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4 1 . Prix : 1 fr\ 20. Belgique : 1 fr. 50. 0

FASCICULE N

Et il se leva pour donner Conseiller G. I .

une chaise au (Page 1 2 2 2 ) . LIVRAISON 1 6 1 .

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CHAPITRE

DANS

LES

CLXXX.

FILETS

L e colonel E s t e r h a z y c o n t i n u a i t de p a s s e r la p l u p a r t de ses n u i t s d a n s de m a u v a i s lieux, m a i s m a i n t e n a n t , ce n ' é t a i t p l u s t a n t p o u r se d i v e r t i r que p o u r é c h a p p e r a u x a s s a u t s de ses créanciers qui le h a r c e l a i e n t p l u s i m p i t o y a b l e m e n t que j a m a i s et qui, dès les p r e m i è r e s h e u r e s d u m a t i n , v e n a i e n t carillonner à sa p o r t e . N é a n m o i n s , j u s q u ' a l o r s , il n e lui était, en somme, r i e n a r r i v é de bien t e r r i b l e . T a n t bien que mal, il s ' a r r a n g e a i t et c o n t i n u a i t de d é p e n s e r l ' a r g e n t à pleines m a i n s . I l a v a i t d ' a i l l e u r s r é u s s i à faire p a y e r quelquesu n e s de ses d e t t e s p a r son b e a u - p è r e , m a i s cela n ' é t a i t q u ' u n e g o u t t e d ' e a u d a n s l'océan. E n outre, a u M i n i s t è r e de la G u e r r e , le sol commençait à s'effondrer sous ses pieds P o u r des r a i s o n s que n o u s avons déjà exposées, le g é n é r a l Boisdeffre r é p u g n a i t à l ' i n c u l p e r de t r a h i s o n , m a i s on allait probablem e n t le p r i e r , u n j o u r ou l ' a u t r e de r e n o n c e r à son g r a d e de colonel et de q u i t t e r l ' a r m é e . Si cela a r r i v a i t , il allait se t r o u v e r d a n s u n e s i t u a t i o n i n t e n a b l e , p a r c e q u ' i l ne s e r a i t p l u s , alors, en m e s u r e de se p r o c u r e r des copies de d o c u m e n t s secrets p o u r les ven* dre à l ' a t t a c h é militaire allemand, ce qui constituait sa

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— 1284 — p r i n c i p a l e source de r e v e n u s . D e plus, il était bien p e u v r a i s e m b l a b l e qu'il t r o u v e r a i t encore des gens disposés à lui faire crédit ou à lui a v a n c e r de l ' a r g e n t a p r è s q u ' i l a u r a i t été expulsé de l ' a r m é e . Ces p e n s é e s le h a n t a i e n t p e r p é t u e l l e m e n t et ne lui laissaient p l u s u n e m i n u t e de t r a n q u i l l i t é . De plus, à force de m e n e r u n e vie t e l l e m e n t déréglé, sa s a n t é s'était complètement perdue. U n m a t i n où, p a r exception, il se t r o u v a i t chez lui, il e n t e n d i t que l'on s o n n a i t à la p o r t e d ' e n t r é e de l ' a p p a r t e m e n t . L e domestique é t a i t sur le p o i n t d'aller o u v r i r , m a i s le t r a î t r e le r e t i n t en c h u c h o t t a n t : — Ce doit s û r e m e n t ê t r e encore u n de ces m a u d i t s c r é a n c i e r s !... N ' o u v r e z pas... E t ne faites p a s de b r u i t , surtout... Comme ça, il p e n s e r a qu'il n ' y a p e r s o n n e à la m a i s o n et il s'en ira Mais, cette fois, il se t r o m p a i t , car le visiteur, bien loin de s'en aller, se m i t à sonner de p l u s en p l u s ' f o r t et à d o n n e r de g r a n d s coups de p o i n g s u r la p o r t e , si bien que quelques voisins, i n t r i g u é s p a r t o u t ce v a c a r m e sortir e n t s u r le p a l i e r p o u r voir ce qui se p a s s a i t . E x a s p é r é , le colonel se leva d ' u n b o n d d u fauteuil d a n s lequel il était assis et alla o u v r i r lui-même. — E s t - c e que v o u s êtes fou 1 rugit-il, a v a n t m ê m e d ' a v o i r v u qui était le v i s i t e u r . Qu'est-ce que c'est que ces manières-la ? — I l f a u t croire que ce ne sont p a s de si m a u v a i s e s m a n i è r e s , M o n s i e u r le colonel, r é p o n d i t l ' a u t r e , p u i s q u e j ' a i finalement r é u s s i à m e f a i r e ouvrir ! — E t a p r è s >.... Qu'est-ce que vous voulez % ' — J e veux être payé — J e n ' a i pas d ' a r g e n t a vous d o n n e r E s t e r h a z y -était déjà sur le point de r e f e r m e r la p o r t e , m a i s l ' a u d a c i e u x créancier a v a n ç a p r e s t e m e n t son p i e d et l'en empêcha.

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— 1285 — E s t e r h a z y ' devînt r o u g e de colère. — Fichez le c a m p ! cria-t'il. J e vous dis que j e n ' a i pas d'argent ! M a i s l ' h o m m e le r e p o u s s a délibérément et p é n é t r a dans l'anti-chambre. — M o n s i e u r le colonel, dit-il d ' u n t o n ferme et décidé, j e vous a p p o r t e la n o t e p o u r les uniformes et les costumes civils que je vous ai faits Si vous ne pouvez m e p a y e r le t o u t a u j o u r d ' h u i , j ' e x i g e t o u t a u m o i n s que vous m e donniez u n a c o m p t e , car j ' a i a p p r i s que v o u s avez c o m m a n d é v o t r e u n i f o r m e chez u n de mes concurrents — C'est de v o t r e f a u t e P u i s q u e vous ne vouliez p l u s m e faire crédit, il fallait bien que je m ' a d r e s s e ailleurs ! — J e n ' a i p a s envie de p l a i s a n t e r , M o n s i e u r le colonel... Voila t r o i s semaines que j e viens ici t o u s les j o u r s sans p o u v o i r vous trouver... Cette fois, j e suis bien décidé à ne p a s m ' e n aller a v a n t d'avoir r e ç u de l ' a r g e n t — J e ne p e u x q u a n d m ê m e p a s vous d o n n e r ce que j e n ' a i p a s ! s'exclama E s t e r h a z y en l e v a n t les b r a s a u ciel. Ayez encore u n p e u de patience... J e dois b i e n t ô t . t o u c h e r u n e somme i m p o r t a n t e et j e p o u r r a i vous p a y e r v o t r e n o t e j u s q u ' a u d e r n i e r centime V o u s m ' a v e z r a c o n t é t r o p souvent la m ê m e histoire, M o n s i e u r le colonel... Si v r a i m e n t vous n ' a v e z p a s d ' a r g e n t ici, j e v e u x bien vous accorder encore im délai de quelques h e u r e s , m a i s p a s d a v a n t a g e Si vous ne m e payez p a s ce soir, je p o r t e r a i p l a i n t e contre vous a u x a u torités militaires E t , s a n s a t t e n d r e la r é p o n s e du misérable, le tailleur fit demi t o u r et s'en fut. E s t e r h a z y a u r a i t voulu le r e t e n i r et il le suivit d a n s l'escalier p o u r lui d e m a n d e r d ' a t t e n d r e encore u n e ou deux semaines^ mais l ' a u t r e ne daigna p a s lui r é p o n d r e .

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1286 —

Atterré, le t r a î t r e r e n t r a d a n s l ' a p p a r t e m e n t et s'assit devaiît la table où le domestique v e n a i t de lui servir son déjeuner. Mais il n e p u t p o u r ainsi dire p a s avaler u n e bouchée. F i n a l e m e n t , il r e j e t a sa s e r v i e t t e et se laissa de nouv e a u t o m b e r d a n s u n fauteuil. I l y r e s t a p e n d a n t a u m o i n s d e u x heures, plongé d a n s u n e espèce de p r o s t r a tion, puis, comme m û p a r u n ressort, il se leva b r u s q u e m e n t , s'habilla et sortit. , E n c o r e u n e fois, il se dirigea v e r s le q u a r t i e r où dem e u r a i t son beau-père, ainsi que sa femme et ses d e u x e n f a n t s qu'il n ' a v a i t p a s v u s d e p u i s u n t e m p s infini. Il m a r c h a i t l e n t e m e n t , le dos courbé, se d i s a n t que ça allait être bien désagréable de devoir e n t r e r encore u n e fois d a n s cette m a i s o n avec la m i n e d ' u n p ê c h e u r repenti. Ce serait sans doute u n e scène de t o u s les diables !... L e b e a u - p è r e allait p r o b a b l e m e n t lui j e t e r à la figure t o u t e espèce de reproches a u x q u e l s il ne p o u r r a i t m ê m e pas répondre. Cette d é m a r c h e lui p a r a i s s a i t tellement humiliante, que, q u a n d il fut p a r v e n u à quelques p a s de la maison, il fut presque s u r le p o i n t de r e v e n i r sur ses p a s . Mais le h a s a r d v i n t à son secours. L'hôtel p a r t i c u l i e r était e n t o u r é d ' u n assez g r a n d j a r d i n dont u n côté était clos p a r u n e grille et les d e u x e n f a n t s d ' E s t e r h â z y étaient j u s t e m e n t en t r a i n de j o u e r d a n s ce j a r d i n q u a n d il passa s u r le t r o t t o i r d'en face. I l s le v i r e n t i m m é d i a t e m e n t et, c o n t r a i r e m e n t à ce qu'il a u r a i t cru, ils le r e c o n n u r e n t s a n s la m o i n d r e hésitation. S'accrochant de leurs petites m a i n s a u x b a r r e a u x de la grille, ils se m i r e n t à crier de t o u t e leur voix : — P a p a !... P a p a !... B o n j o u r p a p a ! Le t r a î t r e s ' a p p r o c h a et e n t r a d a n s le j a r d i n .


— 1287 — Aussitôt, les deux b a m b i n s se j e t è r e n t à son cou et se m i r e n t à l ' e m b r a s s e r avec frénésie. — H e u r e u s e m e n t que t u es r e v e n u ! lui dit le p e t i t garçon. Nous t ' a t t e n d i o n s d e p u i s si l o n g t e m p s ! — Oui, a j o u t a la p e t i t e fille. E t m a m a n p l e u r e t o u t le t e m p s !.... M a i s m a i n t e n a n t que t u es revenu, elle v a sûrement guérir — C o m m e n t % d e m a n d a le misérable, t o u t étonné. Est-ce que m a m a n est m a l a d e % — Oui... I l y a déjà l o n g t e m p s qu'elle ne se lève p l u s de son lit et g r a n d - p è r e n o u s dit t o u j o u r s que n o u s n e devons p a s faire de b r u i t p o u r n e p a s la d é r a n g e r L e médecin v i e n t t o u s les jours.... E s t e r h a z y eut la sensation que quelque chose lui serr a i t le cœur. I l c o m p r e n a i t bien que c ' é t a i t de chagrin, à" cause de lui, que sa femme é t a i t t o m b é e m a l a d e . A u t a n t que cela é t a i t compatible avec son m é p r i s a b l e c a r a c t è r e , il n ' a v a i t p a s t r o p m a u v a i s cœur et il r e g r e t t a i t v r a i m e n t que son épouse souffre à cause de lui. Mais, en m ê m e t e m p s , l'incroyable bassesse, de son â m e lui d o n n a i t à p e n s e r q u ' a p r è s t o u t , cela v a l a i t p e u t ê t r e encore m i e u x ainsi, p a r c e q u e son b e a u - p è r e allait ê t r e obligé de le t r a i t e r avec quelque m é n a g e m e n t p o u r ne p a s faire de c h a g r i n à sa fille m a l a d e ! — V e u x - t u que je t e conduise a u p r è s de m a m a n ? lui d e m a n d a la p e t i t e fille. Elle v a ê t r e bien contente de te voir ! • L e t r a î t r e acquiesça et p é n é t r a d a n s la m a i s o n escorté des d e u x p e t i t s , qui, eux aussi, le p r o t é g e a i e n t en quelque sorte, p a r c e que l e u r g r a n d - p è r e n ' a u r a i t s a n s doute p a s osé lui m a n q u e r d ' é g a r d s en leur présence. D ' a i l l e u r s , l'on ne r e n c o n t r a p a s l'industriel, n i d a n s le vestibule ni d a n s l'escalier n i d a n s les corridors. P e u t ê t r e n ' é t a i t - i l p a s à la maison. L e misérable n ' o s a p a s se r e n s e i g n e r à ce sujet a u p r è s des enfants, de c r a i n t e qu'ils


— 1288 n e c o u r e n t t o u t 'de suite chercher l e u r g r a n d - p è r e , c r o y a n t lui faire u n g r a n d plaisir ! E n p é n é t r a n t d a n s la c h a m b r e de la malade, E s t e r h a z y fut t o u t é t o n n é de l'accueil glacial que lui fit la j e u n e femme. I l s ' é t a i t a t t e n d u à ê t r e reçu avec p l u s d ' e n t h o u siasme et il d e m e u r a t o u t décontenancé a u milieu de la pièce. M a i s les e n f a n t s n ' a v a i e n t r i e n r e m a r q u é de t o u t cela. — T u vois, m a m a n ! s'exclama la p e t i t e fille avec e x u b é r a n c e . N o u s t ' a v o n s r a m e n é p a p a !.... M a i n t e n a n t , t u n e p l e u r e r a s plus, n'est-ce p a s ! . . E t p u i s t u v a s bientôt guérir ! E t - l e p e t i t garçon s'écria : — M a i n t e n a n t , t u v a s r e s t e r avec nous, dis, p a p a ? . . . T u n e v a s p l u s t ' e n aller j ' e s p è r e E t t u n o u s emmèn e r a s p r o m e n e r avec toi 1 — A t t e n d e z u n p e u , mes p e t i t s enfants, leur dit le t r a î t r e avec u n e voix douce.Allez encore j o u e r u n m o m e n t dehors... I l f a u t que j e p a r l e à maman... J e vous r a p p e l l e r a i t o u t à l'heure... Obéissants et sages, les d e u x p e t i t s se r e t i r è r e n t . A l o r s , la m a l a d e se souleva u n p e u s u r ses oreillers e t dit d ' u n e voix t e l l e m e n t faible qu'elle é t a i t à peine perceptible : — T u t ' e s enfin souvenu de la p r o m e s s e que t u m ' a v a i s faite % E s t e r h a z y s ' a p p r o c h a l e n t e m e n t d u lit. H a v a i t fait e n sorte de d o n n e r à son visage u n e expression de g r a n d e e o n t r i t i o n ; s'agenouillant a u chevet de son épouse il lui p r i t la m a i n et y a p p u y a ses lèvres. — T u as r a i s o n de me faire des r e p r o c h e s Clara,- lui dit-il, car j e les m é r i t e bien !... J e sais que j e suis u n v a u r i e n et que j e n ' a i p a s droit à t o n indulgence... Mais pense à la p r i è r e de. N o t r e S e i g n e u r . : « Pardonnez-nous, n o s


— 1289 offenses comme n o u s p a r d o n n o n s a ceux q u i nous; ont offensé »... i L a j e u n e femme r e t i r a v i v e m e n t sa m a i n e t s'exclama : — De telles paroles-, d a n s la bouche d ' u n h o m m e comme toi, n e sont p a s a u t r e chose q u ' u n b l a s p h è m e ! M a i s E s t e r h a z y ne se laissa p a s i m p r e s s i o n n e r p a r les paroles de sa femme et il p o u r s u i v i t s u r u n t o n p a s sionné : — Clara, je t ' e n prie... J e t e conjure d'avoir pitié de noi !... L a i s s e p a r l e r t o n noble cœur et aie p i t i é de moi ! Clara hocha la t ê t e et r é p o n d i t t r i s t e m e n t : — J e ne peux pas ! — J e t ' a s s u r e que cette fois j ' a i r é e l l e m e n t l'intention de changer, de devenir u n a u t r e h o m m e L a m a l a d e e u t u n t r i s t e sourire et m u r m u r a : — Non, F e r d i n a n d . . . T u ne p e u x p a s changer... C'est impossible..'. E s t e r h a z y p r i t de n o u v e a u la m a i n de sa femme ent r e les siennes et i m p l o r a : — E s s a i e de m e p a r d o n n e r encore u n e fois ! — T u m ' a s causé de t r o p a m è r e s désillusions F e r 'dinand ! • — P o u r l ' a m o u r de n o s enfants, Clara, je t ' e n sup^ plie ! L e s y e u x de la m a l h e u r e u s e se r e m p l i r e n t 'de larmes. Elle d e m e u r a i t immobile, la t ê t e a p p u y é e s u r u n e pile de coussins. Elle commençait déjà à se d e m a n d e r si elle devait consentir à u n n o u v e a u sacrifice « p o u r l ' a m o u r de ses e n f a n t s » comme disait son misérable époux. F a l l a i t il qu'elle p a r d o n n e encore u n e fois % D e n o u v e a u , le t r a î t r e p r i t la p a r o l e . — C l a r a ! dit-il. L ' a m o u r p e u t t o u t p a r d o n n e r . . . P e n s e C . I.

LIVRAISON 1 6 2 .


— 1290 — combien nous nous sommes aimés et tu t r o u v e r a s d a n s cette pensée la force d'oublier les p e t i t e s difficultés qu'il y a eu e n t r e nous... Ce n ' e s t que l ' a r d e u r de mon s a n g qui m ' a e n t r a î n é v e r s u n e vie d ' a v e n t u r e s , mais m a i n t e n a n t , j e suis comme l ' h o m m e qui s'est enivré et qui, a p r è s que les fumées de l'alcool se sont dissipées, r e g r e t t e a m è r e m e n t de s ' ê t r e laissé aller à boire p l u s que de raison... J e c o m p r e n d s , m a i n t e n a n t , que le seul b o n h e u r possible, p o u r u n h o m m e , est d a n s la vie conjugale... C'est p o u r cela, m a chérie, que je reviens à toi... L e t r a î t r e s ' a r r ê t a u n m o m e n t , p u i s il r e p r i t sur u n t o n p l u s g r a v e , avec u n a i r d r a m a t i q u e : — N e m e chasse p a s , Clara, autrement... J e ne sais ce qui arriverait... J e p o u r r a i s t o m b e r d a n s u n abîme dont j e ne m e r e l è v e r a i s p l u s !... Si q u e l q u ' u n p e u t encore me sauver, Clara, c'est toi... Toi et nos enfants... E s t e r h a z y s ' e n i v r a i t l i t t é r a l e m e n t de Ses p r o p r e s p a roles et il s ' i m a g i n a i t p r e s q u e qu'il p a r l a i t en t o u t e sincéiuté, comme ces a c t e u r s qui se m e t t e n t tellement bien d a n s l a p e a u d u p e r s o n n a g e qu'ils r e p r é s e n t e n t , q u ' i l leur a r r i v e n t de v e r s e r de v é r i t a b l e s l a r m e s q u a n d ce p e r s o n n a g e est censé de p l e u r e r . E t , de fait E s t e r h a z y a v a i t a s s u r é m e n t fait u n e err e u r en e m b r a s s a n t la c a r r i è r e m i l i t a i r e car il a u r a i t été b e a u c o u p p l u s à sa place s'il était d e v e n u comédien ! E n c o r e u n e fois, il fit t a n t et si bien qu'il réussit de n o u v e a u à v a i n c r e la r é s i s t a n c e de la p a u v r e Clara. — E h bien oui, je te p a r d o n n e , F e r d i n a n d , dit-elle. L e visage transfiguré de joie, le misérable se releva, se p e n c h a v e r s sa femme et l ' e m b r a s s a avec t o u t e s les m a r q u e s de la p l u s g r a n d e t e n d r e s s e . Clara, t r o p h o n n ê t e elle-même p o u r ê t r e méfiante, c r o y a i t que son m a r i était réellement r e p e n t i . T o u t e joyeuse, elle p a s s a son b r a s a u t o u r d u cou du t r a î t r e et s u s s u r r a doucement •


— 1291 — — Comme ce serait b e a u de pouvoir r e c o n s t r u i r e notre bonheur ! E s t e r h a z y l ' e m b r a s s a encore, t o u t en se d e m a n d a n t comment il p o u r a i t e n t r e r en m a t i è r e p o u r exposer le p r e s s a n t besoin d ' a r g e n t où il se t r o u v a i t . E n a t t e n d a n t , il c o n t i n u a i t de p r o d i g u e r à la m a l a d e les p l u s affectueuses paroles. E t t a n d i s q u ' i l lui p a r l a i t ainsi, la p o r t e s ' o u v r i t silencieusement, l i v r a n t p a s s a g e a u p è r e de la jeune femme. Stupéfait, l ' i n d u s t r i e l d e m e u r a immobile sur le seuil, ne t r o u v a n t pas u n m o t à dire. Enfin, a p r è s u n i n s t a n t , il s'exclama ; — Que signifie ceci ? T o u t confus. E s t e r h a z y ne s a v a i t p l u s quelle a t t i t u d e p r e n d r e . M a i s Clara s'écria sur u n t o n e n t h o u siaste : . ; — P a p a !.... F e r d i n a n d r e v i e n t p o u r t o u j o u r s aveq nous ! — C o m m e n t ? 11 r e v i e n t avec n o u s Qu'est-ce q u e c'est que cette histoire ? H y a quelques semaines, il m ' a j u r é q u ' i l ne v i e n d r a i t p l u s j a m a i s n o u s i m p o r t u n e r si je p a y a i s u n e p a r t i e de ses d e t t e s !.... J ' a i p a y é j ' e x i g e q u ' i l n o u s laisse t r a n q u i l l e s , m a i n t e n a n t !... Q u ' i l aille a u diable !... J e ne v e u x p l u s le voir I — M a i s je lui ai t o u t p a r d o n n é , p a p a , i n t e r r o m p i t la j e u n e femme. , L e v i e u x m o n s i e u r n e p o u v a i t dissimuler son mécontentement. — Moi, j e ne lui p a r d o n n e pas d u t o u t ! s'exclamat-il. J e n e suis p a s aussi naïf que toi... J e ne crois p a s à son r e p e n t i r ! P u i s il se t o u r n a vers le t r a î t r e et lui dit sèchement : — Venez d a n s m a chambre... N o u s p a r l e r o n s d'homme à homme..,


— 1292

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E s t e r h a z y était bien e n n u y é , car il c o m p r e n a i t qu'il a u r a i t beaucoup moins facilement r a i s o n de son beau. p è r e que de sa femme. L ' i n d u s t r i e l é t a i t u n fort b r a v e homme, m a i s il n ' a i m a i t p a s q u ' o n le p r e n n e p o u r u n imbécile. I l ne demandait p a s m i e u x que d ' ê t r e bon, m a i s il p r é f é r a i t r é s e r v e r sa b o n t é à ceux qui la m é r i t a i e n t , ou du m o i n s à'ceux qui n ' e n é t a i e n t p a s t r o p indignes. Or, il considérait comme u n e chose a b s o l u m e n t p r o u v é e que son g e n d r e n ' é t a i t p a s a u t r e chose q u ' u n v u l g a i r e coquin. — N e sois p a s t r o p sévère envers lui, p a p a ! supplia la j e u n e femme, t a n d i s que les d e u x h o m m e s se dir i g e a i e n t vers la p o r t e . L e c œ u r d ' E s t e r h a z y p a l p i t a i t avec violence, car il c o m p r e n a i t que t o u t son a v e n i r p o u v a i t d é p e n d r e de la c o n v e r s a t i o n qui allait avoir lieu e n t r e son beau-père et lui. N é a n m o i n s , m a l g r é son trouble et son i n q u i é t u d e , il se r e d r e s s a i t fièrement et s'efforçait de se donner u n aii imposant


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CHAPITRE

UNE

~

CLXXX1.

NOUVELLE

TENTATIVE

C ' é t a i t u n e belle m a t i n é e de m a i . C ' é t a i t d i m a n c h e et beaucoup de g e n s s ' o n allaient vers la c a m p a g n e , afin de profiter du b e a u t e m p s et de r e s p i r e r u n p e u de bon air. D e b o u t sur le balcon de son a p p a r t e m e n t , à côté àê son beau-frère, Lucie Dreyfus r e g a r d a i t le m o u v e m e n t de la rue. — Que j ' e n v i e t o u s ces gens qui v o n t se p r o m e n e r sans a r r i è r e pensée et qui ne p e n s e n t q u ' à j o u i r du soleil ! s'exclama tout-à-coup la j e u n e femme. E t dire que m o n p a u v r e Alfred est t o u j o u r s là-bas, d a n s cet enfer !... C'est v r a i m e n t incroyable !... Cela ne m ' a servi à rien de faire p a r t a u g é n é r a l Boisdeffre de mes soupçons a u suj e t d ' E s t e r h a z y . . . P e r s o n n e ne veut m ' é c o u t e r et m a i n t e n a n t , j e n ' a r r i v e m ê m e p l u s à voir le colonel P i c q u a r t qui s ' é t a i t p o u r t a n t dévoué à n o t r e cause a u commencement... J e suis allée p l u s i e u r s fois chez lui sans p o u v o i r r é u s s i r à le trouver... J ' a i p r e s q u e l ' i m p r e s s i o n q u ' i l cherche à éviter de m e voir... — C'est ce que t ' a i déjà dit il y a l o n g t e m p s r é p o n d i t Mathieu... Comme n o u s n ' a v o n s e n t r e les m a i n s a u c u n e p r e u v e matérielle de la culpabilité d ' E s t e r h a z y . p e r r


1294 — sonne ne v e u t p r e n d r e t e s soupçons a u sérieux et, p o u r éviter des discussions, l'on p r é f è r e ne p a s en p a r l e r . C'est é v i d e m m e n t p o u r cette r a i s o n là que le colonel P i c q u a r t a i m e m i e u x n e p a s te voir... — A l ' E t a t - M a j o r , on m ' a v a i t p o u r t a n t p r o m i s de faire u n e enquête... — On t ' a u r a p r o m i s cela p o u r se d é b a r r a s s e r de toi... C'est t o u j o u r s la m ê m e histoire ! — Cette p e t i t e L e n i R o e d e r a p l u s de chance que m o i ! Elle, a u moins, p o u r r a b i e n t ô t r e v o i r son fiancé, t a n d i s que moi, hélas, D i e u sait q u a n d j e r e v e r r a i m o n m a r i 1 — JJ ne f a u t q u a n d m ê m e p a s p e r d r e t o u t espoir, Lucie... A p r o p o s , j ' a i a p p r i s q u ' E m i l e Zola est r e n t r é à P a r i s depuis hier.... Comme j e te le disais l ' a u t r e jour, j e pense bien q u ' i l serait susceptible de s ' i n t é r e s s e r à n o t r e m a l h e u r et c'est u n h o m m e qui a u n e g r a n d e influence s u r le public, en r a i s o n de son p r e s t i g e de g r a n d écrivain... — E h bien, t u devrais aller le voir, Mathieu... Q u a n d on est d a n s u n e s i t u a t i o n comme celle où n o u s sommes, il ne f a u t r i e n négliger — J e crois que t u ferais m i e u x d'y aller toi-même, m a chère Lucie... — T u crois ? i — J ' e n suis persuadé... U n e femme, en pareil cas, sait souvent se m o n t r e r plus éloquente q u ' u n homme... R i e n n'empêche, d'ailleurs que j ' a i l l e le voir aussi, mais il me semble qu'il serait préférable que ce soit toi qui lui fasse la p r e m i è r e visite. — D a n s ce cas, je ne veux pas a t t e n d r e un i n s t a n t de plus, répondit Lucie. J e vais y aller immédiatement,.. Et, sans plus hésiter, la j e u n e femme q u i t t a le balcon, r e n t r a d a n s sa c h a m b r e et se mit à s'habiller p o u r s o r t i r . Au m o m e n t où elle m e t t a i t son chapeau, les deux enf a n t s firent tout-à-coup i r r u p t i o n d a n s la p i è c e 1


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— T u sors, m a m a n ? d e m a n d a P i e r r o t . Où v a s - t u ? — J e vais voir u n m o n s i e u r qui p o u r r a p e u t - ê t r e n o u s aider à faire r e v e n i r papa,.. L e p e t i t garçon r e g a r d a sa m è r e avec u n air d'ent h o u s i a s m e et s ' e x c l a m a : — E m m è n e - m o i avec toi, m a m a n . Moi aussi je v e u x p a r l e r à ce monsieur... — E t moi aussi, m a m a n ! s'écria la p e t i t e fille s u r un ton suppliant. ; Lucie h é s i t a u n i n s t a n t , p u i s elle r é p o n d i t : — Oui, venez... A n o u s trois, n o u s a u r o n s p l u s d e force... E t elle a p p e l a la femme de c h a m b r e p o u r qu'elle a p p o r t e les c h a p e a u x et les m a n t e a u x des d e u x p e t i t s . Q u a n d ils f u r e n t p r ê t s , elle descendit avec e u x et prit' u n e v o i t u r e , d o n n a n t a u cocher l ' a d r e s s e de la m a i s o n d ' E m i l e Zola. U n e demi h e u r e p l u s t a r d , t o u t e t r e m b l a n t e d ' é m o tion, elle s o n n a i t à la p o r t e du célèbre écrivain. U n e j e u n e s e r v a n t e v i n t ouvrir. — J e v o u d r a i s p a r l e r à M o n s i e u r Zola, lui dit L u cie en t i r a n t de son sac u n e c a r t e de visite. Voujez v o u s m'annoncer ? — J e r e g r e t t e . M a d a m e , r é p o n d i t la s o u b r e t t e . M a i s M o n s i e u r Zola est en t r a i n de t r a v a i l l e r et il m ' a dit on 'il n e f a u t p a s le d é r a n g e r . L a p a u v r e femme sentit son c œ u r se s e r r e r . E n c o r e u n e désillusion a p r è s t a n t d ' a u t r e s ! A d r e s s a n t u n r e g a r d s u p p l i a n t à la femme de chamb r e , elle insista : — J ' a u r a i s v r a i m e n t besoin de p a r l e r à Monsieur, Zola, a u sujet d ' u n e chose t r è s importante...» — J e ne p u i s que conseiller à M a d a m e de revenir, u n a u t r e j o u r et de p a r l e r à M a d a m e Zola qui reçoit h a b i t u e l l e m e n t les v i s i t e u r s à la place de Monsieur...


— 1296 — ' — , E t .Madame Zola n ' e s t p a s à la maison en ce moment/? — Non, Madame... P a s a u j o u r d ' h u i . . . M a d a m e Zola est allée p a s s e r sa j o u r n é e chez des amies à la c a m p a g n e . L u c i e e u t u n g e s t e de d é c o u r a g e m e n t et ses y e u x se r e m p l i r e n t de' l a r m e s . — Alors, j e n ' a i p l u s cju'à m ' e n aller ! m u r m u r a t'elle: M a i s tout-a-coup, le p e t i t P i e r r o t , l â c h a n t la m a i n do sa m è r e , se p r é c i p i t a d a n s l ' a n t i c h a m b r e en c r i a n t : — M o n s i e u r Zola !... M o n s i e u r Zola !... Maman v e u t vous parler.... • — P i e r r o t !... P i e r r o t ' ! . . . Que fais-tu ? s'écria LÙèie é p o u v a n t é e . Veux—tu v e n i r ici % Mais il é t a i t déjà t r o p t a r d , car E m i l e Zola é t a i t sorti de son cabinet de t r a vail p o u r voir-ee qui é t a i t a r r i v é . — Q u ' e s t cë qu'il y a % demanda-t-il en s ' a d r e s s a n t à la femme de c h a m b r e . Qui est-ce p e t i t garçon % — Mais, sans d o n n e r à la s e r v a n t e le t e m p s de rép o n d r e , P i e r r o t s ' a v a n ç a b r a v e m e n t v e r s lui et lui dit d ' u n e "voix a s s u r é e : . — -Te m ' a p p e l l e P i e r r e D r e y f u s et je suis v e n u avec ma m è r e p o u r vous d e m a n d e r de n o u s a i d e r à faire r e venir,'papa.... i — T o u t e confuse, L u c i e s ' a p p r o c h a enfin avec la petite Jeanne. E m i l e Zola les r e g a r d a u n m o m e n t avec u n a i r encore un p e u étonné. • P u i s il s'inclina l é g è r e m e n t d e v a n t la j e u n e femme et lui dit : — Veuillez p a s s e r d a n s m o n b u r e a u , Madame... — J e vous prie de TU'excuser, d i t Lucie en s ' a v a n çant. Mon p e t i t garçon a fait i r r u p t i o n chez vous a v a n t que j ' a i e eu le t e m p s de l ' e n e m p ê c h e r ! -— C'est u n g a r ç o n é n e r g i q u e ! r e m a r q u a l ' é c r i v a i n

en souriant avec indulgence.


La regardant d'un air apitoye, elle lui dit : (Page 1243)

C. I.

LIVRAISON 1 6 3 .


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— J ' e s p è r e que vous ne serez p a s fâché avec n o u s , M o n s i e u r Zola... V o t r e s e r v a n t e m ' a informé de ce q u e y o u s lui aviez dit que v o u s n e vouliez p a s ê t r e d é r a n g é e t — Oui, m a i s m a i n t e n a n t que le fait est accompli, il n ' y a p l u s lieu de t e n i r compte de cet o r d r e en ce qui v o u s concerne, i n t e r r o m p i t l'écrivain. J e suis p r ê t à vous écouter... Veuillez vous asseoir, M a d a m e T a n d i s que la j e u n e femme p r e n a i t place d a n s u n fauteuil, E m i l e Zola a t t i r a f a m i l i è r e m e n t le p e t i t g a r ç o n Vers lui et se m i t à lui caresser les cheveux. Alors P i e r r o t se t o u r n a v e r s sa m è r e et lui dit avec u n air de g r a n d e fierté : — T u vois bien, m a m a n , que M o n s i e u r Zola n ' e s t p a s fâché avec moi ! L e r o m a n c i e r se m i t à r i r e de b o n cœur, p u i s il demanda à Lucie : — Voudriez-vous m ' e x p o s e r m a i n t e n a n t l'objet de v o t r e visite % U n p e u e m b a r r a s s é e , la j e u n e femme c h e r c h a i t les m o t s p o u r e x p r i m e r ce qu'elle a v a i t s u r le cœur, m a i s son fils v i n t encore u n e fois à son aide. — C'est t r è s simple, dit-il. M a m a n et moi nous voud r i o n s que vous n o u s aidiez à faire r e v e n i r mon père, M o n s i e u r Zola — Oui, M o n s i e u r Zola, a j o u t a M m e Dreyfus. C'est bien cela, en somme... J e s u p p o s e que vous êtes a u cour a n t de ce qui est a r r i v é à mon m a r i , n'est-ce p a s ? — C e r t a i n e m e n t . M a d a m e , r é p o n d i t le g r a n d écrivain en la r e g a r d a n t avec un air de bonté. — J e vous a s s u r e que mon mari était e n t i è r e m e n t innocent, M o n s i e u r Zola... N o u s avons de la fortune et m o n époux n ' a v a i t a u c u n besoin de t r a h i r sa p a t r i e p o u r se p r o c u r e r de l'argent... E t p o u r t a n t on l'a c o n d a m n é en dépit de t o u t e j u s t i c e et de t o u t e logique... J ' a i l u t t e d é s e s p é r é m e n t p o u r essayer de d é m o n t r e r son innocence,


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1300

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m a i s tous mes efforts sont d e m e u r é s vains... L ' o n ne v e u t p a s m ' é c o u t e r , p a r c e que l'on n e v e u t p a s que le v r a i coup a b l e soit p u n i M a i n t e n a n t je n ' a i p l u s q u ' u n seul espoir — E t ce serait % — Que vous consentiez à nous venir on aide — Moi ? — Oui, M o n s i e u r Zola... J e suppose que vous connaissez l'affaire Callas, n'est-ce p a s % — Oui, r é p o n d i t l'écrivain. E t vous voudriez que j e j o u e le rôle que V o l t a i r e a j o u é d a n s l'affaire Callas % Lucie lui a d r e s s a u n r e g a r d r e m p l i d ' a r d e u r . :— Oui, M o n s i e u r Zola... P a r c e que j e suis sûre de i ce que t o u t le p e u p l e français s ' i n t é r e s s e r a a u sort de m o n m a r i dès que l'on s a u r a que vous êtes p e r s u a d e do son innocence et que vous vous êtes fait son défenseur V o t r e p r e s t i g e est t r o p g r a n d p o u r que le g o u v e r n e m e n t p u i s s e négliger d ' e n t e n i r compte , L e r o m a n c i e r hocha la t ê t e avec u n a i r de doute. Ce que vous dites là est t r è s flatteur"pour moi, m a i s 3e crois que vous exagérez u n p e u l'influence que je serais susceptible d ' a v o i r s u r l'opinion publique... E n t o u t cas, ce s e r a i t t o u t s i m p l e m e n t ridicule de m a p a r t que de vouloir m e m e t t r e s u r le m ê m e p l a n que le g r a n d V o l t a i r e — Non, M o n s & u r Zola, p a r c e que vos livres sont lus p a r b e a u c o u p p l u s de g e n s que les œ u v r e s de Voltaire... J e suis convaincue de ce que vous p o u r r i e z faire beaucoup p o u r v e n i r en aide à m o n i n f o r t u n é m a r i — M a i s c o m m e n t devrais-je faire, M a d a m e ? \ — V o u s a d r e s s e r à la conscience d u p e u p l e , M o n s i e u r Zola.... Q u a n d a u r o n t p a r u d a n s quelques j o u r n a u x 'des articles signés de vous et d a n s lesquels vous v o u s serez élevé c o n t r e l ' e r r e u r d o n t m o n m a r i a été victime, yous verrez q u ' i l y a u r a t o u t de suite d ' a u t r e s p e r s o n n e s aui commenceront ù protester


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1301 —

Zola se m i t à réfléchir. L e p e t i t garçon, qui é t a i t r e s t é à côté de l u i , lui prit' la m a i n et supplia : — Oui, M o n s i e u r Zola... 'Aidez-nous a faire r e v e n i r notre papa ! L a p e t i t e J e a n n e s ' a p p r o c h a a son t o u r de l ' é c r i v a i n et r é p é t a les p a r o l e s de son frère. — J e serais b i e n h e u r e u x de pouvoir vous aider, mes p e t i t s enfants, r é p o n d i t le g r a n d h o m m e . Mais ce n ' e s t p a s si facile que vous le croyez . Lucie r e p r i t la p a r o l e . — S a n s doute y penserez-vous encore p a r la suite, M o n s i e u r Zola lui dit-elle. E t vous t r o u v e r e z c e r t a i n e m e n t le m o y e n de n o u s v e n i r en aide... V o u s a u r e z la r e connaissance d ' u n e famille e n t i è r e et vous a u r e z la satisfaction d ' a v o i r mis fin à u n e m o n s t r u e u s e injustice Q u a n d on a c o n d a m n é m o n m a r i , l ' o n n ' a v a i t d ' a u t r e b u t que de t r o u v e r en lui u n e victime e x p i a t o i r e p o u r c a l m e r la j u s t e colère d u p e u p l e à la suite de la découverte d ' u n crime de h a u t e trahison... L e p e u p l e n e p o u v a i t n a t u r e l l e m e n t p a s savoir que le g o u v e r n e m e n t le t r o m p a i t et que celui que l'on a v a i t c o n d a m n é é t a i t innocent... C'est p r é cisément cela q u ' i l f a u d r a i t lui a p p r e n d r e m a i n t e n a n t , et il n ' y a p a s d ' a u t r e m o y e n p o u r cela que de faire p u blier des articles d a n s les j o u r n a u x — S a n s doute... M a i s la difficulté s e r a i t de t r o u v e r u n j o u r n a l qui c o n s e n t i r a i t à les p u b l i e r — J e n e p e u x p a s croire que cette difficulté p u i s s e ê t r e bien g r a n d e p o u r u n h o m m e aussi célèbre que vous, M o n s i e u r Zola . — J e vous r é p è t e que vous vous exagérez m o n influence, M a d a m e — H é l a s ! Devons-nous donc r e n o n c e r aussi a c e t t e d e r n i è r e espérance ?... Sommes-nous à ce p o i n t a b a n d o n n é s de la P r o v i d e n c e ?


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— Non I l ne faut p a s r e n o n c e r à t o u t espoir, Madame Dreyfus J e p a r l e r a i à Clemenceau et je m'efforcerai de l ' i n t é r e s s e r à v o t r e cause — Oui, faites cela, M o n s i e u r Zola, afin que mes p a u v r e s e n f a n t s n e p e r d e n t p o i n t leur p a p a ! — J e g a r d e r a i t o u j o u r s u n b o n souvenir de vos enf a n t s , M a d a m e , et j e t â c h e r a i de faire p o u r le mieux...,. M a i s il n e f a u t p a s vous i m a g i n e r que je suis capable d'accomplir des miracles ! L e s y e u x de Lucie é t a i e n t t o u t r e m p l i s de l a r m e s . Elle r e m e r c i a l'écrivain avec effusion et les deux enf a n t s se j e t è r e n t à son cou p o u r l ' e m b r a s s e r . P u i s tous t r o i s se r e t i r è r e n t p o u r r e t o u r n e r chez eux.

CHAPITRE

LE

CLXXXII

COMPLOT.

Dubois était u n p e r s o n n a g e t r o p a s t u c i e u x p o u r ne p a s savoir se débrouiller d a n s n ' i m p o r t e quelle espèce de situation. Q u a n d il se vit p r i s à son p r o p r e piège, il se m i t i m m é d i a t e m e n t à chercher d a n s son e s p r i t r e t o r s u n m o y e n de faire t o u r n e r , m a l g r é t o u t , l'affaire à son avantage. S ' i n s t a l l a n t bien à son aise d a n s u n fauteuil, il croisa t r a n q u i l l e m e n t ses j a m b e s , t a n d i s q u ' u n sourire de sarcasme se dessinait s u r ses lèvres. — P o u r q u o i ne vous asseyez-vous p a s vous aussi ? fit-il. P u i s q u e je ne p e u x p a s vous faire a r r ê t e r , causons avec calme....


— 1303 — M a i s H o w o r k a fit u n p a s v e r s l'espion et, le fixant avec u n a i r m é p r i s a n t , il lui dit : — I l n ' y a p a s d u t o u t lieu de causer... E s t - c e q u e vous vous imaginiez donc q u ' i l vous suffisait de vous int r o d u i r e ici p o u r avoir droit à u n e p a r t de bénéfices d a n s u n e affaire où vous n ' a v e z j o u é a u c u n rôle % — Certainement... A u t r e m e n t je ne serais p a s v e n u . — V o u s n e t a r d e r e z p a s à vous en aller — J e m ' e n i r a i e x a c t e m e n t q u a n d ça m e p l a i r a car, quoi que vous puissiez en p e n s e r , j ' a i de meilleures c a r t e s que vous d a n s m o n j e u H o w o r k a s e r r a les lèvres. — Que voulez-vous dire p a r là ? g r o n d a - t ' i l . A ce m o m e n t , A m y N a b o t i n t e r v i n t en s ' e x c l a m a n t : — I l v e u t n o u s i n t i m i d e r , voila t o u t ! D u b o i s se t o u r n a v e r s elle et, la r e g a r d a n t fixement, il lui dit : — J e v o u s conseille d ' ê t r e p l u s polie, M a d a m e . . . . . A u t r e m e n t , je v a i s ê t r e obligé de vous r a p p e l e r u n e discussion que vous avez eue u n j o u r avec le colonel E s t e r b a z y et à laquelle u n h a s a r d p r o v i d e n t i e l a voulu que j ' a s siste.....Ce jour-là aussi, vous m ' a v e z m a n q u é de r e s p e c t . A m y N a b o t fit u n e g r i m a c e de dépit. Elle n e s a v a i t que t r o p bien qu'elle é t a i t effectivement à la merci de cet h o m m e et que la fatalité qui l ' a v a i t mis en t r a v e r s de son chemin j u s t e a u m o m e n t où elle était sur le p o i n t de réaliser une magnifique affaire lui a v a i t joué u n bien m a u vais tour. P a r contre, Dubois s ' a m u s a i t beaucoup de l ' e m b a r r a s que l ' a v e n t u r i è r e ne p a r v e n a i t p a s à dissimuler. I l y eut u n m o m e n t de silence, a p r è s quoi H o w o r k a s'exclama soudain sur u n t o n i m p a t i e n t é : — E h bien parlez et dites ce que vous voulez de nous ? — C o m m e n t se fait-il que vous n ' a y e z p a s encore


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compris, Howorka V o u s avez p o u r t a n t l ' a i r d ' u n g a r çon intelligent !... J e vous ai dit t o u t à l ' h e u r e que j e voulais ê t r e i n t é r e s s é d a n s les affaires que vous faites avec Amy Nabot Autrement — A u t r e m e n t vous n o u s dénoncerez t o u s les deux à la police, n'est-ce p a s % i n t e r r o m p i t l ' a g e n t secret s u r u n t o n furieux. E h bien, si vous avez c r u que vous alliez m e f a i r e p e u r avec cette menace, v o u s v o u s êtes t r o m p é V o u s pouvez t r è s b i e n m e dénoncer si cela p e u t vous faire p l a i s i r ! — Donc, vous n ' a v e z r i e n à c r a i n d r e — V o u s savez t r è s b i e n que d a n s n o t r e m é t i e r on e s t t o u j o u r s p l u s ou moins en d a n g e r — R a i s o n de p l u s p o u r r e s t e r unis... M a i s p o u r q u o i t a n t discuter, p e r d r e t a n t de t e m p s et dire des choses p e u a i m a b l e s ? C'est tout-à-fait inutile, H o w o r k a ! V o u s savez p a r f a i t e m e n t bien que, finalement,vous serez q u a n d m ê m e obligé d ' a c c e p t e r mes conditions V o u s savez a u s s i que j e suis t o u t aussi habile, d a n s l'exercice de n o t r e noble profession que vous et A m y N a b o t V o u s ne perdrez donc r i e n en concluant u n e alliance avec moi — E n d ' a u t r e s t e r m e s , vous voudriez avoir u n t i e r s de nos bénéfices ? — Voila qui est bien deviné, H o w o r k a On dirait p r e s q u e que vous avez l u d a n s m a pensée. A m y N a b o t b o n d i t comme u n e tigresse et s'écria toute frémissante d'indignation : — V o u s n ' a u r e z r i e n du t o u t ! . . . V o u s ne savez m ê m e p a s en quoi consiste l'affaire que j ' é t a i s v e n u t r a i t e r ici... V o t r e p r é t e n t i o n de recevoir u n e p a r t i e des bénéfices est 'donc t o u t s i m p l e m e n t u n e t e n t a t i v e de c h a n t a g e . , I D u b o i s h a u s s a les épaules. — Ceci n ' a a u c u n e i m p o r t a n c e , fit-il. V o u s avez à 'choisir e n t r e moi et la police V o u s p a r a i s s e z oublier que c'est vous qui êtes 1

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e n t r e nos m a i n s en ce m o m e n t ! r u g i t l ' a g e n t secret, les, p o i n g s serrés de colère. V o u s n e pouvez r i e n faire contre nous D u b o i s lui l a n ç a u n r e g a r d m é p r i s a n t et d e m a n d a : — Auriez-vous donc la p r é t e n t i o n de m e g a r d e r p r i sonnier ici j u s q u ' à ce q u ' A m y N a b o t a i t p r i s le l a r g e % ! — Certainement A v e c le p l u s g r a n d calme, D u b o i s m i t u n e m a i n d a n s la poche de son p a n t a l o n et en r e t i r a u n revolver. P u i s il dit en s c a n d a n t les m o t s : — J e vous donne u n e m i n u t e p o u r réfléchir — N o n ! p r o t e s t a A m y N a b o t avec véhémence, Je n e m e laisse p a s i n t i m i d e r ainsi C'est moi seule qui ait t o u t fait p o u r m ' e m p a r e r de ces d o c u m e n t s ; j ' a i r i s q u é m a vie p o u r les avoir et j e refuse de céder la m o i n d r e p a r t i e de ce qui m e r e v i e n t p o u r cette affaire J u s t e à cet i n s t a n t le t i m b r e de la porte d ' e n t r é e r e t e n t i t l o n g u e m e n t et à p l u s i e u r s r e p r i s e s successives. — C'est u n des n ô t r e s ! s'exclama H o w o r k a . Cette façon de sonner est u n signal.... Ça v e u t dire q u ' i l y a d u danger A m y N a b o t p â l i t u n p e u et r é p é t a : — D u danger ? — Allez donc ouvrir, s'exclama Dubois, s ' a d r e s s a n t à l ' a g e n t secret. H o w o r k a h é s i t a i t encore, m a i s l ' a v e n t u r i è r e lui conseilla à son t o u r d'aller voir qui était là. S a n s r é p o n d r e , l ' a g e n t secret se dirigea vers le m u r e t a p p u y a s u r u n bouton. A u s s i t ô t , u n e p o r t e a b s o l u m e n t invisible q u a n d elle é t a i t fermée s'ouvrit, m o n t r a n t l ' e n t r é e d ' u n e p e t i t e pièce meublée avec élégance. — E n t r e z là d e d a n s , fit-il J e n e v e u x p a s q u ' o n vous vois D u b o i s s'inclina avec u n a i r m o q u e u r d e v a n t A m y C. I.

LIVRAISON 1 6 4 .


— 1306 —. N a b o t , l ' i n v i t a n t à p a s s e r la p r e m i è r e . L ' a v e n t u r i è r e p a s s a s a n s m ê m e daigner r e g a r d e r l ' e s p i o n qui la suivit. Aussitôt, la p o r t e secrète se r e f e r m a sur eux. Quelques m i n u t e s s'écoulèrent. V o y a n t q u ' A m y N a b o t n ' é t a i t p o i n t disposée à causer avec lui et comme, p a r ailleurs, il fallait éviter de f a i r e du b r u i t , l'espion a v a i t t i r é u n j o u r n a l de sa poche e t s ' é t a i t mis à le lire avec son calme habituel. P a r contre, l ' a v e n t u r i è r e p a r a i s s a i t fort inquiète. E l l e é t a i t t o u t e p â l e et elle t r e m b l a i t de t o u s ses m e m bres. Bientôt, la p o r t e secrète s ' o u v r i t de n o u v e a u et H o w o r k a a p p a r u t , f a i s a n t signe a u x d e u x a u t r e s de s o r t i r de la petite pièce. A m y N a b o t vit alors q u ' i l y a v a i t u n e a u t r e p e r s o n n e d a n s le b u r e a u de l ' a g e n t secret. C ' é t a i t le vieux p o r t i e r du music-hall. — Qu'est-il a r r i v é interrogea l'aventurière. — N o u s sommes découverts ! r é p o n d i t l ' a g e n t sec r e t avec u n air l u g u b r e . P r e s q u e défaillante, A m y N a b o t se laissa t o m b e r s u r u n e chaise. — Oui, confirma le vieux p o r t i e r . L a police vous r e cherche...... A m y N a b o t se cacha le visage d a n s ses m a i n s et éclata en sanglots. — M o n Dieu ! gémissait-elle. Que faire ? N o u s sommes p e r d u s ! D u b o i s éclata de r i r e et h a u s s a les épaules. — Quelle bêtise ! s'exclama-t'il. N o u s ne sommes p a s p e r d u s du t o u t ! L ' a v e n t u r i è r e le r e g a r d a avec é t o n n e m e n t . — V o u s croyez que nous pouvons encore nous sauv e r % d e m a n d a - t ' c l l e , les y e u x pleins de l a r m e s .


— 1307 H o w o r k a commençait à r e p r e n d r e son sang-froia. — I l f a u t que vous disparaissiez a u p l u s vite recomm a n d a - t 'il. — C e r t a i n e m e n t ! dit le v i e u x p o r t i e r . L e direct e u r est de cet avis aussi... I l m ' a c h a r g é de vous dire q u ' i l fallait que vous p a r t i e z t o u t de suite, et s u r t o u t que vous n e reveniez p a s a u t h é â t r e — Qui p e u t n o u s avoir t r a h i s ? d e m a n d a . l ' a v e n t u r i è r e en r e g a r d a n t H o w o r k a avec u n air effaré. — Ne p e r d e z donc p a s v o t r e t e m p s à p o s e r des questions idiotes s'écria Dubois. Occupez-vous p l u t ô t de sauv e r votre p e a u ! — E v i d e m m e n t , a p p r o u v a l ' a g e n t secret. I l f a u t q u i t t e r Vienne a u p l u s vite.... — C'est facile à dire, p l e u r n i c h a A m y N a b o t . Mais je ne vois p a s du t o u t c o m m e n t je vais faire p o u r q u i t t e r Vienne... T o u t e s les g a r e s doivent ê t r e surveillées — Sacrebleu ! s'exclama H o w o r k a , e x a s p é r é . On dir a i t que c'est la p r e m i è r e fois que vous v o u s t r o u v e z d a n s u n e semblable aventure... Ne faites donc p a s l'enfant... Mais Dubois s ' a p p r o c h a d'elle et lui p a s s a n t son b r a s a u t o u r de la taille, il lui dit s u r u n t o n p r o t e c t e u r : — Allons, n e pleurez pas... V o u s êtes d a n s u n e sit u a t i o n t e r r i b l e , c'est v r a i , m a i s vous avez a u p r è s de vous u n a m i dévoué qui vous sauvera... — U n a m i dévoué ? r é p é t a A m y N a b o t sans comprendre. •— Certainement... J e m ' e n g a g e à vous r e c o n d u i r e sairie'et sauve j u s q u ' à P a r i s m ê m e si t o u t e la police d ' A u t r i c h e et de H o n g r i e est à vos trousses... ' — Vraiment ? — J e vous en donne m a p a r o l e d'honneur... V o u s voyez donc que vous pouvez r e m e r c i e r le diable d ' a v o i r fait en sorte que je vous r e n c o n t r e a u j o u r d ' h u i !... Mais


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j ' e s p è r e q u ' a l ' a v e n i r vous vous m o n t r e r e z u n p e u plus gentille envers moi que vous n e l'avez été j u s q u ' à p r é sent ! A m y N a b o t r e m i t v i v e m e n t son m a n t e a u et son chap e a u qu'elle a v a i t enlevés en a r r i v a n t . A t t e n d e z u n p e u ! l u i dit D u b o i s en r i a n t . Ce n ' e s t p a s de cette façon-là que vous devez v o u s habiller ! — E s t - c e q u ' i l f a u t donc que j e m e déguise ? — Certainement... A u t r e m e n t , c o m m e n t p o u r r i e z v o u s é c h a p p e r à la vigilance de la police. P e n d a n t ce t e m p s , H o w o r k a a v a i t o u v e r t u n e g r a n d e a r m o i r e d a n s laquelle des costumes m a s c u l i n s et fém i n i n s de t o u t e espèce se t r o u v a i e n t s u s p e n d u s . — Voila t o u t ce que je possède en fait de t r a v e s t i s , fit-il. F a i t e s v o t r e choix, m a i s dépêchez-vous — Bien, r é p o n d i t Dubois... N o u s allons habiller A m y N a b o t en p a y s a n n e . . . Ça lui i r a p a r f a i t e m e n t . . . Moi aussi, je me déguiserai en paysan... D e cette façon, n o u s p o u r r o n s aller à p i e d et s a n s n o u s faire r e m a r q u e r j u s q u ' à u n village quelconque où n o u s p r e n d r o n s le train... I l s se t r a v e s t i r e n t r a p i d e m e n t et, q u a n d ils f u r e n t p r ê t s et qu'ils se r e g a r d è r e n t d a n s la glace, ils ne p u r e n t s ' e m p ê c h e r de r i r e , m a l g r é l ' e x t r ê m e g r a v i t é de la situat i o n où ils se t r o u v a i e n t . H o w o r k a , qui a v a i t r e p r i t t o u t son calme dit avec u n a i r satisfait : — L ' i d é e de Dubois é t a i t Vraiment excellente... I l e s t c e r t a i n que, tels que vous êtes m a i n t e n a n t , p e r s o n n e n e p o u r r a i t v o u s reconnaître... — N e trouvez-vous donc p a s q u ' A m y N a b o t est sup e r b e ? fit l'espion d ' u n t o n de b o n n e h u m e u r . Cette p e r r u q u e blonde avec les longues t r e s s e s lui v a à merveille... O n ne lui d o n n e r a i t p a s plus de v i n g t a n s ! — J e crois que ce n ' e s t p a s le m o m e n t de faire des c o m p l i m e n t , dit l ' a v e n t u r i è r e . Allons n o u s en...


— 1309 — Soit, r é p o n d i t t r a n q u i l l e m e n t Dubois. Mais n ' o u bliez p a s la chose p r i n c i p a l e , je vous prie... A m y N a b o t p r i t le sac qu'elle a v a i t volé a u m a l h e u r e u x comte I l i t c h et la cacha d a n s u n e vieille valise que H o w o r k a lui a v a i t donnée. D u b o i s s ' e m p a r a a u s s i t ô t de la valise en d i s a n t : — I l v a u t m i e u x que ce soit moi qui la tienne... A m y N a b o t a u r a i t voulu p r o t e s t e r , m a i s elle c o m p r i t que cela a u r a i t été inutile. — A u revoir, H o w o r k a , dit-elle en s e r r a n t la m a i n de l ' a g e n t secret. Q u a n t à D u b o i s il p r i t congé de lui en ces t e r m e s : — A u r e v o i r m o n cher !... A u n e meilleure occasion! — E t p o u r où p a r t e z - v o u s ? d e m a n d a H o w o r k a . — J e crois que n o u s i r o n s en Suisse, r é p o n d i t D u bois. J e crois que c'est l à . q u e n o u s serons le p l u s t r a n quilles... — Bien... Envoyez-moi de vos nouvelles... V o u s coul i s s e z le code secret, n'est-ce p a s ? — Naturellement... — E h bien, j e vous souhaite b o n voyage... D u b o i s h é s i t a u n i n s t a n t , p u i s il dit : — J ' a l l a i s oublier de v o u s d e m a n d e r u n p e t i t acompte... I l n o u s f a u d r a de l ' a r g e n t p o u r le voyage... H o w o r k a se m o r d i t les lèvres, car il é t a i t t r è s a v a r e . — U n a c o m p t e ? fit-il. E n avez-vous r é e l l e m e n t besoin ? — Naturellement... — Oui, donnez-nous quelque chose, a j o u t a A m y N a bot. L ' a r g e n t vous sera r e n v o y é de P a r i s . . . Comme à r e g r e t , H o w o r k a ouvrit u n tiroir, en t i r a u n e liasse de billets de cent couronnes et se mit à les compter lentement. — Donnez-nous mille.couronnes ! dit Dubois. C'est bien le moins avec quoi n o u s puissions nous a r r a n g e r . . .


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L ' a g e n t secret laissa é c h a p p e r u n soupir, r e m i t les billets de cent couronnes d a n s le t i r o i r et en t i r a u n de mille q u ' i l r e m i t à l'espion. Ce d e r n i e r plia n é g l i g e m m e n t le p r é c i e u x p a p i e r en q u a t r e et le glissa d a n s u n e poche de son gilet. P u i s a p r è s avoir salué u n e d e r n i è r e fois l ' a g e n t , il s o r t i t avec l ' a v e n t u r i è r e .

LA

CHAPITRE CLXXXIII.

SITUATION

DEVIENT

DIFFICILE

L e c o m m a n d a n t du P a t y n ' a v a i t plus eu u n instan^ de t r a n q u i l l i t é d e p u i s q u ' i l était allé chez le j u g e d ' i n s t r u c t i o n avec G a s t o n . I l était t r è s effrayé des m e n a c e s qui lui a v a i e n t été i faites et il ne cessait de se d e m a n d e r c o m m e n t il allait s ' a r r a n g e r p o u r se t i r e r d'affaire. I l ne p o u v a i t se figurer ce qui allait se p a s s e r q u a n d ses s u p é r i e u r s , qui a v a i e n t t o u j o u r s vu en lui u n h o m m e d ' h o n n e u r , d é c o u v r i r a i e n t qu'il n ' é t a i t en réalité q u ' u n odieux h y p o c r i t e . E t la cause de t o u t cela était l'aveugle passion dont il s'était pris pour Lucie Dreyfus ! •Jamais d a n s sa vie une femme n ' a v a i t fait s u r lui u n e si forte impression !... Sa d e r n i è r e r e n c o n t r e avec elle a v a i t encore avivé la flamme qui le dévorait s a n s t r ê v e n i r é p i t . Mais il était aussi t o u r m e n t é p a r la c r a i n t e que la dénonciation faite p a r la j e u n e femme soit u n j o u r ou l ' a u t r e reconnue p a r ses s u p é r i e u r s .


- 1311 — D e p u i s quelques t e m p s , il p a s s a i t ses n u i t s "dans de t e r r i b l e s insomnies et il a v a i t tellement changé que ses collègues a v a i e n t l ' i m p r e s s i o n q u ' i l é t a i t devenu m a l a d e , U n j o u r , il était v e n u à son b u r e a u p l u s t ô t que d ' h a b i t u d e et il se m i t à e x a m i n e r la correspondance qui é t a i t assez a b o n d a n t e . Tout-à-coup, il pâlit. S u r u n e g r a n d e enveloppe j a u n e , il v e n a i t de voir les m o t s : « T r i b u n a l de P a r i s ». Il se m i t à t r e m b l e r de t o u s ses m e m b r e s et son f r o n t se couvrit de sueur. Cette enveloppe d e v a i t c e r t a i n e m e n t contenir u n e c o m m u n i c a t i o n a d r e s s é e a u m i n i s t r e à la suite de la p l a i n t e p o r t é e c o n t r e lui p a r Lucie D r e y f u s . A u m o m e n t oii il allait o u v r i r l'enveloppe, il entend i t des p a s qui s ' a p p r o c h a i e n t . S a n s p e r d r e u n i n s t a n t , il glissa p r e s t e m e n t le pli d a n s sa poche. L a p e r s o n n e qui e n t r a i t était le l i e u t e n a n t Conté u n de ses s u b o r d o n n é s , qui e u t u n geste de s u r p r i s e en voy a n t que le c o m m a n d a n t é t a i t déjà là. ' D u P a t y lui fit signe de s ' a p p r o c h e r , p u i s il lui dit s u r u n t o n amical : — J ' e s p é r a i s vous trouvez ici, lieutenant... A u j o u r d ' h u i , j ' a i p l u s i e u r s rendez-vous t r è s i m p o r t a n t s et j e v o u d r a i s m e d é b a r r a s s e r le p l u s vite possible de la m e n u e besogne... — D a n s ce cas, j e r e g r e t t e v i v e m e n t d ' ê t r e venu u n p e u en r e t a r d , m o n c o m m a n d a n t , dit le j e u n e officier avec u n a i r c o n t r a i n t , mais... — Oh, ça n ' a p a s d ' i m p o r t a n c e ! i n t e r r o m p i t du P a t y avec u n aimable sourire. Mais je n ' a i p a s le t e m p s de m ' o c c u p e r de la correspondance... Voulez-vous vous en c h a r g e r à ma place ? — Avec plaisir, mon commandant...


- 1312 — .

— Merci beaucoup... 'Au revoir ! Ce d i s a n t du P a t y sortit en hâte. Dès q u ' i l fut dehors, il t i r a de sa poche le message d u P a l a i s de J u s t i c e et l ' o u v r i t . Dès qu'il e u t p r i s connaissance de la communication, son visage s'éclaira d ' u n sourire. — J e suis sauvé ! se dit-il avec joie. L a p l a i n t e de L u c i e Dreyfus ne p e u t p a s me faire de t o r t p o u r le moment... Il se s e n t a i t de n o u v e a u calme et m a î t r e de soi car il é t a i t p e r s u a d é de ce qu'il p o u r r a i t facilement éviter le d a n g e r , du moins p o u r quelque t e m p s . Q u a n t à l'avenir, il n e p e n s a i t p a s qu'il y a v a i t lieu de s'en i n q u i é t e r n o n p l u s car il c o m p t a i t bien p r e n d r e ses p r é c a u t i o n s à t e m p s p o u r éviter u n e c a t a s t r o p h e . D ' a i l l e u r s , il lui r e s t a i t t o u j o u r s la ressource de r e t o u r n e r chez Lucie et de lui faire des excuses. L e s femmes ont le c œ u r sensible et elles refusent r a r e m e n t de pardonner à un pêcheur repenti.

Le calvaire d'un innocent ; n° 41  

Auteur : D' Arzac, Jules. Ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation Université des Antille...

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