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Jornal

Adelardo Telles Neto: “Até quem está empregado está preocupado com o desemprego, porque sabe que sua empresa está passando dificuldade.” Pág. 10 e 11

Curitiba, 2ª quinzena de março de 2016 | Edição 24

FIM?

Atitude unilateral do Governo do Paraná, que não conversou com nenhuma autoridade ligada ao trade do turismo em Curitiba antes de anunciar o fechamento do Centro de Convenções de Curitiba, causou revolta em 15 entidades e criou movimento a favor da continuidade de funcionamento do CCC. Segundo presidente do SEHA, João Jacob Mehl, “O local é uma sociedade anônima e não pode ser tratado dessa forma, o governo teria que antes de fechar analisar o quanto o Centro de Convenções de Curitiba representa para o comércio, os hoteis e os restaurantes daquela região. Infelizmente políticos de um modo em geral, principalmente no Paraná, não enxergam o turismo como uma fonte de renda”.

Aguardem para breve a inauguração da Delegacia do SEHA no Litoral, que vai levar a todos os empresários das sete cidades litorâneas a estrutura completa do Sindicato.


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Curitiba, 2ª quinzena de março de 2016

Editorial Cada vez mais me convenço que se nós não fizermos pela gente ninguém fará A última apunhalada sofrida pelo trade turístico foi o fechamento do Centro de Convenções de Curitiba. Anuncio feito pelo Governo do Estado sem nenhuma consulta prévia a tantos interessados. Sem conversar com nenhuma entidade. Sem dar satisfação. Sem demonstrar respeito a comerciantes, hoteleiros e empresários do ramo alimentício que operam no centro curitibano. Uma verdadeira afronta ao turismo na cidade, que a cada dia perde mais na mão de políticos que não entendem a importância do turismo e as divisas que pode trazer a um município ou Estado. E não é só aí que perdemos! A situação se repete quando pagamos o imposto mais caro do Brasil para tomar vinho ou o ICMS mais caro do país para encher o tanque de combustível das aeronaves que passam pelo nosso Aeroporto Internacional de Curitiba. Essas que já não são muitas, visto que o imposto alto afugentou companhias e cancelou voos. De Curitiba a Foz do Iguaçu, um dos ícones do turismo mundial, por exemplo, só pela Azul, com valores altos. Por outras companhias o passageiro ou terá que passar por São Paulo ou Porto Alegre. E como nossos governantes não enxergam o mal que estão fazendo ao nosso turismo, voamos cada vez mais para baixo. Do que adianta ter o aeroporto mais bem avaliado do Brasil, se nenhuma companhia quer reabastecer seu avião no Paraná? Para piorar ainda mais, se é que é possível, agora não conseguimos nem desfrutar de momentos sossegados em bons restaurantes da cidade. Recentemente três deles, dos bem conhecidos, foram invadidos por quadrilhas armadas, que se aproveitam da falta de segurança pública para espalhar o pânico em nossa cidade e prejudicar ainda mais o movimento em nossos bares e restaurantes, já baixo pelo motivo da crise. A verdade é que políticos entendem de criar despesas e não de criar fontes de renda. Não sabem o que o turismo representa. Se tivéssemos a mesma oportunidade da indústria e da agricultura, se derem ao turismo uma parte do que é dado à agricultura, com certeza o turismo vai dar um retorno muito significativo ao Estado do Paraná. Temos que fazer os políticos enxergarem o que o empresariado enxerga, quando investe em um grande hotel, um grande restaurante na cidade. Temos que nos fazer respeitar e não aceitar posicionamentos como esse do fechamento do CCC. João Jacob Mehl

EXPEDIENTE Jornalista Responsável Pierpaolo Nota

Vai ser no MON

Definida data do Prêmio Panorama do Turismo Confira os indicados no site do instituto

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stá marcado para a noite do dia 28 do próximo mês de abril, em cerimônia no auditório do Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, o anúncio dos vencedores do Prêmio Panorama do Turismo | Profissionais do Ano | 2015. Em sua quarta edição, a honraria distinguirá os destaques de 17 categorias da cadeia produtiva do setor turístico paranaense. O evento é uma realização conjunta do Instituto Panorama do Turismo e da Câmara Empresarial de Turismo da Fecomércio-PR, com chancela de comissão julgadora com membros conhecedores da área turística estadual.

SEHA no rádio Escute toda terça e quinta-feira na CBN Curitiba, 9h15 da manhã, o “Minuto SEHA”, com espaço para nossos associados.

Edição Eliseu Tisato

Associados aniversariantes na 2ª quinzena de março

Rua Júlia da Costa, 64 - São Francisco - Curitiba - Paraná Fone: (41) 3323 8900 www.seha.com.br

GESTÃO 2014-2017 João Jacob Mehl Presidente Lincoln T. Isahias Tarquínio Vice-Presidente  Andersen Prado Vice-Presidente para assuntos de Alimentos e Bebidas/Buffet Zelir Tadeu Massuchin Vice-Presidente para assuntos de Hotelaria e Hospedagem Marilisa Bigarella Vice-Presidente para assuntos de Motéis  Gustavo T Andrade Vice-Presid. para assuntos de Entretenimento e Lazer  Orlando Kubo Diretor Secretário Geral  Julio César Hezel Diretor Financeiro Adelardo Telles Neto Diretor para assuntos de Pizzarias e Deliveries  Aguilar Borsato Silva Diretor 

Valéria Vicente Diretora de Marketing Carlos Roberto Madalosso Diretor para assuntos de Turismo Ernesto Villela Neto Diretor para assuntos Governamentais  Henrique Lenz Cesar Filho Diretor para assuntos Grandes Eventos  Jacques Raul Rigler Diretor para assuntos Tributários e Fast Food  João Ernesto Strapasson Diretor Marco Antônio Fatuch Diretor Delegado  Paulo Sérgio Gralak Diretor de Patrimônio  Conselho Fiscal:  Jonel Chede Filho, Alceu A Vezozzo Filho e Luiz Fernando P de Aguiar Conselho Fiscal Suplente:  Jayme Canet Neto e Joel Malucelli

Aldo Carvalho, Deise Bezerra e Paulo Angeli, trio finalista na categoria Top Tur

17.03 17.03 18.03 18.03 19.03 20.03 21.03 26.03 27.03 29.03 30.03

Jussara Model, do Hotel Praia e Sol Felipe Kalinowski, da Petiscaria Germânia Rene Strobel, do Hotel Parque Ilha do Mel Taina de Mattos Leão, do Hotel San Martin Jairo Stromberg, do Bar do Edmundo Darlos Ignaszewski, do Buffet Caseiro Vera Lucia Palmonari, da Lanchonete Palmover Lucia Zeve Brito, da Lanchonete Dogs House Helder Fontes Capanema, do Ramada Ryon Marica Fuchs, do Laggus Residencial Náutico Frida Tonatto, do Bar do Alemão


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Sem consultar ninguém

Governo anuncia fechamento do Centro de Convenções Quinze entidades ligadas ao trade turístico, lideradas pelo SEHA, compõem movimento para que o espaço continue funcionando

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urismo é uma fonte de receita para diversos setores, não se pode pensar que o Centro de Convenções de Curitiba por ter alguma despesa mensal possa ser fechado por esse motivo”, defendeu o presidente do SEHA, João Jacob Mehl, ao liderar movimento representado por 15 entidades contra o fechamento do local. A notícia do fechamento pegou todos de surpresa, já que chegou as mãos dos envolvidos através de carta durante uma Assembléia Geral de prestação de contas, o que não é válido. Diante isso, o anuncio oficial deve ser feito novamente em Assembleia Especifica, dia 03 de maio. Mas o fato é que quase todos os funcionários e diretores já foram demitidos e o local tem data de funcionamento previsto somente até o dia 31 de dezembro de 2016. Contrárias a essa atitude arbitrária, 15 entidades do setor hoteleiro, de alimentação, de turismo e empresarial se reuniram na sede do SEHA para se organizar e somar forças e argumentos suficientes para contestar a medida estatal. “Não fomos procurados, nem escutados, nem recebemos propostas. O local é uma sociedade anônima e não pode ser tratado dessa forma”, afirmou Jacob Mehl, que acredita que o governo teria que antes de fechar analisar o quanto o CCC representa para o comércio, os hoteis e os restaurantes do centro da cidade. “Infelizmente políticos de um modo em geral, principalmente no Paraná, não enxergam o turismo como uma fonte de renda”. Em nota oficial o Governo do Paraná afirmou que “o Centro de

Lideranças reunidas na intenção de reverter o quadro de fechamento do CCC Convenções passou a dar prejuízos nos últimos anos, porque não há mais interesse de locação do espaço por parte da iniciativa privada”. Estranhamente, ninguém da iniciativa privada foi procurado para conversar, nenhuma das 16 entidades que compõem o movimento. O próximo passo previsto é um agendamento de reunião

direto com o governador Beto Richa, para reverter essa quadro. Inclusive para cobrar uma posição, já que quando da criação do CCC, através de um acordo da Embratur com o Governo do Paraná, a administração do Centro de Convenções deveria ter sido repassada à iniciativa privada. O que não foi feito, mas ainda está em tempo.

“Políticos criam despesas e não criam fontes de renda. Se tivéssemos a mesma oportunidade da indústria e da agricultura, se derem ao turismo uma parte do que é dado à agricultura, com certeza o turismo vai dar um retorno muito significativo ao Estado do Paraná. Temos que fazer os políticos enxergarem o que o empresariado enxerga, quando investe em um grande hotel, um grande restaurante na cidade.”

João Jacob Mehl

Lista das entidades que são contra o fechamento do Centro de Convenções de Curitiba SEHA – Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação Abih-PR – Associação da Indústria de Hoteis do Paraná Abav-PR – Associação Brasileira das Agência de Viagens Abrasel-Pr – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes Abrajet-PR – Associação Brasileira dos Jornalistas de Turismo CCVB – Curitiba Convention & Visitours Bureau Amopar – Associação de Moteis do Paraná Movimento Pró-Paraná ACP – Associação Comercial do Paraná Instituto Panorama de Turismo FCVB – Federação dos Convention & Visitours Bureau Abeoc – Associação Brasileira de Empresas de Eventos Abracef – Associação Brasileira de Centro de Convenções e Feiras HI Hostel Paraná – Associação de Hostels do Estado do Paraná Abrabar – Associação Brasileira de Bares


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Unidos contra o mosquito

Hotelaria assina convênio para combater Zika vírus Campanha promovida pela FBHA, ABIH Nacional, FOHB e ABR Paulo Negreiros

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s principais entidades da hotelaria no Brasil assinaram, no dia 22 de março, em Brasília, um convênio com ações integradas de combate ao Aedes aegypti, vetor de doenças como dengue, chikungunya e zika. A iniciativa foi do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), órgão presidido pelo empresário Alexandre Sampaio, que também comanda a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA). “Esse convênio vai incentivar o engajamento do setor hoteleiro nas práticas de contenção do Aedes aegypti. A campanha nasceu de uma iniciativa de sucesso do Departamento Nacional do Sesc, já implementada em mais de mil unidades do Sesc e do Senac, em todo o País”, afirmou o presidente da FBHA e do Cetur, Alexandre Sampaio. Sob o mote “Não deixe o mosquito bater ponto aqui”, a campanha será promovida pela Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), pela Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional), pelo Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) e pela Associação Brasileira de Resorts (ABR), e pretende alcançar toda a rede hoteleira nacional. Segundo Janaina Pochapski, diretora de Saúde, Assistência e Lazer do Sesc Nacional, a intenção da campanha é informar e mobilizar os funcionários dos estabelecimentos; realizar rotinas de inspeção para eliminar possíveis criadouros, além de promover a formação de agentes multiplicadores para

Convênio visa incentivar o engajamento do setor hoteleiro nas práticas de contenção do Aedes aegypti o combate ao mosquito Aedes aegypti. “A campanha foca nos colaboradores dos meios de hospedagem e é uma campanha de comunicação e ação efetiva, por meio da mobilização desses atores internos. Todo o material de divulgação pode ser alterado pelos hoteis para a inclusão de

Almoço de trabalho Após a última reunião de diretoria foi servido um almoço no salão de festas do SEHA. Várias autoridades estiveram presentes. Na pauta os altos impostos que taxam o vinho e o combustível da aviação. Problemas sérios que estão sendo encarados de frente, através de várias ações que o Sindicato vem adotando.

suas marcas”, esclarece Janaina. Para Antonio Carlos Nardi, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, é preciso aumentar a efetividade no controle do mosquito e envolver todos os setores da sociedade, e em ano de Olimpíadas a participação do turismo ganha

destaque. “O País está enfrentando um momento de suma importância e gravidade, e esse combate é de todos nós. O controle não será vencido de forma alguma somente pelo setor da Saúde. É preciso envolver estados, municípios e a sociedade”, afirmou o secretário durante o evento.

A presidente da Abrasel-PR Jilcy Rink, o presidente da Paraná Turismo Jacó Gimmenes e o presidente da Fecomércio-PR Darci Piana

O presidente do SEHA João Jacob Mehl e o desembargador Hipólito Xavier da Silva

O Secretário de Esporte e Turismo, Douglas Fabrício, o presidente do Instituto Municipal de Turismo, Caíque Ferrante e o Jacob Mehl


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Ferramenta promocional

Unidade Móvel vai promover o Paraná Turístico Veículo é fruto de convênio do Paraná com a CEF, via recursos do Ministério do Turismo

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Paraná Turismo recebeu uma moderna van totalmente equipada para funcionar como PIT – Posto de Informações Turísticas Móvel. Com ela, será ampliada a capacidade de ações promocionais nas diversas regiões do Estado. O veículo, que teve custo de aproximadamente R$ 135.000,00 (com as adaptações e plotagem especial), apoiará eventos, festividades e ações de marketing e promoções da Secretaria do Esporte e do Turismo e da Paraná Turismo, funcionando como central de informações e distribuição de folheteria com destaques dos atrativos das 14 Regiões Turísticas do Paraná. O PIT é fruto de convênio do Governo do Paraná, através da Paraná Turismo, com a Caixa Econômica Federal, via recursos do Ministério do Turismo (MTUR). Na plotagem da van, estão fotos dos principais atrativos turísticos do Estado. “Será com certeza mais uma grande ferramenta promocional para ser usada na divulgação do nosso Paraná Turístico”, comentou o Secretário Douglas Fabrício, no momento em que recebia a van no estacionamento da Paraná Turismo. “Vamos fazer uma programação mensal, contemplando as diversões regiões, eventos, festividades e atrativos, o que representará um reforço considerável nos no nosso trabalho de divulgação do Passaporte PARANATUR, programa que incentivará os paranaenses a conhecerem os atrativos do Paraná”, acentuou o Professor Jacó Gimennes, Diretor Presidente da Paraná Turismo.

Secretário Douglas Fabrício e Professor Jacó Gimennes ao lado do Posto de Informações Turísticas Móvel

O administrador Adelardo Telles Neto”, empresário Gustavo Andrade, o vice-presidente do SEHA Lincoln Tarquínio e o diretor da ABIH-PR Henrique Lenz Cesar Filho Os chefs de cozinha, o vice-presidente da FBHA Marco Antonio Fatuch e Edson Vargas.

O vereador Felipe Braga Cortes e o empresário Aguilar Silva


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Abrasel - PR lança Guia 2016

Com Câmaras e Conselhos Empresariais Paulo Negreiros

Edição especial apresenta opções gastronômicas e turísticas de Curitiba

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Associação Brasileira de Bares e Restaurantes paranaenses acaba de lançar seu Guia 2016, com 120 páginas e informações completas de mais de 300 empreendimentos gastronômicos da cidade de Curitiba. “A capital paranaense tem muitos encantos, que passam, entre outros, pelas nossas belezas naturais e pela nossa rica cultura gastronômica, que a cada dia que passa ganha mais admiradores ao redor do Brasil. O Guia Abrasel Paraná 2016 celebra essas características curitibanas e consegue reunir tudo o que é necessário para que as pessoas tenham programas fantásticos por aqui”, detalha Jilcy Rink, presidente da entidade. Para ela, o material valoriza e enriquece as tradições da cidade, além de destacar o trabalho de empresários que buscam diariamente a excelência em seus serviços. “O Guia é uma ótima opção para que o público possa conhecer os principais bares e restaurantes da cidade. São diversos empreendimentos dos mais variados portes e estilos que se destacam por oferecer um serviço de excelência”, completa Jilcy. O guia é distribuído gratuitamente na capital paranaense, em locais constantemente frequentados por turistas, como hoteis, pontos de informação da prefeitura, aeroporto Afonso Pena e diversos estabelecimentos comerciais.

Primeira reunião do Cetur

Publicação tem 120 páginas e apresenta mais de 300 empreendimentos gastronômicos

Executivos e parlamentares debatem os avanços do setor Segundo presidente da FBHA, “é momento de alinhar expectativas e demandas importantes para o desenvolvimento da atividade no país”

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presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio, reuniu em Brasília, no dia 22 de março, executivos das Câmaras e dos Conselhos Empresariais de Turismo das Federações estaduais do Comércio e parlamentares e outras autoridades que atuam a favor da atividade turística no Legislativo e em outros órgãos do governo. O grupo apresentou os trabalhos que vêm sendo desenvolvidos e os avanços obtidos para o segmento. Para o presidente da FBHA e do Cetur/CNC, Alexandre Sampaio, a criação das Câmaras e Conselhos junto às federações estaduais do Comércio fortalece a atividade turística

nos estados e nacionalmente. “Ao reunir todas as Câmaras e Conselhos Empresarias de Turismo das Fecomércios, o Cetur promove um espaço de diálogo, de troca e também um momento de alinhar expectativas e demandas importantes para o desenvolvimento da atividade no País”, afirmou Sampaio. Estiveram presentes ao evento Alberto Alves, secretário executivo do Ministério do Turismo; Alex Manente, presidente da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados; o deputado federal e vice-presidente da CNC, Laércio Oliveira; Herculano Passos, presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Turismo; o deputado federal Raimundo Gomes de Matos; Vinícius Lummertz, ex-presidente da Embratur; e Antonio Carlos Nardi, secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde.


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CNC

Consumidor paranaense parou de se endividar Redução gradual no endividamento reflete baixa no consumo. No entanto, aumentam as contas atrasadas e a falta de condições para pagamento das dívidas

Na comparação com o cenário nacional, o Paraná se mantém como o Estado mais endividado, com 84,4% da população, ante 60,3% na média brasileira.

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egundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), elaborada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e divulgada pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio PR), o percentual de endividados no Paraná vem apresentando baixa desde dezembro de 2015. Em março, 84,4% dos paranaenses possuíam algum tipo de dívida, redução de 1,28% na comparação com fevereiro (85,5%). A diminuição do endividamento é um dos reflexos da crise, uma vez que os consumidores estão consumindo menos (-25,5% nos últimos doze meses segundo pesquisa da CNC e Fecomércio PR) e, consequentemente, realizam menos parcelamentos e financiamentos. No entanto, a queda do endividamento no mês de março não refletiu positiva-

mente nas contas em atraso, pois 27% dos endividados estão com os débitos atrasados, o que representa aumento de 11,6% com relação ao mês anterior (24,2%), e com tendência a aumentar no decorrer no ano. A falta de condições de pagamento das contas atrasadas também aumentou, passando de 9,5% em fevereiro para 10,3% em março. As famílias das classes C, D e E (renda até 10 salários mínimos) estão com maior dificuldade para quitar os compromissos financeiros, sendo que apenas 26,2% afirmam ter condições de pagar totalmente suas contas. Já nas classes A e B (renda superior a 10 salário mínimos), 48,4% dizem ter possibilidade de saldar as dívidas. Na comparação com o cenário nacional, o Paraná se mantém como o Estado

mais endividado, com 84,4% da população, ante 60,3% na média brasileira. A situação das contas em atraso e a falta de condições para pagamento das dívidas também piorou no país, com 23,5% e 8,3%, respectivamente. O nível de endividamento no Paraná é maior do que média do país, com 27% dos consumidores muito endividados, ante 14,3% no cenário nacional. Os que consideram ter um nível mediano de dívidas são 41,1% no Paraná ante 21,4% no Brasil. Por outro lado, apenas 16,3% dos paranaenses se consideram pouco endividados, contra 24,5% na média nacional. O uso do cartão de crédito apresentou redução ante o mês de fevereiro (71,9%), mas ainda concentra a maioria das dívidas, com 69%. No entanto, a utilização do cartão de crédito subiu 9,8% com relação

a março de 2015. Verifica-se que as famílias de maior poder aquisitivo estão evitando o uso do cartão de crédito, com algumas oscilações, sendo que em março a opção pelo cartão como parcelamento dos gastos chegou a 60,1% entre as classes A e B (renda superior a 10 salários mínimos), ante 71,4% entre as classes C, D, e E (renda até 10 salários mínimos). Os financiamentos imobiliário e de veículos, apesar da restrição dos bancos à concessão de crédito, continuam sendo outros dois principais meios de endividamento, com 10% cada. Os carnês representam 5% das dívidas, o crédito pessoal chega a 3%, o empréstimo consignado apenas 1%, juntamente ao cheque especial, com 1%. O cheque pré-datado foi praticamente abolido pelos consumidores e não registrou respostas.


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ENTREVISTA Adelardo Telles Neto

Mais que pizzaria, Boca de Forno com identidade Consultoria abriu horizontes e transformou estabelecimento em case de sucesso

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Estamos passando uma dificuldade. Caiu o movimento. Está todo mundo receoso, administrando, em todos os segmentos. É um momento político muito difícil, estamos atravessando esse processo. Há muita desconfiança dos investidores com relação ao problema do Brasil. Todos estão segurando. Até quem está empregado está preocupado com o desemprego, porque sabe que sua empresa está passando dificuldade.”

administrador Adelardo Telles Neto é o entrevistado dessa edição. Proprietário da pizzaria Boca de Forno, conta como criou uma identidade para seu negócio e transformou seu estabelecimento em um case de sucesso. Como foi sua entrada no ramo da pizzaria? Em 1987 eu fiquei desempregado durante um ano. Nesse período eu fazia bicos durante o dia e como eu tinha uma moto, fui até uma pizzaria chamada Lig Pizza, na Alferes Poli. Lá me ofereci para fazer entrega de pizza. Naquela época inclusive a caixinha era térmica, diferente do processo de hoje. Não tinha esse conceito de comida em casa. Senti o cheiro da massa e gostei do negócio. Me estabilizei, consegui um emprego e toda vez que eu pensava em ter uma vida própria, pensava em ter uma pizzaria. Foi por causa do cheiro da massa, que me envolveu. Descobri isso depois através de um “couach”. Já tinha comido a pizza deles? Nunca tinha comido, depois que comecei a trabalhar meu jantar toda noite era uma pizza. Adoro pizza! Vem de família, pizza na minha casa era considerada como lanche, não como jantar. Mamãe tinha o dia da semana que fazia pizza.

ali no Centro Cívico. Um amigo me falou que estava à venda. E eu conhecia a história da pizzaria, fazia 10 anos que eles estavam no mercado. Eu e minha esposa decidimos pela compra. Que pizzaria era? A Boca de Forno, perto da Mateus Leme. Começamos a trabalhar e depois de um ano e meio resolvemos investir em mais um negócio. Minha esposa também é bastante líder, tem uma liderança. Tínhamos recebido um dinheiro e resolvemos por abrir a segunda casa. Um consultor que escolheu esse ponto aqui (onde foi feita a entrevista, na Euclides da Cunha). Só que a casa era três vezes maior do que a que funcionava a primeira operação. Hoje as duas funcionam? Sim, chamamos de matriz e filial. Depois de um ano e meio aqui com muita luta e muito trabalho, atendendo os três segmentos: balcão, entrega e salão, o balcão está bom, a entrega também, mas o salão quase vazio. E a gente com um bom produto na mão. Procuramos o Sebrae, para identificar o que estava acontecendo e fizemos aquele apoio que o Sebrae dá ao pequeno empreendedor. E através de uma consultoria nos falaram que devíamos achar uma identidade para a casa. Começamos a pensar o que seria essa

identidade e ele nos falou que tinha que ser algo que quando o consumidor pensasse em comer pizza lembrasse da casa. Aliado a uma ideia de bate papo informal com o pai da minha esposa ele sempre dizia: - Se quiseres ganhar dinheiro pense em três coisas, vício do homem, vaidade da mulher e guloseima das crianças. Com esse conceito e a dificuldade de manter a casa operacional, uma estrutura muito grande, onerosa, o estalo veio em um dia almoçando no Nick Costela, eu minha esposa e meus dois filhos. Uma semana antes daquele almoço veio uma família com crianças na pizzaria e as crianças quase botaram a casa abaixo. Para poder conte-las chamei as crianças em uma mesa e entreguei bolinhas de massa para elas. Nossa, começaram a brincar e acalmou. Cheguei em casa e contei para minha esposa. Passados uns dias aconteceu a mesma coisa na matriz, onde ela estava trabalhando e ela fez a mesma coisa. Fomos fechando o cerco do pensamento. E naquele almoço do Nick que citei ela bateu o olho em uma criança e falou: Por que a gente não monta uma pizzaria para crianças? E eu perguntei como era aquilo na cabeça dela. E ela disse “a criança brinca de fazer a pizza enquanto o pai janta”. Olhei e disse, “você matou a charada”. A gente revezava, 15 dias cada um trabalhava em uma

E a sacada de agregar a pizzaria a um espaço kids tão autêntico, veio de onde? O que aconteceu foi que depois que trabalhei em algumas empresas, quando vim embora de São Paulo, tomei uma decisão. Ou eu continua no ramo de vendas que atuava ou teria coragem e abriria uma pizzaria. Quando estava desempregado morava em São Paulo? Não, aqui! Depois que eu entrei em uma empresa, cresci, desenvolvi e me transferiram para São Paulo. Fiquei só três anos lá. Mas quando tinha aqueles momentos de ter algo próprio, eu só pensava em pizzaria. Quando saí da empresa em 2001, decidi comprar uma pizzaria que estava à venda,

Espaço kids inteligente revolucionou o negócio

casa. Foi quando vim para cá, desmontei o escritório e nesse espaço, com um arquiteto, desenhamos, montamos e bolamos todo o procedimento. Criamos a tão falada “identidade”. Hoje 95% dos clientes que vem aqui comer são por causa do espaço infantil. Existe um levantamento de quantas crianças passam por dia, semana ou mês na casa? Na média de 600 a 700 crianças por mês. Na filial, a matriz não tem esse espaço. Bom que além de criar a identidade a família ainda leva a lembrança para casa, come a pizza que a criança fez, bate a foto, posta nas redes sociais. Nós temos hoje também um kitzinho que compõem o avental e a bandana, que pode ser comprado e levado como lembrança. Curitiba é uma cidade turística e através desses blogs que as mulheres criaram, do conhecimento de sair para comer fora e ter entretenimento infantil, buscam esse espaço. Sites como o “Criança na Plateia”, “Eu Viajo com Meus Filhos” nos divulgam. Sabemos que estamos lá porque as mulheres comentam e o maior público que recebemos aqui são mulheres. Elas saem, pegam as crianças na escola, querem conversar e vem pra cá, porque sabem que as crianças ficam conosco.


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Como é esse espaço? Desenvolvemos o espaço adaptável, foi uma preocupação que tivemos. Cada criança, de determinada idade, tem um tipo de estatura, então as bancadas são móveis, sobem e abaixam, de acordo com a altura da criança. Para adequar a postura. Também trabalhamos com eles higiene, limpeza, organização. Se a criança não quer colocar avental não deixamos fazer, explicamos para ela que é uma necessidade, é assim que se trabalha na cozinha. O espaço é um complemento tanto da escola quanto de casa.

Há cinco anos abrimos no sábado e domingo, mas não fomos felizes com o processo, houve um desgaste muito grande no trabalho operacional.

diante da crise? Sim, estamos com cinco pessoas a menos no quadro funcional. Tinha extras nos fins de semana, não tenho mais.

Qual a pizza que mais sai? A que todo mundo pede? A do “Prado”. Uma miscelânea de produtos criada pelo Prado, que já existia quando compramos a pizzaria e continuamos com ela.

E com isso os pais conseguem jantar sossegados. Isso. Jantam e põe os assuntos em dia. Recebemos aqui casais e muitos grupos de amigos que querem conversar. Hoje as crianças são superativas, tem que mantêlas ocupadas. Elas chegam a decidir até onde os pais vão comer.

O Andersen? Sim! Ele mora do lado da matriz. Era muito amigo do Sérgio, ex-proprietário da Boca de Forno. Um dia ele resolveu comer uma pizza diferente e inventou essa. Até hoje é uma das 10 mais vendidas.

Vamos superar quando essa crise? Diante das informações que a mídia nos dá hoje, há muita insegurança. Bastou falar da parte política do Lula, o dólar diminui. Bastou a Dilma chamar ele para ministro, o dólar sobe de novo. É difícil compreender esse papel. Eu acredito que nós vamos levar um tempo, precisar se é mais esse ano ou o ano que vem é quase impossível. Mas estamos amargando o baixo movimento. Tem que ter muito controle hoje em dia.

Qual seu percentual de atendimento balcão, delivery e salão? Antes de ter o processo mirim meu salão representava 10% do faturamento. Hoje ele representa 47%. Equilibrou a conta. A estrutura é onerosa, tenho que manter adega, freezers especiais para cerveja. Porque para manter a estrutura funcionando no salão custa mais, preciso de mais gente. Já viu cópias da identidade da sua pizzaria por aí? Do ano passado para cá que começaram algumas pizzarias a apostar no espaço kids nesse formato. Além de pizzas, o cardápio tem outras opções? Saladas, pizzas e calzones. Pensa em abrir para o almoço?

Quem é o Prado? O Prado é o dono do Bar do Alemão.

Quais os ingredientes? Mussarela, frango, presunto, palmito, champignon e catupiry. Ampliando nosso foco, tem muita pizzaria hoje em Curitiba? Tem mais de quinhentas e poucas. E qual sua avaliação do mercado? Estamos passando uma dificuldade. Caiu o movimento. Está todo mundo receoso, administrando, em todos os segmentos. É um momento político muito difícil, estamos atravessando esse processo. Há muita desconfiança dos investidores com relação ao problema do Brasil. Todos estão segurando. Até quem está empregado está preocupado com o desemprego, porque sabe que sua empresa está passando dificuldade. Chegou a fazer adequações

A saída da presidente Dilma em parte melhoraria o quadro? Eu acredito que sim, mas é uma questão política. Está havendo uma situação de muita impunidade. Estamos vendo o Supremo Tribunal trabalhando, a polícia federal trabalhando, mas existe as articulações políticas que não estão deixando. Essas articulações fazem com que emperre os processos. Como diretor de pizzarias e delivery do SEHA, quais são as principais reivindicações da área hoje na cidade? Tivemos que nos adequar. Do delivery, o sindicato laboral se fortaleceu bastante e a Urbs e o Detran colocaram algumas regras. Hoje nosso motociclista tem que ser adequado, tem que ter placa vermelha, passar por curso de modificação comportamental no trânsito e adequação a toda essa movimentação que está acontecendo. Ele precisa se regulamentar. E isso tem um custo, tanto para o motociclista, quanto para a nossa categoria. Um sistema de

entrega hoje para ser adequado tem um raio de atuação onde existem limites de entrega, custa um determinado valor. E tem cliente as vezes que está querendo economizar e vem buscar. Pagamos o imposto mais caro do Brasil para beber vinho em Curitiba. Caiu violentamente à venda do vinho. Eu tirava toda semana um pedido, hoje é um por mês. Subiu assustadoramente o preço. Como é conviver com tanto imposto? O problema é que na baixa da movimentação o percentual do imposto é o mesmo. Há queda na arrecadação do Estado, mas o percentual do imposto não mudou. Hoje tem que pagar taxa para ter as máquinas bancárias de cartão. Só dessas tenho oito para o delivery. Tem mais mensalidade e mais a taxa do crédito e do débito. Estamos falando só na movimentação de cartão. E devido ao alto índice de criminalidade pouco dinheiro está se usando na carteira e sim mais o cartão. Eu já consegui vender uma Coca-Cola no balcão no cartão de crédito. Não é a hora dos empresários se unirem e fazerem uma pressão forte em cima das operadoras de cartão? A Abrasel já fez uma movimentação com esse fim. Nosso sindicato precisava também atuar. É importante fazer uma ação para fortalecer esse processo todo. Temos uma carga tributária muito forte. Qual a importância do trabalho sindical do SEHA? Informação! Troca com comerciantes do ramo, da parte hoteleira. Participando ampliamos nosso leque de conhecimento e sabemos

É um momento de cautela. Tem que olhar custos, administrar. Antigamente quando vivíamos um período inflacionário era uma loucura, de manhã seu dinheiro tinha um valor de tarde tinha outro. A inflação encobria a incompetência, hoje não. Temos que ser mais competentes dentro das nossas ações. Não temos que ficar pensando em ganhar dinheiro, isso é uma consequência do bom trabalho realizado.”

que não estamos sozinhos. Esse momento é de todos nós. E dele surgem ideias, compartilhamos situações, vivenciamos na prática, trazemos informações de necessidade de um ou outro. Na sua concepção como está hoje o turismo em Curitiba? Estamos bem no turismo. Já existem várias situações, a Linha do Turismo é uma muito positiva. Mas por exemplo, deveria ter um pouco mais de cuidado na própria estrutura de rua. Moro perto da Universidade Livre do Meio Ambiente. O asfalto na rua está acabado e o ônibus do turismo passa lá. Temos muito a fazer ainda para o turismo, mas Curitiba já mudou, é um caminho a continuar sendo trilhado. Um recado para os associados e filiados do SEHA? É um momento de cautela. Tem que olhar custos, administrar. Antigamente quando vivíamos um período inflacionário era uma loucura, de manhã seu dinheiro tinha um valor de tarde tinha outro. A inflação encobria a incompetência, hoje não. Temos que ser mais competentes dentro das nossas ações. Não temos que ficar pensando em ganhar dinheiro, isso é uma consequência do bom trabalho realizado.


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Diferencial da cidade

Oito roteiros turísticos para conhecer Curitiba 65 mil folders de cada roteiro serão distribuídos em locais estatégicos

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ovos roteiros turísticos convidam moradores e turistas a descobrir Curitiba. Os oito foram desenvolvidos pela equipe técnica do Instituto Municipal de Turismo, com apoio do jornalista Eduardo Fenianos. Impressos em três línguas, são temáticos e levam o turista para apreciar lugares ligados à cultura, história, religião, gastronomia e aventura. Com eles, é possível, por exemplo, conhecer a Curitiba de Poty Lazarotto e Paulo Leminski, percorrer a cidade a pé ou de bicicleta, observar a fauna e a flora da região, seguir uma rota gastronômica ou fazer um passeio com sabor de aventura pela região metropolitana. O lançamento dos roteiros aconteceu na manhã do dia 23 no auditório do Mercado Municipal de Curitiba, com a presença do prefeito Gustavo Fruet, secretários municipais e diversos representantes de entidades do trade turístico. A ideia dos roteiros foi amadurecida nos últimos anos, porém somente com a liberação de recursos do governo federal e de uma emenda da ex-deputada Rosane Ferreira – que ocorreu no final do ano passado - foi viabilizada. Agora, no mês de aniversário da cidade, Curitiba está sendo presenteada com a entrega dos roteiros que mostram toda a diversidade da cidade. Os roteiros lançados pelo Ctur são “Curta Curitiba Pedalando”, “Curta Curitiba a Pé”, “Rotas Religiosas”, “Aventura e Ecoturismo”, “Sabores de Curitiba”, “PotybyBike”, “Curitiba Flora e Fauna” e “Curitiba de Leminski”. Todos possuem características próprias, mas mantêm entre si uma semelhança: são autoguiados. Foram impressos 600 mil folders - 75 mil para cada roteiro -, que serão distribuídos nos seis Pontos de Informação Turística (PITs) da cidade (Aeroporto Internacional, Torre Panorâmica, Arena do Atlético Paranaense, Estádio Couto Pereira, sede do Ctur e sede da Associação do Comércio e Indústria de Santa Felicidade), nos dois Centros de Atendimento ao Turista: Rua 24 Horas e Jardim Botânico e também em hoteis e restaurantes. Para a presidente da Associação Brasileira dos Guias de Turismo, Luci Jacomel Kowalczuk, os roteiros de turismo de Curitiba se transformarão em um grande diferencial para a cidade. “Os circuitos representam uma inovação para a cidade. É um trabalho de muito tempo desenvolvido pelo Ctur que vem a acrescentar aos roteiros que os guias já trabalham em Curitiba”, comentou.

Curta Curitiba a Pé É realizado na região central, dividido em duas rotas. A primeira, na parte mais antiga da cidade, envolve os bairros Centro e São Francisco. São 33 atrações entre belíssimas igrejas, construções históricas

Evento aconteceu no Mercado Municipal, da esquerda para a direita, o presidente da ABIH-PR, o presidente do Instituto Municipal de Curitiba Caíque Ferrante, o prefeito Gustavo Fruet e o vice-presidente do SEHA Lincoln Tarquínio.

e museus, incluindo a Praça Tiradentes (marco zero de Curitiba), e o Largo da Ordem, considerada a principal referência no Centro histórico da cidade. A segunda rota contempla o Centro Cívico que concentra os poderes executivo, legislativo e judiciário com uma arquitetura moderna e muita história política. Aventura e Ecoturismo Para os aventureiros são mais de 20 modalidades como arvorismo, balonismo, boia-cross, canoagem, cavalgada, escalada, voo livre, tirolesa, mergulho e muito mais. O roteiro abrange cerca de 30 municípios com destaque para algumas atividades incríveis como: as cachoeiras de Tijucas do Sul; paraquedismo em Paranaguá; rafting em Cerro Azul; ou um pouco mais de adrenalina na rotas de off-road 4x4 em Morretes. Sabores de Curitiba Concentra as feiras noturnas, as atrações do Mercado Municipal, as feiras de artesanato, além de ruas e regiões da cidade que contam com uma infinidade de bares e restaurantes. Foram criados nove percursos que evidenciam desde

os botecos e seus petiscos favoritos, passando pelos rodízios e happy hour com música ao vivo, até restaurantes especializados em frutos do mar e cardápios elaborados. Curitiba Fauna e Flora Esse roteiro pode ser um bom convite para relaxar e observar a flora e a fauna da região. Um detalhe interessante: os visitantes recebem um tipo de lista com 60 espécies de animais e 31 espécies de árvores para “procurar” durante a exploração; além de sugestões dos melhores parques para os passeios. Curta Curitiba Pedalando Os itinerários de ciclovia que passam por boa parte da cidade ajudam a conhecer a capital de bicicleta. Os caminhos, vias e trilhas levam a alguns dos principais parques e cartões postais, oferecendo cinco opções de roteiros que variam do nível I ao III. Dica: Se decidir descansar ou quiser parar de pedalar durante qualquer percurso, os ônibus doubledecker da Linha Turismo possuem bagageiros para bicicletas e você pode conferir os pontos de parada antes de sair para o passeio.

Rotas Religiosas Representando a diversidade cultural e religiosa da história de Curitiba, os três roteiros oferecidos percorrem santuários, igrejas, templos, capelas, museus e memoriais étnicos, sítios históricos e arqueológicos. A Curitiba de Leminski O roteiro cultural inspirado na vida do poeta Paulo Leminski foi desenvolvido por sua família em parceria com o Ctur. O circuito passa pelas casas onde o poeta morou, restaurantes e bares favoritos, e locais que costumava frequentar – como o centenário Bar Stuart, o mais antigo bar de Curitiba ainda em atividade e a mais tradicional livraria da cidade, a do Chain. Poty by bike Tem como referência os painéis do multiartista Poty Lazzarotto. O circuito de 12 quilômetros é programado para ser percorrido de bicicleta, passando pela Praça Tiradentes, Palácio Iguaçu, Torre Panorâmica, Teatro Guaíra, Largo da Ordem e diversas praças de Curitiba. Ciclovias próximas interligam os locais de algumas das obras do artista na capital e facilitam o trajeto.


Curitiba, 2ª quinzena de março de 2016

IN FOR MA TIVO

FECOMÉRCIO PR B O L E T I M I N F O R M AT I V O D O S I S T E M A F E C O M É R C I O S E S C S E N A C P R | 2 0 1 6

A economia nacional é uma bola de neve que se desfaz Uma análise detalhada dos números do PIB de 2015 mostra a recessão presente em todos os setores, exceção da agropecuária, que cresceu 1,8%. A indústria ficou com 6,2% negativos, bem mais que os serviços, que decresceram 2,7%. Ao comércio, desaguadouro de todas as demais atividades, coube a maior queda: -8,9% sobre os índices do ano anterior. A derrocada do PIB é uma bola de neve ao contrário, que começa grande e vai perdendo massa ao longo de sua trajetória. Se o governo sobe os juros e diminui a concessão de crédito, a economia vai se retrair. Há uma queda inevitável da produção industrial, refletida de imediato no comércio. Começa a haver redução de empregos, o consumo das famílias diminui. Com isso a receita do governo fica abaixo do esperado, o que gera necessidade de aumento de tributos, que imprime mais força ao processo recessivo. Se não houver uma reviravolta na condução da política econômica, a bola de neve vai virar um pequeno floco em processo de derretimento. 

Darci Piana

Presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR

Intenção de Consumo das Famílias paranaenses cai novamente O índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) no Paraná está cada vez mais baixo. O indicador, aferido mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) caiu 2,6% em março na comparação com fevereiro e ficou em 88,3 pontos. Na análise anual, a queda é de 25,5% em relação a março de 2015, quando marcava 118,5 pontos. A queda mensal do índice foi influenciada principalmente pelos componentes relacionados à situação do emprego atual (-1,9%), acesso ao crédito (-1,1%), nível de consumo atual (-5,8%) e momento para compra de bens duráveis (-11,9%). A redução do consumo atinge em cheio as classes C, D e E, nas quais a ICF marca 87,2 pontos em março, ante 93 pontos entre as classes A e B. A retração no consumo das famílias com renda de até dez salários mínimos evidenciou-se a partir do início do ano passado, quando o desemprego, a inflação e a restrição ao crédito começaram a despontar. Já as famílias com renda superior a dez salários colocaram o pé no freio um pouco antes, a partir do segundo semestre de 2014 e retomaram em março de 2015. No entanto, desde o começo deste ano, a tendência de consumo entre as classes mais altas voltou a cair. 

AGENDA FECOMÉRCIO PR

Inscrições abertas para os Jogos Comerciários

Empresários, comerciários e dependentes de todo o Estado já podem se inscrever para a 12ª edição dos Jogos Comerciários do Paraná (Jocom), promovida pelo Sesc PR, em 24 cidades paranaenses. Além das tradicionais modalidades, futsal, vôlei de praia, xadrez e tênis de mesa, disputados nas categorias masculina e feminina e do basquetebol masculino e truco aberto, o futebol sintético masculino acima de 35 anos e o voleibol feminino foram incluídas desde a edição passada do Jocom. A competição é a única realizada no Paraná exclusivamente para os comerciários e a intenção é promover o acesso ao esporte e estimular a prática regular da atividade física. Na primeira fase, os jogos serão disputados localmente em 27 unidades do Sesc no período de março a julho. Já a segunda etapa, regional, ocorrerá nas cidades de Curitiba, Londrina, Maringá e Pato Branco, nos dias 27 e 28 de agosto. Para definir os campões estaduais dos Jocom 2016, os atletas classificados na 2ª fase disputarão a final, nos dias 22 e 23 de outubro, no Sesc Caiobá, em Matinhos. Consulte o regulamento e inscreva-se pelo site www.sescpr.com.br. 

ano 2 | nº 25

Senac abre cursos de Técnico em Eventos A área de eventos tem crescido cada vez mais. Pesquisas afirmam que são gastos anualmente mais de 500 bilhões de dólares em organização de eventos no mundo. Estima-se a comissão de um organizador em torno de 15%, podendo chegar a 30%. Para atuar nessa área, além de criatividade e talento é preciso ter técnica e a melhor forma de adquirir é ingressando em um curso de ensino superior. O Senac Curitiba oferta o curso de Técnico em Eventos, com uma carga horária de 800h. Com o objetivo de formar os alunos para que desenvolvam atividades de planejamento, organização, coordenação e execução de atividade voltadas a eventos de diversos tipos e setores, além da prestação de serviços de orientação técnica. A ementa do curso abrange desde a relação interpessoal no trabalho, etiqueta social e profissional até a Organização e Cerimonial de Eventos, planejamento e produção. Durante as aulas os alunos participam de algumas visitas técnicas, para aprender na prática a profissão. Para conhecer um pouco mais sobre o curso basta acessar o site do Senac: www.pr.senac.br ou entrar em contato pelo telefone 0800 643 6 346.  Serviço: Local: Rua André de Barros, 750 Data: 02/05/2016 a 31/08/2017 Horário: 19h00 às 22h00 Dias: Segunda a sexta-feira Inscrições: Presencial (Senac)

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TURISMO É FONTE DE RENDA, DE RECEITA. NÃO É DESPESA! Diga não ao fechamento do Centro de Convenções de Curitiba: Apoie nossa causa! SEHA – Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação, Abih-PR – Associação da Indústria de Hoteis do Paraná, Abav-PR – Associação Brasileira das Agência de Viagens, Abrasel-PR – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, Abrajet-PR – Associação Brasileira dos Jornalistas de Turismo, CCVB – Curitiba Convention & Visitours Bureau, Amopar – Associação de Moteis do Paraná, Movimento Pró-Paraná, ACP – Associação Comercial do Paraná, Instituto Panorama de Turismo, FCVB – Federação dos Convention & Visitours Bureau, Abeoc – Associação Brasileira de Empresas de Eventos, Abracef – Associação Brasileira de Centro de Convenções e Feiras, HI Hostel Paraná – Associação de Hostels do Estado do Paraná e Abrabar – Associação Brasileira de Bares

Jornal seha ed 024  
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