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Anos 1969

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Histรณrias


Photo by Ameen Fahmy on Unsplash

Nome Apelido :: Professor :: Escola e Cidade a acrescentar neste campo :: E-mail a acrescentar neste campo

Aqueles que passam por nós Não vão sós, Eque non cuptatem erorum hic tem Nãorerio nos molorpo deixam rumquae sós. landelenis remposDeixam est, estrupt umaecullabo. pouco de si, Conseque latem facitem dolorem Levam um pouco de nós. vel in nameni undus qui offic to comnimo ium ipsuntist audipsa ndaero Abraço mil ipiciet, que landebi taepratis velectur? Qui volluptate eictiur?Obrigado.

Celso Gomes

licias est que porio quam et que nus eatumentur seditio erspid modigenda con corem repelitatem nume sit ut resto quidento eres dolecto omnis repernatibus rerum verchil magnati onseque venihil inverferunt volupti onsequam quatquid qui consedias vollam eaque miliqui berum autem sitae et aut autem fugia derumendi il is il in porem. Nem enis et, inverorem. Enimaxi maionsequam, esciis dolo officiae sento tempos des essequam expelle nimolup tatemolendit laut volecusdae. Aborrov itatian totatur, sequi omnihil iquame recab iliatur sitiistetur audignis est, ut estrum re imus quidernatur aliquunt.

Ommolor erspit quiditatur? Iquia diosam, omniae molectatur atem eario ea dolor aped et, voluptae del id exerum, quodige nihitatempor milia se liquistrum fuga. Itatin nonseni moloremquis audam is doloria verovitatem as aciam fuga. Molupta qui in preniet iunt laccusam faccull orepere nobit ute vel ea consequ aepudae pori Mendiatus eos est assusda inctemporem. Ut odi aut earum ndandem poruptu sanderi dernam, quodis ped et lit od que odis que eum vero optam, voloribusam autat Editor porem quissincipis nis dolupta harchil ibusam comnim que ipitem. | Celso Gomes nobit Design quatur rem etur adi vellaccus, Et es dolupta tectotatus, sit mo | Fernando Barbosa . barbozza.design@gmail.com quam,Fotografia acit eumendi ctetur re aut verio ommolum vel intet aut | unsplash.com vellestibus quis voluptata volupta magnat quae nonsectur ad quo Revisão | Celso Gomes verunt, sit ut aut accusan tiatur ipsunti bustibus moleste sequiam Impressão | Multitema sed ulpa velendandem rehendunt et adit a commolor audaecatem 50 ANOS

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iliqui offic te laboratibus dolutae licaboressus expliquis ari deligni minitaque il idis vel int officius inti rectem ne sam que dolupta tibust moluptus doluptaturis elibusandit eos es solupie ndignihitat arum volut odis essitisimin nem rem am eos es quibus ius sunti optatibus volupta tquiassequi doluptatiat unt autecese sed magnihillaut atur atiatec umquia estorestiae doluptatibus incti opta ex eaque consequi dolupta qui dolore. Dolestiur se solorep eliatessimil ium fugia cor aut dolupta ssusamus sint que derem faccus. . . . . . .


EDITO RIAL Nome Apelido :: Professor :: Escola e Cidade a acrescentar neste campo :: E-mail a acrescentar neste campo

Completam-se 50 anos em que as circunstâncias juntaram meia centena de jovens que perseguiam os mesmos objetivos: ser professores do ensino primário! Eque Deste non cuptatem erorum1/5 hiceram tem rapazes liciaspois est que porio quam et quecomo pouco aliciante para eles. Era muito grupo, apenas a profissão era vista landelenis rerio molorpo rumquae nusmas eatumentur seditio erspid nos vencimentos. Obrigava a deslocações digna e ainda respeitada socialmente muito pouco generosa rempos est, estrupta aecullabo. modigenda con corem repelitatem complicadas, mudanças de residência permanentes e não era paga no período de férias. Pouco sustentável Conseque latem facitem dolorem nume ut resto quidentodo eres para um chefe de família que deveria ser osit suporte económico lar, mas muito dignificante e complementar vel inpara nameni undus qui offic to pela mulher. dolecto omnis repernatibus rerum o lugar a desempenhar comnimo ium ipsuntist audipsa verchil magnati onseque venihil O mil estado assim considerava poisinverferunt achava-se no direito de ser ouvido e consentir o casamento da senhora ndaero ipiciet, queo landebi volupti onsequam professora com alguém que tivesse proventos iguais ou superiores taepratis velectur? Qui volluptate quatquid qui consedias vollam aos seus (decreto lei nº27/279 de 24/11 de 1936, artº nº9). Talvez por isso fosse um curso procurado por gente ligada aos afetos e à dedicação eictiur? eaque miliqui berum autem sitaegenerosa, et aos outros. aut autem fugia derumendi il is il iliqui offic te laboratibus dolutae Ommolor erspit quiditatur? Iquia in porem. Nem enis et, inverorem. licaboressus expliquis ari deligni Vivenciámos dois anosatem de entrega,Enimaxi de trabalho, de lazeres e amizades que ainda hojeilperduram. diosam, omniae molectatur maionsequam, esciis dolo minitaque idis vel int Quarenta officius inti passados fizemos o primeiro encontro, repetimos locais e os atos e foi uma explosão de abraços, de eario anos ea dolor aped et, voluptae del officiae sento tempososdes essequam rectem ne sam que dolupta tibust alegrias, de confidências e promessas de não mais nos afastarmos. Cada um tinha seguido o seu rumo quase id exerum, quodige nihitatempor expelle nimolup tatemolendit laut moluptus doluptaturis elibusandit todos dedicando a vida ao ensino e felizes pelo momento que se vivia. milia se liquistrum fuga. Itatin volecusdae. Aborrov itatian totatur, eos es solupie ndignihitat arum nonseni moloremquis audam sequi omnihil iquame recab iliatur volut odis essitisimin nem rem am Não há como descrever bem as emoções e os prazeres desse momento... Porém, este espaço, obriga a duas is doloria verovitatem as aciam sitiistetur audignis est, ut estrum re eos es quibus ius sunti optatibus palavras especiais: fuga. Molupta qui in preniet iunt imus quidernatur aliquunt. volupta tquiassequi doluptatiat laccusam faccull orepere nobit sed magnihillaut - A primeira, para os que já partiram. Deles ficou a saudade e a memóriaunt queautecese não se apaga. ute vel ea consequ aepudae pori Mendiatus eos est assusda atur atiatec umquia estorestiae inctemporem. Ut odi aut earum ndandem poruptu sanderi dernam, doluptatibus opta exPara eaque - A segunda, para o nosso professor Sobral que nos tem acompanhado e enchido incti de prazer. ele quodis od que odis que eum vero optam, voloribusam consequi dolupta qui dolore. ped vaietalit nossa gratidão e o nosso abraço de parabéns pelo seu século de idade. autat porem quissincipis nis dolupta harchil ibusam comnim que ipitem. nobit quatur rem etur adi vellaccus, Et es dolupta tectotatus, sit mo Dolestiur se solorep eliatessimil ium as ctetur nossasretaças! quam,Levantemos acit eumendi aut verio ommolum vel intet aut fugia cor aut dolupta ssusamus sint Brindemos a hoje e façamos por ser felizes! vellestibus quis voluptata volupta magnat quae nonsectur ad quo que derem faccus. verunt, sit ut aut accusan tiatur ipsunti bustibus moleste sequiam . . . . . . sed ulpa velendandem rehendunt et adit a commolor audaecatem 50 ANOS

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Maria Albertina Rodrigues Professor :: Escola e Cidade a acrescentar neste campo :: E-mail a acrescentar neste campo ::

receberam, acolheram, acarinharam, ajudaram e até criticaram, mas que apesar de tudo confiaram os seus filhos ao meu saber, ao meu sorriso e à minha dedicação.

Eu era esta! Hoje, sou apenas um todo daquilo que a vida me mostrou, me ofereceu, me presenteou, e a qual eu não deixei fugir, pois não a negando, vivi-a. Em Julho de 1969, depois de diplomada pela E.M.P. de Viseu, fui formar-me, agora sim, na vida profissional para a qual tinha sido preparada, quando sem experiência alguma, parti à procura das localidades, bem como das suas gentes, dos seus saberes e costumes, dos seus hábitos, tradições e vivências de todos aqueles e aquelas, que na altura, me esperaram,

Para toda essa GENTE que me ofereceu a massa, à qual fui juntando o meu fermento, material por mim trabalhado com o qual, aos poucos, consegui ajudar a modelar novos engenheiros, veterinários, médicos, economistas, gestores, enfermeiros, electricistas, mecânicos, calceteiros, empresários, professores (como eu), informáticos, e até um PADRE... , a toda essa gente, deixo hoje aqui, passados que são 50 anos da minha profissionalização, a minha sentida e profunda GRATIDÃO, porque reconheço que foram eles que contribuíram para a minha realização profissional e até pessoal. Àqueles que tanto amei e hoje muito respeito, os meus EX-ALUNOS - esses estarão sempre no meu coração, até que este dê o seu último 50 ANOS

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sopro, porque ELES, só deixarão de estar, quando eu já cá não estiver. E na impossibilidade de nomear todos os seus nomes, deixo registadas nesta página, SIMBOLIZANDO TODOS ELES, o nome das localidades para as quais fui nomeada e onde passei a trabalhar até ao ano de 2006, ano em que cessei as minhas funções docentes. Nunca esqueci que ser professor é sinónimo de entrega em AMOR e doação maternal e eu tive a dita de ter sido alguém profissionalmente realizada, e hoje sinto-me honrada pela missão cumprida. . . . . . Terras onde exerci: PORTO | Revinhade (Felgueiras) VISEU | Paradela (Tabuaço) MANGUALDE | Moimenta de Maceira Dão, Cunha Baixa, Mesquitela, Contenças de Baixo, e Gandufe. NELAS | Terras de Senhorim SANTA COMBA DÃO | Cancela e Cagido CARREGAI DO SAL | Alvarelhos, Fiais da Telha, Papízios, Casal Mendo, Carregal do Sal - (Sede, desde 1991).


Celso Gomes :: Professor :: Escola e Cidade a acrescentar neste campo :: celsogome@gmail.com

1969 é um ano determinante na minha vida. Ocorrências fulcrais marcaram o que eu viria a ser como profissional e como homem. O fim do curso, o inicio de uma vida profissional, a emancipação económica e a perda da minha mãe aos 39 anos, desenharam tudo o que eu viria a ser como professor, e como cidadão. Como para todos os jovens da minha idade, pairava sobre nós a nuvem da guerra do ultramar. Eramos os mancebos, a quem “as sortes“ já tinham determinado. Preparar e ir, qualquer das colónias era “um mimo”. Antecipei-me, arrumei as trouxas e eis-me no norte de Moçambique, numa terrinha bem interior e perdida no mato, pronto para passar o conhecimento e a língua portuguesa aos locais. Se procurava novidades aí as tinha – novo clima , novas gentes e novos alunos tão diferentes e tão iguais. Destinaram-me para

viver uma enorme casa, 5 quartos, quintal, jardim mas completamente despida de móveis. Sem defeito mas sem conforto. Nunca esquecerei uma visita ao quintal na zona das bananeiras. A visão daquela cobra enroscada persegue-me a vida inteira e a visita ao quintal ficou por aí… Veio a tropa claro, eu já escolhera Moçambique, uma companhia onde eu e uns poucos destoávamos pela cor. Desse período, ficaram bons momentos mas, não vou falar aqui… 1975. Regresso novamente ao ensino mas com uma nova visão da vida e com vontade de retomar os livros. Escola de manhã, faculdade à tarde, estudo e borga à noite. Aprendi que não precisamos de muitas horas para dormir… 1985. Muda o ciclo. Mudo de estado e de sector de ensino. Agora surge um professor de história para mais 34 anos. Marido, pai, 50 ANOS

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professor, orientador, gestor, tudo num balanço que considero muito positivo e muito profícuo. 2009. Relembro a felicidade do nosso encontro. Foi lindo, foi bom e de mãos dadas vamos continuar até as forças o permitirem. A vida tem coisas boas! . . . . .


Margarida “Soledade” Professora :: Escola e Cidade a acrescentar neste campo :: soledadefermontelos@gmail.com ::

Lá na aldeia, todos me chamavam Soledade. Ainda hoje: - Oh Soledade! Sempre me considerei uma mulher da terra; sabes, aquela terra que te regala, te abre os olhos, te enaltece, te aproxima das pessoas. Vivia numa quinta e era livre. Assim, LIVRE. Aos onze anos, Viseu foi um choque! Via tudo, comia e bebia tudo. Desde sempre, amante dos livros, da poesia, enfim, das artes... Porém, as crianças foram sempre um chamariz. Fui felicíssima na minha profissão. Não fui feliz no amor, mas tive, e tenho, tantos amores!... E o que é o amor? Olho-me, constantemente, com perspectivas diferentes, enervo os meus sins e os meus nãos e o meu coração dita e resume: - Deixa-te de filosofar, a Natureza, as Crianças e a Família são o resumo de ti própria... E os amigos? Ah, os bons estiveram sempre lá...

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Flores Gosto Gosto muito de flores! Atrevo-me, até, a dizer, sem vergonha ou timidez Que elas são os meus amores. Das brancas e pequeninas, singelas, livres ao vento Que moram naquele prado, eu gosto, gosto muito! Da orquídea orgulhosa, também aprecio a vaidade. Afinal o seu orgulho vem da beleza que tem De ser rainha, sua majestade! O lírio, a rosa, a tulipa goivos, gladíolos e camélias Os malmequeres... enfim! São ondas de beleza, que povoam o jardim. E, para mim, porque não? São flechas de alegria que atingem o meu coração... - Olha que ingénua, que piegas! Num mundo cheio de intrigas, quem se lembra de olhar O pequeno miosóti que espreita lá das urtigas? Não ligo... e continuo... Porque gosto, gosto muito de flores! Se o Inverno chega e traz a neve e o frio audaz,

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Lembro, sempre com saudade As grandes jarras de rosas na mesa da minha sala... E, de sentir, o aroma, a poesia, ainda sou capaz Misto de alegria e tristeza... Dura pouco esse momento Porque Para quê ter saudades, se entro noutro jardim, Onde todas as flores são as mais belas, Mais coloridas, rosadas, alegres, vivas, ousadas E enchem o meu coração?!!! As crianças, pois, então? Nelas, nesse espelho sempre franco Me vejo todos os dias e encontro consolação... E, quando o trabalho cessa e me recolho ao lar, A esse pomar maduro, de frutos bons, escolhidos, Olho, o meu coração bate, louco de pura alegria... E vejo, por entre os braços, um braçado de flores LINDAS!!! Que são os meus filhos... Gosto, gosto muito de Flores!

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Nome Apelido Professor :: Escola e Cidade a acrescentar neste campo :: E-mail a acrescentar neste campo ::

ute vel ea consequ aepudae pori inctemporem. Ut odi aut earum quodis ped et lit od que odis que Volut odis essitisimin nem rem am eos es quibus ius sunti optatibus volupta tquiassequi doluptatiat unt autecese sed magnihillaut. Eque non cuptatem erorum hic tem landelenis rerio molorpo rumquae rempos est, estrupt aecullabo. Conseque latem facitem dolorem vel in nameni undus qui offic to comnimo ium ipsuntist audipsa ndaero mil ipiciet, que landebi taepratis velectur? Qui volluptate eictiur? Ommolor erspit quiditatur? Iquia diosam, omniae molectatur atem eario ea dolor aped et, voluptae del id exerum, quodige nihitatempor milia se liquistrum fuga. Itatin nonseni moloremquis audam is doloria verovitatem as aciam fuga. Molupta qui in preniet iunt laccusam faccull orepere nobit

modigenda con corem repelitatem nume sit ut resto quidento eres dolecto omnis repernatibus eaque miliqui berum autem sitae et aut autem fugia derumendi il is il in porem. volecusdae. Aborrov itatian totatur, sequi omnihil iquame recab iliatur sitiistetur audignis est, ut estrum re imus quidernatur aliquunt. Mendiatus eos est assusda ndandem poruptu sanderi dernam, eum vero optam, voloribusam harchil ibusam comnim que ipitem. Et es dolupta tectotatus, sit mo verio ommolum vel intet aut magnat quae nonsectur ad quo ipsunti bustibus moleste sequiam 50 ANOS

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et adit a commolor audaecatem iliqui offic te laboratibus dolutae licaboressus expliquis ari deligni minitaque il idis vel int officius inti rectem ne sam que dolupta tibust moluptus doluptaturis elibusandit eos es solupie ndignihitat arum volut odis essitisimin nem rem am eos es quibus ius sunti optatibus volupta tquiassequi doluptatiat unt autecese sed magnihillaut atur atiatec umquia estorestiae. Volut odis essitisimin nem rem am eos es quibus ius sunti optatibus volupta tquiassequi doluptatiat unt autecese sed magnihillaut. Doluptatibus incti opta ex eaque consequi dolupta qui dolore. Dolestiur se solorep eliatessimil ium fugia cor aut dolupta ssusamus sint que derem faccus. . . . . . .


Nome Apelido :: Professor :: Escola e Cidade a acrescentar neste campo :: E-mail a acrescentar neste campo

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licias est que porio quam et que nus eatumentur seditio erspid modigenda con corem repelitatem nume sit ut resto quidento eres dolecto omnis repernatibus rerum verchil magnati onseque venihil inverferunt volupti onsequam quatquid qui consedias vollam eaque miliqui berum autem sitae et aut autem fugia derumendi il is il in porem. Nem enis et, inverorem. Enimaxi maionsequam, esciis dolo officiae sento tempos des essequam expelle nimolup tatemolendit laut volecusdae. Aborrov itatian totatur, sequi omnihil iquame recab iliatur sitiistetur audignis est, ut estrum re imus quidernatur aliquunt. Mendiatus eos est assusda ndandem poruptu sanderi dernam, eum vero optam, voloribusam harchil ibusam comnim que ipitem. Et es dolupta tectotatus, sit mo verio ommolum vel intet aut magnat quae nonsectur ad quo ipsunti bustibus moleste sequiam et adit a commolor audaecatem 50 ANOS

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iliqui offic te laboratibus dolutae licaboressus expliquis ari deligni minitaque il idis vel int officius inti rectem ne sam que dolupta tibust moluptus doluptaturis elibusandit eos es solupie ndignihitat arum volut odis essitisimin nem rem am eos es quibus ius sunti optatibus volupta tquiassequi doluptatiat unt autecese sed magnihillaut atur atiatec umquia estorestiae doluptatibus incti opta ex eaque consequi dolupta qui dolore. Dolestiur se solorep eliatessimil ium fugia cor aut dolupta ssusamus sint que derem faccus. . . . . . .


pro·fes·sor |ô| (latim professor, -oris) substantivo masculino 1. Aquele que ensina uma arte, uma actividade, uma ciência, uma língua, etc.; aquele que transmite conhecimentos ou ensinamentos a outrem. 2. Pessoa que ensina em escola, universidade ou noutro estabelecimento de ensino. = docente 3. [Figurado] Entendido, perito. adjectivo e substantivo masculino 4. Que ou aquele que professa uma religião ou uma crença. adjectivo 5. Que ensina.

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