Issuu on Google+

REVISTA SENZALAMUNDI – JANEIRO/2010 senzalamundi.com – mail@senzalamundi.com POSTAGENS Obama manda matar americano da Al-Qaeda Um pouco de pudor, senhores! Polícia dos EUA prende quem filmar pelo celular BIN LADEN está morto desde 2005 EUA - A merda, na merda A lei não pode criminalizar toda uma população! Israel é um pseudo-Estado assassino A Guerra contra a Democracia Nossa Senhora da Boa Morte Curso para formação de travestis... Legislativo de Aluguel: é assim que se legisla aqui Resgate de Humanóides em OVNI no RJ Pleiadianos contatam homem no RJ UFO (NASA STS-129) Jaime Maussan Alex Jones - Copenhagem - Relatório Final Opinião Pública sobre os Bancos Sem-terra tem até 65% de desconto em faculdade Lula é mesmo o chefe da quadrilha A Doutrina do Choque Lula - O Desinfetado (...) Do Estelionato Religioso (Vídeo) Casamento Gay no Candomblé As "BIS DE ELITE" (Vídeo) Verdades sobre a Lua (Documentário) Chavez acusa EUA de usar HAARP no Haiti Nota do PSDB: Dilma Rousseff Mente A História do Haiti é a História do Racismo (...) Negros, Árabes, Brancos e o Escravismo Libertando-se do Dinheiro Vacina: A Fraudedas Inds. Farmacêuticas Um Novo Zumbi, que tal?


OBAMA MANDA MATAR AMERICANO DA AL-QAEDA Pai de Anwar al-Awlaki diz, em carta ao presidente dos EUA, que o filho é nada mais do que um estudioso do islamismo De José Meirelles Passos: A carta, contendo um apelo emocionado, foi colocada dias atrás sobre a mesa do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. "Espero que o senhor reconsidere a sua ordem de matar ou capturar o meu filho, com base na equivocada suposição de que ele é membro da al-Qaeda" — escreveu Nasser al-Awlaki. "Meu filho é inocente, não tem nada a ver com violência. É apenas um estudioso do islamismo e acredito que isso nada tenha a ver com terrorismo", insistiu o homem. "Portanto, imploro mais uma vez ao senhor para que respeite a lei. Se alguma vez Anwar fez algo de errado, ele deve ser processado de acordo com os princípios da lei americana" — insistiu o pai de Anwar al-Awlaki, um clérigo islâmico nascido nos EUA. Anwar é suspeito de envolvimento na matança de 13 pessoas em novembro passado, numa base militar no Texas, executada por um major que o tinha como guru. E, também, de ser o homem que convenceu um jovem nigeriano a explodir um jato americano de passageiros que voava para os EUA no Natal. Ele foi colocado em duas listas negras do governo americano: na da CIA, a agência central de espionagem, e na do Comando Conjunto de Operações Especiais, do Pentágono. Em ambas, aparece como "objetivo de alto valor" — um eufemismo que, na prática, significa que está marcado para morrer. O fato de Al-Awlaki, de 38 anos, ser cidadão americano nato — é do Novo México, filho de pais iemenitas — causou um certo constrangimento. Alguns parlamentares alegam que a cidadania lhe dava direito de ser julgado nos EUA, e não assassinado pelo governo. Fonte: Blog do Noblat - http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/02/11/obama-manda-mataramericano-da-al-qaeda-265433.asp

UM POUCO DE PUDOR, SENHORES! Poucas coisas nos dilaceram tanto a alma quanto as catástrofes que devastam cidades e vidas, expondo a miséria humana e nossa fragilidade diante dos fenômenos da natureza. Se por um lado essas tragédias revelam que a humanidade ainda não se perdeu de todo e é capaz de se unir em correntes solidárias, por outro demonstram uma das faces mais sórdidas do poder: o uso político, sem qualquer pudor, do sofrimento alheio. Seja na destruição do Haiti, onde milhares morreram e outros tantos milhões vagam perdidos sem teto, alimento, água ou esperança, seja nos mortos e desabrigados brasileiros depois das chuvas que castigaram e ainda castigam o país, todos, sem exceção, sempre viram moeda política. (Continua...) E não há qualquer escrúpulo em usá-las. No Haiti - há mais de dois séculos condenado à sua própria sorte – disputa-se até o nome do plano de salvação. O governo brasileiro, no afã de promover a liderança do presidente Lula no cenário internacional, finca bandeiras no solo, tenta se rivalizar com os Estados Unidos, bate no peito e diz que o Plano Lula é a solução, embora ninguém saiba o que vem a ser o tal plano. Por sua vez, os EUA de Barack Obama enxergam naquela terra arrasada uma chance de redenção diante dos males que imputaram ao mundo.


Não economizam recursos e discursos. Cada pedacinho do mundo – até os envergonhados franceses que exploravam a então colônia haitiana - reivindica sua cota de poder na reconstrução. São demonstrações cruéis que apequenam todas as nações. Enquanto isso, haitianos em absoluto flagelo veem os dias passarem sem que algum plano, nem mesmo de emergência, saia da lábia para a prática. Sabe-se apenas que pouco mais de 25% do dinheiro prometido chegou. Não há estratégia definida para a distribuição de congêneres, feita aleatoriamente em absoluta desordem. Quem chega primeiro come e os demais ficam a olhar bandeiras. No Haiti como aqui. Das chuvas torrenciais no Brasil, pouco se ouve falar sobre o amparo às famílias dos mortos e aos milhares de condenados ao desabrigo - mais de 25 mil só no estado de São Paulo. A competição imoral para medir quem fez ou faz mais e as acusações levianas sobre quem deixou de fazer o quê não se sabe onde, dominam o cenário. Nesse jogo de empurra-empurra para achar o culpado da vez, há sempre os que não se inibem em tirar proveito político da comoção que as calamidades exercem sobre cada um de nós. Faz-se campanha eleitoral deslavada em nome daqueles que tudo perderam e que de tudo e todos necessitam. Exemplos não faltam, todos de arrepiar. Ilhado no Rio de Janeiro depois de uma tempestade descomunal, o presidente Lula aproveitou-se do palanque para acusar o ex-prefeito César Maia pelos efeitos danosos das chuvas. Nas comemorações dos 456 anos da cidade de São Paulo, ao ser agraciado com a Medalha 25 de Janeiro, Lula chegou a convocar o governador José Serra e o prefeito Gilberto Kassab para, juntos, acabarem com as enchentes, por meio do mágico PAC2. Mesmo para os mais ingênuos, é difícil crer na boa fé de uma proposta de última hora, feita com preciso senso eleitoral, no oitavo e último ano de governo. Os prefeitos do Rio e de São Paulo fazem coro à irresponsabilidade geral com promessas de investimentos futuros, a eterna cura para todos os males. Mas o que já é terrível pode ainda ser pior. Nas primeiras semanas do ano, no Jardim Romano, extremo Leste da capital paulista, onde as águas afogam o bairro inteiro há mais de mês, equipes produtoras de campanha trabalhavam incansavelmente. Colhiam sorridentes e sem qualquer vergonha depoimentos de desesperados para usarem no horário eleitoral gratuito. Diante de cenas tão aviltantes, que parecem nada incomodar àqueles que delas tiram proveito, só nos resta um apelo: que tal um pouco de pudor, senhores?

Mary Zaidan é jornalista. Trabalhou nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, em Brasília. Foi assessora de imprensa do governador Mario Covas em duas campanhas e ao longo de todo o seu período no Palácio dos Bandeirantes. Há cinco anos coordena o atendimento da área pública da agência 'Lu Fernandes Comunicação e Imprensa'. Fonte: Blog do Noblat - http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/01/31/um-pouco-de-pudorsenhores-261952.asp


POLÍCIA DOS EUA PRENDE QUEM FILMAR SUA AÇÃO PELO CELULAR EUA, a terra da "liberdade"... quem diria. O vídeo abaixo denuncia a situação que os moradores de Boston estão enfrentando. Já não é a primeira vez que, quando alguém filma a ação policial é imediatamente preso. O caso aconteceu com um advogado, pasmem! Ao presenciar a polícia usando força excessiva, pegou seu celular e passou a filmar. Resultado: foi imediatamente preso. Parte de minha familia que mora nos EUA está no Brasil hoje para providenciar toda a mudança. A realidade dos EUA não está sendo veiculada pela mídia. Desemprego e toda a forma de cercemaneto da liberdade dos cidadãos está sendo promovida agora, de modo que muitos estão deixando o país.

http://www.viddler.com/explore/senzalamundi/videos/122/ NÃO DEIXE QUE LHE ENGANEM - BIN LADEN ESTÁ MORTO DESDE 2005

http://www.viddler.com/explore/senzalamundi/videos/112/


EUA - A MERDA, NA MERDA

A LEI NÃO PODE CRIMINALIZAR TODA UMA POPULAÇÃO DIREITOS AUTORAIS NA "CAMPUS PARTY" Ao se apresentar para a plateia, o advogado Márcio Gonçalves, que trabalha há 15 anos contra a pirataria, já avisou: estava sozinho na torcida contrária. Afirmou que nunca baixou nada. Estava mesmo sozinho. Gonçalves foi a única voz dissonante dos três debates que discutiram direitos autorais durante a Campus Party ontem. De modo geral, as discussões chegaram à mesma conclusão: a indústria cultural precisa se modernizar e a legislação precisa mudar.

“A lei não pode criminalizar toda a população, senão a lei está errada. Não a população”, disse Luiz Moncau, advogado da FGV-Rio. Segundo ele, o Brasil tem uma das leis mais rígidas de direitos autorais no mundo. “Se o YouTube tivesse sido desenvolvido aqui, será que ele ainda estaria no ar? Ou o advogado da Daniela Cicarelli teria determinado a suspensão?”, questionou ele. Moncau afirmou que a reforma na legislação terá um papel fundamental para determinar a posição que o Brasil ocupará no mundo nos próximos anos. “Não podemos ter uma lei que atravanque o desenvolvimento da tecnologia”. Você deve saber: o Ministério da Cultura está encabeçando uma tríplice discussão desde o ano passado. Estão em jogo três mudanças da legislação que podem mudar a maneira como nos relacionamos com a rede: a universalização da banda larga, a reforma do direito autoral e o marco civil que define os direitos do internauta. Os três debates são interligados: a banda larga facilita a troca de arquivos, mas é preciso uma legislação específica que repense os direitos autorais nessa nova realidade e defina a liberdade do internauta na rede.


O que é pirataria, afinal? Antes de mais nada, é preciso uma definição conceitual. A propaganda antipirataria que vem nos DVDs compara o ato de copiar um filme a furtar uma bolsa. O advogado Márcio Gonçalves, da ‘torcida contrária’, comparou o ato de baixar músicas e filmes a, por exemplo, falsificar um tênis. É a mesma coisa? A confusão é grande. O advogado Túlio Vianna, especialista em direito penal, exemplificou: se você furtar um DVD em uma locadora, sua pena será mais branda do que se você copiar um DVD. Não é estranho? Márcio Gonçalves disse que não considera ninguém criminoso por baixar filmes piratas. “Não vamos acabar com a pirataria criminalizando quem baixa conteúdo”, disse. O ponto defendido por ele é: a pirataria prejudica o financiamento para a cultura. E citou como exemplo o filme Avatar: o dinheiro arrecadado pelo filme servirá para custear outras obras. Para ele, as pessoas precisam se conscientizar disso. Enquanto ele falava, Thiago Novaes, do Descentro, negava com a cabeça. “Pergunta para o Jorge Furtado. Ele acha ótimo distribuirem o filme dele. Ele faz cinema, quer criar uma experiência”. Para Thiago, a restrição é um interesse da indústria – e não dos autores. “O que as pessoas estão colocando na internet vai para o comum”, disse ele. “O modelo do indivíduo proprietário está naufragando”. O debate estourou 35 minutos. O público participou bem – a maioria das perguntas questionou a postura antipirataria de Márcio Gonçalves. No final da discussão, que foi bem civilizada, ele brincou: “não é à toa que escolhi ser advogado”. Fonte: Blog/Estadão: http://ow.ly/11DIt

ISRAEL É UM PSEUDO-ESTADO ASSASSINO COMO OS JUDEUS SE ATREVEM A RECLAMAR DO HOLOCAUSTO??? E O REVISIONISMO HISTÓRICO? O HOLOCAUSTO FOI MESMO DO JEITO QUE NOS CONTARAM? CREIO QUE NÃO, COMO TUDO, A HSTÓRIA ENCONTRA-SE COMPLETAMENTE ADULTERADA. O MOSSAD SAI POR AÍ, VIOLA A SOBERANIA DE QUALQUER PAÍS E COMETE ASSASSINATOS DA FORMA MAIS SÓRDIDA POSSÍVEL! JÁ NÃO BASTA O CRIME QUE ESSE PSEUDO-ESTADO PRATICOU CONTRA O POVO DE GAZA??? O grupo islâmico palestino Hamas, que controla a faixa de Gaza, acusou Israel de ter assassinado um alto comandante militar, Mahmoud Al Mabhouh, em Dubai. O irmão de Al Mabhouh também acusou Israel pelo assassinato e disse que o líder foi morto enforcado ou eletrocutado. Por enquanto, Israel não se pronunciou sobre as acusações. Ele disse que Mabhouh, que vivia na Síria desde 1989, foi assassinado um dia após chegar em Dubai mas que o Hamas não poderia dar maiores informações no momento sobre como ele foi morto. Fayek Al Mabhouh disse que a equipe médica que examinou o seu irmão determinou que a causa da morte foi uma descarga elétrica de grande potência na cabeça e encontraram também provas de um possível estrangulamento. Se o MOSSAD o tivesse colocado numa câmara de gás ou num fôrno, seria "mais humano" do que estragulálo e eletrocutá-lo. É o roto falando do esfarrapado. A justiça só existe para o povo escravizado deste mundo. Não tenho pena de judeu, sou descendente e falo com propriedade. Esse povo infelizmente não é do bem! Fonte: FolhaOnline - http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u686470.shtml


A GUERRA CONTRA A DEMOCRACIA "A Guerra contra a Democracia" é um filme sensível, humano, inteligente e essencial. O premiado jornalista John Pilger mostra a cruel realidade planejada pelos EUA para quase todos os países latino-americanos. Golpes, assassinatos, grupos de extermínio, torturas, genocídios - financiados e treinados pela CIA, acompanhados por uma cobertura quase sempre desonesta da mídia local - transformaram esses países no que eles são hoje: Desigualdade, miséria, desinformação e fornecedor de produtos primários. Certos documentos apresentados pelo filme revelam a realidade que a mídia esconde até os dias de hoje. Mas o documentário não é só amargura e mostra numa mensagem de otimismo de que o povo pode sair às ruas e conseguir o que lhe é de direito. Isso é bem ilustrado em dois ótimos exemplos na América do Sul: Venezuela e Bolívia, que ao contrário do que diz quase todos os nossos meios televisivos e impressos - se transformaram em símbolos da luta popular pela democracia. Esse documentário é essencial para quem quer saber da recente história latino-americana e para se situar no tempo atual. Liberte-se!

http://www.youtube.com/watch?v=Thf7YiDyJxc

NOSSA SENHORA DA BOA MORTE A coisa anda tão preta por aqui e pelo mundo, que tá na hora de a gente rezar. Acho bem apropriado, então, apresentar a história de Nossa Senhora da Boa Morte a quem não conhece. Dispenso comentários de crentes e afins, porque ninguém merece.


No México temos uma santa altamente venerada, algo similar com a “Nossa Senhora Aparecida” do Brasil, só que a santa é literalmente uma caveira de mulher. Ela é chamada de “Nossa Senhora da Boa Morte”. Segundo a Wikipédia, em Mexicano, a Santa é exacerbadamente venerada e adorada pelos católicos do México. Parece que a Igreja Católica não aprova a figura ilustrativa da santa adotada pelos mexicanos, mas não o seu culto. O site meta-religion.com traz um artigo que mostra que algumas autoridades são coniventes e até defendem o uso da veneração da “Santa Caveira”. Ela é cultuada do dia 05 a 13 de Agosto, inclusive no Brasil. Sua invocação é em benefício a saúde, proteção, coisas roubadas, pessoas seqüestradas e perdidas. Enfim, para os mexicanos, a santa com rosto de caveira é muito eficaz! As estátuas de caveira são vestidas de branco, negro e roxo para dar boa sorte ao seu seguidor. As oferendas da “Nossa Senhora da Boa Morte” incluem rosas, tequila e velas em sua homenagem.

DECADÊNCIA "SEM ELEGÂNCIA" - CURSO PARA FORMAÇÃO DE TRAVESTIS Quem tem problemas de coração não pode ler os jornais do Brasil, assim, de qualquer jeito. É preciso tomar um calmante, chamar uma enfermeira ou qualquer coisa do tipo - porque o susto é sempre GRANDE. Cada vez maior. Hoje, qual seria a matéria bizarra do dia? Ontem foram os legisladores de aluguel, hoje, escola para formação de travestis, matéria que saiu naquele lixo de jornal chamado oglobo. CURSO PARA FORMAÇÃO DE TRAVESTIS TODOS PELA "EDUCAÇÃO"

Primeiro, gostaria de protestar em favor da boa língua portuguesa. DRAG QUEEN é TRAVESTI - esse é o nome da "coisa", no bom português. Curso para formação de travestis não é educação. Além de ser uma bizarrice sem tamanho, é monstruoso. Imagine a coitada da mãe dessas "coisas" falando com a vizinha: olha, meu filho passou na faculdade... ele está fazendo curso pra travesti... hoje ele tem aula de "como correr da polícia de salto alto"... ontem foi "como moquiar a droga no silicone"... A matéria do jornaleco lixo você encontra aqui. A matéria fez "tanto sucesso" que o jornaleco encerrou temporariamente a inclusão de novos comentários...


LEGISLATIVO DE ALUGUEL - É ASSIM QUE OS "BANDIDOS" LEGISLAM NO BRASIL Sites e consultores oferecem projetos de lei a vereadores. Página na internet tem pacotes com propostas divididas por tema. União de vereadores diz que prática não é ilegal, mas amoral. Este é um dos maiores absurdos que já vi. Não se trata de pura e simples falta de tempo ou condições de legislar. A lei é criada como resposta a um anseio/necessidade de administrar um aspecto específico das relações humanas. Uma empresa que vende "leis prontas" é uma abominação tão ímpar, jamais vista na história jurídica não só do Brasil como da humanidade. Vivemos tempos tão insanos, que os absurdos se tornaram padrão em tudo. Enquanto o Ministério Público se vira com a denúncia de corrupção que o jogou na lama, nós, agora, sequer sabermos se a lei que cumprimos é LEGÍTIMA, ou seja, se foi produzida pelo próprio Poder Legislativo. Vou mandar este post ao Ministério Público Federal.

ENFERMEIRO RESGATE HUMANÓIDES EM OVNI EM SÃO PAULO

http://www.viddler.com/explore/senzalamundi/videos/38/


UFO (NASA STS-129) JAMIE MAUSSAN

http://www.youtube.com/watch?v=51dbXnX_1Ss

OPINIÃO PÚBLICA SOBRE OS BANCOS

http://www.youtube.com/watch?v=G6Xz1XVbMK8


SEM-TERRA TEM ATÉ 65% DE DESCONTO EM FACULDADE Hoje li mais uma notícia surreal, que demonstra o quão ruim as coisas andam aqui no Brasil. Quando falo do Lula e do PT, quero que entendam que considero esse povo bandidos da mais alta periculosidade. Os políticos da "direita" não são menos bandidos, mas são "mais gentis", pelo menos. O povo do PT é perigoso - come pelas beiradas. Travestidos de cordeiro estão prontos para dar o golpe. Tanto a direita como a esquerda servem ao GOVERNO OCULTO. Com um ou com o outro no poder estamos todos ferrados. Enquanto tivermos um Estado nos governando, oscilaremos sempre entre o 'pior" e o "menos ruim". Nenhum movimento que utilize violência pode se legitimar, principalmente quando pretende simples e puramente "trocar as moscas, sem limpar a merda". Não adianta tentar remendar o sistema - isto é pura ilusão. O problema é que a esquerda-comunista-assassina atende MUITO MELHOR aos interesses do governo oculto quanto da implatação da nova ordem mundial. Isto porque o uso da força será necessário e governantes mais "animalizados", mesmo que "desinfetados", atendem melhor a este quesito. Há muito as universidades (de qualquer parte do mundo) deixaram de produzir intelectuais e os que estão na mídia, em destaque ou evidência, nada mais são do que "cães" adestrados. Quem fala a realidade é louco e não se enquadra no padrão acadêmico. Por isso, não se iludam, nada de bom sai de qualquer universidade nestes tempos, seja ela de que país for. Nossos mestres e doutores são os "cães" do governo oculto. É para ELES que abanam os rabinhos. Vejam para onde as coisas estão caminhando: os sem-terra têm 65% de desconto nas universidades particulares. As universidades produzirão, agora, intelectuais no "padrão LULA". No lugal do português teremos o "lulês" - a nova língua do Brasil. Leia a matéria publicada na Revista Época, clicando aqui.

LULA É MESMO O CHEFE DA QUADRILHA

http://www.youtube.com/watch?v=5WLF4TQ014Q


AJUDEI A ELEGER ESSA QUADRILHA

http://www.youtube.com/watch?v=8elHkoAloGg

A DOUTRINA DO CHOQUE

http://www.viddler.com/explore/senzalamundi/videos/26/


LULA - O DESINFETADO Filme "Lula, o Filho do Brasil" é arma para a campanha, diz "The Economist". Uma reportagem publicada nesta quinta-feira (21) na revista britânica "The Economist" afirma que o filme Lula, o Filho do Brasil é uma arma para a campanha para as próximas eleições presidenciais. O título da reportagem "Lula, Desinfetado", é uma referência ao que o autor considerou da versão menos fiel à realidade mostrada na tela.

"Ele é muito bom para ser verdade: estudante perfeito, marido perfeito e um político moderado que rejeita a violência", diz o artigo, falando da trama. "É uma pena. Uma versão com mais nuances não diminuiria a formidável trajetória e as conquistas de Lula". A revista nota que o filme vem atraindo mais público no nordeste do que no sudeste, assim como a provável candidata apoiada por Lula, Dilma Rousseff. "Beneficiar-se de um pouco do carisma de Lula é a maior esperança para Dilma chegar à presidência em outubro e há sinais de que isso já esteja acontecendo", afirma. Fonte: Folha Online - http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u683063.shtml LULA ANALFABETO DA SILVA

http://www.youtube.com/watch?v=jk0g2hZrAcA


DO ESTELIONATO RELIGIOSO

http://www.youtube.com/watch?v=6K-KAJfyU9I CASAMENTO GAY NO CANDOMBLÉ Felipeh Campos e Rafael Scapucim falam sobre a cerimônia de casamento na religião do Candomblé

http://www.youtube.com/watch?v=8EheIp3v4hw

AS "BIS" DE ELITE

http://www.youtube.com/watch?v=UYH3f4C4CtY


MOON RISING - VERDADES SOBRE A LUA Este é, sem dúvidas, um dos mais preciosos documentários já produzidos sobre o acobertamento, por parte de todos os governos, da realidade do que existe na LUA. De forma científica e utilizando das mais modernas ferramentas de aprimoramente de imagens, o documentário demonstra de forma inequívoca não só a manipulação das fotos da LUA pela NASA, mas o absurdo acobertamento - não de ruínas, como pensávamos - mas de imensas instalações alienígenas ainda em pleno funcionamento. A adulteração das imagens pela NASA é gritante e as revelações sobre a LUA são surreais. Nada é cinza, como mostram. Há uma infinidade de cores e numerosas instalações alienígenas. Cúpulas de cristal iluminadas, instalações, naves e até formas de vida esféricas são mostradas neste documentário. É a coisa mais impressionante que já vi - confesso. A qualidade do trabalho científico e investigativo vai muito além das meras especulações que se encontram aqui e acolá. O documentário apresenta, ainda, revelações assustadoras sobre o envolvimento dos governos do mundo em algo que supera toda e qualquer imaginação humana. Elevadores na Terra que conduzem à LUA? Você não viu nada. Só assistindo! Vale lembrar que os EUA, somente agora, lançaram um concurso que possibilite a criação de um elevador que conduza à estação espacial e à LUA. Notem que este documentário é bem anterior ao dito concurso. É bom também lembrar que os EUA, apesar de falidos, continuam firmes em seus programas espaciais. Muitos países lutam ferreamente para ir à LUA. O real motivo seria que os EUA adquiriram na LUA, tecnologias alienígenas que os demais países também querem para si. Tenham paciência, assistam até o final. Copiem este documentário para seus canais, pois o YOUTUBE está caçando e eliminando-o.

http://www.youtube.com/watch?v=ZW2EwskY1WM


CHAVEZ ACUSA EUA DE TER USADO HAARP NO HAITI Segundo indica o texto russo, "é mais que provável" que Washington "tivesse conhecimento total do catastrófico dano que este teste de terremoto poderia ter sobre o Haiti e por isso posicionou seu comandante do Comando do Sul, o general P.K. Keen, na ilha para supervisionar os esforços de ajuda, caso fosse necessários".

RIO - Em um comunicado divulgado na rede estatal de televisão venezuelana "Vive", o presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou que "o sismo do Haiti foi um claro resultado de um teste da Marinha americana" com "uma de suas armas de (provocar) terremoto". Chávez citou um relatório preparado pela Frota Russa do Norte e disse que o "terremoto experimental dos EUA devastou o país caribenho", informa o jornal espanhol "ABC". A Frota do Norte, segue o texto, "monitorou os movimentos e as atividades navais americanas no Caribe desde 2008, quando os EUA anunciaram sua intenção de restabelecer a Quarta Frota, dissolvida em 1950". O relatório citado por Chávez compara, ainda, "o teste de duas destas armas de terremoto" realizados na semana passada pela Marinha americana. A experiência feito no Pacífico provocou um terremoto de magnitude 6,5 em Eureka, na Califórnia, sem vítimas, "enquanto o teste realizado no Caribe provocou a morte de pelo menos 140 mil inocentes", diz o documento. Segundo indica o texto russo, "é mais que provável" que Washington "tivesse conhecimento total do catastrófico dano que este teste de terremoto poderia ter sobre o Haiti e por isso posicionou seu comandante do Comando do Sul, o general P.K. Keen, na ilha para supervisionar os esforços de ajuda, caso fosse necessários". Em relação ao objetivo de Washington com os testes, Moscou e Caracas afirmam que "no resultado final dos testes destas armas está o plano dos EUA da destruição do Irã através de uma série de terremotos pensados para derrubar seu atual regime islâmico". Por fim, o governo de Chávez denuncia que "o Departamento de Estado, Agência Americana de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e o Comando Sul dos EUA começaram a invasão humanitária ao enviar pelo menos dez mil soldados e empreiteiros para controlar, no lugar da Organização das Nações Unidas, o território haitiano após o devastador terremoto experimental". Veja o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=VH457Z5xXbE


NOTA DO PSDB: DILMA ROUSSEF MENTE Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão.

ÍNTEGRA DA NOTA DO PSDB - 20/01/2010 Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão. Mente sobre o PAC, mente sobre sua função. Não é gerente de um programa de governo e, sim, de uma embalagem publicitária que amarra no mesmo pacote obras municipais, estaduais, federais e privadas. Mente ao somar todos os recursos investidos por todas essas instâncias e apresentá-los como se fossem resultado da ação do governo federal. Apropria-se do que não é seu e vangloria-se do que não faz. Dissimulada, Dilma Rousseff assegurou à Dra. Ruth Cardoso que não tinha feito um dossiê sobre ela. Mentira! Um mês antes, em jantar com 30 empresários, informara que fazia, sim, um dossiê contra Ruth Cardoso. Durante anos, mentiu sobre seu currículo. Apresentava-se como mestre e doutora pela Unicamp. Nunca foi nem uma coisa nem outra. Além de mentir, Dilma Rousseff omite. Esconde que, em 32 meses, apenas 10% das obras listadas no PAC foram concluídas – a maioria tocada por estados e municípios. Cerca de 62% dessa lista fantasiosa do PAC – 7.715 projetos – ainda não saíram do papel. Outra característica de Dilma Rousseff é transferir responsabilidades. A culpa do desempenho medíocre é sempre dos outros: ora o bode expiatório da incompetência gerencial são as exigências ambientais, ora a fiscalização do Tribunal de Contas da União, ora o bagre da Amazônia, ora a perereca do Rio Grande do Sul. Assume a obra alheia que dá certo e esconde sua autoria no que dá errado. Dilma Rousseff se escondeu durante 21 horas após o apagão. Quando falou, a ex-ministra de Minas e Energia, chefe do PAC, promovida a gerente do governo, não sabia o que dizer, além de culpar a chuva e de explicar que blecaute não é apagão. Até hoje, Dilma Rousseff também se recusou a falar sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, com todas barbaridades incluídas nesse Decreto, que compromete a liberdade de imprensa, persegue as religiões, criminaliza quem é contra o aborto e liquida o direito de propriedade. Um programa do qual ela teve a responsabilidade final, na condição de ministra-chefe da Casa Civil. Está claro, portanto, que mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades são a base do discurso de Dilma Rousseff. Mas, ao contrário do que ela pensa, o Brasil não é um país de bobos. Senador Sérgio Guerra - Presidente Nacional do PSDB Brasília, 20 janeiro de 2010


A HISTÓRIA DO HAITI É A HISTÓRIA DO RACISMO NA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL Em 1803 os negros do Haiti deram uma tremenda sova nas tropas de Napoleão Bonaparte e a Europa jamais perdoou esta humilhação infligida à raça branca. O Haiti foi o primeiro país livre das Américas. Os Estados Unidos haviam conquistado antes a sua independência, mas tinha meio milhão de escravos a trabalhar nas plantações de algodão e de tabaco. Jefferson, que era dono de escravos, dizia que todos os homens são iguais, mas também dizia que os negros foram, são e serão inferiores. A HISTÓRIA DO HAITI É A HISTÓRIA DO RACISMO NA CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL A democracia haitiana nasceu há um instante. No seu breve tempo de vida, esta criatura faminta e doentia não recebeu senão bofetadas. Era uma recém-nascida, nos dias de festa de 1991, quando foi assassinada pela quartelada do general Raoul Cedras. Três anos mais tarde, ressuscitou. Depois de haver posto e retirado tantos ditadores militares, os Estados Unidos retiraram e puseram o presidente Jean-Bertrand Aristide, que havia sido o primeiro governante eleito por voto popular em toda a história do Haiti e que tivera a louca ideia de querer um país menos injusto. O VOTO E O VETO Para apagar as pegadas da participação estadunidense na ditadura sangrenta do general Cedras, os fuzileiros navais levaram 160 mil páginas dos arquivos secretos. Aristide regressou acorrentado. Deram-lhe permissão para recuperar o governo, mas proibiram-lhe o poder. O seu sucessor, René Préval, obteve quase 90 por cento dos votos, mas mais poder do que Préval tem qualquer chefete de quarta categoria do Fundo Monetário ou do Banco Mundial, ainda que o povo haitiano não o tenha eleito nem sequer com um voto. Mais do que o voto, pode o veto. Veto às reformas: cada vez que Préval, ou algum dos seus ministros, pede créditos internacionais para dar pão aos famintos, letras aos analfabetos ou terra aos camponeses, não recebe resposta, ou respondem ordenando-lhe: – Recite a lição. E como o governo haitiano não acaba de aprender que é preciso desmantelar os poucos serviços públicos que restam, últimos pobres amparos para um dos povos mais desamparados do mundo, os professores dão o exame por perdido. O ÁLIBE DEMOGRÁFICO Em fins do ano passado, quatro deputados alemães visitaram o Haiti. Mal chegaram, a miséria do povo feriulhes os olhos. Então o embaixador da Alemanha explicou-lhe, em Porto Príncipe, qual é o problema: – Este é um país superpovoado, disse ele. A mulher haitiana sempre quer e o homem haitiano sempre pode. E riu. Os deputados calaram-se. Nessa noite, um deles, Winfried Wolf, consultou os números. E comprovou que o Haiti é, com El Salvador, o país mais superpovoado das Américas, mas está tão superpovoado quanto a Alemanha: tem quase a mesma quantidade de habitantes por quilômetro quadrado. Durante os seus dias no Haiti, o deputado Wolf não só foi golpeado pela miséria como também foi deslumbrado pela capacidade de beleza dos pintores populares. E chegou à conclusão de que o Haiti está superpovoado... de artistas. Na realidade, o álibi demográfico é mais ou menos recente. Até há alguns anos, as potências ocidentais falavam mais claro. A TRADIÇÃO RACISTA Os Estados Unidos invadiram o Haiti em 1915 e governaram o país até 1934. Retiraram-se quando conseguiram os seus dois objetivos: cobrar as dívidas do Citybank e abolir o artigo constitucional que proibia vender as plantations aos estrangeiros. Então Robert Lansing, secretário de Estado, justificou a longa e feroz ocupação militar explicando que a raça negra é incapaz de governar-se a si própria, que tem "uma tendência


inerente à vida selvagem e uma incapacidade física de civilização". Um dos responsáveis pela invasão, William Philips, havia incubado tempos antes a ideia sagaz: "Este é um povo inferior, incapaz de conservar a civilização que haviam deixado os franceses". O Haiti fora a pérola da coroa, a colônia mais rica da França: uma grande plantação de açúcar, com mão-deobra escrava. No Espírito das leis, Montesquieu havia explicado sem papas na língua: "O açúcar seria demasiado caro se os escravos não trabalhassem na sua produção. Os referidos escravos são negros desde os pés até à cabeça e têm o nariz tão achatado que é quase impossível deles ter pena. Torna-se impensável que Deus, que é um ser muito sábio, tenha posto uma alma, e sobretudo uma alma boa, num corpo inteiramente negro". Em contrapartida, Deus havia posto um açoite na mão do capataz. Os escravos não se distinguiam pela sua vontade de trabalhar. Os negros eram escravos por natureza e vagos também por natureza, e a natureza, cúmplice da ordem social, era obra de Deus: o escravo devia servir o amo e o amo devia castigar o escravo, que não mostrava o menor entusiasmo na hora de cumprir com o desígnio divino. Karl von Linneo, contemporâneo de Montesquieu, havia retratado o negro com precisão científica: "Vagabundo, preguiçoso, negligente, indolente e de costumes dissolutos". Mais generosamente, outro contemporâneo, David Hume, havia comprovado que o negro "pode desenvolver certas habilidades humanas, tal como o papagaio que fala algumas palavras". A HUMILHAÇÃO IMPERDOÁVEL Em 1803 os negros do Haiti deram uma tremenda sova nas tropas de Napoleão Bonaparte e a Europa jamais perdoou esta humilhação infligida à raça branca. O Haiti foi o primeiro país livre das Américas. Os Estados Unidos haviam conquistado antes a sua independência, mas tinha meio milhão de escravos a trabalhar nas plantações de algodão e de tabaco. Jefferson, que era dono de escravos, dizia que todos os homens são iguais, mas também dizia que os negros foram, são e serão inferiores. A bandeira dos homens livres levantou-se sobre as ruínas. A terra haitiana fora devastada pela monocultura do açúcar e arrasada pelas calamidades da guerra contra a França, e um terço da população havia caído no combate. Então começou o bloqueio. A nação recém nascida foi condenada à solidão. Ninguém lhe comprava, ninguém lhe vendia, ninguém a reconhecia. O DELITO DA DIGNIDADE Nem sequer Simón Bolívar, que tão valente soube ser, teve a coragem de firmar o reconhecimento diplomático do país negro. Bolívar havia podido reiniciar a sua luta pela independência americana, quando a Espanha já o havia derrotado, graças ao apoio do Haiti. O governo haitiano havia-lhe entregue sete naves e muitas armas e soldados, com a única condição de que Bolívar libertasse os escravos, uma ideia que não havia ocorrido ao Libertador. Bolívar cumpriu com este compromisso, mas depois da sua vitória, quando já governava a Grande Colômbia, deu as costas ao país que o havia salvo. E quando convocou as nações americanas à reunião do Panamá, não convidou o Haiti mas convidou a Inglaterra. Os Estados Unidos reconheceram o Haiti apenas sessenta anos depois do fim da guerra de independência, enquanto Etienne Serres, um gênio francês da anatomia, descobria em Paris que os negros são primitivos porque têm pouca distância entre o umbigo e o pênis. Por essa altura, o Haiti já estava em mãos de ditaduras militares carniceiras, que destinavam os famélicos recursos do país ao pagamento da dívida francesa. A Europa havia imposto ao Haiti a obrigação de pagar à França uma indenização gigantesca, a modo de perdão por haver cometido o delito da dignidade. A história do assédio contra o Haiti, que nos nossos dias tem dimensões de tragédia, é também uma história do racismo na civilização ocidental. Por Eduardo Galeano (escritor), em Resumen Latinoamericano, via Resistir.info Fonte: Revista Caros Amigos http://carosamigos.terra.com.br/index_site.php?pag=revista&id=&iditens=473


NEGROS, ÁRABES, BRANCOS E O ESCRAVISMO A invenção de cotas privilegiando os pretensos ‘negros’ decorre de sentimentos de culpa dos ‘brancos’ e de vitimização dos negros/mulatos/pardos/etc., pelos anos de escravidão nas Américas. Os brancos seriam os únicos culpados pelo infame comércio, e teriam, portanto, que indenizar, de diversas formas, os que foram por eles explorados e vilipendiados etc. Ocorre que a escravidão foi apresentada aos espanhóis e portugueses pelos árabes, quando estes ainda dominavam parte da Península Ibérica. Foi com os árabes que os portugueses aprenderam a escravizar negros, e depois, com os próprios negros, à medida que começaram a arranhar as costas d´África. Esse aprendizado foi repassado às outras nações européias que se aventuraram em navegações. Só em meados do séc. XIX o interior da África começou a ser visitado por alguns exploradores brancos. Até então, os europeus só comerciavam na costa oeste, e, depois, na costa leste da África negra, trocando escravos por outras mercadorias, da mesma forma que os árabes. E se estes não estabeleceram feitorias em pontos da costa, sobretudo na região do Golfo, isso se deveu ao fato de não terem uma navegação tão avançada quanto a européia e à larga ‘tradição cultural’ do comércio trans-saariano. É muito provável que os árabes mantivessem, ao sul do Saara, estabelecimentos análogos a feitorias costeiras lusitanas e, depois, espanholas, inglesas, holandesas, francesas etc. Muito antes das aventuras náuticas lusas começarem, negros se escravizavam uns aos outros, seja para se venderem entre si, seja para se venderem aos árabes. É certo que, dos séc. XVI ao XIX, pelo menos tantos negros escravizados atravessaram o Atlântico quantos atravessaram o Saara. Como o tráfico trans-saariano data do tempo dos faraós, é claro que muitíssimos mais negros foram levados para os sultanatos árabes do que para as Américas. Esse tráfico só foi extinto após a primeira guerra mundial, pelas potências coloniais, e não por negros ou por árabes; se dependesse deles, o tráfico teria continuado até os dias de hoje, pois essa prática fazia parte de sua ‘identidade cultural’. Já o tráfico pelo “Rio Atlântico” (designação criada, se não me engano, por Alberto Costa e Silva) praticamente acabou em meados do sec. XIX, em função de interesses e crenças da potência colonial maior, à época, o que evidencia que a escravidão não era um legado importante na cultura européia, apesar das teorizações, sobretudo religiosas, quanto à maldição de Caim. Ou seja: se o mercantilismo renascentista serviu-se da escravidão negra para sua expansão, foi o desenvolvimento desse mercantilismo, transformado em capitalismo, que selou o fim da escravidão na forma como foi praticada por europeus dos sec. XVI ao XIX. Enquanto isso, árabes e negros mantinham sua evolução... estacionária, quando comparada ao que ocorreu, no mesmo período, na Europa. Felizmente, a cultura européia inventou o estado laico, dificilmente aceitável pelos árabes, e que é muito ficcional nos pseudo-países negros − muito embora fundamentalismos, sempre religiosos, nos EUA e também no Brasil, preguem a volta ao Estado por princípio divino Havia uma mercadoria muito apreciada pelos árabes: o negro castrado, fornecidos por regiões especializadas da África Negra aos caravaneiros do Saara. Não sei de exportação dessa mercadoria para as Américas, mas dezenas e, talvez, centenas de milhares de pares de testículos foram arrancados para fornecer castrados aos compradores interessados − os árabes, claro. Ainda na África negra havia cerimônias no enterro de sobas que consistiam em desviar o leito de um rio para lá depositar o defunto, acompanhado de seus bens, que incluíam escravos vivos; depois, era só fazer o leito do rio voltar ao normal. Cultura, identidade cultural também é isso aí. É clara a intenção anti-ocidente das denúncias oportunistas da escravidão nas Américas: tudo é feito no sentido de inocentar os próprios negros e os pobres árabes de sua ativa, essencial e histórico-cultural participação no tráfico. Apela-se, inclusive, para chavões do tipo “direito inalienável à liberdade”, “dignidade essencial do ser humano”, “igualdade de direitos” etc., como se esses fossem princípios universais, encontráveis em toda e qualquer cultura. Na realidade, eles foram cimentados a partir do séc. XVII, na Europa, com as idéias de “liberté, égalité, fraternité”: “la liberté des nègres” foi um dos temas debatidos por ideólogos da Revolução Francesa, tendo sido, inclusive objeto de cantigas que celebravam esse ideal. É claro que esses ideais libertários e igualitários ficaram muito nos mundos das idéias, mas o movimento intelectual que lhes deu origem é essencialmente europeu e datado. Sua raiz é judaico-cristã, mas foi sua laicização que lhes deu a força necessária para combater certas desigualdades. Quanto ao chamado preconceito de raça, ele deriva, basicamente, da desconfiança ancestral de tudo o que é diferente. Os negros não se escravizavam uns aos outros por serem racistas, mas por serem ‘etnistas’, ‘grupistas’, ‘tribalistas’: quem não pertencesse a determinado grupo era, naturalmente, suspeito, ou inimigo,


e, portanto escravizável. Essa desconfiança ancestral do diferente tem um enunciado muito simples: as pessoas boas e confiáveis são como eu; o diferente é, por natureza, suspeito, pouco confiável e, muito possivelmente, culpado, seja lá do que for. Superar essa atitude primitiva exige um enorme esforço pessoal, uma quase ascese no sentido de não se achar o centro da verdade, da bondade. Mas o diferente não é, necessariamente, bom: o pedófilo, o matador serial, são diferentes e são culpados. A idéia de preconceito é, essencialmente, preconceituosa... no mau sentido. Eu, que sou bom, não tenho preconceitos: os conceitos prévios que eu tiver não serão, jamais, preconceitos (no mau sentido), mas idéias amplas, generosas, verdadeiras etc. − ou seja, preconceitos bons. Quem tem preconceito − isto é “conceitos maus” − são os outros, os que não pensam como eu; preconceito é o conceito do outro. Esse tipo de argumento é muito utilizado para infirmar ou ridicularizar pensamentos contrários ao meu. Mas é impossível pensar, ou dar um passo, sem ter conceitos prévios, ou preconceitos. A cultura é uma estratificação de conceitos; ela é essencialmente preconceituosa. Há culturas cujos preconceitos têm uma capacidade de mobilidade, de transformação, que não ocorre em outras culturas. O lugar em que essas culturas móveis mass se desenvolveram foi a Europa, a partir de pressupostos cristãos, que se banquetearam com um pensamento grego transmitido pelos árabes e que chegaram à definição do estado laico, como já referido. Foi observado que o problema essencial do negro escravo, no Brasil (pelo menos), não era a liberdade (conceito estranho às culturas negro-africanas e árabes), mas não poder ter escravos. Escravos havia em Palmares, e quando negros conseguiam, em nosso país, comprar alforria, logo que podiam também compravam escravos − sem esquecer os que voltaram à África e se tornaram traficantes de escravos, ou que, mesmo continuando escravos, ganhavam a confiança de seus senhores e serviam de intermediários para o comércio que eles tão bem conheciam em suas terras de origem. Gostaria de saber, aliás, se havia, no mundo árabe ou nos EUA, instituto equivalente ao da compra de alforria, praticado no Brasil colônia. Últimas observações: a África não tem só negros, mas também tem árabes, que não são negros. Não existe “cultura afro”, nem “cultura negra”, na medida em que, na África, não só os negros obedeciam e obedecem à grande divisão entre islamizados e animistas, como essas grandes divisões se subdividem em infindáveis sub-grupos. É inaceitável a audácia com que se fala em “afro-descendentes” para designar indivíduos que, no caso brasileiro, são negro-lusos ou luso-negros. Essa moda de chamar tudo que é mulato de negro ou ‘afro’ é fruto do sociologismo dos EUA e da ex-África do Sul, mas é só olhar as Condoleeza, as Whitney Houston e os Obama para perceber que eles não são negros, mas mulatos. Afinal, nos EUA os brancos também copulavam intensamente com as negras, mas não reconheciam os filhos resultantes, pois tinham vindo da Inglaterra com suas veneráveis famílias. Assim, Thomas Jefferson, quando embaixador dos EUA na França, para lá levou três escravos − todos filhos dele. Enquanto isso, no Brasil os portugueses não só copulavam intensamente com índias e negras, como reconheciam os filhos resultantes, pois aqui não tinham família. Uma das vítimas da pretensa herança afro (que não é afro, mas negra) é a nossa música popular, que é tonal, construída segundo os princípios da harmonia clássica européia, servindo-se do compasso europeu e do instrumental europeu. As centenas de gravuras e de desenhos de europeus, no Brasil da primeira metade do sec. XIX, mostram uma enorme variedade de instrumentos trazidos da África negra pelos escravos. A absoluta maioria desses instrumentos desapareceu na segunda metade daquele século, e foi nesse período que se consolidou a chamada música popular urbana. Se eles desapareceram, foi por não serem compatíveis com o tonalismo europeu; só permaneceram alguns poucos instrumentos negros (e não ‘afros’!) ligados ao candomblé (que não veio da África, mas foi montado no Brasil) e a outros cultos negros, ou ainda à capoeira. Essas são questões que precisam ser levantadas no combate à espúria política de cotas, e para rejeitar essa mistura de ignorância e de arrogância, por parte dos pseudo-negros (que são, na esmagadora maioria, mulatos) ao culparem os brancos pela escravidão. É curioso, aliás, observar como ideólogos pseudo-negros desenvolveram teorias sobre a obrigação de os europeus e americanos indenizarem os descendentes diretos e indiretos de negros pela escravidão. Ao mesmo tempo, eles absolvem os árabes (tão pobres, coitadinhos) e os próprios negros pelo tráfico que praticaram intensamente e que teriam continuado a praticar, se não houvessem sido impedidos pelos capitalistas malvados. Por fim, é lamentável a capitulação dos brancos, ou ‘brancos sujos’ (como eu), que vestem a carapuça de herdeiros dos escravocratas por ignorância ou por ideologismos libertários de origem européia, que nada têm a ver com uma pseudo-cultura afro.


Esse texto não aborda questões envolvidas pela herança da escravidão no Brasil e pelo desinteresse com que foi tratada a situação do negro e dos mulatos, após a abolição. Ainda assim, acho importante assinalar que a origem da escravidão nada tem a ver com racismo: negros que escravizavam negros não poderiam ser acusados de racistas. Os atuais ódios tribais, ou grupais etc., na África Negra, devem mais à identidade cultural escravocrata negra do que à ação predatória das potências coloniais nos territórios negros − os Idi Amin são a expressão mais palpável desse tribalismo, que se serviu dos europeus para hostilizar, dominar ou eliminar outros tribalismos, assim como europeus se serviram de rivalidades tribais para exercer seu domínio. Mas esse não é um problema só na África negra: vide sunitas e xiitas, sérvios e croatas, catalãos/bascos e franceses/espanhóis. Em todos esses casos, a origem do ódio é o ser diferente, não pertencer à mesma etnia, ou tribo etc. E acho que esse tipo de consideração é importante para compreender o que se passou no Brasil: os italianos que foram para São Paulo eram muito mais parecidos com os portugueses do que os negros escravos. Acho essencial que fique bem claro que o desejo de liberdade não é coisa essencial à espécie humana. A liberdade é um conceito, ou ideal, datado e geograficamente localizado. Se, no Brasil, negros fugiam da escravidão, não era por um abstrato ou ideal desejo de liberdade, mas para se reorganizarem de acordo com os seus costumes ancestrais − que podiam incluir a escravidão, como em Palmares. E desconfio que fosse muito mais fácil, para um negro escravizado na África e trazido ao Brasil, comprar a alforria e voltar para a África, do que para um negro escravizado pelos árabes. Me parece curioso, também, observar que, nos EUA, os negros/mulatos que querem fugir do complexo de Pai Tomás se voltam para o islamismo; afinal, eles foram educados no monoteísmo protestante, que os impediu de cultuar seus deuses ancestrais. Já no Brasil, é muito pequena a conversão ao islamismo: como os portugueses permitiram os cultos negros, mesmo com repressão a níveis variáveis, essa tradição continuou presente, inclusive com as trocas comerciais entre Brasil e África negra, e os negros/mulatos se voltam para o candomblé. Pelo que sei, na Bahia, e mais especificamente em Salvador, as revoltas de negros eram, basicamente, dos islamizados, muitos dos quais importavam ou compravam exemplares do Alcorão, que vinham da África sobretudo para aquela cidade. Ou seja: eram negros letrados, mais resistentes à pregação cristã do que os bantos. Resumindo: a atual conversão de negros/mulatos ao islamismo ou ao candomblé (grosso modo) é função, não tanto de uma identidade cultural ou coisa que o valha, mas da maneira como foram vividas as escravidões e suas heranças, nos EUA e no Brasil. Tenho particular ojeriza por essa disciplina "história da África" que inventaram para as escolas brasileiras. Pois é mais do que óbvio que o que vai se ensinar é, basicamente, a humilhação do negro escravizado pelo europeu, ignorando propositalmente a história da escravidão pelos negros e pelos árabes. E a conclusão será, sempre, a da Matilde Ribeiro: o negro que ataca um branco está respondendo a uma agressão pretérita, ou coisa que o valha. Ao ínvés de o governo dispersar recursos em não sei quantas políticas afirmativas, cotas, ‘bolsa isso’, ‘bolsa aquilo’, caberia, sim, concentrar recursos na escola pública em tempo integral, com espaços adequados, formar/reformar professores, ter o equipamento básico para o funcionamento da escola. Essa supervalorização do computador e da banda larga na escola é muito interessante, sem dúvida, mas e o prédio? e as quadras esportivas? e o salário dos professores (fator importante, mas não exclusivo, como assinalam Cláudio de Moura Castro e outros)? e os materiais didáticos? e os livros escolares? Enquanto isso, a universidade pública continua gratuita, com os pátios cheios de carros de alunos, quando ela deveria ser paga, e oferecer bolsas aos carentes; a universalização da gratuidade deveria valer, mesmo, para o ensino básico. É absurdo o princípio segundo o qual um indivíduo pode se definir como sendo negro, pardo, branco ou qualquer coisa. O único critério talvez aceitável seria o do exame de DNA, de custo elevado; ainda, assim, seria necessário definir um percentual de genes a partir do qual alguém possa ser classificado nessa ou naquela ‘raça’. A tão propalada ‘consciência negra’ é um mito: a esmagadora maioria dos que a afirmam ou propagam não é negra, mas mulata, e nem tem a menor noção do que sejam a África negra ou as culturas negras na África. Fonte: Texto publicado na edição impressa do Jornal Poiésis, 149, agosto de 2008 http://www.jornalpoiesis.com/mambo/index.php?option=com_content&task=view&id=329&Itemid=50


ÁFRICA ESCRAVIZOU 1 M ILHÃO DE BRANCOS, DIZ HISTORIADOR da Reuters, em Washington Mais de 1 milhão de europeus foram escravizados por traficantes norte-africanos de escravos entre 1530 e 1780, uma época marcada por abundante pirataria costeira no Mediterrâneo e no Atlântico. A informação é do historiador americano Robert Davis, que falou sobre o assunto anteontem. Segundo ele, embora o número seja pequeno perto do total de escravos africanos negros levados às Américas ao longo de 400 anos --entre 10 milhões e 12 milhões--, sua pesquisa mostra que o comércio de escravos brancos era maior do que se presume comumente e que exerceu um impacto significativo sobre a população branca da Europa. Uma das coisas que o público e muitos especialistas tendem a dar como certa é que a escravidão [na Idade Moderna] sempre foi de natureza racial --ou seja, que apenas os negros foram escravos. Mas não é verdade , disse Davis, professor de história social italiana na Universidade Ohio State "Ser escravizado era uma possibilidade muito real para qualquer pessoa que viajasse pelo Mediterrâneo ou que habitasse o litoral de países como Itália, França, Espanha ou Portugal, ou até mesmo países mais ao norte, como Reino Unido e Islândia." PIRATAS Davis escreveu um livro sobre o tema, recém-lançado, chamado "Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800" (escravos cristãos, senhores muçulmanos: a escravidão branca no Mediterrâneo, na costa Berbere e na Itália). Nele, o historiador calcula que entre 1 milhão e 1,25 milhão de europeus tenham sido capturados no período citado por piratas conhecidos como corsários e obrigados a trabalhar na África do Norte. Os ataques dos piratas eram tão agressivos que cidades costeiras mediterrâneas inteiras foram abandonadas por seus moradores assustados. "Boa parte do que se escreveu sobre o escravagismo dá a entender que não houve muitos escravos [europeus] e minimiza o impacto da escravidão sobre a Europa", disse Davis em comunicado. "A maioria dos relatos analisa apenas a escravidão em um só lugar, ou ao longo de um período de tempo curto. Mas, quando se olha para ela desde uma perspectiva mais ampla e ao longo de mais tempo, tornamse claros o âmbito maciço dessa escravidão e a força de seu impacto." REMADORES EM GALÉS Partindo de cidades como Túnis e Argel, os piratas atacavam navios no Mediterrâneo e no Atlântico, além de povoados à beira-mar, para capturar homens, mulheres e crianças, disse o historiador. Os escravos capturados nessas condições eram colocados para trabalhar em pedreiras, na construção pesada e como remadores nas galés dos piratas. Para fazer suas estimativas, Davis recorreu a registros que indicam quantos escravos estavam em determinado local em determinada época. Em seguida, estimou quantos escravos novos seriam necessários para substituir os antigos à medida que eles iam morrendo, fugindo ou sendo resgatados. "Não é a melhor maneira de fazer estimativas sobre populações, mas, com os registros limitados dos quais dispomos, foi a única solução encontrada", disse o historiador, cujos trabalhos anteriores exploraram as questões de gênero na Renascença. Fonte: jornal "Folha de São Paulo", 11/03/2004


H1N1 - VACINA: A FRAUDE DA ONU E DAS INDS. FARMACÊUTICAS BREVE HISTÓRICO Surge a Gripe H1N1, mas os laboratórios já tinham patenteado a vacina muito antes do vírus ser descoberto (como???). A lógica, agora, não existe mais. As indústrias farmacêuticas são denunciadas por criar e espalhar o vírus pelo mundo. Formais denúncias bem documentadas foram apresentadas ao FBI. A OMS eleva a classificação da gripe para uma pandemia. Os laboratórios farmacêuticos, alguns quase falidos, enchem os bolsos. O mundo todo questiona a celeridade com que a vacina foi feita. Seguem rumores de que a real intenção seria a de reduzir a população do mundo. França, Reino Unido e muitos outros países têm seus estoques de vacinas encalhados - a população, informada, rejeita tomá-la depois da divulgação de inúmeros escândalos envolvendo efeitos colaterais gravíssimos, a maioria culminando em mortes ou sérias sequelas. Agora, novamente surgem denúncias sobre o envolvimento da OMS, ONU e as malditas indústrias farmacêuticas na fraude da classificação da gripe como pandemia. Você lembra daquele velho ditado? "Onde há fumaça, há fogo?". Só que no caso desta maldita vacina, estamos vendo o fogo, não a fumaça. O Brasil tem a seguinte postura: novela, BBB, futebol e carnaval no fiofó do povo imbecilizado. Depois uma vacina assassina aqui, um agrotóxico alí, um "bronzeamento câncero-aritifical" acolá e pronto: é matando que se resolve. É exatamente assim que todos os agentes públicos do Estado Totalitário do Brasil pensam e nos tratam. Alguém viu algum político, alguém do Ministério da Saúde, do Ministério Público, sequer questionar esse banditismo não só farmacêutico mais kriptocrático? Ninguém questiona o que interessaria à OMS orquestrar toda esta infame manipulação? Dinheiro? Poder? PARA QUEM? É exatamente neste ponto que devemos chegar.

http://www.youtube.com/watch?v=4g7yA9isz-s


DINHEIRO? PRA QUÊ? O irlandês Mark Boyle quer convencer o mundo de que o dinheiro é supérfluo. Há quase um ano traçou um plano mirabolante para erradicar o dinheiro dos bolsos de todos. Para dar o exemplo, se desfez de seus bens e foi morar em um trailer, nas cercanias de uma fazenda de alimentos orgânicos em Bristol, na Inglaterra. Pegou meia dúzia de roupas e uma bicicleta. Dos bens manteve o celular, que só recebe chamadas, e o laptop, ambos alimentados por energia solar. Improvisou um fogão a lenha, em que cozinha o que planta, um chuveiro com painel solar e uma escova de dentes feita de conchas e sementes de erva-doce. Seu banheiro é um buraco no chão; o papel higiênico, jornais velhos ou plantas anatomicamente adequadas. Boyle afirma ter encontrado o sentido de sua vida na faculdade de economia, por volta de 2001, graças ao filme biografia Gandhi, sobre o líder pacifista indiano. “O chapa da tanga me ensinou uma lição gigante: seja a mudança que você quer ver no mundo.” Ainda recém-formado, Boyle não tinha ideia de qual mudança desejava ser. Resolveu ganhar dinheiro – de modo ecologicamente ético, claro. Abriu uma empresa de comércio de alimentos orgânicos. Apesar do relativo sucesso, continuava insatisfeito. “Eu me dei conta de que nem mesmo negócios sustentáveis conseguem mudar as coisas.” O que seria suficiente? “Em vez de diagnosticar as doenças do mundo e protestar contra elas, pensei em me tornar um homeopata social, com tratamentos longos”, diz Boyle. Sua primeira medida foi trocar o nome de batismo Mark Boyle por Saoirse – pronuncia-se “Sir-chu”, palavra em gaélico para “liberdade”. Em seguida criou uma comunidade virtual para “troca de conhecimentos solidários”, o Freeconomy (justfortheloveofit.org). Lá as pessoas podem se filiar, declarar suas habilidades – de cortes de cabelo a reparos na casa – e doá-las a quem precisar. A ideia ainda não entusiasmou muita gente. Em quase dois anos, 14.382 pessoas de 118 países se inscreveram no Freeconomy, menos de 123 engajados por país. “A raiz da insegurança e do medo do mundo é o dinheiro. O que aconteceria se me livrasse dele?” Para divulgar sua iniciativa, Boyle – ou Saoirse – conta que começou uma peregrinação até a terra de seu mentor, Gandhi. A pé. Mil dias de caminhada a partir da Inglaterra, passando por França, Itália, Eslovênia, Croácia, Sérvia, Bulgária, Turquia, Irã, Afeganistão, Paquistão e Índia. O projeto começou em março de 2008 e foi abortado em abril, por problemas linguísticos, segundo ele. “Os franceses me disseram que não ajudariam ninguém que não falasse francês…”, afirma Boyle, que só fala inglês e arranha espanhol. No caminho de volta, Boyle teve seu derradeiro lampejo: “A raiz de toda a insegurança e medo do mundo é o dinheiro. O que aconteceria se me livrasse dele?”. Em dezembro do ano passado, ele pôs em prática o plano de erradicar o dinheiro da humanidade. “Nos próximos 20 anos, as pessoas terão de repensar a forma como vivem, consomem e desperdiçam”, afirma Boyle. “Meu plano é mostrar que é compensador e podemos construir uma comunidade sem dinheiro.”

Mark Boyle na Inglaterra, nos primeiros passos para viver um ano sem dinheiro. “É possível o mundo viver assim”, diz Fonte: Revista Época http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI113617-15227,00-DINHEIRO+PARA+QUE.html


REVISTA SENZALAMUNDI – JANEIRO-2010