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Amy s'alanguissait, cavalier... C. I.

se laissait aller au bras de son (Page 3472). LIVRAISON 4 4 1

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les J u i f s ! » p a r c e que ces gens-là empoisonnent la vie française... — Mais, H e n r i e t t e , r é p o n d a i t le m a r i , il suffit t o u t de m ê m e savoir si cet h o m m e est coupable ou non... — Ce n ' e s t q u ' u n j u i f ! dit la j e u n e inconnue qui t o u r n a le dos à son m a r i et s ' e m p a r a d ' u n magazine. Claus sourit à sa femme : — J e suis h e u r e u x de voir que nous ne nous disputons p a s sur ce sujet, m a chère J u l i a n e , t u penses comme moi, j ' e n suis sûr... — Ce que j e ne c o m p r e n d s p a s , dit J u l i a n e , c'est que t a n t de gens s'insultent p a r c e qu'ils n e sont p a s d u même avis, j u s q u ' à ces g é n é r a u x qui ne savent x^as respect e r la discipline qu'ils imposent à leur troupe... Ce n ' e s t plus à n o t r e époque que l'on p e u t a p p e l e r l ' a r m é e « la G r a n d e M u e t t e »... Les deux jeunes gens s o r t i r e n t dans la r u e de R i voli. L e s camelots criaient des éditions spéciales. « 1 ) 'mandez les incidents du siège du fort Chabrol!... M. J u l e s G u é r i n refuse de se rendre... D ' m a n d e z l'édition spéciale... » — Qu'est-ce que c'est? d e m a n d a J u l i a n e . — J e n ' e n sais guère p l u s que toi, m a chérie, r é p o n d i t Claus. I l s'agit d ' u n de ces multiples incidents qui éinaillent la vie politique française actuelle, incidents qui ont p r e s q u e t o u s leur source dans l'Affaire. — Où est ce fort C h a b r o l ? — R u e de C h a b r o l ; veux-tu que nous y allions voir?.. . S u r la réponse affirmative de sa femme, Claus achet a u n j o u r n a l et fit signe à u n cocher. L a voiture s'engagea dans la r u e de Castiglione, p u i s suivit la r u e de la P a i x * t r a v e r s a la place de ï ' O p é -

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r a et gagna la n i e L a f a y e t t e , p o u r , s ' a r r ê t e r au c a r r e four d ' H a u t e ville. — Voici la r u e Chabrol, dit le cocher en faisant u n geste de son fouet; mais les voitures n ' y passent pas, actuellement; la r u e est b a r r é e . F a u t - i l faire le t o u r ? — Non, r é p o n d i t Claus, nous allons descendre ici. Les deux j e u n e s gens descendirent de voiture. L a place S a i n t - V i n c e n t - d e - P a u l , les marches de l'église, étaient noires de monde. Des g a r d e s républicains et des cuirassiers établissaient, au coin de la rue de Chabrol et de la rue d ' H a u t e v i l l e , u n b a r r a g e rigour e u x . U n e houle de m a n i f e s t a n t s tente de forcer ce barr a g e , m a i s la police les refoule sans douceur... Des altercations se produisent... Claus, p r u d e m m e n t , e n t r a î n e sa j e u n e femme à l'écart. Comme le jeune couple se r a n g e le long de la grille d ' u n e maison, ils se h e u r t e n t à deux jeunes h o m m e s dont l ' u n m e t en mouvement u n a p p a r e i l p h o t o g r a p h i que... L a voix d u second fait se r e t o u r n e r Claus : — Non, vous ne p r e n d r e z rien d ' i n t é r e s s a n t d'ici... C'est F i r m i n qui a raison, il f a u d r a i t m o n t e r sur Je toit d ' u n e des maisons voisines; a t t e n d e z ; contentezvous de p h o t o g r a p h i e r les mouvements de foule : — P a r e x e m p l e ! s'écria Claus. L e j o u r n a l i s t e se r e t o u r n e et un cri s'échappe de ses lèvres : — Claus, toi ici... E t a p e r c e v a n t J u l i a n e , il ajoute : — E t vous aussi, Madame!... Quelle heureuse rencontre !... — Mais je te croyais aux P h i l i p p i n e s , dit Claus de G roui.

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— J ' e n suis revenu depuis deux j o u r s , r é p o n d Valbert. C'était, en effet, celui-ci qui, chargé d ' u n r e p o r t a g e sur le fort Chabrol, se t r o u v a i t là avec son assistantp h o t o g r a p h e et F i r m i n , p a r t i en reconnaissance, p o u r t e n t e r de p a s s e r sur le toit d'une des maisons voisines de celle q u ' o n assiégeait... — E t vous, comment se fait-il que je vous r e t r o u v e ici? ajouta le j o u r n a l i s t e . — N o u s avons fait un petit voyage et nous nous sommes a r r ê t é s à P a r i s . A u j o u r d ' h u i , en s o r t a n t de l'hôtel, nous avons e n t e n d u crier les éditions spéciales s u r l'affaire G u é r i n et comme nous ne savons p a s g r a n d ' c h o s e à ce sujet, nous avons pensé que nous p o u r rions voir de nos p r o p r e s yeux ce qui se passe... — V o u s voyez, r é p o n d i t J a c q u e s V a l b e r t , que l'on ne voit rien, si l'on p e u t s ' e x p r i m e r ainsi... I l n ' y a que les m o u v e m e n t de foule à l'extérieur... « C'est une affaire fort p e u a m u s a n t e : il y a plusieurs n u i t s et p l u s i e u r s j o u r s que les sergents de ville, les g a r d e s m u n i c i p a u x et les journalistes, contemplent les volets clos d ' u n e maison, d a n s laquelle il ne se passe rien... ou p a s grand'chose... Mais comme il peut se p a s ser quelque chose, nous attendons... — Mais, enfin, de quoi s'agit-il au juste. — D ' u n rebelle... J u l e s Guérin, le d i r e c t e u r du G r a n d Occident de F r a n c e , organisation anti-sémite, a été condamné p o u r avoir provoqué des troubles. Mais il a refusé de se r e n d r e au m a n d a t d ' a m e n e r que M. H a m a r d était chargé de lui présenter. « E t avec quelques troupes, il s'est enfermé dan» cette maison que l'on dit receler des munitions et des armes. « Des récits fantastiques circulent à ce sujet...

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— Où veut-il en v e n i r ? Car, enfin, il f a u d r a bien que force reste à la loi... — S a n s doute, m a i s cela a u r a p e r m i s a u x antisémites de compter l e u r s troupes, de b a t t r e le rassemblem e n t et il est certain qu'ils ont réussi : voyez p l u t ô t les a t t r o u p e m e n t s ; j u s q u ' a u x boucliers de la Villette qui ont donné!... — M a i s croyez-vous v r a i m e n t q u ' i l p o u r r a i t y avoir bataille? d e m a n d a J u l i a n e . — 11 faut espérer que l'on n ' e n v i e n d r a p a s l à M a i s il est c e r t a i n que la fièvre ambiante, l'état d'énerv e m e n t d a n s lequel p e u v e n t être tous ces « enfermés », t o u j o u r s sur le qui-vive, p o u r r a i t e n t r a î n e r des accidents... I l a r r i v e q u ' u n fusil p a r t e tout seul... quelquefois... A ce m o m e n t , les volets de la maison, en é t a t de siège s ' e n t r ' o u v r e n t . — V i t e , P a u l , G u é r i n va se montrer... L ' o p é r a t e u r p h o t o g r a p h e vise la fenêtre à l ' i n s t a n t précis où p a r a i s s e n t le buste large et le visage énergide J u l e s G u é r i n . L e s b r a s croisés s u r l ' a p p u i de la fenêtre, le héros du blocus t a p o t e fébrilement de sa m a i n droite son b r a s gauche. I l attend, il fait bonne g a r d e . S u r le toit, derr i è r e les persiennes de l'étage s u p é r i e u r , ses c a m a r a d e s aussi sont a u x aguets. P u i s la fenêtre se r e f e r m e ; l ' a n i m a t e u r disparaît... D e s b a g a r r e s ont lieu sur la place Saint-Vincentdc-Paul... D e l ' a u t r e côté, s u r le boulevard M a g e n t a , u n brouh a h a intense a t t i r e l'attention du j o u r n a l i s t e et de ses amis. Ce sont les Secouristes qui a m è n e n t à leur poste de la F e r m e S a i n t - L a z a r e trois m a n i f e s t a n t s blessés. — Mais enfin, demande Claus, donnera-t-on l'assaut ?


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— Non, le gouvernement a décidé d'empêcher J u l e s G u é r i n et ses amis de communiquer avec le dehors, simplement... — Mais alors, s'exclama J u l i a n e , on va les r é d u i r e p a r la famine ? — H é oui... mais espérons que les rebelles se rend r o n t à la raison... L e s trois jeunes gens, laissant F i r m i n qui vient de les rejoindre et l ' o p é r a t e u r p h o t o g r a p h e en observation, font à p a s lents le t o u r du q u a r t i e r : cité d ' H a u t e v i l l e , devant le poste de police, les agents et les g a r d e s m u n i cipaux sont groupés, a t t e n d a n t l ' o r d r e de charger... ou de partir... L a p l u p a r t sont assis sur des caisses d'emballages, s u r des voitures à b r a s , s u r le bord du t r o t t o i r , ils a t t e n d e n t p a t i e m m e n t , calmement, s ' e n n u y a n t et bâillant à qui mieux mieux... Comme J a c q u e s V a l b e r t et ses amis r e g a g n e n t leur poste d'observation, u n incident se p r o d u i t . A u x pieds des agents qui g a r d e n t jalousement l'accès du fort Chabrol, u n gros p a q u e t , enveloppé d a n s du p a p i e r de j o u r n a l , tombe... N a t u r e l l e m e n t , le colis est i m m é d i a t e m e n t r a m a s s é et p o r t é au c o m m i s s a r i a t ; le p a q u e t contient u n superbe gigot d'une dizaine de livres ; il avait été lancé du toit d ' u n e maison voisine et il était certainement destiné a u x assiégés... Cinq m i n u t e s après, u n e boîte de conserves et u n pain de deux livres subissent le même sort... J u l e s G u é r i n qui est, de nouveau, à la fenêtre, apost r o p h e violemment la police : — Mangez donc notre pain, mangez-le donc!... I l nous p r e n n e n t notre p a i n ; ils le donneraient à des P r u s s i e n s , mais ils l ' a r r a c h e n t à des F r a n ç a i s . . . L a r u e devient houleuse ; on manifeste de nouveau, et la police intervient encore...


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~- Triste chose! que de semblables conflits entre français! m u r m u r e J a c q u e s V a l b e r t qui se détourne, un peu é c œ u r é ; puis, p r e n a n t le b r a s de Claus, il ajoute : — S u r ce, allons m a n g e r ; il n ' y a plus rien à voir ici... J^ai l a r g e m e n t de quoi faire mon papier... Guérin ne se r e n d r a certainement p a s ce soir... .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. ..

C h a c u n sait comment se t e r m i n a l'épisode du F o r t Chabrol. A p r è s t r e n t e - h u i t j o u r s de siège, anémiés p a r les privations, les rebelles décidèrent de se r e n d r e . L a petite g a r n i s o n eut les h o n n e u r s de la g u e r r e ; elle sortit la nuit, sans incidents, de son fortin, désormais désaffecté... E t , t a n d i s que les t r o u p e s de l'antisémitisme s'éparpillaient d a n s P a r i s , u n e voiture, gardée m i l i t a i r e m e n t , conduisait au dépôt M. Guérin. De là, le f o n d a t e u r du Grand-Occident de France fut t r a n s f é r é à C l a i r v a u x où il passa plusieurs mois d a n s une chambre claire et aérée qui n ' a v a i t d ' a u t r e inconvénient que de se t r o u v e r d a n s u n e prison... Mais l'agitation antisémite ne s ' a r r ê t a p a s du fait de l ' a r r e s t a t i o n de son animateur... Quelques mois plus t a r d , le Sénat, constitué en Haute-Cour, avait à j u g e r MM. P a u l Déroulède, Buffet et Rochefort... L a F r a n c e vivait une période de son histoire bien agitée et bien triste, u n e période où l'on se b a t t a i t e n t r e français...


CHAPITRE

LE TROISIEME

CDLV

DEGRE...

Smolten tenait dans sa main la main d ' A m y , t a n d i s que le t a x i q u ' i l avait fait a p p e l e r p a r les domestiques de M m e de Saint-Estève, p a r c o u r a i t les r u e s n o c t u r n e s de la capitale. A u bout d'un q u a r t d ' h e u r e ou de vingt minutes, il s ' a r r ê t a devant la maison habitée p a r la Simone. L'attaché m i t pied à t e r r e , p a y a le taxi, sans lâcher le bras de sa compagne qui frémissait doucement. P u i s il sonna. L a porte d ' e n t r é e s'ouvrit et Smolten p r i t dans sa poche u n e torche électrique q u ' i l alluma. Les deux visiteurs nocturnes m o n t è r e n t l'escalier sans e n c o m b r e ; ils n ' a t t e n d i r e n t p a s non plus bien longt e m p s à la p o r t e de la cartomancienne c a r la vieille femme avait le sommeil léger. — Qui est la! d e m a n d a sa voix u n peu t r e m b l a n t e , t a n d i s q u ' u n e pâle l u e u r passait sous la p o r t e , i n d i q u a n t qu'elle venait d ' a l l u m e r sa lampe. On entendit le bruit d ' u n verrou tiré, puis la p o r t e s'ouvrit. Smolten poussa A m y d a n s la misérable pièce. C. I .

LIVRAISON 4 4 2


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— Ecoutez, Simone, dit-il, il s'agit de nous r e n d r e u n service. V o u s connaissez cette femme? — Oui... Dubois avait des p r o j e t s s u r elle et je suis allée lui t i r e r les cartes, afin d ' e n t r e r en confiance ; mais s'agit-il de f a i r e encore le j e u de Dubois...? — Non... et même votre acolyte n ' e n doit rien savoir... J e suis v e n u chez vous la n u i t et vous p a r t i r e z avec elle a v a n t le j o u r de sorte que personne ne la v e r r a et ne p o u r r a b a v a r d e r . — P a r t i r ! s'exclama la Simone. Mais p o u r où?... — J e vous le d i r a i t o u t à l'heure... A v a n t tout, il f a u t que nous convenions de certains détails. L e s deux acolytes p a r l è r e n t à voix basse, p e n d a n t u n moment, t a n d i s q u ' A m y que Smolten avait fait asseoir d a n s l'unique fauteuil, semblait assoupie. A u bout d ' u n moment, Simone fit u n signe d'acquiescement et S m o l t e n se leva'. — Alors, c'est convenu; faites vos p r é p a r a t i f s , en moins d ' u n e h e u r e , je serai de r e t o u r avec Wardell. — E n t e n d u ! dit la Simone, qui r e f e r m a la p o r t e sur son visiteur, p u i s se r e t o u r n a v e r s A m y . L a j e u n e femme semblait d o r m i r . Ses yeux étaient clos. L a Simone secoua la tête d ' u n a i r n a v r é . — P a u v r e p e t i t e ! murmura-t-elle. Q u i sait si elle ne finira p a s encore p l u s m a l que moi... A h ! les p a u v r e s femmes... P u i s elle h a u s s a les épaules. L ' a t t e n d r i s s e m e n t ne d u r a i t p a s longtemps chez la Simone. Ce qui i m p o r t a i t p o u r elle c'était la forte somme q u ' o n venait de lui p r o m e t t r e p o u r sa collaboration... Moins d ' u n e demie-heure a p r è s , elle était p r ê t e et q u a n d u n coup de clackson i m p é r i e u x résonna, elle p r i t A m y p a r la m a i n et l ' e n t r a î n a d a n s l'escalier et de là d a n s la r u e . U n e p u i s s a n t e voiture de course se t r o u v a i t là. L a


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Simone, d ' u n coup d'oeil vit Smolten au volant et celui que l ' a t t a c h é avait appelé W a r d e l l assis à l ' i n t é r i e u r de la v o i t u r e . — V i t e , montez, dit l'attaché, en o u v r a n t la portière devant les deux femmes. L a Simone fit asseoir A m y sur le siège a r r i è r e et p r i t place à son côté, t a n d i s que W a r d e l l s'installait s u r u n s t r a p o n t i n en face d'elle. L a v o i t u r e était p u i s s a n t e et dès qu'elle fut sortie des petites r u e s avoisinant l ' a n t r e de la Simone, Smolten lui fit d o n n e r t o u t e sa vitesse. E t o u r d i e et bouleversée, A m y semblait r e v e n i r à la v i e ; m a i s elle avait p e r d u t o u t sentiment du t e m p s qui avait p u s'écouler depuis qu'elle avait quitté la p e n sion de famille de M m e E t i e n n e . L e s p r e m i e r s t r a m w a y s commençaient à sortir, t a n dis que la grosse v o i t u r e t r a v e r s a i t les q u a r t i e r s suburbains de l'ouest de la capitale. P o u r A m y , le décor qu'elle t r a v e r s a i t était familier, mais sa puissance observatrice était engourdie et elle se sentait comme terrassée. L e j o u r se levait et, de t e m p s à a u t r e , u n autobus passait. A m y fit u n mouvement, m a i s l ' é t r e i n t e de la m a i n osseuse de la Simone, posée s u r son poignet, se r e s s e r r a . — Où m'emmenez-vous? d e m a n d a la j e u n e femme. Simone ne r é p o n d i t p a s ; elle p r o n o n ç a s i m p l e m e n t ;

— [Wardell? Celui-ci se p e n c h a en avant. — Regardez-moi, Mlle Nabot,, dit-il. Ces mots f u r e n t prononcés avec u n e telle force que la j e u n e femme obéit; elle l u t t a u n i n s t a n t , car u n instinct la p r é v e n a i t de ne p a s f a i r e ce q u ' o n lui demandait. Mais une influence irrésistible l'obligea à croiser


— 3532 — son r e g a r d avec celui de l'homme qui lui faisait face. W a r d e l l ne se déplaça p a s ; il s'inclina seulement u n peu plus, les mains posóos sur ses genoux et il posa les yeux sur ceux de la jeune fille qui tressaillit. Elle eut alors l'impression que de g r a n d e s ondes de puissance m a g n é t i q u e se t r a n s m e t t a i e n t de la volonté de cet homme à la s i e n n e ; elle a u r a i t voulu crier, se d é b a t t r e , chercher à s'enfuir, mais cette puissance la m a i n t e n a i t prisonnière! U n p e t i t soupir s'échappa de ses lèvres et ce fut tout... — Voilà, dit Wardell, se r e d r e s s a n t et r e s p i r a n t comme q u e l q u ' u n qui a l'ait un g r a n d cft'ort, voilà vous demeurerez t r a n q u i l l e et vous m'obéirez... A m y n e r é p o n d i t p a s ; elle avait avancé la tête et ses y e u x restaient rivés à ceux de l'homme. Celui-ci se p e n c h a j u s q u ' à ce que ses cheveux touchassent ceux de la j e u n e f e m m e ; son r e g a r d demeurait fixé avec intensité s u r celui d ' A m y . Son examen dut évidemment le satisfaire, car il poussa un soupir de soulagement et dit en se retourn a n t vers la Simone : — Tout va bien; elle ne nous causera p a s d'ennuis. — Ah ! Wardell, soupira la vieille femme, vous êtes incomparable ! — Mon Dieu! soupira l'homme, u n e n u i t comme cela me vieillit de cinq ans... Mais, m e direz-vous ce que n o t r e j e u n e a m i veut faire de cette p e r s o n n e ? L a Simone lui fit signe de p a r l e r plus bas. — B a h ! r é p l i q u a l ' h o m m e en r i a n t , p u i s s'adressant à Amy, il d e m a n d a : « V o u s ne comprenez p a s ce que nous disons, n'estce p a s ?


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A m y fit u n mouvement et r é p o n d i t lentement, d ' u n e voix blanche : — J e ne comprends rien de ce que vous dites. L'automobile descendait u n e côte qui aboutissait à une gare. Elle s ' a r r ê t a devant le b â t i m e n t et Smolten s a u t a à bas du siège polir o u v r i r la p o r t i è r e . — V i t e ! cria-t-il, dépêchons-nous... I l p r i t u n sac qui se t r o u v a i t dans la voiture et p r é céda ses deux c o m p a g n o n s ; dans le hall, il d e m a n d a à un p o r t e u r à quelle heure p a r t a i t le t r a i n du H a v r e , p u i s il se r e n d i t au guichet des billets et en p r i t q u a t r e de p r e m i è r e classe p o u r cette ville; p e n d a n t ce temps,l'automobile d e m e u r a i t vide sur la chaussée. Smolten conduisit ceux qui le suivaient j u s q u ' à son escalier, leur ht t r a v e r s e r u n g r a n d pont, descendre d ' a u t r e s marches, r e m o n t e r d ' u n a u t r e côté et s ' a r r ê t a enfin, hors de la gare. P u i s il m o n t r a à Wardell quelques taxis qui stationnaient devant la station. Le j e u n e attaché paraissait nerveux. T a n d i s que Wardell parlementait avec un chauffeur, la Simone demanda : — N'allons-nous pas au H a v r e ? — O h ! p a s de questions! r é p l i q u a sèchement Smolten. — Mais la voiture ? continua la Simone. — Taisez-vous! répondit l'attaché et la c a r t o m a n c i e n n e obéit. Enfin Wardell revint avec son taxi et Smolten se tourna vers lui en d e m a n d a n t : — Les deux femmes peuvent-elles s'en aller seules, sans danger... '. W a r d e l l leva la m a i n et dit à A m y ' d ' u n e voix douce :


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— V o u s allez p a r t i r avec M m e Simone et vous ne la quitterez p a s j u s q u ' à mon r e t o u r , n'est-ce p a s ? — J e p a r t i r a i avec M m e Simone, r é p o n d i t la j e u n e femme d ' u n e voix m o r n e et sans t i m b r e . — P a r le Ciel! s'exclama la Simone, vous auriez d û m e dire que j e l'emmenais à Vernon... M a i s Smolten la fit t a i r e de nouveau. — W a r d e l l et moi, nous vous r e j o i n d r o n s sous peu, d i t - i l ; c'est p l u s s û r ; mais dépêchez-vous; il faut que vous soyez là-bas a v a n t h u i t h e u r e s du m a t i n et il n ' y a p a s de t e m p s à perdre... S a n s m u r m u r e r , n i d e m a n d e r plus d'explication, la Simone p r i t le sac de voyage et u n trousseau de clés que lui t e n d a i t Smolten, et elle m o n t a dans le taxi, en e n t r a î n a n t la j e u n e femme. Smolten donna u n e adresse au chauffeur et la voiture partit

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N o u s avons laissé J a m e s Wells, s o r t a n t de chez M Leblois, et en proie à mille perplexités. I l était décidé à chercher p a r tous les moyens à ret r o u v e r la piste d ' A m y Nabot. Mais comment faire?... I l réfléchissait p r o f o n d é m e n t t o u t en m a r c h a n t et il fini! p a r conclure q u ' i l devait commencer p a r interviewer M m e E t i e n n e . Sitôt ceci résolu, il se r e n d i t r u e de Lille et eut une — longue conversation avec la logeuse. • I l n e t i r a p a s g r a n d ' c h o s e de ses bavardages, si ce n ' e s t q u ' i l a p p r i t ainsi les visites de la cartomancienne. Quoiqu'il crut q u ' i l n ' y avait là q u ' u n e coïncidence fortuite, il décida d'aller visiter la pseudo-sorcière afin


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de bien s ' a s s u r e r q u ' i l n ' y avait aucune relation e n t r e elle et l'enlèvement d ' A m y . I l m a r c h a i t à t r a v e r s les r u e s encombrées; ne sachant p a s t r o p ce qui allait s o r t i r de sa r e n c o n t r e avec la cartomancienne. P r o b a b l e m e n t r i e n ! se disait-il. E t il se t o u r m e n t a i t ; il se sentait coupable de n ' a voir p a s su veiller mieux sur A m y ; il a u r a i t dû ne p a s la q u i t t e r . E t il se sentait r e m p l i de t e r r e u r à la pensée des p é rils que la j e u n e femme pouvait courir. • I l était t a r d lorsqu'il a r r i v a d a n s le q u a r t i e r p e r du q u ' h a b i t a i t la S i m o n e ; m a i s il lié voulut p a s a t t e n d r e p o u r si peu... E t quoique dix h e u r e s fussent sonnées d e p u i s longtemps, il décida de se faire o u v r i r la p o r t e de l'immeuble et de m o n t e r chez la bonne femme... Mais lorsqu'il p a r v i n t à p a r l e m e n t e r avec la concierge de l'immeuble, celle-ci ne voulut p a s le laisser m o n t e r et lui affirma que la femme q u ' i l cherchait, n ' é tait pas rentrée. Q u o i q u ' i l n'en crut rien, le j e u n e homme d u t se s o u m e t t r e à cette fatalité^; m a i s comme il faisait u n e n u i t claire et belle, il décida de r e s t e r d a n s la r u e à a t tendre. I l s'assit s u r u n banc, et r e s t a immobile, sommeill a n t à demi. Soudain, le b r u i t que faisait u n taxi, s ' a r r ê t a n t non loin, lui fit lever la tête. — Serait-ce la c a r t o m a n c i e n n e qui r e n t r e chez elle en v o i t u r e ? se demanda-t-il. E t il se leva, bien décidé à a b o r d e r cette femme si c'était elle. M a i s si vite q u ' i l eut fait, Smolten, t e n a n t A m y p a r le bras, avait f r a n c h i le seuil encore p l u s vite... E t J a m e s Wells, se f r o t t a n t les yeux, se d e m a n d a s'il rêvait... N'était-ce pas A m y qui venait de passer ainsi dey a n t lui à quelques pas... ?


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B i e n décidé cette fois à n e plus bouger, il s'accota à u n réverbère, placé en face de la p o r t e et attendit... U n q u a r t d ' h e u r e , vingt minutes peut-être s'écoulèrent, p u i s la p o r t e se r o u v r i t , d o n n a n t passage à l'attaché d'ambassade.

-James Wells reconnut le compagnon de la femme q u ' i l avait prise p o u r A m y et il allait se décider à le suivre, lorsqu'il fit réflexion qu'il "valait mieux g u e t t e r la sortie de la femme, si elle devait ressortir... I l alla donc r e p r e n d r e sa place s u r le banc et s'installa de manière à ne pas perdre la p o r t e de vue. Mais il se disait que selon toute vraisemblance, personne ne sortirait plus à cette heure; et, malgré toutes ses bonnes résolutions, le sommeil s'empara p e u à peu de lui... Il fut tiré de son sommeil p a r le vrombissement d'une automobile de '-ourse qui venait de s'arrêter dev a n t la porte de la Simone. Bientôt, la p o r t e s'ouvrit et deux silhouettes féminines, l'une t i r a n t l ' a u t r e , sort i r e n t de l'immeuble, pour monter dans la voiture, occupée déjà p a r deux hommes. U n cri étranglé sortit de la gorge de J a m e s Wells. — Amy! Car c'était bien Amy, il n ' e n doutait p a s cette fois, qui venait de lui a p p a r a î t r e et d o n t il avait vu nettement les t r a i t s à la pli le clarté du réverbère... U n e A m y étrange, comme endormie... — On la-croirait en hypnose, m u r m u r a - t - i l . Mais a y a n t que le jeune homme l'ut sorti de sa stupeur, la voilure, guidée de main de maître avait pris du champ et malgré que le j e u n e anglais se fut mis à courir, elle fut bientôt hors de vue. Néanmoins, il avait eu le t e m p s de r e p é r e r le numéro de la voiture : I)Z 8166. C'était u n e Rochet-Schneider, d'un tout dernier


Lucie se blottit contre lui et caressa son visage. (p. 3504),

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modèle. I l f a u d r a i t bien q u ' i l la retrouvât... E n t o u t cas, il avait acquis une certitude : la c a r t o m a n c i e n n e était bien l'alliée de ceux qui avaient enlevée A m y . R e s t a i t à savoir si c'était elle qui était p a r t i e avec la m a l h e u reuse j e u n e femme... Se p r o m e t t a n t de r e v e n i r d a n s la matinée, J a m e s Wells s'en fut d a n s u n établissement de bains où a p r è s s'être copieusement douché, il se fit m a s s e r p o u r effacer les traces de sa n u i t d'insomnie. Reposé, r a s é de frais, il r e p r i t ses p é r é g r i n a t i o n s . Mais le logis de la Simone était vide et la concierge ne put rien lui dire q u a n t à l ' e n d r o i t où elle p o u r r a i t se trouver. De là, J a m e s Wells se fit conduire à la P r é f e c t u r e de Police où il fit passer sa carte à u n fonctionnaire du service automobile. Celui-ci le r e ç u t p r e s q u ' a u s s i t ô t : — J e v o u d r a i s savoir, lui dit J a m e s W e l l s à qui a p p a r t i e n t u n e Rochet-Schneider p o r t a n t le N° D Z 8166 ? E t il donna le signalement de la voiture. — C'est u n e chose bien facile, r é p o n d i t le fonctionnaire. J e vais vous faire d o n n e r ce nom. II sonna, donna u n o r d r e p a r téléphone, et continua : — M a i s de quoi s'agit-il? — D ' u n e affaire t o u t à fait privée, p o u r laquelle je n ' a i p a s l ' i n t e n t i o n de d e m a n d e r l'aide des services de la police, r é p o n d i t J a m e s Wells, à moins que cela ne s'avère t o u t à fait nécessaire ; m a i s j ' e s p è r e encore que cela s ' a r r a n g e r a à l'amiable... J e p u i s vous d o n n e r m a parole q u ' i l ne s'agit de r i e n qui puisse tomber sous le coup de la loi, de m o n côté du moins... Mais j e v o u d r a i s savoir aussi si cette voiture n ' a été r e m a r q u é e nulle p a r t cette n u i t ou ce matin à l'aube... — Cela sera plus compliqué, sans doute... Sauf


— 3540 — contravention il n ' y a p a s de raison que les gardesc h a m p ê t r e s r e m a r q u e n t le passage d ' u n e voiture... A cet instant, une jeune femme p é n é t r a d a n s la pièce a p p o r t a n t le renseignement demandé : — L a Rochet-Schneider DZ 8166 a p p a r t i e n t à M. Calmon, le directeur de la B a n q u e I n t e r n a t i o n a l e . — P o u r r a i - j e savoir son adresse? d e m a n d a J a m e s Wells. — Mais volontiers... Vous l'avez, Mademoiselle? — B o u l e v a r d l n k e r m a n n N" 260, r é p o n d i t la jeune employée. — I l m e reste à vous remercier, Monsieur... — A votre disposition. J a m e s W e l l s r e m o n t a dans son taxi et se fit conduir e r a p i d e m e n t boulevard lnkermann. Comme il allait sonner, la grille s'ouvrit p o u r donn e r passage à u n homme entre deux Ages, à l'air respectable et qui gesticulait en s ' a d r e s s a n t à, u n chauffeur en livrée qui semblait s'excuser. — C'est invraisemblable!... C'est inouï!... J a m e s Wells se découvrit et salua : — N'est-ce p a s à Monsieur Calmon que j ' a i l'honn e u r de parler >. demanda-t-il. — A lui-même, Monsieur, répondit l'interpellé. Que me v o m e z - v o u s L . — J e venais vous d e m a n d e r si c'était bien à vous

qu'appartient la Etochet-Schneider DZ 8166? — Qu'est-il a r r i v é à ma voiture...? J ' é t a i s justemen en train de m'étonne! qu'elle ait pu disparaît n; d u g a r a g e où elle était eu réparation et qui devait me la livrer ce matin... Savcz-voiis où elle est...? — Non, Monsieur, unis comme je suis à la recherche de ceux qui la montaient cette nuit, je ne doute pas de la r e t r o u v e r eu même temps que ses occupants... — J e vais saisir la police... -


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— Si vous me le permettez, je viendrais avec vous à la P r é f e c t u r e de Police, afin de savoir s'il y a du nouveau... Chemin faisant. .James Wells m i t M» Calmon a u c o u r a n t de ce qu'il avait vu la n u i t précédente et il conclut : — Ne soupçonnez-vous p e r s o n n e ? Que dit votre chauffeur? Pouvez-vous avoir toute confiance en l u i ? — C'est u n b r a v e garçon, dit M. Calmon ; il est dep u i s trois ans à nmn service et il n ' a p a s inventé la poudre. Il avait mené la voiture au garage, h i e r p o u r u n e petite r é p a r a t i o n et, ce m a t i n , elle s'était envolée, sans que le garagiste puisse dire c o m m e n t ! Mais la police s a u r a bien le faire parler... U s a r r i v a i e n t à la P r é f e c t u r e de Police et, de nouveau, J a m e s Wells se fit annoncer chez le fonctionnaire qui l'avaii précédemment reçu. — Voici, Monsieur, qui a besoin de vos services. Là Voiture dont je vous ai e n t r e t e n u e tout à l'heure lui a été volée dans des circonstances mystérieuses. J e ne doute pas que l'enquête ne vous a p p r e n n e bientôt comment elle a pu d i s p a r a î t r e du garage où elle se t r o u v a i t ; mais ce qui i m p o r t e c'est de savoir quel chemin elle a pris... I l fut i n t e r r o m p u par le téléphone qui résonnait. Le fonctionnaire p r i t le récepteur et p r c s q u ' a u s s i tôt, il s'exclama : — Vous dites... ! Une Hochet-Schneider DZ 8166?... Vous êtes sûr?.... Où?... A la gare de Verneuil-surAvre Ceux qui la m o n t a i e n t ont p r i s le t r a i n p o u r Le H a v r e V o u s n ' e n êtes p a s sûr...? ... Bien, j e vous envoie u n inspecteur... E n a t t e n d a n t , mettez la voiture sous scellés... Le fonctionnaire raccrocha l ' a p p a r e i l et se t o u r n a vers ses visiteurs :


— 3542 — — V o u s voyez que la chance est venue à notre a i de... V o t r e voiture, Monsieur Calmon, est à la g a r e de Verneuil-sur-Avrc ; u n e fois les formalités accomplies, votre chauffeur p o u r r a la r e p r e n d r e . Vous pourriez l'envoyer là-bas p a r le t r a i n et il se m e t t r a en r a p p o r t s avec

l'inspecteur que j e vais y envoyer... — E n t e n d u , Monsieur, il me reste à vous r e m e r cier... L ' i n d u s t r i e l sortit, t a n d i s que J a m e s Wells disait : — S i vous m e le permettez, Monsieur, j e désirerais aller à Verneuil, en compagnie de votre i n s p e c t e u r ; j e ne doute p a s de faire là-bas des découvertes intéressantes et q u i p o u r r o n t être utiles à la justice... — Volontiers!... L e fonctionnaire a p p u y a s u r u n bouton et, au bout de quelques minutes, u n i n s p e c t e u r p a r u t : — J e vous a i fait appeler, m o n cher P a i l ï é r q n , p o u r u n e affaire q u i , sans doute, ne vous d o n n e r a p a s g r a n d mal. I l s'agit de t r o u v e r les a u t e u r s d ' u n vol d ' a u to. Ces hommes ont a b a n d o n n é cette voiture devant la g a r e de V e r n e u i l . L e u r t r a c e doit être assez facile à suivre... Monsieur J a m e s Wells, que voici, désire vous accompagner, c a r il est indirectement intéressé à cette affaire. — Bien, Monsieur... J e p u i s p a r t i r i m m é d i a t e m e n t si vous le désirez...

.. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. D e u x heures plus t a r d , les deux hommes descend a i e n t du t r a i n à Verneuil. I l s allèrent voir l'automobile volée (pie g a r d a i t Je g a r d e - c h a m p ê t r e et se m i r e n t à i n t e r r o g e r les facteurs et le chef de gare. Ce d e r n i e r déclara avoir délivré q u a t r e billets de


— 3543 — p r e m i è r e classe p o u r le t r a i n qui passait à V e r n e u i l à 7 h e u r e s du m a t i n et qui se r e n d a i t au H a v r e . . . Mais les hommes d'équipe furent u n a n i m e s à déclarer q u ' a u c u n e des q u a t r e personnes dont on leur donnait le signalement n ' a v a i t p r i s le t r a i n . Ce fut à ce m o m e n t que l'inspecteur P a i l l e r o n fit une importante remarque : — Mais l'on p e u t t r a v e r s e r les voies, grâce à ce p o n t que j e vois là-bas ! . . I l y a u n e a u t r e sortie ! . . — I l n ' y a même q u ' u n e sortie qui est là-bas. I c i c'est l ' e n t r é e seulement... C'est p o u r q u o i les taxis et les voitures, a l ' h e u r e des t r a i n s stationnent là-bas... — A h ! s'exclama J a m e s W e l l s ; m a i s alors, ces gens ont p u p r e n d r e u n e voiture. Savez-vous si elles étaient nombreuses, hier ! . . E t où les trouve-t-on ces voitures qui viennent a t t e n d r e à la g a r e ? A l'hôtel de la G a r e , en face, c'est le seul loueur du p a y s et il a trois taxis et q u a t r e voitures à chevaux. C'est plus que suffisant p o u r les besoins des environs de Verneuil, car les p r o p r i é t a i r e s de p a y s ont p r e s q u e tous leur v o i t u r e et le p e n s i o n n a t qui est à quelque distance a u n autocar. — Merci ! dit l'inspecteur, en e n t r a î n a n t J a m e s Wells. I l s ne t a r d è r e n t p a s à se t r o u v e r en présence d u chauffeur qui avait conduit les deux femmes à leur destination. I I s'agissait d ' u n e maison isolée, déserte les t r o i s . q u a r t s du t e m p s et qui a p p a r t e n a i t , disait-on à u n anglais. Quelque chose tracassait J a m e s Wells. Comment se pouvait-il q u ' A m y suivit ces gens si docilement ? A ce q u ' i l semblait d ' a p r è s les déclarations du chauffeur, la j e u n e femme ne semblait subir aucune violence... P u i s le fait que les deux hommes ne les avaient p a s


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accompagnées faisait supposer,que la pseudo-sorcière et la jolie espionne étaient restées seules... E t alors, où s'en étaient allés leurs compagnons de route % Toutes questions que ne pouvaient p a s résoudre l'inspecteur P a i l l e r o n , ni .James Wells. — Si vous voulez bien m ' e n croire, dit ce dernier, j e vais aller voir cette maison, t a n d i s que vous compléterez vos investigations... J e vous r e j o i n d r a i à l ' h e u r e du déjeuner. — E n t e n d u ! dit l'inspecteur ; d'ailleurs, il faut que je reste ici p o u r r e m e t t r e la voiture a u ' c h a u f f e u r de M. Calmon. J a m e s W e l l s monta d a n s le t a x i et u n e demi-heure plus t a r d , il a r r i v a i t en vue d ' u n e petite maison blanche, p e r d u e a u milieu des a r b r e s d ' u n assez g r a n d j a r d i n . L ' e n d r o i t était isolé à souhait. L e j e u n e homme descendit et fit le t o u r de la maison. L a j o u r n é e était belle et chaude, déjà les jonquilles des plates-bandes, visibles par-dessus le p e t i t m u r bas, m o n t r a i e n t leurs têtes comme p o u r s ' a s s u r e r du beau t e m p s ; il y avait u n e senteur agréable dans l'air. L a maison affleurait le m u r au fond du j a r d i n et d e u x fenêtres s'ouvraient a u rez-de-chaussée. J a m e s Wells eut l'idée qu'il p o u r r a i t sans doute pén é t r e r p a r là d a n s la maison. L e jeune homme réfléchissait très rapidement, car,, d u r a n t toute sa vie, il avait été habitué à p r e n d r e des dé-, cisions r a p i d e s et à agi r sans délai. L a fenêtre était e n t r ' o u v e r t e ; J a m e s Wells dem e u r a attentif u n moment, se d e m a n d a n t s'il r e t r o u v e r a i t là la j e u n e femme et ce qu'il ferait s'il tombait s u r quelque ennemi, dans c e t t e pièce où il allait pénétrer.


— 3545 — L a maison semblait enveloppée de silence et a u c u n b r u i t de vie n ' e n sortait. Mais, soudain, il entendit des voix dans le j a r d i n . C'étaient deux voix d'hommes qui semblaient se disputer... Elles s'approchaient... J a m e s W e l l s n'hésita p a s d a v a n t a g e ; il p r é f é r a i t les périls inconnus qui pouvaient se dissimuler d e r r i è r e les m u r s au d a n g e r réel qui, venait vers lui. I l poussa la fenêtre et enjamba la balustrade.

* ** L a chambre dans laquelle J a m e s Wells venait de p é n é t r e r était vide ; précautionneusement, le jeune homme ouvrit la p o r t e d o n n a n t s u r un couloir qui se t e r m i n a i t p a r u n e porte matelassée. U n escalier blanchi à la chaux y accédait. J a m e s Wells gr'avfi celui-ci et, a r r i v é au premier palier, se t r o u v a en l'ace d ' u n e a u t r e p o r t e matelassée, semblable en tous points à celle d u rez-de-chaussée. Il la poussa et écouta, mais n ' e n t e n d a n t aucun bruit, il e n t r a . I l déboucha alors dans un large couloir s u r lequel s ' o u v r a i e n t trois p o r t e s ; l'une était celle d ' u n g r a n d salon, l ' a u t r e celle d ' u n p e t i t bureau ; q u a n t à la troisième, elle donn a i t accès à u n e pièce qui semblait u n e salle d ' o p é r a tions, c a r on y voyait des i n s t r u m e n t s de chirurgie. Toutes ces pièces étaient vides, d a m e s Wells p o u r suivit son chemin et n e t a r d a p a s à se h e u r t e r à une p o r t e matelassée d e r r i è r e laquelle se trouvaient deux a u t r e s portes, dans u n petit couloir latéral. L ' u n e était blanche et devait o u v r i r s u r u n e salle de bains ; l ' a u t r e était laquée d e noir... Toutes deux étaient fermées. C.

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A ce moment, le b r u i t des deux voix d'hommes lui p a r v i n t de nouveau ; elles m o n t a i e n t vers lui. J a m e s W e l l s sentit son cœur b a t t r e d a n s sa poitrine. I l y avait quelque chose de tellement sinistre d a n s les p a s fermes qui faisaient c r a q u e r les m a r c h e s q u ' i l p e r d i t la tête u n i n s t a n t et r e g a r d a follement a u t o u r de lui p o u r t r o u v e r u n e cachette. Mais le couloir était n u . E n face de lui était la p o r t e laquée de n o i r ; J a m e s W e l l s en t o u r n a délibérément la poignée qui céda ; puis il e n t r a et r e f e r m a le b a t t a n t . I l lui sembla avoir p é n é t r é dans une a u t r e atmosphère. L a pièce dont il venait de f r a n c h i r le seuil était u n salon décoré de rouge et de n o i r ; c'étaient les deux seules couleurs que l'on distinguât t o u t d'abord. L e s r i d e a u x de soie noire étaient tirés, bien qu'il fit très clair au dehors et mie vasque p e n d u e au plafond r é p a n d a i t une é t r a n g e lumière. J a m e s W e l l s n ' a v a i t j a m a i s vu en E u r o p e une pièce décorée d ' u n e façon aussi singulière. L e s m u r s étaient laqués de rouge et des p a n n e a u x n o i r et or les ornaient à intervalles réguliers ; la table, placée a u centre de la pièce était rouge et or, ainsi que les chaises et que le reste du mobilier ; l'épais t a p i s était noir... J a m e s Wells ne r e m a r q u a p a s tous ces détails en même temps, car son attention se p o r t a sur u n g r a n d fauteuil, recouvert de velours noir, dont le h a u t dossier était t o u r n é vers la p o r t e . I l n ' e n pouvait d é t o u r n e r son regard, car il apercevait, se d é t a c h a n t sur l'étoffe des boucles de cheveux : les cheveux d ' A m y . T a n d i s q u ' i l avançait vers ce fauteuil, la voix de la j e u n e femme gémit :


— 3547 — — Non, non, laissez-moi tranquille, je vous en supplie, laissez-moi dormir.. J a m e s bondit vers elle — A m y ! cria-t-il. L a jeune femme était assise d a n s le g r a n d fauteuil, en face de la fenêtre, d r a p é e de r i d e a u x noirs ; son visage était pâle et t i r é et il y avait des cernes bleuâtres sous ses yeux. Elle avait u n a i r à la fois m o r n e et tendu, l ' a i r des personnes qui p r e n n e n t habituellement des stupéfiants. Elle ne fit a u c u n e a t t e n t i o n à son appel, qu'elle n e semblait p a s avoir entendu. Elle continua seulement à gémir et à m a r m o t t e r en r e m u a n t , comme u n enfant dont le sommeil serait troublé p r des couchemars, p u i s à sa profonde h o r r e u r , J a m e s W e l l s découvrit que ses pieds et ses b r a s étaient attachés au fauteuil ; mais ses m a i n s étaient libres. — A m y , r é p é t a doucement le j e u n e h o m m e ; ne m e reconnaissez-vous p a s ; j e suis J a m e s W e l l s et je suis venu vous chercher.. L e mot « chercher » sembla la f r a p p e r ; elle t o u r n a la tête vers celui qui p a r l a i t ; l'expression de ses yeux était affreuse à voir, c'était celle que l'on voit a u x a n i m a u x qui ont été torturés... J a m e s W e l l s se p e n c h a i t déjà p o u r détacher les liens qui r e t e n a i e n t la j e u n e femme, lorsqu'il entendit u n p a s d e r r i è r e la p o r t e . L e s r i d e a u x qui p e n d a i e n t devant la fenêtre se t r o u vaient j u s t e d e r r i è r e lui : ils étaient longs et touchaient le sol ; sans une seconde d'hésitation, il se glissa derr i è r e et se t r o u v a d a n s l ' e m b r a s u r e d ' u n e assez p r o f o n d e fenêtre. Colle-ci était en trois p a r t i e s et celle d u milieu s'ouv r a i t j u s q u ' a u bas , cette porte-fenêtre dominait u n pe-


— 3548 — t i t balcon qui était en réalité le toit du b'ow-window de l ' u n e des pièces de l'étage inférieur. J a m e s W e l l s sortit r a p i d e m e n t , se laissa tomber sur le p e t i t balcon et s'accroupit sous l ' a p p u i . L ' i n s t a n t d ' a p r è s , il se r e n d i t compte q u ' o n e n t r a i t d a n s la pièce ; il e n t e n d i t aller et venir, o u v r i r et referm e r des a r m o i r e s , p u i s on t i r a les r i d e a u x et q u e l q u ' u n dit : — I l n ' e s t p a s ici. J e vous affirme qu'il n ' e s t p a s dans là maison ; m a i n t e n a n t , peut-être, me croirezvous. L e cœur de J a m e s W e l l s b a t t a i t à coups précipités ; ainsi sa présence était dénoncée ; on l'avait vu ou bien la vue du t a x i s'en allant avait donné l'éveil. L e balcon était assez profond ; niais le j e u n e homme n ' e s p é r a i t pas é c h a p p e r à la vue de ses ennemis si ceuxci avaient l'idée d e se p e n c h e r et de r e g a r d e r au-dessous de la fenêtre. Il releva le col de son veston et en ferma les revers, afin de dissimuler la blancheur de sa chemise; p u i s il se pressa le plus q u ' i l le p u t - c o n t r e le m u r ; d ' u n m o m e n t à l ' a u t r e , il attendait le cri qui signalerait sa découverte. Aucun moyen de s'échapper ne s'offrait à lui, car le balcon était placé à l'angle d e l;i maison et il n'y avaii à sa p o r t é e , n i fenêtre, ni g o u t t i è r e qui put lui offrir un point d'appui. E t , soudain, l ' a u t r e voix dit : — J e ne suis p a s convaincu. L ' h o m m e qui a quille le t a x i devant la villa est entré ici, et j e ne m'en irai p a s a v a n t d ' ê t r e absolument sûr qu'il n'y est pas... L ' a u t r e poussa un j u r o n et r e p r i t : — N o u s avons fouillé le j a r d i n et la maison sans résultat. Cet homme n ' e s t pas là ; mais il est certain que n o t r e nid est découvert... Il faut p a r t i r . I l y eut une pause, p u i s l ' a u t r e voix dit :


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— I l y a u n balcon, la, sous la fenêtre... — J ' a i r e g a r d é ; il n ' y est p a s ; assurez-vous-en vous-même. L ' i n s t a n t critique était venu ; la m i n u t e qui suivit fut terrible p o u r J a m e s W e l l s ; il entendit la fenêtre s ' o u v r i r en g r a n d , puis deux mots lui p a r v i n r e n t : — C'est b i z a r r e ! J a m e s W e l l s se r e n d i t compte que la p r o f o n d e u r d u balcon l ' a v a i t sauvé ; si ses ennemis ne se suspendaient p a s h o r s de la fenêtre, comme il. avait fait lui-même, ils ne p o u r r a i e n t l'apercevoir. L e s deux hommes r e n t r è r e n t dans la pièce et le silence retomba. J a m e s W e l l s l u t t a i t contre lui-même ; il était saisi du violent désir de se p r é cipiter à l ' i n t é r i e u r et de délivrer A m y ; mais il savait q u ' i l devait être p r u d e n t et a t t e n d r e le moment p r o p i c e . Quelques m i n u t e s s'écoulèrent, il n ' e n t e n d a i t p l u s q u ' u n m u r m u r e de voix -, puis, soudain, u n cri aigu et t r e m b l a n t s'éleva. — Mon Dieu ! m u r m u r a J a m e s Wells, je ne p u i s s u p p o r t e r cela.. Sa tête se t r o u v a i t au niveau de l ' a p p u i de la fenêt r e qui, heureusement, était large ; il saisit le ciment à deux mains, se hissa s u r cet a p p u i à la force du poignet, s'y t i n t suspendu u n i n s t a n t , p u i s , très doucement, et sans f a i r e aucun b r u i t , se laissa tomber dans la c h a m b r e ; a u même i n s t a n t , la j e u n e femme cria : — J e n e p u i s p a s ; je ne p u i s pas... J a m e s Wells était t o u t frémissant de fureur, son sang b a t t a i t furieusement contre ses tempes et il t r e m blait de tous ses membres, m a i s il se contint, car, cette fois, il ne fallait p a s q u ' i l échouât. 11 savait que l$s deux hommes avaient des revolvers : quel espoir p o u r r a i t - i l avoir, sans a r m e , de les vaincre I l fallait a t t e n d r e , a t t e n d r e encore, de m a n i è r e que les misérables ne pussent é c h a p p e r à leur châtiment.


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E c a r t a n t à peine l'un de l ' a u t r e les rideaux de soie noire, il glissa son r e g a r d à t r a v e r s la petite fente. A m y N a b o t était t o u j o u r s assise d a n s le fauteuil ; on lui avait délié les bras, m a i s ses pieds étaient t o u j o u r s attachés. Elle s'était à demi levée s u r son siège et elle se p e n c h a i t en a v a n t d ' u n e façon peu naturelle, comme si elle y était violemment contrainte ; ses yeux étaient g r a n d s ouverts et exorbités, il y avait u n peu d'écume s u r ses lèvres, tout son corps était en quelque sorte affreusement déformé et p a r a i s s a i t sans vie, ses p r u n e l les avaient l'expression que l'on voit à celles des aveugles et, comme ceux-ci, elle t e n a i t la tête de côté de man i è r e à ne p a s p e r d r e le m o i n d r e bruit. W a r d e l l était debout devant elle et «lames W e l l s l ' a p e r c e v a i t de profil ; il avait les yeux dilatés, la sueur p e r l a i t à grosses gouttes s u r son front et coulait le long de ses joues massives ; chaque fois qu'il se p e n c h a i t vers la j e u n e femme, elle s'agitait et t i r a i t sur ses liens comme si elle voulait le suivre. — I l est passé p a r ici... Où est-il ?... V o u s allez me le dire. L ' h o m m e p a r l a i t d ' u n e voix étrange et v i b r a n t e ; chacune de ses questions p a r a i s s a i t lui coûter u n immense effort nerveux. J a m e s W e l l s é p r o u v a i t lui-même la puissance magnétique qui i r r a d i a i t de cet homme ; à la lueur rouge, impressionnante que la lampe p r o j e t a i t d a n s la pièce, il pouvait voir les veines des m a i n s de W a r d e l l se gonfler.. L ' a u t r e homme d e m e u r a i t à l ' a r r i è r e - p l a n : il paraissait graiftd, inflexible, inenaçant... — Dites-moi où il est... Je vous l'ordonne... L a Jeune femme gémit de nouveau et se tordit les m a i n s ; sa voix s'enfla en u n hoquet : «Là ! » Elle m o n t r a i t du doigt les rideaux d e r r i è r e lesquels J a m e s Wells se tenait.


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CHAPITRE

CDLVI

PRISONNIER...

J a m e s Wells se p r é c i p i t a vers la fenêtre ; mais il était t r o p t a r d . L ' h o m m e qui s'était t e n u d a n s le fond de la pièce p e n d a n t t o u t l ' i n t e r r o g a t o i r e s'était, en u n clin d'œil, a p p r o c h é des r i d e a u x et les avait ouverts. J a m e s W e l l s se p r é c i p i t a sur lui ; m a i s son adversaire ne p e r d i t p a s la tête ; il sortit de sa poche u n revolv e r a u t o m a t i q u e q u ' i l b r a q u a sous le nez de l'anglais qui se vit vaincu. A m y était retombée s u r le fauteuil ; son visage était d ' u n e p â l e u r mortelle et elle semblait en proie à u n e crise de nerfs. W a r d e l l , épuisé s'était laissé t o m b e r comme u n e masse i n e r t e s u r u n divan ; m a i s il ne p e r d a i t r i e n de ce qui se passait, bien q u ' i l p a r û t t r o p fatigué p o u r y p r e n d r e u n e p a r t active. Q u a n t à Smolten, car le deuxième h o m m e n ' é t a i t a u t r e que lui, u n sourire découvrait ses dents et il r e g a r d a i t son p r i s o n n i e r avec calme. — A la bonne heure, dit-il enfin, d ' u n e voix mord a n t e ; vous êtes u n homme courageux et u n chevalier, digne d'un meilleur sort.


— 3552 — J a m e s W e l l s ne r é p o n d i t p a s . I l était brave ; m a i s en ce moment, il avait peur. L a scène démoniaque à laquelle il venait d'assister l'avait profondément bouleversé ; le décor rouge et noir de la pièce faisait irrésistiblement penser à la cruauté des O r i e n t a u x . J a m e s Wells r e g a r d a i t Smolten, plein de sang-froid, souriant ; son complice, vulgaire et grossier et Amy, pâle, immobile, sans défense ; il avait réellement peur... A ce moment, W a r d e l l se redressa lourdement et sortit u n revolver de sa poche. — Misérable ! gronda-t-il, nous vous a p p r e n d r o n s à nous espionner... I l leva son a r m e , m a i s Smolten passa e n t r e lui et celui q u ' i l menaçait. — Tuez-le ! cria, l'énergumènc ; débarrassons-nous de lui une fois p o u r toutes... — Pourquoi i n t e r r o g e a l'attaché. A h ! non, mon cher ; ce n ' e s t p a s mon avis... du moins, p a s encore... — Mais il faut que vous soyez fou, s'exclama W a r dell, en j o u a n t impal ienunent avec son revolver. U n homme comme celui-là ne cesse d ' ê t r e d a n g e r e u x que l ' o r s q u ' i l est mort... et si vous ne voulez pas... — E c o u t e z m o i , i n t e r r o m p i t Smolten, qui ne bougea p a s et fixa son interlocuteur d ' u n r e g a r d froid n e vous excitez pas; je vous prie... Mais l ' a u t r e grommela : — Tuez-le, c'est t o u t ce que je vous demande et sauvons-nous. I l n'est p a s p r u d e n t de r e s t e r ici... — -Et Simone i — Elle se débrouillera bien toute seule... — Ainsi qu'elle l'a t o u j o u r s fait, dit u n e voix mordante. L a Simone venait d ' e n t r e r . :

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Le calvaire d'un innocent ; n° 111