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Reginaldo Cordeiro “Apesar da lei, poucos food trucks estão nos procurando para formalizar a atividade.”

Jornal

Págs. 10 e 11

Curitiba, 2ª quinzena de agosto de 2015 | Edição 11

Qualificação

Cursos cada vez mais concorridos Um dos grandes atrativos de se tornar associado do SEHA são seus cursos gratuitos para associados, atualmente 15, e o número deve aumentar nos próximos meses. Profissionalize seus colaboradores. Págs. 8 e 9 comemoração FBHA festeja 60 anos Pág. 02

lançamento Livro “Segredo dos Chefs” é sucesso Pág. 05

definida Convenção Coletiva do Trabalho

evento Empresários apoiam BRH Show Pág. 07

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Editorial

Aniversário

Caros Associados, Estamos buscando permanentemente envolver todas as lideranças e autoridades na campanha pelo turismo de Curitiba e do Paraná. São participações quase que diárias em reuniões, encontros, seminários e festivais com a finalidade de promover o turismo. Neste nosso primeiro ano à frente do sindicato, por um lado nos entusiasma ver tanta gente envolvida, por outro reconhecemos que muitas destas reuniões são absolutamente inócuas, apenas políticas, sem nenhum sentido prático. Nossa diretoria projetou trabalhar em várias frentes: Centro de Convenções, Porto, Aeroporto, Calendário e principalmente trazer turistas para Curitiba. Hotéis, Restaurantes e Bares cheios é o nosso sonho. Esta esperança não irá morrer. Estamos conquistando amigos que remam junto conosco e também acreditam que alcançaremos nossos objetivos. Hoje precisamos fundamentalmente de Frentes Parlamentares, tanto na Assembleia Legislativa como na Câmara Municipal. Políticos sérios, realmente envolvidos, que como nós igualmente acreditem no turismo como uma fonte de renda. Quantos países vivem exclusivamente do turismo e não possuem tantas belezas naturais como nós. Como disse nosso ex-presidente e amigo Fatuch, “Falta visão e vontade política”. As atividades que cresceram no Brasil, como agricultura, pecuária, indústria, construção civil, entre outrros, sempre receberam benefícios e incentivos governamentais. Dê um pouco à indústria do turismo, e certamente ofereceremos resultados auspiciosos.

EXPEDIENTE Jornalista Responsável Pierpaolo Nota Edição Eliseu Tisato

Rua Júlia da Costa, 64 - São Francisco - Curitiba - Paraná Fone: (41) 3323 8900 www.seha.com.br

GESTÃO 2014-2017 João Jacob Mehl Presidente Lincoln T. Isahias Tarquínio Vice-Presidente  Andersen Prado Vice-Presidente para assuntos de Alimentos e Bebidas/Buffet Zelir Tadeu Massuchin Vice-Presidente para assuntos de Hotelaria e Hospedagem Marilisa Bigarella Vice-Presidente para assuntos de Motéis  Gustavo T Andrade Vice-Presid. para assuntos de Entretenimento e Lazer  Orlando Kubo Diretor Secretário Geral  Julio César Hezel Diretor Financeiro Adelardo Telles Neto Diretor para assuntos de Pizzarias e Deliveries 

Aguilar Borsato Silva Diretor Carlos Roberto Madalosso Diretor para assuntos de Turismo Ernesto Villela Neto Diretor para assuntos Governamentais  Henrique Lenz Cesar Filho Diretor para assuntos Grandes Eventos  Jacques Raul Rigler Diretor para assuntos Tributários e Fast Food  João Ernesto Strapasson Diretor Marco Antônio Fatuch Diretor Delegado  Paulo Sérgio Gralak Diretor de Patrimônio  Conselho Fiscal: Jonel Chede Filho, Alceu A Vezozzo Filho e Luiz Fernando P de Aguiar Conselho Fiscal Suplente:  Jayme Canet Neto e Joel Malucelli

FBHA celebra 60 anos com reunião do Conselho em Brasília O evento vai contar com a presença dos presidentes dos 66 sindicatos filiados

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m setembro de 2015, a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) completa 60 anos de sua fundação. A data será celebrada em jantar comemorativo a ser realizado no Dúnia City Hall em Brasília no próximo dia 9 de setembro. O evento contará com a presença dos presidentes dos 66 sindicatos filiados, além de parlamentares e representantes de ministérios e de entidades parceiras. Para a celebração, estão previstas homenagens a figuras importan-

tes que representam o turismo e, especialmente, o segmento de hospedagem e alimentação. No dia 10 de setembro, a FBHA realizará Reunião de Conselho também em Brasília, na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Na ocasião, os conselheiros também terão a oportunidade de conhecer a nova sede da federação, localizada no Setor Hoteleiro Norte na capital federal. A FBHA foi fundada em 23 de setembro de 1955, no Rio

de Janeiro e tem como missão a coordenação, defesa administrativa, judicial e ordenamento dos interesses e direitos dos empresários da categoria de hospedagem e alimentação fora do lar. As bases que compõem os sindicatos representados pela FBHA geram 3,5 milhões de empregos diretos e formais. A entidade representa cerca de 940 mil estabelecimentos hoteleiros e de gastronomia, entre hoteis, pousadas, restaurantes, bares e similares.

Associados aniversariantes na 2ª quinzena de agosto 16.08 18.08 22.08 22.08 25.08. 26.08 30.08 30.08

Ludinalva Oliveira, do Hotel Centro Europeu Paulo Gralak, do Hotel Residencial Op Art Alexane dos Santos, Hotel Blumenau Ademir Lopes, Hotel Slaviero Braz Guilherme Requião, da Guiolla Hamburgueria Gourmet Marco Silva, do Hotel Terrazas Germano Ferreira, do Hotel Ouro Preto Zeli Procópio, do Hotel Parati e Estrela do Sul

Novos associados. Obrigado pela confiança. Trevi Hotel Buffet Nova Curitiba Guiolla Hamburgueria

Whatafuck Lanchonete Degusti Gastronomia

SEHA no rádio Escute toda terça e quinta-feira na CBN Curitiba, 9h15 da manhã, o “Minuto SEHA”, com espaço para nossos associados.


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Planejamento

CNC recebe Encontro de Executivos das Federações Reunião permitiu projetar os próximos passos do trabalho conjunto das entidades, diante de uma nova realidade no País

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xecutivos e gestores de entidades patronais do Sistema Comércio de todo o País participaram, em 14 de agosto, em Brasília, do VII Encontro de Executivos das Federações. Esses executivos vivem um momento importante, focando num trabalho fundamental, o de alinhamento de discurso e posições com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), disse o secretáriogeral da entidade, Marcos Arzua, que coordenou o evento. Para Arzua, é importante enfatizar o quão tem sido positivo

para o Sistema o incentivo ao trabalho sistêmico. Isto, a seu ver, gera ganho de escala, mais sinergia e, principalmente, fortalece a atuação das federações ante seus representados. “Esse é, na essência, um dos principais objetivos da CNC, ou seja, oferecer subsídios, impulsionar e fortalecer o trabalho das federações. E este fórum é fundamental por consolidar essa filosofia, na medida em que incentiva a participação das entidades, promove suas iniciativas e compartilha casos de sucesso, como foi o caso, do trabalho

apresentado pelo superintendente da Federação do Comércio de Sergipe, Alexandre Wendel.” Ele apresentou um case com a atuação estratégica da entidade, mostrando os produtos e serviços que são oferecidos aos empresários. O secretário-geral disse ainda que o encontro permitiu projetar os próximos passos do trabalho conjunto das entidades, diante de uma nova realidade política e econômica no País, “um quadro em que precisamos mostrar união e alinhamento para enfrentar a situação”.

questão de foco

Frente Parlamentar precisa encontrar sintonia Pedro Mariucci Neto

Inúmeras questões são mais importantes para o segmento do turismo do que discutir sobre a AIFU

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m reunião realizada dia 25 foi lançada a Frente Parlamentar em Defesa do Comércio Gastronômico, Hotelaria e Turismo, criada por iniciativa do deputado Ney Leprevost. Mas, sabe-se lá por qual motivo, no início dos trabalhos foi apresentado um vídeo de aproximadamente cinco minutos de uma entidade que representa muito pouco para Curitiba e o Paraná. Visto que essa frente deveria respeitar o trabalho da CNC e da Fecomércio-PR, que atualmente conta com o maior líder empresarial do Brasil, o presidente Darci Piana. Entidade essa que nos oferece Sesc e Senac, ícones da gastronomia e hospedagem em todo país. Contrariamente a entidade divulgada, que nada oferece ao Paraná

e Curitiba. Segundo o presidente do SEHA, João Jacob Mehl, a iniciativa da criação da frente é louvável, pois precisamos efetivamente nos preocuparmos com o desenvolvimento do turismo no nosso Estado. “Temos inúmeros problemas a serem debatidos. Diuturnamente escutamos os reclames de todo trade referente a planejamento, verba, aeroporto, porto, centro de convenções, e era sobre esses temas que desenvolvíamos a expectativa que fossem tratados nesse encontro”, salientou Jacob Mehl, que teve suas palavras endossadas pelo hoteleitor Henrique Lenz Cesar Filho, representante da ABIH e Luciano Bartolomeu, diretor-executivo da Abrasel-PR.

Primeira reunião da Frente Parlamentar em Defesa do Comércio Gastroômico, Hootelaria e Turismo Ao contrário disso, a reunião se desenvolveu basicamente para discutir o relacionamento da AIFU – Ação Integrada de Fiscalização Urbana, com os comerciantes. Sem dúvida é

um assunto importante para as partes, mas não é a tônica para o desenvolvimento do turismo no Estado. Sempre pensando para frente e com a intenção de somar o

SEHA espera que na próxima oportunidade sejam reunidas à mesa todas as autoridades que se preocupam e que querem o bem do Paraná, assim como políticos voltados ao segmento.


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gastronomia

Segredos dos Chefs foi um sucesso Eventos especiais marcaram o lançamento de mais uma edição do livro “Segredos dos Chefs”, publicação anual da Abrasel – PR

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ntre os dias 19 e 22 de agosto, a Abrasel - PR e a Livraria Cultura promoveram a primeira edição da Semana Segredos dos Chefs. Durante os quatro dias, o público curitibano teve a oportunidade de conferir gratuitamente ações voltadas para o mercado da gastronomia, que marcaram o lançamento oficial de mais uma edição do livro “Segredos dos Chefs”, uma publicação que reúne os grandes destaques do Festival Brasil Sabor, evento anual promovido pela Abrasel. Para abrir a série de atividades, no dia 19 de agosto a Semana Segredos dos Chefs apresentou um debate especial com grandes nomes da gastronomia curitibana, no auditório da Livraria Cultura do Shopping Curitiba. Profissionais do segmento da alimentação fora do lar tiveram a oportunidade de analisar diversos temas relacionados ao mercado. Além disso, no mesmo dia foi realizado o coquetel de lançamento do livro “Segredos dos Chefs: Invadindo as ruas e celebrando o Brasil”.

Na sequência da programação, chefs curitibanos comandaram aulas-show especiais que difundiram preparos tradicionais da gastronomia paranaense. No dia 20, a chef Vania Krekniski, do restaurante Limoeiro, ensinou as técnicas de preparo do delicioso Ravióli de Siri de Antonina com Molho Cremoso de Limão Siciliano. No dia 21, foi a vez do chef Délio Canabrava, da Cantina do Délio, mostrar como preparar o Conchiglione Alla Zucca. Para completar, no dia 22, o chef Adiel Francisco, do King Temaki, compartilhou com o público a receita do Sushi Zucchini. “A Semana Segredos dos Chefs foi um grande sucesso. Reunimos centenas de pessoas na Livraria Cultura com o objetivo de valorizarmos e divulgarmos o melhor da nossa gastronomia. Agradecemos os nossos parceiros por abraçarem essa ideia com muito carinho, e por contribuírem mais uma vez pelo fortalecimento da cozinha paranaense”, comemora Luciano Bartolomeu, diretor executivo da Abrasel – PR.


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Associe-se ao SEHA. Uma entidade que defende os interesses dos setores de hospedagem e alimentação Somos alinhados com a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação. Promovemos efetivas ações junto aos órgãos públicos e privados em defesa de interesses do setor. Mais de 940 mil estabelecimentos dos segmentos hotelaria e gastronomia no Brasil são representados pela FBHA e seus sindicatos regionais. Oferecemos serviços e produtos indispensáveis às empresas.

Assessoria jurídica gratuita. Acompanhamento em ações trabalhistas. Cursos gratuitos de aperfeiçoamento em diversas áreas do trade. Convênios com plano de saúde, faculdades e outros serviços que contemplam expressivos descontos em seus serviços. Estamos fortemente divulgados através de nosso jornal, site na internet, nas redes sociais e na Rádio CBN.

Junte-se a nós! Informe-se na secretaria pelo 41 3323 8900


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Sempre atuando

FBHA apresenta demandas da hotelaria em audiência pública Principais assuntos pendentes são a cobrança de Ecad em hoteis, gorjeta e insalubridade de arrumadeiras

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Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados realizou, dia 11 de agosto, audiência pública para debater a expansão, os investimentos e os desafios encontrados na hotelaria no Brasil. O Requerimento para o debate foi proposto pelo presidente do colegiado, deputado Alex Manente (PPS-SP). Participaram como expositores o presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Alexandre Sampaio; o presidente do FOHB, Manuel Gama; o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hoteis do Estado de São Paulo (ABIH/SP), Bruno Hideo Omori. Alexandre Sampaio apresentou um panorama da base empresarial representada pela FBHA e também os principais projetos de lei que tramitam no Congresso e são tocantes à hotelaria, como por exemplo a cobrança de Ecad em hoteis e a gorjeta e insalubridade de arrumadeiras. Quanto à insalubridade, Sampaio pediu aos parlamentares celeridade

na tramitação do Projeto de Lei nº 2118/2015, de autoria do deputado federal Hugo Motta (PMDB-PB) que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) determinando a adoção de uma norma que impede a cobrança de adicional de insalubridade por parte daqueles que trabalham com higiene sanitária de estabelecimentos de frequência coletiva. Com relação ao Ecad, a situação também precisa ser regulamentada, pois na maior parte do Brasil os hoteis ainda são taxados pela emissão de material sonoro e audiovisual executado em quartos de hoteis, o que é inconstitucional. Quanto à gorjeta, Sampaio pediu apoio dos parlamentares para manter o veto da presidente Dilma Rousseff ao Projeto de Lei 1.048/91 (nº 28/91 no Senado Federal), que regulamentava a profissão de garçom e tornava obrigatório o pagamento de 10% de gorjeta à categoria como taxa de serviço.

Convenção Coletiva de Trabalho Curitiba e RMC 2015-2016 Fechamos a Convenção Coletiva de Trabalho para Curitiba e RMC, que tem sua data-base em maio,informamos que o piso salarial ficou estabelecido em R$ 1.030,00, a correção salarial para os salários acima do piso é 8,7% . As empresas terão até 12 de setembro de 2015 para acertar as eventuais diferenças do período retroativo a data-base.

Presidente Alexandre Sampaio discursando na Comissão

Convenção Coletiva de Trabalho do Litoral (Antonina, Guaratuba, Guaraqueçaba, Matinhos e Morretes) Fechamos a Convenção Coletiva de Trabalho para a Região do Litoral, que tem sua data base em maio, o piso salarial ficou estabelecido em R$ 945,00, e a correção salarial para os salários acima do piso é de 9 %. As empresas poderão pagar as diferenças do período retroativo a data-base juntamente com a folha de pagamento de setembro, ou seja, até o 5º dia útil de outubro.

Acesse nosso site para obter a Convenção Coletiva de Trabalho na íntegra, através do www.seha.com.br, na aba de Convenções Coletivas de Trabalho


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Conheça os cursos Confeitaria Básica módulo I Técnicas básicas de confeitaria, montagem e decoração de bolos.

Panificação Módulo I Noções básicas de padaria, técnicas de fermentação, produção e modelagem de pães.

Cafés filtrados Formar baristas capacitados na nova tendência de mercado que são os cafés filtrados por métodos tradicionais ou não convencionais.

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Todos os cursos com aulas teóricas e práticas, duração de 20h e 16h. Certificação com aproveitamento de 75%, material e apostila. Associados SEHA tem direito a 2 vagas gratuitas por curso.

Curso de Biscoitos e Bolachas Técnicas de confeitaria para bolachas, decorações e armazenamento.

Formação de Preços e Gestão Financeira em Alimentos e Bebidas Estrutura financeira da empresa rotatividade e controle de estoques, curva ABC, Identificação da necessidade de compras CVM, CMO, IPI , prime Cost Sistemas de controle operacional: Fator de correção margem de contribuição, Gasto, custo e despesa formação de preços nos cardápios e menus tributação ponto de equilíbrio rentabilidade e Lucratividade fluxo de caixa, nivel de Endividamento.


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s oferecidos pelo SEHA Camareira Capacitar os participantes a desenvolver as competências necessárias para realizar todo o processo de arrumação, limpeza e higienização do apartamento hoteleiro; ter conhecimento dos produtos e técnicas de trabalho e dos conceitos e princípios de atendimento ao cliente. Governança A governança é o departamento que se ocupa basicamente com a arrumação dos apartamentos, com a lavanderia/rouparia e com a limpeza geral; a governanta tem papel imprescindível no andamento do hotel, sendo assim, ela deve ser uma pessoa que possua um excelente nível de conhecimento e habilidades para poder dirigir com competência este importante setor. Recepção & Reservas Capacitar os participantes a desempenhar as funções relativas ao setor de hospedagem que é o primeiro contato do hóspede com o hotel.

Planejamento de cardápios Um cardápio não é apenas uma lista com os pratos que a casa produz, pois isto seria apenas uma “carta de comidas”, mas um instrumento para auxiliar o cliente na montagem de sua refeição, visando também o aumento das vendas do restaurante. Para planejar o cardápio, precisa-se saber combinar os aspectos visuais, de paladar e de aromas dos pratos, além de fazer combinações interessantes entre alimentos e bebidas, o que muitos encaram como alquimia, ou mesmo, arte. Os pratos que formam um cardápio devem ser equilibrados, variados e adequados a cada tipo de serviço com a precaução quanto a equipamentos, utensílios ou treinamentos especiais para sua confecção e serviço. Segurança e Higiene Alimentar Adequado a RDC 216/04, o curso visa treinar em segurança e qualidade dos alimentos; identificar os procedimentos básicos da qualidade e segurança; conscientizar sobre a higiene pessoal e alimentar no controle da contaminação de alimentos, visando implementar o manual de boas práticas.

Garçom Atribuições do garçom, requisitos comportamentais do garçom, arrumação das mesas (mise-en-place completo), atendimento ao cliente, etiqueta à mesa, técnicas de venda em restaurante, promoção de vendas, relacionamento com o cliente, higiene e segurança alimentar, técnicas dos diversos serviços, tecnologias de bar, enologia: princípios básicos e serviços, atender reclamações do cliente, relacionamento entre produção e serviço, terminologia técnica utilizada. Barman I e II Este curso tem como objetivo fornecer aos participantes conhecimentos sobre características de confecção, apresentação, manipulação de bebidas, postura profissional, grupos, categorias e modalidades das bebidas para que possam atender aos clientes de acordo com os padrões da IBA (International Bartender Association).

Gerenciamento de bares e restaurantes Técnicas de gerenciamento do fluxo de mercadorias: Procedimentos de compras, recebimento e estocagem,giro de estoque. Tecnologia operacionais de cozinha: Tecnologia gerenciais e operacionais de restaurantes: Técnicas e modalidades de serviço, técnicas de vendas de alimentos e bebidas; Promoção interna nos restaurantes, Gerência de pessoal de restaurante...

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ENTREVISTA Reginaldo Cordeiro

Gestão transparente com responsabilidade e democracia Fazer mais com menos é o desafio das administrações públicas. Para isso, prefeitura conta com participação efetiva de entidades privadas Pierpaolo Nota

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“Apesar da lei, poucos food truck estão nos procurando para formalizar a atividade. Temos nos desdobrado para irmos atrás, infelizmente a categoria não tem tido muito empenho em regularizar.”

entrevista desta edição é com Reginaldo Luiz dos Santos Cordeiro, o secretário municipal de Urbanismo de Curitiba. Casado, com três filhos, é funcionário de carreira da prefeitura desde 1983. Começou a comandar a pasta junto com o começo da administração municipal de Gustavo Fruet. Atendeu ao Jornal do SEHA em seu gabinete e demonstrou ter domínio sobre os assuntos que lhe cercam. O resultado foi uma entrevista esclarecedora. Leitura ideal para quem tem dúvidas sobre regularização dos food trucks, recuo de calçadas, solicitação de alvarás, entre outros temas que envolvem o urbanismo. O que a secretaria de Urbanismo tem oferecido de diferente à população nessa primeira gestão de Gustavo Fruet? Reginaldo Cordeiro - O primeiro pleito da gestão Gustavo Fruet foi por uma Curitiba mais humana. Esse lema é muito forte e dentro dele o prefeito se preocupa em tornar a gestão transparente com responsabilidade e democracia. Em função dessa transparência e dessa democracia e participação resolvemos alterar o Conselho Municipal de Urbanismo. Nas antigas gestões funcionava apenas com participantes membros dos órgãos municipais e também apenas com uma única instância de recurso. Resolvemos abrir essa participação com direito a voz e voto de entidades participativas. Hoje mudamos o Conselho para duas comissões. Uma tem a ver com construções e edificações e a outra tem a ver com direito a funcionamento das atividades comerciais. Nessa última fazem parte hoje a Associação Comercial do Paraná, a Federação das Indústrias, Federação do Comércio, Abrasel, SEHA, entre outros, com assento e direito a voz e voto. Temos oito entidades participando do Conselho, que ano a ano se revezam entre quatro e quatro entidades. Essa mescla possibilita aos profissionais de órgãos públicos municipais entenderem como funciona o empresariado

e a necessidade de recuperação econômica do país. Por outro lado, as entidades entenderem como funciona as regras e normativas da legislação municipal. A experiência tem sido boa e ambos os lados tem aprendido muito.

milhões e agora nesse terceiro ano iremos reduzir para a casa de 150 milhões. Estamos em ampla recuperação e entenda que a receita não tem aumentado. Estamos atrás de uma prefeitura estável para retomarmos os investimentos.

A atual administração da prefeitura tem sido muito ativa, o prefeito tem desengavetado inúmeros projetos importantes que estavam parados. Falta noticiar que isso está acontecendo? RC - Atravessamos dificuldades financeiras de recursos no município para fazer essa publicidade. Hoje os números já estão mais restabelecidos, tivemos uma recuperação em função de um sacrifício que o poder público fez de cortes por conta da redução de receita. Hoje estamos com certeza reduzindo muito nossos custos e recuperando a receita para novos investimentos. Para ter uma ideia, 50% das receitas são despesas com pessoal, sem contar que fora o pessoal temos investimentos e manutenção com equipamentos públicos, que hoje são em torno de 2.300, precisa-se de muito dinheiro. Sobra muito pouco para investimentos. Parte desses investimentos é o marketing, receita para publicidade, mas temos usado muito nosso site, as mídias sociais e as audiências públicas para divulgarmos essas inovações dos órgãos públicos.

A classe hoteleira principalmente, reclama bastante da Copa do Mundo. Qual o legado no seu modo de ver que ela deixou para Curitiba? RC - Não tivemos muitos prejuízos com a Copa. A maioria deles coube ao município que teve que ir atrás de infraestrutura, por conta da falta de recursos para cumprir com os compromissos das contrapartidas. Mas no mês equivalente à Copa do Mundo no ano anterior foi bem abaixo a questão de turistas na cidade. Sabemos por conta da rede hoteleira que de 2012 para 2013 e de 2013 para 2014, houve uma reação. Não a esperada, que era ocupação completa, mas tivemos um aumento considerável de 40 a 50% nessa época. A expectativa foi menor porque o turista do futebol passa pela cidade, ele vem no máximo dois dias antes e um dia depois ele vai embora. Ele acompanha sua seleção. Nossa expectativa era a seleção espanhola, que ia ficar em Curitiba. Mas infelizmente nos dois primeiros jogos da Espanha houve aquela condição que o terceiro jogo já foi amistoso. Os turistas espanhóis, devido à dificuldade econômica que estavam atravessando na Espanha, viriam para a segunda fase, que a Espanha não participou. Eles cancelaram suas viagens e os que estavam com a seleção, assim como os jornalistas espanhóis, retornaram muito antes. Sobre o legado, ficou um grande investimento na infraestrutura. O corredor aeroporto/rodoviária, na Avenida das Torres, totalmente revitalizado, com quatro pistas de ida e de volta, a parte de passeio, ciclovia, sinalização, iluminação, paisagismo. A via secundária, a Marechal Floriano Peixoto, totalmente revitalizada, com viaduto novo na divisa de município com alargamento de ponte do Rio Iguaçu. Também a conclusão da Linha verde na Região Sul e a instalação

Funcionário de carreira, à frente agora de uma secretaria. Nesse momento difícil que o país atravessa o poder público está tendo que se reinventar? RC -Sim. Fazendo tudo que era feito antes, com muito menos recurso e ainda tendo que cortar despesas. Tudo para reduzir o saldo negativo de gestão para gestão. Assumimos a gestão com um balanço maquiado. Deixava-se de pagar fornecedores, ordens de serviço, tudo para passar no positivo de um exercício para o outro. Enfrentamos isso no primeiro ano. Assumimos uma prefeitura com uma dívida de 550 milhões, muita parte da dívida em virtude da contrapartida do município para as obras da Copa do Mundo. No segundo ano já reduzimos para 350

de câmeras de monitoramento, que não só servem para fluir o tráfego de veículos como também auxiliam na segurança. Houve investimento do governo federal de mais de 60 milhões em uma central de comandos que funciona hoje na Secretaria de Estado, com ação integrada de Polícia Militar, Civil, Corpo de Bombeiro, Defesa Civil, Guarda Municipal e Agentes de Trânsito. Com câmeras totalmente integradas dentro do município. Um grande legado, fora o povo curitibano, que foi muito hospitaleiro. Ganhamos primeiro lugar em organização na Copa do Mundo entre as 12 sedes, em pesquisa feita pela FIFA. Foi feito um grande esforço conjunto entre entidades e administração pública para regulamentar a lei dos food truck. Porém o que acontece é que boa parte dos food truck não estão se regularizando, não solicitaram alvará. Além de funcionarem de forma ilegal também estão parando seu “negócio” onde não devem, em locais não permitidos. Falta fiscalização? RC - São duas coisas. Primeiro que houve um empenho grande por parte da prefeitura e das entidades, intensificamos as reuniões, democratizamos, tornamos transparente a lei, o decreto que regulamentou e inovamos quando criamos uma comissão que possa determinar alguns casos omissos da legislação. Falta agora para nós concluir o edital de licitação para os pontos em logradouros públicos, situação que já está bem adiantada. Até outubro essa licitação deve estar nas ruas. O outro lado são os food truck em eventos, em terrenos particulares e em imóveis que não tem alvará para essa atividade. Temos nos desdobrado para irmos atrás, infelizmente a categoria não tem tido muito empenho em regularizar. Poucos estão nos procurando para licenciar essa atividade. Para explicar, se tiver um festival de food truck em um terreno particular cabe ao promotor do evento vir até a prefeitura solicitar uma consulta prévia de localização para evento de gastronomia. A medida que for liberada será ouvido Corpo de Bombeiro, Vigilância Sanitária e outras secretarias afins. Esses food


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truck que vão participar desse evento tem que estar licenciados. Estamos combinando com a associação deles para que a gente possa fazer a inspeção desses veículos, não só com o Setran, que cuida do trânsito, como também com a Vigilância Sanitária. A regularização é importante para o município, por conta da segurança, conforto e higiene, é importante para quem está comercializando o produto, para dar tranquilidade e muito mais importante para o cidadão, que tem que ter certeza que aquele equipamento, aquela operação, está regulamentada. Sobre as feiras gastronômicas em praças, onde muitas vezes vemos a empresa que promove não assinar nem o folder do evento. Ou seja, se isentando de qualquer responsabilidade. Sem contar que normalmente essa “empresa” é sempre a mesma, sendo que existem outras empresas que também tem interesse em produzir esse tipo de evento mas são impedidas. Algo está sendo feito para tornar esse cenário diferente? RC -Estamos com um decreto pronto, que vai ser mostrado para entidades interessadas antes de sua aprovação. Concluímos esse mês sua elaboração responsabilizando um promotor do evento. Com isso, ele vai ser o responsável pela ocupação disciplinada do local público desde que autorizado pelo município. Vai existir limitação de uso e local de onde serão instaladas as barracas, com controle da vigilância sanitária, do meio ambiente, da secretaria de trânsito e também da secretaria de finanças, seja quanto a cobrança de ingressos ou de valores dos participantes. Teremos um controle eficaz, uma arrecadação oficial e um responsável pelo evento. Esse decreto deve ser assinado em setembro, só falta um ok do executivo municipal para mostrarmos para as entidades que tenham interesse em ver. Não podem ser feiras restritas a alguns locais ou algumas pessoas, tem que ser abertas. Sobre a lei do uso do recuo temos dois casos, o do recuo parece já ter siso entendido, mas o da calçada ainda gera algumas polêmicas. Qual sua normatização correta? RC - O uso da calçada é um decreto mais antigo. Pode usar a calçada todos aqueles que por ventura tiverem um imóvel, uma edificação, geralmente mais antiga, construída no alinhamento predial. Ou seja, no lugar do muro, que divide a via pública do terreno, sem o recuo, sem o jardim. Essas edificações, desde que regularizadas, podem ter o uso parcial da calçada, desde que atendam uma regra, no máximo três metros a partir do alinhamento, deixando pelo menos dois metros livres de obstáculos, árvores, postes, lixeiras, canteiros. Sempre com cobertura de lonas

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em balanço, delimitadas com essas mesas e cadeiras desde que não interfiram nas saídas de emergência dos locais. Lógico que sempre devidamente autorizadas pela Secretaria Municipal do Urbanismo, no departamento de uso de solo. É paga uma taxa anual para uso dessa calçada. As edificações que tiverem o recuo dos cinco metros não tem esse direito. Já o decreto que criamos agora na gestão de Gustavo Fruet permite a regularização das estruturas temporárias no recuo obrigatório, no jardim. Desde que a estrutura seja temporária e removível damos uma licença anual com pagamento de uma taxa por metro quadrado. Varia de R$ 5 a R$ 12, 50, dependendo de onde o estabelecimento está localizado. Normatizando sua situação o empresário possibilita a regularização automática de seu alvará de funcionamento, sem transtornos e sem prejuízos para a atividade. Se o empresário tiver dado entrada na solicitação do recuo, estiver com o protocolo em mãos e sofrer uma fiscalização, ele pode ser autuado? RC - Ele é notificado para dar entrada no protocolo de regularização da obra do projeto do recuo. Tem 30 dias para ingressar com esse protocolo. Se ele ingressar, é bom que esteja com o protocolo em mãos, para avisar o fiscal. Porque nem sempre o fiscal que vai até a atividade dar um auto de infração está sabendo que ele deu entrada no protocolo. No caso do empresário ter o protocolo, tem 30 dias para regularizar, nesse período necessariamente ele não precisa ser autuado ou notificado, ele pode entrar com recurso dizendo que atendeu a notificação dos 30 dias. Se fugiu dos 30 dias, ele pode sim ser autuado, porque não cumpriu com aquela notificação. Dando entrada no protocolo ele tem mais um período de 30 dias para dar retorno da análise do projeto. Apenas quando tiver aprovado e tiver pago a primeira parcela é que

será liberada a consulta comercial para renovação de seu alvará de funcionamento. Cabe lembrar que mesmo que a estrutura construída não estiver adequada a legislação ele pode sim aprovar se adequando a legislação e terá um prazo de 90 dias, podendo ser prorrogáveis. O mais importante é que esse dinheiro arrecado com a liberação dos recuos vai para um fundo de calçadas, para o próprio usuário. Significa dinheiro em caixa para dar manutenção e construção de calçadas em toda cidade. Entre a classe empresária continuam algumas reclamações quanto a demora na emissão de alvarás. Normalmente essa reclamação vem atrelada ao terceiro escalão, que é quem atende o empresário. Está sendo feito algo para que esse atendimento venha a melhorar? RC - Sim. O alvará não demora, sai em 24 horas, talvez em 48 horas. E não é história isso, é real. O primeiro passo do empresário é entrar via internet pedindo uma consulta prévia de localização. A consulta é analisada na Secretaria de Urbanismo, em cinco dias uteis ele tem a resposta da consulta. Se pode ou se tem algum impedimento, porque é uma zona de tráfego, porque o zoneamento não permite, é uma zona irregular, está embargada, ou outro motivo excluso. Passado isso, com a liberação negada, a que ser avaliado o que está irregular. De repente é o uso do recuo, então ela poderá sim ser liberada após a regularização do uso do recuo. Esses casos são avaliados no Conselho Municipal do Urbanismo, no qual participam várias entidades. Quando entra para o Conselho leva 15 dias, já que suas reuniões são semanais e na primeira reunião esse caso é entregue a um membro analista, para que na próxima reunião traga o processo para julgamento. Não demora! E para tirar o alvará de funcionamento, quando a consulta é liberada, seja no prazo máximo de cinco dias ou através do Conselho,

dependendo da atividade existem alguns condicionantes. Por exemplo, ouvir o Corpo de Bombeiros, ouvir a Vigilância Sanitária, já não é mais uma questão da prefeitura. Por fim, a Secretaria do Urbanismo tem alguma boa notícia, alguma novidade, para contar à população? RC - Sim, duas boas novidades. No começo da gestão eu trouxe para a secretaria uma pedagoga, todos acharam estranho ela em uma secretaria de urbanismo. Mas é uma profissional que já passou por órgãos públicos, por Cmeis na prefeitura e foi para uma entidade privada cuidar de livros para educação infantil. Ela veio conosco trabalhar um livro, uma cartilha, alguns jogos, folders, com leituras para as crianças. O objetivo é primeiro levar às escolas municipais e depois para às escolas particulares. Com linguagem da criança, para que ela entenda o porquê o urbanismo na cidade. Para que ela possa levar informações para seus pais, em casa. O produto está quase pronto, é uma novidade e vai ao encontro a uma Curitiba mais humana. São as Trilhas do Urbanismo. Em segundo lugar trouxemos um estatístico para a secretaria, porque não adianta nada produzir e trabalhar sem levantamento de números. Por exemplo, quantos metros quadrados foram construídos em Curitiba em 2013, quantos em 2014, em 2015? Qual a região que cresce mais na cidade, para medirmos a economia local? Quantos alvarás de construção foram liberados, quantas consultas comerciais foram realizadas, quantas ações integradas de fiscalização urbana foram feitas em conjunto com a polícia, com os bombeiros, com vigilância sanitária? Quantas foram fechadas por problemas de segurança e higiene? Precisamos divulgar esses números para que a população saiba que estamos atuando e estamos trabalhando para uma cidade mais transparente, mais humana, mais democrática e com respeito ao cidadão.

Faz parte hoje do Conselho Municipal de Urbanismo a Associação Comercial do Paraná, a Federação das Indústrias, Federação do Comércio, Abrasel, SEHA, entre outros, com assento e direito a voz e voto. Essa mescla possibilita aos profissionais de órgãos públicos municipais entenderem como funciona o empresariado. Por outro lado, as entidades entenderem como funciona as regras e normativas da legislação municipal.”


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Curitiba, 2ÂŞ quinzena de agosto de 2015


Curitiba, 2ª quinzena de agosto de 2015

IN FOR MA TIVO

FECOMÉRCIO PR B O L E T I M I N F O R M AT I V O D O S I S T E M A F E C O M É R C I O S E S C S E N A C P R | 2 0 1 5

Palavra do Presidente

Na sexta-feira, 10 de agosto, no hall do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, o Sesc PR e o Tribunal assinaram novo convênio visando a continuidade do projeto Justiça no Bairro Sesc Cidadão. A parceria, que já dura dez anos, ultrapassou a casa de um milhão de atendimentos, em 131 eventos realizados no período, em todo o Paraná. É preciso destacar a força da ideia em oferecer cidadania para a parcela da população que não possui condições de buscá-la pelos meios normais de serviço dos órgãos oficiais, revelou-se um sucesso sem precedentes. A liderança e a determinação da Desembargadora Joeci Machado Camargo são fundamentais para a consecução dos objetivos propostos. Sua atuação voluntária não permite comparações, tal a grandeza da tarefa. O Sesc, entidade de serviço social como expresso em sua própria denominação, tem no projeto um meio de ampliar suas atividades, aproximando-se dos mais carentes. Ressalte-se, ainda, o trabalho altruísta oferecido também pelo Senac, unindo as duas entidades do Sistema S administrados pela Federação do Comércio do Paraná neste trabalho que visa diminuir o desnível social existente no país.  Darci Piana Presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR

Fecomércio PR lança cartão pré-pago recarregável

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio PR) traz ao Paraná uma nova forma de comprar: é o Fecomércio PR Card, cartão pré-pago que funciona na função crédito e permite compras à vista em lojas físicas e online sem a necessidade de ter conta bancária. Também é possível pagar contas, fazer recargas de celular e saques emergenciais. O cartão traz mais comodidade, segurança e auxilia a ter mais controle financeiro. O Fecomércio PR Card tem como parceiros a Acesso Soluções de Pagamento e a W Teixeira Corretora de Seguros, e será distribuído pelos sindicatos associados à Fecomércio PR. As interessadas em ser ponto de revenda podem entrar em contato com o sindicato do comércio de sua cidade ou pelo e-mail comercial@fecomerciocardpr.com.br. Mais informações e consulta a tarifas para o usuário pelo www.fecomercioprcard.com.br. 

Fecomércio PR fecha acordo de cooperação com Taiwan

O presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, Darci Piana, e o diretor da Câmara de Relações Internacionais da Fecomércio PR, Rui Lemes, receberam em agosto a visita do diretor da Taiwan Trade Center do Brasil (Taitra), Krist Y.B. Yen e de sua esposa, Taijing Lin. A visita de Yen é resultado da missão organizada em parceria da Fecomércio com a Taitra a Taiwan, em junho, com a participação de empresários dos setores atacadista distribuidor e supermercadista. Questionado se este era o melhor momento para negócios, Yen respondeu, enfático: �Todo o tempo é bom para se fazer negócios. As crises significam oportunidades para criar. Em tempos difíceis, se você não investir e não fizer coisas a mais, você não será visto e estará acabado. Precisamos reforçar as relações e trabalharmos juntos�, destacou Yen. 

nº 12

Empresário, fique atento ao Nota Paraná Lançada no começo de agosto, a Nota Paraná permite que os consumidores restituam 30% do ICMS recolhido pelas empresas. A população aderiu prontamente ao programa e tem solicitado a inclusão do CPF no momento da compra. Mas muitos comerciantes ainda possuem dúvidas na hora de emitir o comprovante fiscal. Sobre este assunto, a Fecomércio PR esclarece que o fornecimento da Nota Paraná é obrigatório para todas as empresas contribuintes do ICMS que realizam vendas a pessoas físicas, independentemente se já emitem a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e). Os estabelecimentos que ainda emitem o cupom fiscal por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) e nota fiscal de venda a consumidor de papel (modelo 2) também estão obrigados a participar. A diferença é que ao invés dos dados serem repassados em tempo real ao Fisco, as empresas devem emitir outro documento fiscal autorizado pela administração tributária e transmitir os dados da compra para Sefa até o dia 15 do mês seguinte ao da operação. A não observância do prazo estabelecido sujeita o prestador a uma multa de R$ 1.000,00 por documento fiscal não registrado. 

AGENDA FECOMÉRCIO PR

Senac lança curso de Culinária Light e Diet pela Webtv A alimentação saudável é uma tendência que veio para ficar e tem feito muitos restaurantes, bares e hotéis adaptarem seus cardápios. O Senac dá uma mãozinha na hora de qualificar as equipes de gastronomia com o lançamento do curso Culinária Light e Diet, pela Webtv. Através de vídeoaulas, os participantes aprendem o passo a passo de várias receitas, tudo de acordo com as boas práticas na manipulação de alimentos. O curso é totalmente online e o conteúdo ficará disponível no ambiente virtual de aprendizagem por 30 dias. Mais informações e inscrições pelo www.ead.senac.br.

Cinema no Sesc Água Verde

Prêmio Cidade de Matinhos

26HVFÈJXD9HUGHSURPRYHQRPrVGHDJRVWRDPRVWUD GH FLQHPD ³'LWDGXUD 3DUD QmR HVTXHFHU MDPDLV´ $V sessões ocorrerão nas segundas-feiras, às 19 horas, com a intenção de relembrar o golpe militar de 1964 e a morte GRMRUQDOLVWD:ODGLPLU+HU]RJHP6HUmRH[LELGDVSURduções que trazem questões pertinentes aos atuais tempos de dúvida quanto aos rumos políticos a serem adotados. O FLQHPD FRPR H[SUHVVmR DUWtVWLFD DSUHVHQWD UHJLVWURV GRcumentais e ficcionais que investigam e mantém vivo, na consciência social o que a ditadura representa para o país. Programação: 17/8 - Diário de uma busca | 24/8 - Hoje | 31/8 - A memória que me contam. Entrada Gratuita.

O presidente do Sistema Fecomércio Sesc Senac PR, Darci Piana, foi o homenageado especial da primeira edição do Prêmio Cidade de Matinhos, entregue no dia 8 de agosto, pela Associação Comercial e Empresarial de Matinhos. Na oportunidade, foram homenageadas empresas e profissionais que se destacaram em diversas atividades, contribuindo para o desenvolvimento socioeconômico de Matinhos. Para o presidente da Acima, Helinson Pampuch, vários foram os motivos que levaram à escolha. “Além da sua liderança, este é o reconhecimento pelo apego e carinho que ele tem por Matinhos e também pelas ações que o Sistema desenvolve, contribuindo para a melhoria da cidade”, comentou.

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Custo Paraná Maurílio Leopoldo Schmitt Uma empresa que sistemática e recorrentemente faz crescer suas despesas acima de suas receitas por sucessivos períodos com certeza fica insolvente e se submete a um processo de liquidação. Para uma Nação, todavia, as coisas não se passam assim. À míngua de disciplina nos gastos e esvaída a capacidade de as receitas oferecerem a eles cobertura suficiente, os governantes recorrem a financiamentos e aumentam a dívida pública desmesuradamente. No caso brasileiro, as despesas correntes se expandiram a uma velocidade média de 5,5% a.a. nos últimos 25 anos; porém, o PIB (soma de todos bens e serviços produzidos no País) cresceu, em igual período, 3,1% a.a., que é a base da qual se extraem as receitas dos Governos. Em igual período, a carga tributária saiu de 24,6% para 35,95% do PIB e a dívida pública já alcançou 2,6 trilhões (ago-2015) a um custo cada vez maior para ser rolada. O setor público, então, lança mão de uma palavrinha mágica: “ajuste fiscal”, que, em tese, é a senha para reequilibrar a execução financeira dos seus orçamentos. Dado que os Governos tem pouca vontade para cortar gastos, pois é da índole política distribuir benefícios e não sacrifícios (Por isso, mais de 70% deles crescem por determinação legal derivada de algum projeto de outorga de benesses.); logo, tem enorme rigidez para serem reduzidos e o conserto do estrago (volta do equilíbrio entre receitas e despesas) vem pela via do aumento dos tributos ou da inflação. Maior carga de tributos encilhada sobre preços nominalmente corrigidos pela inflação (a exemplo do forte aumento das tarifas de energia elétrica) enseja mais receitas para os Erários; e a própria inflação, em corroendo o valor nominal das despesas públicas, é instrumento auxiliar para por ordem nas finanças governamentais. Sorrateiramente, contudo, as providências de “ajuste fiscal” acionadas pelos governantes se derramam de maneira perversa sobre o orçamento dos indivíduos, das famílias e das empresas que produzem riquezas. Para ficar apenas nas iniciativas adotadas no Paraná: (1) o Icms teve sua alíquota majorada de 12% para 18% para mais de 95.000 itens de largo consumo popular, cujo impacto medido por especialistas representa um valor aproximado de R$.960 milhões retirados de poder de compra das pessoas ou famílias, sem correspondência alguma de retribuição em termos de expansão da oferta de bens e serviços; (2) o aumento da conta da energia elétrica, tanto para as pessoas quanto para as empresas, ultrapassa os 100% nos últimos doze meses. Tal fato desajusta o orçamento do consumidor (Para ilustrar, se antes o consumidor residencial despendia 2,62% (IBGE – Estrutura IPCA Região Metropolitana de Curitiba) de sua renda mensal com energia elétrica, agora as suas disponibilidades financeiras para consumir se desfalcam em mais de 4,5%) e produz reflexos na matriz de custos das empresas. No ramo hoteleiro, admitindo, por

hipótese, uma despesa mensal de 3%, a correção das tarifas de energia passa a comprometer 6% do faturamento. (Nota: o reajuste das tarifas de energia elétrica já proporcionaram uma arrecadação de ICMS no Paraná do importe de R$.1,845 bilhões no primeiro semestre de 2015 versus uma receita de R$.1,157 bilhões em igual período de 2014, incremento de 59,4%. Fonte: CONFAZ.) A este gasto nos hotéis, deve ainda ser somado outro de significativa importância: o de água e esgoto (em torno de 5% da matriz de custos totais), cujas tarifas foram majoradas nos últimos doze meses em 19,25%. No primeiro caso e em face da mudança dos preços relativos da sua estrutura de gastos, o indivíduo e as famílias reveem suas despesas, reprogramam seu orçamento, vão à caça de itens substitutivos e diminuem sua propensão a consumir. Novamente segundo o IBGE (Estrutura IPCA da RMC), a proporção de despesas com hospedagem em hotéis, em julho de 2014, representava 1,05% da renda total dos hóspedes e agora, em julho de 2015, a participação relativa de tais gastos recuou para 0,75%; vale dizer, a renda destinada a gastos com hotéis caiu 28,7% em 12 meses, diminuindo, por óbvio, a receita dos hotéis. Da ótica das empresas, então, há, de um lado, forte redução das receitas e, de outro, a atividade de organizar a oferta de bens e serviços fica mais onerosa e menos recursos lhes sobram para investir em expansão da capacidade produtiva, dado que solapada a possibilidade de poupar recursos para este objetivo. Entre o inferno da crise e o céu de novos e almejados tempos de bonança existe um ambiente para purgar os erros individuais, coletivos e sociais cometidos e acumulados enquanto iludidos fomos de que o crescimento econômico brasileiro era sustentável. Em contexto tal, a leniência na realização das despesas deve ser substituída por absoluta austeridade na condução dos gastos, sempre tendo em mira um conceito clássico da administração empresarial: comprometer recursos tão somente com aquilo que seja normal, usual e necessário para a operação eficaz dos negócios; vale dizer, tudo o demais deverá ser suprimido. No âmbito do setor público, a par da necessidade urgente de assumir caráter mais profissionalizado, a magia do “ajuste fiscal” pelo lado da extração de mais renda da sociedade deve ser substituída pela concretude da “reengenharia” ou “readministração” dos gastos governamentais (à la Merkel), com vistas a entregá-los com maior eficiência aos cidadãos deles destinatários.

Maurílio Leopoldo Schmitt é economista, com especialização em Políticas Tributárias e Finanças Públicas, consultor de economia e tributação da Fecomercio-PR. Já atuou como professor assistente, no curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Paraná e atualmente também é coordenador do Departamento Econômico da Federação das Indústrias do Estado do Paraná.

Evento apresentou gastronomia típica

Delícias da região litorânea paranaense 5ª edição do Festival de Turismo do Litoral do Paraná reuniu cerca de três mil pessoas

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5ª edição do Festival de Turismo do Litoral do Paraná foi encerrada dia 23 de agosto. Nos dois dias de evento, cerca de três mil pessoas que passaram pelo pavilhão do Center Port Isulpar, em Paranaguá, puderam encontrar as diversas qualidades que as cidades do litoral oferecem, envolvendo gastronomia, artesanato e belezas naturais. As sete cidades da região estavam presentes com stands, bancas de produtos e muita simpatia. Um dos mais concorridos foi o espaço de Guaraqueçaba, além de contarem aos visitantes sobre a Cataia, bebida tradicional da região, os representantes da cidade ainda arranhavam o machete, instrumento semelhante ao cavaquinho, utilizado no fandango. “A Cataia é ótima escolha para o fandangueiro cantar e soltar as pernas para dançar”, comentou Leandro Diegues, morador da ilha.

Na Arena Sabores do Litoral, a culinária típica foi testada pelos sentidos do olhar e do paladar. Pratos como a paella, o ceviche e o spaghetti ganharam versões caiçaras, com frutos do mar e ingredientes provenientes da nossa costa. “Mesmo um prato tradicional como a paella pode ganhar a cara do litoral do Paraná”, afimou o chef Bruno Machado, que encerrou o evento com sua aula-show. No Festival Gastronômico, que ocupou a parte externa do Center Port Isulpar, os visitantes puderam provar dos food trucks, do sanduíche de barreado e do hambúrguer de siri. “Foi uma grande oportunidade para os turistas e moradores do litoral conhecerem a nossa gastronomia e a criatividade dos chefs”, avaliou Rafael Andreguetto, diretor-executivo da Adetur Litoral, organizadora do festival.

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Evento

Empresários apoiam primeira edição da BRH Show no PR Feira vai reunir fornecedores de equipamentos e soluções para os setores de hospedagem, alimentação, bares, panificação e lavanderia de toda a Região Sul

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erca de 50 empresários de 15 empresas do Paraná estiveram reunidos em almoço no SEHA para debater a realização de uma feira de negócios que reúna, em um mesmo espaço, fornecedores de equipamentos e soluções para os setores ligados à hotelaria e à hospedagem. Na visão do setor, a questão é considerada essencial para alavancar o turismo de negócios – principal filão da hotelaria na capital – e consolidar a condição da capital paranaense como referência na realização de grandes eventos de nível nacional e internacional. Feiras de hotelaria e alimentação são praticamente inexistentes na região Sul do país. Em São Paulo, a Equipotel, que existe há mais de meio século, segmentou-se e criou uma edição Nordeste, em Olinda (PE), cujo foco principal é o mercado de turismo e lazer, não atendendo, portanto, um público qualificado, composto em sua maioria por executivos e empresários, que visita a região a trabalho. A primeira edição da BRH Show – Feira de Equipamentos e Soluções para Bares, Restaurantes, Panificadoras, Lavanderias, Hospedagem e Similares –, prevista para fevereiro de 2016, segue caminho oposto. O evento atende a expectativa de um segmento de serviços voltado quase que exclusivamente ao turista eventual, de consumo exigente, e que busca conforto, acessibilidade e transporte eficiente. “Reunimos aqui a nata das autoridades do nosso segmento porque sabemos que Curitiba comporta um empreendimento desse nível”, disse o empresário João Jacob

Darci Piana, presidente da Fecomércio-PR; Carlos Jung, presidente da Diretriz; João Jacob Mehl, presidente do SEHA; Cassio Dresch, diretor comercial da Diretriz e Vilson Borgmann, presidente do Sindicato da Indústria de Panificação e Confeitaria do Paraná Mehl, presidente do Sindicato de Hospedagem e Alimentação. “Não aguentamos mais o engarrafamento de metrópoles como São Paulo. Queremos qualidade em nossas feiras e esperamos que essa qualidade seja representada por uma feira como a BRH Show”. Presidente da Diretriz, empresa idealizadora e promotora da feira de hotelaria, Carlos Jung, lembrou que os eventos do setor hoje são, em sua maioria, pouco significativos, e destacou a condição privi-

legiada de Curitiba para abrigar o evento. “Nós fizemos um planejamento cuidadoso, pesquisando as datas de feiras nacionais e internacionais para evitar que elas ocorressem no mesmo período. A capital paranaense reúne localização geográfica invejável, tem um excelente sistema de transportes, rede de hotéis privilegiada e um farto cardápio gastronômico. Temos, portanto, todas as condições para promover aqui uma feira de sucesso incomparável”, afirmou. O presidente da Fecomércio-PR, Darci

Piana, destacou as feiras promovidas pela Diretriz ao longo dos últimos anos e lembrou, especialmente, da Autopar, segundo maior evento automotivo do país, e que hoje atrai público qualitativamente maior do que sua concorrente paulista, a Automec. “Nós temos que ocupar nossos espaços, antes que outros o façam. É da concorrência. Temos que pensar nos negócios que virão junto com a BRH Show, que está sendo pensada aqui. Isso me parece fundamental”, disse ele. Piana lembrou ainda do compromisso social e econômico do empresariado para com o Paraná e com a Região Sul do país. “Somos uma referência nacional do turismo e, além disso, nós temos a obrigação do emprego e do trabalho. Não se trata só da hospedagem, mas da alimentação, da panificação, do ar-condicionado, da luminária, da decoração, dos equipamentos que trazem inovação e tecnologia. Há uma crise? Sem dúvida, mas podemos superá-la fazendo as coisas bem feitas”, assinalou. Essa não é a primeira vez que o Sindicato Empresarial de Hospedagem e Alimentação reúne empresários e dirigentes sindicais para ampliar o apoio à primeira edição da BRH Show 2016. Em 6 de abril deste ano, evento semelhante, também na sede do sindicato, contou com a presença do prefeito da capital, Gustavo Fruet. A BRH Show será realizada de 25 a 27 de fevereiro de 2016, no Expotrade Pinhais, um dos maiores e modernos pavilhões de exposição da Região Sul. Mais informações no site www.feirabrhshow.com.br.

VISÃO TÉCNICA: Verbas trabalhistas de natureza

indenizatória e eventual são isentas de contribuição do INSS A Constituição Federal prevê contribuições sociais de natureza previdenciária, em seu art. 195, I, “a”; sobre determinadas verbas trabalhistas. Ocorre que nem todas as verbas recebidas pelos empregados ou prestadores de serviço sofrem a incidência da contribuição previdenciária, entre elas destacamos as verbas trabalhistas de natureza indenizatória e/ou eventual. Ocorre que muitas vezes por negligência dos escritórios de contabilidade, ou desconhecimento sobre a matéria previdenciária, ocorre equivocadamente o recolhimento desta contribuição social sobre estas parcelas, o que traz sérios prejuízos aos contribuintes, uma vez que oneram em demasia sua folha de pagamento (estima-se em 20% o recolhimento a maior da contribuição previdenciária), ocasionando enriquecimento ilícito para a União.

De acordo com o Código Tributário Nacional, para que surja a obrigação tributária de pagar tributos é necessária a ocorrência do respectivo fato gerador do tributo. Fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e suficiente à sua ocorrência. Sendo vedado o emprego da analogia, portanto, não poderá resultar na exigência de tributo não previsto em lei. A Lei 8212/91, regulou este dispositivo, dispondo que a contribuição a cargo da empresa destinada à Seguridade Social é de vinte por cento sobre o total das remunerações pagas, inclusive as gorjetas. Para Amauri Mascaro Nascimento, não integram o salário, as indenizações, pois estas se diferenciam daqueles, por terem como finalidade a reparação de danos ou o ressarcimento de gastos do empregado.

Recentemente os julgamentos do Tribunais Superiores ( STJ e STF) entenderam sobre a possibilidade da recuperação dos créditos previdenciários recolhido equivocadamente, na forma de compensação tributária, seja administrativamente, seja por contencioso judicial, dos últimos cinco anos incidentes sobre as folhas de pagamento. Para tanto, as empresas interessadas devem procurar um advogado para que se faça possível esta análise. Até a próxima. ANDRE FATUCH NETO / OAB/PR 46.128 SÓCIO DO ESCRITÓRIO FATUCH & RADLOFF ADVOGADOS ASSOCIADOS Especialista em Direito Administrativo, Empresarial e do Trabalho. Formado em Direito e Administração de Empresas, com MBA em Gestão executiva.


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Jornal seha ed 011  
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