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Relatório - 4º bimestre 2º ano A 2013

Profª: Marcela Profª auxiliar: Karina Coordenadora: Lilian Diretor: Silvio


Para finalizar um ano cheio de conquistas, brincadeiras, risadas, estudos e histórias, relembramos com o grupo o percurso vivenciado nesse ano de 2013. Diante de tantas recordações, elegemos as desse último bimestre para contar aos familiares. Cada criança escolheu um assunto de sua preferência para relatar as

atividades desenvolvidas, as descobertas, os desafios e o que foi mais marcante para eles nesse trabalho. Durante o registro ficou explícito o envolvimento de todos nos diferentes estudos e a apropriação no relato das suas aprendizagens e avanços.

Boa leitura! Marcela e Karina


Aprendemos a letra cursiva descobrindo o traçado correto das letras e com o tempo começamos a escrever mais rápido. Fizemos diferentes atividades na apostila e as páginas que mais gostamos foi a da letra h, u e y. Descobrimos que no começo das frases sempre se utiliza letra maiúscula e no meio delas só se usa se for nome de pessoas ou de algum lugar. Também aprendemos sobre as pontuações. Agora conseguimos perceber melhor quando usar o ponto final, o ponto de interrogação, o ponto de exclamação, o travessão e os dois pontos.


Nos contos de animais lemos a história “A rã e a raposa”. Nesse conto a rã trapaceou na corrida que estava competindo com a raposa. Já na história “A festa no céu”, um sapo que nem sabia voar foi numa festa que era no céu. Percebemos a diferença entre os dois tipos de textos que estudamos. Uma notícia mostra informações reais, já nos contos tudo pode ser possível....os animais podem falar e até os objetos podem voar. Descobrimos que a fábula é uma história que no final tem uma moral, ou seja, quando a história ensina uma lição para quem está lendo. Também escolhemos um livro para ler para os menores e praticamos bastante a nossa leitura. Arthur, Lara, Letícia B., Letícia F. e Helena


“Eu gostei de ler para as crianças, porque me senti ensinando uma história nova para elas. Se alguém maior não contasse, elas não iam conhecer.” Martín “Nós gostamos de ler para as crianças dos agrupamentos porque achamos elas muito fofinhas e atentas às histórias que contamos à elas.” João Gilberto e Anna Maria

“Gostei do livro que escolhi para ler para as crianças dos Agrupamentos Branco e Laranja. No começo eles pensavam que era de terror por causa do nome “A casa assombrada”, mas depois que eu comecei a ler acabaram gostando.” João Pedro


No Almanaque pé de planta têm vários tipos de textos que falam sobre as plantas: mandioca, guaraná, milho, café e banana. Descobrimos a origem delas, lemos as piadas, as receitas, as histórias e outras informações. Usamos também livros, vídeos e mapas para saber mais sobre esse tema.

Cada grupo fez um cartaz sobre a planta que estudou e registrou algumas descobertas, como: A mandioca é um arbusto que mede 1 metro e meio de altura. Tanto ela como a banana, não se plantam com sementes e sim com uma parte do caule. O guaraná é uma trepadeira. Com o fruto é possível comer ou beber. Tem bastante no Amazonas, na Bahia e na Venezuela. Caio, Fernanda e Luca


No corredor do Agrupamento Laranja tinham várias plantas que estavam secas e sem espaço para viver. Então decidimos ajudar essas plantas e as replantamos num espaço maior. Como algumas garrafas ficaram vazias, a gente usou a nossa terra com húmus para plantar novas sementes. No dia do estudo de meio ao Parque Ibirapuera, Marcela trouxe dois tipos de plantas carnívoras. Antes achávamos que elas comiam partes da gente, mas ela nos explicou que essas plantas comem pequenos insetos. Os insetos são atraídos pelo cheiro ou pela cor. Etore e João Gilberto


Parque Ibirapuera


Fizemos desenhos de como achávamos que era organizado o mapa do Brasil e descobrimos que alguns alunos acertaram e outros não. Para sabermos como era realmente esse mapa, procuramos em diversos Atlas. Marcamos as páginas que encontramos vários tipos de mapas do Brasil e conversamos sobre elas. Montamos quebra-cabeças depois de olharmos as imagens e descobrimos que o nosso país é dividido por regiões. E cada região têm vários Estados. Até um jogo nos ajudou a descobrir mais sobre esse assunto. Nosso Estado tem o mesmo nome da nossa cidade: São Paulo.

Giulia


Em Matemática nós aprendemos diversas contas como: divisão, multiplicação, adição e subtração. Ao invés de falar várias vezes um número, por exemplo 5+5+5+5, você pode falar 4 vezes o número 5. O nome dessa conta é multiplicação. Também aprendemos triplo e dobro. Exemplo: o triplo de 2 é 6. Divisão é quando temos uma quantidade e precisamos dividir essa quantidade igualmente para cada um. Exemplo: tenho 10 biscoitos e quero repartir para 2 amigos. Então cada um vai receber 5 biscoitos. 10 2 = 5 Martín, Francisco Jordão e Anna Maria


Descobrimos algumas estratégias como: ábaco, algoritmo, contar as centenas, dezenas e unidades, além da decomposição. Muitos dos alunos preferem o algoritmo porque é mais fácil de descobrir o resultado e também foi uma coisa nova para a classe. Também usamos bastante conta de cabeça que é chamada de cálculo mental. Uma estratégia rápida para descobrir um resultado de uma conta é juntar centena com centena, dezena com dezena e unidade com unidade. Para isso precisamos saber as posições de cada número e o valor delas. Giulia, Francisco Sereza e Yannis


Nesse semestre, em H.B., além das histórias e brincadeiras habituais, experimentamos também a construção de alguns brinquedos... Tudo começou com algumas “histórias pra sentir medo!” ou “Histórias de terror! Histórias de terror! (esse era o coro dos meninos pedindo o tema) e “aquela história de uma mulher bem pequenininha que fazia sopinha de ossos!” (Martín).

H.B.

E a sua cidadezinha, bem pequenininha, toda construída com massinha e com direito a campo de futebol!

Experimentamos a construção de brinquedos. “Os paraquedinhas!” (João Pedro), “capu...lenha... ? Como é que é mesmo o nome daquela pipa?” (Caio, tentando se lembrar do nome da capuxeta, a pipa sem varetas), “os estilingues com o pote de munição!” (Arthur).


Das brincadeiras, o pega-pega pagé, foi unanimidade! “Teve também o esconde-esconde tartaruga, é isso?” (Francisco) Por fim, construímos um ano em H.B. de muitas mãos à obra dos brinquedos e brincadeiras. Com direito até a roda de histórias de terror reivindicada e comandada pelos narradores da turma! Os nossos milhos são só um pequeno tesourinho para recordação... Profª Juliana Bueno


Educação Física O trabalho com os jogos de perseguição envolvia poucas regras e todas de fácil entendimento. O principal objetivo deste trabalho foi fazer com que os alunos entendessem o contexto de cada jogo, os desafios exigidos, as estratégias necessárias e qual a finalidade das regras enquanto algo que orienta e organiza a proposta.


Repertório de jogos vivenciados neste bimestre: Pega-pega na linha Terremoto Mico preto Poderosos Curupira Mãe da rua Pega-pega americano Nunca – 2 Disco voador Nunca – 3 Zumbi Tijolinho Rio vermelho Pega-pega Harry Poter Entre outros...

Profº Vanderlei


Música Os alunos curtem as atividades de apreciação de obras gravadas. Não encontrei resistência para ampliar o repertório já bastante conhecido de alguns. Esta turma foi ao concerto didático na Sala São Paulo e voltaram com uma escuta ainda melhor. Como as crianças queriam representar com o corpo, músicas dos compositores que ouvíamos nas aulas (Mozart, Bach, Beethoven, entre outros), combinei algumas etapas para esta escuta, como: ouvir quietinho prestando atenção aos timbres dos instrumentos, tentando identificá-los; dançar pela sala se expressando livremente mas sem falar; construir um objeto lúdico chamado barangandão e o utilizamos de dois em dois, criando movimentos pela sala. Partimos destas audições para a prática vocal e instrumental, as quais envolveram atenção, concentração, noções de pulsação, ritmos, timbres, altura do som, canto em uníssono e cânone. Os alunos foram muito parceiros neste processo de ensaios e construção dos arranjos. Estou muito orgulhosa. Um beijo para todos e bom final de ano. Profª Monica


Artes “A cidade de Leônia refaz a si própria todos os dias: a população acorda todas as manhãs em lençóis frescos, lava-se com sabonetes recém-tirados da embalagem, veste roupões novíssimos, extrai das mais avançadas geladeiras latas ainda intatas, escutando as últimas lengalengas do último modelo de rádio. Nas calçadas, envoltos em límpidos sacos plásticos, os restos da Leônia de ontem aguardam a carroça do lixeiro. Não só tubos retorcidos de pasta de dente, lâmpadas queimadas, jornais, recipientes, materiais de embalagem, mas também aquecedores, enciclopédias, pianos, aparelhos de jantar de porcelana: mais do que pelas coisas que todos os dias são fabricadas vendidas compradas, a opulência de Leônia se mede pelas coisas que todos os dias são jogadas fora para dar lugar às novas. Trecho do livro AS CIDADES INVISÍVEIS Ítalo Calvino


Pensar sobre o uso, o descarte, a reciclagem ...foi desafio para os alunos dos 2º anos durante todo o ano. Recolhemos papeis, reciclamos e reconstruímos outros mais para suportes de trabalhos inspirados nas obras de Beatriz Milhazes, recolhemos sucatas em casa e construímos histórias também ‘’passeamos’’ por Leônia, a cidade invisível do Ítalo Calvino onde o descarte dá o tom para o lugar. Enfim, muitos foram os caminhos para pensarmos sobre o assunto. Ficam agora as experiências vividas e possíveis novas maneiras de pensar o mundo! Profª Eloise


Foi um bimestre cheio de conquistas, histórias, encontros e avanços! Aproveitamos para agradecer a dedicação e a colaboração de todas as famílias! Acreditamos que esta parceria foi fundamental para o nosso trabalho. Boas férias e até o ano que vem! Equipe do 2º ano


Relatório 2ºA