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HAARP

HIGH FREQUENCY ACTIVE RESEARCH PROGRAM


SALVATORE DE SALVO - HAARP HIGH FREQUENCY ACTIVE RESEARCH PROGRAM INTRODUÇÃO Existe uma extensa literatura acerca do HAARP, mas é necessário permanecer dentro dos limites de uma palestra de cerca de duas horas de duração. Com essa finalidade, vamos nos reportar ao magistral estudo efetuado e escrito pelo Dr. Nick Begich e publicado, pela primeira vez, na revista “EXTRAORDINARY SCIENCE”, em 1995.

PROJETO HAARP No Alaska foi completado um projeto conjunto entre a Marinha, a Força Aérea e a Universidade do Alaska e que já se encontra operacional. Esse projeto é o Programa de Pesquisas de Alta Frequência Ativa Auroral (HAARP). Esse programa tem sido apresentado ao público como um projeto de pesquisas da aurora boreal, mas não tem nada a ver com essas lindas luzes nórdicas. O nome do projeto é a máscara atrás da qual se escondem os militares. Ele deverá ser usado para alterar a ionosfera, de maneira que possa levar a implementar “uma tecnologia que poderia ser usada para mudar as condições dos estados atmosféricos, alterar a composição química da ionosfera ou bloquear todas as comunicações globais”. Ao lermos o material reunido dessa estória resulta claro que o Governo dos Estados Unidos não tem realmente ideia do impacto que essa tecnologia poderá apresentar; por isso, estão tentando enganar nossas vidas, interessados na versão de segurança global. Se a tecnologia resultar efetiva, surge uma questão: é do interesse da Humanidade que um único Governo ou qualquer Governo tenha o controle de uma tecnologia que poderia efetivamente bloquear todas as comunicações ou alterar as condições atmosféricas? Em 20 de novembro de 1993, o jornal “ANCHORAGE DAILY NEWS” publicou uma carta ao editor escrita por Eric Neshlurid. Nela, encontrava-se: “Algumas assustadoras revelações têm vindo à luz, enquanto procedem as pesquisas, em segundo plano, do projeto de responsabilidade dos militares, que começou a ser construído em Gakona... HAARP será usado para compreender, estimular e controlar processos ionosféricos, que poderiam alterar a eficiência das comunicações e dos sistemas de vigilância, de acordo com o que o HAARP declara. O impacto ambiental é estimado pelo HAARP como desprezível na ionosfera, no clima, nas condições atmosféricas ou na camada de Ozônio (O3). A companhia ARCO recebeu o convite para construir o HAARP. A Cia. ARCO POWER TECHNOLOGIES INC. (APTI) é dona da patente nº. 4.868.605, que iguala estritamente o propósito do HAARP de lidar com a transmissão de energias extremamente poderosas de rádio frequências para dentro da ionosfera. É evidente que HAARP quer, pelo menos, testar, se não implementar completamente as possibilidades oferecidas pela patente. A patente nº. 4.686.605 reivindica os seguintes usos: “Causa... rompimento total das comunicações numa vasta área da Terra... destruindo não só as comunicações baseadas na terra, como também as baseadas no céu ou no mar (na superfície ou nas profundezas); destruição de mísseis ou aviões; deflexão; confusão... modificações das condições atmosféricas, alterando a absorção da energia solar... o Ozônio (O3), o Nitrogênio (N2), etc., cujas concentrações poderiam ser aumentadas artificialmente...”.


Porém, os militares dos Estados Unidos negam que HAARP tenha algo a ver com essa patente, mas um exame atento revisando os documentos que levaram ao contrato com APTI leva a concluir que mais uma vez os militares estão tentando enganar. Enquanto é verdade que o que está sendo construído não possui todas as capacidades citadas pela patente, é necessário que se prove que a eficiência da avançada tecnologia que está sendo construída com um complexo de antenas maior, que os militares esperam concluir em 1997, não represente risco. O projeto inicial realmente apresenta riscos às comunicações, de acordo com o United States Department of Comerce, National Telecomunications and Information Administration, Interdepartment Radio Advisory Committee. Não ficam claros outros riscos, mas são bem conhecidos os que as radiações eletromagnéticas representam para o ser humano. Aonde se quer chegar com essa tecnologia e o que quer o Governo fazer com esse gigantesco conjunto de antenas? FIG. 3: Vista aérea do local HAARP, olhando na direção Mt. Sanford, em Wrangell-St. Elias National Park, Alasca. Para quem estuda as patentes de Eastlund, nas quais se baseia o HAARP, é fácil verificar que são reminiscências de patentes de Nikolas Tesla, obtidas no final do Século XIX e início do Século XX. Sobre essas patentes foram publicados dois artigos no “THE NEW YORK TIMES”, ambos falando de Tesla. O primeiro, de 8 de dezembro de 1915 dizia: “Nikolas Tesla, o inventor, arquivou patentes das aplicações das partes essenciais de uma máquina, cujas possibilidades estimulam a imaginação dos leigos e antecipa um paralelo dos trovões que THOR lançava do céu para punir os que tinham desafiado os deuses... Basta dizer que a invenção poderia enviar, através do espaço, com velocidade de 300 milhas por segundo, uma nave não tripulada, sem propulsor ou asas, movida pela eletricidade, a qualquer ponto do globo, em sua missão de destruição, se quem a dirige assim o quisesse. Não é ainda o momento ─ disse ontem o Dr. Tesla ─ para irmos aos detalhes dessa coisa. Ela está baseada sobre um princípio que significa grandes coisas em tempos de paz; ela pode ser usada para grandes coisas em guerra. Mas, repito, não é o momento de falar de tais coisas. É perfeitamente praticável transmitir energia elétrica sem fios e produzir efeitos destrutivos à distância. Já construí um transmissor sem fio que possibilita isso e o descrevi em minhas publicações técnicas, entre as quais a que se refere à minha patente n°. I, 1.19.732 recentemente concedida. Com um transmissor desse tipo, conseguimos projetar energia elétrica em qualquer quantidade a qualquer distância e aplicá-la para inúmeros usos, tanto em guerra como em paz. Adotando universalmente esse sistema, podem ser realizadas condições ideais para manter a lei e ordem, porque, então, a energia necessária para reforçar o direito e a justiça será normalmente produtiva e potencial, além de estar disponível a qualquer momento, para ataque e defesa. A potência transmitida não precisa ser necessariamente destrutiva, porque, se a distância é dependente dela, sua ação ou remoção trará quase os mesmos resultados hoje obtidos com o emprego de armas”. O segundo artigo apareceu no “THE NEW YORK TIMES”, em 22 de setembro de 1940 e declarava o seguinte: “Nikolas Tesla, um dos inventores realmente grandes, que celebrou seu 84º aniversário em 10 de julho, declara que está pronto a divulgar, para o Governo dos Estados Unidos, o segredo de sua “teleforça”, por meio da qual, diz ele, motores de aviões podem ser fundidos a distância de 250 milhas, de maneira que se pode construir uma muralha chinesa invisível de defesa em volta do país.


A “teleforça”, diz ele, é baseada num princípio de Física do qual ninguém ouviu falar, diferente do princípio envolvido em suas invenções relativas à transmissão de energia elétrica a grande distância para a qual ele tem recebido certo número de patentes básicas. O novo tipo de força, diz o Dr. Tesla, poderá operar através de um raio de um centésimo milionésimo de centímetro quadrado em diâmetro e poderia ser gerada por um aparelho especial cujo custo não superaria US$ 2.000.000,00 e poderia ser construído em cerca de três meses. Esse raio, ele declara, envolve quatro novas invenções, duas das quais já têm sido testadas. Uma delas é o método e o aparelho que produz os raios e “outras manifestações de energia” ao ar livre, eliminando a necessidade de um alto vácuo; a segunda é o método e o processo para produzir grande força elétrica. O terceiro é o método para amplificar essa força e o quarto é um novo método para produzir uma tremenda força elétrica repulsiva. Isto seria o canhão do sistema. A voltagem para propelir o raio até o objetivo, segundo o inventor, seria de um potencial de 50.000.000 de volts. Com essa enorme voltagem, ele disse, partículas microscópicas da matéria seriam catapultadas em sua missão de destruição defensiva. Ele tem trabalhado por vários anos e tem feito, recentemente, certo número de melhoramentos nele”. As ideias avançadas por Tesla referem-se mais à lei e à ordem do que para qualquer organização militar para controlar essa tecnologia. Recentemente, temos visto muitos excessos cometidos pelos militares ao testar suas tecnologias para a “manutenção da paz”, em detrimento dos indivíduos da população. Se essa tecnologia deve ser implementada em qualquer lugar, isso deveria ser feito aberta e honestamente e somente após ter demonstrado ser segura e eficiente para melhorar a vida humana. A ideia de soltar tamanho poderio dentro da ionosfera de nosso planeta é, no mínimo, incômoda. Desde que essa informação sobre o HAARP ficou conhecida, apareceram muitas aplicações adicionais, que acabaram modificando o que se pensava antes.

AS PATENTES EASTLUND A patente nº. 4.686.605 concedida em 11 de agosto de 1987 a Bernard J. Eastlund e atribuída à APTI Inc. é uma das três patentes concedidas ao mesmo autor. Uma delas ficou sob a Navy National Security Order, por seis anos, em 1980. Todas elas se baseiam nas patentes de Tesla, mas extrapolam as aplicações visualizadas por ele. A patente 4.686.605 declara: “Nos últimos anos, tem sido feito um esforço substancial para entender e explicar os fenômenos envolvidos nas camadas de elétrons e íons aprisionados e para explorar as possíveis formas de controlar e utilizar esses fenômenos para usos benéficos. Por exemplo, em fins de 1950 e início de 1960, ambos, os Estados Unidos e a União Soviética detonaram uma série de armas nucleares de vários tipos para gerar um grande número de partículas carregadas a várias altitudes como 200 km ou mais. Isto tem causado confusão, interferência e até destruição completa dos sistemas de direção empregados, mesmo nos mais sofisticados aviões e mísseis. A capacidade de empregar e transmitir, sobre áreas muito extensas de terra, uma pluralidade de ondas eletromagnéticas de frequências variáveis e de mudar a vontade em maneiras ao acaso, permite uma capacidade única de interferir com todos os modelos de comunicação, terrestres, marítimos e aéreos simultaneamente. Por causa da justaposição de fontes utilizáveis de combustíveis nos pontos onde desejáveis linhas de campo interceptam a superfície terrestre, tal extensa e completa interferência nas comunicações pode ser alcançada num período de tempo razoavelmente curto.


Portanto, a invenção permite colocar uma potência sem precedentes na atmosfera terrestre em locais estratégicos e de manter o nível de potência injetado, particularmente se for empregada pulsação ao acaso, de maneira muito mais precisa e controlável do que antes realizada pelas detonações de artefatos nucleares de vários tipos a diferentes altitudes. Mais tarde, conhecendo as frequências dos vários raios eletromagnéticos empregados na prática dessa invenção, será possível não somente interferir com um terço das comunicações como utilizar a vantagem de um ou mais desses raios em manter a rede de comunicações, mesmo quando todas as outras comunicações da Terra tenham sido destruídas. Em outras palavras, o que for usado para estragar a comunicação dos outros, pode ser utilizado por alguém conhecedor dessa invenção como rede de comunicação, ao mesmo tempo. A mais, uma vez estabelecida a própria rede de comunicação, a enorme extensão dos efeitos dessa invenção poderia ser empregada para interceptar os sinais de comunicação de outros para fins de espionagem. Essa invenção possui uma variedade fenomenal de possíveis ramificações e potenciais desenvolvimentos futuros. Como foi aludido anteriormente, podem resultar destruições de aviões, mísseis, deflexão e confusão, particularmente quando forem usadas partículas relativísticas. Também, largas regiões da atmosfera poderiam ser elevadas para grandes altitudes, de maneira que os mísseis poderão encontrar resistência inesperada, resultando deflexão ou destruição dos mesmos. Pode-se modificar as condições atmosféricas, alterando a camada superior da atmosfera e a estrutura dos ventos, construindo uma ou várias nuvens de partículas atmosféricas que funcionariam como lentes de focalização. Também, como visto antes, pode ocorrer modificação da atmosfera, com efeitos positivos. Com exceção da mudança da composição molecular de uma região atmosférica, pode-se escolher uma molécula particular ou moléculas para aumentar sua presença. Por exemplo, o Ozônio (O3) ou o Nitrogênio (N2) podem ter sua concentração modificadas na atmosfera. Da mesma forma, pode-se obter melhorias ambientais, causando a quebra de várias substâncias químicas, tais como o Dióxido de Carbono (CO2), Monóxido de Carbono (CO), Óxidos de Nitrogênio (N2O5) e afins”. Os militares negam estar utilizando alguma ideia de Eastlund; entretanto, uma cuidadosa revisão do material leva à conclusão que os militares estão, mais uma vez, enganando o público. O próprio Eastlund declarou na National Public Radio Broadcast, em 1988, que os militares tinham testado várias das ideias presentes na patente, antes de revogar as ordens de secreto.

A RESSONÂNCIA DE SCHUMANN E A BIOCOMUNICAÇÃO Sabe-se, agora, que a Ressonância de Schumann pode ser o substrato para um mecanismo tipo radar, de percepção extra-sensorial comum a todos os seres viventes. Frequências não específicas podem ser absorvidas e reirradiadas num modelo de interferências únicas por todos os objetos encontrados. Essas “ondas sonoras” podem ser moduladas em frequências para fins conscientes a fim de fornecer informações específicas (modelos de interferências). O cérebro as decodifica e elas retornam instantaneamente na Ressonância Schumann para serem, em seguida, traduzidas pelo cérebro em dados conscientes. As bioinformações podem, também, ser impressas intencionalmente à distância sobre um alvo, através de uma interface primitiva, do tipo radar, com a onda transportadora da Ressonância Schumann. Todos estes e mais mecanismos dependem das frequências da Ressonância Schumann encontradas dentro do alcance médio. Os ritmos da vida têm evoluído em todas as épocas. Vivemos numa matriz complexa de campos oscilantes; a menor flutuação de um campo causa perturbações nos outros. Várias vezes por segundo, pulsos viajam em volta do globo entre a superfície do planeta e a ionosfera, enviando sinais de coordenação a todos os organismos. Esses sinais nos


ligam ao campo eletrostático global. A Ressonância Schumann gera uma pulsação de vida orquestrada para nosso planeta. Essa onda estacionária é continuamente recarregada, como a batida de sinos, pelos relâmpagos. Vivemos na cadência desse tambor, as batidas do coração do planeta, que marcam o tempo da saúde e bem-estar. Danificar nosso marcador de passos planetário pode jogar para baixo a vida assim como a conhecemos. Esse ritmo ambiental, que representa o sistema diretor de todas as vidas em nosso planeta azul, está sendo colocado em perigo pela manipulação humana da ionosfera, como o HAARP. Vários físicos consideram que a ionosfera é essencialmente “viva”, transmitindo algum tipo de consciência a tudo que é vivente. É muito perigoso mexer insensatamente com a Mãe Natureza, como foi demonstrado pela redução da camada de Ozônio (O3) e outras calamidades. Adulterar esse sistema poderia destruí-lo, matando ele e nós. É fácil ver que esse risco da sobrevivência não contrabalança os benefícios alegados, mas não foram realizadas pesquisas em áreas de problemas potenciais. Em 2002, 90 deputados russos assinaram uma petição contra o programa HAARP, declarando que o experimento poderá criar armas capazes de quebrar as linhas de radiocomunicação, destruir equipamentos em naves espaciais e foguetes, provocar sérios acidentes na rede elétrica e nos oleodutos e gasodutos e, sobretudo, poderá ter impacto altamente negativo na saúde mental das pessoas que habitam regiões inteiras. A ionosfera nos protege contra as mortais radiações solares e do espaço profundo. Agora, rotineiramente, estão sendo abertos buracos nesse escudo pelas ondas de rádio de alta frequência e, acidentalmente, manter aberta a frágil casca de evolução planetária e humana. Consequências terríveis seriam tão devastadoras como a falta de funcionamento de um marca-passo individual. As forças do caos seriam liberadas, gerando danos irreversíveis. A Iniciativa Estratégica de Defesa colocou essa tecnologia nas mãos dos militares, uma perspectiva apavorante. Em nome da segurança nacional, não temos certeza do que eles poderiam fazer com isso e só podemos rezar que o revelem, antes que seja muito tarde para nós.

PERTURBAÇÕES CLIMÁTICAS Para entender como é frágil nosso delicado balanço planetário, devemos penetrar no tempo e no espaço. Então, ficará mais fácil verificar que a menor perturbação em nossa atmosfera pode causar dramáticas rupturas em nosso destino geofísico. Várias forças complexas já estão atuando sobre a Terra, particularmente em nossos sistemas de condições atmosféricas globais. Considerando as coisas de maneira mais ampla, existe uma época glacial criada pelas Supernovas, cujos raios cósmicos criam nuvens que resfriam nossa atmosfera. E, também, o sistema solar está atravessando a parte mais densa da nossa Via Láctea, num ciclo de 30 milhões de anos. Esses fenômenos afetam a circulação oceânica do calor, que atua como um condutor oceânico global. Esta bomba salina move águas mornas para os climas nórdicos, tornando os países europeus habitáveis, enquanto esfria os trópicos. Seu colapso significaria que a água quente e salgada não mais iria para o norte (Corrente do Golfo), gerando outra era glacial. O que move a evolução não é a seleção natural e sim o clima e o gelo. A camada de gelo já pulsou 30 vezes em 2,5 milhões de anos, desde que o istmo do Panamá bloqueou a circulação entre os oceanos Atlântico e Pacífico. Isto desviou a água morna para o norte, onde começou a cair como neve, formando as geleiras. Estas flutuam e pulsam de acordo com a oscilação da Terra.


As pesquisas indicam que o sistema tem timer muito sensível, que, se atravessado, alterará o sistema de um modo operativo para outro. Os sistemas oceânicos controlam o tempo em terra, como mostra o El Niño, e a corrente transportadora foi chamada de “calcanhar de Aquiles” do nosso sistema climático. A bomba de calor está em declínio e pode significar uma mudança abrupta e dramática. Uma reportagem na revista “NATURE”, em 2002, mostrou que a corrente profunda está resfriando cerca de 20% e este NÃO é um bom sinal. O derretimento das geleiras poderá acelerar o processo. Os fósseis demonstram que o colapso acontece em uma década e persiste por séculos. Tais gatilhos podem criar picos de até 10ºC em uma década, seguido de um plateau de cerca de 20 anos e, depois, de uma dramática redução de cerca de 20ºC em duas décadas. Durante os últimos 8.000 a 10.000 anos, essas pulsações têm sido mais moderadas, mas a instabilidade solar, a oscilação do eixo e as marés podem acelerar sua volta. O mesmo pode ocorrer pela ação dos humanos, alterando as condições atmosféricas pela tecnologia de raios energéticos e de armamentos. Se a temperatura subir em somente 3 – 4ºC poderá disparar um aumento de 20 metros no nível do mar, em uma década. Mais aquecimento e o derretimento das geleiras pode originar um pico de 8 – 10ºC em 30 anos. As correntes oceânicas mudariam, emergindo novos padrões quente-frio. Novos mares diminuiriam a massa de terra; planícies agrícolas podem ser inundadas, reduzindo ainda mais as áreas plantadas. Cerca de 30 a 40% da terra seria perdida e a Humanidade seria retirada dos vales inundados em todos os continentes. Comércio e indústria também seriam reduzidos. Porém, há algo muito pior! Em 1968, o Dr. Gordon J. MacDonald, presidente do Johnson’s Science Advisor, publicou seu livro “UNLESS PEACE COMES – A SCIENTIFIC FORECAST OF NEW WEAPONS”, onde descreveu como as mudanças na ionosfera terrestre, feitas pelo homem, poderiam ser usadas para controlar o comportamento e a mente de massas humanas. Especificamente: “ELF – oscilações eletromagnéticas podem atacar as ondas eletromagnéticas cerebrais de baixa frequência dos seres humanos, produzindo mudanças nos modelos de comportamento”. 1960: Cientistas soviéticos e americanos começaram uma série de esforços conjuntos secretos para “aquecer o Ártico” via aquecimento ionosférico (como faz o HAARP), cujo resultado final seria “forçar a calota de gelo polar a começar a derreter”, afetando as massas terrestres embaixo. 1970: Zgigniev Brzezinski, diretor fundador da Comissão Trilateral David Rockfeller, President Carter’s National Security Director e fundador da Federal Emergency Management Agency (FEMA) publicou o livro “ENTRE DUAS ERAS”, descrevendo o controle atmosférico como “nova arma”, que é a chave de uma variedade de tecnologias e estratégias para conduzir uma “guerra secreta... que poderia prejudicar seriamente o desempenho do cérebro de uma grande população em regiões selecionadas, durante um longo período”. Também descreveu como “a tecnologia possibilitará, aos líderes das maiores nações, técnicas para conduzir guerras secretas nas quais seria necessário um mínimo de forças de segurança”. 1974: Como parte do acordo secreto VLADIVOSTOK US/URSS, para aquecimento global, os Estados Unidos iniciaram transmissões ELF de 30 Hz, no noroeste do Pacífico, no estado de Washington. 1975: A publicação soviética “INTERNATIONAL LIFE” discute os terríveis efeitos dos aparelhos eletrônicos da KGB e o controle mental eletrônico, declarando que a “eletricidade atmosférica pode ser usada para suprimir a atividade mental de grande número de pessoas e poderia criar temores, depressão, medo, pânico, terror e desespero”.


1976: O livro “O RESFRIAMENTO” documenta os esforços conjuntos dos Estados Unidos e União Soviética para aquecer o Oceano Ártico. 1977: Exatamente um ano após o início das transmissões Woodpecker, o Governo norte-americano executou um experimento que criou uma enorme queda de chuva em seis condados ao norte de Wisconsin, com ventos de mais de 200 km/h, que devastaram uma enorme área, causando danos de US$ 50 milhões. 350 hectares de florestas foram destruídos. Foi como se houvesse 25 tempestades separadas em uma área limitada. 1978: A revista “SPECULA MAGAZINE” descreve “como, dependendo da frequência, focalização, tamanho da onda... pode-se induzir uma variedade de efeitos, tais como terremotos induzidos no alvo apontado, severos distúrbios na atmosfera média e superior sobre a área alvo e efeitos atmosféricos anômalos”. 1978: O Dr. Andrija Puharich, MD, LLD, publicou um estudo de pesquisas intitulado “GUERRA MAGNÉTICA GLOBAL – A VISÃO DE UM LEIGO SOBRE CERTOS FENÔMENOS ARTIFICIALMENTE INDUZIDOS E ESTRANHOS SOBRE O PLANETA TERRA DURANTE 1976 E 1977”, descrevendo os trabalhos soviéticos sobre o método Tesla de terremotos controlados, declarou: “Dos grandes terremotos de 1976 existe um que chama especialmente a atenção – o de 28 de julho de 1976, em Tangshan, China, com 650.000 vítimas”. A análise de Puharich é significativa, porque descreve o efeito luminoso do plasma criado pelo sistema soviético Woodpecker. Ele declara: “A razão pela qual este terremoto chamou minha atenção é porque ele foi precedido por uma iluminação de todo o céu sobre Tangshan. Também, esse terremoto ocorreu durante o primeiro mês da emissão do Woodpecker soviético e, quando a emissão funcionou a toda potência, o céu ficou iluminado como uma lâmpada de gás ionizado, exatamente como Tesla tinha predito”. 1978: A “OPERAÇÃO CONTROLE MENTAL”, de Walter H. Bowart informa como cientistas financiados pelo Governo estudam “os efeitos da Frequência Muito Baixa (VLE) como instrumentos de guerra. As pesquisas revelam que existe uma onda guia natural entre a ionosfera e a terra, que pode ser propagada e dirigida às áreas selecionadas na terra. Os estudos mostram que o som de baixa frequência afeta sutilmente o comportamento elétrico do cérebro. A frequência alfa (α) do cérebro humano está entre 8 e 12 Hz. A onda guia ionosférica oscila a 8 Hz, formando um harmônico de som de baixa frequência (LFS). Estas são ondas tão longas que é impossível detectá-las. Relatórios do Pentágono dizem que elas podem ser usadas para desmobilizar a capacidade produtiva de um povo em tempo de guerra”. 1981: Coincidindo com o aumento das transmissões ELF americanas e soviéticas, houve um crescimento de terremotos em volta do globo. O “WASHINGTON POST” declara: “O mundo sofreu 71 terremotos significativos durante 1981, acima dos 56 do ano passado e o número de vítimas atingiu 7.140, cinco vezes mais que em 1978”. 1981: O tenente coronel Thomas E. Bearden, engenheiro nuclear e pesquisador de Tesla declara: “Utilizando o Amplificador-Transmissor de Tesla, você pode causar enormes mudanças nas condições atmosféricas sobre regiões inteiras”. 1984: Bearden explica como fazer interferir dois feixes de energia escalar a distância. Cria-se um interferômetro escalar (“SINFONIA DA ENERGÉTICA I”). Por meio de uma leve rotação dos transmissores, pode-se movimentar toda a zona de interferência a distância, bem como para cima ou para baixo. Este esquema permite então “capturar o movimento de grandes massas de nuvens, a manipulação direta de áreas de pressões altas ou baixas, redirecionamento dos jet-streams e extenso controle soviético sobre os padrões atmosféricos da América do Norte”.


1984: O livro “MIND WARS” de Ron McRae descreve as pesquisas do Stanford Research Institute, em 1970, sobre ELF e controle mental. 1986: O “CHICAGO TRIBUNE” relata: “Um redemoinho gigantesco de mais de 100 km de tamanho foi detectado, movendo-se ao longo das costas da Noruega, à velocidade de até 7 km/h, trazendo um sério risco para marinheiros. Esses vórtices gigantes não têm centro certo e são difíceis de serem localizados”. O jornal faz notar que o vórtice gigantesco nunca foi encontrado antes de 1980 (período em que os Estados Unidos e a União Soviética começaram a gerar as ondas ELF).

1987: O “THE NEW YORK TIMES” relata: “O coronel Paul Hanson, diretor do Programa GWEN da Força Aérea declarou “... as torres não ajudarão numa guerra nuclear porque serão destruídas em qualquer confrontação duradoura. No momento, estão operacionais 54 GWEN, ao custo de US$ 235 milhões. O Governo planeja mais 29, ao custo de US$ 11 milhões””. 1987: A patente 4.686.605 concedida ao Dr. Eastlund permite, entre outras coisas, que “grandes regiões da atmosfera possam ser levantadas a grande e inesperada altitude... é possível modificar as condições atmosféricas, alterando, por exemplo, o padrão dos ventos na alta atmosfera (que é exatamente o que faz o sistema ELF Woodpecker soviético) e que o campo magnético da Terra pode ser reduzido ou destruído na altitude apropriada para modificar ou eliminar o campo magnético”. 1988: A “OMNI MAGAZINE” traz um artigo sobre a patente de Eastlund. O cientista declara: “O que isto significa é que, controlando o padrão das condições atmosféricas, você pode, digamos, trazer chuva para a Etiópia ou alterar as tempestades de verão no Caribe” (como foi demonstrado na tempestade do Golfo, em julho de 1994, que ficou estacionária e inundou os estados da Geórgia, Flórida e Alabama). Segundo Richard Williams, um físico de Princeton, “o HAARP pode se tornar um sério risco perigo para a atmosfera e poderia causar danos irreversíveis... os efeitos na atmosfera não podem ser localizados... a linguagem das patentes indica que é claramente intencional providenciar efeitos em escala global”. 1988: O “THE NEW YORK TIMES” relata que “cada unidade GWEN utiliza cerca de 2.000 watts de potência e retransmite breves trechos de mensagens a cada 20 minutos”. 1988: A “PHYSIC WARFARE – FACT OR FICTION” publicou uma reportagem do bloco comunista do leste, que descobriu que “a telepatia pode ser ampliada como as ondas rádio”. 1989: Os magnetômetros de Corralitos, perto de Monterrey, Califórnia (EUA) detectaram uma onda estranha ULF ( entre 0,01 e 10 Hz) ─ a frequência ELF mais baixa, que cresceu até 30 vezes mais forte em 5 de outubro; depois, decresceu um pouco. Às 14:00 horas de 17 de outubro, os sinais aumentaram tanto que saíram fora da escala. Três horas mais tarde, a área da Baía de São Francisco foi sacudida por um violento terremoto de 7,1 graus na Escala Richter. O terremoto de Loma Prieta matou mais de 60 e feriu 3.800 pessoas. O epicentro foi a 4 milhas de Corralitos. Uma das frequências mais usadas pelo Woodpecker soviético é a frequência principal ELF de 10 Hz.


1989: O “WASHINGTON POST” relatou que, em 1989, o Presidente do Banco Mundial, Barber Conable (membro da Comissão Trilateral)fez uma conferência em Tóquio sobre o “Ambiente Global”, na qual revelou a finalidade, a longo prazo, dos banqueiros internacionais. Ele declarou: “Enquanto temperaturas mais elevadas podem causar certo número de desastres, elas podem também aquecer as terras frias e improdutivas no norte, tornando-as produtivas”. Esta clara admissão descreveu a verdadeira razão que os soviéticos e a gang da Nova Ordem Mundial têm promovido mudanças contínuas nas condições atmosféricas do norte, secretamente, desde o início de 1970. 1989: Por causa da publicidade sobre os aspectos de controle das condições atmosféricas pela patente EastlundARCO, o Governo norte-americano suprimiu qualquer informação sobre o assunto e declarou que a invenção só serve para pesquisas na atmosfera. 1990: O “WASHINGTON POST” anuncia que os pesquisadores britânicos descobriram que a capa de gelo do Ártico começou a ser reduzida desde que teve início o programa Woodpecker soviético, em 1976. “Em outubro de 1976, o gelo tinha espessura média de 5,3 metros. Em maio de 1987, era de apenas 4,3 metros. Os cientistas calculam que, entre 1976 e 1987, a espessura do gelo flutuando sobre 115.000 milhas quadradas do Oceano Ártico diminuiu em cerca de 15%”. 1990: A revista “PROGRESSIVE MAGAZINE” informou que cada torre GWEN (Grand Wave Emergency Network) ou Rede de Emergência de Ondas no solo, possui “uma centena de fios de Cobre (Cu), cada um com 100 metros de comprimento, que penetram cerca de 40 cm no solo... seu maior objetivo é a IRRADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA... as torres GWEN emitem radiações não ionizantes e fazem isso o tempo todo, testando a cada hora”. As torres GWEN operam numa faixa de frequências diferente da do sistema Woodpecker soviético. Mas o Woodpecker foi projetado para operar no globo inteiro, com enorme poder, gerando ELF com ondas longas de milhares de milhas. O sistema GWEN, muito menor, foi projetado para controlar as condições atmosféricas locais. 1990: A obra “OS PERIGOS DA ELETROPOLUIÇÃO”, de Robert O. Becker, M.D., (autor de “O CORPO ELÉTRICO”) e um dos tops experts em Biomagnetismo comenta sobre o sistema GWEN: “GWEN é um soberbo sistema em combinação com a ressonância do ciclotron, para produzir alterações de comportamento na população civil. Aforça do campo geomagnético varia de um lugar para outro dentro dos Estados Unidos. Entretanto, se for requerido ressonar um íon específico sobre seres viventes numa localidade específica, é necessária uma frequência específica para essa localidade. O espaçamento entre os transmissores GWEN, de 200 milhas (cerca de 350 km), dentro dos Estados Unidos permitiria que tais frequências específicas fossem “costuradas” à força do campo geomagnético em cada área GWEN”. Contrariando as alegações governamentais que GWEN é um sistema mais endurecido, o Dr. Becker sustenta: “O sistema GWEN é baseado em transistores; mesmo colocado em bunkers blindados, continua vulnerável a um pulso eletromagnético (EMP) criado por explosão nuclear. A mais, o EMP produziria correntes mais fortes no subsolo nas faixas dos sinais GWEN, que reduziriam sua capacidade de transmissão. Finalmente, a localização das torres GWEN é conhecida pelos soviéticos, sendo, portanto, vulneráveis a ataques”. As declarações do Dr. Becker provam que a GWEN tem outras finalidades que estão sendo mantidas em segredo para o povo americano. Desde 1980, quando iniciaram as obras das torres GWEN, o Governo sempre sustentou que a finalidade oficial era manter as comunicações de defesa na eventualidade de ataque nuclear contra os Estados


Unidos. Entretanto, são lógicas e racionais as fortes evidências que estas torres GWEN têm funções escondidas para controlar as condições atmosféricas. 1991: O “THE NEW YORK TIMES” publica: “Três estudos separados descobriram que parte do Hemisfério Norte coberta pela neve tem ficado menor, que o gelo no mar perto da Groenlândia tem ficado substancialmente mais fino e que a neve do Alasca derreteu duas semanas antes em 1980 do que em 1940”. Outro estudo, publicado no mesmo dia (04 de julho de 1991), na revista “NATURE” diz: “O gelo no mar Ártico regrediu levemente em direção ao Pólo Norte, em 1980. As medições foram efetuadas diariamente entre outubro de 1978 e agosto de 1987, por sensores a bordo de um satélite”. 1991: O “ALASKA DAILY NEWS” traz um artigo sobre HAARP: “Energia elétrica flutua sobre o Alasca, onde fica visível como aurora boreal, uma cortina branca, verde e carmesim. Essas brilhantes luzes nórdicas são, realmente, produzidas por um enorme gerador natural, como partículas do vento solar que colidem com o campo magnético terrestre, que produz mais de 10 milhões de megawatts. Existem correntes concentradas, conhecidas como ELECTROJETS, que fluem na ionosfera e que alcançam, às vezes, milhões de Ampères. Então, os electrojets tocam a terra, como nas tempestades magnéticas e destroem cabos telefônicos e a rede de eletricidade”. O jornal informa que pesquisadores da Universidade do Alasca, da UCLA e do Estado da Pensilvânia, todos contratados no trabalho pré-HAARP, “acharam alguns resultados promissores em emitir energia dentro da ionosfera para criar ondas de frequência extremamente baixa (ELF), que podem alcançar longas distâncias e grande profundidade”. 1992: em 02 de março, foi emitida e especificação “SS-HAARP-02”, que estabelece, entre outras coisas: “A técnica também tem sido usada para gerar sinais ELF/VLF em certo número de estações de aquecimento por altas frequências no leste e no oeste”. Portanto, pela primeira vez, documentos do Governo norte-americano confirmam a existência de uma rede de sistemas aquecedores américo-soviéticas para as condições atmosféricas. Os soviéticos, que trabalham em níveis mais altos de potência que os americanos, têm informado que conseguiram estimular a ionização pelo impacto de elétrons. Considerando que os soviéticos trabalham com potências várias vezes mais altas que os emissores ocidentais, acredita-se que eles já ultrapassaram os limites e estão, agora, explorando um regime de fenômenos indisponíveis para estudos e aplicações no oeste. O que está claro é que a energia gigawatts ou mais efetivamente irradiada, colocada em regiões limitadas da ionosfera, pode alterar dramaticamente os espectros refletivos termais, eletromagnéticos (rádio frequências) e óticos. A especificação “HAARP” mostra como o sistema gera efeitos similares aos dos soviéticos. “No pico das operações, quantidades modestas de energia começaram a entrar em aceleração eletrônica, resultando em níveis modestos de impactos eletrônicos do AIRGLOW. Este aumento do airglow (brilho do ar) sugere que... interações entre partículas de onda e aceleração eletrônica estão envolvidas no próximo estágio”. A lauda mais importante da especificação continua dizendo que: “O equipamento principal é o conjunto de receptores ELF na faixa de frequência de 30 – 200 Hz, bem mais ampla que a anteriormente admitida da faixa entre 70 – 150 Hz, localizada em campo perto ou longe do gerador ELF de calor...”.


HAARP envolverá a eficiência acoplada entre os ELF gerados na ionosfera para baixo, dentro das guias de ondas da ionosfera terrestre, onde as ondas ELF poderão penetrar e interferir com o dínamo terrestre natural. Em 13 de agosto de 1991, foi concedida mais uma patente ao Dr. Eastlund de nº. 5.038.664. Com essa invenção parte do cinturão magnético protetor que escuda a Terra poderá ser manipulado em larga escala. 1992: O “WASHINGTON POST” relata que a incidência de sinais ELF associados a terremotos estão continuando. “Satélites e sensores no solo detectaram misteriosos sinais rádio ou atividades de ondas elétricas e magnéticas antes dos maiores terremotos em 1986-1987, no sul da Califórnia, em 1988 na Armênia e em 1989, no Japão e norte da Califórnia. Um físico da Universidade de Atenas observou sinais eletromagnéticos em seis dos sete tremores de terra, na Grécia, em vários anos. As ondas rádio eram de baixa frequência; essas frequências são conhecidas como muito baixa (VLF), extremamente baixa (ELF) e ultra baixa freqüência (ULF). Essas ondas podem viajar através de grande quantidade de rochas sólidas e através da atmosfera”. 1992: Segundo o “WALL STREET JOURNAL”, o aparelho de controle das condições atmosféricas da ELATE INTELLIGENT TECHNOLOGIES INC.”, de Moscou, é vendido para quem desejar a tecnologia para obter um padrão de condições atmosféricas finamente sintonizadas num raio de 200 milhas (que é o mesmo obtido por cada unidade GWEN). A companhia pode eliminar o smog industrial, mudar a direção de tufões e evitar chuvas ácidas. Poderá, até, transformar o furacão Andrews numa caprichosa rajada de vento (o contrário também é verdadeiro: ele pode expandir o poder de um furacão para níveis altamente destrutivos). A ELATE opera no aeroporto de Bykovo, perto de Moscou, com controle computadorizado e declara que seu sistema é mais barato, mais claro e muito mais efetivo do que outras técnicas para criar chuvas ácidas sobre áreas limitadas. Seu fundador é o professor Lev Pokhmelnykh, um respeitado físico especializado em eletrostática. 1993: O “THE NEW YORK TIMES” relata: “Durante os últimos 12 anos, com uma ou duas exceções, o tempo tem ficado extremamente seco no oeste. Esta seca já está indo embora, após sete anos”. É de se notar a redução temporária no número de transmissões Woodpecker pela quebra da União Soviética. O jornal descreve como o velho sistema soviético alterou a localização do bloqueio atmosférico na costa oeste, enviando ar morno e úmido para o Alasca. Essa seca terminou coincidindo com um período de intensas tempestades magnéticas que interromperam continuamente as comunicações terrestres. 1993: O “WASHINGTON POST” publicou: “Cientistas descobriram que a baixa atmosfera terrestre é atravessada por rios de vapor de água que rivalizam com o Amazonas no volume de água transportada. Este é o principal mecanismo pelo qual a água atmosférica é levada do equador para os pólos”. Não se conhece porque essa água flui ao longo de rios estreitos e não em larga corrente. Os satélites revelaram que, no Hemisfério Sul, existem cinco desses rios e, no Hemisfério Norte, só quatro. Eles fluem a uma altitude de não mais que 1,9 milhas acima da superfície e têm comprimento de mais de 7.000 km ou mais, com largura entre 700 e 800 km e, às vezes, ondulam horizontalmente. A vazão típica transportada mede 165.000 kg de água por segundo, comparável ao fluxo médio do rio Amazonas. Criando barragens no céu, no estilo das ondas estacionárias gigantes de Tesla, tais rios da atmosfera podem ser desviados para gerar maciças devastações diluviais, como a que ocorreu em 1983, com o dilúvio no Vale do Mississipi.


1993: Segundo o “THE NEW YORK TIMES”: “Em dezembro de 1992 e janeiro de 1993, um grande pico de pressão atmosférica sobre o Golfo do Alasca, desviou o jet-stream, o grande rio em alta cota, que flui no Hemisfério Norte, de oeste para leste, em direção ao Hawaii, onde recolhe umidade... então, esse “abacaxi” foi para o leste, jogando essa umidade no oeste, como chuva no interior ou como neve, mais ao norte. Na primeira semana de fevereiro de 1993, a alta pressão que bloqueava o sistema desceu para o sul, recolocando-se no oeste do Canadá, desviando o ar do Ártico para baixo, na planície central. Aqui, encontrou o ar morno vindo do Golfo do México e formou o braço meridional do jet-stream”. Foi assim que se iniciou a precipitação sem fim no vale superior do Mississipi, gerando o dilúvio devastador de 1993. Vários relatórios informaram que o rio Ohio recebeu um fluxo anormalmente baixo. O sistema ELF Woodpecker de bloqueio que gerou o terrível dilúvio no vale superior do Mississipi estava localizado logo ao leste da bacia do rio Mississipi, de maneira que as tempestades de chuva que chegavam batiam contra a barreira e se dirigiam para nordeste, em lugar de atravessar a bacia do rio Ohio, o que deveria ter ocorrido se houvesse condições atmosféricas normais. 1993: O “THE NEW YORK TIMES” publicou que “... o dilúvio do meio oeste apresentava características anômalas de condições atmosféricas, parecidas com operações bélicas em guerra. Em todo o cinturão de cereais choveu em proporções bíblicas, 49 dias corridos, às vezes, torrencialmente”. 1993: Segundo o “THE NEW YORK TIMES”, “experts em desastres estimaram que esse dilúvio causou perdas acima de US$ 12 bilhões em fazendas e deixou 50.000 pessoas desabrigadas. As águas afetaram mais de 20 milhões de acres de agricultura, incluindo 7 a 8 milhões de acres que foram submersos ou ficaram molhados demais para serem plantados”. Este fenômeno foi o pior a inundar os Estados Unidos. Em julho de 1993, fotos de satélites acharam que o meio oeste estava coberto por tanta água, que a região parecia um sexto grande lago. Desde junho, 421 dos 791 condados do nono estado tinham sido declarados áreas de desastres federais. 1994: A revista “TULSA WORLD” apresentou evidências adicionais sobre a presença de grupos de cientistas russos em Livermore. O Livermore Lawrence Laboratory tem um time secreto de 21 membros do “PROJECT WOODPECKER”, que ganhou um prêmio especial da CIA e da NSA. Isto demonstra que os governos americano e russo estão unindo esforços para melhorar seus sistemas de modificações globais das condições atmosféricas. 1994: A revista “TULSA WORLD” relatou que: “O catastrófico terremoto de 17 de janeiro de 1994, em Los Angeles, foi precedido por misteriosos sinais rádio. Em 15 de janeiro, o cientista Jack Coles (da rede de previsão de detecção de terremotos de San Jose, Califórnia) expediu um alerta sobre um terremoto iminente. Nesses dois dias, Coles avisou que “tinha notado um aumento nos sinais rádio, incluindo anomalias magnéticas e problemas elétricos”. Coles disse: “Isto significa um terremoto dentro de 3 dias que superará 6 graus na escala Richter”. O terremoto de Los Angeles alcançou 6,6 graus na escala Richter”. Alguns observadores, em Los Angeles, declararam ter ouvido dois “booms sônicos” (sintomas típicos do uso do sistema Tesla russo), antes do fenômeno. Outros disseram que o terremoto “literalmente explodiu”.


1994: A revista “SCIENCE NEWS” relatou que, em 08 de junho, “um terremoto de magnitude 8,2 emanou de 600 km abaixo da Bolívia, sacudindo o planeta, suficientemente forte o bastante para deixá-lo tinindo como um sino”. O jornal relata o que Nikolas Tesla tinha descoberto vários anos antes: “Como um sino, a Terra tem duas frequências naturais que começam a repicar, se o globo for atingido bastante fortemente. A mais persistente delas faz com que o globo se contraia e se expanda a cada 20 minutos, quase como se respirasse. Os cientistas podem detectar essas frequências até 3 meses após o terremoto”. 1994: O “THE NEW YORK TIMES” sustenta que o dilúvio que inundou a Geórgia, o Alabama e a Flórida, em julho de 1994, é “um dilúvio que pode ocorrer uma vez a cada 500 anos”. 1994: A revista “AVIATION WEEK & SPACE TECHNOLOGY” relatou que: “A missão Discovery também envolveu dois aviões Electra, que, no período de 16-17 de setembro, voaram em parte da órbita da Discovery, atirando seu laser na terra em pulsos de 10 Hz através da janela de quartzo dos aviões. A Discovery e os dois aviões operaram “simultaneamente” de diferentes altitudes sobre o mesmo alvo na terra”. Os 10 pulsos por segundo é a mesma frequência primária EXATA que tem sido transmitida por vários anos pelo Amplificador Tesla do Woodpecker para a guerra das condições atmosféricas, contra a América, desde 1976. A frequência de 10 Hz é a mesma da faixa alfa (α) cerebral e tem sido utilizado especificamente para controlar as mentes por vários anos.

CONCLUSÃO O que se depreende do anteriormente apresentado é que o conjunto militar-industrial, tanto dos Estados Unidos como da Rússia opera de pleno acordo, mesmo quando as duas potências enfrentavam-se (a palavras), no período da Guerra Fria. Ambos governos perseguiam suas próprias finalidades, um tentando sobrepujar o outro, com aparelhos eletrônicos, magnéticos, elétricos, magnetohidrodinâmicos, etc., sempre mais potentes e de maior alcance. A União Soviética começou em 1976 com um estressante pic-pic, o som do pica-pau e, na rádio, foi denominado Woodpecker. Após a II Guerra Mundial, os soviéticos receberam da Iugoslávia o dossiê completo dos estudos de Tesla e suas mais de mil patentes. Com profundo respeito e devoção a esse fantástico cientista, mobilizaram seus melhores cérebros e ampliaram mais ainda as fronteiras que o próprio Tesla tinha desbravado, descobrindo novos e amplos horizontes para uma ciência toda nova, a ciência das ondas, ou seja, a Ciência da Energia, das vibrações; deixaram para trás as teorias de Einstein que, para eles, podiam ser melhorados, conseguindo um complexo sistema de superarmas chamadas “escalares”, num período em que o Ocidente ainda idolatrava a descoberta da célebre: E = mc2. E descobriram que, de posse dessas técnicas “escalares”, podia-se fazer coisas nem sonhadas pelos autores mais audazes de ficção científica. E chegaram ao controle das condições atmosféricas, tanto localizadas como globais, deixando antever possíveis usos bélicos. De quebra, perceberam que as tais ondas podiam também ser utilizadas para dominar as mentes dos seres humanos, técnica contra a qual estamos completamente indefesos. Os americanos, mesmo operando com um sério atraso em relação aos soviéticos, continuaram fascinados por Einstein, o “bicho sagrado” da ciência ocidental, mas, finalmente, despertaram e trataram de alcançar os soviéticos.


Por sua vez, os soviéticos perceberam que estavam na dianteira, mas que quem tinha o dinheiro eram os americanos e decidiram que seria bem mais saudável aliarem-se a eles. Resultado: os dois Governos, de posse da ciência e do dinheiro, deslancharam e o resultado dessa aliança tem sido altamente proveitoso, tanto no Ocidente como no Oriente. Avanços fantásticos foram obtidos em várias áreas tecnológicas, na Medicina, na Agricultura, etc. Porém, certas técnicas exigem serem experimentadas e, em escala planetária. Assim, ambos governos decidiram fazê-lo e, na falta de um planeta que servisse de cobaia, passaram a utilizar... o nosso (que é deles também). Só que: o que fariam com os bilhões de indivíduos que teimam em continuar habitando esse planeta azul? A solução mais simples consistiu em... ignorá-los e o anteriormente apresentado demonstra que isso foi exatamente o que sucedeu. Do ponto de vista científico, no interesse só da ciência, a coisa até que poderia ser aceitável. Mas não se levou em consideração um monte de outras coisas: a saúde, as condições de vida, os desejos, os amores e os ódios, as religiões, crenças, hábitos, vontades individuais, os direitos de cada um... e assim por diante. Foram gerados furacões destruidores, terremotos e fenômenos atmosféricos que, na maioria dos casos, foram cuidadosamente escondidos, como na estória que continua a ser alardeada, do aquecimento global atribuído a toda a Humanidade e à sua insana falta de precaução, quando, na verdade, o aumento da temperatura e o degelo das geleiras nos pólos são resultados de técnicas utilizadas para resolver o problema de como tornar utilizável a Sibéria, livrando a Rússia da escravidão da falta crônica de trigo. E nós acreditamos; engolimos tudo que nos apresentam e aceitamos. Sem chances, sem esperanças de evitar novos desastres, pois em nada podemos influir nos experimentos. Será isso justo? Converter toda a população da Terra em cobaia, impondo-nos terremotos, inundações, destruições, mortes, fome, desespero sem fim... Pessoalmente, acho que todos, vocês também, não gostam de serem sacrificados vivos, no interesse da Ciência, como se faz em nossos laboratórios com milhões de animais, cujo único crime foi de nascer num planeta demoníaco e arrasador. Ninguém pergunta a opinião ao animal que vai ser seccionado ainda vivo. A desculpa é que não haverá sofrimento, porque se usa anestesia. Mas em nosso caso, onde está a anestesia de centenas de milhares que perderam suas propriedades, suas vidas, seus amores, familiares e parentes que pereceram afogados em dilúvios artificiais, apenas para se ver se os bloqueios atmosféricos funcionavam? E isto é apenas o aperitivo. Nada sabemos do que estão aprontando para sujeitar a natureza às máquinas eletromagnéticas que visam domá-la a qualquer custo. A natureza é sábia é já está respondendo. A Ressonância de Schumann acelerou sua pulsação e já distanciou fortemente sua vibração da do cérebro humano. De 7,83 Hz passou, agora, a cerca de 15 Hz. Não temos mais diálogo com a Mãe Terra; nossa diretora que tudo orquestrava simplesmente se afastou, foi embora, deixando a Humanidade exposta a si mesma. Os resultados aí estão. Basta abrir um jornal para verificar que o Homem continua uma besta, violentamente selvagem, capaz de qualquer loucura. Mas continua chamando-se de Homo Sapiens sapiens... Tirem suas próprias conclusões, não é preciso muito esforço. E, dos abismos siderais, está chegando a nosso Sistema Solar algo que colocará as coisas nos eixos. Quebrados os ovos, será feita a omelete e os que sobrarão poderão edificar uma nova “Era de Ouro”, como houve no passado e


como continuará havendo, tantas vezes quanto necessárias até que o Homem consiga compreender que sua natureza é a de um deus e se comporte como tal. Sou otimista a esse respeito, pois a Providência Divina sempre sabe que faz... OBRIGADO! Fonte: http://oppositeextreme.blogspot.com/2009/07/salvatore-de-salvo-haarp-high-frequency.html

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HAARP - HIGH FREQUENCY ACTIVE RESEARCH PROGRAM  

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