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Escola SENAI Ant么nio Adolpho Lobbe - CFP 6.01


SUMÁRIO

1

2

3

4

SENAI ________________________________________________________2 1.1

Efeito Honda fará ICMS crescer quatro vezes até 2020 _______________________________________ 2

1.2

Brasil precisa superar preconceito contra educação técnica ___________________________________ 4

FIESP/CIESP __________________________________________________6 2.1

Dieese: renda per capta precisa duplicar __________________________________________________ 6

2.2 água

Encontro na Fiesp promove debate, nesta terça (01/10), sobre alternativas para o abastecimento de 7

INDÚSTRI A/ECONOMI A __________________________________________8 3.1

O outro lado do enigma _______________________________________________________________ 8

3.2

Confiança do consumidor continua baixa, informa pesquisa da CNI ____________________________ 10

CIÊNCI A,INOV AÇÃO E TECNOLOGIA _____________________________12 4.1

Prorrogadas as inscrições para o Edital SENAI SESI de Inovação 2013 ___________________________ 12

4.2

Motor híbrido modificado atinge 42 km/l ________________________________________________ 14

Elaboração _____________________________________________________16

1 SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

Faculdade de Tecnologia eEscola SENAI “Antônio Adolpho Lobbe”

Endereço: Rua Cândido Padim, 25-Vila Prado CEP 13574-320-São Carlos/SP Tel.: (16) 33717273 / Fax: (16) 33717273 e-mail: senaisaocarlos@sp.senai.br www.sp.senai.br


1 S E N AI Fonte: Jornal Primeira Página

Segunda, 30 Setembro 2013 19:41

1.1 Efeito Honda fará ICMS crescer quatro vezes até 2020

Protótipo da nova fábrica de automóveis. Montadora fará ICMS saltar 400%. (Foto:Divulgação)

O prefeito José Maria Cândido (PMDB) calcula que após a implantação da fábrica de automóveis da Honda, a arrecadação com repasse de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) passará de R$ 10 milhões para R$ 50 milhões até 2020. “A cidade deixará de ser apenas turística para entrar no rol dos municípios industrializados, o que causará uma grande transformação sócio-econômica”, afirma Zé Maria. O prefeito avalia que o perfil da cidade vai ser modificado. “Entramos no rol dos municípios industrializados. Vamos ter uma explosão na arrecadação do ICMS (Impostos sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) . E, graças a Deus, Itirapina conta com boa estrutura, no centro do Estado de São Paulo, com ferrovias, rodovias, gasoduto e outros potenciais, pôde ser escolhida para receber este investimento”, ressalta ele. Zé Maria já está buscando apoio para a formação dos trabalhadores locais para que possam disputar as vagas na linha de montagem da Honda. “Estamos agora reivindicando ao Governo do Estado uma ETEC (Escola Técnica de Tecnologia) e também à Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) uma escola do SENAI para formarmos a mão-de-obra que possa atuar na nova fábrica da Honda. O objetivo é qualificar a nossa mão-de-obra”.

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PLANO DIRETOR Na opinião do prefeito, um plano diretor que envolva planejamento urbano, desenvolvimento econômico e social de Itirapina se torna fundamental para a manutenção da qualidade de vida do pequeno município. “Na verdade, os governos Federal e Estadual serão beneficiados com grande arrecadação de impostos. Temos um plano em andamento para reivindicarmos uma série de melhorias para Itirapina, buscando fazer frente às novas demandas. Vamos buscar a preparação de um plano diretor para ordenarmos este crescimento”.

DESENVOLVIMENTO REGIONAL O economista Paulo Cereda afirmou ontem que Itirapina com a Honda, São Carlos com a VW e Piracicaba com a Hyundai, formam um novo eixo da indústria automobilística no interior paulista. “A nova fábrica vai receber profissionais qualificados, formados em São Carlos e outras cidades. Haverá um grande avanço no comércio varejista regional que vai ter que abastecer 2.000 pessoas com renda. Toda a região será afetada positivamente com esta nova fábrica”, ressalta ele. Com a nova fábrica, a segunda de automóveis da Honda, a participação de mercado da marca deverá subir de 3,8% para mais de 5%, deixando para trás a rival Toyota, hoje com 4,7% das vendas.

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Fonte: Exame

30/09/2013 18:45

1.2 Brasil precisa superar preconceito contra educação técnica Segundo o diretor geral do Senai, Rafael Lucchesi, Brasil precisa superar mentalidade bacharelesca para equilibrar mercado de trabalho e aumentar produtividade do país

Marco Prates, de

Roberto Setton/Quatro Rodas Treinamento de mecânica numa unidade do Senai: Brasil ainda vive mentalidade bacharelesca, segundo direto geral do Senai, Rafael Lucchesi

São Paulo – No Brasil, 6,6% dos estudantes cursam ensino médio em conjunto com alguma forma de ensino profissionalizante. Em países da OCDE – grupo formado por nações ricas – são 46%. O número é repetido sempre pelo diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi, para convencer qualquer interlocutor que, pelo bem de competitividade brasileira, o país precisa perder a visão “bacharelesca” de que só existe a universidade como caminho para quem termina o ensino médio. “Temos que superar essa resistência corporativista que existe de que educação instrumental não forma para a cidadania. É a maior bobagem”, disse Lucchesi, que é também diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Segundo ele, o salário inicial das dez profissões de formação técnica mais demandadas pelo mercado superam a média dos graduações. Mas os benefícios não são somente para quem completa um curso técnico. Vai também para o país. “Você melhora a competitividade, organiza melhor omercado de trabalho - à semelhança dos países desenvolvidos – e amplia a possibilidade de mobilidade social”, defendeu Lucchesi. O diretor geral do Senai debateu nesta segunda-feira como aumentar a produtividade brasileira no EXAME Fórum, que ocorreu na capital paulista. Outras soluções e problemas 4 SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

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Também presente ao debate, o presidente da IBM Brasil, Rodrigo Kede Lima, atestou o que muitas empresas de qualquer porte alegam: a dificuldade de encontrar mão de obraqualificada no país, particularmente para o setor de tecnologia. O problema é que a questão está longe de ser resolvida. Pelo contrário, a sensação do presidente da IBM Brasil é de que o país continua perdendo grandes talentos. “Hoje eu tenho mais brasileiros trabalhando na IBM no exterior que o contrário. Tenho exportado muita mão de obra brasileira qualificada. Países como China e Índia têm procurado talentos aqui para levar a essas localidades”, afirmou Kede Lima. Para Naércio Menezes Filho, coordenador do Centro de Politicas Públicas do Insper, atacar o gargalo de qualidade da educação hoje no Brasil não perpassa necessariamente pelo aumento dos gastos. Tramita no Congresso o Plano Nacional de Educação, que eleva para 10% os recursos destinados ao setor, hoje em cerca de 6,1% do PIB. “O problema principal é gestão. A proposta de aumentar para 10% não significará melhor aprendizado dos alunos se não melhorar a forma como os recursos são geridos. A cidade de Sobral (CE) conseguiu num espaço de 7 anos ir de um nível mínimo para um nível da OCDE em todos os indicadores. O que mostra que é possível mudar. Se todos fizessem o que Sobral fez, estaríamos em nível de primeiro mundo”, afirmou o especialista em educação.

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2 FIESP/CIESP Fonte: O Estado de São Paulo

30 de setembro de 2013 | 14h 36

2.1 Dieese: renda per capta precisa duplicar BEATRIZ BULLA, FRANCISCO CARLOS DE ASSIS E RENAN CARREIRA - Agencia Estado

SÃO PAULO - O diretor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) Clemente Lúcio Ganz disse, nesta segunda-feira, 30, em entrevista ao Broadcast, serviço de informações em tempo real da Agência Estado, que duplicar a renda per capita nos próximos 15 anos é uma meta "ousada" e que, se o País chegasse próximo disso, já seria satisfatório. De acordo com ele, no entanto, é importante um debate público para discutir as condições a fim de atingir esse crescimento da renda per capita, como proposto hoje pelo tema do 10º Fórum de Economia "Uma estratégia para dobrar a renda per capita do Brasil em 15 anos", organizado pela Escola de Economia de São Paulo (EESP), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Dieese. "A presidente Dilma (Rousseff) já manifestou recentemente em um seminário a ideia de fixar uma meta de crescimento", lembrou. Um dos pontos colocados pelo dirigente para o País atingir um grande crescimento da renda per capita é a qualificação profissional. Ganz disse que 60% dos empregos são ofertados hoje por micro e pequenas empresas e 80% deles são de segmentos de baixa produtividade. No entanto, de acordo com ele, é preciso olhar a desigualdade social como uma oportunidade e um desafio.

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Fonte: Portal FIESP

30/09/2013 17:56 - Atualizado em 30/09/2013 19:11

2.2 Encontro na Fiesp promove debate, nesta terça (01/10), sobre alternativas para o abastecimento de água Evento ocorre nesta terça-feira (01/10), a partir das 13h30 Agência Indusnet Fiesp

Nesta terça-feira (01/10) haverá a apresentação de estudos do Plano Diretor de aproveitamento de recursos hídricos para a macrometrópole paulista. A importância do evento reside no fato de se discutir o abastecimento de água para residências, indústria, comércio, hospitais e agronegócio, além da geração de energia. A macrometrópole concentra área de 70% da população do Estado e compreende as regiões metropolitanas de São Paulo, Baixada Santista, Campinas, Jundiaí e Piracicaba, além dos Vales do Paraíba, Ribeira de Iguape e Sorocaba. Hoje, o Sistema Cantareira é responsável pelo fornecimento de metade da água consumida na Região Metropolitana de São Paulo em um cenário de alta demanda, operando em seu limite. Alternativas incluem a transposição de água de outras bacias que se encontram cada vez mais distantes. A coordenação dos estudos é de responsabilidade de Grupo de Trabalho criado pelo Decreto 52.748/2008, integrado pelas Secretarias de Saneamento e Recursos Hídricos, Planejamento e Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente do Estado. Serviço Data e horário: 1º de outubro, terça-feira, das 13h30 às 18h Local: Edifício-sede da Fiesp (Avenida Paulista, 1313, salão nobre, 15º andar)

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3 I N D Ú S T R I A/ E C O N O M I A Fonte: O Estado de São Paulo

1 de outubro de 2013 | 9h50

3.1 O outro lado do enigma José Paulo Kupfer

As informações da PNAD-2012 sobre emprego e renda reforçaram os dados apresentados pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME). Embora com diferenças na forma de apuração – a PNAD, por exemplo, tem abrangência nacional e a PME se restringe às seis principais regiões metropolitanas –, nos dois levantamentos a taxa de desemprego resiste em níveis historicamente baixos, apesar do ambiente econômico adverso e do modesto crescimento do PIB. A PNAD, portanto, reforçou o já conhecido “enigma” do desemprego baixo na economia brasileira. Mas o “enigma” do baixo desemprego combinado com baixo crescimento tem um outro lado. Esse outro lado do “enigma” pode ser resumido na seguinte charada: como é possível a economia crescer tão pouco com desemprego tão baixo? Afinal, se mais gente trabalha maior deveria ser a produção de bens e serviços. Esse argumento intuitivo, porém, nem sempre confere com a realidade. É possível encontrar situações em que a economia cresce em ritmo mais forte com menos gente empregada e o inverso, como no caso brasileiro atual, também pode ser verdadeiro. Por trás desses movimentos, aparentemente “enigmáticos”, dá para perceber que opera o fenômeno da produtividade. Mas desse achado em diante as explicações se complicam. É tão fácil entender que, quanto mais eficiente for o uso dos recursos disponíveis para a produção maior será a produtividade, quanto é difícil calculá-la e separar os elementos que a determinam e influenciam. Fatores demográficos, educacionais, tecnológicos, financeiros e de infraestrutura são apenas alguns dos mais relevantes. Embora seja possível encontrar dezenas – talvez centenas – de resultados diferentes em exercícios de cálculo da evolução da produtividade na economia brasileira, uma coisa é certa: nas 8 SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

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duas últimas décadas, os valores encontrados são baixos e se concentram em torno de uma média anual não muito superior a 1%. Aumentos de produtividade costumam dar o ar da graça em fases de expansão econômica mais forte e mais rápida, mas nem sempre tem de ser necessariamente assim. O crescimento econômico mais acelerado registrado entre 2003 a 2010, por exemplo, foi um acontecimento pouco relacionado com a trajetória da produtividade, que se manteve quase imóvel nesse intervalo de tempo. Estudos calculam que metade da expansão da economia nesse período se deveu à ampliação do mercado de trabalho, com a incorporação de grande contingente de trabalhadores ao estoque de mão de obra. Como já se começou a ver a partir de 2011, a absorção de novas ondas de trabalhadores não tem sido suficiente para empurrar a economia ladeira acima. Será menos ainda daqui para frente. Embora a População em Idade Ativa (PIA) ainda tenha um espaço para crescer, sua tendência é começar a se estabilizar em pouco mais de cinco anos. Mesmo o previsto aumento da participação da mão de obra feminina no total da População Economicamente Ativa (PEA) e a também previsível melhora da escolarização geral do pessoal ocupado terão condições de assegurar apenas por si não mais do que soluços de crescimento.

É nesse contexto que a elevação da produtividade, depois de duas décadas de estagnação em níveis muito baixos, assume importância crítica. Isso só será possível se houver efetiva criação de ambiente propício ao investimento eficiente em capital físico – infraestrutura, difusão tecnológica de produtos e processos – e humano, com seus efeitos multiplicadores. Estimativas recentes indicam que a produtividade geral da economia brasileira, depois de um pico de 66% no longínquo ano de 1976, mal chega hoje a 40% da produtividade americana. Se não deixa de expressar um desastre de política econômica, também não deixa de indicar a existência de um largo espaço para avançar.

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Fonte: Portal da Indústria

30/09/2013

3.2 Confiança do consumidor continua baixa, informa pesquisa da CNI INEC fica praticamente estável em setembro. Na comparação com agosto, brasileiros estão mais pessimistas com o desemprego e a inflação e mais otimistas com a renda pessoal e o endividamento

O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) ficou em 110,1 pontos neste mês, praticamente o mesmo registrado em agosto, quando alcançou 110,3 pontos. Na comparação com setembro de 2012, o INEC caiu 2,7%, informa a pesquisa divulgada nesta segunda-feira (30), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

"A confiança do consumidor está baixa há quatro meses", constata a pesquisa. O levantamento mostra que, em setembro, aumentou a preocupação dos brasileiros com a inflação e o desemprego nos próximos seis meses. O índice de expectativa de inflação caiu 5,9% em setembro na 10 SENAI Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial

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comparação com agosto. No mesmo período, o índice de expectativa de desemprego recuou 5,6%. A queda nos dois índices revela que os consumidores estão mais pessimistas com a evolução dos preços e a oferta de emprego.

No entanto, ao contrário do que ocorreu no mês passado, os brasileiros têm uma expectativa mais positiva em relação à renda pessoal e às dívidas. O índice de expectativa sobre renda pessoal nos próximos seis meses aumentou 3,3% em relação a agosto. O índice de expectativa de endividamento cresceu 2,8%, e o de compras de bens de maior valor teve alta de 0,8%. O

crescimento

dos

índices

mostra

que

as

pessoas

estão

mais

otimistas.

O INEC de setembro foi feito a partir de entrevistas com 2.002 pessoas em 142 municípios, entre 14 e 17 de setembro.

Do Portal da Indústria

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4 C I Ê N C I A, I N O V AÇ Ã O E T E C N O L O G I A Fonte: Portal da Indústria

01/10/2013

4.1 Prorrogadas as inscrições para o Edital SENAI SESI de Inovação 2013 O prazo, que se encerrava nesta segunda-feira (30), foi estendido até a próxima sextafeira (4). Para este ano, serão destinados mais de R$ 30 milhões para o desenvolvimento de projetos inovadores

O industrial que planeja investir em inovação ganhou mais uns dias para se inscrever no Edital SENAI SESI de Inovação 2013. Até sexta-feira (4), é possível fazer a inscrição pelo site do Edital. Depois, os projetos vão ser analisados e os aprovados começam a ser executados em 2014.

O Edital dá apoio tecnológico e de consultoria para empresas do setor industrial de micro, pequeno, médio e grande porte. O objetivo é incentivar o desenvolvimento de produtos, processos e serviços inovadores para a indústria, ou nas áreas de saúde, segurança, qualidade de vida, educação e cultura.

"O foco do edital são as pequenas e médias empresas, que precisam de mais apoio para transformar ideias em novos produtos", afirma o especialista em Desenvolvimento Industrial do SENAI, Marcelo Prim.

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Desde que foi lançado, em 2004, o Edital de Inovação recebeu quase 1.600 propostas de projetos nas áreas de alimentos e bebidas, automotiva, biocombustível, biotecnologia cerâmica, construção civil, couro e calçados, eletroeletrônica, gás natural, hidráulica e pneumática, óptica, polímeros, software, têxtil, vestuário, entre outras. De lá para cá, foram investidos mais de R$ 91 milhões em projetos inovadores.

Neste ano, o Edital oferece, ao todo, R$ 30,5 milhões para a inovação. Desse total, R$ 20 milhões são do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e R$ 7,5 milhões do Serviço Social da Indústria (SESI). Além disso, haverá R$ 3 milhões em bolsas de pesquisa em Desenvolvimento Tecnológico e Industrial do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Em entrevista ao Portal da Indústria, Marcelo Prim falou sobre o apoio dado às empresas pelo Edital SENAI-SESI de Inovação.

Confira o novo cronograma: Avaliação das propostas - 25/10/2013 a 28/11/2013 Divulgação dos resultados do julgamento - 13/12/2013 Envio de contratos e cadastramento final - 14/12/2013 a 20/02/2014 Execução dos projetos aprovados - 12/03/2014 a 04/11/2015 SERVIÇO Acesse o site do Edital SENAI SESI de Inovação. Dúvidas podem ser enviadas para editaldeinovacao@cni.org.br. Por Sirlei Pires Do Portal da Indústria

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Fonte: Inovação Tecnológica

01/10/2013

4.2 Motor híbrido modificado atinge 42 km/l Redação do Site Inovação Tecnológica -

O grupo redesenhou o motor diesel convencional de um VW Golf - na Europa, os carros de passeio são disponíveis em versões a diesel. [Imagem: Tobias Ott/ETH Zurich]

Motor de alta eficiência Engenheiros do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, na Suíça, desenvolveram um motor de combustão interna que emite menos da metade do CO2 em comparação com um motor comum, sem comprometer o desempenho. Isto se traduz em motor com um consumo de combustível de 42 km/l (quilômetros por litro). O grupo redesenhou o motor diesel convencional de um VW Golf - na Europa, os carros de passeio são disponíveis em versões a diesel - para que ele rode com 90% de gás natural. Para que isso fosse possível, eles desenvolveram um sistema inédito de controle eletrônico, que é o grande responsável pela eficiência do motor. Em vez de uma vela de ignição, como é normal nos motores a gás natural, o motor híbrido tem sua combustão disparada por uma pequena quantidade de diesel injetado diretamente dentro do cilindro - um sistema conhecido como injeção direta, comum em motores diesel.

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Com isto, obteve-se uma combustão com uma eficiência máxima de 39,6%, mais do que o dobro dos motores convencionais. Motores híbridos diesel-gás natural Já existem motores híbridos diesel-gás natural no mercado, mas eles são usados industrialmente, onde a energia é gerada e consumida no mesmo um lugar - por exemplo, para operar máquinas de grande porte. "Em um veículo, a velocidade do motor e a carga [a que ele está sujeito] mudam constantemente, o que significa que o sistema de motor é muito mais complicado," explica Tobias Ott, principal responsável pela criação do motor. O grande feito de Ott foi desenvolver um inovador controle eletrônico de combustão, baseado em sensores que medem a pressão nos cilindros de forma contínua. Utilizando algoritmos de controle, o engenheiro conseguiu adaptar a quantidade e a temporização do diesel continuamente, criando um motor com uma eficiência muito maior. Os pesquisadores também juntaram um pequeno motor elétrico ao motor diesel-gás natural para tentar reduzir ainda mais o consumo. No entanto, ele pode ser instalado em um veículo sem esse hibridização elétrica, o que será importante para sua produção industrial em larga escala. Bibliografia:

Hybrid-Electric Vehicle with Natural Gas-Diesel Engine Tobias Ott, Christopher Onder, Lino Guzzella Energies Vol.: 6(7), 3571-3592 DOI: 10.3390/en6073571

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ELABORAÇÃO

Elaboração

Biblioteca da Escola SENAI “Antônio Adolpho Lobbe”

Data O1 de outubro de 2013

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