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Andreia Dias vol. 1 (...) avassalador. Se este disco pudesse ser absorvido a ponto de virar referência, o futuro da música do Brasil seria brilhante. Marcus Preto, Revista Rolling Stone (Jan. 2008)

A cantora e compositora Andreia Dias, conhecida por seu trabalho na Banda Glória e na DonaZica, estréia com uma disco impecável, Vol. 1. Em seu primeiro trabalho solo, Andreia apresenta um repertório surpreendente e original. Ela assina todas as canções (duas em parceria com Iara Rennó) e produção ficou a cargo do baterista Guilherme Kastrup. Durante as gravações, Andreia cantou ao lado do guitarrista cearense Fernando Catatau, do baixista Luque Barros, de Marcelo Jeneci nos teclados e do próprio Guilherme Kastrup. O CD ainda teve participações da DonaZica, Osvaldinho da Cuíca, e outros amigos. Vol. 1, foi masterizado nos Estúdios YB por Gustavo Lenza e saiu pelo selo independente Scubidu Records, com distribuição física e digital pela Tratore. Vol. 1tem sido muito bem recebido tanto no Brasil como no exterior. Revistas de destaque como Rolling Stone, VejaSP, Carta Capital e os principais jornais elogiaram a originiladade das composições e a sonoridade única, bastante diversa do que a maioria das cantoras atuais tem mostrado. Uma das canções do CD, Asas, tem feito bsatante sucesso no Garageband.com, onde venceu uma série de prêmios como Track of the Week, Best Female Vocals e Rocking Track na categoria World Music. Além dos prêmios, Andreia foi descrita como “uma máquina melódica”. De fato, suas performances e sua voz fazem de suas músicas uma experiência inesquecível. Banda Glória, DonaZica e sua Trilogia Depois de algum tempo no Rio de Janeiro, a paulistana Andreia Dias resolve voltar para a casa, ela estava desiludida com o cenário musical brasileiro. Nessa volta, Andreia conhece Iara Rennó, com quem logo vê a necessidade de criar um movimento musical coletivo, juntando suas forças criativas sob um nome comum. O resultado foi o Projeto Zigzira, que originou a banda DonaZica, hoje bastante conhecida por suas apresentações marcantes. Com a banda, Andreia teve sua composição Vampiro Tupiniquim premiada no Festival de Música da PUC Em 2003, Andreia é acolhida por Frederico Mazzucheli na Banda Glória, onde interpreta, entre outras, diversas músicas de sua autoria. Na própria Banda Glória Andreia conheceu os músicos que participariam da produção de seu primeiro disco, o Vol. 1 de uma trilogia, que diz-se por aí, já está praticamente toda composta. Guilherme Kastrup e Marcelo Jeneci demonstram grande interesse nas composições de Andreia e assumem a produção do disco. O resultado é uma sonoridade que desponta com a força e originalidade que se espera de uma artista como Andreia.

www.myspace.com/andreiadias www.andreiadias.com.br

www.scubidu.com.br


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DOWNBEAT MAGAZINE - APRIL 2008 BEYOND

Brazilian Edge A yearlong delay because of distribution problems has done nothing to blunt the impact and vibrancy of What’s Happening Pernambuco (Luaka Bop 6808990065; 56:54) ★★★★, the latest in Luaka Bop’s invaluable Brazilian samplers. This one focuses on a region too often left out of national surveys—the vibrant northeast, where a slew of styles and approaches far removed from the bossa nova and samba we usually associate with the country. The early-’90s mangue-beat of Nação Zumbi and Mundo Livre, both of whom mashedup local rhythms like the maracatu and ciranda with rock and hip-hop, are usually fingered as the launch pad of the current scene. Both are represented, although the former provides a track made long after the tragic death of their founding member Chico Science. But there’s so much more. Artists like Tine and Siba gently tweak acoustic folk modes while Cabruera and Eddie plug them in. Mombojo and Wado find new roads for electronic rhythms, and Cidadão Instigado check in from another planet where electro, psychedelia and local rhythms all get along. Ordering info: luakabop.com

A number of musicians from Pernambuco’s capital, Recife, including most of Mombojo, play behind the singer China on his debut album, Simulacro (Candeeiro 0009; 39:03) ★★★. The album finds the onetime leader of Sheik Tosada mastering a sharp balance between local rhythms and the hooky Jovem Guarda rock sounds of Roberto and Erasmo Carlos a la Otto, another great product of the northeast. Ordering info: candeeiro.com.br

On his second solo album, Toda Vez Que Eu Dou Um Passo O Mundo Sai Do Lugar (Ambulante 81051: 45:26) ★★★1/2, former Mestre Ambrosio front man Siba continues to reinvigorate traditional Pernambucan rhythms—coco, ciranda, maracatu—among others with a brassheavy combo that borrows from the rollicking street music called frevo. With lyrics that find profundity in the mundane, the singer manipulates fading traditions to sound thoroughly contemporary. Ordering info: ambulantediscos.com.br

On his eponymous debut album Edu Krieger (Biscoito Fino 817; 49:51 ) ★★★1/2, the Rio singer and songwriter, whose tunes have previously been recorded by Maria Rita and Roberta Sa, demonstrates he can bring plenty of sophistication and nuance to these lovely melodies, delivering a classic

by Peter Margasak Edu Krieger: sophistication and nuance

composite—samba and bossa nova with other regional styles, like the ciranda on the opening cut—kissed by subtle electronic touches. His conversational, even-tempered singing blends perfectly with the rich, harmonically dense arrangements. Ordering info: biscoitofino.com.br

DonaZica vocalist Andreia Dias steps out on her own with Vol. 1 (Scubidu 001; 38:11) ★★★1/2, taking a more unusual spin through MPB verities aided immeasurably by the note-bending guitar of Fernando Catatau (who leads the above-mentioned Cidadão Instigado). The best tracks deliver her pretty, twisting melodies with assuredly subdued, whispery singing over jagged yet spare instrumental arrangements that skim bits of rock, reggae and funk. Only rarely, as on the primal garage stomper “Veia Urbana,” does she give up the sensual sashay of samba. Ordering info: scubidu.com.br

On its self-titled debut Os Ritmistas (Dubas Musica 60251749933: 43:01) ★★★★, this trio, featuring Domenico Lancellotti of Domenico + 2 fame and Dany Roland and Stephane San Juan (deeply flexible musicians from the same multifarious Rio scene), scrambles tropical tradition with heavily rhythmic experiments with so much gusto it’s hard to figure out where the trio’s heart lays. That’s a good thing. Plenty of lovely, hushed bossa novas are warped by electronic beats and extended harmony, while a piece like the pounding “Samba De Pacto” explodes the titular form with batacudaworthy percussion and baritone sax squawking. Every bold adventure leavens the chance taking with an infectious sense of fun and beauty. DB Ordering info: dubas.com.br

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April 2008 DOWNBEAT 67


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ROUT~ D~!:!!:!O


Interview

Par Any Collin

Un vent nouveau dans la musique brésilienne Figure de proue de la nouvelle scène indépendante de São Paulo, Andreia Dias se fait la dernière disciple de l’anthropophagisme. Parallèlement à sa participation au groupe de samba A Banda Gloria, et au groupe Dona Zica, elle boulverse maintenant le paysage musical avec le répertoire de son premier disque solo constitué de chansons de sa composition, mélange de  samba, rock et avant-garde pauliste sur des paroles poétiques mais cinglantes. De passage à Paris pour y donner un concert, elle a accepté de bavarder avec Brazuca. Andreia, comment as-tu débué ta carrière ? J’ai commencé à chanter dans des églises lorsque j’étais enfant. Vers 15 ans, j’ai commencé à écouter du rock, ce qui a provoqué des tensions à la maison. Et à 17 ans, je me suis sauvée de chez moi pour vivre à Ubatuba. C’est là que j’ai commencé à chanter dans de petits bars. A une certaine époque de galère tu as rencontré Seu Jorge... Oui, à 25 ans je suis partie vivre à Rio, c’est là que j’ai rencontré Seu Jorge qui n’était pas encore connu. Je suis alors entrée avec lui dans le groupe Farofa Carioca. Ca n’a pas marché et je suis repartie à São Paulo. Mais j’adore Seu Jorge, nous sommes restés très amis. Plus, tard, j’ai connu Iara Renno, la nièce de la chanteuse Tetê Espindola. J’ai lancé l’idée de monter un groupe de femmes, et on a créé Dona Zica avec Anelys Assumpção, la fille d’Itamar. Nous avons déjà enregistré deux disques qui ont très bien marché. Je me suis tout de suite identifiée avec l’avant-garde pauliste, d’ailleurs mon disque solo est très influencé par d’Itamar. À Rio, on m’appelle l’Itamar en jupons, je trouve ça super. (rires) C’est aussi à cette époque là que tu as rejoint la Banda Glória ? À l’époque, je chantais plutôt du rock, mais mon expérience à Rio m’avait appris beaucoup sur la samba, c’est là que j’ai appris à jouer du pandeiro et de la cuica. J’aime beaucoup jouer avec le groupe Glória, qui laisse d’ailleurs une place à mes compositions. Et puis, c’est ce qui m’a permis de quitter mon job et de me consacrer à la musique, parce qu’avec Banda Glória on gagne un salaire fixe. Peux-tu nous parler de ta carrière solo ? Il ne se passait plus grand chose avec Dona Zica et j’ai eu envie de faire mon propre disque. Alors je me suis mise à composer des chansons. J’ai trouvé des musiciens. On 1 8 • Brazuca • N o v 2 0 0 8

ANDREIA

DIAS Um novo vento na música brasileira  Destaque na cena independente paulista, Andreia Dias virou a nova discípula dos antropofagistas. Paralelamente à sua participação nos grupos Dona Zica e Banda Gloria, ela está chamando a atenção com o seu primeiro disco solo, com músicas que ela mesma compôs. Uma mistura de samba rock e de vanguarda paulista, com letras ao mesmo tempo poéticas e rebeldes. De passagem por Paris, onde tocou, ela topou de bater um papo com Brazuca. Andreia, como você iniciou a carreira? Comecei a cantar ainda criança, nas igrejas. Com 15 anos passei a escutar rock e a cantar o que eu gostava, o que criou problemas em casa. Com 17 anos fugi de casa e fui viver em Ubatuba. Foi lá que comecei me apresentar em barzinhos.   Numa época de dificuldade você conheceu o Seu Jorge.. Sim, com 25 anos fui viver no Rio, foi lá que encontrei Seu Jorge, quando ele ainda não era conhecido. Participei junto com ele do Farofa Carioca. Mas não me sentia pronta, não deu certo e voltei para São Paulo. Mas eu gosto muito dele, ficamos amigos.   Mais tarde, conheci a Iara Renno, a sobrinha da cantora Tetê Espindola. E lancei a idéia de montar uma banda só de mulheres. Ai gente criou a Dona Zica, com Anelys Assumpção,  a filha do Itamar. Já temos discos gravados que deram bastante certo. Eu logo me identifiquei com a vanguarda paulista, inclusive no meu disco solo tem muitas influências do Itamar. No Rio, uma vez me chamaram de Itamar de saias. Achei bem legal (risos). Foi na mesma época que você entrou na Banda Glória? Na época eu cantava mais rock, mas a minha experiência no Rio me ensinou muito sobre o samba. Foi aí que aprendi tocar 1 9 • Brazuca • N o v 2 0 0 8


est rentrés en studio et on a joué en live, sur le mode de l’improvisation. Et puis il y a eu le concert qui tourne depuis deux ans. Maintenant, ce ne sont plus les mêmes musiciens. On a supprimé les claviers qui donnaient un côté vintage, un peu dépassé. En fait, ce disque va être une trilogie dont le deuxième volume est déjà pré-produit. On va commencer à enregistrer en janvier. Il sera enregistré en studio, mais en live, parce que j’aime c’est la complicité et les échanges de regards, c’est ce qui donne de la vie à la musique. C’est toi qui composes toutes tes chansons ? Oui. Pour moi, écrire une chanson c’est comme concocter un bon plat. Il faut savoir choisir les ingrédients, les mélanger, trouver la bonne dose, c’est créer quelque chose pour le partager et donner du plaisir aux autres. En fait, je compose, mais les arrangements viennent surtout du groupe. Moi, j’ai l’idée de la trame instrumentale, mais ce sont les musiciens qui décident. C’est le groupe avec lequel je joue qui apporte toute la force musicale.

pandeiro e cuíca. Eu gosto muito tocar com a banda Glória, que inclusive me deixa cantar as minhas próprias composições. Também isto me deu a oportunidade de largar o meu trabalho e de me dedicar à musica, porque o grupo paga um salário fixo.   Fale um pouco sobre a sua carreira solo Não acontecia muita coisa com a Dona Zica, e me deu vontade de gravar o meu próprio disco. Então compus umas canções e reuni alguns músicos. A gente entrou em estúdio e tocou tudo «ao vivo», meio na improvisação. Depois veio o show, que fazemos há dois anos. Agora mudaram os músicos e a gente tirou os teclados, que davam um ar retrô, um pouco brega. Na verdade, este disco vai fazer parte de uma trilogia. O segundo volume já está pré-produzido, vamos começar a gravá-lo em janeiro. Será feito em estúdio, também «ao vivo», porque o que eu gosto é da simplicidade, da troca de olhares, é isso que dá vida à música.   É você mesmo quem compõe suas músicas? Sim, pra mim, compor é como preparar uma comida gostosa. Tem que escolher os ingredientes, misturar, encontrar a dose certa. E criar algo para dar prazer aos outros é uma troca. De fato, eu componho, mas os arranjos vêm da banda. Eu tenho a idéia da linha dos instrumentos, mas são os músicos que decidem. É a banda que está tocando que traz toda a força musical.     Descubra mais sobre Andreia Dias:  www.myspace.com/andreiadias www.myspace.com/donazica  www.myspace.com/bandagloriasamba

Pour découvrir Andréa Dias vous pouvez entrer dans les sites suivants :   www.myspace.com/andreiadias www.myspace.com/donazica  www.myspace.com/bandagloriasamba

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