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Les Antilles Françaises Les

Productions Le Climat

et la Vie

Les Enfants PAR

EMILE

Célèbres

GONNE

1913 Morlaix

IMPRIMERIE HAMON ET KERVELLEC 36, Rue de Brest, 36

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Les Antilles Françaises

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CONFÉRENCE faite à la Société d'Education de

Populaire

Morlaix 22

JANVIER

1911.

MESDAMES, MESSIEURS,

Si de Morlaix n o u s passons à l'entrée du Golfe du Mexique, — la distance est c o n s i d é r a b l e , mais est-il rien d'impossible au siècle de l'aviation ? — nous trouvons un g r o u p e de petites îles q u e l'on ignore g é n é r a l e m e n t , q u e l'on confond volontiers avec les nouvelles colonies. Les critiques passionnées et le d é n i g r e m e n t d o n t elles sont trop souvent l'objet, c o n t r i b u e n t à é g a r e r s u r leur c o m p t e u n e opinion n u l l e m e n t avertie. Combien peu elles m é r i t e n t d'être ainsi m a l t r a i t é e s ? Ce g r o u p e d'îles, ce sont les Antilles françaises. Les d e u x p r i n c i p a l e s sont la Guadeloupe et la M a r t i n i q u e , séparées p a r un intervalle de 101 k m s q u e coupe l'île anglaise de la Dominique ; d a n s le voisinage i m m é d i a t de la Guadeloupe, n o u s voyons la Désirade, la Marie-Galante et le g r o u p e des Saintes ; plus au n o r d , St-Barthélémy, achetée en 1878 à la S u è d e et la p a r t i e s e p t e n t r i o n a l e de SaintMartin d o n t le reste est à la Hollande. Ce sont pour la p l u p a r t des îles volcaniques, aux m o n t a g n e s hautes et p i t t o r e s q u e s , aux s u p e r b e s p l a n t a t i o n s , a u x villes c o m m e r ç a n t e s et e u r o p é a n i s é e s , à la p o p u l a t i o n active et i n t e l l i g e n t e . En un mot, îles e n c h a n t é e s , véritables terres p r o m i s e s qu'il suffit de voir, ne fût-ce q u ' u n e fois en passsant, p o u r e m p o r t e r d'elles un s o u v e n i r ineffaçable. C'est de la Guadeloupe et de la M a r t i n i q u e , françaises depuis trois siècles, q u e je vais vous e n t r e t e n i r q u e l q u e s i n s t a n t s . Mon sujet est vaste : je ne p o u r r a i d a n s cette causerie qu'effleurer certaines parties ; je m ' é t e n d r a i particulièr e m e n t s u r trois points qui m ' o n t p a r u m é r i t e r votre attention : les p r o d u c t i o n s , le climat, la vie, et enfin les enfants célèbres des Antilles.

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Au d é b u t de la colonisation, la Guadeloupe et la M a r t i n i q u e n ' o n t c o n n u q u ' u n e seule c u l t u r e : celle de la c a n n e à s u c r e . Le Père Labat y développa de 1695 à 1705 l ' i n d u s t r i e s u c r i è r e . Les îles c o n n u r e n t une p r o s p é r i t é i n o u ï e . « Les ports privilégiés p o u r le c o m m e r c e d'Amér i q u e p a r t i c i p a i e n t l a r g e m e n t à cette p r o s p é r i t é : c'est alors q u e furent c o n s t r u i t s les édifices s o m p t u e u x qui c o u v r i r e n t Nantes, Marseille et s u r t o u t Bordeaux ». Cette p r o s p é r i t é fut m a l h e u r e u s e m e n t sans l e n d e m a i n et je vais vous en d o n n e r la raison par u n e r a p i d e analyse du système ou pacte colonial. 11 a été organisé en France p a r Colbert, qu'on a c o u t u m e d'appeler un g r a n d min i s t r e (il le fut sous plus d'un r a p p o r t ) mais que je n'adm i r e pas p o u r les e n t r a v e s d o n t il chargea n o t r e comm e r c e . Les caractères de ce système ou pacte colonial étaient les suivants : 1° La colonie devait envoyer tous ses p r o d u i t s à la Métropole et ne pouvait les écouler à l'étranger. 2° La colonie n e pouvait recevoir q u e des p r o d u i t s de A Métropole. Ainsi les d e u x m a r c h é s étaient r é c i p r o q u e m e n t liés ; la Métropole se réservait les p r o d u i t s coloniaux et de son côté la colonie ne pouvait s ' a p p r o v i s i o n n e r qu'avec des produits métropolitains. 3° Le c o m m e r c e e n t r e la Métropole et les colonies était fermé a u x navires é t r a n g e r s et réservé exclusivem e n t au pavillon national. Le m o n o p o l e du m a r c h é français lit que la p r o d u c t i o n coloniale se porta exclusivem e n t s u r les d e n r é e s qui n'avaient pas de similaires en Europe. Le sucre, que l'on ne savait alors e x t r a i r e que de la c a n n e à s u c r e , fut adopté par les colons et absorba tous les c a p i t a u x et toutes les t e r r e s . Ces sucres furent frappés à l'eur i n t r o d u c t i o n en France, d ' u n droit de d o u a n e c o m m e l ' a u r a i e n t été des produits é t r a n g e r s ; m a l g r é la taxe, la p r o d u c t i o n du sucre fut très florissante et elle dévora a u t o u r d'elle toute a u t r e espèce d'exploitation. P e n d a n t le blocus c o n t i n e n t a l de 1806 l'approvisionnem e n t des d e n r é e s coloniales fut a r r ê t é . On chercha le moyen de se p r o c u r e r le sucre, a u q u e l le c o n s o m m a t e u r était h a b i t u é et d o n t la privation était vivement ressentie. La science, s t i m u l é e par l'intérêt découvrit des procédés qui p e r m e t t a i e n t de l'extraire de la b e t t e r a v e . Déjà en 1812 la fabrication du s u c r e de betterave avait fait tant de p r o g r è s q u e le m i n i s t r e Chaptal n e sut pas disting u e r e n t r e les d e u x qualités qui lui avaient été servies, quel était le sucre de c a n n e . La production i n d i g è n e fit d ' a u t a n t plus de p r o g r è s qu'elle était protégée c o n t r e les sucres coloniaux par u n droit de d o u a n e qui n e pouvait l'atteindre à l ' i n t é r i e u r . On finit c e p e n d a n t p a r s'émouvoir de ces p r o g r è s et


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aussi du sort m i s é r a b l e des colonies qui ne p o u v a i e n t plus écouler leur s u c r e . Les lois du 3 Juillet 1861 et 16 Mai 1863 firent disparaître toute trace de CE pacte : avec le S é n a t u s Consulte du 4 Juillet 1866, les vieilles colonies a c q u i r e n t u n e sorte d ' a u t o n o m i e financière et d o u a n i è r e . Mais le mal était déjà i u c u r a b l e , et d e p u i s lors, les colonies sont d a n s u n état de souffrance d o n t ce système a été la cause. Sans ce p a c t e , les colonies n e seraient pas e x c l u s i v e m e n t adonnées à u n e seule c u l t u r e et elles n ' a u r a i e n t pas à souffrir de cette direction factice d o n n é e a u x t r a v a u x et a u x c a p i t a u x . Sans ce pacte, l'industrie de betterave n ' a u rait pas fait en F i a n c e a u t a n t de progrès, parce qu'elle a u r a i t eu à s u p p o r t e r la c o n c u r r e n c e du s u c r e é t r a n g e r , ce qui a u r a i t eu p o u r effet de m é n a g e r les t r a n s i t i o n s et de p r é v e n i r ces g r a n d s cataclysmes qui ont précipité les colonies du h a u t de l e u r p r o s p é r i t é d a n s u n e r u i n e profonde. Ainsi l'histoire dira que Colbert n'a été g r a n d q u e p o u r avoir mis de l'ordre d a n s nos finances, conseillé l'économie au roi et porté h a u t et ferme le s e n t i m e n t de n o t r e g r a n d e u r n a t i o n a l e . Quant à ses tarifs et à son pacte colonial, on sera u n a n i m e p o u r r e c o n n a î t r e qu'ils n ' o n t pas été la véritable cause de sa gloire et qu'ils n'ont c o n t r i b u é à l'étendre que par l ' a d m i n i s t r a t i o n intéressée de ceux qui ont profité de son œ u v r e . Malgré cette différence de t r a i t e m e n t e n t r e ces d e u x sortes de sucres et cette protection i r r a i s o n n é e accordée à l ' i n d u s t r i e de betterave, la Guadeloupe resta fidèle à sa vieille c u l t u r e . Des économistes, des g é o g r a p h e s , des a d m i n i s t r a t e u r s conseillent j o u r n e l l e m e n t à nos cultivateurs l'abandon de la c a n n e à sucre et l'adoption des c u l t u r e s vivrières. Les Antillais objectent avec raison qu'il n e leur est pas possible d ' a b a n d o n n e r du j o u r au l e n d e m a i n u n m a t é r i e l , un outillage, une organisation r e p r é s e n t a n t p l u s i e u r s centaines de millions. Qu'en o u t r e u n e p a r t i e des terres ne se p r ê t e n t qu'à la c u l t u r e de la c a n n e . Enfin, q u e cette c u l t u r e et que l'industrie s u c r i è r e r e s t e n t encore r é m u n é r a t r i c e s , q u e surtout elles o c c u p e n t des milliers de b r a s dont le plus g r a n d n o m b r e r e s t e r a i e n t inutilisés, en cas d ' a b a n d o n . C e p e n d a n t si nos cultivateurs n ' o n t pu laisser en friche l e u r s c h a m p s de c a n n e ; si nos i n d u s t r i e l s Antillais n ' o n t pu jeter à la ferraille un outillage un peu d é m o d é , s'ils n ' o n t pu c o n s e n t i r à un vrai suicide, ils n ' o n t négligé a u c u n e occasion p o u r m o d e r n i s e r leurs établiss e m e n t s . Les p r o g r è s réalisés s o n t t a n g i b l e s , incontestables, et avec l'accroissement de la c o n s o m m a t i o n mondiale et l'élévation des cours qui en est la c o n s é q u e n c e , on peut e s p é r e r q u e , grâce à sa p e r s é v é r a n c e , la s u c r e r i e coloniale française sortira peut-être de la d o u l o u r e u s e période des vaches m a i g r e s .


— 6 — Tandis que la Guadeloupe a c o n t i n u é à fabriquer du sucre, la M a r t i n i q u e , plus prévoyante, s'est spécialisée de plus en plus d a n s la fabrication du R h u m . Cette industrie s'y est très développée depuis q u e l q u e s a n n é e s . Les usines n e sont p l u s les seules à en p r o d u i r e ; de n o m b r e u ses h a b i t a t i o n s trop éloignées des centres u s i n i e r s p o u r y p o r t e r leurs c a n n e s se sont constituées en véritables distilleries agricoles et p r o d u i s e n t d i r e c t e m e n t avec le jus de la c a n n e des r h u m s dont le parfum exquis laisse bien loin d e r r i è r e eux ces m i x t u r e s livrées en E u r o p e au cons o m m a t e u r sous le nom de r h u m et qui n ' o n t de r h u m q u e le n o m . Le vrai r h u m n'est a u t r e chose q u e le tafia vieilli en fût ; le tafia lui-même est le p r o d u i t de la distillation directe du jus de c a n n e ou vesou, ou bien de la distillation des sirops p r o v e n a n t de la cuisson de ce vesou. On obtient au bout de peu de t e m p s un r h u m e x q u i s , destiné tantôt à la p o p u l a t i o n , tantôt à l'exportation. Mais la boisson c o u r a n t e du pays c'est la g r a p p e blanche extraite aussi du jus de la c a n n e . Elle r e m p l a c e p o u r ainsi dire le vin d a n s les c a m p a g n e s des Antilles où, par suite de la c h a l e u r qui occasionne une t r a n s p i r a tion a b o n d a n t e et de la g r a n d e q u a n t i t é d'eau que l'on boit, il se p r o d u i t u n e é l i m i n a t i o n r a p i d e et considérable de l'alcool i n g é r é . 11 faut encore r e m a r q u e r qu'on n'a j a m a i s considéré cette g r a p p e blanche c o m m e e x e r ç a n t u n e influence fâcheuse, La population des Antilles l'expérim e n t e depuis p r è s de d e u x siècles et m a l g r é la faible imp o r t a n c e de l'impôt s u r l'alcool, m a l g r é le bas p r i x du liq u i d e qui le met à la portée de toutes les bourses, m a l g r é l'usage g é n é r a l qui en est fait, il n e semble pas q u e cette boisson n o u s ait été n u i s i b l e . La population de la M a r t i n i q u e qui s'élevait en 1820 au chiffre de 100 000 h a b i t a n t s , atteignait avant l'éruption 200.000 h a b i t a n t s ; sa densité est de 200 h a b i t a n t s par k m q . Les statistiques m o n t r e n t que la d é p o p u l a t i o n n'existe pas à la M a r t i n i q u e . Or, étant d o n n é q u e l'on considère l'alcool c o m m e l'un des facteurs de la d é p o p u l a t i o n , on voit qu'ici ce facteur n'a g u è r e eu d'action : cela sans doute à cause de la b o n n e qualité de l'alcool c o n s o m m é . De nos j o u r s , la Martinique p r o d u i t plus de 20 millions de litres de r h u m ; elle en p r o d u i t plus q u e la Guadeloupe et les Antilles anglaises r é u n i e s . Elle n e tardera pas à occuper la p r e m i è r e place p o u r l'exportation du r h u m . Et j'ose avancer q u e si des m e s u r e s sévères étaient prises c o n t r e les m a u v a i s alcools de la Métropole, le r h u m de la M a r t i n i q u e t r o u v e r a i t chez vous de n o m b r e u x c o n s o m m a t e u r s et ne p r o d u i r a i t c e r t a i n e m e n t pas les tristes effets de la d é p o p u l a t i o n que vous déplorez actuellement. Après la c a n n e à s u c r e , vient le caféier. L'introduction du caféier a u x Antilles est du d o m a i n e de l'histoire. Vous m e p e r m e t t r e z de vous r a p p e l e r à ce sujet la pro-


— 7 — fonde révolution q u e causa au XVIIIe siècle l ' a v è n e m e n t du café et vous verrez en m ô m e t e m p s les causes de son i n t r o d u c t i o n a u x Antilles. Le cabaret est d é t r ô n é , l'ignoble cabaret où sous Louis XIV se roulait, la jeunesse française e n t r e les jeux et les t o n n e a u x . La b o u t i q u e , élégante de causerie, salon plus q u e b o u t i q u e c h a n g e , ennoblit les m œ u r s . Le r è g n e du café est celui de la t e m p é r a n c e . « Le café, dit Michelet, la sobre l i q u e u r p u i s s a m m e n t c é r é b r a l e , qui tout au c o n t r a i r e des s p i r i t u e u x a u g m e n t e sa netteté et sa lucidité, le café qui s u p p r i m e la vague et lourde poésie des fumées d ' i m a g i n a t i o n , qui du réel bien vu, fait jaillir l'étincelle et l'éclair de la vérité. » Les trois âges du café sont ceux de la pensée m o d e r n e . Ils m a r q u e n t les m o m e n t s solennels du b r i l l a n t siècle de l'esprit. Le café arabe la p r é p a r e , m ê m e avant 1700. Ces belles d a m e s que vous voyez d a n s les modes de Bonnard h u m e r leur petite tasse, elles y p r e n n e n t l'arome du très lin café d'Arabie. Et de quoi c a u s e n t - e l l e s ? De la coiffure à la s u l t a n e , des Mille et une n u i t s . Bientôt c o m m e n c e le r è g n e du café I n d i e n , a b o n d a n t , p o p u l a i r e , r e l a t i v e m e n t à bon m a r c h é . Bourbon, n o t r e île I n d i e n n e où le café est t r a n s p l a n t é , jouit tout à coup d'une fortune inouïe. Ce café de t e r r e volcanique fait l'explosion de la régence et de l'esprit n o u v e a u , l'hilarité s u b i t e , la risée du vieux inonde, les saillies dont il est criblé, ce t o r r e n t d'étincelles dont les vers légers de Voltaire et les Lettres P e r s a n e s , nous d o n n e n t u n e idée affaiblie. La lave de Bourbon pas plus q u e le sable a r a b i q u e ne suffisait à la p r o d u c t i o n . C'est alors qu'on songea à faire t r a n s p o r t e r le café d a n s les puissantes t e r r e s des Antilles. L ' i n t r o d u c t i o n du caféier à la M a r t i n i q u e est due au capitaine de génie Desclieux, dont le d é v o u e m e n t est resté c é l è b r e . Lorsque Desclieux partit de France en 1727, le r é g e n t lui r e m i t trois petits plants du j a r d i n du roi. La traversée fut longue et pénible : q u e l q u e s j o u r s a v a n t d ' a r r i v e r au port, l'eau m a n q u a et l'on fut obligé de r é d u i r e à la d e m i - r a t i o n les matelots et les passagers. Desclieux se priva d ' u n e partie de sa ration p o u r a r r o s e r ses caféiers. Deux m o u r u r e n t , mais le troisième, cultivé p a r lui avec le plus g r a n d soin, fut la souche de tous les caféiers des Antilles et de l'Amérique c e n t r a l e . Les caféiers r é u s s i r e n t si bien q u e cette île en envoyait peu de t e m p s a p r è s dix millions de livres. « Ce fort café, dit Michelet, celui des Antilles, plein, corsé n o u r r i s s a n t aussi bien q u ' e x c i t a n t , a n o u r r i l'âge adulte du siècle, l'âge fort de l'encyclopédie. 11 fut bu p a r Buffon, p a r Diderot ; Rousseau ajouta


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sa c h a l e u r a u x Ames c h a l e u r e u s e s , sa l u m i è r e à la vue p e r ç a n t e des p r o p h è t e s assemblés d a n s l'antre de P r o c o p e qui virent au fond du noir b r e u v a g e le futur rayon de 89. Mais laissons là les h a u t e u r s de l'histoire p o u r suivre l'évolution du caféier a u x Antilles. 11 prit u n e extension considérable à la M a r t i n i q u e , et à la veille de la Révolution, cette colonie produisait, c o m m e n o u s l'avons vu, plus de 10 millions de livres. Depuis cette é p o q u e cette c u l t u r e subit un c o n t r e coup pareil à celui de la vigne : des maladies n o m b r e u s e s se sont a t t a q u é e s au caféier. Les feuilles furent couvertes de larves du n o m d'Elachiste et les racines furent rongées par des a n g u i l l u l e s . Aujourd'hui la disparition des caféiers est un fait accompli. A la Guadeloupe, au c o n t r a i r e , le café s'acclimate très bien et semble être jusqu'ici à l'abri de ces fléaux m u l t i ples qui ont frappé et r u i n é les caféières de l'île s œ u r . Le café est fort en h o n n e u r d a n s cette colonie, a u g u r e d'un bel a v e n i r et je ne m ' é t o n n e r a i s point q u e d'ici q u e l q u e s a n n é e s la c a n n e soit sacrifiée au café. La p r o duction va c h a q u e j o u r g r a n d i s s a n t ; à elle seule la Guadeloupe fournit à la métropole s u r le million de kilos qu'elle c o n s o m m e en café p r o v e n a n t de ses colonies près des 7/10'' de cette c o n s o m m a t i o n . Aussi est-il inexact de nos j o u r s d'appeler le café de p r o v e n a n c e antillaise « café m a r t i n i q u a i s ». La Martinique n ' e n p r o d u i t plus en q u a n t i t é suffisante p o u r sa p r o p r e c o n s o m m a t i o n . Cette m é p r i s e s ' e x p l i q u e : p e n d a n t l o n g t e m p s la M a r t i n i q u e a été le chef-lieu et le m a r c h é général des Antilles. C'était à elle q u e les îles voisines v e n d a i e n t leurs p r o d u i t s et a c h e t a i e n t les m a r c h a n d i s e s de la m é t r o p o l e . L'Europe ne connaissait que la Martinique et cette faveur ne c o n n u t plus de b o r n e s lorsque l'une de ses plus belles créoles devint l ' i m p é r a t r i c e des Français. Mais a u j o u r d ' h u i les d e u x colonies s œ u r s sont s u r le pied de complète égalité et c'est faire œ u v r e de justice que de r e n d r e à la Guadeloupe l ' h o n n e u r de vous f o u r n i r un café d o n t vous savez déjà les qualités. Une a u t r e d e n r é e non moins précieuse et d o n t vous faites g r a n d cas en Europe, le cacao, vous vient e n c o r e d e ces d e u x colonies. Le climat et le sol sont favorables à cette c u l t u r e . Les cacaoyers de la Martinique e n d o m m a gés p a r l'éruption ont repris leur v i g u e u r et le chiffre de l'exportation a n n u e l l e a déjà dépassé toutes p r é v i s i o n s . A la Guadeloupe où les cocaoyers n ' o n t subi a u c u n e crise notable, ils sont en b o n n e voie de p r o s p é r i t é . L ' a d m i n i s t r a t i o n locale reçoit j o u r n e l l e m e n t des d e m a n d e s de concession de t e r r a i n dans la m o n ' a g n e p o u r la création d'exploitations nouvelles. Le cacao récolté est soumis p a r les c o m m e r ç a n t s e x p o r t a t e u r s à u n triage soigné et à un séchage. Il n'est mis en barils


— 9 — que lorsqu'il est très s e c . L'exportation atteint aujourd'hui 1.300 tonnes p o u r ces deux colonies, valant 2.600.000 francs. Comme vous le voyez, c'est à ces belles Antilles que vous devez en p a r t i e le chocolat que vous consommez sous des façons m u l t i p l e s et variées. Et c e p e n d a n t quelle é t r a n g e réception faites-vous à ces d e n r é e s précieuses, c o m m e le café et le cacao. L'on c o m p r e n d difficilement déjà que vous protégiez votre sucre de betterave c o n t r e les sucres coloniaux. Le prot e c t i o n n i s m e à o u t r a n c e vous y oblige peut-être. Mais l'on n e peut s'expliquer p o u r q u o i vous frappez d'un droit à l e u r e n t r é e en France des d e n r é e s qui n ' o n t pas de simil a i r e s en E u r o p e et qui sont françaises. Les colonies intér e s s é e s p r o t e s t e n t c o n t r e un tel t r a i t e m e n t ; elles font très j u s t e m e n t r e m a r q u e r que c'est sans raisons sérieuses q u e l'on i m p o s e des p r o d u i t s qui n e font a u c u n e concurrence à l'industrie ou à l'agriculture de la m é t r o p o l e , que les produits de la m é t r o p o l e e n t r a n t en franchise s u r leurs territoires, ce défaut de réciprocité const tue u n e réelle injustice Certaines c h a m b r e s de c o m m e r c e se sont associées aux desiderata des colonies. C'est ainsi que la C h a m b r e de Laval, le 14 d é c e m b r e 1907. é m e t t a i t le vœu que la « m é t r o p o l e favorise l'importation des prod u i t s coloniaux par tous les m o y e n s possibles et n o t a m m e n t p a r l'atténuation des droits de d o u a n e s u r les cafés, les cacaos, thés et a u t r e s d e n r é e s secondaires. » Un pareil r é g i m e est c o n t r a i r e à l'équité Nous le subissons depuis 1892 ; la France doit tenir à h o n n e u r , p o u r elle et p o u r son d o m a i n e colonial, de s o r t i r sans retard d ' u n e colossale i n i q u i t é . Depuis q u e l q u e s a n n é e s s e u l e m e n t , la M a r t i n i q u e et la Guadeloupe ont adopté la c u l t u r e de la vanille. La vanille des Antilles est originaire du Mexique. La c u l t u r e , la fécondation et la p r é p a r a t i o n de la vanille d e m a n d e n t des soins longs et p r é c a u t i o n n e u x La fécondation des fleurs est une opération délicate ; elle se fait à main d ' h o m m e , car on ne possède pas aux An tilles, c o m m e au Mexique, l'abeille qui se charge de porter le pollen de l'organe mâle s u r l'organe femelle. Plusieurs tentatives ont été faites p o u r l'acclimatation de celte précieuse mellipone mais elle a toujours été v i c t i m e de l'abeille du pays Les p r o d u i t s , o b t e n u s sont de qualité s u p é r i e u r e et se v e n d e n t en France de 60 à 80 francs le k i l o g r a m m e . Depuis q u e l q u e s a n n é e s , u n e c o n c u r r e n c e r e d o u t a b l e lui est faite s u r le m a r c h é français par un produit i n d u s triel, la Vaniline,dont le pouvoir a r o m a t i s a n t est cent fois s u p é r i e u r à celui de la vanille des Antilles, tandis q u e le prix d'un kilo de Vaniline n'est pas plus du double de celui de la vanille n a t u r e l l e . Or, les vanilles des colonies françaises se paient 204 francs p a r 100 kilos à leur e n t r é e en France, alors q u e la v a n i l i n e , q u a n d elle vient de


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l'étranger, acquitte un droit s e u l e m e n t de 5 0/0, a u g m e n t é de celui s u r l'alcool employé à la fabrication, soit environ 100 francs p a r 400 kilos, d'où u n e Concurrence redoutable qui fait effondrer les cours de la vanille n a t u r e l l e . Les colonies r é c l a m e n t des droits c o m p e n s a t e u r s , ainsi q u e l'application à la vaniline de la loi s u r les fraudes alimentaires. Les colons des Antilles r e v i e n n e n t é g a l e m e n t à des plantations q u e les h a u t s cours d o n t a bénéficié longt e m p s l'industrie s u c r i è r e avait fait délaisser. L ' a n a n a emploie plusieurs centaines de b r a s ; il est utilisé p o u r la fabrication des conserves, mais celle i n d u s t r i e faiblit devant la c o n c u r r e n c e faite p a r S i n g a p o u r et actuelle m e n t l'on pense au t r a n s p o r t de l'anana frais en France. Vous lui ferez c e r t a i n e m e n t un accueil des plus chaleur e u x . La c u l t u r e du cocotier a r e p r i s faveur. Le coco se c o n s o m m e p l u t ô t s u r place s u r t o u t à l'état frais On en boit le lait le matin à j e u n ; à l'état sec, on l'emploie d a n s la pâtisserie. Non m o i n s prisées sont les b a n a n e s très fines et très savoureuses des Antilles qui t r o u v e n t c h a q u e j o u r des c o n s o m m a t e u r s plus n o m b r e u x en E u r o p e . Et c'est p o u r r é p o n d r e à vos pressants désirs qu'il a été établi r é c e m m e n t s u r les paquebots reliant les Antilles à la France des c h a m b r e s frigorifiques q u i p e r m e t t e n t de les t r a n s p o r t e r en bon état et. à meilleur m a r c h é . L'on usera de ce système i n g é n i e u x p o u r faire figurer s u r le m a r c h é français toute la collection des fruits des Antilles : tels q u e les m a n g u e s , les sapotilles, les o r a n g e s , les m a n d a r i n e s , les avocats et c o m b i e n d'autres fort agréables au goût d o n t les n o m s m ' é c h a p p e n t . Celte nouvelle b r a n c h e de c o m m e r c e est très intéress a n t e p o u r les Antilles en ce qu'elle a m é l i o r e l e u r s i t u a tion é c o n o m i q u e , en c r é a n t u n e nouvelle s o u r c e de revenus. Dans ces h e u r e u x pays où « le pain pousse c o m m e un f r u i t » , l e s i n t e m p é r i e s sont aussi soudaines q u e violentes. Chaque pays c o n n a î t un fléau d e s t r u c t e u r : la France a ses i n o n d a t i o n s , l'Italie ses t r e m b l e m e n t s de t e r r e , l'Algérie son sirocco, l'Iode son t y p h o n . Mais n u l l e c o n t r é e n'est plus fréquemment éprouvée que les Antilles a u x q u e l l e s la n a t u r e s e m b l e a r r a c h e r d'une main ce qu'elle leur accorde de l ' a u t r e . Les tremblem e n t s de terre, les cyclones, les é r u p t i o n s , tels sont les fléaux qui tour à t o u r et c o m m e à l'envie r u i n e n t et ravagent, « les vrais joyaux » q u e sont ces îles. Les t r e m b l e m e n t s de t e r r e y sont f r é q u e n t s , mais peu r e d o u t a b l e s . L'on y déconseille p o u r plus de s û r e t é la c o n s t r u c t i o n en m a ç o n n e r i e . La p o p u l a t i o n n e s'effraye plus de ces légeres secousses qui passent souvent i n a p e r ç u e s . C e p e n d a n t en 1839, la ville de Fort de France fut r e n v e r s é e par les m o u v e m e n t s du sol et la Pointe à P i t r e a été p a r t i e l l e m e n t d é t r u i t e en 1843. Les cyclones sont des tourbillons qui p r e n n e n t

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sance d a n s la région des calmes i n t e r t r o p i c a u x . Chaque a n n é e , à l'époque de l'hivernage, les météorologistes p e u v e n t constater la présence de p l u s i e u r s cyclones d a n s ces p a r a g e s . Ces cyclones p e u v e n t ne point t r a v e r s e r la ligne des Antilles, mais q u a n d ils les visitent, des a r b r e s sont d é r a c i n é s , des voiliers jetés à la côte, des maisons enlevées, des récoltes d é t r u i t e s . Ces o u r a g a n s s è m e n t s u r l e u r passage la r u i n e , la m i s è r e , mais il faut l'avouer, j a m a i s le d é c o u r a g e m e n t . Le colon est fort d a n s l'adversité, il porte au c œ u r la triple cuirasse dont parle le poète l a t i n . Le l e n d e m a i n du cyclone qui a e m p o r t é son pain et ses e s p é r a n c e s , il r e g a g n e son c h a m p rasé et détruit et le p r é p a r e de suite à de nouvelles s e m e n c e s . Après les cyclones, ce sont tantôt les sécheresses, tantôt les i n o n d a t i o n s qui frappent les c u l t u r e s . On p e u t dire que l'existence du colon se passe en des luttes p e r p é t u e l l e s c o n t r e les é l é m e n t s . Le d é c o u r a g e m e n t n e m a n q u e r a i t pas de s ' e m p a r e r d'Ames m o i n s f o r t e m e n t t r e m p é e s que celles de ces créoles. D'éruption a u x Antilles, je n'en avais g u è r e e n t e n d u p a r l e r avant 1902. La c a t a s t r o p h e de S a i n t - P i e r r e la perle des petites Antilles, le chef-lieu é c o n o m i q u e de la M a r t i n i q u e , a été d é t r u i t e , incendiée p a r les laves et ensevelie sous les c e n d r e s . Le Mont Pelée a été décour o n n é p a r l'éruption du 8 mai et par celle du 30 août 1902. Ce sont des dates q u ' o n ne peut é v o q u e r sans u n e certaine é m o t i o n et sans un s e r r e m e n t de c œ u r . P l u s de 40.000 créoles qui bravaient les colères du volcan, se sont e n d o r m i s p o u r ne plus se réveiller, laissant après eux des vides et des p l e u r s J'ai assisté à des spectacles d o u l o u r e u x . . . n a v r a n t s , dont le seul souvenir m e frappe encore de s t u p e u r . J'ai vu d a n s les h ô p i t a u x de la Guadeloupe, des h o m m e s qui avaient p e r d u la notion des lieux et qui se voilaient la face d e v a n t tout ce qui était feu ou fumée. J'ai vu des o r p h e l i n s sauvés c o m m e p a r m i r a c l e , s'accrocher aux s œ u r s de Saint-Paul avec des cris a m e r s et d é c h i r a n t s . J'ai vu des familles entières plongées d a n s le deuil et la m i s è r e . Ce sont là des scènes d o u l o u r e u s e s que je n e puis vous r e p r é s e n t e r . La d o u l e u r est de ces s e n t i m e n t s qui s ' e x p r i m e n t , se c o m m u n i q u e n t et ne se p r ê t e n t g u è r e à la d e s c r i p t i o n . . . . Et p o u r q u o i à 9 ans de distance, vous r a p p e l e r ces scènes tragiques : les p l e u r s d'un o r p h e l i n ou la détresse d ' u n e veuve ? Le t e m p s a déjà fait son œ u v r e , les blessures se sont refermées, les deuils sont défunts, les visages ne sont plus a s s o m b r i s . La n a t u r e r é p a r a t r i c e a r e p l o n g é le volcan d a n s u n s o m m e i l séculaire. Aujourd'hui la végétation tropicale a r e p r i s ses droits d a n s toutes les parties dévastées où sont r e v e n u e s des populations m a i n t e n a n t r a s s u r é e s , r a m e n a n t avec elles la vie politique, a p r è s la vie é c o n o m i q u e . Toutes les c o m m u n e s ont r e p r i s leur existence m u n i c i p a l e . Seule la c o m m u n e de S a i n t - P i e r r e , s u p p r i m é e p a r une loi de 1910, n'est pas


— 12 — encore rétablie. P a r u n e p r u d e n c e q u e l'on c o m p r e n d , l ' a d m i n i s t r a t i o n s'abstient de favoriser la r e p r i s e de possession de ce c e n t r e . Mais en dépit du volcan, un m o u v e m e n t se dessine déjà d a n s ce sens. Un service de b a t e a u x à v a p e u r relie trois fois p a r s e m a i n e Fort de France à Saint-Pierre, t r a n s p o r t a n t passagers et marc h a n d i s e s . Un warf y a été c o n s t r u i t , cinq ou six i m m e u b l e s y ont été édifiés au milieu des r u i n e s . SaintP i e r r e est le point désigné par la n a t u r e p o u r les échanges c o m m e r c i a u x e n t r e toutes les localités comprises d a n s son a r r o n d i s s e m e n t et l'extérieur. C'est un facteur qu'il n'est pas p e r m i s de laisser improductif. Le chef de la d e r n i è r e mission géologique est p a r t i s a n de sa reconstitution et ne croit pas q u e les triples é r u p t i o n s de 1902 puissent j a m a i s se renouveler. De toutes les i m p r e s s i o n s q u e vous recevrez en débarq u a n t aux Antilles, il en est une q u e je vous délie d'éprouver : celle du froid intense qui fouette et qui glace. En effet, du ler janvier au 31 d é c e m b r e , i l fait c h a u d . Non que le t h e r m o m è t r e escalade en tous t e m p s des h a u t e u r s i n v r a i s e m b l a b l e s , non q u e vous deviez vivre dans la c r a i n t e de l'insolation plutôt r a r e , ou de tous les accidents i m p u t a b l e s au climat, mais encore une fois, il fait g é n é r a l e m e n t chaud de 9 h e u r e s d u m a t i n à 5 h e u r e s du soir il n'y a en réalité de pénible a u x Antilles q u e la c o n t i n u i t é de la c h a l e u r et lorsque sous votre ciel pluvieux et n u a g e u x , où le soleil ne sait ni se m o n t r e r ni se cacher, lorsque je n ' e n t e n d s parler que de rhumes, de b r o n c h i t e s , de tuberculose et du reste, il ne m'en faudrait pas b e a u c o u p p o u r m e faire d i r e q u e les pays c h a u d s sont plus c l é m e n t s q u e les pays d ' E u r o p e , si je ne savais.... Je sais, en effet, qu'on m e u r t d a n s les seconds c o m m e dans les p r e m i e r s et si la m o r t y fait des siennes, c'est q u ' a p p a r e m m e n t il y a des maladies. Oui, aux Antilles comme p a r t o u t vous rencontrerez des r h u m e s , des rhumatismes, des congestions, de la fièvre thyphoïde, de l'anémie, de légers accès d e fièvre, mais vous n'y trouverez a u c u n e trace de ces maladies e n d é m i q u e s qui d o n n e n t à certaines colonies le terrible r e n o m de « t o m b e a u des E u r o p é e n s . » Il est u n fait avéré q u e le Français d'Europe peut facilement s'établir a u x Antilles, y faire souche et créer u n e famille Comme preuve, je vous a b a n d o n n e les 30.000 blancs qui vivent là-bas. Vous croyez fatalement toutes les colonies m a u v a i s e s , meurt r i è r e s . C'est un vieux préjugé, et loin de r e g a r d e r de leur côté, c'est à qui de vous visera à l'idéal du poète : n a î t r e , vivre et m o u r i r d a n s la m ê m e maison. Or, le Français n'a pas à r e d o u t e r les climats tropicaux. Qu'il s'astreigne n a t u r e l l e m e n t , sans efforts, à cette hygiène, qui n'est du reste nulle p a r t superflue, il s'y trouvera a b s o l u m e n t c o m m e chez lui et q u a n d il a u r a habité les Antilles, il éprouvera q u e l q u e c h a g r i n à s'en é l o i g n e r .


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Le colonial a i m e à voir lever l ' a u r o r e , non qu'il se pique de plus de vertu q u ' u n a u t r e , mais p o u r jouir de la fraîcheur du m a l i n et des gloires du soleil qui fait a i m e r la vie. Allées et venues, m o u v e m e n t et a n i m a t i o n se dessinent, les m a r c h é s sont en r u m e u r c o m m e les c h a m p s et leurs t r a v a u x , les m é t i e r s b o u r d o n n e n t , la ville revêt ses a l l u r e s . Les bazars, les m a g a s i n s s'ouvrent avec l e u r s étalages et le coup de p l u m e a u des c o m m i s , les lycéens et les collégiens s'en vont le sac s u r l'épaule, M. le Gouv e r n e u r reçoit, les caisses p u b l i q u e s et les guichets sont assiégés, les médecins civils, d o n t le sort est enviable partout, courent, à leurs m a l a d e s . Les m a g i s t r a t s se r e n d e n t à l'audience du t r i b u n a l , de la cour d'appel, de la cour d'assises, où la cause sensationnelle et m ô m e d é p o u r v u e de sensation a t t i r e r a de fraîches et claires toilettes, en présence desquelles m a g i s t r a t s , j u r é s , défenseurs et accusés a u r o n t de quoi « vivre, souffrir, penser et a i m e r par le regard ». Et tout ce train c o n t i n u e j u s q u ' a u x a p p r o c h e s de m i d i . Le soleil d o n n e alors de toutes ses forces ; c'est le moment, de se cacher dans la « case » où a p r è s le d î n e r , la sieste, la flânerie et le désœuv r e m e n t e x e r c e n t leur e m p i r e , tandis que la ville repose, elle aussi, déserte, accablée, s i l e n c i e u s e . * Elle s'éveille toutefois, s'élire, et de d e u x à cinq, c'est à peu p r è s la réédition du m a l i n . Vers cinq h e u r e s , les m a g a s i n s se f e r m e n t , les b u r e a u x se vident. M . le Gouv e r n e u r fait atteler et tous, f o n c t i o n n a i r e s , employés, ouvriers sont de la fête qui c o m m e n c e avec les d e r n i e r s feux du soleil et les p r e m i e r s souilles du l a r g e . Ce sont dès lors des p r o m e n a d e s s u r les routes inoubliables du c a m p Jacob, des parties de pêche aux trois Ilets d o n t les coins c h a r m a n t s valent toutes les beautés de la Malmaison. Ce sont des e x c u r s i o n s s u r les m o n t a g n e s pittoresques ou des courses s u r les grèves baignées par le flot toujours bleu de l'Atlantique, Ceux qui ne g o û t e n t pas les délicieuses beautés d'un soleil c o u c h a n t , d i r i g e n t leurs pas vers ces cafés qui invitent à la manille, a u x d o m i n o s au jacquet, que l'on arrose de rafraîchissements v a r i é s . D'autres, entichés de politique, s'en vont a u x nouvelles. Chaque jour, en effet, et c'est h e u r e u x pour n o u s , les câbles français et anglais n o u s d o n n e n t u n r e s u m é des é v é n e m e n t s sensationnels de la France et du m o n d e e n t i e r . Nous s o m m e s renseignés et d o c u m e n t é s s u r tout et il est parfois difficile de se croire à dix j o u r s de la douce F r a n c e . Très forte y est l ' e m p r e i n t e de l'éducation, de la civilisation m é t r o p o l i t a i n e . A part le d o u x parler créole, on n'y e n t e n d que le F r a n ç a i s . Là-bas l'instruction p r i m a i r e et secondaire est très r é p a n d u e . Beaucoup de j e u n e s gens v i e n n e n t en France c o m p l è t e r leurs é t u d e s et fort n o m b r e u x sont ceux qui s o r t e n t brevetés de l'école p o l y t e c h n i q u e , de l'école centrale des a r t s et m a n u f a c t u r e s , de l'école s u p é r i e u r e des m i n e s , des facultés de m é d e c i n e ,


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de droit, des a r t s et m é t i e r s . S u r ces terres, berceau de la colonisation française, fonctionnent toutes les institutions f o n d a m e n t a l e s de la France ; tous les codes y ont été p r o m u l g u é s ainsi q u e les lois essentielles de la Métropole ; les droits politiques y sont aussi é t e n d u s , et si depuis q u e l q u e s a n n é e s ce n'est pas toujours avec la sagesse désirable, ces colonies n'en sont pas les seules responsables. Et c o m m e n t s ' e m p ê c h e r de r é p é t e r après M. Jules Duval : « Les vieilles colonies sont à l'instar des îles éparses au voisinage du littoral français des parties i n t é g r a n t e s du territoire national, françaises p a r le c œ u r , le sang, les idées, l'ambition. » Et vous partagerez cert a i n e m e n t l'opinion de ce s y m p a t h i q u e a m i des colonies lorsque j ' a u r a i fait défiler d e v a n t vous les vaillants créoles qui ont mis l e u r courage ou l e u r s talents au service de la F r a n c e . Malgré l'exiguité de l e u r territoire, la Guadeloupe et la M a r t i n i q u e ont d o n n é à la France les m e i l l e u r s p a r m i leurs enfants : des jurisconsultes, des a m i r a u x , des génér a u x , des h o m m e s d'Etat, des illustrations de p r e m i e r o r d r e d a n s le d o m a i n e de la- science, des a r t s et des lettres. L'illustre général D u g o m m i e r , qui r e p r i t Toulon a u x Anglais en 1793 et tomba en pleine victoire l'année suivante a Sierra Negra, était de la Guadeloupe. De la Marlini'que, l'amiral P o t h u a u , le p r e m i e r m i n i s t r e r é p u b l i cain de la m a r i n e a p r è s l'ordre m o r a l . Et tant d ' h o m m e s de g u e r r e ! Le général Gobert (Guadeloupe) tué à Baylen en 1806. Le général Bouscaren tué à l ' e n n e m i en Kabylie ; le général de Sonis, c o m m a n d a n t du 17e corps et qui fut laissé p o u r m o r t à Joigny le 2 d é c e m b r e 1870; les g é n é r a u x de Gondrecourt, Motas, Bossant, Bégin, les d e u x g é n é r a u x de la Jaille ; les g é n é r a u x Gaillard, Chanu, C h a u m o n t , tous de la Guadeloupe. C'est, il y a d e u x ans à peine aux m a i n s d'un fils de la Guadeloupe que le g o u v e r n e m e n t r e m e t t a i t le gouvern e m e n t s u p r ê m e des a r m é e s de la République. Le général Brière de l'Isle, c o n q u é r a n t du Tonkin ; le capitaine de frégate Martial, é m u l e de Nordenskyold, l'officier de m a r i n e de Saint Félix qui prit part au c o m b a t de Bazeilles et figure d a n s le tableau Les Dernières cartouches, tous de la M a r t i n i q u e . Légion sont p a r m i les créoles, les héros a n o n y m e s qui v e r s è r e n t l e u r s a n g p o u r la F r a n c e . Eu 1794, ce fut grâce a u x milices de la Guadeloupe que Victor Hugues, c o m missaire de la Convention, culbuta à la m e r 8.000 Anglais qui s'étaient e m p a r é s de la colonie Aussi la convention décréta-t-elle, s u p r ê m e h o n n e u r pour l'époque, que ces milices « avaient bien m é r i t é de la Patrie ». A côté de ces gloires militaires, il en est d'un a u t r e


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o r d r e Le Martiniquais Pory Papy, d é p u t é de la Martiniq u e à l'Assemblée Constituante, refusa la grâce de son fils c o n d a m n é , en échange du vote q u ' o n lui d e m a n d a i t d ' é m e t t r e c o n t r e le p r i n c i p e de la R é p u b l i q u e qui ne fut, on le sait, p r o c l a m é dans la constitution de 1875 qu'à u n e voix de majorité. Le Martiniquais Deproge, m é d e c i n de la m a r i n e en service d a n s son p a y s , lors de l'épidémie qui désola la Guadeloupe en 1865, s'offrit pour aller soigner les cholér i q u e s et m o u r u t victime de son d é v o u e m e n t . Le magistrat Cochinat, de la M a r t i n i q u e , d é m i s s i o n n a au 2 décemb r e et acquit u n e g r a n d e notoriété à Paris c o m m e h o m m e de lettres ; il fut le c o l l a b o r a t e u r du très célèbre créole « Dumas père ». Ajoutons tout bas, car les r é p u b l i c a i n s de l'île n'aim e n t pas qu'on le leur rappelle, que la M a r t i n i q u e a d o n n é à la France u n e i m p é r a t r i c e , à la T u r q u i e u n e sultane. La Guadeloupe a vu n a î t r e le fameux chevalier de Saint Georges, h o m m e d'épée et musicien ; les poètes Léonard, C a m p e n o n , le p e i n t r e Lethière qui fut d i r e c t e u r de l'Académie française à Rome ; Gobert (fils du général) qui prit part a u x j o u r n é e s de juillet et fonda p a r testam e n t d e u x p r i x a n n u e l s que l'Académie Française et l'Académie des i n s c r i p t i o n s d é c e r n e n t a u x a u t e u r s des meilleurs ouvrages s u r l'histoire de F r a n c e ; le savant Sainte Claire Deville. L'illustre citoyen Barbès, le Bayard de la d é m o c r a t i e , d o n t une des g r a n d e s a r t è r e s de Paris porte le n o m , était n é à la Guadeloupe. Je ne puis r é s i s t e r au plaisir de vous citer la s u p e r b e devise qu'il s'était faite : « On a un nom pour recevoir des blessures d a n s ce n o m , au service de la vérité et de la R é p u b l i q u e , c o m m e u n corps p o u r être troué de balles, toujours au m ê m e service ». Barbès, on le sait, protesta c o n t r e la grâce que lui accorda Napoléon III et s'exila volontairem e n t . La Guadeloupe c o m p t e en ce m o m e n t m ê m e l'un de ses enfants c h i r u r g i e n et professeur en r e n o m à l'Acad é m i e de m é d e c i n e . En vérité, la Guadeloupe et la M a r t i n i q u e , ne sontelles pas des m o r c e a u x de la France ! Françaises a u t a n t qu'on peut l'être, elles t é m o i g n e n t d'un loyalisme sincère envers la Métropole et r é p u g n e r a i e n t p r o f o n d é m e n t à une a n n e x i o n à la Grande R é p u b l i q u e Nord-Américaine. Malgré les déceptions quelquefois a m è r e s , m a l g r é les r i g u e u r s , les injustices m ê m e qu'elles e u r e n t à subir, soit de la p a r t de la n a t u r e , soit de la part des h o m m e s les plus qualifiés p o u r les s o u t e n i r et les e n c o u r a g e r , en dépit de dispositions é c o n o m i q u e s peu favorables à l e u r d é v e l o p p e m e n t régulier, la Guadeloupe et la M a r t i n i q u e sont d e m e u r é e s à travers les m é c o m p t e s et les siècles, indéfectiblement unies à la France ; l'esprit de r a n c u n e ou de révolte ne les a pas e n t a m é e s c o m m e tant d ' a u t r e s


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colonies e u r o p é e n n e s . Leur passé tout de travail et d'énergie nous r é p o n d de leur a v e n i r . Elles c o n t i n u e r o n t , n ' e n doutez pas, à vous a p p o r t e r sans réserve les trésors de leur sol et leurs d é v o u e m e n t s . C'est q u e leurs enfants, au c œ u r droit, se sont d o n n é s à vous sans l'arrière pensée de se r e p r e n d r e j a m a i s ; la persévérance de leurs initiatives et la légitimité de leurs aspirations ne s a u r a i e n t t a r d e r d'être bien c o m p r i s e s par votre n a t i o n , en quête de progrès et de justice, a u j o u r d ' h u i plus q u e j a m a i s et je ne désespère pas de voir r e n a î t r e bientôt s u r ma terre d'origine u n e prospérité qu'elle a déjà c o n n u e .

MORLAIX. — IM.P HAMON ET KERVELLEC 3 6 , RUE DE BREST


Les Antilles françaises : les productions, le climat et la vie, les enfants célèbres.  

Auteur. Gonne, E. / Ouvrage patrimonial de la Bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation, Université des Antilles et...

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