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Escola SENAI Ant么nio Adolpho Lobbe - CFP 6.01


SUMÁRIO

1

SENAI ________________________________________________________2 1.1

2

3

4

Começam as inscrições para cursos técnicos para quem fez o Enem ____________________________ 2

FIESP/CIESP __________________________________________________3 2.1

Hidrelétricas seguirão como carro-chefe, diz Tolmasquim ____________________________________ 3

2.2

Sociedade deve discutir setor elétrico, diz Zimmermann ______________________________________ 4

2.3

Petrobras é ‘noiva de casamento arranjado’, diz Fiesp _______________________________________ 5

2.4

No jornal Diário de S.Paulo, Paulo Skaf fala da importância da valorização dos educadores __________ 6

EDUCAÇÃO ___________________________________________________8 3.1

Indústrias não acham mão de obra qualificada na região de Ribeirão Preto _______________________ 8

3.2

Educação de adultos é baixa em 40 cidades da região de Ribeirão Preto ________________________ 10

3.3

Percentual da região de Ribeirão Preto é 'constrangedor', afirma docente ______________________ 11

INDÚSTRI A/ECONOMI A _________________________________________13 4.1

Brasil é burocrático para 80% da população, diz CNI ________________________________________ 13

4.2

Honda investirá cerca de R$ 1 bi em nova fábrica no interior de São Paulo ______________________ 15

Elaboração _____________________________________________________18

1 SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

Faculdade de Tecnologia eEscola SENAI “Antônio Adolpho Lobbe”

Endereço: Rua Cândido Padim, 25-Vila Prado CEP 13574-320-São Carlos/SP Tel.: (16) 33717273 / Fax: (16) 33717273 e-mail: senaisaocarlos@sp.senai.br www.sp.senai.br


Fonte: Jornal da EPTV

Edições05 ago

1 S E N AI

1.1 Começam as inscrições para cursos técnicos para quem fez o Enem

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Fonte: O Estado de São Paulo

05 de agosto de 2013 | 16h 33

2 FIESP/CIESP

2.1 Hidrelétricas seguirão como carrochefe, diz Tolmasquim KELLEN MORAES - Agencia Estado

SÃO PAULO - As usinas hidrelétricas continuarão como carro-chefe do sistema de energia do País, afirmou nesta segunda-feira o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, durante o 14º Encontro de Energia, promovido pela Fiesp, em São Paulo. Neste ano, haverá quatro leilões para contratação de energia: um de reserva exclusivo para eólicas, dois A-5 (para entrega em 2018) e um A-3 (para entrega em 2016). Tolmasquim defendeu o modelo e explicou que fontes alternativas estão sendo contempladas. A energia solar, por exemplo, estreará nos certames neste mês, no leilão A-3. Na avaliação do presidente da EPE, a fonte ainda é "pouco viável", mas foi contemplada por ser uma reivindicação de empresários. "Além disso, as eólicas começaram assim e hoje são um sucesso", afirmou. Ele explicou que muitas regiões do País têm forte incidência de sol durante o dia e muito vento à noite. "Investidores eólicos estão olhando muito atentamente para esse binômio eólica/solar na mesma área, até porque há infraestrutura instalada", relatou. Reivindicação de empresários de outras fontes concorrentes, a eólica terá leilão exclusivo neste ano, o de contratação para energia reserva, dada sua alta competitividade. No entanto, só poderão participar da disputa as usinas que tenham transmissão assegurada. Sobre usinas que não têm a infraestrutura exigida, Tolmasquim disse que, paralelamente, a EPE trabalha em um estudo sobre expansão de linhas em áreas onde há projetos cadastrados de eólica. Se-

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gundo ele, o material foi enviado ao Ministério das Minas e Energia para avaliação ambiental. O projeto conectaria mais 6 mil MW, que poderiam ser contemplados nos próximos leilões. No evento, Tolmasquim também disse que a EPE espera que a Usina São Manoel participe do 2º Leilão A-5, marcado para dezembro. A hidrelétrica, a ser construída no Rio Teles Pires, com capacidade instalada de 700 MW, enfrenta problemas de licenciamento ambiental.

Fonte: O Estado de São Paulo

05 de agosto de 2013 | 12h 21

2.2 Sociedade deve discutir setor elétrico, diz Zimmermann ANDRÉ MAGNABOSCO - Agencia Estado

SÃO PAULO - O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Márcio Zimmermann, defendeu nesta segunda-feira, 5, que a sociedade discuta o futuro do setor energético do País. Zimmermann disse que o Brasil precisa avançar com a elaboração de projetos hidrelétricos, de olho na necessidade do aumento da geração energética para atender à crescente demanda esperada para os próximos anos. "Precisamos nos adequar à forma que a sociedade brasileira quer. Esse debate é muito importante", disse. Zimmermann participou da abertura do 14º Encontro de Energia organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). "O planejamento é a evolução daquilo que toda a sociedade clama. Quando você é o governo, tem de trabalhar seriamente com isso", disse o secretário executivo do MME, minutos após discurso bastante crítico feito pelo diretor titular do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) Fiesp, Carlos Cavalcanti. Na abertura do evento, Cavalcanti criticou a decisão do governo federal de priorizar projetos de hidrelétricas a fio d''água, sem a existência de grandes reservatórios de água. O tema também já foi citado no passado pela própria presidente Dilma Rousseff, que fez alertas sobre a prioridade dada a projetos a fio d''água. O grande entrave para os projetos com grandes reservatórios de água é a questão ambiental. 4 SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

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Fonte: O Estado de São Paulo

05 de agosto de 2013 | 11h 17

2.3 Petrobras é ‘noiva de casamento arranjado’, diz Fiesp ANDRÉ MAGNABOSCO - Agencia Estado

SÃO PAULO - A abertura do 14º Encontro de Energia, organizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), teve um tom bastante crítico a decisões tomadas pelo governo federal na área energética. A primeira apresentação foi feita pelo diretor titular do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Carlos Cavalcanti, que distribuiu comentários sobre o modelo das usinas hidrelétricas e dos leilões de energia do País, os custos do gás natural e a política federal em relação à Petrobras, entre outros pontos. "A Fiesp foi contra a obrigatoriedade de a Petrobras ser operadora única no modelo de partilha", disse Cavalcanti, comparando a estatal a uma noiva que teve um casamento arranjado, sem o direito de escolher o marido. "É um casamento arranjado para quem der o maior dote, onde a Petrobras é a noiva. A Petrobras perde o direito de escolher o melhor negócio", disse Cavalcanti. O leilão da área de Libra, o primeiro sob o modelo de partilha, prevê que a Petrobras será operadora única da região. Além disso, a estatal terá, obrigatoriamente, uma participação mínima de 30% no consórcio vencedor do leilão. "A Petrobras precisa ter a chance de escolher seu marido e, até mesmo, não casar se entender que do patrimônio não virão bons frutos", complementou. Sob os olhares do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, Cavalcanti também fez duras críticas ao governo federal pela aprovação de projetos contrários à construção de grandes hidrelétricas com reservatórios. "A Fiesp defende que hidrelétricas com reservatórios é a alternativa que combina segurança, preços módicos, baixa emissão de gases de efeitos estufa e que o Brasil

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domina a tecnologia", disse Cavalcanti, após se mostrar contrário a projetos de térmicas a partir do uso de carvão. Cavalcanti também criticou a adoção de leilões de energia com fontes específicas, caso do leilão de reserva apenas com projetos eólicos previsto para este mês, e da política de preços do gás natural vendido no Brasil, assim como do monopólio no segmento de distribuição de gás natural, concedido à Petrobras. Também chama a atenção, na abertura do evento realizado em São Paulo a ausência de representantes do governo estadual, potencial concorrente de Skaf numa eventual candidatura do dirigente ao governo de São Paulo.

05/08/2013 11:00 - Atualizado em 05/08/2013 21:32

Fonte: Portal da FIESP

2.4 No jornal Diário de S.Paulo, Paulo Skaf fala da importância da valorização dos educadores O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo fala dos esforços das entidades da indústrias (Sesi-SP e Senai-SP em promover o desenvolvimento da educação por meio da capacitação dos professores Agência Indusnet Fiesp

Nesta segunda-feira (05/08), o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), do Serviço Social da Indústria (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP), Paulo Skaf, destacou, em artigo nos jornais Diário de S.Paulo e na Rede Bom Dia, a contribuição das entidades para o desenvolvimento do Brasil, por meio da educação. O presidente das entidades enfatizou que não basta apenas colocar criança na escola. “É preciso dar a ela oportunidade de aprender , de se desenvolver. E isso só acontece se houver investimento na qualificação e na atualização dos educadores”, afirmou. 6 SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

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Uma das iniciativas do Sesi-SP nesse sentido, segundo Skaf, é o programa “Saber em Ação” que, no mês de julho, beneficiou mais de 5 mil educadores. O presidente da Fiesp também relembrou que, neste ano, o número de inaugurações de novas escolas do Sesi-SP e Senai-SP chegará a 70 unidades, com toda infraestrutura para oferecer educação de qualidades aos alunos da rede. Para ler o artigo na íntegra, clique aqui, ou acesse o portal do jornal Diário de S. Paulo e da Rede Bom Dia.

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Fonte: A Folha de São Paulo

04/08/2013 - 06h11

3 E D U C AÇ Ã O

3.1 Indústrias não acham mão de obra qualificada na região de Ribeirão Preto DE RIBEIRÃO PRETO

Os números da pouca escolaridade de adultos são sentidos diretamente pela indústria da região de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo). A carência foi notada principalmente nos últimos cinco anos, segundo o Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo). Nesse período, as empresas investiram na troca de máquinas, mais avançadas, e que, portanto, exigem melhor formação dos empregados que vão operá-las. "Essa falta de escolaridade dos empregados, que sempre existiu, ficou mais evidente agora", disse o diretor regional da Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) Guilherme Feitosa. "Você coloca a pessoa na frente da máquina e ela não sabe o que fazer." A entidade representa cerca de 2.500 empresas na região. Feitosa alerta para outro agravante: nem sempre o diploma de ensino fundamental mostra que o empregado está apto. "Já na prova de admissão nota-se que o ensino é fraco, muito abaixo do que se precisa", disse. Uma das alternativas das empresas para driblar essa a carência de mão de obra qualificada são parcerias com prefeituras e, via escolas como as do Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), capacitar novos operários. Com as novas gerações, ele afirmou que as indústrias da região têm encontrado com mais frequência jovens de 18 a 20 anos com o ensino médio completo, o que significa uma escolaridade maior do que nas admissões passadas. Mas a qualidade dessa formação básica, disse Feitosa, também é precária. 8 SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

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VAGAS ABERTAS Os problemas com a falta de estudo acentuam-se principalmente nas cidades de menor porte. Em Serra Azul, a Residual, de tratamento de resíduos industriais, emprega cerca de 40 funcionários.

A maioria não completou a 8ª série, como Eunice Rosário de Souza, 37. Ela olha para o chão e pouco fala quando perguntada até que série cursou. "Meu pai me tirou da escola ainda criança. Mas eu queria voltar a estudar." Segundo o gerente da Residual Julio Cesar Fligiaggi, há dez vagas abertas que a empresa não consegue preencher (de motorista de caminhão, operador de maçarico e ajudante de pátio) que exigem qualificação.

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Fonte: A Folha de São Paulo

04/08/2013 - 06h11

3.2 Educação de adultos é baixa em 40 cidades da região de Ribeirão Preto JULIANA COISSI DE RIBEIRÃO PRETO

José Ricardo de Almeida, 39, já perdeu oportunidades de melhorar o salário. Eunice de Souza, 37, precisa da ajuda dos filhos para tomar o ônibus certo na rua. Em comum, os dois moradores de Serra Azul (302 km de São Paulo) têm o mesmo obstáculo: a baixa escolaridade. Almeida cursou até a antiga 6ª série, quando abandonou a escola para ajudar a família na roça. Eunice não sabe ler. Como estudou apenas até a antiga 1ª série (do primário), só assina o nome. Em uma das regiões mais ricas do Estado, 40 de 82 municípios da região de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) têm menos da metade dos adultos com o ensino fundamental completo, ou seja, que terminaram a antiga 8ª série (hoje 9º ano). Editoria de Arte/Editoria de Arte/Folhapress

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Os dados constam no Atlas de Desenvolvimento Humano, divulgado pela ONU. Se considerado o Estado, onde 62,91% dos adultos completaram o ensino fundamental, o quadro se agrava: só Ribeirão, Franca, São Carlos e Araraquara estão acima da média de São Paulo. E os jovens que ingressam no mercado de trabalho não possuem melhor formação do que os seus pais. Em 43 cidades, menos da metade dos que têm entre 18 e 20 anos concluiu o ensino médio. As cidades com a escolaridade mais baixa são, em geral, menores e rurais, com população que atua nas lavouras de cana, laranja e café. Em São José da Bela Vista (393 km de São Paulo), de 8.075 habitantes, seis em cada dez adultos não possuem a antiga 8ª série. Se não estão no campo, os moradores viajam diariamente para trabalhar nas fábricas de calçados de Franca. A prefeita Célia Ferracioli (PTB) diz tentar em sua gestão atrair empresas e criar cursos.

Fonte: A Folha de São Paulo

04/08/2013 - 06h11

3.3 Percentual da região de Ribeirão Preto é 'constrangedor', afirma d ocente DE RIBEIRÃO PRETO

Os baixos percentuais de escolaridade de jovens e adultos em cidades de uma das regiões mais ricas do país, a de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) revelam uma "situação constrangedora". É o que diz a docente do curso de pedagogia da USP de Ribeirão Noeli Rivas. "As turmas de educação de adultos são sempre renegadas pelo poder público. Falta investimento." Em Serra Azul, por exemplo, apenas 43,62% dos adultos concluíram a 8ª série. Uma das hipóteses para os índices piores em cidades menores é que os moradores que querem ir além nos estudos migram para Ribeirão e outras cidades maiores, segundo o economis11 SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

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ta Reynaldo Fernandes, docente da USP de Ribeirão e pesquisador em economia da educação. Outra razão é que municípios maiores possuem um mercado de trabalho mais atrativo e acabam por estimular essa migração.

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Fonte: O Estado de São Paulo

05 de agosto de 2013 | 16h 28

4 I N D Ú S T R I A/ E C O N O M I A

4.1 Brasil é burocrático para 80% da população, diz CNI Além disso, 73% da população considera que o excesso de procedimentos estimula a corrupção Ayr Aliski, da Agência Estado

BRASÍLIA - A Confederação Nacional da Indústria (CNI) fez um radiografia sobre a opinião dos brasileiros a respeito da burocracia e apurou que 80% dos brasileiros consideram o Brasil "burocrático" ou "muito burocrático". Além disso, fatia de 73% da população considera que o excesso de procedimentos estimula a corrupção. Para a elaboração da pesquisa, a CNI ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios. O estudo apurou também que parcela de 32% da população acredita que o Brasil é mais burocrático que o resto do mundo. A maioria diz que o excesso de burocracia aumenta os preços dos produtos e serviços (77%), dificulta o crescimento do País (73%) e desestimula os negócios (73%). Na pesquisa Retratos da sociedade brasileira: burocracia, fatia de 68% do público consultado diz que o governo deveria eleger o combate à burocracia como uma de suas prioridades. Para 73%, o excesso de procedimentos estimula a corrupção. Grupo de 72% acredita que a burocracia incentiva a informalidade. Outros 72% dizem que faz o governo gastar mais do que o necessário. Apesar das reclamações, 63% das pessoas afirmam que a burocracia é importante para evitar o uso indevido dos recursos públicos e 57% acreditam que a burocracia é um mal necessário.

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Quanto maior a renda familiar, maior a percepção da pessoa de que o Brasil é muito burocrático. Entre os que têm renda familiar acima de dez salários mínimos (R$ 6.780,00 por mês), parcela de 98% considera o Brasil um país burocrático ou muito burocrático. O índice cai para 72%, quando se analisa apenas os entrevistados que têm renda familiar de até um salário mínimo (R$ 678,00 mensal). Obstáculos. O público consultado apontou que os procedimentos mais burocráticos são fazer um inventário, requerer aposentadoria ou pensão e encerrar uma empresa. Também estão nessa lista de dificuldades o processo de tirar passaporte e o de limpar o nome no SPC ou na Serasa. Os mais simples, na opinião dos entrevistados, são o registro de nascimento e a obtenção de carteira de trabalho. O estudo permitiu apurar que metade das pessoas contrata um despachante na hora de encerrar uma empresa, como estratégia para lidar com a burocracia. Os serviços de empresas especializadas também são contratados por 48% da população quando é preciso fazer um inventário e por 41% na hora de licenciar, vistoriar ou transferir um veículo. Uma solução apontada como boa alternativa para reduzir o excesso de burocracia seria a redução do número de documentos. Entre os entrevistados, 83% defendem a unificação da carteira de identidade, do CPF, da carteira de motorista, do título de eleitor e do cartão do PIS/PASEP. Questionados sobre os serviços ou procedimentos feitos nos últimos 24 meses, 21% dos entrevistados afirmaram ter tirado carteira de identidade e 20% disseram ter feito crediário para compra de bens de consumo. Mais de 10% dos brasileiros disseram ter realizado um dos seguintes procedimentos: tirar CPF, carteira de trabalho ou habilitação para dirigir; licenciar, vistoriar ou transferir veículos; receber direitos trabalhistas ou obter empréstimo ou financiamento bancário. Expectativa. A CNI ressalta que, na avaliação da indústria, a redução da burocracia está entre os dez fatores-chave da competitividade. Mesmo assim, a CNI avalia que a burocracia não deve ser eliminada, mas reduzida. "O excesso de burocracia prejudica o País de uma forma geral. Aumenta os custos das empresas e, consequentemente, dos preços dos produtos e serviços, além de elevar o dispêndio de recursos públicos e de incentivar a informalidade. Mas não de14 SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

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fendemos o fim da burocracia, é preciso ter regras no País", afirma o gerente executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. A confederação espera que o Brasil passe da atual 130ª posição do ranking do Banco Mundial que compara a facilidade de se fazer negócios em 185 países para o 80º lugar até 2022. Hoje em dia, países com renda per capita bem próximas à do Brasil apresentam posições muito superiores, como a Colômbia (45º), o Peru (43º) e a África do Sul (39º), destaca a CNI. A mudança de posição no ranking na próxima década, de acordo com a entidade, se dará com mais clareza às normas e previsibilidade à sua aplicação, maior celeridade à tramitação judicial, redução das exigências burocráticas e aperfeiçoamento do sistema de licenciamento ambiental.

Fonte: O Estado de São Paulo

06 de agosto de 2013 | 2h 17

4.2 Honda investirá cerca de R$ 1 bi em nova fábrica no interior de São Paulo Montadora japonesa anuncia nos próximos dias a construção de uma nova fábrica em Itirapina, também em SP, voltada para a produção de um modelo compacto Cleide Silva - O Estado de S.Paulo

A pequena Itirapina, com 15,5 mil habitantes, vai entrar no mapa da indústria automobilística brasileira. A cidade, a cerca de 200 km da capital paulista, foi escolhida pela japonesa Honda para abrigar a segunda fábrica do grupo no País, um investimento de R$ 1 bilhão, segundo informações de fontes ligadas ao negócio. A nova unidade vai produzir inicialmente um carro compacto. Desde a inauguração de sua fábrica no Brasil, em 1997, a Honda quer entrar nessa faixa de mercado. A fábrica de Sumaré, no interior de São Paulo, foi aberta com o sedã Civic e hoje também produz o sedã City e o monovolume Fit. 15 SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

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Com capacidade para 140 mil carros ao ano, a fábrica de Sumaré opera no limite em dois turnos de trabalho e com horas extras. Em visita ao Brasil em outubro, o presidente mundial da Honda, Takanobu Ito, havia antecipado ao Estado planos de uma nova fábrica brasileira. O anúncio oficial será feito amanhã. A direção da Honda deverá divulgar detalhes do projeto, como capacidade de produção e geração de empregos. Procurada ontem, a montadora não quis antecipar as informações. De janeiro a julho, as vendas da Honda cresceram 8,6% em comparação a igual período do ano passado, com 77,3 mil unidades, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O mercado de automóveis e comerciais leves cresceu 2,42% (2,03 milhões de unidades). A fábrica deve ser inaugurada em 2015. Antes, o grupo iniciará a produção de um utilitárioesportivo, rival do Ford EcoSport, em Sumaré. O modelo cotado é o Urban SUV, apresentado em janeiro no Salão do Automóvel de Detroit, nos EUA.

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Com o modelo compacto, a Honda segue a estratégia de outra montadora japonesa, a Toyota, que lançou no ano passado o Etios, produzido na nova fábrica, em Sorocaba. A coreana Hyundai inaugurou fábrica em Piracicaba em 2012 com o compacto HB20. Projetos. O Estado de São Paulo, que abriga 11 montadoras e receberá mais três, também está na disputa pela fábrica de automóveis que a Mercedes-Benz pretende construir. No fim de semana, a revista alemã Der Spiegel confirmou o plano e disse que a fábrica, se confirmada, terá capacidade para 20 mil unidades ao ano do sedã Classe C. A chinesa Chery, que previa inaugurar em dezembro sua fábrica em Jacareí, estendeu o prazo para o primeiro semestre de 2014. A também chinesa Metro-Shacman confirmou investimento de R$ 400 milhões na produção anual de 10 mil caminhões em Tatuí, a partir de meados do próximo ano. Para o diretor do Centro de Estudos Automotivos (CEA), Luiz Carlos Mello, São Paulo é o melhor centro logístico, além de ser o maior mercado consumidor de carros. "Com a rede de rodovias e infraestrutura, cidades do interior são mais viáveis do ponto de vista logístico que muitos Estados." A indústria investirá US$ 30 bilhões no período 2013-2017 em ampliação de capacidade, produtos e inovação no Brasil, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A capacidade produtiva anual saltará de 4,5 milhões para 5,7 milhões de veículos. A previsão da Anfavea é de vender 5,6 milhões de veículos por ano a partir de 2017.

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ELABORAÇÃO

Elaboração

Biblioteca da Escola SENAI Antônio Adolpho Lobbe

Data 06 de agosto de 2013

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Clipping de notícias 06 08 2013  

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