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Mútua busca atrair

novos associados

Procuram-se

profissionais qualificados Goiás é o terceiro maior produtor nacional de bens minerais, mas faltam profissionais qualificados para atuar no mercado goiano. O alerta é do geólogo e diretor do Senge-GO Antônio Soares Frasca. A realidade se torna especialmente negativa no momento em que Goiás espera receber investimentos planejados já para o próximo ano. Os recursos devem vir da União, Estado e iniciativa privada.

Pouca gente sabe, mas profissionais com registro nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Creas), além de empregados do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea), podem contrair empréstimos sem burocracia e a juros baixos, basta que se filiem à Mútua. Mesmo assim, apesar de atuar como entidade assistencial do Sistema Confea/Crea, atualmente a Mútua lida com a dispersão de interesse dos profissionais da área.

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E por falar em ART

Não deixe de anotar o nome do SENGE-GO na Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), no campo “Entidade de Classe”. É uma contribuição indispensável para o combate do exercício ilegal da profissão e uma importante receita para a nossa entidade manter todos os serviços prestados aos associados. Portanto não esqueça de preenchê-la, lembrando que os profissionais não sindicalizados também devem fazer a anotação.

redução da jornada... Encerradas as eleições de outubro, o movimento sindical terá de se mobilizar para ver na pauta de votação do Congresso Nacional, ainda neste ano, a PEC 231/95, que reduz a jornada de trabalho para 40 horas semanais e eleva o pagamento da hora extra normal de 50% para 75%. A proposta foi aprovada na comissão especial em 30 de junho de 2009 e está pronta para votação em plenário, mas não saiu da gaveta desde então.

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PALAVRA DO PRESIDENTE

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Cidadania e filiação sindical

C

idadania sob o prisma Ainda há um longo casindical se confunde em minho a ser percorrido pelo muito com a história das sindicalismo no Brasil atual. lutas pelos direitos e conquistas Temos de trabalhar e exigir trabalhistas. A cidadania está cada vez mais que nossos em permanente construção – engenheiros se filiem aos siné um referencial de conquista, dicatos, e aos filiados e diripor meio daqueles que sempre gentes sindicais que saiam lutam por mais direitos, maior dos discursos de campanha liberdade, melhores garantias e realmente façam com que individuais e coletivas, e não Gerson Tertuliano o movimento sindical ganhe se conformam frente às do- Engenheiro Eletricista e de Segurança importância fundamental na minações arrogantes, seja do do Trabalho e Presidente do Senge-GO sociedade. É preciso levar a próprio Capital, instituições ou pauta a todos os rincões do pessoas que não desistem de privilégios. Estado de Goiás, de forma a inserir a classe Ser cidadão é ter consciência de que se têm profissional na sociedade sindical e cidadã. direitos. Direitos à vida, à liberdade, ao salário Devemos ficar atentos com os represenjusto, ao trabalho que te faça feliz, à igualdade, tantes políticos que acabaram de se eleger, coenfim, a direitos civis, políticos e sociais. Mas brando dos mesmos a postura ética e a prática este é um dos lados da moeda. Cidadania pres- da cidadania que proclamaram em seus discursupõe também deveres. O Engenheiro, assim sos de campanha. como todos os cidadãos, tem de ser consciente No meio sindical, os sindicalizados que de suas responsabilidades como integrante de escolhem seus dirigentes devem participar da uma coletividade na qual o funcionamento har- vida sindical, comprometendo-se com os seus monioso depende da parcela de contribuição eleitos, apontando o que aprova e o que não de cada parte, visando o bem comum. aprova em suas ações. Assim, vão se sentir ciNo discurso do mundo contemporâneo, dadãos participantes do processo. Ser cidadão há superexploração da palavra cidadania. é se sentir responsável pelo bom funcionamenDiferentemente de seu real sentido, é usada to das instituições. É se interessar pelo bom anpara referir-se a tudo: de direitos humanos a damento das atividades do sindicato, exigindo, direitos do trabalhador, entre outras infinitas com postura de cidadão, que este seja coerenaplicações. Mas cidadania deve ser vista sob te com seus fundamentos, razoável no cumprio prisma de valores éticos, como liberdade, di- mento das suas finalidades e intransigente em reito à democracia, à opinião e, sobretudo, ao relação aos princípios éticos. exercício do livre arbítrio. Ser cidadão sindicalizado é ter consciência de que se tem direitos: à valorização profissioNo dizer de Dalmo Dallari: nal, salário digno, liberdade, propriedade, igual“A cidadania expressa um conjunto de direi- dade de direitos, enfim, a direitos civis, políticos tos que dá à pessoa a possibilidade de parti- e sociais. Mas que direitos pressupõem tamcipar ativamente da vida e do governo de seu bém deveres. O sindicalizado tem de ser cônspovo. Quem não tem cidadania está marginali- cio de suas responsabilidades enquanto parte zado ou excluído da vida social e da tomada de integrante da coletividade, do sindicato. Para o decisões, ficando numa posição de inferiorida- bom funcionamento do conjunto, todos devem de dentro do grupo social” [1]. ter o dever de dar sua parcela de contribuição. No nosso Sindicato de Engenheiros, estes Na história recente, verificamos várias direitos e deveres devem ser mais observados, ações de cidadania como, por exemplo, o movi- tanto pelos dirigentes sindicais, quanto pelos mento dos “caras-pintadas”, mobilização jovem sindicalizados, já que somos uma parte da soque contribuiu para a recuperação da democra- ciedade formadora de projetos, de sonhos reacia. As ações populares, civis públicas, além da lizáveis e de opiniões. Fica, então, o convite a atuação dos Ministérios Públicos se tornaram todos os profissionais de Engenharia: não só se importantes instrumentos na defesa da ordem, filiem ao Senge, mas também participem efetido regime democrático e dos direitos sociais. vamente de seu sindicato.

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TRIÊNIO 2010/2013 ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO SINDICATO DOS ENGENHEIROS DE GOIÁS PRESIDENTE Gerson Tertuliano Engº Eletricista DIRETORIA João Batista Tibiriçá Engº Civil Antônio Augusto Soares Frasca Geólogo Cláudio Henrique B. Azevedo Engº Eletricista Argemiro Antônio F. Mendonça Engº Civil José Augusto L. dos Santos Engº Eletricista Caio Antônio de Gusmão Engº Civil Edson Melo Filizzola Engº Civil Marcelo Pontes Pereira Engº Civil Luiz Carlos Carneiro de Oliveira Engº Eletricista João Dib Filho Engº Eletricista Eduardo James de Moraes Engº Civil Marcelo Emilio Monteiro Engº Agrônomo Wanderlino Teixeira de Carvalho Geólogo CONSELHO FISCAL Eduardo Joaquim de Sousa Engº Civil Antonio Carlos das C. Alves Engº Civil Adelita Afonso Boa Sorte Engº Eletricista Leonardo Martins de C.Teixeira Engº Civil José Luiz Barbosa Araújo Engº Agrônomo REPRESENTANTES JUNTO À F.N.E Annibal Lacerda Margon Engº Agrônomo Argemiro Antônio F. Mendonça Engº Civil Marcos Rogério Nunes Engº Agrônomo Wanderlino Teixeira de Carvalho Geólogo JORNALISTA RESPONSÁVEL Sarah Mohn Circulação gratuita entre os associados. Endereço: Av. Portugal nº 482 Setor Oeste, Goiânia-GO Telefones: 3251.8181 / 3251.8967 Email: senge-go@uol.com.br Site: www.senge-go.org.br Todos os artigos e citações aqui divulgadas são de responsabilidade da Diretoria. As matérias assinadas são de responsabilidades dos autores e não correspondem necessiariamente à opinião do Jornal.

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Senge em Notícias

mineração

Geólogo Sênior da CPRM, Antônio Soares Frasca

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Falta

mão-de-obra

qualificada G

oiás é o terceiro maior produtor nacional de bens minerais, mas faltam profissionais qualificados para atuar no mercado goiano. O alerta é feito pelo geólogo sênior da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) –empresa governamental vinculada ao Ministério de Minas e Energia –, Antônio Soares Frasca. Segundo ele, que também compõe a diretoria do Sindicato dos Engenheiros de Goiás, como o Estado não capacita profissionais para a área precisa buscar mão-de-obra qualificada fora, mas a alternativa nem sempre preenche a carência interna. “Não há desemprego para profissionais de Geologia e de Engenharia de Minas e Energia, porque faltam recursos humanos no mercado”, atesta Frasca. Apesar de o Estadoter se originado justamente em virtude da ocupação de bandeirantes em busca de ouro e outros metais preciosos, a contradição é injustificável: em Goiás,nenhuma faculdade ou universidade pública ou particular oferece curso superior para qualquer uma das duas áreas. Apenas

o Instituto Federal de Goiás (IFG) disponibiliza curso técnico em Mineração. A realidade se torna especialmente negativa no momento em que Goiásaposta no crescimento da área e espera receber investimentos planejados já para o próximo ano. “O Estado tem elevado potencial de minerais. Esperamos investimentos da ordem de bilhões de reais para pesquisa com outro, fosfato, níquel, alumínio, tanto por parte da iniciativa privada, quanto do governo federal. A expectativa é a criação de empregos diretos e indiretos no setor”, antecipa Frasca. Em abril deste ano, a Câmara Setorial de Mineração da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG) divulgou um levantamento apontando previsão de investimentos para o setor na ordem de US$ 2,5 bilhões. O estudo estima que, nos próximos cinco anos, devem ser gerados 53 mil novos postos de trabalho no Estado, sendo 13 mil diretos e 40 mil indiretos. Os investimentos tendem a ser direcionados especialmente para exploração de mine-

rais como ouro, níquel, nióbio, cobre, calcário, fosfato, cal, fosfato, manganês, amianto, cerâmica.O resultado desses investimentos é o aumento do Produto Interno Bruto goiano e brasileiro, além da oferta de emprego para profissionais de área. É importante ressaltar que a maior parte da produção das grandes mineradoras é exportada.

Sindicato Se faltam profissionais qualificados para atuar na área, é maior ainda a carência de geólogos e engenheiros sindicalizados. Antônio Frasca ressaltaa necessidade de os trabalhadores criarem laços diretos com os sindicatos que os representam. “Precisamos que esses profissionais se identifiquem com o sindicato e saibam a importância dele dentro da política que vão exercer nas empresas, especialmente visando melhoria de salários e das condições de emprego.As pessoas saemdas universidades pouco conscientes da necessidade de sindicalização profissional”, critica.

SERVIÇOS OFERECIDOS PELO SENGE Atendimento odontológico • ADULTOS Atendimento às quintas-feiras, mediante agendamento prévio com Idáliapelo telefone 3251-8181. • CRIANÇAS E ADOLESCENTES (PREVENÇÃO ODONTOLÓGICA) Atendimento todos os dias, mediante agendamento prévio com Idáliapelo telefone 3251-8181. • CONVÊNIO ODONTOLÓGICO Oferecemos convênio em todas as especialidades odontológicas.

• CONVÊNIO MÉDICO Oferecemos convênio em todas as especialidades médicas. Para ser atendido, basta ao associado pegar autorização no Sindicato. • FUNDO DE SAÚDE É uma parceria do Sindicato com a Unimed, com cobertura em consultas, procedimentos cirúrgicos e internação. • CONVÊNIO COM LABORATÓRIOS MÉDICOS • ASSISTÊNCIA JURÍDICA TRABALHISTA Os atendimentos serão realizados com tabela própria NOVEMBRO 2010

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NOTAS Felicitações Parabenizamos o governador eleito Marconi Perillo (PSDB) e a presidente eleita Dilma Rousseff (PT) pela vitória alcançada, desejando a ambos que o desarmamento de espírito aconteça de fato e a colaboração mútua seja a tônica de seus governos para o bem da sociedade.

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por Iris Rezende e Maguito Vilela ou se apresentarão novas lideranças?

Será que a equidade se estenderá ao quesito salarial no País?

Lembrete

Eleições 1

Como lembrou o deputado Aldo Rebelo (PC do B), não existe caderneta de poupança de votos. O saldo de hoje não é usado amanhã e, para voltar a tê-los, tem-se que conquistá-los novamente e com muito trabalho.

No Sistema Crea/Confea, o presidente Gerson de Almeida Taquatinga é candidatíssimo à reeleição para o CREAGO. O trabalho que tem realizado o credencia para a disputa.

Eleições 2

PSDB nacional Aécio Neves, Sergio Guerra, Geraldo Alkmin, Fernando Henrique Cardoso, José Serra, além de Marconi Perillo. São tantos nomes que as próximas articulações não serão tarefa simples.

Celg Com a vitória de Marconi Perillo, como ficará a negociação Celg/ Eletrobrás? Deslancha de vez ou continuará a marca-passo?

O engenheiro eletricista Nélio Fleury concorre à presidência da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricista (ABEE). Pode ser mais um goiano no comando da engenharia nacional.

Futuro PMDB de Goiás

Igualdade

Eleições 3

A presidente eleita Dilma, em seu primeiro pronunciamento, pregou a igualdade entre homens e mulheres.

Os engenheiros da CELG aguardam divulgação do edital para eleições da AEC, a associação de classe da categoria.

Passadas as eleições, a pergunta que fica é: como se dará a reorganização das forças do partido? Continuarão passando

ANIVERSARIANTES DO MÊS ADALBERTO GONZAGA NASCIMENTO ADONIRAM GOMES MAGALHAES ADRIENNE MARIA FONTOURA S.CARV AGNALDO EVANGELISTA RODRIGUES ALBANO ARTIAGA MORENO ALBERTO ADRIANO SJOBON JUNIOR ALEXANDRE MARCIO FERRAZ DE LIMA ALEXANDRE TORRES BORGES ANDRE EUGENE LAPECHE ANEZIO JOSE DE OLIVEIRA ANICUENSE ABDALA SIQUEIRA ANTONIO CARLOS CABERO ARALDO MARCIO FERREIRA ARNALDO DA SILVA ZOCCOLI ATAIDE RODRIGUES BORGES JUNIOR ATEVALDO ALVES DE SOUSA CARLOMBERTO ALVES DO NASCIMENTO CARLOS ALBERTO DE MIRANDA CARLOS DE MACEDO E SILVA FILHO CARLOS LUCIO DE LACERDA V. E SOUZA CARLOS PINHEIRO CHAVES CELSO SECUNDINO DE QUEIROZ CHARLES DE OLIVEIRA SILVA CHIRLEI REGINA CAMARGO CARNEIR CIRINEU DE ALMEIDA CLAUDIO LUIZ DE PAIVA BARNABE DALCIO HERMES FONSECA DE ALMEI DARIO CARLOS DE OLIVEIRA DAVISON RODRIGUES ROCHA DOMINGOS AGUIAR DOS SANTOS DULCIMAR CASTRO SANTANA EDSON VALERO AREDA EDSON VAZ DE CAMPOS EDUARDO BILEMJIAN FILHO EDUARDO BORGES DOS SANTOS EDUARDO GEBRIM ELSON TEODORO DA COSTA FABIO JOSE DA SILVEIRA FELICISSIMO ROSA BORGES FERNANDO ANTONIO REIS FILGUEIRA FERNANDO DE CASTRO SANTANA FERNANDO LUCIO P. MENDONCA FLAVIO AUGUSTO STACCIARINI FRANCISCO CHAGAS FRANCISCO DAS CHAGAS SOARES AVILA GABRIEL JOSE BENEDITO DE OLIVEIRA GERALDO FERREIRA ALVES DA COSTA GERALDO HERMENEGILDO PINTO GESNER PARREIRA FARIA GILBERTO DE NAZARE RIBEIRO GILMAR JACO KLOPPEL GLORIA MARIA COELHO DE SOUSA GUSTAVO DE PAULA DA CUNHA MATOS HELIO DIAS DA CUNHA

6/11 30/11 8/11 23/11 12/11 22/11 16/11 7/11 18/11 15/11 5/11 26/11 17/11 1/11 13/11 9/11 4/11 13/11 16/11 3/11 4/11 3/11 7/11 3/11 2/11 8/11 23/11 18/11 22/11 22/11 26/11 30/11 26/11 8/11 28/11 4/11 29/11 8/11 2/11 17/11 14/11 1/11 20/11 11/11 19/11 8/11 2/11 30/11 14/11 10/11 28/11 16/11 25/11 7/11

HELIO NAVES JUNIOR HELIONEI FERREIRA ADORNO HELVECIO TEIXEIRA DE SANTANA HELVIO ALVES CARDOSO HELVIO BARROS GAMA HOMERO AIDAR HUGO MESQUITA IBSEN ROSA IDALINO SERRA HORTENCIO ILDEMAR CARMO DE LIMA IRON DE ALCANTARA OLIVEIRA JAIRO DOS SANTOS LOUSA JEANNE LOBO DE CARVALHO JERUSELENE CARVALHO GARCIA JOAO PESSOA TAVARES JOEL CECILIO JONSON CAMPOS JORGE ARRADI JORGE HELOU FILHO JOSAFA EFIGENIO DOS SANTOS JOSE ALAIR RIBEIRO BATISTA JOSE CARLOS CAMPOS JOSE CARLOS DE SOUZA E C. VALSECCHI JOSE DOS ANJOS BARRETO FILHO JOSE LINO SOUTO JUNIOR JOSE LUIZ DE SIQUEIRA JOSE NUNES DE PAULA JUAREZ BUENO DO PRADO JUDAS TADEU ANDRE JULIANY FAGUNDES BORGES JULIO CESAR DE MORAIS CAZORLA JULIO SERGIO MANZI KARIN SANTANA BEZERRA LAERCIO SILVEIRA DE OLIVEIRA LEANDRO DE OLIVEIRA LILIAN CAMARGO FERREIRA DE GOD LUCIANO PRUDENTE LUCICLEIA DO CARMO SILVEIRA VIEIRA LUIZ ANTONIO MARTINS BRETONES LUIZ FERNANDO WERNECK EVANGELISTA LUIZ GOMES RANGEL LUIZ MIGUEL NETO LUIZ THIENGUE MEDEIROS MAGID ELIE KHOURI MANOEL GARCIA FILHO MARCIO ESTRELA MARCIO JOSE CORREA MARCIO JOSE DE CARVALHO MARCIO RIVETTI MARCIO ROGERIO SILVA VIEIRA MARCO ANTONIO SILVEIRA DE ALME MARCOS ANTONIO CORRENTINO DA CUNHA MARIA CRISTINA DE RESENDE MARIO JOAO DE SOUZA

7/11 5/11 20/11 8/11 23/11 9/11 24/11 3/11 27/11 29/11 26/11 29/11 20/11 22/11 13/11 2/11 15/11 15/11 10/11 14/11 25/11 8/11 28/11 23/11 8/11 19/11 28/11 30/11 29/11 28/11 11/11 8/11 27/11 21/11 27/11 6/11 23/11 12/11 7/11 5/11 12/11 17/11 28/11 4/11 1/11 25/11 15/11 8/11 21/11 26/11 8/11 22/11 8/11 27/11

MARIO MILHOMEN DE CASTRO MARIO OLIVEIRA ORSI MARIZE CAMPOS BARBOSA MARIZI LANDEMBERGER BITTAR MILTON SEPTIMIO ALVES NETO MOACYR MARTINS DOS SANTOS NAIM JORGE ELIAS FILHO NATANAEL ALVES DE ALMEIDA NEWTON GOMES FARIA NILO ELIAS CAMPOS NIVALDO ALVES DA COSTA NONIS MOURA NUBIA CRISTINA LOUZA NYLANDER MARINHO DOS SANTOS JU ORLANDO LISITA JUNIOR ORNELIO LOPES NEVOA OSIRES VAZ SOBRINHO OTMAR ESTEU DE SENA PATRICIA MEDEIROS DE MORAIS JARDIM PAULO ANGELO CARRARO PAULO BENEVIDES DOS SANTOS PAULO CESAR R.DE ALMEIDA PAULO CESAR SANTOS COSTA PAULO GONCALVES CERQUEIRA PAULO TARSO DAHER PLINIO CICERO MACHADO RAULINO ALVES DE CASTRO NETO RENATA KELI SOARES SILVA RENATO BARBOSA ROLIM RICARDO PEREIRA VAZ RICARDO SANTIAGO LECOMTE DE MELLO RICARDO YANO ROBERTO ELIAS DE L.FERNANDES ROGERIO AMADO BARZELLAY ROGERIO CRUZ DIAS TEIXEIRA ROGERIO DEMETRIOS CARVALHO RONALDO CARVELO CARVALHO RUY LECOMTE DE MELLO SACHA GABLER SEBASTIAO NIZIO TEIXEIRA SERGIO ARANTES SERGIO CANDIDO SERRA SERGIO DOS SANTOS JUNIOR SERGIO FRANCO DE CASTRO SERGIO HENRIQUE HORTA SILVA SILAS RODRIGUES MONTALVAO THIAGO MANFRIN MORBECK SOARES VALDECI TEIXEIRA CHAVES VALTER ALVES BATISTA WALDEMAR VIEIRA DE SOUZA WANDER ROSA JUNIOR WEBER COSTA REZENDE WILBER DEOCLEVIO BORGES PEREIRA

14/11 25/11 28/11 5/11 26/11 16/11 8/11 22/11 28/11 29/11 21/11 13/11 10/11 21/11 4/11 18/11 6/11 16/11 11/11 16/11 10/11 14/11 26/11 22/11 24/11 14/11 22/11 24/11 28/11 9/11 11/11 7/11 16/11 6/11 20/11 14/11 5/11 25/11 16/11 19/11 7/11 16/11 28/11 18/11 10/11 23/11 26/11 29/11 9/11 15/11 18/11 25/11 17/11

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Senge em Notícias Mútua luta por

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ENGENHARIA

novos associados V

ocê já imaginou poder contrair empréstimos sem burocracia e a juros mais baixos que de bancos e empresas financeiras especializadas? Pouca gente sabe, mas todos os profissionais com registro nos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Creas), além de empregados do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Confea) podem ter acesso ao benefício. Basta que se filiem à Mútua. Criada em 1977, a Mútua é uma sociedade civil sem fins lucrativos originada pelo Confea, dentro da resolução nº 252 de 17 de dezembro de 1977, conforme autorização legal contida no artigo 4º da Lei 6.496 de 7 de dezembro de 1977. Trata-se da Caixa de Assistência dos Profissionais dos Creas, cujo principal objetivo é oferecer aos associados planos de benefícios sociais, previdenciários e assistenciais, de acordo com sua disponibilidade financeira. Mas Apesar de atuar como entidade assistencial do Sistema Confea/Crea, prestando benefícios diferenciados que garantam melhor qualidade de vida aos mutualistas, atualmente a Mútua vive realidade negativa

provocada pela dispersão de interesse dos associados.Segundo o diretor financeiro da Mútua em Goiás, Engenheiro Agrônomo Annibal Lacerda Margon, cerca de mil profissionais do ramo estão filiados atualmente à entidade no Estado. A cifra é considerada baixa já que, em Goiás, mais de 20 mil profissionais estão registrados no Crea. “O número é pequeno por desconhecimento ou falta de interesse dos profissionais. Eu falo muito nas minhas palestras que em certos momentos da nossa vida estamos sujeitos a sofrer algum aperto financeiro, seja em virtude de acidente ou mesmo da necessidade de viajar, trocar o carro, reformar o escritório, comprar equipamentos ou enfrentar alguma outra situação de aperto. Como o profissional não é sócio da Mútua, acaba tendo que pagar juros altos a bancos ou agiotas. Se ele fosse associado à Mútua, teria esse empréstimo a juros bem baixos e liberado rapidamente”, explica Aníbal.

Como se associar à Mútua O profissional interessado deverá preencher o cadastro on-line, no site www.mutuago. com.br, optando por uma das três categorias

Engenheiro Agrônomo, Annibal Lacerda Margon, diretor financeiro da Mútua em Goiás

oferecidas. Se desejar se tornar sócio contribuinte, pagará a taxa de inscrição (R$ 10) e a anuidade (R$ 130). Os boletos para pagamento da taxa de inscrição e da anuidade serão enviados para o endereço que estiver selecionado no cadastro on-line (residencial ou comercial). O cadastro também pode ser efetuado na sede da Mútua, localizada na rua 239, número 488, setor Leste Universitário.

Aeago homenageia profissionais da Agronomia

A

Associação dos Engenheiros Agrônomos de Goiás (Aeago)prestou homenagem, no dia 14 de outubro, aos representantes da classe que se destacaram em 2010. Foram nove categorias selecionadas pela diretoria, por meio de indicação dos próprios associados. A solenidade é realizada anualmente pela entidade, como forma de valorizar o Dia do Engenheiro Agrônomo, comemorado em 12 de outubro, desde 1933. Como parte das comemorações, foi proferidapalestra com o tema “Agricultura Orgânica como Alternativa ao Desenvolvimento Sustentável em Goiás”, ministrada pelo professor Dr. Paulo Fernandes Marçal, da Universidade Federal de Goiás. Segundo Már-

cio Sena, engenheiro agrônomo presidente da Aeago,desenvolvimento sustentável faz parte da pauta diária não só dos engenheiros agrônomos, mas de todo brasileiro. “Na época em que me formei, tínhamos um enfoque de mercado mais produtivista. As prioridades e o discurso eram outros, a cobrança era feita de outra forma, porque o Brasil precisava realmente aumentar a produção, tanto de grãos, quanto de proteína animal. Hoje, é preciso respeitar o tripé que envolve desenvolvimento sustentável sem abrir mão do aspecto ambiental, social e econômico”, avalia. Márcio Sena ressalta a importância de todas as produções trabalharem sintonizadas para que a renda gerada pela

produção seja lucrativa, mas atingindo o desenvolvimento sustentável. O presidente da Aeago lembra que, atualmente, os engenheiros agrônomos, juntamente aos produtores rurais, são peças fundamentais para o desenvolvimento do Estado, que vive eminentemente da Agricultura e Pecuária. “O campo é grande, amplo, a profissão é bastante ecléticae a demanda tem sido crescente.O peso da Agricultura e Pecuária para a economia goiana é significativo. Envolve o setor de agroindústria, indústrias processadoras de soja, frigoríficas, de algodão, entre outras. Então, mais da metade do PIB goiano depende direta e indiretamente da produção agropecuária”, salienta.

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sindical

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A pauta dos trabalhadores

em risco por Rita Casaro

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ncerradas as eleições de outubro e retomada a atividade regular no Congresso Nacional, o movimento sindical terá de suar a camisa se quiser ver votadas ainda neste ano matérias de suma importância para os trabalhadores. A opinião é do diretor do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), Antonio Augusto de Queiroz, o Toninho. Segundo ele, os principais temas pendentes – a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, a estabilidade de dirigentes sindicais, o custeio das entidades e o fator previdenciário – exigirão mobilização. “O movimento terá que fazer uma ofensiva muito grande, porque as forças contrárias vão trabalhar para que o Michel Temer (presidente da Câmara dos Deputados, PMDB/SP) não paute. Minha opinião é que haverá uma grande dificuldade para que isso aconteça”, pondera. Principal objeto da mobilização sindical desde o ano passado, a PEC 231/95, de autoria dos senadores Inácio Arruda (PCdoB/CE) e Paulo Paim (PT/RS), reduz a jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais e eleva o pagamento da hora extra normal de 50% para 75%. A proposta foi aprovada na comissão especial em 30 de junho de 2009 e está pronta para votação em plenário, mas não saiu da gaveta desde então, devido à forte resistência do empresariado, que não vê vantagem em termos de avanços sociais, conforme foi manifestado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). A ela, já se contrapôs o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). Para a instituição, a jornada de 40 horas, associada à restrição de horas extras, pode criar mais de 2,5 milhões de empregos. Em nota sobre o tema, lembra os diversos benefícios que seriam gerados pela mudança: “A combinação de todos os

fatores desencadeados pela redução de jornada sem redução de salários provoca a geração de um círculo virtuoso na economia, combinando a ampliação do emprego, o aumento do consumo interno, a elevação dos níveis de produtividade do trabalho, a melhoria da competitividade do setor produtivo, a redução dos acidentes e doenças do trabalho, a maior qualificação do trabalhador, a elevação da arrecadação tributária, enfim, um maior crescimento econômico com melhoria da distribuição de renda.” Outro ponto a demandar grande esforço é o fator previdenciário, cujo fim já foi aprovado pelo Congresso, mas recebeu veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 15 de junho último. De acordo com Toninho, uma alternativa viável para reduzir os danos causados pelo coeficiente que diminui o valor da aposentadoria levando em conta a expectativa de vida seria a sua flexibilização por meio do projeto substitutivo de autoria do deputado Pepe Vargas (PT/ RS). Esse mantém a redução do benefício para quem deseja se aposentar sem a idade mínima, mas institui como alternativa as fórmulas 95 e 85, que somam a idade ao tempo de serviço, respectivamente para homens e mulheres, e eliminam o redutor. Além disso, segundo Toninho, o projeto traz outras vantagens aos trabalhadores, como a inclusão na contagem do tempo de serviço de períodos referentes a avisos prévios e seguro-desemprego, a garantia de emprego nos 12 meses anteriores à aposentadoria e não aplicação do fator previdenciário ao segurado deficiente. Também congelar a expectativa de sobrevida quando se atinge 35 anos de contribuição, se homem, ou 30, se mulher, permitindo uma redução da incidência do fator, caso o trabalhador resolva se aposentar antes de contemplar as exigências das fórmulas 95 e 85.

Organização Ainda considerado fundamental à organização dos trabalhadores é o Projeto de Lei 6.706/09, de autoria de Paim, que veda a dispensa do empregado que concorrer ao cargo de direção ou conselho fiscal de entidade sindical ou de representação, incluindo os suplentes, desde o registro da candidatura até um ano após o término do mandato. A matéria, que já foi aprovada no Senado em 16 de dezembro de 2009, está em discussão na Comissão do Trabalho, onde aguarda parecer do relator. O PL é importante para deixar claro o direito à estabilidade dos dirigentes sindicais, eliminando o poder de pressão das empresas contra a sua atuação. Outro assunto que sofre forte oposição, conforme Toninho, e precisará tramitar em regime de urgência para avançar. Do mesmo autor e tendo passado por iguais trâmites está o PL 6.708/09, que acrescenta um capítulo à CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) para dispor sobre a contribuição assistencial. O projeto, que tem o objetivo de estabelecer regras mais claras para o custeio das entidades sindicais, também exige pressão para que seja examinado. Caso o poder de fogo dos trabalhadores não seja suficiente para colocar a sua pauta de interesse em votação neste final de ano e essa fique para 2011, a tarefa passará a ser persuadir uma eventual futura administração petista, favorita nas pesquisas eleitorais, avalia Toninho. “O Congresso vai ser muito identificado com a Dilma (Rousseff), caso ela seja eleita. Dificilmente os partidos vão se separar da base por uma questão trabalhista ou sindical. Assim, a definição do Governo será determinante. Será preciso pressionar”, conclui.

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