monges em Alcobaça. Saímos do Colégio por volta das sete e vinte da manhã e seguimos três horas de viagem com apenas uma paragem para lanchar. Quando chegámos ao Parque dos Monges tirámos uma fotografia, entrámos e vimos um filme que falava sobre o parque. De seguida, um senhor guiou-nos até uma torre e explicou-nos as regras de um jogo. Tínhamos de encontrar catorze tábuas. O jogo foi muito divertido. Depois do jogo, fizemos canoagem num lago. Foi a melhor atividade que fizemos. Só não nos podíamos aproximar muito da ilha dos macacos! Molhámo-nos um bocado mas quando acabámos fomos trocar de roupa e calçarmo-nos. No fim das atividades todas, fomos almoçar. Tínhamos tanta fome! Após o almoço, fizemos um jogo com os alunos do quinto ano e depois vimos um teatro de D. Afonso Henriques. Fomos ver o Mosteiro de Alcobaça e aproveitámos para lanchar. Regressámos por volta das oito e meia da noite ao Colégio. Foi a melhor visita de estudo. Espero voltar a ter outra assim! Maria Miguel Lourenço, 6º A


Descobrir Já há algum tempo que andávamos ansiosos por esta viagem. Quando chegámos vimos aquele grande castelo de madeira e ficámos impacientes para entrar. O nosso primeiro jogo era um tipo de peddy-paper: Tirámos um mapa e devíamos procurar os postos e picarmos a folha para comprovar que estivemos ali. O meu grupo era constituído pelo Dinis, pela Leonor e pela Maria Miguel. Foi muito divertido! Mas muita gente ficou toda suja porque escorregou na lama… De seguida, fomos andar de canoa. Entrámos descalços. Eu molhei-me toda! Foi uma experiencia para repetir. Depois de tanto esforço, fomos almoçar. No final, fizemos um jogo: roubar a bandeira à outra equipa. Foi muito cansativo! No final, de tudo vimos um teatro que explicava como D. Afonso Henriques conseguiu conquistar as terras que hoje são Portugal. No fim desta longa jornada, fomos ao Mosteiro de Alcobaça. Era muito bonito e tinha os túmulos de D. Pedro e de Dona Inês de Castro. Eles têm os pés virados um para o outro para quando se levantarem poderem ver a cara um do outro. Depois disto tudo, fomos para casa. Foi um dia muito esgotante mas valeu a pena. Sara Monteiro, 6ºA Às sete e meia, do dia vinte e cinco de outubro, saímos do colégio em direção a Alcobaça, onde chegámos por volta das dez e trinta. Parámos no Parque dos Monges, onde nos mostraram um filme sobre as diversas atividades que realizavam. A primeira atividade que fizemos foi assim: deram-nos um mapa com vários pontos e nós tínhamos de os descobrir no parque. Assim que déssemos com um, tínhamos de picotar o papel e responder às perguntas. Era uma espécie de caça ao tesouro. Seguidamente, fomos fazer canoagem e foi muito divertido! A seguir, almoçámos e, algum tempo depois, apareceu um dos instrutores que nos disse para o seguirmos. E nós assim o fizemos. Chegámos a um espaço do parque que tinha relva e os senhores enfiaram duas bandeiras no chão e ensinaram-nos um jogo muito engraçado. Nós jogámo-lo e divertimo-nos muito. Após este momento de diversão, dirigimo-nos à saída do Parque dos Monges e fomos para o Mosteiro de Alcobaça, onde vimos os túmulos de D. Inês de Castro e de D. Pedro. No final da visita a este belo monumento, lanchámos e preparámo-nos para a viagem de regresso à nossa linda cidadejardim, onde chegámos por volta das vinte e uma horas e trinta minutos. Catarina Carvalho, 6º A No dia 29 de outubro, visitámos o Parque dos Monges, onde nos foi transmitida uma ideia do que era a vida nos princípios da nossa nacionalidade, recuando assim, no tempo, até ao século XIII. O Parque dos Monges localiza-se na Quinta das Freiras, na cidade de Alcobaça, sendo, simultaneamente, parque ambiental e parque cultural. As nossas atividades no parque começaram com a prática do slide, tendo depois dado um passeio pelo mesmo a fim de o conhecermos melhor. Pavões, cangurus, lamas, porcos pretos, cabras, cavalos e muitos outros animais foram uma surpresa e proporcionaram beleza, harmonia e colorido à nossa visita.

Em conjunto com os alunos do 7º e 9ºanos, assistimos às explicações do guia que nos introduziu no manejo do arco e nos ensinou, na prática, como se faz tiro ao alvo. Almoçámos no parque, todos juntos, alunos e professores, num momento relaxante onde partilhámos a nossa comida e também a nossa opinião, no geral muito positiva, sobre as atividades realizadas e sobre a simpatia dos nossos guias. Já no fim, pudemos ter um momento de descontração com o 9ºano. Fizemos vários jogos temáticos com os quais aprendemos a importância do espirito de entreajuda, de onde extraímos a lição de que a melhor parte do jogo não é ganhar, mas sim participar. Finalmente, 1º, 2º e 3ºciclos reuniram-se e assistiram a um teatro sobre a história das conquistas das terras aos mouros, por D. Afonso Henriques. As viagens de ida e regresso foram muito divertidas, como sempre, com cantares, anedotas e conversas de sã camaradagem. Foi um longo passeio, cheio de diversão, que valeu a pena, pois apesar de cansados trouxemos a bagagem cheia de cultura, novos interesses, conhecimentos e experiências fantásticas. Ana Freitas, 8ºA

HALLOWEEN No Dia de Halloween a Rita vestiu-se de bruxa e foi bater de porta em porta a pedir doces ou travessuras. Chegou à casa assombrada e viu teias de aranha. Abriu a porta e apanhou um grande susto com morcegos que saiam rapidamente da casa. Assim, a Rita decidiu explorar a casa. Foi à cozinha espreitar, deixou cair um doce e viu uma armadilha. Quando foi à sala encontrou o zombie e a múmia sentados no sofá, o fantasma sentado no candeeiro e um esqueleto a dançar. A Rita riu muito. De seguida, subiu as escadas e uma abóbora rolou por elas abaixo, olhou para a parede e viu muitas máscaras engraçadas. Entrou no primeiro quarto e encontrou um vampiro deitado na cama a ver televisão. Foi ao segundo quarto e reparou que a porta tinha uma fechadura de caveira que tinha de abrir com o tridente. Ao entrar, deparou-se com aranhas pretas penduradas no teto e papel higiénico nas janelas.


Descobrir Quando a Rita viu as aranhas, ficou de mil cores e fugiu dali a sete pés, deixando um docinho para cada um à entrada da porta. A Turma do 2ºA Em relação a outros países, o Halloween, em Portugal, começou a ser festejado há pouco tempo. Nos Estados Unidos da América, no Reino Unido e em outras partes do mundo esta tradição já existe há muitos anos. No nosso país, a cada ano que passa, esta tradição está a ser vivida com mais intensidade. Infelizmente, este ano, as crianças ficaram um pouco desiludidas pelo fato de o dia um de novembro (dia de todos os santos ou finados) já não ser feriado nacional. Foi o governo que decidiu tirar este feriado tão importante para os portugueses. Trata-se de um dia em que as famílias se unem e se deslocam para irem visitar os seus entes queridos, arranjar as campas e levar flores. Este ano, e pela primeira vez, grande parte das crianças não conseguiu ir mascarada às casas das pessoas para lhes dizer “Doçura ou travessura?”. Todos nós ficámos tristes e vamos esperar que no próximo ano o feriado seja reposto para que a tradição se mantenha. Miguel Marques, 6º A

muita criatividade nos seus disfarces, sendo difícil para o júri escolher os vencedores do concurso. No concurso de Melhor Peça de Decoração, a tarefa de selecionar o melhor objeto foi dificultada pela elevada qualidade dos trabalhos, especialmente das abóboras, mais conhecidas por Jack o’ Lanterns. Os jogos estiveram a cargo dos alunos do 6º ano, que promoveram com dedicação momentos de convívio entre as várias turmas. Vencedores: Melhor Disfarce 1º lugar: Teresa Ribeiro, 2ºA 2º lugar: Sara Monteiro, 6ºA 3º lugar: Tiago Cruz, 4ºA Melhor Peça de Decoração: 1º lugar: Matilde Cruz, 3º A 2º lugar: Gabriela Carmo, 2ºA e Bárbara Carmo, 4ºA 3º lugar: Mafalda Salveano, 3ºA Parabéns aos Vencedores! Professora Marta Vaz

No dia 31 de outubro, decorreu a festa do dia das bruxas, no centro lúdico do Colégio, às 15h. Estávamos todos os alunos do 1º e 2ºciclo presentes e à hora marcada fizemos vários jogos tais como a pinhata, apanhar maçãs com a boca e tiro ao alvo. Depois de terminados os jogos, começámos o desfile de máscaras. Posteriormente, foram anunciados os vencedores do desfile e do concurso de abóboras. Não demorou muito tempo, mas foi muito divertido! Gostei, apesar de a maioria dos alunos do 2ºciclo não terem vindo mascarados. Espero que este ciclo possa continuar a participar neste dia tão animado! Mariana Menezes, 5ºA O Halloween é uma tradição americana que já se introduziu em Portugal. Realiza-se no dia trinta e um de outubro. As crianças, os jovens e até alguns adultos disfarçam-se de figuras assustadoras: lobisomens, vampiros, mortos-vivos, esqueletos, múmias… enquanto outros ficam em casa à espera que alguém lhes bata à porta e lhes pergunte “Doçura ou travessura?” Se responderem “doçura” têm de dar um doce. Se disserem que não têm doces ou se responderem “travessura” pregam-lhes uma partida. Este ano, eu vou disfarçar-me de vampiro sangrento com uma capa de morte. Também vou pintar a cara com uma cor pálida, pôr dentes postiços e uns grandes e pontiagudos incisivos. Vou festejar o Halloween na escola e numa festa. Eu gostava de andar todos os anos pela rua a perguntar de porta em porta “Doçura ou travessura?” Eu gosto do Halloween e a minha parte favorita é assustar os meus amigos. Miguel Ermida, 6º A No dia 31 de outubro, os alunos dos 1º e 2º ciclos festejaram o Halloween. A festa decorreu à tarde, no Centro Lúdico que estava decorado a rigor para este evento. Os alunos mostraram

O DIA DAS BRUXAS No último dia de novembro, festeja-se o dia das bruxas, mundialmente conhecido como Halloween. O Halloween, no Colégio da Imaculada Conceição, é celebrado pelo primeiro e segundo ciclo. Para o terceiro ciclo, este dia não passa de mais um dia de aulas. Durante a manhã, todos os alunos têm aulas, mas, à tarde, começa a real diversão. No início da tarde, este ano, realizaram-se jogos dinamizados pela minha turma, todos eles muito divertidos. O Colégio neste dia quase parece uma escola de monstros! A maioria dos alunos vem disfarçada dos clássicos vampiros, zombies, diabos, esqueletos ou então de monstros mais invulgares como, por exemplo, a mulher tarântula. Neste dia para além de um desfile de fatos assustadores também houve um concurso de abóboras. Todas estavam espetaculares. Depois do dia do Halloween vem a noite que, para grande pena minha, não é celebrada como noutros países nomeadamente nos Estados Unidos da América. Talvez um dia isso venha a acontecer. O Halloween tem vários significados, mas, para mim, significa susto, monstros e espetacularidade. João Silva, 6º A


Descobrir

A VISITA DO DR. PEDRO No dia cinco de novembro de dois mil e treze, tivemos a visita do doutor Pedro Ferreira, médicocardiologista e pai da nossa colega Maria Inês. O objetivo desta visita foi aprender mais sobre o sistema circulatório e sobre o coração. Começou por nos explicar que o coração tinha a casa vermelha (sangue arterial) e a casa azul (sangue venoso). Fez o desenho da viagem do sangue até aos pulmões para explicar como é que o sangue venoso recebia o oxigénio. E que bem que o doutor Pedro desenhava! Concluímos que o desenho representava a pequena e a grande circulação. Para terminar, fizemos um jogo muito divertido, onde alguns meninos eram o coração, outros eram os pulmões, outros eram os pés e os restantes eram gotas de sangue. Este jogo era uma simulação da viagem que o sangue faz pelo nosso corpo. Deixou-nos o estetoscópio para ouvirmos o nosso coração. Agradecemos a visita do doutor Pedro e tudo aquilo que aprendemos com ele! A turma do 3ºA

MAGUSTO DIA DE SÃO MARTINHO Que lindo dia, Que rico Sol, Está tão quentinho… Belas castanhas, É o verão de São Martinho! Vamos brincar, Enfarruscar… Viver alegres Do coração Este pequenino verão! Ana Rita, 3ºA

No dia onze de novembro de 2013, realizou-se uma das minhas festas preferidas do ano letivo, o magusto. O dia do magusto é muito divertido especialmente a parte da tarde, pois durante a manhã ainda temos as habituais aulas. A pior parte da tarde do magusto é pôr as mesas mas a seguir a isso é só pura diversão. Este dia é uma oportunidade de se conviver com professores, colegas e amigos! Se há coisa que não pode faltar neste dia é sem dúvida as clássicas mas sempre deliciosas castanhas e claro que o nosso também não foi exceção. Uma das partes mais divertidas para várias turmas foi saltar a fogueira e ter aquela sensação de passar pelo meio do fogo bem quentinho. E também pintar-nos uns aos outros com

o carvão que está à volta da fogueira, o que nem sempre corre bem, pois pode entrar cinza para os olhos, mas vale a pena arriscar. O magusto tem vários significados, mas para mim é sinónimo de alegria, diversão e emoção! João Silva, 6ºA No dia de S. Martinho fizemos, durante a tarde, um magusto no nosso colégio. Estava um lindo dia de sol, porque, como diz o ditado, era “Verão de S. Martinho”. Nos dias anteriores, cada turma fez uma toalha para pôr na sua mesa. A nossa era uma castanha gigante feita com materiais reciclados. Estava muito gira! A seguir ao almoço, por volta das 15h, fomos para o campo fazer jogos organizados pelos alunos do 7º, 8º e 9º anos. Os jogos que a nossa turma organizou foram: o tiro ao alvo e pontaria às latas. Os alunos do 1º e 2ºciclos participaram e gostaram bastante. Depois dos jogos, a Irmã Esperança acendeu a fogueira e quem quis saltou por cima dela, mas com cuidado e ninguém se magoou. Apenas ficaram algumas caras farruscas!! Como não podia deixar de ser, ainda comemos castanhas assadas que estavam "quentes e boas". Mais um ano que cumprimos as tradições do Dia de S. Martinho, numa tarde muito divertida! João Miragaia, 7º A O magusto realiza-se para festejar o milagre de São Martinho. Segundo a lenda, S. Martinho era um cavaleiro que num dia tempestuoso e frio, enquanto vigiava o castelo, encontrou um mendigo cheio de frio e sem abrigo. S. Martinho não hesitou, desceu do cavalo e com a sua espada cortou a sua capa de militar dando metade ao mendigo. Apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente preparava-se para continuar o seu caminho quando, de repente, a tempestade desapareceu e deu lugar a um sol brilhante. Diz-se que Deus para lembrar o facto de bondade praticado pelo Santo dá, em meados do outono, uns belos dias de sol, a que o povo chama «Verão de S. Martinho». O magusto realizou-se no recinto do Colégio da Imaculada Conceição, no dia 11 de novembro, pelas 14h30. Como chamam nas aldeias e vilas o «magusto tradicional» é uma diversão para muitas pessoas. No nosso magusto, saltámos a fogueira e enfarruscámo-nos com as cinzas do mesmo. As castanhas que levámos foram assadas pelas funcionárias da escola. Estiveram presentes algumas pessoas, como: a diretora do Colégio, a Irmã Teresa, a Irmã São, funcionárias (os) e professores. Foi um dia em grande! Hoje na minha escola Fizemos um magusto. Quando saí de lá Estava todo farrusco.


Descobrir Assámos as castanhas Com caruma e giesta. Foi divertido Como numa super festa.

DIA DE REFLEXÃO 8º E 9º ANOS Hugo Sacadura, 7º A

No dia 11 de novembro, realizou-se um magusto na nossa casa de aprender, este foi vivido com grande entusiasmo pelos alunos. Assim, pelas 15 horas, começaram as atividades para os alunos do 1º e 2ºciclos dinamizadas pelos alunos do 3º ciclo. No meio de muitas outras atividades realizadas neste dia destaca-se o concurso da melhor decoração de mesa, em que cada turma estava responsável por uma toalha onde o tema era “O Papel”. Com a união dos professores responsáveis pela avaliação do concurso, este finalizou-se com a seguinte classificação: 1ºlugar: 1ºA 2ºlugar: 9ºA 3ºlugar: 8ºA Os alunos, após comerem as castanhas, foram saltar na tradicional fogueira. Um dia cheio de diversão, alegria e castanhas para todos. Mónica Pinto, 8ºA

ESCOLA DE ORAÇÃO – 1ºCEB “ Onde está o teu coração, aí está o teu tesouro! “

Tal como se vem repetindo ano após ano, as turmas do Colégio da Imaculada Conceição viveram no passado dia 25 de novembro um dia de reflexão, atividade que ajuda no desenvolvimento integral dos alunos. Este ano, as turmas do 8º e 9º ano seguiram juntas nesta viagem até à comunidade paroquial de Mangualde. Contudo, por volta das 9h da manhã, separaram-se ficando a Irmã Alice Simões (irmã doroteia da nossa casa de aprender) encarregue do 8º ano e o Padre António Jorge com o 9ºA. Ao longo da manhã, desenvolvemos várias atividades sendo que a primeira consistiu em refletirmos nos nossos objetivos de vida, em alargamos os nossos horizontes, a sermos fortes e acima de tudo, frente a qualquer obstáculo que se interponha no nosso caminho, a nunca desistirmos! Devemos perseguir sempre os nossos sonhos porque, apesar destes não serem reais, só depende de nós e do nosso esforço a sua concretização. O amor e a amizade são também duas palavras que apesar de não terem muitas letras tem um grande significado. Numa amizade deve haver amor e o mais importante não é ter muito para dar mas sim saber como o dar. Com cada ato e cada palavra transmitimos aos outros o que queremos mas é através do olhar que as pessoas veem o que realmente vai na alma de cada um. Olhar esse, por vezes indecifrável mas que nunca mente! E estas foram algumas reflexões. Por volta das 13h almoçámos no recinto da comunidade paroquial de Mangualde e, após este preparámo-nos para a eucaristia que a seguir nos esperava. Esta missa, celebrada para nós mas no qual também participámos sinalizou o fim deste nosso dia tão divertido em que tanto aprendemos. No fim deste dia resta-me apenas dizer, obrigada a todos! Inês Pinhel, 8ºA No dia 25 de novembro os alunos dos 8º e 9º anos do Colégio foram a Mangualde para o seu dia de reflexão. Os alunos fizeram múltiplas atividades e discutiram vários temas, mas à tarde juntaram-se para uma missa na qual cada turma tinha as suas tarefas. No fim de um dia cheio de atividades voltaram ao Colégio. Gonçalo Guerra,8ºA

CANTINHO DA IMAGINAÇÃO O MEU PRIMEIRO DENTE Quando tinha 5 anos, o meu dente incisivo de leite começou a abanar. Eu senti que ele estava assim porque senti uma dor a comer uma maçã. Ele abanava tanto que tive de ir ter com o meu pai, viu o meu dente disse que tinha que o tirar. Eu fiquei com medo da dor, mas o meu pai segurou o dentinho com um guardanapo de papel e puxou tao rápida que nem senti nada. Afinal, não doeu nada e eu fiquei contente. Maria Merces, 2ºA


Descobrir O MEU DENTE O meu dente estava a abanar e quando fui para o infantário a minha professora viu-o abanar e tentou arrancar e conseguiu. Mas ficou a doer um pouco e a sangrar. Mas só que fui logo à casa de banho. A professora pôs o dente embrulhado em papel e para segurar pôs fita-cola. Quando cheguei a casa, mostrei aos pais o dente. Era muito pequenino que nem conseguíamos ver. À noite pus o dente debaixo da almofada. No dia seguinte, encontrei um euro escondido na almofada, o qual pus no mealheiro e fiquei com muito dinheiro. Sofia Obrist, 2ºA

O CAIR DO MEU PRIMEIRO DENTE Até hoje não me caiu nenhum dente. Sei que é estranho mas ainda tenho a dentição de leite completa. Imagino a queda do meu primeiro dente e gostava que fosse assim: seria numa manhã de sol, enquanto brincava no recreio da escola com os meus amigos. Sentiria uma pequenina dor e deitaria um bocadinho de sangue. Ainda na escola guardaria o meu dente na mochila. À noite, em casa, colocaria o dente debaixo da almofada para que a fada dos dentes me deixasse um presente. Ao acordar, gostaria de encontrar uma nota de vinte euros no lugar do dente. É assim que imagino a queda do meu primeiro dente. Catarina Viegas, 2ºA O tempo passa depressa sem ter pés, vai sempre a andar. Digam-me lá, ó meninos, quem o consegue agarrar? Antes, eu era um bebé com a carinha gorducha. Usava fralda barbeiro e nunca largava a chucha. Mas com o tempo cresci agora sou um rapaz. Pedalo na bicicleta com cinco amigos. Pedro Coimbra, 2ºA A AVÓ AGUARELA Num campo muito florido e muito colorido, guardado pelo sol, uma borboleta pequenina tinha umas amigas. Elas riam-se de tão pequenina que ela era. A avó aguarela não conseguia distinguir as cores. Quando fez um mês de idade já sabia as cores. As amigas dela nunca discutiram. Eram as melhores amigas. Sofia Obrist, 2ºA A FLORZINHA Era uma vez uma florzinha que andava muito sozinha pelos campos. Um dia passou por ali a flor mais importante do mundo da natureza. Com uma vénia perguntou: - Como está Madame? - Bem, obrigada.

-Estava a pensar se podia trazer a sua filha? - É claro que sim. Então, no dia a florzinha, estava tão contente, tão contente, que não podia acreditar. Ao fim do dia, a florzinha estava muito triste, porque não conseguiu ser amiga dela. À noite, passou por lá uma fada que concretizou o seu sonho. A partir daí, ficou com muitas amigas. Teresa Ribeiro, 2ºA A RAINHA A rainha é a mulher do rei. Ela vive num palácio, tem uma coroa, tem muitos vestidos, sapatos e joias. Ela tem uma charrete para dar os seus passeios. No palácio tem uma cadeira, soldados e aias. Os seus filhos são o príncipe e a princesa. A rainha vive num reino muito bonito. Francisco Gomes, 2ºA O MEU CÃO O meu cão é muito rápido e chama-se Fidel. É um pastor alemão preto, castanho e branco. O meu cão é brincalhão, muito esperto e amigo da família. Esta raça costuma trabalhar com a polícia, porque têm um bom faro. A minha tia também tem uma cadela, que teve há pouco tempo muitos cachorrinhos. O Fidel vigia a casa. Ele faz dois anos em janeiro. Eu adoro o meu cão. Leonor Lopes, 2ºA PENSAR EM COISAS BOAS Numa noite de inverno, deitei-me e adormeci. Tive um pesadelo, acordei assustada e chamei pela minha mãe. Ela deu-me um abraço muito apertadinho e segredou-me: “ Maria, pensa em coisas boas, pensa em coisas boas”. Eu sonhei que era uma estrela muito pequenina que brincava com outra estrela muito brilhante no céu. Esta minha amiga estrela levou-me a conhecer a lua e as outras estrelas brilhantes. Ela pegava-me ao colo quando eu estava assustada e eu sentia-me tão quentinha e feliz. Assim, todas as noites, mal eu adormecia, a estrela pegava-me ao colo e voávamos até ao céu, onde todas as estrelas comigo de mãos dadas, fazíamos uma grande roda à volta do mundo. Assim, todos os meninos que à noite tivessem pesadelos, nós íamos buscá-los e dávamos todos as mãos à volta do mundo para o iluminar. A partir deste sonho, o meu coração sorriu e sonhou com um mundo cheio de paz e de luz. Maria Pinto, 4ºA QUEM SOU EU? Sou uma peça, nesta máquina chamada mundo. Uma gota no oceano, uma cor do arco-íris. Sou só mais uma pessoa para habitar este planeta, mas se aqui estou, tenho uma função. Por mais pequena que a peça seja, uma máquina não trabalha sem ela. Sou uma aluna na sala, só mais uma pessoa no meio de


Descobrir muitas. Afinal, não pareço ser ninguém, mas, sou muito especial. Eu, sou eu e eu e mais ninguém. Bárbara Cotrim, 6ºA A ESCOLA A escola é aquele edifício onde se aprendem coisas. Para além disso, é o lugar onde nós fazemos amigos e aprendemos a conviver. Nós fazemos lá amigos porque crescemos uns com os outros. Uns conhecem-se há mais tempo, outros são novos. Para além dos amigos, aprendemos a lidar com pessoas com as quais não nos damos tão bem. É a vida. Os amigos que fazemos na escola ficam para toda a vida marcados na nossa memória. A escola também nos prepara para o futuro e dita aquilo que vamos ser, quer seja médico ou futebolista. Na escola, iniciamos uma aprendizagem que nunca termina pois estamos sempre a aprender coisas novas. É feita apenas de duas coisas muito simples: aprendizagem e amigos, mas essas duas coisinhas são tão fundamentais para o nosso futuro que são transformadas em apenas uma palavra: crescer. José Leite, 6º A MAIS UMA FLOR NO MEU JARDIM Naquela magníficas tardes de verão, em que o sol brilha, os pássaros cantam, crianças brincam…nessas tardes, quando tudo pode acontecer, lá fiquei eu sentada à sombra daquele velho castanheiro que eu conheço tão bem como a palma da minha mão. Aquele castanheiro com o tronco enrugado e folhas macias como a seda. Aquele castanheiro sabe todos os meus segredos e mais alguns. Quando me sento na sua sombra, observo com atenção cada flor do meu jardim. E quando me envolvo na leitura, todas aquelas lindas flores brancas escutam cada linha e cada desejo. Todos os sons se unem numa linda sinfonia que eu adoro ouvir. As flores bailam ao som do vento enquanto a brisa embate nas suas pétalas suaves e delicadas como se cantassem uma bonita canção de embalar que me envolve a mente. Um dia, adormeci com aquela sinfonia enquanto apreciava as flores. Quando acordei nada era igual. No meio de todas aquelas flores brancas, havia um pequeno rebento muito delicado. Vi aquele pequeno transformar-se numa linda flor diferente de todas: uma linda flor azul. Bárbara Cotrim, 6ºA A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO A importância de comunicar! O que quererá dizer isto? Desde cedo que todos nós temos a capacidade de comunicar. O que seríamos nós sem podermos comunicar, sem podermos conviver? Ora aí está uma boa pergunta! Todos nós sentimos necessidade de comunicar, seja por que motivo for, bom ou mau. Já alguma vez ficaste afónica? É a mesma sensação, querermos libertar-nos mas não conseguirmos. A comunicação verbal (oral) é a mais comum e refere-se à emissão de palavras e sons que usamos para nos percebermos. No entanto, a comunicação não verbal, por vezes, é a melhor que podemos usar, porque demonstra os nossos sentimentos mais puros e profundos, como os gestos. Um simples abraço pode significar tudo! Temos que ter muito cuidado da forma

como nos expressamos através da comunicação não verbal, pois através dela é refletida a personalidade, o estado emocional e a segurança, porque com pequenos gestos que possamos emitir, as pessoas conseguirão aperceber-se de como nos estamos a sentir. Por mais que não consigamos perceber, aqueles que nos são mais próximos têm a capacidade de nos interpretar e nos decifrar através de gestos, palavras e atos. A comunicação, seja ela qual for, é muito pertinente, pois através dela conseguimos expressar tudo o que nos incomoda e tudo o que nos torna mais fortes ou mais felizes. Quando nos sentimos um pouco em baixo, podemos desabafar e dizer aquilo que mais nos afeta, o que não seria possível sem a comunicação. Se este elemento essencial não existisse na nossa vida, nada faria sentido. Sentir-nos-íamos sozinhos, só poderíamos “falar” com a nossa própria pessoa, o que nos faria sentir inúteis. A palavra COMUNICAR engloba muitos sentidos, desde o chorar para libertar as mágoas até ao sorrir para conseguir transmitir energia. Para mim, a comunicação é uma linguagem universal, porque comunicar é tudo na vida. Marta Oliveira, 8ºA VALERÁ A PENA COMUNICAR? O homem é um ser em permanente comunicação. Usando o seu corpo, o homem comunica fazendo gestos, acompanhados de sons. Os sons vão-se articulando formando palavras. A palavra e o canto tornam-se espetáculo, onde uns são atores e outros espetadores. A escrita aparece como nova forma de comunicar, em que, com a invenção da imprensa, o homem consegue realizar o sonho de espalhar as suas mensagens até a um público maior. Os jornais, os livros, as revistas, as cartas, o rádio, a televisão, o telemóvel e recentemente com a revolução da internet, permitem ao homem estar mais perto do mundo. Contudo só haverá uma comunicação verdadeira se não nos limitarmos a receber informações ou mensagens, mas entrarmos nas formas de comunicação, em que todos participemos e em que o diálogo seja possível. Tal como disse Nietshe: “ o melhor e o essencial só se pode comunicar de homem para homem”. Sim, através do olhar, das mãos, do coração, o homem consegue abrir a sua vida ao outro… Neste sentido, é fundamental que cada um de nós aprenda, em cada dia, a comunicar consigo próprio, com os outros, com a natureza, com Deus… O homem não é uma ilha, porque o homem sozinho não é verdadeiramente feliz, não cresce intelectualmente e não descobre a beleza dos outros. Por fim, comunicar bem permite a cada homem descobrir um “novo eu” em transformação, permite partilhar sentimentos e emoções com os outros, permite contemplar e interiorizar-se na natureza e permite, por fim, estar em paz. Maria Margarida Pinto, 8ºA “A IMPORTÂNCIA DA COMUNICAÇÃO” Uma simples palavra pode determinar tudo. É estranho falar assim! Se uma mera palavra mal falada, por engano, pode mudar o nosso futuro, o que poderia fazer uma frase? O que


Descobrir poderia fazer um texto? E um livro? É de facto curioso e realmente assustador que tudo possa mudar por engano, que tudo seja totalmente o oposto do que nós tanto imaginámos quando tínhamos apenas 7 anos e permanecíamos sentados numa cadeira a pensar como queríamos que fosse cada detalhe da nossa vida. É ainda mais estranho pensar como seria se não pudéssemos comunicar? Como iríamos dizer às pessoas o quanto elas valem para nós, o quanto nos podem ter magoado, palavra por palavra, simplesmente iríamos abrir a boca na esperança de que um pequeno som saísse e nada acontece? E se de cada vez que tentássemos escrever alguma coisa num papel, a nossa mão não se mexesse? E se tudo o que tínhamos para dizer permanecesse simplesmente na cabeça como um tesouro bem guardado e não pudesse sair? Aí seria um turbilhão de pensamentos, mágoas e emoções misturados, silenciosamente a mexer com o interior de cada um. Seria a dor interior que jamais se diria, seria um mundo solitário sem espírito de entre ajuda, seria um mundo vivido sem alegria, sem desejo de viver. Como poderíamos sentir que tínhamos alguém presente nos piores momentos? Como poderíamos pedir consolo nos piores dias? E se um simples olhar repleto de pedidos de ajuda não chegasse? E agora, eu pergunto, ainda duvidam que a comunicação não seja importante? Maria Francisca Marques, 8ºA

É NATAL, É NATAL… A ÉPOCA DE NATAL A época de Natal é uma época de família. Nesta altura do ano está frio e a serra tem neve. Celebramos o nascimento do menino Jesus. No Natal recebemos prendas do Pai Natal e do menino Jesus. O Pai Natal vem no seu trenó puxado por muitas renas. Nas casas há pinheiros decorados com muitas luzes e bolinhas. Na noite de consoada comemos muitos doces e salgados. As famílias juntam-se e vão comemorar o nascimento de Jesus na missa do galo. Maria Mercês, 2ºA A época que vou falar só podia ser o Natal, em que toda a família se reúne neste dia tão especial. Depois de se reunirem vão todos comer, e depois de abrir as prendas um filme vão ver. Está mais frio à noite temos de acender a lareira, os adultos conversam enquanto as crianças continuam a sua brincadeira.

No Natal há alegria no ar, e todos um sorriso têm de mostrar. E quando o Natal acaba pela Páscoa temos de esperar, ainda falta muito para os ovos procurar. Leonor France 5ºA Feliz Natal E para a família Lembramos de Jesus Incluindo São José e Santa Maria Zelando por nós Natal é para todos Aposto que é esse o desejo de Jesus Temos todos que ajudar Apoiando quem mais precisa Lembrando o espirito de Natal Pedro Pais, 5ºA Venho aqui falar de um tema especial, porque o que venho contar é acerca do Natal. Uma árvore decorada com bolinhas de Natal e uma estrela abrilhantada para este dia especial. A neve a cair como leves bolinhas de algodão e toda a gente a sorrir com felicidade no coração. Os presentes embrulhados com seus embrulhos de Natal para serem entregados a um menino especial. Maria João, 5ºA O Natal é no dia vinte e cinco de Dezembro, data em que se celebra o nascimento de Jesus Cristo. Alguns dias antes do Natal, é habitual fazer-se a árvore de Natal, enfeitada com bolas coloridas, luzes, estrelas, figuras e com bonitos anjos de várias cores. No topo da árvore de Natal, coloca-se a estrela que guiou os três Reis Magos até ao estábulo do Menino Jesus. Debaixo da árvore de Natal, coloca-se o presépio e as prendas embrulhadas em papéis coloridos que lembram o arco-íris. O Natal comemora-se em família, com muita alegria. É assim o tempo de todos se sentirem felizes.


Descobrir Em minha casa, come-se peru assado no forno, estaladiço, acompanhado com batatas assadas, bolo-rei, rabanadas, filhoses e pudim de ovos. É o tempo das gulodices que muita gente diz fazerem mal à saúde, mas nesta altura do ano são permitidas. No Natal, algumas pessoas vão cantar cânticos natalícios às portas das outras pessoas e isso é uma forma de partilhar o espírito de Natal. Pena é que nem todas as pessoas possam ter o Natal que desejam por estar em dificuldades! Adoro o Natal. Ana Francisca Cabouco, 6ºA O Natal é um dia, uma época especial. É o dia em que toda a família se junta para celebrar este momento mágico e esperado por todos. No Natal a família reúne-se. É quando se faz a ceia de Natal, se monta a árvore, com a estrela de natal no topo, e se expõe o presépio. Neste dia especial as pessoas ficam contentes por receber um presente, mas ainda ficam mais felizes por dar um presente a alguém. Ficam felizes porque o verdadeiro sentido do Natal é partilhar, tanto presentes como beijinhos ou palavras e estar, ao pé da lareira, com a família e amigos a contar histórias, a falar ou a beber uma bebida quente para aquecer os pés que vêm arrefecidos do frio que faz lá fora. O Natal celebra-se no inverno, por isso é também simbolizado pelo frio, pelos bonecos de neve e anjos feitos de neve. Na Igreja também é festa. Celebra-se o nascimento de Jesus Cristo! Neste dia realizam-se muitas missas e cantam-se muitas cantigas de Natal lindas! Eu adoro esta época! Maria Miguel Lourenço, 6ºA O Natal é a época mais festiva do ano, sendo a minha época favorita. Como qualquer rapaz adolescente sabe, o Pai Natal não existe, mas o meu pai tem de se mascarar todos os anos, pois o meu irmão mais novo ainda acredita no Pai Natal. Há sempre uma pergunta que eu faço no Natal: o porquê de ser o bacalhau o prato principal. No ano passado descobri a reposta : é um prato tradicionalmente português. A melhor parte do Natal é, sem dúvida nenhuma, estar com a família. Há uma coisa que eu tenho a certeza que recebo: uma montanha de livros! E não são aqueles pequeninos com cem páginas, mas sim livros enormes de oitocentas páginas porque eu já leio rapidamente os livros mais pequenos. Estar com a família é sinónimo de Natal, pois quando estamos com aqueles de que mais gostamos entramos numa onda de felicidade. Feliz Natal! José Leite, 6º A O Natal finalmente chegou. Estou muito entusiasmada com a festa de Natal do Colégio. Temos uma história fantástica! Já estava com saudades de ver as ruas todas iluminadas com enfeites de Natal e claro das prendas! Mas também adoro ir para casa dos meus avós porque os meus primos também vão para lá. Todos os anos eu e os meus primos fazemos a árvore de Natal. No dia 24 de Dezembro, de manhãzinha, costumamos, sem

ninguém ver, espreitar as nossas prendas e, às vezes, escondemos as dos nossos pais. Normalmente, no dia de Natal, fazemos um teatro. Fica giro com as fatiotas que arranjamos… A nossa noite de Natal é cheia de música, risadas e brincadeiras. Estamos a noite toda à espera de abrir os presentes e é com grande entusiasmo que o fazemos. E assim acaba o dia, mas no dia seguinte já estarei a pensar como será o próximo natal. Espero que toda a agente tenha um feliz Natal. Sara Monteiro, 6ºA O Natal festeja-se no dia 25 de Dezembro embora as crianças deem um pouco mais de importância ao dia 24, pois é o dia dos grandes jantares com a família, dos presentes e da “chegada do Pai Natal”. Há várias formas de festejar o Natal. No nosso Colégio, fazemos uma grande festa, onde todas as turmas participam de forma dinâmica. Em casa, reunimo-nos com a nossa família e jantamos em grande alegria. Quando se acaba de jantar, fazemos serão até chegar a meia-noite. Eu, a minha irmã e a minha prima fazemos teatros para ajudar a passar o tempo. Chegada a hora tão esperada, começam a entregar-se os presentes. Cada adulto entrega a sua prenda ao amigo secreto, pois com esta crise não dá para comprar presentes para todos. Eu gosto muito do Natal pois estou com os meus familiares que vivem longe e matamos as saudades. Existe uma grande alegria, a sala está toda bem enfeitada e a cheirar bem, há a árvore de Natal e o presépio que não podem faltar na belíssima decoração das casas e, principalmente, os sorrisos das pessoas, porque, afinal, quem é que não gosta do Natal? Maria Leonor Martins, 6ºA OS PERUS NÃO QUEREM SER COMIDOS NO NATAL Certo dia um peru estava na capoeira e, enquanto os outros dormiam, ouviu uma senhora, que passava por ali perto, dizer: - Olha que perus tão bonitos e apetitosos! Amanhã já vos venho apanhar para a ceia de Natal! Ao ouvir isto o peru ficou muito preocupado e resolveu avisar logo os outros. Todos discutiram o assunto e tentaram arranjar a melhor forma de não serem apanhados. Mas não conseguiam chegar a consenso e só gritavam uns com os outros. A certa altura, houve um que gritou mais alto: - Temos de fazer uma revolução! Roubamos-lhe as armas que trouxerem, para que não nos matem e atacamos. Todos gostaram da ideia e decidiram pôr o plano em prática. Assim que a senhora chegou na manhã seguinte e abriu a capoeira, todos atacaram e fugiram. A população, ao ouvir os gritos, foi com as renas ver o que se passava, mas quando viu que eram apenas perus riu-se. Mas os perus não acharam piada nenhuma e atacaram. Muitos perus morreram e outros sobreviveram. A cidade ficou um caos e as pessoas ficaram assustadas. De repente, a senhora que tinha passado pela capoeira acordou e percebeu que era só um sonho. Gustavo Lopes, 6ºA


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ENCONTRA AS CINCO DIFERENÇAS

BOLACHINHAS DE COCO NATALÍCIAS INGREDIENTES: 150g de manteiga amolecida 150g de açúcar mascavado 1pacote de açúcar de baunilha 2ovos 225g de farinha 100g de avelas moídas finamente 1colher de chá de canela 1colher de chá de especiarias de pão de mel 1colher de chá de fermento em pó 2pacotes (75 g cada) de gotinhas de chocolate 150g de chocolate escuro 50g de chocolate branco papel manteiga saco de pasteleiro de papel PREPARAÇÃO: Bata a manteiga com os ovos, açúcar, açúcar de baunilha. Misture a farinha com as avelas moídas, canela, especiarias de pão de mel e o fermento em pó, peneire sobre a massa de ovos, adicione as gotinhas de chocolate e mexa tudo. Coloque montinhos de massa do tamanho de uma noz com ajuda de uma colher de chá sobre 2 tabuleiros forrados com papel manteiga. Leve a cozer tabuleiro após tabuleiro em forno pré-aquecido a 175 ° C por cerca de 15 minutos, retire do forno e deixe arrefecer. Pique o chocolate escuro e derreta em banho-maria, mergulhe metade das bolachas no chocolate derretido e deixe secar. Pique o chocolate branco, derreta em banho-Maria e despeje num saco de pasteleiro de papel. Injete o chocolate branco sobre a parte de chocolate escuro nas bolachas e desenhe ornamentos diferentes e deixe secar.


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UM OLHAR NAS TURMAS DO COLÉGIO…


dois

Belém,

mil

anos,

nasce,

num

estábulo,

em

a esperança para o mundo. Nasce um

menino. Nasce uma luz, a Luz que só entrará nos nossos corações, se abrirmos bem as portas dos nossos olhos, dos nossos ouvidos… da nossa alma. A Luz que nunca se apaga. A Luz que ilumina uma vida inteira. A Luz que tem um nome: Jesus Cristo, Luz do mundo! O Natal não é apenas uma data do calendário, luzes de uma noite ou de um dia. O Natal é a Luz dentro de um CORAÇÃO sempre atento, sempre vigilante! É este o verdadeiro segredo… A verdadeira magia d’”A Noite de Natal”! Um Santo e Feliz Natal a Todos! Retirado do Auto “A Noite de Natal” apresentado a 15 e 16 de dezembro no Colégio da Imaculada Conceição Texto

original

de

Ana

Rita

Videira,

Andreia

Almeida,

Bruna

Figueiredo e Isabel Obrist, orientado pela Diretora Pedagógica Paula Martins.


Jornal do Natal