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FlSCICULE 89

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Mais J a m e sWellsl'avaitvues'approchaitd'elle... ( P a g e 2819) C. I . LIVRAISON 353

MANIOC. org BJbliothèqueAlexandre Franconie

Conseil général de la Guyane


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— 2819 — Elle e r r a p a r les rues, sans but p e n s a n t à tout ce qui lui était a r r i v é d a n s cette ville, qui lui était si chère. Cela l ' a t t r i s t a i t u n p e u de devoir la q u i t t e r à nouveau le l e n d e m a i n et p r o b a b l e m e n t p o u r longtemps. U n e soudaine tristesse l'envahit, qui lui p a r u t é t r a n ge, car elle n ' é t a i t p a s sentimentale et elle avait souvent quitté P a r i s , sans savoir si elle r e v e r r a i t j a m a i s cette ville, qui alors ne lui semblait p a s différente des autres capitales. A u j o u r d ' h u i , l'idée de p a r t i r la t o u r m e n t a i t et l'inquiétait t e r r i b l e m e n t . Elle essaya de se p e r s u a d e r , q u ' i l i m p o r t a i t p e u de savoir où elle vivrait. J u s q u ' à présent, elle avait touj o u r s pensé que sa p a t r i e était là, où elle g a g n a i t son pain... Elle n ' a v a i t j-amais eu u n e telle nostalgie de P a r i s . P o u r q u o i donc était-elle si t r i s t e a u j o u r d ' h u i ? Y avait-il q u e l q u ' u n d a n s cette g r a n d e ville, capable de l'y retenir? Aimait-elle q u e l q u ' u n ? Oui... elle p e n s a i t à u n homme, m a i s elle ne devait p a s le revoir, elle devait ê t r e m o r t e p o u r lui. E t . soudain, cet h o m m e se t r o u v a d e v a n t clic. Elle s u r s a u t a et voulut l'éviter, mais J a m e s Wells l ' a v a i t vue et s ' a p p r o c h a i t d'elle... — Amy!... enfin, je vous trouve!... dit-il. U n e telle expression de b o n h e u r était d a n s ses y e u x que la j e u n e femme en fut t o u t e émue... — Quel b o n h e u r inespéré!... J a m e s W e l l s r e t i n t d a n s la sienne la m a i n d ' A m y : — J e vous ai suivie, lorsque vous avez q u i t t é Mont r e u x ; je vous ai cherchée d a n s t o u t P a r i s . Mais m ê m e P i c q u a r t n ' a p a s su me donner votre adresse... N o u s avons t o u t essayé p o u r vous t r o u v e r , m a i s t o u t a été vain... MANIOC. org BJbliothèqueAlexandre Franconie

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— P i c q u a r t no m ' a p a s t r a h i , se dit Amy, reconnaissante. , — E t voilà, que je vous t r o u v e d a n s la rue!... contin u a W e l l s ; mais, m a i n t e n a n t , il f a u t que vous me racontiez ce que ^ o u s avez fait. P r o b a b l e m e n t n'étiez-vous p a s à P a r i s ? . . . Venez-vous d ' a r r i v e r ? A m y sourit. — Non, je suis ici, depuis que j ' a i q u i t t é M o n t r c u x . — V r a i m e n t ? M a i s dîtes-moi alors où vous h a b i tez et ce que vous faîtes. Allons dîner ensemble et vous m e r a c o n t e r e z t o u t cela. — je vous remercie b e a u c o u p ; m a i s j ' a i déjà dîné. — Quel dommage!... alors allons p r e n d r e u n rafraîchissement. J e connais u n bon p e t i t café p a r ici... H lâelia sa m a i n et p r i t son b r a s . A ce moment A m y r e m a r q u a q u ' u n p a s s a n t la considérait avec attention... U n p e u p l u s t a r d , a u café, elle a p e r ç u t cet h o m m e assis à table t o u t p r è s d ' e u x . D e t e m p s en t e m p s , elle s e n t a i t sur elle son regard... A m y était h a b i t u é e à être a d m i r é e p a r les h o m m e s ; m a i s le r e g a r d de celui-là, elle né savait p o u r q u o i , la gênait. — U n r e g a r d de policier, pcnsa-t-elle. Wells, en ce m o m e n t c o m m a n d a i t du Champagne et des fruits. — - P o u r q u o i du Champagne, m o n s i e u r Wells? ditelle en souriant, u n v e r r e de liqueur a u r a i t suffi... — Non, n o u s devons f ê t e r , n o t r e r e n c o n t r e , A m y ! Racontez-moi ce qcu vous avez fait à P a r i s . . . — R i e n <lc bon, m o n s i e u r Wells. J ' a i passé de longs m o i s d a n s un a s i l e d ' a l i é n é s .

I) la r e g a r d a , bouleversé. — Commenta Vous étiez malade?...

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— 2821 — — A t t e n d e z , je vais t o u t vous r a c o n t e r q u a n d le gargon sera parti... Wells lui offrit des fruits et a t t e n d i t que le garçon eut r e m p l i leurs coupes de cliampagnc. — B u v o n s t o u t d'abord, A m y , dit-il en l e v a n t son v e r r e . P u i s il r e p r i t : — J e ne vous ai p a s encore d e m a n d é des nouvelles de votre s a n t é . — M a i n t e n a n t , je vais t r è s bien. M o n séjour à l'asile ne m,'a p a s fait de mal. E t ma c r a i n t e de devenir v r a i m e n t folle, ne s'est p a s réalisée.... Wells la r e g a r d a a n x i e u s e m e n t . — C o m m e n t a n c histoire pareille a-t-cllc p u vous a r r i v e r ? dcmanda-t-il. Elle lui donna des détails sur son a v e n t u r e . — Mais, c'est incroyable!... s'éeria-t-il. Vous devez déposer u n e plaint^ contre le médecin en chef de cet asile. C o m m e n t a-t-il p u v o u s i n t e r n e r sans u n certificat? C'est u n h o m m e sans scrupules, u n b a n d i t . Dîtes-moi son nom, et d e m a i n m ê m e je déposerai u n e p l a i n t e cont r e lui chez u n avocat. A m y fit u n signe de la main. — Mais non, cette histoire est finie, bien finie... J e la considère désormais comme u n e des n o m b r e u s e s a v e n t u r e s de m a vie. I l hocha la t ê t e : — E t que faites-vous m a i n t e n a n t ? — J e p a r s en mission p o u r l ' E t a t major. — M a i s Amy... vous n ' a u r i e z p a s dû faire cela. — B f a u t bien que je gagne ma vie... — V o u s viviez bien sans faire cela... je s a u r a i s vous p r o t é g e r , Amy, et nous ne nous s é p a r e r o n s plus j a m a i s , m a i n t e n a n t q u ' u n h a s a r d h e u r e u x nous a enfin r é u n i s . — Non, non, mon a m i c'est impossible. B f a u t que j e vous r é p è t e ici ce que je vous ai déjà écrit à M o n t r e u x : MANIOC. org BJbliothèqueAlexandre Franconie

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nos r o u t e s doivent se séparer, il le faut. J e p a r s demain p o u r la Russie... — Ne faites p a s cela, A m y , je vous en p r i e . Aimezvous donc l ' a v e n t u r e que vous ne puissiez p a s vivre s a n s elle ? U n sourire t r i s t e a p p a r u t sur le visage d ' A m y . — J e ne souhaite p l u s r i e n q u ' u n e vie tranquille, s a n s a v e n t u r e s , dit-elle d ' u n e voix a m è r e . — Mais, cette vie calme, je p e u x vous l'offrir... ne la refusez p a s encore u n e fois, Amy... — J e dois refuser J a m e s , je n ' a i p a s le droit d'accepter... — V o u s voyez v o t r e vie p l u s noire qu'elle ne l'est!... — Non, je vois clair et je s o u h a i t e r a i s de t o u t m o n cœur, q u ' i l n ' e n fut p a s ainsi. J ' a i été coupable, je dois e x p i e r m o n crime p e n d a n t t o u t e m a vie. P e r s o n n e no p e u t m ' a i d e r , p a s même vous. — P a r c e que vous refusez de vous laisser aider... Elle posa sa m a i n sur celle de son compagnon et d i t : — N ' e n p a r l o n s plus, J a m e s . J e vous remercie de vos bonnes i n t e n t i o n s . J e ne vous oublierai jamais... J e p e n s e r a i t o u j o u r s à vous comme à u n a m i sincère... B u vons à n o t r e amitié... Elle leva son v e r r e et le r e g a r d a avec u n sourire suppliant. P e n d a n t qu'elle buvait, elle sentit peser sur elle le r e g a r d de l ' h o m m e qui a v a i t déjà a t t i r é son a t t e n t i o n . B était déjà t a r d , lorsqu'ils q u i t t è r e n t le café. E t d a n s la r u e , A m y s ' a p e r ç u t qu'ils é t a i e n t suivis. Elle se r e t o u r n a et p u t c o n s t a t e r que l ' i n c o n n u m a r c h a i t d a n s leur sillage. B lui v i n t à l ' e s p r i t que cet h o m m e était p e u t - ê t r e Lepinski. Mais non, c'était impossible, du P a t y ne lui avait-


— 2823 — il p a s afArmé que cet h o m m e se t r o u v a i t à TiAis. Mais, avait-il dit: — V o u s le r e n c o n t r e r e z l à - b a s ! Ou b i e n : « U est déjà à TiAis ! » Elle ne se souvenait p l u s . P l u s t a r d , q u a n d elle serait seule, elle essayerait de Axer ses souvenirs e x a c t e m e n t et de se r e m é m o r e r la conversation qu'elle a v a i t eu avec d u P a t y , car cela était t r è s i m p o r t a n t p o u r elle. B a v a i t p e u t - ê t r e donné l ' o r d r e à L é p i n s k i de la surveiller p e n d a n t son voyage de P a r i s à TiAis. Si cela était, cela signiAait q u ' o n se méAait d'elle... Wells l ' a c c o m p a g n a j u s q u ' à la r u e de Lille. D e v a n t la pension E t i e n n e , il p r i t congé d ' A m y et lui d i t : — J ' e s p è r e encore que vous reviendrez à moi, A m y . E t souvenez-vous que je serais t o u j o u r s p r ê t à vous aider, lorsque vous aurez besoin d ' u n a m i . T r è s émue, elle s e r r a les d e u x m a i n s du j e u n e h o m m e d a n s les siennes, en le r e m e r c i a n t avec effusion. , Cette nuit-là, A m y N a b o t n e dormit p a s . E t le lendemain, elle p r i t le t r a i n de bonne h e u r e . L o r s q u ' e l l e descendit avec M m e E t i e n n e , de la voit u r e , qui l ' a v a i t a m e n é à la gare, elle r e m a r q u a t o u t do suite l ' h o m m e qui l ' a v a i t suivie d a n s la r u e la veille. I l se t r o u v a i t s u r le quai, l o r s q u ' A m y , en se penchant p a r la p o r t i è r e , tendit la m a i n à M m e E t i e n n e , et elle le vit m o n t e r d a n s le t r a i n . A Berlin, où elle s ' a r r ê t a u n e j o u r n é e , elle le r e m a r qua encore, en q u i t t a n t la gare. L ' h o m m e feignit de n e p a s la voir, mais désormais A m y était convaincue q u ' o n la surveillait.


CHAPITRE

CCCXCVII

UNE RENCONTRE Lucie Dreyfus se tenait près de la fenêtre et attendait M a t h i e u , qui devait lui a m e n e r N i n i B c r t h o l c t . Ses pensées allaient vers les t e m p s h e u r e u x , où elle était la fiancée d A l f r e d D r e y f u s . Comme elle a v a i t été h e u r e u s e ! U s s'aimaient tellem e n t ! Dès le p r e m i e r jour, ils a v a i e n t compris que la destinée ics a v a i t u n i s p o u r la vie... I l s i g n o r a i e n t alors le t r i s t e sort qui les a t t e n d a i t . I l s a v a i e n t cru en u n a v e n i r heureux... E t le j o u r funeste était venu, écrasant t o u t ce bonheur. Lucie se d é t o u r n a de la fenêtre et se mit à a r p e n t e r la c h a m b r e . Elle a i m a i t son a p p a r t e m e n t , car Alfred y a v a i t été h e u r e u x , mais ces souvenirs l ' a t t r i s t a i e n t souvent. E t a u j o u r d ' h u i , qu'elle devait y recevoir les fiancés, son cœur saignait. Elle passa d a n s la salle à m a n g e r et a r r a n g e a u n e gerbe de roses rouges qui é t a i e n t sur la table. Combien de fois Ait'tcd ne lui avait-il p a s a p p o r t é de ces roses, qui étaient devenues comme u n symbole do son g r a n d a m o u r p o u r Lucie.


— 2825 — Portcraicnt-cllcs bonheur à Mathieu? Elle l ' e s p é r a i t de t o u t son cœur. M a t h i e u é t a i t si bon, si loyal q u ' i l m é r i t a i t v r a i ment d'être heureux. Elle se souvint de t o u t ce qu'il lui a v a i t r a c o n t é de B r i g i t t e de S t e t t c n . Cette j e u n e Allé allemande a v a i t été son g r a n d a m o u r . Mais cet a m o u r n ' a v a i t p a s p u se réaliser. Cela v a l a i t p e u t - ê t r e mieux... Qui p o u v a i t le dire? Dieu seulement a u r a i t p u r é p o n d r e à cette question. Mais, il semblait à Lucie, que le ciel lui-même n ' a v a i t p a s voulu que M a t h i e u et B r i g i t t e fussent réunis. P r o b a b l e m e n t , cela a u r a i t donné lieu à t o u t e s sort e s de commentaires, on aurait, voulu voir d a n s ce m a r i a g e la p r e u v e qu'Alfred a v a i t bien été en r e l a t i o n s avec le g o u v e r n e m e n t allemand... Dieu sait ce que les gens a u r a i e n t p u croire et r a c o n t e r ! L a sonnerie électrique t i r a L u c i e de sa rêverie. L a s e r v a n t e e n t r a p o u r lui a n n o n c e r l ' a r r i v é e des fiancés. Lucie a v a i t r e n v o y é lés enfants, car elle voulait ê t r e seule avec le j e u n e couple. Elle s ' a p p r o c h a , en s o u r i a n t , de N i n i B e r t h o l c t et l ' e m b r a s s a sur les d e u x joues. — Voici m a f u t u r e femme, dit M a t h i e u . — J e suis si h e u r e u s e de vous c o n n a î t r e enfui, r é p o n d i t L u c i e en p o s a n t la m a i n s u r l ' é p a u l e de son b e a u ft'ère et en se t o u r n a n t v e r s Nini, M a t h i e u m ' a t a n t p a r l é de vous. < Elle p o u s s a doucement la j e u n e Aile d a n s le salon et la p r i a de s'asseoir. Nini B e r t h o l l e t a v a i t r o u g i et souriait t i m i d e m e n t . — J e suis t r è s contente d ' ê t r e reçue n a r vous m a C. L

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— 2826 — dame. J ' a v a i s t r è s envie de vous connaître, de vous serr e r la m a i n et de vous dire, combien j e vouts a d m i r e . — Vous m'admirez? — Oui, car vous êtes si courageuse d a n s la l u t t e que vous soutenez p o u r d é m o n t r e r l'innocence de votre m a r i . L e s lèvres de Lucie se c r i s p è r e n t d a n s u n sourire amer. — J ' a i m e m o n m a r i , dit-elle, c'est ce qui me donne la force de l u t t e r p o u r lui. M a i s n o u s ne sommes p a s ici a u j o u r d ' h u i p o u r p a r l e r de son t r i s t e sort. J e v o u d r a i s c o n n a î t r e u n p e u de joie et c'est vous, Nini, qui allez m e la donner. — Si j e le pouvais... — M a t h i e u m ' a dit que vous êtes si gaie, que v o t r e s o u r i r e l'a t i r é des p l u s g r a n d e s dépressions. P a r l e z - m o i donc u n p e u de vous, Nini... T o u t en p a r l a n t , Lucie a v a i t r e m p l i les tasses et offert des g â t e a u x à M a t h i e u et à Nini. — I l n ' y a p a s g r a n d chose à r a c o n t e r sur moi, m a d a m e . M a vie a été j u s q u ' à p r é s e n t celle de t o u t e s les a u t r e s j e u n e s filles. J ' a i été élevée avec mes frères et m e s soeurs, m a j e u n e s s e a été gaie et h e u r e u s e . M o n p è r e est u n p e t i t fonctionnaire et v o u s devinez q u ' i l ne g a g n e p a s beaucoup, si bien q u ' i l est difficile de vivre, j ' a i dû commencer à t r a v a i l l e r de bonne h e u r e et je n ' a i p a s p u m ' a m u s e r comme la p l u p a r t des j e u n e s filles. M a i s je suis si h e u r e u s e de p o u v o i r aider m a m è r e en lui r a p p o r t a n t u n p e u d ' a r g e n t p o u r la maison. L u c i e posa d ' a u t r e s questions et a p p r i t bien vite l'essentiel de la vie de N i n i B e r t h o l c t . U n e g r a n d e s y m p a t h i e naissait en elle et M a t h i e u s o u r i a i t avec satisfaction, en v o y a n t que N i n i avait su g a g n e r l'amitié de L u cie, en si p e u de temps.


— 2827 — Cela lui p r o u v a i t que son choix était bon, car -si Lucie le ratifiait, il ne p o u v a i t q u ' ê t r e p a r f a i t . E t de t e m p s en t e m p s , p o u r a j o u t e r à sa joie, u n r e g a r d amour e u x de N i n i lui disait combien elle l ' a i m a i t . A u c u n obstacle ne s'opposerait à son union avec Nini, et le frère du m a l h e u r e u x condamné v o y a i t s'étendre d e v a n t lui la p e r s p e c t i v e d ' u n h e u r e u x avenir... . , E t Brigitte? B s ' é t o n n a i t lui-même de voir à quel p o i n t l ' i m a g e de la j e u n e allemande s ' é t a i t effacée de sa mémoire. B ne p e n s a i t m ê m e pins à c o m p a r e r et à se d e m a n d e r laquelle des deux femmes il a i m a i t le m i e u x . P o u r le m o m e n t il ne p o u r s u i v a i t q u ' u n seul b u t , libérer son frère Alfred, p o u r pouvoir enfin p e n s e r à son p r o p r e b o n h e u r et fonder u n foyer... N a t u r e l l e m e n t la conversation r e t o m b a sur le p r o cès et Lucie fut h e u r e u s e de t r o u v e r en N i n i u n e vérit a b l e alliée. L o r s q u ' e l l e s se s é p a r è r e n t a p r è s de longues h e u r e s , Lucie félicita M a t h i e u de son choix: elle était convaincue que N i n i B e r t h o l e t le r e n d r a i t h e u r e u x .


CHAPITRE

CCCXCVIII

L'AVEU L e fonctionnaire S t u a r t , à qui le docteur E c r n h a g e n a v a i t fait p a r t de ses soupçons, se r e n d i t le lendemain do bonne h e u r e à l'infirmerie, p o u r i n t e r r o g e r Savou a v a n t son t r a n s p o r t à la prison. L o r s q u ' i l d e m a n d a à le voir, il s ' a p e r ç u t que le c a r dien hindou h é s i t a i t à l ' a c c o m p a g n e r . S t u a r t lui dit d ' u n t o n . b r u s q u e : — Q u ' a s - t u ? P o u r q u o i ne viens-tu p a s ? — I l est parti... maître... — Comment, on l'a déjà t r a n s p o r t é à la p r i s o n ? — Non, m a î t r e , il a disparu... — I l s'est enfui? — Oui, m a î t r e , mais ce n ' e s t p a s de m a faute. J e uevais le surveiller t o u t seul et il fallait bien que je m ' o c cupe d ' a u t r e s malades... I l c o n t i n u a i t à se disculper, mais S t u a r t l ' i n t e r r o m pit: — Tais-toi... je ne venx p l u s rien e n t e n d r e . J e v e u x p a r l e r à la j e u n e fille que Savou a blessée. L e g a r d i e n lui m o n t r a le chemin et a r r i v é dnns la g r a n d e salle de l'hôpital, il m o n t r a du doigt u n lit: — Voilà Koma. m a î t r e . S t u a r t s'avança.


— 2829 — K o m a ouvrît les y e u x et le r e g a r d a d ' u n air effrayé. — Sais-tu que Savou s'est enfui? d e m a n d a S t u a r t . — Le g a r d i e n me l'a dit... — E t b i e n ! nous al'ons le r a t t r a p e r et le p u n i r comme il le m é r i t e . Les y e u x de K o m a e x p r i m è r e n t la terreur... — Ne le poursuivez p a s , m a î t r e , dit-elle à voix basse, il ne m é r i t e p a s d ' ê t r e p u n i . S t u a r t hocha la t ê t e : — C o m m e n t ? T u défends Savou. qui t ' a blessée si cruellement... T u sais t r è s bien q u ' i l n ' é t a i t p a s malade, lorsqu'il p a r c o u r u t le village avec son k r i s s à la main... — Si, m a î t r e , il était malade... il ne m é r i t e p a s d ' ê t r e puni, car son cœur était m a l a d e . K o m a le r e g a r d a t r i s t e m e n t de ses g r a n d s y e u x noirs a v a n t de r é p o n d r e : — J e ne p e u x p a s vous expliquer cela, m a î t r e , m a i s je vous p r é v i e n s : si vous poursuivez Savou, vous alleu a g g r a v e r )e m a l h e u r . S t u a r t posa d ' a u t r e s questions, essaya de la fairo p a r l e r , m a i s K o m a ne r é p o n d i t p l u s et se c o n t e n t a de le regarder d'un air suppliant. S t u a r t se r é s i g n a enfin et i n t e r r o m p i t ses questions. L o r s q u ' i l q u i t t a l'infirmerie, il se r e n d i t a u p r è s du docteur B c r n h a g c n . I l était de fort m a u v a i s e h u m e u r et voulait lui d e m a n d e r u n conseil. B c r n a g c n connaissait déjà la fuite du malais. — Voyez-vous, dit-il, j ' a v a i s bien r a i s o n de le soupçonner... — Oui. mais alors vous auriez dû p r e n d r e plus do p r é c a u t i o n s , mon cher. — R n ' é t a i t p a s en mon pouvoir d ' e m p e h e r Savou de s'enfuir de l'hôpital. J ' a i a u t r e chose à t u r c que de g a r d e r des b a n d i t s . — V o u s avez c e r t a i n e m e n t raisonj mais q* .'allons-'


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nous faire m a i n t e n a n t ? Avcz-vous informé la police? — P a s encore... je vais le faire t o u t de suite. — Non, a t t e n d e z encore. L e p r é f e t est en vacances et j e le remplace, j ' e x e r c e donc aussi p o u r le m o m e n t les fonctions de j u g e . N o u s allons p a r l e r a u g a r d i e n et lui d e m a n d e r des détails s u r cette fuite é t r a n g e . L e docteur s o n n a ; u n domestique e n t r a , on lui donn a l ' o r d r e de faire v e n i r le gardien. Quelques m i n u t e s a p r è s celui-ci p a r u t s u r le seuil. — C'est toi qui était de g a r d e , la n u i t dernière? q u e s t i o n n a le docteur. —- Oui, m a î t r e . — C o m m e n t Savou a-t-il p u s'enfuir? — On m ' a appelé m a î t r e et j ' a i dû q u i t t e r la salle p e n d a n t u n i n s t a n t . C'est alors q u ' i l s'est enfui... — Qui t ' a appelé — L e m a î t r e de S e r r a n g - S a l a k . Bcrnhagcn regarda Stuart: — V o u s savez qui est le m a î t r e de Scrrang-Malak? demanda-t-it. — N ' e s t - c e p a s la p l a n t a t i o n de K o a l w i n k q u ' o n appelle ainsi? — V o u s avez raison. B se t o u r n a v e r s le g a r d i e n : — E t que voulait-il de t o i ? — R a v a i t besoin de quinine. P e n d a n t que j ' a l l a i s d a n s la p h a r m a c i e en chercher, il est e n t r é d a n s l'infirmerie et a p a r l é à Savou. — A s - t u pu e n t e n d r e ce q u ' i l lui d i s a i t ? — Non. m a î t r e , ils p a r l a i e n t t o u t bas. — E t bien, et a p r è s ? Raconte... — J ' a i a p p o r t é la quiuinc, puis le m a î t r e m ' a dit d'aller chercher sa voiture, qu'il avait laissée d e v a n t le b a r . L o r s q u e je suis r e v e n u avec la voiture, le m a î t r e é t a i t déjà sur le p e r r o n de l'hôpital. B m e q u e s t i o n n a


- 2831 — sur K o m a , m o n t a d a n s la voiture et p a r t i t . — E t lorsque t u revins d a n s l'infirmerie, Savou avait d i s p a r u . — Oui, m a î t r e . — C'est bien, t u p e u x t ' e n aller! L o r s q u e le m a l a i s e u t q u i t t e la c h a m o r e , les deux h o m m e s se r e g a r d è r e n t . — Cela m e p a r a î t assez clair !... dit le docteur. — N a t u r e l l e m e n t . . . m a i s p o u r pouvoir l ' a r r ê t e r , I l n o u s f a u t des p r e u v e s . L e docteur hocha la t ê t e . — B i e n e n t e n d u . M a l h e u r e u s e m e n t que K o a l w i n k soit v e n u chercher de la quinine, j u s t e a u m o m e n t où Savou s'est enfui, n ' e s t p a s u n e p r e u v e sufAsante. Cela n e p r o u v e p a s que c'est lui qui a aidé le misérable à s'échapper... Comme les deux hommes discutaient ainsi, Van !Aglerberg et de C r o o t a p p a r u r e n t . U s f u r e n t s t u p é f a i t s d ' a p p r e n d r e la fuite de Savou. B c r n h a g e n leur d i t : — N o u s n ' a r r i v e r o n s à rien, a v a n t d'avoir a r r ê t é K o a l w i n k . J e vais m ' o c c u p e r s é r i e u s e m e n t de cette affaire et p a r t i r à la r e c h e r c h e de ce bandit. Soyez sûr que j e le t r o u v e r a i . Venez avec moi, m o n s i e u r De Groot, n o u s allons j o u e r a u détective. L e s deux h o m m e s p a r t i r e n t p o u r la p l a n t a t i o n de K o a l w i n k et, p e n d a n t le t r a j e t le docteur conAa a u j e u n e homme : — J ' a i p r i s avec moi le k r i s s , que j ' a i t r o u v é sur Savou. — Q u e voulez-vous en faire? d e m a n d a le Hollandais. — J e ne le sais p a s encore... dit le docteur en souriant.


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— P u i s il ajouta, en a l l u m a n t une c i g a r e t t e : Comm e n t va votre femme? — I l me semble qu'elle va beaucoup mieux, m a l g r é que la lièvre ne l'ait p a s encore quittée. Si vous êtes d ' a c o r d avec moi; nous p o u r r i o n s nous a r r ê t e r u n inst a n t , a v a n t de continuer nos investigations sur la r e t r a i te de Savou. J e voudrais voir ma femme u n i n s t a n t . — T r è s bien. N o u s p a s s e r o n s aussi d e v a n t le poste de police et je v o u d r a i s m ' y a r r ê t e r p o u r d e m a n d e r qu'on nous donne u n policier, p o u r nous a c c o m p a g n e r chez Savou. — V o u s avez l'hitcntion de vous rendre sur sa plantation?... L e docteur fit de la fête un signe affirmatif: — J e suppose qu'il sera plus facile d'y t r o u v e r des indications qui p o u r r a i e n t nous m e t t r e sur le bon chem i n . Mais n ' e n dites rien à votre femme, cela p o u r r a i t l'inquiéter. J ' e s p è r e qu'elle ne se doute p a s qu'il s'agit d'un crime. . — Non, elle n ' e n sait rien. L e docteur e x a m i n a J u l i a n e et constata, qu'elle allait un peu mieux. — E n c o r e m i pou de patience, dit-il. d a n s quelques semaines votre femme sera complètement guérie de ce choc n e r v e u x . — P o u r celle t'ois elle a échappé à la mort, lui r é p o n d i t Clans, mais Dieu sait quels d a n g e r s l'attendent encore. J e n'oserais p l u s la laisser sorti)- seule. E t je suis sûr qu'elle a u r a peur de q u i t t e r la maison sans moi. Sa joie de vivre, son habituelle gaieté vont dispar a î t r e p o u r toujours. L e s e n t i m e n t qu'elle est entourée de m y s t è r e s va peser t r o p lourd sur son âme... — Ne craignez p a s cela, mon cher. Dès que nous a u r o n s a r r ê t é Koahvink, t o u t d a n g e r sera dissipé. E t nous découvrirons j ' e n suis sûr, les p r e u v e s de son crime.


—Voulezvousnierquecettearmevousappartient?...(Page 2840). С. I.

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— 2835 — Ce bandit ne fera plus de mal, je vous le garantis. Claus poussa u n s o u p i r de soulagement. L a v o i t u r e s ' a r r ê t a devant le poste de police. L e docteur descendit et y p é n é t r a , Quelques m i n u t e s p l u s t a r d il revint en compagnie d ' u n policier j a v a n a i s . — M a i s si n o u s r e n c o n t r o n s K o a l w i n k d a n s sa p l a n t a t i o n et q u ' i l reconnaisse l'inspecteur, il se douter a de ce qui n o u s amène... observa de Groot. — N e craignez rien, il ne le v e r r a pas... A p r è s u n t r a j e t de deux h e u r e s ils a r r i v è r e n t enfin à la p l a n t a t i o n . B e r n h a g e n o r d o n n a au cocher de s ' a r r ê t e r . — N o u s allons descendre ici et t r a v e r s e r la p l a n t a t i o n à pied. E t il p r i a le policier de les a t t e n d r e p r è s de la voiture. — Si nous avons besoin de lui, n o u s p o u r r o n s l ' a p peler dit-il à de Groot. I l s e n t r è r e n t d a n s la p l a n t a t i o n . L e s ouvriers, qui t r a v a i l l a i e n t sous le soleil a r d e n t , n e Arent p r e s q u e p a s a t t e n t i o n a u x deux hommes qui p a s s a i e n t silencieusement. I l s m a r c h a i e n t ainsi d e p u i s u n e demie h e u r e lorsque, soudain, B e r n h a g e n saisit le b r a s de son compagnon. I l s venaient d ' a p e r c e v o i r Savou. — A t t e n t i o n , q u ' i l ne nous voie pas!... m u r m u r a le médecin. M a i s il était déjà t r o p t a r d . Savou avait p r i s la fuite. Les deux hommes se m i r e n t à sa p o u r s u i t e . I l s désespéraient de l ' a t t e i n d r e , t a n t l ' a v a n c e q u ' i l avait s u r eux était grande... I l c o u r a i t comme u n lièvre, en zizaguant... dispa-


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raissait d e r r i è r e des buissons, reparaissait... p u i s il disp a r a i s s a i t de nouveau. L e s deux h o m m e s s ' a r r ê t è r e n t u n instant... comm e n t le saisir? L e fugitif avait, m a i n t e n a n t , tout à fait' disparuSoudain, B c r n h a g e n découvrit une petite cabane, à moitié cachée d a n s les buissons. I l se p r é c i p i t a vers elle et y e n t r a sans hésitation. L ' i n s t a n t d ' a p r è s , il revenait, t e n a n t Savou p a r ic bras. — P o u r q u o i t'es-tu enfui devant nous?... lui demanda-t-il b r u s q u e m e n t . — J e ne vous ai p a s vus, r é p o n d i t mollement Savou... — Ne m e n s p a s , bandit. Que fais-tu ici, sur cette p l a n t a t i o n , alors que t u travaillais j u s q u ' à présent sur celle de M. de Groot ? — O n . m e p a y e mieux ici!... — A h i... E t p o u r q u o i t'es-tu enfui de l'infirmerie? Savou ne r é p o n d i t pas. -— V a s t u r é p o n d r e enfin? s'écria le docteur. M a i s Savou n ' o u v r i t p a s la bouche. 11 posa sur le docteur u n r e g a r d sournois. — A t t e n d s , mon vieux, je vais te faire p a r l e r . M. de Groct, voudriez-vous a p p e l e r le policier ? Savou essaya de se libérer des m a i n s du docteur. M a i s de Oroot s'en a p e r ç u t et le p r i t p a r les épaules. Savou se défendait désespérément, m a i s il ne p a r venait p a s à se libérer. Les deux hommes le poussèrent hors de la cabane et le p o u s s è r e n t devant eux à t r a v e r s la p l a n t a t i o n . Bientôt le policier vint à leur rencontre. — Amenez-le au poste!... ordonna le docteur, mais faites attention q u ' i l ne s'enfuie p a s de nouveau...


— 2837 — Lentement sous la chaleur torride, couverts de pouxR policier, qui joignit le geste à la p a r o l e t a n d i s que SavoU; pâle de rage, se d é b a t t a i t en vain. Le policier sé m i t à r i r e : — N e craignez rien, m o n s i e u r ; m a i n t e n a n t il n ' y a p l u s de d a n g e r q u ' i l s'échappe... je le mène directement a u poste. — Non, mettez-le p l u t ô t d a n s la voiture-, attachez-le et revenez avec nous, j ' a u r a i s encore besoin de vous. Le policier le r e g a r d a étonné : — V o u s cherchez encore quelqu'un, m o n s i e u r ? L e médecin ne r é p o n d i t p a s à la question et dit seulement : — Suivez-nous à la maison de K o a l w i n k . E t se t o u r n a n t vers son compagnon, il ajouta : . — Continuons, mon cher... — N o u s allons essayer m a i n t e n a n t d ' a t t r a p e r le v r a i coupable. L e n t e m e n t sous la chaleur t o r r i d e , couverts de p o u s sière, ils allèrent j u s q u ' à la maison où de Groot a v a i t failli t r o u v e r la mort... — Nous venons voir ton m a î t r e , dit le docteur en c h a m p a g n e a u j o u r d ' h u i , dit le docteur en r i a n t ; m a i s j ' e n doute fort. N o t r e visite ne lui sera certainement p a s agréable... — J ' h é s i t e à p é n é t r e r d a n s cette maison encore u n e fois, dit Clans s ' a r r ê t a n t b r u s q u e m e n t . — M a i s non m o n cher... il le faut.. E n a v a n t !... U n serviteur malais ouvrit la p o r t e a u x deux hommes. — N o u s venons voir ton m a î t r e , dit le docteur en p é n é t r a n t d a n s la maison. — J e dois d ' a b o r d vous annoncer... — Tai-foi... mène-nous i m m é d i a t e m e n t vers lui... Le domestique n'osa plus protester ; il leur m o n t r a


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le chemin et ouvrit devant eux la porte du salon, où K o a l w i n k reposait sur u n e chaise longue. E n voyant e n t r e r ses visiteurs i n a t t e n d u s , il se dressa effrayé... — N o u s avons eu u n p e t i t accident de voiture, déclara le docteur, vous voudrez bien nous excuser de vous i m p o s e r n o t r e société j u s q u ' à ce que la v o i t u r e soit r é parée. — Avec p l a i s i r r é p o n d i t K o a l w i n k , a c c o m p a g n a n t ces mots d ' u n sourire servile. Asseyez-vous donc, j e vous en prie... je vais faire a p p o r t e r des rafraîchissements. — Ce n'est p a s nécessaire... m e r c i !... ne vous d é r a n gez p a s ! r é p o n d i t le docteur, qui s ' é t a n t assis, r e p r i t : — Dites-moi donc, monsieur, p o u r q u o i Savou t r a vaillc-t-il m a i n t e n a n t chez vous ? J e croyais qu'il était engagé s u r la p l a n t a t i o n de m o n s i e u r Groot ? — J e ne sais p a s qui est Savou... -— C o m m e n t , vous ne le connaissez p a s ? — Non. j e ne p e u x p a s c o n n a î t r e les n o m s de tous les o u v r i e r s que j ' o c c u p e s u r la p l a n t a t i o n . I l y en a trop. — C'est v r a i , vous avez raison. M a i s j e pensais, que vous deviez t o u t de m ê m e connaître Savou. K o a l w i n k p a r u t gêné. — I l est possible que je le connaisse de vue, m a i s j e n e m e souviens p a s de ce nom. — T i e n s !.. Tiens!.. C e p e n d a n t vous avez été hier à l ' h ô p i t a l p o u r lui p a r l e r . K o a l w i n k r e g a r d a le docteur d ' u n a i r sournois. — Qui vous a dit cela ? — C'est moi qui le dis. — V o u s vous trompez, docteur. — P e u t - ê t r e , j e ne suis p a s ici p o u r me q u e r e n e r avec vous m o n cher. I l p e n s a i t q u ' i l valait m i e u x g a g n e r d u temps, le p o -


— 2839 licier p o u v a i t t a r d e r encore... — V o t r e d e m e u r e est bien agréable, r e p r i t - i l changeant de conversation, il y fait frais même à cette h e u r e ci. K o a l w i n k fit u n signe d ' a p p r o b a t i o n . — V o u s devriez boire quelque chose., insista-t-il. — N o n m e r c i !... refusa de Groot, avec u n p e t i t sour i r e ironique, qui i n q u i é t a K o a l w i n k . L e docteur inspecta des y e u x le salon, dont les m u r s étaient couverts de toutes espèces d ' a r m e s . U n i n s t a n t , son r e g a r d s ' a r r ê t a s u r u n p o i n t déterm i n é p u i s , se t o u r n a n t vers K o a l w i n k , il d e m a n d a : — Racontez-moi donc comment vous avez eu l'idée de d o n n e r à S a v o u l ' o r d r e q u ' i l a si bien exécuté ? K o a l w i n k feignit l'étonnement. — Quel o r d r e ? !e ne sais p a s ce que vous voulez dire et j e vous r é p è t e encore u n e fois que j e ne connais p a s Savou. L e docteur le h x a longuement ; p u i s il dit d ' u n e voix dure : — N e niez p a s . V o u s connaissez Savou. K o a l w i n k se leva. B e r n h a g e n et Claus de Groot s u i v i r e n t son exemple et s ' a p p r o c h è r e n t de lui. F r o i d e m e n t , B e r n h a g e n a p p u y a n t s u r les mots, r e prit : — V o u s lui avez ordonné de c o u r i r « a m o k » d a n s le village. E t dois-je p r é c i s e r le b u t que vous p o u r s u i viez ? V o u s vouliez t u e r m a d a m e de Groot, qui tous les j o u r s se p r o m e n a i t à cette h e u r e là d a n s le K a m p o n g . D e Groot, p r i s d ' u n e f u r e u r terrible, en se r e m é m o r a n t cette infamie, voulait se j e t e r sur K o a l w i n k . M a i s B e r n h a g e n le t r a n q u i l i s a : — Calmez-vous., nous allons le confondre immédiatement


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— V o u s m'insultez ! Chez moi !... cria K o a l w i n k , j ' a p p e l l e mes domestiques p o u r vous faire j e t e r d e h o r s ! — Cela ne vous sera p a s t r è s facile, r i c a n a le doct e u r qui p r i t soudain K o a l w i n k p a r le b r a s , et l ' a t t i r a vers u n coin su salon : — E x a m i n e z donc un p e u cette panoplie d ' a r m e s , m a i s faîtes bien a t t e n t i o n !... ordonna-t-il... Les yeux sournois de K o a l w i n k inspectaient r a p i d e ment le m u r , — Vous ne remarquez rien ? demanda Bcrnhagen, sans lâcher son b r a s . K o a l w i n k ne r e p o n d i t p a s . — B i e n ! si vous ne voulez p a s r é p o n d r e , je vais vous le d i r e . R e g a r d e z u n p e u ce f o u r r e a u vide... pouvez-vous m e dire où se t r o u v e le kriss, qui devait y ê t r e ? K o a l w i n k ne r é p o n d i t p a s . De Groot s'avança et e x a m i n a le f o u r r e a u vide. U n soupçon l ' e n v a h i t ; il questionna B e r n h a g c n du regard. — Tenez donc u n p e u ce bandit, mon cher, et ne le laissez p a s s ' é c h a p p e r surtout... L e docteur lâcha K o a l w i n k a r r a c h a le f o u r r e a u vide d u m u r , plongea la m a i n d a n s la poche de son veston et en t i r a le kriss, q u ' i l r e m i t d a n s le fourreau. K o a l w i n k était blême. — Q u ' e n dîtes-vous m a i n t e n a n t ? d e m a n d a B c r n h a gen, lui m o n t r a n t l ' a r m e . — Voulez-vous nier, que cette a r m e vous a p p a r t i e n t ? Voulez-vous n i e r encore que vous connaissez Savou ? Oserez- vous n i e r devant cette p r e u v e , que c'est vous, qui lui avez donné l ' o r d r e de commettre ce crime infâme ? K o a l w i n k avait de la peine à se t e n i r debout, ses j a m b e s h-embiaient sous lui ; ses lèvres étaient serrées. Mais il ne p r o n o n ç a p a s u n mot.


— 2841 De G root a r r a c h a le k r i s s a u docteur. — J e vais t u e r ce monstre, il n ' y a que cela à faire. K o a l w i n k essaya de se d é b a t t r e . — J e suis i n n o c e n t ! bégaya-t-il d ' u n e voix faible. — V o u s mentez... Savou a fait des aveux. K o a l w i n k s'affaissa. L e s deux hommes le m a i n t i n r e n t j u s q u ' à l ' a r r i v é e du policier. — Mettez-lui les m e n o t t e s ! o r d o n n a le docteur. I l appela le s e r v i t e u r malais, et ajouta : — F a i s atteler la voiture, ton m a î t r e veut p a r t i r imédiatement. E t se t o u r n a n t vers le policier : — N o u s allons m e t t r e Savou d a n s la m ê m e v o i t u r e et vous les mènerez tous les deux chez S t u a r t . Monsieur de Groot et moi p a r t o n s en avant, p o u r le p r é v e n i r .

CHAPITRE

TOUT

CCCXCIX

S'ECROULE

F e r d i n a n d E s t e r h a z y s'était mis avec a r d e u r à sa nouvelle lâche.

Chaque m a t i n il s'asseyait à son b u r e a u p o u r rédiger les articles commandés. Mais, comme il n ' é t a i t p a s t r è s doué p o u r ce genre de t r a v a i l il d é c h i r a i t les feuilles les u n e s a p r è s les autres. C. I .

LIVRAISON

356


— 2842 — L o r s q u ' i l avait travaillé en v a i n p e n d a n t quelques heures, il quittait r a g e u s e m e n t la maison, e r r a i t d a n s les r u e s ou s'asseyait d a n s u n café, e s p é r a n t que les idées lui v i e n d r a i e n t p l u s facilement. M a i s bientôt, il oublia les articles et se m i t à jouer a u billard. Les j o u r s et les semaines p a s s è r e n t sans q u ' i l eut envoyé quoi que ce fut a u x j o u r n a u x et u n e l e t t r e sévère a r r i v a de P a r i s p o u r lui r e p r o c h e r sa paresse. Alors il passa toute u n e j o u r n é e à finir l'article commandé. L e lendemain il se r e n d i t d a n s diverses rédactions p o u r p r o p o s e r son t r a v a i l . O n r e t i n t l'article et on lui p r o m i t de lui donner u n e réponse au p l u s tôt. , M a i s quelques j o u r s plus t a r d on lui r e n v o y a i t ses notes. L a direction d u j o u r n a l e x p r i m a i t ses r e g r e t s mais n e pouvait p a s p u b l i e r cet article. E s t e r h a z y continua à écrire et alla d a n s d ' a u t r e s rédactions. Mais, p a r t o u t , il essuya le même refus. On ne s'intéressait p a s à ses articles et on lui laissait m ê m e e n t e n d r e , que t o u t ce q u ' i l écrivait était considéré comme c o n t r a i r e m e n t à ce q u ' i l avait cru, son nom était assez peu estimé. Ce fait le r e n d i t pensif. On serait bien mécontent en F r a n c e , s'il échouait et p e u t - ê t r e même lui r e t i i e r a i t - o n sa mensualité. E t c'était ce qu'il c r a i g n a i t le plus, car il s'était h a b i t u é à cette vie facile et agréable des dernières semaines. Que faire ? I l se m i t à la recherche d ' u n journaliste, qui accept e r a i t de signer ses articles et de les faire p u b l i e r sous son nom.


^- 2843 — Il le paierait pour qu'il lui rendit ce service. Mais la m a n œ u v r e ne réussit pas, même signé d ' u n a u t r e nom, les articles d ' E s t e r h a z y f u r e n t refusés p a r tout. Ainsi, le p r e m i e r j o u r du mois arriva... E s t e r h a z y a t t e n d i t en v a i n le facteur. Ses poches étaient vides. A u lieu de l ' a r g e n t espéré, ce fut u n e l e t t r e sévère qui a r r i v a de P a r i s , d a n s laquelle on lui disait q u ' o n renonçait à ses services... F u r i e u x , il j e t a la l e t t r e sous la table. M a i s cela n e l ' a v a n ç a i t p a s , la situation r e s t a i t la même. T r è s anxieux, il a r p e n t a i t la c h a m b r e et réfléchissait à ce q u ' i l devait faire. I l avait beau être h a b i t u é à se t r o u v e r d a n s de telles situations, il y avait t o u t de même a u j o u r d ' h u i u n e p e tite différence. J u s q u ' a l o r s il avait p u s'adresser à sa femme, qui étant t o u j o u r s a m o u r e u s e de lui, n ' a v a i t j a m a i s refusé de l ' a i d e r . D e p u i s quelques mois cette source était épuisée et p a r sa p r o p r e faute. I l se serait volontiers giRé p o u r avoir été assez stupide p o u r consentir a u divorce. I l a u r a i t m i e u x fait de r e s t e r le m a r i de C l a r a ainsi il a u r a i t p u r e t o u r n e r d a n s sa famille q u a n d il en am-ait eu besoin. Mais, m a i n t e n a n t , il était t r o p t a r d , le divorce était prononcé. Clara et ses enfants vivaient sans soucis chez son beau-père, et il devait t r o u v e r t o u t seul le moyen de se t i r e r de cette situation e m b a r r a s s a n t e . Soudain, il se redressa u n e expression obstinée se


— 2844 — marquait sur son visage. « Les mauvaises herbes poussent toujours, pensat-il je ferais ce que j ' a i fait autrefois, dans une situation identique. Cette résolution p r i s e il s'habilla et sortit. M a d a m e B r o w n était absente, E s t e r h a z y fut cont e n t de ne p a s la r e n c o n t r e r , car il lui était désagréable de penser qu'elle r a c o n t a i t p a r t o u t que son locataire, le comte de Voilemont, était le meilcur ami de sa hlle. M a i s comme il n ' a v a i t plus d ' a r g e n t , il était bien obligé de r e s t e r chez cette femme quoiqu'il eut volontiers déménagé. I l avait même p r i s l ' h a b i t u d e de m a n g e r à l ' h ô b l en d i s a n t à m a d a m e B r o w n , q u ' i l avait t r o p de t r a v a i l p o u r aller m a n g e r a u r e s t a u r a n t et q u ' i l serait t r è s agréable de r e s t e r avec les deux femmes p o u r p a r t a g e r leur repas. L o r s q u ' i l flirtait avec H a r r i c t , tout allait bien, car m a d a m e B r o w n en était bien contente et lui servait tout ce qu'elle pouvait i m a g i n e r p o u r lui faire plaisir. Elle lui avait même p r ê t é de l ' a r g e n t , lorsqu'il lui a v a i t confié qu'il n ' a v a i t p a s encore reçu les revenus de ses t e r r e s . P o u r t a n t ces d e r n i e r s j o u r s , il lui semblait qu'clic le r e g a r d a i t avec u n e certaine méfiance, comme si elle ne c r o y a i t p l u s à toutes ses histoires. E t il commençait à l'éviter. Cela l'ennuyait, car il s'était h a b i t u é à la petite H a r r i c t et p o u r dire la vérité, il en était même tombé u n peu amoureux. Cette petite fille avait su enflammer son cœur peu sensible, car elle était timide et innocente et c'était u n e chose j u s q u ' à p r é s e n t inconnue p o u r E s t e r h a z y , qui mont r a i t peu de goût d a n s le choix de ses maîtresses. Comme la petite s'était réjouie des p e t i t s cadeaux q u ' i l lui avait fait !


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Comme elle avait été t e n d r e et caressante, cette petite sauvage des p r e m i e r s t e m p s ! D e p u i s quelques j o u r s , déjà, il n ' a v a i t p u sortir seul avec elle, et cela l'agaçait de r e s t e r à la maison avec mad a m e B r o w n , qui l'observait du coin de l'œil. I l fallait que tout cela change. L'affaire des mémoir e s était ratée, il le savait m a i n t e n a n t . I l n ' a v a i t aucun talent l i t t é r a i r e et les l e t t r e s de menace, q u ' i l avait adressé à p l u s i e u r s personnalités m a r q u a n t e s n ' a v a i e n t eu aucun succès. T o u t ce qu'il e n t r e p r e n a i t échouait. I l lui fallait rep r e n d r e son ancien métier d'espion ! C'était la seule solution ! S a n s plus réfléchir, li se fit annoncer au m i n i s t è r e de la m a r i n e anglaise., A p r è s avoir a t t e n d u u n e h e u r e , il fut reçu. Le min i s t r e anglais le salua froidement et d e m a n d a : — Qu'est-ce qui me v a u t l ' h o n n e u r de votre visite, m o n s i e u r le comte ? E s t e r h a z y sourit. — J e viens p o u r vous a p p o r t e r des nouvelles t r è s i m p o r t a n t e s , m o n s i e u r le m i n i s t r e et qui ont u n intérêt t o u t à fait p a r t i c u l i e r p o u r vous. J e p o u r r a i s vous donn e r des r e n s e i g n e m e n t s s u r l ' a r m e m e n t des g r a n d s bat e a u x de g u e r r e français, et je p o u r r a i s aussi vous donn e r les p l a n s de toutes les. fortifications de la côte f r a n çaise. L e m i n i s t r e a j u s t a son monocle et le considéra de haut. — P o u r pouvoir me donner des p l a n s de ce genre vous devez être officier français, a u t r e m e n t il.vous serait impossible d ' a v o i r de semblables renseignements. — J ' é t a i s officier de l ' a r m é e française, monsieur Ministre. — E t vous vouiez m a i n t e n a n t me vendre vos se-


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crets ? d e m a n d a l'anglais en p o s a n t sur E s t e r h a z y u n r e g a r d m é p r i s a n t . P u i s il ajouta : — J e dois vous avouer, que j e ne vous comprends pas. E s t e r h a z y se m i t à r i r e : — P o u r q u o i ? I l y a u n e explication bien simple à cela, m o n s i e u r le ministre. J ' a i besoin d'argent.. — A h ! vous voulez t r a h i r votre p a t r i e p o u r de l ' a r gent ? E s t e r h a z y fut blessé p a r la façon dont l'anglais lui parlait. E t il essaya de se défendre. — I l ne me reste p a s d ' a u t r e solution. — J e r e g r e t t e de devoir vous dire, que j e ne fais p a s d'affaires avec des gens sans h o n n e u r . E s t e r h a z y faillit lui r é p o n d r e avec violence p u i s il h a u s s a les épaules et dit froidement : — E h bien ! si vous ne m'achetez p a s ces plans, u n a u t r e g o u v e r n e m e n t se m o n t r e r a p l u s accueillant... — Allez donc chez les a u t r e s . Moi je ne veux p a s faire de telles m a l p r o p r e t é s . E t il m o n t r a la p o r t e à son visiteur : — J e crois, dit-il que n o t r e conversation est t e r m i née, m o n s i e u r le comte. E s t e r h a z y était congédié. A v a n t q u ' i l eut p u se r e n d r e compte de ce qui était a r r i v é , il se t r o u v a d a n s la r u e . I l lui semblait que t o u t t o u r n a i t a u t o u r de lui ; il s'adossa contre u n m u r , il r e s p i r a i t difficilement. L e désespoir l'envahissait. — Qu'allait-il faire ? — C'est la c a t a s t r o p h e finale !... pensait-il ; p a s d ' a r g e n t , p a s de possibilité d'en gagner. Les secrets de


— 2847 — la m a r i n e française n ' o n t de l ' i m p o r t a n c e que p o u r les anglais. Les a u t r e s gouvernements n ' a v a i e n t que faire de ces plans. I l r e v i n t chez lui il avait dépensé t o u t l ' a r g e n t qui lui r e s t a i t p o u r acheter du whisky. D a n s sa chambre, il s'assit devant son b u r e a u , et laissa t o m b e r sa tête d a n s ses mains. Que faire ?.. tous les chemins se f e r m a i e n t devant toutes les sources d ' a r g e n t étaient t a r i e s . Chercher du t r a v a i l ? B r r . . . E s t e r h a z y eut u n frisson. Travailler... lui, qui avait t o u j o u r s eu u n e vie libre et aisée... et que savaitil faire ? Allait-il devenir commis-voyageur, ou agent d'assurance ? E t que pouvait-il g a g n e r avec u n p a r e i l t r a v a i l ? T o u t j u s t e assez, p o u r s'acheter des cigarcttees... — Non, il m ' e s t impossible de faire cela, pensa-t-il, il faut t r o u v e r u n e a u t r e issue. I l se souvint alors d ' E d d y Elmwood. P o u r q u o i donc C l a r a était-elle i n t e r v e n u e ? I l ser a i t m a i n t e n a n t le gendre du riche a m é r i c a i n et m è n e r a i t u n e vie agréable, au lieu de d é p e n d r e des bonnes grâces de cette m a d a m e Brown... I l eut u n geste de dégoût : quelle h o r r e u r ! P o u r comble de m a l h e u r , celle-ci p é n é t r a brusquem e n t dans la chambre. E l l e le r e g a r d a i t sans mot dire d ' u n a i r soupçonneux. — V o u s désirez quelque chose m a d a m e ? lui demanda E s t e r h a z y ne lui offrant une chaise d ' u n geste poli. Mais la vieille d a m e fit u n geste de refus en disant : — V o u s pouvez p e u t - ê t r e imaginer, p o u r q u o i j e vien.s vous voir, monsieur le comte. — Non, je n ' a i aucun don de clairvoyance; m a d a -


— 2848 — me ! plaisanta Esterhazy avec un sourire forcé ; il faut que vous me disiez, ce que vous désirez. M a d a m e B r o w n hésita un i n s t a n t avant de répondre : — I l m ' e s t bien pénible de vous en p a r l e r , monsieur le comte. M a i s j e suis forcé de vous le dire ; c'est la troisième fois que vous ne payez p a s votre note. E s t e r h a z y se dressa, agacé : — G r a n d Dieu !... avez-vous donc tellement besoin de cet a r g e n t ? J e vous ai dit, que mes a d m i n i s t r a t e u r s ne m ' o n t p a s encore envoyé mes rentes. — Mais mon p r o p r i é t a i r e me presse de lui p a y e r le terme. — C'est un rien !... débrouillez-vous donc p o u r cela... — P o u r moi c'est une très grosse somme monsieur le comte et j e viens vous d e m a n d e r (te régler au plus tôt v o t r e note. — J e n ' a i r i e n sur moi a u j o u r d ' h u i . . . — E t demain ce sera la même chose, et après-dem a i n aussi. J e vous c o n n a i s m a i n t e n a n t . I l est probable q u e vous ne r e c e v r e z pins (['argent du t o u t !... E s t e r h a z y s'était levé, il fit u n geste furieux et c r i a : — Comment osez-vous me p a r l e r ainsi ? je vous défends de continuer ! — Vous pouvez dire c e que vous voulez... cela m ' e s t égal. Mais je veux mon argent. J ' a i . e u assez de patience avec vous et j e ne veux plus vous prêter des sommes que vous ne me rembourserez j a m a i s . V o u s nous avez raconté (Les bla.mtcs.

E s t e r h a z y devint blême : — Si vous tenez à mon amitié, m a d a m e , taisez-vous. Mais la vieilie dame exaspérée continua : — M a patience est à bout... J e dois toujours donner de l'argent et.je ne reçois rien en r e t o u r de celai. L ' a m i t i é

Le calvaire d'un innocent ; n° 89  

Auteur : D' Arzac, Jules. Ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation Université des Antille...