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P I N I DE M

. M O R E A U D

DÉPUTÉ

DE

LA

E S

. M É R Y

,

MARTINIQUE.

Imprimée par ordre de L'ASSEMBLÉE NATIONALE.

A

P A R I S ;

DE L 'I M P R I M E R I E

NATIONALE,

60164 MANIOC.org Réseau des bibliothèques

Ville d e

Pointe-à-Pitre


(MANIOС.огg Réseau des bibliothèques

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O P I N I O N DE M

. M O R E A

DÉPUTÉ D E Sur

la Motion

men de tous

DE CURT

, pour

chargé

E S

. M É R Y

LA MARTINIQUE

de M.

la Guadeloupe Comité

U D

les objets

,

, Député

l'établiffement

particuliérement

,

de

de d'un

l'

exa-

Coloniaux.

Séance du premie r Décembr e 1789 .

MESSIEURS, D e s cloute s raifonnable s on t d o n n é lie u à un e queftion , contenu e dan s l e m é m o i r e de s Miniftre s d u 2 7 O c t o b r e dernie r : ce s doute s on t pou r p r i n cipe le s différence s frappante s q u e l a natur e a mife s entre l e phyfiqu e de s différente s partie s d u g l o b e , & l a diffemblanc e qu i f e trouv e entr e l e clima t

Seles production

C e t t e diffemblanc e q u i n'ef t pa s moin s é v i d e n t e ,

A 1

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4 lorfqu'on obferv e le s objet s m o r a u x , tel s q u e le s loix , le s m œ u r s , le s o p i n i o n s , amèn e naturelle m e n t l a queftio n q u e le s Miniftre s on t cr u indif penfable d e vou s foumettre . J e croi s qu'o n peu t a v a n c e r , fan s témérité , q u e l'Affemblee N a t i o n a l e , e n rendan t le s Décret s deftinés à

affure r l a profpérit é d e c e vaft e e m p i r e ,

& l e b o n h e u r d e fe s h a b i t a n s , n' a pas e u l'intentio n directe & précif e d' y foumettr e le s Françoi s q u i peuplent le s diverfe s Colonies . L a preuv e s'e n tir e d u filenc e m ê m e qu'ell e a gard é à leu r é g a r d ; ell e f e fortifi e pa r c e f a i t , q u e l'Affemblé e N a t i o n a l e n' a jamai s prefcrit au Miniftr e qu i a le s Colonie s dan s fo n Dépar t e m e n t , d' y fair e parveni r fe s Décret s , & d e leur affure r l'exécutio n qu'il s on t dan s l'intérieu r du Royaume . A cett e preuv e o n peu t ajoute r q u e l'Affemblé e N a t i o n a l e n' a pa s p u entendr e ; q ue fe s Décret s t

devenoient. implicitemen t obligatoire s pou r le

s

Colonies , attend u q u e l a fageff e q u i le s a dicté s , n e p e r m e t pa s q u ' o n le s r e n d e c o m m u n s à ce s Contrées éloignée s , pou r lefquelle s un e parti e d e ce s Décrets f e r o i e n t i n u t i l e s , quelquefoi s impof fibles à a c c o m p l i r , & m ê m e dangereux . C e feroi t

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5. un éga l blafphêm e d e dir e q u e l'Affemblé e N a tionale a entend u êtr e obéi e , pa r cel a feu l qu'ell e a c o m m a n d é , fan s avoi r confidér é f i l'obéiffanc e ef t poffible , o u b i e n , q u e malgr é le s obftacle s q u e la natur e de s chofe s pouvoi r lu i oppofe r , ell e n' a rien confult é q u e l'exercic e d'u n pouvoi r illimité . J'oferai dir e , a u fei n m ê m e d e c e t t e auguft e Af femblée , puifqu e cett e opinio n ef t u n h o m m a g e , q u e f a puiffanc e a u n e limit e c o n n u e , cell e d e l a juftice, &

j e fen s qu e c e feroi t u n crim e d e

croire poffibl e qu'ell e l a franchiff e jamais . C e n'eft : pa s feulemen t à cauf e q u e le s règle s q u i s'appliquen t ave c fuccè s au x différente s partie s intérieures d u R o y a u m e , m a n q u e n t plu s o

u

moins d'analogi e étan t rapportée s au x Colonie s , qu'il ef t indifpenfabl e d

e traite

r féparémen

t

ce qu i concern e ce s dernière s ;

mai s encor

e

parce qu'entr e le s Colonie s elle s - m ê m e s i l oxifte de s différence s tellemen t effentielles , q u e ce qu i ferai t avantageu x à l'un e , pourrai t deveni r funefte à

un e autre . L e u r fituatio n relativ e , l e

genre d e leur s p r o d u c t i o n s , celu i d e leur s m a n u factures &

d e leu r c o m m e r c e , tou t établi t &

forme de s convenance s , o u de s diffemblance s plu s ou moin s fenfible s ; & f i cett e v é r i t é , q u e le s loi x A

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6 deftinées à

régi r u n pay s doiven t lu i êtr e a p -

propriées , ef t évident e , c'eft , i l n'e n fau t pa s douter , pou r un e Affemblé e légiflatric e q u i fai t q u ' u n e mauvaif e lo i ef t u n égaremen t d e l a raifo n publique. Q u ' i l nou s foi t m ê m e permi s d e l e fair e r e m a r q u e r , c'ef t parc e qu e le s Colonie s on t e u conf x a m m e n t à fouffri r d e l'ignoranc e o ù l'o n étoi t d u véritable régim e q u i peu t leu r conveni r ; c'ef t parce qu'elle s o n t ét é tro p lon g - temp s l e joue t d e l'infcienc e & d'u n defpotifm e d o n t l e premie r défaut ef t d e croir e q u e tou t f e pli e à f a v o lonté , qu e ce s Contrée s , digne s d ' u n meilleu r fort , on t faif i l'efpoi

r qu

e leu

r donnoi

tl a

formation de s Etat s - Généraux . C'ef t pou r fair e ceffer le s mau x fou s lefquel s elle s g é m i f f e n t , 6c pou r paraîtr e enfi n fou s leu r véritabl e af p e t t , q u e plufieur s d'entr e elle s on t envoy é de s D é p u t é s qu i f e fon t affi s a u milie u d e v o u s , M e i f f e u r s , afi n d e vou s éclaire r fu r leur s vrai s intérêts. P o u r connoîtr e un e parti e de s m a u x enfanté s par l e pe u d e connoiffanc e qu'o n avoi r d e c e q u i leu r étoi t propr e ; pou r vou s convaincr e d u danger d e n e pa s étudie r à l'aveni r c e q u i leu r


7

eft particulier , daigne z , Meffieurs , m e permettr e quelques obfervations . Les Colonie s on t d û leur s premier s établiffe mens à de s h o m m e s q u e leu r audac e rendr a l o n g temps l'obje t d e l'étonnemen t & d e l'admiratio n d e l'univers . A pein e s' y réuniffoient-il s e n p e u plades , q u e de s C o m p a g n i e s formée s dan s l a M é tropole s'occupèren t d e foumettr e ce s h o m m e s précieux à leur s fpéculation s mercantile s , &

d e

rendre u n e terr e fertile , efclav e de s rigueur s d u privilége exclufif . C e fu t d u fei n de s ville s d u R o y a u m e , & prefque toujour s d e l a Capital e , qu e le s règle s de leu r adminiftratio n furen t d i c t é e s , & l'o n vit dan s l'origine prefqu e autan t d'agen s fifcau x occupé s d e vexe r fan s relâch e le s C u l t i v a t e u r s , q u e d e cul tivateurs m ê m e s . Les C o m p a g n i e s , fières de s traité s qu'elle s avoien t faits ave c l e R o i , 8c qu i le s rendiren t e n q u e l q u e forte fouveraines , fignalèren t leu r domination pa r le s actes le s plus tyranniques . Elle s permiren t & d é f e n dirent t o u r - à - t o u r certaine s culture s ; tantô t elle s fixèrent l e pri x d e l a vent e q u ' o n n e pouvoi t fair e qu'à elle s , d e certaine s production s ; tantô t elle s e n j o i g n i r e n t , fou s l a pein e d e l a confifcation , d e détruire u n e parti e d e ce s m ê m e s productions , pou r A4


8 en empêche r , difoit-o n , l e difcrédi t ; e n u n m o t ; fi j e pui s m'exprime r ainfi , un e m a i n , dirigé e t o u t à-la-fois pa r un e aveugl e avidit é & pa r l'inftinc t fifcal, n

e ceff a d e tou t c o m p r i m e r , a u rifqu e d e

t o u t détruire . D e s Seigneur s particulier s priren t u n i n f t a n t la plac e de s Compagnie vues produifiren t les

s;

mai s le s m ê m e s

m ê m e s effet s , & enfi n l e

G o u v e r n e m e n t , cédan t au x cri s aigu s de s C o l o n s , fe détermin a à le s affranchi r d u jou g féoda l qu i le s accabloit. C e nouvea u c h a n g e m e n t n'e n produifi t m a l h e u r e u f l m e n r aucu n dan s u n poin t o f f e n t i el : c'étoi t Je défau t d e connoiffanc e de s lieu x q u ' o n avoi r à régir. l'hiftoir e nom . e n a laiff é un e preuv e affe z honteufe : c'ef t q u e le s Colonie s furen t , p e n d a n t prè s d é cinquant e an s , attachée s a u D é p a r t e m e n t de S Affaire s Etrangères . O n vi t don c f e prolonger la plu s grand e parti e de s mau x don t le s C o l o n s avoien t e u à g é m i r, & l'o n cru t à Verfaille s tout c e qu'o n avoi t penf é à Paris . Le s Compagnie s avoient difpar u ; mai s ceu x qu i e n avoien t ét é les chef s devinren t le s confeiller s de s M i n i f t r e s , d e manièr e q u ' o n continu a à fair e le s mêmes chofe s fous de s n o m s différens . D e s réclamation s plu s o u moin s rapprochées .


9 des réfiftance s plu s o u m o i n s m a r q u é e s , de s fou lèvemens plu s o u moin s f r é q u e n s , n'avoien t ce pendant pa s ceffe d e prouver , depui s l'origin e , q u e les Colon s étoien t mécontens . C h a q u e habitan t étant f o l d a t , i l étoi t affe z nature l q u e ceu x q u i fe réuniffoien t pou r l e plaindr e , remarquaffen t qu'ils étoien t a r m é s , & qu'il s cruffen t q u e leur s armes pouvoien t appuye r leur s jufte s d e m a n d e s : mais de s facrifice s m o m e n t a n é s , de s promeffe s faites au x u n s , de s menace s adreffée s à d ' a u t r e s , des punition s m ê m e s , ramenoien t à l'obéiffance ; & cet éta t d'inquiétud e d e l a par t de s Colon s fervi r à le s dénonce r auprè s d u G o u v e r n e m e n t c o m m e des h o m m e s qu e l a forc e & l a févérit é pouvoien t feules contenir . I l fu t facil

e d e fair e adopte r c e princip e

aux Chef s q u e l'o n d o n n a au x Colonies . L a faveur qu i a ét é lon g - temps l a difpenfatric e d e t o u t , a e u prefqu e conftammen t jufqu'ic i l a n o m i n a t i o n de s Adminiftrateur s de s Colonies . D e g r a n d s n o m s o u d'utile s protection s , voil à ce qu'il a

fall u ; &

fi nou s aimon s à avoue r q u e

les talen s & le s vertu s le s on t accompagné s quel quefois , no s fafte s diron t affe z q u e c e n'ef t poin t à eu x q u ' o n a

toujour s e u l'intentio n d'accorde r

les honneur s d u choix .


I© L'influence individuell e de s Chef s fu t d o n

c

é n o r m e dan s le s Colonies . L a faveu r qu i le s faifoi t n o m m e r , étoi t encor e leu r égid e , & le s garan tiiïbit d e tou s le s trait s qu'o n lançoi t contr e leur s injuftices. Il s s'accoutumèren t à regarde r leu r plac e c o m m e leu r patrimoin e ; & f i u n crédi t plu s puif f a n t o u de s intrigue s plu s heureufe s n e leu r avoien t pas d o n n é de s fucceffeurs , l'efpoi r d'u n meilleu r forts toujour s renaiffan t à chaqu e m u t a t i o n , n'au roit pa s m ô m e ét é permi s aux . Colons . P o u r enchaîne r , d u m o i n s e n apparenc e , l e delpotifme de s Adminiftrateur s de s C o l o n i e s , o n avoit cependan t imagin é d e fixer

leur s pouvoir s

Se leu r réfidenc e à troi s ans . M a i s cett e mefur e e l l e - m ê m e prouvoi t un e profond e ignoranc e e n adminiftration ; ca r , fi u n C h e f régi t m a l , fi fe s principes fon t m a u v a i s , pourquo i l e conferve r d u rant troi s mortelle s année s ? S i f a conduit e Se fes vue s l e renden t précieu x & che r à ceu x qu'i l g o u v e r n e , pourquo i prefcrir e à fo n adminiftratio n u n e autr e duré e q u e cell e d e fe s vertu s ? M a i s les follicitations , toujour s renaiffantes , c o m m a n doient au x Miniftre s e u x - m ê m e s ; & pendan t l o n g temps leu r gran d talen t pou r f e mainteni r dan s leur p l a c e , a ét é d e prodigue r celle s qu i étoien t à leu r nomination .


11

J'ai di t q u e l'influenc e de s Chef s a ét é é n o r m e , & j ' e n citera i u n exempl e q u i prouver a 8c cett e v é r i t é , 8c l e pe u d'inftruction s q u e l'o n avoi t e n F r a n c e fu r le s Colonies . U n I n t e n d a n t d u Canad a avoi t u n Secrétair e -intime qu'i l charge a d e veni r rendr e compt e a u Miniftre de s détail s d e fo n adminiftration . L e Miniftre remarqu a l e talen t d u S e c r é t a i r e , 8c l e récompenfa e n lu i d o n n a n t l'Intendanc e général e des Ifles d e l ' A m é r i q u e . E g a r é pa r l'amour-propre , q u i n'ef t pa s toujour s étranger au x h o m m e s d e m é r i t e , l e nouve l I n t e n dant cru t qu'i l devoi t fair e beaucou p d e r é g l e m e n s , & provoque r de s loi s auprè s d u Miniftre . C o m m e i l auroi t ét é difficil e qu'i l p û t , prefqu'e n débarquant au x ifles , juge r d e c e q u i leu r c o n v e n o i t , i l imagin a d e prendr e l'adminiftratio n d u C a n a d a pou r règl e ; 8c c o m m e i l parloi t à C o l b e r t q u i , quoiqu e d'un e haut e r é p u t a t i o n , connoiffoi t m a l le s détail s intérieur s de s C o l o n i e s , i l lu i fu t facile d e fair e d i r e , c o m m e i l l e jugeoi t l u i - m ê m e , q u e le s loi s d u C a n a d a convenoien t au x Antilles . C'eft à c e trai t bifarre,mai s vrai , q u e nou s fomme s redevables d e plufieur s détermination s qu i prouven t combien le s établiffemen s placé s loi n d u lie u où ,


12 on exerc e l e pouvoi r légiflati f fu r e u x , fon t expo fés à

êtr e maltraité s , pa r cel a m ê m e qu'il

s

font ma l connus . C'eft : ainf i qu'o n a d é c i d é , dè s les premier s t e m p s , q u e l a c o u t u m e d e Paris feroi t celle de s C o l o n i e s , moin s parc e qu'ell e pouvoi r leur c o n v e n i r , q u e parc e qu e cel a étoi t ainf i régl é par le s intéreffé s à l a C o m p a g n i e de s I f l e s , affem blés à FParis. A R o u e n , o n auroi t préfér é l a co u t u m e d e N o r m a n d i e ; à R e n n e s , cell e d e B r e t a g n e ; ailleurs l e D r o i t écri t ; & null e par t o n n'auroi t examiné fi o n d o n n o i t de s fondemen s folide s à ce s établiffemens lointains . Avec d e telle s mefures , i l eû t ét é impoffibl e q u e l'Adminiftration de s Colonie s n'eû t pa s de s p r i n cipes verfatile s , & quelquefoi s deftructeurs . D a n s des m o m e n s difficile s , fou s de s C h e f s v e r t u e u x , o n recouru t à u n moye n q u i n'auroi t jamai s d û être néglig é , celu i d e confu í ter le s H a b i t a n s eux m ê m e s fu r leur s intérêts . Mai s cett e mefur e d é p e n d i t toujour s d e ceu x qu i l'employoien t , Se il s craignirent tro p d e laiffe r au x Colon s ainf i raf fembles l a facult é d e s'exprime r librement . O

n

leur m o n t r o i t c o m m e un e grac e qu'o n auroi t ét é maître d e refufe r , c e qu'i l falloi t leu r offri r a u n o m d e l a juftice . O n f e permi t quelquefoi s d e


13 chercher à corrompr e le s opinion s , o u l'o n voul u influer pa r de s moyen s plu s o u moin s coupables , fur le s réfultats . O n f e i g n o i t , pa r exempl e , d e d e m a n d e r u n o c t r o i , tandi s qu'o n avoi t u n ordr e pour exige r c e qui n e feroi t pa s volontairemen t a c cordé. A pein e r e f t e - t - i l m ê m e dan s le s Colonie s des trace s d e ce s Affemblées , don t l e m o d e actue l a ét é ingénieufemen t c o m b i n é , d e manièr e qu e l e defpotifme foi t moin s hideux,fan s êtr e m o i ns abfolu . P o u r r o i t - o n s'étonne r aprè s c e l a , e n apprenan t qu'il n ' e f t , pou r ainf i d i r e , poin t d e cultur e a c tuellement e n ufag e dan s le s Colonie s , qu i n' y ait ét é i n t e r d i t e , fou s de s peine s plu s o u moin s févères ? Cell e d e l a cann e à fucr e y a ét é fucceffi vement r e c o m m a n d é e & profcrite . U n G o u v e r n e u r Général d o n n a de s ordre s pou r arrache r tou s le s cafiers qu i exifteroien t che z le s H a b i t a n s , a u del à d u peti t n o m b r e qu'o n pourroi t permettr e c o m m e u n obje t d e pur e curiofit é ; & ailleur s o n voulu t q u e l e roco u fî t plac e a u café . Ic i , l'o n fi t arracher tou t l e t a b a c , & 1 1 o n contraigni t à le préférer à l'indigo . E n f i n , pou r réuni r le s extra vagances d e plu s d'u n g e n r e , i l Fu t enjoint , dan s u n e C o l o n i e , d e tue r le s chevau x parc e qu e leu r ufage efféminoi t le s Habitans.


14

T e l s on t é t é , Se m ê m e a u dix-huitième fiècle , le s caractères d'un e Adminiftratio n confié e , d'u n c ô t é , par ceu x q u i n e l a connoiffoien t pas , Se exercé e , d e l ' a u t r e , pa r ceu x qu i l a connoiffoien t mal . I l en ef t encor e u n q u i n'ef t pa s m o i n s affligean t ; c'eft l a multiplicit é de s Loi x Se de s R é g l e m e n s faits pou r le s Colonies . U n intervall e d e cen t c i n quante an s e u a fourn i d e quo i forme r plu s d e vingt épai s volume s i n - 4 . I l n e faudroi t q u e c e 0

recueil pou r convaincr e de s m a u x fan s n o m b r e q u e l'ignorance à l'égar d de s l i e u x , q u ' o n d i r i g e , & l a fréquente m u t a t i o n de s Adminiftrateur s p e u v e n t engendrer. C'ef t l à qu'o n voi t de s contradiction s d e toute s le s efpèce s , de s injuftice s d e tou s le s g e n r e s , de s principe s pou r chaqu e j o u r , de s défor dres c o n t i n u e l s , Se par-tou t u n fyftêm e oppreffi

f

& deftructeu r d e tout e é m u l a t i o n , prefqu e d

e

toutes le s vertus . J e n e pui s réfifte r , Meffieurs , a u defi r d e vou s citer u n exempl e d e cett e dernièr e claffe . U n e O r d o n n a n c e , qu i port e l e n o m d u Souverai n , a défendu d ' a d m e t t r e , dan s deu x Colonies, le s Créoles au n o m b r e de s défenfeur s d e leu r patrie . E t d a n s quel inftan t cett e exclufio n déshonorant e étoit-ell e portée ? Prefqu'a u m o m e n t o ù d'infortuné s H a -


1 5

bitaus d e la Louifiann e venoien t d'êtr e conduit s a l'échafaud , pou r avoi r préfér é à un e d o m i n a t i o n é t r a n g è r e , cell e fou s laquell e il s avoien t e u l e b o n h e u r d e naîtr e ; pe u aprè s q u e le s n o m b r e u x habitans d e l'Acadi e , livré s d'abor d au x horreur s d e l a guerr e , & enfuit e à tou t c e q u e peu t i n venter l a perfécutio n d'u n vainqueu r contr e ceu x qu'il a c o n q u i s , mai s qu'i l n' a p u f o u m e t t r e , é t o i e n t abandonnés à l a piti é d u G o u v e r n e m e n t françois , q u i le s faifoi t tranfporte r dan s de s lieu x o ù il s trou voient bientô t l a misèr e & l a m o r t . N e femble roit-il pa s q u e l e G o u v e r n e m e u t eû t arrêt é q u e les Créole s feroien t fuppofé s fan s patriotifme , o u qu'il voulû t le s puni r pou r e n avoi r m o n t r é ! I l faudroi t u n v o l u m e entie r , Meffieurs , pou r vous donne r l e réci t abrég é d e tou t ce qu'o n nou s a fait éprouver , parc e q u ' o n n' a pa s cr u néceffair e d e nou s connoître . Le s E m p l o i s de s Colonie s on t prefque toujour s ét é préférablemen t donné s à de s E u r o p é e n s , q u i n ' o n t ceff é d e f e fuccéde r ave c l'invariable defir d'amaffe r de s richeffes . E n vai n les Colon s ont-il s réclam é du moin s l a concur rence ; lorfqu'o n s'ef t apperç u qu'il s venoien t auff i au pay s d e l a faveu r pou r l a folliciter , o n a

dé -

c i d é , feulemen t pou r e u x , qu'o n n e pouvoi t rie n


16 obtenir fan s l'attach e de s Adminiftrateurs , & lorf q u ' o n é t o i t hor s d e fe s foyers . Ave c ces combinaifon s a d r o i t e s , l a majeur e parti e de s place s de s C o l o nies fon t devenue s l a pâtur e de s agen s direct s o u indirects d u G o u v e r n e m e n t , o u d e leur s pareils , d e leurs a m i s , d e leur s protégés . Celle s qu'o n n'

a

pu e n v a h i r , o n le s a grévée s d e penfion s ; & j'of e d é n o n c e r , e n quelqu e fort e , à l'indignatio n p u b l i q u e , qu e m ô m e de s place s d e Magiftratur e fon t affujetties à de s taxe s d e c e genr e : taxes faite s e n faveur d'individu s a u n o m b r e defquel s i l e n e f t , peut-être , q u i connoîtroien t enfi n l a hont e , s'il s étoient obligé s d'avoue r c o m m e n t il s le s on

t

obtenues. A tan t d ' a b u s , à tan t d e m a u x , i l n e m a n q u o i t plus qu'u n trai t qu i couronnâ t l a tyranni e ; c'étoi t d e prononcer l'infaillibilit é des Adminiftrateurs, 6c nous avions attein t c e t e r m e , l e vrai triomph e d u def potifme. Lor s m ê m e q u ' o n n e dédaignoi t pa s d e croire q u ' u n e plaint e pouvoi t êtr e juft e a u fond s il é t o i t , naguèr e e n c o r e , d e l a politiqu e d e refufe r de l'entendr e : on menaçoi t d e puni r ceu x à qui l ' o p prefîion l'arrachoit , 8c l'o n avoi t fini pa r f e retran cher derrièr e cett e m a x i m e à laquell e j e n e cher cherai pa s d e n o m : q u e l e P r i n c e n e fouffriroi t


17 jamais qu'o n fe permî t l e plu s lége r exame n à l'égard d e ceu x qu'i l avoi t honoré s d e f a confianc e & révêtu s d e fo n autorité . T a n t le s idée s d u juft e & d e l'injuft e étoien t dénaturées , tan t l a coalitio n étoit i n t i m e entr e tou s ceu x à q u i ell e étoi t éga lement néceffair e ! C e tableau , rapid e mai s exac t vou s donner a Meiffeurs, u n e juft e idé e d e c e qu' a p u produir e le défau t d e connoiffanc e de s Colonies . I l n e fer a pas difficil e d e vou s perfuade r q u e le s chofe s le s plus nuifible s pou r elle s o n t pû e n êtr e l a f u i t e , fi vou s confidére z qu'i l ef t a r r i v é , sûremen t plu s d'une f o i s , qu e d e tou s le s individu s mi s e n oeuvre à Verfaille s pa r le s affaire s coloniales , pa s u n feu l n'avoi r v u u n e Coloni e quelconqu e ; f i vous obferve z qu'il s recevoien t quelquefoi s de s lumières &

de s détail s , d'Adminiftrateur s q u i ,

pour fair e brille r leu r perfpicacit é , choififfoien t les premier s m o m e n s d e leu r arrivé e pou r envoye r leurs vue s & leur s plan s fu r de s lieu x qu'un e longue étud e peu t feul e apprendr e à juger . E n f i n , M e f f i e u r s , fuivr e un e routin e aveugle, o u f e m e t t r e à l a merc i d e quelque s intrigan s qu i venoien t ave c des p r o j e t s , o u enfi n varie r ave c l e caractèr e de s Adminiftrateurs ; telle s étoien t le s reffource s ordi -


18 naires. P o u r vou s peindr e d'u n m o t l e vra i genr e d e cett e routin e , c'ef t qu'a u m o m e n t a S u e l , o n copie encor e fervilemcn t pou r le s A d m i n i u r a t e u r s , les Colonie s , l e protocol e de s commillîon s qu'o n délivroit à

l'époqu e o ù l'o n e

n cemmençoi

t

l'établifïement ; c'ef t q u ' o n y li t c e q u ' o n difoi t pour le s premier s Chef s donné s à l a France; c'ef

Nouvelle-

t enfi n , & i l fau t bie n qu'o n l e c r o i e ,

car l e fai t ef l n o t o i r e , q u e ce s commilîion s c o n tiennent de s pouvoir s d o n t ceu x qu i ei i fon t re vêtus , n'ofen t pa s ' fair e ufage . Voilà , Mefficur s , l a fituarion

déplorabl e de s

chofes a u m o m e n t o ù j'a i l'honneu r d e vou s e n tretenir : fituatio n q u e de s trouble s intérieur s &c une révolt

e aggraven t encor e à l'égar d d e m a tro p

malheureufe Patrie . V o i l à , M e i l l e u r s , le s écueil s q u e votr e fagefl e doi t & f a tira éviter . N e vou s liant poin t à un e prétendu e analogi e tro p fouven t trompeufe , vou s trouvere z d i g n e d e vou s d e con fidérer fou s leu r véritabl e a f p e d , de s objet s i m portans. Vou s n e voudre z pa s qu'e n f e plaçan t fous votr e tutel e falutair e , le s Colonie s continuen t à paraîtr e dirigée s pa r l e hafard . Ce s Colonie s , e n recevant pou r plu s d e 15 0 million s d'importation s nationales , en . fourniflànt à leu r tou r pou r plu s d e


I9

2.40 million s d e p r o d u c t i o n s , donnen t e n définiti f u n réfulta t avantageu x à la F r a n c e , dan s l a balanc e du commerc e , & m e t t e n t dan s l a circulatio n u n e fomme énorme . Le s Colonie s donnen t l e m o u v e m e n t à u n gran d n o m b r e d e vo s m a n u f a c t u r e s , «Se à de s million s d e bra s j elle s foudoyen t & fon t vivre u n e foul e i m m e n f e d'artifans , d'ouvrier s d e journalier s j elle s fon t u n e de s fource s le s plu s fécondes de s richeiTe s d e l a F r a n c e , <S c dan s u n fièele o ù i l ef t reconn u q u e l a prépondéranc e de s E t a t s f e règl e fu r leu r c o m m e r c e , le s Colonie s on t droit d'attendr e qu'elle s feron t appréciée s à leu r j ufte valeur . A u furplus , quan d i l feroit fuppofable , contr e l'évi d e n c e , qu'o n pû t penfe r qu'elle s n'ont pas toute l ' i m portance qu i leu r a p p a r t i e n t , c e feroi t m ê m e u n e raifon pou r foumettr e c e q u i le s concern e à u n exa m e n particulie r j mai s c e feu l poin t avou é qu'elle s n e refiemblen t poin t à leu r M é t r o p o l e , qu'elle s n e fe reftemblen t poin t entr e e l l e s , i l ef t j u f t e , i l eft néceiTair e d e le s traite r à part . L'Aftemblé

c

N a t i o n a l e doi t à leu r confianc e ôc à f a propr e d i g n i t é , d e leu r d o n n e r l e C o m i t é particulie r qu'elles r é c l a m e n t , 6v o ù le s matière s feron t fou mifes à

u n exame n f c r u p u l e u x , pou r veni r e n -

1


20 fuite f e place r fou s l'œi l d e f a fageffe , citer comme lablement

d'elles-mêmes

folli-

ce qui doit être

préa-

accordé à réloignement

a leurs localités, Meffieurs

&

pour que vous

, en pleine

connoiffance

des Colonies puiffiez

&

prononcer

3

de caufe. C'ef

t

lorfque tou s ce s préliminaire s indifponfable s feron t r e m p l i s , q u e , voyan t le s objet s tel s qu'il s f o n t , & non pa s dan s l e lointai n qu i le s obfcurcit , l' A ffem bîée N a t i o n a l e porter a de s Décret s qu i feron t l'admiration d u N o u v e a u M o n d e c o m m e d l'ancien.

e

Opinion de M. Moreau de S. Méry, Député de la Martinique. Imprimé par ordre de l'Assemblée Nationale  

Auteur. Moreau de Saint-Méry, L.-É. de. / Ouvrage patrimonial de la Bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation, Unive...

Opinion de M. Moreau de S. Méry, Député de la Martinique. Imprimé par ordre de l'Assemblée Nationale  

Auteur. Moreau de Saint-Méry, L.-É. de. / Ouvrage patrimonial de la Bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation, Unive...

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