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Jornal

Marilisa Bigarella: “Sou a favor da saída da Dilma e acho que o Brasil tem tudo para dar certo. Precisamos mudar a cabecinha das pessoas que ficam lá governando.” Pág. 10 e 11

Curitiba, 1ª quinzena de abril de 2016 | Edição 25

Sindicato vai ter advogado criminalista para atendimento 24h Segundo presidente João Jacob Mehl “plantão será fundamental porque os problemas invariavelmente acontecem de madrugada, principalmente em bares e moteis. O serviço será gratuito e quando estiver 100% implantado aproximará ainda mais os empresários do nosso sindicato.” gora também a A H E S o l, a r o Depois do Lit uatro Barros e Q m e te n e s e r p está ndo sua e c r e x e l, u S o d e Campinha Grand egião Metropolitana. R força também na a diferença conosco. Venha fazer

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Curitiba, 1ª quinzena de abril de 2016

Editorial

Renunciei porque não sou político Aborrecido e decepcionado comunico aos amigos do trade que renunciei ao cargo de vice-presidente do Cepatur – Conselho Paranaense de Turismo. Sem contudo abandonar minha luta pelo desenvolvimento do turismo no Paraná. Não são poucas as lutas inglórias onde acredito que o papel do Cepatur poderia ter sido diferente: na questão do preço do combustível aéreo que afugenta as companhias do Estado; do imposto do vinho que inviabiliza o comércio nos restaurantes, bares, hoteis e moteis e do anúncio do fechamento do Centro de Convenções de Curitiba com apoio do Secretário de Esporte e Turismo. Esse último, o pior, foi anunciado sem que nenhuma entidade ligada ao turismo ou iniciativa privada fosse comunicada. Aliás, nem o Cepatur, órgão que deveria andar à frente dessas decisões e ter uma participação mais forte e contundente. Sem dúvida, o Cepatur é minha principal decepção. Mas não fugirei à luta, com todas as forças continuarei através do SEHA batalhando por todas as reivindicações do trade turístico estadual. Sempre ao lado de entidades realmente participativas como Fecomércio-PR, Associação Comercial do Paraná, Associação Brasileira das Agências de Viagens, Abrasel e Abrajet paranaenses. Não sou político, não tenho porque servir a políticos que não servem à nossa classe, que não se preocupam com os empresários que empregam, geram renda e fazem esse Brasil acontecer. E como não podemos parar, já que dependemos só de nós, anuncio que depois do Litoral abrimos em Quatro Barras e Campina Grande do Sul duas novas frentes de trabalho. E já estamos formalizando convênios com as prefeituras locais para ministrar cursos profissionalizantes gratuitos para a população da região, neste momento tão difícil da vida brasileira, cujo índice de desemprego sobe assustadoramente. Comunico também que a última reunião de diretoria do SEHA aprovou a contratação de advogado criminalista para o atendimento aos associados 24 horas. O plantão será fundamental, pois os problemas invariavelmente acontecem de madrugada, principalmente em bares e moteis. A intenção é que após implantado, o serviço seja totalmente gratuito e aproxime ainda mais os empresários do sindicato. Vamos que vamos. Abraço a todos, João Jacob Mehl

EXPEDIENTE Jornalista Responsável Pierpaolo Nota Edição Eliseu Tisato

hotelaria

Querem tornar o Paraná outro mundo Projeto de Lei propõe que 1ª diária de meios de hospedagem seja proporcional

Presidente da ABIHPR Orlando Kubo, diretor da entidade Henrique Lenz Cesar Filho e os deputados Pedro Lupion e Luiz Claudio Romanelli

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presidente da ABIH-PR, Orlando Kubo, e o diretor Henrique Lenz Cesar Filho visitaram o deputado estadual Pedro Lupion no último dia 18. O motivo do encontro é que Lupion é relator do projeto de Lei 699/2015, do deputado Gilberto Ribeiro, que estabelece a obrigatoriedade de hoteis e demais meios de hospedagem a cobrarem a primeira diária de forma proporcional. Durante a conversa os representantes da ABIH-PR demostraram ao relator que o PL não se sustenta. Para Cesar Filho, o

Rua Júlia da Costa, 64 - São Francisco - Curitiba - Paraná Fone: (41) 3323 8900 www.seha.com.br

GESTÃO 2014-2017 João Jacob Mehl Presidente Lincoln T. Isahias Tarquínio Vice-Presidente  Andersen Prado Vice-Presidente para assuntos de Alimentos e Bebidas/Buffet Zelir Tadeu Massuchin Vice-Presidente para assuntos de Hotelaria e Hospedagem Marilisa Bigarella Vice-Presidente para assuntos de Motéis  Gustavo T Andrade Vice-Presid. para assuntos de Entretenimento e Lazer  Orlando Kubo Diretor Secretário Geral  Julio César Hezel Diretor Financeiro Adelardo Telles Neto Diretor para assuntos de Pizzarias e Deliveries  Aguilar Borsato Silva Diretor 

Valéria Vicente Diretora de Marketing Carlos Roberto Madalosso Diretor para assuntos de Turismo Ernesto Villela Neto Diretor para assuntos Governamentais  Henrique Lenz Cesar Filho Diretor para assuntos Grandes Eventos  Jacques Raul Rigler Diretor para assuntos Tributários e Fast Food  João Ernesto Strapasson Diretor Marco Antônio Fatuch Diretor Delegado  Paulo Sérgio Gralak Diretor de Patrimônio  Conselho Fiscal:  Jonel Chede Filho, Alceu A Vezozzo Filho e Luiz Fernando P de Aguiar Conselho Fiscal Suplente:  Jayme Canet Neto e Joel Malucelli

projeto “é inconcebível, vai tornar o Paraná um outro mundo”. A começar que o nobre deputado pretende mudar uma convenção mundial, sugerindo que as diárias comecem à meia-noite e encerrem 23h59. Fora isso, o projeto ainda prevê multas aos estabelecimentos que descumprirem a regra, porém não indica órgão fiscalizador. Por fim, no texto de justificativa que o parlamentar adotou, só faz citação a hoteis e não mais a demais meios de hospedagens, deixando implícito uma grande confusão entre hoteis, moteis e demais meios de

hospedagem. Em meio a reunião chegou ao gabinete de Lupion o deputado Luiz Claudio Romanelli, que também participa da Comissão que avalia o projeto que pretende mudar as convenções do turismo no Paraná em relação ao mundo. Solidários a solicitação da ABIHPR ambos os deputados aguardam agora subsídios jurídicos para propor o arquivamento do PL. A ABIH-PR, em conjunto com demais entidades do trade turístico, já acionou o departamento jurídico da FBHA para acompanhar o andamento do projeto.

Associados aniversariantes na 1ª quinzena de abril 02.04 02.04 04.04 04.04 07.04 07.04 10.04 10.04 15.04

José Maria Abujamra, do Hotel Mabu e Mabu Resort Valentin Vazquez, do restaurante São Francisco Elidia Pfaffenzeller, do Motel Central Raquel Hernandes, do restaurante Meu Kilinho José Fraguas Lopez, do Bar Palácio Renato Campos, do Hotel Slaviero Braz Sidnei Marcelo Bonamigo, do Jeito Mineiro Eva Rosa de Freitas, do Pastel Center Machico Suguimati, da Lanchonete Box do Eliseu


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planejamento

Pensando o turismo após os Jogos Olímpicos Os temas em debate na reunião fazem parte das bandeiras do turismo defendidas pela FBHA

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legalização dos cassinos no Brasil, a regularização do trabalho intermitente e o fim definitivo da exigência de visto de entrada no país para os turistas, questões fundamentais para o turismo brasileiro, foram pauta da reunião da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo, realizada no dia 6 de abril, em Brasília – da qual participou o presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio. O grupo definiu os projetos prioritários para o ano de 2016 e debateu novas propostas para o turismo brasileiro após a realização das Olimpíadas, como zonas de exportação turística, políticas para marinas e parques nacionais e PPPs para a desoneração da importação de equipamentos para parques temáticos. “Além da definição dos projetos prioritários para este ano, o grande mérito da reunião foi tratar do futuro, ou seja, de novas propostas para o turismo brasileiro após a realização dos Jogos Olímpicos. Estas medidas são fundamentais para aproveitar a vocação natural que o Brasil tem para esta atividade, garantindo cada vez mais a sua sustentabilidade como negócio. Mas, mais

do que isto, pensar o turismo nas bases em que vimos fazendo no âmbito desta Frente Parlamentar permitirá movimentar a economia do País, contribuindo para a saída deste cenário de crise”, afirmou o presidente da FBHA, Alexandre Sampaio. Os temas em debate na reunião fazem parte das bandeiras do turismo defendidas pela FBHA. A volta dos hotéis-cassinos, de forma regulamentada, movimentaria cerca de R$ 15 bilhões por ano, entre receitas, salários e impostos. Ou seja, a aprovação desta proposta representará também mais receita no caixa do governo. A regulamentação da atividade abrirá, ainda, a possibilidade de atração de investimentos nacionais e internacionais, estimulará a criação de aproximadamente 400 mil novos postos de trabalho – e, mais do que isso, aumentar em mais de 200% o potencial turístico das cidades. A criação do trabalho intermitente, modelo de contratação comum em países europeus e nos Estados Unidos, é outra necessidade do setor e do País. A modalidade permite uma prestação de serviços descontínua, que pode compreender períodos determinados em dia ou hora e

Foco da discussão girou em torno da legalização dos cassinos, regularização do trabalho intermitente e o fim definitivo da exigência de visto de entrada para turistas

alternar prestação de serviços e folgas, independentemente do tipo de atividade do empregado ou do empregador. Permite, por exemplo, que jovens adaptem as horas de trabalho a outras atividades, como o estudo, já que não precisariam trabalhar 44 horas semanais. A regula-

mentação do Projeto de Lei que trata do assunto (PL 3785/2012), de autoria do deputado Laércio Oliveira (SD- SE), vai gerar cerca de 2 milhões de empregos nos setores de bares, restaurantes e hotéis, entre outras atividades do setor. O fim da exigência de visto

de entrada para turistas internacionais é outra defesa antiga da FBHA, que entende que facilitar as questões que envolvem a chegada dos visitantes estrangeiros aumentará o fluxo de entrada no País, impulsionando a demanda pelo destino Brasil no cenário internacional.

SEHA no rádio Escute toda terça e quinta-feira na CBN Curitiba, 9h15 da manhã, o “Minuto SEHA”, com espaço para nossos associados.


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TURISMO É FONTE DE RENDA, DE RECEITA. NÃO É DESPESA! Diga não ao fechamento do Centro de Convenções de Curitiba: Apoie nossa causa! SEHA – Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação, Abih-PR – Associação da Indústria de Hoteis do Paraná, Abav-PR – Associação Brasileira das Agência de Viagens, Abrasel-PR – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, Abrajet-PR – Associação Brasileira dos Jornalistas de Turismo, CCVB – Curitiba Convention & Visitours Bureau, Amopar – Associação de Moteis do Paraná, Movimento Pró-Paraná, ACP – Associação Comercial do Paraná, Instituto Panorama de Turismo, FCVB – Federação dos Convention & Visitours Bureau, Abeoc – Associação Brasileira de Empresas de Eventos, Abracef – Associação Brasileira de Centro de Convenções e Feiras, HI Hostel Paraná – Associação de Hostels do Estado do Paraná e Abrabar – Associação Brasileira de Bares


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Promessa é dívida. Estamos de olho! Em Audiência Pública representante do governo se compromete a resolver, até o fim de abril, o aumento dos impostos sobre a comercialização de vinhos no Paraná

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líder do governo Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), deputado estadual Luiz Claudio Romanelli (PMDB), assumiu no último dia 12 o compromisso de resolver o pedido de redução de tributação sobre a comercialização de vinhos no Paraná, durante Audiência Pública realizada no Plenarinho da Assembleia. Em seu pronunciamento, o deputado enfatizou que o governador está ciente da insatisfação dos lojistas e empresários do setor. Romanelli afirmou que até o fim do mês de abril o governo terá uma resposta definitiva para a questão, acenando que as reinvindicações do setor serão acatadas. Estiveram presentes os proponentes da Audiência Pública, os deputados Rasca Rodrigues e Evandro Araújo; o deputado Marcio Pauliki, presidente da Comissão de Indústria, Comércio, Emprego e Renda; e também os deputados Anibelli Neto e Claudio Palozi; Airton Hack, vicepresidente e coordenador do Conselho Tributário da Associação Comercial do Paraná; Jilcy Rink, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurante (Abrasel-PR); Marcelo Woellner Pereira, presidente do Conselho Estadual da Abrasel; representando os proprietários de lojas de vinhos; Cesar Heiden Júnior, proprietário da loja Queijos e Vinhos, representando os lojistas do Mercado Municipal de Curitiba; Pedro Correa de Oliveira, diretor da importadora Porto a Porto, representando a Associação Brasileira de Exportadoras e Importadoras de Alimentos e Bebidas (ABBA) e Mauro Ferreira dal Bianco, assessor do Gabinete da Coordenação da Receita do Estado (CRE). Na sessão de mais de três horas, os componentes da mesa enfatizaram a necessidade de a mudança acontecer o mais breve possível, visto que a tributação sobre a comercialização de vinhos no Paraná aumentou ainda mais em 1 de janeiro de 2016, inviabilizando as atividades do setor. Lojistas, comerciantes e empresários compareceram segurando cartazes e usaram uma faixa preta no braço, como símbolo de luto pela falência do setor. Entre os discursos, destaque para o do

vice-presidente da Associação Comercial do Paraná, entidade independente que esteve presente para manifestar seu apoio aos empresários locais, Ayrton Rack: “Sabemos que a solução dessa crise não é técnica, é só política”, afirmou. Marcelo Woellner Pereira, da Abrasel, lembrou que de 2015 para 2016 Curitiba teve mais de 40 restaurantes fechados, o que significa aproximadamente 250 trabalhadores desempregados. Cesar Heiden Junior, da loja Queijos e Vinhos, enfatizou que atualmente os pequenos empresários não tem mais vantagem alguma em relação aos gigantes do varejo e que as sobrecargas de impostos estão acabando com as lojas especializadas. No começo de 2016 as empresas paranaenses do setor de bebidas quentes inscritas no Simples Nacional, distribuidores e varejistas sofreram, simultaneamente, vários aumentos de tributos. Foi revogado o artigo 113-B do anexo X do RICMS que previa desconto na MVA para as empresas do Simples Nacional, ou seja, o benefício que as empresas inscritas no Simples Nacional tinham de 70% de redução no MVA (de 67,82% para 20,35%) foi suspenso. Além disso, não foi renovada a base de cálculo prevista no item 3-A do anexo II do RICMS para todas as empresas. Também houve o impacto do aumento da alíquota para cálculo do ICMS ST de 25% para 29% no Paraná. Some-se a isso o fato de a ST ter passado a incidir sobre uma base 10% maior, no caso dos vinhos, já que o IPI Federal deixou de ser fixo e passou a ser percentual, integrando a base de cálculo da ST. Todas essas mudanças que eclodiram a partir de primeiro de janeiro de 2016 geraram um grande aumento de carga tributária que, somadas a desvalorização do Real, ao aprofundamento da recessão no país e a fragilidade fronteiriça do Paraná fez com que o comércio de bebidas estagnasse, gerando fechamento de empresas familiares, como lojas, delicatessen e restaurantes.

Para que o consumidor entenda a gravidade da variação do preço do produto, segue simulação: Venda de importador para um cliente do varejo: Até novembro de 2015: se o produto custava R$100,00, ele saia da importadora para o varejo a R$129,96 (considerando-se ICMS na origem e ICMS ST); Desde 1 de janeiro de 2016: se o produto custa R$100,00, sai da importadora para o varejo a R$154,55 (IPI + ICMS origem + ICM ST). Além disso, não há mais diferença para o comerciante de varejo e as pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional, pois a carga da ST é a mesma para ambos os negócios. Venda do importador para um cliente do Simples Nacional: Até novembro de 2015, um produto que custava R$100,00 no importador, custava R$118,08 ao cliente inscrito no Simples Nacional; Desde 1 de janeiro de 2016: se o produto custa R$100,00, sai da importadora para o Simples Nacional a R$154,55 (IPI + ICMS origem + ICM ST).


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menos serviço

Mais cancelamentos de voos no Afonso Pena Azul vai implantar estratégia de inverno para minimizar condições meteorológicas desfavoráveis

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pesar de ter o melhor aeroporto do Brasil, eleito recentemente em várias votações, Curitiba vem em uma crescente perda de voos. Atualmente só a Azul faz a rota Curitiba/Foz do Iguaçu, assim como Curitiba/Maringá e Curitiba/Londrina. Fora a baixa procura o imposto que incide sobre o combustível aéreo no Paraná também desestimulou a Gol e a TAM a continuarem operando essas rotas. Para completar a maré ruim, a Azul informou recentemente que vai adequar a malha de rotas para minimizar os problemas causados pelas condições meteorológicas desfavoráveis do aeroporto Afonso Pena. A companhia aérea vai cancelar temporariamente um voo diário para Cascavel e outro para Guarulhos. Além disso, horários de outros voos serão readequados

Mudanças valem para o período entre 16 de maio a 28 de agosto

para evitar os períodos mais comuns de fechamento do aeroporto. As mudanças valem para o período entre 16 de maio e 28 de agosto. “A ideia com a malha de inverno é minimizar o impacto para os viajantes com base no retrospecto de operações em anos anteriores”, explica o diretor de planejamento da Azul, Marcelo Bento. Além de Curitiba, diversas outras cidades do país terão alterações nos voos. No Paraná, além de Curitiba, a empresa vai fazer mudanças de horários em Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá. A Azul se pronunciou quanto a clientes que já compraram passagens em voos que serão afetados pelas mudanças. Serão reacomodados em outros horários ou terão a opção de receber o valor integral pago pelo bilhete.

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eventos e música ambiente

Ecad questionado também por outros setores Orgão e seis de suas associações foram condenados pelo Cade a pagar multa de R$ 38,2 milhões

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cobrança de direitos autorais feita pelo ECAD de forma aleatória é motivo de questionamento por parte de outros setores. Recente matéria, publicada na edição online do Jornal Zero Hora, informa que o órgão e seis de suas associações representativas foram condenados, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a pagar multa de R$ 38,2 milhões por conta de duas condutas contra a concorrência: formação de cartel e fechamento do mercado. Segundo o jornal, na avaliação dos conselheiros, o ECAD e as associações não apenas fixam valores altos para a execução de obras artísticas como impedem a filiação de novas associações representativas. De acordo com o conselheiro Elvino de Carvalho Mendonça, relator do caso, a Lei de Direito Autoral permite ao ECAD controlar a arrecadação e a distribuição dos direitos autorais, mas não autoriza o tabelamento abusivo de preços. Na avaliação dos conselheiros, o ECAD e as associações não apenas fixam valores altos para a execução de obras artísticas como impedem a filiação de novas associações representativas. De acordo

com o conselheiro Elvino de Carvalho Mendonça, relator do caso, a Lei de Direito Autoral permite ao ECAD controlar a arrecadação e a distribuição dos direitos autorais, mas não autoriza o tabelamento abusivo de preços. Sobre a cobrança nos hoteis O SEHA, alinhado com a FBHA também questiona uma das condutas do ECAD: a cobrança dos direitos autorais dentro dos quartos de hotéis, considerados dependências privadas. De acordo com a Lei Geral do Turismo, as unidades habitacionais são consideradas locais de frequência individual e, segundo a Lei do Direito Autoral (Lei nº 9610/98), os direitos autorais por execução de obras musicais só devem ser cobrados em locais de frequência coletiva. Além disso, há cobrança em duplicidade da taxa autoral nas situações em que o hotel retransmite imagens fornecidas de TV a cabo, pois as operadoras que distribuem o sinal já pagam os direitos ao ECAD. Nesse sentido, a cobrança da taxa por parte daqueles que assinam, no caso, o hotel, torna-se repetida.

Operadoras de TV a cabo já pagam os direitos, sem contar que quartos de hoteis são considerados dependências privadas

Melhores hoteis do Brasil e do mundo Foram avaliados 7.000 estabelecimentos em 97 países, 150 deles brasileiros

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lista dos 10 melhores hoteis do Brasil e do mundo foi apresentada pelo Travelers’ Choice Hoteis 2016 - Tripadvisor, em fevereiro. Belmond Hotel das Cataratas, em Foz do Iguaçu, é único paranaense na lista dos 10 mais brasileiros. Hotel Ritta Höppner, em Gramado(RS), segundo o levantamento é o melhor do Brasil e o 10º melhor do mundo.

No Brasil 1º) Hotel Ritta Höppner - Gramado (RS) 2º) Hotel Estalagem St Hubertus - Gramado (RS) 3º) Essenza Hotel - Jericoacoara (CE) 4º) Hotel Le Renard - Campos do Jordão (SP) 5º) Belmond Hotel das Cataratas - Foz do Iguaçu (PR) 6º) Carmel Charme Resort - Aquiraz (CE) 7º) Hotel Vila Inglesa - Campos do Jordão (SP) 8º) Santa Clara Eco Resort - Dourado (MS) 9º) Hotel Unique - São Paulo (SP) 10º) Miramar Hotel by Windsor - Rio de Janeiro (RJ)

Único hotel paranaense citado foca dentro do Parque Nacional do Iguaçu

No mundo 1º) Umaid Bhawan Palace - Jodhpur (Índia) 2º) Shiinta Mani Resort - Siem Reap (Camboja) 3º) Bellevue Syrene - Sorrento (Itália) 4º) Hanoi La Siesta Hotel & Spa - Hanoi (Vietnã) 5º) Achtis Hotel - Afitos (Grécia) 6º) Belmond Le Manoir aux Quat Saisons - Great Milton (Reino Unido) 7º) Mirihi Island Resort - Mirihi (Maldivas) 8º) Bucuti & Tara Beach Resort Aruba - Palm Eagle Beach (Aruba) 9º) Calabash Luxur Boutique Hotel & Spa - Lance aux Epines (Grenada) 10º) Hotel Ritta Höppner - Gramado (Brasil)


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Curitiba, 1ª quinzena de abril de 2016

ENTREVISTA Marilisa Bigarella

O Brasil não aprendeu ainda o turismo Papo rápido e direto com a vice-presidente para Assunto de Moteis do SEHA, com mais de 20 anos de atuação sindical

Só a notícia do fechamento do Centro de Convenções já comprova que eles (os políticos) não entendem o que é isso. Temos tudo para dar certo no turismo. Uma das coisas que comento sempre é que pagamos o pedágio mais caro do Brasil. E temos em Foz do Iguaçu uma das sete maravilhas da natureza. E não temos duas pistas rodoviárias para ir até lá, é pista única.

A

vice-presidente para Assuntos de Moteis, Marilisa Bigarella recebeu o SEHA em sua franquia do Correios. Paralelamente comanda o consagrado motel Le Nouage. Rápida nas respostas, deu o tom da entrevista. Uma salada mista de sindicalismo, Correios, motel, fechamento do Centro de Convenções de Curitiba, ECAD, imposto, economia e turismo. Boa leitura. Já são quantos anos de sindicalismo defendendo à classe empresarial? Marilisa Bigarella: Mais de 20. Faço parte não só do SEHA mas também da Amopar - Associação dos Moteis do Paraná. A única mulher a fazer parte das duas diretorias. É difícil se fazer respeitar em meio a tantos homens? Marilisa Bigarella: Acho que é a coisa mais fácil que tem. A mulher quando está em um meio só de homens, eles respeitam muito. É impressionante! E a gente lida bem com isso. Atualmente está à frente de que negócios? Marilisa Bigarella: Uma franquia do Correios e o Motel Le Nouage. Motel tradicional na cidade, tem quantos anos? Marilisa Bigarella: Vinte e poucos anos. Qual o segredo para manter um motel com “vida” por mais de duas décadas? Marilisa Bigarella: Na realidade, o dia-a-dia do Le Nouage é renovação direto. Redecoração, atualização. Quando inauguramos as TVs eram de tubo, modernas naquela época. Hoje não tem mais nenhuma, as Tvs são quase todas de 50 polegadas ou acima disso. Tem que renovar. É uma pintura, um móvel novo. Costumo redecorar de quatro a cinco suítes por ano.

Quantas suítes são? Hoje 37.

Marilisa Bigarella: Não. É completamente sem noção isso.

baixas no motel, aqui no Correio não, é uma equipe enxuta.

Fora o apelo do motel, qual o principal atrativo que leva a pessoa a ir ao local? Marilisa Bigarella: Eu acho que é o espaço, onde a pessoa fica tranquila, tem segurança. Também em relação a gastronomia, muita gente vai e faz seu almoço, seu jantar, seu happy hour em uma suíte. E também porque o motel tem cozinha 24 horas. Quando não sabe onde comer, conforme o horário, duas, três horas da manhã, nossa cozinha está disponível. Temos também o jantar cortesia, uma novidade, e o almoço cortesia que já tem faz tempo.

Um valor alto? Marilisa Bigarella: Anualmente é. Sem contar que não gera nenhum benefício.

2016 vai ser pior ou melhor? Tem luz no fim do túnel? Marilisa Bigarella: Está pior. Acho que estão segurando muito para ver o que vai acontecer nesses próximos dias. E se cair realmente a Dilma, vai ter uma revolução muito grande. Não acredito que o país pegue no embalo em seguida. Essa ano não está fácil não. Quando me perguntam de luz no fim do túnel eu digo: - Que túnel? A impressão é de não avistar nem o túnel.

Motel liga romance, que liga vinho, que liga um imposto absurdo. 65% do líquido da garrafa no Paraná é imposto. Chegou a sentir queda na venda de vinhos? Marilisa Bigarella: Sentimos. Talvez pelo custo um pouco. E também porque ainda é verão. O consumo se intensifica mais no inverno. Mas sentimos sim que a venda caiu. Recentemente o trade recebeu a notícia do fechamento do Centro de Convenções... Marilisa Bigarella: Um absurdo isso. ...como a senhora avalia o fato? Marilisa Bigarella: Acho que para Curitiba isso é um desfalque muito grande. Faz falta, não temos um local para eventos. Não deveria ter sido fechado. Levaram em conta o valor que tinha que ser investido no local, mas não o valor que representa para comerciantes ao redor: bares, restaurantes, lanchonetes, hoteis, moteis, tudo. A senhora paga Ecad no motel? Marilisa Bigarella: Pago! É justo?

Sobre sua franquia do Correios, é um bom negócio? Marilisa Bigarella: É um bom negócio. Com tantas estatais sem credibilidade, o Correios ainda conta com bom prestígio junto à população. Marilisa Bigarella: Sim. A população gosta do Correios. Ele é um segmento útil à população. Ele que entra em todas as cidade que existem no Brasil. Por isso que as transportadoras não tem o mesmo “know how”, a mesma atuação no Brasil que tem o Correios. A malha geográfica dele é maravilhosa. O Correios serve também como referencial econômico, certo? Marilisa Bigarella: Sim. Teve queda nas postagens? Marilisa Bigarella: Pouco, mas tive muitas empresas (clientes) fechando. As que são bem estruturadas podem ter diminuído um pouco. Mas tivemos empresas fechando e outras que saíram do Paraná e foram para Santa Catarina por causa dos altos impostos. E isso bate na gente aqui. Estamos há dois dias da votação do impeachment da Dilma na Câmara. Se aprovado pode ser benéfico para o Brasil? (entrevista feita dia 15) Marilisa Bigarella: Tem que ser. Sou a favor da saída da Dilma e acho que o Brasil tem tudo para dar certo. Precisamos mudar a cabecinha das pessoas que ficam lá governando. Como foi ultrapassar a crise de 2015? Marilisa Bigarella: Colocando tudo na ponta do lápis. Tive

Apesar do potencial turístico paranaense o “nosso” político já entendeu o que é turismo e como funciona a indústria sem fumaça? Marilisa Bigarella: Não. Eles precisam aprender. O Brasil não aprendeu direito ainda. O Paraná nem se fala. Só a notícia do fechamento do Centro de Convençsões já comprova que eles não entendem o que é isso. Temos tudo para dar certo no turismo. Uma das coisas que comento sempre é que pagamos o pedágio mais caro do Brasil. E temos em Foz do Iguaçu uma das sete maravilhas da natureza. E não temos duas pistas rodoviárias para ir até lá, é pista única. E agora não temos mais voos. A taxação de imposto no combustível da aviação aqui no Paraná cancelou muitos voos, inclusive vários para Foz do Iguaçu. Quem faz o trecho agora é só a Azul, com preço alto. Perdemos até os turistas que passavam em Curitiba antes de ir conhecer às Cataratas. Marilisa Bigarella: Isso diminui o turismo em Curitiba. Nossa capital não tem grandes atrativos turísticos, como o Rio de janeiro. Nossa cidade era considerada uma cidade dormitório. Hoje não mais, os turistas já ficam três ou quatro dias aqui. Mas se começam a tirar essas pontes, fica complicado para nós.


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2016 está pior. Acho que estão segurando muito para ver o que vai acontecer nesses próximos dias. E se cair realmente a Dilma, vai ter uma revolução muito grande. Não acredito que o país pegue no embalo em seguida. Essa ano não está fácil não. Quando me perguntam de luz no fim do túnel eu digo: - Que túnel? A impressão é de não avistar nem o túnel.”

Qual a importância do trabalho sindical? Marilisa Bigarella: Primordial. Tudo ali acontece, tudo ali a gente sabe, tudo ali tem uma ponte para algum lugar. Seja politicamente, estruturalmente. Mais os cursos, a assessoria jurídica gratuita. O Sindicato faz um

excelente trabalho para nós. O presidente Jacob Mehl é um empresário aglutinador, sempre une forças. Porém, recentemente decidiu por se desvincular da vice-presidência do Cepatur – Conselho Paranaense de Turismo. Qual sua avaliação sobre o fato?

Marilisa Bigarella: É uma grande perda para o Cepatur e para o Paraná. Ele é uma pessoa com influências muito boas, contatos excelentes e com grande potencial para ajudar toda essa parte do turismo. Mas não está sendo bem entendido.

Cabe uma mensagem de otimismo para os associados do SEHA? Marilisa Bigarella: Não desanimar mesmo, O momento é seguir em frente e não desanimar. Porque se formos olhar o aspecto político do momento fechamos as portas e vamos dormir.

Implantação

Atuação

BARES

Defesa criminal gratuita 24 horas

SEHA agora em Quatro Barras e Campina Grande

Na Câmara Municipal, discussão sobre recuo frontal da calçada

A última reunião de diretoria do SEHA aprovou a contratação de advogado criminalista para o atendimento aos associados 24 horas. Segundo o presidente João Jacob Mehl. “o plantão será fundamental, pois os problemas invariavelmente acontecem de madrugada, principalmente em bares e moteis.” A intenção é que após implantado, o serviço seja totalmente gratuito e aproxime ainda mais os empresários do sindicato.

Crescemos para todos os lados. Seguindo sua linha de expansão, depois de legalizar a Delegacia do Litoral o SEHA incrementa suas atividades nos municípios de Quatro Barras e Campina Grande do Sul. “Estamos formalizando convênios com as prefeituras locais, para ministrar cursos profissionalizantes gratuitos para a população da região, neste momento tão difícil da vida brasileira, cujo índice de desemprego sobe assustadoramente”, explica o presidente João Jacob Mehl. É o SEHA exercendo toda sua força também na Região Metropolitana!

No último dia 18 o vereador Helio Wirbiski pediu o adiamento da votação em 2º turno do projeto que amplia o uso cumulativo da calçada e do recuo frontal para bares. Segundo o vereador ainda há dúvidas técnicas com relação a proposta. O adiamento foi por seis sessões plenárias. Estamos acompanhando.

O dia-a-dia do Le Nouage é renovação direto. Redecoração, atualização. Quando inauguramos as TVs eram de tubo, modernas naquela época. Hoje não tem mais nenhuma, as Tvs são quase todas de 50 polegadas ou acima disso. Tem que renovar. É uma pintura, um móvel novo. Costumo redecorar de quatro a cinco suítes por ano.”


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Voto só presencial

Edição 2016 do ‘Comida di Buteco’ vai até oito de maio Sem tema obrigatório, em 2016 exigência é preço máximo do petisco de R$ 25,90

V

inte cidades e 500 bares estão participando do Comida di Buteco, que vai eleger, segundo a direção do concurso, “o melhor boteco de cada um desses municípios e na sequência o melhor boteco do Brasil”. A capital paranaense participa pela segunda vez, com 20 bares: Baba Salim, Bar Basset, Bar do Edmundo, Bar do Pudim, Bek’s Bar, Cabana Bar & Petiscaria, Cantina Açores, Casa Velha, Dom Rodrigo, Don Max, Estofaria, Jacobina, La Boca, Mercearia Fantinato, Paraguassu, Picknick Bar, Schnaps Bar, Simples Assim, Vallentina e Zezito’s. Todos os petiscos são diferentes e vão desde os tradicionais buchinho à milanesa e tulipas de frango até os mais inusitados como churros de macaxeira, sonho salgado e rolinho primavera de costela. Para participar do concurso, basta ir até um dos botecos participantes, pedir o petisco concorrente e votar em quatro quesitos com notas que vão de 1 a 10: tira-gosto, higiene do local, atendimento e temperatura da bebida. Cada quesito tem um peso diferente, sendo que o petisco corresponde a maior parte da nota: 70%. Só é possível votar presencialmente e apenas uma vez em cada bar. O peso dos votos da população é de 50%. Os outros 50% são da avaliação de um corpo de 20 jurados que irá votar nos mesmos critérios. Ao final o instituto de pesquisa Vox Populi faz a apuração do grande vencedor para então iniciar a segunda etapa do Comida di Buteco 2016: a eleição do melhor boteco do Brasil, que será feita apenas por um corpo de jurados que viajará pelo país fazendo as avaliações. A edição 2016 do concurso não tem tema, mas os botecos devem respeitar

Buchinho à milanesa do Bar do Edmundo é um dos petiscos participantes o preço máximo do petisco de R$ 25,90. Além de Curitiba, o concurso está acontecendo em outras 19 cidades simultaneamente: Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Goiânia, Juiz de Fora,

Manaus, Montes Claros, Poços de Caldas, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, São José do Rio Preto, São Paulo, Uberlândia e Vale do Aço. No site www.comidadibuteco.com.br

estão disponíveis todos os petiscos e bares participantes. O aplicativo do concurso também pode ser baixado gratuitamente e contém todas as informações do evento.

Tulipa de frango do Bek’s Bar

Espetinho de camarão com provolone do Cabana Bar

Mignon com Shitake e Gengibre do Don Max

Sonho Mentiroso do Jacobina

Rolinho Primavera de costela do La Boca

Entradinha de Churrasco na Mercearia Fantinato


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Representatividade

PR assume vice-presidência do Fórum Nacional do Turismo Estande do Estado, que serviu barreado, foi uma das atrações da WTM - World Turism Market Latin American

O

secretário do Esporte e do Turismo, Douglas Fabrício, foi eleito vicepresidente do Fornatur – Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo, em reunião realizada em São Paulo durante o WTM – World Turism Market Latin American, a versão latina do maior evento de Turismo do Mundo. O novo presidente é o secretário de Turismo do Rio de Janeiro, Nilo Sergio Felix. Composto por secretários de estado de turismo ou presidentes de órgão estaduais de turismo, o Fornatur delibera sobre os temas relevantes do turismo nacional, incorporando as demandas estaduais e regionais. “Esse é um fórum onde os estados podem contribuir para o desenvolvimento do turismo nacional. Num momento político conturbado por que passa o país, inclusive com a saída do ministro do turismo, precisamos dar nossa colaboração”, afirma Douglas Fabrício. Uma das bandeiras da nova direção do Fórum Nacional é ampliar os recursos federais destinados ao Ministério do Turismo. Os secretários de Estado reclamam do baixo investimento feito pela pasta em

Nilo Felix (ao centro) é o novo presidente do Fornatur, secretário Douglas Fabrício (à dir.) é vice-presidente

projetos de desenvolvimento interno e, principalmente, em ações de divulgação e marketing do turismo brasileiro e regional nos mercados emissores. “O Ministério do Turismo ficou em penúltimo colocado na questão do orçamento”, ressalta Felix. “Outra prioridade nossa é saber qual será a participação de cada Estado na Casa Brasil durante as Olimpíadas e Paralimpíadas do

Rio”, afirma, sobre o espaço de promoção turística, esportiva e de negócios criado pelo Governo Federal. “O turismo é o setor que pode fazer a economia se recuperar no país. É preciso investir principalmente na divulgação de nossas atrações turísticas para atrair turistas do mundo inteiro”, disse o secretário paranaense.

Os temas que farão parte das próximas pautas do Fonatur são: orçamento do turismo, verbas descentralizadas, aviação regional, Cadastur (cadastro de prestadores de serviços no turismo), promoção nacional e feiras, promoção internacional e feiras, Mercosul, regionalização, cassinos, vistos, espaço Fornatur-Rio de Janeiro e Casa Brasil nas Olimpíadas.

Participação na feira A Secretaria do Esporte e do Turismo do Paraná aproveitou para divulgar alguns dos roteiros turísticos do Estado durante a WTM Latin America. Um dos destaques foi a degustação do barreado, prato típico do Litoral Paranaense na noite de abertura do evento. As cidades de Verê, Maringá, Foz do Iguaçu, Curitiba e Iguaraçu também estiveram representadas apresentando seus potenciais turísticos Segundo o presidente da Paraná Turismo, Jacó Gimennes, “o Estado está dando um suporte governamental na promoção do turismo para empresários e os municípios venderem seus produtos”. As cidades de Verê, Maringá, Foz do Iguaçu, Curitiba e Iguaraçu também estiveram representadas no evento


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FECOMÉRCIO PR B O L E T I M I N F O R M AT I V O D O S I S T E M A F E C O M É R C I O S E S C S E N A C P R | 2 0 1 6

Crise faz varejo perder 100 mil lojas no Brasil

Enquanto os empresários do comércio calculam suas perdas no dia a dia, os analistas preveem um cenário pouco animador para os próximos períodos. As concessionárias de automóveis trabalham este ano para chegar aos números que teve em 2006. Ou seja, perdemos dez anos e cerca de 180 mil empregos já desapareceram. Em 2015 tivemos 100 mil lojas fechadas, o que demonstra de forma inequívoca o efeito da atual recessão. Cem mil lojas é um universo que representa, grosso modo, o fechamento de 200 shoppings centers de grande porte no país, cada um com 500 lojas. É como se um asteroide de grande porte tivesse atingido o varejo brasileiro, levando muitos empresários à insolvência e deixando um buraco negro na atmosfera do planeta Brasil. 

Darci Piana

Presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR

Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais

A Vila Germânica de Blumenau-SC foi o local escolhido para sediar a 32ª edição do Congresso Nacional dos Sindicatos Patronais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNSP), que ocorrerá nos dias 25, 26 e 27 de maio de 2016. Depois de quinze anos, a cidade catarinense voltará a receber uma edição do evento. Líderes políticos e empresariais, irão discutir assuntos ligados ao comércio, ao sistema confederativo e à economia do país. Na pauta, o aprimoramento e a qualificação dos dirigentes e assessores das entidades de representação. O objetivo é o Painel de Executivos Lair Montenegro. Assessores jurídicos, de comunicação e marketing terão seus respectivos painéis. Estão programadas palestras e reuniões que abordarão temáticas como Negociação Coletiva, Gestão de Qualidade dos Sindicatos, Relacionamento entre Sindicato e Legislativo, entre outros. As inscrições para o congresso, realizado pelo Sindilojas Blumenau e parceiros, estão abertas e podem ser feitas pelo site www.32cnsp.com.br. 

AGENDA FECOMÉRCIO PR

Clube de Leitura

ano 2 | nº 26

Semana de Estudos e Pesquisa do Bacalhau

Ninho de Bacalhau

Com o tema Autores Paranaenses, o Sesc PR lança um novo projeto literário: o Clube de Leitura – um espaço de interação com o livro e a leitura de maneira lúdica e estimulante que durante 2016 refletirá sobre o Paraná, trabalhando obras literárias de autores paranaenses disponíveis no acervo bibliográfico de cada unidade. Três públicos serão atendidos pelo clube, com programações e cronogramas específicos. Aos estudantes do contraturno escolar das redes municipais e estadual – atendidos pelo programa Futuro Integral – e à comunidade em geral interessada no projeto serão promovidos encontros quinzenais, de março a agosto. Já aos professores, será ofertada formação continuada, com encontros bimestrais. A ideia é que em setembro, durante a realização da Semana Literária, o Clube de Leitura apresente o resultado do trabalho desenvolvido nos meses anteriores. O clube também terá a função de proporcionar informações e conteúdos que tornem os participantes mais preparados para partilharem da Semana Literária. Procure a unidade mais próxima e inscreva-se. 

O Senac PR realiza mais uma de suas tradicionais Semanas de Estudo da Gastronomia, agora com o tema Bacalhau, entre os dias 16 e 23 de abril. O Restaurante-escola do Senac Curitiba vai oferecer almoço no sistema buffet e empratado. O cardápio foi elaborado em conjunto com o Chef André Palandi, do Senac SP. O chef ainda será responsável pelo workshop ministrado aos instrutores do Senac PR e pela palestra máster: Açorda de Bacalhau: das casa de Alentejo ao mundo�, que acontecerá no dia 15 de abril, às 19h, no Restaurante-escola de Curitiba. Ao todo serão 120 vagas e a inscrição é gratuita. Aproveitando o feriado de Tiradentes, dia 21 de abril, os restaurantes das unidades Foz do Iguaçu e Maringá realizarão um almoço temático. Já em Caiobá o evento acontece de 21 a 23 de abril, durante o jantar. Vale ressaltar que o Restaurante-escola do Senac Curitiba também funcionará durante o feriado, na hora do almoço. Para mais informações sobre a Semana de Estudos e Pesquisas do Bacalhau, basta acessar o site www.pr.senac.br ou entrar em contato através do telefone 0800 643 6 346. 

Jornal seha ed 025  
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