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№ 72. Prix : 1 fr. 20. Belgique : 1 fr 50

— Buvez un peu, ça vous remontera le moral (Page 2238). C. I.

LIVRAISON 285.

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** Quanti les doux fugitifs a r r i v è r e n t a u p o r t de SaintL a u r e n t , le j o u r commençait à p o i n d r e . D u r a n t le t r a g e t , ils n ' a v a i e n t r e n c o n t r é p e r s o n n e . 11 semblait que la P r o v i d e n c e veillait sur eux et faisait de son m i e u x pour favoriser la réussite de l'audacieuse e n t r e p r i s e de M a x E r w i g . L o r s q u ' i l s e u r e n t a t t e i n t la rive du fleure M a x sai­ sit son compagnon p a r le bras et s'exclama : — A t t e n t i o n !... ï 1 v a t o u j o u r s u n soldat de g a r d e près de l ' e n b a r c a d è r e et il sera nécessaire d ' a g i r avee beaucoup de désinvolture p o u r ne p a s éveiller de soup­ çons... — J e ne vois aucune sentinelle, r é p o n d i t F r i t z . — A t t e n d e z !... Elle ne p e u t p a s être bien loin... Effectivement, quelques i n s t a n t s plus t a r d , l'hom­ me de g a r d e a p p a r u t , sd'rtanl d ' u n café qui se t r o u ­ vait j u s t e en face d e l ' e m b a r c a d è r e . A p e r c e v a n t les deux hommes .il s'avança vers eux et l e u r d e m a n d a : — Où allez-vous ? — A u bateau... L e soldat salua le pseudo-caporal, p u i s il s'adres­ sa à son compagnon et lui dit : — Montrez-moi vos papiers, s'ils vous plait, Mon­ sieur... M a x E r w i g lui fit voir les papiers qu'il a v a i t s u r lui. — E t le p e r m i s de d é p a r t ? fit le soldat en le r e ­ g a r d a n t avee un air méfiant. — J e n ' a i p a s eu le t e m p s d'aller le demander... — Alors, je ne p e u x p a s vous laisser embarquer... A ce moment, le p r é t e n d u caporal j u g e a que son

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i n t e r v e n t i o n p o u r r a i t - ê t r e utile et il s'exclama sur u n t o n énergique : — Q u ' i m p o r t e le p e r m i s de d é p a r t , p u i s q u e je suis là ? C'est le capitaine lui-même qui m ' a ordonné d'ac­ c o m p a g n e r M o n s i e u r le professeur... M a i s le soldat h é s i t a i t encore. — N e n o u s faites p a s p e r d r e de t e m p s ! r e p r i t F r i t z L u d e r s s u r u n . t o n a u t o r i t a i r e . J e suis votre s u p é r i e u r et je p r e n d s la responsabilité de tout... Alors, l ' h o m m e de g a r d e s ' é c a r t a : — Bien, fit-il. Passez... M a i s j ' e s p è r e que je ne vais p a s avoir d ' e n n u i s , n'est-ce p a s % — J e vous r é p è t e que j e r é p o n d s de t o u t ! r e p r i t Fritz Luders. E t il se dirigea v e r s le n a v i r e avec son compagnon. D è s qu'ils f u r e n t à bord, u n m a t e l o t les interpella. — V o u s êtes des p a s s a g e r s % leur demanda-t-il. — Oui... — P o u r quelle d e s t i n a t i o n ? — Paramaribo... — Paramaribo... — N o u s n ' a l l o n s p a s j u s q u e là... — E t j u s q u ' o ù allez vous % — J u s q u ' à la côte... — E t de là, n ' y a-t-il p a s u n b a t e a u p o u r la G u y a n e Hollandaise % — Si... L e v a p e u r « K œ n i g i n » est en correspon­ dance avee celui-ci... — E h bien, c'est t o u t ce q u ' i l nous .faut ! r é p o n d i t Mex Erwig. E t il e n t r a î n a le pseudo-caporal vers l ' a r r i è r e du n a v i r e afin de pouvoir lui p a r l e r sans r i s q u e r d ' ê t r e en­ t e n d u de p e r s o n n e . — Comment allons-nous faire 1 dit-il avec u n a i r perplexe.

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— 2277 — — I l est c e r t a i n q u ' i l v a p a r a î t r e é t r a n g e q u ' u n caporal de la légion s ' e m b a r q u e sur u n n a v i r e hollan­ dais ! — Cela est v r a i ! m u r m u r a L u d e r s . C'est bien en­ nuyeux ! — L e m i e u x serait m a i n t e n a n t d ' é c h a n g e r v o t r e uniforme contre u n costume civil, r é p o n d i t M a x . — S a n s doute !... Mais où t r o u v e r u n costume ci­ vil % — Ce n ' e s t p a s facile, assurément... Mais il fau­ d r a b i e n que n o u s t r o u v i o n s u n m o y e n de vaincre cette difficulté... A ce m o m e n t , le contrôleur du n a v i r e , s'aperce­ v a n t de la présence des deux fugitifs, s ' a p p r o c h a d ' e u x et leur d e m a n d a : — Avez-vous vos billets % — P a s encore, r é p o n d i t M a x E r w i g . P u i s s ' a d r e s s a n t a u pseudo-caporal, il r e p r i t : — E t vous, avez-vous u n e feuille de p a s s a g e 1 L e fiancé de L e n i h é s i t a u n i n s t a n t , p u i s il eut la présence d ' e s p r i t de r é p o n d r e d ' u n e façon t o u t à fait naturelle : — Non, p a r c e que Monsieur le professeur, que je dois a c c o m p a g n e r j u s q u ' à la côte, s'est offert à p a y e r le voyage a u s s i p o u r moi... L e contrôleur, n ' e n d e m a n d a p a s d a v a n t a g e . I l dé­ t a c h a deux billets de son c a r n e t à souches et les r e m i t a u pseudo-professeur qui e n p a y a le m o n t a n t . — Q u a n d p a r t o n s - n o u s demanda-t-il ensuite, avec u n e feinte nonchalance. — D a n s u n e demi-heure... E t le contrôleur s'éloigna, s ' e n g a g e a n t d a n s l'es­ calier qui descendait v e r s l ' i n t é r i e u r du n a v i r e . D e m e u r é s seuls,, les deux fugitifs é c h a n g è r e n t u n r e g a r d inquiet.

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— 2278 — M a x E r w i g fronça les sourcils et chuchota : — J e crains que cet homme ait soupçonné quel­ que chose... D a n s ce cas, nous serions p e r d u s , car il n ' h é ­ s i t e r a i t p a s à n o u s dénoncer à la police du port... — Oui, n o u s serions p e r d u s , répéta-t-il ; m a i n t e ­ n a n t que n o u s avons réussià a r r i v e r jusqu'ici, ce serait v r a i m e n t horrible !

CHAPITRE

NOUVELLES

CCCXXVI

ANXIETES

M a t h i e u D r e y f u s p é n é t r a daus le cabinet de t r a ­ vail d ' E m i l e Zola et, a p r è s avoir serré la m a i n du cé­ lèbre romancier, il s'exclama avec u n air de g r a n d e agi­ tation : — Excusez-moi si je me suis p e r m i s de venir vous d é r a n g e r j u s t e à l ' h e u r e où vous êtes le p l u s occupé, mais... — L e s a m i s comme vous ne me d é r a n g e n t j a m a i s ! Que désirez-vous, m o n s i e u r D r e y f u s 1 — M a belle-soeur a d i s p a r u ! — D i s p a r u ? Que voulez-vous dire % — J e crains qu'elle ait voulu m e t t r e à eXoeuuofi un p r o j e t dont elle m ' a p a r l é il y a quelques j o u r s et que j ' a i d é s a p p r o u v é de la façon la p l u s catégorique... — D e quoi s'agit-il % M a t h i e u se mit alors à relater à l'écrivain sa der­ nière conversation avec Lucie. — Elle doit c e r t a i n e m e n t être p a r t i e p o u r la Ghly a n e , conclut-il. Mais il est évident qu'elle va s'expo-


— 2279 — ser à t o u t e espèce de d a n g e r s sans réussir à faire quoi que ce soit pour mon frère... Donnez-moi u n conseil, Monsieur Zola !.. Que puis-je faire p o u r éviter un nou­ veau malheur f — Si votre belle-sœur est réellement p a r t i e p o u r la G u y a n e r é p o n d i t l'écrivain, — je c f a m s qu'il n ' y ait p l u s rien à faire !... Il n ' y a q u ' à a t t e n d r e les événe­ m e n t s eu e s p é r a n t qu'il n ' a r r i v e rien d ' i r r é m é d i a b l e ! M a t h i e u hocha la tête avec u n air découragé. — Ne ferais-je p a s mieux d ' e s s a y e r de la rejoin­ dre % fit-il a p r è s avoir réfléchi un i n s t a n t . — J e ne pense p a s que. ce soit nécessaire, r é p o n d i t le romancier. Laissez lui l'illusion de pouvoir faire quel­ que chose p o u r son mari... Cela a u r a tout au moins l'u­ tilité de la tirer de l ' é t a t d ' a b a t t e m e n t m o r a l où elle était tombée depuis quelques semaines... P e n d a n t quel­ ques t e m p s elle a u r a un b u t bien d é t e r m i n é qui absor­ b e r a ses pensées et !'empêchera de se décourager... I l est certain qu'elle n ' a u r a i t p a s pu résister b e a u c o u p p l u s longtemps à la t e r r i b l e tension nerveuse à laquelle elle se t r o u v a i t soumise p a r suite de cette i n t e r m i n a b l e attente... J e crois qu'elle a v r a i m e n t t r o u v é le meilleur moyen de sauver sa santé !... Elle avait besoin de se mou­ voir, de r é a g i r contre son chagrin par un acte d'éner­ gie... M a t h i e u continuait de hocher la tête avec perplexi­ té. — de ne p e u x p a s p a r t a g e r votre avis, Monsieur Zola ! dit-il. — Pourquoi % — P a r c e que je connais bien nia belle-Sœur et que j e crains qu'elle en cornette q u e l q u ' i m p r u d e n c e dans le genre de celle qu'elle a commise à l'île du Roi... E m i l e Zola réfléchit u n moment, p u i s il r e p r i t : — De t o u t e façon, il est t r o p t a r d m a i n t e n a n t pour


— 2280 — l'en empêcher. M m e D r e y f u s ne r é u s s i r a c e r t a i n e m e n t p a s à voir son mari qui est t r è s é t r o i t e m e n t surveillé... •mm Mais t o u t e s ses t e n t a t i v e s ne feront p a s a u t r e chose que d ' a g g r a v e r la s i t u a t i o n de mon frère ! m u r m u ­ r a M a t h i e u avec u n e indicible a m e r t u m e . W Ne soyez p a s tellement pessimiste. Monsieur Dreyfus... A p r è s t o u t , il v a u t encore m i e u x p o u r v o t r e belle-sœur qu'elle soit loin de P a r i s . . . E n ce moment; sa présenceici ferait p l u s de m a l que de bien... — Ceci est vrai, mais... — Ayez confiance en moi, M o n s i e u r Dreyfus.. Mon i n t u i t i o n me donne la certitude de ce que l'absence de M a d a m e D r e y f u s sera u n bien p o u r nous tous... — Ce p o u r r a i t aussi être un mal p o u r m o n frère. -— Qui sait % m u r m u r a l'écrivain en h a u s s a n t les épaules. A p r é s e n t , le combat est sur le p o i n t d ' e n t r e r d a n s une p h a s e définitive et la victoire est proche. — V o u s croyez en cette victoire, M o n s i e u r Zola ,? — J ' y crois f e r m e m e n t !... J ' e n suis certain ! Q u a n d M a t h i e u sortit de la mainson, d ' E m i l e Zola, il se s e n t a i t déjà p l u s t r a n q u i l l e . Oui... S a n s doute le g r a n d écrivain avait-il raison... E n ce m o m e n t de la lutte, il était préférable que Lucie soit loin de P a r i s . E t p u i s % Qu'allait-il a r r i v e r ? M a t h i e u D r e y f u s alluma u n cigare et essaya de souri­ re, p e n s a n t de n o u v e a u a u x paroles optimistes de Zola : I l fallait avoir confiance dans le destin !


CHAPITRE

CCCXXVII

UNE MAUVAISE

RENCONTRE

Dubois n ' a v a i t p l u s , m a i n t e n a n t , d ' a u t r e s préoccu­ p a t i o n que de q u i t t e r A m s t e r d a m le p l u s t ô t possible. I l v e n a i t d ' e x é c u t e r u n coup m a g i s t r a l , m a i s le p é ­ ril a u q u e l il se t r o u v a i t exposé de ce fait n ' é t a i t certai­ n e m e n t p a s illusoire ! H e u r e u s e m e n t p o u r lui, il y a v a i t p r e s q u e t o u t de suite u n t r a i n en direction de P a r i s . L ' e s p i o n p r i t u n billet et s'installa d a n s u n c o m p a r t i m e n t de p r e m i è r e classe. D u r a n t le voyage, il se m i t à réfléchir, p e n s a n t à ce qu'il allait faire. L a p e r s p e c t i v e de pouvoir p a s s e r quelque t e m p s à P a r i s lui a u r a i t été agréable. I l a i m a i t b e a u c o u p P a ­ r i s et il y serait t o u j o u r s r e s t é si les exigences de sa sécurité ne l'obligeaient à p r o l o n g e r son absence. M a i s le risque é t a i t t r o p g r a n d . E n r e s t a n t à P a r i s , il se serait exposé a u r i s q u e d ' ê t r e ai'rêté. I l fallait q u ' i l p o u r s u i v e t o u t de suite son voyage v e r s la Suisse ou l ' I t a l i e , ou encore vers la côte d ' A z u r où il p o u r r a i t p e u t ê t r e t e n t e r la f o r t u n e p a r u n n o u v e a u coup d ' a u ­ dace. Quelques h e u r e s p l u s t a r d , le t r a i n s ' a r r ê t a a la' i

G. I.

LIVRAISON 2 8 6 .


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station l'rontière. Connue Dubois n ' a v a i t p a s d ' a u t r e bagage q u ' u n e valise , j | ne fut p a s obligé de descendre pour la visite de la douane, car les d o u a n i e r s venaient visiter les p e t i t s b a g a g e s d a n s les wagons. L ' a v e n t u r i e r savait que cet h o m m e n ' a u r a i t pas hép u r a n t l ' a r r ê t l'espion se mit à r e g a r d e r par l'a fenêtre p a r son c o m p a r t i m e n t . Mais, tout-à-coup, il recula avec un m o u v e m e n t d ' h o r r e u r instinctive. I l venait de reconnaître Brun, un des a g e n t s du service des informations secrètes. L ' a v e n t u r i e r s a v a i t que Cet h o m m e n ' a u r a il pas hésité à le dénoncer, car :! devait certainement, être au c o u r a n t de ses activités contre le g o u v e r n e m e n t français. tS'il l'avait reconnu, il L'aurait c e r t a i n e m e n t fait ar­ r ê t e r pal" la police. Machinalement, l ' a v e n t u r i e r rabaissa sur ses y e u x la visière' de sa c a s q u e t t e . Q u a n d finalement le t r a i n se r e m i t en marche, l'espion laissa é c h a p p e r un soupir de soulagement. L r u n devait ê t r e à la sation et le d a n g e r était conjuré. — Cette fois encore, la chance m'a aidé ! se disaitil avqc s a 1 ist'ai-t ion. l'ispérons que cela continuera tou­ j o u r s ainsi ! N é a n m o i n s , il ne se sentait p a s encore bien t r a n ­ quille. Tout-à coup, la porte de son c o m p a r t i m e n t s'ou­ v r i t . Uubois t o u r n a b r u s q u e m e n t la t ê t e de coté pour voir qui e n t r a i t et son s a n g se glaça presque d a n s ses veines quand il reconnut Ilrun. — de suis perdu ! se disait le misérable en se mor­ d a n t les lèvres j u s q u ' a u sang. C o m m e n t vais-je faire p o u r me sauver, m a i n t e n a n t f Cet h o m m e me commit


— 2283 — t r o p bien p o u r que je puisse lui donner le change !... Mais p o u r q u o i aurait-il p r i s place clans ce t r a i n % Saisissant p r e s t e m e n t u n j o u r n a l qui était s u r la b a n q u e t t e à côté de lui, il le déplia p o u r cacher son vi­ sage. Mais la voix de r a g e n t secret r é s o n n a t o u t à coup, â p r e et ironique. — Ne vous donnez p a s la peine de vous cacher, Monsieur Dubois ! s'exclama-t-il. J e vous ai déjà recon­ nu ! — Comment Que dites-vous % s'écria l'espion, Ceignant d ' ê t r e t r è s étonné. — J e dis que je vous ai reconnu... — Mais... p o u r qui nie prenez vous donc % — P o u r qui vous êtes : l ' a g e n t Dubois ! L ' a v e n t u r i e r fit u n signe négatif. — V o u s vous trompez, Monsieur, répondit-il avec u n calme assez bien joué. J e n ' a i p a s l ' a v a n t a g e de vous connaître.. L ' a u t r e éclata de r i r e . — J e suis sûr de m o n fait, m o u cher Dubois... E t c'est j u s t e m e n t vous que je cherchais ! — Voilà u n e chose bien curieuse ! r e m a r q u a l'es­ pion, bien décidé à c o n t i n u e r de j o u e r son rôle j u s q u ' a u bout. J e n ' a u r a i s j a m a i s pensé que les policiers a u r a i e n t pu nié p r e n d r e p o u r u n a g e n t secret ! B r u n c o n t i n u a i t de sourire avec u n a i r ironique. — H est inutile que vous vous fatiguiez t a n t à es­ sayer de me d o n n e r le change, r i p o s t a B r u n , d ' u n a i r m o q u e u r . J e vous r é p è t e que je vous ai r e c o n n u ! — E t moi, je vous r é p è t e que vous vous t r o m p e z , Monsieur ! — J e ne m e t r o m p e p a s du t o u t !... V o t r e b a r b e et vos l u n e t t e s p o u r r a i e n t p e u t - ê t r e vous r e n d r e mécon­ naissable p o u r u n simple s e r g e n t de ville, inais pas p o u r moi 1


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— Et... Si j ' é t a i s réellement le p e r s o n n a g e que vous croyez... q u ' a r r i v e r a i t - i l 1 d e m a n d a l'espion avec u n air de défi. — Rien.,. J e n ' a i p a s a u t r e chose à faire que de vous confier a u x bons soins de la police... — A la police % r é p é t a Dubois en s'efforçant de r i r e . J e serais v r a i m e n t curieux de savoir sous quel p r é ­ t e x t e vous p o u r r i e z faire cela ! — I l existe des r a i s o n s plus que suffisantes p o u r vous faire coffrer ! r i p o s t a l ' a g e n t secret sur u n ton glacial. — V r a i m e n t %.... E t quelles seraient donc ces r a i ­ sons % — V o u s vous êtes r e n d u p l u s i e u r s fois à B e r l i n où vous êtes allé voir le chef de l'espionnage allemand. — Ce n ' e s t p a s vrai... — J e vous ai vu moi-même... —Vous ? — P a r f a i t e m e n t . . . Mais il est t o u t à fait inutile de c o n t i n u e r cette discussion... A u cours de l ' i n s t r u c t i o n de v o t r e procès, vous a u r e z t o u t le loisir de vous ex­ p l i q u e r avec le j u g e qui sera chargé de vous i n t e r r o ­ ger... Ce disant, B r u n vint s'asseoir en face de Dubois, t i r a u n j o u r n a l de sa poche et se mit à lire t r a n q u i l l e ­ ment.

** L ' a v e n t u r i e r était infiniment p l u s troublé qu'il n e youlait le laisser p a r a î t r e et il m a u d i s s a i t l'idée q u ' i l a v a i t eue de p r e n d r e place d a n s ce t r a i n . D è s que le convoi se fut a r r ê t é à la prochaine sta­ tion, B r u n abaissa la glace de la fenêtre et fit signe a


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deux g e n d a r m e s qui se t e n a i e n t sur le quai. P u i s il se r e t o u r n a v e r s Dubois et lu idit avec u n sourire ironique : — Voudriez-vous vous donner la peine de descen­ dre, cher Monsieur 1 P e n d a n t ce t e m p s les deux g e n d a r m e s é t a i e n t mon­ t é s d a n s le wagon. L ' a v e n t u r i e r t e n t a de r é s i s t e r ,mais il fut b i e n t ô t r é d u i t à l ' i m p u i s s a n c e et les r e p r é s e n t a n t s de l ' a u t o r i t é lui m i r e n t les m e n o t t e s a u x poignets. P u i s on le fit descendre du t r a i n . B r u n se m i t à n o u v e a u à la fenêtre, et comme le convoi se r e m e t t a i t en m a r c h e , il s'exclama en guise d'adieu : — A bientôt, cher Monsieur Dubois !... N o u s n o u s r e v e r r o n s à P a r i s . . . Cette fois, vous êtes t o m b é d a n s le filet et vous allez devoir r é p o n d r e de t o u s vos m é ­ faits ! Dubois le suivit u n i n s t a n t du r e g a r d et m u r m u r a u n blasphème.


CHAPITRE

LA

NOUVELLE

CCCXXX

GOUVERNANTE

Q u a n d la comtesse E s i e r h a z y descendit du t r a i n à la g a r e de Victoria, à Londres, u n brouillard assez épais enveloppait l'immense cité et u n e p e t i t e pluie line tombait. Quoi q u ' i l lit encore :jour. tous les véhicules avaient leurs l a n t e r n e s allumées et ne s ' a v a n ç a i e n t q u ' a ­ vec la p l u s e x t r ê m e lenteur. ,. . , . Ce t r i s t e s p e c t a c l e serra le cœur de la p a u v r e fem­ me qui était venue à L o n d r e s seule, sans p r o t e c t i o n et s a n s a u t r e espoir que celui de r e t r o u v e r son m a r i . S ' a d r e s s a n t à u n a g e n t de police, elle lui d e m a n d a joù était le p l u s proche commissariat. Afin d ' é p a r g n e r le peu d ' a r g e n t qui lui restait, elle décida de s'y r e n d r e à pied au lieu de p r e n d r e une voi­ ture. D e t e m p s à a u t r e , elle s ' a r r ê t a i t p o u r d e m a n d e r son chemin, afin de ne p o i n t r i s q u e r de s ' é g a r e r d a n s le brouillard. A r r i v é e a u b u r e a u de police, elle s ' a d r e s s a à u n ins­ p e c t e u r à qui elle exposa le b u t de sa d é m a r c h e . L e policier fixa s u r elle u n r e g a r d étonné et lui r é ­ pondit : -— J e r e g r e t t e beaucoup, M a d a m e , m a i s n o u s ne pou-


— 2287 — vons r i e n faire p o u r vous, car il n ' e x i s t e d a n s ce. p a y s aucune loi qui puisse obliger u n é t r a n g e r à déclarer sa présence à la police... — E t les hôteliers Ne doivent-ils p a s t e n i r u n r e g i s t r e sur lequel l e u r s clients son t e n u s de s'inscrire*? — C'est s i m p l e m e n t u n e h a b i t u d e , m a i s p a s u n e obligation et, c o n t r a i r e m e n t à ce qui se passe d a n s les a u t r e s p a y s , la police n ' a ici a u c u n droit de contrôle s u r ces registres... Chacun p e u t d ' a i l l e u r s s'inscrire sous le n o m qui lui plaît... L a m a l h e u r e u s e e u t u n geste de d é c o u r a g e m e n t et ses y e u x se r e m p l i r e n t de l a r m e s . — Que dois-je faire, alors '! gémit-elle. — de ne sais v r a i m e n t p a s quoi vous conseiller... V o u s pensez cme votre m a r i doit ê t r e descendu d a n s 'un hôtel 1 — P h i s que probablement... L ' i n s p e c t e u r r e g a r d a i t la p a u v r e comtesse avec u n air de profonde compassion. — Voyons, fit-il a p r è s avoir réfléchi u n m o m e n t . D a n s quelle catégorie d'hôtel pensez-vous que v o t r e m a r i serait allé se loger *? '.h- S û r e m e n t d a n s u n hôtel de p r e m i e r o r d r e , r é p o u d i t Clara. — E h bien, téléphonez à tous les hôtels de p r e m i e r ordre p o u ï d e m a n d e r si votre m a r i figure p a r m i leurs clients... E t , p r e n a n t un a n n u a i r e du t é l é p h o n e qui é t a i t s u r la table à côté de l u i , le policier p o u r s u i v i t : — J e ne s a u r a i s v r a i m e n t p a s vous conseiller a u ­ t r e chose, Madame... V o u s pouvez p r e n d r e n o t e de t o u s les hôtels où votre m a r i p o u r r a i t v r a i s e m b l a b l e m e n t ê t r e descendu... — Voudriez-vous avoir l ' a m a b i l i t é de m e d o n n e r u n e feuille de p a p i e r et u n e p l u m e I


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. — T r e s volontiers, Madame... L ' i n s t a n t d ' a p r è s ; la comtesse se t r o u v a i t assise u c v a n t u n e p e t i t e table, copiant la liste de tous hôtels de p r e m i è r e classe de la catégorie capitale. P u i s elle sortit a p r è s avoir remercié l ' i n s p e c t e u r de son évidente bonne volonté et, q u a n d elle fut de nou­ v e a u d a n s la rue, e l l e se mit "à réfléchir longuement, se d e m a n d a n t où elle p o u r r a i t aller p o u r 'téléphoner. •Enfin, elle se r e n d i t d a n s u n laurean de poste où elle s ' e n f e r m a d a n s u n e cabine p o u r t é l é p h o n e r l ' u n a p r è s l ' a u t r e à t o u s lés hôtels dont elle a v a i t noté les n u m é r o s . Mais, d a n s a u c u n - d e ces établissements,' on n ' a v a i t u n client i n s c r i t ' s o u s le nom d ' E s t c r h a z y . L e d e r n i e r hôtel de la liste était l'hôtel R o y a l ; et là, le. secrétaire lui avait r é p o n d u : ¿X — Le,comte Estcrhazy N o n Madame... N o r a • n ' a v o n s p e r s o n n e de cenom ici... L e seul comte qui .oit a r r i v é ces j o u r s ci est le comte Veilement... — P o u r q u o i cet homme me dit-il cela '? se deman­ d a i t t r i s t e m e n t la m a l h e u r e u s e . E n ' quoi cela p e u t \ m ' i n t é r e s s e r - d é ; savoir que le comte V e i l e m e n t est des» cendu à l'hôtel R o y a l % E n s o r t a n t du b u r e a u de poste, elle se r e n d i t d a n s u n salon de t h é p o u r se r e s t a u r e r et se r e p o s e r u n p e u en r é f l é c h i s s a n t ' s u r ce qu'elle devait faire. Elle se s e n t a i t t e l l e m e n t découragée qu'elle ne pou­ v a i t e m p ê c h e r les l a r m e s de lui m o n t e r a u x y e u x . L e p i r e é t a i t qu'elle n ' a v a i t q u e ' t r è s p e u d ' a r g e n t et qu'elle allait b i e n t ô t se t r o u v e r d a n s u n e s i t u a t i o n d e s plus' c r i t i q u e s . . P o u r r i e n a u m o n d e elle n ' a u r a i t voulu s ' a d r e s s e r encore u n e fois à son p è r e . La-seule solution é t a i t donc de se m e t t r e à t r a v a i l l e r . D è s qu'elle eut t e r m i n é son m o d e s t e r e p a s , elle cher­ cha l ' a d r e s s e d ' u n .bureau, de p l a c e m e n t et s'y r e n d i t


Il le tendit Ă  la jeune fille en se confondant en excuses. (Page 2252). C. I.

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LIVRAISON 2 8 7 .


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t o u t de suite. Elle fut reçue n a r u n e vieille 'dame a l ' a s p e c t plu­ tôt revêche qui lui d e m a n d a ce qu'elle voulait. — Un emploi quelconque, r é p o n d i t la comtesse. L a vieille dame p a r u t fort étonnée. Elle n ' é t a i t p a s h a b i t u é e à voir des d a m e s a u s s i élégantes et d ' a l l u r e s aussi dis­ t i n g u é e s v e n i r lui d e m a n d e r u n emploi. A p r è s l ' a v o i r e x a m i n é e avec u n a i r assez menant' elle lui d e m a n d a ce qu'elle savait faire. — J e connais fort bien le français et l ' a l l e m a n d en o u t r e de. l'anglais, r é p o n d i t Clara. De plus, j e possède u n e assez b o n n e c u l t u r e musisale... — D a n s ce cas, ce q u ' i l vous f a u d r a i t , ce serait u n emploi de d a m e de compagnie, n'est-ce p a s ! . . M a l h e u ­ r e u s e m e n t , n o u s n ' a v o n s a c t u e l l e m e n t aucune offre de ce g e n r e . — J e p o u r r a i s aussi ê t r e g o u v e r n a n t e , insista la "omtesse sur u n t o n p r e s q u e s u p p l i a n t . — Ayez-vous déjà.occupé u n emploi de cette espèce. «—' Non, Madame... TM vieille d a m e réfléchit u n i n s t a n t , p u i s elle r é ­ pondit : — E n ce m o m e n t , je ne vois v r a i m e n t r i e n qui p u i s ­ se vous convenir... M a i s si vous voulez bien m e laisser v o t r e adresse, je vous e n v e r r a i u n m o t dès que j ' a u r a i quelque chose... Clara hocha la tête t r i s t e m e n t et m u r m u r a : — J e n ' a i pas d ' a d r e s s e à vous donner, p a r c e q m j e viens seulement d ' a r r i v e r à L o n d r e s et que je ne m e ç:uis p a s encore p r o c u r é u n logement. — Bien... Alors revenez m e voir p l u s tard... Com­ m e n t vous appelez-vous ? — Clara E s t e r h a z y . . . L a vieille dame p r i t note de ce n o m a p r è s a v : r c d e m a n d é comment il s'écrivait, n u i s elle se leva p e u r


— 2292 — faire c o m p r e n d r e à la j e u n e femme qu'elle ne désirait pas la r e t e n i r plus l o n g t e m p s .

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D e u x j o u r s p l u s t a r d , la comtesse sonnait à la por­ t e d ' u n e m a i s o n d ' a p p a r e n c e seigneuriale où elle espé­ r a i t o b t e n i r u n emploi de g o u v e r n a n t e . U n domestique r e v ê t u d ' u n e s o m p t u e u s e livrée la fit e n t r e r d a n s u n v a s t e salon meublé et décoré avec u n l u x e é c r a s a n t où a p p a r u t , quelques i n s t a n t s p l u s t a r d , u n e d a m e a c o m p a g n é e d ' u n p e t i t garçon et de deux p e t i t e s filles. Clara fut a i m a b l e m e n t reçue et, a p r è s quelques p o u r p a r l e r s , elle fut engagée en q u a l i t é de g o u v e r n a n t e p o u r les enfants. Comme la g o u v e r n a n t e p r é c é d e n t e a v a i t q u i t t é b r u s q u e m e n t sa place, elle p u t e n t r e r en fonctions le jour même. L e s difficultés de sa nouvelle existence commencè­ r e n t aussitôt. L a r e s p o n s a b i l i t é qu'elle a v a i t a s s u m é e é t a i t b e a u c o u p p l u s pénible qu'elle n ' a u r a i t p u se l'i­ maginer. C o m m e n t r é s i s t e r à ce t o u r m e n t % C o m m e n t pourrait-elle s ' h a b i t u e r à, devoir t o u j o u r s obéir, elle qui n ' a v a i t j a m a i s reçu d ' o r d r e s de p e r s o n ­ ne % Quelque fois, elle p r e n a i t ses r e p a s avec la m a î t r e s ­ se de m a i s o n et les enfants, m a i s q u a n d il y a v a i t des invités, elle d e v a i t les p r e n d r e d a n s la c h a m b r e des en­ f a n t s . Q u a n d elle d é j e u n a i t ou dinait d a n s la salle à m a n ­ ger, elle ne p o u v a i t p r e n d r e p a r t à a u c u n e conversation et elle ne devait j a m a i s o u b l i e ^ n e fut-ce que p o u r u n


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seul i n s t a n t la condition s u b a l t e r n e où elle se t r o u v a i t . Toutefois, les enfants ne lui d o n n a i e n t p a s .d'en­ nuis. U s étaient, t o u s trois t r è s sages et t r è s bien élevés et ils a i m a i e n t b e a u c o u p leur nouvelle g o u v e r n a n t e . I l s a p p r e n a i e n t avec facilité t o u t ce qu'elle leur enseignait. De ce côté là, t o u t était donc p o u r le m i e u x , m a i s , la comtesse se s e n t a i t c o n s t a m m e n t et p r o f o n d é m e n t hu­ miliée de l ' e x t r ê m e froideur de la m a î t r e s s e de maison à son égard. M a d a m e W a d d i n g t o n ne lui a d r e s s a i t j a m a i s la parole à moins qu'elle n ' a i t u n o r d r e à lui donner. A h !... P o u r q u o i le h a s a r d ne la mettait-elle p a s en m e s u r e de r e t r o u v e r son m a r i % P o u r r a i t - e l l e continuer de vivre de cette façon alors qu'elle a v a i t t a n t besoin de consolation et d ' a m i t i é 1


Chapitre

LA

CCCXXXI

LIBERTE.

Q u a n d le b a t e a u s'éloigna de l ' e m b a r c a d è r e p o u r p r e n d r e le large, M a x E r w i g et F r i t z L u d e r s laissèrent é c h a p p e r u n profond soupir de soulagement. M a i n t e n a n t , il n ' y avait plus q u ' u n seul obstacle à s u r m o n t e r , m a i s c'était s a n s doute le p l u s g r a v e . Qu'allait-il a r r i v e r au m o m e n t où il s ' a g i r a i t de p r e n d r e p a s s a g e sur le b a t e a u hollandais ? — Avec cet uniforme de légionnaire, on ne vous laissera p a s p a s s e r sans u n e p e r m i s s i o n et une feuille de route, dit Max E r w i g a u fiancé de Leni. Le j e u n e homme était sur le point de r é p o n d r e quand le c o n t r ô l e u r s ' a r r ê t a d e v a n t lui et, le r e g a r d a n t fixement d a n s les yeux, il m u r m u r a : — V o u s essayez de fuir, n'est-ce p a s 1 — V o u s êtes fou ? s'exclama Luders, sans bien se r e n d r e compte de ce qu'il disait. — N ' a y e z pas p e u r ! reprit le contrôleur avec u n sourire é t r a n g e . Mon seul désir est que t o u t aille bien... J e ne suis pas ici p o u r a r r ê t e r ' l e s fugitifs mais p o u r con­ t r ô l e r les billets... — E h bien '( Que voulez-vous % — J e veux s i m p l e m e n t vous a v e r t i r de ce que vous


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ne p o u r r e z pas vous e m b a r q u e r sur le n a v i r e Hollan­ dais avec cet uniforme de légionnaire... On vous a r r ê ­ t e r a i t tout de suite... F r i t z ne répondit pas, — P a u v r e j e u n e h o m m e ! p o u r s u i v i t l ' a u t r e en l ' e x a ­ m i n a n t avec' a t t e n t i o n . V o u s n ' a v e z c e r t a i n e m e n t pns l'air d ' u n criminel... J e veux vous aider... — Vous ? — Oui.., A t t e n d e z un moment... — L e s deux Alsaciens é c h a n g è r e n t un coup d'œil chargé' d ' é t o n n e m e n t indicible, t a n d i s que le contrôleur s'éloignait de nouveau. — Que faut-il penser d e cela ! m u r m u r a F r i t z . — dp. nie le d e m a n d e ? répondit M a x , t o u t aussi p e r p l e x e et font aussi inquiet. Quelque;: m i n u t e s se p a s s è r e n t dans une t e r r i b l e anxiété. f i n a l e m e n t , le contrôleur r e p a r u t avec nu p a q u e t sous le bras. — Voici un vieux costume a b a n d o n n é p a r u n sou­ tier, dit-il. Il n'est pas t r o p p r o p r e , mais cela v a u d r a t o u j o u r s mieux que l'uniforme que vous portez... F r i t z prit le p a q u e t et pénétra dans le c a r r é dont le contrôleur venait d ' o u v r i r la p o r t e . E n un clin d'eeit il eut échangé son uniforme de caporal contre les vê­ t e m e n t s contenus dans le p a q u e t et il r e p a r u t siif le pont. Le costume du soutier le rendait a b s o l u m e n t m é ­ connaissable. — T r è s bien ! s'exclama le. contrôleur avec un a i r s a i i s i a i l . D e c e t t e façon, vous pourrez [tasser tout à l'ait inaperçu... Puis il. s'en fut ramasser l'uni l'orme, en fit u n p e t i t ballot et le lança à la mer. - Comme ça, lit-il personne ne p o u r r a le t r o u v e r !


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F r i t z L u d e r s étai tellement ému coi'il ne t r o u v a i t p a s u n m o t à dire p o u r r e m e r c i e r son bienfaiteur. D e p u i s L.! j o u r p r é c é d e n t , depuis le m o m e n t où il a v a i t reçu le billet de M a x E r w i g , il a v a i t eu l ' i m p r e s ­ sion de vivre d a n s u n rêve. — M a i n t e n a n t , je v e u x encore vous d o n n e r quel­ ques conseils qui p o u r r a i e n t vous ê t r e utiles, r e p r i t le c o n t r ô l e u r s u r u n t o n bienveillant. M a x et son c o m p a g n o n se p r é p a r è r e n t à l ' é c o u t e r attentivement. — Q u a n d n o u s a p p r o c h o n s de la côte, vous descen­ drez d a n s l ' e n t r e p o n t , r e p r i t le contrôleur. Ainsi, l'on croira que vous faites p a r t i e de l ' é q u i p a g e et p e r s o n ­ n e ne songera à vous d e m a n d e r vos papiers... Ce sera le d e r n i e r 'contrôle des a u t o r i t é s françaises... A p r è s ce­ la, vous aurez affaire a u x H o l l a n d a i s , m a i s ce costume de soutier vous m e t t r a l ' a b r i de t o u s les soupçons... P u i s , se t o u r n a n t v e r s M a x E r w i g , il dit encore : — E n ce qui vous concerne, la chose p o u r r a i t ê t r e u n p e u p l u s difficile... E t e s - v o u s légionnaire i — Non... J e suis seulement v e n u p o u r aider m o n a m i à fuir... — A h ! E t croyez-vous que l'évasion ait déjà été découverte '! — Non... J e ne le pense p a s , r é p o n d i t M a x . — D u r e s t e , ceci n ' a p a s t r è s g r a n d e importance... M a i n t e n a n t , vous avez t o u t le t e m p s p o u r vous m e t t r e en lieu sûr... Avez-vous des p a p i e r s en règle % I . • M a x E r w i g m o n t r a son passeport. — A h , vous êtes p r o f e s s e u r à l ' U n i v e r s i t é de Vien­ n e % fit le contrôleur, n o n p a s s a n s é t o n n e m e n t . Q u ' ê t c s v o u s donc v e n u faire à la G u y a n e . — D ' a b o r d et a v a n t t o u t , j ' a i découvert l ' e n d r o i t p r é c i s où se t r o u v a i t m o n a m i . — P u i s vous avez j o u é u n bon t o u r au caporal qui v o u s surveillait; hein %


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M a x E r w i g se mit à r i r e . Les trois h o m m e s é c h a n g è r e n t encore quelques phrases, p u i s le contrôleur s'éloigna de n o u v e a u p o u i s'occuper de son service.

U n e h e u r e plus t a r d , le contrôleur v i n t encore u n e fois rejoindre les deux fugitifs. — I l est t e m p s que vous veniez d a n s l ' e n t r e p o n t , lit-il à F r i t z L u d e r s . Q u a n t à vous, p u i s q u e vous avez :les p a p i e r s en règle, vous pouvez r e s t e r ici... A u m o m e n t de d é b a r q u e r , u n g e n d a r m e s ' a p p r o sha de M a x et lui d e m a n d a ses p a p i e r s . L ' A l s a c i e n lui montra son p a s s e p o r t que le r e p r é s e n t a n t de l ' a u t o r i t é lui r e n d i t a p r è s y avoir j e t é u n r a p i d e coup d'œil. D i x m i n u t e s plus t a r d , les d e u x fugitifs p r e n a i e n t place d a n s u n canot qui devait les conduire aU b a t e a u hollandais. U s étaient sauvés !

C.

1.

LIVRAISON 2 8 8 .


IIIVХХCCC CHAPITRE ADIEU

A

L'AFRIQUE

Après d ' i n n o m b r a b l e s |)('rii>('tios, .James Wells était finalement parvenu à a m e n e r A m y Nabot en lieu sûr. M a i n t e n a n t , ils voyageaient d a n s une sorte de c h a r r e t t e a r a b e qui devait les conduire j u s q u ' à Sousse. — Q u a n d nous serons a r r i v é s làJ)às, vous pourvoi vous reposer, dit l ' e x p l o r a t e u r en fixant s u r l'aventu­ r i è r e un r e g a r d rempli de tendresse. — E s p é r o n s - le !... Est-ce qu'il y a des hôtels d a n s la ville où n o u s allons ? — Oui... E t vous pourrez aussi voir u n médecin car il me semble que vous avez encore u n peu de fiè­ vre... M a i s l'espionne se mit à rire et s'exclama : — J e n ' a u r a i pas besoin de médecin !... .Je me gué­ rirai bien t o u t e seule !... La c e r t i t u d e d'avoir r e t r o u v é m a liberté sera pour moi l e meilleure des médecins. E t , a p p u y a n t sa main s u r l e bras de J a m e s W e l l s , elle p o u r s u i v i t sur un t o n c a r e s s a n t : — C o m m e n t pourrai-je vous m o n t r e r m a reconnais­ sance p o u r t o u t ce que vous avez l'ait p o u r moi ? "11 lui baisa la main et lui r é p o n d i t : — J e ne vous d e m a n d e rien, Madame... Considérez-


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moi: seulement eonrme le p i n s dévoué de vos amis et cola suffira pour nie récompenser au delà de t o u s mes es­ poirs... D è s qu'ils furent a r r i v é s à Sousse, l ' e x p l o r a t e u r conduisit sa nouvelle amie à un hôtel de p r e m i e r o r d r e où il r e t i n t deux c h a m b r e s et un petit salon, L à belle espionne se sentait r e n a î t r e à Ja j o i e de vivre et elle ne p e n s a i t déjà plus à t o u t e s les souffrances et à t o u t e s les angoisses qu'elle a v a i t eues à e n d u r e r si peu de t e m p s auparavant. — Excusez-moi si j ' a i p r i s la liberté de r e t e n i r deux c h a m b r e s à côté l'une de l ' a u t r e , dit J a m e s Wells, t a n d i s qu'ils p r e n a i e n t le t h é ensemble d a n s le salon. Comme vous ne m e p a r a i s s e z p a s encore, en t r è s bonne santé, je n ' a i p a s voulu vous laisser seule... L ' a v e n t u r i è r e sourit. — V o s affectueuses p r é v e n a n c e s au delà de t o u t e expression, m o n cher ami ! fît-elle avec une légère n u ­ ance d'ironie. — E t m a i n t e n a n t , vous devez vous reposer... Quel­ ques h e u r e s de sommeil v o u s feront du bien... — V o u s avez raison... — N o u s nous reverrons à l ' h e u r e du dincr... — T r è s bien... J e vous remercie de t o u t euair p o u r t o u t ce que vous avez fait p o u r moi, Monsieur Werls... E t elle lui t e n d i t sa main sur laquelle le j e u n ? ex­ p l o r a t e u r déposa un a r d e n t baiser. D e u x heures plus t a r d , .lames Wells la vit a p p a ­ r a î t r e dans la salle du r e s t a u r a n t . Elle était t o u t e t r a n s ­ formée, car elle avait l'ait une s a v a n t e toilette qui la m e t t a i t t r è s en beauté. E n v o y a n t les tables dressées avec élégance, elle eut un sourire de satisfaction. — Quel plaisir de se r e t r o u v e r d a n s une ambiance cyilisée ! s'exclania-t-elle. de suis bien contente de p o u ­ voir enfin faire un bon r e p a s !


— 2300 — P u i s elle p r i t place à u n e table, en face de J a m e s W e l l s cmi m o n t r a le plus g r a n d e m p r e s s e m e n t à la ser­

vir. A m y N a b o t ne p a r a i s s a i t p a s avoir g r a n d e envie de p a r l e r . Elle écoutait d i s t r a i t e m e n t ce que son compa­ gnon lui disait et d e m e u r a i t t o u t e pensive. Qu'allait-elle faire, m a i n t e n a n t 1 P o u v a i t - e l l e suivre cet h o m m e à P a r i s où elle se t r o u v e r a i t sans doute en d a n g e r de se voir impliquée d a n s l'affaire D r e y f u s % E t puis... q u a n d elle serait là-bis, de quoi allait-elle vivre ? — A quoi pensez-vous ? lui d e m a n d a tout-à-coup l ' e x p l o r a t e u r én s o u r i a n t . —- A rien, mon cher ami... A r i e n ! J a m e s Wells fit a p p o r t e r u n e bouteille de Cham­ p a g n e et, a p r è s en avoir fait s a u t e r le bouchon, il se mit à r e m p l i r les coupes. — A v o t r e santé, chère amie ! dit-il a i m a b l e m e n t . — A v o t r e santé, Monsieur Wells ! Mais, à peine l ' a v e n t u r i è r e venait-elle de p r o n o n c e r ces m o t s que son visage devint tout-à-coup blanc com­ m e u n linceul. — Qu'avez-vous, M a d a m e % lui d e m a n d a l ' e x p l o r a ­ t e u r en se l e v a n t d ' u n bond. V o u s sentez-vous m a l % — Non... Ce n ' e s t rien... U n simple vertige ! r é ­ p o n d i t l'espionne en e s s a y a n t de sourire. — Oh !... J e le p e n s a i s bien que votre s a n t é n ' é t a i t p a s encore r é t a b l i e ! V i t e ! J e vais vous reconduire à v o t r e c h a m b r e et, dès demain m a t i n , j e fermai v e n i r u n médecin. Quelques m i n u t e s p l u s t a r d , u n e des femmes de c h a m b r e de l'hôtel a i d a i t la belle espionne à se désha­ biller et à se coucher. P e n d a n t ce t e m p s , J a m e s Wells était r e s t é d a n s le salon, f u m a n t n e r v e u s e m e n t des ciN


— 2301 g a r e t t e s , qu'il allumait l ' u n e a p r è s l ' a u t r e , sans i n t e r ­ ruption. Q u a n d À m y N a b o t fut a u lit, il f r a p p a à la p o r t e et e n t r a d a n s l ' a u t r e pièce. L a femme de c h a m b r e se r e t i r a aussitôt. — Vous vous sentez u n p e u m i e u x % d e m a n d a l'ex­ plorateur. — Certainement... J e vous a s s u r e que ce n ' e s t r i e n de grave, mon cher ami... Ce que j ' a i eu n ' é t a i t . q u ' u n léger malaise facilement explicable p a r les fatigues d u long voyage que nous venons de faire... Mais l ' e x p l o r a t e u r ne p a r a i s s a i t p a s t r è s convain­ cu et il continuait de la r e g a r d e r avec u n air p r é o c c u p é . — Bien, fit-il enfin. A p r é s e n t , essayez de dormir... D e m a i n m a t i n le médecin v i e n d r a vous voir. E t , s ' a p p r o c h a n t du lit, il baisa la m a i n de l'aven­ t u r i è r e en m u r m u r a n t : — Bonne n u i t , Madame... Elle r é p o n d i t p a r u n léger signe de t ê t e t a n d i s que ses p a u p i è r e s s'abaissaient l e n t e m e n t .

L e lendemain m a t i n , le médecin que J a m e s Wells a v a i t envoyé chercher, p é n é t r a d a n s la c h a m b r e d ' A m y N a b o t . Celle-ci était déjà éveillée et, en v o y a n t a p p a ­ r a î t r e le docteur elle e u t comme u n geste de c o n t r a r i é t é . Wells était r e s t é d a n s le p e t i t salon, a t t e n d a n t que le médecin a i t t e r m i n é sa visite. Q u a n d il le vit enfin r e p a r a î t r e , il lui d e m a n d a avec u n air a n x i e u x : — E h bien, docteur f Est-ce g r a v e % L e médecin hocha la t ê t e avec u n air préoccupe.


— 2302

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— l o u r le m o m e n t , ça ne m ' a p a s l'air bien grave, fit-il. M a i s si cette dame r e s t e encore u n e semaine de p l u s en Afrique, son s y s t è m e n e r v e u x va Se t r o u v e r c o m p l è t e m e n t épuisé... Elle a également le cœur a t t e i n t et elle a besoin d ' u n e cure r e c o n s t i t u a n t e d a n s u n cli­ m a t tempéré... L e m d i de la F r a n c e lui conviendrait s a n s doute m i e u x que n ' i m p o r t e quelle a u t r e région... — P a u v r e femme ! m u r m u r a l ' e x p l o r a t e u r avec tristesse. Dieu sait combien ce m a u d i t voyage lui a u r a fait de mal... — E n effet, r é p o n d i t le médecin, J ' a i déjà p u me, r e n d r e compte de ce que son o r g a n i s m e eli a v a i t subi les conséquences d ' u n e façon assez regrettable... — E t , selon vous, docteur, ce q u ' i l lui f a u d r a i t t o u t d'abord serait un changement d'air % , — Oui... Cela m e p a r a i t i n d i s p e n s a b l e Ce d i s a n t le médecin, se leva et P e x p l o r a t ë l i r le r e ­ conduisit j u s q u ' à l'escalier. P u i s a i r e v i n t sur ses p a s et e n t r a d a n s la c h a m b r e d ' A m y N a b o t . L'aventurière était très pâle. E n v o y a n t a p p a r a î t r e son nouvel ami, elle lui a d r e s ­ sa u n sourire affectueux et m u r m u r a : — Bonjour, Monsieur Wells 1 — C o m m e n t allez-vous % M i e u x n'est-ce p a s % — J e me sens t r è s bien '!... Cette nuit, je n ' a i p o u r ai ni si d i r e p a s cessé de p e n s e r à tout ce que vous avez fait p o u r moi... J e vous dois la vie ! — V o u s allez avoir besoin de soins a t t e n t i f s , répon­ dit J a m e s Wells en v e n a n t s'asseoir a u p r è s du lit. Savèz-vbus ce que le médecin m ' a dit ? — Non... Que vous a-t-il dit ? i — Que le climat africain est nuisible à votre s a n t é . Il f a u t que vous -retourniez en F r a n c e le p l u s t ô t possi­ ble... — J e ne d e m a n d e p a s mieux, M o n s i e u r Wells ! ré;


— 2303 — p o n d i t l'espionne avec u n é t r a n g e sourire. — Donc, vous allez vous conformer a u x conseds du médecin % ¥— J e le ferais volontiers mais... ' E t l ' a v e n t u r i è r e s ' a r r ê t a n e t , comme, si elle a v a i t c r a i n t d ' e n avoir déjà t r o p dit. — M a i s quoi ? d e m a n d a l ' e x p l o r a t e u r avec étonn e m e n t . Qu'est-ce qui p o u r r a i t vous en empêcher. ?.. — I l f a u d r a i t que je r e t o u r n e en E u r o p e ? E n France ? — Oui... E h bien ? A m y N a b o t n e p u t s'empêcher de rougir. — P a r l e z , M a d a m e , je vous en p r i e ! insista -James Wells, de plus en p l u s i n t r i g u é p a r ces réticences i n a t ­ tendues. E t , prenant, e n t r e les siennes les m a i n s de l ' a v e n ­ t u r i è r e , il fixa sur elle un r e g a r d plein de bienveillance afin de l ' e n c o u r a g e r à s ' e x p r i m e r eu t o u t e sécurité. — E h bien... je n ' a i p a s l ' a r g e n t nécessaire p o u r le voyage ! avoua finalement l'espionne. . ' L ' e x p l o r a t e u r se mit à r i r e . — E t c'est de cela, bue vous vous préoccupez à ce p o i n t ? s'exelama-t-il. Mais m a chère amie, je n'ai j a ­ mais songé à vous laisser faire vous-même les frais do ce d é p l a c e m e n t !... Ne suis-je p a s votre meilleur ami ? J ' e s p è r e que vous me p e r m e t t r e z de vous p r o c u r e r toutce dont vous p o u r r e z avoir besoin ! — Oh, M o n s i e u r W e l l s !... C o m m e n t p o n r r a i s - j e a c c e p t e r cela. U n tel voyage r e p r é s e n t e une dépense con­ sidérable et... J a m e s Wells l ' i n t e r r o m p i t de n o u v e a u avec viva­ cité. . . . . . . . . . . — Oubliez-vous donc que mon ami le colonel P i c q u a r t nt'a chargé de vous r a m e n e r à P a r i s 1 fit-il. — C'est v r a i ! m u r m u r a l ' a v e n t u r i è r e en laissant

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«tk&'apper u n p r o f o n d soupir. P i c q u a r t m ' a t t e n d à P a j ., — N e vous préoccupez p a s a ce sujet la n o n p l u s , Madame... I l est c e r t a i n que v o t r e é t a t de s a n t é a c t u e l n e vous p e r m e t t r a i t p a s de s u p p o r t e r les f a t i g u e s d ' u n i n t e r r o g a t o i r e . . . A v a n t de n o u s r e n d r e à P a r i s , n o u s n o u s a r r ê t e r o n s d a n s quelque s t a t i o n de la Cote d ' A z u r où v o u s p o u r r e z vous r é t a b l i r c o m p l è t e m e n t . A m y N a b o t s e r r a avec effusion la m a i n de l'explo­ rateur. — C o m m e n t p o u r r a i - j e vous r e m e r c i e r p o u r v o t r e i m m e n s e b o n t é I s ' e x c l a m a - t - e l l e avec u n e sincère g r a ­ titude. — Nous en reparlerons plus t a r d ! répondit J a m e s [Wells en se l e v a n t . P o u r le m o m e n t , vous n ' a v e z r i e n de m i e u x à faire:que de v o u s reposer... P e n d a n t ce t e m p s j e v a i s m e r e n d r e à l'agence de la C o m p a g n i e T r a n s a t ­ l a n t i q u e et j e m ' i n f o r m e r a i des p r o c h a i n s d é p a r t s de navires pour l'Europe... Ce disant, l ' e x p l o r a t e u r s e r r a encore, u n e fois la m a i n de l'espionne, p u i s il s o r t i t de l ' a p p a r t e m e n t . P e n d a n t ce t e m p s , l ' a v e n t u r i è r e , qui n ' a v a i t p l u s envie de dormir, se laissait aller a u fil de ses p e n s é e s et elle ne t a r d a p a s à s ' a b s o r b e r d a n s u n e p r o f o n d e médi­ tation.

ZB !

U n e h e u r e p l u s t a r d , J a m e s Wells r e n t r a à l'hôtel. Il a v a i t le visage r a d i e u x et, dès q u ' i l eut p é n é t r é d a n s la c h a m b r e d e l ' a v e n t u r i è r e , il s'écria — N o u s allons p o u v o i r p a r t i r d e m a i n a midi... E t e s vous'contente 1 . . '. - •


Le calvaire d'un innocent ; n° 72