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Foto: agecom

Fortalecer, sim. Privatizar, não Sob a gestão do governador eleito Marconi Perillo (PSDB) para os próximos quatro anos, a Saneago espera receber o fortalecimento tão aguardado pela estatal nos últimos anos. Em entrevista ao Senge, a presidente da (Ases) e gerente de Tratamento de Esgotos da Saneago, Marisa de Sant’Anna, ressalta a importância de o novo governo estadual concluir as obras paralisadas ou em ritmo lento e a urgência de se reestruturar pontos específicos da administração da Saneago.

Página 5 Nélio Fleury é o novo presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas (ABEE). Pela primeira vez, um goiano assume a liderança da entidade. Defesa dos profissionais ganhar reforço especial.

ART

Não deixe de anotar o nome do SENGE-GO na Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), no campo “Entidade de Classe”. É uma contribuição indispensável para o combate do exercício ilegal da profissão e uma importante receita para a nossa entidade manter todos os serviços prestados aos associados. Portanto não esqueça de preenchê-la, lembrando que os profissionais não sindicalizados também devem fazer a anotação.

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Goiano comanda a ABEE

Cadê a doação? Área que seria doada para expansão do Instituto Federal Goiano continua embargada na Justiça. Rede supermercadista teria adquirido o terreno em leilão viciado.

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Senge em Notícias 11 de Dezembro, Dia do Engenheiro PALAVRA DO PRESIDENTE

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Triênio 2010/2013

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sta data foi escolhida ou em grandes bancos. O para celebrar o Dia do mesmo acontece com cerca Engenheiro, pois foi em de 40% dos formados de ou11 de novembro de 1933 que tra escola de primeira linha do a profissão foi regulamentada País: o Instituto de Tecnologia no Brasil, por meio do decreto da Aeronáutica (ITA), em São 23.569. Em 1966, esse decreto Paulo. Nesse contexto, desfoi revogado e entrou em vigor tacamos algumas competêna lei 5.194/66, regulamentando cias dos engenheiros que são a profissão. É essa lei que esperfeitas para quem ocupa tabelece as condições e regras Gerson Tertuliano postos de comando: para o exercício da profissão, Engenheiro Eletricista e de Segurança • Exatidão – Engenheios direitos e deveres, além de do Trabalho e Presidente do Senge-GO ros não lidam com margem garantir proteção à sociedade de erro, aquela possibilidade em relação a maus profissionais e serviços. de dar tudo errado. Ao olhar um problema, A engenharia sempre foi um dos cursos identificam todas as variáveis e questionam acadêmicos mais requisitados. Hoje, a dispuos dados até achar a resposta certa. Com ta por vaga em Engenharia Civil, por exemplo, eles, chute não tem vez. supera cursos tradicionalmente mais concor• Lógica – Um engenheiro dificilmente perridos, como Medicina e Advocacia. Isto dede a cabeça diante de perguntas complexas. monstra a importância pela qual a Engenharia Antes de chegar a alguma conclusão sobre o no Brasil vem passando atualmente. todo, ele o quebra em pedacinhos, analisa cada Não é de hoje que os engenheiros estão faum e então monta tudo e resolve a questão. zendo carreira em grandes empresas. Devido à • Raciocínio analítico – Engenheiros disciplina e visão de planejamento, eles sempre aprendem a pensar de maneira estruturada e se saíram bem na alta cúpula das empresas. têm capacidade de abstrair e criar fórmulas para Dos 600 engenheiros formados todo ano pela chegar a uma resposta, mesmo com informaUniversidade de São Paulo (USP), uma das esções incompletas. colas mais conceituadas do País, quase metade • Autodidatismo – Uma característica vai trabalhar em áreas que, aparentemente, nada marcante das boas faculdades de engenharia, têm a ver com o que estudaram na faculdade. que aparece também em escolas de outras áreNão é difícil encontrá-los em consultorias as, é que os alunos não recebem nada mastigado, condensado em apostilas. Eles precisam correr atrás da matéria, conseguir as informações sozinhos. • Familiaridade com números – com tantas informações e dados ao alcance de todos, a capacidade de lidar com matemática e com estatística se tornou fundamental para um bom gestor, coisa de Engenheiro. O mercado continua precisando de gente que raciocine de maneira estruturada e isso os engenheiros fazem como ninguém. São por essas qualidades que os profissionais dessa área se tornam indispensáveis para o desenvolvimento e comando das ações necessárias ao desenvolvimento do nosso Brasil. A esses brilhantes profissionais, nossos parabéns pela passagem de seu dia.

Órgão de divulgação do Sindicato dos Engenheiros de Goiás Presidente Gerson Tertuliano Engº Eletricista

Diretoria João Batista Tibiriçá Engº Civil Antônio Augusto Soares Frasca Geólogo Cláudio Henrique B. Azevedo Engº Eletricista Argemiro Antônio F. Mendonça Engº Civil José Augusto L. dos Santos Engº Eletricista Caio Antônio de Gusmão Engº Civil Edson Melo Filizzola Engº Civil Marcelo Pontes Pereira Engº Civil Luiz Carlos Carneiro de Oliveira Engº Eletricista João Dib Filho Engº Eletricista Eduardo James de Moraes Engº Civil Marcelo Emilio Monteiro Engº Agrônomo Wanderlino Teixeira de Carvalho Geólogo Conselho Fiscal Eduardo Joaquim de Sousa Engº Civil Antonio Carlos das C. Alves Engº Civil Adelita Afonso Boa Sorte Engº Eletricista Leonardo Martins de C.Teixeira Engº Civil José Luiz Barbosa Araújo Engº Agrônomo Representantes junto à F.N.E Annibal Lacerda Margon Engº Agrônomo Argemiro Antônio F. Mendonça Engº Civil Marcos Rogério Nunes Engº Agrônomo Wanderlino Teixeira de Carvalho Geólogo Jornalista responsável Sarah Mohn DIAGRAMAÇÃO Vinícius Alves Circulação gratuita entre os associados. Endereço: Av. Portugal nº 482 Setor Oeste, Goiânia-GO Telefones: 3251.8181 / 3251.8967 Email: senge-go@uol.com.br Site: www.senge-go.org.br Todos os artigos e citações aqui divulgadas são de responsabilidade da Diretoria. As matérias assinadas são de responsabilidades dos autores e não correspondem necessiariamente à opinião do Jornal.

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ABEE

Senge em Notícias

“Faltam engenheiros eletricistas em Goiás” Novo presidente, o goiano Nélio Fleury, quer garantir a presença de engenheiros eletricistas em cargos técnicos e motivar a formação de novos profissionais

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m 18 de novembro, o engenheiro eletricista Nélio Fleury foi eleito novo presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas (ABEE). Desde que foi criada, em 2000, é a primeira vez que um goiano ocupa representação tão destacada na entidade. Durante o triênio 2011 a 2013, Nélio Fleury, que hoje é 1º secretário da atual diretoria da ABEE, levará ao debate as principais demandas no País. Tem como uma das principais bandeiras a defesa da qualificação profissional nos postos de trabalho. Na presidência, estará auxiliado por uma chapa representada por dez estados brasileiros. Formado em Engenharia Elétrica há 28 anos, Nélio Fleury é especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho e possui mestrado em Engenharia da Computação. Na iniciativa privada, comanda a empresa de consultoria Íntegra Gestão e Tecnologia. Confira a entrevista que Fleury concedeu ao Informativo Senge. Senge – Por que o senhor decidiu disputar a presidência da ABEE? Nélio Fleury – A ABEE é estabelecida hoje em 13 estados. Nós montamos a chapa pensando em atender a todos. Como somos seis cargos de diretoria e seis de conselheiros,queríamos colocar um representante de cada Estado. Não foi possível, então tivemos a representação de dez associações. Senge – Quais serão as principais bandeiras defendidas pela nova diretoria? Fleury – A ABEE tem como finalidade estatutária a defesa dos interesses dos engenheiros eletricistas e da engenharia elétrica, nas suas modalidades: engenharia elétrica, da computação, de telecomunicações, de sistemas, eletrônicas. Nosso objetivo é exigir o cumprimento da lei, garantir que os cargos técnicos sejam ocupados por profissionais dessas áreas. Não se pode colocar pessoas sem formação nessa área. Senge – Como poderá refletir para o Estado de Goiás a presença de um goia-

Foto: divulgação

03 Conheça seu direito à Aposentadoria Especial O Sindicato dos Engenheiros de Goiás firmouconvênio com o escritório Iunes Advogados Associados a fim de esclarecer e possibilitar aossindicalizados a assistência jurídica na áreado Direito Previdenciário, especificamentequanto ao exercício de atividade especial. A Aposentadoria Especial é um dosbenefícios concedidos pela PrevidênciaSocial para todos os trabalhadores queexerçam suas atividades em condiçõesprejudiciais à sua saúde, sujeitos aosagentes físicos, químicos ou biológicos,durante o tempo de 15 (quinze), 20 (vinte) ou25 (vinte cinco) anos de carteira assinada,sem a necessidade de se comprovar aidade. Para maiores informações Escritório Lunes Advogados: Praça Pedro Ludovico Teixeira, nº 64 - St. Central Fone: (62) 3091.3336 – Fax: (62) 3091.3337

Engenheiro eletricista Nélio Fleury, mestre em Engenharia da Computação

no na presidência da ABEE? Fleury – Em Goiás, nós somos referência em estruturas classistas. Nós temos entidades de classe que são respeitadas nacionalmente. Estou hoje na diretoria não em função do meu nome, mas de um conjunto de ações da Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas da seção Goiás. Nossa entidade está estabelecida desde 2000.

A diretoria eleita possui a seguinte composição: Diretoria Executiva Presidente Nélio B. Fleury / ABEE-GO Vice-Presidente João Batista Serroni de Oliva / ABEE-SP Diretor Administrativo AramisArauz Guerra / ABEE-SP Diretor Financeiro Celso de Alcântara Chagas / ABEE-DF Diretor Tecnologia e Planejamento Fernando Luis de Almeida / ABEE-MG Conselho Fiscal Conselheiro Titular José Pereira dos Santos / ABEE-SE Conselheiro Titular Claude FranckLoewenthal / APEE Conselheiro Titular José Antônio Canuto / ABEE-MS Conselheiro Suplente Regina Moniz / ABEE-RJ Conselheiro Suplente Paulo Afonso A. Santana / ABEE-GO Conselheiro Suplente Dalmi Fábio da Silva / ABEE-TO

Senge – Qual a principal observação que o senhor faz da atual gestão na ABEE? Fleury – Nosso trabalho nesses últimos dois anos foi consolidar a entidade e, principalmente, garantir e acompanhar a tramitação dos projetos de lei que estão no Congresso Nacional e que de alguma forma interferem na nossa profissão. São vários projetos que tentam desregulamentar nossa profissão. Nós vamos continuar com esse foco, mas englobando outras ações. Senge – Que realidade vive hoje o profissional da Engenharia Elétrica em Goiás? Fleury – Nós temos o objetivo de conseguir formar mais engenheiros eletricistas, motivar mais os jovens a optar pelo curso da Engenharia Elétrica. Ela possui o estigma de ser curso muito difícil, então quando o aluno vai prestar vestibular se assusta e opta por outro curso. O que reflete isso é a baixa ocupação das salas de aula nos cursos de Engenharia Elétrica e de Computação. Nós estamos entrando nas faculdades para estimular o aluno já matriculado a não desistir do curso, mostrando as oportunidades de trabalho, criando bolsas de emprego, dando palestras sobre empreendedorismo. Em Goiás, faltam engenheiros eletricistas. Nós não formamos nem cem engenheiros eletricistas por ano no Estado. É muito pouco. Tínhamos que ter pelo menos 500 profissionais formados a cada ano. DEZEMBRO DE 2010 A JANEIRO DE 2011


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NOTAS

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Aniversariantes do mês ADELMO VENDRAMINI CAMPOS JERSON DUARTE GUIMARAES ALBA REGINA BRASIL RANGEL JOSE RIBAMAR MENESES ALBERTO DE ALMEIDA OLIVAR JOSE DA SILVA M.LOBATO ALDNER VIEIRA RAMOS OSWALDO JOSE P. DE OLIVEIRA ALESSANDRO DE OLIVEIRA BORGES ARTHUR DE OLIVEIRA TELLES ALEXANDRE MOMOTUK WILLER DE ALBUQUERQUE FONSECA ALOISIO ROCHA BALEEIRO PEDRO PEREIRA DA SILVA ANA DAMASCENA MENDES MESQUITA JOSE CARLOS RODRIGUES DE MELL0 ANDERSON LACERDA FELIX DE SOUSA FLAMARION VAZ PINTO ANDRE LUIZ ALESSANDRI M.CASTRO LUIZ RODRIGUES DA SILVA ANISIO BENEDITO DE OLIVEIRA JUNIOR EVAL SOARES DOS SANTOS ANTONIO BAPTISTA MARTINS MOZART ALBUQUERQUE MILHOMEN ANTONIO HENRIQUE C MARTINS ODILON CLARO DE LIMA ATOGAMIS TEIXEIRA RODRIGUES HELIO LEITE MARTINS AUGUSTO DINIZ FILHO WALTER HUGO SCHIMALTZ BELMONTE AMADO ROSA CAVALCANTE JOSE SOARES NASCENTE CAIO ANTONIO DE GUSMAO JUSCELINO BORGES CARNEIRO CARLOS ALBERTO H.TRINDADE MAURO CAMPOS NETO CARLOS ESTEVAM FERLIN MOURA WELLINGTON JOSE BAPTISTA CASSIO RIBEIRO FILHO BATISTA FRANCO FURTADO CESAR ALFONSO CHAVEZ MICHUE ZELIO FRAISSAT CESAR AUGUSTO DE SOUSA SENA ADELVIRO DA SILVA CIDNEY RODRIGUES VALENTE LAURO LUCIO VIANA CINTHIA MARCIA RACHID FRANCISCO JOSE DE SANTANA CLAY MENDES SANCLER HUNGRIA GUIMARAES CLEOMAR NATAL QUINTANILHA VANDERLEI ANTONIO DE ARAUJO CLIDENOR BEZERRA COSTA TELESFORO GUERRA FILHO CRISTOPH ARAUJO GODINHO ROBERTO PIRAGIBE TOLEDO CARVALHO DAILSON FERREIRA RODRIGUES JOSE CHAUL JUNIOR DANIEL DOMINGUES ALVARO ARTIAGA MORENO DANIEL FERREIRA ANTONIO CARLOS CORTES DEUSDETH SILVA BRITO BENEDITO DIAS CARDOSO DURVAL BELLO JUNIOR NEWTON GOMES EBERTI PAULO GONDIM MARCO AURELIO MOREIRA EDILBERTO FONSECA CORREA BOLIVAR GONCALVES SIQUEIRA EDILSON BELO JULIO CESAR COSTA EDMUNDO CASTRO BORGES JAIME MARQUES QUEIROZ EDSON DE ARAUJO EDINON AGUIAR DE ARAUJO EDSON INUMARU ADALBERTO FRANCISCO BRAGA ELBAT VANDERLEY DOS SANTOS DILSON PIRES DE CARVALHO ELIZABETH CRISTINA DE A.MELO SEBASTIAO NEY FERREIRA OTERO ELMAR SANTANA PERSIO MANDETTA ELOIZIO DE ALMEIDA HORACIO FLEURY DE ALMEIDA ELTON MENDES DE SOUZA MOACIR FINOTTI ENEMESIO DA COSTA VELOSO LUZIA DE REZENDE FRAGA ERLANDE DA COSTA CAMPOS FILHO MARTA HORTA FIQUEIREDO DE CARVALHO

2/12 25/1 29/12 14/1 22/12 22/1 14/12 7/1 6/12 31/1 5/12 9/1 13/12 31/1 31/12 13/1 31/12 30/1 28/12 10/1 8/12 15/1 4/12 29/1 17/12 21/1 12/12 23/1 24/12 8/1 14/12 11/1 10/12 22/1 27/12 24/1 9/12 24/1 10/12 30/1 7/12 27/1 17/12 2/1 28/12 3/1 16/12 4/1 30/12 13/1 24/12 21/1 8/12 27/1 13/12 27/1 7/12 4/1 2/12 9/1 25/12 14/1 31/12 30/1 15/12 4/1 22/12 16/1 22/12 19/1 24/12 29/1 7/12 9/1 23/12 11/1 27/12 16/1 19/12 19/1 4/12 20/1 4/12 1/1 26/12 4/1 15/12 6/1 8/12 10/1 2/12 12/1

EUCLIDES FEITOSA LIMA HELENO ARAUJO PRUDENTE EUCLIDES SCARAFICI EDUARDO HENRIQUE S.RIBEIRO EUCLIDES TAVARES DOS SANTOS ALTAMIR RAIMUNDO SIMOES EVALDO MONTEIRO MARTINS DA COS NASSIN TALEB FERNANDO ALVES ABBUD TOSHIO OGATA FERNANDO JESUS OLIVEIRA WASHINGTON RODRIGUES DA SILVA FERNANDO PEREIRA FILHO ROSEDI CASCAO POLI FLAVIO ROLDAO DE CARVALHO LELIS JOSE FRANCISCO PINTO FILHO FLORINDO BRAGA COELHO SEBASTIAO MARCIO SOCRATES G. PINTO FRANCISCO AYRES DA SILVA VANDERLI NUNES VIEIRA FRANCISCO FAUSTINO DIAS ADILSON MARCONDES GARDENIA DE ARAUJO LEITAO SEBASTIAO JOSE DE ALMEIDA GERALDO MARTINS FILHO JOSE FRANCISCO DAS NEVES GILMAR ASSIS DE OLIVEIRA ANTONIO RICARDO SILVEIRA MAIA GILMAR EVANGELISTA DA ROCHA PAULO VIRGILIO TEIXEIRA GILSON NATAL GUIMARAES SEVAN NAVES HELIO EUSTAQUIO CHAVES SAULO DE TARSO ALMEIDA HELIOMAR MAGNAGO JOAO GASPAR FARIAS HENRIQUE PENNA NAVES MIKHAIL SKAF IRAIR AMORIM EDGARD DA COSTA FREIRE IRAPUAN COSTA JUNIOR PEDRO MANUEL F. DE OLIVEIRA MONTEIRO ITAMAR PEREIRA DE OLIVEIRA DIJALMA SOARES IVAN SUHET POSSE HUMBERTO EUSTAQUIO TAVARES CORREA JOAO BAHIA EVANGELISTA LUIZ GONZAGA DE AMORIM JUNIOR JOAO BOSCO VASCONCELOS PAULO ROBERTO NEPOMUCENO JOAO CARLOS REIS SOUB EMANOEL CAETANO CAIXETA JOAO DE SALES OLIVEIRA SILVIO COSTA MATTOS JOAO FONSECA DE OLIVEIRA VICENTE MACHADO JOAO HISSASSI YANO HARLEY SANTIN GONZALEZ JOAO LEMES NETO JAZON MARIANO DE CASTRO JOAO PAULO DE SOUZA LIMA RAIMUNDO VIANA DUTRA JOAQUIM CANDIDO DOS SANTOS HELIO GONCALVES DOS SANTOS JOAQUIM ROBERTO FERREIRA EDUARDO MACEDO BERNARDES JOSE ALBERTO C. DE NOVAIS RAIMUNDO ARI MAIA FREIRE JOSE AUGUSTO ALVARES DA SILVA JOAO LEITE DA SILVA JOSE EDUARDO SANTANA ROBERTO CRAVEIRO CURADO JOSE ELIAS ATTUX VASCONCELOS DE OLIVEIRA SOUZA JOSE FALCETE NETO NELSON DOS SANTOS RODRIGUES JOSE FERNANDES GONTIJO JOSE ENEAS JORGE FILHO JOSE GAMALIEL ANCHIETA RAMOS ARANTE LOPES GUIMARAES JOSE MARIA FERNANDES LUIS FERNANDO STONE JOSE MISAEL G.PEIXOTO REINALDO BASTOS SILVA JOSE SIZENANDO BORGES ELIHU DE ALMEIDA SANTOS JUAREZ CALDAS LEITE VICTOR IACOVELO FILHO JULIO MENDONCA DA SILVA JUVENIL TIBIRICA DA SILVA JUREMA FONSECA RATTES RICARDO VEIGA

28/12 18/1 23/12 20/1 21/12 29/1 28/12 1/1 31/12 1/1 31/12 8/1 31/12 18/1 5/12 19/1 19/12 20/1 17/12 21/1 24/12 22/1 21/12 25/1 5/12 29/1 25/12 16/1 18/12 18/1 25/12 22/1 18/12 29/1 29/12 6/1 6/12 8/1 29/12 10/1 23/12 22/1 20/12 24/1 10/12 30/1 15/12 2/1 3/12 4/1 31/12 9/1 19/12 10/1 10/12 15/1 3/12 19/1 30/12 20/1 7/12 20/1 21/12 22/1 16/12 25/1 12/12 27/1 2/12 28/1 7/12 1/1 21/12 4/1 25/12 8/1 19/12 11/1 1/12 11/1 13/12 13/1 10/12 14/1 2/12 15/1 15/12 21/1 29/12 21/1 24/12 21/1

LAIRTON FILEMOM PINTO 1/12 ALEMAR RIBEIRO DE LIMA 31/1 LAZARO FERREIRA DE CASTRO 29/12 LUIZ EDUARDO COELHO 20/1 LBC 28/12 ARIOVALDO NERI DE BARROS 23/1 LEONARDO HENRIQUE DE SOUZA 7/12 WALDEMAR POLICARPO DA COSTA 9/1 LUIS CARLOS RIBEIRO 8/12 JOSE ALVES GUIMARAES 9/1 LUIZ CARLOS CARNEIRO DE OLIVEIRA 17/12 GUSTAVO BALDUINO DE SENA SANTA CRUZ 10/1 LUIZ CARLOS GARCEZ LIMA 3/12 OSVALDO MARQUES F.SOBRINHO 11/1 LUIZ CLAUDIO DIAS FERREIRA 10/12 SERGIO UTINO 12/1 LUIZ GLEISON AMARAL 15/12 MARCOS ANTONIO THOME 26/1 LUIZ NATAL DE FARIA 24/12 EDWALDO MENDES DAVI 4/1 MARA GRACE SILVA FIGUEIREDO 29/12 NAOMI KANNO 9/1 MARCELLO LEAL 16/12 GERALDO ADAO LEANDRO DE BARROS 10/1 MARCIO GOMES BELEM 1/12 MARIO JOSE RIBEIRO 12/1 MARCO ANTONIO ROSA 11/12 ESTELAMARIS IZAC MARQUES 12/1 MARCO AURELIO BATISTA XAVIER 2/12 FRANCISCO CARLOS DE PAULA DIAS 16/1 MARCOS DA ROCHA LIMA 2/12 MAGALI TEIXEIRA DAHER 16/1 MARGARETH MOREIRA 1/12 CELSO MACHADO DE FARIA 20/1 MARIA DAS GRACAS SIQUEIRA JAPIASSU 1/12 ROBERTO FERREIRA MORGADO 22/1 MARIA JOSE DA SILVA LEMES MENDONCA 11/12 EMMANUEL GOMES FONTENELLE 24/1 MARIA LUCIA LIMA 1/12 LUIZ OTAVIO MARTELETO 25/1 MARIO JOSE VILELA 25/12 ALAN KARDEC ALVES DE OLIVEIRA 27/1 MAURO CHINEM 29/12 MARCOS TEIXEIRA 28/1 MAURO PEREIRA DE SOUZA 4/12 IVAN VALIM LOPES 3/1 MEIRIVANE MENDES DOS SANTOS 29/12 CESAR BUENO DA FONSECA 2/1 MOACIR CICERO DE SA JUNIOR 1/12 NATANAEL GONCALVES LEAL 7/1 MONTGOMERY ROCHA GUIMARAES 2/12 VALERIA FLEURY DE CARVALHO PENIDO 8/1 NADIA MARIA DAL MOLIN 18/12 ELITA PEREIRA CAMPELO 8/1 NELSON D ABADIA GOMES 1/12 FRANCISCO TOMAZ PEREIRA ARRUDA 9/1 NILSON ANICESIO DE FREITAS 22/12 JOSE APARICIO TAVARES DE GOES 9/1 NOEMIA CAIADO VASCO A.SOARES 18/12 MARCIA HELENA MACEDO 13/1 ODAIR DE MIRANDA 19/12 GERALDO CESAR DA SILVA 16/1 OLINGER GOMES 9/12 JOSE ANSELMO ALVES PEREIRA 22/1 OLYMPIO CARLOS MOREIRA 6/12 BENJAMIM JORGE R. DOS SANTOS 29/1 OSVALDO AFONSO DE MIRANDA 24/12 ROMMEL MAIA SARMENTO 30/1 OSWALDO JOSE DE OLIVEIRA 2/12 EDUARDO JAMES DE MORAES 3/1 OVIDIO CUNHA PARREIRA 4/12 MARLENE PEREIRA RISSATI NETO 4/1 PAULA NEUBERGER COTA 3/12 RENATO DE MELO ROCHA 5/1 PAULO ARTHUR BIASUZ MEISTER 12/12 ELVANIO SPENCIERI DE OLIVEIRA 15/1 PAULO GOIAS CORDEIRO DOS SANTO 6/12 HERMINIO RODRIGUES LEAO NETO 17/1 PAULO SILAS FERREIRA 24/12 AURELIO MARTINS LEAO 18/1 PEDRO MARTINS DO VALLE FILHO 26/12 JOAO BOSCO OLIVEIRA MEIRELES 19/1 PETRONIO CARVALHO FRAGA 9/12 EMIVAL MIGUEL DE SANTANA 30/1 RAIMUNDO NEY DE MACEDO LIMA 27/12 HERNANI NEGRAO PEREIRA 30/1 RENATO BATISTA PIRES 25/12 NEUSI NAVES DE SOUZA 6/1 RICARDO DE FARIA PINTO 26/12 CARLOS ABRAHAO GEBRIM 7/1 RICARDO NASCIMENTO 14/12 WAQUIM GEBRIM FILHO 7/1

RIKIO TAKAHASHI MARIA EUGENIA COIMBRA ROBERTO GOMES FRANCO EDMAR DIVINO MOREIRA RODRIGO RORIZ PEREIRA PAULO FERNANDO VILLAS BOAS ROMERITO GONCALVES VALADAO ELIO LUIZ DE LIMA RONALDO MANZI NELSON SADAYUKI OGATA RONAN ABREU REIS RAUL ANTONIO BAHIA SILVA RUBENS CARLOS RIBEIRO DA SILVA ANTONIO STIVAL NETO SAMUEL ANGELO ULHOA AGUIAR HABIB HANNA KHALIL SANDRO OLIVEIRA CARVALHO JOSE SEBBA FILHO SAULO FERNANDO DE OLIVEIRA ANTENOR DIAS DE SOUZA NETO SEBASTIAO AGUIAR PEREIRA ARISTOCLIDES NASCENTE CINTRA SERGIO LEAO ANDRE MARTINIANO PEREIRA CAVALCANTE SHEILA SORAYA ALVES KNUTS FERNANDO DE ARAUJO DAFICO SILVINO RODRIGUES JUNIOR ORION VITA CAIADO DE CASTRO SILVIO RONAN BRESSAN HILDEBRANDO SANTANA NETO SIMONE SILVA MACHADO JOSE ADOLFO MALDI TAKASHI KANEGAR ODONIS SILVA SOARES FERREIRA TALES ALBERTO JARDIM JOAQUIM AUGUSTO THEES PERILLO TANIA DO CARMO RESENDE BORGES CRISMARIA ALVES VELOSO DA SILVA TOMAZ EDSON DE VASCONCELOS JOSE ROBERTO SALAZAR TRISTAO PEREIRA DA FONSECA NETO LUIS TARQUINIO BUNESE LEITE TULIA KHRISTINE DE A.LOPES JURACI BARBOSA FILHO UBIRATA ARAUJO E SILVA JOAQUIM EURIPEDES COELHO JUNIOR URSULA FLAVIA PEREIRA PINTO CLAUDIO MANUEL DA SILVA NASCIMENTO VALDIR DE ARAUJO CESAR FILHO FRANCISCO MOURA DE OLIVEIRA VINICIO JOSE VIEIRA MARCUS VINICIUS COSTA CACIQUINHO VINICIUS DO REGO LUNA KARLA BATISTA AMARAL DO PRADO VIVIANNE FELIPE DE BRITO MARTIM RIBEIRO QUITANILHA JR. WAGNER ALVES VILELA JUNIOR ENOQUE DO CARMO LIMA JUNIOR WALDIR VIEIRA ELIAS VAZ WALTER ANTONIO GARCIA SERGIO AMARAL MARTINS WALTER NATAL DA ROCHA AMADEU PIRES DA SILVA JUNIOR WILIBALDO DE PAULA GONCALVES ADRIANO DE OLIVEIRA LEMOS WILTON FRANCISCO DA SILVA GERANI FELIX DO NASCIMENTO WILTON LUIZ ALVES MARRA KENIA PAIVA FERREIRA FLAVIO DE QUEIROZ IVO RUY CESAR SILVESTRE NAZARETH ZACARIAS DE PAULA NASCENTE NETTO ROBSON DA SILVA LOBO HUMBERTO VASCONCELLOS FRANCA IVANA RASSI MAHAMED TALES ROBERTO FERNANDES SERGIO SALERMO CORREA CLEBER VIRGILIO CORREIA JANE BORGES MARIANO CRISTIANO SILVA LEAO RODRIGO BUENO DE MATOS MARCELO HENRIQUE OLIVEIRA ROGERIO SANTOS MARQUES LEANDRO BARBOSA FERNANDES HELTON INUMARU REIVANDERSON CABRAL DE ASSIS DALIANE BANDEIRA EBERHARDT MARCELO DE BARROS LIMA MARCOS DE JESUS SILVA DANIEL COSTA DE PAULA RODRIGO RODRIGUES BERNARDES PALAZZO

26/12 22/1 22/12 24/1 3/12 25/1 15/12 25/1 1/12 31/1 29/12 1/1 4/12 9/1 31/12 11/1 24/12 16/1 11/12 22/1 2/12 26/1 1/12 27/1 2/12 30/1 1/12 10/1 14/12 24/1 11/12 29/1 26/12 21/1 29/12 5/1 21/12 8/1 21/12 8/1 17/12 20/1 2/12 21/1 4/12 31/1 18/12 10/1 25/12 15/1 26/12 16/1 1/12 3/1 31/12 15/1 24/12 28/1 10/12 11/1 27/12 23/1 25/12 29/1 12/12 5/1 15/12 5/1 8/12 17/1 25/1 21/1 31/1 5/1 1/1 5/1 11/1 13/1 11/1 18/1 25/1 29/1 2/1 7/1 6/1 7/1 1/1 22/1 25/1 11/1 23/1 5/1

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SANEAMENTO

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Saneago precisa ser fortalecida,

não privatizada Entre suspeitas de que a empresa goiana possa deixar de ser gerida pelo Estado no próximo governo, a presidente da Ases sugere outras medidas, como a reestruturação administrativa

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om todas as particularidades políticas que enfrenta a administração de uma empresa de economia mista em que o Estado é o principal acionário, a Saneamento de Goiás S.A (Saneago) chegou a 2010 atendendo 225 do total de 246 municípios goianos – ou 91% da demanda. Já são 88,5% da população goiana atendida com abastecimento de água; 40% com rede coletora de esgotamento sanitário e 35% com esgoto tratado. No total, Goiás conta com 62 estações de tratamento de esgoto. Os números são comemorados pela presidente da Associação dos Engenheiros da Saneago (Ases), a engenheira eletricista Marisa Pignataro de Sant’Anna, e representam a vitrine do trabalho realizado pela equipe técnica da estatal ao longo dos 43 anos de existência da empresa. Segundo Marisa de Sant’Anna, só em Goiânia, o número de ligações de água tratada saltou de 63 mil, em 1983, para 364 mil, em 2009. Em relação às ligações de esgoto, o crescimento pulou de 58 mil, em 1983, para também 364 mil, em 2009. Fundamentada nos dados, a presidente diz que a perspectiva dos funcionários e da própria sociedade com o governo eleito é a formulação de um plano de gestão público voltado à Saneago.“Nós estamos com a expectativa que o governo fortaleça a Saneago, porque vemos como a melhor opção realizar saneamento no Estado por meio da Saneago”, relata Marisa. Ela cita que é necessária a reestruturação da gestão. “É preciso pensar a empresa de forma que se possa otimizar os processos. A Saneago precisa de uma diretoria unida, com o mesmo ideal e voltada para fortalecer a empresa e atender melhor o cliente, porque o foco da Saneago tem que ser o cliente.” Marisa ressalta a necessidade de se concluir as várias obras que estão em andamento ou em ritmo lento no Estado.“Sabemos que há problemas de reprogramação de obras junto à Caixa, mas nós sempre observamos em relação ao governo Marconi

Perillo uma vontade de ‘fazer’. Pelo menos nós escutamos a intenção do próximo governo de terminar as obras paradas ou ainda não concluídas.”Ela enfatiza que, além dese pensar a Saneago otimizando processos, é necessário o repasse de recursos também e o remanejamento das obras paralisadas. Outra preocupação de Marisa se refere ao possível fim do chamado “Subsídio Cruzado”, caso se concretiza a privatização da Saneago. Pelo sistema, criado para favorecer a população de baixa renda, a Saneago estabelece uma única tarifa para os serviços de água e esgoto em todo o Estado. Essa tarifa só se altera em relação ao volume do consumo – o preço do metro cúbico fica mais caro a partir de 10 ou 20 metros cúbicos. Há também o subsídio cruzado entre cidades que a Saneago atende. Por exemplo, como Aparecida de Goiânia é carente de recursos naturais, Goiânia abastece a cidade vizinha. Municípios mais populosos e em que a população possui maior poder aquisitivo subsidiam aqueles em que a população é menor e social e economicamente não evoluída. “Desse modo, todos os municípios podem ser atendidos”, diz. “Às vezes se fala em privatização, mas sem conhecer muito bem a questão do subsídio cruzado e como é a implantação desse sistema. Porque, caso se parta para a iniciativa privada, ela irá se interessar pelo sistema de maior porte e que tenha rentabilidade. E como ficará o resto da população? Pois a maioria das cidades do Estado não tem rentabilidade. A maioria dos municípios em Goiás, talvez mais de 90% deles, é deficitária”, preocupa-se a presidente da Ases.

Água e saúde Marisa de Sant’Anna, que é também gerente de Tratamento de Esgoto da Superintendência Metropolitana de Negócios da Saneago, explica que alguns municípios ainda sofrem carência do sistema oferecido pela empresa, como Aparecida de Goiânia.

Foto: divulgação

Marisa de Sant’Anna, presidente da Ases, lembra que 88,5% da população goiana são atendidos com abastecimento de água

“É uma cidade que cresceu muito, mas não se desenvolveu. O poder público tem muita dificuldade de implantar a infraestrutura necessária lá. Aparecida e o Entorno do Distrito Federal são os locais mais complicados e que a Saneago precisa investir. Mas já temos recursos assegurados para essas regiões.” Segundo a presidente da Ases, a Saneago trabalha para melhorar cada vez mais os índices de atendimento no Estado. Ela lembra que, em Goiânia, a Saneago inaugurou recentemente Barragem do João Leite, que irá garantir o abastecimento da Capital pelos próximos 25 anos. “Goiânia e algumas cidades, como Aparecida, cresceram acima da média nacional. Hoje, no caso de Goiânia, está sendo construído ainda um sistema de captação elevatória e a Estação de Tratamento de Água (ETA) também será construída para garantir esse abastecimento.”

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Senge em Notícias

NOTAS

mostrou a que veio. Argumentam que o petista precisa correr contra o tempo e deixar sua marca em Goiânia. Do contrário, não será reeleito.

Nova prefeitura Esperam-se para janeiro e fevereiro as primeiras mudanças no secretariado municipal. É que Paulo Garcia (PT) havia se comprometido com o ex-prefeito Iris Rezende (PMDB) a não mexer na equipe administrativa até o fim das eleições.

06 todas as informações sejam reveladas para que a meta de se recuperar a CELG supere interesses particulares.

Marconi 2014 Celg Depois de muitas idas e vindas, o acordo do empréstimo à CELG continua mais enrolado que no início da história. Servidores da estatal reclamam que ninguém sabe e informa nada. Enquanto isso a maior empresa de Goiás continua à deriva.

Marconi Perillo (PSDB) assume o terceiro mandato como governador de Goiás e promete fazer história investindo na modernização e desenvolvimento do Estado. Os próximos quatro anos serão fundamentais para o tucano colocar em prática o discurso, se quiser enfrentar a quarta eleição para o Palácio das Esmeraldas.

Barriga

Enxugar

Se perder espaço no Paço Municipal, a maior ala do PMDB avisa que irá romper a aliança com o PT para disputar a prefeitura nas próximas eleições. De fato, é uma oportunidade de o partido tentar se reerguer politicamente e não ser esmagado pelas forças do PSDB, DEM e PT.

Será que a Celg continuará sendo tratada pelos parlamentares goianos como foi o Aeroporto Santa Genoveva? Somente depois de quase cinco anos de total abandono e nenhuma manifestação oficial, tem-se notícia que podem ser retomadas as obras, já que os recursos constam no aprovado Orçamento da União.

Seguindo a linha de administrar Goiás sob a ótica empresarial e constatando um “quadro preocupante” nas contas do Estado, como tem dito a equipe de transição marconista, tucanos trabalham com a hipótesede enxugar a máquina administrativa a partir do próximo ano. Medida positiva se resultar em menos comissionados e apadrinhados no governo.

2012 é logo ali

Reivindicação

Dia do Engenheiro

A população e os engenheiros de Goiás pedem às autoridades políticas que abram a caixa preta das negociações e

Em comemoração ao dia 11 de dezembro, o Sindicato dos Engenheiros parabeniza todos os profissionais da Engenharia que atuam no Estado de Goiás!

Cara do PT Sob reivindicação de petistas, pelo menos cinco pastas devem receber novos titulares a partir de 2011: Secretaria de Educação, Saúde, Habitação, Assistência Social e a Agência Municipal de Trânsito.

Fim da aliança?

A cerca de um ano e meio para as convenções municipais, aliados de Paulo Garcia reclamam que o prefeito ainda não

A assembleia geral extraordinária realizada no início de novembro entre os diretores do Sindicato dos Engenheiros de Goiás recebeu a visita do presidente do Crea-GO, Gerson Taguatinga, que chegou acompanhado do presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Banco do Brasil (AEABB), arquiteto Ricardo Ramos, e da representante da AEABB seção Goiânia, Arquiteta Márcia Andréa Netto. O encontro ocorreu na noite do dia 4 de novembro, com o objetivo de se estreitar a aproximação das entidades. Na ocasião, Ricardo Ramos discorreu sobre as dificuldades que os profissionais da AEABB têm enfrentado no exercício da profissão. Apresentou também um balanço da atuação da AEABB em âmbito nacional. Taquatinga discorreu sobre o andamento da gestão à frente do Crea e apresentou as ações que estão sendo implantadas para melhorar os serviços prestados pelo Conselho, como a aquisição de frota própria de veículos, a reforma da fachada da sede, a ampliação dos espaços internos, além da informatização dos serviços de comunicação.

Senge recebe visita de representantes da AEABB e do presidente do Crea-GO

Serviços oferecidos pelo Senge Atendimento odontológico • Adultos Atendimento às quintas-feiras, mediante agendamento prévio com Idáliapelo telefone 3251-8181. • Crianças e adolescentes (Prevenção odontológica) Atendimento todos os dias, mediante agendamento prévio com Idáliapelo telefone 3251-8181. • Convênio odontológico Oferecemos convênio em todas as especialidades odontológicas.

• Convênio médico Oferecemos convênio em todas as especialidades médicas. Para ser atendido, basta ao associado pegar autorização no Sindicato. • Fundo de saúde O senge firmou contrato com a Unimed para atendimento de seus associados que aderirem ao novo plano de saúde” • Convênio com laboratórios médicos • Assistência Jurídica Trabalhista Os atendimentos serão realizados com tabela própria

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INSTITUTO FEDERAL GOIANO

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Vereador cobra empenho de entidades goianas Esquecida pelo poder público, área que que seria doada para expansão do IFG continua sob impasse na justiça. Fábio Tokarski convoca sociedade civil para envolvimento no debate

Área desativada da antiga CPP seria doada ao IFG, mas foi leiloada irregularmente a uma rede supermercadista. Processo está embargado na justiça

S

e houvesse sido oficializado o repasse do terreno em que ficava a antiga Casa de Prisão Provisória (CPP) ao Instituto Federal Goiano (IFG), provavelmente a instituição de ensino já disporia de uma nova sede para abrigar a Reitoria ou mesmo um prédio próprio para instalação do curso de Engenharia de Software. No entanto, o IFG vive embate na Justiça, com o processo embargado, desde que a rede supermercadista do grupo Pão de Açúcar arrematou a área. Segundo o vereador Fábio Tokarski (PC do B), um dos principais expoentes na luta pela transferência da área, o terreno estaria embargado por ter sido leiloado irregularmente. “Há alguns anos, um ex-governador tentou privatizar a área.No entanto, ela está embargada justamente porque houve irregularidade no processo de leilão. Chego a comparar que a área pode ter duas destinações: ou a de dobrar de tamanho o IFG ou ser destinada a um supermercado, porque essa área é alvo de litígio”, explica. Tokarski diz que apresentou um pedido de audiência ao governador Alcides Rodrigues (PP) para tratar do assunto e que houve aceno de engajamento por parte do governo estadual e a promessa pessoal do governador em realizar a doação. Em

nome da Câmara Municipal de Goiânia, foi promovida uma audiência pública dentro do IFG, em que compareceram a promotora de justiça Laura Bueno, representando o Ministério Público, e o procurador-geral do Estado, Anderson Máximo. “Eles forneceram para a comunidade acadêmica do IFG dados que demonstram que é plenamente viável a destinação, pois é uma área pública, que não poderia ter sido privatizada, que tentou ser privatizada passando por um leilão viciado. Isso faz com que cresça nossa convicção de que é possível fazer essa destinação”, informa Tokarski. No entanto, ele critica a existência de pressão por parte de outros setores, como os envolvidos por interesses imobiliários. “Existem setores contrários. Acho que os setores favoráveis ao desenvolvimento precisam se unir mais para pressionar, porque são diferentes interesses.Penso que a mobilização para aquisição dessa área deve se tornar uma causa das entidades, quer seja do Sindicato dos Engenheiros, do Crea, do Clube de Engenharia, mas também de outras entidades de setores diferentes da engenharia, porque isso diz respeito não só ao interesse da unidade acadêmica, mas do desenvolvimento do nosso Estado.” O vereador lembra que nos últimos

anos o governo federal investiu na expansão dos institutos federais tecnológicos. Ele cita que as escolas técnicas funcionam no Brasil há 108 anos e que, nesse período, existiram 112 unidades no País. No entanto, segundo Tokarski, de 2005 para cá surgiram mais 240 unidades. As escolas se transformaram em centros tecnológicos, os antigos Cefets, e agora são denominadas institutos federais de tecnologia. “Existem recursos para praticamente dobrar de tamanho a unidade do IFG que fica localizado próximo ao Parque Mutirama, em Goiânia. No entanto, além dos recursos, é necessária uma área física”, lamenta. Tokarski ressalta a importância de se formar mão de obra qualificada para atender ao desenvolvimento do Estado. “É preciso que não só os profissionais de engenharia, mas todos os cidadãos goianos, tomem consciência de que um dos gargalos para o desenvolvimento do Estado é a formação profissional. E os institutos federais têm se ocupado de formar profissionais nas diferentes áreas.”Tokarski alerta ainda que “a Constituição Brasileira diz que a terra urbana tem que cumprir a função social e a área pública deve ter destinação consonante com os interesses da população”.

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FNE

Senge em Notícias

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Engenharia

e desenvolvimento

por Rita Casaro

E

m seminário realizado em 8 de novembro, na capital do Estado, o Senge Mato Grosso do Sul, em parceria com a FNE, colocou em pauta temas essenciais à categoria: transporte ferroviário e mercado de trabalho. Na abertura, o presidente do sindicato, Edson Shimabukuro, saudou a participação dos convidados e do público, especialmente dos estudantes. “Vemos aqui muitos acadêmicos que serão o futuro das nossas entidades e do País”, afirmou. Jari de Castro, presidente do Crea-MS (Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia), órgão que também apoiou e abrigou o evento, lembrou a importância de colocar em discussão a matriz de transporte no Brasil. “Temos problemas com as rodovias, e acreditamos que as ferrovias sejam a solução”, resumiu. Na mesma linha, o presidente da FNE, Murilo Pinheiro, defendeu que se dê novo impulso a esse modal. “É a bola da vez”, apostou. Ele falou ainda sobre o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, lançado pela federação em 2006: “É o movimento pelo desenvolvimento, no qual se inserem este seminário e o debate que se faz aqui hoje.” Prestigiaram a solenidade o coordena dor do projeto “Cresce Brasil”, Fernando Palmezan Neto, o presidente do Instituto de Engenharia, Domingos Saíbe Neto, e o da Associação dos Engenheiros Eletricistas, Celso Marlei. Ambos também diretores do Senge.

Nos trilhos Dando início à programação, o engenheiro e consultor Wilson Shimura traçou um panorama histórico da ferrovia no Brasil, implantada em 1854, com 14,5km de extensão, entre Porto de Mauá e Guia de Pacobaíba e Fragoso (RJ). Em 1922, a malha tinha 29 mil km de linhas, que, no entanto, apresentavam problemas de integração pelo uso de dife-

rentes bitolas. Apesar dessa falha no planejamento inicial do modal, ressaltou Shimura, as cidades surgiram e se desenvolveram à beira das ferrovias, que eram privadas e esta tais, nacionais e estrangeiras. No final dos anos 30, teve início a estatização. Depois, 18 linhas foram uni ficadas sob a RFFSA (Rede Ferroviária Federal), criada em 1957. Passando a ser deficitárias por diversas razões, incluindo falta de investimento e problemas de gestão, nos anos 90, a malha nacional não escapou à onda neoliberal que atingia o Brasil e veio a privatização. No total, foram 27.894km. “Com a desestatização, houve concentração nas linhas rentáveis e as demais foram abandonadas”, criticou o especialista. Com isso, o transporte de passageiros foi praticamente extinto, restando os percursos entre Belo Horizonte (MG) e Vitória (ES) e São Luís (MA) e Paraupebas (PA). Após esse revés sofrido pela ferrovia, o modal é responsável por 20,86% dos transportes, contra 60,49% da rodovia, numa relação inversa ao que se observa em todo o mundo, especialmente nos países desenvolvidos. “Ou somos muito mais espertos ou estamos na contramão”, ironizou Shimura. Ele ressaltou a necessidade de expandir a malha brasileira, levando em conta as perspectivas de crescimento da produção agrícola, incluindo o etanol, e de minério de ferro, produtos de exportação, que precisam chegar aos portos. Apesar de desvantagens como a magnitude do investi mento inicial – a implantação varia de R$ 3,5 a R$ 6 milhões por km –, vale a pena recolocar o País nos trilhos, afirmou Shimura. “Os custos efetivos são menores, tendo

em vista o subsídio que a rodo via tem com o menor preço do diesel; consome menos combustível, polui menos e registra menor número de acidentes”, elencou. Diante disso, foram feitas novas inversões no setor nos últimos anos. “No governo que está terminando, houve uma retomada muito grande. É o principal investimento do PAC (Programa de Aceleração do Cresci mento) e, entre suas metas, é o que mais avançou”, constatou. Entre esses, está a Ferrovia Norte-Sul, cujo traçado, com extensão de 3.100km, é inicia do em Belém (PA) e segue até Panorama (SP). A concessão para construção e operação é da Valec Engenha ria, Construções e Ferrovias S. A., empresa pública ligada ao Ministério dos Transpor tes. Além disso, a companhia está a cargo da EF 334 – Ferrovia da Integração Bahia-Oeste, que, partindo de Ilhéus (BA), chega a Figueirópolis (TO), onde se liga à Ferrovia Norte-Sul, num total de 1.490km e da EF 354 – Ferrovia Transcontinental, que partirá do Litoral Norte Fluminense até a localidade de Boqueirão da Esperança (AC), na fronteira Brasil-Peru, com 4.400km. Os projetos, contabilizando apenas os dois primeiros trechos dessa última, têm recursos previstos de cerca de R$ 19 bilhões até 2014, segundo divulgado pela empresa.

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Dezembro 2010