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representatividade

Jornal

Financiamento da atividade sindical é discutido no Congresso Pág. 07

Curitiba, 1ª quinzena de novembro de 2015 | Edição 16

Segundo o vice-presidente da entidade, João Jacob Mehl, “Conscientizar os políticos paranaenses da importância do turismo, desenvolver o Masterplan, lutar para que o Centro de Convenções de Curitiba se mantenha no centro da cidade, ter uma área de recepção para turistas no aeroporto, conseguir verba para divulgar à capital paranaense no Brasil e exterior, alterar o calendário escolar para valorizar as férias, fazer com que o Porto de Paranaguá invista no litoral paranaense e estabelecer um calendário integrado do turismo no Paraná são algumas das prioridades do Conselho Paranaense de Turismo. Págs. 10 e 11

Cepatur quer o Paraná entre os três Estados mais visitados no Brasil FBHA Alexandre Sampaio é homenageado Pág. 02

GASTRONOMIA Regulamentadas feiras nas praças Pág. O4

Reconhecimento SEHA faz homenagem a hoteleiros

potencial Promotores de eventos avaliam Curitiba

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Curitiba, 1ª quinzena de novembro de 2015

Editorial

reconhecimento

Paraná tem que ser grande no turismo Caro leitor, Nesta edição concedo uma entrevista ao nosso Editor deste jornal, na condição de Vice Presidente do CEPATUR, o Conselho Estadual de Turismo. O assunto é exclusivamente turismo, que na verdade interessa a todos os associados, pois não existe turismo sem hospedagem e alimentação. Espero que gostem. Neste mês participamos de audiência pública, organizada pela Comissão de Turismo da Assembléia Legislativa. Nesta oportunidade reinteramos nosso posicionamento, demonstrando o descaso com que nossos políticos tratam o turismo em nosso Estado. Disse aos nossos deputados que eles fazem em sua gestão, o que deveria ser obrigação do Estado, ou seja suprir a população de suas necessidades mínimas, quais sejam: educação, saúde, moradia, segurança e transporte. Se o Estado, não só o Paraná, mas o Brasil, suprísse estas obrigações constitucionais, nossos representantes poderiam se preocupar com outras áreas como o Turismo. É difícil, mas procuramos demonstrar que se o nosso segmento recebesse os mesmos incentivos concedidos a indústria e principalmente a agricultura, certamente proporcionaríamos o retorno financeiro que o governo precisa para atender a população. Tenho esperança de que com todo “trade” do turismo unido, poderemos ver realizado o sonho de colocar o Paraná entre os três maiores Estados receptores de turistas do país.

Abraços. João Jacob Mehl

EXPEDIENTE

Alexandre Sampaio recebe homenagem em Gramado Presidente da FBHA recebeu o troféu “Amigos do Festuris”, concedido aos profissionais do segmento turístico que colaboraram com o festival nos últimos anos Diário do Turismo

Foto oficial dos homenageados da noite

O

presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio, participou e foi homenageado na abertura da 27ª edição da Feira Internacional de Turismo de Gramado (Festuris 2015), que aconteceu em Gramado de 5 a 8 de novembro. Sampaio recebeu o troféu “Amigos do Festuris”, que foi concedido aos profissionais do segmento turístico que colaboraram com

o festival nos últimos anos. A abertura contou com a presença de mais de 400 pessoas. Além do presidente da FBHA, também foram homenageados Carlos Alberto Krause (agente de viagens), José Moacir de Oliveira Júnior (Voucher Tour Operator), Licério Santos (Brasil Total Receptivos), Marcia Ferronato (Sindicato de Hotéis da Região Uva e Vinho), Maria Camilla Alcorta (Interamerican

Network), Paulo Santiago (Magic Star), Peter Weber (Skyteam), Roberto Maia (jornalista) e Rogério Almeida (jornalista e presidente da Abrajet-PB). Apontada pelos profissionais do setor como a maior feira em geração de negócios turísticos da América Latina, a feira apostou em nichos de mercado como sustentabilidade, acessibilidade, turismo religioso e gastronômico. Diário do Turismo

Jornalista Responsável Pierpaolo Nota Edição Eliseu Tisato

Rua Júlia da Costa, 64 - São Francisco - Curitiba - Paraná Fone: (41) 3323 8900 www.seha.com.br

GESTÃO 2014-2017 João Jacob Mehl Presidente Lincoln T. Isahias Tarquínio Vice-Presidente  Andersen Prado Vice-Presidente para assuntos de Alimentos e Bebidas/Buffet Zelir Tadeu Massuchin Vice-Presidente para assuntos de Hotelaria e Hospedagem Marilisa Bigarella Vice-Presidente para assuntos de Motéis  Gustavo T Andrade Vice-Presid. para assuntos de Entretenimento e Lazer  Orlando Kubo Diretor Secretário Geral  Julio César Hezel Diretor Financeiro Adelardo Telles Neto Diretor para assuntos de Pizzarias e Deliveries 

Aguilar Borsato Silva Diretor Carlos Roberto Madalosso Diretor para assuntos de Turismo Ernesto Villela Neto Diretor para assuntos Governamentais  Henrique Lenz Cesar Filho Diretor para assuntos Grandes Eventos  Jacques Raul Rigler Diretor para assuntos Tributários e Fast Food  João Ernesto Strapasson Diretor Marco Antônio Fatuch Diretor Delegado  Paulo Sérgio Gralak Diretor de Patrimônio  Conselho Fiscal: Jonel Chede Filho, Alceu A Vezozzo Filho e Luiz Fernando P de Aguiar Conselho Fiscal Suplente:  Jayme Canet Neto e Joel Malucelli

Parabéns aos associados aniversariantes da primeira quinzena de novembro 03/11 04/11 10/11 10/11 12/11

Viviane Valle, da Pastelaria 10 Pasteis Mozarth Franca, da Taurus Hoteis e Turismo Victor Dossi, da Cafeteria Allez Allez Zelir Massuchin, do Hotel Lira Mariana Singer, da Churrascaria Velha Napolitana


Curitiba, 1ª quinzena de novembro de 2015

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Aeroporto que mais evoluiu foi o de Guarulhos

pesquisa

Aumenta a satisfação com aeroportos do país Dados são de pesquisa divulgada pela Secretaria de Aviação Civil

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satisfação geral do passageiro nos principais aeroportos do Brasil alcançou a nota mais alta da série histórica, que teve início em 2013, segundo pesquisa da Secretaria de Aviação Civil (SAC). Em uma escala de 1 a 5, a avaliação média apurada no 3º trimestre de 2015 foi de 4,15. Dos 13 mil entrevistados, 84% deram notas maiores que quatro. A pesquisa registrou ainda um aumento de 3% nas notas cinco. Não por acaso, dados do Ministério do Turismo mostram que o avião é considerado o meio de transporte preferido dos viajantes brasileiros: metade das pessoas que querem viajar pelos próximos seis meses o fará de avião, seguido pelo

veículo particular (33%) e o ônibus (12%). A fim de aproveitar o potencial dos aeroportos para promover o turismo no Brasil, em outubro último, os ministros do Turismo, Henrique Eduardo Alves, e da SAC, Eliseu Padilha, assinaram um acordo para que os 60 aeroportos administrados pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) cedam espaços para a promoção dos destinos turísticos nacionais e para implantação de centros de atendimento ao turista (CAT). Na comparação com igual período de 2014, o aeroporto de Guarulhos, foi o que mais evoluiu: a nota do terminal subiu de 3,46 para 4,41. O aeroporto mais bem avaliado do país, en-

tretanto, é o de Curitiba, com nota 4,51. O salto da nota de Guarulhos na satisfação geral é fruto da melhoria em 45 dos 48 indicadores da pesquisa. Além disso, somam-se os investimentos no Terminal 3, com 20 novas pontes de embarque e capacidade para 12 milhões de passageiros por ano; a ampliação da área comercial – que agora conta com 239 lojas, livrarias, bares e restaurantes – e a inauguração do primeiro hotel dentro de um terminal concedido, com 80 quartos para uso exclusivo de viajantes em conexão e da tripulação de voos internacionais. Em 2014, o aeroporto movimentou 40 milhões de passageiros, 29º maior fluxo do mundo e o maior do Brasil.

perfil

Adultos entre 35 e 44 anos são os que mais viajam pelo país, revela estudo Este final de ano será bastante disputado nas principais cidades turísticas do país, de acordo com boletim de outubro divulgado pelo Ministério do Turismo. A maior parte dos viajantes brasileiros (84,1%) escolheu uma cidade brasileira para passar o recesso e as férias de verão. Foi o maior índice dos últimos seis anos para destinos nacionais, de acordo com o estudo. Todas as faixas etárias registraram um alto interesse pelas viagens nacionais. O maior percentual de indicações de destinos brasileiros (84,4%) foi percebido entre os adultos com idade entre 35 e 44 anos. Há um ano atrás, este percentual era de 68,3%. O média se manteve estável apenas entre os menores de 35 anos (75,3%, mesmo índice de outubro de 2014), aumentou entre os mais

velhos, de 45 a 60 anos, (de 68,7% para 77,7%) e também ganhou espaço entre os idosos com mais de 60 anos (62,9% para 68,6%). A Sondagem do Consumidor – Intenção de Viagem, realizada em parceria com a Fundação Getúlio Vargas, se baseia em entrevistas feitas com duas mil pessoas residentes em Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. As sete capitais brasileiras representam 70% do fluxo turístico do Brasil. “Nosso país, cada vez mais, se consolida como um destino atraente, com opções para todos os perfis de viajante”, disse o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves. “São destinos que se tornam mais competitivos e com potencial para movimentar a economia e gerar desenvolvimento regional”, afirmou.


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gastronomia

Regulamentadas feiras nos espaços públicos Decreto foi assinado pelo prefeito Gustavo Fruet, organizadores passarão a pagar pelo uso do local

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ventos particulares de gastronomia agora têm regras definidas para serem realizados em Curitiba. O Decreto 973, assinado pelo prefeito Gustavo Fruet, normatiza a solicitação para autorização dessas feiras, que são cada vez mais frequentes na cidade. A regulamentação feita pelo decreto é específica para Evento Especial de Gastronomia (EEG), em complementação ao decreto municipal 556. Um dos principais avanços da nova norma é que os organizadores passarão a pagar pelo uso do espaço público e caberá à Prefeitura a taxação e a fiscalização do cumprimento das normas. Na legislação anterior já se previa a realização de feiras especiais, não permanentes, na área de Turismo ou em datas como Páscoa e Natal, mas não havia regras específicas para feiras gastronômicas em geral. “Estamos atendendo a uma reivindicação antiga dos comerciantes e dos moradores do entorno das feiras. A partir de agora, direitos e deveres ficam claros e todos se beneficiam”, afirma Fruet. Os eventos dessa natureza serão fiscalizados pela Secretaria Municipal de Urbanismo, em conjunto com os órgãos envolvidos. A autorização, também expedida pela Secretaria de Urbanismo, dependerá

Eventos particulares de culinária agora têm regras definidas para serem realizados em Curitiba da apresentação das licenças exigidas do setor da Vigilância Sanitária e do Corpo de Bombeiros, e ainda da liberação pelas demais secretarias pertinentes a cada situação, como Trânsito e Meio Ambiente. A solicitação só poderá ser feita por pessoas ou empresas com CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) e com apresentação de croqui do evento, certificação de manuseio de alimento e manejo de resíduos. Toda limpeza do local, bem como instalação de banheiros químicos, será de competência

exclusiva dos organizadores. Para o secretário de Urbanismo, Reginaldo Cordeiro, a alteração mais importante é que o Município deixa de ser parceiro e passa a ter maior controle como agente fiscalizador. “Antes, os eventos especiais de gastronomia eram realizados em parceria com o poder público, ou seja, o Município era corresponsável. Não havia um documento que nos permitisse real fiscalização. A partir do decreto 973, o organizador do evento terá total responsabilidade na

organização, realização e limpeza.” A cobrança será calculada de forma proporcional ao período e a área quadrada prevista no croqui aprovado. Os eventos ou as feiras serão autorizados em caráter não permanente, com periodicidade máxima de seis eventos anuais por local e com intervalo mínimo de 30 dias entre eles. A autorização também estará condicionada a não existência no local solicitado de outros eventos de interesse da Prefeitura.

Fazer o bem só faz bem Quer doar para o Pequeno Cotolengo, com dia e horário de coleta agendado por você? Basta ligar para Marly Berkenbrock, no 41 9680 6565. Ela está esperando sua ligação. Nosso muito obrigado!


Curitiba, 1ÂŞ quinzena de novembro de 2015

IN FOR MA TIVO

FECOMÉRCIO PR B O L E T I M I N F O R M AT I V O D O S I S T E M A F E C O M É R C I O S E S C S E N A C P R | 2 0 1 5

Fazendo a nossa parte

Em meio as dificuldades econômicas, surge um fato positivo: a intenção de consumo das famílias em outubro aumentou no Paranå em 5,16% sobre setembro, como mostrou pesquisa da CNC/FecomÊrcio PR. Ainda representa quase 30% a menos do que foi aferido em outubro do ano passado, mas não deixa de ser um primeiro sinal a apontar para cima. TambÊm estamos fazendo nosso dever de casa. A Feira da Empregabilidade realizada pelo Senac Paranå no dia 21 de outubro levou centenas de pessoas às unidades da nossa Casa-Escola. As empresas afixaram em murais as vagas disponíveis, consultadas pelos interessados. As palestras geraram forte interesse dos participantes. Tudo respaldado por forte cobertura de mídia jornalística, a custo zero. Vamos continuar colaborando para melhorar, dentro das nossas possibilidades, os índices de contratação para este fim de ano. 

Darci Piana

Presidente do Sistema FecomĂŠrcio Sesc Senac PR

FecomÊrcio PR Card lança aplicativo para celular

Sesc realiza Campanha do Brinquedo

A Federação do ComÊrcio de Bens, Serviços e Turismo do Paranå (FecomÊrcio PR) incluiu recentemente mais facilidades para o uso do FecomÊrcio PR Card. O aplicativo do cartão jå estå disponível para Android e pode ser baixado gratuitamente na Play Store. O App permite ativar o cartão direto do celular, bem como acessar informaçþes sobre cadastro e conta, consultar saldo e extrato de todos os cartþes vinculados e realizar recargas. Basta baixar o aplicativo, fornecer os dados do cartão e clicar em Ativar. O FecomÊrcio PR Card Ê um cartão prÊ-pago que funciona na função crÊdito e permite compras nacionais, internacionais e online, alÊm do pagamento de contas, sem a necessidade de ter conta bancåria, nem aprovação de cadastro. O Fecomercio PR Card jå estå disponível em vårias lojas do varejo do Estado. A ativação Ê feita atravÊs do site www.fecomercioprcard.com.br e tambÊm pelo novo aplicativo. Outra novidade Ê que as recargas realizadas por meio de boleto bancårio com valores acima de R$ 500,00 estão isentas do pagamento da tarifa de carregamento de R$ 2,50. A mensalidade do cartão Ê de R$ 5,90, e Ê cobrada apenas quando hå saldo no cartão. Assim, o usuårio nunca fica negativo no FecomÊrcio PR Card. 

O Sistema FecomÊrcio Sesc Senac PR inicia um novo tempo com a chegada da 7ª edição da Campanha do Brinquedo. Com o tema: �Veja com os olhos de uma criança�, a entidade ao lado de seus sindicatos filiados se une ao Instituto GRPCOM e à RPC realizando a ação social no período de 26 de outubro a 12 de dezembro. O ExÊrcito Brasileiro mais uma vez Ê parceiro da campanha. Em seis anos, a ação jå arrecadou 196.507 brinquedos em todo o Paranå. Somente em 2014, 59.713 doaçþes foram feitas, fazendo a alegria de aproximadamente 20 mil crianças paranaenses de 100 instituiçþes sociais cadastradas. Nesta edição, a Campanha do Brinquedo terå postos de arrecadação nas unidades de serviço do Sesc e do Senac PR e, tambÊm, em empresas do comÊrcio de bens, serviços e turismo do estado que aderirem à campanha. Podem ser doados brinquedos novos e usados – desde que em perfeitas condiçþes de uso. As doaçþes serão destinadas à instituiçþes sociais cadastradas e beneficiadas durante toda a campanha. 

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MatrĂ­culas online no Senac PR

Mais informaçþes e locais de arrecadação: 0800 643 6346 ou no site www.sescpr.com.br/campanha-do-brinquedo/

Aproveitando as vantagens que a tecnologia oferece o Senac disponibiliza o sistema de matrícula online, alÊm da comodidade de garantir uma vaga sem sair de casa ainda concede um desconto de 15 % de desconto para pagamento à vista com boleto bancårio. São diversos cursos nas åreas de Artes, Beleza, ComÊrcio, Comunicação, Gastronomia, Gestão, Artes Florais, Saúde, Turismo, entre outras. As matrículas online são para os cursos presenciais nos tipos Aperfeiçoamento, Socioprofissional e Sociocultural, e ainda açþes extensivas a Educação Profissional. A política institucional de descontos do Senac Ê referência para todas as Unidades de Educação Profissional em seus esforços de relacionamento com o cliente. A padronização que esta política estabelece, visa assegurar procedimentos coerentes com a imagem e a marca Senac e, especialmente, reforçar a qualidade na prestação de serviços beneficiando simultaneamente a organização e a clientela. Confira os cursos acessando o site www.pr.senac.br . 

AGENDA FECOMÉRCIO PR

Preparo de Finger Food ĂŠ o novo curso da Webtv Senac

O finger food Ê uma opção sofisticada e pråtica para diversos tipos de evento, alÊm de ser uma tendência que veio para ficar. É aquela comida em miniporçþes, de comer com os dedos, que aguça tato e paladar. Esse Ê o novo curso da Webtv Senac, direcionado a profissionais da gastronomia e para apreciadores da boa culinåria. Com carga horåria de 20 horas, o curso Ê realizado atravÊs de vídeoaulas, transmitidas por uma plataforma virtual de aprendizagem. O aluno assiste o passo a passo de cada receita e procedimento, e conta com outros conteúdos online para complementar o aprendizado. TambÊm Ê possível tirar dúvidas com os tutores especialistas. O curso Preparo de Finger Food mostra dicas de como preparar um evento com este tipo de prato, alÊm

das seguintes receitas: Ć7URX[LQKDGHFDUSDFFLRFRPPROKRPHGLWHUUkQHRHWRUUDGDV Ć6RSDFUHPHGHEDWDWDEDURDFRPFULVS\GHSUHVXQWRSDUPD Ć3ROHQWDFUHPRVDFRPUDJXGHOLQJXLoD Ć)HLMmRWURSHLURFRPFRXYHFURFDQWH Ć1KRTXHGHDEyERUDFRPPDQWHLJDGHViOYLD Ć&DPDUmRFURFDQWHFRPPROKRJROI Ć9HUULQHFURFDQWHGHPDomVFRPEULJDGHLURHFDQHOD Ć7DUWHOHWWHGHFKRFRODWHFRPPRUDQJR $SyVUHDOL]DUDPDWUtFXODRFXUVRILFDGLVSRQtYHOSRU GLDV H SRGH VHU DFHVVDGR TXDQWDV YH]HV R DOXQR GHVHMDU O investimento Ê de apenas R$ 75,00. Mais informaçþes e matrículas no www.ead.senac.br.

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Associe-se ao seha e conte com assessoria jurídica gratuita

ampliando horizontes

Conte também com acompanhamento em ações trabalhistas

O jogador Giba, o secretário Douglas Fabrício e o empresário Vadis Silva

Potencial turístico do PR apresentado no Fornatur Evento aconteceu em Canela, paralelamente ao 27º Festuris, Festival de Turismo de Gramado

SEHA no rádio Escute toda terça e quinta-feira na CBN Curitiba, 9h15 da manhã, o “Minuto SEHA”, com espaço para nossos associados.

O

secretário do Esporte e do Turismo do Paraná, Douglas Fabrício, participou no dia seis, em Canela (RS), da 83ª reunião do Fornatur - Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Turismo, realizada durante o 27º Festuris, Festival de Turismo de Gramado. Um dos principais temas em discussão foram as ações promocionais a ser implementadas pelos estados para fomentar o turismo durante as Olimpíadas do ano que vem. “O mundo todo vai estar com os olhos voltados para o Brasil e será o momento ideal para mostramos nossas potencialidades turísticas”, ressaltou Douglas Fabrício. “Apesar de as Olimpíadas serem no Rio de Janeiro, o Paraná, com suas 14 regiões turísticas, também poderá se beneficiar bastante do grande fluxo de turistas no país”, comentou. A regionalização do turismo também esteve na pauta de discussões, assim como a criação de

uma câmara temática para discutir parcerias com as companhias aéreas para facilitar a participação dos estados e municípios em feiras temáticas. “Cada estado, cada município têm seus atrativos turísticos. Levar essas informações para eventos nacionais e internacionais é de extrema importância para o setor turístico”, destacou Douglas Fabrício. Um dos temas em destaque durante o festival, as vendas online no setor turístico também tiveram abordagem paranaense. Uma parceria entre a Gestour Brasil, Paraná Turismo, Secretaria de Estado de Esporte e Turismo e a Rede de Turismo Regional do Paraná (Retur-PR) resultou na implementação de uma rede inédita formada por 415 portais na web para comercialização turística dos destinos paranaenses. Os portais foram liberados para acesso público no mês passado. A plataforma foi apresentada aos secretários e dirigentes de

turismo de outros estados pelo secretário Douglas Fabrício e pelo empresário Vadis Silva, CEO da Gestour, além do ex-jogador de vôlei Giba, durante a reunião do Fornatur. “Queremos nos tornar referência na implantação de um novo modelo, mais moderno e eficaz na gestão e fomento do setor do turismo. Este é o compromisso a que estamos determinados”, ressaltou Douglas Fabrício. A proposta da Gestour é disponibilizar um portal para cada município do país. Durante o Festuris, em parceria com o Sebrae-PR, o Paraná promoveu o seu Turismo Mice (Eventos e Negócios), com a divulgação, em especial, de Curitiba, Paranaguá e Prudentópolis, além da promoção simultânea dos atrativos das 14 Regiões Turísticas do Paraná. A estimativa da organização é de que 14 mil profissionais do setor turístico brasileiros e de mais de 65 destinos internacionais participaram do evento.


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REPRESENTATIVIDADE

Financiamento da atividade sindical é discutido no Congresso Estiveram presentes as Confederações Nacionais da Indústria (CNI), da Agricultura (CNA), do Transporte (CNT) e de Serviços (CNS)

C

riada com o propósito de estudar, apresentar propostas e debater amplamente o financiamento sindical, a Comissão Especial do Financiamento da Atividade Sindical reuniu, em 5 de novembro, na Câmara dos Deputados, confederações patronais, sindicatos trabalhistas e deputados para discutir o assunto. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) foi representada pelo advogado Guilherme Kopfer, da Divisão Sindical da entidade. As Confederações Nacionais da Indústria (CNI), da Agricultura (CNA), do Transporte (CNT) e de Serviços (CNS) também estiveram presentes, e todas criticam qualquer tipo de alteração no modelo de contribuição sindical adotado no País, por

CURSO DE BARMAN 01 08 à 11/12 das 13:30 às 17h Profº Marcelo Rocha

estar previsto na Constituição e ter amparos legais. Guilherme Kopfer destacou que a contribuição sindical tem natureza tributária e está prevista na Constituição, não cabendo à Lei ordinária dispor sobre a matéria. Além disso, o advogado afirmou que eventual projeto de lei ordinária que altere o fato gerador da contribuição sindical seria inconstitucional e poderia afetar a autonomia das entidades sindicais. “Em muitos casos, acarretará extinção das entidades sindicais”, completou, ao lembrar que 20% dos recursos referentes à contribuição sindical são destinados à União. Ele ressaltou que as entidades trabalham em benefício da totalidade da categoria, e não apenas dos filiados.

Este curso tem como objetivo fornecer aos participantes conhecimentos sobre características de confecção, apresentação, manipulação de bebidas, postura profissional, grupos, categorias e modalidades das bebidas para que possam atender aos clientes de acordo com os padrões da IBA (International Bartender Association)

Último curso do ano!


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reconhecimento

Essenciais para o turismo, hoteleiros são homenageados pelo SEHA Representantes de entidades parceiras, parlamentares e empresários estiveram presentes

U

ma noite especial para comemorar o Dia do Hoteleiro. O evento, realizado no Buffet Ilha do Mehl, reuniu os presidentes dos sindicatos parceiros, deputados, vereadores e representantes de entidades do setor de hospedagem e alimentação. Entre eles, Douglas Fabricio, secretário do Esporte e Turismo; Jorge Bernardi, vereador; Rubens Bueno, deputado federal; professor Jacó Gimennes, presidente da Paraná Turismo; Aldo Carvalho, coordenador de turismo do SEBRAE; Sabino Picolo, vereador; Felipe Braga Cortes, vereador; Caíque Ferrante, presidente do Instituto Municipal Curitiba de Turismo (IMT); Adonai Aires Arruda, presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação (SEAC-PR); Jilcy Rink, presidente do conselho da Abrasel-PR; Luci Jacomel, da Associação Brasileira dos Guias de Turismo (ABGTUR); Roberto Bacovis, presidente da Associação Brasileira de Agentes de Viagens

(ABAV-PR); Orlando Kubo, presidente Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH-PR), Marco Fatuch, vice-presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Paulo Nauiack, vice-presidente da Fecomércio-PR, entre outras autoridades. Segundo o presidente do SEHA, João Jacob Mehl, é sempre importante reunir todos que apoiam e que incentivam o desenvolvimento do turismo na capital paranaense. Durante a solenidade, o deputado Rubens Bueno falou sobre a atual situação do país e deu sua opinião quanto ao atual governo. O professor e presidente da Paraná Turismo, Jacó Gimennes, também se pronunciou: “O nosso Estado é rico em natureza, nossas cidades têm potencial, mas ainda não somos produtores de turismo. Tenhamos esperanças, pois o nosso setor é a salvação da lavoura”, afirmou ele. As palmas dos presentes encerraram os discursos, que com

Caíque Ferrante, Jilcy Rink, Jacó Gimennes e Jorge Bernardi

Fotos de Franklin Freitas

O presidente do Sindicato, João Jacob Mehl, foi o anfitrião da noite certeza provocaram a formação de ideias e de projetos a serem aplicados, para o bem de Curitiba. Simultaneamente a comemoração aconteceu a 111ª edição da Confraria Panorama, que celebrou o reconhecimento do Instituto

Panorama do Turismo como utilidade pública do município. Na ocasião, o idealizador do evento, o jornalista Júlio César Rodrigues, agradeceu a parceria do vereador Jorge Bernardi e do presidente do SEHA, Jacob Mehl, entregando

Ernesto Villela, Jacob Mehl, Caíque Ferrante, e Jacó Gimennes

Adonai Arruda, Paulo Naiuack, Vitor Roberto Tioqueta e Aldo Carvalho

Nelson Pires, Roberto Bacovis, e João Jacob Mehl

Jorge Bernardi, João Jacob Mehl e Rubens Bueno

Aguilar Silva, Zelir Massuchin e Caíque Ferrante

aos dois um prato decorativo. O encontro, realizado mensalmente, tem o objetivo de aproximar os representantes dos sindicatos, entidades e empresas ligadas ao setor e gerar discussões, troca de experiências entre as partes.

Júlio Cézar Rodrigues, João Jacob Mehl e Douglas Fabrício


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ENTREVISTA João Jacob Mehl

Por um Paraná turístico Vice-presidente do Cepatur luta por mais verba para incrementar turismo no Estado. Passando pela conscientização de políticos paranaenses

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Conversei recentemente com o presidente da Embratur. Existem estandes da Embratur em todas as feiras internacionais. O Paraná nunca utilizou esse espaço, porque não temos verbas para mandar um representante, para mandar panfletos, para mandar folders para os turistas.”

empresário João Jacob Mehl, presidente do SEHA, tem surpreendido a todos por seu poder de aglutinação. Em pouco mais de um ano à frente do Sindicato já conseguiu unir diversas associações e entidades que lutavam por um mesmo objetivo, porém de forma dessincronizada. Sua marcante atitude fez com que fosse convidado a ser vice-presidente do recém criado Conselho Paranaense do Turismo, o Cepatur. E esse é o motivo desta entrevista, onde Jacob Mehl expõe com realismo onde estão as mazelas do turismo no Paraná e o que o Cepatur vem planejando para atravessar todas essas barreiras e botar o Paraná entre os três Estados turísticos mais visitados do Brasil. Para quem gosta e vive envolvido com o turismo, a leitura é obrigatória. É difícil convencer o político da importância do turismo? Jacob Mehl: Sem dúvida. Mas respeito o trabalho deles porque o Estado não proporciona à população suas necessidades mínimas: segurança, escola, saúde, transporte; então o político acaba em seu mandato desenvolvendo um trabalho para proporcionar aos seus eleitores, ao povo em geral, algo que seria obrigação do Estado. Acaba deixando em segundo plano o turismo. Porque o turismo que oferece receita, ele pode se bem aquinhoado, como são aquinhoados a agricultura, a indústria, com financiamentos, dotações orçamentárias, recursos para maquinário, concursos, dar o retorno financeiro que o Estado precisa. Entendo que o turismo pode dar o mesmo retorno que a agricultura e a indústria, com um custo muito menor. Essas dificuldades que os políticos tem em proporcionar essas necessidades básicas aos seus eleitores, poderia ser melhorada com a receita que o turismo pode fornecer. O Cepatur tem por objetivo ensinar o político como lidar e fomentar o turismo através de seu trabalho? Jacob Mehl: Nessa gestão da Paraná Turismo comandada pelo professor Jacó Gimennes, tivemos a criação do CEPATUR, que é o Conselho Estadual do Turismo, que havia sido abandonado. São 52 entidades no momento, entre públicas e privadas, que têm que consolidar esse conselho para que ele possa exercer as funções que o Estado não exerce. Para que ele possa planejar o turismo, desenvolver uma pauta definitiva, que o turismo precisa. Para isso

precisamos criar o Masterplan, que é um plano integrado, com visão para 10 anos, para transformar o Estado em um dos três mais receptivos de turismo no Brasil. Não é uma meta um pouco ambiciosa, imaginando que não temos tantos atrativos naturais como outros Estados? Jacob Mehl: Eu acho que nós temos! Foz do Iguaçu é uma das belezas naturais do mundo, não só do Brasil. Curitiba é rotulada como uma das cidades mais bonitas do mundo. A Unesco acabou de classificar a capital paranaense como uma das 15 cidades mais bonitas do mundo. Dado da Unesco, não é escolha de brasileiro. É a única cidade brasileira escolhida pela Unesco. Aonde formos no Brasil, Curitiba é reconhecida como uma cidade de primeiro mundo. Bonita, organizada, limpa. Ela precisa ser visitada. Uma recente pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, divulgada pelo Sebrae, constatou que 53 ou 54% do turismo que acontece em Curitiba é turismo de negócios. É inegável que é um turismo bem diferente que o de lazer. É possível atrelar os dois, fazer com que funcionem juntos? Jacob Mehl: Sem dúvida. Repito sempre, nosso trabalho aqui é encher hoteis e restaurantes. Não se faz turismo sem hoteis e sem restaurantes. Precisamos que esses empresários que fazem de suas atividades um dos fortalecimentos do turismo, como o hoteleiro e o restauranteiro, tenham oportunidade para crescer de forma proporcional. O turismo é fundamental para fazer com que isso aconteça. O turista que vem a um curso, congresso ou convenção, nunca vem só. Vem com a esposa, amigo, sempre mais alguém. Enquanto acontece o evento, o táxi ganha, o jornaleiro ganha, o restaurante ganha, o shopping ganha, a cidade ganha com o turista. Não é só o hotel e o restaurante. Os políticos precisam entender que o turista em uma cidade proporciona receita em todos os segmentos. Quais as metas do Cepatur para incrementar o turismo paranaense? Jacob Mehl: Temos várias frentes. Elencamos algumas preocupações. Curitiba não tem um local para um centro de eventos. Nosso próprio centro de convenções é precário. Não existe um centro de convenções sem um pavilhão de exposições. É ele que proporciona a receita que faz com que a convenção tenha um

resultado financeiro. Não temos isso. Precisamos definir onde vai ser, quem vai fazer. Vamos permitir que a iniciativa privada faça? Precisa de boa vontade dos governantes. É necessário chamar os grandes investidores que constroem estradas, shoppings, que compram estádios de futebol, pessoas que realmente tem poder de compra e dar condições a eles para que possam também construir um centro de convenções digno para a cidade de Curitiba. Como também não podemos continuar vendo nossos filhos e netos irem assistir shows em São Paulo, porque em Curitiba não tem lugar para comportar shows. Temos agora o estádio do Atlético, mas não é uma arena para 15.000, 20.000 pessoas que possa comportar um show, com ar condicionado, com calefação. Precisamos disso em Curitiba. Outra briga nossa é o aeroporto. Na semana que passou estivemos lá e ele vai ficar muito melhor. Vai ser com certeza agora o melhor aeroporto do Brasil. Foram 25 anos de luta e saiu agora. Vamos nos orgulhar do nosso aeroporto. Mas precisamos da terceira pista, que faz com que as grandes aeronaves venham a Curitiba. São elas que trazem os voos internacionais e isso está fazendo muita falta na nossa cidade. Uma das reivindicações do Cepatur é uma área receptiva de turistas no aeroporto. Isso ficou acertado? Jacob Mehl: Digamos que a beleza e as condições que o aeroporto vai nos fornecer agora vão permitir um espaço maior para o turista. Hoje temos um balcão de informações. O turista que chega ali sabe onde tem um táxi, onde pega um ônibus, tão somente. Nós queremos ter um balcão com uma pessoa que possa atender aos turistas e um espaço onde eles possam entrar na internet, descansar. Uma sala vip apropriada para receber o turista. O novo aeroporto vai nos ceder esse espaço, Antonio Pallu, que está fazendo um trabalho maravilhoso na Infraero, já nos confirmou. Nossa preocupação é saber quem vai administrar isso. A Infraero não tem condições, precisamos criar um gerenciamento, precisamos administrar. O ideal seria a iniciativa privada assumir? Jacob Mehl: Sim, porque se ficar esperando que a prefeitura de São José, onde está localizado o aeroporto, ou a prefeitura de Curitiba ou o governo do Estado façam, não

vai acontecer. Então acho que é uma preocupação que o Cepatur tem que resolver. Em recente entrevista ao Jornal do SEHA, o hoteleiro Jonel Chede salientou que o local onde está prevista a construção do Centro de Convenções de Curitiba (bairro Uberaba) não é o adequado. Na opinião do Cepatur onde ele devia estar localizado? Jacob Mehl: Entendemos que temos que ter um diferencial. Os principais centro de convenções no Brasil estão instalados, construídos, fora das cidades. O turista, o congressista, perde duas, três horas dentro de um ônibus nesse deslocamento. É péssimo para uma convenção, precisamos ter um centro de convenções dentro da cidade onde o congressista não fique muito tempo dentro do ônibus, fazendo com isso o diferencial de Curitiba. E nós temos isso, temos nosso Centro de Convenções. É só adaptar os prédios abandonados que estão do outro lado da rua e fazer o complemento que o nosso Centro de Convenções precisa. Temos a Rua Barão do Rio Branco onde pode-se fazer um subterrâneo, uma ponte aérea, precisamos fazer. Falta vontade política para fazer isso. Porque se tivermos que competir com as cidades litorâneas, onde tem praia, ou Foz do Iguaçu, onde tem cataratas e tem compras, vamos perder sempre. Então o centro de convenções no centro pode ser nosso diferencial. Vão vir fazer eventos em Curitiba porque aqui não se perde tempo em deslocamentos. Quais as propostas do Cepatur para revitalizar nosso litoral? Jacob Mehl: Temos várias frentes que estamos incentivando. A primeira é a mudança do calendário escolar. Temos os filhos no final de novembro, começo de dezembro em casa, sem aula, incomodando pais e mães que trabalham, que só podem sair na véspera de Natal, porque sua indústria, seu comércio está no auge das atividades e os pais ainda tem que encontrar uma colônia de férias, algum outro atrativo para os filhos, para compensar a falta de escola. Quando chega no mês de fevereiro os pais sobem porque as aulas começam na primeira semana de fevereiro, para preparar uniforme e material escolar. Nisso as praias esvaziam. Quero saber qual é o empresário que vai investir no litoral para operar somente trinta dias. Precisamos ter as aulas


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recomeçando em março para que tenhamos ainda o fevereiro inteiro de férias. Essa medida é válida não só para as áreas do litoral, mas para todas as área de lazer, Foz do Iguaçu, para os resorts do Paraná, para os parques e regiões onde existe um espaço turístico. A pessoa precisa do seu tempo. Como na Europa, que existem dois meses de férias, nós precisamos de dois meses para que aja um investimento no litoral condizente com as nossas belezas. Nossa Serra do Mar é um atrativo nacional e não é explorado. Temos coisas maravilhosas e gostamos do nosso litoral, precisamos de tempo para ficar lá. Assim como Itaipu investe muito no oeste paranaense seria um função social do Porto de Paranaguá investir em nosso litoral? Jacob Mehl: É uma das nossas brigas. Não me conformo que o Porto de Paranaguá não faz ao litoral o mesmo incentivo que Itaipu faz ao oeste. Foz do Iguaçu e as cidades próximas são muito beneficiadas e incentivadas pela Itaipu Binacional. Enquanto que o Porto de Paranaguá não dá um centavo para o litoral do Paraná. Hoje temos um exemplo: o aquário, construído pela iniciativa privada, que está cercado com tapumes, abandonado e pode virar um mocó. As obras do entorno do aquário que seriam responsabilidade do Estado não foram feitas. Essa é uma prova mais do que clara do abandono ao turismo no Estado. Por que o porto não pode ajudar? A padroeira do Paraná é Nossa Senhora do Rocio. É um santuário lindo e não temos o turismo, não temos o incentivo. O porto tem que enxergar isso e nós estamos trabalhando para o porto enxergar essa necessidade. E não é só, também estamos perdendo à visita de navios de turismo porque nosso porto não tem um atracador, um hangar apropriado para receber turistas. Mesmo com toda evidência nacional e internacional que Curitiba tem, vemos pouca participação da capital paranaense em eventos internacionais voltados ao turismo. Recentemente estivemos no Festival de Gramado e parece estar mudando essa concepção. Vão surgir verbas para vendermos Curitiba para o Brasil e exterior? Jacob Mehl: Estivemos esse mês na Frente Parlamentar para discutir o Orçamento do Estado em relação ao turismo e descobrimos que teremos em 2016, uma redução de mais de 30% na receita para administração do turismo no Paraná. Pedimos uma verba para podermos visitar as feiras internacionais. Temos sempre fornecido o exemplo de que quando saiu o calendário de jogos da Copa do Mundo, no dia seguinte a Santur, de Santa Catarina, estava em Quito, convencendo os equatorianos a ir para Santa Catarina, porque o Equador ia jogar em Curitiba. Perto de 4.800 equatorianos ficaram em Santa Catarina, vieram a Curitiba só assistir aos jogos. Eu pergunto: por que nós não fomos? Porque nossos representantes, tanto do município

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quanto do Estado, não têm verba para isso. É um absurdo! Conversei recentemente com o presidente da Embratur. Existem estandes da Embratur em todas as feiras internacionais, em Hannover, Chicago, Amsterdã, Tóquio, em todas as feiras. O Paraná nunca utilizou esse espaço, porque não temos verbas para mandar um representante, para mandar panfletos, para mandar folders para os turistas. Curitiba é reconhecida pela Unesco como uma das 15 cidades mais bonitas do mundo, mas nós não podemos vendê-la porque não reconhecemos no turismo uma fonte de renda. Precisamos disso! Fala-se que o turista que vem a Curitiba ainda sofre um pouco. Um dos exemplos é a dificuldade em se estacionar um ônibus de turismo na cidade. Jacob Mehl: É outra briga nossa. Temos conhecimento de que não temos um espaço destinado para os ônibus de turismo. Há uma dificuldade muito grande de estacionar. Ou os restaurantes de Santa Felicidade ou não tem onde parar. Não há tolerância na fiscalização com os ônibus de turismo em lugar algum em Curitiba. Temos muita dificuldade. Precisamos nos preocupar com isso para que o ônibus de turismo tenha espaço reservado em todas as nossas atrações. Curitiba é linda, temos vários parques maravilhosos, que precisam ser explorados. E não tem local para o ônibus de turismo estacionar. Temos dificuldade também com os motoristas de táxi. Quero saber quantos motoristas de táxi estão preparados para conversar com um turista e levá-lo a nossas principais atrações. Falar sobre Curitiba! Vamos pegar principalmente os motoristas do aeroporto Afonso Pena, da rodoviária, se eles podem pegar uma pessoa e mostrar Curitiba. Já cheguei em cidades em que fiquei cinco, seis horas apenas e peguei um taxista para conhecer a cidade. Temos que ter a mesma condição em Curitiba. Tem que saber onde se localiza um bom restaurante, um bom hotel, os principais parques, as principais atrações turísticas, museus, entre outros. Quando acessamos o site do Curitiba Convention & Visitors Bureau é possível conferir que ele tem uma lista de eventos que acontecem na cidade. Mas não é exatamente um calendário do turismo, porque parece que as coisas que estão ali não acontecem de forma integrada. O Cepatur vem trabalhando para que o Paraná tenha um calendário integrado do turismo? Jacob Mehl: É fundamental. Mais uma vez Santa Catarina nos dá o exemplo. Temos que sempre aproveitar as coisas boas que nos são oferecidas. Quando surgiu a Oktoberfest em Blumenau, imediatamente Brusque criou a Fenarreco, Itajaí criou a Marejada e Jaraguá, se não me engano, criou a Fenachopp. São cinco ou seis cidades no mesmo período oferecendo eventos diferenciados para que o turista permaneça no local. Quando se realiza a Festa do Divino em Guaratuba tem alguma outra atração para o turista? Quando

se realiza a Festa do Rocio em Paranaguá tem algum outra atração para o turista? Alguém já ouviu falar em Guaraqueçaba? Já ouviu falar que os parques que tem em Guaraqueçaba merecem ser vistos? Alguém se preocupou em criar junto com a festa religiosa uma festa gastronômica? Eu acho que não. O calendário tem que ser revisto, para que quando chegar em Curitiba para assistir o Coral do HSBC, o turista também tenha outras coisas para fazer na cidade. Ele tem que saber que tem um restaurante oferecendo uma comida especial, que vamos ter uma balé no Guaíra, uma programação cultural intensa, é assim que ele permanece mais tempo na cidade. A própria feirinha de artesanato do Largo da Ordem aos domingos já é um evento que atrai turistas a Curitiba. E não é vendida de forma representativa. Jacob Mehl: Pois é! A feirinha começou no Largo da ordem, veio subindo, passou pela praça do relógio, entrou na Doutor Keller, passou em frente a mesquita e já está aqui em frente ao sindicato, na Júlia da Costa. Hoje com certeza é uma feira maior do que a feira de São Telmo, que é uma das principais atrações turísticas de Buenos Aires. E nós não reconhecemos isso. Essa autofagia do curitibano de não reconhecer o seu valor. Precisamos reconhecer que essa é uma feira maravilhosa que merece ser melhor apreciada e vendida Brasil afora. Dentro do Cepatur existe uma energia real que possa mudar o cenário do turismo no Paraná? Jacob Mehl: Nós estamos precisando que aja essa energia. Precisamos que aja uma conscientização de todo segmento do turismo, de todos os segmentos do Estado, que todos acreditem que o Cepatur pode fazer um bem para o turismo paranaense. Precisamos vender o Estado do Paraná inteiro. Temos 12 parques maravilhosos. Comentei outro dia com um amigo que dizia: ” -Estive na Toscana, na Itália, e posei na casa de um agricultor, comi um embutido que ele fez e tomei um vinho caseiro. Fui maravilhosamente bem recebido. Em um sítio lindo.” Ora, nós temos vários sítios iguais a esse no interior do

Paraná, com famílias que recebem o turista, dão pouso, dão comida típica, temos embutidos iguais, vemos a vaca sendo ordenhada, bebemos o leite na hora e não exploramos isso. Não sabemos nem onde é. As coisas são bonitas lá fora, são bonitas aqui também. Precisamos mostrar. Precisamos que o Cepatur enxergue tudo isso para fazer uma divulgação digna. Mas precisamos contar com os recursos do Estado, precisa conscientização política para criar o Masterplan para que tenhamos recursos para promoção. Sem esses recursos não existe gestão. Se o Cepatur não conseguir fazer esse convencimento dos segmentos da sociedade para trabalharmos em conjunto, se o Cepatur não conseguir que o Estado enxergue o turismo como nós gostaríamos que enxergasse, nós vamos ter que repensar a gestão do turismo no Estado do Paraná. Um plano B? Jacob Mehl: Não quero pensar em plano B agora, mas eu quero acreditar que o Estado tem as nuances políticas. A cada quatro anos, ou até menos, mudam os gestores e o turismo recomeça tudo do zero. Porque cada gestor tem uma nova iniciativa. E se nós criarmos o Masterplan, o plano de governo do turismo através do Cepatur, quem vier vai ter que respeitar o Cepatur. Mude o governo, mude o comandante, mude o político. O Cepatur continuaria atuando fazendo com que sua pauta fosse exercida. Essa é sua iniciativa que tem ser muito bem consolidada, Porque não vai ser o político que vai entrar aqui e mudar tudo como sempre acontece. Tivemos gestores muito importantes que tiveram ideias maravilhosas mas ficaram um ano, dois anos e saíram. O que chegou mudou tudo. Como num time de futebol que muda um técnico, muda um presidente e muda toda a gestão do clube. Nós não podemos fazer do turismo a mesma coisa. Precisamos de políticos do turismo? Jacob Mehl: Sim, nós precisamos de políticos do turismo, precisamos ter o empresariado envolvido. Acredito muito no empresariado, acredito que só com a participação dos empresário nós podemos cobrar firmemente essa pauta do turismo.

Mude o governo, mude o comandante, mude o político. O Cepatur continuaria atuando fazendo com que sua pauta fosse exercida. Essa é uma iniciativa que tem ser muito bem consolidada, Porque não vai ser o político que vai entrar aqui e mudar tudo como sempre acontece.”


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Formação de Preços e Gestão Financeira em Alimentos e Bebidas Estrutura financeira da empresa rotatividade e controle de estoques, curva ABC, Identificação da necessidade de compras CVM, CMO, IPI , prime Cost Sistemas de controle operacional: Fator de correção margem de contribuição, Gasto, custo e despesa formação de preços nos cardápios e menus tributação ponto de equilíbrio rentabilidade e Lucratividade fluxo de caixa, nivel de Endividamento. Camareira Capacitar os participantes a desenvolver as competências necessárias para realizar todo o processo de arrumação, limpeza e higienização do apartamento hoteleiro; ter conhecimento dos produtos e técnicas de trabalho e dos conceitos e princípios de atendimento ao cliente. Governança A governança é o departamento que se ocupa basicamente com a arrumação dos apartamentos, com a lavanderia/rouparia e com a limpeza geral; a governanta tem papel imprescindível no andamento do hotel, sendo assim, ela deve ser uma pessoa que possua um excelente nível de conhecimento e habilidades para poder dirigir com competência este importante setor.

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Os 10 melhores e mais visitados do Brasil

HI Hostel Brasil divulga lista dos hostels mais bem avaliados de 2015 A rede Hostelling International elegeu os dez melhores hostels brasileiros de 2015. O primeiro lugar foi para o Barra da Lagoa Hostel, em Florianópolis (SC), o segundo lugar foi para o Paudimar Hostel, em Foz do Iguaçu (PR) e o terceiro lugar ficou com o Arrecifes Hostel, em Recife (PE). A escolha dos melhores é baseada em avaliações realizadas pelos turistas brasileiros e estrangeiros que se hospedaram nos estabelecimentos da rede entre setembro de 2014 e setembro de 2015. Qualidade do serviço, limpeza do estabelecimento e localização do hostel são alguns dos itens avaliados. A rede também elencou os 10 hotels mais visitados durante o mesmo período. O primeiro lugar foi para o Copa Hostel, no Rio de Janeiro (RJ), o segundo lugar foi para o Barra da Lagoa Hostel, em Florianópolis (SC) - campeão da avaliação dos melhores hostels do Brasil - e o terceiro ficou com o Rio Rockers Hostel, também no Rio de Janeiro (RJ). As avaliações foram feitas com base nos dados colhidos através do site de reservas internacional www.hihostels.com.

O único estabelecimento de Curitiba citado foi o Roma Hostel, em nono lugar na lista dos mais visitados

Curitiba do Futuro

Passagens aéreas mais baratas Está agendado para dia 24 de novembro, 19 horas, na Federação das Indústrias do Estado do Paraná, o evento “Planejamento Estratégico e de Investimentos da Cidade de Curitiba, com presença confirmada do prefeito Gustavo Fruet. E como não podia deixar de ser, o SEHA estará presente também, apresentando as reivindicações e sugestões do trade turístico, sempre com foco nos setores de hospedagem e alimentação.

A percepção de todos os brasileiros que voar ficou mais caro levou o Senado Federal a discutir formas de reduzir os preços das passagens. A Comissão de Meio Ambiente (CMA) debateu em audiências públicas distorções regionais no valor das tarifas e uma comissão especial elabora

agora o texto do novo Código Brasileiro de Aeronáutica. Segundo os senadores Jorge Viana (PTAC) e Vicentinho Alves (PR-TO) as mudanças em análise podem aumentar a concorrência e desburocratizar o setor, refletindo-se em passagens mais baratas.


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avaliação

Promotores de eventos visitam Curitiba para avaliar potencial Iniciativa pretende ampliar calendário de eventos associativos na capital paranaense. Visitas ocorreram a espaços, restaurantes e hoteis

C

uritiba recebeu no começo do mês um grupo de promotores de eventos e jornalistas especializados no segmento do turismo de eventos e negócios, em mais uma ação do projeto “Um Novo Olhar de Curitiba”. Durante o período foram realizadas visitas técnicas em centros de eventos, espaços para eventos sociais e hoteis. Os atrativos turísticos da cidade também foram avaliados. O projeto “Um Novo Olhar de Curitiba” é desenvolvido pelo Curitiba Convention & Visitors Bureau (CCVB) em parceria com Instituto Municipal de Turismo de Curitiba (Ctur), Sebrae e também conta com a participação de outras entidades integrantes do Curitiba MICE. MICE é a abreviatura em inglês para o segmento Meetings, Incentives, Conventions & Exhibitions. “A presença deste grupo é importante para o desenvolvimento do turismo na cidade. Nossa capital sempre esteve bem cotada para o turismo de eventos e negócios e queremos ampliar ainda mais essa percepção, transformando a cidade em referência para o segmento”, afirmou a diretora de turismo do Ctur, Cristiane Santos. Um encontro de negócios com fornecedores e prestadores de serviços encerrou a visita do grupo à capital paranaense.

Grupo em momento de descontração, recepcionado na KF Grill

ANDRE FATUCH NETO OAB/PR 46.128

vale a leitura!

Justiça reconhece apenas como parceria relação entre cabeleireira e salão de beleza Não é empregada a cabeleireira que exerce sua atividade em regime de parceria com o proprietário do salão, sem qualquer subordinação jurídica e recebendo comissão pelo serviço executado, com total autonomia organizacional de seu trabalho, inclusive contratando e remunerando sua própria auxiliar, além de poder definir sua agenda de trabalho. Essa realidade não se encaixa no clássico modelo da relação de emprego, de que trata o artigo 3º da CLT. A decisão é da 2ª Turma do TRT-MG que, acompanhando voto da juíza convocada Maria Cristina Diniz Caixeta, julgou favoravelmente o recurso do proprietário de um salão de beleza, para afastar o vínculo de emprego reconhecido na sentença entre ele e uma cabeleireira. No entendimento da Turma, ambos atuavam em regime de parceria e a reclamante era trabalhadora autônoma.

Ao analisar a prova testemunhal, inclusive o depoimento pessoal da própria reclamante, a relatora constatou que ela trabalhou no salão do réu por cerca de sete anos, recebendo comissão de 35 a 50% dos serviços que executava, com utilização de equipamentos próprios e, inclusive, com a liberdade para contratar, coordenar e remunerar uma pessoa que a auxiliava. A própria cabeleireira era quem controlava sua agenda e, caso não houvesse clientes, ela nem mesmo tinha de ir ao salão. Além disso, ela poderia deixar de atender clientes, sem qualquer interferência do dono do salão, estipulava seu horário para refeição e era dela a opção de usar, ou não, uniforme. De acordo com a juíza convocada, a reclamante tinha uma condição de trabalho diferenciada dos clássicos empregados regidos pela CLT, pois, além de tudo, também

era empregadora de sua assistente. Conforme ressaltou, essa situação é comum nos salões de beleza, que possuem um atendimento mais qualificado e número de clientes considerável. Ou seja, no dia a dia, os cabeleireiros ostentam uma autonomia funcional para o atendimento de seus clientes, sem qualquer subordinação jurídica ao dono do salão, mas apenas se submetendo à dinâmica da organização do estabelecimento de beleza. “Os agendamentos dos serviços de atendimento a clientes são feitos, via de regra, pela atendente do salão, mediante previa consulta ao profissional que tem a faculdade ou não de atender o solicitado; não há rigidez e controle de horários desses profissionais que tem autonomia para estabelecer o horário que melhor lhe convier; além disso, nenhum empregador divide com o empregado o lucro do em-

preendimento nessa proporcionalidade, ou seja, de até 50%”, destacou a julgadora, circunstâncias que, na sua visão, excluem a relação de emprego. Por fim, a magistrada ponderou que nenhum empregado pode ser, no mesmo local de trabalho, empregado e empregador ao mesmo tempo e no mesmo horário: “O fato de a reclamante ter sua auxiliar às suas expensas exclui a condição de clássico empregado de que trata o artigo 3º da CLT”, registrou, em seu voto. A Turma julgadora acompanhou esse entendimento e afastou o vínculo reconhecido na sentença, indeferindo todos os pedidos da reclamante. Fonte: Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região


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Jornal seha ed 016  
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