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Apoios

Muitas razões para votar na chapa Construir e Avançar

Incontáveis vitórias do movimento dos trabalhadores começaram no Senge-RJ tendo à frente muitos dos companheiros que ainda hoje lá estão construindo novas trincheiras. O Senge-RJ é hoje referência nacional pela coragem de agir e a vontade política de fazer acontecer. Vamos reunir o maior número de profissionais para votar e garantir as forças políticas que necessitamos para levar à frente a reforma sindical. Vagner Freitas, presidente da CUT Nacional

“O voto na chapa Construir e Avançar é muito mais que uma ação política. É o referendo histórico e a afirmação de um trabalho de dignificação do movimento sindical que veio se consolidando ao longo das ultimas décadas. Contamos com a presença do Senge-RJ na construção da CUT e nos avanços do sindicalismo no estado. Uma presença firme, combativa e transformadora, capaz de ampliar e renovar o cenário de lutas que nos unem em torno de bandeiras comuns que apontam para novas vitórias dos movimentos sociais”. Darby Igayara, presidente da CUT-RJ.

Apoio a chapa Construir e Avançar dos companheiros porque o compromisso que vêm demonstrando com as lutas sociais sempre fez a diferença. Assim como faz a diferença o empenho histórico pela valorização da profissão e o respeito ao salário mínimo profissional. Não podemos perder de vista tudo o que sofremos até que os ventos do processo de democratização começassem a ventar nesse país, quando o Senge-RJ abriu as portas para outros sindicatos e para que as lutas populares se fortalecessem. Eliomar Coelho, vereador PSOL/RJ 4

Sou parte da história do Senge-RJ. Integro a velha guarda dos engenheiros nas lutas sindicais. O Senge-RJ é o espaço da retomada das lutas sociais e das lutas pela democracia em nosso país. Contribuímos muito para a renovação do movimento sindical em âmbito nacional e precisamos avançar pelo voto e pela mobilização da categoria. Jorge Bittar, deputado federal PT/RJ

Apoio a chapa que hoje se candidata à próxima gestão do Senge-RJ porque em todos os movimentos e embates da Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet) contamos com a solidariedade e o companheirismo do Senge-RJ. E mais do que isso, apoio a integridade e a seriedade com que esses companheiros conduzem suas ações. Fernando Siqueira, vice-presidente da AEPET Entidade nacional, a Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros é testemunha da força política do SengeRJ e do quanto tem sido vitorioso na conquista de direitos da categoria. Nosso apoio irrestrito e incondicional à chapa Construir e Avançar. Carlos Bittencourt, presidente da Fisenge

Engenheiros e engenheiras estão sendo convocados a exercer o direito do voto nas eleições do Senge-RJ. Sabemos as dificuldades de afirmar as questões de gênero em categorias majoritariamente masculinas, mas temos consciência de que já avançamos. Embora o caminho de grandes transformações seja longo, temos nessa gestão chances para novos e significativos avanços. Vera Bacelar (CET-Rio)

Votar, participar dessa eleição, é da maior importância. Como integrante das forças políticas que derrotaram os representantes da ditadura na década de 80, no SengeRJ, sinto-me extremamente à vontade para comemorar o que construímos no passado e desenhar os avanços de um futuro próximo. Em função das mudanças no Brasil e no mundo, o momento é especial. Vamos ampliar ao máximo a participação dos profissionais que atuam em todos os segmentos da engenharia nas eleições do Senge-RJ. Vamos fazer desse pleito um marco na nossa luta. Agostinho Guerreiro, presidente do Crea/RJ

Nosso apoio tem razões históricas. O sindicato dos engenheiros no estado do Rio de Janeiro tem sido valioso parceiro do Clube de Engenharia em defesa de nossas principais bandeiras de luta. Essa, entre muitas outras razões, nos levam a convidar todos os engenheiros do estado a participarem do pleito que dará continuidade às inprescindíveis ações do Senge-RJ pelo emprego e o desenvolvimento nacional. Francis Bogossian, presidente do Clube de Engenharia

Os engenheiros do estado do Rio de Janeiro têm neste mês de março a oportunidade única de demonstrar a força da categoria como reflexo do trabalho sério e estratégico que os companheiros que agora se candidatam à gestão 2013-2016 vêm realizando. Com um dado bastante significativo: a inovação de um sistema que facilita e democratiza o direito do voto. Edmilson Valentim, deputado federal PCdoB-RJ


Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro Gestão 2013/2016

Construir e Avançar

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Será realizada de 19 a 21 de março a eleição para diretoria do Senge-RJ, mandato 2013-2016. Mais uma vez, o Senge-RJ inova: com facilidade e maior participação nos destinos do seu sindicato, todos os associados poderão votar em casa ou em qualquer computador com acesso à Internet. Veja, a seguir, quem integra a chapa única Construir e Avançar, o programa para o próximo triênio, como funciona o sistema Vota Senge e as muitas razões para fazer parte dessa história.

Da esquerda para a direita na primeira fila, Luiz Cosenza (Conselho Fiscal), Alcebiades Fonseca, Carlos Cruz, Clóvis Nascimento, Olímpio Santos, Maria Vírginia, Mário Lúcio (Diretor Regional/Sul Fluminense), Agamenon Oliveira e Victor Ferreira. Na segunda fila: Paulo Granja, Flávio Ribeiro, Jorge Saraiva, Jorge Antonio, José Amaro, Marco Antonio, Adalberto Garcia, e Jorge Mendes.

Integram ainda a chapa

Clayton do Vabo

Lusia Oliveira

Fernando Turino

Eduardo Duarte

José Stelberto

Gunter Angelkorte

Miguel Sampaio

Paulo Quintanilha

Júlio Arruda

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Programa da chapa C 1) As conjunturas: econômica, política e sindical Enquanto os países centrais, principalmente os europeus, se debatem com enormes dificuldades em sair da crise, sem nenhuma perspectiva de fazê-lo no curto e médio prazo, com altos níveis de desemprego, o Brasil atravessa um período de baixíssimos níveis de desemprego, com alguma pressão inflacionária, mas também baixíssimo crescimento. As dificuldades em imprimir um ritmo mais acelerado à economia esbarram em problemas estruturais graves na infraestrutura, além da baixa produtividade e insuficiência de investimentos. Somente o crescimento da demanda e o consumo das famílias tem se mostrado insuficientes para colocar o país em patamares maiores de crescimento econômico. Do ponto de vista político, nosso sistema representativo continua dominado pelas oligarquias a despeito do surgimento de uma nova geração de políticos. Os novos políticos continuam a operar no interior dos velhos espaços e dos velhos métodos de fazer política. Neste sentido, é simbólico que as duas casas legislativas tenham sido entregues a dois legítimos representantes desses sistemas políticos do passado, obviamente, devidamente repaginados e exteriormente recauchutados. Isto significa um rebaixamento geral da política em todos os níveis. O movimento sindical, em face de uma política econômica que beira o pleno emprego e com os ganhos reais de salários dos anos anteriores, entrou em compasso de espera. Acrescente-se a isto a baixa renovação das direções sindicais e a formação de uma burocracia sindical com baixíssima criatividade e imaginação política. Neste cenário, tem sido freqüente, face às dificuldades em acertar o passo da economia, assistirmos a uma grande movimentação do governo secundado por setores do empresariado no sentido de diminuir seus custos de produção, chegando ao extremo de desenterrar a malfadada reforma trabalhista, último refúgio da desfaçatez e que tem soado como uma provocação em qualquer ouvido de sindicalista. 2) O Senge-RJ, as lutas gerais e as lutas da categoria O Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro, ciente de seus compromissos com o aprofundamento das lutas democráticas do país, e com os embates da categoria dos engenheiros face às 2

significativas mudanças ocorridas no setor elétrico brasileiro, tem pela frente o desafio de uma ampla mobilização dos eletricitários, pela manutenção das empresas estatais — Eletrobras, Furnas, Eletronuclear e Cepel —, como fatores de desenvolvimento do Brasil e do Estado e, principalmente, pela manutenção de níveis compatíveis de emprego nessas empresas. A drástica restrição na arrecadação dessas empresas promovida pelo atual governo, com a finalidade de diminuir o preço da tarifa, objetivo este com o qual concordamos, vai na contramão da solução e do enfrentamento dos sérios problemas estruturais do setor, especialmente, quanto ao modelo de compra e venda no mercado livre de energia, este, sim, que poderia representar, de fato, um real fator de distribuição de renda, representa, no nosso entendimento, o principal obstáculo para a redução efetiva da tarifa. É preciso, também, o enfrentamento dos problemas da infraestrutura brasileira, ampliando-a e colocando-a acessível e à disposição de toda a população brasileira. Entendemos que o Senge-RJ, juntamente com a CUT, Central Sindical a qual somos filiados, e outras entidades da sociedade civil, deve promover os debates sobre esses temas, com o objetivo de produzir propostas para esses setores. Dentro deste contexto, vemos com muita preocupação a sobrevivência, no médio prazo, dos fundos de pensão das empresas estatais, além de outros entulhos da visão neoliberal e que continuam a ameaçar e restringir a aposentadoria dos trabalhadores. Assim, o famigerado “fator previdenciário” continua a ser um escárnio e um aviltante constrangimento a pesar sobre nossas cabeças. Se o sistema político brasileiro pouco se modernizou após a redemocratização e ainda é apropriado por grupos de oligarcas, os meios de comunicação, além de oligopolistas, fazem da manipulação e da desinformação do cidadão sua razão de ser. O Senge-RJ está disposto, juntamente com a sociedade brasileira, a lutar pela democratização dos meios de comunicação, incentivar todas as iniciativas populares no campo das comunicações, no sentido de encontrar um caminho no qual a informação chegue ao cidadão brasileiro sob diferentes pontos de vista e onde todas as correntes de opinião


a Construir e Avançar possam se expressar livremente sem os “pseudo-consensos” e a ditadura do “pensamento único”. Outro motivo de nossas preocupações e ações será o acompanhamento das diversas políticas e das obras públicas em especial aquelas que fazem do nosso estado o epicentro das atenções e de uma ampla mobilização dos governos federal, estadual e municipal com vistas a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Nos diversos fóruns especializados dos quais participamos e nos nossos órgãos de comunicação defenderemos os direitos das populações mais pobres e desassistidas contra o poder avassalador da especulação imobiliária bem como contra toda e qualquer política de remoção. Finalmente, devido sua importância estratégica, as questões relacionadas com a educação dos cidadãos, em última instância, representam uma questão democrática fundamental e, como tal, daremos especial atenção a ela. Além disso, a formação dos engenheiros continuará a ser uma de nossas maiores preocupações e motivo de estratégias específicas de nossa atuação. Esta, associada a outras políticas econômicas e educacionais gerais, significam formas fundamentais de operar uma profunda transformação no panorama científico e tecnológico brasileiro, no sentido de dotar o país de uma infraestrutura moderna, com altos índices de produtividade, com possibilidade de mudar nossa pauta de exportações, aumentando o peso dos produtos de alto valor agregado.

3) A modernização de nossas instalações e os novos serviços oferecidos Até abril deste ano, entregaremos as novas instalações do Senge-RJ aos associados. Com isto, poderemos atender a todos com maior conforto e promover novos cursos, mais encontros e seminários, enfim, aumentar nossa capacidade de fazer política voltada para nossos associados e em sintonia com as lutas democráticas do povo brasileiro. Isto também possibilitará a construção de uma agenda cultural constituída por ciclos de debates, um cineclube que atraia outros segmentos da sociedade que ainda não frequentam o Senge-RJ, exposições de fotografias ou de pintura, com a transformação do espaço do Senge em um centro cultural que se entrelace com o espaço político enriquecendo-o e transformando-o. Quanto à assistência jurídica, continuamos firmes em oferecer, nas diversas áreas do direito, a melhor qualidade a um custo reduzido. Quanto às Negociações Coletivas, pretendemos ampliar o leque de empresas e setores, além daquelas com as quais já negociamos, sem abrir mão da alta qualidade, para esse fim, da assessoria técnica da Sub-Seção do DIEESE no Senge-RJ. Além disso, a partir de convênio firmado com a Mútua/ RJ, pretendemos ampliar, e muito, toda a rede de serviços e convênios (mantidos pela Mútua, em todo o Brasil), que estarão disponíveis a todos os sócios do Senge-RJ, sem custo adicional.

Saiba como funciona o sistema Vota Senge É fundamental manter os dados cadastrais rigorosamente atualizados, especialmente endereços eletrônicos (e-mails). Como muitas empresas bloqueiam links em seus e-mails corporativos, dê preferência ao cadastramento de e-mails pessoais. Caso a opção do eleitor seja pelo sistema tradicional de votação em cédula de papel, poderá fazê-lo. O voto será colhido em separado em uma das urnas instaladas na sede do sindicato e na Delegacia

Sindical do Sul Fluminense, em Resende. Os engenheiros aptos a votar receberão um e-mail informando sobre a eleição. Em seguida, será enviada uma nova mensagem com um link, que permitirá a votação. Este link é pessoal e intransferível. Ao receber o link o eleitor deverá seguir os seguintes procedimentos: clicar no link; identificar-se; votar; reler a opção escolhida; confirmar o voto. Caso prefira, o eleitor também poderá votar pelo site do Senge-RJ. Basta

acessar www.sengerj.org.br e clicar no link correspondente à votação e inserir o seu CPF. O sistema, então, enviará um e-mail para o eleitor, com o acesso à votação. O sistema Vota Senge foi totalmente desenvolvido sem vincular o voto ao eleitor, garantindo o sigilo.

Mais informações: www.sengerj.org.br

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Jornal da Chapa "Avançar e Construir"