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JORNAL

EDUARDO MARANHÃO: “O litoral depende dessa união para que se busque um sendo comum, para que se busque um objetivo.” Pág. 10 e 11

Curitiba, 2ª quinzena de abril de 2016 | Edição 26

Representatividade Dia 12 inaugura a Delegacia do SEHA em Paranaguá Pág. 03

Pró turismo Campanha nacional da CNC

AUMENTO DO PISO PODE PREJUDICAR AINDA MAIS O TURISMO NO PR

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No Paraná Roteiro da tocha olímpica Pág. 07

FBHA Alexandre Sampaio vira imortal Pág. 12

Aprovado Uso do recuo e calçada Pág. 13

Governo do Paraná anuncia salário mínimo regional com ganho real, acima da inflação. Em épocas extremamente difíceis para empresários medida deve incentivar demissões e fechamento de empresas Página 02

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Curitiba, 2ª quinzena de abril de 2016

EDITORIAL Não foi boa ideia

MAIS CUSTOS

É com prazer que fazemos chegar em suas mãos mais um edição do Jornal do SEHA, recheada de notícias que interessam para nossos segmentos. O assunto de capa não poderia ser outro. Promover aumento de salário mínimo, com ganho real, nos tempos de hoje, não é uma boa ideia. Vivemos uma época que hoteleiros e empresários estão cada dia mais tendo que se desdobrar para manter suas empresas e os empregos de seus funcionários. Apesar do apreço que temos por nossos colaboradores, a quem possibilitamos nos últimos 10 anos ganho real de aproximadamente 20%, acreditamos que a medida deve prejudicar em muito as futuras negociações com os sindicatos laborais, além de gerar demissões. Também trazemos aos leitores outras temas que merecem atenção de todos: o projeto de lei da vereadora Julieta Reis que obriga bares e restaurantes a servirem gratuitamente água filtrada para seus clientes, o roteiro da tocha olímpica no Paraná e a aprovação na Câmara Municipal do uso do recuo e da calçada, que ainda passará por outra votação e depois seguirá para sanção do prefeito. Como novidade a tão esperada abertura da Delegacia do Litoral, que vai funcionar no Hotel Camboa e acontece agora dia 12. Espero todos lá. Para ilustrar o assunto acompanhem uma entrevista com o Delegado responsável pela região, que contempla seis municípios, o empresário Eduardo Maranhão. E para fechar com boa notícia comunico a todos que o presidente da FBHA, Alexandre Sampaio, é merecidamente o mais novo imortal da Academia Brasileira de Turismo. Um forte abraço a todos e boa leitura. Abraço a todos, João Jacob Mehl

EXPEDIENTE Jornalista Responsável Pierpaolo Nota Edição Eliseu Tisato

Rua Júlia da Costa, 64 - São Francisco - Curitiba - Paraná Fone: (41) 3323 8900 www.seha.com.br

GESTÃO 2014-2017 João Jacob Mehl Presidente Lincoln T. Isahias Tarquínio Vice-Presidente  Andersen Prado Vice-Presidente para assuntos de Alimentos e Bebidas/Buffet Zelir Tadeu Massuchin Vice-Presidente para assuntos de Hotelaria e Hospedagem Marilisa Bigarella Vice-Presidente para assuntos de Motéis  Gustavo T Andrade Vice-Presid. para assuntos de Entretenimento e Lazer  Orlando Kubo Diretor Secretário Geral  Julio César Hezel Diretor Financeiro Adelardo Telles Neto Diretor para assuntos de Pizzarias e Deliveries  Aguilar Borsato Silva Diretor 

Valéria Vicente Diretora de Marketing Carlos Roberto Madalosso Diretor para assuntos de Turismo Ernesto Villela Neto Diretor para assuntos Governamentais  Henrique Lenz Cesar Filho Diretor para assuntos Grandes Eventos  Jacques Raul Rigler Diretor para assuntos Tributários e Fast Food  João Ernesto Strapasson Diretor Marco Antônio Fatuch Diretor Delegado  Paulo Sérgio Gralak Diretor de Patrimônio  Conselho Fiscal:  Jonel Chede Filho, Alceu A Vezozzo Filho e Luiz Fernando P de Aguiar Conselho Fiscal Suplente:  Jayme Canet Neto e Joel Malucelli

Novo mínimo deve prejudicar turismo Lei estadual que aumentou mínimo acima da inflação deve gerar demissões e fechamento de empresas

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ão é de hoje que o SEHA trabalha também a favor dos funcionários de seus associados. Nos últimos 10, 12 anos, foram repassados a eles, além da reposição salarial, ganho real de aproximadamente 20%. Sinal de respeito ao trabalho prestado. Mas foram épocas não tão difíceis, onde era possível fechar essa matemática. Infelizmente, atualmente, a economia brasileira anda para trás. Trabalhadores estão defendendo seus empregos e não mais seus salários, devido à forte recessão que tomou conta do país. Alheio a isso, o Governo do Paraná sancionou no último dia 28 de abril, lei que reajusta em 11,08% o salário mínimo regional para 2016. Segundo o governador Beto Richa, “o aumento concedido é maior que a inflação e é

uma demonstração de respeito a quem trabalha e a quem produz no Estado do Paraná”. Para o presidente do SEHA, João Jacob Mehl, não é bem assim: “o aumento gerando ganho real é inadmissível em tempos tão difíceis para quem emprega, que não teve seu lado observado”. Mais de cinquenta bares e restaurantes, assim como mais de 10 hoteis, fecharam suas portas na cidade recentemente. Um aumento acima da inflação prejudica muito quem ainda sobrevive e luta para deixar seu negócio em pé e não desempregar ninguém. Vale lembrar que o próprio Governo do Estado promoveu negociações para promover a reposição salarial dos funcionários públicos em duas vezes.

Se nem a máquina governamental consegue subir o salários de seus servidores acima da inflação, por que os empresários, que atravessam momentos difíceis e são penalizados com vários impostos, tem que o fazer? “Nosso medo é que a reposição salarial com ganho real gere ainda mais demissões”, enfatizou Jacob Mehl, lembrando que a atitude vai prejudicar com certeza qualquer tipo de negociação do Sindicato com a classe laboral. Segundo dados preliminares que estão sendo colhidos pelo SEHA é possível que ainda mais empresas no Paraná encerrem suas atividades ou se mudem para outros Estados em função do aumento, impossível de ser absorvido pelos ramos de hotelaria e alimentação em tempos extremamente difíceis.

Associados aniversariantes na 2ª quinzena de abril 17.04 22.04 24.04 25.04 25.04 26.04 27.04 30.04

Francisca Moura dos Santos, da Lanchonete da Janeti Roque Bueno, da Pizzaria Mercatu Rebouças Michelle Ferreira, da La Torre Pizzaria Ruth Yamano, do Doc Grill Gabriela Baja Wzorek, do El Divino - Dog & Burguer Thiago Schenkel Dedecek, do Sabor Caseiro Amih Bhay, do Hotel Piratini Nelson Lucaszewski, do Hotel Concord


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CEPATUR

Nova formatação das 14 Regiões Turísticas do Paraná Só vai receber recursos federais quem estiver levando o turismo a sério”, publique entre aspas, é a fala do Jacó Gimennes.

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Cepatur - Conselho Paranaense de Turismo, órgão coordenado pelo Governo do Paraná, aprovou no último dia 27 a nova formatação das 14 regiões turísticas do Estado. Resultado de um levantamento das características de cada município realizado pela Secretaria do Esporte e do Turismo, por meio da Paraná Turismo. A nova formatação será apresentada ao Governo Federal, que deverá incluí-la no Sistema Nacional de Turismo (SNTur), criado para definir as políticas para o setor. Integrar o Sistema é um dos requisitos, por exemplo, para receber recursos federais destinados ao fomento do turismo. “Chegaremos ao SNTur fortalecendo os elos dos municípios e Estado, integrados ao elo Federal”, afirmou o presidente da Paraná Turismo, Jacó Gimennes. São 14 novos municípios: Arapoti, Bela Vista do Paraíso, Boa Esperança do Iguaçu, Bom Sucesso, Cambira, Mandirituba, Pitangueiras, Rancho Alegre, Rio Bom, Salgado Filho, Santa Izabel do Oeste, São Jerônimo da Serra, São Pedro do Ivaí e Sapopema. Eles ainda precisam passar por uma triagem do Ministério do Tu-

rismo para ver se atendem todas as regras para integrar o SNTur. Em contrapartida, 44 municípios paranaenses não atenderam às condições e saíram do Mapa do Turismo Brasileiro. “Só vai receber recursos federais quem estiver levando o turismo a sério”, ressaltou Gimennes. Pela proposta, o Paraná terá 231 municípios no Mapa, 30 a menos do que no último levantamento, realizado em 2013. Eles não atenderam exigências como possuir um órgão municipal responsável pelo turismo ou mesmo não prever orçamento para a área. Para o secretário do Esporte e do Turismo e presidente do CEPATUR, deputado Douglas Fabrício, apesar de um número menor de municípios no Sistema, o Paraná está bem posicionado no Mapa. “Temos percebido que os municípios estão se esforçando para dar mais atenção ao setor turístico e um grande número deles conseguiu atender todas as exigências para integrar o Sistema Nacional de Turismo. O papel do Governo do Estado é trabalhar em parceria com as prefeituras para dar o apoio necessário à profissionalização do setor e é o que estamos fazendo”, ressaltou.

Adiamento de passeata Por solicitação dos deputados que apoiam o movimento contra o aumento de impostos sobre a comercialização de vinhos do Estado do Paraná, que não têm medido esforços na busca de uma solução racional para o cancelamento da ST de 57% incidente sobre o vinho, as entidades do setor decidiram adiar a passeata programada para o dia 9 de maio, aguardando a concretização de uma promessa do Governo do Estado de resolver o assunto até o dia 15 de maio.

Reunião aconteceu no Centro de Convenções de Curitiba, que conforme foi anunciado pelo Governo do Estado, encerra suas atividades no final do ano SAEM 10 E ENTRAM 10 Durante a reunião, os conselheiros também aprovaram a inclusão de dez entidades no Cepatur: Abrabar, Adetur Rotas do Pinhão, Sest/

Senat, Federação do Transporte do Paraná e Santa Catarina, Associação dos Municípios do Paraná, Comec, APPA, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Ins-

tituto Polo Iguassu e Cooptur. Elas substituem outras dez entidades que não atenderam o regimento interno do Cepatur quanto à assiduidade em reuniões ordinárias.


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ESTRATÉGIA

Campanha nacional ressalta potencial do turismo Atividade econômica importantíssima para o desenvolvimento e o crescimento do país

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potencial do turismo como impulsionador do comércio, uma atividade econômica importantíssima para o desenvolvimento e o crescimento do país, é o mote da mais nova campanha publicitária da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), entidade máxima de representação do setor terciário (comércio, serviços e turismo) e à qual a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) é filiada. “Quando uma pessoa viaja, uma cadeia de comércio se desenvolve em sua volta”, diz o vídeo da campanha, que endossa a tese defendida pela FBHA: o turismo não só é uma atividade turística importante e estratégica para o Brasil como é a atividade que tem as melhores chances de reverter o atual cenário econômico de recessão, já que, este ano, houve uma alta na procura do País como destino turístico. A campanha mostra que as duas atividades, comércio e turismo, se retroalimentam e ajudam a criar oportunidades de negócios, emprego e renda para os brasileiros. É por isso que, na CNC, comércio e turismo sempre estiveram juntos. Além da FBHA, que é filiada à CNC e há mais de 60 anos representa e defende os empresários brasileiros do setor de hospedagem e alimentação, a CNC atua em prol do turismo por meio do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), que reúne entidades, associações e profissionais de destaque e que é comandado pelo presidente da FBHA, Alexandre Sampaio. Já as federações estaduais do comércio mantêm as Câmaras Empresariais de Turismo, que atuam de maneira conjunta com as demais estruturas.

Eles não sabem o que fazem O novo Ministro do Turismo Alexandre Teixeira assumiu a pasta já prestando um grande desserviço ao turismo no Brasil. Permitiu como primeiro ato de sua gestão que sua esposa Milena Teixeira, ex miss nos Estados Unidos, promovesse fotos sensuais em seu novo gabinete. Em época que se combate a fama do turismo sexual brasileiro no exterior, um grande tiro no pé. Acorda rapaz.


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POLÊMICA

Água filtrada grátis em bares e restaurantes Projeto de lei é da vereadora Julieta Reis, Abrasel-PR é contra

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ramita na Câmara Municipal de Curitiba o projeto de lei nº 005.00163.2015, de autoria da vereadora Julieta Reis, que obriga bares e restaurantes a fornecerem gratuitamente água potável, da torneira, sempre que o cliente pedir. Diante à polêmica, a Associação de Bares e Restaurantes, seção Paraná, (Abrasel-PR) posicionou-se contra a sugestão, alegando que caso aprovada a nova lei trará custos desnecessários aos empresários. Para a vereadora, o objetivo da proposta é garantir à clientela “um hábito de vida mais saudável”. Segunda ela o projeto de lei “não impede os estabelecimentos de venderem qualquer tipo de produto ou bebida, apenas busca garantir que sempre existirá água potável filtrada grátis disponível para quem assim desejar”. E completou, “a proposta não implica em custos adicionais aos estabelecimentos, uma vez que eles têm água potável filtrada

para o consumo de seus funcionários”. Para a Abrasel-PR a interpretação é contrária. A entidade acredita que a obrigatoriedade vai prejudicar os estabelecimentos que já sofrem com a crise econômica. “A partir do momento em que a água filtrada é um serviço obrigatório, entende-se que à venda de sucos e outras bebidas, grandes fontes de renda desses empreendimentos, sofrerá declínio”, diz a presidente da Abrasel-PR, Jilcy Rink. O projeto chegou ao plenário da Câmara dia 26, mas a votação foi adiada por 20 sessões, após a Abrasel-PR ter enviado à vereadora uma carta de reclamação. Uma lei parecida foi aprovada em julho de 2015 no estado do Rio de Janeiro. O não cumprimento da lei implica em multa de R$ 542. O valor pode aumentar caso o estabelecimento seja reincidente. Por lá, bares e restaurantes também são obrigados a afixar cartazes informando sobre a

Novas placas turísticas para Curitiba gratuidade.

Elas vão indicar a localização de 38 atrações três estádios de futebol e quatro espaços para eventos

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sinalização turística da cidade está sendo reforçada. Está programada a instalação de 120 placas viárias e outras 70 placas destinadas a roteiros para pedestres, com custo total de R$ 1.347.238,35, em recursos provenientes do Ministério do Turismo. No valor estão incluídos a confecção e a implantação das placas, de acordo com as normas do Guia Brasileiro de Sinalização Turística, e toda a estrutura de suporte. Neste primeiro momento, 39 placas viárias e uma placa para pedestre foram instaladas na região central e vão melhorar a mobilidade de visitantes e turistas a procura dos locais de visitação da cidade. As placas viárias e para pedestres são bilíngues, com informações em português e inglês. No entanto, somente as placas viárias contam com pictogramas, ilustrações que representam cada ponto turístico. Todas seguem o mesmo modelo de formato e cor adotados em 2006, quando foram instaladas as primeiras placas de sinalização turística na cidade. Naquela ocasião, foram 145 placas que indicavam apenas cinco atrativos de Curitiba: Jardim Botânico, Parque Tanguá, Ópera de Arame, Centro Histórico e Santa Felicidade. Desta vez, o projeto é mais abrangente. As novas placas viárias vão indicar a localização de 38 atrações turísticas, três estádios de futebol e quatro espaços para eventos e estarão espalhadas por toda a cidade. Para facilitar a identificação pelos visitantes, as placas e suportes foram distribuídos ao longo de cinco rotas de turismo, cujo ponto de convergência é a Praça Tiradentes, Marco Zero da cidade.

Está programada a instalação de 120 placas viárias e outras 70 placas destinadas a roteiros para pedestres


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JOGOS OLÍMPICOS

Conheça o roteiro da Tocha Olímpica no Paraná Ela chega 28 de junho e vai embora em 2 de julho, depois volta dia 14 e vai embora dia 16

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tocha olímpica será trazida ao Paraná em dois momentos. Inicialmente, será levada para Londrina, no dia 28 de junho, onde pernoitará. Depois, será conduzida para Arapongas, Maringá, Campo Mourão, Cascavel (onde também pernoitará), Matelândia, Medianeira, São Miguel do Iguaçu, Santa Terezinha do Itaipu, Foz do Iguaçu (com pernoite), Céu Azul, Santa Tereza do Oeste, Realeza, Francisco Beltrão e Pato Branco (onde pernoitará), encerrando a primeira etapa, em 2 de julho. Depois, será levada para Santa Catarina e o Rio Grande do Sul. Será reconduzida ao Paraná novamente no dia 14 de julho, em São José dos Pinhais. Depois, passa por Curitiba (onde pernoitará), Fazenda Rio Grande, Araucária, Campo Largo, Ponta Grossa (com pernoite) e Castro (em 16 de julho). Tocha pernoita em Curitiba de 14 para 15 de julho

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HISTÓRIA Na antiguidade, o fogo era considerado sagrado por muitos povos, incluindo os gregos, que tinham uma lenda segundo a qual o fogo teria sido entregue aos mortais por Prometeu que o roubara de Zeus. Devido à importância do fogo, em muitos templos eram mantidas chamas acesas permanentemente. Este era o caso do templo de Héstia na cidade de Olímpia. Segundo se sabe, a tradição de manter um fogo aceso durante os Jogos Olímpicos remonta à antiguidade, quando se efetuavam sacrifícios a Zeus. Nessas cerimônias, os sacerdotes acendiam uma tocha e o atleta que vencesse uma corrida até ao local onde se encontravam os sacerdotes teria o privilégio de transportar a tocha para acender o altar do sacrifício.


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Qualificação:Conheçaalguns Programe seus colaboradores para participar dos cursos em 2016. Não perca a oportunidade de profissionalizar seu time. Cada associado tem

direito a duas vagas gratuitas.

COMIDADEBOTECO02e03/05‒14:00hàs17:00h.prazop/insc.27/04

Capacitação para fazer receitas com ingredientes locais e regionais. Este curso rápido é voltado para os apreciadores de cozinha. Rápido para aprender e receitas para não errar. Público-Alvo: Profissionais do ramo e público em geral.

CAMAREIRASEGOVERNANTASde02/05A06/05DAS13H30AS16H30prazop/inscrição26/04 Não é só deixar o quarto limpo e arrumado. Existem outras atribuições como abastecer o frigobar, zelar pela manutenção da Tv, Arcondicionado, telefones, duchas e demais equipamentos. Substituir amenities, encaminhar roupas de hóspedes para a lavanderia e demais atividades. Tudo isso será tratado em detalhes neste curso! O objetivo é preparar pessoas que desejam trabalhar na hotelaria e qualificar Governantas, Camareiras e Supervisores de andares, para que possam entregar um serviço de excelência a seus clientes. Público-Alvo: Camareiras, Governantas, Copeiras e pessoas interessadas em trabalhar na hotelaria.

FORMAÇÃODEPREÇOSEGESTÃOFINANCEIRAEMMEIOSDEHOSPEDAGEM 10a13/05das13:30has17:00hprazop/insc.05/05

Oferecer aos proprietários ou gestores de pequenas empresas hoteleiras bem como seus supervisores ou responsáveis uma correta atribuição e formação de preços bem como uma gestão financeira eficaz e eficiente aos seus produtos e serviços. (uso de calculadora simples no curso). Público-Alvo: Proprietários ou responsáveis pela gestão de pequenos meios de hospedagens.

PANIFICAÇÃOMÓDULOIde10,11e12/05-14:00has17:00hprazop/inscrição05//05 Neste curso você vai aprender: Panificação e suas funções: modelagem de pães/formato. Processos e técnicas na preparação de pães, técnicas de fermentação e armazenamento / congelamento.


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scursosoferecidospeloSEHA BARTENDERI17a20/05das13:30hàs17:00hprazop/insc.12/05 Este curso tem como objetivo fornecer aos participantes conhecimentos sobre características de confecção, apresentação, manipulação de bebidas, postura profissional, grupos, categorias e modalidades das bebidas para que possam atender aos clientes de acordo com os padrões da IBA (International Bartender Association). Público-Alvo: Profissionais que queiram atuar ou que já atuam na área e que desejam investir na sua formação. Idade mínima do participante 18 anos.

QUALIDADENOATENDIMENTOAOCLIENTE23/05a25/05das9hàs12:00hprazop/insc.17/05 Melhore o atendimento da sua equipe e conquiste novos clientes. Objetivo: desenvolver habilidades comportamentais no atendimento para conquistar e manter clientes. Público: Todos que tenham acesso direto com clientes.

PLANEJAMENTODECARDÁPIOSETÉCNICASDEVENDASEMA&B31/05a03/06-16h-Prazop/insc.25/05 "Um cardápio não é apenas uma lista com os pratos que a casa produz, pois isto seria apenas uma "carta de comidas", mas um instrumento para auxiliar o cliente na montagem de sua refeição, visando também o aumento das vendas do restaurante. Para planejar o cardápio, precisa-se saber combinar os aspectos visuais, de paladar e de aromas dos pratos, além de fazer combinações interessantes entre alimentos e bebidas, o que muitos encaram como alquimia, ou mesmo, arte. Os pratos que formam um cardápio devem ser equilibrados, variados e adequados a cada tipo de serviço com a precaução quanto a equipamentos, utensílios ou treinamentos especiais para sua confecção e serviço."

BOLOSETORTAS7,8e9/0614:00has17:00hprazop/insc.02/06 Neste curso você vai aprender técnicas para a produção, massas de tortas e bolos, recheios bases, coberturas e caldas para finalizações. Além de dicas diversas sobre armazenamento, congelamento, apresentação e formação de preço. Público-Alvo: Profissionais do ramo e público em geral.

BARTENDERII14A17/06-16h-prazop/insc.09/06

Direcionado para profissionais na área ou que já tenham feito o curso básico que desejam crescer em conhecimento para melhores colocações no mercado de trabalho. O aluno aprimora sua criatividade na arte da coquetelaria criando seus próprios coquetéis. Neste curso traremos informações do mundo das bebidas atualizadas, coquetéis a base de café, cerveja, energéticos, com criações contemporâneas e mixologia, onde degustaremos e conheceremos profissionalmente: vodkas, uísque, tequilas, vinhos e outras bebidas bem como seus serviços ao cliente. Os alunos colocarão em prática todo seu conhecimento e técnicas no preparo dos mais variados coquetéis. Idade mínima do participante 18 anos.

COMOMONTAREADMINISTRARBARESERESTAURANTES28/06a01/07‒16h-prazop/insc.22/06 Técnicas de gerenciamento do fluxo de mercadorias: Procedimentos de compras, recebimento e estocagem,giro de estoque. Tecnologia operacionais de cozinha: Tecnologia gerenciais e operacionais de restaurantes: Técnicas e modalidades de serviço, técnicas de vendas de alimentos e bebidas; Promoção interna nos restaurantes, Gerência de pessoal de restaurante.... (uso de calculadora simples no curso). Público-Alvo: Profissionais do ramo e público em geral.

CURSODESOPASde5a6/7‒das14:00as17:00h‒prazop/insc.29/06 Neste curso, o participante vai aprender a fazer caldo base para sopas, sopas diversas, palitos de queijo e torradas aromatizadas. Público-Alvo: Profissionais do ramo e público em geral.

(41)3323-8900 www.seha.com.br

AlamedaJuliadaCosta,64-SãoFrancisco,Curitiba-PR

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ENTREVISTA EDUARDO MARANHÃO

Delegado do SEHA fala sobre os desafios do Litoral Sede do Sindicato abre suas portas dia 12 de maio em Paranaguá, dentro do Hotel Camboa Pierpaolo nota

Há muito tempo se buscam recursos que possam melhorar a infraestrutura turística do litoral. Inclusive existem projetos para fazer um cais receptivo de turistas para atracar os navios. Mas tem falta de infraestrutura turística para receber esse pessoal que desce e não tem para onde ir, não tem o que ver. Lógico, tem que ser tudo por parte. Primeiro se prepara a infraestrutura, depois traz o navio. Senão queima o destino.”

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Eduardo Maranhão foi o escolhido para ser o Delegado do escritório do SEHA no litoral. Defende a mesma lógica do presidente Jacob Mehl, unir empresários em torno da entidade, para que se trabalhe em conjunto e com mais força. É sangue jovem, mas experiente, assumindo compromisso com hoteleiros e empresários do ramo da alimentação. Vale ler para conhecer seu perfil, posicionamento e ideias. Jornal do SEHA - Como foi sua entrada no ramo da hotelaria? Eduardo Maranhão - Entrei no ramo porque minha família toda tem história hoteleira. A gente vem dos hoteis Araucária, que foi meu vô que fundou, Hugo Peretti. Eram dois hoteis aqui em Curitiba e construímos em 94 o de Paranaguá. Chegou em 97 tinha três hoteis, três donos e vimos a necessidade de dividir. Cada família ficou com um hotel para tocar seu negócio. Hoje quais estão sob sua administração? Eduardo Maranhão - Dois hoteis, o de Paranaguá e Antonina, com ajuda do meu irmão Marcos Maranhão em Antonina, ele que fica mais lá. Mas a parte administrativa dos hoteis é tocada em conjunto. A quanto tempo os dois Camboa estão em operação? Eduardo Maranhão - O de Paranaguá como Camboa desde 1997. Ele abriu como Araucária Praia Mar em 94, ainda pertencendo a família de forma geral. Depois ficou só com nossa parte da família. Desde 97 até hoje está conosco. Em Antonina é um hotel que a gente comprou em 2005, mas estava bem judiado. Fizemos uma reforme inteira e inauguramos em 2007. Quais as principais características de cada um? Eduardo Maranhão - O Camboa

de Paranaguá é um hotel bem maior, mais amplo. Tem áreas mais atrativas para crianças: piscinas, toboáguas, clubinho para os pequenos, playground, campo de futebol. É um mini resort. O de Antonina já é um hotel mais para um público de final de semana, para casais, que vão curtir uma bela vista. Os apartamentos tem varanda para a baía de Antonina. São hoteis distintos, cada um no seu segmento. Os dois tem áreas muito interessantes, mas é impossível não citar o local onde é servido o café da manhã no Camboa de Antonina. Eduardo Maranhão - É dentro das ruínas. Um espaço diferenciado. Usamos muito para casamentos, confraternizações. E como é um salão amplo, também servimos o café da manhã diário lá. Agora Delegado do SEHA no litoral. Dia 12 inaugura sede, o discurso já está pronto? Eduardo Maranhão - Estamos preparando. O objetivo é unir o segmento dos empresários do litoral em busca de objetivos em comum. Somos carentes disso há muito tempo, de infraestrutura para receber melhorias de atendimento, mão-de-obra, cursos de várias áreas, para que os empresários possam se unir e se preparar melhor para receber nossos turistas. Quais são os principais gargalos atualmente no litoral em relação ao turismo? Eduardo Maranhão - Paranaguá por si é uma cidade que tem muita coisa a ser feita. A começar por uma limpeza mais organizada no município, uma atenção das autoridades internas para o segmento turístico. O porto já é muito visado, por ser o maior arrecadador do litoral principalmente na cidade de Paranaguá. A busca é essa. Esse é o ponto, será que o porto não poderia estar para o litoral

assim como Itaipu está para as Cataratas do Iguaçu? Eduardo Maranhão - Essa é uma luta longa, há muito tempo se buscam recursos que possam melhorar a infraestrutura turística do litoral. Inclusive existem projetos para fazer um cais receptivo de turistas para atracar os navios. Vieram vários navios para Paranaguá, mas tem falta de infraestrutura turística para receber esse pessoal que desce e não tem para onde ir, não tem o que ver. Lógico, tem que ser tudo por parte. Primeiro se prepara a infraestrutura, depois traz o navio. Senão queima o destino. Além de hoteleiro também é produtor de shows, como tem sido essa experiência? Eduardo Maranhão - Essa é uma parceria que tenho com meu irmão, ele tem um contato comercial em Santa Catarina que traz os cantores, principalmente de Blues, que é um segmento que a gente está trazendo agora em maio o segundo show. É uma aposta nova. Existem períodos no litoral que fica extremamente ocioso. Principalmente nos finais de semana. O empresário tem que buscar alternativas que possam movimentar seu negócio. É isso que estamos buscando. O objetivo é virar no litoral um ícone do Blues e do Jazz, para que essas ações marquem o hotel como receptor de eventos também. Recentemente um desses eventos aconteceu em Antonina e foi gratuito. Como isso foi construído? Eduardo Maranhão - Funcionou através de parcerias. Vários parceiros: restaurantes, hoteis, prefeitura. O envolvimento da cidade mesmo. A prefeitura disponibilizou a praça para que fosse instalado o palco, a parceria de restaurantes também contribuiu com o evento, todo mundo dando um pouquinho no objetivo maior de trazer turistas para a cidade. Em relação a Fumtur (Funda-

ção Municipal de Turismo em Paranaguá), o trabalho é bem feito? Eduardo Maranhão - Acaba de sair o Rafinha (Rafael Guttierres Junior), presidente que ficou por um longo período. Entrou o Luís Fernando Gaspari, que também já teve sua gestão na Fumtur. Como empresário a gente sempre espera mais do poder público. Gostaríamos de ter uma cidade com uma entrada bonita, uma cidade limpa. Hoje não temos, inclusive para sair da cidade existe um funil que trava tudo. Tem bastante coisa para mexer. Fizeram um viaduto na saída para as praias... Tem sido uma opção? Eduardo Maranhão - ...por ali é uma opção, mas o viaduto tinha que ser na BR-277, onde desemboca o fluxo para Paranaguá. Tem que ter um viaduto ali. Fizeram em um local que não é tão prioritário como o caminho que vai para o porto. Ali tem que ter. Vamos ter porto novo em Pontal do Paraná. A grande movimentação prevista vai ser benéfica para a região? Eduardo Maranhão - Por não ser da área portuária é difícil até responder. Mas sempre temos esperança que melhore porque cresce. Em Paranaguá o porto já tem um movimento muito grande, talvez fique até saturado, sem conseguir receber mais navios. Então precisa de outra alternativa, que bom que é em Pontal, um município do litoral que vai desenvolver. Estamos passando por um momento econômico difícil. Na análise de empresário como foi atravessar 2015? Eduardo Maranhão - 2015 ainda foi um ano que a gente conseguiu honrar a nossa atividade tranquilamente. O problema foi a entrada de 2016. Junto com a crise, Paranaguá exclusivamente, que é o município onde atuamos bastante, teve o problema da dengue. Isso afastou completamente os turistas da cidade. Final de


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semana temos ficado com nossa cidade praticamente vazia. Quem tem hoteis não está passando por bom momento. E nos dias de semana também não foi diferente porque acaba também sumindo o turista que está na cidade para trabalhar. Agora baixando um pouco a poeira nossa esperança é que melhore gradativamente, como já vem acontecendo do meio de abril para cá. Onde vai funcionar o SEHA no litoral? Eduardo Maranhão - Vai funcionar dentro do próprio hotel. Fizemos uma parceria e estamos disponibilizando uma sala, para que sejam feitos os contatos necessários no espaço. Vai ter uma secretária e a assessoria jurídica que estamos em tratativa para acertar vai ser prestada dentro desse local, a intenção é fazer os cursos também no próprio local. Vai depender da grade que o SEHA de Curitiba disponibilizar para o litoral. Já tivemos uma associação do ramo gastronômico, conhecida nacionalmente, que tentou se estabelecer em Paranaguá e não deu certo. Quem conhece as vezes tem a impressão que viabilizar negócios em Paranaguá é mais difícil. É assim mesmo? Eduardo Maranhão - Eu acho que não só em Paranaguá assim como no litoral como um todo. Por ser um local de ociosidade. Tem a temporada de verão depois o empresário tira o pé do acelerador, relaxa e acaba sem

produzir tanto. Mas o SEHA vem justamente para que a gente possa mudar esse perfil. Começar a construir eventos fora de temporada, coisas grandes. Quem sabe trazer três shows em conjunto, em um temporada de férias de cursinho, que os alunos estão de folga, de recesso. Para que fiquem de quatro a cinco dias no litoral. Temos que promover coisas diferentes para que o litoral possa também se tornar viável fora de temporada.

em conjunto, para que fosse minimizada essa epidemia que hoje é gravíssima. Tem muitas pessoas ainda que ficam doentes na cidade diariamente.

Paranaguá tem algumas festas fixas: da tainha, encontro de motoqueiros, festa da Nossa Senhora do Rocio, entre outras. Influem a ocupação hoteleira na cidade? Eduardo Maranhão - Nossa média anual de taxa de ocupação é de 50%. Mas os fins de semana fora de temporada são ociosos. Por mais que a cidade de Paranaguá nos dias de semana tenha um movimento de trabalhadores, portuários, no fim de semana fica bem carente. Tem que buscar esse equilíbrio.

O hotel promoveu alguma prevenção em relação a isso? Eduardo Maranhão - Toda sexta-feira fazemos borrifões no hotel para evitar a incidência do mosquito lá dentro. Como é um dia mais tranquilo de hospedagem, depois do almoço fazemos em todos os apartamentos e na área externa. Tomamos esse tipo de precaução além de outras, como palestras com os funcionários. A conscientização da população deixa a desejar na cidade. Também a questão de descarte correto de lixo que é muito carente. Isso que temos que trabalhar, que o poder público tinha que ter trabalhado muito mais forte que vem ocorrendo. Você passa na rua e vê sofá, televisão, geladeira, tudo jogado. Eles acham um terreno baldio e jogam tudo lá.

Ouve erro na administração municipal e estadual em relação à dengue em Paranaguá? Eduardo Maranhão - Acredito que sim, porque escutamos muitas histórias. Apesar de não ter exatamente as fontes, sabemos que Paranaguá vem sendo avisada há muito tempo que estava a mercê de um surto de dengue desde 2013. A gente crê que poderia ter sido implantadas precauções por parte do poder público, nem digo só governo e prefeitura, mas

Na área gastronômica, se come bem em Paranaguá ou ainda falta uma infraestrutura melhor? Eduardo Maranhão - Em Paranaguá melhorou muito, mas ainda precisa de um infraestrutura maior para quem vem de fora. Continuam sempre os mesmos nomes dos restaurantes que operam bem, os mais tradicionais. Mas tem também surgido novos empreendimentos, bares, restaurantes. A gastronomia está dando uma requintada na cidade.

Tem conhecimento de algum grande negócio da iniciativa privada ou da prefeitura programado para acontecer na cidade em breve? Eduardo Maranhão - Da prefeitura não, sabemos de alguns investimentos da área portuária. O TCP parece que vai investir mais um bilhão de reais em curto prazo. Mas da prefeitura nada, como vamos ter eleição agora, não existem projetos novos. Política conturbada é uma característica de Paranaguá. Eduardo Maranhão - Verdade! A política na cidade não é fácil. Semana passada estava tendo votação das contas de 2007 do Baka (José Baka filho), que foram desaprovadas. Foram 15 contra e dois a favor. Estamos em 2016 discutindo coisas do prefeito de 2007. É assim que as coisas andam em Paranaguá. Com a chegada do SEHA qual a mensagem para os empresários do litoral? Eduardo Maranhão - Acho que o litoral depende dessa união para que se busque um sendo comum, para que se busque um objetivo. Para que se trabalhe em conjunto. Vamos ter melhoria na quantidade de turistas, na infraestrutura turística, com atendimento, com cursos que o SEHA está com a intenção de promover na cidade. O empresário tem que se associar para que a gente possa fazer em conjunto chegar a um lugar bem melhor que estamos hoje. Ninguém faz nada sozinho!

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A sede da Delegacia do Litoral vai funcionar dentro do próprio hotel. Fizemos uma parceria e estamos disponibilizando uma sala para que sejam feitos os contatos necessários no espaço. Vai ter uma secretária e a assessoria jurídica que estamos em tratativa para acertar vai ser prestada dentro desse local, a intenção é fazer os cursos também no próprio local. Vai depender da grade que o SEHA de Curitiba disponibilizar para o litoral. “


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MAIS QUE MERECIDO

Alexandre Sampaio agora com cadeira na Abet Presidente da FBHA é o mais novo imortal da Academia Brasileira de Turismo

O

presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio de Abreu, ocupa agora a cadeira nº 38 da Academia Brasileira de Eventos e Turismo (Abet). A cerimônia de posse foi realizada no 25 de abril, na Assembleia Legislativa de São Paulo, e contou com a presença de cerca de 250 representantes de empresas e entidades ligadas aos setores de eventos e turismo, além de autoridades políticas. O ato comemorou também os 10 anos da Academia Brasileira de Eventos e Turismo, com o lançamento de um novo selo comemorativo em parceria com os Correios, e o Dia do Profissional de Eventos, celebrado oficialmente em todo o país desde 2014, por iniciativa da Academia, no dia 30 de abril. Formado em Ciências Contábeis, Sampaio conjuga a sua atividade empresarial com uma atuação intensa e assertiva em entidades de representação da hotelaria e gastronomia brasileiras, como a Confederação Na-

cional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade), a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (presidente por dois mandatos), o Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (presidente por 2 mandatos), a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis-Rio de Janeiro (vice-presidente Financeiro) e a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis-Nacional (diretor financeiro, diretor jurídico e vice-presidente). Sampaio também ocupa assentos em órgãos consultivos dos governos estadual (diretor de operações TurisRio por dois mandatos e conselheiro do Conselho Estadual de Turismo) e federal (Conselho Nacional de Turismo, do Ministério do Turismo) e é coordenador do Comitê Brasileiro de Normalização em Turismo (CB54), o órgão de planejamento, coordenação e controle das normas relacionadas ao Turismo, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), representante da ISO no Brasil.

Fazer parte dos 40 imortais do setor de Eventos e Turismo no Brasil, é, para ele, o reconhecimento pelo trabalho desenvolvido nestes 17 anos em que atua na defesa de melhorias para o ambiente de trabalho dos empreendedores do turismo: “Boa parte da minha trajetória de vida, eu venho dedicando a esse setor da economia que gera milhões de empregos e não me canso de afirmar que o turismo é o caminho para retomada do crescimento econômico do Brasil”. Iniciativa inédita no Brasil, a Academia Brasileira de Eventos e Turismo, inaugurada em fevereiro 2006, promove ações para a implementação e crescimento do setor, nacional e internacionalmente. À semelhança de outras Academias no Brasil e no mundo, seu quadro é constituído por um Colégio Acadêmico atualmente composto por 40 profissionais, representantes notórios de todos os segmentos que compõem a cadeia produtiva dos setores dos Eventos e Turismo.

Boa parte da minha trajetória de vida, eu venho dedicando a esse setor da economia que gera milhões de empregos e não me canso de afirmar que o turismo é o caminho para retomada do crescimento econômico do Brasil”. Alexandre Sampaio


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REPRESENTATIVIDADE

Uso do recuo e calçada terá nova votação Apesar disso, Projeto de Lei foi aprovado em segunda votação, com 26 votos favoráveis e dois contrários Chico Camargo/CMC

D

epois de dois adiamentos, a Câmara Municipal aprovou em segunda votação o Projeto de Lei que autoriza o uso cumulativo do recuo frontal e da calçada em frente a bares, confeitarias, restaurantes, lanchonetes e similares. Proposta por Helio Wirbiski, a matéria teve 26 votos favoráveis e 2 contrários, dos vereadores Serginho do Posto (PSDB) e Noemia Rocha (PMDB), que votou apenas oralmente. Como o texto recebeu uma emenda na mesma sessão da aprovação, os vereadores terão que analisar sua redação final no próxima dia 9. Só então a proposição será submetida à sanção ou ao veto do prefeito Gustavo Fruet. Para o autor, questionamentos apontados durante o debate serão resolvidos com a regulamentação do Executivo. “Da mesma forma que o projeto serve para liberar o uso de algumas calçadas, para quem já possui autorização para aproveitar o recuo, coibirá abusos”. O projeto pretende alterar a lei municipal 9.688/2009, que trata do uso da calçada pelo comércio. A norma fixa, por exemplo, que não pode haver obstrução da passagem de pedestres e prejuízo à acessibilidade. A colocação de mesas e cadeiras na calçada, para quem possui permissão de uso temporário do recuo frontal é vedada, atualmente, pelo artigo 10º do decreto municipal 1.401/2014. Já as regras para a utilização do passeio público estão no decreto 1.737/2005. É necessário, por exemplo, ter autorização da Secretaria Municipal do Urbanismo (SMU) e pagar uma taxa conforme a localização do imóvel e a metragem usada. O líder do prefeito na Casa, Paulo Salamuni ponderou que a preocupação “em termos de circulação” foi atenuada pela emenda, que poderá evitar o veto prefeitoral. Senão, avaliou o vereador, o projeto

O projeto altera a lei municipal que trata do uso da calçada pelo comércio poderia dar a impressão de uma “largada geral na cidade”. “Não quero tornar a cidade uma bagunça. Pelo contrário, é uma forma de coibir excessos. Segundo a Abrabar, cerca de 70 estabelecimentos se enquadrariam”, ponderou Wirbiski. Já para Serginho do Posto, que votou contra o uso cumulativo, as leis “têm que

atender de forma universal todos os segmentos e todos os empreendedores que desenvolvem uma atividade”. “Nem todos terão essa disponibilidade de calçada. Se começamos a autorizar a utilização do espaço público para qualquer atividade, poderemos prejudicar a mobilidade urbana”, justificou.

Diversos outros vereadores participaram do debate. Jonny Stica (PDT), por exemplo, defendeu que “pelo decreto é possível superar todas as divergências” e que a iniciativa “dá vida à cidade, gera mais receita e turismo”. “Para cuidar da rua a gente tem que estar na rua”, acrescentou.

SEHA NO RÁDIO Escute toda terça e quinta-feira na CBN Curitiba, 9h15 da manhã, o “Minuto SEHA”, com espaço para nossos associados.


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TURISMO É FONTE DE RENDA, DE RECEITA. NÃO É DESPESA! Diga não ao fechamento do Centro de Convenções de Curitiba: Apoie nossa causa! SEHA – Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação, Abih-PR – Associação da Indústria de Hoteis do Paraná, Abav-PR – Associação Brasileira das Agência de Viagens, Abrasel-PR – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, Abrajet-PR – Associação Brasileira dos Jornalistas de Turismo, CCVB – Curitiba Convention & Visitours Bureau, Amopar – Associação de Moteis do Paraná, Movimento Pró-Paraná, ACP – Associação Comercial do Paraná, Instituto Panorama de Turismo, FCVB – Federação dos Convention & Visitours Bureau, Abeoc – Associação Brasileira de Empresas de Eventos, Abracef – Associação Brasileira de Centro de Convenções e Feiras, HI Hostel Paraná – Associação de Hostels do Estado do Paraná e Abrabar – Associação Brasileira de Bares


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IN FOR MA TIVO

FECOMÉRCIO PR B O L E T I M I N F O R M AT I V O D O S I S T E M A F E C O M É R C I O S E S C S E N A C P R | 2 0 1 6

Um novo país precisa surgir

É preciso ver na crise político-econômica e institucional que paralisa o Brasil ao menos um ponto positivo: a necessidade de se estabelecer um novo governo. Melhor ainda, um novo país precisa surgir. Não se suporta um governo sem capacidade de gestão, os cidadãos não aguentam mais esperar nas portas dos hospitais, os empresários não tem capacidade de enfrentar os encargos que continuam a ser cobrados com esfaimada volúpia, sem os clientes entrem em suas lojas. Com o Senado aprovando o afastamento, o clima de confiança irá aumentar, embora o governo Temer seja de caráter interino até a votação definitiva do impeachment. De todo modo, os brasileiros esperam um novo Brasil. Levar adiante os projetos de crescimento econômico, avançar na área social, gerar empregos e bem estar sempre estiveram entre os objetivos de todos os governos, de esquerda, centro ou direita. É chegada a hora de implementá-los, amparados pelos princípios da ética e da moralidade. É o que a nação espera. 

Darci Piana

Presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR

Comércio do Paraná tem baixa de 2,48% em fevereiro

Sesc PR inicia a 8ª edição da Campanha do Agasalho

O varejo paranaense teve nova queda no Paraná em fevereiro. O faturamento foi 2,48% menor na comparação com o mesmo mês de 2015. Em relação a janeiro, houve redução de 3,68% e no bimestre acumula baixa de 8,36%. Os dados são da Pesquisa Conjuntural da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR). As lojas de departamentos amargaram os piores resultados, com -26,54% ante fevereiro do ano passado e -27,73% no acumulado do ano. Por outro lado, o ramo de vestuário e tecidos registrou alta de 7,37% nas vendas em relação a fevereiro passado. O setor também é o único a apresentar alta nos dois primeiros meses do ano, com elevação de 5,45%. Os supermercados (3,94%) e o comércio de móveis, decorações e utilidades domésticas (2,75%) também tiveram saldo positivo em fevereiro. O reflexo na queda do faturamento pode ser percebido diretamente nos postos de trabalho do setor terciário, que diminuíram 7,32% em fevereiro ante o mesmo mês de 2015 e acumulam minoração de 6,54% no bimestre. Na avaliação interanual, as regiões Oeste e Maringá são as únicas com faturamento positivo, com altas de 8,21% e 4,9%, respectivamente. Já no acumulado do ano, apenas a região Oeste apresentou elevação de 4,73% nas vendas, motivada principalmente pela safra de verão. 

As temperaturas estão atípicas neste início de outono, mas climatologistas afirmam que o inverno será rigoroso em 2016. Para se preparar para as baixas temperaturas que estão por vir, roupas e cobertores são sempre bem-vindos, ainda mais aquecidos pelo ato de solidariedade. Para trazer aconchego e calor a quem precisa, o Sistema Fecomércio Sesc Senac PR junto a seus 61 sindicatos filiados uniram-se ao Instituto GRPCOM e a RPC na realização da 8ª edição da Campanha do Agasalho. Com o tema “Onde há calor há mais vida”, a iniciativa também é uma parceria com o Exército Brasileiro e recebe apoio do jornal Gazeta do Povo. A ação acontece entre 20 de abril e 12 de agosto em 32 cidades do estado. Postos de arrecadação estão localizados em unidades de serviço do Sesc e do Senac, além de pontos disponibilizados em condomínios pelo Secovi-PR em Cascavel, Curitiba, Londrina e Maringá. Com o objetivo de arrecadar roupas, calçados e cobertores em bom estado, a campanha beneficia instituições sociais paranaenses. Só no ano passado, 352.824 peças foram arrecadadas e 331 instituições sociais atendidas. Consulte a unidade de serviço do Sesc e Senac PR mais próxima e colabore com a iniciativa. Saiba mais em www.sescpr.com.br 

AGENDA FECOMÉRCIO PR

ano 2 | nº 27

Gastronomia para driblar a crise

Em tempos de crise, o mercado de trabalho fica ainda mais acirrado. E muita gente tem encontrado na gastronomia uma alterativa para recuperar a renda familiar. E o caso de Edilza da Silva, de Pinhais, que estava desempregada e em novembro de 2015 iniciou uma série de cursos da área de gastronomia, oferecidos pelo Senac em parceria com a Prefeitura de Pinhais, de forma gratuita. Desde então sua vida mudou, pois com as receitas e técnicas aprendidas nos cursos ela faz vários doces e salgados e os revende para grupos de conhecidos e no comércio local, no horário do lanche da tarde. O Senac, reconhecido pela excelência na formação de profissionais na área de gastronomia, tem inúmeras oportunidades para quem precisa recomeçar a carreira profissional ou incrementar a renda da família. A instituição teve aumento de 200% de 2014 para 2015 na procura por cursos de aperfeiçoamento, que são mais rápidos e baratos. Somente neste 1º trimestre, houve elevação de 56% nas matrículas na comparação com o mesmo período do ano passado. Além dos aperfeiçoamentos, o Senac possui capacitações completas para quem deseja driblar a crise e criar novas oportunidades de emprego e renda. 

Jornal seha ed 026  
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