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Boletim

Informativo da Cooperativa de LaticĂ­nios Selita Ano LXII - Setembro de 2012 - nÂş 746


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Editorial

Você faz a Selita O mês de outubro nos traz boas lembranças e nos faz ter um olhar diferenciado sobre a Selita. É o mês no qual há exatos 74 anos, 25 produtores, com coragem e determinação, resolveram que era hora de mudar a história da pecuária de leite do Espírito Santo. Isso aconteceu no dia 22 de outubro de 1938. O tempo passou, mas até hoje a Cooperativa possui o mesmo sentimento daqueles produtores e que foi passado de geração em geração. Esse é o diferencial que faz com que a Selita seja um exemplo de Cooperativa, onde a união dos seus cooperados é a grande diferença. Nos dias atuais, ocupamos um lugar de destaque no Espírito Santo com um moderno parque industrial para que o leite dos nossos cooperados seja transformado em produtos de qualidade, saborosos e com procedência garantida, que há 74 anos estão na mesa do consumidor. Nosso desafio é continuar investindo na empresa, dotando-a de novos maquinários para torná-la cada vez mais competitiva e, ao mesmo tempo, buscando enxugar seus custos e mantenJosé Onofre Lopes - Presidente do a eficiência para não perder participação no mercado. Para isso, precisamos do envolvimento dos nos- ao investimento que vem fazendo em seus coosos cooperados e colaboradores, pois as dificuldades perados por meio do Projeto 120 - Mais Leite. são muitas os caminhos são cada vez mais difíceis. A Ele destacou a importância do projeto que gera o aumento da produção, fortalece e cria uma ficoncorrência cresce e se qualifica. É necessário, também, continuar investindo em delização do produtor com a cooperativa. Essa colocação aumenta ainda mais a nosnossos cooperados em diversas frentes como silasa responsabilidade gem para o produtor, para continuar, diincentivo à produção Nos dias atuais, ocupamos um lugar retoria e Conselho com pagamento em de destaque no Espírito Santo com um de Administração, até 10 vezes sem juros, moderno parque industrial para que o a buscar alternatiFeirão do Produtor e leite dos nossos cooperados seja transvas para consolidar com destaque para o nossa Cooperativa e trabalho que estamos formado em produtos de qualidade. proporcionar aos asfazendo com o Projeto sociados ter na Selita 120 Mais Leite, e que vem ganhando repercussão em outros estados. Na uma casa segura, austera e que atenda todas as última reunião do Grupo do Caparaó, que reúne suas necessidades. Nosso compromisso é com você, que sempre cerca de 20 laticínios e cooperativas do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, por exemplo, o co- nos apoiou e acredita em nossa capacidade de ordenador do grupo e presidente do Sindicato das administrar essa Casa com seriedade, honesIndústrias de Laticínios de Minas Gerais Guilherme tidade e, acima de tudo, com o respeito a uma Olinto Abreu, de Governador Valadares, disse que a classe trabalhadora e muitas vezes esquecida peSelita é um exemplo para outras empresas devido los nossos governantes.

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Novos produtos estão chegando

Expediente:

Registro

Cooperativa de Laticínios SELITA Av. Aristides Campos, 158 - C.P. 67 CEP.: 29.300-903 Cachoeiro de Itapemirim - ES Fone/Fax: (28) 2101-1111

www.selita.com.br Diretoria Executiva Diretor Presidente José Onofre Lopes Diretor Vice-Presidente José Gilberto Vial

A Selita está sempre procurando atender seus consumidores com produtos que tem na sua qualidade, a grande diferença. Porém, é preciso estar sempre atento aos desejos dos consumidores que estão sempre nos cobrando novos produtos. Para isso, temos buscado criar e lançar produtos para atender as necessidades do mercado, que cada dia é mais exigente. Nesse ano já lançamos o Energia Natural Achocolatado embalagem de 200ml, que já é um grande sucesso. O requeijão copo plás-

tico também já está no mercado e agora em outubro/novembro vamos lançar a manteiga light, com baixíssimo teor de colesterol, e o leite em pó fracionado em embalagem de 400 gramas (já lançamos o leite em pó em embalagem de 1 kg). Os próximos lançamentos serão os queijos Gorgonzola e Provolone, e o Doce de Leite bisnaga de 1,8 kg. Isso tudo está sendo possível em função dos investimentos que fizemos no nosso parque industrial, modernizando e aumentando a sua eficiência.

Conselho de Administração EFETIVO: José Onofre Lopes (Zito) José Pás Spadete Augusto Machado Olandino Morgan Valdeir Borges da Hora Welington Rodrigues da Costa José Gilberto Vial José Francisco Ribeiro Rodrigues João Neves Serbate Torquato Espinoso Gimenes Sérgio Tonan Fontana SUPLENTE: Júlio da Silva Rocha Júnior Armando Pigatti Zampirolo Luciano Henriques Luiz Sérgio da Silva Jordão Messias Antônio Fregonassi Aleomar José Pancotte Rodrigo José Gonçalves Monteiro Maria Menegardo de Freitas Edson José Oliveira Pinto Flávio Cabral Rampe Conselho FISCAL EFETIVO: Luciano Mendes Maitan Antonio Rosa Silveira Josino Gualberto da Rosa Netto SUPLENTES: Leonardo Barboza Fornazier Celso Almeida Canzian Geruza Coelho Martins Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural de Cachoeiro de Itapemirim: Efetivo: José Pás Spadete Suplente: Aleomar José Pancotte Conselheiro OCB/SESCOOP: Ricardo Machado CONselho Municipal de SAÚDE E NA COMISSÃO INTERSETORIAL DA SAÚDE DO TRABALHADOR: Representante: Cleuson Rebello Movimento Espírito Santo em Ação: Representante: José Antonio do Amaral Filho * Os artigos publicados nesse boletim são independentes e de total responsabilidade dos seus autores. Projeto Gráfico e Editorial: Briefing Publicidade: (28) 3521-6433 TEXTOS: Alissandra Mendes revisão: Ana Glaucia Chuina - DRT-ES 2042 Arte e Diagramação: Wellington Rody - (28) 9974-3827 sistema.rody@hotmail.com Impressão: Gráfica Gracal - (28) 3522-7199 Periodicidade: Mensal Tiragem: 2.500 exemplares

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Qualidade é assim que se faz...

Pensando lá na frente...! Durante os dias 11 a 13 de setembro foi realizado em Uberlândia/MG, o 12º Simpósio Internacional de Produção Competitiva de Leite – Interleite, sob a coordenação dos sites Agripoint e Milkpoint. Este evento já é considerado o mais importante da pecuária leiteira do Brasil, tendo em vista a organização, a atualidade e oportunidade da programação e o alto nível dos conferencistas, de diversos países.Este ano, a programação incluiu palestras de pesquisadores,consultores e produtores de leite do Brasil, Estados Unidos, Holanda, Alemanha e Argentina. Foram mais de 800 participantes, de todo o país. Como o espaço aqui é pequeno para relatar tudo o que aconteceu, vou compartilhar apenas alguns aspectos que me chamaram a atenção: Profissionalização da atividade leiteira - Palestra apresentada pelo Dr. Alejandro Galeto, da Argentina, demonstrou que a tendência naquele país é o aumento da produção de leite por propriedade, o que eleva muito a necessidade de mão de obra contratada. Ou seja, a propriedade passa de um modelo familiar, no qual os membros da família fazem todas as atividades, para um modelo familiar-empresarial ou empresarial, quando todo o trabalho é dependente de mão de obra contratada. Na Argentina, em 10 anos, o número de propriedades com menos de 2000 litros por dia foi reduzido pela metade, enquanto as propriedades com mais de 4.000 litros por dia cresceu 45%. Segundo ele, a explicação está na profissionalização e na organização das propriedades para o uso correto das tecnologias disponíveis. O produtor que não anota nada, não sabe quanto rendeu, quanto custou e quanto sobrou da atividade, não pode se sustentar, muito menos crescer! Quando as pessoas envolvidas na atividade não são preparadas adequadamente para as tarefas e decisões, o futuro certo do negócio é o fracasso e suas consequências. Um dado importante: tanto na Argentina como nos Estados Unidos, o número de propriedades leiteiras está diminuindo rapidamente! E no Brasil, o que será que vai acontecer? Produção de Leite a Pasto – Este tema foi abordado em várias palestras e está diretamente relacionado com o anterior. Todas as experiências apresentadas, tanto por técnicos como por produtores, mostram sistemas de produção com produtividade variando de 25.000 a 50.000 litros de leite por ha/ano, combinando tecnologias simplescom uma administração competente dos fatores de produção (Terra, Capital e Mão de Obra e

Robertson Valladão de Azeredo Engenheiro Agrônomo

Água). Sucessão Familiar – Você e sua família estão preparados para a sucessão? – Não sei se você conhece alguém assim, mas tem gente que acha que vai durar pra sempre, que não vai morrer nunca. Outros, não se interessam nem um pouco pelo que vai ser da sua família, depois da sua morte. Mas, uma coisa é certa: Ninguém escapa! A morte é inevitável e alguém vai te suceder no comando da propriedade. Gostando ou não da ideia, a sucessão não depende da nossa vontade. Mas, podemos tornar este processo mais fácil e garantir um futuro melhor para nossa família. Você já pensou nisso? Qual é a hora certa de começar a pensar no assunto? O que fazer? Por onde começar? Este assunto é tão interessante, que eu vou voltar a falar de sucessão numa próxima edição. Mudando de vida com a produção de leite– Este foi o tema da palestra ministrada pelo produtor Nivaldo Michetti, de Paranaíta/MS. Uma verdadeira aula sobre como é possível alcançar alta produtividade e obter uma renda satisfatória com a produção de leite em uma pequena propriedade. Na verdade, o Sr. Nivaldo contou, com muito bom humor, a história da sua vida como produtor, que tinha chegado ao fundo do poço da desilusão com a atividade, numa pequena propriedade que recebera de herançae que não produzia o suficiente para dar o mínimo de conforto para a sua família, até que numa conversa muito franca com o técnico, ouviu o que precisava e decidiu mudar a forma de trabalhar. Segundo ele, a primeira coisa a fazer é “tosar o rabo do pavão”, parar de alimentar o ego, deixar a vaidade de achar que é fazendeiro, que sabe tudo e que não precisa de ajuda. Com orientação, implantou o Pastejo Rotacionado, a Cana com Ureia, melhorou a Genética do rebanho e passou a olhar para a propriedade como a fonte da felicidade para a sua família. Hoje, se orgulha dos resultados que alcançou e diz que sua maior realização, é poder ajudar outros produtores a elevar sua autoestima e buscar os mesmos resultados que ele conseguiu. Ele conclui dizendo: “... porque não quero deixar para o meu filho, a pampa que herdei do meu pai!”

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Dia no Campo

Uma história de luta, sonhos e determinação Produção leiteira

A cooperada Dair Pontes de Souza completou 80 anos e está na Selita há mais de 40 anos

No mês em que comemoramos os 74 anos da Selita, trouxemos a história de vida da cooperada Dair Pontes de Souza, que completou 80 anos no dia 13 de outubro. A exemplo da Cooperativa, ela também teve uma história de luta e sonhos, marcada pela determinação e força de vontade, que a ajudou crescer e fazer da atividade leiteira sua principal fonte de renda. Viúva há 34 anos e mãe de 11 filhos: Altair, Manoel Junior, Jonas, Antônio Carlos, Ana Maria, Vera Lúcia, Sônia Regina, Neuza Maria, Lúcia Maria, Maria Cândida e Isabel Cristina, e ainda uma de criação, Sherly Maria, Dair tem 27 netos e três bisnetos, e conta com orgulho sua trajetória de vida. “Quando meu filho caçula tinha sete anos, meu marido faleceu. Naquela época ele produzia 20 litros de leite por dia, e vendia na cidade transportando em um bode. Enquanto ele ia vender o leite, eu cuidava da casa, e depois que o perdi foi tudo muito difícil. Eu tinha que, além da casa e dos filhos, tocar a propriedade”, contou. Ela ressaltou ainda que antes de morrer, o marido tinha vendido as melhores vacas da propriedade para pagar a festa do casamento da primeira filha. “Naquela época a atividade leiteira não era a principal fonte de renda como é hoje. Meu marido plantava muito milho e arroz. As meninas estudavam pela manhã e à tarde capinavam na roça, todas são formadas professoras. Já os meninos, completaram somente o 1 grau. Foi tudo muito difícil, mas vencemos”, comentou orgulhosa a cooperada. “Só tenho a agradecer a Deus pela minha família e pela minha vida. Passamos por períodos difíceis, mas superamos todos. Tenho orgulho dos meus filhos, que mesmo com tantas dificuldades, nunca me deixaram sozinha e me apoiaram sempre”, frisou Dair.

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Há 25 anos, os irmãos Manoel Junior, Jonas e Antônio Carlos cuidam da propriedade. Hoje, três famílias tiram o sustento da atividade leiteira. “Depois da morte do papai, a atividade leiteira já estava encaminhada e o clima da região contribuiu muito para continuarmos com a produção de leite”, contou Manoel Junior. Com uma propriedade de 26 hectares, sendo cinco deles destinado ao leite, os irmãos contaram que trabalhar com o leite ficou bem fácil com o passar dos anos. “Naquela época era tudo muito difícil e hoje, com a tecnologia e a assistência técnica, o trabalho acaba se tornando mais fácil e prático”, disse Manoel Junior. A produção diária é de 430 litros de leite por dia e a alimentação dos animais é feita no pastejo rotacionado com mombaça adubado e irrigado. Com a orientação do engenheiro agrônomo e vice-presidente da Selita, José Gilberto Vial, que é genro de Dair, os irmãos dividiram os piquetes. Eles também trabalham com inseminação artificial. Graças ao melhoramento genético eles possuem um dos melhores rebanhos da região, e estão utilizando sêmen sexado de fêmea para dar velocidade ao crescimento do rebanho para então estabilizá-lo. “O nosso primo José Cleber Azevedo nos ajudou muito no início. Ele saia do Piaçu e vinha aqui inseminar e hoje, já fazemos por conta própria. Temos tanque de expansão, ordenhadeira mecânica e procuramos fazer aqui o que é feito em outras propriedades com sucesso, copiando o que é bom”, explicou Manoel Junior. Para o futuro, eles esperam que a Selita cresça ainda mais, com o lançamento de novos produtos com valor agregado. “A Cooperativa precisa investir mais na área de marketing e em propaganda. E acredito que ainda pode melhorar um pouco mais o preço do leite, mas está indo pelo caminho certo”, completou Dair.

A cooperada Dair conta com a ajuda dos filhos Antônio Carlos, Jonas e Manoel Junior para tocar a propriedade


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Registro

Evoluindo Hoje tive a grata surpresa de reencontrar depois de 22 anos aproximadamente, o técnico do Incaper, Renato, que lá em 1990, numa visita a nossa propriedade me falou em adubação de pastagem. Lembro-me bem, o espanto que isto me causou. O tempo passou, e hoje estou a recomendar a todos a adubação de pastagem. O que mudou? O preço do adubo caiu? A terra ficou mais cara? Enfim, que mudança é essa que aconteceu que, para quem se espantou e disse que o técnico estava doido e hoje é adepto e usuário de tal tecnologia? Vamos analisar: o preço do fertilizante não caiu. A terra como sempre continua cara. A grande mudança que vejo está no modo como vivíamos no início da década de 90 e como vivemos hoje. Naquela época para se ter um telefone fixo em casa era uma dificuldade, era caro e tínhamos que comprar ‘ações’ da empresa telefônica. Celular, então, era um luxo. O nosso custo de vida era mais baixo, a saúde pública funcionava melhor do que hoje, quando necessitamos de plano de saúde particular, escola particular. Não tínhamos tantos utensílios, como: máquinas de lavar, freezers, ar condicionado, televisores, etc. Hoje, para termos só um celular é difícil, pois queremos linhas de mais de uma operadora. Motos e carros também. Quantos temos a mais que antes? Esse novo padrão de vida, que diga-se de passagem, é bom, pois nós merecemos conforto, mas, como consequência, nos trouxe um aumento de despesas, ou seja, nós evoluímos muito e temos prazer e conforto. Mas, será que evoluímos na nossa atividade técnica e financeira o bastante para custear estas novas despesas? A evolução exige um equilíbrio entre receita a despesa. A nossa evolução só será completa

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Henrique Passini de Castro é Coordenador de Assistência ao Cooperado da Selita

quando além de consumirmos, produzirmos como país desenvolvido. Só para informação, a safra de grãos brasileira gira em torno de 150 a 160 milhões de toneladas por ano, quando a safra de milho norte-americana é de 300 milhões de toneladas por ano, ou seja, os americanos produzem o dobro da nossa safra de grãos. O Brasil, que está sendo olhado pelo mundo como quem vai atender o aumento da demanda de alimentos no mundo, produz 1/3 do volume de leite produzido na terra do Tio Sam. Então, vejamos. O que nos faz mudar é a necessidade de aumentarmos a nossa renda, seja como assalariado, empresário ou produtor rural seja lá do que for, de leite, de gado de corte, de frutas, de café, etc. Para aumentarmos a nossa renda necessitamos de usar novas tecnologias para obtermos sucesso, como exemplo: é mais barato adubar pasto e conseguir uma lotação de 10 vacas por hectare, ou seja, praticamente 50 vacas por alqueire, do que comprar mais 10 alqueires de terra para termos as mesmas 50 vacas. O grande gargalo que temos que atravessar é que tecnologia não é barato, porém, se quisermos, é possível. O mais difícil de conseguir, é que cada um de nós entenda que é preciso mudar. A partir desta conscientização conseguiremos então evoluir. “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta as mudanças” - Charles Darwin.


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Selita conquista mais uma premiação

A Selita no ano de 2012 tem recebido diversas premiações, mostrando que a qualidade de seus produtos faz a diferença. Desta vez, conquistamos o Prêmio Recall, do jornal A Gazeta, pelo 17º ano. No evento, realizado em Vitória, a Selita foi representada pelo presidente José Onofre Lopes, o vice-presidente José Gilberto

Vial, além de cooperados e colaboradores. No registro: Valdeir Borges, José Gilberto Vial, Rainério Scherrer, José de Pollo Cecon, Olandino Morgan, José Onofre Lopes, Gilcimar Silva de Souza, Jefferson Bonomo e Ilson Guidi, e participou também do evento o assessor de marketing da Selita, Marcos Jacob.

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PRIMAVERA Chegou a primavera, conhecida como estação das flores, mas na pecuária de leite nem tudo está para flores. Estamos passando por momentos difíceis, concordo. Mas tamSorgo para silagem bém sabemos que é nos momentos difíceis e das adversidades que aprendemos e crescemos. Dizer para quem produz leite há muitos anos que precisamos aprender, não é fácil. A pecuária tem mudado, muito, nos últimos anos. Os animais são de maior produção, o solo está mais fraco, as chuvas estão acontecendo em momentos diferentes e é preciso adaptarmos a estes novos tempos. Devemos, então, aproveitar que estamos na primavera, o que indica um clima mais ameno, e prepararmos para enfrentar as dificuldades que possam acontecer em 2013. De nada adianta em junho do ano que vem reclamar que os pastos estão secando e que as vacas estão sem comida e estão passando fome. Quando falo em “comida”, estou falando em alimentos com nutrientes de qualidade que possa alimentar os animais, permitir que eles produzam e que se tornem

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Suely Prates Zaggo Zootecnista - (28) 9917-5074

gestantes para 2014 possam está com sua produção, novamente, e que isso seja uma rotina agradável para o produtor, sua família e para quem trabalha na propriedade. Não podemos ter a produção de leite como um fardo pesado e que fazemos as rotinas diárias por não termos outra opção. A produção de leite precisa ser agradável para todos. Hoje, para a pecuária de leite, não podemos trabalhar sem pensar em reserva de alimento para as vacas, alimento este, que precisa, ser de qualidade. Um dos grandes problemas que enfrentamos é que precisa haver uma interação entre agricultura e pecuária de leite. Hoje um produtor de leite precisa, também, ser produtor, ou melhor falando, agricultor de alimento para vacas de leite, que pode ser um pasto de qualidade, um plantio de milho e/ou sorgo para silagem, uma capineira bem manejada, uma cana corrigida. Não adianta de nada alimentar vacas de leite com palha de cana ou com capineira velha. Precisamos entender que para diminuir o custo de produção na pecuária de leite é preciso de um volumoso de qualidade. Pasto de qualidade para vacas


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Júlio Rocha é reeleito presidente da FAES O atual presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (FAES), Julio da Silva Rocha Junior, foi reeleito para atuar à frente da entidade no triênio 2012/2015. Junto com ele foram eleitos o Conselho Julio da Silva Rocha Junior Diretor e Fiscal. A foi reeleito presidente da FAES eleição foi realizada para o triênio 2012/2015 no dia 13 de agosto, na sede da FAES, em Vitória. Dos 55 sindicatos rurais filiados à FAES, 51 estavam aptos a votar e 42 foram às urnas. Do total, 41 foram a favor da chapa única, presidida por Julio da Silva Rocha, e um voto nulo. Para o presidente eleito, o resultado é gratificante. “Cul-

tivamos juntos a democracia, que mais uma vez saiu fortalecida pela manifestação espontânea de nossos presidentes”, disse agradecido. A proposta da diretoria para o novo mandato é fortalecer o compromisso com o setor primário no Espírito Santo e promover a renovação do segmento, consolidando as metas estabelecidas no Planejamento Estratégico. Entre elas, a formação de novas lideranças no campo, o estreitamento das relações institucionais, desenvolvimento do quadro social sindical. “O crescimento das ações interinstitucionais continuará merecendo atenção especial, principalmente, na contemplação de ações que dizem respeito ao sistema sindical, envolvendo o protagonismo dos produtores rurais, dos Sindicatos Rurais, da FAES, das demais federações, e da nossa Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil, que tão brilhantemente tem nos representado e defendido, tanto em nível nacional como internacional”, completou o presidente.

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Selita: 74 anos presente na história dos capixabas Contar todos os anos a mesma história não se torna cansativa pelo motivo de ser um fato real e marcante na vida de muitos produtores rurais de nossa região. O ano de 1938 foi especial para muitos deles, pois em 22 de outubro era criada a Cooperativa de Laticínios Selita. Após uma reunião entre 25 produtores apoiados pelo Dr. Djalma Eloy Hees e do secretário de Estado e Agricultura da época, o Dr. Carlos Lindemberg, ficou estabelecida a criação de uma associação que se tornaria a maior cooperativa de leite do Espírito Santo. Esse grupo de produtores percebeu que juntos seriam mais fortes e poderiam alcançar seus objetivos. O tempo passou e o espírito cooperativista permaneceu em todas as gerações posteriores, prosseguindo até os dias de hoje. Ao completar 74 anos de existência, a Selita tem quase 2.000 cooperados e cerca de 450 funcionários, beneficiando uma média de 300 mil litros de leite por dia, vindos municípios que compõem a bacia leiteira do Sul do Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Entre familiares, cooperados e funcionários, cinco mil pessoas estão diretamente ligadas à Cooperativa. São mais de 100 produtos à disposição do consumidor, comprovando a qualidade Selita. Para chegar hoje com esses números, todos os setores da empresa têm passado por um processo de evolução através de constantes treinamentos. Sempre priorizando a higiene, desde a coleta do produto – feita a granel – até o beneficiamento na indústria, buscando a excelência em nossos produtos.

Os investimentos em tecnologias e novas máquinas continuam para manter a qualidade dos produtos da Selita.

SOCIAL A Selita está fortemente presente na economia capixaba, mas sua importância vai além das questões econômicas, já que a Cooperativa possui um grande trabalho social. Seu quadro de associados é formado por 80% de pequenos produtores, que recebem treinamentos, apoio, assistência técnica e seminários para se manterem com maior produtividade e melhor qualidade de vida nas suas propriedades. A Selita acredita e investe em ações sociais desenvolvidas junto à comunidade. Como exemplo, o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd), que atende aproximadamente 1.000 crianças por ano em escolas públicas do município de Cachoeiro de Itapemirim, nas quais as aulas são ministradas por policiais militares do 9º Batalhão. Além disso, a Cooperativa tem o projeto Cine Selitinho, que leva os alunos das escolas públicas de vários municípios do sul do estado, onde tem associados, aos cinema. Muitas crianças da região já foram beneficiadas com o projeto. Outro exemplo de responsabilidade social é o Projeto Nossa Criança, que começou no bairro Basiléia, onde a indústria da Selita está inserida. Hoje atende não só as crianças do próprio bairro, mas também de outras regiões, através da escolinha de futebol para 500 alunos, na maioria provenientes de famílias carentes. Além da parte esportiva, o projeto também oferece aulas de reforço esINDÚSTRIAS colar e de informática. Enfim, um projeto social que tem A Usina Afonso Costalonga é um complexo indus- o apoio e a participação da Cooperativa Selita, através de trial de alta tecnologia dotado dos mais modernos ma- doações de alimentos, apoio no transporte e em outras quinários e equipamentos do setor de laticínios. Nessa atividades. unidade, além de embalar o Leite C, são fabricados queiEsse é o nosso desafio: trabalhar o presente para no jos, requeijão, manteiga, doce de leite e iogurte. futuro podermos continuar oferecendo aos nossos conA Indústria UHT Rubens Moreira, também cons- sumidores produtos de excelente qualidade. truída na sede da empresa, tem 4 mil m² e contou Assim é a Selita, uma empresa moderna que oferece, com um investimento de mais de R$ 6 milhões. É mais que produtos, qualidade de vida. Seus 74 anos mosuma das mais modernas do país, onde é fabricada tram que a determinação e os sonhos se transformaram toda a linha Longa Vida. em um grande sucesso.

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A coragem e a determinação fazem parte dessa história O ano de 1938 foi marcante para a história dos pecuaristas do sul do Espírito Santo. No dia 22 de outubro, numa tarde ou, mais provavelmente pela manhã, de acordo com o hábito da época, 25 produtores se reuniram, dois anos depois de incessantes discussões e de muitos sonhos, e conseguiram, juntos com o Dr. Djalma Eloy Hees, mudar a história da pecuária de leite do Espírito Santo. Assim foi criada a Cooperativa de Laticínios Cachoeiro de Itapemirim. O tempo passou e a Cooperativa passou a ser chamada de Selita. E o sonho daqueles homens tornou-se realidade. Hoje quase 2.000 cooperados conseguem manter a Selita como uma Cooperativa forte, saudável e o mais importante, com o mesmo espírito empreendedor daqueles 25 sonhadores.

Os Fundadores da Selita Abelardo Ferreira Machado Agenor Luiz Thomé Agliberto Rodrigues Moreira Aldo Pinheiro Alípio Emílio da Costa Alípio Francisco Moreira Anacleto Ramos Antenor Benedito dos Santos Antônio Gomes Aristeu Portugal Neves Caio Martins Carlos Caiado Barbosa Delduque Ferreira da Silva Eduardo Gomes de Almeida Francisco Alves de Athayde Jarbas Ferreira Coelho Jarbas Ferreira Machado Joaquim Rodrigues Soares Justino Ferreira Lauro Pinheiro Manoel Marcondes de Almeida Marcondes A. de Souza Junior Olympio Lopes Machado Ormindo de Freitas Mello Oswaldo Alves

A qualidade fala pela Mitsuisal. A marca que suplementa mais de 6 milhões de bovinos por ano e que o mercado todo confia.

QUALIDADE Produtos fabricados com matérias-primas de origem certificada e com rigoroso controle de qualidade.

CONFIANÇA A marca Mitsuisal já é um selo de garantia. Quem compra, sabe que é de confiança.

PRODUTOS Uma variada linha de produtos para atender às necessidades de bovinos de leite e de corte (pasto e confinado), de equídeos e de ovinos.

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LOGÍSTICA A Mitsuisal entrega pontualmente o que promete em qualquer lugar do Brasil.

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SETEMBRO 2012 >> SELITA www.mitsuisal.com.br 0800 775 8008


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Presidência: a contribuição de cada um nesses 74 anos Todos os presidentes que passaram pela Selita deram uma grande contribuição para o desenvolvimento da Cooperativa. Essas pessoas, junto com os cooperados, tornaram a Selita a maior Cooperativa do Espírito Santo e merecem o nos- Olympio Lopes Machado so respeito. 1938 a 1940

Anacleto Ramos

Osvaldo A. Machado 1940 a 1941

Gilberto R. Moreira Filho 1941

1941 a 1942 e 1945 a 1946

Alípio Francisco Moreira 1942 a 1944

Manoel Mathias Santos 1947 a 1948

Antônio F. P. Sobrinho 1949 a 1951

Roberto Vivácqua 1951 a 1952

José Antônio do Amaral 1952 a 1956

Abelardo F. Machado Jr. 1957 a 1962 e 1987 a 1988

Luiz Machado 1962 a 1965

Sebastião Rosa M. 1965 a 1968

Moacyr da C. Nobre 1969 a 1970

Eloy Fornazier 1969 a 1970

Ryve Campos B. 1974 a 1980 e 1998

Arlindo M. Machado 1980 a 1988

José Geraldo Carvalho 1988 a 1991 e 1998 a 1999

Willian Santos 1991 a 1994

Odilon Favoreto 1994 a 1995

Gilson Moura 1995 a 1998

Rubens Moreira 2004 a 2008

Walber Heckert 2008 a 2010

1999 a 2004 e atual desde de 2010

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José Onofre Lopes


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Selita 74 anos José Onofre Lopes Presidente

Como presidente da Selita me sinto muito honrado em fazer parte dos 74 anos dessa grande Cooperativa, que é orgulho de todos os capixabas. Para comemorar esta data precisamos fazer uma série de reflexões para entender o momento no qual passa a nossa Selita. Em função do descontrole do governo, que não tem uma política clara e definida para importação de leite, prejudicando com isso a cadeia produtiva de leite, estamos buscando alternativas nas linhas de produção, através de investimentos em equipamentos mais modernos e econômicos, cortando custos em diversos setores, reduzindo gastos, como por exemplo, em energia elétrica em torno de 20%. Enfim, estamos buscando ser mais eficientes e competitivos. Paralelo a isso, estamos também investindo no meio ambiente, através de duas caldeiras a gás, que ge-

ram uma energia limpa e sem poluição, além da construção da estação tratamento de fluentes, que provavelmente em janeiro estará funcionando. Queremos crescer com sustentabilidade e respeitando o meio ambiente. Reforçamos nossas parcerias com a OCB/SESCOOB, Incaper, Senar e Sebrae para aumentar os investimentos, principalmente junto aos nossos cooperados, com destaque para o Projeto 120 – Mais Leite, que hoje é uma realidade e já atende 400 produtores de vários municípios, mantendo-os no campo com maior produtividade e qualidade de vida. Isso sem contar o lançamento de novos produtos, como a manteiga light, energia natural 200 ml, leite em pó 400g, tão importante para a renovação e o fortalecimento da linha de produtos da Selita. Isso tudo só está sendo possível

graças ao apoio dos cooperados, que acreditam em nossa proposta de trabalho, dos colaboradores que estão juntos nessa caminhada, do Conselho Administração, que apóia e colabora para que essas ações sejam colocadas em práticas, e do vice-presidente José Gilberto Vial, companheiro e parceiro na condução de todas essas atividades. Que venha mais 74 anos da Selita!

José Gilberto Vial Vice-presidente

Mesmo superando todas as adversidades no setor de lácteos no ano de 2012, mesmo com as importações desenfreadas desses produtos, que são subsidiados nos países de origem, a Selita está no caminho certo, balizando o preço recebido pelo produtor no Espírito Santo dando confiabilidade para que os mesmos continuem na atividade com dignidade.

Além disso, a Selita se preocupa com seus associados e o por isso, implantou o Projeto 120 – Mais Leite, que é de vital importância, principalmente para o pequeno produtor, para que ele permaneça na atividade para melhorar suas condições de vida. Esse projeto mostra que não por ele ser pequeno, por ter uma área pequena ou poucos animais, não possa ter mais renda. O produtor pode sim e usando também a tecnologia. Durante esse período na diretoria da Selita, tanto no Conselho como na vice-presidência, tenho feito um trabalho em conjunto com Sr. José Onofre. Temos sim divergências, mas trabalhamos com opiniões e trocando ideias, dando sugestões e críticas para melhorar cada vez mais. A vivência dele tem

contribuído com a Cooperativa e ele tem feito um ótimo trabalho para a Selita. O produtor reclama do preço do leite, mas como eu disse nas três palestras do Dia de Campo, realizado há 15 dias, mesmo se a Selita pagasse R$ 2,00 o litro de leite, ainda assim o produtor iria reclamar. O produtor precisa melhorar a produtividade e baixar os custos, na sua atividade para ter sustentabilidade. O conselho tem apoiado a diretoria para trabalhar com tranquilidade e pensar no crescimento da Selita como um todo harmonicamente. Eu sempre falo que a parceria dos “Zés” (José Onofre e José Gilberto) está dando certo. Ele na parte que entende muito bem que é a administração e eu, na parte de suporte ao produtor. SETEMBRO 2012 >> SELITA

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Unindo forças com os Conselhos A Selita hoje é gerenciada por uma diretoria composta pelo presidente José Onofre Lopes e pelo vice-presidente, José Gilberto Vial, mas não pára por aí. Para crescer e ter representatividade, a administração conta com um Conselho de Administração de onze membros, sendo dez eleitos em assembleia de quatro em quatro anos, realizadas pela Selita, e um membro indicado pelo Comitê Central, cujo mandato é anual. Os conselheiros se reúnem duas vezes por mês, com a principal função de participar da gestão administrativa da empresa, opinando em suas decisões.

Conselho de Administração

O Conselho de Administração atual assumiu em 1º de abril de 2010 e com mandato até 30 de março de 2014.

Efetivos: José Onofre Lopes (Zito) José Pás Spadete Augusto Machado Olandino Morgan Valdeir Borges da Hora Wellington Rodrigues da Costa José Gilberto Vial José Francisco Ribeiro Rodrigues João Neves Serbate Torquato Espinoso Gimenes Sérgio Tonan Fontana

Suplentes: Júlio da Silva Rocha Júnior Armando Pigatti Zampirolo Luciano Henriques Luiz Sérgio da Silva Jordão Messias Antônio Fregonassi Aleomar José Pancotte Rodrigo José Gonçalves Monteiro Maria Menegardo de Freitas Edson José Oliveira Pinto Flávio Cabral Rampe

Conselho Fiscal Além disso, existe o Conselho Fiscal, composto por três membros efetivos e três suplentes. Eles são responsáveis pela fiscalização das decisões tomadas pela administração. Seu mandato é anual e são eleitos nas Assembléias, como consta o estatuto da Selita. O atual Conselho Fiscal tomou posse em 1º de abril de 2012 e tem mandato até abril de 2013. Efetivo: Antônio Rosa Silveira Josino Gualberto da Rosa Netto Luciano Mendes Maitan Suplentes: Leonardo Barbosa Fornazier Celso Almeida Canzian Geruza Coelho Martins

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Comitê Educativo e sua importância para os cooperados Em 1993, a Selita criou os Comitês Educativos visando ampliar ainda mais a interação entre os cooperados e a Cooperativa. Através deles, democraticamente, os produtores rurais discutem os problemas e apresentam propostas visando melhorar e adequar as ações dos cooperados. Os Comitês estão presentes em nove municípios: Alegre, Presidente Kennedy, Jerônimo Monteiro, Atílio Vivácqua, Rio Novo do Sul, Itapemirim, Cachoeiro de Itapemirim, Muqui e Muniz Freire. Cada um elege seu representante, formando o Comitê Educativo Central. Mensalmente os membros representantes de cada Comitê se reúnem na sede da Cooperativa. Nessa reunião são apresentadas as reivindicações e sugestões que foram discutidas nos Comitês Educativos. Conforme o teor das informações e suas necessidades, elas são levadas à administração da empresa para serem analisadas pela diretoria.

Membros do Comitê Educativo Central: Atílio Vivácqua – Carlos Alberto de Brito Medeiros e Celso de Almeida Canzian; Alegre – Sebastião Viana Assis e Vantuil Nascimento; Jerônimo Monteiro – Flávio Cabral Rampe e Carlos Roberto Fernandes Lama; Muniz Freire – Rubens Tristão Junior e Paulo César Macedo; Presidente Kennedy – Sérgio Tonan Fontana e Nelcei Moraes Coqui; Rio Novo do Sul – Ruth Léa Fernandes Louzada e Marly Amaro Pinheiro; Itapemirim – Luciano Henriques e Elisandro da Silva Soares; Cachoeiro de Itapemirim - Flávio Altoé e Aleomar José Paconti; Muqui – Marcos Antônio Almeida Rodrigues e Gilson José Barros Damasceno;

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Dicas para o produtor: Neste espaço, os produtores poderão esclarecer suas principais dúvidas sobre o manejo e o cuidado com os animais. Outras sugestões ou perguntas podem ser entregues no Departamento de Assistência ao Cooperado. O leite ‘sujo’ é importante para os bezerros? O leite ‘sujo’ ou colostro é o leite produzido durante os 3 ou 4 primeiros dias depois do parto. É esse leite que garante a sobrevivência dos bezerros após o nascimento, pois nascem desprovidos de qualquer proteção contra os agentes causadores de doenças. Essa proteção chega aos bezerros justamente pela ingestão do colostro, que é rico em imunoglobulinas. Por isso, é indispensável fornecê-lo o mais rápido possível depois que o novilho nasce. Por quê as vacas em lactação e com bezerros mais ou menos da mesma idade, recebendo a mesma alimentação, podem apresentar diferenças no período entre o parto e o primeiro cio? Num mesmo rebanho há vacas que produzem mais e outras menos leite. Quando a alimentação é a mesma para todas elas, as que produzem mais leite podem não receber alimentação suficiente, atrasando o cio. Problemas nos ovários (tumores, cistos, etc.) e no útero (metrites) também podem atrasar o aparecimento do cio. É aconselhável usar touros mestiços em rebanhos mestiços? O acasalamento entre animais mestiços pode aumentar a frequência de animais de aparência (fenótipo) muito diferente, com pelagem variada, orelhas grandes ou pequenas, tamanho variado, etc. Em termos de genótipo, espera-se que ocorra o mesmo. O mínimo que um produtor deve fazer para ter sucesso no acasalamento de vacas de rebanho mestiço com touro mestiço é procurar usar touros provados para produção de leite, a fim de minimizar o efeito da segregação genética e fenotípica, além da perda em heterose. Além dos carrapaticidas, há outros meios de combater carrapatos? Sim. Existem produtos derivados de plantas, além de vacinas e homeopatia que podem ser utilizados no controle dos carrapatos dos bovinos. O descanso da pastagem durante o período quente e chuvoso do verão, nas regiões sudeste e centro-oeste do País, também ajuda a limpar a pastagem de carrapatos.

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As raças zebuínas são mais resistentes ao carrapato, e o cruzamento de animais de sangue europeu com raças zebuínas resulta em crias mais resistentes. Normalmente, existem animais no rebanho que o produtor costuma chamar de “bovinos de sangue doce”, porque não se coçam e acumulam uma quantidade muito maior de carrapatos do que a maioria dos animais que se coçam. A identificação desses animais e seu descarte - se não forem excelentes - ou um tratamento mais intensivo, ajudam muito a diminuir a população de carrapatos na pastagem e nos animais. Como reduzir a mastite nos rebanhos? Para reduzir a mastite é preciso adotar um conjunto de ações que impeçam novas infecções e reduzam a duração das já existentes no rebanho. O sucesso no controle da mastite requer a adoção de práticas que reduzem a exposição do orifício das tetas aos microrganismos infecciosos. O ponto chave é o manejo da ordenha que deve estar focalizado nos cuidados com os animais, na limpeza, na higiene e na desinfecção dos tetos após a ordenha. Outras medidas muito importantes são: • Manter as vacas em ambiente limpo e seco; • Tratar todos os casos clínicos; • Tratar todos os quartos mamários no início do período de secagem da vaca; • Manter as vacas de pé após a ordenha; • Descartar as vacas com infecção crônica; • Fazer a manutenção adequada dos equipamentos de ordenha.


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A Uniodonto Sul Capixaba parabeniza a cooperativa Selita pela comemoração dos seus 74 anos! Temos a certeza de que o nosso Estado, em especial a região sul, não teria tamanho reconhecimento sem a atuação firme dessa nossa cooperativa irmã. Temos certeza que juntos somos mais fortes!

PARA CELEBRAR ESSE ANIVERSÁRIO, ESTAMOS OFERECENDO CARÊNCIA ZERO PARA OS COOPERADOS DA SELITA QUE ADERIREM AO PLANO NOS MESES DE OUTUBRO E NOVEMBRO/12.

(28) 3511-1500 www.uniodontosulcapixaba.com.br

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PARABÉNS SELITA! 19

PLANOS ODONTOLÓGICOS

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SUL CAPIXABA


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Selita 74 anos

A Selita tem uma grande representatividade em todo o Brasil, principalmente no Espírito Santo, onde sua marca é sinônimo de qualidade e tem o respeito da população capixaba. A prova desse Pedro Scarpi Melhorim presidente da Unimed Sul Capixaba “Nós, da Unimed Sul Capixaba, manifestamos grande admiração e profundo respeito pela Selita. Reconhecemos sua importância para a história do cooperativismo capixaba e a temos como exemplo de organização bem gerida, democrática e socialmente justa. É com grande alegria que, no Ano Internacional do Cooperativismo, celebramos os 74 anos dessa grande cooperativa, que pratica com a Unimed a intercooperação, um dos princípios fundamentais do cooperativismo. Parabéns a todos os diretores, cooperados e colaboradores”. Júlio da Silva Rocha Júnior Presidente da Federação da Agricultura (FAES) “A marca SELITA, por si, se impõe, sendo motivo de orgulho para Cachoeiro de Itapemirim, e para todo o Estado do espírito Santo, o que faz crescer em muito, a responsabilidade de todos que protagonizam o seu funcionamento: retireiros, produtores e seus familiares, funcionários, fornecedores, parceiros, diretores, e os nossos consumidores, que atestam a qualidade dos produtos ofertados durante 74 anos de construção de uma marca que já se tornou lendária. Comparando sua posição de hoje, com a época em que se iniciou a conquista do mercado do Rio de Janeiro, expedindo pela Estrada de Ferro Leopoldina, o leite acondicionado em latões, resfriados com barras de gelo e pó de serra, vai uma grande distancia, e a convicção da necessidade de se empreender cada vez mais, com menos, para se garantir renda digna para os produtores, sem aviltar os preços aos consumidores, o que ocorre espontâneo, pela lei da oferta e procura. As ferramentas de gestão moderna precisam, portanto, serem buscadas cada vez com maior intensidade, para se fazer jus ao elevado conceito alcançado, e para se manter vivo o sonho de se desenvolver sempre”. Equipe Tetra Pak “A Tetra Pak parabeniza a Selita pelos seus 74 anos de história e de muitas conquistas. Desejamos muito sucesso a toda equipe, que juntos construíram uma empresa sólida, vitoriosa e fiel à sua missão de “oferecer produtos saudáveis, saborosos e confiáveis, valorizando a qualidade de vida no campo e na cidade”. Uma iniciativa que apreciamos e que vem de encontro ao princípio fundamental da Tetra Pak de “Proteger o que é Bom”. Sucesso e vida longa à Selita.

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carinho é o alto índice de aprovação nas pesquisas que são sempre realizadas no estado. Nesta edição de aniversário, a Selita mostra que é mais que uma Cooperativa:

Enio Bergoli Secretário de Agricultura do Espírito Santo

“A Cooperativa de Laticínios Selita, em seus 74 anos de existência, foi e continua sendo fundamental para o desenvolvimento do Espírito Santo. Pautada nos valores históricos do cooperativismo, como ajuda mútua, solidariedade, democracia e participação, a Selita construiu a sua imagem associada a valores éticos de honestidade e responsabilidade social. A sua trajetória é motivo de muito orgulho para todos nós capixabas! Poucas instituições têm uma marca tão forte e tão reconhecida. Isso é fruto de muito trabalho e dedicação de todos os cooperados, dirigentes e funcionários, que construíram um fantástico parque agroindustrial, ao longo dos anos. A parceria do Governo do Estado com a Selita é fundamental para o progresso técnico dos pecuaristas e para o alcance cidadania no campo. Parabéns Selita!” Evair Vieira de Melo diretor-presidente do Incaper

“A Cooperativa de Laticínios Selita e o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) tem uma parceria há mais de duas décadas e isso representa um grande avanço para a produção de leite no Espírito Santo. Juntos, trabalhamos com inovação para ajudar no desenvolvimento econômico e social do homem do campo. A força dessa cooperativa mostra como o agropecuarista capixaba é capaz de produzir em grande escala e com qualidade, a qual se estende aos produtos derivados do leite. Os alimentos que chegam até a mesa do consumidor têm qualidade reconhecida, resultado de um trabalho feito com tecnologia e dedicação. Parabéns, Selita!”


COMUNICADO A Selita estará realizando em abril de 2013, seu 3º Feirão do Produtor e uma das atenções é o sorteio de vacas de leite. Para tanto, estamos informando aos cooperados interessados em vender seus animais para o sorteio, que é preciso entrar em contato com o Departamento de Assistência ao Cooperado – Henrique: (28) 2101-1120, para conhecer as regras do contrato de compra e venda de animais.

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OCB/ES comemora seus 40 anos exatamente no ano em que a ONU decretou o Ano Internacional das Cooperativas O ano de 2012 é especial para o cooperativismo capixaba, pois é comemorado o aniversário de 40 anos da OCB/ES – Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Espírito Santo. O trabalho desse órgão com décadas de história no ES é fundamental, pois é ele quem representa, defende e capacita cada uma das cooperativas no Estado, preparando-as para atuar no Estado, no país e no mundo de forma competitiva. Desde a sua criação, no dia 04 de setembro de 1972, as pessoas que acreditam na filosofia do Cooperativismo no Espírito Santo, têm na OCB/ES um apoio, um órgão de representação que tem como objetivo realizar estudos, promover a divulgação do sistema cooperativista, criar novas cooperativas, dar assessoria técnica, manter a integração com outros órgãos do cooperativismo e representar o Sistema perante as autoridades de forma competente e especial. Esses 40 anos da OCB/ES fortalecem ainda mais a ideia de que o trabalho da instituição é essencial para as cooperativas e o cooperativismo do Estado. Afinal, são poucas as entidades que sobrevivem por tanto tempo sendo reconhecidas pelo trabalho sério, honestidade e bom relacionamento para com seus associados (cooperativa), parceiros e órgãos públicos. Hoje aos 40 anos, a OCB/ES constrói e pensa no trabalho que deverá ser feito nas próximas décadas e tantos outros anos que virão. ANO INTERNACIONAL DAS COOPERATIVAS Não podemos esquecer também que além dos 40 anos da OCB/ES, em 2012 também é comemorado o ANO INTERNACIONAL DAS COOPERATIVAS, decretado pela ONU – Organização das Nações Unidas! A temática reflete não apenas o espírito cooperativista, mas também o compromisso do segmento com o desenvolvimento global. Com isso, a ONU sugere ações ligadas ao poder feminino, à inclusão de jovens no merca-

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do de trabalho e ao empreendedorismo, que mostram o cooperativismo como instrumento para geração de renda e, consequente, redução da pobreza. O objetivo do Ano Internacional das Cooperativas, que é fruto da estreita relação entre a Aliança Cooperativa Internacional (ACI) e a Organização das Nações Unida (ONU), é buscar o desenvolvimento econômico sustentado, a mitigação da pobreza e a intercooperação. E ainda: - Aumentar a consciência pública sobre as cooperativas e os benefícios aos seus membros, a contribuição para o desenvolvimento social e econômico e a integração com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio; - Promover a conscientização na rede global sobre o cooperativismo e seus esforços para fortalecer as comunidades, democracia e paz; - Promover a criação e crescimento de cooperativas e ações para atender às necessidades socioeconômicas do setor; - Encorajar os governos para estabelecer políticas, leis e regulamentos que levam à criação, crescimento e sustentabilidades das cooperativas. COOPERATIVISMO NO BRASIL E NO MUNDO Pouca gente sabe, mas o cooperativismo está presente em mais de 100 países e soma mais de 800 milhões de cooperados em todo o mundo, sendo responsável direto por cerca de 100 milhões de postos de trabalho! O cooperativismo alia duas situações fundamentais para que o ser humano e a família sobrevivam atualmente, que é o DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO e o BEM-ESTAR SOCIAL. O cooperativismo é um modelo socioeconômico que tem em sua base a participação democrática, a solidariedade, a independência e a autonomia. Para termos uma ideia do tamanho do cooperativismo no Brasil, somente registradas no Sistema OCB, o país tem mais de 6.500


Registro cooperativas distribuídas em treze ramos: agropecuário, crédito, consumo, educacional, especial, habitacional, infraestrutura, mineral, produção, saúde, trabalho, transporte, turismo e lazer; que reúnem mais de 10 milhões de associados e geram 300 mil empregos diretos. Em todo o país, cerca de 30 milhões de pessoas estão ligadas ao movimento cooperativista. No Espírito Santo, por exemplo, existem atualmente 145 cooperativas registradas, com cerca de 200 mil cooperados que geram mais de 20 mil empregos diretos e indiretos, envolvendo aproximadamente meio milhão de pessoas.

O cooperativismo contribui diretamente para o desenvolvimento sustentável do país, têm participação expressiva na economia brasileira, e ainda atuam em outros mercados, levando seus produtos a outros países. Dadas as informações acima, sabemos que no mundo todo, as cooperativas têm um papel fundamental para o desenvolvimento econômico aliado à responsabilidade social e ao crescimento de pessoas, famílias e comunidades inteiras envolvidas. E isso reflete não apenas o espírito cooperativista, mas também o compromisso do segmento com o desenvolvimento global. Sendo um cooperativista nato, tendo participado do Sistema por diversos anos através não só do meu trabalho, como também de meu pai, eu me emociono ao falar do crescimento e desenvolvimento do setor cooperativista e das cooperativas do Estado nesses 40 anos, que foi possível pelo trabalho realizado pela OCB/ES. Aproveito o momento para enaltecer o trabalho desenvolvido pela Selita, que como a Cooperativa mais antiga do Estado, é hoje exemplo de maturidade e excelência no ramo de laticínio e do cooperativismo autêntico não somente no ES, mas também no Brasil, parabéns aos cooperados, dirigentes e colaboradores da Selita.

Esthério Sebastião Colnago presidente do Sistema OCB-SESCOOP/ES

É uma alegria imensa poder participar desses 40 anos de OCB/ES como presidente dessa instituição séria e comprometida com as cooperativas do Espírito Santo. Foram décadas de muitas conquistas e também desafios que fizeram com que as cooperativas existentes hoje no ES sejam sólidas e fortes. E eu enxergo o trabalho da instituição como fundamental na defesa e representação diante da sociedade, do mercado e do governo. E é claro, parabenizo aqui a Selita por seus 74 anos de história no cooperativismo do ES. Uma instituição mais antiga que a OCB/ES merece ainda mais nosso respeito e admiração, pois foi base para a construção do trabalho que realizamos até hoje

Carlos André Santos de Oliveira superintendente do Sistema OCB-SESCOOP/ES

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Selita investe em responsabilidade ambiental que o efetivo funcionamento deva acontecer já no início do próximo ano”, explicou.

Uma empresa completa é aquela que une à tradição da sua marca o investimento no ser humano e o crescimento sustentável. Assim é a Selita, uma empresa capixaba que há 74 anos investe em modernização se adequando ao meio ambiente para produzir alimentos saudáveis, saborosos e confiáveis. E entre os recentes investimentos da cooperativa está a construção da nova Estação de Tratamento de Efluentes (ETE. A atual estação que recebe todos os efluentes líquidos resultantes da preparação de laticínios precisou ser aumentada, uma vez que a produção cresceu consideravelmente nos últimos anos. Para o novo sistema já foram investidos mais de R$ 7 milhões. De acordo com o presidente da Selita, José Onofre Lopes, as obras estão bem adiantadas. “A previsão é de

A obra da ETE está sendo feita dentro do prazo acordado no Termo de Ajuste de Conduta (TAC) assinado com o Ministério Público de Cachoeiro e o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA) atendendo às solicitações das comunidades dos Bairros Basileia e Campo da Leopoldina, situados no entorno da indústria. Todo sistema de implementação da Estação de Tratamento de Efluentes, como a indicação dos equipamentos necessários, é acompanhado pela Foz do Brasil, especialista na área de atuação em tratamento de efluentes, que irá gerenciar a atuação da ETE.

Novas caldeiras Mais uma ação de responsabilidade ambiental foi a aquisição de caldeiras a gás que substituíram as de lenha no início do ano, gerando energia limpa e não poluindo o meio ambiente. O investimento nos equipamentos foi de R$ 1,5 milhão.

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1938 É com imenso orgulho que o

A Selita não é apenas a cooperativa mais

Sistema OCB-SESCOOP/ES

antiga do ES, ela é a mais experiente e uma

parabeniza a Selita pelos seus 74 anos

das causas pelo Espírito Santo aparecer

de história no cooperativismo capixaba!

como destaque nacional de lácteos.

2012

Parabéns Selita,

Vocês são o Orgulho dos Capixabas!

www.ocbes.coop.br | (27) 2125-3200

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Uma história de ousadia e determinação Dr. Arlindo Machado Cooperado da Selita há 60 anos

Presidente Kennedy, na localidade de Gromogol. Dr. Arlindo foi presidente da Selita de 1980 a 1987 em dois mandatos, e também ocupou o cargo de diretor secretário e comercial, além de exercer a função de conselheiro da Cooperativa. Dr. Arlindo é um cooperado que sempre participa das reuniões e assembleias da Selita, e até hoje é ouvido e reverenciado peDr. Arlindo Machado é cooperado da Selita há cerca de 60 anos. Ele los cooperados por seu desempenho é casado com Carmem Maria Rodri- como presidente da Selita. Um dos fatos mais marcantes e gues, com quem tem quatro filhos: Vera, Ricardo, Alexandre e Fernan- importantes da história da Cooperado. Sua matrícula é de número 293, tiva e que teve Dr. Arlindo à frente, e só para se ter um exemplo, hoje já foi a separação da CCPL, em 1980. “A CCPL não queria que a Selita estamos no número 10.000. Sua propriedade é localizada em vendesse mais seu leite industriali-

zado em sacola de um litro em Vitória e Campos. A Cooperativa já industrializava esse produto há mais de 10 anos. A CCPL queria que a Selita apenas enviasse seu leite para a Central, como a maioria das outras Cooperativas faziam na época e que também não deveria ter mais de 30 mil litros diários na sua recepção”, relembrou. Esses fatos fizeram com que a administração, sob a direção do Dr. Arlindo, rompesse com a CCPL mesmo com todos os riscos que pudesse vir a ocorrer. Graças à coragem a determinação e também do relacionamento existente entre a Cooperativa e diversas empresas, entre elas a Spam, que tinha como diretor financeiro Giri Jakbovik e da Rede Gazeta, a Selita superou esse momento adverso e pode enfim, crescer por conta própria e hoje ser a maior Cooperativa de Laticínios do Espírito Santo. Dr. Arlindo e seus companheiros de gestão escreveram seus nomes na história da Cooperativa com ousadia

“A Selita faz parte da minha história” Joseli Menezes de Souza Funcionário da Selita há 33 anos

Trabalhando na Selita há 33 anos, Joseli Menezes de Souza é um dos funcionários mais antigos da Cooperativa. Aos 57 anos de vida, ele é casado há 34 anos com Irani Barcelos de Souza, e pai de Fabiano Flávio e Priscila. Mas, sua história coma Selita iniciou em 1978, em Presidente Kennedy. Ele contou que começou trabalhando na construção da filial da Selita, em Presidente Kennedy. No ano seguinte, em 1979, ele passou a trabalhar na recepção. “Naquela época a Selita recebia cerca de 150 mil litros de leite diários”, lembrou.

Em Presidente Kennedy ele permaneceu trabalhando por 10 anos como ajudante, e depois passou a ser motorista. Atualmente, trabalha, já há três meses, na área de transporte de Cachoeiro, e residente na localidade de Dois Corações, zona de Presidente Kennedy. “A Selita faz parte da minha história e é uma empresa muito boa para trabalhar. Aqui, fiz diversas amizades e nunca poderia me esquecer do ex-funcionário João Venâncio, já aposentado, que me ajudou muito”, completou o

funcionário que tem o futebol como seu esporte favorito nas horas vagas. SETEMBRO 2012 >> SELITA

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Produtores participam de Dia de Campo No dia 29 de setembro, foi realizado na localidade de Recreio, em Muqui, na propriedade de Edmilson Silva, um Dia de Campo, que reuniu 124 produtores de leite da região e técnicos do Projeto 120 – Mais Leite. A abertura do evento foi feita pelo presidente José Onofre Lopes, que passou a palavra ao vice-presidente José Gilberto Vial, e ao coordenador de Assistência ao Cooperado, Henrique Passini. O Dia de Campo contou com três palestras. A primeira teve como tema a ‘Suplementação na seca com cana de açúcar com uréia’, ministrada pelo técnico do Projeto 120 – Mais Leite, Rubens Tristão Junior. A outra palestra foi ministrada pelo engenheiro agrônomo e vice-presidente da Selita, José Gilberto Vial, com o tema ‘Implantação e manejo de pastagem’. A terceira é última foi ministrada pelo técnico do Projeto 120 – Mais Leite, Ariclenes Souza Costa, com o tema ‘Custos e gestão da propriedade de leite’. De acordo com o coordenador do Projeto 120 – Mais Leite, Francisco de Assis Ribeiro, o balanço do evento foi positivo. “Os produtores participaram e puderam esclarecer dúvidas. Na palestra sobre os ‘Custos e gestão da propriedade de leite’, o produtor Edmilson Silva também participou com o Ariclenes e pode falar aos outros produtores sobre o projeto”, contou.

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Assis ressaltou ainda que as palestras foram ministradas no locais ilustrativos, o que possibilitou uma maior dinâmica com os participantes. “Os produtores foram mais envolvidos com os temas e viram na prática como funciona”, completou.


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Selo comemorativo ao Ano das Cooperativas

A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou que 2012 é o Ano Internacional das Cooperativas. E a homenagem é mais que justa, pois o cooperativismo é um movimento que, só no Brasil, transforma a vida de cerca

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de 33 milhões de pessoas. Para comemorar, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e os Correios lançaram o selo personalizado. Mais uma prova da importância das Cooperativas.

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CORREÇÃO Homenagem de Olandino Morgan ao pai José Morgan No texto em homenagem de Olandino Morgan ao seu pai José Morgan, publicado na edição de agosto, houve uma falha na matéria. O correto é: No casamento de José Morgan com Joana Fornazier, eles tiveram oito filhos: Ismael, Aristides, Luiz, Maurílio, Argentina, Eliezer, Orlandina (não citada no texto anterior) e Olandino. No casamento com Ercília Zabam teve mais dois filhos: José Bonifácio e Osmar. Pedimos desculpas aos familiares de José Morgan pelo equivoco.


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“Amazônia no chão e produtores de leite lambendo o dedo” Guilherme Gomes de Souza Cooperado e Diretor da Revista Lugar de Notícias

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nquanto se registra um dos maiores índices de desmatamento na Amazônia, sobretudo no nortão de Mato Grosso e no sul do Pará, o produtor de leite vive um de seus piores momentos, sobretudo pelo altíssimo preço que atingiu a soja e o milho, o alimento mais elementar para o gado de leite, se acentuando para quem se profissionalizou na atividade. O leitor deve estar se perguntando: “Mas o que temos a ver com isso?” Quase tudo. A região se transformou no quintal dos Estados Unidos, ou melhor, dizendo, na propriedade rural dos americanos. Quase toda a produção de soja e milho da região segue viagem para tratar das vacas daquele país. Encontrei com um tradicional produtor de leite em Venda Nova do Imigrante, depois de tomar umas e outras (um copo de leite e outro de água) ressaltou com veemência: “Amazônia no chão e produtores de leite lambendo o dedo”. Ele se referia que a floresta estava sendo derrubada para aumentar as áreas de plantios de soja e milho, para vender suas produções para os Estados Unidos, ao passo que o produtor de leite brasileiro não tinha e não tem nem o direito de adquirir o produto com preços acessíveis. De fato os Estados Unidos depois de ter passado por um grande período de estiagem que destruiu grande parte das áreas de plantio de soja e milho, passaram a comprar a

produção do Brasil, o que fez a cotação subir sobremaneira. Para o produtor americano, pagar mais na soja e no milho não significa tanto prejuízo, porque eles foram subsidiados e contam com grande apoio do governo. Isso sempre nos remete a jargões populares: “Pimenta nos olhos dos outros é refresco”. Isso significa que os americanos sempre foram absolutamente contra o desmatamento na Amazônia, mas agora se calam quando se desmata para plantar soja, milho e até pasto para gado de corte para suprir seu país. Já aqui no Brasil, não se deixe enganar com conversas de leiloeiros, só começamos dar nossos primeiros passos e sem a ajuda da “mamãe e do papai”, que nesse caso se transforma numa espécie de metáfora de governo e governante. Ainda assim, acabamos de levar uma grande rasteira, que não consiste somente no altíssimo preço do milho e da soja, como também a grande abertura que o governo brasileiro deu para outros países, como a Argentina e o Uruguai, de vender leite dentro de nosso mercado, numa manifestação clara de falta de respeito para com o produtor nacional. Nenhum país inteligente faria isso com seus povos, sobretudo quando se trata de produção de alimentos primordiais como o leite. Os aventureiros se arriscam a derrubar a floresta em função do imediatismo. Logo os Estados Unidos voltarão a produzir com grande força. Aí volta a tona os grandes consumidores desses produtos no Brasil, que são, sobretudo, os de leite, de frango e até de suínos. Contudo, o setor não sairá dos primeiros passos, caso o governo não pare de atrapalhar. Produtor de verdade não precisa de esmolas, precisa de preços justos e que ninguém atrapalhe. Seria bom também se o país tivesse um Ministro de Agricultura que entendesse de atividade genuinamente brasileira.

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classificados

C L A S S I F ICA D O S Aniversário

Aniversário

Registramos o aniversário de Renan Morgan Altoé, que completou 14 anos no dia 1º de outubro. Ele é filho dos cooperados Flávio Altoé e Silvana Morgan Altoé, e neto do conselheiro Olandino Morgan e Luzan Rocha Morgan. Felicidades para o Renan!

Registramos o aniversário de Giovanna Machado Garilli, comemorando no dia 06 de outubro. Ela, que completou oito ano, é afilhada do cooperado Lucas Duarte. Parabéns para Giovanna! É com alegria que registramos o aniversário de Paulo Henrique Egramphonte Coelho, comemorado no dia 09 de outubro. Ele é filho do cooperado Moacyr coelho Filho e funcionário do setor de compras da Selita. Parabéns Paulo!

Bodas de ouro Nascido no ano de 1938, coincidentemente mesmo ano da criação da Selita, o produtor Ozahir Rodrigues Pereira, associado desde 1991 se orgulha de fazer parte de uma empresa amadurecida e respeitada como a Selita. No próximo dia 27 de outubro de 2012 estará, com muita alegria ao lado da esposa, Maria Madalena Ambrósio Pereira, realizando suas Bodas de Ouro com a celebração de uma missa na comunidade Água Limpa – Chalé - MG. Desta união Deus lhes concedeu cinco filhos: Juarês, Elci, Maricélia, Joacaz(+) e Verônica. O casal é exemplo de vida conjugal e de união fraterna. Parabéns ao casal!

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Aniversário

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Nascimento É com alegria que registramos o nascimento de Alícia Fornazier, filha do cooperado Victor Fornazier Loureiro e Letícia P. Fornazier, e neta da cooperada Zenil Fornazier Pereira, no dia 23 de setembro. Parabéns aos papais pela chegada de Alícia!

Aniversário É com muita alegria que os pais Luciano Nicoli Guimarães e Emiliana T. Rigon Guimarães comemoram no dia 17 de novembro, o 1º aniversário de seu filho Otávio Rigon Guimarães. Ele é neto dos cooperados José da Silva Guimarães (Pai de Luciano) e Hélio Rigon (pai de Emiliana). Parabéns Henrique e muitas felicidades!


classificados

C L A S S I F ICA D O S Vende-se

Propriedade em Jacu - Burarama Cachoeiro de Itapemirim Parte cortada pela principal estrada de asfalto, fica no centro de Jacu. Tudo e todos precisam passar pela propriedade.- Reserva Florestal ok. - Tamanho (374.557.26m² = 7.70 Alqueires) - INCRA/ITR/CCIR OK - Documentação ok - 5.000 pé de café ( produzindo) - Pasto, coqueiros, luz, água, poço artesiano, mais um poço com nascente própria há mais de 100 anos. - Facilidades – Igreja católica, quadra, bar/ salão, 2 campos de futebol, ônibus de linha regular e escolar. Valor: R$ 350.000,00 (Aceitamos propostas). Contato: Clarenice Rosseto Costa. Fone: (21) 2561-2502/(21) 9697-9595/(21) 8733-9595. Temos lotes oficializados com 1.000 m² a partir de R$ 15.000,00.

Vende-se

Vende-se

Um caminhão 708, ano 87, cor azul, com carroceria de madeira (aberta), trabalhando e com documentação em dia. Preço a combinar. Aceito parte do pagamento em bezerro. Tratar pelo tel.: (28) 9882-8204 – Eduardo/ (28) 9986-3479 – Laura.

Um trator com quatro pneus novos, Massey Ferguson, traçado, ano 94, com 3.000 horas trabalhadas. REVISADO. Preço a combinar. Aceito parte do pagamento em bezerro. Tratar pelo tel.: (28) 98828204 – Eduardo/ (28) 99863479 – Laura.

Vende-se

Embriões da vaca Índia: - 3º lugar categoria 45 kg - Cachoeiro de Itapemirim 2012 (10 dias de parida) - Campeã categoria livre - Alfredo Chaves 2012 - 59.320 kg (média em duas ordenhas) - Campeã categoria livre - Expo Iconha 2012 - 53 kg (média em duas ordenhas) - 4º lugar categoria livre - Expo Itapemirim 2012 55.500 kg (média em duas ordenhas)

Aniversário É com muita satisfação que registramos o aniversário de um ano do pequeno Henrique de Oliveira Guimarães, no dia 07 de novembro. A data será comemorada junto aos familiares e amigos. Ele é neto do cooperado José da Silva Guimarães e Maria da Glória Nicoli Guimarães, e filho de José Rodrigo Nicole Guimarães e Valéria Donna de Oliveira Guimarães, residentes no município de Vargem Alta. Parabéns Henrique pelo primeiro ano de vida!

Vende-se 1 touro 5/8 registrado, 4 anos, campeão da Exposição de Vitória 2011. Filhas no local (fazenda). Valor a combinar. Falar com Ronaldo Ribeiro (28) 9885-8542.

Vende-se Um touro Jersey com idade de dois anos – PO, filho de Fusions. Contato: Gustavo Tel: (28) 9902-3875

Vende-se Propriedade com 36 alqueires, sendo 20 alqueires de mata nativa fechada e o restante em estado inicial de regeneração, localizada no Córrego do Caetetu – Conceição do Castelo. Está localizada na Bacia do Rio Itapemirim e está de acordo com o Código Florestal e pode ser utilizada como reserva para proprietários que necessitam reflorestar suas propriedades para atender as exigências deste código. A propriedade é uma beleza exuberante e fica a 11 km da sede do município, sendo oito km asfaltado e três km em estrada de chão. Contato: Marize Vargas Telefone: (28) 3547-1103 ou (28) 9986-2223.

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Incentivo à produção

INCENTIVO À PRODUÇÃO Setembro 2012 Durante o mês de Setembro de 2012 foram beneficiados com Incentivo à Produção, um total de 59 cooperados, no valor de R$ R$ 229.464,55. São empréstimos de até R$ 5.000,00 para os cooperados aplicarem na formação de capineira, canavial e pastagem (alimento para vaca).

Mês JANEIRO/2012 FEVEREIRO/2012 MARÇO/2012 ABRIL/2012 MAIO/2012 JUNHO/2012 JULHO/2012 AGOSTO/2012 SETEMBRO/2012 TOTAL

Valor R$ 167.643,00 R$ 225.766,00 R$ 224.999,00 R$ 225.538,00 R$ 252.979,00 R$ 236.798,00 R$ 184.207,80 R$ 182.883,00 R$ 229.464,55 R$ 1.930.278,35

RELAÇÃO DOS NOVOS ASSOCIADOS Ederson Discher Paulo Bitencourt Teixeira Vinicius Landel Destefani Rubem Tristão da Costa Soares Rubem de Souza França Afonso de Oliveira Serbate Heraldo Moreira da Silva Filho Cleide Pereira de Moares Thomazini

Weliton Augusto Batista João Svelino Cristo Tarcino Enes Paulino da Silva Adilson Capacio Viana Silvio Galdino da Silva Daniel Rodrigues Barbosa Paulo Justino da Silva

Categoria: 30 kg PROPRIETÁRIO Geraldo Fassarela Antonione de Souza **

ANIMAL Revista Priscila

PRODUÇÃO CLASSIFICAÇÃO 74,86 kg 1º lugar 75,17 kg 2º lugar

Categoria: 35 kg PROPRIETÁRIO Jamil Guedes

ANIMAL PRODUÇÃO CLASSIFICAÇÃO Hortência 87,34 kg 1º lugar Dair Pontes de Souza ** Primavera 87,79 kg 2º lugar

Categoria: 35 kg PROPRIETÁRIO Jodeir Bueno **

Wilson P. Ramos Jr. **

** Cooperados Selita

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ANIMAL Geleia Noiva

PRODUÇÃO CLASSIFICAÇÃO 104,35 kg 1º lugar 109,78 kg 2º lugar


Exposição

Categoria: até 25 kg EXPOSITOR Lenildo V. Henriques * Marlúcio M. Grillo * Rondinelli M. Pinheiro * Luiz Eduardo * Geni Lino *

ANIMAL Ana Preta Shakira Brisa Júlia Paloma

PRODUÇÃO TOTAL 75.020 kg 75.050 kg 75.060 kg 74.660 kg 74.470 kg

MÉDIA DIÁRIA 25,007 kg 25,017 kg 25,020 kg 24,887 kg 24,823 kg

ANIMAL Tunaia Pinta Silva Manchete Adriana Patrícia

PRODUÇÃO TOTAL 104.420 kg 104.350 kg 104.120 kg 103.890 kg 103.880 kg

MÉDIA DIÁRIA 34,807 kg 34,783 kg 34,707 kg 34,630 kg 34,627 kg

Categoria: até 35 kg EXPOSITOR Geni Lino * Valquimar Rohr Anildo Castelioni * Antônio Lopes * Adimar Castelioni *

Categoria Livre EXPOSITOR Rondinelli M. Pinheiro * João Carlos Cipriano * Anildo Castelioni * João Carlos Cipriano * Luiz Eduardo *

ANIMAL Suelen Galena Ataléia Índia Toyota

PRODUÇÃO TOTAL 186.130 kg 182.450 kg 168.230 kg 167.570 kg 163.190 kg

MÉDIA DIÁRIA 62,043 kg 60,817 kg 56,077 kg 55,857 kg 54,397 kg

* Cooperados Selita

Categoria: próximo de 45 kg EXPOSITOR José Adriano Rodrigues Eduardo Gonçalves Borges *

ANIMAL PRODUÇÃO TOTAL Andorinha 135.275 kg Rosada 131.150 kg

MÉDIA DIÁRIA 45,09 kg 43,71 kg

ANIMAL Vitória 2 Lagoa

MÉDIA DIÁRIA 35,02 kg 34,05 kg

Categoria: próximo de 35 kg EXPOSITOR Luiz Carlos de S. Bertuloso * Wanderson de A. Rezende

PRODUÇÃO TOTAL 105.060 kg 102.150 kg

Categoria: próximo de 25 kg EXPOSITOR José Rogério Rodrigues * Márcio Machado Catein *

ANIMAL Neguinha Africana

PRODUÇÃO TOTAL

75.065 kg 74.610 kg

MÉDIA DIÁRIA 25,02 kg 24,87 kg

* Cooperados Selita

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Desde os Pioneiros de Rochdale, a intercooperação têm sido primordial para o Sucesso do Cooperativismo. A COOPTTEC e a SELITA unidas colocam isso em prática.

Intercooperação que gera resultado!

ANÚNCIO GRACAL 38

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Registro

Primeira feira de touros registrados de Alegre Senhor pecuarista, O Incaper convida V. S.a para a feira de touros a ser realizada no dia 19 de outubro de 2012 (sexta-feira), de 8 às 17 horas. As agências do Banco do Brasil, do Banestes e do Sicoob abrirão linhas de financiamento para a compra de touros, devendo o produtor atualizar o cadastro antes da feira. Local: Parque de Exposições “Geraldo Santos”, em Alegre Informações: • ABCZ ETR VIX (27) 3328-9772 / 9615-7569 (Roberto Winkler) • Incaper Alegre (28) 3552-4204 / 3552-0833 (Joana e Francisca) • Incaper CRDR Sul Caparaó (28) 3522-1275 / 9956-0370 (Bevaldo) • Cooperativa de Laticínios Selita (28) 2101-1111 / 9945-4762 (Henrique Passini)

Foz premia Integrantes Em uma década de existência, o Prêmio Destaque Qualidade coleciona sucessos. O prêmio é uma forma de incentivar novas ideias e aumentar o número de projetos que são desenvolvidos e colocados em prática pelos Integrantes da Foz, em Cachoeiro de Itapemirim (ES). E esse ano, não foi diferente. Dos 11 trabalhos inscritos, três foram premiados e agora concorrem também à edição internacional do Prêmio Destaque Odebrecht. A iniciativa é uma premiação criada pela própria concessionária para valorizar as melhores experiências idealizadas e realizadas pelos Integrantes. “A expectativa é que os trabalhos continuem gerando resultados e, além disso, sejam destaque, divulgando assim o conhecimento dos Integrantes. Esta também é uma forma de incentivar o desenvolvimento de novas ideias e fazer com que esses trabalhos sejam apresentados em seminários e eventos externos, mostrando o nosso trabalho para outras unidades ou organizações”, ressalta Flávio Carleti, Analista de Qualidade da Foz. Todos os trabalhos inscritos passam pelas etapas de análise prévia, avaliação in loco e seminário para apresentação. Em dez anos, 88 trabalhos foram inscritos no Prêmio Destaque Qualidade, envolvendo diversas áreas e Integrantes da Foz, em Cachoeiro. “Esse prêmio busca desafiar e estimular nossos Integrantes, incorporando no dia a dia a cultura da inovação para aprimoramento de nossas práticas. Isto amplia nossa percepção e nos provoca para melhor servir nossos Clientes. Esta é a essência de nossa Cultura”, explica o diretor da Foz, Pablo Andreão. Projetos vencedores 2012 1º lugar - Melhoria no Sistema de Distribuição de Água no CR Aquidaban:

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Em sua 10ª edição, o Prêmio Destaque Qualidade reconhece os trabalhos desenvolvidos pelos Integrantes que mais se destacaram em Cachoeiro de Itapemirim

Trabalho que trouxe melhorias no abastecimento de água principalmente dos bairros Nossa Senhora Aparecida, São Luiz Gonzaga e Alto Independência, e também em outros bairros como Ferroviários, Ibitiquara, Independência e Coronel Borges. Integrantes responsáveis: Marcus Vinicius Pereira Barreto, Adriana Cardoso, Elaine Fraga, Edson Barbosa, Jocimar de Assis Alves, Alexandre Falcão, Jair dos Santos Cruz e Roberto Carlos. 2º lugar - Colar de tomada nos reparos em PEAD - Otimizando resultados: O colar de tomada é uma peça que foi adaptada para estancar vazamentos nas rede. Por ser uma peça mais simples, o tempo de reparo diminuiu. Integrantes responsáveis: Marcelo Caetano Coelho, Edson Barbosa, Antônio Rufino, José Carlos da Silva, Alexandre Falcão, Manoel Anastácio, Mário Almeida e Jair dos Santos, Camila Viana. 3º lugar - Automação no abastecimento do tanque de Sulfato de Alumínio Líquido: O objetivo foi justamente automatizar o processo de abastecimento do tanque, que antes necessitava de um Integrante acompanhando todo o procedimento. Agora, tudo é feito por computador. Integrantes responsáveis: Renata Samuel Batista, Paulo César Spolodore Cypriano, Gilson dos Santos Bino, Francisco J. S. Cypriano, Humberto Dian Murari, Luiz Felipe Cabral, Welligton de S. Barros, Jair Soares da Silva, Gilmar da Silva Rocha, Carlos Augusto Xavier, Marcos Antonio Carlete, Claudio Renato Gabriel, Francisco Franklin, Lucinéia Quinelato Viale Prata.


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Serviços ao Cooperado

REUNIÕES DO CONSELHO ADMINISTRATIVO 2012

BENEFÍCIOS PARA OS COOPERADOS SELITA

- Psicóloga, psico-pedagoga e fonoaudióloga com 30% de desconto, central de consultas - (28) 3511-1004; - Psicóloga com 30% de desconto, Dra. Raquel Vereza - (28) 3522-4988 / 9946-6559; - Dentista com 35% de desconto, central de consultas (28) 3521-5591; - Posto de vendas anexo Selita – 10% desconto; - Plano de saúde Unimed; - Plano odontológico Uniodonto; - Seguro de vida; - Participação da Selita em 25% na aquisição de tanque comunitário; - Parcelamentos nas compras na farmácia e armazém da Selita em duas vezes (valor acima de R$ 30,00 e 10% de desconto na compra do cooperado); - Transporte de leite a granel gratuito; - Plano de previdência privada – plano no valor de R$ 44,90, sendo que 50% do valor será pago pela Cooperativa; - Assistência técnica gratuita (exames CMT, coleta de solo para análise). O produtor paga pelo material utilizado; - Cartão Comprocard, credenciado em várias casas comerciais do sul do estado, como supermercados, farmácias humanas e veterinárias e postos de combustíveis. - Assistência técnica, terceirizada, a tanques de expansão; - Participação nas exposições agropecuárias fornecendo gratuitamente equipamentos para torneios leiteiros e oferecendo premiação aos vencedores; - Incentivo à produção – financiamento em até 10 vezes, no valor máximo de R$ 5.000,00 para: preparo do solo; - Compra de sementes p/ formação de forrageiras e material p/ cerca elétrica (somente na farmácia Selita); - Compra de silagens; compra de ensiladeira com motor (novo) com pagamento direto ao fornecedor através de apresentação de N. Fiscal.

22 de Outubro e 05 de Novembro

REUNIÕES DO CONSELHO FISCAL 2012

01 de Novembro e 14 de Novembro Representantes do Comitê Educativo Central 17 de Outubro Atílio Vivácqua – Carlos Alberto de Brito Medeiros e Celso de Almeida Canzian Alegre – Sebastião Viana Assis e Vantuil Nascimento; Jerônimo Monteiro – Flávio Cabral Rampe e Carlos Roberto Fernandes Lamas; Muniz Freire – Rubens Tristão Junior e Paulo César Macedo; Presidente Kennedy – Sérgio Tonan Fontana e Nelcei Moraes Coqui; Rio Novo do Sul – Ruth Léa Fernandes Louzada e Marly Amaro Pinheiro; Itapemirim – Luciano Henriques e Elisandro da Silva Soares; Cachoeiro de Itapemirim – Flávio Altoé e Aleomar José Pancoti; Muqui – Marcos Antônio Almeida Rodrigues e Gílson José Barros Damasceno;

Calendário de Reunião dos Comitês Educativos

ESTRATIFICACAO DA PRODUCAO - DATA: 30/09/2012

Cooperativa de Laticínios Selita ESTRATIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO - DATA: 30/09/2012 LEITE ATE 20 LITROS DE 21 A 50 LITROS DE 51 A 100 LITROS DE 101 A 200 LITROS DE 201 A 500 LITROS DE 501 A 750 LITROS DE 751 A 1000 LITROS DE 1001 A 2000 LITROS ACIMA DE 2001 LITROS TOTAL

QUANTIDADE ASSOCIADOS 308 457 498 365 203 33 12 9 10 1.895

Assistência Técnica Tanques de Expansão Hamilton Marquezi - Cachoeiro - 9938-4362 / 3511-9481 Hélio Maineti - Muqui - 9886-5959 / 3554-1713 Cláudio Assis Oliveira - C. Castelo - 3547-1565 Delaval - Eduardo Correa - Cachoeiro - 9938-3428 3522-9836 / 35215457

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PRODUCÃO 103.992 486.819 1.088.844 1.527.906 1.823.230 592.636 303.179 384.241 2.534.048

PERCENTAGEM ASSOCIADOS 16,2 24,1 26,2 19,2 10,7 1,7 0,6 0,4 0,5

8.844.868

Telefones Úteis:

Portaria – (28) 2101-1132 Farmácia – (28) 2101-1165 - 2101-1164 Assistência ao Cooperado – (28) 2101-1120 - (28) 2101-1173 Coleta de leite – (28) 2101-1121 Geral - (28) 2101-1111


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Boletim Setembro - 2012  

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