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Sindicato dos Bancários de Curitiba e região

ano 18·2ªquinzena julho de 2012

www.bancariosdecuritiba.org.br

Leandro Taques/Contraf-CUT

Campanha Nacional dos Bancários 2012

Minuta aprovada na 14ª Conferência Nacional dos Bancários será referendada no dia 31 de julho. Entrega à Fenaban acontece no dia 01 de agosto e negociações começam no dia 07.

Bancários lutam por 10,25% TRABALHADORES DE CURITIBA E REGIÃO APROVAM EM ASSEMBLEIA, NO DIA 31 MINUTA QUE SERÁ ENTREGUE À FENABAN NO DIA 01 Curitiba sediou, de 20 a 22 de julho, a 14ª Conferência Nacional da categoria, em que foi definida a pauta de reivindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2012. A pauta será entregue à Fenaban no dia 01 de agosto. Também já estão agendadas as primeiras reuniões de negociação: 07, 08, 15 e 16 de agosto. Neste ano, os bancários querem 10,25% de reajuste nos salários (in-

flação mais aumento real de 5%); piso de R$ 2.416,38 (salário mínimo do Dieese); PLR de três salários mais R$4.961; e pagamento de R$ 622 (salário mínimo) para benefícios. Emprego – No eixo Emprego, a categoria reivindica a criação de postos de trabalho, o fim da rotatividade e da terceirização, regulamentação da Convenção 158 da OIT, redução da jornada para 5 horas diárias com criação de dois turnos e ampliação do atendimento bancário das 9h às 17h. Saúde e condições de trabalho – A minuta contempla: fim das metas abusivas; complementação do salá-

Assembleia

rio de aposentados que continuam na ativa em caso de afastamento por doença ou acidente de trabalho; desenvolvimento de políticas contra discriminação de trabalhadores em reabilitação; cumprimento da NR 17, garantindo direito a intervalo de 10 minutos após 50 minutos de jornada; realocação de funcionários de agências em reforma, entre outros. Segurança bancária – As reivindicações por mais segurança incluem a obrigatoriedade das portas giratórias com detectores de metais, câmeras de monitoramento em tempo real nas áreas internas e externas das agências

e postos, biombos entre filas e caixas e vidros blindados nas fachadas. Também é proposto a instalação de escudo com assento para o vigilante nas unidades. Na luta por igualdade de oportunidades, pede-se isonomia para todos e ampliação da licença paternidade. Os trabalhadores também priorizaram a criação da Conferência Nacional do Sistema Financeiro. “Esperamos manter a unidade da categoria e que, neste ano, a adesão dos trabalhadores seja ainda maior, para conquistarmos cada vez mais”, finalizou Otávio Dias.

Caixa

Bancários aprovam minuta Tíquete-alimentação de reivindicações para ex-empregados O Sindicato dos Bancários de Curitiba e região convoca todos os trabalhadores de sua base para assembleia geral, no dia 31 de julho, terça-feira, a partir das 18h30. Na ocasião, os bancários irão avaliar e a aprovar a minuta de revindicações da Campanha Nacional dos Bancários 2012, que será entregue à Fenaban. A assembleia acontece no Espaço Cultural.

Assembleia Aprovação da Minuta 2012 Data: terça-feira, 31 de julho Hora: 18h30 (primeira convocação) 19h00 (segunda convocação) Local: Espaço Cultural (Rua Piquiri, 380 • Rebouças)

O Sindicato dos Bancários de Curitiba e região convoca os trabalhadores da Caixa Econômica Federal para assembleia no dia 02 de agosto, a partir das 18h30, no Espaço Cultural. Em pauta, a discussão e deliberação sobre a adesão ao termo aditivo que estabelece Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) exclusiva para negociar o tíquete-alimentação de ex-empregados.

Assembleia Tíquete-alimentação para ex-empregados Data: quinta-feira, 02 de agosto Hora: 18h30 (primeira convocação) 19h00 (segunda convocação) Local: Espaço Cultural (Rua Piquiri, 380 • Rebouças)


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Leandro Taques/Contraf-CUT

(In)Segurança Bancária

Bancários e vigilantes já apresentaram uma série de propostas para melhoria da segurança bancária.

27 já morreram em assaltos a bancos EM 2012, O NÚMERO DE MORTES AUMENTOU 17,4% EM RELAÇÃO A 2011. BANCOS SÓ INVESTEM 5,2% DO LUCRO EM SEGURANÇA Na quinta-feira, 19 de julho, a Contraf-CUT e a Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV) divulgaram a pesquisa que apurou o número de mortes ocorridas em ataques e assaltos a bancos no primeiro semestre de 2012. No total, foram 27 vítimas fatais, um aumento de 17,4% em relação ao mesmo período de 2011, quando morreram 23 pessoas. A pesquisa leva em considerações casos noticiados pela imprensa em todo país.

São Paulo (06), Rio de Janeiro (04) e Bahia (04) concentram mais da metade dos casos. As mortes aconteceram principalmente nos crimes conhecidos como “saidinha de banco” (14), quando o cliente é abordado na saída da agência. Outras vítimas foram mortas em assalto a agências (06) e a caixa eletrônico (03), abastecimento de caixas eletrônicos (02), assalto a correspondentes bancários (01) e no transporte de valores (01). Paraná – No Paraná, não houve mortes durante o período. Porém, o presidente do Sindicato dos Bancários de Curitiba e região, Otávio Dias, disse que não há o que comemorar. “Não

quer dizer que houve melhoras na segurança. Já sabemos que no primeiro semestre de 2012, o número de assaltos e explosões mais que dobrou, chegando a 116. 70% dos casos ocorreram em Curitiba. Já passou da hora dos bancos e também do setor público investir em segurança”, comentou. O presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, reforçou a culpa dos bancos. “Isso mostra a irresponsabilidade com que os bancos tratam a vida das pessoas. Os cinco maiores bancos brasileiros lucraram juntos R$50,7 bilhões em 2011. Porém, a parcela investida em segurança é mínima. Eles investiram apenas R$2,6

bilhões, o que significa 5,2% do lucro que tiveram”, apontou. As vítimas – Das 27 mortes, 15 foram de clientes, o que representa 55,5% dos casos. Também foram vítimas 05 vigilantes, 03 transeuntes, 03 policiais e 01 bancário. Em relação à “saidinha”, o presidente da CNTV, José Boaventura, lembrou um velho argumento dos bancos. “Os banqueiros afirmam que o crime acontece fora da agência, então, não é responsabilidade deles e sim uma questão de segurança pública. Mas nós sabemos que o crime começa dentro das agências, que não oferecem condições de segurança para os usuários”, disse.

Emprego

É preciso valorizar o trabalhador O ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, participou da 14ª Conferência Nacional dos Bancários na sexta-feira, 20 de julho. Ele comentou o resultado da 13ª Pesquisa de Emprego Bancário, realizada pela Contraf-CUT e o Dieese, que apontou para a forte rotatividade no setor bancário. Resultados – De acordo com os dados, o número de novos postos de trabalho gerados pelos bancos diminuiu 83% no primeiro trimestre de 2012, em relação ao mesmo período do ano passado. Entre janeiro e março, os bancos desligaram 10.001 trabalhadores e contrataram 11.145. Em 2011, o saldo positivo de empregos nos bancos foi de 6.851 vagas. Apesar da expansão, os novos contratados chegam a ganhar 38% a me-

Leandro Taques/Contraf-CUT

EM COLETIVA DURANTE A 14ª CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BANCÁRIOS, MINISTRO DO TRABALHO CONDENOU A ROTATIVIDADE DO SETOR

Ministro do Trabalho debateu o tema Emprego com bancários dos Brasil.

nos do que os que antes exerciam a mesma função. O presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro, lembrou que os bancos fazem isso para cortar gastos. “Há oito anos, a categoria bancária tem conquistado aumento real, mas se conferirmos as despesas dos bancos com empregados, percebemos que não há aumento”, comentou. Os representantes dos bancários também reforçaram os danos causados

pelas fusões entre bancos. “São prejudiciais a todos, pois vêm acompanhadas de demissões e de maior concentração do poder dos bancos”, afirmou o presidente da Contraf-CUT. Palavra do ministro – Brizola Neto começou sua fala exaltando a importância da organização e do poder de mobilização da categoria bancária. Em seguida, comentou os resultados da pesquisa. “O saldo é positi-

vo, mas destoa dos outros setores da economia em geração de emprego”, afirmou. “A questão da rotatividade é grave e parece pesar ainda mais no sistema financeiro”, continuou. O ministro afirmou, ainda, que um alto índice de demissões pesa muito para os cofres públicos: “Nossa conta com seguro-desemprego é altíssima. Em 2012, estamos gastando R$ 28 bilhões com o auxílio e prevemos que em 2013 essa soma possa passar para R$ 30 bilhões”. De acordo com Brizola Neto, é preciso acabar com a mentalidade de que a rotatividade é a solução para o corte de gastos. “O Brasil precisa ter uma economia competitiva, mas o caminho para este objetivo não deve afetar os direitos e garantias dos trabalhadores”, alegou. “O desenvolvimento virá com a qualificação dos profissionais, pela educação e inovação. Os empregadores precisam compreender que o maior capital de uma empresa são seus empregados”, finalizou.


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Fotos: Leandro Taques/Contraf-CUT

14ª Conferência Nacional dos Bancários

Debates preparam bancários para campanha salarial REPRESENTANTES DOS TRABALHADORES RECEBERAM SUBSÍDIOS SOBRE SAÚDE E CONDIÇÕES DE TRABALHO, SEGURANÇA BANCÁRIA, REMUNERAÇÃO E EMPREGO No primeiro dia da 14ª Conferência Nacional dos Bancários, realizada em Curitiba, de 20 a 22 de julho, os delegados acompanharam exposições com diferentes pontos de vista sobre os eixos prioritários da campanha salarial: Remuneração; Emprego; e Saúde, Condições de Trabalho e Segurança Bancária. Emprego – Os dados da 13ª Pesquisa de Emprego Bancário comprovam que os bancos podem e devem contratar mais. O estudo foi realizado pela Contraf-CUT e Dieese, com base nos dados do Caged, e mostra que nos últimos anos, houve expansão nas contratações. No início dos anos 1990, eram cerca de 730 mil bancários no país; ao final da década, o número caiu para 392 mil; mas, a partir do ano 2000, os empregos voltaram a crescer, totalizando 508 mil em 2012, um crescimento de 29% (mais dados na página 2). O técnico do Dieese Nelson Karam ressaltou que, no entanto, esse aumento está muito aquém da capacidade do setor. “A expansão do lucro é muito maior do que o aumento das contratações.” Karam reforçou ainda a preocupação crescente com a qualidade do emprego. “Boa par-

te das campanhas salariais acabam se pautando pela reposição salarial. Mas já vemos uma maior discussão sobre outras questões, como saúde e condições de trabalho”, afirmou. Melhorias no mercado de trabalho – O economista e professor da Unicamp Anselmo Luis dos Santos falou sobre as mudanças no mercado de trabalho durante os oito anos do Governo Lula, destacando a queda no desemprego, a redução do emprego informal e a melhora na estrutura ocupacional. “A taxa de desemprego no Brasil, de aproximadamente 6%, é uma das menores da história; e só não é menor porque entre jovens o índice é muito alto”, argumenta. O professor salientou ainda que, mesmo com a valorização do salário nos últimos anos, o Brasil continua tendo um dos piores salários mínimos da América Latina. Fim da rotatividade – “Assumo o compromisso de combater a rotatividade e peço aos movimentos sociais mobilização”, foi assim que o ministro do Trabalho Brizola Neto marcou sua participação na Conferência Nacional. Ele se comprometeu a atuar em prol da valorização do trabalho e de investimentos tecnológicos e a desempenhar seu papel de promotor do diálogo entre empregadores e trabalhadores, sempre ao lado do elo mais fraco: o do trabalhador. O ministro garantiu que tudo o que o Ministério do Trabalho realizar será sem a retirada de direitos e com garantias aos tra-

balhadores (saiba mais na página 2). Remuneração – A diferença entre a evolução do lucro dos bancos e da remuneração dos bancários nos últimos oito anos é gritante: o salário médio dos trabalhadores teve um aumento de 3,6% entre 2004 e 2011; já o lucro dos bancos cresceu estrondosos 230,43% no mesmo período, de acordo com cálculos do Dieese. Na opinião de Catia Uehara, economista da Subseção de São Paulo, a remuneração certamente será o “fio condutor” das campanhas salariais de diversas categorias no segundo semestre, especialmente dos bancários. Ela também aponta a rotatividade como o grande vilão. “Esse tem sido o mecanismo usado pelos banqueiros para atenuar o impacto das negociações coletivas”, ressaltou. Saúde e condições de trabalho – O professor Roberto Heloani, da Universidade Estadual de Campinas, ressaltou que a atual forma de organização do trabalho é a responsável direta pelo assédio moral. “Pensar que o assédio é causado somente pela postura do gestor ficou para trás. Ele acontece quando eu vejo o outro como instrumento, passível de se jogar fora”, sentenciou. Heloani explicou que as consequências do assédio são evidentes, resultados não de conflitos naturais no ambiente de trabalho, mas do isolamento do trabalhador. O professor apontou também outro quesito que interfere no fun-

cionamento das relações de trabalho: os bancários sofrem pelos seus princípios. “No sistema de metas, o que interessa é o resultado, não o processo”. Para ele, o bancário pode ter metas a cumprir, desde que não sejam absurdas ou impossíveis. “Só vamos vencer essa batalha revendo a forma de trabalhar, não fazer com os outros o que não queremos que façam com a gente”, finalizou. Segurança bancária – Duas questões foram destaque no painel sobre Segurança Bancária: primeiro, o descaso dos bancos, que empurram a responsabilidade da segurança para o poder público; e, segundo, a necessidade de responsabilização das instituições financeiras. Essas constatações foram expostas pelo presidente da CNTV, José Boaventura, e pelo coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Wiederkehr. Boaventura aproveitou a oportunidade para expor a situação precária do trabalho dos vigilantes, como a falta de local apropriado para as refeições e de preparo específico para atuar nas agências bancárias. Para ele, enquanto os bancos não forem responsabilizados, vão continuar deixando a segurança de funcionários e clientes em segundo plano. “Eles investem sim, mas investem na segurança do dinheiro”, diz o dirigente. Em 2011, os cinco maiores bancos que atuam no país lucraram R$ 50,7 bi, mas investiram somente R$ 2,6 bi em segurança.


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Denúncia

Durante a Conferência Nacional, o presidente do Sindicato entregou a denúncia contra o HSBC ao ministro do Trabalho. Brizola Neto se a comprometeu a encaminhar os fatos à presidente Dilma Rousseff e a agir com rigor.

HSBC viola Direitos Humanos ENTRE 1999 E 2002, BANCO CONTRATOU EMPRESA DE ESPIONAGEM PARA VIGIAR BANCÁRIOS AFASTADO POR DOENÇA DO TRABALHO O Sindicato dos Bancários de Curitiba e região denunciou na última quarta-feira, 18 de julho, uma situação de completa violação dos Direitos Humanos de trabalhadores praticada pelo HSBC. Em 2011, o Sindicato recebeu, anonimamente, um arquivo contendo dossiês e demais documentos de uma suposta investigação contratada pelo banco. Os materiais, produzidos pela SPI Agência de Informações Confidenciais, continham informações de 164 bancários afastados por doença ocupacional, em sua maioria trabalhadores de Curitiba, mas também do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa

Catarina e Rio Grande do Sul. Nos dossiês, produzidos entre 1999 e 2002, havia fotos dos investigados e familiares, relatório completo da rotina diária, documentação de antecedentes criminais e pendências judiciais, certidões comerciais e de bens e a quebra de sigilo bancário, além de 18 horas de gravação de imagens. “O banco extrapolou os limites ao invadir a privacidade dos seus empregados. Nos documentos chegam a constar fotos do lixo dos bancários, especulando que tipo de comida, bebida ou medicamento eles faziam uso”, detalha Otávio Dias, presidente do Sindicato. “O HSBC extrapolou todos os limites do bom senso e os trabalhadores foram duplamente penalizados, em primeiro lugar por terem adoecido no trabalho e, depois, por terem sido vigiados”, resume Elias Jordão, presidente da FETEC-CUT-PR. Junto com o

material recebido, estavam ainda contratos e notas fiscais que comprovam a contratação da empresa SPI Agência de Informações Confidenciais pelo HSBC. O banco solicitou a investigação para verificar se os bancários afastados legalmente possuíam outro vínculo empregatício ou fonte de renda e também para se municiar de provas para descaracterizar o adoecimento decorrente do trabalho. Encaminhamentos – Em julho de 2011, com o intuito de reparar o dano coletivo e não incorrer na prescrição, o Sindicato formalizou a denúncia contra o HSBC junto ao Ministério Público do Trabalho e encaminhou o material recebido para investigação e apuração dos fatos. “Temos certeza que o Ministério Público agirá em defesa dos trabalhadores, propondo uma ação civil pública que repare os danos coletivos causa-

dos pelo banco”, explica o presidente do Sindicato. A entidade também dará encaminhamento a ações de dano moral individual e levará a denúncia à Organização Internacional do Trabalho (OIT) e demais instâncias de defesa dos Direitos Humanos. O caso já foi informado ao ministro do Trabalho, Brizola Neto, que se comprometeu a encaminhar os fatos à presidente Dilma Rousseff. “Também vamos fazer uma reunião com parlamentares em Brasília e solicitar a realização de audiências públicas sobre toda essa situação”, completa Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT. Por meio de sua assessoria, o HSBC informou à imprensa de Curitiba que as acusações relativas ao período de 1999 a 2002 ainda estão em trâmite judicial e que, por isso, o banco não se manifestará.

A Folha Bancária é o informativo quinzenal produzido pelo Sindicato dos Bancários de Curitiba e região • Av. Vicente Machado, 18 - 8º andar • Fone: (41) 3015-0523 • Fax: (41) 3322-9867 • Presidente: Otávio Dias • Sec. Interino de Imprensa: Alessandro Garcia • Conselho Editorial: Alessandro Garcia, Ana Smolka, Carlos Alberto Kanak, Genésio Cardoso, Eustáquio Moreira e Otávio Dias • Jornalista responsável: Renata Ortega (8272/PR) • Redação: Paula Padilha, Flávia Silveira e Renata Ortega • Diagramação e Arte final: Fabio Souza • Impressão: Multgraphic • Tiragem: 15.000 exemplares • sindicato@bancariosdecuritiba.org.br • www.bancariosdecuritiba.org.br


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