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MANIOC.org Conseil général de la Guyane


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LA GUYANE.

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LA G U Y A N E , ou

H I S T O I R E , M O E U R S , USAGES ET D E S

HABITANS

DE

COSTUMES CETTE

PARTIE

PAR M . F E R D I N A N D

DE

L'AMÉRIQUE

DENIS,

Membre de l'Athénée des Sciences, BellesLettres et Arts de Paris. OUVRAGE

ORNÉ

TOME

DE

SEIZE

GRAVURES.

DEUXIÈME.

PARIS, N E P V E U , Libraire, Passage des Panoramas.

1823.

;


LA

GUYANE.

CHAPITRE

PREMIER.

Guyane hollandaise. Paramaribo. Ses édific«s. Manière de vivre des habitans.

Nous allons maintenant nous occu­ per de la Guyane hollandaise, que l'on considère depuis 1804 c o m m e formant partie des possessions britanniques ; et nous n o u s efforcerons

de

faire

connaître les objets les plus i n t é ressans d e celte colonie, jouissant à juste titre d'une si grande r é p u t a ­ tion d'opulence. Son territoire s'é­ tend depuis la rivière de P o u m a r o n jusqu'au M a r o n i ,

et c o m p r e n d les

districts d'Esséquébo , de D é m é r a r y , II.

1


2

LA G U Y A N E .

de Berbice et de S u r i n a m ; ce d e r n i e r , qu'on a toujours considéré

comme

le seul t r è s - i m p o r t a n t , est le cheflieu d e tous les a u t r e s é t a b l i s s e m e n s , et se t r o u v e arrosé p a r u n assez g r a n d n o m b r e de rivières n a v i g a b l e s , au m i ­ lieu desquelles on distingue celle qui lui d o n n e son n o m , et d o n t u n e b r a n ­ c h e est appelée C o m e w i n e . L a ville de P a r a m a r i b o est la c a ­ pitale d e t o u t ce p a y s ; on la r e n c o n t r e après avoir r e m o n t é la rivière de S u r i ­ n a m e n v i r o n l'espace de dix-huit milles, et elle offre a u x r e g a r d s u n aspect e x t r ê m e m e n t a g r é a b l e . Les bois e n v i r o n n a n s sont p a r é s d e la p l u s b r i l ­ lante v e r d u r e , tandis q u e des a r b r e s en fleur qui d é c o r e n t les jardins ex­ h a l e n t u n p a r f u m d é l i c i e u x , dont l'at­ m o s p h è r e est e m b a u m é e .

Elle

se


LA GUYANE.

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trouve bâtie sur u n e espèce de g r a ­ vier de r o c h e , et forme un carré long d'une lieue environ d'étendue. Lorsque l'on d é b a r q u e , on voit que les rues sont parfaitement

alignées , et q u e

des arbres chargés de fleurs ou d e fruits les b o r d e n t de chaque côté ; p o u r y entretenir la f r a î c h e u r ,

les

maisons ont en général deux ou trois étages , et sont p r e s q u e toutes cons­ truites en b o i s , sur des fondations d e b r i q u e s ; de petites planches fendues r e m p l a c e n t les tuiles et les ardoises pour la c o u v e r t u r e ; l'on se sert r a r e ­ m e n t de fenêtres vitrées , à cause d e l'extrême chaleur qu'elles p r o c u r e n t ; mais on a soin d'y suppléer par des treillis de gaze. C o m m e il n'existe pas de fontaine dans cette ville et que l'eau de la rivière n'est pas potable, chaque


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LA

GUYANE.

p r o p r i é t a i r e fait creuser u n puits p o u r servir aux esclaves et a b r e u v e r le b é ­ tail : les gens o p u l e n s n e font usage q u e de l'eau de p l u i e , conservée d a n s des c i t e r n e s , des réservoirs et des jarres de t e r r e fabriquées p a r les in­ digènes. Les maisons sont en g é n é r a l d é ­ corées avec b e a u c o u p d e luxe i n t é ­ r i e u r e m e n t , et les bois p r é c i e u x d o n t les m u r a i l l e s s o n t l a m b r i s s é e s , r e m ­ p l a c e n t o r d i n a i r e m e n t les papiers ou les tapisseries. L a mollesse des créoles s ' a c c o m m o d e p a r f a i t e m e n t des h a m a c s qui servent à g o û t e r le r e p o s ; m a i s q u e l q u e s p e r s o n n e s c e p e n d a n t ont des lits garnis d ' u n e espèce de pavillon de g a z e , destiné à se m e t t r e a l'abri de la p i q û r e des m o u s t i q u e s . Quoiqu'il n ' y ait q u e fort peu d'é-


LA GUYANE.

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difices à Paramaribo , on

distingue

cependant un hôtel de ville

d'une

architecture assez é l é g a n t e , un t e m ­ ple de protestans, où le service se fait en hollandais et en français, un h ô ­ pital presque toujours rempli de m a ­ lades, et enfin plusieurs synagogues. Cette ville n'est défendue que p a r le fort Zelandia, dont elle est séparée à l'est p a r une vaste esplanade, où les troupes font quelquefois la parade ; sur l'un des bastions on r e m a r q u e u n e cloche q u e l'on frappe p o u r indiquer l'heure. La rade est vraiment magnifique , et l'on voit amarrés à une portée de pistolet du rivage u n e foule de bâtim e n s m a r c h a n d s , qui viennent char­ ger du c a f é , du s u c r e , du c a c a o , du c o t o n , de l ' i n d i g o , en échange de


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LA

GUYANE.

diverses m a r c h a n d i s e s d e

l'Europe.

Les A m é r i c a i n s des E t a t s - U n i s fré­ q u e n t e n t p a r t i c u l i è r e m e n t ce

port,

où ils t r o u v e n t des mélasses à t r è s bas p r i x , destinées à l e u r fournir d u rhum. Au r a p p o r t d e p l u s i e u r s v o y a g e u r s , cette capitale est e x t r ê m e m e n t p o p u ­ leuse : selon e u x , on voit dans p r e s ­ q u e t o u t e s les r u e s u n e foule de p l a n ­ teurs,

de m a r i n s ,

de

soldats,

de

n o i r s , d ' i n d i g è n e s , dans u n e c o n t i ­ nuelle agitation. Des é q u i p a g e s b r i l lans se font r e m a r q u e r , d e s

canots

r e m p l i s de m a r c h a n d i s e s , d e p ê c h e u r s ou d'habitans qui p r e n n e n t le plaisir de la p r o m e n a d e , se croisent en s e n s divers , au milieu des b â t i m e n s o r n é s de l e u r s flammes et de l e u r pavillon. Les tables des riches sont

abon-


LA GUYANE.

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d a m m e n t pourvues de tout ce qui peut

flatter

la sensualité , et elles

offrent aux convives ce que l ' E u r o p e , l'Afrique et l'Asie produisent de meil­ l e u r ; mais en

général les diverses

espèces de comestibles sont cherté

extrême.

d'une

Un voyageur

dit

avoir payé un dindon trente-six francs, et une foule d'articles dans la m ê m e proportion. La farine de froment se v e n d , d i t - i l , depuis huit sous jusqu'à vingt-quatre

la l i v r e ; le b e u r r e ,

cinquante sols ; la viande

de b o u ­

cherie jamais au-dessous de v i n g t quatre sols : elle va m ê m e jusqu'à trente-six. Nous ne donnerons pas plus d'extension à cette liste; mais elle suffira

pour

prouver

qu'avec

une

honnête fortune en E u r o p e , on peut le trouver fort gêné à Surinam.


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LA GUYANE. L a p r o p r e t é hollandaise se fait r e ­

m a r q u e r â P a r a m a r i b o p a r un raffi­ n e m e n t q u ' o n ne saurait trop louer dans u n pays e x t r ê m e m e n t

chaud.

N o n - s e u l e m e n t les habitans sont r e ­ cherchés dans leurs v ê t e m e n s ; m a i s ils n e

portent

en général que d u

linge de la plus grande finesse et d ' u n e b l a n c h e u r éblouissante ; le

parquet

des salons est n e t t o y é d ' u n e m a n i è r e qui deviendrait d ' u n prix excessif en E u r o p e ; mais qui ne coûte rien dans les colonies. O n emploie des oranges aigres coupées en d e u x ,

dont

les

domestiques t i e n n e n t u n e moitié de c h a q u e m a i n , en frottant avec force. Cette opération à l'avantage d e r é ­ p a n d r e une o d e u r e x t r ê m e m e n t agréa­ ble dans l ' a p p a r t e m e n t . P a r m i les n o m b r e u x esclaves que


LA G U Y A N E .

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l'on r e n c o n t r e à c h a q u e i n s t a n t , on distingue une e x t r ê m e variété de tein­ t e s , d e p u i s le n o i r brillant du n è g r e j u s q u ' à la c o u l e u r p r e s q u e

blanche

des q u a r t e r o n n é s p r o v e n u s d ' u n E u ­ ropéen et d ' u n e f e m m e m u l â t r e . Il paraît q u e les individus de cette d e r ­ nière classe sont e x t r ê m e m e n t n o m ­ b r e u x à S u r i n a m : on distingue s u r t o u t les f e m m e s ; elles se font r e m a r q u e r par leur formes gracieuses et p a r l e u r b e a u t é . L e u r v ê t e m e n t se c o m p o s e d'un j u p o n de soie garni d ' u n falbala de gaze ; le corset court et serré lacé par d e v a n t laisse voir u n e

chemise

d'une e x t r ê m e finesse; mais elles n e p o r t e n t ni bas ni souliers, p a r c e q u ' i l s sont réservés aux personnes libres : en r e v a n c h e , des bracelets ornent le bas de l e u r s j a m b e s , et elles se c o u II.

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LA G U Y A N E .

v r e n t d ' u n e foule de b i j o u x , qui r e ­ haussent l'éclat d e l e u r p a r u r e ; u n chapeau à large b o r d sert à les g a ­ r a n t i r du s o l e i l , q u a n d elles v e u l e n t s'exposer à son a r d e u r . Les esclaves noires p o r t e n t u n v ê ­ t e m e n t que la p u d e u r n ' a v o u e r a i t pas dans n o s c l i m a t s ; la partie s u p é r i e u r e de l e u r corps reste à d é c o u v e r t ,

et

elles n ' o n t q u ' u n e s i m p l e j u p e q u i cache l e u r n u d i t é . On v o i t , par ce q u e n o u s venons d e dire s u r la ville d e S u r i n a m , qu'elle doit offrir un c o u p d'oeil

extrême­

m e n t v a r i é , et q u e t o u t semble y a n n o n c e r l'opulence des habitans e u ­ ropéens ; m a l h e u r e u s e m e n t on y e n ­ tend plus que dans b e a u c o u p d'autres colonies les cris d o u l o u r e u x des e s ­ claves. C'est c e p e n d a n t à ces infor-


LA GUYANE.

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tunés que l'on doit l'état d e p r o s p é périté dans lequel se t r o u v e l ' a g r i ­ culture q u e n o u s allons e x a m i n e r .


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LA

GUYANE.

C H A P I T R E

II.

Agriculture. Manière de traiter les esclaves.

R I E N sans d o u t e n'est plus digne de fixer les r e g a r d s de l'observateur q u ' u n e habitation de S u r i n a m ,

en

considérant le terrain sur lequel il a fallu l'établir, e t q u i était sans c o n t r e ­ dit le plus m a r é c a g e u x de toute la G u y a n e . Les colons de ce p a y s , au r a p ­ p o r t de M. de M a l o u e t , sont p a r v e n u s à renouveler le m i r a c l e de la création , à p a r t a g e r les é l é m e n s confondus , à diviser u n e t e r r e l i m o n e u s e de l'eau qui la tient p r e s q u e en dissolution ,


LA GUYANE.

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à élever sur u n marais des b â t i m e n s immenses ,

et à les asseoir sur des

bases solides : t r a v a u x é n o r m e s a j o u ­ tés à ceux de la c u l t u r e . Nous a l ­ lons voir c o m m e n t se sont

opérées

ces m e r v e i l l e s , et les résultats que l'on est p a r v e n u à en o b t e n i r . O n a envoyé d'abord sur ce t e r r a i n , m é p r i s é autrefois de n o t r e nation, des i n g é n i e u r s agricoles , q u i après avoir indiqué l'espace dans lequel on devait former des é t a b l i s s e m e n s ,

se

sont

appliqués à d é t e r m i n e r le niveau des t e r r e s et des m a r é e s , toutes

les instructions

et à d o n n e r nécessaires

p o u r e x é c u t e r des d e s s é c h e m e n s par le m o y e n des écluses. C h a q u e con­ cessionnaire était obligé de se c o n ­ former au plan général q u e l'on avait p r i m i t i v e m e n t a d o p t é , et on lui avan2*


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LA G U Y A N E .

çait o r d i n a i r e m e n t q u e l q u e s esclaves qui devaient l'aider dans ses p r e m i e r s travaux. C'est p e n d a n t l'été et à l ' é p o q u e des basses m a r é e s q u e l'on s'occupe à dessécher l'espace de terrain q u i vous a été accordé ; mais cette o p é ­ ration d u r e plusieurs a n n é e s , car la concession ordinaire est de q u a t r e à six cents acres ; et u n p l a n t e u r qui c o m m e n c e avec v i n g t - c i n q nègres , n e p e u t g u è r e e n t r e p r e n d r e q u e le d e s s é c h e m e n t d ' u n e vingtaine d'acres. On e n t o u r e donc le c a r r é de terrain q u e l'on v e u t r e n d r e cultivable d ' u n e digue élevée a u - d e s s u s connu

des

plus

du

niveau

fortes m a r é e s ; le

côté de la digue qui fait face à la r i ­ vière doit y c o m m u n i q u e r p a r d e u x larges c a n a u x , dans lesquels on a placé


LA

GUYANE.

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deux écluses indispensables. Si c'est u n e sucrerie q u e l'on v e u t établir , l ' u n e doit s'ouvrir à la m a r é e b a s s e , et p e r m e t t r e a u x e a u x d e s ' é c o u l e r ; l ' a u t r e s ' o u v r a n t p e n d a n t la

marée

h a u t e , r e ç o i t , d a n s des c a n a u x séparés de c e u x d ' é c o u l e m e n t , l ' e a u n é c e s ­ saire p o u r faire t o u r n e r p e n d a n t sept h e u r e s u n m o u l i n à sucre. On p e n s e a i s é m e n t q u e d a n s cet espace e n t o u r é d e d i g u e s , il faut distribuer des c a ­ n a u x i n t é r i e u r s et des fossés ,

qui

d o i v e n t r e m p l i r les différentes desti­ nations q u e n o u s avons

indiquées.

C o m m e les c a n a u x , p o u r n'avoir rien d e c o m m u n avec les fossés, d o i v e n t ê t r e n é c e s s a i r e m e n t percés en ligne d r o i t e et en croix dans le centre de la plantation , l'oeil se repose

avec

satisfaction sur u n e foule de petites


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LA

GUYANE.

îles c a r r é e s , c o m m u n i q u a n t entre elles p a r des ponts et de belles levées t e r ­ r a s s é e s , q u e l'on a r e v ê t u s de gazon dans leur glacis. Les cultures sont aussi variées q u e bien e n t e n d u e s ; p a r t o u t on voit p r o s p é r e r les d e n r é e s coloniales et les plantes nécessaires à la n o u r r i t u r e des noirs. « C'est un c o u p d'œil e n c h a n t e u r q u e celui d'un b e l v é d e r sur la rivière de C o m w i n e , disait M. de Malouet en 1 7 7 7 ; la s o m p t u o s i t é des b â t i m e n s et des jar­ dins , la m u l t i t u d e d'allées

plantées

en a r b r e s fruitiers, parallèles ou p e r ­ pendiculaires à ces c a n a u x divers , la b e a u t é vivace des plants de c a n n e , café , cacao , le m o u v e m e n t p e r p é ­ tuel de cette rivière toujours c o u v e r t e de c h a l o u p e s , et les ateliers n o m b r e u x de plusieurs habitations m e

rappe-


LA laient

GUYANE.

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les plus riches paysages

de

l'Europe. » L ' a d m i r a t i o n q u e l'on é p r o u v e en considérant u n semblable s p e c t a c l e , doit b i e n t ô t faire place à

d'autres

s e n t i m e n s , q u a n d on p e n s e à toutes les c r u a u t é s qui o n t été exercées p o u r créer ces établissemens i m m e n s e s , où le l u x e insensé c o m b a t souvent l ' u ­ tilité. S u r i n a m parait être u n des p a y s où l'on a fait é p r o u v e r les plus m a u ­ vais t r a i t e m e n s a u x m a l h e u r e u x Afri­ cains , arrachés d e l e u r pays p o u r cultiver des t e r r e s é t r a n g è r e s . L ' E u ­ rope a retenti p e n d a n t t r o p long-temps du récit de mille c r u a u t é s plus a b o ­ m i n a b l e s les u n e s que les autres , et de la révolte qu'elles o n t a m e n é e s , p o u r q u ' o n les ignore e n c o r e . Le r é -


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LA

GUYANE.

gime des esclaves dans cette colonie est v r a i m e n t d é p l o r a b l e , et forme u n bien triste contraste a v e c celui nègres brésiliens ,

dont

des

l'existence

est sous tous les r a p p o r t s infiniment plus s u p p o r t a b l e . Ici les noirs ,

non-

s e u l e m e n t sont excédés de t r a v a i l , mais ils n ' o n t q u e t r è s - r a r e m e n t faculté de se r a c h e t e r ,

la

et u n e loi

p e r m e t t a i t à u n p l a n t e u r de m e t t r e à m o r t son

esclave,

en p a y a n t

une

s o m m e de cinq cents florins. Ce n ' e s t q u ' e n frémissant q u e n o u s osons r e ­ t r a c e r les effets terribles d e la législa­ tion d e cette c o l o n i e , qui sans d o u t e se sera adoucie avec les p r o g r è s des lumières.

Vers 1773 on vit un m a l ­

h e u r e u x s u s p e n d u vivant à une p o ­ t e n c e , et par les c ô t e s , on avait fait u n e o u v e r t u r e au m o y e n d ' u n instru-


LA GUYANE. ment tranchant,

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de m a n i è r e q u ' u n

crochet d e fer attaché à u n e chaîne p û t y passer. L e v o y a g e u r qui r a p ­ p o r t e cet acte de b a r b a r i e , dit q u e l'infortuné

vécut

trois j o u r s de la

s o r t e , la tête et les pieds t o m b a n t vers la t e r r e . Dans cet horrible é t a t , il e n c o u r a g e a encore un de ses c a m a r a ­ des q u e l'on déchirait à coups de fouet sous sa p o t e n c e . Des jeunes femmes ont été d é c h i r é e s à coups de fouet ( Voyez

la gravure

en regard ) ; et si

elles n ' o n t pas s u c c o m b é , c'est q u e la n a t u r e était p l u s forte chez elles q u e la rage de leurs b o u r r e a u x . Une m a d a m e S. se r e n d a n t à sa p l a n t a ­ tion dans u n b a t e a u c o u v e r t , et i m ­ p o r t u n é e des cris d ' u n enfant que son esclave allaitait, c o m m a n d a à celle-ci de le lui a p p o r t e r ; elle le saisit alors


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LA

GUYANE.

p a r u n b r a s , et le tint sous l'eau j u s ­ q u ' à ce qu'il fût n o y é . La m a l h e u r e u s e m è r e voulut dans son désespoir se d o n n e r la m o r t ; mais on parvint à la r e t e n i r , et elle reçut quelques coups de v e r g e p o u r avoir v o u l u disposer de sa p r o p r e p e r s o n n e , après avoir p e r d u ce qu'elle avait de plus c h e r au m o n d e . Son h o r r i b l e maîtresse c o m ­ m i t d'autres c r i m e s p e u t - ê t r e encore plus atroces ; les esclaves s'en plaignig n i r e n t , et la justice les c o n d a m n a à être fouettés c r u e l l e m e n t p o u r avoir i m p l o r é son a p p u i . Rien n ' a p p r o c h e de la férocité de quelques c o m m a n ­ deurs : si des ves t o m b a i e n t

malheureux dans l e u r

ils les faisaient périr

escla­

disgrâce,

infailliblement

p a r des supplices c o n t i n u e l l e m e n t r é ­ p é t é s , qui

finissaient

p a r a m e n e r la


LA GUYANE.

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m o r t . S o u v e n t , au r a p p o r t d'un v o y a ­ g e u r digne de f o i , la victime dési­ gnée a été attachée n u e à un arbre dans la f o r ê t , les bras et les jambes é t e n d u e s sous le p r é t e x t e de les lui d é l i e r ; on l'y a laissée en lui d o n n a n t r é g u l i è r e m e n t à m a n g e r , j u s q u ' à ce q u e les m o u s t i q u e s et d ' a u t r e s i n s e c ­ tes la fissent enfin s u c c o m b e r p a r leurs p i q û r e s affreuses. Notre p l u m e se r e ­ fuse à r e t r a c e r e n c o r e de semblables h o r r e u r s ; mais nous p o u r r i o n s r e m ­ plir u n v o l u m e des effroyables récits que n o u s avons sous les y e u x . Il suf­ fira d e r a p p o r t e r que du t e m p s de S t e d m a n , où il p o u v a i t y avoir 5 o , o o o e s ­ claves p r o p r e s au t r a v a i l , le n o m b r e des m o r t s excédait tous les ans de 2 , 5 o o celui des naissances ; ce qui p r o u v e d'une m a n i è r e évidente q u e II.

3


22

LA

GUYANE.

tous les vingt ans u n e génération de 5 o , o o o individus disparaît de cette t e r r e de m i s è r e . D e semblables t r a i t e m e n s ont dû nécessairement a m e n e r ces n o m b r e u ses désertions qui p e n s è r e n t devenir la r u i n e de la c o l o n i e , et l'on est seu­ lement

étonné qu'elles n'aient

pas

été plus fréquentes , p u i s q u e l'on a vu des m a l h e u r e u x q u i , dans le d é ­ sespoir que l e u r causait les m a u v a i s t r a i t e m e n s , se jetaient d a n s les c h a u ­ dières où bouillait le jus d e la c a n n e à s u c r e , et se délivraient p a r d ' h o r ­ ribles t o u r m e n s d ' u n esclavage plus affreux que la m o r t . Mais il est t e m p s de d é t o u r n e r nos regards

d'un

semblable

spectacle ,

p o u r les p o r t e r sur des scènes de b o n ­ h e u r ; au milieu des maîtres injustes,


LA

GUYANE.

23

il en est q u e l q u e s - u n s d e c o m p a t i s s a n s , et c'est chez c e u x - l à q u e n o u s allons nous t r a n s p o r t e r . L à , t o u s les noirs n e s e m b l e n t f o r m e r q u ' u n e m ê m e famille ; l ' e s c l a v e , outre les vives q u ' i l reçoit t o u t e s les s e m a i n e s ,

cultive

un jardin qui lui p r o d u i t en a b o n ­ dance des b a n a n e s , des o r a n g e s , des gouyaves , des gousses d ' a l t h e a , différentes

et

espèces de p i m e n t

avec

lesquels il assaisonne p r e s q u e

tous

ses m e t s . La chasse et la pêche lui p e r m e t t e n t d ' a u g m e n t e r son petit r e ­ v e n u , et il n ' a plus r i e n à désirer, l o r s q u ' u n e c o m p a g n e vient p a r t a g e r son m o d e s t e asile : il n e fait à la v é ­ rité a u c u n e d é p e n s e en v ê t e m e n s ; mais la c h a l e u r du climat lui

per­

m e t d'aller p r e s q u e a b s o l u m e n t n u . ( Voyez

la gravure

en regard. ) On a


24

LA

GUYANE.

représenté un noir de Loango avec sa, famille; et il offre l'image d'une satis­ faction aussi vive qu'on puisse

la

goûter dans l'esclavage. M. de Malouet parle de m a d a m e Geoffroy, dont les cinq cents captifs ne connaissaient d'autre bonheur que celui de la ser­ vir , et gémissaient sur le sort d'un domestique qu'elle avait chassé de sa présence. Les nations qui fournissent le plus grand nombre de noirs à la colonie hollandaise, sont celles des C a r m e n t i n s , des C a r b a r i s , des A r a d a s , des Congo, des Loango, etc. etc. On s'oc­ cupe en général fort peu de leur faire adopter les principes du christianisme, et ils ont conservé une grande partie de leurs anciens usages religieux. Il n'est point rare m ê m e de les voir se


LA

GUYANE.

25

livrer à un culte expressément inter­ dit p a r les lois , p a r c e q u ' i l a p p o r t e quelquefois u n g r a n d p r é j u d i c e

aux

p l a n t e u r s . S t e d m a n dit q u e l e u r s p r o ­ p h è t e s , q u ' i l s d é s i g n e n t sous la d é n o ­ m i n a t i o n de locomen,

l e u r v e n d e n t des

a m u l e t t e s a p p e l é e s o b i a s , d o n t ils ti­ r e n t u n t r è s - g r a n d profit ; et il fait m e n t i o n d'un certain Graman Quacy, q u i e n e x e r ç a n t ce s i n g u l i e r é t a t avait acquis une grande aisance. Dans un v o y a g e q u ' i l fit en E u r o p e , le p r i n c e d'Orange

lui fit p r é s e n t

d'un

uni­

f o r m e d e g é n é r a l , ce qui c o n t r i b u a s i n g u l i è r e m e n t à a u g m e n t e r la c o n s i ­ d é r a t i o n d o n t il jouissait p r é c é d e m ­ ment.

O u t r e ces l o c o m e n , il existe

e n c o r e des e s p è c e s d e sybilles a u x ­ q u e l l e s on a c c o r d e u n g r a n d p o u v o i r ; ces f e m m e s , o r d i n a i r e m e n t Agées d a n 3*


26

LA

GUYANE.

sent en rond au milieu d'une assem­ blée nombreuse , jusqu'à ce qu'elles tombent en c o n v u l s i o n s , et que l'é­ c u m e leur sorte par la bouche : tout ce qui leur plaît de dire dans cet état d'exaltation, devient à ce que l'on p r é ­ t e n d , un ordre que doivent exécuter ceux qui les environnent. Aussi n'estil pas rare qu'à la suite d'un rassem­ blement mystérieux les esclaves p r e n ­ nent la fuite dans les bois, ou se v e n ­ gent sur la personne de leur maître. Le voyageur dont nous empruntons quelques-uns de ces d é t a i l s , prétend aussi qu'il existe dans chaque famille noire une défense passée de père en fils de manger la chair de tel ou tel être animé. Ils désignent sous le nom de treff celui qui est ainsi p r o h i b é , et gardent très-exactement la loi qu'ils


LA

GUYANE.

27

se sont faite d e n ' e n g o û t e r d a n s a u ­ cune circonstance. Soit

que

les d a n s e s

des

nègres

t i e n n e n t e n q u e l q u e sorte à l e u r r e l i ­ gion ,

ce

que nous avons

souvent

p e n s é en les o b s e r v a n t d a n s les p o s ­ sessions p o r t u g a i s e s , soit q u ' e l l e s n e forment q u ' u n simple divertissement, il est c e r t a i n q u e d a n s les colonies les noirs s'y l i v r e n t a v e c u n e s o r t e d e f u r e u r , et q u ' à S u r i n a m ils y e m p l o i e n t p r e s q u e t o u j o u r s le s a m e d i soir. D a n s les h a b i t a t i o n s o ù ils sont b i e n traités , on l e u r d o n n e u n g r a n d b a l t o u s les trois m o i s , a u x q u e l s ils p e u v e n t i n ­ viter leurs camarades du voisinage. D a n s ces o c c a s i o n s , les d a n s e u r s se m e t t e n t a v e c u n e s o r t e de r e c h e r c h e , et les f e m m e s p a r a i s s e n t a v e c l e u r s p l u s belles j u p e s d e toile des I n d e s .


28

LA

GUYANE.

On voit r é g n e r dans ces fêtes la m e i l ­ l e u r e intelligence , q u o i q u e s o u v e n t le tafia y soit p r o d i g u é . Dans le vacy cotto , les h o m m e s font plusieurs fi­ gures et m a r q u e n t

certains pas en

r e m u a n t s u r t o u t b e a u c o u p les r e i n s , tandis q u e les f e m m e s t o u r n e n t

en

t e n a n t l e u r j u p o n é t e n d u c o m m e un parasol.

L a soesa consiste à sauter

d e v a n t son d a n s e u r et sa d a n s e u s e , en frappant des m a i n s sur les h a n c h e s p o u r m a r q u e r la m e s u r e . La danse de Loango n'est usitée que p a r m i les individus d e cette n a t i o n , et n o u s la laisserons d é c r i r e à S t e d m a n , qui l'a o b s e r v é e a t t e n t i v e m e n t . « Elle se com­ p o s e , d i t - i l , de gestes si a n i m é s et si lascifs, q u ' i l faut u n e i m a g i n a t i o n des plus échauffées et l'habitude la plus constante p o u r l'exécuter. Cette danse


LA G U Y A N E .

29

q u e le s o n d u t a m b o u r a c c o m p a g n e , et p e n d a n t l a q u e l l e les d a n s e u r s b a t ­ t e n t la m e s u r e a v e c l e u r s m a i n s , p e u t être considérée c o m m e une sorte de p a n t o m i m e , divisée en p l u s i e u r s a c t e s , et qui d u r e q u e l q u e s h e u r e s . Mais ce qu'il y a d e p l u s r e m a r q u a b l e , c'est q u e p e n d a n t t o u t le t e m p s d e c e t t e espèce d e

r e p r é s e n t a t i o n , les

dan­

s e u r s et d a n s e u s e s , loin d e p a r a î t r e fatigués,

s'animent

et

s'échauffent

d e p l u s e n p l u s , j u s q u ' à c e qu'enfin ils s o i e n t t o u t b a i g n é s d e s u e u r que

leurs

mouvemens

et

passionnés

a i e n t é t é p o r t é s à u n tel d e g r é , q u e la n a t u r e é t a n t v a i n c u e , ils se t r o u v e n t prêts à t o m b e r en convulsions. » Il y a aussi des e s p è c e s de d a n s e s funè­ b r e s ; m a i s on n ' a recueilli

malheureusement

a u c u n s détails s u r la m a -


30

LA

GUYANE.

nière d o n t elles s ' e x é c u t e n t ; on sait c e p e n d a n t qu'elles sont gaies et qu'elles v i e n n e n t à la suite d ' u n festin. N o u s finirons

en disant q u e l'on a v u des

d a n s e s g é n é r a l e s d u r e r sans i n t e r r u p ­ t i o n depuis le s a m e d i soir à six h e u ­ r e s j u s q u ' a u lundi m a t i n

au

lever

d u soleil. L a m u s i q u e , qui consiste p r i n c i p a l e m e n t dans le b r u i t d u t a m ­ b o u r , r é p è t e c o n t i n u e l l e m e n t le son d e touckety - touck touckcty-touck

, et

forme u n e m e s u r e à u n t e m p s et à un demi-temps. Les différens i n s t r u m e n s e m p l o y é s p a r les n è g r e s sont simples c o m m e leur

m é l o d i e , et n o u s en a v o n s r e ­

p r é s e n t é q u e l q u e s - u n s , que l'on p e u t regarder comme

les p r i n c i p a u x

les plus en u s a g e . ( Voyez en regard. )

la

ou

gravure


LA

GUYANE.

31

№ 1. Le créole bania est le p l u s c o m ­ p l i q u é d e tous les i n s t r u m e n s des n o i r s , et p e u t - ê t r e aussi le plus a g r e a b l e ; c'est c o m m e on le voit u n e e s p è c e de g u i t a r e faite a v e c la m o i t i é d ' u n e g o u r d e , c o u v e r t e d ' u n e p e a u de m o u ­ t o n ; o n y ajoute u n long m a n c h e , e t il n ' y a q u e q u a t r e c o r d e s , d o n t l ' u n e est b e a u c o u p p l u s c o u r t e q u e les a u ­ t r e s ; nous nous rappelons d'avoir vu f r é q u e m m e n t c e t i n s t r u m e n t au B r é ­ sil a v e c

cependant

quelques

diffé­

rences. № 2. Le Loango

bania m é r i t e d ' ê t r e

o b s e r v é : il c o n s i s t e d a n s u n e p l a n c h e de bois t r è s - s e c , s u r l a q u e l l e o n r e ­ marque

deux

barres transversales ;

au-dessus de celles-ci sont posés d e petits b â t o n s d e b o i s de p a l m i e r é l a s ­ tique, rassemblés en haut par une troi-


32

LA

GUYANE.

sième b a r r e . Les nègres à Rio J a ­ neiro font usage d ' u n i n s t r u m e n t à p e u près s e m b l a b l e , dont les b â t o n s se r e m p l a c e n t p a r des petites t o u c h e s en fer, qui r e n d e n t u n son assez agréable. № 3 . Le grand tambour de Loango est fait avec un t r o n c d'arbre c r e u x , et couvert d ' u n e p e a u de m o u t o n aux d e u x extrémités. I l existe cinq à six instrumens de la m ê m e e s p è c e , dont nous ne ferons pas la description, parce qu'ils ont la plus g r a n d e analogie. № 4. Le quaqua

est d ' u n

assez

grand u s a g e , et consiste s i m p l e m e n t dans une planche de bois d u r , sur la­ quelle on frappe avec d e u x os ou deux baguettes de fer. №

5. Le

bemta est d ' u n

usage

général dans toutes les colonies: c'est un arc t e n d u au m o y e n d'une corde


LA

GUYANE.

de j o n c s e c , s u r l e q u e l

33 on

frappe

avec u n b â t o n : au Brésil o n e m p l o i e un fil de l a i t o n , et l ' a r c se p o s e s u r u n e m o i t i é de c o l o q u i n t e , p l a c é e s u r le c r e u x de la p o i t r i n e . №

6 . Il y a aussi des f l û t e s , des

t r o m p e s et u n e e s p è c e d e c o r d e s t i n é s à r a p p e l e r les esclaves au t r a v a i l ; m a i s d e t o u s ces i n s t r u m e n s à v e n t , l o a n g o t o u t o u est celui q u i

le

produit

u n e p l u s g r a n d e v a r i é t é d e t o n s : c'est une

flûte

traversière

qui

n'a

que

quatre trous. Nous divers

finirons

en

instrumens

disant que paraissent

ces être

d ' u n e o r i g i n e a f r i c a i n e ; m a i s q u ' i l se p o u r r a i t n é a n m o i n s qu'ils e u s s e n t e m ­ p r u n t é q u e l q u e c h o s e à c e u x de l ' E u ­ r o p e . T o u t ce q u ' u n n è g r e r e n c o n t r e , q u a n d il a le desir de d a n s e r , d e v i e n t II.

4


34

LA

GUYANE.

un i n s t r u m e n t p r o p r e à m a r q u e r la m e s u r e ; nous en avons vus au B r é ­ sil se joindre aux concerts de leurs camarades avec d e u x cailloux qu'ils frappaient l'un contre l'autre ; et l'on ne se plaignait point qu'ils

déran­

geassent l'harmonie générale. Après avoir indiqué la manière d o n t les noirs sont traités dans la colonie hollandaise, et les divers m o y e n s qu'ils emploient p o u r c h a r m e r leur escla­ v a g e , nous allons passer à u n sujet plus intéressant e n c o r e , parce qu'il est m o i n s connu.

On v e r r a le résultat

naturel des c r u a u t é s q u e nous avons rapportées au c o m m e n c e m e n t de ce chapitre, et l'on p o u r r a se convaincre que des esclaves accablés de m a u v a i s traitemens

finissent

tôt ou lard p a r

r e c o n q u é r i r leur liberté.


LA G U Y A N E .

CHAPITRE

35

III.

Nègres révoltés.

LES noirs révoltés de S u r i n a m ont fait t r o p d e b r u i t en E u r o p e , p o u r q u e nous

ne

consacrions

pas

quelques

p a g e s à les faire c o n n a î t r e , ainsi q u e l e u r s différens é t a b l i s s e m e n s . T o u t e n d é p l o r a n t des c r u a u t é s e x e r c é e s p a r u n e fatale r e p r é s a i l l e , o n a d m i r e r a s a n s d o u t e le c o u r a g e q u ' i l s o n t d é p l o y é , et cet a m o u r d ' u n e j u s t e i n d é p e n d a n c e q u i l e u r a fait r e n v e r s e r t a n t d ' o b s ­ tacles. Ce

fut

vers

1726 et

1728

que

les r a s s e m b l e m e n s d'esclaves fugitifs


36

LA

GUYANE.

c o m m e n c è r e n t à devenir inquiétans p o u r la colonie. A r m é s d ' a r c s ,

de

lances et de q u e l q u e s fusils, ils se di­ rigeaient d u fond de leurs forêts sur les habitations les plus v o i s i n e s , où ils exerçaient

de

g r a n d s ravages ,

et tâchaient p r i n c i p a l e m e n t de se p r o ­ c u r e r des a r m e s à f e u , ainsi q u e des munitions de t o u t e espèce. Ces h o m m e s terribles r e ç u r e n t la dénomination de rebelles de

Sara-

m e c a , p a r c e qu'ils s'étaientétablis vers la partie s u p é r i e u r e d e la rivière qui p o r t e ce n o m , ainsi q u e sur les b o r d s de la C a p e n a m e . C e fut en vain que l'on envoya contre eux quelques d é t a c h e m e n s de t r o u p e s et d'habitans : ils semblèrent c e p e n d a n t s'apaiser ; m a i s en 1730 les horribles supplices q u ' o n fit e n d u r e r à onze d'entre e u x ,


LA G U Y A N E . dans l'intention

37

d'épouvanter

ceux

qui restaient au milieu des f o r ê t s , ne firent qu'augmenter leur fureur, et ils devinrent le plus terrible fléau des c o l o n s , qui se virent bientôt obligés de traiter de la p a i x , parce qu'ils ne pou­ vaient plus supporter une guerre où tout le désavantage était de leur côté. Vers 1 7 4 9 , le gouverneur Maurice e n v o y a offrir aux rebelles les c o n d i ­ tions que les Anglais avaient faites avec c e u x de la J a m a ï q u e , et elles furent acceptées après quelques fâcheux pré­ liminaires. Le chef des i n s u r g é s , qui était un mulâtre n o m m é A d o e , reçut en signe d'indépendance un superbe jet à p o m m e

d'argent, et offrit en

é c h a n g e un arc et un carquois travail­ lés de ses m a i n s . Cette paix m o m e n ­ tanée répandit la joie dans la colonie ;

4*


38

LA

GUYANE.

m a i s elle ne devait être que de bien c o u r t e d u r é e . Les p r é s e n s qui a v a i e n t été p r o m i s au b o u t d ' u n an à la tribu c o m m a n d é e p a r Adoe furent i n t e r ­ c e p t é s p a r un a u t r e capitaine n o m m é Z a m - Z a m , qui n'avait point été con­ sulté sur le traité de paix. L e chef m u l â t r e n e voyant pas s'effectuer

la

p r o m e s s e q u ' o n lui avait faite, pensa q u ' o n ne voulait que l ' a m u s e r j u s q u ' à ce q u e de n o u v e a u x renforts fussent arrivés d ' E u r o p e . Il r e c o m m e n ç a dès lors à p o r t e r ses ravages sur différens districts,

et les h a b i t a n s

se v i r e n t

bientôt dans u n e si h o r r i b l e d é t r e s s e , q u ' e n 1751 ils furent obligés d e s'a­ dresser aux é t a t s - g é n é r a u x . On leur envoya six cents h o m m e s , c o m m a n ­ dés par le baron S p o k e , qui

mou­

rut un an après son a r r i v é e , et n ' e u t


LA G U Y A N E .

39

p a s le t e m p s d ' o p é r e r d e g r a n d s c h a n g e m e n s d a n s les affaires. Elles p r i r e n t u n a s p e c t e n c o r e p l u s effrayant v e r s 1757; c a r il s'éleva d a n s la T e m p a t y crique

une

nouvelle révolte

parmi

les n o i r s e s c l a v e s , q u i , r é u n i s à seize c e n t s a u t r e s r e b e l l e s fixés d e p u i s l o n g ­ t e m p s d a n s le m ê m e p a y s , et c o m ­ mandés par un n o m m é Boston,

ne

t a r d è r e n t p a s à se p r o c u r e r d e s a r m e s à la s u i t e d e q u e l q u e s c o m b a t s , forcèrent

b i e n t ô t les c o l o n s à

et

leur

procurer une paix avantageuse. C e u x ci s ' e n g a g è r e n t à l e u r e n v o y e r , p a r m i b e a u c o u p d'autres objets, u n e certaine q u a n t i t é d e fusils et de m u n i t i o n s . C e furent M M . S o b e r et A b e r c o m b i e q u e l'on c h a r g e a d ' a l l e r t r a i t e r d é f i n i t i v e ­ m e n t d e la p a i x a v e c e u x . M. man,

en r a p p o r t a n t d ' u n e

Sted-

manière


40

LA

GUYANE.

détaillée c o m m e n t ces d e u x envoyés hollandais furent r e ç u s , fait trop bien connaître la façon de vivre et le c a ­ ractère des noirs fugitifs, p o u r q u e nous ne r a p p o r t i o n s point ici u n e par­ tie de sa n a r r a t i o n . « Étant arrivés dans le c a m p des r e b e l l e s , à la J o c k a - c r i q u e , situé à quinze milles à l'est de la T e m p a t y c r i q u e , ils furent présentés à u n n è g r e t r è s - b e l h o m m e , appelé A r a b y , qui c o m m a n d a i t en chef, et était né dans les forêts. I l les reçut fort p o l i m e n t , l e u r prit la m a i n , et les pria de s'as­ seoir à ses c ô t é s , sur le g a z o n ; en m ê m e t e m p s il les assura qu'ils n ' a ­ vaient rien à c r a i n d r e . et q u ' a m e n é s p a r un motif aussi sacré q u e le l e u r , personne n e v o u d r a i t ni n'oserait les inquiéter.


LA G U Y A N E .

41

« L o r s q u e le c a p i t a i n e B o s t o n , c e ­ p e n d a n t , s ' a p e r ç u t q u e les c o m m i s ­ saires n ' a p p o r t a i e n t q u e des b a g a t e l ­ les, c o m m e des c o u t e a u x , des c i s e a u x , des p e i g n e s ,

d e petits m i r o i r s ,

et

a v a i e n t o u b l i é les articles p r i n c i p a u x , c ' e s t - à - d i r e la p o u d r e à c a n o n , les a r m e s à feu e t les m u n i t i o n s , il s ' a p ­ p r o c h a d ' e u x h a r d i m e n t , et l e u r d e ­ m a n d a d ' u n e v o i x d e t o n n e r r e , s'ils p e n s a i e n t q u e les n è g r e s n ' e u s s e n t b e ­ soin q u e de p e i g n e s et d e m i r o i r s ; il ajouta q u ' u n d e ces d e r n i e r s m e u b l e s suffisait p o u r q u ' i l s p u s s e n t v o i r t o u s leur p r o p r e f i g u r e , t a n d i s q u ' u n s i m ­ ple b a r i l de mansany ( p o u d r e à c a n o n ) , qu'on l e u r eût offert, aurait p r o u v é la confiance q u e l'on a v a i t e n e u x . II t e r m i n a en disant q u e , p u i s q u ' o n a v a i t omis d e s objets si i m p o r t a n s , il n e


42

LA

GUYANE.

consentirait jamais au retour des com­ missaires, jusqu'à ce q u ' o n eût envoyé tous les objets c o n t e n u s dans la liste, et c o n s é q u e m m e n t q u e le traité eût reçu son exécution. « Cette sortie fut relevée p a r un autre n è g r e appelé le capitaine Q u a c o , qui déclara q u e ces messieurs n'étaient q u e les envoyés du g o u v e r n e u r ; q u e n e p o u v a n t r é p o n d r e de ses p r o c é d é s , ils s'en r e t o u r n e r a i e n t

certainement

sans aucune i n s u l t e , et que p e r s o n n e , pas m ê m e lui capitaine B o s t o n , n'au­ rait la hardiesse d e s'opposer à leur départ. « Le chef alors imposa s i l e n c e , et pria

M.

Abercombie

d'écrire

lui-

m ê m e u n e liste qu'il allait lui dicter. Lorsqu'elle fut a c h e v é e , et que les commissaires eurent

promis de

la


LA

GUYANE.

43

r e m e t t r e , les n è g r e s d é c l a r è r e n t q u ' i l s laissaient a u g o u v e r n e u r et à son c o n ­ seil u n e a n n é e e n t i è r e p o u r en d é l i ­ b é r e r , e t choisir la paix o u la g u e r r e . Ils j u r è r e n t q u e p e n d a n t cet i n t e r v a l l e t o u t a c t e d ' h o s t i l i t é c e s s e r a i t de l e u r p a r t ; e n s u i t e ils r é g a l è r e n t les e n v o y é s le m i e u x q u e l e u r situation a u m i l i e u des bois le p e r m i t , et il l e u r

sou­

haitèrent un bon voyage jusqu'à leur destination. » L e s d e u x e n v o y é s s ' é l o i g n è r e n t et r e v i n r e n t r e n d r e c o m p t e d e la m i s s i o n au g o u v e r n e u r et à la c o u r c o l o n i a l e , qui e n v o y è r e n t d ' a u t r e s c o m m i s s a i r e s au b o u t d ' u n a n , p o u r t e r m i n e r enfin une paix

si v i v e m e n t d é s i r é e .

Ces

nouveaux ambassadeurs furent parfai­ t e m e n t accueillis des n o i r s , qui l e u r s e r v i r e n t t o u t ce q u e les fleuves et les


44

LA

GUYANE.

forêts p o u v a i e n t leur fournir d e m e i l ­ l e u r , et n e m a n q u è r e n t point un seul j o u r à les divertir p a r des d a n s e s , des espèces

de c o n c e r t s , et des salves

continuelles de m o u s q u e t e r i e . Après quelques d é b a t s , les conditions furent enfin a r r ê t é e s , et aussitôt après

le

r e t o u r des c o m m i s s a i r e s , on envoya les présens que l'on était c o n v e n u d'offrir. Le traité fut signé en 1771 p a r les commissaires hollandais et seize capitaines noirs , dans la p l a n t a t i o n d ' O u c a , où les parties c o n t r a c t a n t e s s'étaient réunies Il fallut n é a n m o i n s se s o u m e t t r e à u n e autre c é r é m o n i e : le chef Araby s'était l i é , de m ê m e que les s i e n s , par un s e r m e n t t e r r i b l e , et il exigea que les commissaires en fissent autant. On tira donc avec u n e lancette quelques gouttes de sang à un E u r o p é e n


LA

GUYANE.

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ainsi q u ' à u n g u e r r i e r n o i r ; et elles f u ­ rent aussitôt reçues dans u n e calebasse r e m p l i e d ' e a u , où l'on a v a i t j e t é q u e l ­ q u e s p i n c é e s d e t e r r e . O n fit d ' a b o r d u n e libation d e ce m é l a n g e ; c h a q u e assistant fut o b l i g é d ' e n b o i r e u n e p a r ­ t i e , et le p r ê t r e , ou le g a d o m a n d e la t r i b u , lança u n a n a t b ê m e table

contre

épouvan­

c e u x q u i les p r e m i e r s

r o m p r a i e n t le t r a i t é q u ' o n v e n a i t d e conclure. Ces insurgés reçurent

dès

lors le n o m d e la p l a n t a t i o n d ' O u c a , p o u r les d i s t i n g u e r des n o i r s d e S a r a m e c a , a v e c l e s q u e l s on fit é g a l e m e n t u n t r a i t é de p a i x la m ê m e a n n é e . Ils r e c o m m e n c è r e n t les hostilités p o u r u n e r a i s o n s e m b l a b l e à celle q u i avait c a u s é la p r e m i è r e r u p t u r e ; m a i s on les a p a i s a i m m é d i a t e m e n t , et ils r e t o u r n è r e n t à des s e n t i m e n s pacifiques. II

5


46

LA

GUYANE.

Les deux r é p u b l i q u e s noires obser­ vèrent religieusement le t r a i t é ,

et

c o m m e n c è r e n t à acquérir un n o u v e a u d e g r é de prospérité dans les endroits qu'elles a v a i e n t p r i m i t i v e m e n t choisis. Quelques années après elles c o m p ­ taient quinze ou vingt mille individus, en a d m e t t a n t dans ce calcul les f e m ­ mes ainsi que les enfans, et S t e d m a n les considérait en 1799 c o m m e les plus dangereux ennemis q u e la colonie e û t u n jour à c o m b a t t r e . Sa prédiction n e s'est h e u r e u s e m e n t point réalisée j u s ­ qu'à présent; et il s e m b l e que la G u y a ­ ne est assez considérable p o u r q u e des peuples d ' e s p è c e s , de m œ u r s et d e c o u t u m e s différentes puissent l ' h a b i ­ ter sans se faire une g u e r r e cruelle. Encouragés p a r l'exemple des h o m ­ m e s qui étaient p a r v e n u s à conquérir


LA

GUYANE.

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leur i n d é p e n d a n c e , mais ne pouvant p a r les t r a i t é s a l l e r se j o i n d r e à e u x , d a n s la c r a i n t e d ' ê t r e r e n d u s à l e u r s m a î t r e s , les n è g r e s fugitifs de diffé­ r e n t e s h a b i t a t i o n s c o m m e n c è r e n t à se r é u n i r et à e x e r c e r t o u t e s o r t e d e d é ­ p r é d a t i o n s s u r les b o r d s d e la C o l t i c a . Les p l a n t a t i o n s d e v i n r e n t la p r o i e des flammes

; les h a b i t a n s f u r e n t m a s s a ­

c r é s , et r i e n n e r é s i s t a a u x n o u v e a u x révoltés, qui furent bientôt plus r e ­ d o u t a b l e s q u e les n a t i o n s d ' O u c a et de S a r a m e c a , p u i s q u ' e n 1 7 7 2 la p l u p a r t des c o l o n s v i n r e n t c h e r c h e r u n asile dans P a r a m a r i b o , pour échapper à l e u r f u r e u r . C e fut à cette é p o q u e q u e le g o u v e r n e m e n t f o r m a u n c o r p s d'es­ claves affranchis, p o u r c o m b a t t r e l e u r s anciens c o m p a t r i o t e s . On n e p e u t s ' e m ­ p ê c h e r d e dire q u ' i l s d é p l o y è r e n t b e a u -


48

LA GUYANE.

c o u p de c o u r a g e dans une foule de cir­ constances.

Ils

formaient

plusieurs

c o m p a g n i e s composées chacune de dix v o l o n t a i r e s , a y a n t à leur tête un c a ­ pitaine q u i les dirigeait au son du cor dans les forêts. S t e d m a n nous a c o n ­ servé leur m a n i è r e de s ' é q u i p e r , e t l'on p e u t voir qu'elle est d ' u n e sim­ plicité e x t r ê m e . (Voyez la gravure

en

regard. ) Ils n ' o n t q u e le sabre et le fusil; un caleçon leur c o u v r e la p a r t i e inférieure du c o r p s , et un b o n n e t écarlate, sur lequel se t r o u v e leur n u ­ méro , prévient toute méprise p e n ­ dant les c o m b a t s qui se livrent aux rebelles. L e u r habit de parade est, à ce qu'il paraît, un uniforme vert. Ce corps quoique infiniment u t i l e , n'était p o i n t suffisant p o u r défendre la colonie, qui se vit obligée de s'adresser au prince


LA

GUYANE.

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d'Orange pour obtenir un régiment de t r o u p e s r é g u l i è r e s , qui fut e n v o y é sous le c o m m a n d e m e n t Fourgeoud.

du

colonel

Les m é m o i r e s d e M. d e

M a l o u e t et de p l u s i e u r s p e r s o n n e s n o u s r e p r é s e n t e n t c e t officier c o m m e e x t r ê ­ m e m e n t b r a v e , mais ayant un c a r a c ­ t è r e b r o u i l l o n et e m p o r t é . Il était in­ d é p e n d a n t p a r son e m p l o i d e l ' a u t o r i t é du g o u v e r n e u r , et il lui d e v i n t b i e n t ô t o p p o s é d a n s t o u t e s les c i r c o n s t a n c e s importantes;ce qui mit nécessairement b e a u c o u p de r e t a r d d a n s la g u e r r e q u e l'on d e v a i t faire aux r e b e l l e s . P e n d a n t ce t e m p s des m a l a d i e s s u r v i n r e n t ; les t r o u p e s s'affaiblirent, et elles é t a i e n t s e n s i b l e m e n t d i m i n u é e s l o r s q u ' o n se m i t e n c a m p a g n e . C ' e s t au c a p i t a i n e S t e d m a n q u e l'on doit l'histoire

de

cette g u e r r e d ' e x t e r m i n a t i o n , et n o u s 5*


50

LA

GUYANE.

suivrons quelquefois cet intrépide of­ ficier au milieu des forêts i m m e n s e s qu'il était obligé de p a r c o u r i r avec ses soldats. Bon, sensible, v r a i m e n t géné­ r e u x , on ne p e u t s'empêcher de regret­ ter qu'il prodigue sa vie p o u r u n e cause d o n t o n déplore le peu de justice. C'est au milieu des déserts qu'il faut le voir : toujours animé du désir d'être u t i l e , il m e t à profit son talent p o u r le d e s ­ sin , et il retrace c o n t i n u e l l e m e n t le? scènes d e la n a t u r e qu'il a sous les y e u x . Q u a n d il observe les m œ u r s , ses vues sont n e u v e s et ses idées hardies. En e n t r a n t dans les b o i s , il p r e n d le parti de s'endurcir à t o u t e s les fatigues: il quille ses souliers et il a p p r e n d à marcher nu-pieds ; il ne conserve la plupart du temps de ses vêtemens q u ' u n e chemise et un large p a n t a l o n ;


LA

GUYANE.

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c o n t i n u e l l e m e n t il nage d a n s les fleu­ v e s , et b i e n t ô t il r e p r e n d u n e v i g u e u r qu'il a v a i t p e r d u e p a r les m a l a d i e s . Il en a b i e n t ô t le p l u s g r a n d b e s o i n : envoyé d'abord à Cormoctibo-crique, s u r la C o t t i c a , p o u r p r o t é g e r les p l a n ­ t a t i o n s d u v o i s i n a g e , il y e s t t o u r m e n t é p a r d e s m y r i a d e s d ' i n s e c t e s , et il n e tarde pas à perdre une grande partie de s o n m o n d e d e m a l a d i e , sans a v o i r rencontré

les

insurgés.

Tourmenté

p a r la fièvre, p r i v é d e s v i v r e s n é c e s ­ saires , il r e ç o i t enfin la p e r m i s s i o n d e q u i t t e r le p o s t e d e s t r u c t e u r où il a u ­ rait p r o b a b l e m e n t p é r i , e t c'est e n d e s ­ c e n d a n t le fleuve qu'il r e n c o n t r e p o u r la p r e m i è r e fois ce s e r p e n t m o n s t r u e u x n o m m é a b o m a , si c o n n u d a n s l'histoire n a t u r e l l e de S u r i n a m . U n esclave n o m ­ m é D a v i d lui d e m a n d a la p e r m i s s i o n


52

LA GUYANE.

d'aller seul donner la m o r t à l'énorme reptile. C e t t e résolution excite l'or­ gueil e t l ' é m u l a t i o n de notre v o y a g e u r , qui se d é c i d e , m a l g r é sa faiblesse, à e n t r e p r e n d r e cette chasse périlleuse. Après s'être enfoncé dans les b r o u s ­ sailles, il aperçoit l'épouvantable ani­ mal couché sous des feuilles ; et n o u s allons le laisser p a r l e r , parce qu'il nous serait impossible de peindre c o m ­ m e lui la scène dont il put être t é m o i n . «Je fus q u e l q u e t e m p s , dit-il, avant de pouvoir distinguer sa t ê t e , éloignée de moi de plus de seize pieds. Sa l a n ­ gue fourchue se r e m u a i t dans sa b o u ­ che , et ses y e u x , d'un éclat e x t r a o r ­ d i n a i r e , semblaient lancer des étin­ celles de feu. J ' a p p u y a i alors m o n a r m e sur u n e b r a n c h e , p o u r viser plus s û r e m e n t , et je tirai; mais ayant man-


LA

GUYANE.

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q u e la t ê t e , la balle s'enfonça d a n s le corps ; l ' a n i m a l

se s e n t a n t

blessé,

s'agita e n t o u s sens a v e c u n e v i g u e u r é t o n n a n t e , et

telle q u ' i l c o u p a

les

broussailles d o n t il était e n t o u r é a v e c la facilité d ' u n h o m m e qui fauche un p r é . I l e n f o n ç a i t sa q u e u e d a n s l'eau a v e c v i o l e n c e , et n o u s c o u v r a i t p a r ce m o y e n d ' u n d é l u g e d e v a s e , qui volait à une grande distance. C e p e n ­ d a n t il n e fit p a s s u r n o u s l'effet d e la t o r p i l l e , et n o u s ne r e s t â m e s p a s i m ­ m o b i l e s t é m o i n s de ce spectacle : n o u s p r î m e s la fuite à t o u t e s j a m b e s , et nous entrâmes p r é c i p i t a m m e n t dans le c a n o t . » L e s d e u x i n t r é p i d e s c h a s ­ s e u r s p r i r e n t u n n o u v e a u c o u r a g e , et ne t a r d è r e n t p o i n t à r e t o u r n e r s u r le c h a m p d e b a t a i l l e , où le s e r p e n t s'é­ tait un p e u d é r a n g é de sa p r e m i è r e


54

LA

GUYANE.

p o s i t i o n , mais en r e p r e n a n t t o u t e sa p r e m i è r e tranquillité. S t e d m a n le tira de n o u v e a u , avec aussi p e u de succès q u e la fois p r é c é d e n t e , et il fut obligé d e r e t o u r n e r encore au c a n o t , p o u r éviter les nuages de poussière et de b o u e dont il aurait été couvert. Une troisième tentative obtint plus de suc­ cès: on découvrit le m o n s t r e , et le coup fatal l'atteignit à la t ê t e ; c e p e n d a n t il faisait encore d'horribles m o u v e m e n s . L e noir c o u r u t aussitôt vers la c h a ­ l o u p e , rapporta u n e grosse c o r d e , et p a r v i n t , après b e a u c o u p de dangers , à lui jeter un n œ u d coulant a u t o u r du cou. On le tira j u s q u ' a u r i v a g e , et on l'attacha à la p o u p e du c a n o t , p o u r le r e m o r q u e r ainsi ; mais il vivait t o u ­ j o u r s , et nageait parfaitement. Les n è ­ gres en l ' e x a m i n a n t , assurèrent q u ' i l


LA G U Y A N E .

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n ' a v a i t p r i s q u e la m o i t i é d e sa c r o i s ­ s a n c e , et c e p e n d a n t sa l o n g u e u r était d e v i n g t - d e u x p i e d s et q u e l q u e s p o u ­ c e s , t a n d i s q u ' i l p o u v a i t a v o i r la g r o s ­ s e u r d ' u n e n f a n t de douze a n s . Arrivé dans u n endroit n o m m é Barb a c o e b a , le n o i r D a v i d , d o n t n o u s a v o n s déjà p a r l é , t e n a n t en m a i n le b o u t de la c o r d e , g r i m p a s u r u n a r b r e , et la plaça s u r les b r a n c h e s , d e m a n i è r e à ce q u e les a u t r e s n è g r e s p a r v i n s s e n t à hisser

notre

énorme

reptile

q u ' e n h a u t , p o u r qu'il y

jus­

demeurât

s u s p e n d u . C e fut alors q u e l ' i n t r é p i d e David q u i t t a l ' a r b r e , s ' a t t a c h a à la p e a u g l u a n t e d e ce m o n t r e , et c o m ­ m e n ç a à lui fendre la p e a u p r è s d u c o u , en c o n t i n u a n t j u s q u ' e n b a s . (Voyez la gravure en regard.)

Il r e n d i t p l u s de

seize p i n t e s d ' h u i l e , et sa c h a i r fut


56

LA

GUYANE.

trouvée excellente p a r les n o i r s , qui la découpèrent p o u r s'en régaler. Nous pouvons ajouter q u ' a u Brésil celle de la plupart des serpens constrictors est regardée p a r la basse classe de la s o ­ ciété c o m m e un m e t s très-salutaire. Après avoir nombreuses

encore

éprouvé

souffrances,

de

Stedman

prit quelques jours de repos dans la capitale ; mais les n o u v e a u x ravages des insurgés l'obligèrent à aller r e ­ joindre le colonel F o u r g e o u d , qui les avait battus dans quelques rencontres. Ce fut alors qu'il e u t occasion de se convaincre combien il est d a n g e r e u x d e s'endormir sur la terre h u m i d e , dans ce pays m a r é c a g e u x . Un j o u r il n'avait point d'arbre p o u r s u s p e n d r e son h a m a c ; il se livra à un profond sommeil sur des feuilles de l a t a n i e r ;


LA

GUYANE.

57

m a i s s o n réveil fut h o r r i b l e : u n p o i n t de c ô t é i n t o l é r a b l e le fit s ' é v a n o u i r ; et q u a n d o n a p p e l a u n des c h i r u r ­ g i e n s d e la c o m p a g n i e , il d é c h i r a i t sa c h e m i s e a v e c les d e n t s , m o r d a i t tous c e u x qui l ' a p p r o c h a i e n t , et ne p o u v a i t plus

supporter

éprouvait.

les

douleurs

qu'il

D e s frictions c o n t i n u e l l e s

lui firent à la fin r e t r o u v e r le r e p o s . O n n'avait que très-rarement l'oc­ c a s i o n d e r e n c o n t r e r les r e b e l l e s ; m a i s en d é t r u i s a n t les p l a n t a t i o n s q u ' i l s for­ m a i e n t dans les forêts, on les e m p ê c h a i t de p o u r s u i v r e l e u r r a v a g e s . U n e fois l'on s ' e m p a r a d e d e u x d e ces m a l h e u ­ r e u x q u i s ' é t a i e n t t r o p a v a n c é s , et q u e leurs blessures empêchaient de s'en­ fuir. N o t r e v o y a g e u r p r i a le c h i r u r g i e n de p a n s e r s u r - l e - c h a m p le p l u s m a ­ lade : il lui m i t q u e l q u e s e m p l â t r e s , II.

6


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LA

GUYANE.

et déclara qu'il n ' e n reviendrait p a s . Cet h o m m e insensible chantait p e n ­ dant qu'il faisait son opération : la fièvre r e d o u b l a , et le p a u v r e n è g r e d e m a n d a un peu d'eau ; mais p e r s o n n e n e lui en eût p r o b a b l e m e n t a p p o r t é sans S t e d m a n , qui en puisa dans son c h a p e a u , et la lui présenta ; l'infor­ t u n é lui t é m o i g n a sa reconnaissance, et rendit le d e r n i e r soupir. N o u s n e citons cette scène douloureuse q u e p o u r d o n n e r u n e idée des m o m e n s cruels q u e l'on avait à passer dans ces déserts. T a n t ô t c'était un m a l h e u r e u x qui s u c c o m b a i t , tantôt l'on avait à craindre p o u r sa p r o p r e e x i s t e n c e , et l'on voyait chaque j o u r d i m i n u e r le n o m b r e de ses c o m p a g n o n s . Les m a l ­ h e u r e u x esclaves à la suite de l ' a r m é e étaient v r a i m e n t les plus à p l a i n d r e ;


LA

GUYANE.

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ils ne v i v a i e n t g u è r e q u e d e c h o u x p a l ­ m i s t e s , d e g r a i n e s et de r a c i n e s s a u v a ­ ges ; et ces m a l h e u r e u x é t a i e n t la p l u ­ p a r t d u t e m p s t e l l e m e n t affamés q u ' a u rapport du voyageur dont nous e m ­ p r u n t o n s ces d é t a i l s , ils se p a s s a i e n t a u t o u r d e l e u r s reins d e s c o r d e s et des l i a n e s , selon la c o u t u m e d e s I n ­ d i e n s , q u i se s e r r e n t ainsi l ' a b d o m e n q u a n d la faim les t o u r m e n t e

d'une

m a n i è r e trop violente. Cette pression d i m i n u e p r o b a b l e m e n t l e u r s souffran­ ces. Malgré cette horrible situation , l'on était q u e l q u e f o i s o b l i g é de t r a v e r ­ s e r des s a v a n n e s n o y é e s , et d ' e n t r e r d a n s c e r t a i n s m a r a i s où l'on a v a i t d e l ' e a u j u s q u ' a u m e n t o n , sans p o u v o i r se p r o c u r e r d ' a u t r e a b r i , au sortir d e là, q u ' u n toit d e f e u i l l a g e , q u ' o n élevait au-dessus du hamac.


60

LA

GUYANE.

Abattu p a r toute espèce de fatigue, Stedman fut encore obligé de r e t o u r ­ ner à P a r a m a r i b o , où le bruit courait déjà qu'il avait p é r i ; mais il y fit un court séjour, et se rendit bientôt dans le poste de l ' E s p é r a n c e , sur les bords de la Comewine. Adoré d'une femme qu'il aimait, environné de ses amis,ne manquant d'aucune des choses néces­ saires à la vie, il passa dans ce séjour enchanteur les plus beaux m o m e n s de son existence; mais ses regards furent encore témoins

d'horribles

exécu­

tions. Il vit un jour une jeune femme samboe déchirée à coups de fouet; il demanda sa g r â c e , et le bourreau qui la faisait fustiger eut l'audace de lui répondre qu'il s'était fait une règle invariable de doubler le châtiment en cas où un étranger intercéderait pour


LA le c o u p a b l e .

GUYANE.

61

L e c r i m e d e c e t t e infor­

t u n é e était d e s ' ê t r e c o n s t a m m e n t r e ­ fusée a u x c o u p a b l e s désirs d u m o n s t r e qui la t o u r m e n t a i t . S t e d m a n s ' é l o i g n a ; m a i s il se d é c i d a dès lors à r o m p r e t o u t c o m m e r c e a v e c les c o m m a n d e u r s . O n avait reçu de n o u v e a u x secours de la H o l l a n d e le 5 o j a n v i e r 1 7 7 5 , et ce fut a l o r s q u ' o n se p r é p a r a p l u s q u e j a m a i s à d é t r u i r e le p r i n c i p a l é t a b l i s ­ s e m e n t des r e b e l l e s . L e c o l o n e l F o u r g e o u d se m i t d o n c en m a r c h e le 3 j u i l ­ let d e la m ê m e a n n é e p o u r B a r b a c o e b a , s u r la C o t t i c a , l i e u d u r e n d e z vous général,

où S t e d m a n ,

malgré

u n e affreuse b l e s s u r e à la c h e v i l l e , n e t a r d a p a s à le j o i n d r e . D a n s c e t t e c a m ­ p a g n e , n o t r e v o y a g e u r e u t occasion d ' o b s e r v e r u n e foule d ' o b j e t s relatifs à l'histoire n a t u r e l l e . Il vit e n t r e au.6*


62

LA GUYANE.

tres le m a u r i c y , qu'on peut sans con­ tredit considérer c o m m e le plus r e ­ marquable de tous les palmiers du nouveau m o n d e , puisqu'il en existe dont les cimes élevées semblent l'être de plus de cent pieds au-dessus de la terre (1). Leur circonférence est de dix ou douze pieds au plus épais du t r o n c , tandis que les parties du h a u t et du bas vont en d i m i n u a n t ; les b r a n ­ ches naissent près du sommet de l'ar­ b r e ; elles sont l o n g u e s , vertes et ar­ q u é e s , n u e s jusqu'à leur e x t r é m i t é , d'où l'on voit sortir de longues et larges feuilles digitées et d'un vert pâle, très(1) M. Lescalier pense qu'il peut y avoir quelque exagération dans la description de cet arbre ; mais il est vrai qu'il n'a pas été dans l'intérieur, ou que Stedman a commis une erreur de nom.


LA G U Y A N E .

63

régulièrement disposées d'une m a n i è ­ r e o r b i c u l a i r e , e t f o r m a n t des e s p è c e s de r a y o n s c o m m e u n é v e n t a i l r o n d et déployé. Les indigènes en tirent de longues

fibres

très-fortes,

dont

ils

f a b r i q u e n t des filets et des c o r d e s p o u r leurs arcs. P a r m i les d a n g e r s q u i p r é c é d è r e n t ceux qu'on devait attaque générale ,

courir dans nous en

une

citerons

u n q u i d e v a i t r e v e n i r assez f r é q u e m ­ ment,

et a u q u e l p l u s i e u r s i n d i v i d u s

ne p u r e n t é c h a p p e r . Quelques marais s o n t r e m p l i s d ' u n e vase t r è s - l i q u i d e , et c o u v e r t s d ' u n e e s p è c e d e c r o û l e v e r t e , assez é p a i s s e en d i v e r s e n d r o i t s pour supporter un h o m m e , quoiqu'elle t r e m b l e s o u s les p a s . Si elle v i e n t à se r o m p r e , les m a l h e u r e u x q u ' e l l e s o u ­ t i e n t s o n t e n g l o u t i s dans u n a b î m e où


64

LA GUYANE.

ils périssent infailliblement, à moins qu'on ne les retire sur-le-champ. «Pour éviter ces accidens, dit

Stedman,

nous ouvrions nos files autant q u e possible, ce qui les rendait très-lon­ gues , et malgré cette précaution , plusieurs h o m m e s furent e n g l o u t i s , comme si de la glace avait m a n q u é sous leurs pieds. J'en vis quelques autres, qui ayant aussi tombé dans la v a s e , en eurent jusqu'aux aisselles, mais qu'on parvint à retirer cepen­ dant , quoique

avec

beaucoup

de

peine. » Nous avons éprouvé quelque­ fois à peu près le m ê m e accident dans le voisinage de certains marais du Brésil, et l'on p e u t surtout l'attribuer à l'espèce de mousse verte qui cache entièrement la vase où l'on se préci­ pite.


LA

GUYANE.

65

Ce fut d a n s c e t t e c a m p a g n e q u e l'on se d i r i g e a c o n t r e le p r i n c i p a l é t a ­ b l i s s e m e n t des r e b e l l e s ,

commandé

par u n chef d é t e r m i n é , n o m m é B o n y ; mais a y a n t q u e d ' y p a r v e n i r , u n s p e c ­ tacle affreux s'offrit a u x t r o u p e s : la t e r r e , dans certains e n d r o i t s , était j o n c h é e d e c r â n e s et d ' o s s e m e n s

de

c a d a v r e s , reste d ' u n parti d ' E u r o p é e n s qui a v a i e n t été en g r a n d e p a r t i e m a s ­ s a c r é s , et q u e les n o i r s a v a i e n t e x h u ­ m é s , p o u r les d é p o u i l l e r d e l e u r s h a ­ b i t s , les c o u p e r p a r m o r c e a u x , et les d é c h i r e r c o m m e des bêtes féroces. O n t r a v e r s a e n c o r e d e s m a r a i s , et ce fut alors q u e l'on c o m m e n ç a à s u i v r e u n e e s p è c e d e s e n t i e r p r a t i q u é p a r ces t e r ­ ribles e n n e m i s . C e p e n d a n t a p r è s a v o i r échangé quelques coups de fusil, on arriva à l ' e n t r é e d ' u n e b e l l e c a m p a g n e


66

LA GUYANE.

de ris m û r , formant un carré long, et laissant voir dans le fond la ville de Gado Saby ( 1 ) , qui se présentait en a m p h i t h é â t r e au milieu d'un paysage enchanteur. Les rebelles avaient laissé au milieu de cette campagne des troncs d'arbres renversés ayant encore leurs racines. E n sûreté derrière ces espèces de fortifications, ils c o m m e n c è r e n t un feu terrible, auquel on leur riposta; et bientôt un b r u i t semblable à celui d u t o n n e r r e fit retentir cette v a l l é e , où l'on n'entendait auparavant q u e les chants du cultivateur. Après u n e résistance o p i n i â t r e , on était s u r le point d'entrer dans la ville des n o i r s , lorsqu'un de leur c a p i t a i n e , d o n t la

(1) C'était un établissement entièrement formé par les noirs marrons.


LA tête était

GUYANE.

décorée d'un

67 chapeau

à

ganse d ' o r , saisit u n b r a n d o n a l l u m é , et e u t le c o u r a g e d e s ' a r r ê t e r long-temps pour mettre

assez

le feu

aux

m a i s o n s , q u i se t r o u v a n t ê t r e c o n s ­ t r u i t e s en b o i s , et c o u v e r t e s d e feuilles sèches, « Cette

furent

bientôt

résolution

embrasées.

courageuse,

Stedman , prévint non-seulement

dit le

c a r n a g e q u e les s o l d a t s o n t c o u t u m e d e faire d a n s le p r e m i e r m o m e n t d e la v i c t o i r e , m a i s elle p r o c u r a d e p l u s a u x r e b e l l e s la facilité d e faire l e u r retraite avec leurs femmes

et l e u r s

e n f a n s , e t d ' e m p o r t e r l e u r s effets les p l u s u t i l e s . N o u s f û m e s d o n c alors d a n s l ' i m p o s s i b i l i t é d e les p o u r s u i v r e et d e faire le m o i n d r e b u t i n : les

flammes

n'y m i r e n t pas seules obstacle;

car


68

LA GUYANE.

bientôt nous vîmes un marais qui nous environnait de toutes parts. » Il est difficile d'imaginer plus d'a­ dresse et de courage que n'en déployè­ rent les insurgés dans cette campagne ; mais on vit par la suite qu'ils m a n ­ quaient des munitions le plus nécessai­ res,

qu'ils étaient fréquemment obli­

gés de remplacer les balles de fusil p a r des cailloux et des morceaux informes de m é t a l . C o m m e le voyageur dont nous avons e m p r u n t é la plupart de ces détails eut occasion de dessiner un de ces noirs , tels qu'ils étaient é q u i p é s , nous l'offrons

à nos

teurs. (Voyez la gravure en

lec­

regard.)

Ce guerrier africain est en sentinelle; quelques lambeaux de toile couvrent à peine sa n u d i t é , et ses cheveux


LA G U Y A N E .

69

s o n t n a t t é s a v e c soin , p e u t - ê t r e p o u r g a r a n t i r sa t ê t e au d é f a u t d ' u n b o n ­ net. A p r è s la d e s t r u c t i o n d e G a d o S a d y , les r e b e l l e s c o m m e n c è r e n t à s ' é l o i g n e r des p l a n t a t i o n s h o l l a n d a i s e s ; m a i s c o m ­ m e ils c o n t i n u a i e n t c e p e n d a n t

quel­

ques-unes de leurs déprédations

de

t e m p s à a u t r e , les t r o u p e s n e c e s s è r e n t p o i n t d e p a r c o u r i r les f o r ê t s , d é v a s t a n t c o n t i n u e l l e m e n t les c h a m p s d e r i z , d e m a n i o c et d ' i g n a m e s , q u ' i l s a v a i e n t c u l ­ t i v é s p o u r a s s u r e r l e u r s u b s i s t a n c e . Las­ sés enfin d e n e p o i n t t r o u v e r la t r a n ­ q u i l l i t é , et v o y a n t q u ' o n n e l e u r offrait p o i n t la p a i x c o m m e

aux

habitans

d ' O u c a et d e S a r a m e c a , ils p a r se d i r i g e r

vers

les

finirent

possessions

françaises, o ù s a n s d o u t e ils e s p é r a i e n t former II.

des

établissemens

durables 7


70

LA

GUYANE.

sur le Maroni. Un faible détachement hollandais poursuivit d'abord ceux qui avaient passé ce fleuve; mais il le fit avec négligence. Les colons français commencèrent à prendre de l'inquié­ t u d e ; et M. de Malouet écrivit le 12 décembre 1776 une lettre au gouver­ neur de S u r i n a m , dans laquelle il lui disait que ses administrés ne pouvaient prévenir les courses et les brigan­ dages des nègres, qu'en les disposant à ne point les regarder comme e n n e m i s , n'ayant plus d'autre parti à prendre que de les tolérer et d ' e m p ê c h e r leur accroissement. Le gouvernement hol­ landais ne s'occupait cependant point à réprimer l'abus dont on se plaignait; on fut obligé de repousser une bande de rebelles qui tentaient encore de s'é­ tablir. C o m m e nos voisins favorisaient


LA

GUYANE.

71

ces é m i g r a t i o n s , il s'en fit b i e n t ô t d e p l u s c o n s i d é r a b l e s ; m a i s la conservait

France

toujours cette espèce

de

neutralité favorable a u x fugitifs, q u e lui c o m m a n d a i t sa faiblesse d a n s l a G u y a n e ; et le colonel

Fourgeoud,

c o m m e on p e u t s'en c o n v a i n c r e d a n s les m é m o i r e s d e M. d e M a l o u e t , a v o u a que

lorsqu'il

de détruire

avait v u

la

difficulté

e n t i è r e m e n t les

nègres

m a r r o n s , il s'était d é c i d é à les f a t i ­ guer p a r des marches multipliées à les o b l i g e r

d e p a s s e r le

et

Maroni.

M. N e p v e u , g o u v e r n e u r g é n é r a l d e S u r i n a m , ne tarda pas à adopter un p l a n i n f i n i m e n t p l u s j u s t e : il r é s o l u t d ' e n f e r m e r les é t a b l i s s e m e n s d e la c o ­ lonie d a n s u n c o r d o n d é f e n d u p a r d e s t r o u p e s à p o r t é e de s e s e c o u r i r

mu­

t u e l l e m e n t , et d o n t les p a t r o u i l l e s p a r -


72

LA

GUYANE.

couraient nuit et jour tous les points. Cette espèce de r o u t e , commencée à la savane des J u i f s , quinze lieues au-dessus de P a r a m a r i b o , était "vrai­ ment un ouvrage admirable. On avait tracé une ligne à travers les b o i s , les m a r a i s , les hauteurs et les bas-fonds. L'ouverture était de soixante-six pieds de large ; la longueur totale devait être de vingt-deux lieues. M. de Mal o u e t , en 1777, parcourut cinq lieues de cette magnifique a v e n u e , et ne p u t retenir l'expression de son é t o n nement. Malheureusement le projet ne fut pas entièrement e x é c u t é , et il vint des temps où l'on cessa de s'en occuper. Vers l'époque de l'émigration des noirs rebelles sur nos t e r r e s , on se forma en Europe des illusions sur le


LA

GUYANE.

73

parti q u ' o n pouvait tirer de leurs étab l i s s e m e n s . L ' a b b é R a y n a l a d o p t a ce q u ' o n d i s a i t d e p l u s e x a g é r é s u r le n o m b r e d e s i n d i v i d u s d o n t ils se c o m ­ p o s a i e n t , et le p o r t a à q u i n z e o u v i n g t mille ; mais M. de Malouet nous pa­ raît t o m b e r dans l'excès contraire, en disant qu'ils n'allaient qu'à cinq cents, d o n t la m o i t i é s e u l e m e n t a v a i t passé le M a r o n i . Q u o i q u ' i l en s o i t , ces h o m ­ m e s n'ont point formé une

popula­

t i o n t r è s - i m p o s a n t e ; et c e p e n d a n t ils ont une grande industrie. sont

d a n s les forêts ,

ils

Lorsqu'ils prennent

a b o n d a m m e n t d u g i b i e r et du p o i s s o n , au m o y e n de m a c h i n e s ingénieuses. L e u r s c h a m p s s o n t c u l t i v é s à la v é r i t é a v e c t r è s - p e u d e s o i n , m a i s ils p r o ­ duisent

n é a n m o i n s e n assez

grande

abondance du maïs , du manioc , 7*

du


74 riz

LA GUYANE. et

des bananes.

Malheureuse­

ment les noirs fugitifs se livrent à la plus parfaite indolence : ils auraient pu parvenir à un très-haut degré de prospérité, sans gêner les autres c u l ­ tivateurs de la Guyane.


LA G U Y A N E .

CHAPITRE

75

IV.

Indigènes de Surinam.

Quoique

les I n d i g è n e s d e la G u y a n e

h o l l a n d a i s e a i e n t la p l u s g r a n d e r e s s e m ­ b l a n c e d a n s l e u r s m œ u r s et d a n s l e u r s c o u t u m e s a v e c les G a l i b i s , q u e n o u s a v o n s d é j à fait c o n n a î t r e , n o u s d o n ­ n e r o n s u n p r é c i s d e ce q u i les r e n d le plus r e m a r q u a b l e s . Les Caraïbes sont considérés avec juste raison formant

encore

comme

une nation

impor­

tante , qu'on peut regarder

comme

la p r i n c i p a l e

de

v a g e s se t e i g n e n t

toutes. presque

e n r o u g e a v e c le r o u c o u ,

Ces

sau­

toujours a u q u e l ils


76

LA GUYANE.

ajoutent la teinture bleue du jenipaba. Dans les occasions solennelles , ils portent presque tous les ornemens des Galibis ; mais les chefs de famille se couvrent quelquefois d'une peau de tigre attachée par une plaque d'argent de la forme d'un croissant, et les fem­ mes ne négligent rien p o u r acquérir un gras de jambe d'une grosseur énor­ m e , en se comprimant étroitement le haut et le bas de la jambe par des jar­ retières de coton. Les armes des guerriers consistent, outre l'arc et la flèche, dans un b o u tou, qu'on rend plus meurtrier par un moyen assez remarquable. Ce casset ê t e , fabriqué avec le bois le plus lourd de la forêt, doit avoir ordinai­ rement dix-huit pouces de long, et est se trouve muni d'une espèce de garde


LA

GUYANE.

77

d e s t i n é e à g a r a n t i r le p o i g n e t . O n fixe très-souvent à l'extrémité une pierre p o i n t u e , e n la faisant e n t r e r d a n s l ' a r ­ b r e m ê m e qui f o u r n i t le b o i s , p e n d a n t q u ' i l p r e n d sa c r o i s s a n c e , p a r c e q u ' i l n'est p l u s p o s s i b l e alors d e l'en t i r e r . L e s C a r a ï b e s , c o m m e les s a u v a g e s du P é r o u et c e u x d u fleuve d e s A m a ­ zones , font u s a g e

d'une espèce

de

sarbacanne (1), consistant en un t u b e c r e u x d e r o s e a u , p o u v a n t a v o i r six p i e d s d e l o n g e u r , et s e r v a n t à l a n c e r de p e t i t e s flèches l o n g u e s d e

douze

p o u c e s : elles s o n t faites d ' u n e é c o r c e de p a l m i e r t r è s - d u r e , et g a r n i e s à l e u r e x t r é m i t é d ' u n e touffe d e c o t o n suffi­ sante p o u r r e m p l i r le t u b e . T r e m p é e s (1) C'est l'esgaravatana des sauvages du Para.


78

LA GUYANE.

vers la pointe dans le poison actif du vouvara , et lancées avec force par le souffle d'un chasseur, elles donnent u n e m o r t certaine à la distance de q u a ­ rante pas ; l'on rapporte m ê m e qu'une femme en ayant été blessée légèrement expira presque à l'instant, et que son enfant, qui était à la m a m e l l e , eut le m ê m e sort pour avoir pressé le sein de cette m è r e infortunée, après qu'elle eut été frappée d'une manière aussi cruelle. Les sauvages dont nous nous occu­ pons en ce m o m e n t u s e n t , p o u r se procurer du gibier et du p o i s s o n , des moyens employés par ceux des pos­ sessions françaises : comme eux ils forment des enclos de palissades à l'entrée des petites rivières, et ils p e u ­ vent facilement y t u e r le poisson ave©


LA

GUYANE.

79

l e u r s flèches à t r o i s p o i n t e s , s'ils n e p r é f è r e n t p o i n t toutefois l ' e n i v r e r a u m o y e n des r a c i n e s i n d i q u é e s d a n s la p r e m i è r e p a r t i e . A u r a p p o r t de F r e m i n , il v i e n t s u r l ' e a u t o u t é t o u r d i , sans c e s s e r c e p e n d a n t de f r é t i l l e r ; il semble au contraire y être excité da­ v a n t a g e ; m a i s il n e s'en laisse p a s m o i n s p r e n d r e à la m a i n . Q u a n d les C a r a ï b e s v o y a g e n t p a r e a u , ils s o n t p r e s q u e t o u j o u r s

dans

l ' h a b i t u d e d ' a l l e r c o n t r e le c o u r a n t , afin de t u e r f a c i l e m e n t le g i b i e r q u ' i l s aper­ ç o i v e n t s u r le r i v a g e . R é u n i s d a n s l e u r s b o u r g a d e s , ils laissent a u x

femmes

p r e s q u e t o u t le s o i n d e la c u l t u r e d e s t e r r e s . C e s c o m p a g n e s l a b o r i e u s e s des h o m m e s les p l u s i n d o l e n s f a b r i q u e n t en o u t r e u n e foule d ' u s t e n s i l e s , p a r ­ m i lesquels o n d i s t i n g u e d e s vases d e


80

LA GUYANE.

terre presque aussi d u r a b l e s , dit un voyageur, que du cuivre. P o u r p a r ­ venir à ce degré de perfection dans leur p o t e r i e , elles réduisent en cen­ dres l'écorce d'un arbre appelé kveepi; elles les passent au travers d'un tamis bien fin, pour les mêler avec d'excel­ lente terre grasse. On dit qu'elles sa­ vent donner à leurs jarres et à tous les vases un très-beau v e r n i s ; mais on n'indique point les moyens em­ ployés dans cette dernière opération. La religion, le gouvernement de ces peuples n'offrent point de particu­ larités très-remarquables après ce que nous avons déjà dit dans le premier v o l u m e ; mais leurs funérailles

mé­

ritent surtout d'être décrites, parce qu'elles indiquent un grand respect pour les morts. Aussitôt qu'un g u e r -


LA

GUYANE.

81

r i e r a r e n d u l e d e r n i e r s o u p i r , o n le lave , o n le f r o t t e d ' h u i l e , a v a n t d e le m e t t r e d a n s u n sac d e c o t o n . I l y e s t assis d a n s u n e a t t i t u d e s i n g u l i è r e : s e s c o u d e s s ' a p p u i e n t s u r ses g e n o u x , et ses d e u x m a i n s c a c h e n t s o n v i s a g e . O n le d e s c e n d d a n s la t e r r e a u lieu d e s

mi­

c r i s les p l u s l a m e n t a b l e s ;

puis on s'enivre , p o u r

d i s s i p e r le

c h a g r i n . A la fin d e l ' a n n é e , on r e t i r e le c a d a v r e de t e r r e . Les chairs ont eu le t e m p s de se d é t a c h e r , et l'on r e ­ c u e i l l e a v e c s o i n les o s s e m e n s p o u r les d i s t r i b u e r a u x a m i s , ainsi q u ' à t o u s les p a r e n s , a u b r u i t d e s g é m i s s e m e n s les p l u s affreux. O n n e m a n q u e point après cette

cérémonie

d'aller

s'établir dans u n autre endroit. Selon S t e d m a n , quelques tribus p a r ­ t i c u l i è r e s s u i v e n t un u s a g e II.

différent 8


82

LA GUYANE.

dans le but d'honorer ceux qu'elles viennent de perdre. Le cadavre est des­ cendu au fond de l ' e a u , pour y rester plusieurs j o u r s , jusqu'à ce que les chairs aient été dévorées par les pois­ sons. Le temps nécessaire pour cette opération étant é c o u l é , on retire le squelette et on le suspend au toit du carbet,

après l'avoir fait sécher à

l'ardeur d'un soleil brûlant. Ce d e r ­ nier usage est c o m m u n à quelques peuplades de Galibis. 11 paraît certain que les Caraïbes sont anthropophages ; mais que s o u ­ vent ils échangent leurs prisonniers contre divers articles d ' E u r o p e , tels que des toiles de c o u l e u r , des a r m e s à feu, de la p o u d r e , des h a c h e s , des verroteries, et une foule de bagatelles, avec lesquelles on leur achète égale-


LA

GUYANE.

83

m e n t d e s j a r r e s d e t e r r e , des c a n o t s , des h a m a c s , d i v e r s a n i m a u x v i v a n s , des b a n a n e s , et d u bois d e t e i n t u r e i n f é r i e u r toutefois à celui d u Brésil. On c o m p t e o u t r e ces s a u v a g e s , qui h a b i t e n t p r i n c i p a l e m e n t les c o n t r é e s arrosées

par l'Orenoque ,

quelques

a u t r e s n a t i o n s , p a r m i l e s q u e l l e s se font d i s t i n g u e r les A c c a w a u s , les W o r o w s , les A r r o w o u k a s , les T a i r a s et les P i a n n a c o t a u s . L e s A r r o w o u k a s , s'il faut e n croire S t e d m a n , sont très-différens de t o u s les a u t r e s i n d i g è n e s : ils sont m i e u x faits, et ont u n teint infiniment m o i n s cuivré.

Le m ê m e v o y a g e u r cite u n e

jeune femme

d e c e t t e n a t i o n d o n t la

figure é t a i t , d i t - i l , c h a r m a n t e a u - d e l à de toute

expression , et qu'on

r a i t p r i s e au Vénus

b o r d de l ' O c é a n

au­ pour

s o r t a n t d u sein des e a u x .

Il


84

LA

GUYANE,

acheta à c e t t e j e u n e fille un p e r r o q u e t v i v a n t , q u ' e l l e avait fait t o m b e r e l l e m ê m e a v e c u n e flèche a r r o n d i e , et q u ' i l lui p a y a u n c o u t e a u à d o u b l e l a m e . Les A r r o w o u k a s ont u n e telle habileté à la c h a s s e , qu'ils p e u v e n t a t t e i n d r e u n a r a r a , et m ê m e u n p i ­ geon , au p l u s fort de l e u r vol. N o u s finirons cet article en disant q u e les différentes nations q u e n o u s a v o n s i n d i q u é e s d i m i n u e n t de j o u r e n j o u r , c o m m e les anciens h a b i t a n s des a u t r e s parties de l ' A m é r i q u e m é r i d i o ­ n a l e . P e u t - ê t r e aussi se retirent-ils d a n s les c o n t r é e s éloignées de l ' i n t é ­ r i e u r , p o u r v i v r e dans u n e i n d é p e n ­ d a n c e absolue.


LA

GUYANE.

CHAPITRE

85

V.

Démérary.

L'ÉTABLISSEMENT d e D é m é r a r y j o u i t d ' u n e assez g r a n d e c é l é b r i t é p o u r q u e n o u s n e n é g l i g i o n s p o i n t d e le faire c o n n a î t r e . O n d é s i g n e s o u s ce n o m u n e é t e n d u e de c ô t e s d ' e n v i r o n t r e n t e - t r o i s l i e u e s , b o r n é e à l'est p a r le B e r b i c e , à l ' o u e s t p a r l ' E s s é q u é b o , et f o r m a n t u n d e s t e r r i t o i r e s les p l u s fertiles d e t o u t e la G u y a n e . A r r o s é p a r le fleuve D é m é r a r y , ce p a y s offre a u x h a b i t a n s d'assez g r a n d e s facilités p o u r le t r a n s ­ p o r t d e l e u r s m a r c h a n d i s e s ; il p r é ­ s e n t e en m ê m e t e m p s l'aspect de la

8*


86

LA

GUYANE.

richesse et de la p r o s p é r i t é . De t o u s côtés ce sont de belles habitations en­ t r e t e n u e s a v e c le plus g r a n d soin , où. se t r o u v e n t p l a n t é s des bois d ' o r a n ­ gers d o n t la brise d u m a t i n a p p o r t e le p a r f u m au v o y a g e u r . La capitale de cette c o l o n i e , s u r l a ­ quelle on n ' a u r a i t q u e peu de détails, si M. B o l i n g b r o k e n e l'eût visitée il y a h u i t ou dix a n s , p r é s e n t e u n aspect p l u s singulier q u e celui des

autres

villes de la côte ; et p o u r en d o n n e r une idée e x a c t e , n o u s laisserons p a r l e r le v o y a g e u r q u e n o u s v e n o n s d e citer. Après avoir d o n n é q u e l q u e s détails s u r son a r r i v é e et s u r

l'impression

q u e lui fit é p r o u v e r l ' e n s e m b l e de la c a p i t a l e , c o n n u e sous le n o m d e Stab r o e k , il dit : « J e n ' y trouvai pas l a m o i n d r e r e s s e m b l a n c e avec les villes.


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d ' A n g l e t e r r e ; elle est b â t i e s u r le t e r ­ rain p l a t d u r i v a g e , et t r a v e r s é e d a n s ses r u e s p r i n c i p a l e s p a r d e s c a n a u x , où

plongent

s a n s cesse des

enfans

noirs ou m u l â t r e s . Les m a i s o n s d e b o i s , o r n é e s d e p o r t i q u e s et d e b a l ­ c o n s , q u e c o u v r e n t des toits a v a n c é s , sont r a n g é e s s y m é t r i q u e m e n t s u r t r o i s lignes p a r a l l è l e s , en laissant

entre

elles d e g r a n d s e s p a c e s . Elles o n t r a r e m e n t p l u s d e d e u x é t a g e s . L e s fon­ d a t i o n s e n s o n t p r o f o n d e s , et c o n s ­ t r u i t e s e n b r i q u e s . Les toits sont d ' u n bois r o u g e , q u e j e pris d ' a b o r d p o u r d e l'acajou. O n n ' y voit p o i n t d e f e ­ n ê t r e s v i t r é e s ; elles s o n t r e m p l a c é e s p a r d e s j a l o u s i e s . Les c h a m b r e s s'a­ v a n c e n t en t o u t e s sortes d e d i r e c t i o n s , p o u r m i e u x j o u i r des c o u r a n s d ' a i r , qui s o n t ici u n luxe r e c h e r c h é ,

en


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sorte q u e le plan ou la c o u p e de c h a ­ c u n de ces b â t i m e n s est le plus s o u ­ v e n t en forme de c r o i x . Il n ' y a p o i n t d'arbres d a n s la ville, c o m m e en H o l ­ l a n d e , ce q u i la p r i v e d ' u n e g r a n d e b e a u t é ; m a i s d e t o u s côtés on y voit des caisses et des b a l l e s , c o m m e si les r u e s é t a i e n t des q u a i s , et e n t r e les m a i s o n s on r e m a r q u e de n o m b r e u x m a g a s i n s . Les b â t i m e n s publics m ê m e sont en b o i s . Les n o i r s , v ê t u s d ' u n simple p a n t a l o n b l e u , ou d ' u n e s i m ­ ple toile s o u t e n u e p a r u n e c o r d e p a s ­ sée a u t o u r des r e i n s , e x é c u t e n t t o u t e s sortes d e t r a v a u x . D e loin e n loin on aperçoit q u e l q u e s b l a n c s , vêtus d ' u n e c h e m i s e de m o u s s e l i n e et de p a n t a l o n s de gingham,

f u m a n t des c i g a r r e s , et

d o n n a n t à l ' o m b r e d ' u n parasol leurs ordres à leurs s e r v i t e u r s , b r û l é s par le


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soleil ; quelquefois on les voit d a n s u n phaéton traîné p a r de petits b i d e t s , inspectant l'embarquement

de leurs

marchandises. Une chaleur accablante r è g n e a u m i l i e u d u j o u r , et t o u t se fait e n silence : on m a r c h e , on e x é c u t e tous les m o u v e m e n s a v e c p r é c a u t i o n , p o u r n e p o i n t faire é l e v e r des t o u r ­ billons de p o u s s i è r e . On d i r a i t q u e l'on assiste a u service d ' u n e église p l u t ô t q u ' à d e s t r a v a u x de s i m p l e s m a n o u vriers. » Cette ville,

c o m m e o n le p e n s e

b i e n , est l ' e n t r e p ô t g é n é r a l d e t o u t le p r o d u i t des c o n t r é e s q u i b o r d e n t le D é m é r a r y et l ' E s s é q u é b o ; aussi a - t elle d e c h a q u e c ô t é , p o u r la c o m m o ­ dité d u c o m m e r c e , u n c a n a l n a v i g a ­ b l e , q u e la m a r é e vide et r e m p l i t t o u r à t o u r , et qui est d ' u n g r a n d s e c o u r s


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p o u r c e u x qui se t r o u v e n t les plus éloi­ gnés du r i v a g e . O n fait g é n é r a l e m e n t m o n t e r la p o p u l a t i o n de S t a b r o e k à h u i t mille cinq c e n t s i n d i v i d u s , s u r lesquels il faut c o m p t e r e n v i r o n quinze c e n t s b l a n c s . On est frappé d u m é ­ l a n g e des diverses n a t i o n s qui c o m p o ­ sent cette d e r n i è r e classe d ' h a b i t a n s . Les H o l l a n d a i s , les A n g l a i s , les Al­ l e m a n d s , les P r u s s i e n s , les R u s s e s , les S u é d o i s , les D a n o i s , les F r a n ç a i s et les A m é r i c a i n s s e m b l e n t s'être r é u ­ nis p o u r t e n t e r la f o r t u n e ;

et l'on

p r é t e n d q u e c e t t e rivalité n e p r o v o q u e jamais l'envie, parce que chacun trou­ v e son a v a n t a g e d a n s l ' a v a n c e m e n t d'autrui.

I l paraît n é a n m o i n s q u e le

n o m b r e des Anglais excède d e b e a u ­ c o u p celui des a u t r e s E u r o p é e n s . Le m a r c h é est suffisamment a p p r o -


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visionné ; m a i s t o u t y est c o m m e à Surinam d'une cherté excessive,

si

l'on en e x c e p t e les f r u i t s , q u e l e u r abondance ne p e r m e t point de taxer à un p r i x t r è s - é l e v é . On p r é t e n d

que

les b o u c h e r s , q u i a c h è t e n t l e u r s b œ u f s a u x A m é r i c a i n s , p e n s e n t a v o i r fait u n mauvais marché quand chaque animal n e l e u r r a p p o r t e p o i n t q u i n z e ou seize louis de profit n e t . Le m e i l l e u r p o i s ­ son q u ' o n p u i s s e se p r o c u r e r à S t a b r o e k est d é s i g n é sous le n o m de p a n k a m a , e t se p ê c h e d ' u n e m a n i è r e fort s i n g u l i è r e . C o m m e il est a c c o u t u m é à chercher

sa n o u r r i t u r e

dans

les

vieilles p o u t r e s o u dans les d é b r i s d e navires t o m b é s e n p o u r i t u r e , et q u ' i l R

3 p é n è t r e p e n d a n t la h a u t e m a r é e ; au reflux il reste p r i s dans le b o i s , et les n è g r e s le r e t i r e n t alors a v e c un c r o -


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c h e t a t t a c h é au b o u t d ' u n bâton. Sa c h a i r est

d'un

g o û t fort agréable ;

mais il a la p e a u e x t r ê m e m e n t v i s ­ queuse. I l p a r a î t qu'il se fait d a n s cette ville u n e très - grande

consommation

de

vins de M a d è r e et de B o r d e a u x , e t q u e les d r o i t s excessifs s u r les b o u ­ teilles d e v e r r e i m p o r t é e s en A n g l e ­ t e r r e é t a n t bonifiés l o r s q u ' o n les en en e x p o r t e , on avait pris le parti d'en a p p o r t e r e n q u a n t i t é d a n s les colonies, e n les r e m p l i s s a n t de v i n , d e o u d ' a u t r e s liquides.

bière,

Du t e m p s

de

M. B o l i n g b r o k e , elles s'étaient t e l l e ­ m e n t a c c u m u l é e s , q u e l'on était obligé de s'en d é b a r r a s s e r en les j e t a n t d a n s les fossés et dans les c a n a u x q u i e n ­ t o u r e n t la v i l l e , où les n è g r e s l i b r e s , qui font u n e espèce d e b i è r e , allaient


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p r e n d r e celles d o n t ils a v a i e n t b e s o i n . Quand un particulier voulait m e t t r e d u v i n v i e u x d e M a d è r e en b o u t e i l l e s , il e n v o y a i t , a u r a p p o r t d e M. B o l i n g b r o k e , q u e l q u e s - u n s d e ses g e n s a u ­ t o u r d e la ville, o u bien il e x p é d i a i t u n e b a r q u e qui se r e n d a i t p r è s de q u e l ­ q u e c a p i t a i n e de n a v i r e ; ce c a p i t a i n e lui d o n n a i t a u t a n t d e b o u t e i l l e s q u ' i l pouvait en e m p o r t e r , en y joignant des r e m e r c î m e n s , p a r c e q u e cela é v i ­ tait a u x m a t e l o t s la p e i n e de les j e t e r d a n s la r i v i è r e , ce q u e l'on a u r a i t fait p l u t ô t q u e d e les r a m e n e r en A n g l e ­ t e r r e , où elles p a y a i e n t u n d r o i t bien plus

considérable que

leur

valeur.

Cela se passait e n 1 8 0 8 , et n o u s i g n o ­ r o n s si l e u r a b o n d a n c e a d i m i n u é d a n s la c a p i t a l e d u D é m é r a r y . On vante singulièrement l'hospita-

II.

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lité des h a b i t a n s de S t a b r o e k : il suffit, à ce qu'il p a r a î t , q u ' u n passager soit p o r t e u r de q u e l q u e s lettres de r e c o m ­ m a n d a t i o n , p o u r r e c e v o i r le m e i l l e u r accueil des p e r s o n n e s a u x q u e l l e s elles sont adressées. A l'instant on m e t son c o u v e r t , on lui d r e s s e u n h a m a c , et il en fait u s a g e aussi l o n g - t e m p s q u e b o n lui s e m b l e . Il se p a s s e , d i t - o n , r a r e m e n t u n e s e m a i n e sans q u ' i l y ait bal ou c o n c e r t dans la ville ; mais ce plaisir est assez d i s p e n d i e u x et c o û t e au moins huit dollars p o u r

chaque

soirée. On n'est pas e n t i è r e m e n t p r i v é de spectacles , et il passe de t e m p s à a u ­ t r e des t r o u p e s a m b u l a n t e s de c o m é ­ d i e n s v e n a n t de l ' A m é r i q u e s e p t e n ­ trionale. Il paraît toutefois q u e ces r e ­ p r é s e n t a t i o n s t h é â t r a l e s sont e x t r ê m e -


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m e n t i m p a r f a i t e s , c o m m e d a n s la p l u ­ p a r t des c o l o n i e s . Q u o i q u e fort é l o i g n é s de l ' E u r o p e , les h a b i t a n s d e S t a b r o e k n ' e n s o n t pas m o i n s a v i d e s d e c o n n a î t r e ce qui s'y passe : aussi p u b l i e - t - o n u n e feuille in­ t i t u l é e Gazette Démérary,

de l'Esséquébo

et de la

où l'on r e n c o n t r e , d i t - o n ,

des avis c o n ç u s e n un j a r g o n m ê l é , qui p a r a î t fort é t r a n g e . C e l a n g a g e , d o n t on se sert h a b i t u e l l e m e n t , tient d u hol­ l a n d a i s et de l ' a n g l a i s , m ê l é à des e x ­ p r e s s i o n s c r é o l e s qui lui d o n n e n t u n e s o r t e de d o u c e u r . On p r é t e n d d u reste q u e l'anglais se r é p a n d t o u s les j o u r s de p l u s en p l u s . I l p a r a î t q u e les différentes h a b i t a ­ tions s i t u é e s s u r le b o r d de la D é m é r a r y o n t e n t r e elles la p l u s g r a n d e ana­ logie p o u r l ' é t e n d u e et la d i s t r i b u t i o n .


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On en r e n c o n t r e e n c o r e à d e u x c e n t s milles

d e l ' e m b o u c h u r e d u fleuve ;

m a i s à c e l l e distance il n'est p l u s na­ vigable , e t des c a t a r a c t e s i n t e r r o m ­ p e n t sa n a v i g a t i o n . Dans la p l u p a r t des h a b i t a t i o n s , la p r o p r e t é et la r é g u l a r i t é hollandaises se distinguent a i s é m e n t . Les m a i s o n s , les b â t i m e n s d e t o u t g e n r e , dit M. B o l i n g b r o k e , les p o n t s , les p o r t e s , sont p e i n t s en b l a n c : c'est la c o u l e u r fa­ v o r i t e d e cette n a t i o n . Des c h e m i n s qui serpentent d'une manière r é g u lière c o n d u i s e n t à l e u r s h a b i t a t i o n s . De p e t i t s g r o u p e s d e c o c o t i e r s et d e c i t r o n ­ n i e r s , ou des allées d r o i t e s , p l a n t é e s des m ê m e s a r b r e s , r a p p e l l e n t la r é g u l a r i t é des jardins d u c o n t i n e n t de l ' E u r o p e . I l paraît q u e les H o l l a n d a i s t i e n n e n t s i n g u l i è r e m e n t à cette r é g u l a r i t é d a n s


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l e u r s é t a b l i s s e m e n s , et q u ' i l s y p r o d i ­ g u e n t m ê m e i n u t i l e m e n t le t r a v a i l . Les Anglais s a v e n t , d i t - o n , t i r e r u n m e i l l e u r p a r t i d e leurs p r o p r i é t é s sous le r a p p o r t p é c u n i a i r e ; m a i s ils m e t t e n t b e a u c o u p m o i n s de soins d a n s la m a ­ n i è r e d o n t ils é t a b l i s s e n t les différentes cultures. L a vie d ' u n p l a n t e u r est fort d o u c e ; m a i s ses j o u i s s a n c e s se t r o u v e n t e x ­ trêmement

b o r n é e s , et les plaisirs

d e la table s o n t à p e u p r è s les seuls d o n t il p a r a i s s e faire g r a n d c a s .

Il

é p r o u v e c e p e n d a n t u n e vive s a t i s f a c ­ t i o n d a n s l'usage de la p i p e , q u i l u i procure

une

espèce

d'ivresse

tran­

q u i l l e , d o n t l'effet n e p e u t ê t r e a g r é a ­ b l e q u e p o u r celui q u i y e s t a c c o u ­ t u m é depuis long-temps. Les h a b i t a n s de D é m é r a r y , c o m m e

9*


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c e u x de S u r i n a m , ne se m a r i e n t pas t o u j o u r s ; il est en r e v a n c h e fréquent de les voir c o n t r a c t e r u n e u n i o n t r è s - s o ­ lide avec u n e f e m m e du p a y s , qui se croit dès lors obligée d e lui c o n s e r v e r u n e fidélité aussi r i g o u r e u s e q u e si elle était v é r i t a b l e m e n t son é p o u s e . T o u t e s les f e m m e s d e c o u l e u r s o n t en g é n é r a l p a s s i o n n é e s p o u r la t o i ­ l e t t e ; et q u o i q u e v i v a n t la p l u p a r t d u t e m p s à la c a m p a g n e , elles t r o u v e n t m o y e n de satisfaire l e u r s g o û t s . C e r ­ t a i n s n è g r e s p o r t a n t des coffres pleins de m a r c h a n d i s e s p a r c o u r e n t les diffé­ r e n t e s h a b i t a t i o n s , et s'ils a p p o r t e n t q u e l q u e n o u v e a u t é en fait de m o d e s , il n ' e s t pas r a r e de les voir s'en aller a v e c les d e r n i e r s dollars de la m a î t r e s s e d e la m a i s o n , qui a c h è t e m ê m e fort s o u ­ vent à crédit. Ces m a r c h a n d s a m b u -


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lans d e m a n d e n t t o u j o u r s la p e r m i s s i o n de se p r é s e n t e r

à

l'habitation

des

n o i r s , et c e u x d e ces p a u v r e s diables qui n ' o n t p o i n t d ' a r g e n t p o u r a c h e t e r les différentes bagatelles d o n t ils p e u ­ v e n t avoir e n v i e , y s u p p l é e n t en d o n ­ n a n t p o u r é c h a n g e des v o l a i l l e s , d e s c o c h o n s , o u m ê m e des c i g a r r e s . L ' o n p r é t e n d q u e d e p u i s q u e les Anglais o n t été à m ê m e d ' e x e r c e r l e u r police d a n s le p a y s , le s o r t des n o i r s a é p r o u v é p l u s i e u r s a m é l i o r a t i o n s : il faut l ' e s p é r e r p o u r le bien de l ' h u m a ­ nité ; m a i s l'on n ' e s t g u è r e au fait d e cette d e r n i è r e c i r c o n s t a n c e q u e p a r le rapport

des Anglais e u x - m ê m e s .

Il

p a r a î t c e r t a i n q u e dans la ville on n e p e u t faire d o n n e r q u ' u n c e r t a i n n o m ­ b r e de c o u p s à u n m a l h e u r e u x esclave. D a n s u n e h a b i t a t i o n il est bien difficile


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de s u r v e i l l e r de c r u e l s c o m m a n d e u r s , t o u j o u r s disposés

à abuser de

leur

pouvoir. Le r é g i m e des noirs est assez d o u x d a n s c e t t e c o l o n i e , si l'on s'en r a p p o r t s au v o y a g e u r q u e n o u s avons cité déjà p l u s i e u r s fois. A l e u r a r r i v é e d a n s la p l a n t a t i o n d o n t ils d o i v e n t faire p a r t i e , ils sont confiés a u x soins d ' u n e f e m m e q u e l'on a p p e l l e la n o u r r i c e , et q u i doit les a p p r o v i s i o n n e r d ' a l i m e n s , d e pipes et d e t a b a c . O n n e les o c c u p e d ' a b o r d q u e de l é g e r s t r a v a u x a u t o u r d e la m a i s o n ; p u i s on les r e m e t e n t r e les m a i n s d ' u n v i e u x n è g r e , qui l e u r a p p r e n d à p o u r v o i r à l e u r s b e s o i n s . Ils c o m m e n c e n t dès lors à s u i v r e la b a n d e d e ceux qui v o n t a u travail. A n e u f h e u r e s on s o n n e la cloche p o u r le d é ­ j e u n e r , et ils ont u n e h e u r e entière de


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repos ; p o u r le d î n e r qui se sert à u n e heure

a p r è s m i d i , on l e u r

accorde

q u e l q u e s i n s t a n s de p l u s . Vers le c o u ­ cher d u s o l e i l , on fait c e s s e r les différens t r a v a u x , et le s o u p e r c o m m e n c e ; après q u o i ils p e u v e n t se l i v r e r a u r e ­ pos.

On leur accorde dans presque

t o u t e s les h a b i t a t i o n s

une pinte de

r h u m et d e u x l i v r e s d e t a b a c p o u r la s e m a i n e ; m a i s si cela n e l e u r suffit p o i n t , ils c h e r c h e n t à se p r o c u r e r c e s deux d e n r é e s ,

en

faisant

différens

échanges. C h a q u e p l a n t a t i o n reçoit assez o r d i ­ n a i r e m e n t trois fois la s e m a i n e la visite d'un c h i r u r g i e n , q u i v i e n t visiter les noirs m o y e n n a n t d e u x dollars p a r an p o u r c h a q u e p e r s o n n e q u i s'y t r o u v e . I l p a r a î t qu'afin de p r é v e n i r les vols q u e p e u v e n t faire les n è g r e s m a r r o n s


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encore existans d a n s la c o l o n i e , on établit c h a q u e n u i t , dans plusieurs h a b i t a t i o n s , c e r t a i n s postes qui u n e garde exacte.

Ils

font

entretiennent

des feux d ' i n t e r v a l l e en i n t e r v a l l e , et répètent chaque demi-heure : Tout va b i e n . Les n è g r e s d e g a r d e r é p o n ­ d e n t des différens é v é n e m e n s qui p e u ­ v e n t a r r i v e r ; m a i s l e u r vigilance est e x t r ê m e , et il est bien r a r e q u e les v o l e u r s p a r v i e n n e n t à les t r o m p e r . M. B o l i n g b r o k e , dans u n e e x c u r ­ sion qu'il fit à la p l a n t a t i o n d e R e y nestein, a p p a r t e n a n t à l'un d e ses a m i s , e u t occasion de p a r l e r à u n

matelot

n è g r e q u i avait v u M u n g o - P a r k p e n ­ dant que cet infortuné voyageur t r a ­ versait l ' i n t é r i e u r de l'Afrique. « J e descendais l ' E s s é q u é b o dans u n e g o ë ­ lette , d i t - i l , et j ' a v a i s m i s , selon mon


LA G U Y A N E .

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u s a g e , trois ou q u a t r e livres d a n s m o n p o r t e - m a n t e a u ; les v o y a g e s de M u n go-Park étaient du n o m b r e . En p a r ­ c o u r a n t le v o c a b u l a i r e d e la l a n g u e de M a n d i n g o , j ' a p p e l a i P i e r r e , n è g r e de cette n a t i o n ,

et j e lui

adressai

u n e q u e s t i o n d a n s sa p r o p r e l a n g u e : Quoi! Massa,

s ' é c r i a - t - i l , vous

savez

parler mon pays ! J ' a v a i s là u n e o c c a ­ sion

de reconnaître l'exactitude

de

M u n g o - P a r k , et j ' e n profitai. J e p r i a i P i e r r e d e m e t t r e e n anglais la q u e s t i o n q u e je lui avais a d r e s s é e ; il le fit s u r l e - c h a m p , et m ' e n t r a d u i s i t p l u s i e u r s a u t r e s . L a parfaite c o n f o r m i t é d e c e t t e t r a d u c t i o n et d e celle d u v o y a g e u r m e fit v o i r q u e c e l u i - c i m é r i t a i t p l e i n e c o n f i a n c e ; m a i s p o u r p o u s s e r la d é ­ m o n s t r a t i o n a u - d e l à , j e dis à P i e r r e quel était le sujet de m a l e c t u r e ; il


104

LA

GUYANE.

m e dit alors a v e c c h a l e u r : « Massa , j'ai v u cet h o m m e blanc dans mon p a y s , d a n s m a ville ; il y vint u n e n u i t , p e n d a n t q u e t o u t le m o n d e d o r m a i t ; il avait a v e c lui un f o r g e r o n , m o n c o m ­ p a t r i o t e . C'est m o i qui lui d o n n a i d u riz p o u r son s o u p e r , et il p a r t i t v i t e , v i t e , le l e n d e m a i n , p o u r le p a y s des Maures.» A la m a n i è r e vive et e x e m p t e d'art d o n t P i e r r e m e fit ce r é c i t , je restai c o n v a i n c u qu'il avait v u e n effet M u n g o - P a r k . Le n o m du village et la r é c e p t i o n qui y fut faite à ce v o y a g e u r s ' a c c o r d a i e n t si bien avec ce qu'il e n dit l u i - m ê m e , q u ' i l ne p e u t y avoir d e d o u t e à cet é g a r d . » Le principal article de c u l t u r e d a n s la colonie de D é m é r a r y paraît être le sucre ; m a i s l'on a r e c o n n u q u e les t e r ­ rains n o u v e l l e m e n t défrichés n ' é t a i e n t


LA

GUYANE.

105

pas p r o p r e s à c e t t e p r o d u c t i o n , et l'on y p l a n t e p e n d a n t q u e l q u e t e m p s des b a n a n i e r s . P o u r d o n n e r u n e idée de la fertilité du t e r r a i n , n o u s d i r o n s , d ' a ­ p r è s le v o y a g e u r anglais a u q u e l n o u s a v o n s déjà e m p r u n t é p l u s i e u r s d é t a i l s , que d e p u i s u n espace d e v i n g t - c i n q ans

chaque

récolte

successive

de

c a n n e s s ' a m é l i o r e et p r o d u i t u n s u c r e de m e i l l e u r e q u a l i t é ( 1 ) . T o u t le m o n d e sait q u e le r h u m se fait a v e c de la m é l a s s e , d e l ' é c u m e de s u c r e et de l ' e a u , q u ' o n distille a p r è s la f e r m e n t a t i o n . I l p a r a î t q u e l ' o n est p a r v e n u à u n h a u t d e g r é de p e r f e c ­ tion d a n s la m a n i è r e d o n t on le fait. (1) Le m ê m e observateur affirme avoir vu des cannes qui s'élevaient à trente pieds, en conservant une grosseur proportionnée ; mais ce fait paraît un peu exagéré, II.

10


106

LA G U Y A N E .

On croit g é n é r a l e m e n t que dans u n e plantation à s u c r e , le r h u m doit p a y e r à lui seul t o u s les frais.

Un m u i d de

mélasse d o n n e le p l u s h a b i t u e l l e m e n t trois cent v i n g t pintes de cette l i q u e u r , d o n t l'usage est e x t r ê m e m e n t m u n dans t o u t e la colonie.

com­


LA

GUYANE.

CHAPITRE

107

VI.

Esséquébo. — I n d i g è n e s de cette colonie.

QUOIQUE l ' é t a b l i s s e m e n t d o n t n o u s a l l o n s n o u s o c c u p e r fasse p a r t i e d u p r é c é d e n t , et soit c o n s i d é r é c o m m e d ' u n e m o i n d r e i m p o r t a n c e , il se t r o u v e ê t r e p l u s a n c i e n . C e fut en 1698 q u e l'on c o m m e n ç a à y f o r m e r les p r e ­ m i è r e s p l a n t a t i o n s ; m a i s l'on t o m b a d ' a b o r d d a n s l ' e r r e u r d e s c o l o n s fran­ ç a i s , q u i m é p r i s a i e n t les t e r r e s b a s s e s , p o u r s ' o c c u p e r des t e r r a i n s é l e v é s ; e t la c u l t u r e des côtes fut n é g l i g é e d a n s les p r e m i e r s

temps.

Cependant

le

g o u v e r n e m e n t se servît d ' u n e x c e l l e n t


108

LA G U Y A N E .

m o y e n p o u r que les concessions qu'il accordait n e restassent pas l o n g - t e m p s en friche : il fut décidé q u ' u n e cer­ taine p o r t i o n serait mise en état de cul­ t u r e à u n e é p o q u e d é t e r m i n é e ; et que dans le cas c o n t r a i r e toute la p r o p r i é t é p o u r r a i t ê t r e confisquée p o u r q u ' o n la vendît à l'encan. Les p l a n t e u r s , au cont r a i r e , q u i a v a i e n t r e m p l i tous leurs e n g a g e m e n s , v o y a i e n t a u g m e n t e r la p o r ­ tion de t e r r a i n qui leur avait été a c ­ c o r d é e . L ' o n n e s'occupa p o i n t d ' a ­ b o r d du s u c r e , et la p l u p a r t des habitans se c o n t e n t è r e n t de faire v e n i r du c a f é , d u c a c a o , d u coton et de l ' i n ­ digo ; mais ils ne t a r d è r e n t point à s'a­ p e r c e v o i r qu'ils négligeaient la seule d e n r é e capable de les e n r i c h i r , ils m i r e n t

et

la plus g r a n d e partie de

leurs p r o p r i é t é s en c a n n e s , dont le


LA

GUYANE.

109

p r o d u i t fut assez c o n s i d é r a b l e .

De­

p u i s il a u g m e n t a d ' u n e m a n i è r e e x ­ t r ê m e m e n t s e n s i b l e , parce q u e l'on p e r m i t l ' e x p o r t a t i o n des mélasses dans l ' A m é r i q u e , tandis q u e t o u t e s les a u ­ tres marchandises devaient être ex­ p é d i é e s p a r la seule p r o v i n c e de Z é ­ lande. O n vit à u n e c e r t a i n e é p o q u e les h a b i t a n s de la B a r b a d e v e n i r faire u n chargement

t r è s - s i n g u l i e r s u r cette

c ô t e . Ils a r r i v a i e n t a v e c q u e l q u e s bât i m e n s q u e l'on r e m p l i s s a i t de la t e r r e d u p a y s , et qui était d e s t i n é e à f e r t i ­ liser l e u r p r o p r e sol. On p r é t e n d q u e ce c o m m e r c e e û t p u d e v e n i r e x t r ê ­ m ê m e n t a v a n t a g e u x p o u r la G u y a n e h o l l a n d a i s e , si la cale des vaisseaux n ' e û t pas été c o n s i d é r a b l e m e n t

en­

d o m m a g é e p a r un Yer qui se t r o u v e 10*


110

LA

GUYANE.

habituellement dans le terreau de cette c o n t r é e . Après s'être introduit dans les planches et les m a d r i e r s du b â t i m e n t , il y pratiquait des voies d ' e a u , et e m ­ pêchait q u ' o n p û t faire m ê m e d e u x ou trois c h a r g e m e n s d e cette n a t u r e , m a l g r é la b r i è v e t é de la navigation. C o m m e la c o l o n i e , après les dix p r e m i è r e s a n n é e s , fit t r è s - p e u de p r o ­ g r è s , et qu'elle resta p e n d a n t q u e l q u e t e m p s dans u n état p r e s q u e s t a t i o n n a i r e , le g o u v e r n e m e n t hollandais finit p a r s'apercevoir qu'il avait eu g r a n d tort de confier son administration

à

u n e c o m p a g n i e d o n t les finances n ' é ­ taient point assez considérables p o u r la soutenir. C e t t e c o m p a g n i e finit p a r transférer a u x é t a t s - g é n é r a u x t o u t e s ses p r é t e n t i o n s , m o y e n n a n t q u e l q u e s arrangemens.

Dès lors on accueillit


LA G U Y A N E .

111

d a n s le p a y s p r e s q u e tous les é t r a n g e r s q u i v o u l u r e n t y v e n i r d e m e u r e r , et les Anglais des îles de l ' A m é r i q u e p r o ­ fitèrent

surtout de cette

hospitalité

p o u r aller o c c u p e r les t e r r a i n s s i t u é s dans le voisinage d e la m e r , q u e les p r e m i e r s colons a v a i e n t d é d a i g n é s . Ils d e s s é c h è r e n t le sol avec les esclaves de l e u r s a n c i e n n e s h a b i t a t i o n s ; ils c o n s t r u i s i r e n t d e s digues d a n s

plu­

s i e u r s e n d r o i t s , et l'on vit b i e n t ô t s'é­ l e v e r u n e foule d e n o u v e l l e s

habita­

t i o n s , où l'on fit n o n - s e u l e m e n t d u s u c r e , m a i s o ù l'on distilla les m é ­ lasses p o u r en o b t e n i r d u r h u m , t a n ­ dis q u e p r é c é d e m m e n t elles é t a i e n t e x p o r t é e s en n a t u r e . L'activité de ces planteurs parvint à s o u m e t t r e à l'état de c u l t u r e la côte o cci denta le de la D é m é r a r y , d o n t le


112

LA GUYANE.

district fut d ' a b o r d considéré c o m m e d é p e n d a n t de l ' E s s é q u é b o , mais q u i , après avoir pris u n e plus g r a n d e i m ­ p o r t a n c e , p a r u t p r o p r e , à cause de son p o r t , à d e v e n i r la résidence du g o u v e r n e u r des d e u x établissemens. E n c o n s é q u e n c e l'on bâtit la ville de S t a b r o e k , qui lui servit de r é s i d e n c e ; mais sept ans a p r è s cette c i r c o n s t a n c e , la H o l l a n d e s'occupa si faiblement de ces d e u x nouvelles c o l o n i e s , q u ' u n corsaire anglais d é b a r q u a s u r la c ô t e , et en p r i t possession, p o u r se voir e x ­ pulsé au b o u t de q u e l q u e t e m p s p a r u n e c o r v e t t e française. Les é t a t s - g é ­ n é r a u x n e r e c o u v r è r e n t leurs é t a b l i s ­ semens q u ' e n 1 7 8 3 , à la paix g é n é ­ rale, et ils les p e r d i r e n t d e p u i s , avant Surinam. La rivière qui d o n n e son n o m au


LA

GUYANE.

113

district d o n t n o u s n o u s o c c u p o n s en ce m o m e n t a son e m b o u c h u r e à n e u f milles à l'est de celle de la D é m é r a r y . Dans cet e n d r o i t on r e m a r q u e trois îles assez i m p o r t a n t e s et s u r t o u t bien c u l t i v é e s , qui f o r m e n t q u a t r e passages différens ;

au s u d on e n voit

une

m u l t i t u d e de p e t i t e s qui s ' é t e n d e n t à une d i s t a n c e c o n s i d é r a b l e . Les C a r i b b i s , q u e l'on n e doit p a s , d i t - o n , c o n f o n d r e avec les Caraïbes , h a b i t e n t cette p a r t i e de la côte qui se t r o u v e située e n t r e

l'Esséquébo

l ' O r e n o q u e : ils ont p l u s

et

d'industrie

que les a u t r e s t r i b u s , et é c h a n g e n t avec les E u r o p é e n s différens

objets

d ' u n e utilité d i r e c t e . On e s t i m e s u r t o u t leurs c a n o t s ; m a i s il est difficile de s'en p r o c u r e r : ils j u s q u ' à soixante-dix

ont

quelquefois

pieds

de

lon-


114

LA

GUYANE.

g u e u r , et p e u v e n t servir à la pêche dans les h a b i t a t i o n s . La cire , les g o u r d e s pleines

de

b a u m e c a p i v i , les h a m a c s et les bois d e différentes espèces qu'ils a p p o r t e n t dans les h a b i t a t i o n s , sont u n objet de c o m m e r c e q u e l'on p o u r r a i t r e n d r e b e a u c o u p plus i m p o r t a n t .

On

leur

d o n n e en r e t o u r des c r o c h e t s , des ar­ m e s à feu , des c o u t e a u x , des h a c h e s , et la p l u p a r t de ces bagatelles q u e les sauvages font servir h a b i t u e l l e m e n t à leur p a r u r e . M. B o l i n g b r o k e p e n s e q u e p o u r r e n d r e ces échanges plus utiles à la c o l o n i e , il serait à p r o p o s d ' é t a ­ blir des foires à c e r t a i n e s é p o q u e s d é ­ t e r m i n é e s , p o u r q u e les indigènes y apportassent leurs m a r c h a n d i s e s des lieux les plus reculés de l'intérieur des t e r r e s , et p r o c u r a s s e n t ainsi à l ' E u -


A GUYANE.

115

r o p e u n e foule d e p r o d u c t i o n s e x t r ê ­ m e m e n t c u r i e u s e s , qu'il serait i m p o s ­ sible de se p r o c u r e r a u t r e m e n t . A p r è s être e n t r é d a n s q u e l q u e s détails s u r des é t a b l i s s e m e n s s e m b l a b l e s formés à B u e n o s - A y r e s , et où l'on attirait les s a u v a g e s p a r le spectacle des p r o c e s s i o n s , l ' a u t e u r

pompeux que

nous

c o n s u l t o n s p r é t e n d q u e l'on p o u r r a i t y s u b s t i t u e r à la

G u y a n e des j e u x

g y m n a s t i q u e s , tels q u e le tirage d e l ' a r c , des p r i x d e n a t a t i o n , des c o u r ­ ses d e c h e v a u x , q u i d e v i e n d r a i e n t u n e occasion t o u t e n a t u r e l l e d u r a s s e m ­ blement de certaines tribus. « Les foires, d i t - i l , sont la m a n i è r e la p l u s s i m p l e d e r é p a n d r e les d i v e r s p r o d u i t s d e l ' i n d u s t r i e d a n s des p a y s e n c o r e t r o p m a l p e u p l é s p o u r avoir des b o u t i q u e s et des m a g a s i n s

erma-


116

LA

GUYANE.

nens. O n en a établi de cette espèce dans tous tous les p a y s , et elles ont été s u p p r i m é e s ù m e s u r e q u e l'établis­ sement social a fait des p r o g r è s . Q u ' é ­ taient o r i g i n a i r e m e n t les j e u x o l y m ­ piques de l'ancienne G r è c e , sinon des foires où l'on s'assemblait p o u r voir les jeux d u c e s t e , dé la lutte et de la c o u r s e ? C'était à ces foires q u e les liaisons de tout g e n r e se f o r m a i e n t , que la considération nationale se for­ tifiait, et que les arts de la civilisation se perfectionnaient. » C o m m e p r e s q u e t o u s les s a u v a g e s , la p l u p a r t des indigènes de cette p a r ­ tie de la G u y a n e ont adopté des o r n e m e n s plus ou moins bizarres.

Les

W o u r o w s , p a r e x e m p l e , ont u n e pla­ que d ' a r g e n t o v a l e , qu'ils s u s p e n d e n t au cartilage du nez. Les A c c a w a w s ,


LA G U Y A N E .

117

qui d o m i n e n t la partie de terrain q u e l'on voit à la s o u r c e des rivières E s s é q u é b o , D é m é r a r y et B e r b i c e , a u ­ raient les traits assez a g r é a b l e s , s'ils ne se faisaient p a s à la l è v r e i n f é r i e u r e une large o u v e r t u r e , p o u r y i n t r o ­ duire , c o m m e

les B o u t i c o u d o s

du

Brésil, u n m o r c e a u de bois r o n d c o u p é en d e h o r s à la fleur d e la p e a u , et q u i p r e s s e en d e d a n s sur les g e n c i v e s . C e s s a u v a g e s s o n t , à ce qu'il p a ­ r a î t , e x t r ê m e m e n t r e d o u t é s des

au­

tres t r i b u s , à c a u s e des poisons t e r ­ ribles

qu'ils

vent,

même pour

savent employer

sou­

se g a r a n t i r

invasions de l e u r s e n n e m i s .

des

Lors­

qu'ils v e u l e n t se d é f e n d r e , au r a p p o r t de q u e l q u e s v o y a g e u r s , ils p l a n t e n t dans t o u s les e n d r o i t s qui c o n d u i s e n t à leurs h a b i t a t i o n s , certains m o r c e a u x II.

11


118

LA

GUYANE.

d e bois p o i n t u s t r e m p é s dans des sucs v é n é n e u x . Ils ne se réservent q u ' u n seul c h e m i n , d o n t la connaissance l e u r appartient exclusivement.

Ces

derniers détails sont fort c u r i e u x ; mais l'on ne sait p a s j u s q u ' à quel point on p e u t y ajouter foi : il paraît

qu'ils

sont r a p p o r t é s par d'autres indigènes; et l'on doit toujours se défier des r é ­ cits de c e r t a i n s sauvages. On n'a en général q u e peu de d o c u m e n s sur les n a t u r e l s de

l'intérieur

de la G u y a n e , p a r c e q u ' u n fort petit n o m b r e d e v o y a g e u r s se sont d é c i ­ dés ù e n t r e r dans les vastes forêts q u e l'on t r o u v e loin des bords de l'o­ c é a n . C e p e n d a n t u n colon a l l e m a n d , n o m m é Nicolas H o r t t m a n , e n t r e p r i t v e r s 1740 d e r e m o n t e r l'Esséquébo dans un c a n o t c o n d u i t p a r des 9au-


LA

GUYANE,

119

vages. Après u n e l o n g u e et p é n i b l e navigation, pendant

l a q u e l l e il fut

obligé f r é q u e m m e n t

d e faire t r a î n e r

son e m b a r c a t i o n p o u r p a s s e r une foule d ' i s t h m e s d o n t il n'avait p a s c o n n a i s ­ sance , il e n t r a d a n s un g r a n d l a c , p a r ­ v i n t au R i o N e g r o , descendit le fleuve des A m a z o n e s , et vit M. de la G o n d a m i n e , a u q u e l il c o m m u n i q u a les o b s e r v a t i o n s faites p e n d a n t son c u ­ rieux voyage ; mais malheureusement il n ' e n a j a m a i s p u b l i é u n e relation particulière.


120

LA

GUYANE.

CHAPITRE

VIII.

Berbice. — Sa fondation. — Ses ressources.

L'ÉTABLISSEMENT de Berbice est d ' u n e fondation plus ancienne q u e les d e u x autres. Il paraît q u e l'on s'occupa à cultiver son territoire au c o m m e n ­ e

c e m e n t d u x v i i . siècle. Ce fut vers l'an 1 6 2 6 q u ' u n certain van P e e r e , de F l e s s i n g u e , équipa plusieurs b â t i m e n s qui t r a n s p o r t è r e n t

des

Européens,

dont la principale occupation

devait

ê t r e de former des échanges avec les indigènes. C o m m e la colonie prit l'ac­ croissement le plus r a p i d e , elle t e n t a les F r a n ç a i s , qui y firent une descente


LA

GUYANE.

121

en 1 6 9 0 , et se firent p a y e r u n e c o n ­ tribution de 20,000

florins.

Quoique

p r i m i t i v e m e n t le district a p p a r t î n t à la c o m p a g n i e h o l l a n d a i s e des

Indes

o c c i d e n t a l e s , la famille van P e e r e se le fit c é d e r à t i t r e de fief h é r é d i t a i r e , m o y e n n a n t certains a r r a n g e m e n s p a r ­ t i c u l i e r s . C e t t e c o n c e s s i o n fut p a r f a i ­ t e m e n t respectée jusqu'en 1712; mais des corsaires

français,

commandés

p a r C o s s a r d , se r a p p e l a n t le succès q u ' a v a i t eu la p r e m i è r e d e s c e n t e , d é ­ b a r q u è r e n t e n c o r e des t r o u p e s

sous

les o r d r e s d u b a r o n de M o n a r s , q u i i m ­ p o s a u n e c o n t r i b u t i o n de 3 o o , o o o flo­ r i n s . Les p r o p r i é t a i r e s d e la colonie furent alors obligés d e c é d e r les trois q u a r t s de l e u r s possessions à la m a i ­ son v a n H o o r n , qui avait avancé les 11*


122

LA

GUYANE.

fonds exigés p a r les chefs de l ' e x p é d i ­ tion française. Les n o u v e a u x a d m i n i s t r a t e u r s , après avoir fait un traité avec la c o m p a g n i e des I n d e s o c c i d e n t a l e s ,

moyennant

lequel on devait l e u r v e n d r e a n n u e l ­ l e m e n t d e u x cent q u a r a n t e n è g r e s de la côte d'Afrique , c o m m e n c è r e n t à avoir le p l u s g r a n d succès dans l e u r e n t r e p r i s e . Ils e n g a g è r e n t des colons à venir former des établissemens s u r leurs t e r r e s , et l ' a g r i c u l t u r e p r o s p é r a d'abord e n t r e leurs m a i n s . « Mais, dit M. B o l i n g b r o k e , ils v o u l u r e n t ensuite se p r o c u r e r u n e s o m m e de 3 , 2 0 0 , 0 0 0 florins,

divisée en m i l l e six cents a c ­

t i o n s , et payables en h u i t t e r m e s , d o n t le d e r n i e r devait échoir au

er

1

avril

1 7 2 4 . M o y e n n a n t cette s o m m e , les


LA

GUYANE.

123

t e r r e s de la société van H o o r n

al­

laient ê t r e m i s e s en c o m m u n et c u l ­ tivées à frais c o m m u n s . L e s v a i s s e a u x , les m a r c h a n d i s e s , les r e v e n u s de la d o u a n e , t o u s les p r o d u i t s d e v e n a i e n t la p r o p r i é t é des a c t i o n n a i r e s , à qui on devait r é p a r t i r u n d i v i d e n d e

annuel

p r o p o r t i o n n é a u x bénéfices de l ' e n t r e ­ p r i s e . L e s p r o p r i é t a i r e s actuels se r é ­ s e r v a i e n t , à t i t r e d ' i n d e m n i t é et p r i x d ' a c h a t , u n n o m b r e d'actions p r o p o r ­ t i o n n é a u t r a v a i l d o n t ils d e m e u r a i e n t c h a r g é s . C ' é t a i t u n e m a n i è r e d e les e n g a g e r au s u c c è s et d e les o b l i g e r à faire c r o î t r e le d i v i d t n d e . On p a r v i n t d e la s o r t e à se p r o c u r e r 1 , 8 8 2 , 0 0 0 flo­ rins s e u l e m e n t . O n r é p a r t i t des d i v i ­ d e n d e s , qui n e s ' é l e v è r e n t j a m a i s a u dessus d e trois et q u a t r e p o u r c e n t . Les actions t o m b è r e n t , et enfin du prix


124

LA

GUYANE.

de 2 0 0 0 florins en vinrent à se vendre 2 0 0 . C e u x qui s'en c h a r g è r e n t furent p r i n c i p a l e m e n t les c o l o n s , p o u r qui elles devenaient un titre plus c o m p l e t de p r o p r i é t é . » Nous ne s o m m e s entrés dans ces derniers d é t a i l s ,

que l'on

trouvera

p e u t - ê t r e un peu arides , que

pour

m i e u x faire c o n n a î t r e l'état de la c o ­ l o n i e , qui en 1 8 0 8 était encore ad­ m i n i s t r é e en H o l l a n d e par sept d i r e c ­ teurs choisis p a r m i les actionnaires. Le district a u q u e l la Berbice d o n n e son n o m est b o r n é à l'est p a r le r u i s ­ seau du D i a b l e , à l'ouest p a r celui d ' A b a r r y , qui le sépare du territoire de D é m é r a r y . Q u o i q u e la rivière, dont le pays t i r e d'assez grands avantages, soit l a r g e , elle a p e u de p r o f o n d e u r ; son e m b o u c h u r e gît p a r les 6° 2 0 ' de


LA G U Y A N E .

125

latitude m é r i d i o n a l e , et les 57° 2 0 ' d e longitude à l'ouest de Londres. Une b a r r e d e s a b l e qui se t r o u v e à cinq m i l l e s en a v a n t dans la m e r , n e p e r ­ m e t m a l h e u r e u s e m e n t pas a u x n a v i r e s d ' e n t r e r q u a n d ils t i r e n t p l u s d e q u a ­ torze pieds ; aussi e s t - c e u n e r a i s o n p o u r q u e la colonie n ' a t t e i g n e p o i n t au d e g r é d e p r o s p é r i t é de celles q u i se t r o u v e n t d a n s le v o i s i n a g e . L a c a p i t a l e d u p a y s a pris le n o m d e N o u v e l l e - A m s t e r d a m , et se t r o u v e b â t i e s u r la r i v e m é r i d i o n a l e d e la r i ­ vière

Canie,

qui r e m o n t e v e r s les

b o r d s d e la B e r b i c e p e n d a n t u n m i l l e et d e m i . Les f o n d a t e u r s de cette ville ont p r i s les p l u s g r a n d s soins p o u r q u e r i e n n e m a n q u â t à la s a l u b r i t é e t à la commodité : chaque portion accordée p o u r établir u n e m a i s o n forme à elle


126

LA

GUYANE.

seule une petite île e n t o u r é e de canaux qui se remplissent à la h a u t e m e r , et p e u v e n t se vider ainsi des i m m o n d i c e s dont l'odeur p o u r r a i t être nuisible ; en o u t r e , c o m m e c h a c u n e des con­ cessions faites au p r o p r i é t a i r e est u n quart d ' a c r e de t e r r e séparé de t o u t ce qui l ' e n t o u r e , l'air circule libre­ m e n t , et c h a q u e habitation possède un petit j a r d i n p o t a g e r dont on p e u t tirer b e a u c o u p d ' a v a n t a g e s . Les m a i ­ sons n ' o n t jamais p l u s d'un étage et d e m i , et elles font un assez joli effet avec les galeries qui r è g n e n t des d e u x c ô t é s , et sous lesquelles on p e u t r e s ­ p i r e r la fraîcheur du soir. Il paraît que l'on préfère les couvrir de feuilles de trooliers ou de b a n a n i e r s , p l u t ô t q u e d ' a d o p t e r la toiture de p l a n c h e s , qui d o n n e u n e c h a l e u r assez f o r t e ;


LA G U Y A N E .

127

mais les Anglais agissent tout a u t r e ­ ment

ils p r é t e n d e n t q u e la c o u v e r ­

t u r e en u s a g e a t t i r e la v e r m i n e , et ils se s e r v e n t des b a r d e a u x . On t r o u v e à la N o u v e l l e - A m s t e r d a m ce q u ' i l est assez r a r e d e r e n c o n t r e r d a n s les villes de l ' A m é r i q u e m é r i d i o n a l e , n o u s v o u ­ lons p a r l e r des a u b e r g e s . Les v o y a ­ g e u r s s'y p r o c u r e n t des h a m a c s

et

p e u v e n t m a n g e r à table d ' h ô t e ; m a i s il faut c o n v e n i r q u e l'on a c h è t e assez c h è r e m e n t ces a v a n t a g e s , s i , c o m m e il y a q u e l q u e s a n n é e s , o n v o u s fait p a y e r d e u x r e p a s , avec q u e l q u e s l é ­ gers a c c e s s o i r e s , e n v i r o n 4 5 francs de n o t r e m o n n a i e . D u reste il est assez r a r e q u e c e t t e e x t o r s i o n subsiste l o n g ­ t e m p s d a n s u n p a y s où t o u t le m o n d e se f a i t , d i t - o n , un plaisir v é r i t a b l e d ' e x e r c e r l'hospitalité.


128

LA

GUYANE.

La N o u v e l l e - A m s t e r d a m a quelques fortifications; mais elles sont

très-

peu c o n s i d é r a b l e s , et n ' e m p ê c h e r o n t jamais q u e la colonie n'ait le sort des autres élablissemens hollandais for­ m é s dans la G u y a n e ; aussi les Anglais n'ont-ils point t a r d é à s'en e m p a r e r , lorsqu'ils sont e n t r é s en possession d e S u r i n a m et de D é m é r a r y . On s'est d'abord occupé de cultiver la côte de l'ouest, et ce n'est q u e vers l'année 1799 que les portions de ter­ rain situées à l'est attirèrent l'atten­ tion des a g r i c u l t e u r s , qui ne t a r d è r e n t pas à former des abattis considérables, où l'on p l a n t a des cotonniers. Les h a ­ bitations forment d e u x suites distinc­ tes de c u l t u r e s , séparées p a r u n c a ­ nal navigable. C'est derrière la s e ­ conde suite q u e l'on voit couler u n e


LA GUYANE.

129

rivière a p p e l é e C a n i e , d o n t les rives sont c o u v e r t e s d ' u n e foule de p r o d u c ­ tions u t i l e s , et q u e les goëlettes p e u ­ vent r e m o n t e r à la h a u t e u r de t r e n t e milles.

A une

c e r t a i n e distance

il

existe un r u i s s e a u qui se j e t t e d a n s la C o u r a n t i n e , et forme u n e c o m m u n i ­ cation i m p o r t a n t e avec P a r a m a r i b o , sans q u e l'on p u i s s e toutefois e m p l o y e r d ' a u t r e s c o u r r i e r s q u e les i n d i g è n e s , qui f r a n c h i s s e n t des c o n t r é e s d é s e r t e s et i n c o n n u e s , et se t r o u v e n t s o u v e n t o b l i g é s , d a n s ces v o y a g e s , de p o r t e r un p e t i t c a n o t s u r l e u r s é p a u l e s , ce qui serait p e u t - ê t r e

impossible

de

faire à t o u t a u t r e q u ' à des s a u v a g e s . Le v o y a g e u r q u e n o u s c o n s u l t o n s sur l'état d e la B e r b i c e fait u n g r a n d éloge des p l a n t a t i o n s qui b o r d e n t la C a n i e , et s e m b l e i n d i q u e r q u e le sort des II.

12


130

LA

GUYANE.

noirs y est m o i n s m a l h e u r e u x

que

dans plusieurs a u t r e s établissemens ; mais il serait bien

à souhaiter q u e

t o u s les colons suivissent l ' e x e m p l e d'un

vieux p r o p r i é t a i r e

qui

habi­

tait ces contrées il y a q u e l q u e s a n ­ nées. M. B o l i n g b r o k e , c h a r m é p a r l'apparence de b o n h e u r qui

régnait

dans son habitation, n e m a n q u a pas de lui faire c o m p l i m e n t sur l'état de p r o s ­ périté de tous ceux q ui l'environnaient, et particulièrement s u r celui des vieil­ lards. « Il m ' a p p r i t , dit ce v o y a g e u r , qu'il y avait plus de q u a r a n t e ans qu'il était établi dans la colonie ; qu'il y en avait t r e n t e qu'il était p r o p r i é t a i r e ; qu'il n'était pas riche; mais qu'il aimait m i e u x s'imposer des privations que d'en i m p o s e r à ses nègres. Il ajoutait q u e cette m a n i è r e de penser t o u r n a i t


LA

GUYANE.

131

à son a v a n t a g e ; q u e ses n è g r e s t r a ­ vaillaient avec p l u s d ' a c t i v i t é , et q u e sa p l a n t a t i o n

en r e n d a i t

beaucoup

plus. « Ne serais-je donc pas un i n g r a t , d i s a i t - i l , d e n é g l i g e r c e s b r a v e s gens q u a n d ils sont vieux? Ah ! m o n a m i , l ' h u m a n i t é est la m e i l l e u r e p o l i t i q u e , et a m è n e à sa s u i t e la richesse. » Quoique

la p o p u l a t i o n

noire

de

cette c o l o n i e soit d e v e n u e p l u s c o n s i ­ d é r a b l e , elle est e n c o r e b i e n faible p a r r a p p o r t à l ' é t e n d u e de t e r r a i n q u ' o n p o u r r a i t m e t t r e e n c u l t u r e : v e r s 1808 elle s'élevait à q u a r a n t e mille i n d i v i ­ d u s , a u x q u e l s o n p o u v a i t a j o u t e r un m i l l i e r d e g e n s d e c o u l e u r ; les blancs f o r m a i e n t à la m ê m e é p o q u e u n total de d e u x m i l l e s cinq c e n t s â m e s . Il est infiniment p r o b a b l e q u e d e p u i s l'abo


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LA

GUYANE.

lition de la traite des noirs, le n o m b r e d e c e u x - c i a d i m i n u é dans la colonie; car la fièvre j a u n e , la petite v é r o l e , les d i s e t t e s , sont des causes de d é p o ­ pulation, et l'on ne peut g u è r e les e m ­ pêcher d'exercer leurs ravages sur de m a l h e u r e u x esclaves. S'il faut en croire n o t r e a u t e u r a n ­ glais , ses compatriotes

ont fait en

huit ans des t r a v a u x i m m e n s e s

au

profit de la colonie. Une côte basse et m a r é c a g e u s e , qui semblait être e n ­ core le d o m a i n e de l'océan , et qui se t r o u v e avoir cent c i n q u a n t e milles depuis la D é m é r a r y jusqu'à la C o u r a n t i n e , est d e v e n u e un territoire fer­ t i l e , q u e les agriculteurs exploitent de jour en j o u r , et qui fait la fortune de ceux qui s'y établissent. Il paraît q u e l'on a p r a t i q u é sur cette vaste


LA

GUYANE.

133

é t e n d u e de t e r r a i n des r o u t e s c h a r r e ­ t i è r e s , g a r n i e s de p a r a p e t s p o u r commodité

des v o y a g e u r s , et

la que

ces t r a v a u x i m m e n s e s d o i v e n t a m e n e r les p l u s h e u r e u x r é s u l t a t s . On rapporte que très-peu de temps a v a n t q u e les Anglais se r e n d i s s e n t m a î t r e s de la G u y a n e h o l l a n d a i s e , il y e u t u n e i n s u r r e c t i o n à la B e r b i c e en 1803.

Le g o u v e r n e m e n t

c r u t alors

devoir appeler quatre cents indigènes, q u i se r e n d i r e n t à la N o u v e l l e - A m s ­ t e r d a m d a n s q u a r a n t e c a n o t s , e t se r a n g è r e n t e n d é b a r q u a n t sous l e u r s chefs. L ' a s p e c t de ces g u e r r i e r s n u s a q u e l q u e c h o s e de t r è s - s i n g u l i e r ; m a i s il p a r a î t q u e c e u x qui d o i v e n t les c o n ­ d u i r e au c o m b a t se d i s t i n g u e n t p a r des h a b i t s à l ' e u r o p é e n n e et p a r u n b â t o n 12*


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LA

GUYANE.

de c o m m a n d e m e n t . Dans de s e m b l a ­ bles e x p é d i t i o n s , les sauvages

ont

l e u r a r c p e n d a n t sur l e u r é p a u l e , ainsi q u ' u n carquois que l'on dit être r e m p l i de flèches e m p o i s o n n é e s ; ils se sont en o u t r e p r o c u r é des javelines ù poin­ tes d'acier, et ils t i e n n e n t toujours à la m a i n cette terrible m a s s u e t r a n c h a n t e désignée sous le n o m d e b o u t o u , dont u n seul c o u p p r i v e o r d i n a i r e m e n t de l'existence. Les m œ u r s des sauvages de la Berbice sont, à ce qu'il p a r a î t , les m ê m e s q u e celles des autres tribus de la G u y a n e . O n dit q u e les H o l l a n d a i s ont toujours fait leurs efforts p o u r se concilier l'affection de ces indigènes; il s e m b l e m ê m e q u ' o n avait l'intention d'essayer s'ils étaient susceptibles do


LA G U Y A N E .

135

sentir les avantages de la civilisation, mais que la chose ne réussit pas c o m ­ m e on se l'était promis. N o u s citerons à ce sujet une anecdote qui se trouve dans un v o y a g e u r ,

et qui

prouve

jusqu'à quel point le génie de l'indé­ pendance se fait sentir aux s a u v a g e s , m ê m e quand ils ont goûté q u e l q u e s uns des avantages de notre état s o ­ cial. « En 1 7 7 0 le général de S a l v e e n v o y a de la Berbice en Europe un jeune in­ digène n o m m é Wiki, qui fut placé à B e r g - o p - Z o o m , pour y recevoir q u e l ­ que éducation.

D'après son propre

désir, on lui enseigna le métier de tailleur et celui de c u i s i n i e r ; il se flattait,

avec

cette instruction ,

de

pouvoir satisfaire aux besoins de son


136

LA

GUYANE.

corps et d e son e s t o m a c aussi bien q u e ies E u r o p é e n s ; m a i s s ' é t a n t

aperçu

q u e t o u t son t a l e n t ne lui p r o c u r a i t ni b e a u x h a b i t s , ni b o n s r e p a s , il cessa d ' y m e t t r e d u p r i x ; et a p r è s a v o i r passé u n ou d e u x ans d a n s cet a p p r e n ­ t i s s a g e , il e x p r i m a le p l u s a r d e n t d é ­ sir de r e t o u r n e r à la c o l o n i e . A p e i n e e u t - i l m i s le p i e d s u r le t e r r i t o i r e d e la G u y a n e , q u ' i l se d é p o u i l l a de t o u s ses v ê t e m e n s d ' E u r o p e , et r e t o u r n a dans les f o r ê t s , a u p r è s des c o m p a g n o n s d e son e n f a n c e , o ù il a c o n t i n u é d e v i v r e c o m m e il avait c o m m e n c é , n u , livré à l ' i n d o l e n c e , et j o u i s s a n t de sa li­ b e r t é . Si o n lui avait fait a p p r e n d r e le m é t i e r d e c h a r p e n t i e r ou d e f o r g e r o n , il est p r o b a b l e q u ' i l y a u r a i t t r o u v é q u e l q u e s motifs et q u e l q u e s m o y e n s


LA

GUYANE.

137

d e faire e m p l o i d e son talent. Ces a r t s sont les p r e m i e r s qui se font p a r m i les s a u v a g e s , et

jour

deviennent

ainsi p o u r e u x le p r e m i e r pas v e r s la civilisation. » Le g o u v e r n e m e n t anglais s'est a p e r ­ çu q u ' i l était d e la saine politique d ' a ­ gir a v e c les s a u v a g e s c o m m e l'avait fait la H o l l a n d e , e t il p a r a î t qu'il s'en t r o u v e fort b i e n . T o u s les i n d i g è n e s de l ' A m é r i q u e m é r i d i o n a l e i n d i q u e n t assez , p a r l e u r m é p r i s p o u r les n è ­ gres, q u ' i l s n e v e u l e n t p o i n t l e u r offrir d'asile, d a n s le cas où ces m a l h e u r e u x t e n t e r a i e n t d e s e c o u e r le j o u g d e la s e r v i t u d e ; m a i s il est a r r i v é qu'ils en ont s a u v é p l u s i e u r s prêts à e x p i r e r d e faim d a n s les vastes solitudes de l ' i n ­ térieur.


138

LA

GUYANE.

O n les a e m p l o y é s

plus d ' u n e fois

à la B e r b i c e p o u r r é p r i m e r les soulèv e m e n s d'esclaves ; ils f u r e n t tout d'une

grande

sur­

utilité e n 1 7 6 3 .

C ' e s t u n e chose bien r e m a r q u a b l e q u e les E u r o p é e n s s o i e n t p a r v e n u s

dans

cette circonstance à r a m e n e r l'escla­ v a g e , en se faisant s e c o n d e r d a n s l e u r s desseins p a r les h o m m e s les p l u s i n d é p e n d a n s d e la n a t u r e : o n n e p e u t g u è r e a t t r i b u e r cela q u ' a u x s é d u c t i o n s d o n t on les e n t o u r e c o n t i n u e l l e m e n t , et qui o n t la p l u s g r a n d e

influence

s u r l e u r c a r a c t è r e . I l s ont m a i n t e n a n t u n b e s o i n v é r i t a b l e d e fusils de c h a s s e , d e p o u d r e à t i r e r , d e c o u t e a u x , de h a ­ c h e s , d ' h e r m i n e t t e s , d e toile des I n d e s et de r h u m ; et p o u r s'en p r o c u r e r , il faut qu'ils se d é c i d e n t à ê t r e e n t i è r e -


LA G U Y A N E .

139

m e n t a u x o r d r e s des blancs. C e p e n d a n t ils a p p o r t e n t quelquefois en é c h a n g e du b a u m e c a p i v i , d e la c i r e , du bois de l e t t r e s , des a r c s et des

flèches,

des c a n o t s , des h a m a c s , des s i n g e s , des p e r r o q u e t s et des p e r r u c h e s qu'ils tirent de l ' i n t é r i e u r . N o u s

termine­

r o n s ces différens détails e n

faisant

des v œ u x p o u r q u e les i n d i g è n e s d e t o u t e cette p a r t i e d e la G u y a n e a b a n ­ d o n n e n t l e u r vie e r r a n t e , e t se d é c i ­ d e n t à é l e v e r des b e s t i a u x , qui n e t a r d e r a i e n t pas à p r o s p é r e r dans la p l u p a r t des s a v a n n e s d e l ' i n t é r i e u r . Les colons

retireraient

les p l u s

grands

a v a n t a g e s de ce d e r n i e r g e n r e d ' i n ­ dustrie ; et les t r i b u s s a u v a g e s t r o u ­ vant c o n t i n u e l l e m e n t de q u o i s u b v e ­ nir à leurs b e s o i n s , a b a n d o n n e r a i e n t


140

LA

GUYANE.

la chasse p o u r a d o p t e r u n g e n r e d e vie p l u s t r a n q u i l l e , qui les m e n e r a i t i n s e n s i b l e m e n t Ă f o r m e r des ĂŠ t a b l i s semens agricoles.


LA

GUYANE.

CHAPITRE

141

IX.

Guyane espagnole. — L'Eldorado. — Les Waraons.

C E v a s t e p a y s , q u e l'on c o n s i d è r e c o m m e p r é s e n t a n t t o u s les a v a n t a g e s d ' u n e e x t r ê m e f e r t i l i t é , est

encore

p r e s q u e e n t i è r e m e n t d é s e r t , et l'on a d ' a u t a n t plus sujet de s'en é t o n n e r , qu'il d o n n e r a i t , selon q u e l q u e s v o y a ­ g e u r s , plus d e d e n r é e s q u e les a u t r e s possessions e s p a g n o l e s n ' e n r e n d e n t m a i n t e n a n t . N o n - s e u l e m e n t t o u t e s les productions

coloniales

y

viennent

avec u n e e x t r ê m e facilité ; mais on a e n c o r e les m o y e n s les p l u s faciles de les faire d e s c e n d r e vers le b o r d de la II.

13


142

LA

GUYANE.

m e r p a r les différens t r i b u t a i r e s de l'Or e n o q u e , d o n t le n o m b r e s'élève à p l u s de trois c e n t s . Il est p r o b a b l e q u e la nouvelle impulsion donnée à cette parlie d e l ' A m é r i q u e m é r i d i o n a l e o p é r e r a q u e l q u e s c h a n g e m e n s a v a n t a g e u x , et q u e l'on s e n t i r a la n é c e s s i t é d e se livrer p l u s q u e j a m a i s à l ' a g r i c u l t u r e , seul m o y e n d e c o n s o l i d e r le n o u v e l o r d r e des choses. L a G u y a n e e s p a g n o l e doit p r o b a ­ b l e m e n t , à c a u s e d e son é t e n d u e , for­ m e r un j o u r u n é t a t s é p a r é . D e p u i s les b o u c h e s d e l ' O r e n o q u e j u s q u ' a u x limites p o r t u g a i s e s ,

elle o c c u p e u n

espace de p l u s de q u a t r e cents lieues : d a n s les q u a t r e - v i n g t s p r e m i è r e s lieues à l ' o r i e n t , o n n ' é v a l u e pas sa l a r g e u r à p l u s de t r e n t e l i e u e s ; vers le s u d , où les possessions h o l l a n d a i s e s

forment


LA G U Y A N E .

143

ses limites , on calcule q u e cette l a r g e u r va e n s u i t e j u s q u ' à c e n t c i n q u a n t e l i e u e s , et m ê m e d a v a n t a g e . O n p e u t r e g a r d e r c o m m e u n des p l u s g r a n d s a v a n t a g e s d e la G u y a n e e s p a g n o l e , d'être arrosée par l ' O r e n o q u c , q u e l'on c o n s i d è r e c o m m e u n rival p u i s s a n t d e l ' A m a z o n e . Ce

fleuve

magnifique p r e n d n a i s s a n c e d a n s u n e c h a î n e d e m o n t a g n e s qui s é p a r e n t le P é r o u du nouveau r o y a u m e de G r e ­ n a d e , et n e se j e t t e d a n s la qu'après

avoir t r a v e r s é e n v i r o n

mer six

cents lieues d e t e r r a i n . Ses e m b o u ­ chures sont formées par

un

grand

n o m b r e d'îles de différentes g r a n d e u r s , c o u v e r t e s de forêts et r e n f e r m é e s e n ­ tre le 60° et le 65° de l o n g i t u d e o c c i ­ dentale de P a r i s . O n i g n o r e

entière­

m e n t leur n o m b r e : le P . G u m i l l a ,


144

LA

GUYANE.

e n t â c h a n t de le fixer a v e c u n h a b i t a n t d e la G u y a n e q u i connaissait p a r f a i ­ t e m e n t le p a y s , n e p u t j a m a i s y p a r ­ venir. L a p r i n c i p a l e e n t r é e d u g r a n d fleuve d o n t n o u s n o u s o c c u p o n s se t r o u v e f o r m é e a u s u d - e s t p a r la p o i n t e B a r u n a , s i t u é e p a r le 8° de l a t i t u d e n o r d , e t l'île d e C a n g r e j o s . Elle a p r è s d e six lieues d e l a r g e u r , et on la n o m m e b o u c h e d e s v a i s s e a u x ; m a i s il ne p e u t y e n t r e r q u e des b â t i m e n s d e d e u x ou trois cents tonneaux. p r é c é d e m m e n t cité eaux

de

Un

voyageur

affirme

l'Orenoque

se

que

les

conservent

d o u c e s à p l u s d e t r e n t e l i e u e s de son e m b o u c h u r e , et d o n n e ainsi l'idée de la r a p i d i t é avec laquelle elles se j e t ­ t e n t d a n s la m e r .

C e fait

surprend

m o i n s si l'on c o n s i d è r e , d ' a p r è s M. de


LA Humboldt,

GUYANE.

que

145

leur volume

dans

l ' i n t é r i e u r du c o n t i n e n t m é r i t e la m ê ­ me considération

q u e celui qui est

offert p a r le M a r a n h a m ; car à d e u x cents lieues d e la m e r l ' O r e n o q u e a un lit de d e u x mille cinq cents à trois mille t o i s e s , s a n s que des îles l'inter­ rompent. C o m m e le Nil et q u e l q u e s a u t r e s fleuves,

le rival de l ' A m a z o n e é p r o u v e

u n e c r u e p é r i o d i q u e , qui a lieu c h a ­ q u e a n n é e . On la voit t o u j o u r s c o m ­ m e n c e r avec le m o i s d'avril et finir avec le m o i s d ' a o û t . C'est en s e p t e m ­ b r e q u e les i n d i g è n e s qui

habitent

e n c o r e ces îles se p e r d e n t quelquefois, à ce q u e l'on a f f i r m e , d a n s les difl'érens l a b y r i n t h e s qu'elles f o r m e n t : ils sont o b l i g é s , au r a p p o r t d u P . G u milla , de sortir en d e h o r s , et de r e 13 *


146

LA

GUYANE.

t o u r n e r d a n s le golfe p o u r se r e c o n ­ n a î t r e et r e p r e n d r e la r o u t e q u ' i l s ont perdue, malgré leur

extrême habi­

t u d e de la n a v i g a t i o n de ces p a r a g e s . Les b o u c h e s de l ' O r e n o q u e

sont,

c o m m e on le v o i t , en t r è s - g r a n d n o m ­ b r e ; mais il en e x i s t e fort p e u d e n a ­ vigables ; et l'on n ' e n

compte

que

sept c a p a b l c s d e r e c e v o i r des b â t i m e n s , e n c o r e faut-il q u ' i l s n e soient pas d ' u n e grande capacité. L'on peut juger par là de la nécessité d e se p r o c u r e r u n bon pilote. « L e navigateur téméraire qui e n t r e r a i t d a n s l ' O r e n o q u e p a r u n e b o u c h e n o n n a v i g a b l e , dit M. d e P o n s , ou p a r celle qui n ' a u r a i t pas assez d ' e a u p o u r son b â t i m e n t , paierait c h e r son i m p r u d e n c e : ou il n a u f r a g e r a i t , ou il se p e r d r a i t d a n s le g r a n d n o m b r e d e c a n a u x q u e f o r m e n t d a n s t o u s les s e n s


LA GUYANE.

147

les îles G o a r a n n o s , et p é r i r a i t de faim, o u t o m b e r a i t a u p o u v o i r des I n d i e n s s a u v a g e s qui h a b i t e n t ces m ê m e s îles, chez lesquels il t r o u v e r a i t u n e h o s p i ­ talité bien d é s a g r é a b l e ou p e u t - ê t r e funeste. » L ' O r e n o q u e offre le spectacle le plus i m p o s a n t ; et n o u s laisserons e n c o r e à M. d e P o n s le soin d e le d é c r i r e , p a r c e qu'il a été

plus d ' u n e fois à

m ê m e d e l ' o b s e r v e r . «Avec cet accrois sement de p u i s s a n c e , dit n o t r e v o y a ­ g e u r , le fleuve franchit ses limites na­ t u r e l l e s , et fait des e x c u r s i o n s à vingt ou

t r e n t e lieues dans la p a r t i e s e p ­

t e n t r i o n a l e q u ' i l occupe p l u s de d e u x c e n t s l i e u e s , t o m m e si cette é t e n d u e était r é u n i e à son d o m a i n e . Les t o u r ­ billons et les cascades r é s u l t a n t des i n é g a l i t é s s u r lesquelles passe le t o r -


148

LA

GUYANE.

r e n t , et l a n o u v e l l e m e r q u i c o u v r e la surface d e s p l a i n e s ,

sont

autant

d'objets c a p a b l e s d ' e x c i l e r l ' i m a g i n a ­ t i o n la p l u s s t u p i d e . » C ' e s t v e r s les p r e m i e r s j o u r s d ' o c ­ tobre que l'Orenoque

commence

à

b a i s s e r , e t c'est é g a l e m e n t à c e t t e é p o ­ q u e q u e les t o r t u e s s o r t e n t d u sein des eaux

pour

aller d é p o s e r

leurs

œ u f s s u r les r i v e s n o u v e l l e m e n t d é ­ c o u v e r t e s . Les s a u v a g e s n e m a n q u e n t p a s alors d e s'y r e n d r e p o u r faire des provisions qui leur durent une grande p a r t i e de l ' a n n é e . O n fait d a n s c e t t e i n t e n t i o n s é c h e r les t o r t u e s au

feu,

ainsi q u e l e u r s œ u f s , e t l'on a soin e n m ê m e t e m p s de p r é p a r e r a v e c c e u x ci,

pendant

qu'ils sont

frais,

une

h u i l e q u i n e le c è d e , d i t - o n , en au­ c u n e façon à celle q u e fournit l'olive.


LA G U Y A N E .

149

Les a n i m a u x d o n t n o u s v e n o n s d e p a r l e r n e sont pas les seuls êtres a n i ­ m é s q u e l ' O r e n o q u e r e n f e r m e en g r a n d n o m b r e dans son sein. O n y p ê c h e b e a u c o u p de poissons d ' u n g o û t agréa­ ble et le m a n a t i , ou v a c h e m a r i n e , s'y fait r e m a r q u e r c o m m e d a n s

le

fleuve des A m a z o n e s . L e c a ï m a n est le p l u s r e d o u t a b l e a m p h i b i e q u e l'on puisse y r e n c o n t r e r . Sa l o n g u e u r o r ­ dinaire est de q u i n z e à d i x - h u i t p i e d s ; et il d e v i e n t quelquefois la n o u r r i t u r e des s a u v a g e s , m a l g r é

l'effroi

qu'il

fait é p r o u v e r a u x h o m m e s en g é n é ­ ral. O n le p r e n d avec des collets et de g r o s h a m e ç o n s . Sa c h a i r est b l a n ­ c h e , m a i s d ' u n e fadeur e x t r ê m e . Les I n d i e n s p r é t e n d e n t q u e le caï­ m a n et le j a g u a r se l i v r e n t des c o m ­ bats. L e t e r r i b l e q u a d r u p è d e sort de


150

LA

GUYANE.

la p r o f o n d e u r des forêts et e x a m i n e avec a t t e n t i o n les m o u v e m e n s d e son a d v e r s a i r e , j u s q u ' à ce qu'il se jette p r é c i p i t a m m e n t s u r lui. L e c a ï m a n est p e r d u si sa j e u n e s s e l ' e m p ê c h e de se d é f e n d r e ; m a i s lorsqu'il a acquis t o u t e sa g r a n d e u r n a t u r e l l e , il se j e t t e aussitôt d a n s le

fleuve,

fait n o y e r le

j a g u a r , et va le d é v o r e r sur le p r o c h a i n rivage. Le naturaliste trouve à chaque ins­ t a n t s u r les b o r d s d e l ' O r e n o q u e des objets d i g n e s de ses o b s e r v a t i o n s . Si l'on r e m o n t e ce

fleuve

majestueux,

les y e u x se p o r t e n t a v e c é t o n n e m e n t s u r les forêts a n t i q u e s qui b o r d e n t ses d e u x r i v e s , et q u ' u n e foule d e singes et d'oiseaux p a r é s d ' u n b r i l l a n t p l u ­ m a g e a n i m e n t de l e u r p r é s e n c e . L e spectacle n ' e s t pas t o u j o u r s le m ê m e :


LA G U Y A N E .

151

la v u e p l o n g e quelquefois a u loin s u r des plaines i m m e n s e s , c o u v e r t e s d'excellens p â t u r a g e s , et l'âme se r e m p l i t d ' a d m i r a t i o n en c o n s i d é r a n t u n vaste pays q u i n ' a p a s e n q u e l q u e sorte b e ­ soin d ' ê t r e d é f r i c h é , et q u i n ' a t t e n d q u e d e s a g r i c u l t e u r s ou des b e s t i a u x . C'est u n e c h o s e t o u t e n a t u r e l l e q u e la ville c a p i t a l e de la G u y a n e e s p a g n o l e se t r o u v e

s i t u é e s u r le fleuve

mense qui arrose

im­

le p a y s ; m a i s ce

q u ' o n ne p e u t p a s v o i r s a n s q u e l q u e é t o n n e m e n t , c'est q u ' e l l e ait été p l a ­ cée à q u a t r e - v i n g t - d i x

lieues

des

b o r d s de l ' o c é a n , s u r t o u t q u a n d il n ' y a pas d ' a u t r e p o i n t c e n t r a l de r é u n i o n p o u r les c o l o n s . La ville de S a i n t - T h o m é fut

com­

m e n c é e en 1586 p a r Antoine Berrio ,


152

LA

GUYANE.

qui la bâtit d ' a b o r d à c i n q u a n t e lieues des b o u c h e s de l ' O r e n o q u e . A t t a q u é e à p l u s i e u r s r e p r i s e s p a r l e s A n g l a i s , les H o l l a n d a i s e t les F r a n ç a i s , on j u g e a q u ' e l l e serait p l u s à l'abri d e t o u t e in­ sulte en l ' é l o i g n a n t d e la m e r ; e n c o n ­ s é q u e n c e elle fut r e c u l é e à d i v e r s e s l ' é p r i s e s , j u s q u ' e n 1 7 6 4 , où l'on c o m ­ m e n ç a à la t r a n s p o r t e r d a n s l ' e m p l a ­ cement qu'elle occupe maintenant. Cet e m p l a c e m e n t , o u t r e le d é s a g r é m e n t qui r é s u l t e d e son é l o i g n e m e n t d e la m e r , est s o u v e n t t r è s - d é s a v a n t a g e u x : il se f o r m e des é b o u l e m e n s c o n s i d é ­ rables c a u s é s p a r la r a p i d i t é d u c o u r s de l ' O r e n o q u e ; et les m a i s o n s p e u ­ v e n t ê t r e i n o n d é e s d e p u i s le m o i s de juillet j u s q u ' e n s e p t e m b r e . Il n ' y a u ­ rait d ' a u t r e m o y e n d ' o b v i e r à ce d é -


LA G U Y A N E .

153

s a g r é m e n t et à la d é g r a d a t i o n du p o r t , q u ' e n bâtissant u n quai solide qui p û t résister à la force des e a u x . S a i n t - T h o m é offre u n aspect assez a g r é a b l e : les r u e s y sont p a r f a i t e ­ m e n t d r o i t e s et ont été p a v é e s ; les m a i s o n s sont d ' u n e a r c h i t e c t u r e pit­ t o r e s q u e ; on r e m a r q u e a u - d e s s u s d e s terrasses,

où l'on d o r t

p e n d a n t les

c h a l e u r s excessives, sans q u e le serein fasse j a m a i s

éprouver aucun

genre

d'incommodité. C e t t e ville était le siége d ' u n g o u ­ v e r n e u r p a r t i c u l i e r , qui relevait il y a q u e l q u e s a n n é e s d u capitaine g é n é r a l de C a r a c c a s , s e u l e m e n t p o u r la p a r t i e politique. N o u s i g n o r o n s m a i n t e n a n t quel est le m o d e d ' a d m i n i s t r a t i o n . L"év ê q u e d e la G u y a n e e s p a g n o l e fait é g a l e m e n t sa résidence à S a i n t - T h o m é ; II.

14


154

LA

GUYANE.

mais il n'a q u ' u n e m i s é r a b l e c h a p e l l e p o u r c é l é b r e r l'office d i v i n , si t o u t e ­ fois l'on n ' a p o i n t c o n s t r u i t u n e c a t h é ­ drale d e p u i s q u e l q u e s a n n é e s . Les o c ­ c u p a t i o n s d e ce c h e f d u c l e r g é n e s o n t pas t r è s - n o m b r e u s e s , puisqu'il n ' e x i s t e d a n s t o u t le p a y s q u e q u a t r e ou c i n q cures. L e c o m m e r c e d e la G u y a n e espa­ g n o l e est fort p e u d e chose : p o u r en d o n n e r u n e j u s t e i d é e , M. de P o n s dit que

de

1791 à

1795

l'exportation

p o u r l ' E u r o p e en a r g e n t et en m a r ­ chandises montait à 588,600 piastres f o r t e s , et q u ' i l y a quinze a n s c e t t e s o m m e était d i m i n u é e de m o i t i é . O n ne p e u t g u è r e s ' é t o n n e r modicité d'une semblable

de la

exporta­

t i o n , si l'on fait a t t e n t i o n qu'il n ' y a g u è r e q u e les e n v i r o n s de la capitale


LA GUYANE.

155

où l'on s ' o c c u p e d e l ' a g r i c u l t u r e . C e ­ p e n d a n t le t e r r a i n , c o m m e n o u s l ' a ­ vons déjà d i t , est excellent p o u r

le

c o t o n , le s u c r e et les vivres d u p a y s ; et il se t r o u v e on n e p e u t m e i l l e u r p o u r la c u l t u r e du t a b a c . On t r o u v e dans les forêts le s i m a r o u b a , le q u i n q u i n a , des h u i l e s , des b a u m e s , et la p l u p a r t des plantes m é d i c i n a l e s

communes

aux

a u t r e s p a r t i e s d e la G u y a n e . Q u a n d l'on c o n s i d è r e la p o p u l a t i o n d e la vaste c o n t r é e d o n t n o u s n o u s o c c u p o n s , l'on n e p e u t q u e la t r o u v e r bien f a i b l e , r e l a t i v e m e n t s u r t o u t à l ' é p o q u e de la colonisation. T o u t le p a y s se divise en h a u t et en bas O r e n o q u e ; et l'on n ' y c o m p t a i t il y a d o u z e ou q u i n z e ans q u e t r e n t e - q u a t r e mille habitans de t o u t e s conditions et de toutes c o u l e u r s , p a r m i

lesquels

se


156

LA

GUYANE.

t r o u v a i e n t d i x - n e u f mille q u a t r e cent vingt-cinq indigènes dépendant

des

missionnaires. Ces m i s s i o n n a i r e s a v a i e n t

adopté

p o u r lieu d e l e u r p r i n c i p a l e r é s i d e n c e u n district a y a n t s o i x a n t e - d i x l i e u e s de l'est à l ' o u e s t , s u r u n e l a r g e u r d e t r e n t e l i e u e s au m o i n s . L ' O r e n o q u e le b o r n e a u n o r d , la m e r à l ' e s t , la r i ­ v i è r e E s s é q u é b o a u s u d , et l e C a r o n i à l'ouest. N o u s n e p o u r r i o n s p r é s e n t e r a nos l e c t e u r s a u c u n détail bien a u t h e n t i q u e s u r la n a t i o n la p l u s c u r i e u s e q u i h a ­ b i l e les b o u c h e s d e l ' O r e n o q u e , et d o n t les m i s s i o n n a i r e s se sont p e u o c ­ c u p é s , si M. N e p v e u , p o s s e s s e u r des m a n u s c r i t s d e M. L e b l o n d , n e n o u s avait offert d'y p u i s e r les faits i n t é ressans q u e n o u s allons d o n n e r ici.


LA

GUYANE.

157

E m b a r q u é a v e c un E s p a g n o l et un chef d e s a u v a g e s a p p a r t e n a n t à la n a ­ tion d e s W a r a o n s , n o t r e

voyageur

était p a r t i p o u r la p ê c h e du m u l e t , qui se fait aux b o u c h e s d e l ' O r e n o q u e , lorsqu'il se d é c i d a à visiter les i n d i ­ gènes q u i v i v e n t dans les îles d u v o i ­ sinage , s u r les m a n g l i e r s d o n t elles se t r o u v e n t en g r a n d e p a r t i e c o u v e r t e s . Après d e s détails du plus vif i n t é r ê t , il r a p p o r t e ainsi la p a r t i e la plus c u ­ r i e u s e d e son v o y a g e ; et n o u s le lais­ serons p a r l e r , p o u r n e p o i n t d é t r u i r e le c h a r m e a t t a c h é à u n e

semblable

narration ( 1 ) . (1) Le manuscrit n'ayant point été revu par l'auteur avant sa m o r t , nous nous som­ mes permis de changer quelques expressions qu'il aurait probablement remplacées par d'autres en faisant imprimer son ouvrage. 14*


158

LA

GUYANE.

«Le m o n t a n t de la m a r é e , joint aux a u x efforts d e la p a g a i e , n o u s faisait c h e m i n e r au m o i n s trois lieues par h e u r e . N o u s allions d ' u n estero (canal) à l ' a u t r e , t o u j o u r s à t r a v e r s la forêt d e mangliers,

qui i n t e r c e p t a i t

presque

p a r t o u t la c l a r t é d u soleil. I l fallait ê t r e b o n p r a t i c i e n p o u r d é m ê l e r le c h e m i n à t r a v e r s ce d é d a l e d ' î l o t s , a u milieu d e s q u e l s la h a u t e m e r circule à c h a q u e m a r é e . Enfin n o u s p a r v î n m e s d a n s des c a n a u x si é t r o i t s , q u ' à p e i n e pouvions-nous parvenir jusqu'à un en­ droit où

nous

nous arrêtâmes.

La

m a r é e p e r d a i t d e p u i s u n e h e u r e , en sorte q u e n o u s avions n a v i g u é plus de sept h e u r e s à m a m o n t r e s a n s dis­ continuer,

ce qui m e fit e s t i m e r le

chemin que nous avions parcouru à p l u s de vingt lieues ; m a i s

comme


LA G U Y A N E .

159

nous avions l'ait en m ê m e t e m p s u n e infinité de d é t o u r s à t r a v e r s ce l a b y ­ r i n t h e d'îlots , j ' e s t i m a i q u e n o u s n ' é ­ tions pas à p l u s d e dix à d o u z e lieues d e s côtes d e la m e r . Des b r a n c h e s d e m a n g l i e r s établies d ' u n a r b r e à l ' a u t r e étaient le plan­ cher

scabreux sur lequel

il fallait

passer p o u r a r r i v e r au c a r b e t ou v i l ­ lage de la p e u p l a d e . Les I n d i e n s g r i m ­ p a i e n t l'un a p r è s l ' a u t r e s u r l ' a r b r e où c o m m e n ç a i t la p r e m i è r e p l a n c h e , q u ' i l s t r a v e r s a i e n t l e s t e m e n t c o m m e nos dan­ seurs d e c o r d e , les pieds en d e d a n s d e m ê m e q u e les s i n g e s , e n s o r t e q u e la p l a n t e du pied reposait seule sur la b r a n c h e et n o n pas le tarse et le talon ; c'est sur cette a l l u r e c o n t r a c t é e dès l ' e n f a n c e , q u e sont c a l q u é e s leurs d a n s e s , q u e j ' a v a i s vues à la f o i r e , et


160

LA

GUYANE.

l e u r m a n i è r e de m a r c h e r en d e d a n s , I l fallut, p o u r n o u s p a s s e r l ' E s p a g n o l et m o i , t e n i r des p e r c h e s d ' u n a r b r e à l ' a u t r e , afin d e n o u s e n s e r v i r c o m m e de soutien.

L ' a b o i e m e n t des c h i e n s

n o u s a v e r t i s s a i t q u e la d e m e u r e des W a r a o n s n ' é t a i t p a s é l o i g n é e . Après avoir t r a v e r s é ainsi s u r des b r a n c h e s u n espace d ' e n v i r o n d e u x c e n t s p a s , n o u s a r r i v â m e s à la p l a t e - f o r m e

du

c a r b e t , où n o u s fumes r e ç u s p a r t o u t e la p e u p l a d e , s a u t a n t et d a n s a n t . Les h o m m e s , les f e m m e s ,

les enfans ,

t o u t le m o n d e était j o y e u x d u plaisir de n o u s v o i r . « La p l a t e - f o r m e formait un c a r r é long d'environ trente pieds de large , s u r u n e l o n g u e u r de p l u s d e

cent

pieds ; p l u s des trois q u a r t s d e la lon­ gueur étaient occupés par une seule


LA

GUYANE.

161

maison où logeait toute cette famille au n o m b r e de soixante - cinq i n d i v i ­ d u s , y c o m p r i s les en fans. Un c o r r i ­ d o r r é g n a i t j u s q u ' a u fond ; à d r o i t e et à g a u c h e des cloisons fort m i n c e s s é p a r a i e n t ce h a n g a r en p l u s i e u r s a p p a r t e m e n s , et c h a q u e famille avait le sien. N o s h a m a c s furent p l a c é s s u r le d e v a n t de c e t t e s o r t e d e t h é â t r e , et nous c o m m e n ç â m e s à nous reposer et à p r e n d r e p a r t au s o u p e r q u e les Indiens

nous

a p p o r t a i e n t a v e c des

b r o c h e t t e s de la g r o s s e u r d ' u n e a i ­ guille à t r i c o t e r , où é t a i e n t enfilées des l a r v e s d e p a l m i e r m u r i c h i : ces larves

ressemblent

celles d u f u m i e r ,

parfaitement sont

à

dégoûtantes

au p o s s i b l e , s o u l è v e n t le c œ u r ,

et

forment c e p e n d a n t un m e t s t r è s - r e ­ c h e r c h é , l o r s q u ' o n y est a c c o u t u m é .


162

LA

GUYANE.

O n a vu au t o m e p r e m i e r q u e nos d a m e s c r é o l e s en s o n t t r è s - f r i a n d e s . J ' é t a i s p a r v e n u sans peine à t r o u v e r ces vers (gusanos)

excellens : aussi

m ' e n r é g a l a i s - j e , c o m m e on le dit v u l g a i r e m e n t , à c œ u r - j o i e . T o u t e la p e u p l a d e , assise s u r la p l a t e - f o r m e par groupes séparés , mangeait

du

poisson b o u c a n é , bouilli en é t u v é e d a n s du vin de p a l m i e r passé à l'aigre ; sans a u t r e a s s a i s o n n e m e n t q u e l'api ou p i m e n t , ainsi q u ' u n e g r a n d e q u a n ­ tité de vers p a l m i s t e s qu'ils t r o u v a i e n t m e i l l e u r s q u e t o u t le reste. J e préfé­ rai m a n g e r de la c a s s a v e q u e

nous

avions a p p o r t é e , à l e u r pain q u i m e s e m b l a l o u r d , i n d i g e s t e et m a l cuit. J e ne r e m a r q u a i p o i n t qu'ils b u s s e n t en m a n g e a n t ; m a i s le r e p a s fini, on d i s t r i b u a du vin de p a l m i e r d a n s des


LA

GUYANE.

163

t o l u n a s ou callebasses : c h a c u n but a u ­ tant qu'il v o u l u t j u s q u ' à la n u i t , car alors t o u t le m o n d e se r e t i r a chez soi. « L ' E s p a g n o l , é t e n d u d a n s son h a m a c , n ' a y a n t pas p l u s d ' e n v i e d e d o r m i r que m o i , m e r a c o n t a q u e la d e m e u r e des W a r a o n s , qui m e s e m b l a i t si e x ­ t r a o r d i n a i r e , les objets de l e u r i n d u s ­ t r i e , leur p a i n , leur boisson,

tout,

en u n m o t , était tiré du s e u l p a l m i e r m u r i c h i ; et q u e c'était ce p a l m i e r à é v e n t a i l qui fournissait à t o u s l e u r s b e s o i n s , à l'exception du poisson d o n t il se p r o c u r a i e n t u n e g r a n d e q u a n t i t é p a r la p ê c h e . I l m ' a p p r i t e n c o r e q u e j u s q u ' a l o r s les m i s s i o n n a i r e s n ' a v a i e n t p u p a r v e n i r à l e u r faire a b a n d o n n e r leur d e m e u r e s p o u r aller s'établir en terre f e r m e , et q u ' o n avait enfin pris le parti d ' a r m e r u n e p i r o g u e

(lancha)


164

LA

GUYANE.

avec t r e n t e h o m m e s et un capitaine qui

les h a r c e l a i e n t sans r e l â c h e et

b r û l a i e n t l e u r s h a b i t a t i o n s , afin d e les obliger à se faire c h r é t i e n s ; ce q u i , c o m m e j e le p e n s a i s , offrait de g r a n d e s difficultés. Q u a n d ils sont d é c o u v e r t s , c o n t i n u a m o n c o m p a g n o n . ils s'en­ fuient

dans d'autres habitations

du

voisinage : à p e i n e a - t - o n p u e n r a s ­ sembler dans une

jusqu'ici

une

quarantaine

mission desservie p a r

un

c a p u c i n ; et l'on a s u , p a r des g e n s d e la G u y a n e , q u e d a n s u n e de l e u r s o r ­ gies ils l ' a v a i e n t t u é et m a n g é . « C o m ­ m e n t ! lui dis-je a v e c é m o t i o n , v o u s saviez q u ' i l s s o n t a n t h r o p o p h a g e s , et v o u s osez v o u s r i s q u e r ainsi

parmi

e u x ? » Il m e r é p o n d i t en riant q u e nous n ' a v i o n s rien à c r a i n d r e , et qu'ils n ' e n voulaient q u ' a u x Espagnols de


LA G U Y A N E . l'Orenoque ,

qui

leur

165

faisaient

la

g u e r r e et d é t r u i s a i e n t leurs h a b i t a ­ tions. « Mais ,

repartis - j e ,

quelle

v e n g e a n c e a - t - o n tiré de ceux qui o n t m a n g é le m a l h e u r e u x c a p u c i n ? — P a s d ' a u t r e q u e celle de les avoir d i s t r i ­ b u é s c o m m e d o m e s t i q u e s à c e u x de la ville de l ' A n g o s t u r a qui en

ont

v o u l u , car ce sont d'excellens

pê­

c h e u r s . » Le s o m m e i l m i t fin à ce d i s ­ c o u r s q u i d o n n e aux p e n s e u r s m a t i è r e à de p r o f o n d e s réflexions. « D è s le g r a n d m a t i n t o u t e la p e u ­ plade fut se b a i g n e r : cet u s a g e , q u e j ' e s t i m e excellent p o u r la santé et la p r o p r e t é , l e u r tint lieu d e p r i è r e : il ne r e s t a q u e le c a p i t a i n e , et il n o u s fit v o i r la m a n i è r e i n g é n i e u s e d o n t ils fabriquent sur l'eau leur plate - forme et l e u r m a n o i r . II.

15


166

LA

GUYANE.

«A p r o x i m i t é des p a l m i e r s m u r i c h i . d o n t ils ne p e u v e n t se p a s s e r ,

ils

choisissent le plus é p a i s de la f o r ê t , où l'on n e p e u t a b o r d e r q u e p a r des b r a n c h e s pareilles à celles q u e

nous

a v i o n s t r a v e r s é la v e i l l e , d a n s la v u e d e se m e t t r e h o r s d e t o u t e a t t e i n t e d e l ' e n n e m i ; alors ils a b a t t e n t les m a n gliers à q u a t r e p i e d s a u - d e s s u s

des

racines q u i , c o m m e nous l'avons o b ­ servé , m a r q u e n t précisément

l'en­

d r o i t où p a r v i e n n e n t les p l u s h a u t e s m a r é e ; et p o u r se m e t t r e à l ' a b r i des d é b o r d e m e n s de l ' O r e n o q u e q u i déjà se faisaient s e n t i r , et q u i ne d é p a s s e n t j a m a i s c e t t e h a u t e u r de q u a t r e pieds a u - d e s s u s des m a r é e s ( un p i e d ou d e u x de h a u t e u r d e plus

emporte­

rait l ' é d i f i c e ) , ils n e font q u ' é b r a n c h e r les a r b r e s du m i l i e u qui d o i v e n t


LA G U Y A N E . porter

l'aiguille

qui

167

est destinée à

s o u t e n i r le toit d e la m a i s o n . C e t r a ­ v a i l , autrefois t r è s - l o n g et très-diffi­ cile , est d e v e n u aisé d e p u i s qu'ils font u s a g e d e h a c h e s et d e s a b r e s . Ils a j o u t e n t , p a r t o u t où il est n é c e s s a i r e , des p o t e a u x en pilotis (estacas) , qu'ils enfoncent

d a n s la vase j u s q u ' à

ce

qu'ils t r o u v e n t le fond s o l i d e ;

en­

suite

qui

doivent

ils

ajoutent soutenir

les solives la

plate-forme,

et qu'ils a t t a c h e n t aux p o t e a u x avec des c o r d e s ; ces solives s o n t c r o i s é e s p a r des p l a n c h e s qui o n t t o u t au p l u s u n doigt d ' é p a i s s e u r , et qui n'en sont p a s m o i n s t r è s - f o r t e s et p e u p l i a n t e s . Elles se t r o u v e n t t o u t e s faites d a n s l ' é c o r c e ( c a s c a r a ) du p a l m i e r m u r i chi a b a t t u d e p u i s l o n g - t e m p s , et d o n t le c œ u r est t o m b é en p o u r i t u r e ; il


168

LA

GUYANE.

n ' y a p l u s q u ' à les fendre p o u r

s'en

servir à les é t e n d r e en croix s u r les solives e t à les y a t t a c h e r a v e c

des

c o r d e s . T e l l e est la p l a t e - f o r m e s u r laquelle ils b â t i s s e n t . « C e l t e c h a r p e n t e ( Voyez en

regard)

la figure

est c o m p o s é e d ' u n e a i ­

guille A d e d i x p i e d s de h a u t e u r a u dessus d u p l a n c h e r .

Ce

faîtage

t r a v e r s é p a r des p l a n c h e s d e

est

bam­

b o u B B B f o r t e s , d u r e s , p l i a n t e s et aisées à faire ( n o u s e n p a r l e r o n s e n son l i e u ) , f o r m a n t

un cercle dont

les d e u x b o u t s s o n t a t t a c h é s a u x p l a n ­ ches et à d e s p o t e a u x . La c h a r p e n t e d ' a p p u i , d i s p o s é e c o m m e d a n s la fi­ g u r e D D D D D D , est de p l a n c h e s de m u r i c h i d e d e u x doigts de l a r g e u r , a t t a c h é e s d e u x à d e u x p o u r les r e n d r e p l u s fortes et m o i n s p l o y a n t e s ; d ' a u -


LA

GUYANE.

169

tres p l a n c h e s t r a v e r s e n t les c e i n t r e s ou

cercles en guise

d e lattes ( 1 ) .

T o u t cela est f o r t e m e n t attaché avec d e s c o r d e s , et c'est s u r cette c h a r ­ p e n t e q u ' e s t établie la c o u v e r t u r e en feuilles de m u r i c h i . C e l a n'est pas bien merveilleux ;

l'art a v e c l e q u e l t o u t

est a r r a n g é e n fait le p r i n c i p a l m é r i ­ te : il n ' y e n t r e ni c l o u s , ni m o r t a i s e , ni chevilles ; t o u t est lié t r è s - s o l i d e ­ m e n t avec des c o r d e s faites de feuilles de m u r i c h i , ou m ê m e a v e c des lianes. N ' e n déplaise au r é v é r e n d p è r e G u milla, qu'il

le c a p i t a i n e W a r a o n m e dit préférait

ces

dernières,

q u ' i l était difficile de s'en

mais

procurer.

(1) Les cloisons des corridors et des chambres où logent chaque famille, sont faites de ces m ê m e s planches à la hauteu de cinq à six pieds. 15*


170

LA

GUYANE.

« N o u s vîmes défiler avec plaisir , s u r les b r a n c h e s s e r v a n t de p l a n c h e s , les h o m m e s , les f e m m e s , les e n f a n s , q u i a v a i e n t été au b a i n , les p i e d s e n d e d a n s et n ' a y a n t p a s l'air d'y p r e n ­ d r e g a r d e : les u n s p o r t a i e n t des callebasses pleines d ' e a u ; les a u t r e s d u vin d e p a l m i e r , des vers p a l m i s t e s , ou des fagots de b o i s . T o u t cela

supposait

q u ' i l s a v a i e n t été à t e r r e ; on n e la d é c o u v r a i t c e p e n d a n t pas d u lieu où n o u s n o u s t r o u v i o n s : n o u s é t i o n s en­ t o u r é s d ' e a u salée où , c o m m e je l'ai r e m a r q u é a i l l e u r s , il n e croît q u e des mangliers. « Après le d é j e u n e r , q u i fut aussi gai et aussi a b o n d a n t q u e le s o u p e r d e la v e i l l e , le c a p i t a i n e , a c c o m p a g n é d e quelques Waraons , nous conduisit à t e r r e d a n s u n îlot, p a r les p l a n c h e s qui avaient été traversées le m a t i n si légè-


LA

GUYANE.

remont : nous n'en

171

faisions pas

de

m ê m e , ce qui n o u s r e t a r d a de b e a u ­ coup. Parvenus à t e r r e , nous traver­ sâmes u n e l o n g u e d u n e s a b l o n n e u s e q u i , c o m m e u n e d i g u e , arrêtait le c o u r s de l'eau salée. De l ' a u t r e côté de c e t t e d i g u e , à l ' o u e s t , n o u s ne t a r d â m e s pas à t r o u v e r un m a r a i s d'eau d o u c e oc­ c u p é p a r u n e forêt de p a l m i e r s m u r i c h i , d o n t on ne voyait pas la fin. » Ici n o t r e v o y a g e u r e n t r e d a n s des détails assez n o m b r e u x sur les a v a n t a ­ ges q u e l'on lire des p a l m i e r s a u milieu d e s q u e l s il se t r o u v a i t . N o u s

nous

c o n t e n t e r o n s d e d i r e que les W a r a o n s en t i r e n t u n e boisson a g r é a b l e , s e m ­ blable a u x vins des a r b r e s d e la m ê m e espèce ; q u e les l a r v e s se d é v e l o p p e n t dans l ' i n t é r i e u r en y t r o u v a n t

leur

n o u r r i t u r e , et q u e p o u r les o b t e n i r ,


172

LA

GUYANE.

on est obligé de fendre le t r o n c . C'est aussi en faisant cette o p é r a t i o n q u e l'on r e c u e i l l e la m o e l l e n o u r r i s s a n t e , ou l ' e s p è c e d e farine q u e le p a l m i e r c o n t i e n t en g r a n d e q u a n t i t é , et d o n t on fait un pain très-difficile à d i g é r e r , p a r c e q u ' i l est p r i v é de f e r m e n t a t i o n . L e fruit d u m u r i c h i qui v i e n t à son s o m m e t en f o r m e d e g r a p p e ,

offre

aussi u n e n o u r r i t u r e a g r é a b l e : il es d e la g r o s s e u r d ' u n e n o i x , et d o n n e u n e a m a n d e , a y a n t p o u r la s a v e u r d e l'analogie a v e c la n o i s e t t e . L a p u l p e r e n f e r m é e e n t r e le n o y a u et la p e a u d o n n e u n g o û t a g r é a b l e à l'eau d a n s laquelle on la d é l a y e . N o u s t e r m i n e ­ r o n s ces détails en r a p p e l a n t q u e l ' é c o r e c , les sont p a s reste.

filamens moins

et le feuillage n e

utiles q u e

tout

le


LA

GUYANE.

173

« Après avoir p a r c o u r u u n e p a r t i e de cet îlot p e n d a n t q u a t r e h e u r e s , et nous ê t r e r e p o s é s

sous u n h a n g a r d

bâti d a n s u n e n d r o i t s a b l o n n e u x où il y avait des b a n a n i e r s , des p a p a y e r s et des c a l e b a s s i e r s , d o n t les s a u v a g e s tirent l e u r v a i s s e l l e , n o u s r e v î n m e s à la m a i s o n , où n o u s t r o u v â m e s q u e l ­ q u e s W a r a o n s o c c u p é s à faire de la feuille , ployaient (chinchos),

tandis à

que d'autres

fabriqeer

des

s'em­ hamacs

qui s o n t l e u r g r a n d objet

d ' é c h a n g e a v e c les E s p a g n o l s de la T r i n i t é , p o u r des h a c h e s , des s a b r e s , des c o u t e a u x , des h a m e ç o n s , etc. ; ce qu'ils e s t i m e n t p a r - d e s s u s t o u t e c h o s e , parce q u e ces différens i n s t r u m e n s , dont ils m a n q u a i e n t a u t r e f o i s ,

ren­

dent l e u r s t r a v a u x infiniment m o i n s pénibles.


174

LA G U Y A N E .

« N o u s l û m e s reçus à n o t r e arrivée p a r des c r i s , des sauts et t o u s les t é ­ m o i g n a g e s possibles d ' a m i t i é : on but du vin de p a l m i e r , et l'on dansa toute la j o u r n é e . J'ai déjà parlé d e la danse des W a r a o n s , et elle est

tout-à-fait

s i n g u l i è r e . La raison p o u r laquelle ils n e font a u c u n s a u t , et q u e l'un des pieds s o u t i e n t toujours le c o r p s tandis q u e l ' a u t r e est en l ' a i r , tient au peu d e solidité du p l a n c h e r : u n e cabriole d ' u n pied ou d e u x de h a u t e u r casse­ rait la p l a n c h e et blesserait le d a n ­ seur. Q u e l q u e s

femmes dansèrent ;

m a i s le c o u p de la plante d u pied ne s'élevait

pas j u s q u ' a u

haut

de la

cuisse : on en s e n t assez la raison en songeant à leur n u d i t é . » L ' a u t e u r e n t r e ici dans des détails sur la m a n i è r e de se vêtir des s a u v a -


LA

GUYANE.

175

ges qu'il d é c r i t , et nous c r o y o n s d e ­ voir les a b r é g e r . Les h o m m e s p o r t e n t des b a n d e s larges de q u a t r e p o u c e s et d ' u n e brasse et d e m i e de l a r g e u r , qui leur c e i g n e n t le corps ,

reviennent

entre les c u i s s e s , c o u v r e n t les parties naturelles, passent sous la c e i n t u r e , et retombent

comme

un petit

tablier

j u s q u ' a u tiers d e la cuisse. Les f e m m e s ne se c o u v r e n t

que

d'un petit tablier, et leur p a r u r e r e s ­ s e m b l e à celle des indigènes q u e l'on voit h a b i t u e l l e m e n t à la T r i n i t é . Il est assez r a r e qu'elles fassent usage de la teinture

d u rocou ; mais elles

s'en

frottent quelquefois les j a m b e s , de m a n i è r e à ce q u ' i l semble de

loin

qu'elles aient des espèces d e b r o d e ­ quins. Vers la fin de la j o u r n é e on soupa


176

LA

GUYANE.

fort g a î m e n t , et les W a r a o n s prirent encore le plaisir d u bain , c o m m e le m a t i n . « Cette m é t h o d e d e se rafraî­ chir ainsi le corps doit l e u r ê t r e favo­ r a b l e , dit M. L e b l o n d ; ils sont l e s t e s , d i s p o s ; l e u r s visages rians a n n o n c e n t la santé : tous jouissent des m ê m e s b i e n s , des m ê m e s a v a n t a g e s , et ne connaissent q u e leurs foyers ; ils igno rent les passions qui t o u r m e n t e n t chez nous le p a u v r e ainsi q u e le r i c h e , et e m p ê c h e n t que p e r s o n n e ne soit c o n ­ t e n t de son sort. Il n'y avait ni m i s ­ sionnaire ni c o r r é g i d o r qui les t o u r ­ m e n t a s s e n t ; ils vivaient h e u r e u x et contens

de leur s o r t , puisqu'ils

ne

c h e r c h a i e n t pas à l'améliorer. » « C e q u e je venais de voir des W a ­ raons et de leur pays m e paraissait t e l l e m e n t e x t r a o r d i n a i r e , que je restai


LA

GUYANE.

177

éveillé bien a v a n t dans la n u i t ; je ne revenais pas d e m o n é t o n n e m e n t en v o y a n t cette p e u p l a d e p e r c h é e , p o u r ainsi d i r e , s u r les e a u x , e n t o u r é e de m a r a i s et de f a n g e , et jouissant d e la m e i l l e u r e s a n t é ; et je c r u s d ' a b o r d avoir c o m m i s u n e g r a n d e e r r e u r en avançant dans m o n premier v o l u m e , comme un axiome incontestable, que les p a y s c h a u d s et m a r é c a g e u x de la zone t o r r i d e sont m a l s a i n s et sujets à t o u t e s les m a l a d i e s p u t r i d e s . Ici je voyais u n p e u p l e jouissant au p l u s haut

degré

d'une

santé

robuste ,

n ' a y a n t a u c u n u l c è r e , a u c u n gonfle­ m e n t des gencives qui dénotât l'affec­ tion s c o r b u t i q u e , que je croyais inhé­ rente aux contrées m a r é c a g e u s e s . C e ­ p e n d a n t , en y réfléchissant b i e n , je II.

16


178

LA GUYANE.

c o m p r i s en q u o i consistait celte e x ­ ception. » Le pays des W a r a o n s n'est pas m a ­ r é c a g e u x d a n s le s e n s qu'il faut a t t a ­ c h e r à ce t e r m e . Les vases qui l ' e n ­ tourent ,

c o u v e r t e s et

découvertes

d e u x fois en v i n g t - q u a t r e h e u r e s p a r les m a r é e s , ne p e r m e t t e n t pas aux c r a b e s , a u x m o u s t i q u e s , aux m a r i n g o u i n s d e s'y m u l t i p l i e r , p a r c e

qu'il

l e u r faut des e a u x c r o u p i s s a n t e s . » Selon l ' a u t e u r , ce sont les lieux où ces insectes se t r o u v e n t en g r a n d n o m ­ b r e qu'il faut r e d o u t e r : il p e n s e q u e le

régime adopté

p a r les W a r a o n s

doit c o n t r i b u e r à l e u r c o n s e r v e r

la

santé. Le poisson , le vin de p a l m i e r , le pain de m u r i c h i , les fruits qu'ils peuvent

se p r o c u r e r , sont la

base

de

nourriture.

avec

leur

Il

dit ,


LA

GUYANE.

179

juste r a i s o n , q u e ces s a u v a g e s c o m ­ m e n ç a n t à s e n t i r la nécessité d ' u n e foule d'objets v e n a n t d ' E u r o p e , for­ m e r o n t des é c h a n g e s , se p r o c u r e r o n t du r h u m , q u i leur fera affronter la mort,

et finiront p a r faire la g u e r r e

aux E s p a g n o l s

qui les

anéantiront.

D'après le m a n u s c r i t q u e n o u s a v o n s sous les y e u x , les W a r a o n s p o u r r a i e n t se m o n t e r à h u i t ou dix milles h o m ­ m e s , et l ' a u t e u r pensait q u e les A n ­ glais s'en s e r v i r a i e n t p o u r p r o t é g e r le c o m m e r c e de l ' O r e n o q u e ,

s'il était

avantageux à leurs intérêts. Notre

voyageur ne

tarda

pas

à

q u i t t e r ces s a u v a g e s hospitaliers , qui l'avaient

si b i e n

accueillis. E n

le

voyant p a r t i r , ils l e v è r e n t les m a i n s vers le ciel , et

firent

e n t e n d r e des

cris d'adieux qui l ' a t t e n d r i r e n t . Arrivé


180

LA

GUYANE.

d a n s un e n d r o i t où l'attendait sa p i ­ r o g u e , il r e m i t a u capitaine u n e h a ­ c h e , u n s a b r e et q u e l q u e s bouteilles d ' e a u - d e - v i e , qui r é p a n d i r e n t la gaîté p a r m i les a u t r e s W a r a o n s . C o m m e c'est p r i n c i p a l e m e n t dans la G u y a n e e s p a g n o l e q u e l'on a c h e r ­ ché le f a m e u x E l d o r a d o , n o u s c r o y o n s d e v o i r d o n n e r ici q u e l q u e s détails s u r les e x p é d i t i o n s m o d e r n e s qui se sont faites p o u r ce pays fabuleux.

Philippe

d e U r r e , q u i p r é t e n d a i t avoir été c o n ­ d u i t p a r u n cacique près d ' u n e ville magnifique ( 1 ) , d o n t les h a b i t a n s s'é(1) L'historien Oviedo rapporte qu'après un long et pénible voyage, l'expédition de cet aventurier arriva dans une vallée déli­ cieuse, où l'on apercevait une ville si grande que l'œil ne pouvait en mesurer toute l'é­ tendue. M. de Pons a traduit le discours


LA

GUYANE.

181

t a i e n t m i s à sa p o u r s u i t e , avait t o u ­ j o u r s laissé u n e profonde i m p r e s s i o n d a n s l'esprit de ses c o m p a t r i o t e s , sans q u ' o n fitde g r a n d s efforts p o u r se con­ v a i n c r e de la réalité de ses r a p p o r t s . que le cacique adressa à l'Espagnol à la vue de cette ville immense. Nous le rapporte­ rons, parce qu'il est une nouvelle preuve de l'esprit mensonger qui régnait dans une foule de relations destinées à embraser l'es­ prit de quelques gens crédules. «J'ai pro­ m i s , dit le c a c i q u e , de vous faire voir la ville capitale des Omégas : ma promesse est remplie. Voilà ce pays laineux dont les Espagnols convoitent avec tant d'ardeur les richesses. Cet édifice qui domine au centre de la ville est la demeure du gouver­ neur et le temple de beaucoup de dieux. La population de la ville est i m m e n s e , et l'ordre qui y règne admirable. Ces mai­ sons que vous voyez éparses sur les coteaux à l'entour de la ville servent de logement l6*


182

LA

GUYANE.

Lorsqu'on

1 7 8 0 on p r é s e n t a a u g o u ­

v e r n e u r d e la G u y a n e e s p a g n o l e u n indigène a r r i v a n t , disait-il, des b o r d s d u lac P a r i m a , on lui fit u n e foule d e q u e s t i o n s s u r le p a y s q u ' i l v e n a i t d e q u i t t e r , et il y r é p o n d i t a v e c la p l u s grande

intelligence

:

on

prétend

aux Indiens omégas q u e le chef destine à cultiver des vivres pour les habitans de la ville , tandis que les autres s'occupent uni­ quement au métier de la guerre. Mainte­ nant que vous voyez vous-même l'impor­ tance du pays , c'est à vous à faire de nou­ velles réflexions sur la témérité de votre projet. Si vous persistez dans votre dessein, je suis forcé de me retirer et de faire, mal­ gré leur inutilité , des vœux pour que les dieux protègent vos pas. » On prit congé d u c a c i q u e , et l'on marcha sur la ville pour l'attaquer; mais Philippe de Urre fut blessé, et se vit obligé de fuir le lendemain devant quinze mille hommes armés.


LA

GUYANE.

183

m ê m e qu'il fit c o n n a î t r e

l'existence

d ' u n e ville située sur les b o r d s du l a c ; que , d ' a p r è s son r a p p o r t , les h a b i t a n s étaient a g u e r r i s et civilisés; et rien n'égalait

en m ê m e

temps

leur ri­

c h e s s e , p u i s q u e les toits des princi­ pales h a b i t a t i o n s étaient d ' o r et d ' a r ­ gent.

Le g r a n d - p r ê t r e , d i s a i t - i l , se

frottait

tout

le corps d e graisse d e

t o r t u e p o u r q u ' o n lui soufflât dessus d e la p o u d r e d ' o r ; et c'était dans cet état qu'il célébrait les c é r é m o n i e s re­ ligieuses. C e s a u v a g e , d o n t on é c o u ­ tait a v e c avidité la r e l a t i o n , traça sur u n e table le plan de la ville dont il v e ­ nait de p a r l e r : il n'en fallut pas d a v a n ­ tage p o u r i n s p i r e r la plus g r a n d e con­ fiance;

on l'engagea à servir de g u i d e ,

pour

pénétrer dans l'intérieur j u s ­

q u ' a u lac P a r i m a : il y c o n s e n t i t , et


184

LA

GUYANE.

n e tarda pas à p a r t i r avec dix E s p a ­ g n o l s , a u x q u e l s il fit faire à p e u p r è s cinq c e n t s lieues vers le s u d .

Une

partie d ' e n t r e e u x n e p u r e n t résister aux fatigues d ' u n s e m b l a b l e v o y a g e , et s u c c o m b è r e n t ; les autres e n c o n ­ tinuant leur route , parvinrent à un e n d r o i t o ù ils n e se c r o y a i e n t

plus

q u ' à cinq j o u r n é e s d ' E l d o r a d o ; m a i s l e u r g u i d e les a b a n d o n n a p e n d a n t la n u i t : ils e r r è r e n t alors à l ' a v e n t u r e , et t r o u v è r e n t tous la m o r t d a n s ces déserts , à l'exception d ' u n

certain

D . Antonio S a n t o s , qui se dépouilla d e tous ses v ê t e m e n s , se teignit le corps de r o u c o u , et finit p a r j o i n d r e les i n d i g è n e s d u voisinage. A la fa­ v e u r de p l u s i e u r s de leurs l a n g u e s d o n t il avait c o n n a i s s a n c e , il resta avec e u x p e n d a n t l o n g - t e m p s ; mais é t a n t


LA GUYANE.

185

descendu jusqu'au Rio Negro ( 1 ) , les Portugais s'emparèrent de l u i , et ne le rendirent à sa patrie qu'après une longue d é t e n t i o n ; il m o u r u t , d i t - o n , à la Guyane en 1 7 9 6 , et n'a m a l h e u ­ reusement fourni aucuns détails sur ses l o n g s et pénibles voyages. A peu près vers la m ê m e époque , M. Leblond se trouvait à S t . - T h o m é , lorsqu'on amena devant le gouverneur un indigène v e n u des missions du Caroni. La nouvelle ne tarda pas à se ré­ pandre qu'il venait du pays d'Eldorado, (1) M. de Humboldt voulut passer jus­ qu'au lac Parima par cette rivière ; mais cela ne lui l'ut pas possible à cette époque : il paraît qu'on trouve dans le voisinage beaucoup de talc très - brillant ; ce qui aura pu donner lieu aux fables débitées sur l'Eldorado.


186

LA

GUYANE.

et n o t r e v o y a g e u r c u r i e u x de le c o n n a î t tre a c c o u r u t au g o u v e r n e m e n t où il p û t aisément le voir. C'était un h o m m e d'une assez belle t a i l l e , e n t i è r e m e n t n u , a y a n t u n m o r c e a u d ' o r en f o r m e de croissant s u s p e n d u au cartilage du milieu du n e z , et pesant à p e u p r è s u n e once : p e r s o n n e n'avait la m o i n ­ d r e connaissance

de

son l a n g a g e ;

mais on c o m p r i t c e p e n d a n t , p a r les signes q u ' o n lui voyait faire , q u ' i l venait d ' u n e c o n t r é e t r è s - r e c u l é e , si­ t u é e au s u d - e s t d e S a i n t - T h o m é , et dont il s'était éloigné depuis d e u x lu­ nes : il avait é t é p r i s p a r les Espagnols d e s c e n d a n t le C a r o n i sur un r a d e a u . L'on réfléchit q u e les sources de cette rivière sont situées dans des m o n t a ­ g n e s i n a c c e s s i b l e s , au sud desquels doit se t r o u v e r E l d o r a d o : on exa-


LA G U Y A N E .

187

mina le croissant d ' o r , et la curiosité de tous les assistans p a r u t à son c o m ­ ble. L ' i m p o r t a n t

était de savoir s'il

y avait b e a u c o u p d'or d a n s le p a y s de l ' h o m m e e x t r a o r d i n a i r e q u ' o n avait d e v a n t les y e u x ; e t le g o u v e r n e u r , p o u r a c q u é r i r q u e l q u e c e r t i t u d e sur cet objet i m p o r t a n t , lui p r é s e n t a un c o u t e a u d e chasse à p o i g n é e d o r é e , en l â c h a n t d e lui faire c o m p r e n d r e

que

cet or q u ' i l voyait était s e m b l a b l e au sien. Il fit b i e n t ô t voir qu'il c o m p r e ­ nait tout ce q u ' o n lui d e m a n d a i t , et étant sorti sur la p l a c e , il désigna de grosses r o c h e s posées en cet e n d r o i t , toucha s o n croissant et ouvrit ensuite les bras en t o u r n a n t : p e r s o n n e n ' e u t plus alors de d o u t e s que les rochers de son pays ne fussent

d'or ; l'en­

t h o u s i a s m e g a g n a tous les esprits ,


188

LA

GUYANE.

l'on s'écria que l'Eldorado était t r o u v é ; et rien n e p e u t d o n n e r u n e juste idée de l'espèce de vertige qui

s'empara

de tous les esprits. Q u o i q u e le g o u v e r n e u r , qui était alors D. M a n u e l C e m t u r i o n , attendît un successeur et fût p r ê t

à partir

p o u r l ' E s p a g n e , il ne v o u l u t pas lais­ ser à un autre la gloire d'achever u n e e n t r e p r i s e aussi i m p o r t a n t e q u e celle qui devait nécessairement avoir l i e u : il se d é t e r m i n a à faire p a r t i r une e x ­ pédition guidée p a r le sauvage , et d e v a n t se c o n t e n t e r de r a s s e m b l e r ses d o c u m e n s positifs sur la

meilleure

route à suivre p o u r p é n é t r e r dans son pays. Les h o m m e s c o u r a g e u x qui r é ­ solurent de faire partie d ' u n e sembla­ ble e n t r e p r i s e , ne réussirent pas m i e u x que leurs prédécesseurs, ils ne recueil-


LA G U Y A N E .

189

lirent de l e u r v o y a g e q u e la m o r t ou des fatigues d e t o u t e e s p è c e , sans avoir été d ' a u c u n e utilité à la s c i e n c e . Si t o u s les h o m m e s qui o n t c h e r c h é les contrées

fabuleuses

du

lac

Parima

a v a i e n t e m p l o y é à f o r m e r des é t a b l i s s e m e n s d u r a b l e s les m o y e n s et l ' é n e r ­ gie q u i l e u r é t a i e n t n é c e s s a i r e s d a n s l e u r s inutiles e x p é d i t i o n s , la G u y a n e e s p a g n o l e serait p r o b a b l e m e n t u n des p a y s les p l u s florissans d e t o u t e l ' A m é ­ r i q u e , et l'on aurait p u croire d a n s la s u i t e q u e le n o m d ' E l d o r a d o cachait une ingénieuse allégorie, indiquant q u e la n a t u r e avait r a s s e m b l é d a n s ce v a s t e t e r r i t o i r e ses p l u s riches p r o ­ d u c t i o n s : m a i s les b o r d s fertiles de l ' O r e n o q u e s o n t e n c o r e d é s e r t s ; et il est i m p o s s i b l e de p r é c i s e r l ' é p o q u e où ils v e r r o n t des c u l t i v a t e u r s l a b o r i e u x II.

17


190

LA

GUYANE.

r a c o n t e r c o m m e des fables les t e n t a ­ tives de ces v o y a g e u r s a v i d e s , qui ne parcouraient le pays q u e dans l'espoir d e t r o u v e r t o u t à c o u p des richesses immenses.


LA

GUYANE.

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A P P E N D I C E . Détails de q u e l q u e s cérémonies

usitées

autrefois chez les Galibis.

D E t o u s les v o y a g e u r s q u i o n t a u ­ trefois é c r i t s u r la G u y a n e , il n ' e n existe p a s u n seul qui d o n n e a u t a n t d e d é t a i l s c u r i e u x s u r les i n d i g è n e s que Biet.

Q u o i q u e n o u s a y o n s fait

connaître s o m m a i r e m e n t quelques cé­ r é m o n i e s en u s a g e p a r m i les Galibis , n o u s c r o y o n s faire p l a i s i r à n o s l e c ­ t e u r s en l e u r r a p p o r t a n t d ' u n e n i è r e d é t a i l l é e les é p r e u v e s

ma­

terribles

a u x q u e l l e s é t a i e n t obligés de se sou­ m e t t r e les

piayes et les

guerriers.


192

LA GUYANE.

N o u s décrirons aussi leurs sacrifices s o l e n n e l s ; ils p r o u v e r o n t q u e ces sau­ vages l ' e m p o r t a i e n t en b a r b a r i e sur les autres sauvages de l ' A m é r i q u e . Le Galibis qui voulait avoir

le

droit de c o m m a n d e r un j o u r à s e s s e m ­ b l a b l e s , devait d ' a b o r d se d i s t i n g u e r dans les c o m b a t s , faire un n o m b r e d e prisonniers , et

grand prouver

enfin q u ' o n pouvait p r e n d r e q u e l q u e confiance en son c o u r a g e . Alors il se rendait d a n s sa c a b a n e , p o r t a n t u n e r o n d a c h e s u r la tête , baissant les y e u x , et ne daignant pas m ê m e r e ­ g a r d e r sa f e m m e et ses enfans : on lui disposait u n petit coin où il p o u ­ vait à peine se r e m u e r , et son h a m a c devait être attaché dans le h a u t du carbet p o u r qu'il ne parlât à p e r s o n n e . Dans cet état d ' i s o l e m e n t , on lui fai-


LA G U Y A N E .

193

sait s u b i r le j e û n e le plus a u s t è r e p e n ­ dant six s e m a i n e s : il ne p o u v a i t m a n ­ ger q u ' u n p e u d e m a ï s bouilli et u n e très-faible p o r t i o n d e c a s s a v e ; m a i s les c a p i t a i n e s d u voisinage n e m a n ­ q u a i e n t pas d e v e n i r le v i s i t e r m a t i n et soir. Il p a r a i s s a i t d e v a n t e u x , e t ils l u i r e p r é s e n t a i e n t a v e c é l o q u e n c e les v e r t u s q u ' i l devait a c q u é r i r p o u r p a r v e n i r à la d i g n i t é à l a q u e l l e il a s ­ p i r a i t , ce q u ' i l fallait faire p o u r s o u ­ t e n i r l ' h o n n e u r d e la n a t i o n , la n é ­ cessité enfin d e t i r e r v e n g e a n c e des injures d'une autre tribu. Après que la

harangue

avait

é c o u t é e p a r le donner

été

patiemment

guerrier , pour

lui

u n e idée des t o u r m e n s q u e

lui feraient souffrir ses e n n e m i s , s'il était p r i s o n n i e r , on le faisait m e t t r e au milieu d u c a r b e t , et c h a c u n 17*

des


194

LA

GUYANE.

c a p i t a i n e s lui a p p l i q u a i t sur le c o r p s trois g r a n d s c o u p s d ' u n

fouet

fabri­

q u é avec de l o n g u e s r a c i n e s de pal­ m i e r . C e t t e c r u e l l e o p é r a t i o n se réi­ t é r a i t d e u x fois p a r j o u r ; m a i s q u o i q u e l'on d û t t o u j o u r s f r a p p e r trois p a r t i e s différentes d u c o r p s , le s a n g r u i s s e ­ lait à grosses g o u t t e s : le m a l h e u r e u x p a t i e n t n ' a v a i t pas m ê m e la p e r m i s ­ sion d e d o n n e r le m o i n d r e s i g n e d e d o u l e u r ; il se retirait d a n s sa c a b a n e » et g a g n a i t son h a m a c , au h a u t d u q u e l l'on

suspendait

les fouets

qui

comme un

trophée

a v a i e n t servi à son

supplice. L o r s q u e tes six s e m a i n e s de c e t t e affreuse é p r e u v e é t a i e n t p a s s é e s , o n en

préparait une

autre capable

de

faire m o u r i r l ' E u r o p é e n le plus r o ­ b u s t e . On i n d i q u a i t u n j o u r fixe p o u r


LA GUYANE.

195

fa c é r é m o n i e , et tous les chefs de la c o n l r é e , qui avaient été c o n v o q u é s , arrivaieut parés de leurs plus r i c h e s o r n e m e n s . P a r v e n u s devant l ' h a b i t a tion de celui q u ' o n allait r e c e v o i r , ils se cachaient d e r r i è r e les a r b r e s ou les buissons d u v o i s i n a g e , et poussaient les plus horribles hurlements ; ils e n ­ traient ensuite dans la cabane , a y a n t nne flèche sur leur a r c , se saisissaient de l'aspirant d a n s son h a m a c qu'ils attachaient à d e u x a r b r e s , et

finis­

saient p a r le faire lever, m a l g r é l'état d e faiblesse où l'avait réduit un j e û n e r i g o u r e u x . Il fallait qu'il fût e n c o r e flagellé.

et c h a q u e capitaine lui d o n ­

nait un c o u p de fouet de toutes ses forces, avant qu'il se recouchât. Dès qu'il s'était mis dans son h a m a c , on amassait u n e q u a n t i t é d'herbes ayant


196

LA

GUYANE.

l ' o d e u r la p l u s v i o l e n t e et la p l u s d é ­ s a g r é a b l e : on ne t a r d a i t pas à les allu­ m e r , et il s e n t a i t la c h a l e u r ainsi q u e la fumée d ' u n e m a n i è r e si t e r r i b l e , q u e ses sens finissaient p a r l ' a b a n d o n ­ n e r ; on l u i d o n n a i t à b o i r e p o u r l e faire r e v e n i r ; on l ' e x h o r t a i t à m o n t r e r d u c o u r a g e , et on r e d o u b l a i t e n c o r e le feu. O n p e n s e q u ' i l n ' é t a i t g u è r e possible de le faire souffrir d a v a n t a g e ; m a i s n o u s allons laisser p a r l e r u n i n s ­ t a n t B i e t , e n c o n s e r v a n t ses e x p r e s ­ sions n a ï v e s , et l'on v e r r a q u ' i l n ' é t a i t q u ' à la m o i t i é d e ses t o u r m e n s . « P e n ­ dant

que

ce

pauvre

misérable

est

d a n s ses s o u f f r a n c e s , les a u t r e s b o i ­ v e n t et m a n g e n t

c o m m e des

ceaux , qui le v o y a n t

enfin

pour­

presque

m o r t , lui d o n n e n t un é t r a n g e r e m è d e p o u r le faire r e v e n i r à lui : ils lui font


LA GUYANE.

197

un collier et u n e c e i n t u r e de palmiste , qu'ils remplissent de grosses fourmis n o i r e s , d o n t la piqûre d ' u n e seule se fait sentir trois ou quatre h e u r e s : on lui m e t ce collier et cette c e i n t u r e , qui le font bientôt revenir à cause des cuisantes d o u l e u r s que cela lui fait souffrir ; il se lève , et q u a n d il est d e b o u t , on lui verse un canari plein de p a l i n o t , qui est une de leurs bois­ sons, s u r la t ê t e , au travers d'un m a naré ou crible du pays. Il se va laver aussitôt dans la plus p r o c h a i n e f o n ­ taine ou r i v i è r e , et étant r e n t r é dans la c a s e , il se r e m e t de rechef dans sa r e t r a i t e ; et afin q u e tous les enfans de la case et tous ceux qui en s o n t , se souviennent de cette c é r é m o n i e , on les fouette tous , sans é p a r g n e r m ê m e


198

LA

GUYANE.

les f e m m e s , si elles n e s'enfuient bien promptement. » Le récit de c e t t e é p r e u v e é t o n n e r a m o i n s , si l'on se r a p p e l l e les t o u r m e n s auxquels plusieurs

tribus du

Para­

g u a y se l i v r e n t v o l o n t a i r e m e n t m ê m e e n c o r e a u j o u r d ' h u i . A p r è s la c é r é m o ­ n i e d o n t o n v i e n t de lire le d é t a i l , le r é c i p i e n d a i r e n e s ' a b a n d o n n a i t pas à la joie c o m m e ses c o m p a g n o n s ; il r e ­ commençait un nouveau jeûne moins a u s t è r e à la v é r i t é q u e le p r e m i e r , mais pendant

l e q u e l il ne

pouvait

m a n g e r d ' a u t r e v i a n d e q u e celle des petits oiseaux q u ' u n

d e ses c o m p a ­

g n o n s avait soin de lui t u e r . Aussitôt q u e ce t e m p s d ' a b s t i n e n c e était p a s s é , il était p r o c l a m é c a p i t a i n e , et o n lui remettait un arc nouvellement fabri-


LA GUYANE.

199

qué, ainsi que des flèches et tout ce qui lui était nécessaire. Pour avoir un rang a u - d e s s u s , il fallait, selon Biet, posséder en toute propriété un canot, que l'on était obligé

de faire

soi-

m ê m e , ce qui était fort long et fort pénible. Tout ce que nous avons rapporté ne peut se comparer à ce que devait souffrir le malheureux sauvage aspi­ rant à être reçu parmi les piayes , que

l'on

considère encore de

nos

jours c o m m e étant les prêtres et les médecins

de la nation ;

mais qui

avaient alors une bien plus

grande

influence sur tous leurs compatriotes. Le jeune homme destiné à un emploi semblable entrait chez un ancien piaye, sous la surveillance duquel il restait quelquefois pendant dix années e n -


200

LA

GUYANE.

t i è r e s , ne p o u v a n t , dans a u c u n c a s , ê t r e reçu a v a n t v i n g t - c i n q ou

trente

ans. Q u a n d l ' é p o q u e de son admission était a r r i v é e , on lui faisait s u p p o r t e r un j e û n e bien plus austère q u e celui des chefs g u e r r i e r s ; car il ne p o u v a i t man­ g e r p e n d a n t u n e a n n é e q u e d u maïs bouilli ou de la cassave, ce qui le fai­ sait r e s s e m b l e r , au r a p p o r t de Biet, à un squelette n ' a y a n t q u e la p e a u é t e n d u e s u r les os. Au b o u t de ce t e m p s , les anciens p i a y e s s'assemblaient p o u r se renfermer

d a n s u n e cabane et i n s ­

t r u i r e le j e u n e aspirant. Là , au lieu d e lui faire s u b i r l ' é p r e u v e du fouet , on le forçait à d a n s e r j u s q u ' à ce qu'il t o m b â t d e lassitude : on lui

ajustait

des colliers garnis de grosses f o u r m i s , et on finissait p a r lui o u v r i r la b o u c h e p o u r lui e n t o n n e r un g r a n d vase de


LA GUYANE.

201

jus de t a b a c , qui lui faisait rendre le sang , et le mettait p o u r quelques jours dans l'état le plus épouvanta­ ble. C e n'était qu'après cette violente m é d e c i n e , à laquelle il ne survivait pas t o u j o u r s , qu'il était reçu piaye ; mais il fallait encore , p o u r remplir toutes les conditions , qu'il observât un j e û n e de trois ans. La p r e m i è r e année il mangeait du maïs et de la cassave; la s e c o n d e , on ajoutait quel­ ques crâbes à ces fades a l i m e n s ; la troisième, il lui était permis de goûter à quelques oiseaux. Biet, après avoir affirmé que rien au m o n d e ne peut leur faire r o m p r e cette dure abstinence, s'écrie : «Dans quel aveuglement sont ces pauvres infidèles ! voyez ce qu'ils souffrent en cette vie p o u r un h o n ­ neur vain ! Ce sont les vrais pénitens II.

18


202

LA

du d é m o n

GUYANE.

qui c o m m e n c e dès cette

vie à l e u r faire sentir les t o u r m e n s des enfers. Ces m i s é r a b l e s m é d e c i n s sont obligés de s'abstenir de t e m p s en t e m p s de certaines c h o s e s , et de b o i r e s o u v e n t cette

r u d e p o t i o n de

t a b a c : ils en b o i v e n t quelquefois a u ­ tant q u ' u n g r a n d i v r o g n e p e u t boire du vin. L e u r e s t o m a c sans d o u t e s'ac­ coutume

à cette sorte de boisson ,

puisqu'elle p e u t s u p p o r t e r . » Dans tous les c a s , et q u e l q u e soit le motif qui les g u i d a i t , on n'a j a m a i s vu les o r ­ dres les plus sévères infliger à leurs membres

des

p é n i t e n c e s aussi

ri­

g o u r e u s e s . Un c o u r a g e semblable ne p e u t se r e n c o n t r e r q u e chez un p e u p l e sauvage , tudes nables.

endurci

par

ses

à toutes les fatigues

habi­ imagi­


LA

GUYANE.

203

On sont que les épreuves auxquelles les chefs étaient obligés de se livrer, devaient les rendre capables de braver tous les genres de supplices, quand ils étaient fait prisonniers au milieu des combats : elles contribuaient probable­ m e n t aussi à leur faire regarder sans pitié les t o u r m e n s de ceux qu'ils sa­ crifiaient à leur vengeance. Quand les Galibis avaient décidé d'attaquer un village d'une nation différente, ils s'y dirigeaient en s e c r e t , l'environnaient de toute p a r t , y mettaient le f e u , et je­ taient de grands cris p o u r réveiller les malheureux habitans dont ils faisaient une horrible boucherie. Les prison­ niers étaient liés e t gardés soigneu­ s e m e n t , à l'exception des femmes et des enfans destinés presque toujours à


204

LA

GUYANE.

l'esclavage. « S'il y a q u e l q u e h o m m e blessé de leurs e n n e m i s , qu'ils aient p r i s , dit B i e t , ils lui font mille m a u x a v a n t qu'il m e u r e . S'ils voient q u e la m o r t les p r é v i e n d r a a v a n t q u e d ' a r r i ­ v e r chez e u x , au p r e m i e r lieu qu'ils m e t t e n t pied à t e r r e , ils les a t t a c h e n t à un a r b r e , et les t i r e n t au blanc a p r è s l e u r avoir a p p l i q u é des torches

de

feu. » Ces horribles p r é l i m i n a i r e s d e v a i e n t a p p r e n d r e à c e u x qui survivaient les t o u r m e n s qui l e u r étaient p r é p a r é s , et c e p e n d a n t ils m a r q u a i e n t la plus profonde indifférence

sur leur s o r t ,

et assistaient a u x festins de leurs e n ­ nemis j u s q u ' a u m o m e n t du sacrifice. L o r s q u e le j o u r du t r é p a s avait été fixé,

la p l u p a r t des h a b i t a n s du v o i -


LA GUYANE.

205

sinage étaient c o n v i é s , et l'on c o m ­ mençait à s'enivrer de vin de m a n i o c ; ce qui nécessairement devait e n c o r e disposer à la c r u a u t é . Lorsque tout le m o n d e était rassemblé , on a m e ­ nait le prisonnier

couvert des plus

riches o r n e m e n s ; on lui faisait t e n ­ dre les bras en c r o i x , et puis baisser la t ê t e , p o u r q u e celui a u q u e l i l a p p a r tenait p û t s'élancer sur son dos après avoir pris sa course. Dès que cette p r e m i è r e cérémonie était

achevée,

on faisait asseoir le patient sur un siége n o u v e l l e m e n t fabriqué , et les femmes sortaient du carbet p o u r lui faire e n d u r e r mille t o u r m e n s , en d a n ­ sant a u t o u r de lui avec des chants l u ­ g u b r e s , des p l e u r s et des cris é p o u ­ v a n t a b l e s : l'une lui donnait des coups de b â t o n s , l'autre des soufflets; t o u 18*


206

LA

GUYANE.

tes lui r e p r o c h a i e n t la m o r t de leurs c o m p a t r i o t e s , et il les excitait encore d a v a n t a g e p a r ses discours. L o r s q u e le p r e m i e r acte de cette c r u e l l e t r a g é d i e était a c h e v é , on ra­ m e n a i t le m a l h e u r e u x d a n s le carbet ; on p r é p a r a i t son h a m a c p o u r qu'il p û t se c o u c h e r , et p a r u n e b i z a r r e r i e q u ' o n n e p e u t g u è r e c o n c e v o i r , on lui p r o ­ diguait les n o m s de f r è r e , d ' a m i , de c o m p è r e en lui faisant des caresses et en lui p r é s e n t a n t

une

foule

de

m e t s du p a y s . Vers les trois h e u r e s on formait une g r a n d e ronde a u t o u r de l u i , et il était obligé de d a n s e r ; m a i s c o m m e les j e u n e s gens avaient eu soin de p r é p a r e r des m o r c e a u x de bois résineux qui b r û l e n t c o m m e un f l a m b e a u , ses t o u r m e n s ne tardaient pas à r e c o m m e n c e r

d'une

manière

terrible ; car on lui appliquait

ces


LA GUYANE.

207

torches ardentes sur le corps jusqu'à ce qu'il fût entièrement couvert d'am­ poules , et on finissait par lui coupel­ le nez ou d'autres parties q u ' o n faisait griller en sa présence pour les manger. Nous ne retraçons pas ici une foule d'autres h o r r e u r s qu'on ne peut lire sans é p r o u v e r un frémissement invo­ lontaire ; et nous nous contenterons de dire que le courage du

malheu­

reux prisonnier ne pouvait se compa­ rer qu'à ses souffrances , puisqu'il rappelait continuellement les ancien­ nes cérémonies où il avait agi c o m m e ses e n n e m i s . Nous avons rapporté ces détails

p o u r faire voir jusqu'à

quel degré peut aller le mépris de la vie chez les h o m m e s , quand l'honneur qu'il se sont créé y est intéressé. Plus féroces que le Tupinarnbas du Brésil, le


208

LA

GUYANE.

g u e r r i e r galibis n ' a c h e v a i t sa victime q u e q u a n d elle était à moitié p r i v é e de l'existence p a r tous les m a u x q u ' o n lui avait fait é p r o u v e r ; il en faisait aussi sécher u n e p a r t i e à la fumée p o u r le c o n s e r v e r p e n d a n t p l u s i e u r s m o i s . Il paraît q u ' à l ' é p o q u e où écrivait B i e t , il existait u n v i e u x chef n o m m é B i r a u m o n . q u e l'on appelait T a m o u s s i , ou le vieillard p a r e x c e l l e n c e , et q u i b l â m a i t ces festins b a r b a r e s : c e p e n ­ d a n t il n ' a v a i t p u d é t e r m i n e r ses c o m ­ patriotes à n e p o i n t s'y livrer ( 1 ) . On (1) Ils ont encore lieu, c o m m e nous l'avons déjà dit , probablement dans l'intérieur avec les cérémonies que nous avons indi­ quées ; mais sur le bord de la m e r , les mœurs ont éprouvé de grandes modifica­ tions : d'ailleurs les tribus n'y sont plus assez considérables pour faire ces grandes fêtes dont parle Biet.


LA GUYANE.

209

ne peut s'empêcher d'être étonné en considérant ces sauvages sous le r a p ­ port de la vie intérieure. Les q u e ­ relles étaient et sont encore

extrê­

m e m e n t rares p a r m i eux , et ils ne pouvaient concevoir la m a n i è r e dont se conduisaient la plupart des F r a n ­ çais qui venaient parmi eux. La l a n g u e de ces indigènes, sur la­ quelle nous n'avons rapporté que des détails g é n é r a u x dans le p r e m i e r v o ­ l u m e , présente quelques

particula­

rités que nos lecteurs seront p r o b a ­ blement satisfaits de c o n n a î t r e , et qui p r o u v r o n t que les p r e m i e r s naviga­ teurs ne d u r e n t point trouver de g r a n ­ des difficultés à la parler. Selon B i e t , on ne connaît dans le galibis que deux parties du discours ,

le n o m et le

verbe ; mais il faut ajouter, nous

en


210

LA

GUYANE.

s o m m e s c e r t a i n s , l ' a d v e r b e et le p r o ­ n o m : il existe n é c e s s a i r e m e n t d e u x sor­ tes de n o m , le substantif et l'adjectif. Ils n ' o n t q u ' u n g e n r e (le singulier) sans a u c u n cas , si l'on en e x c e p t e le v o ­ catif. Le m o t papo , t o u s , remplace êtres animés. d u ouacou, pouimé, coup,

qui v e u t dire

le pluriel p o u r les Ex.

Ils b o i v e n t t o u s

papo ouacou sineri.

servant à exprimer s'emploie

aussi

Tabeau­

pour

dési­

g n e r u n e g r a n d e m u l t i t u d e . Ils

ne

font u s a g e q u e d u v e r b e actif, qui ne se c o n j u g u e

ni p a r

t e m p s ni

par

m o d e s : ils n ' o n t q u e le p r é s e n t sans p l u r i e l . Selon n o t r e a u t e u r , le p r é s e n t n ' a q u ' u n e seule t e r m i n a i s o n ; et on r e c o n n a î t l'action des trois p e r s o n n e s p a r les p r o n o m s démonstratifs aou , amoré , mocé.


LA

GUYANE.

211

EXEMPLE.

J ' a i m e , aou ciponimé. Tu a i m e s , amoré Il a i m e , mocé

ciponimé.

ciponimé.

Le futur s'exprime par u n e p é r i ­ phrase : Abono

ciponimé

aboroné s i ­

gnifie , en quelque sorte, j ' a i m e tantôt. Nous pensons que le passé est dans le m ê m e cas. Il n'existe point de passif: p o u r dire je suis aimé , il faut dire , il aime moi , mocé ciponimé aou. On doit observer qu'un m ê m e mot p e u t souvent signifier plusieurs cho­ ses , et que selon la c o u t u m e de p l u ­ sieurs nations a m é r i c a i n e s , il existe quelques différences entre le langage des h o m m e s

et celui des

femmes.

Quant à la prononciation , il paraît que la dernière syllabe doit être p r o -


212

LA

GUYANE.

n o n c é e t r è s - l o n g u e . Biet n o u s a c o n ­ servé u n e espèce d e dialogue ,

qui

pouvait servir de guide aux p e r s o n n e s allant t r a i t e r p a r m i e u x . Nous c r o y o n s devoir l'offrir à nos l e c t e u r s , et l'on p o u r r a le c o m p a r e r à celui des T u p i n a m b a s , i n s é r é d a n s l ' o u v r a g e sur le B r é s i l , à la fin des n o t e s . Aussitôt q u ' u n n a v i r e était e n t r é d a n s le p o r t ,

il

tirait

trois

coups

d e canon ; les sauvages a r r i v a i e n t et c o n s i d é r a i e n t a v a n t t o u t à quelle n a ­ tion

il

a p p a r t e n a i t : s'ils

croyaient

n ' a v o i r r i e n à c r a i n d r e , on les voyait a r r i v e r d e tous côtés dans l e u r s p i ­ r o g u e s ; ils e n t r a i e n t dans la c h a m ­ b r e de p o u p e ; le c a p i t a i n e l e u r p r é ­ sentait à b o i r e de l ' e a u - d e - v i e , et la conversation

s'engageait

m e n t en ces t e r m e s :

ordinaire­


LA LE

Etébogué

GUYANE.

213

GALIBI.

orebo noboüi ? Q u ' e s - t u

venu faire ici ? L'ÉTRANGER.

Aou amoré cené nobouï. J e te suis venu voir. LE GALIBI.

Otonomé ? Pourquoi ? L'ÉTRANGER.

Galibi Banaré Francici. bis sont amis

Les Gali-

des Français.

Galibi

iroupa. Les Galibis sont bons. LE CAPITAINE prenant

la

parole.

Amoré brandevin sineri icé ? Veuxtu boire de l'eau-de-vie ? LE GALIBI.

Terré

aou icé. O u i , je veux boire. LE CAPITAINE.

Aou cibegati acado amoré. J e veux acheter des lits de coton. II.

19


214

GUYANE. LE GALIBI.

Aou coropo noboüi aconomé

baba;

aou ménéboui amoré tapouimé. J e v i e n ­ drai demain avec m o n p è r e ; j e t'en apporterai b e a u c o u p . L'ÉTRANGER.

Aou ménéboüi corotogo

,

couchari,

ananaï. A p p o r t e - m o i des poules , du c e r f , des ananas. LE GALIBI.

Mocé

ménéboui

amoré ,

ou

bien

mocé cayé. Celui-là t'en a p p o r t e r a . L'ÉTRANGER.

Etété mocé, ou ini ? C o m m e n t s'ap­ pelle cela ? LE GALIBI.

Etété

couchari,

corotogo.

L'ÉTRANGER.

Etébétémé

moncé?

tu vendre cela ?

Combien veux-


LA GUYANE.

215

LE GALIBI.

Maia , un couteau. Maceta , une serpe. L'ÉTRANGER.

Amombé amoré. Tu es chiche et vi­ lain. LE GALIBI.

Ouacé aou amombé oüa. J e ne suis point vilain. L'ÉTRANGER.

Indian

aou segatiti

amoré

yetombé.

Les Indiens m ' o n t dit que tu étais malade. LE GALIBI.

Aou yetombé

oüa.

On pourrait ajouter à ce dialogue plusieurs phrases plus considérables prises dans le vocabulaire de Biet ;


216

LA GUYANE.

mais nous pensons que nous en avons d o n n é suffisamment p o u r justifier ce qui a été dit de la d o u c e u r et de l'har­ m o n i e du langage des Galibis.


LA

GUYANE.

217

SYNNAMARY.

COMME n o u s p e n s o n s que beaucoup de lecteurs désireront avoir sur ce district quelques détails plus circons­ tanciés que ceux que nous avons d o n ­ nés dans le cours du p r e m i e r v o l u m e , n o u s nous empressons de réunir ici ceux qui nous ont paru devoir leur être offerts. L e canton désigné sont le nom de S y n n a m a r y , se compose en grande partie d'une vaste savanne et n'est q u ' à deux milles des bords de la mer. Un fleuve peu considérable, et dont la navigation se trouve interrompue 19*


218

LA

GUYANE.

par huit passages différens, le traverse dans sa totalité : on lui voit prendre naissance par les 5 5 ° 24' de longi­ tude, et il se perd dans l'océan à 2 3 lieues nord-ouest de C a y e n n e , après un trajet de trente lieues. La pêche de la. tortue

y

formait

autrefois,

une branche assez importante d'in­ dustrie , et il faut probablement attri­ buer à l'insalubrité du climat le peu d'établissemens

qui se sont formés

vers ces passages. Il y a vingt ans en effet qu'on ne comptait que douze ou quinze huttes très-mal construites, et servant d'abri à un très-petit nom­ bre de créoles, dont la figure attestait suffisamment la misère. Ce v i l l a g e , qui a, dit-on, acquis un faible accrois­ sement, se trouve défendu par un fort qu'on découvre en sortant des bois à


LA GUYANE.

219

une portée de fusil : il est construit en m a d r i e r s , et forme un carré de cent toises environ , flanqué de

quatre

b a s t i o n s ; un large fossé l'entoure et l'isole entièrement , parce qu'on est p a r v e n u à y introduire les eaux de la rivière. C'est le l o n g de la courtine o p p o s é e à celle du côté du Synpamary que se t r o u v e la Chapelle : on avait construit auprès sous lequel

u n vaste

étaient

hangard

disposées

mauvaises cases destinée»

huit

à servir

de prison aux criminels ou aux n è ­ gres m a r r o n s ; elles se trouvaient peu éloignées des magasins à v i v r e s , du corps-de-garde et d'autres bâtimens situés également dans l'enceinte des fortifications. Ce fut dans ce triste lieu qu'on vit


220

LA

GUYANE.

arriver le 23 n o v e m b r e

1797

plu­

sieurs proscrits ( 1 ) : ils précédaient le grand n o m b r e de m a l h e u r e u x qui de­ vaient q u e l q u e t e m p s après venir les joindre. N o u s n ' e x a m i n e r o n s pas ici les causes de leur e x i l , p o u r nous o c ­ cuper tout entiers de leur souffrances et de ce qu'ils d u r e n t é p r o u v e r

en

quittant leur p a t r i e , sans savoir quelle était la c o n t r é e qu'ils allaient d o r é n a ­ v a n t habiter. Victimes des révolutions et souvent de leur c o u r a g e , les h o m ­ m e s les p l u s d u r s n'auraient p u se refuser à l e u r accorder q u e l q u e c o m (1) Barbé-Marbois, Tronçon-Ducoudray, Barthélémy , Lafond , Murinais , Letellier, Pichegru, W i l l o t , Larue , Aubry, d'Ossonv i l l e , R a m e l , Bourdon , Rovère, Brothier, Lavilleheurnois.


LA GUYANE.

221

p a s s i o n , s'ils avaient pu connaître la moindre partie des m a u x qu'ils étaient destinés à souffrir. Dépouillés des emplois les plus imp o r t a n s , t o m b é s de l'opulence dans la plus grande d é t r e s s e , plusieurs de ces infortunés auraient p e u t - ê t r e suc­ combé

avant q u e

d'arriver à leur

triste destination , si des cœurs g é n é ­ r e u x n'avaient adouci leur sort par u n d é v o u e m e n t dont il existe bien peu d'exemples. P a r m i tous les traits h o ­ norables qui p e u v e n t illustrer la m a l ­ heureuse circonstance que nous r a p ­ pelons , il en est un que nous ne p o u ­ vons omettre. Le directeur B a r t h é ­ lemy était déjà m o n t é dans la voiture qui devait

le conduire au lieu de

l ' e m b a r q u e m e n t , lorsque son domes­ t i q u e , n o m m é Letellier, accourut en


222

LA

GUYANE.

montrant un ordre du directoire qui lui

permettait

d'accompagner

son

maître. En vain lui représente-t-on les dangers auxquels il va s'exposer, les souffrances

qui

l'attendent ;

il

reste inébranlable dans sa noble r é ­ solution , et se regarde c o m m e trop heureux de partager le sort de son maître dans l'adversité. Il se précipite à ses g e n o u x , lui réitère toutes les preuves du plus vrai d é v o u e m e n t , et se consacre

dès lors à adoucir les

m a u x d'un infortuné vieillard, qui le n o m m e à juste titre le meilleur des amis.

Ce fidèle s e r v i t e u r ,

que

les

déportés regardent avec attendrissesernent, devient leur compagnon et ne cesse point dans la suite de leur donner l'exemple continuel du c o u ­ rage uni à la bonté.


LA GUYANE.

223

Si nous nous transportons avec les exilés sur le bâtiment qui doit les con­ duire dans le nouveau m o n d e , nous les verrons, avant le commencement de leur pénible voyage, craindre con­ tinuellement que l'océan ne devienne leur tombeau, et faire des vœux pour que le supplice de l'incertitude ne dure pas plus long-temps. Entassés à la fin dans un entrepont infect, et même dans le cachot de la fosse aux lions, où ils ne reçoivent pour toute nourriture qu'un biscuit rongé par les vers et que des pois cuits dans l'eau de la manière la plus dégoûtante , ils finissent par soupçonner quel sera le lieu de leur déportation : mais c'est pour sentir avec plus de force combien doit être encore long le temps qui leur reste à souffrir. Donner le récit d'un


224

LA

GUYANE.

semblable v o y a g e , ce serait se d é c i ­ der à ne r a p p o r t e r q u e des faits p l u s odieux les u n s q u e les autres : il f a u ­ drait faire v o i r c o n t i n u e l l e m e n t ces h o m m e s m a n q u a n t des p l u s grossiers alimens , é p r o u v e r les angoisses de la f a i m , de b r u t a l s m a t e l o t s

insultant

au m a l h e u r , des chefs e n c o u r a g e a n t l e u r insolence. Les t r a i t s

d'humanité

q u e n o u s p o u r r i o n s citer quelquefois n'adouciraient

que

bien

cette triste p e i n t u r e ,

faiblement

et serviraient

p l u t ô t à faire r e s s o r t i r , sous des c o u ­ leurs plus o d i e u s e s , ce q u i se passait à b o r d de la

Vaillante.

C i n q u a n t e j o u r s s'étaient déjà é c o u ­ lés depuis son d é p a r t de la F r a n c e , q u a n d l'on a p e r ç u t la t e r r e : on d é b a r ­ q u a . Un faible r a y o n d ' e s p é r a n c e était e n t r é dans le

c œ u r des d é p o r t é s ,


LA GUYANE.

225

mais il ne tarda pas néanmoins à se dissiper. Au bout de quelque temps de séjour à C a y e n n e , on leur signifia qu'il fallait partir pour le désert de Synnamary. L à , ils furent logés dans la misérable habitation

dont

nous

avons déjà parlé. « Notre

première

o c c u p a t i o n , dit R a m e l , fut

de n e t ­

toyer nos cases ; elles étaient remplies d'insectes venimeux qui les rendaient inhabitables, et pourtant nous n ' a ­ vions pas d'autre abri : aucun autre Européen n'avait peut-être avant nous subi le supplice d'être jeté dans ces climats, dans un tel repaire; d'être li­ vré c o m m e une pâture aux scorpions, aux mille-pattes, aux mosquites, aux maringouins et plusieurs autres espèces aussi nombreuses que dangereuses et dégoûtantes. » Ces malheureux ne se II.

20


226

LA

GUYANE.

t r o u v a i e n t pas m ê m e à l'abri des serp e n s q u i p a r v e n a i e n t à se g l i s s e r d a n s leur lit, et étaient quelquefois r e m a r ­ quables par leur grosseur. Privés de s o m m e i l , p l o n g é s d a n s la p l u s p r o ­ fonde tristesse, m a n q u a n t des choses les p l u s n é c e s s a i r e s à la v i e , ils fu­ r e n t b i e n t ô t c o u v e r t s d e p u s t u l e s et d e b o u t o n s , q u i l e u r faisaient e n d u r e r à chaque instant de n o u v e a u x s u p ­ plices. P o u r c o m b l e d e m a l h e u r , les n o u ­ veaux habitans de S y n n a m a r y ne pro­ fessaient p o i n t les m ê m e s p o l i t i q u e s , et d e f r é q u e n t e s

principes discus­

sions i n t e r r o m p a i e n t quelquefois leur m o n o t o n e e x i s t e n c e ; m a i s ils se r é u ­ n i r e n t t o u s c e p e n d a n t p o u r p l e u r e r le vénérable général Murinais,

qui

ne

t a r d a p a s à s u c c o m b e r s o u s le p o i d s


LA GUYANE.

227

des fatigues et de l'âge. Des h o m m e s qui avaient toujours mené dans leur patrie une vie e x t r ê m e m e n t active ne pouvaient cependant point se livrer l o n g - t e m p s au r e p o s , et la plupart d'entre eux se créèrent des o c c u p a ­ tions. M. B a r b é - Marbois d o n t , au rapport de R a m e l , la sérénité

d'âme

semblait se proportionner sans efforts à la multiplicité de tant d'infortunes , lisait b e a u c o u p , travaillait à des c h o ­ ses utiles, et fabriquait l u i - m ê m e les meubles qui lui étaient nécessaires : ses loisirs étaient consacrés aux plai­ sirs de ceux qui l'entouraient, et il faisait souvent danser les noirs , qui l'aimaient et le respectaient b e a u c o u p . Tronçon-Ducoudray écrivait des m é ­ moires , et travaillait avec u n e telle a r ­ deur qu'il ne prenait aucune distrac-


228

LA

GUYANE.

t i o n . « B a r t h é l é m y , dit l ' a u t e u r d o n t nous empruntons

ces détails , avait

u n e vie i n t é r i e u r e , u n e force que

son

calme

extérieur

d'âme

laissait à

p e i n e p r é s u m e r , et q u i se d é v e l o p ­ p a i t a v e c é n e r g i e d a n s t o u t e s les c i r ­ c o n s t a n c e s . » Il s ' é t a i t , à c e q u ' i l p a ­ r a î t , c h a r g é d e d é t r u i r e les i n s e c t e s d o n t on é t a i t t o u r m e n t é , e t s o n fidèle s e r v i t e u r l'aidait d a n s c e t t e o c c u p a ­ t i o n . Les a u t r e s d é p o r t é s , d o n t il s e ­ r a i t t r o p l o n g d ' i n d i q u e r les t r a v a u x , en avaient adopté d'analogues à leur g o û t et à l e u r c a r a c t è r e . Q u e l q u e s - u n s d e ces eompagnons pas

d'infortune

supporter

bien

malheureux ne

purent

long-temps

le

g e n r e d e vie a u q u e l o n les a v a i t c o n ­ d a m n é s : en voyant m o u r i r quelquesu n s d e l e u r s a m i s , le d é s e s p o i r s ' e m -


LA GUYANE.

229

para de leur â m e , et tous les moyens d'évasion leur parurent praticables. Ils se promenaient sur les r e m p a r t s , et considéraient souvent une petite pi­ rogue destinée à transporter à la r e ­ doute la garde m o n t a n t e et à r a m e n e r l'ancienne : ils finirent par s'accoutu­ m e r à l'idée qu'elle pouvait les con­ duire dans les possessions hollandaises; quoiqu'ils fussent privés d'un p i l o t e , d'une boussole et des vivres néces­ saires p o u r entreprendre la traver­ sée , ils avaient résolu de s'en e m p a ­ r e r , lorsqu'un capitaine de corsaire a m é r i c a i n , n o m m é T i l l y , fut envoyé c o m m e prisonnier au milieu d ' e u x , et leur apprit que son unique désir, en venant dans ces p a r a g e s , avait été de leur être utile. Il voulut en m ê m e temps les dissuader de s ' e m b a r q u e r 20*


230 sur

LA le

frêle

GUYANE. esquif

qu'ils

avaient

choisi ; m a i s en v o y a n t q u e ces

ins­

t a n c e s é t a i e n t i n u t i l e s , il se d é c i d a à les a c c o m p a g n e r a v e c son p i l o t e . Déjà l'on s'était p r o c u r é des p a s s e - p o r t s à C a y e n n e , déjà l'on se p r é p a r a i t

à

q u i t t e r S y n n a m a r y et des c o m p a g n o n s d'infortunes qui préféraient devoir à la

j u s t i c e de la p a t r i e l e u r

liberté

i n j u s t e m e n t ravie, q u a n d le b r a v e c a ­ p i t a i n e a m é r i c a i n est a p p e l é d a n s la capitale d e

la c o l o n i e .

L'intrépide

B a r r i k , son pilote doit le s u i v r e ; m a i s il a j u r é d e s a u v e r les d é p o r t é s , et aucun danger n'est capable d'arrêter son c o u r a g e : il se c a c h e dan? les bois p o u r a t t e n d r e un m o m e n t

favorable

q u i doit se p r é s e n t e r le l e n d e m a i n ; et d a n s l'affreuse solitude q u ' i l a c h o i s i e , il n e p e u t se d é f e n d r e des s e r p e n s et


LA GUYANE,

231

des crocodiles, qu'en demeurant pen­ dant trente-six heures monté sur un arbre où il entend les rugissemens des jaguars. Il n'en est pas moins exact à se rendre au lieu désigné ; et ses amis, après avoir évité mille obsta­ c l e s , le trouvent près de la frêle e m ­ barcation

qui

doit les

transporter

dans la colonie hollandaise, et qu'il conduit bientôt au milieu des flots de l'océan. Nous n'essayerons ici de peindre la voyageurs ,

et

pas

situation de ces

tous

les

dangers

qu'ils eurent à courir ; il suffira de se les représenter privés de boussole , n'ayant pas m ê m e de biscuit ni d'eau fraîche, et ne possédant pour ranimer leurs forces que deux bouteilles de rhum apportées par le brave Letellier. Trois jours s'étaient déjà é c o u l é s , et


232

LA G U Y A N E .

ils n ' a v a i e n t p o i n t e n c o r e d i s t i n g u é les côtes de la colonie h o l l a n d a i s e , l o r s ­ q u ' u n c a l m e plat les s u r p r i t . « Une faim cruelle n o u s t o u r m e n t a i t , dit l ' a u t e u r d e la relation : n o u s n ' a v i o n s

rien

m a n g é d e p u i s trois j o u r s ; n o u s é t i o n s d e s s é c h é s p a r le s o l e i l , d o n t l ' a r d e u r n'était plus t e m p é r é e par

la b r i s e .

N ' é t a n t plus distraits p a r le m o u v e ­ m e n t , ni s o u t e n u s p a r l'espoir p r o ­ chain d ' a t t e i n d r e le t e r m e p r o c h a i n d e n o t r e fatigante n a v i g a t i o n , n o u s v î ­ m e s t o u t e l ' h o r r e u r de n o t r e s i t u a t i o n ; nous cherchions à relever n o t r e cou­ r a g e : n o u s n ' a v i o n s p l u s rien à a t t e n ­ d r e des secours h u m a i n s , p l u s rien d e nos efforts t r o m p é s p a r les é l é m e n s . » L e s u r l e n d e m a i n ils avaient déjà fait q u e l q u e c h e m i n , et le c a n o n d u fort O r a n g e les avait

empêchés


LA G U Y A N E .

233

de p r e n d r e t e r r e , lorsqu'ils v i r e n t s'é­ lever p e n d a n t la nuit u n violent o r a g e , qui les p o u s s a sur u n e plage i n c o n n u e , où

ils d é b a r q u è r e n t ,

après

avoir

essuyé m i l l e d a n g e r s . D ' a u t r e s t o u r m e n s les a t t e n d a i e n t encore d a n s ce désert : continuellement mouillés par des t o r r e n s de p l u i e , ils t r a v a i l l è r e n t t o u t e la n u i t à r e t e n i r leur p i r o g u e , q u e les flots étaient p r ê t s à e m p o r t e r . Au point d u jour le ciel était d e v e n u s e r e i n ; m a i s le v e n t soufflait

encore

avec f u r i e , et ce n e fut q u ' a p r è s avoir allumé un peu de feu, qu'ils c o m ­ mencèrent à goûter quelque repos. P e n d a n t ces instans terribles ,

le

zèle d u b o n Letellier n e se ralentit pas u n seul instant : il oubliait ses

pro­

p r e s souffrances p o u r ne s o n g e r q u ' à celles de son m a î t r e . L e hasard a m è n e


234

LA

GUYANE.

enfin d a n s cet e n d r o i t q u e l q u e s s o l ­ dats

allemands

d e la

garnison

de

M o n t e K r i c q ; d e u x des n a u f r a g é s les s u i v e n t , se font p a s s e r p o u r des m a r ­ c h a n d s é c h a p p é s à l ' o r a g e , et r e v i e n ­ n e n t b i e n t ô t vers l e u r s

compagnons

a v e c des secours d o n t ils a v a i e n t u n si p r e s s a n t besoin. A p r è s d i v e r s e s

cir­

c o n s t a n c e s inutiles à r a p p o r t e r ici , les

déportés

parviennent à

Para­

m a r i b o , où ils r e ç o i v e n t d u g o u v e r ­ n e u r l'accueil le p l u s t o u c h a n t ;

et

ils p a s s e n t d e là à B e r b i c e p o u r se r e n d r e en A n g l e t e r r e , a p r è s avoir r é ­ compensé l'intrépide Barrik

comme

il le m é r i t a i t . S é p a r é s d e B a r t h é l e m y et d e s o n fidèle s e r v i t e u r q u i a v a i e n t préféré

rester

à

Surinam

pendant

q u e l q u e s t e m p s , les six a u t r e s c o m ­ pagnons

d'infortune

ont

bientôt

à


LA G U Y A N E . pleurer

la m o r t

compagnons , fièvre

235

d e d e u x de

qui

expirent

leurs de

la

j a u n e c o m m e on allait p a r t i r

p o u r l ' E u r o p e . Les a u t r e s a r r i v e n t à L o n d r e s et j o u i s s e n t d u b o n h e u r de v o i r le b r a v e c a p i t a i n e Tilly, a u q u e l ils d o i v e n t l e u r salut. Après cette é v a s i o n , les d é s e r t s d e S y n n a m a r y n e t a r d è r e n t p o i n t à se repeupler

de

nouveaux

déportés ;

m a i s bien p e u d ' e n t r e e u x s u i v i r e n t l ' e x e m p l e d e l e u r s p r é d é c e s s e u r s , et il n ' y en e u t , c o m m e l'on s a i t , q u ' u n petit n o m b r e q u i r e v i n r e n t

en E u ­

r o p e , l o r s q u e le g o u v e r n e m e n t les y rappela.

FIN DU SECOND ET DERNIER VOLUME.


TABLE

DES MATIÈRES DU SECOND ET DERNIER VOLUME. Pag. CHAP.

I.

maribo.

Guyane hollandaise. Ses

Para­

édifices. Manière de

vivre des habitans. C H A P .

II.

1

Agriculture.

Manière

de

traiter les esclaves.

12

55

CHAP.

I I I . Nègres révoltés.

C H A P .

IV.

C H A P .

V.

C H A P .

V I . E s s é q u é b o . Indigènes

Indigènes de Surinam.

75

85

Démérary. de

c e t t e colonie. CHAP.

VIII. Berbice.

Ses ressources.

107 Sa

fondation. 120


TABLE DES

237

MATIÈRES.

Pag. CHAP. I X . Guyane

espagnole.

L'El-

dorado. Les Waraons.

141

APPENDICE. Détails de quelques céré­ monies

usitées autrefois

chez

les

Galibis.

191

SINNAMARY.

237

Fin de. la

Table.

I М Р R I М Е R I Е

II.

D E

D'HAUTEL.

21


La Guyane, ou histoire, mœurs, usages et costumes. Tome premier  
La Guyane, ou histoire, mœurs, usages et costumes. Tome premier  

Auteur : Denis M. Ferdinand / Ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation Université des Ant...

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