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JORNAL

ENTREVISTA: RENATO ADUR “Falta ao turismo no Paraná que o poder público entenda qual é a vocação maior dos nossos municípios.” Págs. 9, 10 e 11

Curitiba, 1ª quinzena de novembro de 2016 | Edição 37

SEHA, Fecomércio e Ecovia levam o Paraná para o 28º Festuris Panorama do turismo

Feira Internacional de Turismo de Gramado reuniu os principais atrativos turísticos do mundo. Da esquerda para a direita, o presidente do SEHA, João Jacob Mehl; o presidente da Embratur, Vinicius Lummertz; o presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac Paraná, Darci Piana; a diretora do Festuris, Marta Rossi e o presidente da FBHA – Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio

AUDIÊNCIA PÚBLICA Food Trucks e CNC vêem regulamentação Pág. 03

TECNOLOGIA Ferramentas digitais são apostas da FBHA Pág. 04

SESSÃO SOLENE 80 anos da ABIH Nacional

CONVÊNIOS Com empresas e faculdades Pág. 08

Projeto de Lei para regular hotéis-cassinos avança no Senado

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Curitiba, 1ª quinzena de novembro de 2016

EDITORIAL

COMIDA DE BOTECO

Nunca o Paraná foi tão observado e celebrado

Festival Pão com Bolinho vai até dia 27

O SEHA, Sistema Fecomércio Sesc Senac PR e a Concessionária Ecovia estão de parabéns! Viva a parceria inteligente envolvendo o poder público, entidades representativas e iniciativa privada. Juntas mostraram como fazer na 28ª Festuris, em Gramado. Foram responsáveis por um almoço que recebeu com muito estilo 120 importantes autoridades do trade turístico nacional e estrangeiro. Melhor que isso, recebeu todos servindo o tradicional barreado do nosso litoral, cachaça paranaense e vinho produzido em São José dos Pinhais, na Vinícola Araucária. Acompanhado ao final de bala de banana de Morretes. Todos tinham que ver, foi um verdadeiro espetáculo divulgar com qualidade e foco nossa capital, litoral e Estado em um festival internacional de turismo dessa magnitude. Nunca o Paraná foi tão observado e celebrado. Esse é o caminho! É para onde devem convergir todas as forças que querem ver o turismo despontar em nossa região. Agradeço muito aos parceiros e saliento como é bom sempre poder contar com amizade, força e respeito do amigo Darci Piana. Hoje, sem dúvida, a maior autoridade empresarial do Estado, que nos representa com excelência onde quer que esteja. Que nosso Paraná seja cada vez mais celebrado. E para os fãs do Jornal do SEHA, a leitura dessa edição está interessante: Hotel Show em Foz, aplicativo Airbnb, novas tecnologias apresentadas pela FBHA, entrevista com o empresário Renato Adur, 80 anos da ABIH Nacional, Food Trucks com CNC, liberação dos cassinos e muito mais. Boa informação para todos. Abraço, João Jacob Mehl

EXPEDIENTE Jornalista Responsável Pierpaolo Nota

Preço de R$ 9,90 é padrão em todos os estabelecimentos participantes do evento

O da foto é servido no Cidadão do Mundo, um dos 41 bares que aderiram ao evento em Curitiba

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receita é simples: pão recheado com bolinho feito à base de carne. A tradicional iguaria de boteco pode ter um preparo descomplicado, mas mesmo assim ganhar sofisticação e até mesmo ser inovadora con-

Edição | Eliseu Tisato

Pão com Bolinho que será realizado em Curitiba até dia 27 de novembro. O ponto forte do circuito é o preço convidativo e único do sanduíche, R$9,90. A organização é do site Curitiba Honesta.

Associados aniversariantes de novembro

Colaboração Comunicação FBHA

Rua Júlia da Costa, 64 - São Francisco - Curitiba - Paraná Fone: (41) 3323 8900 www.seha.com.br

GESTÃO 2014-2017 João Jacob Mehl Presidente Lincoln T. Isahias Tarquínio Vice-Presidente  Andersen Prado Vice-Presidente para assuntos de Alimentos e Bebidas/Buffet Zelir Tadeu Massuchin Vice-Presidente para assuntos de Hotelaria e Hospedagem Marilisa Bigarella Vice-Presidente para assuntos de Motéis  Gustavo T Andrade Vice-Presid. para assuntos de Entretenimento e Lazer  Orlando Kubo Diretor Secretário Geral  Julio César Hezel Diretor Financeiro Adelardo Telles Neto Diretor para assuntos de Pizzarias e Deliveries  Aguilar Borsato Silva Diretor 

forme a montagem, ingredientes e acompanhamentos. Seja na versão moderna ou tradicional, o sabor do prato caiu no gosto dos curitibanos que poderão degustar inúmeras variações de receitas durante o 5º Festival do

Carlos Roberto Madalosso Diretor para Ass. de Turismo Ernesto Villela Neto Diretor para assuntos Governamentais Henrique Lenz Cesar Filho Diretor para assuntos Grandes Eventos  Jacques Raul Rigler Diretor para assuntos Tributários e Fast Food  João Ernesto Strapasson Diretor Marco Antônio Fatuch Diretor Delegado  Paulo Sérgio Gralak Diretor de Patrimônio Antonio Tanaka Diretor para Assuntos de Food Trucks e Marketing  Conselho Fiscal:  Jonel Chede Filho, Alceu A Vezozzo Filho e Luiz Fernando P de Aguiar Conselho Fiscal Suplente:  Jayme Canet Neto e Joel Malucelli

01.11 03.11 04.11 08.11 11.11 12.11 16.11 18.11 19.11 19.11 20.11 20.11 21.11 24.11 27.11 30.11

Renato Antonio Dedecek, do Sabor Caseiro Viviane Valle, da 10 Pasteis Mozarth França, Taurus Hoteis e Turismo Angela Fressato, da Palmonari & Figueiredo Zelir Massuchin, do Hotel Lira Mariana Singer, da Churrascaria Velha Napolitana Vanessa Belloni, do Hotel San Juan Executive Ernesto Vilella, do Restaurante Scavollo Marco Antonio Fatuch, do Motel Oasis Josmery de Albuquerque, do Motel Poeme Fatima Cirley Schmitz Voiteche, da Bona Vita Francisco Figueiredo, da Lanchonete do Assis Caroline Negrão, do Zezito’s Bar Izabela Amatuzzi Samways, do San Rafael Palace Hotel Sun Ying Fone, da Panificadora Flor da Quinze Geraldo Linzmeyer, do Hotel 10


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ALIMENTAÇÃO

Audiência pública com Food Trucks e CNC discute regulamentação Objetivo foi debater a normatização do setor de comercialização de alimentos em espaços públicos e qualquer outro que apresente mobilidade

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regulamentação de normas gerais para Food Trucks foi tema de uma audiência pública realizada pela Comissão de Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços da Câmara dos Deputados na última terça-feira (04). Júlio César de Mello, assessor Jurídico do Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (Sindrio), compareceu à reunião em nome da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O objetivo da audiência foi debater sobre o Projeto de Lei 3.954/2015, de autoria do deputado Marcelo Belinati (PP/PR), que pretende regularizar as normas gerais para a comercialização de alimentos em espaços públicos e qualquer outro que apresente mobilidade, ainda que se encontre estático. Júlio César, representando os sindicatos de bares e restaurantes, acredita que os concorrentes também devem estar sujeitos às cargas tributárias, niveladas de acordo com cada local ou região. “A carga tributária que um estabelecimento tradicional paga é até dez vezes maior (que a de um Food Truck), o que acaba gerando injustiças e prejuízos ao comércio local”, compara Júlio. Para que não haja parcialidade e concorrência desleal, é necessária uma análise de zoneamento para usos e atividades econômicas

Para Júlio César (Sindrio/CNC), é necessário cuidado para que não haja competição desleal entre os comércios em todos os municípios do país, mediante proposta do Congresso Nacional. Além das taxações tributárias, Júlio ressaltou a importância do controle sanitário para o setor, principalmente quanto à manipulação e transporte de alimentos,

Fazer o cliente sentir-se em casa, mesmo do outro lado do mundo, é uma arte: a arte do hoteleiro. Novembro é o mês do hoteleiro.

higienização de instalações e outros preceitos apontados pela Agência Nacional de Fiscalização Sanitária (Anvisa) para a segurança e “para a prevenção e proteção da saúde” dos consumidores. O deputado Adail Carneiro (PP-CE), que é relator do texto,

comentou que o objetivo principal da audiência foi ouvir representantes do setor e equilibrar seus interesses de modo com que todos saiam satisfeitos. “Os principais envolvidos na proposta poderão contribuir ao debate sobre a conveniência do projeto de lei,

bem como oferecer informações que possam robustecer o projeto, de modo a trazer mais segurança”. Além da CNC a Anvisa, políticos e outras associações representativas do setor de Food Trucks e de bares e restaurantes compareceram ao encontro.


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TECNOLOGIA

Ferramentas digitais são apostas da FBHA Soluções para hotéis e restaurantes são oferecidas pela empresa portuguesa Truturismo

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otéis e restaurantes filiados à FBHA ou a um de seus 66 sindicatos têm a chance de ampliar suas receitas e garantir um melhor atendimento aos clientes: por meio de um contrato com a empresa portuguesa Truturismo, a entidade está oferecendo as ferramentas digitais Truhotel e Trumenu. E, o melhor: empresas diretamente filiadas à FBHA ou a um de seus 66 sindicatos terão três meses gratuitos para o uso dos serviços. Truhotel: todos os dados na palma da mão A ferramenta oferece aos hóspedes o “Diretório de Serviços”, um site que digitaliza informações detalhadas sobre o estabelecimento hoteleiro, como horários de funcionamento, localização de salas, serviços e produtos, informação sobre a

região, entre outros. Trumenu: online, interativo e visual A ferramenta “3 em 1” dispõe de um website com reservas online, um cardápio digital e traduções de menu em várias línguas, que serão apresentadas em formato de displays nas mesas dos estabelecimentos credenciados – não sendo necessário o download de aplicativos. Para estabelecimentos que não possuem sites e páginas atualizadas, um website próprio com layout moderno e opção para a realização de reservas será disponibilizado. Já para os que dispõem de websites, o Trumenu é inserido na opção cardápio. Para contratar o serviço, entre em contato com a FBHA no endereço eletrônico fbha@fbha.com.br, com o assunto “Truturismo”.

Empresas diretamente filiadas à FBHA ou a um de seus 66 sindicatos terão três meses gratuitos para o uso dos serviços

PLANEJAMENTO

Política de turismo para PR nos moldes do Nordeste Tema foi debatido na Assembleia Legislativa, foco é o Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável

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implantação no Paraná de uma política regionalizada de desenvolvimento do turismo, nos moldes adotados pelos estados do Nordeste. Este foi o centro dos debates durante a audiência pública sobre o Plano de Desenvolvimento Integrado do Turismo Sustentável (PDITS), dia 15, na Assembleia Legislativa, com a presença de dois representantes do Ministério do Turismo. “O PDITS é um dos mais amplos programas do Ministério, prevendo investimentos em infraestrutura, treinamento, serviços, pesquisa e incentivos, de forma regionalizada, para toda a cadeia turística”, explicou o presidente da Comissão de Turismo da Assembleia, deputado Chico Brasileiro. Os convidados para falar dos planos do Ministério para o Paraná foram o diretor do Departamento de Ordenamento do Turismo, Rogério Cóser, e o coordenador-geral de Planejamento

Territorial do Turismo, Eduardo Madeira. Eles chamaram atenção do trade turístico, parlamentares e governo estadual sobre a importância e os benefícios para o Paraná de se habilitar ao financiamento com recursos do Banco Interamericano do Desenvolvimento (BID). O Ministério do Turismo e o governo do Paraná elaboraram em 2012 três PDTIS para as regiões de Curitiba/Campos Gerais, Litoral Paranaense e Foz do Iguaçu. Em 2014, foi elaborada uma versão só para Curitiba com o apoio da prefeitura da capital. “Infelizmente, esses projetos não saíram do papel, embora houvesse previsão de investimentos no total de US$ 100 milhões para os três PDTIS regionais”, afirmou Brasileiro. Diversos estados do Nordeste têm impulsionado o turismo com o PDITS, gerando empregos e renda.

Litoral do Paraná tem novo Mapa do Turismo O novo mapa elaborado pelo Ministério do Turismo coloca Guaratuba, Paranaguá e Matinhos na categoria B. Pontal do Paraná e Morretes na categoria C e Antonina e Guaraqueçaba na categoria D. No Paraná, 224 dos 399 municípios estão no Mapa. Apenas Curitiba e Foz do Iguaçu foram classificados na categoria A. Na categoria B são apenas 9 municípios, três no Litoral. Na C, 31 no Paraná e 2 no Litoral. Na D, 138 e apenas 2 no Litoral. Na E, 44 no Paraná e nenhum no Litoral. A categorização leva em consideração três fatores principais: – Número de estabelecimentos formais no setor de hospedagem (fonte: RAIS/ Ministério do Trabalho e Emprego). – Estimativa do fluxo turístico doméstico (Estudo da Demanda Doméstica - fonte: Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – FIPE/MTur).– Estimativa do fluxo turístico internacional (Estudo da Demanda Internacional – fonte:

FIPE/MTur). Dentro da metodologia, as cidades contempladas nas categorias A, B e C contam, em todo o Brasil, com 95% dos empregos formais em meios de hospedagem, 87% dos estabelecimentos formais de meios de hospedagem, 93% do fluxo doméstico e têm fluxo internacional. Os municípios dos grupos D e E reúnem características de apoio às cidades geradoras de fluxo turístico. Muitas vezes são aquelas que fornecem mão de obra ou insumos necessários para atendimento aos turistas. O Mapa do Turismo Brasileiro é um instrumento de orientação para a atuação do Ministério do Turismo no desenvolvimento de políticas públicas, tendo como foco a gestão, estruturação e promoção do turismo, de forma regionalizada e descentralizada. Sua construção é feita em conjunto com os órgãos oficiais de Turismo dos estados brasileiros.


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PROJETO DE LEI

Regulamentação dos hotéiscassinos avança no Senado Estima-se que a atividade injete cerca de R$ 59 bilhões na economia brasileira por ano, sendo R$ 17 bilhões em impostos

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legalização dos hotéis-cassino está mais próxima de virar realidade. O projeto de Lei que regulame nta a atividade, bem como outros jogos de azar, foi aprovado em nove de novembro na Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional do Senado e seguirá agora para a votação em plenário. Se aprovado, passará para a análise da Câmara dos Deputados. O presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio, comemora o avanço da discussão sobre o tema, que tramita na Casa desde 1991. “Demos mais um passo para a legalização dos hotéis-cassinos, que ajudarão a elevar o patamar do turismo brasileiro, além de gerar cerca de 400 mil empregos diretos e indiretos”, afirma. Estima-se que a atividade injete cerca de R$ 59 bilhões na economia por ano, sendo R$ 17 bilhões em impostos. Pelo texto aprovado, os cassinos só poderão funcionar em estabelecimentos hoteleiros integrados com áreas múltiplas de hotelaria, lazer e espaços cul-

turais, não podendo ultrapassar 10% da área total do conjunto. Também é obrigatório o credenciamento máximo de 35 cassinos em todo o território nacional, com máximo de três por estado. Além disso, um mesmo grupo não poderá controlar mais de três cassinos. O PL para o Marco Regulatório dos Jogos já estava em votação em regime de urgência e era uma das pautas tidas como prioritárias pela Casa, pois faz parte da Agenda Brasil - pauta apresentada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, com o objetivo de incentivar a retomada do crescimento econômico do país. Dentre as propostas, divididas em cassinos, bingos e jogo do bicho, serão definidos: · Quais jogos poderão ou não ser explorados; · Critérios para concessão de autorização; · Regras para distribuição de prêmios e arrecadação de tributos; · Infrações administrativas; · Crimes e punições – em decorrência da violação de regras.

Cassinos só poderão funcionar em estabelecimentos hoteleiros integrados com áreas múltiplas de hotelaria, lazer e espaços culturais

Os hoteis e a polêmica do Airbnb Presidente da Embratur garantiu para presidente da FBHA que não mantém parcerias com responsáveis pelo aplicativo Em almoço organizado pelo SEHA, Fecomércio-PR e Ecovia na 28ª Feituris, em Gramado, no último dia quatro, o presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), Vinicius Lummertz, falou pessoalmente ao presidente da FBHA – Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio, que não vem trabalhando qualquer tipo de aproximação com o aplicativo de hospedagem Airbnb, maior comunidade de hospedagem alternativa do mundo. No Brasil, o serviço online existe desde 2012, quando reunia três mil anúncios no site. Mas, ainda em 2015 o número já havia ultrapassado os 50 mil e este ano aumentou com a procura de destinos para turistas que vieram ao Brasil acompanhar as Olimpíadas. O caso pode ser comparado, lógico

que cada um no seu setor, com o Uber, que vem tirando o sono de muitos taxistas. O Airbnb é polêmico porque acaba causando uma concorrência desleal com os hoteis e pousadas, visto que os imóveis listados na plataforma de aluguel não pagam os mesmos impostos e tributações aos quais meios de hospedagem precisam prestar contas. Segundo o presidente do SEHA, João Jacob Mehl, para operar esses sites precisam ser regulamentados. “Como está é que não pode continuar. É uma concorrência injusta”, salienta o empresário. A discussão sobre o tema não está restrita somente ao Brasil. Para se ter uma ideia, em Miami, a polícia chegou a tirar turistas de dentro de apartamentos já mobiliados e em outras cidades o aplicativo está proibido de ser utilizado. Estamos de olho!

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HOTELARIA

Inovações em produtos e serviços para o turismo 10ª edição do Hotel Show aconteceu no final de outubro no Rafain Palace Hotel & Convention, em Foz do Iguaçu Marcos Labanca

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Marcos Labanca

om a presença de gestores públicos, empresários, representantes de entidades do trade e profissionais do turismo do Brasil, Paraguai e Argentina, foi aberto oficialmente o 10º Hotel Show dia 27 de outubro, no Rafain Palace Hotel & Convention. Durante a abertura do evento o presidente do SEHA, João Jacob Mehl, falou que o Hotel Show se consolidou-se com um evento ligado diretamente à atividade turística na região. “É uma feira sólida, , apresentando a cada edição as melhorias para a hotelaria e gastronomia”, disse. Segundo o empresário, “o Hotel Show já faz parte da vida cidade e resulta do crescimento e da qualidade do turismo de Foz do Iguaçu”, destacou., o Para o presidente do Sindhotéis (Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Foz do Iguaçu), Carlos Silva, o Hotel Show traduz os avanços no turismo iguaçuense. “A feira referenda a grandeza de Foz do Iguaçu na sua hotelaria, na sua gastronomia, no turismo”, enfatizou. “Faço uma referência aos nossos expositores, que vieram de longe para apresentar serviços e produtos que contribuem para aprimorar o setor de turismo”, complementou. O coordenador estadual de

Abertura da feira contou com a presença de várias autoridades ligadas aos meios de hospedagem e alimentação Turismo do Sebrae/Paraná, Aldo Carvalho, destacou a contribuição do Hotel Show para a qualificação profissional e dos serviços turísticos, bem como, para a celebração de novos contatos comerciais. “A feira é uma oportunidade de acesso à qualificação e de realização de negócios. Também é um espaço para o Sebrae apresentar seus serviços e produtos ligados ao negócio do turismo”, complementou. Durante os três dias de programação o Hotel Show recebeu cerca de 2.000 visitantes, que conferiram as principais novidades em hospedagem, gastronomia e culinária. A feira é uma vitrine Para presidente do SEHA, João Jacob Mehl, o Hotel Show consolidou-se com um evento ligado diretamente à atividade turística na região

de serviços, produtos e soluções para empresários e profissionais que atuam na hotelaria, motelaria, resorts, pousadas, flats, restaurantes, churrascarias, buffets, fast-foods, bares, casas noturnas, lanchonetes, panificação e pizzarias, entre outras modalidades gastronômicas. Promovido pelo SEHA, Sindhotéis, o 10º Hotel Show 2016 contou com organização da produtora PJ Eventos e com patrocínio da Itaipu Binacional, Fecomércio/PR, Sebrae, Fomento Paraná, Copel Telecom, Senac, CNC, FBHA e com o apoio de meios de imprensa e entidades ligadas ao turismo.


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HOMENAGEM

Sessão Solene comemorou 80 anos da ABIH Nacional Evento foi em Brasília, dia 18 de novembro, no Plenário Ulysses Guimarães

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oi dia 18 de novembro a sessão solene que comemorou os 80 anos da ABIH Nacional, no Plenário Ulysses Guimarães, em Brasília. Todo o trade turístico, imprensa e autoridades celebraram a data. A iniciativa da solenidade foi do deputado federal Herculano Passos, presidente da Comissão de Turismo da Casa e grande defensor do crescimento do

turismo nacional, reconhecendo a imensa contribuição que a hotelaria tem para o setor, gerando empregos e promovendo cada vez mais o desenvolvimento do turismo no país. Para o presidente da entidade, Dilson Fonseca Jr., “o reconhecimento da Comissão prestando essa tão importante homenagem nos 80 anos da ABIH demonstra toda relevância

da entidade para o setor e sua força institucional, resultado da união de hoteleiros atuantes e cientes de sua responsabilidade como cidadãos”. A Associação representa 26 ABIH’s estaduais e mais o Distrito Federal, contando com aproximadamente 4 mil associados integrando todos os meios de hospedagem no Brasil, independente de tipo, tamanho ou especialidade.

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Advogado do SEHA atende no Litoral

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HOTELARIA

SEHA, Fecomércio e Ecovia levam PR para 28º Festuris Mais de 120 autoridades degustaram o tradicional barreado do litoral e experimentaram vinhos e cachaças do Paraná Fotos Panorama do Turismo

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barreado, prato típico da culinária paranaense, foi a atração do almoço oferecido dia quatro de novembro, pelo SEHA, Sistema Fecomércio Sesc Senac do Paraná e Ecovia a um grupo de mais de 120 convidados participantes do 28º Festuris (Festival de Turismo de Gramado), no espaço do Senac daquela cidade da Serra Gaúcha. Entre os presentes, os presidentes da Embratur, Vinicius Lemertz; da Fenactur, Michel Tuma Ness; da Federação Empresarial de Hospedagem e Alimentação, Alexandre Sampaio; a diretora do Festuris, Marta Rossi; representantes de entidades de classe do segmento do Rio Grande do Sul e de municípios gaúchos e da imprensa especializada em turismo, todos recepcionados pelos presidentes do SEHA, João Jacob Mehl e da Fecomércio-PR, Darci Piana. Jacob Mehl foi o primeiro a discursar, agradecendo a todas as autoridades presentes, explicou o objetivo do encontro como de promoção das atrações do litoral paranaense através de um ícone da cozinha regional, o Barreado. Depois, salientou a ousadia de levar vinho de Curitiba para os gaúchos tomarem. “Temos que divulgar Curitiba e o Paraná, estar presente em todas as feiras de turismo possíveis, levar nossos produtos e destino para conhecimento de todos os brasileiros e estrangeiros”, salientou Jacob Mehl. O presidente da Fecomércio-PR, Darci Piana, falou logo na sequência e destacou a importância da união entre poder público e privado. “Só assim o Turismo no Paraná e no Brasil pode evoluir de verdade”.

Jacob Mehl salientou a ousadia em levar vinho paranaense, da Vinicola Araucária, para os gaúchos e autoridades de todo Brasil provarem O Senac, que possui quatro restaurantes-escola (Curitiba, Foz do Iguaçu, Matinhos e Maringá), serve o barreado em sua unidade da capital paranaense todas às quintas-feiras. Foram também degustados vinhos e cachaças paranaenses. Só ficou a lamentar, a ausência de representantes dos municípios litorâneos alvos da divulgação e também de dirigentes do turismo paranaense.

Marco Antonio Fatuch, vice-presidente da FBHA; Alexandre Sampaio, presidente da entidade e João Jacob Mehl, presidente do SEHA, no stand da entidade

O Senac Paraná distribuiu, na ocasião, um livreto em português, inglês e espanhol, com a receita e o passo a passo de preparo do barreado. O cardápio, apresentado pelo chef Lúcio, constou de saladas verde e niçoise, barreado, arroz, farinha de mandioca, banana cozida, banana chips e pirão. Como sobremesa, sagu no vinho tinto e creme de baunilha e torta banofi. A curiosidade do almoço ficou por

Almoço servido só com produtos paranaenses

conta do ex-presidente da FBHA, Norton Leinhart, um adorador de vinhos, que ao final do almoço pediu para levar um rótulo degustado. Prova do excelente trabalho que vem sendo feito na Vinícola Araucária, do empresário Renato Adur, entrevistado dessa edição. Todos os outros convidados receberam de brinde uma garrafinha de cachaça e balas de banana.


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ENTREVISTA RENATO ADUR

Renato Adur é conhecido hoje como o “Homem do Vinho” Para ele, a Cabernet Franc deve ser a uva brasileira, como é a Malbec na Argentina, como é a Tanat no Uruguai, como é a Carménère no Chile Dez horas de um bom papo seriam pouco para conversar com Renato Adur. A primeira dúvida é sobre que assunto abordar. O tema poderia facilmente ilustrar o mercado editorial, política ou diversas outras atividades por onde o empresário já circulou. Mas nessa entrevista o foco foi outro. Conversamos sobre sua mais nova grande paixão, os vinhos e a Vinícola Araúcária, uma vinícola boutique localizada em São José dos Pinhais que vem ganhando admiradores gola a gole. Um verdadeiro “case” de sucesso. por Pierpaolo Nota

Jornal do SEHA – De onde veio a ideia de plantar uva e produzir vinho? Renato Adur – Eu viajei o mundo. Tinha uma editora e viajava muito para Europa e Estados Unidos. E aonde ia procurava visitar vinícolas, pois sou um apaixonado por vinhos. Sempre gostei. A bebida que gosto desde jovem é o vinho. Não sou muito da cerveja ou do whisky, e gostava da Caipirinha, que é a marca registrada do brasileiro. Eu sempre via, principalmente na Europa, na França, na Itália, Espanha e Portugal, um clima muito parecido com o nosso e, além disso, aqui temos etnias europeias. Vendo isso, não entendia o porquê não termos uma produção de viníferas, ou seja, uvas próprias para vinho, de origem europeia. Aí um dia, com o colega Ênio Perin, arquiteto e entusiasta do assunto, que trabalhou comigo na SEDU (Secretaria de Estado da Educação do Paraná), ele me falou sobre a ideia de instalar uma vinícola em nossa região, mas precisávamos de tecnologia, de expertise, de pessoas experientes. Um dia encontramos com um agrônomo, ambientalista, da área de viníferas, do Rio Grande do Sul, Pedro Gallina, mais os enólogos Anderson Schmitz e o Marcos Vian, famosos no Brasil, que atendem marcas renomadas no país, e nos entrosamos com o objetivo de montar uma vinícola aonde eles seriam os responsáveis pela parte da enologia, meu irmão Adolar Adur, agrônomo da EMATER por 30 anos, e o Pedro Gallina cuidando do plantio, o Ênio fazendo os projetos, com mais dois investidores, e eu, que além de investidor fiquei como gestor do projeto. Brincando pode-se dizer que de enófilo o senhor virou enólogo. RA - É verdade! Pode-se dizer que virei “gestor de uma vinícola” ou “operário de uma vinícola” (risos). E aí, após a realização de estudos do solo de uma área que eu tenho em São José dos Pinhais, eles concluíram que poderíamos ter espumantes

de ótima qualidade e vinhos muitos bons, dependendo da variedade de uvas que escolhêssemos, principalmente a Chardonnay e a Viognier, para vinhos brancos e espumantes, mais a Pinot Noir, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon e a Merlot para vinhos tintos. Plantamos estas variedades na vinícola, numa área de 5,2 hectares, isso nos idos de 2007, pois nosso projeto era para 10 anos, ou seja, 2017. E só começamos a vinificação em 2009 e a comercialização no fim do ano de 2014, começo de 2015. Então, estamos apenas a menos de dois anos colocando nosso produto no

mercado. Nossa produção é pequena, 27 a 30 mil garrafas por ano. A ideia é ampliar para algo entre 40 e 50 mil garrafas para os próximos anos, mas o objetivo é mais ideológico do que comercial. Como ideológico? Nosso objetivo é mostrar que Curitiba e a Região Metropolitana tem capacidade de produzir viníferas, elaborar vinhos finos de qualidade, porém, com a tipicidade da região, sem querer comparar se é melhor ou pior do que o produto francês, o chileno, o espanhol, etc. Há a questão de estarmos fora de um

“padrão” de posição geográfica, fora da área indicada entre paralelos para produção de uvas viníferas. Isso atrapalha? RA - Nós estamos no paralelo 25 Sul. A geografia do vinho no mundo é considerada claramente nos paralelos 30 a 50 Norte, que vai da região da Califórnia (EUA), passa pela Europa e vai até os Países Árabes. Essa é a parte do hemisfério norte. Entre os paralelos 30 e 50 Sul vai do Chile, desce pela Argentina e Uruguai, Rio Grande do Sul, África do Sul, chegando a Nova Zelândia e Austrália. Aqui, nós estamos localizados no paralelo 25 Sul, aos pés da Serra do Mar,


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em um microclima com 4 a 5 graus mais frio no inverno e 4 a 5 graus mais quente no verão. Deu certo! O Chardonnay, o Cabernet Franc e o Merlot se adaptaram muito bem. Eu acredito que a Cabernet Franc será a uva tinta brasileira, como é a Malbec na Argentina, como é a Tanat no Uruguai, como é a Carménère no Chile. Dessa forma, acredito que o Cabernet Franc vai ser uma uva europeia que será a característica aqui da nossa região.

O objetivo é mais ideológico do que comercial. Como ideológico? Nosso objetivo é mostrar que Curitiba e a Região Metropolitana tem capacidade de produzir viníferas, elaborar vinhos finos de qualidade, porém, com a tipicidade da região, sem querer comparar se é melhor ou pior do que o produto francês, o chileno, o espanhol, etc.”

Hoje a Vinícola Araucária se tornou mais que uma vinícola, com olhos à frente, envolvendo o Turismo, o Enoturismo. Como está funcionando isso? RA – Como a nossa produção era pequena, e o que a gente queria era valorizar Curitiba e a Região Metropolitana, nós começamos com o nome da vinícola que se chama Araucária, por ser a árvore símbolo do Paraná. Nosso espumante leva o nome do Poty, em homenagem ao maior artista plástico contemporâneo do Paraná, Poty Lazzarotto. Nosso vinho branco possui em seu rótulo o petit-pavé das calçadas de Curitiba, é a obra de arte das calçadas transportada para os rótulos. A Gralha Azul, segundo a lenda, é a ave que planta o pinhão e gera a Araucária. E Angustofolia é o nome científico da árvore Araucária. Dessa forma, os nossos nomes valorizam coisas da nossa terra. Nós estamos em uma região aonde temos abundância de Araucárias reflorestadas por mim, quando eu tinha 22 anos. Iniciamos um projeto em 1970 e começamos a plantar as Araucárias. A construção do restaurante foi feita com árvores plantadas por nós, árvores com 46 anos. Esse é um projeto ideológico, onde quisemos valorizar e fazer com que as pessoas que vem de fora, conheçam a nossa vegetação nativa, nossas florestas, nosso espaço e encontrem um local aprazível para uma degustação. Depois de visitar o vinhedo, temos a visitação guiada, onde é possível conhecer as variedades, entrar na vinícola, interagir com todo processo de elaboração dos nossos produtos, nossos modernos equipamentos, de última geração. Qual é a quantidade média de turistas que vocês recebem? RA - De 200 a 300 pessoas por final de semana. Começou com 10, 20, foi aumentando para 50, 70, e hoje em torno de 200 a 300 pessoas. Abre sábado e no domingo? RA - Isso. Atualmente temos cerca de cinco agências de turismo que levam as pessoas para lá. O restaurante foi feito pois as pessoas queriam almoçar no local, passar o dia lá. O restaurante é de categoria internacional. Quem é o chef que está à frente do restaurante? RA - É o Luiz Moura. Ele ficou

nove anos em Londres, realizou cursos e trabalhou em restaurantes de lá e veio para o Brasil, onde atualmente comanda o restaurante onde somos sócios. Dessa forma, nós temos em cada setor pessoas especializadas que fazem a sua parte. E agora estamos construindo as cabanas em um projeto inovador dentro da mata. Eu vi isso na Europa e trouxe para o Brasil. Além disso, a ideia é fazer cabanas temáticas, onde uma será em estilo polonês, homenageando a colonização polonesa, outra será em estilo japonês, terá ainda um italiano, um alemão, um português. As pessoas que chegam se entusiasmam, pois não imaginavam encontrar algo assim dentro da Grande Curitiba. Atrás da perfeição na produção de vinhos chegou-se a instalar uma estação meteorológica dentro do espaço. Funciona ainda? RA - O projeto da vinícola possui a estação meteorológica, instalada pelos agrônomos onde eles avaliam as melhores épocas de colheita e de poda, pois se realizarmos a poda em uma determinada data e logo na semana seguinte vier uma geada compromete todo aquele plantio. A produção não pode sofrer com isso. Então, essa estação meteorológica produz informações de qual a época propícia para se fazer determinadas coisas. Temos também uma estação de tratamento de resíduos, ecologicamente correta. Nós não jogamos uma gota de resíduo fora. Toda água utilizada internamente passa por um processo até que possa ser descartada. É uma pequena vinícola ecologicamente correta. Recentemente os presidentes Darci piana e João Jacob Mehl levaram seus vinhos para Gramado, no Rio Grande do Sul, e foi uma grande surpresa. Inclusive o ex-presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Norton Lenhart, pediu um vinho para levar para casa, por ser um apreciador. O senhor já sabia, quando começou, que iria chegar a este grau de excelência? E como é ter que tratar com a desconfiança daquela pessoa que “sabe tudo” de vinho e não toma o vinho curitibano? RA - Eu já encontrei pessoas que agem dessa maneira que, após experimentarem nossos rótulos, entraram em contato para saber mais a respeito e adquirir mais produtos. Isso que gratifica a gente. E aos poucos estamos criando nosso nome na cidade, pois somos a primeira vinícola de vinhos finos, com o vinhedo integrado na vinícola, em 320 anos da história de Curitiba. Criamos ainda uma associação que se chama Vinopar - Associação dos Vinicultores do Paraná, que congrega hoje nove vinícolas da região, cada uma com a sua característica, mas unidas para defender o vinho paranaense. Algumas trazem uvas

do Rio Grande do Sul e outras produzem aqui mesmo. Atualmente não há oferta suficiente para a demanda que temos. Nós da Araucária preferimos trabalhar somente com uvas daqui. Isso nos surpreendeu, pois a qualidade dos nossos vinhos não deixa nada a desejar em relação aos vinhos que vem de outros países. Tanto que estamos recebendo prêmios nacionais e internacionais. Não só nós, mas também outras vinícolas aqui da região. Qual é a média de preço dos vinhos e como é que restaurantes e pessoas do ramo da alimentação que estiverem lendo esta entrevista poderão adquiri-los? RA – A média de preço nosso varia de R$ 35 a R$ 75, dependendo do produto. Nós atendemos hoje 61 pontos de venda em Curitiba, por exemplo: Família Farinha, Vindouro, Saint Germain, e temos restaurantes como o Bologna, Léllis Trattoria, Mangiare Felice, Pont Vecchio, Dévon´s, Avenida Paulista, Farnel, restaurantes de ponta que tem o nosso produto. Além disso, 40% da nossa venda é realizada na própria vinícola durante as visitas guiadas. Como funciona o wine day na vinícola? RA - Para o almoço no restaurante você deve ligar e reservar. Para a visita guiada também. Como algumas pessoas vêm de fora e querem ir lá para conhecer, almoçar, realizar a visita guiada, nós temos o pessoal de algumas agências de receptivo que fazem este atendimento, pegam as pessoas no hotel, levam até lá, fazem a visita guiada, almoçam, e retornam. Todos sabem do seu envolvido com outros negócios e pelo gosta da política. Hoje o vinho é o “business” que lhe dá mais prazer? RA - Sim. Eu trabalhei com editora por quase 50 anos e vendi tudo. Fui deputado em três mandatos, parei, depois fui secretário de Estado, sempre meio envolvido com a política, mas também parei. Mas quando chega em época de campanha as pessoas “pegam a gente pelo pé” e a acabamos se envolvendo um pouco de novo com esse processo. Hoje eu estou dedicado exclusivamente nesse projeto porque eu não quero trabalhar muito. Viajo duas ou três vezes por ano para fora do país, vou com minha família, e estou me considerando meio aposentado mesmo. Isso aqui é um prazer para mim. É uma forma de devolver para Curitiba um pouco daquilo que a gente recebeu ao longo de nossa vida profissional, de sucesso, reconhecimento, tanto que, aonde eu vou hoje eu sou reconhecido como “O Homem do Vinho”, pois nós ultrapassamos uma barreira, quebramos um paradigma aqui em Curitiba e no Paraná, embora já exista vinícola em Toledo. Mas especificamente em Curitiba um vinhedo e uma vinícola, tudo integrado junto com restaurante e um

espaço de pousada ligada ao Enoturismo, é o primeiro que está sendo implantado aqui. E as pessoas que visitam ficam entusiasmadíssimas, nunca vão uma vez só. Qual é a expectativa para a abertura destas cabanas para o pessoal poder passar a noite lá? RA - Nós já temos uma suíte e uma cabana prontas. Mas para você abrir ao público você necessita ter uma infraestrutura de atendimento, não só café da manhã. E para se tornar economicamente viável você precisa chegar a umas cinco cabanas. Acredito que no início de 2017 teremos essa estrutura adequada. O senhor que aposta nessa visão no Turismo acha que ele é bem tratado na nossa cidade pelos poderes? RA - Pelos poderes eu não acredito, pois o que eu acho que falta ao Turismo no Paraná é que o Poder Público, tanto Municipal quanto Estadual e o Federal, entenda qual é a vocação maior do nosso município. Não adianta você impor uma linha de turismo na nossa cidade. Curitiba é por excelência, no meu entendimento, uma cidade onde deve ser investido no Turismo de Negócios e Eventos. Eu entendo assim. Só que não temos


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Nós da Araucária preferimos trabalhar somente com uvas daqui. Isso nos surpreendeu, pois a qualidade dos nossos vinhos não deixam nada a desejar em relação aos vinhos que vem de outros países. Tanto que estamos recebendo prêmios nacionais e internacionais. Não só nós, mas também outras vinícolas aqui da região.”

um Centro de Eventos em Curitiba do tamanho que ela merece. Ela já é uma cidade por si só turística, de lazer, onde a pessoa vem e fica poucos dias e já vai embora para Foz do Iguaçu, Balneário Camboriú, Gramado ou para outros lugares. Dessa forma, Curitiba precisava aliar algo a mais com esta beleza que nós já temos. Quanto mais viajamos pelo mundo, mais valorizamos Curitiba e as coisas belas que ela tem. Vendo isso, fomos atrás deste projeto ideológico. E, se o Poder Público olhar por este lado, der algum incentivo maior

para a rede hoteleira, para a infraestrutura do turismo, e investir um pouco em centros de eventos compatíveis, vai ajudar sim. Você vê: Bahia é uma maravilha, São Paulo tem diversas opções, Rio de Janeiro e Minas Gerais idem. E aqui nós não temos.

RA - Exato. É o Terceiro Setor, o que mais cresce no mundo. Eu estive por cerca de vinte dias na Itália, ano passado fiquei quarenta dias na França, e observei que o que move estes países é a prestação de serviços, entre eles o Turismo.

Muito evento quer vir pra cá e acaba não vindo... RA - ...Aí você estanca o crescimento de todo o segmento, porque é um efeito dominó. Sim, apostar no Turismo é gerar emprego e renda.

Para encerrar, sem chavão, podemos chamar a vinícola Araucária de uma Vinícola Boutique? RA - Sim, nós costumamos dizer que a nossa vinícola é uma Vinícola Boutique, pois não é grande, mas com produtos de excepcional

qualidade. Temos um atendimento mais personalizado, não uma coisa de massificação. As pessoas lá são tratadas com o máximo respeito e se sentem em casa. Faz um convite para o pessoal conhecer... RA - Todos estão convidados. A loja funciona diariamente, mas visitas guiadas regularmente nós temos aos sábados e domingos, em quatro horários: 9h40, 11h30, 13h00 e 14h30. Essa visita é feita com um enólogo e guia que mostra todo o processo, desde a

parte de campo do vinhedo e as estações que nós temos, até a parte interna da vinícola, finalizando na degustação de nossos vinhos. A pessoa também poderá visitar e adquirir nossos produtos na loja. O restaurante também funciona aos sábados e domingos e, partir de novembro, o chef está com a ideia de abrir às sextas-feiras. O almoço funciona das 11h30 até às 17h00. E qualquer dia da semana pode ter visita guiada, eventos a partir de 15 pessoas, desde que agendados previamente. Com certeza ninguém irá se arrepender!

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ATUAÇÃO AMPLIADA

São José dos Pinhais recebe unidade Sesc e Senac Complexo inaugura dia 25 de novembro, próximo ao aeroporto Afonso Pena

C

om localização privilegiada, próxima ao aeroporto Afonso Pena, a unidade Sesc Senac São José dos Pinhais já tem data marcada para abrir as portas, na noite de 25 de novembro. Construída em área doada pelo município, contribuirá com o desenvolvimento da população e do comércio local de bens, serviços e turismo. Para o presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, Darci Piana, o investimento na região honra o compromisso da entidade de oferecer bem-estar social, por meio do Sesc, aliado à educação profissional, missão do Senac, com qualidade e para o maior número de pessoas possível. “Queremos estender cada vez mais nossa área de atuação. Nesse sentido, o município de São José de Pinhais, um dos maiores símbolos do nosso Estado, não poderia ficar de fora”. Outro ponto forte da unidade,

destacado por Piana, é a oferta de todos os serviços do Sesc e do Senac no mesmo endereço. A maior planta já construída pelo Sistema Fecomércio Sesc Senac no Paraná foi concebida de forma que sua implementação causasse o mínimo de impacto ambiental, incluindo a preservação máxima das araucárias presentes na área de construção. Prédios e bosque são integrados por três pistas de caminhada e áreas de convivência e descanso em meio à natureza. SESC Com estrutura de 4.387 m², as instalações do Sesc foram planejadas de forma que contemplassem todas as áreas de atuação da entidade, como Educação, Esporte, Saúde, Lazer e Ação Social. A capacidade de atendimento é de 1025 pessoas por

dia. Entre os ambientes, destacam-se a Academia de Ginástica Multifuncional, com capacidade para quase 500 alunos; o auditório estruturado para peças de teatro e exibição de filmes, com 134 lugares; o Espaço Conexão, para atividades de inclusão digital; a Clínica Odontológica, com possibilidade de realizar 300 consultas por mês; salas de cursos modulares, áreas de convivência, além de ginásio com quadra poliesportiva de 18m x 38m, arquibancada, sala de técnicos, cabine de luz e som, áreas de apoio e avaliação física. Cancha de vôlei de areia e academia ao ar livre completam as possibilidade de aliar natureza à atividade física. O Sesc atenderá São José dos Pinhais e os municípios de Campina Grande do Sul, Quatro Barras, Fazenda Rio Grande, Pinhais, Piraquara e Tijucas do Sul. SENAC O Senac, por sua vez, possui área construída de 2.566 m² e capacidade para atender a 1.194 alunos por dia. A estrutura inclui Café-escola, apartamento e loja modelo, cozinha pedagógica, ambientes

pedagógicos de cabeleireiro e maquiagem, manicure e pedicure, moda e design, informática, biblioteca e quatro salas de aula convencionais. Os cursos ofertados abrangerão as áreas de beleza, gestão, hospitalidade, informática, artes, design e moda. Entre os títulos já confirmados para 2017, destaque para os técnicos em Logística, em Design de Interiores e em Produção de Moda. Também está prevista a oferta de cursos de qualificação e capacitação profissional, além do Programa de Aprendizagem Comercial, uma oportunidade para os jovens ingressarem no mundo do trabalho e transformarem a realidade de seu entorno social e familiar. O Senac atenderá São José dos Pinhais e outros três municípios da região: Tijucas do Sul, Piraquara e Agudos do Sul. Serviço

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Novas unidades Sesc e Senac São José dos Pinhais.

São José dos Pinhais é um dos maiores símbolos do nosso estado. Além de trazer o pinheiro em seu nome de batismo, suas terras foram trilhadas pelos mais diversos personagens da História paranaense: dos aventureiros que subiam a Serra do Mar aos imigrantes que aqui se fixaram e ajudaram a moldar a pujança do município. O seu extenso território é cortado por duas grandes rodovias, a BR-376 e BR- 277. Tem como limite os municípios de Pinhais, Piraquara, Agudos do Sul, Fazenda Rio Grande, Mandirituba e Tijucas do Sul. Terra de indústrias e da agricultura, do vinho de boa cepa e da alimentação farta, sede do aeroporto mais eficiente do país, São José dos Pinhais é local de população exigente com a educação e a cultura. A cidade recebe agora as unidades Sesc Senac, prontas para atender sua população. Com localização privilegiada, próximo ao aeroporto Afonso Pena, as unidades abrem as portas para formar cidadãos e de-

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Jornal seha ed 037  
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