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N° 132

Prix : 1 fr. 20.

Belgique : 1 fr 50

Il venait de voir, étendu sur la banquette, un (p. 4084). homme qui râlait C. I. LIVRAISON 525.

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- 4195 — fred est innocent. P e r s o n n e n e p e u t plus le nier, m a i n t e nant... L a m a l h e u r e u s e essayait de se suggestionner en r é p é t a n t t o u j o u r s la m ê m e phrase... P e u t - ê t r e sa foi i n fluencerait-elle enfin le destin... M a i s , comme m a l g r é elle, des mots s o r t a i e n t de sa bouche : — D i x a n s ! D i x a n s !... est-cej)ossible... « Mais M a t h i e u , il f a u t a g i r vite, vite... Comment 'Alfred p o u r r a i t - i l s u p p o r t e r encore des années d e sépar a t i o n , des années de malheur... I l est t r o p faible... il en m o u r r a i t . . . et m o i j e m o u r r a i avec lui... la vie n ' a p l u s aucune v a l e u r p o u r moi... . . O n a g i r a vite, M a d a m e , soyez t r a n q u i l l e , d i t B e r n a r d L a z a r e . J e p a r s ce soir avec,votre beau-frère p o u r P a r i s et nous n ' a u r o n s p a s de cesse a v a n t d ' a v o i r fait casser cet ignoble jugement*.. — Merci, merci, di la m a l h e u r e u s e femme... V o u s êtes bons... — N o u s ne faisons q u ' o b é i r à n o t r e conscience, r é p o n d i t l'écrivain. Rassurez-vous, m a d a m e , vous avez, m a i n t e n a n t , t a n t d ' a m i s qu'ils ne t a r d e r o n t p a s à f a i r e éclater à tous les yeux la vérité... Ce procès a u r a d u moins servi à a t t i r e r l ' a t t e n t i o n s u r l'injustice dont vous êtes l'objet... I l p r i t congé, t a n d i s que Lucie allait m e t t r e son chap e a u et son m a n t e a u p o u r aller voir son m a r i . L a p a u v r e femme n ' e u t p u d i r e , le lendemain, comment elle était p a r v e n u e j u s q u ' à son m a r i , à t r a v e r s les couloirs noirs et t r i s t e s de la p r i s o n et comment elle était entrée d a n s la cellule. L a j e u n e femme croyait t r o u v e r u n h o m m e a b a t t u p a r la douleur. Elle se disait que t o u t son a m o u r ne suffirait p a s à 1Q consoler et à l u i d o n n e r de nouvelles forces...

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— 4196 — Son étonnement fut g r a n d de voir son m a r i assis dev a n t la table et écrivant u n e l e t t r e . L e d i r e c t e u r lui avait permis de voir son mari on p a r ticulier ; le g a r d i e n s'était contenté d ' o u v r i r la p o r t e et était resté a u dehors... — Alfred !... I l lui tendit les b r a s . • — Mon p a u v r e Alfred !... m o n amour... — Ma Lucie !... E l l e se j e t a à son cou, cacha sa tête s u r sa p o i t r i n e et l ' e n t o u r a de ses bras, comme p o u r le défendre contre le p é r i l . L e u r s r e g a r d s douloureux se r e n c o n t r è r e n t . L e u r seule consolation était d ' ê t r e ainsi l'un près de l ' a u t r e , afin de se consoler de leur immense malheur.... Enfin, A l f r e d D r e y f u s d e s s e r r a son étreinte et s ' a p p r o c h a de la fenêtre. I l a p p u y a son front contre la vitre froide et r e s t a silencieux. L u c i e s'était effondrée s u r une chaise, elle a v a i t laissé t o m b e r sa table et ses épaules étaient secouées p a r des sanglots douloureux. L e c a p i t a i n e r e s p i r a i t péniblement... Enfin, il se t o u r n a vers sa femme. — N e p l e u r e p a s , Lucie ; notis n e pouvons rien changer à ce q u i est ; c'est u n fait... 11 f a u t l'accepter avec calme. — Mais tout cela est inoui, Alfred, c'est t r o p cruel... — O u i , c'est cruel... Mais q u ' y f a i r e Lucie hocha la tête : — J e ne puis croire que Dieu p e r m e t t e u n e telle infamie... D i e u ne p e u t vouloir eaie les innocents souffrent et que leurs b o u r r e a u x se réjouissent... Comment peut-on n e p a s d o u t e r de la justice divine devant de pareilles infamies

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— 4197 — D r e y f u s s e r r a sa femme clans ses b r a s et la caressa doucement : — N e te révolte p a s , m a chérie, dit-il lentement. Dieu nous envoie une nouvelle épreuve, plus d u r e p e u t ê t r e encore que les a u t r e s ; mais un j o u r viendra où cette é p r e u v e p r e n d r a fin et où elle t o u r n e r a à la confusion de ceux qui m ' o n t jugé... L e soleil q u i luit p o u r tous, l u i r a p o u r nous aussi... Sois tranquille... — Alfred, dis-moi la vérité, devons-nous v r a i m e n t espérer Elle avait p r i s les m a i n s de son m a r i et les e m b r a s sait avec a r d e u r . L a présence de l ' h o m m e aimé semblait d i m i n u e r sa douleur... Elle jouissait de sa présence, g a r dait ses m a i n s d a n s les siennes, le caressait. — M a i s comment ont-ils p u te c o n d a m n e r , Alfred ? gémit-elle. N e voyaient-ils donc p a s que t u es innocent 1 . . J ' a i p e u r , maintenant... P e n s e combien de t e m p s encore nous allons être séparés de nouveau % Le c a p i t a i n e sourit avec douceur. — N e c o m p r e n d s - t u p a s que j e n ' a c c e p t e r a i p a s ce j u g e m e n t , Lucie '! Mes avocats vont p r é s e n t e r u n e dem a n d e en cassation... Les yeux d u m a l h e u r e u x brillaient d ' é n e r g i e et d ' i n dignation. I l p a r l a i t d ' u n e voix forte et il s'exclama : — J e r e p r e n d s la lutte... J e la r e p r e n d r a i contre le diable lui-même-.. Regarde... I l m o n t r a i t la l e t t r e q u ' i l avait abandonnée s u r la table. — N o n , j e n ' a c c e p t e p a s ce j u g e m e n t comme valable ; j e d e m a n d e u n e deuxième révision ; je récuse le t r i b u n a l qui m ' a condamné ; j e réclame de nouveaux j u ges et des témoins qui ne seront p a s achetés p a r mes adversaires. Lucie le considéra avec a d m i r a t i o n .

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— 4198 — — J e suis h e u r e u s e de te r e t r o u v e r si courageux, mon chéri... — I l le f a u t Lucie... P u i s q u e je suis innocent ; j e dois l u t t e r j u s q u ' a u bout p o u r d é m o n t r e r mon innocence. — Crois-tu q u ' o n écoutera tes p r o t e s t a t i o n s ?... — J e ne p u i s le savoir, Lucie... Mais il f a u t tout tenter... L a j e u n e femme se blottit contre son m a r i ; elle p a s sa ses m a i n s s u r son visage «qui était enflammé p a r l'indignation. — T o n courage et ton calme me font bien plaisir, Alfred. J e c r a i g n a i s le p i r e , lorsque M a t h i e u m ' a a p p r i s le j u g e m e n t . L e c a p i t a i n e d é t o u r n a les y e u x : — J e te dois u n e confession, Lucie. A u p r e m i e r moment, j e p e n s a i s devenir fou, dit-il à voix basse... J e c r a i g n a i s de ne pouvoir s u p p o r t e r cette injustice. Mais j ' a i r e t r o u v é mon équilibre et, m a i n t e n a n t , je ferai tout ce qui est nécessaire pour obtenir gain de cause. — J e t ' y a i d e r a i , mon chéri... — J e le sais, Lucie ; t u as t o u j o u r s été mon meilleur c a m a r a d e . N o u s devons ê t r e forts ; nous devons avoir d u courage et de la patience... I l f a u t accepter cette nouvelle épreuve que Dieu nous envoie... I l f a u t essayer de m e n e r à bien cette nouvelle lutte p o u r la vérité. Les deux époux l'embrassèrent... I l s voulaient t r o u v e r d a n s leur tendresse mutuelle la force dont ils a v a i e n t besoin. — N o u s s u p p o r t e r o n s t o u t ensemble ; t o u t , p o u r v u que nous te $070 'S p.ts réparés. . Q U J ferai-je désormais Bans toi... % O n f r a p p a doucement à la p o r t e . Le gardien p a r u t sur le s e u i l . , — L ' h e u r e est écoulée, m a d a m e dit-il, avec u n e n u a n c e de pitié d a n s la voix.


— 4199 — L e s deux époux é c h a n g è r e n t encore u n baiser, encore u n regard... — A demain... à demain, m a chérie... U n sanglot se n o u a i t d a n s la gorge de la j e u n e femme ; elle fit u n geste de la m a i n et s'enfuit p r e s q u ' e n courant.

CHAPITRE

LA

FIN

D'UN

DXVII

MONSTRE

Quelle horrible t r a g é d i e avait donc eu lieu d a n s la forêt de P o s t d a m , e n t r e A m y N a b o t et P u c h s ! . . C o m m e n t celui-ci avait-il p e r d u la vie 1.. T a n d i s que J a m e s et J a c q u e s V a l b c r t l u t t a i e n t cont r e les a d v e r s a i r e s invisibles qui a v a i e n t t e n t é de les surp r e n d r e et les a s s a s s i n e r p a r t r a h i s o n , le b o u r r e a u s ' é t a i t éloigné r a p i d e m e n t . . . I l p o r t a i t t o u j o u r s e n t r e ses b r a s le corps i n e r t e de la m a l h e u r e u s e A m y , p r e s q u e nue, car ses v ê t e m e n t s a v a i e n t été b r û l é s et il ne r e s t a i t p l u s sur son corps que des haillons carbonisés. L e m o n s t r e n ' a v a i t p a s renoncé à son p r o j e t de posséder la j e u n e femme, a v a n t de la sacrifier i m p i t o y a b l e ment


— 4200 — Enfin, il s a r r ê t a u n instant... L'oreille a u guet, tous ses sens alertés, certain de n ' ê t r e p a s rejoint, F u c h s r e s p i r a enfin... , Une satisfaction p e r v e r s e l ' e n v a h i s s a i t Il allait enfin pouvoir réaliser son projet... I l r e p r i t sa m a r c h é plus lentement, e x a m i n a n avec a t t e n t i o n les clairières, les fourrés, qu'il traversait... I l p a r a i s s a i t chercher a u t r e chose Enfin, il s ' a r r ê t a d e v a n t l ' e n t r é e d ' u n e espèce de caverne, masquée p a r u n e épaisse végétation, il s'y i n t r o duisit et allongea sa victime s u r le sol... P u i s il commença à la caresser voluptueusement... U n désir a r d e n t lui b r û l a i t les veines. L a j e u n e femme d ' a b o r d inerte, r e v e n a i t p e u à peu à elle Elle r o u v r i t les y e u x T o u t d'abord, elle ne comprit p a s où elle se t r o u v a i t ; mais, peu à peu, le s e n t i m e n t de la t e r r i b l e situation où elle se t r o u v a i t lui r e v i n t et elle laissa é c h a p p e r u n geste d'horreur. Le monstre, accroupi p r è s d'elle, ne la q u i t t a i t p a s des y e u x . Comment, allait-elle s o r t i r de là 1 Etait-elle v r a i m e n t perdue... 'ï Un instant, le s e n t i m e n t de son impuissance l ' a n n i hila ; elle se, vit perdue, p e r d u e , sans recours et elle ferma les y e u x Ne valait-il pas mieux s ' a b a n d o n n e r , a t t e n d r e la m o r t , plutôt que de l u t t e r désespérément....? Mais la sensation p r o d u i t e en ses chairs p a r les a t t o u c h e m e n t s du b o u r r e a u était quelque chose de si cruel, de si terrible, q u ' A m y réagit p r e s q u e immédiatement... Cette jeune femme a v a i t en elle des r é s e r v e s de cour a g e et d'énergie encore inemployées.


— 4201 — Elle g a r d a les y e u x fermés, s'efforçant à l ' i m m o b i lité la plus complète, p e n s a n t que F u c h s ne se l i v r e r a i t p a s à son m o n s t r u e u x attentat,, t a n t qu'elle r e s t e r a i t i n e r t e et passive e n t r e ses m a i n s Son plaisir ne serait p a s complet si elle n ' é t a i t p a s h a l e t a n t e , furieuse, si elle ne se défendait p a s , en s o m m e . I l voulait la s e n t i r p a n t e l a n t e , brisée, r é s i s t a n t à ses caresses... A cette occasion seule, il é p r o u v e r a i t v r a i m e n t la satisfaction q u ' i l a t t e n d a i t de ce viol... I l y a v a i t en la b r u t e quelque chose de sadique... I l a i m a i t s e n t i r f r é m i r sous sa poigne r u d e ; il a i m a i t t u e r ; m a i s il a i m a i t encore p l u s faire souffrir... I l m e t t r a i t ses m a i n s b r u t a l e s sur le cou fin et doux ; il s e n t i r a i t les v e r t è b r e s plier ; la femme gémirait... A m y d e v i n a i t cela. E t sa finesse, son astuce féminines lui soufflaient que le salut é t a i t possible, à la condition absolue de g a g n e r d u temps... L e s y e u x t o u j o u r s clos, elle réfléchissait. J a m e s Wells a v a i t libéré ses m a i n s des liens qui les enserraient... L e s cordes, r e t e n a n t ses j a m b e s , é t a i e n t , elles aussi, p r e s q u e r o m p u e s , car les flammes les a v a i e n t carbonisées en p a r t i e . . . L à é t a i t le salut... Elle r o u v r i t l e n t e m e n t les y e u x , posa u n r e g a r d s u r la b r u t e ; m a i s elle ne bougea pas... — Comme t u es belle ! m u r m u r a F u c h s , t o u j o u r s p l u s enivré p a r la v o l u p t é . — P o u r q u o i v e u x - t u m ' a s s a s s i n e r , si t u m e t r o u v e s belle 1 r i p o s t a A m y , f a i s a n t u n effort s u r h u m a i n p o u r sourire et s u r m o n t e r son dégoût. F u c h s se m i t à r i r e d ' u n r i r e b r u t a l . I l fit u n effort p o u r a t t e i n d r e la bouche de la jeune: femme ; m a i s celle-ci d é t o u r n a b r u s q u e m e n t son v i s a g e . C. I.

LIVRAISON

526.


— 4202 —. — N o n ! n o n ! dit-elle, si t u v e u x m ' e m b r a s s e r , si tu v e u x me posséder t u dois m ' a c c o r d e r la vie sauve — C'est impossible ! r é p o n d le m o n s t r e . L e s y e u x d ' A m y se f e r m e n t à demi. I l s se p o s e n t s u r le m a n c h e du c o u t e a u qui sort de la poche de son t o u r menteur. U n p l a n a u d a c i e u x germe d a n s son esprit, en v o y a n t cette a r m e . Elle v o u d r a i t avoir assez de force d ' â m e p o u r ne p a s se rebeller sous les caresses de cet infâme b o u r r e a u L'aurait-elle... % Saurait-elle s u r m o n t e r son dégoût...? T a n d i s qu'affolé p a r le désir, F u c h s l ' é t r e i n t et l'çmb r a s s c p l u s l o n g u e m e n t , la j e u n e femme continue à faire des projets... L e s m i n u t e s qu'elle v a vivre sont t e r r i b l e s . Si elle r a t e son coup, t o u t est perdu... Elle n ' a u r a plus qu'à mourir L a seule possibilité de salut est d a n s son audace et d a n s son sang-froid. — T u es belle ! b a l b u t i e F u c h s , dont l ' é t r e i n t e se resserre... T u es belle, t u m e plais... M e t s tes b r a s a u t o u r de m o n cou, m a jolie... Viens... F r é m i s s a n t e d ' h o r r e u r , elle obéit. Elle n ' i g n o r e p a s que lorsque sera passé le désir de l ' h o m m e , t o u t sera fini ; il n ' a u r a p l u s a u c u n é g a r d p o u r elle et il n ' h é s i t e r a p a s à la m a s s a c r e r froidement... Ses m o u v e m e n t s doivent donc ê t r e d ' u n e r a p i d i t é foudroyante... Elle r é p o n d à la b r u t e à voix basse ; d a n s u n m u r m u r e , elle p r o n o n c e des m o t s s a n s suite, qui semblent lui ê t r e a r r a c h é s p a r le plaisir ; F u c h s doit croire qu'elle r é pond à son désir. P u i s , soudain, sa m a i n droite se pose sur le niancho d u couteau, l ' a r r a c h e de la poche, le lève...


— 4203 — L e m o n s t r e ne s'est a p e r ç u de rien... I l continue à la caresser. Cependant, le subit silence d ' A r a y qui a succédé a u x m u r m u r e s passionnés de l ' i n s t a n t p r é c é d e n t , lui fait lever la tète... Il contemple sa victime, s'étonne de ce b r a s dressé et il va, s a n s doute, voir le c o u t e a u levé sur lui p a r la malheureuse... M a i s le b r a s de celle-ci r e t o m b e ; A m y N a b o t p e u t f r a p p e r avec u n e v i g u e u r décuplée p a r son désespoir... L ' é t r e i n t e de F u c h s se desserre, t a n d i s que la j e u n e femme se dégage... L e corps de l ' h o m m e est s u r elle et elle doit l ' é c a r t e r avec dégoût p o u r p a r v e n i r à se r e d r e s s e r . Elle r e j e t t e e n s u i t e le r e s t a n t des liens qui l ' e n t r a v e n t et se m e t debout.... F u c h s , dont la gorge est h o r r i b l e m e n t o u v e r t e et laisse é c h a p p e r u n r u i s s e a u de sang, qui ne t a r d e pas à f o r m e r u n e m a r c de s a n g s u r le t e r r a i n , ne fait p l u s u n mouvement. A m y N a b o t le considère d ' u n air horrifié. — C'est t e r r i b l e m u r m u r e - t - e l l e d ' u n e voix t r e m blante... M a i s il l ' a voulu... J e ne p o u v a i s p a s s a u v e r m a vie a u t r e m e n t . . . Que D i e u me p a r d o n n e î E t elle p r e n d la fuite... Elle court comme u n e folle, a p r è s avoir j e t é le cout e a u d a n s un fourre.

Qui a v a i t r é p a n d u la nouvelle de l ' a s s a s s i n a t de Fuchs %


— 4204 — Qui clone avait affirmé que les assassins étaient les deux é t r a n g e r s % Il n ' é t a i t pas t r è s difficile de le deviner... C ' é t a i t Wolff, le secrétaire de Baliaroff, qui avait fait l'horrible découverte Avec F r a n z , qui l'aidait d a n s ses recherches, il s'ét a i t aussitôt dirigé vers le village le plus voisin et il a v a i t p r é v e n u les g e n d a r m e s . Ceux-ci les avaient a c c o m p a g n é s d a n s la forêt et, lorsque les c o n s t a t a t i o n s légales avaient été faites, le cad a v r e a v a i t a u s s i t ô t été t r a n s p o r t é à l'hôpital, d a n s la salle de l ' a m p h i t h é â t r e . P u i s les g e n d a r m e s a v a i e n t commencé les recherches nécessaires p o u r t r o u v e r les assassins. L e s deux a l l e m a n d s n ' a y a n t pu réussir à r e t r o u v e r la t r a c e des deux é t r a n g e r s ni celle d ' A m y Nabot, a v a i e n t p e n s é qu'il était de bonne g u e r r e de faire t o m b e r les soupçons su!' les deux h o m m e s . Mais ils a v a i e n t g a r d é le silence s u r A m y Nabot, car ils p e n s a i e n t que cela r i s q u e r a i t de leur faire du t o r t . P o u r confirmer leurs dires, il se t r o u v a j u s t e m e n t quelques p a y s a n s qui a v a i e n t vu v e r s les neuf h e u r e s du m a t i n u n j e u n e homme en h a b i t de t o u r i s t e , qui en t r a n s p o r t a i t u n a u t r e s u r ses épaules. Celui-ci devait ê t r e blessé. Les deux h o m m e s de Baharoff profitèrent de cette circonstance p o u r déclarer qu'ils a v a i e n t v u les deux é t r a n gers s o r t i r de la forêt. Aucun doute ne vient à l'idée des g e n d a r m e s , en ent e n d a n t cette déclaration : l ' u n des deux h o m m e s a dû ê t r e blessé au cours de leur r e n c o n t r e avec l ' h o m m e égorgé, qui ne p e u t l'avoir été que p a r eux. T r è s a d r o i t e m e n t , Wolff insinue qu'il doit s ' a g i r de d e u x espions français, v e n u s p o u r s u r p r e n d r e les secrets m i l i t a i r e s de l ' A l l e m a g n e .


— 4205 — Cette nouvelle se r é p a n d avec la r a p i d i t é de la foudre R a p i d e m e n t , le p a y s est sens dessus dessous... Des centaines de personnes se r a s s e m b l e n t SUT les places, p o u r manifester leur hostilité, t a n t à la F r a n c e q u ' à ses espions... Des hommes a r m é s de'fusils et de fourches, avides de vengeance, se r é p a n d e n t d a n s tout le pays... Les g e n d a r m e s font des perquisitions d a n s les a u berges, dans t o u t e s les maisons suspectes, i n t e r r o g e a n t tous ceux qui p o u r r a i e n t avoir e n t r e v u les m a l f a i t e u r s ou a u r a i e n t pu leur donner asile... P e n d a n t que ces r u m e u r s circulaient d a n s tout le pays. J a c q u e s Yalbert. alerté, était a u p r è s du b o u r g mestre. • T a n d i s qu'il s ' e n t r e t e n a i t avec celui-ci de l ' é t a t de sou ami et que le m é d e c i n - b o u r g m e s t r e lui déclarait froid e m e n t qu'il se voyait d a n s l'obligation de les livrer t o u s deux à la police, une m u l t i t u d e de gens, h u r l a n t , passe sous les fenêtres de la niai rie. — A mort, les assassins ! —- A mort, les espions ! — A 1ms la F i a n c e !

— A mort ! A mort ! — Q u ' o n les, pende, J a c q u e s V a l b e r t en ehtendaiï- ces h u r l e m e n t s était devenu pfde. Si J a m e s Wells et lui a v a i e n t le m a l h e u r de t o m b e r d a n s ies mains de cette piene en lureur. prête à t a i r e u n e j u s t i c e sommaire, ils seraient c e r t a i n e m e n t lynchés' eii quelques m i n u t e s . E m p l o y a n t t o u t e son éloquence, le jeune j o u r n a l i s t e s'efforce alors de convaincre le médecin. — J e vous j u r e ! ni dit-il. q u e mon ami et moi. n o u s sommes t o u f à fait é t r a n g e r s a ce crime — Q u ' y puis-je J e dois faire m o n devoir...


— 4206 — E t comme J a c q u e s V a l b c r t voulait encore p a r l e r , lo d o c t e u r lui coupa la parole : — Non, monsieur, n o n ; il est inutile d'insister ; j e v a i s i m m é d i a t e m e n t p r é v e n i r la police... C'est mon devoir de m a g i s t r a t et j e n ' y faillirai pas... N ' i n s i s t e z p a s , vous p e r d e z votre t e m p s P a r l a n t ainsi, le b o u r g m e s t r e s ' a p p r o c h a de la fenêt r e p o u r a p p e l e r les g e n d a r m e s qui se t r o u v a i e n t p a r m i la foule. J a c q u e s V a l b c r t se vit perdu... Seul u n miracle p o u v a i t encore le sauver, lui et son ami Si, j a m a i s , la m u l t i t u d e , qui a v a i t envahi/les r u e s de la b o u r g a d e , faisait i r r u p t i o n d a n s la maison, p o u r s'emp a r e r des assassins p r é s u m é s , il était facile de deviner ce qui a r r i v e r a i t . , Cette foule en f u r e u r ne l e u r ferait p a s de q u a r t i e r . L ' a u d a c i e u x j o u r n a l i s t e n ' h é s i t e p a s alors à j o u e r le t o u t p o u r le t o u t , afin d'éviter, p o u r lui et p o u r son a m i [Wells, de t o m b e r e n t r e les m a i n s de ces g e n s furieux. , — Tl n ' y a q u ' u n moyen, se dit-il : la force ! E n u n i n s t a n t , les m a i n s r o b u s t e s du j o u r n a l i s t e sais i s s e n t le m é d e c i n a u x épaules... H le t i r e en a r r i è r e , avec .une telle violence, que le d o c t e u r p e r d l'équilibre et roule à terre... I l v a p o u s s e r u n cri, se r e l e v a n t , se j e t e r sur l ' é t r a n ger, q u a n d V a l b e r t le p r é v i e n t . J o u a n t d ' a u d a c e , le j e u n e h o m m e t i r e son revolver de sa poche et place le canon d e v a n t les y e u x du médecin. — N e criez p a s ! ou je vous t u e ! L e b o u r g m e s t r e est p â l e de r a g e et de p e u r t o u t à la fois ; m a i s il n ' o s e élever là voix, car il c r a i n t que l ' a u d a cieux j e u n e h o m m e ne m e t t e sa m e n a c e à exécution... L e français semble ne p a s ê t r e disposé ¿1 p l a i s a n t e r j


— 4207 — il vient de faire p r e u v e d u n e resolution et d u n courage p e u communs... H ne p e u t douter que, p o u r s a u v e r sa vie et celle de son ami, il ne soit capable de t i r e r sur lui... — N e criez p a s ou j e vous tue... r é p è t e V a l b e r t . Si v o u s dénonciez n o t r e présence d a n s v o t r e maison à cette t r o u p e de bêtes fauves, vous commettriez une vilenie... L a voix du j o u r n a l i s t e est calme, s a n s n u a n c e s ; m a i s il t i e n t t o u j o u r s le canon de son revolver b r a q u é sur le front de son a n t a g o n i s t e . — J e vous r é p è t e , continue-t-il, que m o n a m i et moi n o u s sommes a b s o l u m e n t é t r a n g e r s à ce crime... J e vous e n donne m a p a r o l e d ' h o n n e u r . — C'est la police qui d e v r a j u g e r de la sincérité de vos a s s e r t i o n s , r é p o n d le b o u r g m e s t r e . Q u a n t à mon devoir, il consiste à vous dénoncer i m m é d i a t e m e n t . J e vous ai dit que j ' é t a i s non seulement le médecin du p a y s , m a i s que j ' e n suis aussi le b o u r g m e s t r e V o u s devez bien c o m p r e n d r e que je n e p u i s r e s t e r indifférent à la colère de mes administrés... — C'est bien s u r cela que je compte, réplique V a l b e r t . J e n ' i g n o r a i s p a s ce détail en effet, et j ' e n t i e n s compte, en n o t r e faveur... Si vous n ' é t i e z que le médecin, vos a d m i n i s t r é s a u r a i e n t déjà franchi v o t r e seuil... Mai ? comme vous êtes aussi le b o u r g m e s t r e , ils n ' o s e r o n t violer v o t r e domicile p o u r y chercher les assassins p r é s u més... C o m m e n t p o u r r a i e n t - i l s soupçonner leur p r o p r e bourgmestre... % — M a i s c'est u n infâme c h a n t a g e que vous p r a t i quez là % dit le médecin... — Que n o n ! r é p o n d V a l b e r t . V o u s êtes h o m m e d u m o n d e , vous devez c o m p r e n d r e à quoi p e u t ê t r e acculé u n h o m m e qui, n o n seulement, v e u t s a u v e r sa vie en péril, niais encore celle d ' u n a m i blessé, qui ne p e u t se défen1


— 4208 — are; lui-même... % v oyons, voulez-vous que nous parlions raisonnablement % — J e ne puis être raisonnable, si vous continuez à me t e n i r sous la menace de votre revolver,.afin de m'erapêcher de faire le m o i n d r e mouvement... — Mais si, mais si... Veuillez vous asseoir commodém e n t ici... Mais, n a t u r e l l e m e n t , t a n t que le péril ne se sera p a s éloigné, j e ne p o u r r a i remettre mon a r m e d a n s m a poche E n effet, sans se lasser, il menace t o u j o u r s son hôte de son a r m e . P a r la fenêtre vient la r u m e u r de la multitude... Des i n j u r e s à l'adresse de la F r a n c e et de ses espions, arrivent j u s q u ' à ses oreilles. ; Le b o u r g m e s t r e fait un m o u v e m e n t et agite les lèvres, comme s'il voulait a p p e l e r au secours ; mais V a l b e r t le fixe d ' u n r e g a r d plus éloquent que t o u t e s les menaces D a n s ses y e u x brille u n éclair de décision froide et terrible. — Un seul cri et vous êtes u n h o m m e mort,... V o u s êtes u n h o m m e intelligent, docteur ; ne risquez pas v o t r e vie p o u r si peu de chose... M a i n t e n a n t , p a r l o n s sérieusement, Croyez-vous que j e tienne absolument à rester ici l o n g t e m p s , ce revolver d a n s la main.... ? Ne pensez-vous pas qu'il v a u d r a i t mieux nous m e t t r e d'accord Valbert offre alors a u médecin de lui donner u n e grosse somme d ' a r g e n t p o u r v u q u ' i l consente à r e n o n c e r à son p r o p o s de les livrer a u x g e n d a r m e s . Mais l ' a u t r e , faisant preuve d'un entêtement, vraiment germanique, ne v e u t p a s céder ; il continue à soutenir son p o i n t de vue , — Non, non, dit-il, il y va de mon h o n n e u r . J e ne p u i s faire ce que vous me demandez... V a l b e r t t r e m b l e à la pensée de son a m i blessé, e n t r e


IL l'ouvre, le parcourt des yeux et, tout joyeux (p. 4038). 小. I.

LIVRAISON

527.


— 4211 — les m a i n s de cet entêté... S'il é t a i t seul, il p o u r r a i t t e n t e r de fuir... mais Wells... ? Enfin, lorsque le j o u r n a l i s t e est bien convaincu que l ' e n t ê t é b o u r g m e s t r e ne cédera p a s ; il se lève et, sans cesser de viser son liôte, il va f e r m e r l a p o r t e à clé, m e t celle-ci d a n s sa poche ; ferme é g a l e m e n t la f e n ê t r e ; p u i s , s'assied de nouveau, en face du médecin, et allume u n e cigarette, t o u t en g a r d a n t son a r m e s u r 'ses genoux. D e u x ou trois h e u r e s se p a s s e n t ainsi P u i s , soudain, q u e l q u ' u n f r a p p e à la p o r t e . Alors, V a l b e r t saisit son revolver et en a p p u i e le canon s u r la t e m p e du médecin. — R é p o n d e z que vous êtes en t r a i n de t r a v a i l l e r et que vous ne voulez p a s être d é r a n g é , ordonne-i -:' d'ime voix brève. E t comme l ' a u t r e semble h é s i t e r : — F a i t e s vite ! dit-il, vite... ou... ! L e médecin obéit... L e s p a s s'éloignent. L e s h e u r e s coulent de nouveau... L a n u i t t o m b e J a c q u e s V a l b e r t t e n t e u n e d e r n i è r e fois de convaincre le médecin ; m a i s celui-ci se borne à hocher la t ê t e et à m u r m u r e r des p a r o l e s incompréhensibles Alors, V a l b e r t p r e n d u n e décision hardie... Se s e r v a n t des cordons de t i r a g e des r i d e a u x , il ligote le médecin s u r le fauteuil s u r lequel il est assis ; il le bâillonne, se dirige v e r s la p o r t e , l ' o u v r e en silence et sort d a n s le corridor. I l pense profiter de la n u i t p o u r t r a n s p o r t e r son nmi h o r s de cette maison m a u d i t e afin de fuir v e r s l'inconnu, plein de menaces et de périls


— 4212 —

CHAPITRE

UN

CHANGEMENT

DXVIII

INATTENDU

M a t h i e u Dreyfus, p e n d a n t ces d e r n i e r s mois a v a i t négligé ses affaires. Il avait même cessé de faire des p l a n s p o u r l ' a v e n i r et Nini Berthollet. sa fiancée, si elle n ' a v a i t p a s eu l'âme aussi h a u t e , a u r a i t été en droit de se plaindre d ' ê t r e délaissée, car M a t h i e u m a n q u a i t à tous ses devoirs de fiancé... M a i s la j e u n e fille était de celles qui c o m p r e n n e n t et elle savait que. seul, le souci du salut de son frère empêchait M a t h i e u - d ' ê t r e a u p r è s d'elle. E t elle se résignait, C e p e n d a n t , m a i n t e n a n t , que le j u g e m e n t a v a i t été r e n d u , le j e u n e h o m m e a v a i t r e t r o u v é t o u t e son énergie et son activité... 11 était décidé à r e p r e n d r e la l u t t e et à la m e n e r j u s q u ' a u bout Il fit d é m a r c h e s s u r d é m a r c h e s ; m a i s a u c u n e n ' a boutissait... Enfin, u n j o u r , M L a b o r i lui a p p r i t que le p r é s i d e n t de la R é p u b l i q u e a c c e p t e r a i t de signer la grâce de D r e y fus si celui-ci la sollicitait i n s t a m m e n t . e


— 4213 — — Comment ! ils oseraient ! s'écria Mathieu... M a i s c'est une indignité ! Zola, qui assistait à la conversation, dit doucement : — Ecoutez, Dreyfus ; il faut a b s o l u m e n t que v o t r e frère soit libéré, car sa s a n t é est g r a v e m e n t ébranlée Si, p a r point d ' h o n n e u r , il persiste à ne pas signer son recours en grâce, il p e u t se p a s s e r bien du t e m p s a v a n t q u ' u n e nouvelle révision n ' i n t e r v i e n n e et six mois de forteresse p e u v e n t lui ê t r e fatals... I l faut que vous pensiez que la vie de v o t r e frère est en péril et c'est p o u r cette r a i s o n que j e vous conseillerai de ne p a s refuser la g r â c e ' si elle vous est offerte... R i e n n ' e m p ê c h e r a ensuite de p o u r s u i v r e la révision p o u r faire r é h a b i l i t e r votre frère... A u c o n t r a i r e , é t a n t libre, il p o u r r a bien p l u s facilement confondre ses d é t r a c t e u r s . L a p r o p o s i t i o n de Zola r e n d i t ses i n t e r l o c u t e u r s pensifs On discuta p e n d a n t u n long m o m e n t ; m a i s enfin L a bori, D é m a n g e et M a t h i e u D r e y f u s a c c e p t è r e n t d ' e n v i sager cette é v e n t u a l i t é . Les deux avocats décidèrent q u ' i l s la r é d i g e r a i e n t : q u a n t à M a t h i e u , il devait se c h a r g e r de la faire signer à son frère. Le s u r l e n d e m a i n , M a t h i e u e m p o r t a n t d a n s son p o r tefeuille la m i n u t e du r e c o u r s en grâce, libellée p a r les avocats, se r e n d i t à R e n n e s où Lucie é t a i t t o u j o u r s . Mais, en a r r i v a n t d a n s la capitale de la B r e t a g n e , le j e u n e h o m m e t r o u v a sa belle-sœur alitée. Elle a v a i t été si affaiblie p a r les émotions des dern i e r s j o u r s qu'elle a v a i t dû g a r d e r la c h a m b r e . — C'est bien, dit M a t h i e u , soigne-toi. J ' i r a i s seul t r o u v e r Alfred. D'ailleurs, cela t ' é p a r g n e r a une nouvelle émotion... J e suis p e r s u a d é qu'Alfred va refuser de sig n e r son r e c o u r s en grâce ; n o u s allons avoir là u n e n o u velle l u t t e à soutenir...


— 4214 — — C'est facile à c o m p r e n d r e , dit Lucie... I l est dur de d e m a n d e r sa grâce, l o r s q u ' o n est innocent... — J e suis p a r f a i t e m e n t de ton avis, m a chère L u c i e ; j e m ' y suis opposé t o u t d ' a b o r d ; m a i s il faut bien nous r e n d r e à l'évidence ; n o u s n ' a v o n s p a s de t e m p s à p e r d r e : u n e nouvelle révision d e m a n d e r a i t c e r t a i n e m e n t du t e m p s et quelques mois de forteresse feraient b e a u c o u p de m a l à t o n mari... Cela ne v a p a s ê t r e u n e chose facile que de le lui demander... — E t c e p e n d a n t Alfred est si m a l a d e qu'il ne s u p p o r t e r a i t c e r t a i n e m e n t p a s l ' i n t e r n e m e n t d a n s u n e forteresse M a t h i e u D r e y f u s q u i t t a sa belle-sœur p o u r se diriger v e r s la p r i s o n . Ces d e r n i è r e s années, il a v a i t fait bien des démarches pénibles ; m a i s celle-ci lui semblait la p l u s d u r e . I l m a r c h a i t l e n t e m e n t , la t ê t e baissée... I l lui semblait q u ' i l p o r t a i t u n f a r d e a u t r o p lourd p o u r ses épaules. I l e u t voulu r e t a r d e r le m o m e n t t e r r i b l e où il se t r o u v e r a i t d e v a n t son frère... C o m m e n t p o u r r a i t - i l lui d e m a n d e r de signer ce document... 1 Enfin, il a r r i v a à la p r i s o n . I l p a s s a sa c a r t e a u p o r t i e r qui le fit a t t e n d r e u n mom e n t . Q u a n d cet h o m m e revint, il a n n o n ç a : — M o n s i e u r le d i r e c t e u r désire vous voir. M o n s i e u r . Il suivit le p o r t i e r à t r a v e r s les couloirs de la prison et p é n é t r a d a n s le b u r e a u du d i r e c t e u r . L e visage du d i r e c t e u r é t a i t t r è s g r a v e . — M o n s i e u r Dreyfus, dit-il à M a t h i e u , j ' a i t e n u à vous voir a v a n t que vous ne voyiez v o t r e frère, car son é t a t n e r v e u x m ' i n s p i r e quelque i n q u i é t u d e . L e s émot i o n s du procès, la désillusion q u ' i l a éprouvé, l ' o n t a b a t tu. F o r t heureusement, Mme Dreyfus n'est pas venue hier


— 4215 — — M a belle-sœur est alitée — J e m ' e n suis douté. M a i s comme je vous le disais, j e me suis félicité de ne p a s la voir hier, car D r e y f u s a la fièvre, il ne m a n g e p l u s et je crains q u ' i l ne soit p l u s g r a v e m e n t a t t e i n t q u ' i l ne v e u t l'avouer... — P o u r q u o i n ' a v e z - v o u s p a s p r é v e n u sa femme, M o n s i e u r le d i r e c t e u r % dit M a t h i e u d ' u n t o n de r e proche. — U n i q u e m e n t , p a r c e que le c a p i t a i n e m e l'a défendu, monsieur... I l m ' a d e m a n d é de ne r i e n dire à sa famille et s u r t o u t à sa femme, qui é t a i t déjà souffrante et a v a i t besoin de r e p o s . M a t h i e u D r e y f u s sourit t r i s t e m e n t : — J e r e c o n n a i s bien m o n frère à cela, dit-il... I l n e pense j a m a i s à lui-même... I l n e s'occupe que des autres... — V o t r e frère est u n e g r a n d e â m e , M o n s i e u r D r e y fus, il est de ces gens si r a r e s qui savent souffrir en silence — Quel effroyable destin est le sien ! m u r m u r a D r e y fus à voix basse. L e d i r e c t e u r évita son r e g a r d * E n t a n t que fonctionnaire, le d i r e c t e u r ne p o u v a i t se p e r m e t t r e de b l â m e r la décision des j u g e s ; M a t h i e u D r e y fus le c o m p r i t et n ' a t t e n d i t p a s de r é p o n s e , il d e m a n d a = — Ne p o u r r a i - j e voir m o n frère \ — M a i s si, r é p o n d i t le d i r e c t e u r ; je voulais seulem e n t vous p r é v e n i r , afin que v o u s fussiez p a s s u r p r i s et que vous preniez quelques m é n a g e m e n t s . L e fonctionnaire s o n n a et d o n n a a u g a r d i e n qui se p r é s e n t a l ' o r d r e de conduire M a t h i e u d a n s la cellule de son frère. D o u c e m e n t , M a t h i e u p o u s s a la p o r t e que le g a r d i e n a v a i t o u v e r t e et il p é n é t r a d a n s la pièce. L e c a p i t a i n e é t a i t é t e n d u d a n s son lit ; il a v a i t les


— 4216 — y e u x clos, son visage pâle a v a i t encore m a i g r i ces derniers jours. E n e n t e n d a n t des p a s p r è s de son lit, il t o u r n a a p a thiçjuement la tête et considéra son visiteur avec des y e u x b r i l l a n t s de fièvre. Q u a n d il eut reconnu son frère, il t e n t a de se dresser s u r u n coude et u n éclair de joie illumina ses t r a i t s . M a i s les forces lui m a n q u è r e n t ; il r e t o m b a épuisé s u r ses oreillers en faisant de la m a i n un geste résigné. M a t h i e u se pencha sur lui et lui p r i t la m a i n . — T u vois, j e suis couché encore u n e fois, M a t h i e u , lui dit-il avec u n sourire affectueux. Mais ce ne sera* p a s g r a v e , ne t ' i n q u i è t e p a s M a t h i e u D r e y f u s t e n t a de cacher son émotion... L ' é t a t de son frère lui i n s p i r a i t de vifs soucis. I l eut voulu le consoler, m a i s il ne t r o u v a i t p a s u n e p a r o l e et sa gorge se s e r r a i t de pitié... — I l a l'air d ' u n moribond, pcnsa-t-il, en se détourn a n t p o u r essuyer u n e l a r m e qui a v a i t roulé s u r sa j o u e . M a i s la c r a i n t e de se t r a h i r l'obligeait à m a î t r i s e r son émotion et il s'assit p r è s du lit de son frère. — T u ne r e s t e r a s pas l o n g t e m p s ici. Alfred, dit-il doucement ; t u ne t a r d e r a s p a s à r e n t r e r chez toi... L e c a p i t a i n e le considéra avec des y e u x étonnés. — Que v e u x - t u dire ? J e suis encore p r i s o n n i e r C o m m e n t p o u r r a i - j e q u i t t e r ma cellule % Sais-tu si l'on a décidé de la prison d a n s laquelle je serai transféré... 1 — Non, Alfred... Cela n ' a p a s encore été décidé 'Mais je viens te faire u n e proposition et j ' e s p è r e bien que t u l'accepteras... — U n e proposition... ? M a t h i e u h é s i t a p e n d a n t quelques i n s t a n t s ; il consid é r a son frère d ' u n air insoucieux que Dreyfus insista : — E h bien, M a t h i e u 1 De quelle p r o p o s i t i o n v e u x t u parler %


— 4217 — L e sourire de M a t h i e u était u n p e u forcé ; il p r i t la m a i n de son frère et la serra sans r é p o n d r e . P u i s d e v a n t le r e g a r d é t o n n é et i n t e r r o g a t i f du m a lade, il se décida enfin : — J e ne suis p a s t r è s s û r que t u n o u s d o n n e r a s t o n a p p r o b a t i o n , lorsque t u s a u r a s ce que n o u s avons fait, dit-il. — Comme t u p r e n d s u n air solennel... T u piques m a curiosité... A u r a i s - t u donc t r o u v é le m o y e n de t o u t changer... % M ' a p p o r t e s - t u u n e nouvelle % — N o u s avons décidé cela en plein accord avec tes avocats et Zola, dit-il ; nous croyons que ce sera le m i e u x . Alfred Dreyfus hocha la t ê t e . Il d e v e n a i t i n q u i e t ; t a n t de circonlocutions lui faisaient c r a i n d r e que cette nouvelle que M a t h i e u n ' o s a i t a n n o n c e r ne fut m a u v a i s e . — J e c r a i n s fort que ce ne soit u n e m a u v a i s e n o u velle, M a t h i e u , t u hésites t r o p à parler... T u dois avoir à me p r o p o s e r u n e chose bien pénible, j e le vois à t o n expression... M a i s p a r l e donc, je ne v e u x p l u s a t t e n d r e . . . M a t h i e u se p e n c h a p l u s p r è s de son frère et il p r o nonça à voix basse : — M L a b o r i et D é m a n g e , de même q u ' E m i l e Zola, sont d ' a v i s que t u dois solliciter t a grâce du p r é s i d e n t de la R é p u b l i q u e . Voici la s u p p l i q u e que n o u s avons r é d i g é e d ' u n c o m m u n accord et que j e suis v e n u t e d e m a n d e r de signer U n cri d ' i n d i g n a t i o n jaillit des lèvres d'Alfred D r e y fus ; il r e j e t a le d o c u m e n t qui glissa à t e r r e , s a n s qu'il y fit a t t e n t i o n . — C o m m e n t oses-tu m e p r o p o s e r u n e pareille chose, M a t h i e u , s'écria-t-il en c o n s i d é r a n t son frère d ' u n a i r affolé... J e dois solliciter m a grâce, alors que je suis innocent !... Mais vous n ' y avez p a s réfléchi... ou alors... E s t ce que vous auriez p e r d u confiance... ? Est-ce que vous c8

C L

LIVRAISON

528.


— 4218 — n e croiriez p l u s en mon innocence... % M a t h i e u , comment a s - t u p u p e n s e r que j e souscrirai à u n e semblable énormité 1 L e cœur de M a t h i e u était déchiré. I l a v a i t bien pensé que son frère p r o t e s t e r a i t avec i n d i g n a t i o n contre la p r o p o s i t i o n q u ' i l venait lui faire et il en souffrait Alfred a v a i t raison. I l é t a i t innocent ; on ne devait p a s lui faire grâce, on d e v a i t l u i r e n d r e justice... Mais A contre-cœur, le j e u n e h o m m e expliqua : — I l f a u t que t u sois libre, Alfred. N o u s insistons p o u r avoir t a grâce afin que t u puisses vivre a u milieu des t i e n s et te soigner... J e sais que cela doit te sembler d u r ; m a i s t u dois faire ce sacrifice... — J e dois... r i p o s t a Alfred D r e y f u s . Non, non, M a thieu, p e r s o n n e n e me forcera j a m a i s à m ' h u m i l i e r ainsi d e v a n t ces gens qui m ' o n t c o n d a m n é à t o r t Jamais Jamais — A l f r e d , p e n s e à t a femme, à tes enfants, à t a s a n t é surtout... N o u s sommes affolés à la pensée que l'on p e u t t ' e x p é d i e r d e m a i n d a n s u n e forteresse insalub r e où t o n m a r t y r e c o n t i n u e r a p e n d a n t des mois, des années, a v a n t que j u s t i c e te soit rendue... Alfred D r e y f u s i n t e r r o m p i t son frère d ' u n t o n agacé : — Tais-toi, j e t ' e n prie ; ne m ' e n p a r l e plus... J e ne d e m a n d e r a i p a s m a grâce ; m ê m e si j e devais m o u r i r en prison... J e préfère m o u r i r que de laisser croire que j e suis u n coupable, qui bénéficie de la clémence et de la pitié d u président... — Que d e v i e n d r o n t tes enfants, t a femme, si t u restea encore cinq ans en p r i s o n , Alfred 1 P e n s e à eux, pense à t o u s ceux qui t ' a i m e n t . . .


— 4219 — L e condamné secoua la t ê t e ; ses y e u x brillaient d'indignation : — Oui, je pense à eux, M a t h i e u , m a i s je ne v e u x p a s , d e v a n t eux, p o r t e r le poids de cette c o n d a m n a t i o n i m m é r i t é e ; je ne v e u x p a s avoir à baisser la t ê t e dev a n t eux... Ils a u r a i e n t h o n t e de moi plus tard... Si j e signe ce r e c o u r s on grâce, je p a r a i s a d m e t t r e m a culpabilité, c o m p r e n d s donc cela, M a t h i e u ; ce serait d o n n e r r a i s o n à tous mes ennemis... J e ne p e u x p a s faire cela, j e suis innocent, M a t h i e u , j e suis innocent... L e m o t éveilla u n écho d a n s les couloirs de la p r i son et M a t h i e u eut u n frisson d'émotion... I l se d é t o u r n a s a n s dire u n m o t et s ' a p p r o c h a de la fenêtre. Ses lèvres é t a i e n t serrées ; il e u t voulu crier de douleur ; son coeur é t a i t déchiré et il s a v a i t c e p e n d a n t q u ' i l ne p o u v a i t i n s i s t e r d a v a n t a g e M a i s q u ' a l l a i t devenir Alfred s'il s'obstinait U n silence p r o f o n d p l a n a i t d a n s la p e t i t e cellule ; on e n t e n d a i t la r e s p i r a t i o n pénible d'Alfred D r e y f u s , qui a v a i t f e r m é les y e u x et reposait, pâle comme u n m o r t , d a n s son lit. Soudain, le c a p i t a i n e se dressa et, d ' u n e voix dure, é v i t a n t le r e g a r d de son frère, il cria : — Ne p a r l e p l u s de cela, M a t h i e u , j a m a i s , jamais... Ne cherche m ê m e p a s à m e faire a c c e p t e r «de signer cela... C'est bien décidé, je ne signerai p a s et m a décision est irrévocable. J e c o m p r e n d s t r è s bien que t u t ' e s c r u obligé de me t r a n s m e t t r e eette idée de n o s a m i s et je sais aussi que t u v e u x n o t r e bien à t o u s ; m a i s si t u réfléchis, t u c o m p r e n d r a s que j e ne p u i s p a s signer cette supplique. Sa voix se radoucissait, il ajouta :


— 4220 — — J e suis bien sûr, M a t h i e u , que n o u s sommes d'accord ; nous sommes frères et nous nous sommes t o u j o u r s e n t e n d u s ; il n ' y a j a m a i s eu de m a l e n t e n d u e n t r e nous... I l t e n d i t u n e m a i n s u p p l i a n t e vers son frère : — C o m p r e n d s qu'elle serait mon humiliation si j ' a c c e p t a i s , si j e sollicitais m a grâce, a u lieu de la j u s tice qui m ' e s t due et que je réclame depuis des années... J ' a u r a i s donc l u t t é en vain... T o u s les sacrifices que nous a v o n s faits, t o u s ceux que nos amis ont faits p o u r moi, a u r a i e n t été inutiles. E n a c c e p t a n t ma grâce, je reconn a i s t a c i t e m e n t que je suis coupable, que j ' a i donc t r o m p é n o n seulement mes a d v e r s a i r e s , m a i s aussi tous ceux qui ont l u t t é p o u r moi... p o u r la justice... M a t h i e u s ' a p p r o c h a de son frère et, lui p r e n a n t les m a i n s , il les s e r r a en d i s a n t d ' u n e voix mal assurée : — J e te c o m p r e n d s t r è s bien, Alfred, et j ' é p r o u v e u n e violente douleur en te d e m a n d a n t de signer cette d e m a n d e . A t a place, j ' a g i r a i s comme toi ; m a i s je ne «uis p a s s û r que t u aies le droit de refuser de le faire, Alfred... T a s a n t é est en péril... J e te dois la vérité. E t celle de t a femme, que t o u t e s ces émotions ont minée, est en d a n g e r aussi... V o u s avez besoin t o u s les deux de repos... D r e y f u s fit u n geste violent : — Ne continue pas, M a t h i e u , je t ' e n prie... Ne p a r lons plus de cette affaire... T u as fait t o n devoir en me d e m a n d a n t de signer cette feuille ; m a i s oublions cela, maintenant... M a t h i e u n ' o s a p l u s insister. L ' e x p r e s s i o n du visage de son frère lui disait clairement que la décision du m a l h e u r e u x était inébranlable. H se m i t à lui p a r l e r de ses amis, des enfants, de Lucie... — P a u v r e Lucie !... m u r m u r a le c o n d a m n é .


-

4221 —

L e s r e g a r d s des deux frères se r e n c o n t r è r e n t ; d ' u n m o u v e m e n t spontané, ils se p r i r e n t les mains et Alfred a p p u y a sa t ê t e s u r l'épaule de M a t h i e u . L e s deux h o m m e s r e s t è r e n t en silence, u n long mom e n t ; puis Alfred d e m a n d a : — Dis-moi : Lucie souhaite-t-elle ma grâce ?.. E s père-t-elle que si l'on me graciait, je serais libre t o u t de suite ! . . M a t h i e u hocha la t ê t e : , — Oui, Alfred, elle en serait si h e u r e u s e !... — C o m m e n t peut-elle croire que je p o u r r a i s signer cette d e m a n d e en grâce î m u r m u r a Alfred. Elle me conn a î t c e p e n d a n t bien... I l soupira, en se p a s s a n t la main sur le front, — T u devrais lui parler, .Alfred ; toi seul p o u r r a s la convaincre qu'il faut qu'elle p a t i e n t e encore... E t , p o u r éviter de nouvelles discussions qui ne pouvaient ê t r e que pénibles p o u r le malade, M a t h i e u p r é t e x t a des affaires u r g e n t e s et q u i t t a son frère a p r è s l ' a v o i r t e n d r e m e n t embrassé... L e n t e m e n t , le p a s h é s i t a n t , il r e t o u r n a a u p r è s de Lucie. L ' é t a t de la m a l a d e a v a i t empiré. M a l g r é la chaleur de la j o u r n é e , elle frissonnait et s ' é t a i t couverte de p l u s i e u r s c o u v e r t u r e s de laine... Le j e u n e h o m m e poussa un soupir. Ces deux ê t r e s allaient-ils pouvoir s u p p o r t e r plus l o n g t e m p s de vivre s é p a r é s ?'.., — I l n ' a p a s voulu signer ? d e m a n d a la p a u v r e femme d ' u n e voix h é s i t a n t e en r e g a r d a n t son beaufrère. M a t h i e u fit, de la t ê t e , un signe négatif. — Naturellement... il refuse... — Qu'allons-nous devenir, m a i n t e n a n t ? — J e ne sais p a s , Lucie. I l sera t r a n s f é r é dans u n e l


— 4222 — a u t r e prison, u n e forteresse, dès qu'il sera u n peu m i e u x portant... Lucie s'était dressée sur le lit ; elle a v a i t encore pâli : — C o m m e n t %.. Que dis-tu là U est malade ... — Oui, depuis hier... il a la fièvre et n e m a n g e p a s . L u c i e p o u s s a u n g é m i s s e m e n t douloureux. — M o n Dieu, t u n ' a u r a s donc p a s pitié de n o u s 1... Q u a n d donc t o u t cela finira-t-il % Elle s'effondra s u r ses oreillers et éclata en sanglots désespérés. T o u t son corps fragile é t a i t secoué p a r des convulsions effroyables et M a t h i e u ne p u t r e t e n i r u n geste d'effroi en v o y a n t combien la p a u v r e femme é t a i t a t t e i n t e p a r la t r i s t e nouvelle qu'il lui a p p o r t a i t . C'était' en v a i n q u ' i l faisait des efforts p o u r la consoler. I l n e s a v a i t que lui dire... C o m m e n t r a m e n e r l'esp o i r en ce c œ u r brisé L e s forces lui m a n q u a i e n t soudain p o u r p e r s i s t e r d a n s cette l u t t e q u ' i l s e n t a i t inutile. Désespérée, il se laissa t o m b e r s u r le b o r d du lit et cacha sa t ê t e d a n s ses m a i n s . Soudain, Lucie se dressa s u r u n coude, elle s'accrocha a u b r a s de M a t h i e u et, en le c o u v r a n t de ses y e u x dilatés p a r la p e u r , elle m u r mura : — M a t h i e u , il ne doit p a s mourir... Ce n ' e s t p a s possible... J e ne le s u p p o r t e r a i pas... L e destin ne p e u t p a s m ' ê t r e aussi impitoyable ; ce serait injuste effroyable... Oh ! rassure-moi, Mathieu... L e j e u n e h o m m e caressa d o u c e m e n t ses cheveux : — Calme-toi, Lucie... M a i s non, il ne m o u r r a pas... M a i s il v a u d r a i t m i e u x q u ' i l s o r t e de cette cellule. T a n t q u ' i l y r e s t e r a , j ' a u r a i s p e u r , moi aussi, d ' u n e issue fatale... I l a v a i t p a r l é a voix basse, comme s'il s ' a d r e s s a i t


— 4223 — à lui-même. Mais ces paroles g a l v a n i s è r e n t la p a u v r e femme. — J ' i r a i le voir, Mathieu... J e lui p a r l e r a i , moi... t u v a s voir, je le déciderai à signer... I l doit signer, M a t h i e u ; je ne v e u x p a s qu'il m e u r e ! Elle le r e g a r d a i t avec des y e u x pleins d ' é p o u v a n t e . — T o u s tes efforts seront vains, Lucie, j ' a i discuté avec lui p e n d a n t u n e h e u r e , s a n s r é s u l t a t . — P e u t - ê t r e se laissera-t-il t o u c h e r p a r mes l a r m e s , M a t h i e u ; il m ' a i m e , p e u t - ê t r e m o n a m o u r saura-t-il le décider à se s a u v e r nous nous, p o u r nos enfants...' M a t h i e u D r e y f u s fit u n geste évasif ; il ne v o u l a i t p a s d é t r u i r e le dernier espoir de la p a u v r e femme ; m a i s il n ' a v a i t p a s confiance. — J e ne sais p a s si je dois te conseiller de faire cet effort, Lucie, dit-il d o u c e m e n t ; ce sera t r è s pénible p o u r toi et vous en souffrirez t o u s les deux ; il v a u d r a i t m i e u x r e n o n c e r à cette d é m a r c h e M a i s Lucie p o u s s a u n cri de douleur : — C o m m e n t p e u x - t u dire cela, M a t h i e u % P e n s e s - t u donc que je p u i s le laisser m o u r i r , sans faire le inoindre effort p o u r le sauver... V e u x - t u donc que j e m e résigne à a c c e p t e r cette pensée de sa m o r t a v a n t d'avoir t e n t é de l u t t e r ! . . . — I l m ' e s t t r è s cruel, m a chère Lucie, de te conseiller de t ' a b s t e n i r et, moi-même, je souffre i n t e n s é m e n t à la pensée que n o u s devons accepter cette décision de t o n m a r i ; mais, m a l h e u r e u s e m e n t , nous n ' y pouv o n s rien... I l ne v e u t p a s céder... — Non, M a t h i e u , n o n ; j e ne lui obéirai p a s ; j ' i r a i le voir d e m a i n et je l ' i n c i t e r a i à signer... — Lucie, t u es encore m a l a d e ; p r e n d s g a r d e , soigne-toi... T o u t e s ces émotions p o u r r a i e n t avoir de g r a v e s conséquences p o u r toi... I l f a u t te soigner afin d ' a v o i r d e s forces p o u r t ' o c c u p e r de t o n mari...


— 4224 — — Mais j e n ' a i pas le t e m p s de p e n s e r à moi maint e n a n t , M a t h i e u , il s'agit de la vie d'Alfred, de son avenir et de celui des enfants Laisse-moi, m a i n t e n a n t , e t reviens me t r o u v e r demain M a t h i e u n ' i n s i s t a plus ; il sortit en s o u p i r a n t et, le lendemain, à l ' h e u r e indiquée, il r e v i n t chercher sa bellesœur. I l t r o u v a la j e u n e femme habillée, p r ê t e à sortir. Elle ne sentait plus son mal ; elle oubliait sa migraine, elle ne s e n t a i t plus les frissons qui la secouaient des pieds à la tête ; elle ne s ' a p e r c e v a i t p a s du b r u i s s e m e n t de ses oreilles : u n e seule idée la possédait : elle a v a i t h â t e de voir celui qu'elle aimait et l'inciter à accepter son salut de quelque façon qu'il se présenât... M a t h i e u l ' a c c o m p a g n a j u s q u ' à la p r i s o n . L a j e u n e femme pressait le pas, comme si elle eut voulu r a t t r a p e r le t e m p s perdu. Silencieusement, ils m a r c h a i e n t l'un à côté de l'autre... I l s n ' a v a i e n t p a s la force de p a r l e r . C e p e n d a n t M a t h i e u observait du coin de l'œil sa belle-sœur et il était inquiet, car il s ' a p e r c e v a i t du frém i s s e m e n t qui la secouait f r é q u e m m e n t . D e v a n t la porte de la prison, ils s ' a r r ê t è r e n t et L u cie t e n d i t la main à Mathieu : — Laisse-moi là ;^il vaut mieux que j ' e n t r e seule, lui dit-elle en lui s e r r a n t la main. P u i s elle ajouta d ' u n e voix étouffée p a r les l a r m e s : — P r i e pour nous, Mathieu... Le jeûne homme, t o u t ému, s e r r a les lèvres et dét o u r n a la t ê t e . Il avait honte des larmes lourdes qui r o u l a i e n t sur ses joues et. sans r é p o n d r e à la p r i è r e t o u c h a n t e de sa belle-âœur, il s'en alla d ' u n p a s r a p i d e et n e r v e u x . La jeune femme p é n é t r a d a n s la prison et, quelques

Le calvaire d'un innocent ; n° 132  

Auteur : D' Arzac, Jules. Ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation Université des Antille...

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