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MOR

mANIOC.org

B i b l i o t h è q u e Schoelcher

Conseil général de la Martinique


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RECHERCHES SUR

LES

POISSONS TOXTCOPHORES DES INDES Luerg

à

l'académie

l'institut, et

23 PRU

OCCIDENTALES;

dans

Août ALEX.

Royale ses

des

séances

Sciences 2

6

de Juillet

1819, M O R E A U

D E

J O N N È S ,

Chevalier des Ordres royaux de Saint-Louis et de la Légiond'Honneur, Chef d'escadron au corps royal d'Etat-Major, Correspondant de l'Académie royale des Sciences de l'Institut de France, des Sociétés Philomatique, Philotechnique, Vétéravienne, de la Société médicale d'Emulation, du Cercle médical, des Sociétés royales de Médecine de Bordeaux et de Marseille , de la Société royale et centrale d'Agriculture, des Antiquaires de France , et des Académies royales des Sciences de Stockholm, Turin , Madrid, Dijon, Rouen, Strasbourg, Nancy et Rochefort.

A PARIS, DE

L'IMPRIMERIE

DE

MIGNERET,

RUE DU DRAGON, F. S. G. , N.° 20.

1821. 162130


RECHERCHES SUR

LES POISSONS TOXIGOPHORES DES

INDES

OCCIDENTALES.

CE Mémoire a pour objet : 1.0 D e d é t e r m i n e r zoologiquement les espèces d e poissons et de crustacés des I n d e s

Occidentales,

d o n t les propriétés alimentaires se c h a n g e n t parfois e n qualités é m i n e m m e n t v é n é n e u s e s ; 2.0 D e prévenir a u t a n t q u e possible les e m p o i sonnemens q u e produisent ces espèces, en i n d i q u a n t aux navigateurs et aux troupes les dénominations vulgaires qu'elles p o r t e n t aux A n t i l l e s , et les p r o priétés dangereuses qu'elles p r e n n e n t quelquefois; 3.0 D e d é t e r m i n e r les s y m p t ô m e s pathologiques de ces empoisonnemens , afin q u ' o n puisse en r e connaître la cause et en combattre les effets ; 4.0 D e fixer l'attention des médecins et des voyageurs instruits sur les circonstances de ces empoisonnemens , d o n t l'examen p e u t conduire à r e m placer des remèdes e m p y r i q u e s et incertains par u n t r a i t e m e n t rationnel ;

1


(

2

)

5.0 E t e n f i n , de d é t r u i r e par les épreuves de l'expérience et du raisonnement u n e série d ' o p i nions conjecturales et e r r o n é e s , considérées général e m e n t comme fondées sur des faits irréfragables, quoiqu'elles ne soient que des traditions caraïbes , transmises aux premiers colons par les aborigènes des A n t i l l e s , et propagées jusqu'à ce jour dans les I n d e s Occidentales et m ê m e en E u r o p e .

D e p u i s l'établissement des E u r o p é e n s dans l ' A r chipel des A n t i l l e s , les voyageurs ont m e n t i o n n é souvent un p h é n o m è n e dont les causes sont e n c o r e couvertes d ' o b s c u r i t é , q u o i q u e - p a r ses effets

dan-

gereux il intéresse la santé p u b l i q u e et m ê m e la vie des h o m m e s . P a r m i les poissons q u e la pêche fournit j o u r n e l l e m e n t à la subsistance de la population de ces î l e s , ceux qui t i e n n e n t le p r e m i e r rang par l e u r

gran-

d e u r , leur n o m b r e et la saveur de leur c h a i r , c h a n gent parfois en propriétés vénéneuses leurs p r o p r i é tés alimentaires. I l ne se passe g u è r e d'années q u e plusieurs individus ne soient victimes , au milieu de leurs r e p a s , d u poison caché dans des m ê t s a g r é a b l e s , où rien d e nuisible ne se décèle à la v u e , au g o û t , ni à l'odorat. D a n s u u e seule o c c u r r e n c e , j ' a i vu à la M a r t i nique,

près du

S a i n t - E s p r i t , au mois

d'octobre


( 3 ) 1808, vingt personnes être empoisonnées par u n e C a r a n g u e pêchée la veille dans le canal de SainteL u c i e . C e p e n d a n t le m ê m e parage fournissait journ e l l e m e n t des poissons, et n o t a m m e n t la m ê m e e s p è c e , à l'habitation où cet é v é n e m e n t arriva; et j u s qu'alors cette n o u r r i t u r e n'avait point produit d'évén e m e n s de ce genre. L ' e m p o i s o n n e m e n t d'un c h i e n , qui avait

mangé une partie des entrailles de ce

poisson, n e p e r m e t pas d e douter que q u e l q u e a u t r e cause ait pu produire les effets vénéneux attribués à cet aliment ; et l'inspection des vases culinaires d o n t on s'était servi me prouva qu'on ne pouvait élever à cet égard la plus légère suspicion. D a n s cette occurrence, comme dans toutes celles d o n t j'ai acquis la connoissance par les récits d e témoins oculaires et dignes de foi, les s y m p t ô m e s de l'empoisonnement furent : 1.0 D e s douleurs d'estomac et d'entrailles, d'abord faibles et i n t e r m i t t e n t e s , puis progressivement plus fréquentes , et

finalement

c o n t i n u e s , violentes e t

m ê m e atroces ; 2.0 D e s nausées suivies de vomissemens r é p é t é s ; 3.0 D e s éblouissemens et des vertiges ; 4.0 U n é t a t spasmodique et m ê m e convulsif ; 5.0 Dans la plupart des individus e m p o i s o n n é s , des furoncles et une phlegmasie cutanée , du genre de l'éruption m i l i a i r e , accompagnés d ' u n s e n t i m e n t de douleur b r û l a n t e , et suivie de desquammations de l'épiderme et de dépilation ; 6.0 U n a b a t t e m e n t , ou p l u t ô t

une adyhamie,'

I..


(4 ) qui succède aux épreintes g a s t r i q u e s , et présente la crise

finale

de la maladie comme une sorte de

coma ; 7.0 E t enfin la m o r t , ou u n rétablissement g r a datif, lent cl souvent accompagné de douleurs p a r tielles et persistantes, de m o u v e m e n s a u t o m a t i q u e s , de t r e m b l e m e n t , et m ê m e , d i t - o n , d'hémiplégie et de paraplégie. Ces s y m p t ô m e s me p a r u r e n t v a r i e r , dans le cas p r é c i t é , selon la constitution des individus et la q u a n t i t é de l'aliment vénéneux qu'ils avaient pris. D ' a p r è s les renseignemens q u e je recueillis, quelq u e s h e u r e s s e u l e m e n t après cet é v é n e m e n t , je né puis douter q u e le poison n e fût r é p a n d u égalem e n t , ou du moins sans a u c u n e modification a p préciable par ses effets, dans toutes les parties du corps du poisson. La t ê t e , le dos et q u e l q u e s restes q u e se p a r t a g è r e n t

les d o m e s t i q u e s , e u r e n t

les

m ê m e s effets , sur e u x , q u e la chair du dos et du v e n t r e , qui fut mangée par les m a î t r e s , et q u e les entrailles , qui furent dévorées par un chien. E n 1 8 0 3 , au mois d ' a o û t , il y e u t , au Céron de la M a r t i n i q u e , un e m p o i s o n n e m e n t , dont toutes les circonstances furent absolument semblables; mais soit q u e , dans ce d e r n i e r cas

les propriétés v é n é -

neuses fussent plus é n e r g i q u e s , ou bien q u e la chair du poisson, q u i en était i n f e c t é , a y a n t été partagée e n t r e u n moins grand nombre d ' i n d i v i d u s , la q u a n tité en fut plus considérable , deux personnes suc-


( 5 ) combèrent à ses effets; l ' u n e i m m é d i a t e m e n t , et l'autre après deux mois de souffrances. D a n s le p r e m i e r c a s , il ne m o u r u t aucun des i n dividus qui furent soumis à

l'action du poison ;

quelques-uns m ê m e cessèrent e n t i è r e m e n t d'en r e s sentir les effets après u n e crise de q u a r a n t e - b u i t h e u r e s ; mais il y en eut plusieurs q u i , trois mois après, éprouvaient encore des épreintes locales, vives et p o i g n a n t e s , dont les

intermittences

laissaient

toutefois espérer alors u n e prochaine guérison. Ces d e u x empoisonnemens furent causés par des poissons a p p a r t e n a n t à des espèces et m ê m e à des ordres différens. L ' u n était une C a r a n g u e , et l ' a u t r e un Poisson a r m é . Le p r e m i e r fait partie de la t r i b u des Scombres et de

la n o m b r e u s e

division

des

A c a n t h o p t é r y g i e n s ; et le second est compris dans la famille des G y m n o d o n t e s et dans l'ordre des P l e c lognathes. I l est r e m a r q u a b l e q u e ces deux espèces sont p l a cées dans l'ordre n a t u r e l , p r e s q u e aux d e u x e x t r é mités de la chaîne q u e forme la g r a n d e classe des poissons, et qu'il n ' y a e n t r e eux aucun rapport d'organisation, d'où l'on puisse d é d u i r e aucune identité d ' h a b i t u d e s et de p r o p r i é t é s . J ' a i été conduit à des résultats analogues p a r les faits q u e j'ai recueillis aux Antilles , en consultant des témoins oculaires ; et l'on p e u t juger par la n o m e n c l a t u r e , q u e j'ai dressée des différentes espèces de poissons toxicophores des I n d e s O c c i d e n tales , q u ' i l est sans vraisemblance q u ' u n e cause


( 6 ) c o m m u n e , résultant à q u e l q u e égard q u e ce soit de leur organisation, puisse p r o d u i r e les m ê m e s effets dans des espèces si différentes. Les poissons de la m e r des A n t i l l e s , qui d e v i e n nent fréquemmeut

toxicophores, sont les espèces

suivantes : Parmi

les Plegtognathes

de Cuvier :

L e Poisson armé. — Diodon La L u n e . — Tetrodon La Vieille. — Balistes

vetula.

La p e t i t e Vieille. — B. Parmi

orbicularis.

mola. Monoceros.

les Malacoplérigiens

L e Tassart. — Clupea

abdominaux

thrissa.

L a g r a n d e O r p h i e . — Esox L a p e t i t e Orphie. — E. Parmi

brasiliensis. marginata.

les Malacoplérigiens

L e congre. — Murœna Parmi

apodes

L e P e r r o q u e t . — Sparus

;

psittacus.

erythrinus.

La B é c u n e . — S p h y r œ n a Le Thon.—Scomber L a Carangue. — S.

:

conger.

les Acanthoplérigiens

L e Capitaine. — S.

:

becuna. thynnus.

carangus.

A ces espèces de poissons, il faut joindre les d e u x espèces de crustacés décapodes ci-après : L e Tourlouroux. — Cancer L e Soldat. — C.

ruricola.

bernhardus.

L.


( 7 ) Les propriétés malfaisantes de la p l u p a r t de ces animaux ont été mentionnées depuis trois siècles par différens auteurs ; mais les dénominations vulgaires et locales employées pour désigner ces espèces p e r m e t t e n t difficilement de les reconnaître. Oviédo signale comme dangereuses les crabes des grandes A n t i l l e s , q u i mangeaient des pommes d e Mancenilier (I) , hippomane

mancanilla,

L.

Il

r e m a r q u e q u e les colons n e se nourrissaient point de celles qu'ils trouvaient près de ces a r b r e s , q u o i q u e la plus grande partie fussent b o n n e s et ne fissent point de mal aux h o m m e s . Cap. 6 1 , p a g . 6 3 . D u t e r t r e signale comme v é n é n e u x le tourlouroux, le s o l d a t , la b é c u n e , l'orphie et deux espèces d e poissons i n n o m m é s . T . 2 , p . 2 o 5 , 2 1 9 , 3 3 6 , 3 3 8 . L a b a t i n d i q u e pareillement les c r a b e s , la vieille et le tassart. T . 2 , p . 1 7 9 ; t. 6 , p . 475, 48o. Laè't parle d u congre. P . 3 3 . B a r r è r e et Chanvalon m e n t i o n n e n t le tétrodon d e la G u y a n e et de la M a r t i n i q u e comme toxicophore. P . 107 et 1 7 6 . F e r m i n assure la m ê m e chose de celui pêché à S u r i n a m , et des bécunes prises dans les eaux de la G u y a n e hollandaise. T . 2 , p . 2 5 4 . Sloane i n d i q u e les

effets nuisibles d u poisson

armé , de la l u n e , de la b é c u n e , de l'ostracion triangulaire et d ' u n e espèce de raie. T . 2 , p . 2 7 9 et suiv. H u g h e s raconte ; d a n s l'histoire n a t u r e l l e de la (1) Balaoboucourou

des Caraïbes.


( 8 ) B a r b a d e , q u e la grande crabe blanche de cette île est fort d a n g e r e u s e , q u a n d elle a mangé des fruits de mancenilier. Desportes et Moreau de S a i n t - M é r y citent des empoisonnemens causés à S a i n t - D o m i n g u e par le c a y e u x , espèce de sardine , dont la vente était d é fendue dans cette colonie depuis le mois de mai jusqu'à celui d'octobre. L e d e r n i e r de ces a u t e u r s r a p p o r t e qu'au mois de f é v r i e r , il éprouva les effets vénéneux d e ce poisson, ce q u i suffit pour établir contradictoirement à l'ordonnance de police , r e n d u e au Cap le 12 juin 1 7 7 8 , qu'il n ' y a point de fondem e n t à croire q u e ces effets r é s u l t e n t de l'influence d ' u n e certaine saison de l'année. E n f i n , le P è r e R a y m o n d B r e t o n ,

missionnaire

contemporain des premiers établissemens des A n t i l l e s , nous a p p r e n d q u e les C a r a ï b e s , indigènes de ces î l e s , connaissaient plusieurs espèces de poissons toxicophores, p a r m i lesquelles il y en avait u n e q u i contractait ses propriétés nuisibles en m a n g e a n t les drupes du mancenilier, tandis q u e celles des autres espèces, au nombre de q u a t r e , étaient

attribuées

p a r ces insulaires aux p h y s a l i d e s , dont ces poissons faisaient quelquefois

leur n o u r r i r u r e .

( V,

Dict.

Caraïbe ). C'est de cette tradition américaine q u e provient l'opinion r é p a n d u e aujourd'hui dans toutes les I n d e s occidentales, sur les causes qui r e n d e n t vénéneuse la chair des poissons et des crustacés, dont on tire ordinairement des alimens sains et agréables.


( 9 ) Selon cette opinion , q u ' o n t adoptée et propagée les voyageurs q u e je viens de c i t e r , les causes de ce p h é n o m è n e sont : 1.0 L e s mollusques errans et les z o o p h y t e s , d o n t on croit q u e

ces animaux se

nourrissent

quel-

quefois ; 2.0 Les b a n d e s d'oxyde de c u i v r e , qui t r a v e r s e n t , d i t - o n , les fonds de mer habités ou fréquentés par les poissons des Antilles ; 3.0 Les fruits du mancenilier, arbre de la famille des E u p h o r b i a c é e s , dont toutes les parties c o n t i e n nent un

suc lactescent , corrosif et

éminemment

vénéneux. O n suppose q u e ces drupes , qui sont entraînées par les eaux de la m e r , servent d'aliment aux poissons et aux c r u s t a c é s , et qu'ils pommuniq u e n t à ces animaux leurs propriétés nuisibles et violentes. J ' a i soumis à l'expérience et au r a i s o n n e m e n t chacune des causes auxquelles sont attribués les e m p o i sonnemens occasionnés par l'aliment q u e fournissent les crustacés

et

les poissons pelágiens des I n d e s

occidentales : voici les résul(ats»que m'a donnés cet examen.

I.re SECTION. E n a t t r i b u a n t aux mollusques les propriétés d é l é t è r e s , q u e contractent dans q u e l q u e s circonstances les poissons et les crustacés des I n d e s occidentales, on suppose nécessairement :


(10) 1.0 Qu'il existe des mollusques dans tous les lieux où les poissons deviennent vénéneux ; 2.0 Q u e ces mollusques leur servent d'alimens ; 3.0 Qu'ils sont doués de propriétés malfaisantes-, 4.0 Q u e ces propriétés se t r a n s m e t t e n t aux poissons , qui se nourrissent de ces animaux. R i e n n'établit la vérité de ces faits, qui cependant sont les conditions nécessaires pour a d m e t t r e avec fondement q u e les mollusques sont la cause des p r o priétés malfaisantes des poissons toxicophores. O n p r e n d assez f r é q u e m m e n t

des carangues et

des tassarts vénéneux le long des côtes basaltiques des S a i n t e s , où il n'existe point de polypes coralig è n e s , tandis q u ' a u t o u r des î l e s , q u i , comme A n t i g u e et M a r i e - G a l a n t e , sont environnées d e toutes parts de rochers et de récifs élevés par les z o o p h y t e s , la pêche n e d o n n e pas plus souvent qu'ailleurs des produits malfaisans. O n conjecture q u e les poissons qui d e v i e n n e n t v é n é n e u x se nourrissent de polypes

coraligènes,

parce qu'on a r e m a r q u é q u e les espèces qu'on trouve sur les bancs de ces zoophytes contractent une o d e u r et un goût particuliers ; m a i s , s'ils devenaient toxicopbores par cette cause , ils le seraient constamm e n t , puisqu'elle est p e r m a n e n t e ; et il est notoire qu'on m a n g e p r e s q u e toujours, sans d a n g e r , les poissons qui ont pris ce goût de corail,

et dont la

chair est seulement moins a g r é a b l e , sans pourtant ê t r e moins saine. D e s faits analogues p r o u v e n t , au s u r p l u s , q u e la saveur q u e contracte dans cette cir-


( 11 ) constance la chair des poissons, p e u t résulter de leur seul séjour parmi les coraux , et être étrangère à l e u r nourriture. Les espèces q u i h a b i t e n t les fonds vaseux en p r e n n e n t l'odeur, et l'on sait q u e l'alose , pêchée en m e r , n'a pas le m ê m e goût q u e celle prise dans les fleuves. Ces considérations, toutes puissantes qu'elles sont, é t a n t moins concluantes q u e des expériences directes, j'eus recours à ce m o y e n pour vérifier les fondemens de l'opinion c o m m u n e . L ' e x a m e n de l'estomac et des intestins d'un grand n o m b r e de gymnodontes des genres diodons et t é t r o d o n s , qui passent pour ê t r e les plus f r é q u e m m e n t v é n é n e u x , n e m'a jamais fait découvrir d'autres a l i m e n s q u e des fucus et des débris de crustacés. J ' a i conservé l o n g - t e m p s , dans u n bassin d'eau de m e r , des l u n e s , des assiètes , des vieilles et des tassarts ( 1 ) ; et malgré la diète à laquelle ces poissons étaient soumis, je ne les ai jamais vus chercher leur n o u r r i t u r e parmi les polypes et les r a d i a i r e s , dont l'une des parties de ce bassin était garnie. Enfin, voulant résoudre la question de l'existence des propriétés malfaisantes de ces mollusques et de la transmission de ces p r o p r i é t é s , aux a n i m a u x qui s'en nourrissent, j'ai masqué par u n e pâte f a r i n e u s e , q u e les poissons dévoraient avec avidité , des

lam-

beaux de polypes et de radiaires choisis p a r m i ceux (1) Tetrodon mola. — T. oblongus. B. monoceros. Clupca thrissa.

Batistes

vetula.


(

12

)

qui habitent les fonds de mer réputés dangereux, et appartenant aux genres tulipaire , millepores, méandrine, corail, gorgone, coralline, actinie et plusieurs autres indéterminés (1). Ces alimens n'ont produit aucune altération physiologique dans les poissons; ils n'ont point fait naître ou développé de propriétés vénéneuses; et ni les animaux, ni les h o m m e s , qui ont mangé les poissons soumis à ces expériences, n'ont rien éprouvé,par cette nourriture , qui manifestât qu'elle leur fût nuisible. J'ai tenté deux fois de répéter ces épreuves avec le physalis

pelágica

de Lamarck, espèce de ra-

diaire mollasse, connue vulgairement sous le nom de galère

ou de frégate

( 2 ) , et dont on sait que le

corps membraneux contient une liqueur âcre et caustique; je n'ai pu réussir à en faire manger des lambeaux aux poissons que j'observais. Cependant, c'est un fait reconnu , dans les Indes Occidentales, que ce mollusque est souvent la proie des sèches caraïbes, qui servent elles-mêmes fréquemment de nourriture aux nègres sans jamais produire d'effets vénéneux (3). O r , on sait, par les grands travaux (1) Liriozoa caribœa , Lam. Millepora potymorpha, L. Meandrina pectinata. Gorgonia pinnata. Actinia anemone. Ellis. (2) Le Balaolechou des Caraïbes. (3) Il y a aux Antilles deux espèces de sèches : l'une appartient au genre calmar, ou Loligo de Lamark; et l'autre, au genre Poulpe du même naturaliste ; ce sont le vélehucra et l'alouyali des Caraïbes.


(

13)

anatomiques de M . Cuvier, q u e , de tous les mollusq u e s , ceux de ce genre s o n t , par leur organisation , les plus rapprochés de la classe des poissons; ce qui p e r m e t de croire q u e ceux-ci ne d e v i e n n e n t pas plus vénéneux q u e les animaux du genre sepia,

lorsqu'ils

se nourrissent avec la physalide pélagique. Si l'on ajoute foi à l'assertion de quelques m a r i n s , les méduses brûlantes p e u v e n t servir d'alimens, n o n pas s e u l e m e n t , comme je viens de le dire, à d'autres m o l l u s q u e s , mais encore aux h o m m e s , q u i , dans plusieurs occasions, les ont appropriées par la cuisson à leur n o u r r i t u r e , et n ' e n ont éprouvé a u c u n inconvénient. Ce f a i t , dont l'exactitude ne paraît pas d o u t e u s e , p r o u v e q u e

ces a n i m a u x ,

malgré

l'effet de leur contact, n ' e x e r c e n t point d'action d é létère lorsqu'ils sont réduits en alimens. D e s r é s u l tats analogues sont d o n n é s , dans le r è g n e v é g é t a l , par u n e p l a n t e de la famille des légumineuses : les poils q u i couvrent les gousses d u dolichos

urens

des A n t i l l e s , et q u i p r o d u i s e n t , comme les méduses, « n e douleur cuisante v r a i m e n t a t r o c e , sont i m p u n é m e n t introduits d a n s les voies digestives, et ne causent aucun des accidens d a n g e r e u x q u e fait a u gurer leur seul toucher (2).

(1) A la Martinique et à la Guadeloupe, on emploie souvent ce moyen clans les affections vermineuses des enfans, et il parait agir réellement comme anthelmintique ; on met infuser dans une bouteille de vézou, où jus de cannes à sucre, une douzaine de gousses du doli-


( 14 ) L'opinion , qui a t t r i b u e aux physalides l e ; effets vénéneux des poissons toxicophores, ne paraît donc pas plus fondée q u e celle qui en accuse les polypes et quelques autres espèces de

mollusques, dont

l'expérience m'a prouvé l'innocuité. Si ces a n i m a u x étaient doués de propriétés malfaisantes, on se d e manderait encore c o m m e n t ces propriétés p e u v e n t se t r a n s m e t t r e aux poissons qui s'en nourrissent ; m a i s , puisqu'ils n'ont rien de n u i s i b l e , il est é v i d e n t qu'ils ne p e u v e n t être l'origine d u principe v é n é n e u x , qui change parfois u n aliment n u t r i t i f e t agréable en u n poison violent.

II.e SECTION. Malgré la fréquence des accidens causés par les poissons toxicopbores des I n d e s Occidentales , les faits ont présenté si p e u de circonstances propres à a p p u y e r l'assertion q u e les mollusques en étaient les causes o r i g i n e l l e s , q u ' u n e autre opinion

non

moins conjecturale s'est r é p a n d u e et s'est accréditée. C'est celle qui a t t r i b u e les propriétés délétères des poissons à leur séjour dans les fonds de mer t r a v e r sés par des filons d e m i n e de cuivre. L'influence

chos urens, et par un mouvement fort et prolongé , on charge la liqueur des poils dont ces gousses sont hérissées; pour administrer ce singulier remède, on ne prend d'autre soin que de donner immédiatement après, un peu de farine de manioc.


de cette cause

(15)

été affirmée et soutenue par

plu-

sieurs voyageurs , et m ê m e par des médecins. Si cette influence avait lieu r é e l l e m e n t , il n ' y aurait pas de poissons toxicophores dans les parages qui n'offrent aucun indice métallique ; e t , au c o n t r a i r e , tous les poissons qui h a b i t e n t les fonds, qu'on p r é t e n d être traversés par des filons de c u i v r e , seraient c o n s t a m m e n t v é n é n e u x ; o r , on n'observe ni l ' u n ni l'autre cas dans les I n d e s Occidentales. Les espèces sédentaires q u i sont fixées le long des r i vages b a s a l t i q u e s , où l'on ne découvre pas la plus l é g è r e a p p a r e n c e d'autres m é t a u x q u e le f e r , d e v i e n n e n t assez souvent v é n é n e u s e s , tandis q u e l a pèch e fournit h a b i t u e l l e m e n t à la n o u r r i t u r e des habitans d ' A n l i g u e et d u cul-de-sac R o b e r t de l a M a r t i n i q u e , q u o i q u e des oxydes de cuivre e x i s t e n t , dit-on , au p i e d d e leurs côtes. U n e foule d'autres objections s'élèvent pour se joindre à celles-ci d a n s l'examen de cette question. Si les m é t a u x , q u i ont une action pernicieuse sur l'économie a n i m a l e , p e u v e n t t r a n s m e t t r e leurs p r o priétés délétères à l'eau, dont leurs filons sont b a i gnés , et si ces eaux p e u v e n t les c o m m u n i q u e r a u x poissons , comment ces a n i m a u x n e d e v i e n n e n t - i l s pas vénéneux dans cette m u l t i t u d e d'endroits où les l a c s , les fleuves e t les parages de l'Océan

qu'ils

habitent , sont traversés par des mines de c u i v r e , de p l o m b , d ' a n t i m o i n e , de m e r c u r e et d'arsenic? Si cette transmission pouvait s e u l e m e n t n'avoir lieu q u e pour le cuivre et par l'intermédiaire des eaux


( 16 ) de la m e r , ne serait-ce donc qu'aux Antilles qu'on observerait ce p h é n o m è n e ? N e serait-il pas offert continuellement sur les côtes du Cornouailles et sur celles de l'île d'Anglesey ? E t si l'on suppose q u ' u n e h a u t e t e m p é r a t u r e est u n e condition nécessaire, les eaux de la P r o p o n t i d e ne seraient-elles pas habitées p a r des poissons v é n é n e u x , puisqu'elles b a i g n e n t les îles Cyanées qui doivent au cuivre oxydé de leurs rivages le nom q u e leur imposa l'antiquité ? Mais comment croire à cette dissolution m é t a l l i q u e , o p é rée p e r p é t u e l l e m e n t dans des eaux libres et sans cesse agitées p a r les mouvemens t u m u l t u e u x

de

l ' O c é a n ? S i , par l ' h y p o t h è s e la plus i m p r o b a b l e , on a d m e t q u e c e t t e dissolution ait l i e u , n'est-il pas évident q u e ses effets pernicieux doivent agir i m m é d i a t e m e n t sur les poissons q u i y sont p l o n g é s , et qu'ils ne p e u v e n t être à-la-fois inoffensifs pour e u x , et délétères pour les h o m m e s qui se nourrissent do leur c h a i r , puisqu'il n ' e n est pas des poisons m i n é raux comme de ceux d u r è g n e v é g é t a l , dont souvent l'action est bornée à certaines espèces d'animaux , et ne s'étend point indistinctement sur toutes. D ' a p r è s ces c o n s i d é r a t i o n s , l'expérience semblait ne devoir rien m ' a p p r e n d r e ; cependant elle m e donna u n résultat i n a t t e n d u et décisif. A y a n t réuni u n assez grand n o m b r e de pierres vertes, apparten a n t aux fonds de mer signalés à A n t i g u e et à la Ma: U n i q u e , comme ceux d'où proviennent les poissons les plus dangereux , je les tins dans u n bassin d'eau de m e r , où se trouvaient les espèces de ces


(17

)

a n i m a u x , qui deviennent vénéneuses le plus fréq u e m m e n t ; un séjour de trois semaines ne fit naître a u c u n e altération dans les propriétés alimentaires de la chair de ces poissons; et ni la l e n t e u r du r e nouvellement partiel de l'eau , ni la proximité continuelle des matières qui devaient

lui c o m m u n i -

q u e r leurs qualités malfaisantes , ne fit de ces poissons une n o u r r i t u r e nuisible aux animaux et aux hommes. Ce résultat m e conduisit à une observation q u i m e surprit davantage. L'examen des spécimens l y thologiques a p p a r t e n a n t aux couches s o u m a r i n e s , d o n t on suppose l'influence si g r a n d e , m e convainq u i t q u e , quoiqu'il y ait réellement en q u e l q u e s endroits des malachites compactes et soyeuses , u n e partie ou p e u t - ê t r e la plupart des p r é t e n d u s

filons

d e mines de cuivre, ne contiennent pas un a t o m e d e ce métal. Ce sont des jaspes v e r d s , disposés en couches e n t r e des laves b a s a l t i q u e s , et devant u n i q u e m e n t au fer la couleur , qui les fait p r e n d r e c o m m u n é m e n t pour des oxydes de c u i v r e ; e r r e u r qui a, sinon fait n a î t r e , du moins é t e n d u l'opinion adoptée par beaucoup de p e r s o n n e s , dans les I n d e s O c c i d e n tales , sur l'origine des poissons toxicophores. I l n'est pas hors de vraisemblance q u e c e t t e opinion provient d ' u n e apparence t r o m p e u s e , comme celle q u e présentent Ces jaspes; celte m ê m e couleur v e r t e , qui fait p r e n d r e ces pierres pour des oxydes de cuivre , se t r o u v a n t , par un p h é n o m è n e

singu-

lier , être celle des os de l'orphie et de plusieurs

2


( 18 ) autres poissons de la m e r C a r a ï b e , l'idée des propriétés métalliques d u cuivre s'est offerte pour exp l i q u e r les propriétés délétères de ces a n i m a u x ; e t , malgré l'évidence , on n'a pas m a n q u é

d'établir,

pour a p p u y e r cette explication, une exacte parité e n t r e leurs effets vénéneux. Pour réfuter l'opinion qui a t t r i b u e au cuivre l'origine des poissons toxicophores, p e u t - ê t r e suffirait-il d ' u n fait, dont le souvenir a été gravé dans ma mémoire par la plus cruelle de toutes les adversités m i litaires. O n sait q u e les mollusques testacés s'attac h e n t à la carène des vaisseaux q u i

demeurent

l o n g - t e m p s dans les p o r t s , et q u ' u n e

multitude

d'univalves se fixent sur le cuivre q u i double les n a v i r e s , et dont la surface est fortement

oxydée.

D a n s ce c a s , ces animaux sont dans u n contact i m m é d i a t et prolongé avec la substance dont on p r é t e n d qu'ailleurs la seule solution dans des eaux , renouvelées sans cesse , t r a n s m e t des propriétés émin e m m e n t nuisibles aux poissons qui y sont plongés. C e p e n d a n t les soldats français , prisonniers de guerre en A n g l e t e r r e , à bord des pontons , trouvaient souvent dans ces coquillages u n m o y e n de soutenir leur malheureuse existence , et je n'ai jamais appris q u e cet aliment ait mis u n t e r m e aux souffrances d'aucun d ' e u x , ni q u e ses effets aient d i m i n u é , par u n p r o m p t trépas , le n o m b r e de nos soldats v o u é s , dans ces affreuses prisons , à u n e mort l e n t e et doulonreuse. O n ne p e u t imaginer pourtant a u c u n e circonstance


(

19)

plus susceptible d e d é t e r m i n e r complètement u n e absorption ou u n e imprégnation délétère ; e t , si elle n'a pas eu lieu dans ce cas, on en doit induire q u ' o n ne p e u t a t t r i b u e r à des filons d ' o x y d e de cuivre les propriétés malfaisantes des poissons de la m e r des Antilles. III.ME SECTION. E n f i n , depuis la colonisation des I n d e s

Occiden-

tales j u s q u ' à nos jours , u n e opinion c o m m u n e attrib u e les effets nuisibles des poissons et des tacés , à l'aliment v é n é n e u x q u e leur les fruits du m a n c e n i l i e r , hippomane

crusta-

fournissent mancenilla

,

L. ( 1 ) . C e t t e opinion se fonde sur les circonstances suivantes : on sait que p a r m i les nombreuses

eu-

phorbiacées qui croissent s p o n t a n é m e n t aux

An-

t i l l e s , il n ' e n est point d o n t les propriétés

malfai-

faisantes soient plus redoutables q u e celles de cet a r b r e ; le suc lactescent q u i se trouve sous son écorce et dans le p a r e n c h y m e de ses feuilles et de ses f r u i t s , e n f l a m m e , corrode et d é t r u i t l'épiderme en q u e l ques instans , p a r son seul contact. O u t r e cet effet, (1) Selon Labat (t. I I , p. 1 7 9 ) , ce ne sont pas seulement les fruits du mancenilier qui rendent vénéneuses les crabes des Antilles ; les feuilles de la Sensitive , mimosapúdica, L . , produisent encore le. môme effet; et il faut, suivant ce voyageur, s'abstenir de manger ceux de ces animaux qu'on trouve sous ces plantes. Cette assertion étant maintenant oubliée , je me dispense d'en prouver l'absurdité.

2.


(20) j'ai éprouvé moi-même qu'une sorte de cautérisation semblable a l i e u , lorsque, sans aucune effusion du suc lactescent, on touche aux rameaux ou au feuillage du mancenilier, et qu'on porte ensuite la main sur les parties du corps qui ne sont point défendues, comme elles, par l'habitude de toute espèce

d'im-

pression. Les Caraïbes se servaient de ce poison violent pour rendre plus dangereuses les blessures que

fai-

saient leurs flèches; et nous apprenons par le témoignage de B i e t , G a g e et Dutertre ( 1 ) , que ces blessures devenaient rapidement gangréneuses, qu'elles produisaient une enflure générale du corps , et que lorsqu'elles n'intéressaient point les parties les plus essentielles à la v i e , ce n'était ordinairement que du sixième au septième jour que la mort s u r v e nait ( 2 ) . ( 1 ) Biet, p. 368. — Thomas Gage, t. I , p. 45. — Dutertre, I , p. 6. (2) Oviedo, Hist. dell' Indie Occ., cap. 9 , 5 2 , 78. Cet historien , qui vécut aux Antilles peu d'années après leur découverte, rapporte que les Caraïbes tiraient de certaines pommes odorantes, le poison dont ils armaient leurs flèches, et qu'ils y mêlaient celui que leur donnaient de très-grandes fourmis. Les hommes blessés avec ces flèches étaient consumés peu-à-peu, et ils mouraient comme enragés, et en mordant la terre. Il n'en survivait pas quatre sur cent. On prétendait alors qu'il était utile de laver les plaies avec de l'eau de mer, et c'est encore aujourd'hui le remède auquel on a recours


( 21

)

Ces circonstances n'offrent

aucun rapport avec

celles de l'empoisonnement causé par la p r é t e n d u e transmission des propriétés vénéneuses du

mance-

n i l i e r , aux poissons q u i se nourrissent, d i t - o n , de ses fruits. Il est vrai q u e ces propriétés doivent se modifier par l'action des divers systèmes d ' o r g a n e s , qui dans ces espèces animales , concourent à la n u trition; m a i s , comment ces propriétés

demeurent-

elles si é m i n e m m e n t v é n é n e u s e s , malgré les c h a n gemens qu'elles é p r o u v e n t ? E t comment p e u v e n t elles exister encore après l'assimilation? U n e foule de faits d é m e n t e n t ce résultat. Les voyageurs n'ont jamais dit q u e le lait des chameaux d ' A f r i q u e , q u i sert d'aliment aux

c a r a v a n e s , contractât les p r o -

priétés délétères des E u p h o r b e s , dont se nourrissent ces animaux. D a n s nos c o n t r é e s , on n'a pas m ê m e soupçonné q u e la chair d u chevreau ait pu jamais produire les effets de la ciguë et des t i t h y m a l e s v é n é n e u s e s , q u i sont au n o m b r e des plantes q u e m a n g e ce q u a d r u p è d e . E n f i n , je puis é t a b l i r , par u n fait d i r e c t , q u e dans le cas m ê m e du mancenil i e r , l'assimilation détruit les propriétés vénéneuses. Sur presque tous les épis q u e forment les fleurs mâles d e cet a r b r e , et dans le faisceau de feuilles r a p p r o chées q u i environnent les fleurs femelles et semble l e u r tenir lieu de corolle, j'ai trouvé des chenilles rases, v e r t e s , longues de deux ligues, continuellepour arrêter les cruels effets du suc lactescent du m a n cenilier.


( 22 ) m e n t occupées à ronger ces fleurs, ou à les environner de leurs toiles. Ces insectes n'ont évidemm e n t d'autre n o u r r i t u r e q u e celle qui leur est fournie p a r l'un des plus puissans de tous les poisons v é g é t a u x ; et l'on p e u t croire q u e le système de leurs organes n u t r i t i f s , moins compliqué q u e dans les animaux plus parfaits , doit m a n q u e r de la p u i s sance nécessaire pour changer e n t i è r e m e n t la n a t u r e d e cet aliment , e t d é t r u i r e le principe

vénéneux

q u ' i l renferme , par le seul effet de la force assimilatrice. C e p e n d a n t , il n'en est point ainsi. D e s grimp e r e a u x , de l'espèce nommée vulgairement S u c r i e r , certhia

flaveola,

L . , ont été n o u r r i s , p e n d a n t p l u -

sieurs jours , avec ces chenilles , qui s o n t , pour ainsi d i r e , formées de toutes pièces du m a n c e n i l i e r , et r i e n n'a manifesté qu'ils en éprouvassent q u e l q u e s effets nuisibles. I l n ' y a aucun motif de supposer q u ' u n e élaboration aussi parfaite et u n c h a n g e m e n t aussi complet ne s'opèrent pas dans les poissons, q u i jouissent d ' u n e organisation dont la perfection est bien plus grande q u e celle des insectes l é p i doptères. M a i s , est-il vrai q u e les fruits d u mancenilier servent d'alimens à quelques espèces de poissons et de crustacés ? A u c u n e p r e u v e n ' a p p u i e cette assert i o n , et il existe u n e m u l t i t à d e de faits qui lui sont contraires. S i , comme on l ' i m a g i n e , les d i o d o n s , les t é t r o dons , les clapés , les ésoces , les spares , les scombres et sur-tout la s p h y r è n e de l ' A t l a n t i q u e équatoriale ,


( 23) se nourrissaient de ces drupes v é n é n e u x , il est ind u b i t a b l e q u e l'on trouverait c o m m u n é m e n t dans leurs intestins les nucules de ce fruit, qui sont disposées en rayons autour de son a x e , et q u i , étant dures et ligneuses , ne p e u v e n t subir les effets de la digestion. Leur présence aurait dès long-temps d i s pensé les colons de l'épreuve incertaine d ' u n e pièce d ' a r g e n t , qu'on jette dans le vase où l'on fait cuire les poissons , et qui n o i r c i t , d i t - o n , lorsqu'ils sont v é n é n e u x , ce qui est u n e chose fort douteuse. J ' a i fait de longues recherches p o u r

découvrir

quelques vestiges de ces nucules dans les poissons toxicophores : elles ne m'ont donné q u e des

résul-

tats négatifs. E n a d m e t t a n t l'hypothèse bien peu vraisemblable q n e les fruits du mancenilier n'ont point d'action corrosive sur les organes nutritifs des poissons, on n e p e u t se refuser à croire qu'il devrait arriver q u e l quefois q u e l'assimilation , n ' é t a n t pas achevée dans les animaux qui s'en sont n o u r r i s , le principe vénéneux eût conservé sa n a t u r e âcre et v i o l e n t e , et exercé sa puissance dès le premier moment qu'on eût voulu se servir de cet aliment pernicieux. C e p e n d a n t , on ne cite a u c u n fait semblable ; jamais on n'a dit q u e ce poison ait agi sur les organes de la manducation d'une manière analogue au m a n c e n i lier, q u i corrode i n s t a n t a n é m e n t toutes les m e m branes de la bouche et de la gorge ; ainsi q u e je l'ai vu en 1806 , dans l'exemple d'un j e u n e mousse, q u i avait pris le fruit de cet arbre pour celui d ' u n pommier.


( 24 ) O n ne p e u t d'ailleurs s'empêcher de reconnaître qu'il n ' y a aucune relation d ' é t e n d u e e n t r e la cause et l'effet, quand ou considère le petit nombre d ' e m poisonnemens qui ont lieu chaque a n n é e , et l ' i m mense q u a n t i t é de drupes v é n é n e u x q u i sont à la disposition des poissons et des crustacés. E n

effet,

la plus grande partie des côtes méridionales des A n tilles, et particulièrement les plages basses et sablonneuses qu'on trouve au fond des anses et des b a i e s , sont bordées de manceniliers. Ces arbres croissent sur la déclivité des grèves, q u i forment la limite de la h a u t e mer; et l'eau salée q u e les vents enlèvent d u s o m m e t des vagues écumeuses, et q u i , réduites en p l u i e et transportées par e u x , fait mourir toutes les p l a n t e s qu'elle a r r o s e , semble être l'aliment de leur végétation. Les sables de ces rivages et les flots qui les b a i g n e n t sont o r d i n a i r e m e n t couvert des fruits t o m b é s , soit par leur m a t u r i t é , soit par la violence des brises; c e p e n d a n t , on

mange

habituellement

les poissons de ces parages , et l'on conçoit combien il serait téméraire d'user d ' u u pareil a l i m e n t ,

s'il

était vrai q u e les animaux qui le fournissent d e v i n s sent v é n é n e u x , en se nourrissant de ces fruits q u i sont sans cesse à leur portée. Ceci s'applique , à bien plus forte raison , aux crabes qu'on p r e n d sur ces rivages , où ils sont contin u e l l e m e n t errans , parmi des amas de ces mômes fruits, sans toutefois

causer des empoisonnemens

plus fréquens q u e les crabes qui h a b i t e n t les lieux où il n ' y a pas de manceniliers.


( 25 ) U n dernier fait présentera u n e preuve décisive , qui é t a b l i t , malgré l'opinion g é n é r a l e , qu'il n ' y a rien de commun e n t r e les fruits de celte E u p h o r biacée et les poissons toxicophores. Il est constant q u e le mancenilier ne se trouve point aux îles de F r a n c e et de Bourbon. Le témoignage q u e portent à cet égard les babitans de ces Colonies, est confirm é par B e r n a r d i n de S t . - P i e r r e , M. A u b e r t

du

P e t i t - T h o u a r s , et un grand n o m b r e de navigateurs. U n e exploration t r è s - r é c e n t e et fort é t e n d u e des côtes de M a d a g a s c a r , p e r m e t également de croire q u e cet a r b r e dangereux n'existe point dans cette grande isle. C e p e n d a n t , et quoiqu'il y ait une i m m e n s e distance e n t r e ces rivages et ceux où l'on p e u t supposer qu'il y a des manceniliers , les poissons qu'on pêche autour des isles d e F r a n c e , de B o u r b o n et de Madagascar, sont douées f r é q u e m m e n t des mêmes propriétés vénéneuses que ceux de la mer caraïbe. Les effets funestes qu'ils p r o d u i s e n t , n e p o u v a n t être attribués dans ces lieux aux m a n c e n i l i e r s , on p r é t e n d en trouver la cause dans les polypes m a d r é p o r i g è n e s , dont on assure q u e ces poissons

se nourrissent.

Mais cette o p i n i o n ,

q u e j'ai retrouvée aux A n t i l l e s , et dont

l'erreur

est prouvée par les faits et expériences consignés dans la p r e m i è r e section de ce M é m o i r e , n'a pas plus de fondemens dans les isles d'Afrique q u e dans celles d ' A m é r i q u e ; et il suffit pour la détruire d u plus léger examen. Selon cette m ê m e o p i n i o n , qui fait considérer les polypes à polypiers comme la


( 26 ) cause des effets malfaisans produits par les poissons, la pêche ne donne point d'individus toxicophores , le long des côtes situées au vent de l'isle de F r a n c e ; et précisément ce gissement est celui de bancs t r è s n o m b r e u x de ces z o o p h y t e s , q u e par une singulière contradiction, le vulgaire s'obstine à regarder comme la cause u n i q u e d o n t l'action change en propriétés délétères , les propriétés nutritives des poissons p é lagiens. E x e m p l e r e m a r q u a b l e , qui prouve q u e l'évidence m ê m e n e suffit point pour d é t r u i r e l'err e u r , sur-tout lorsqu'elle est transmise par la t r a d i tion , et q u e son autorité e s t , pour ainsi d i r e , consacrée par le temps.

I l résulte de ce Mémoire, qu'il n'y a aucune espèce d e fondement à a t t r i b u e r les effets dangereux des poissons toxicophores, soit à leur séjour dans des fonds de m e r , traversés par des filons de mine de c u i v r e , soit aux méduses , aux p o l y p e s , ou

encore

aux drupes d u mancenilier , dont on p r é t e n d qu'ils se nourrissent.. L'observation, le r a i s o n n e m e n t et

l'expérience

m ' o n t conduit à ces résultats négatifs; mais, s'il est permis de s'exprimer a i n s i , je ne suis parvenu p o u r t a n t q u ' à n e t t o y e r cette question de ses e r r e u r s , et il reste encore à en faire sortir la vérité. C e t t e tâche difficile ne pouvait m ' ê t r e réservée au

milieu des occupations de la g u e r r e , et lors-

q u e chacun autour de moi était frappé de cette


(

27

)

insouciance de toutes choses, à laquelle on ne p e u t guère échapper q u a n d on a toujours d e v a n t

soi

l'image m e n a ç a n t e d ' u n e contagion m e u r t r i è r e . T o u t e f o i s , puisque les

causes qui r e n d e n t

les

poissons toxicophores, n e sont pas i m m é d i a t e m e n t dans la d é p e n d a n c e de leur n o u r r i t u r e ni de séjour, on p e u t bien en c o n c l u r e , par u n e

leur

induc-

tion vraisemblable, q u e leurs effets v é n é n e u x proviennent

d'un

état

p a t h o l o g i q u e , d'où

comme dans les m a m m i f è r e s , b i d e , une transformation

résulte,

u n e altération

mor-

de substance animale ,

ou l'exaltation de q u e l q u e principe préexistant. Mais c o m m e on est réduit sur ce sujet à de simples conj e c t u r e s , l'activité du poison, qui se forme alors , m e donna lieu de p r é s u m e r q u e ce pouvait être de l'acide prussique ; et je ne renonçai à cette idée q u e lorsque je me fus assuré q u e dans les c a s r a p p o r t é s a u c o m m e n c e m e n t de ce Mémoire , il n ' y avait eu aucun d é v e l o p p e m e n t de l'odeur qui décèle la présence de la plus p e t i t e q u a n t i t é de cet acide. L'altération morbide , q u i paraît avoir lieu dans les poissons toxicophores , n e doit point être confondue avec l'état de p u t r i d i t é , qui suit la cessation de la vie. Les caractères de cet état sont trop évidens pour qu'on y soit trompé , et d'ailleurs, la d é composition p u t r i d e plus ou moins avancée , n'aurait sans d o u t e pas d'autres effets aux I n d e s occidentales q u e dans nos contrées. E n a d m e t t a n t comme très-vraisemblable que les poissons des mers équatoriales ne d e v i e n n e n t u n e


( 28 ) nourriture pernicieuse q u e parce qu'ils sont malades, il resterait encore à examiner si leur état pathologiq u e constitue dans les espèces déterminées en ce Mémoire , une maladie sui generis,

ou s'il est seule-

m e n t une maladie semblable ou analogue à celle dont les poissons d ' E u r o p e offrent

des exemples ,

et qui a c q u i e r t , par les effets du climat de la zone t o r r i d e , le plus h a u t degré d'aggravation. L ' u n e et l'autre de ces conjectures sont a p p u y é e s p a r l'analogie q u e p r é s e n t e n t les maladies propres à l'espèce h u m a i n e ; on sait q u e plusieurs de celles des T r o p i q u e s nous sont i n c o n n u e s , e t q u e q u e l q u c s unes des n ô t r e s p r e n n e n t dans les climats chauds u n e gravité qu'elles n'ont point sous les latitudes élevées. D a n s ce dernier cas , les effets délétères q u e produisent parfois les poissons de l ' A t l a n t i q u e é q u a t o r i a l e , ne seraient q u e le m a x i m u m des effets n u i sibles , q u e c a u s e , sur les bords de la Méditerranée , l'habitude de l'ichtyophagie. I l est du moins remarq u a b l e q u e les uns et les autres ont u n

caractère

commun très-prononcé : celui d'agir spécialement sur la p e a u , et d'y faire naître des affections analogues. O n retrouve aux Antilles cette similitude d'effets jusque dans l'aliment q u e fournissent les tortues de mer. D ' é n o r m e s clous apparaissent quelquefois sur t o u t e s les parties du corps des personnes qui ont m a n g é du c a r e t , testudo imbricata,

L . , et quoiqu'il

ne paraisse pas q u e cette e s p è c e , et moins encore la tortue franche , T. mydas,

L . a i e n t jamais causé


( 29 ) la m o r t , leur chair acquiert cependant des qualités malfaisantes, qui se m a n i f e s t e n t , d'après le témoignage de D a m p i e r , Anson , Labat et Fleurieu , par des s y m p t ô m e s très-ressemblans à ceux de l'empoisonnement produit par les poissons toxicophores. O r , il est indubitable q u e ces ché loniens se n o u r rissent exclusivement

de v é g é t a u x , et q u ' o n n e

p e u t a t t r i b u e r c o n s é q u e m m e n t leurs qualités n u i s i bles aux méduses ou à d'autres proies, considérées comme p o u v a n t t r a n s m e t t r e leurs propriétés v é n é neuses. I l faut

donc a b a n d o n n e r l'opinion, q u i ,

jusqu'à p r é s e n t , p r ê t e sans f o n d e m e n t , à des causes locales et p a r t i c u l i è r e s , le p h é n o m è n e

important

qu'offrent de nombreuses espèces d'animaux m a rins , q u i sont a l t e r n a t i v e m e n t comestibles et toxicophores. O n ne p e u t supposer q u e ce p h é n o m è n e résulte d e l'organisation de ces a n i m a u x , q u a n d on c o n sidère qu'il se reproduit dans des classes q u i , comme celles des poissons, des crustacés et des t o r t u e s , n'ont entr'elles q u e les analogies les plus éloignées. E n observant dans nos contrées m a r i t i m e s , les accidens causés par les m o u l e s , le chat m a r i n , la sardine ( 1 ) , et une foule d'autres espèces pélagiques, et en r e m a r q u a n t q u e leurs s y m p t ô m e s n e diffèrent q u e par u n e moindre interisité de ceux de l'empoi( 1 ) La moule. — Mytilus e d u l i s , L. Le chat marin. — Squalus galeus. La sardine. — Clupea sprattus.


( 30 ) s o n n e m e n t produit par les poissons et les crustacés des I n d e s occidentales , on est incliné à croire que tous ces animaux sont soumis également à une m ê m e cause , variant dans ses effets selon l'organisation des espèces et selon la puissance d u climat. E n se livrant à la recherche de cette c a u s e , on reconnaît qu'elle appartient a u x eaux de la mer ; car les espèces analogues qui vivent dans les eaux douces , ne p r o d u i s e n t jamais, aux A n t i l l e s , d'effets v é n é n e u x , q u e l q u e g r a n d e q u e soit la parité qui existe e n t r ' e u x à l'égard

de leurs h a b i t u d e s et de

leur organisation. N o u s ignorons si cette cause réside dans l'action c h i m i q u e qu'exerce sur l'eau de m e r , entre les T r o p i q u e s , la chaleur solaire portée à son m a x i m u m d ' é lévation

et de p e r m a n e n c e , ou bien s'il faut l'at-

t r i b u e r à des méduses microscopiques, dont il est plus facile de supposer l'existence q u e d'observer les effets; mais il ne paraît pas douteux q u e d ' u n e cause a p p a r t e n a n t au milieu où vivent les a n i m a u x m a rins , r é s u l t e n t assez f r é q u e m m e n t des effets p a t h o logiques q u i se développent plus ou moins selon les espèces et l'élévation de la t e m p é r a t u r e . L'analogie nous p e r m e t de croire q u e ces effets sont produits p a r q u e l q u e modification nuisible d u

fluide

am-

b i a n t , de la m ê m e m a n i è r e q u e celles de l'atmosphère

terrestre,

donnent

souvent naissance aux

affections morbides q u ' é p r o u v e l'espèce h u m a i n e . Beaucoup

de faits

établissent

que

dans

taines circonstances, il suffit d u seul contact

cerdu


( 31 ) l'eau

de

m e r , pour

produire quelques uns des

s y m p t ô m e s qui se développent lors d ' u n empoisonn e m e n t par des crabes ou des poissons toxicophores. E n 1808 , u n officier supérieur du génie s'étant e x posé , ainsi q u e m o i , p e n d a n t u n raz de m a r é e , à être mouillé par l'eau des vagues qui se brisaient sur le rivage de la M a r t i n i q u e , il nous survint à tous d e u x , d a n s les 24 h e u r e s , u n e m u l t i t u d e d e furoncles. Nous ne p û m e s nous t r o m p e r sur la cause qui les avait p r o d u i t e s , car ils ne p a r u r e n t q u e sur le visage et les m a i n s , les seules parties de n o t r e c o r p s , qui avaient été exposées au contact de l'eau de mer. Ce fait justifie l'opinion

des anciens indigènes

des Antilles , q u i , après avoir été mouillés par l'eau de l'océan , se lavaient soigneusement avec de l'eau d o u c e , afin, d i s a i e n t - i l s , de ne pas avoir la gale ( 1 ) . Les N è g r e s , qui forment m a i n t e n a n t la principale population d e ces i s l e s , ont adopté cette c o u t u m e des Caraïbes. Ce qui prouve qu'elle n'est point a r b i t r a i r e , c'est q u e dans ceux dont l'occupation

jour-

nalière est la p ê c h e , et qui pour faire lever le poisson , sont chargés de b a t t r e la m e r , et ne p e u v e n t empêcher

leurs cheveux

d'être

imprégnés

d'eau

salée, on voit la laine noire de leur t ê t e devenir p r o m p t e m e n t rousse et se raccornir, comme les m a tières animales exposées à l'action d u feu ou d ' u n acide concentré. (1) Laborde, page 20.


(32) Les furoncles e t l ' é r u p t i o n cutanée q u e produit parfois le simple contact de l'eau de m e r e n t r e les T r o p i ques , sont au nombre des s y m p t ô m e s les plus r e m a r quables de l ' e m p o i s o n n e m e n t , q u e causent les poissons et les crustacés des Antilles. Les Caraïbes, dont t o u t e la n o u r r i t u r e se fondait sur ces animaux , étaient fort souvent couverts de clous; ils appelaient c e t t e affection chibouli,

et il est r e m a r q u a b l e qu'ils

avaient imposé ce m ê m e nom à u n poisson q u e les colons désignent par celui de N è g r e . I l est encore p l u s singulier q u e , dans la langue de ces i n s u l a i r e s , les mots, poisson et démangeaison fussent s y n o n y m e s , e t q u e la m ê m e expression servît pour signifier la cause et l'effet, ce qui prouve clairement q u e ces sauvages en avaient reconnu les rapports ( 1 ) . O n doit croire q u e les Caraïbes et les premiers colons des A n t i l l e s , é t a n t réduits à vivre p r e s q u ' e n t i è r e m e n t de la p ê c h e , et plus souvent encore à faire leur n o u r r i t u r e d e crabes , qu'ils recueillaient sur le rivage , l e u r a t t e n t i o n se fixa sur les effets nuisibles de ces a n i m a u x ; et nous en trouvons le témoignage dans les expressions de la langue des a b o r i g è n e s , q u i servaient à désigner l'empoisonnem e n t produit par ces crustacés , et l'état d'enflure et de maladie dont il était suivi ( a ) . L'idée si simple d ' a t t r i b u e r les effets v é n é n e u x d e ces animaux à l e u r état p a t h o l o g i q u e , se présenta

(1) Ray. Rreton, Dict. Car., p. 1 4 7 , 83. (2) Acaeuti

— acaeuoni. Ray. Breton, p. 8.


( 33 ) m ê m e aux anciens habitans de la Guadeloupe. D u tertre rapporte : « qu'on croyait dans cette isle que les tourlouroux d o n n a i e n t le flux de sang , ce pourquoi on refusait de s'en nourrir. » I l en était a u t r e m e n t à la M a r t i n i q u e , où les autres espèces étaient plus rares. Les unes et les a u t r e s , ajoute-t-il, sont sujettes à quelques maladies dont il faut très-soigneusement se g a r d e r , parce q u ' i l p e u t en arriver de très-grands accidens, comme il est a d v e n u à plusieurs h a b i t a n s , q u i ont presque p e r d u la vie pour avoir mangé des crabes maniloles

ou manilotées.

C'est ainsi q u ' o n

les n o m m e q u a n d elles sont entachées de ces maladies ( 1 ) ». Si l'on pouvait avoir q u e l q u e confiance dans l'opinion v u l g a i r e , on trouverait la preuve de l'état m o r b i d e des poissons et des crustacés toxicophores, dans les s y m p t ô m e s qu'on p r é t e n d avoir souvent reconn u s dans leurs différentes espèces. On assure g é n é r a l e m e n t q u e lorsque ces a n i m a u x sont v é n é n e u x , l e u r foie est noir et d ' u n goût acerbe et O n dit également q u e le taumalin

piquant.

des c r a b e s , q u i

est ordinairement j a u n e , devient n o i r , et que les d e n t s des poissons p r e n n e n t la m ê m e couleur. O n n e p e u t douter q u ' u n observateur instruit ne saisît d'autres caractères d ' u n é t a t morbide ; mais l'occasion de vérifier ces assertions est rare , parce q u e les animaux suspects sont jetés sans ê t r e soumis à aucune épreuve qui puisse confirmer les s o u p ç o n s ,

(1) Dutertre, D. 376, 1.re édition. 3


(

34)

et q u e ceux qu'on n'a point examinés n e sont r e connus vénéneux q u e par les effets q u ' é p r o u v e n t les hommes qui s'en sont n o u r r i s , et lorsqu'il n'est plus possible de les soumettre à une investigation chimique et médicale. Si l'on ajoute à ces difficultés celles de r é u n i r les connaissances d ' u n ordre élevé q u e nécessite cette investigation , on concevra comment depuis trois siècles, dans les contrées du N o u v e a u - M o n d e a p p a r t e n a n t aux plus éclairés des peuples de l ' E u r o p e , on a laissé, sans a u c u n e solution, u n e question q u i intéresse à-la-fois les sciences p h y s i q u e s et l ' h u m a nité.

FIN.


162130

BIBLIOTHEQUE SCHOELCHER

80129089


Recherches sur les poissons toxicophores des Indes occidentales  

Auteur. Moreau de Jonnès, A./ Ouvrage patrimonial de la Bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation, Université des An...

Recherches sur les poissons toxicophores des Indes occidentales  

Auteur. Moreau de Jonnès, A./ Ouvrage patrimonial de la Bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation, Université des An...

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