Page 1

Prix : 1 fr. 20.

N° 51.

Belgique : 1 fr. 50

— Bonjour Luders, velles m'apportez-vous C. I.

quelles ?

bonnes nou(Page 1513). LIVRAISON 201.

MANIOC.org

B i b l i o t h è q u e A l e x a n d r e Franconie

Conseil général de la Guyane


MANIOC.org B i b l i o t h è q u e A l e x a n d r e Franconie

Conseil général de la Guyane


— 1603 — Lucie a v a i t g r a n d peine à refouler les l a r m e s qui lui m o n t a i e n t d a n s les y e u x . Q u a n d elle eut fini de lire, elle laissa é c h a p p e r u n profond soupir et s'exclama : — C'est v r a i m e n t terrible de p e n s e r à t o u t ce que m o n p a u v r e m a r i doit souffrir — Oui, dit Monsieur Tuléen avec u n air apitoyé. J e v o u d r a i s bien pouvoir lui venir en aide, faire quelque cho­ se p o u r lui... I l se t û t u n i n s t a n t , p u i s il dit : — V o u s pourriez p e u t ê t r e essayer de t i r e r p a r t i ci es r e l a t i o n s que vous avez avec des p e r s o n n e s influentes p o u r faire améliorer le sort de v o t r e époux... — Qui voulez-vous dire, Monsieur Tuléen ? s'excla­ m a Lucie avec étonnement. Qui seraient ces p e r s o n n e s influentes auxquelles vous faites allusion % — Mais... L e c o m m a n d a n t du P a t y , p a r exemple.,. N'est-il p a s votre ami % — M o n ami, lui ! . . Oh, n o n !... B i e n a u contraire ! I l est mon p i r e ennemi ! — Cela me p a r a î t impossible, Madame... — J e ne vous c o m p r e n d s pas, Monsieur Tuléen.. J e ne p e u x p a s m ' e x p l i q u e r p o u r q u o i vous vous imaginez que le c o m m a n d a n t du P a t y est mon ami.... T u l é e n hésitait à r é p o n d r e et il a v a i t l ' a i r t o u t con­ fus. — J e suis convaincue, Monsieur le directeur, insista Lucie, — de ce que vous devez avoir des raisons p a r t i c u ­ lières p o u r avoir cru à cette amitié qui n ' a j a m a i s existé. — D a n s ce cas, M a d a m e , permettez-moi de vous dire que je t r o u v e bien é t o n n a n t que votre p o r t r a i t se t r o u v e sur la table du c o m m a n d a n t . A ces mots, la j e u n e femme s u r s a u t a . — Mon p o r t r a i t sur la table du c o m m a n d a n t du P a t y s'exclama-t-olle Cela est impossible, Monsieur Tuléen t V o u s devez s û r e m e n t vous t r o m p e r .

MANIOC.org

B i b l i o t h è q u e A l e x a n d r e Franconie

Conseil général de la Guyane


— 1604 — — Non, M a d a m e . J ' e n suis a b s o l u m e n t certain... J e vous a s s u r e qu'il m ' e s t pénible de vous p a r l e r de cela p u i s q u e cela p a r a i t t a n t vous déplaire, mais il n ' e n est p a s moins v r a i que j ' a i vu de mes p r o p r e s y e u x votre por­ t r a i t s u r la table du commandant... J ' a i eu l'occasion d'aller le voir il y a quelques t e m p s p o u r des raisons p r o ­ fessionnel les... -J'ai eu u n e longue conversation avec lui et, p e n d a n t t o u t le t e m p s q u ' à durée cette e n t r e v u e , j ' é ­ t a i s assis j u s t e en face de ce portrait... I l n ' e s t donc p a s possible que j ' a i e fait erreur... — M a i s êtes-vous bien c e r t a i n que c'était réellement m o n p o r t r a i t à moi ? Ne s'agissait-il p a s p l u t ô t d ' u n e ressemblance fortuite % — Non, M a d a m e p a r c e que, p o u r vous dire, le com­ m a n d a n t d u P a t y a y a n t r e m a r q u é que je r e g a r d a i s ce p o r t r a i t m ' a p a r l é de vous en t e r m e s qui m ' o n t donné à s u p p o s e r que des relations d ' a m i t i é i n t i m e devaient exis­ t e r e n t r e vous et lui.... S t u p é f a i t e , Lucie réfléchissait, se d e m a n d a n t avec p e r p l e x i t é ce que p o u v a i t bien signifier t o u t cela. Tout-à-coup, elle se souvint de,ce que la femme de c h a m b r e lui a v a i t dit u n j o u r q u ' u n e p h o t o g r a p h i e qui se t r o u v a i t sur la cheminée du salon a v a i t d i s p a r u . Comme il s'agissait d'un objet sans valeur, elle n ' y a v a i t p a s a t t a ­ ché d ' i m p o r t a n c e s u r le m o m e n t , s u p o s a n t que c'étaient les e n f a n t s qui a v a i e n t p r i s cette p h o t o g r a p h i e p o u r j o u e r et l ' a v a i e n t cachée d a n s quelque coin. — L a seule chose que je puisse conclure de ce que vous venez de me dire, Monsieur Tuléen, dit elle finale­ m e n t , c'est que le c o m m a n d a n t du P a t y se sera e m p a r é de ce p o r t r a i t à mon insu... P u i s , elle r a c o n t a a u d i r e c t e u r l ' a v e n t u r e de sa p e t i t e fille qui était tombée d a n s u n e rivière du Bois de Bou­ logne et qui a v a i t été sauvée p a r le c o m m a n d a n t qui avait profité de cette occasion p o u r venir chez elle.

MANIOC.оrg B i b l i o t h è q u e A l e x a n d r e Franconie

Conseil général de la Guyane


1605

Tulécn avait écouté avec g r a n d e a t t e n t i o n . — I l me semble que le c o m m a n d a n t du P a t y n ' e s t q u ' u n e canaille ! m u r m u r a - t - i l . — I l l'est ! affirma la j e u n e femme. — Mais vous ne devinez p a s lui p e r m e t t r e d ' a g i r de cette façon. Songez que des collègues de votre m a r i se r e n d e n t souvent d a n s son b u r e a u et que du P a t y doit leur p a r l e r de vous comme il m ' a p a r l é à moi... Cela p o u r r a i t donner lieu à des calomnies que vous ne méritez certai­ n e m e n t pas. E t même p e u t ê t r e susciter u n scandale. — De quelle façon ? — A en j u g e r p a r c e que vous venez de me dire, cet h o m m e doit ê t r e capable de n ' i m p o r t e quelle canaillerie. — J e me t r o u v e d a n s u n e situation t e r r i b l e m e n t dif­ ficile, p a r c e que je crains de m ' a t t i r e r la colère de ce p e r ­ sonnage qui p o u r r a i t se venger en faisant a u g m e n t e r les souffrance de mon p a u v r e m a r i . — Alors, je ne p e u x p a s vous donner de conseils, mais je suis bien chagriné de voir à quel point le destin vous persécute. Ce disant, Monsieur Tuléen tendit la main à Lucie qui prit congé de lui et sortit L a satisfaction qu'elle avait eu en recevant dos nou­ velles d'A lfred avait été complètement gâtée parce que le .lirecteur venait de lui dire au sujet du c o m m a n d a n t du P a t y .

MANIOC.org B i b l i o t h è q u e A l e x a n d r e Franconie

Conseil général de la Guyane


CHAPITRE

EN

CCXXIV.

AVANT I

L e s p r e m i e r s r a y o n s du soleil l e v a n t a v a i e n t commencé de filtrer à t r a v e r s le feuillage des a r b r e s et de se refléter d a n s l'eau trouble et glauque qui, p a r endroits a p p a r a i s s a i t e n t r e les h a u t e s herbes du m a r é c a g e . Des m y r i a d e s de moustiques voltigeaient d a n s l'air, s ' a t t a q u a n t férocement a u x deux légionnaires et a u g m e n t a n t leurs souffrances. F a t i g u é d ' ê t r e r e s t é si l o n g t e m p s d a n s la même position, L u d e r s se laissa glisser à bas de l ' a r b r e et se laissa t o m b e r d a n s le m a r é c a g e où il s'enfonça j u s q u ' a u x genoux. — Aide-moi â descendre aussi, lui dit Blaug en lui t e n d a n t les m a i n s . J e n ' e n p e u x plus. — Comment va t o n pied f Est-ce que t u souffres encore ? — Non, mais j ' é p r o u v e u n e sensation étrange, comm e si m a j a m b e était paralysée. A g r a n d peine. L u d e r s p a r v i n t à se soulever u n peu. •— Laisse-moi e x a m i n e r t o n pied, dit-il. M a i s q u a n d il t e n t a d'enlever la chaussure de son c a m a r a d e , ce dernier se mit à pousser des cris de douleur.


1607

— Si ça te fait tellement mal, j e vais couper le cuir, dit L u d e r s . " — Non laisse... C'est inutile. — P a s du t o u t I l f a u t absolument enlever la chaussure. Ce disant il p r i t son couteau et délivra le pied de son compagnon. L e m e m b r e était t r è s enflé et q u a n d L u d e r s t e n t a de f a i r e j o u e r les articulations, H a u g se mit à crier de nouveau. — T u n ' a s p o u r t a n t p a s le pied cassé n i même foulé, lui dit son compagnon a p r è s u n examen attentif. T u te seras p r o b a b l e m e n t déchiré u n tendon, ce qui est t r è s douloureux, m a i s sans gravité... J e vais déchirer m a chemise p o u r t ' e n f a i r e des bandages, car il est indispensable que t u puisse m a r c h e r . — M a r c h e r % Non... Ce serait tout-à-fait impossible. I l v a u t mieux que t u me laisse ici. — N e dis p a s de bêtises. I l f a u t absolument que n o u s nous éloignions au plus vite. Ce disant, L u d e r s enleva sa veste et sa chemise qu'il coupa en lanières avec son couteau de façon à en faire de longues bandes dont il entortilla le pied de H a u g . — M a i n t e n a n t , t u vas s û r e m e n t pouvoir m a r c h e r , lui dit-il. L ' h u m i d i t é d u m a r é c a g e r a f r a î c h i r a ton pied et ça te fera du bien. — E t où irons-nous % ' — T o u t droit devant nous... N o u s p é r i r o n s p e u t - ê t r e en r o u t e mais cela vaut encore mieux que d ' ê t r e envoyés a u bagne. P u i s L u d e r s aida son compagnon à descendre de l ' a r b r e et celui-ci essaya de faire quelques pas. — Comment cela va-t-il ? d e m a n d a L u d e r s ? — U n peu mieux... — E h bien, en route.

;


1608

-

L e s deux h o m m e s c o m m e n c è r e n t de s'avancer péniblement à t r a v e r s l'eau et la boue du m a r é c a g e s'accroc h a n t a u x lianes p o u r éviter de s'enliser, ce qui p o u v a i t .quand m ê m e leur a r r i v e r d ' u n m o m e n t à l ' a u t r e , m a l g r é les p r é c a u t i o n s qu'ils p r e n a i e n t , car ils n ' a v a i e n t a u c u n m o y e n de pouvoir évaluer la p r o f o n d e u r de l'eau ou de la vase où ils s'engageaient, le t o u t é t a n t u n i f o r m é m e n t rec o u v e r t des m ê m e s herbes. P a r endroits, le développem e n t de la v é g é t a t i o n était tellement intense qu'ils dev a i e n t se f r a y e r u n p a s s a g e avec l e u r s c o u t e a u x à t r a v e r s les r i d e a u x de lianes qui leur b a r r a i e n t le chemin. A u b o u t d ' u n e h e u r e , H a u g , qui se s e n t a i t complètem e n t épuisé, s ' a p p u y a contre le t r o n c d ' u n p a l m i e r et déclara : — J ' y renonce, L u d e r s . J e n ' e n p e u x p l u s . J e préfère crever ici ! Laisse-moi seul. z L u d e r s d e m e u r a u n i n s t a n t indécis, puis il r é p o n d i t : • — Bien P u i s q u e t u le veux, j e vais te laisser ici... M a i s dis-moi ce que j e devrai dire à t a m è r e q u a n d je la reverrai. Cette allusion à sa m a m a n suffit p o u r r e n d r e à H a u g le courage q u ' i l a v a i t p e r d u , et m a l g r é la douleur qu'il é p r o u v a i t , il fit u n effort s u r h u m a i n et se r e m i t à m a r c h e r en s ' a p p u y a n t a u b r a s de son compagnon. l i s c h e m i n è r e n t ainsi p e n d a n t u n e h e u r e encore. L e soleil devenait de plus en p l u s a r d e n t et l ' a i r de p l u s en p l u s lourd. L a vase du marécage, t o u t i m p r é g n é e de m i a s m e s délétères, dégageait u n e odeur suffocante et pestilentielle, ainsi que des nuées de v a p e u r s b l a n c h â t r e s que la chaleur faisait m o n t e r et qui s'accumulaient sous le feuillage-des a r b r e s , véhiculant des milliards de danger e u x microbes. E n a u t r e , les m o u s t i q u e s ne cessaient de h a r c e l e r les deux m a l h e u r e u x fugitifs, leur c a u s a n t d'horribles démangeaisons et ne leur laissant p a s u n i n s t a n t de r é p i t .


-

1609

— Sales bêtes ! g r o n d a L u d e r s . E s s a y o n s de fumer, ça les éloignera p e u t - ê t r e . Ce disant, il t i r a de sa poche u n p a q u e t de c i g a r e t t e s et une boîte d ' a l l u m e t t e s . Mais les allumettes, détériorées p a r l ' h u m i d i t é , refusèrent obstinément de p r e n d r e feu et les deux h o m m e s d u r e n t r e n o n c e r à fumer. H a u g était t r è s d é p r i m é , mais il semblait que r i e n n e pouvait d i m i n u e r l ' i n d o m p t a b l e courage de L u d e r s qui allait b r a v e m e n t a u d e v a n t des p l u s t e r r i b l e s difficultés, s a n s j a m a i s p e r d r e son courage. I l s'enfonçaient de p l u s en p l u s d a n s le m a r é c a g e et à u n c e r t a i n m o m e n t , ils e u r e n t de l ' e a u j u s q u ' a u x épaules. Us se croyaient déjà sur le p o i n t de se n o y e r car il leur semblait qu'ils allaient p e r d r e pied complètement. Mais u n h e u r e u x h a s a r d voulut qu'ils r e t r o u v a s s e n t a u s sitôt a p r è s un t e r r a i n b e a u c o u p p l u s ferme. — N o u s l ' a v o n s échappé belle ! dit L u d e r s . J ' a i bien crû que n o t r e dernière h e u r e avait sonné ! Ils' se r e p o s è r e n t u n moment, p u i s ils se m i r e n t en route. A p r è s qu'ils e u r e n t p a r c o u r u encore quelques cent a i n e s de m è t r e s , ils se t r o u v è r e n t tout-à-coup s u r u n t e r r a i n complètement sec. — M a i n t e n a n t , je crois que n o u s sommes sauvés, du moins p o u r le moment, dit encore le fiancé de L e n i . L e fleuve ne doit p a s ê t r e bien loin et je v o u d r a i s le r e joindre... A t t e n d s - m o i ici, je vais aller faire u n t o u r d a n s les environs p o u r voir si je p e u x m'orienter... Mais cette fois, ce fut H a u g qui refusa. — Non. fit-il énergiquement. T u n ' a s p a s voulu m ' a b a n d o n n e r d a n s le m a r é c a g e et j e ne te p e r m e t t r a i p a s d'affronter u n d a n g e r sans moi... L u d e r s n'in si ta p a s et tous deux r e p r i r e n t leur chemin.

** C. I.

LIVRAISON 2 0 2 .


-

1610

Q u a n d ils a t t e i g n i r e n t finalement la rive du fleuve ils étaient a n é a n t i s de fatigue. I l s commencèrent p a r se désaltérer longuement, car ils m o u r a i e n t de soif et il était évident que boire l'eau du m a r é c a g e a u r a i t été commett r e u n véritable suicide. E n s u i t e , L u d e r s se m i t à faire des compresses d'eau froide a u t o u r du pied de son c a m a r a d e . — J e crois que le mieux que nous puissions faire m a i n t e n a n t serait de t r a v e r s e r le fleuve, dit-il ensuite. I l doit y avoir u n c a m p e m e n t d ' I n d i e n s s u r l ' a u t r e rive ; nous devons t â c h e r de le trouver... Nous allons construire u n r a d e a u avec des branchages et nous nous t r a n s p o r t e r o n s s u r l ' a u t r e rive. — T u as raison, r é p o n d i t H a u g . E t q u a n d allonsnous t e n t e r cette t r a v e r s é e 1 — Ce soir même, dit L u d e r s , — dès que la n u i t sera tombée ;


CHAPITRE

UNE

JUSTE

CCXXV.

INDIGNATION

Lucie était indignée de la façon dont le c o m m a n d a n t du P a t y se c o m p o r t a i t à son égard. C ' é t a i t u n e h o n t e et elle se d e m a n d a i t si elle n e dev a i t p a s le dénoncer à ses s u p é r i e u r s . Elle a u r a i t voulu en p a r l e r à M a t h i e u et lui d e m a n der de se c h a r g e r de cette question. Mais m a l h e u r e u s e m e n t , son beau-frère s'était a b s e n t é p o u r quelques j o u r s . I l s'était r e n d u en Alsace p o u r ses affaires et n e devait r e v e n i r à P a r i s que la semaine s u i v a n t e . Fallait-il a t t e n d r e son r e t o u r % Ce serait p e u t - ê t r e d a n g e r e u x , car du P a t y allait sûr e m e n t continuer ses calomnies et, comme l ' a v a i t dit M o n sieur Tuléen, cela p o u v a i t susciter u n scandale d ' u n m o ment à l'autre. I l fallait a b s o l u m e n t t r o u v e r u n m o y e n de c o n t r a i n dre le misérable, à c h a n g e r sa façon d ' a g i r et la j e u n e femme décida de se r e n d r e elle-même chez lui. E n la v o y a n t e n t r e r d a n s son salon, du P a t y d e m e u r a u n i n s t a n t stupéfait, comme s'il n ' a v a i t p u en croire ses y e u x . — Excusez-moi, c o m m a n d a n t , lui dit Lucie. Mais il f a u t que j e vous p a r l e


- 1612

-

— J e suis à votre disposition, chère M a d a m e , répondit le misérable. E n quoi puis-je vous être utile % P u i s il fit mine de l'aider à se d é b a r r a s s e r de son manteau, mais la j e u n e femme se recula v i v e m e n t et lui dit qu'elle n ' a v a i t p a s l ' i n t e n t i o n de r e s t e r plus de quelques m i n u t e s . . — Ne voulez-vous p a s p r e n d r e u n e tasse de thé % — Non, merci, r é p o n d i t Lucie sèchement T o u s deux se fixèrent u n m o m e n t d a n s le blanc des yeux, comme deux a d v e r s a i r e s qui se m e s u r e n t du r e g a r d . A p r è s quelques i n s t a n t s de silence la j e u n e femme reprit : — Monsieur le c o m m a n d a n t , je sais t r è s bien que je vous dois de la reconnaissance p o u r avoir sauvé ma pet i t e fille, et, p o u r vous m o n t r e r m a g r a t i t u d e , j ' a i r e t i r é la p l a i n t e que j ' a v a i s p o r t é e contre vous... Mais il s e m ble que vous faites t o u t ce que vous pouvez p o u r me mett r e en colère... D u P a t y se mit à la r e g a r d e r avec u n air étonné. — M a d a m e , jè vous a s s u r e que j e ne comprends p a s Dourquoi vous me faites des r e p r o c h e s répondit-il. — P o u r q u o i mentez-vous % — J e c o m p r e n d s de moins en moins... — Ce n ' e s t p a s vrai... V o u s savez t r è s bien p o u r quelle raison je suis venue... L ' a u t r e jour, q u a n d je vous ai laissé seul d a n s m o n salon, vous vous êtes e m p a r é d ' u n e p h o t o g r a p h i e de moi. J e suppose que vous ne pourrez p a s le n i e r 'l — Non... J e ne le nje p a s , r é p o n d i t le c o m m a n d a n t • a p r è s u n e courte hésitation. — E t vous avez eu l'audace de m e t t r e cette photog r a p h i e sur votre b u r e a u ! , D u P a t y allait r é p o n d r e , mais Lucie continua de p l u s en plus surexcitée. T T - V o u s avez e u la grossièreté de m o n t r e r ce p o r t r a i t ;

i


-

1613

-

à vos amis en leur disant, ou en leur d o n n a n t à e n t e n d r e , qu'il existait des r a p p o r t s d ' a m i t i é i n t i m e e n t r e vous et moi... Monsieur le c o m m a n d a n t , je croyais que vous étiez u n gentilhomme, mais je vois que vous n ' ê t e s q u ' u n misérable, p u i s q u e vous ne craignez p a s de c o m p r o m e t t r e u n e femme p a r p u r e méchanceté ! Lucie était t o u t e t r e m b l a n t e et, p r e s q u e suffoquée p a r l'émotion, elle d u t s ' a r r ê t e r cle p a r l e r . — M a d a m e , dit le c o m m a n d a n t , a p r è s avoir réfléchi quelques secondes. J e vous p r i e de bien vouloir me p a r d o n n e r si j ' a i fait quelque chose qui a p u vous être désagréable... C'est d a n s u n m o m e n t d ' é g a r e m e n t que j ' a i p r i s cette photographie... A cet i n s t a n t , je ne savais v r a i m e n t p a s ce que je faisais... Comme vous vous éloignez de moi chaque fois que je cherche à me r a p p r o c h e r de vous, j e voulais a u moins avoir ce p o r t r a i t en guise de souvenir Lucie r e g a r d a le misérable avec u n aii- m é p r i s a n t , sans r é p o n d r e . Soudain, du a P t y se j e t a à ses pieds et lui saisit les deux m a i n s en s ' e x c l a m a n t : — P a r d o n n e z - m o i , je vous en supplie ! J e sai* bien que j e ne m é r i t e p a s votre pitié, m a i s si j ' a i agi comm e je l'ai fait c'était u n i q u e m e n t p a r amour... — J e vous défends de me p a r l e r ainsi... — Non... I l f a u t que vous m'écoutiez... V o u s devez me p e r m e t t r e de me justifier... D e p u i s le p r e m i e r i n s t a n t où je vous ai vue, je me suis p r i s d'un a m o u r p a s s i o n n é p o u r vous et c'est u n i q u e m e n t p o u r cela que... — A u nom du ciel, taisez-vous c o m m a n d a n t !... J e ne p e u x s u p p o r t e r d ' e n t e n d r e de telles paroles. — V o u s devez les e n t e n d r e afin de c o m p r e n d r e quelles ont été les motifs qui m ' o n t poussé à chercher tous les m o y e n s possibles de me r a p p r o c h e r de vous — Mais vos p e n s é e mêmes constituent u n v é r i t a b l e crime !


-

1614

— L ' a m o u r ne raisonne p a s , M a d a m e ! Celui qui aime réellement se laisse e m p o r t e r p a r l ' a r d e u r de sa passion et rien ne p e u t l'arrêter... L a j e u n e femme r e g a r d a i t le misérable avec épouvante. — Ne comprenez vous donc p a s que j ' a i u n m a r i et que je dois lui r e s t e r fidèle ! s'exclama-t'elle d ' u n e voix t r e m b l a n t e d'émotion. D u P a t y eut u n r i r e a m e r et il r e p r i t : — E t vous, M a d a m e , ne comprenez vous p a s que vous êtes en t r a i n de p o u r s u i v r e u n e folle chimère ? V o t r e m a r i est exilé p o u r t o u t e sa vie et vous ne le rêveri e z s û r e m e n t j a m a i s plus... Ce qui est u n crime, c'est de sacrifier v o t r e jeunesse et votre b e a u t é comrne vous le faites... V o u s avez été créée p o u r l ' a m o u r , p o u r être ador é e et non p a s p o u r u s e r vos forces d a n s u n inutile combat p o u r essayer de faire r e m e t t r e en liberté u n h o m m e qui n e p o u r r a j a m a i s r e v e n i r a u p r è s de vous... Ne sacrifiez donc p a s ainsi les p l u s belles années de votre vie et p e n sez p l u t ô t à celui qui ferait n ' i m p o r t e quoi p o u r vous Oui, t o u t ! P o u r vous Lucie, j e d o n n e r a i m ê m e ma vie s a n s hésiter... J e vous aime, Lucie... J e vous adore !... J e suis convaincu de ce que votre m a r i n ' a j a m a i s p u vous a i m e r a u t a n t que moi ! I l a v a i t dit t o u t cela avec u n e telle véhémence que la j e u n e femme n ' a v a i t p a s réussi à l ' i n t e r r o m p r e . Elle était devenue t o u t e pâle et le r e g a r d a i t avec u n a i r éperdu. Elle a u r a i t voulu crier, fuir, mais elle ne se sentait même p a s eapabîe de dire u n mot Ses y e u x seuls e x p r i m a i e n t l ' h o r r e u r que lui i n s p i r a i e n t les paroles qu'elle était obligée d ' e n t e n d r e m a l g r é elle. Mais du P a t y , d o n n a n t libre cours à l'expression de sa coupable passion, ne s'en a p e r c e v a i t même pas... I l y a v a i t si l o n g t e m p s qu'il a v a i t t o u t cela sur le cœur que m a i n t e n a n t qu'il avait commencé l ' a v e u de son amour, il ne p o u v a i t p l u s s ' a r r ê t e r


— 1615 — V o u s me jugez sévèrement, c o n t i n u a - t ' i l avec u n e a r d e u r croissante. V o u s pensez que j e ne suis p a s u n gentilhomme et que j ' a i commis u n e action i n d i g n e eu p r e n a n t ce p o r t r a i t , en le volant, si vous aimez m i e u x . Mais dites-moi si vous n ' a u r i e z p a s fait la m ê m e chose si vous aviez été poussée p a r l'impulsion d ' u n a m o u r semblable à celui que vous avez p o u r v o t r e m a r i % Oui L. Si v r a i m e n t vous aimez v o t r e époux a u t a n t que vous le dites, vous devez me c o m p r e n d r e et s u r t o u t n e p a s me condamner .Lucie a v a i t fermé les y e u x . — C'est v r a i ! se disait-elle. I l a raison... L ' a m o u r est aveugle ! C o m m e n t a u r a i t elle p u refuser de p a r d o n n e r à cet homme % E t comment aurait-elle p u l ' e m p ê c h e r de l'aimer % — Monsieur le c o m m a n d a n t , dit-elle d ' u n e voix faible comme u n souffle, — je p u i s vous p a r d o n n e r ce q u e vous avez fait, m a i s vous ne devez e n t r e t e n i r a u c u n espoir, car j a m a i s vos souhaits ne s e r o n t réalisés... Quoi q u ' i l puisse a r r i v e r , j e d e m e u r e r a i fidèle à m o n m a r i et, m ê m e si D i e u m e l'enlevait, je ne donnerais j a m a i s u n a u t r e p è r e à mes enfants — Non, j e vous en supplie !... N e dites p a s cela ! Laissez-moi a u moins l'illusion d ' u n espoir !... U n j o u r v i e n d r a où vous ne p o u r r e z p l u s s u p p o r t e r de vous s e n t i r seule d a n s la vie et où vous chercherez u n cœur auquel vpus pourrez vous confier Lucie fit de la t ê t e u n signe de négation. — Non. c o m m a n d a n t , non... Ne croyez p a s cela, m ê me p o u r u n seul i n s t a n t . — Accordez-moi au moins votre amitié et la p e r m i s sion de venir vous r e n d r e visite de t e m p s à a u t r e — Non, n o n Cela aussi serait u n e grave e r r e u r , p a r c e que cela ne s e r v i r a i t q u ' à a u g m e n t e r votre folle


1616

passion... Renoncez à t o u t cela, j e vous en p r i e — J e ne le p o u r r a i s pas.. C'est impossible ! — D a n s ce cas, je n ' a i p l u s r i e n à vous dire, m a i s j'exige que vous me rendiez i m m é d i a t e m e n t mon p o r t r a i t . D u P a t y se m i t à la r e g a r d e r avec u n air s u p p l i a n t . — Ayez pitié de moi ! implora-t-il. Laissez-moi a u moins c e t t e - p h o t o g r a p h i e ! — N o n !... J e ne v e u x a b s o l u m e n t p a s q u ' i l existe entre, nous, quoi que ce soit qui puisse ê t r e i n t e r p r é t é comme u n symbole d ' a m i t i é Lucie a v a i t prononcé ces mots avec u n e telle f e r m e t é que le misérable c o m p r i t qu'il a u r a i t été inutile d'insister. I l se leva, p a s s a d a n s son cabinet de t r a v a i l et s'en fut chercher le p o r t r a i t qu'il r e m i t à la j e u n e femme. •Lucie, m i t la p h o t o g r a p h i e d a n s son sac, p u i s elle se leva et t e n d i t la m a i n à du P a t y . — Cette fois encore, je vous p a r d o n n e , lui dit-elle. Mais je vous p r i e de ne p l u s j a m a i s vous m e t t r e en t r a v e r s de mon chémin-à l'avenir, p a r c e que si vous le faisiez, j e n ' h é s i t e r a i s c e r t a i n e m e n t p l u s à m ' a d r e s s e r à vos s u p é r i e u r s p o u r me p l a i n d r e de vous D u P a t y p r i t la m a i n de Lucie et la p o r t a à ses lèvres. Comme il a u r a i t voulu profiter de cette occasion p o u r p r e n d r e d a n s ses b r a s et couvrir de baisers cette jolie c r é a t u r e qu'il désirait si a r d e m m e n t depuis de longs mois et qui m a i n t e n a n t se t r o u v a i t seule avec lui d a n s sa p r o p r e maison ! E n somme, elle était à sa merci, à ce m o m e n t , et elle n ' a u r a i t p u se défendre. L e domestique était sorti et p e r sonne n ' a u r a i t p u l ' e n t e n d r e si elle a v a i t appelé à l'aide. L ' e x p r e s s i o n de son r e g a r d révélait clairement les p e a s é e s qui lui é t a i e n t v e n u e s à l'esprit. Lucie s'en aperçut e t recula, effrayée. D e v i n a n t qu'elle a v a i t compris, le c o m m a n d a n t laissa échapper- u n profond soupir et, se d i r i g e a n t v e r s la


Puis, l'offcier prit l'épée des mains de son subordonné et la tendit au traître. (Page 1532),. Q. 1 .

LIVRAISON 2 0 3 .


-

1619

p o r t e , il l ' o u v r i t puis s'effaça p o u r laisser p a s s e r îa j e u n e femme. I l la reconduisit j u s q u ' à l'escalier et s'inclina p r o fondément, sans dire u n mot. Lucie le salua d ' u n e légère inclination de la t ê t e et se mit à descendre r a p i d e m e n t l'escalier, c r a i g n a n t que du P a t y ne se ravise de la suivre. Mais il était resté immobile devant la p o r t e de son a p p a r t e m e n t . I I p a r a i s s a i t p e r d u d a n s u n rêve et il m u r murait : — J e t ' a i m e î... J e t ' a i m e et rien a u monde ne p o u r r a empêcher que t u sois à moi tôt ou t a r d !

CHAPITRE

UNE

SITUATION

CCXXVI.

PERILLEUSE.

L a gaieté et la gentillesse de la belle Mexicaine a v a i e n t r a p i d e m e n t dissipé le bref accès de mélancolie auquel E s t e r h a z y avait été en proie ce jour-là. Q u a n d vint le soir, tous deux se r e n d i r e n t ensemble au music-hall où Inez dansait. L e t r a î t r e assista à la r e p r é s e n t a t i o n et il a p p l a u d i t f r é n é t i q u e m e n t q u a n d la « Belle Mexicaine » a p p a r u t s u r la scène. I l manifestait u n tel enthousiasme que les aut r e s s p e c t a t e u r s en f u r e n t g a g n é s comme p a r contagion et se m i r e n t à a p p l a u d i r aussi fort que lui, faisant à la jolie danseuse une ovation inoubliable. A p r è s qu'elle eut t e r m i n é son n u m é r o . Esterhassy v i n t la rejoindre d a n s les coulisses et dès qu'elle fut p r ê t e , ils s o r t i r e n t ensemble p o u r se r e n d r e d a n s u n cabaret où


- 1620

-

ils comptaient pouvoir se d i v e r t i r t o u t à leur aise. A p r è s y ê t r e r e s t é s quelques t e m p s , ils s'en f u r e n t d a n s u n a u t r e e n d r o i t du même genre et p a s s è r e n t ainsi fort allègrem e n t u n e p a r t i e de la nuit. L e lendemain, E s t e r h a z y se réveilla de fort bonne h u m e u r . L a présence d ' I n e z lui faisait voir la vie en rose et il avait déjà oublié t o u t e s ses p r é o c c u p a t i o n s de la veille. Tous deux é t a i e n t en t r a i n de p r e n d r e leur p r e m i e r d é j e u n e r q u a n d u n commissionnaire se p r é s e n t a , disant qu'il a v a i t de l ' a r g e n t à r e m e t t r e a u colonel. — J e vous a p p o r t e deux mille francs, Monsieur le comte, lui dit-il. L e t r a î t r e était assez étonné, mais il était fort cont e n t de cette aubaine i n a t t e n d u e . — De qui cela peut-il bien venir,'? se demandait-il. L e commissionnaire lui r e m i t u n e enveloppe ouverte d a n s laquelle il t r o u v a u n chèque de deux mille francs ainsi q u ' u n e c a r t e de visite du b a r o n de Rothschild où «es m o t s , a v a i e n t été écrits à'ia m a i n en dessous du n o m : « A t i t r e d ' a u m ô n e ». ; L e t r a î t r e devint rouge comme u n e pivoine. Malédiction !... Ceci était u n e offense... U n e i n s u p p o r t a b l e offense ! L e misérable regardait t o u t à t o u r le chèque, la c a r t e de visite et le commissionnaire. N e serait-ce p a s u n e folie que de se m o n t r e r offensé et de manifester des scrupules l I l a v a i t besoin d ' a r g e n t et il n ' a v a i t q u ' à dire merci, p o u r l'avoir reçu. S a n s plus hésiter, il signa le reçu et donna u n génér e u x p o u r b o i r e au commissionnaire. <— Qui est-ce qui t'envoie cet a r g e n t % d e m a n d a Tnez. — U n de mes collègues à qui je l ' a v a i s p r ê t é , réponr dit le t r a î t r e avec indifférence. l


1621

— Mes compliments — N e te moque p a s de moi et ne gâte p a s m a bonne humeur — Ne te m e t s p a s en colère F e r d i n a n d . . . Allons-nous n r o m e n e r u n peu..... il t'ait u n t e m p s magnifique. — T r è s bien... O ù v e u x - t u que n o u s allions I n e z hésita u n i n s t a n t , p u i s elle r é p o n d i t : — J e ne connais p a s encore la M a l m a i s o n et j e voud r a i s bien la visiter avec toi... I l s s'habillèrent et sortirent. Se s e n t a n t riche, E s t e r h a z y loua u n e v o i t u r e à deux c h e v a u x p o u r faire l'excursion, A r r i v é s à la Malmaison, ils v i s i t è r e n t le château, se p r o m e n è r e n t d a n s le p a r c , p u i s se d i r i g è r e n t v e r s le P a villon J o s é p h i n e . E s t e r h a z y donnait le b r a s à Inez. Tout-à-coup, il se détacha d'elle et fit r a p i d e m e n t quelques p a s en a v a n t . I l v e n a i t d'apercevoir son collègue Alboni, de l ' E t a t Major, et il ne voulait p a s se faire voir en compagnie de la danseuse. Q u a n d il p a s s a p r è s d'Alboni, il le salua, mais l'officier ne r é p o n d i t p a s à son salut et fit semblant, de ne p a s le r e c o n n a î t r e . L e visage du t r a î t r e s ' e m p o u r p r a de colère. TI a u rait voulu d e m a n d e r des explications à son collègue'. H r e s t a u n i n s t a n t indéci, m a i s il se dit finalement qu'il valait mieux a t t e n d r e u n e a u t r e occasion p o u r ne p a s a t t i r e ? l ' a t t e n t i o n de la foule élégante qui les e n t o u r a i t . I l se m o r d i t les lèvres et suivit Inez qui a v a i t choisi u n e table libre et s'y était assise. Il s'assit à son t o u r et r e m a r q u a q u ' A i boni le r e g a r dait a t t e n t i v e m e n t . Pi était assez e n n u y é d ' ê t r e vu eu compagnie d ' u n e danseuse de -cafe-concert et il se disait q u e ses collègues allaient se faire une bien mauvaise opinion de lui.


1622

-

I n e z ne s'apercevait de rien. Elle était seulement préoccupée de voir que son compagnon n ' é t a i t p l u s d ' a u s si bonne h u m e u r . — P o u r q u o i n ' a p p e l l e s - t u p a s le garçon % lui demanda-t-elle. — Excuse-moi... J e suis t e r r i b l e m e n t distrait I n e z lui p r i t u n e m a i n et m u r m u r a : — Qu'est-ce que t u as ! . . T u es fâché % — Laisse-moi tranquille, r é p o n d i t E s t e r h a z y en r e t i r a n t sa main. — T u as honte de te faire voir avec moi, sans doute % N e sois p a s ridicule !... On dira p e u t - ê t r e du m a l de toi, m a i s ce sera p a r envie... Ce n ' e s t p a s t o u t le monde qui p e u t se m o n t r e r avec moi ! E s t e r h a z y se mit à r i r e . — T u as raison, dit-il. I l est inutile que je me fasse du m a u v a i s s a n g M a i s ce jour-là, le destin semblait vouloir le p e r sécuter. L e garçon avait a p p o r t é le t h é et les g â t e a u x , m a i s à peine s'était-il éloigné q u ' u n m o n s i e u r g r a n d et m a i g r e s'approcha. — Youlez-vous me p e r m e t t r e de p r e n d r e place à vot t r e table 1 demanda-t-il à E s t e r h a z y . — Ce n ' e s t p a s nécessaire p a r c e qu'il y a d ' a u t r e s tables libres. — S a n s doute, mais je désire m ' a s s e o i r à votre t a b l e colonel... J e pense que vous devez bien m e r e c o n n a î t r e . E s t e r h a z y tressai lit. — J e r e g r e t t e , mais je n e vous reconnais pas... L ' é t r a n g e r se m i t à r i r e . — J e m ' a p p e l l e Carlo B e p p i n o , Monsieur le colonel. J e ne p e u x v r a i m e n t p a s ci'oire que vous m ' a v e z oublié p a r c e que nous avons fait t a n t de bonnes affaires ensemble et je vous cherchais j u s t e m e n t p a r c e que j ' a i en tête u n e merveilleuse combinaison.


-

1623

Ce disant, l ' é t r a n g e r r e g a r d a i t fixement Esterhazy, qui, i r r i t é , se leva brusquement, p r i t son chapeau et ses gants et dit à I n e z : — Viens... Allons-nous en L a danseuse r e g a r d a i t les deux hommes avec stupéfaction. — Qu'est-ce qui te p r e n d % demanda-t-elle à voix basse. Furieux, Esterhazy répondit : — Viens, viens, je te dis... J e ne veux p a s r e s t e r ici u n i n s t a n t de plus et j e rie désire p a s p a r l e r à ce monsieur. P u i s il t o u r n a le dos à la jeune femme qui le suivit de plus en plus étonnée. Q u a n d ils se furent u n peu éloignés, la danseuse p r i t son compagnon p a r le b r a s et lui d e m a n d a : — Qu'est-ce qui est a r r i v é Explique-moi... Q u i était cet individu qui te p a r l a i t d ' u n e si é t r a n g e façon ? — Ne me demande rien, je t ' e n p r i e — Merci ! C'est un bel après-aiidi que t u me fais passer E s t e r h a z y haussa les épaules. — Est-ce m a faute % fit-il. Le misérable était devenu pensif. Comment aurait-il pu se d é b a r r a s s e r de ce personnage qui lui p a r l a i t en public avec u n e telle insolence 'I Ces gens l'agaçaient prodigieusement !... Dubois l ' a v a i t p r e s q u ' e n t r a î n é à la r u i n e et m a i n t e n a n t surgissait ce B e p p i n a qui avait sans doute l'intention de f a i r e de même ! I l r e m o n t a en voiture avec Inez et la reconduisit chez elle. L a j e u n e femme était t r è s mécontente d'avoir passé une aussi mauvaise j o u r n é e et ils se q u i t t è r e n t assez froidement. E s t e r h a z y avait l'impression d ' ê t r e sur un b r a s i e r a r d e n t et se sentait sur le p o i n t d ' ê t r e e n t r a î n é d a n s les flammes.


-

1624

-

I l p e n s a i t a u conseil que lui a v a i t donné plusieurs fois le colonel H e n r y et il se disait m a i n t e n a n t que ce d e r n i e r a v a i t raison et qu'il ferait bien de p r e n d r e la fuite a v a n t qu'il soit t r o p t a r d . I l p o u v a i t d e m a n d e r u n e permission sous le p r é t e x t e de devoir a c c o m p a g n e r sa femme en Suisse, p o u r la faire soigner d a n s u n s a n a t o r i u m . Sa décision était prise et le m a t i n suivant, il se rendit chez le g é n é r a l Gonse p o u r d e m a n d e r u n congé. M a i s le général lui r é p o n d i t : — J e r e g r e t t e colonel, m a i s je ne puis satisfaire à v o t r e d e m a n d e et je dois vous a v e r t i r de ce que, si vous tentiez de q u i t t e r P a r i s a v a n t que votre procès ait eu lieu, il ne me r e s t e r a i t p a s d ' a u t r e a l t e r n a t i v e que de vous faire a r r ê t e r de n o u v e a u Donc, ce q u ' o n lui avait accordé n ' é t a i t q u ' u n e "lib e r t é a p p a r e n t e et, en réalité, il devait encore se consid é r e r comme p r i s o n n i e r !


CHAPITRE

CCXXVII

D ' E T R A N G E S

NOCES.

— Louise ! — Robert ! F i n a l e m e n t le j o u r t a n t désiré est a r r i v é et t u vas enfin être à moi ! — Enfin ! — M a i s ne te r e p e n t i r a s - t u p a s d'avoir donné ton cœur à u n homme qui a u n e faute grave sur la conscience? — Tais-toi, Robert... Ne p a r l e s p a s ainsi en ce j o u r solennel T u ne dois p a s j e t e r u n e ombre sur n o t r e bonheur — Si t u savais combien je suis content de pouvoir m ' u n i r à toi p o u r t o u j o u r s ! C'est le plus beau rêve de ma vie ! A ce m o m e n t la femme de c h a m b r e a p p a r u t p o u r dire au colonel H e n r y que la voiture qui devait les conduire à l'église p o u r le m a r i a g e , était devant la p o r t e . Louise a v a i t voulu que le mariage soit célébré dans l'église du Sacré-Cœur de M o n t m a r t r e qui, à cette époque, était à peine achevée. L e t r a j e t était assez long, et les invités les a v a i e n t précédés. Louise, qui r e g a r d a i t p a r la fenêtre de là voiture d i tout-à-coup ? u

C. I,

LIVRAISON

204.


1626

-

— R e g a r d e comme le ciel s'obscurcit... Nous allons avoir de l'orage ! Elle était toute t r e m b l a n t e et elle avait pâli. — P o u r q u o i trembles-tu ? lui d e m a n d a le colonel — Excuse-moi... Mais le j o u r où j ' a i épousé Ganné, un orage a éclaté et, comme t u le sais, cela m ' a porté malheur Comme on a r r i v a i t au pied de la B u t t e M o n t m a r t r e , u n e pluie diluvienne se mit à tomber et quelques m i n u t e s plus t a r d un éclair zébra le ciel, suivi d ' u n g r a n d .fracas de t o n n e r r e . D ' a u t r e s éclairs suivirent et l'orage a t t e i g n i t bientôt u n e intensité peu commune. Louise se serrait craintivement contre le colonel qui cherchait vainement à la r a s s u r e r . Tout-à-coup, l'un des chevaux, glissant s u r le pavé mouillé, chancela et tomba, ce qui faillit causer u n accident car la voiture, e n t r a î n é e p a r la déclivité de la r u e qui faisait en outre, j u s t e à Cet endroit u n brusque tourn a n t , fit u n e embardée effrayante. Louise avait poussé un g r a n d cri de t e r r e u r et elle p a r a i s s a i t sur le point de s'évanouir. Le cocher p a r v i n t à relever le cheval, mais la voit u r e ne pouvait continuer son chemin car, l'une des roues, qui avait violemment h e u r t é le trottoir, était fortement endommagée. H e u r e u s e m e n t , on n ' é t a i t plus bien loin de l'église. Le colonel prit la jeune femme p a r le b r a s et la fit descendre de la voiture. Tous deux se m i r e n t à courir sous la p l u i e qui tombait à verse, tandis que l'orage, continuait de se déchaîner avec fureur. Soudain Louise poussa encore u n cri et p o r t a vivement les mains à sa tête. Trop tard I


1627

L e v e n t lui a v a i t a r r a c h é son voile de mariée et sa couronne de fleurs d ' o r a n g e r qui f u r e n t e n t r a î n é s a u loin. — Mon Dieu !... Quel m a u v a i s p r é s a g e ! s'exclamat-elle en sanglotant. Oh ! R o b e r t 1... Que va être n o t r e union ! L e colonel ne r é p o n d i t p a s et il e n t r a î n a la j e u n e femme v e r s l'église où ils p é n é t r è r e n t quelques secondes plus tard. H e n r y était en proie à u n e t r è s pénible émotion et Louise était semblable à u n e m o u r a n t e . Mais la nécessité les obligea à r e p r e n d r e leur sangfroid, car la cérémonie du m a r i a g e allait commencer. Dehors, l'orage continuait t o u j o u r s avec la même violence, m a i s Louise n ' a v a i t plus p e u r et ce fut d ' u n e * voix assurée qu'elle p r o n o n ç a le « oui » sacramentel.


CHAPITRE

P A U V R E

CCXXVIII.

LENI.

D u r a n t t o u t le r e s t a n t du voyage, Leni d u t r e s t e r p r i s o n n i è r e d a n s sa cabine. Ce n ' é t a i t que vers le soir q u ' o n lui p e r m e t t a i t d'aller p r e n d r e l'air sur le p o n t pend a n t une h e u r e , sous la surveillance d ' u n caporal dont les sarcasmes vulgaires lui faisaient m o n t e r le rouge au front. Elle s'était adressée a u capitaine p o u r lui demand e r q u ' o n la laisse tranquille, mais le capitaine lui a v a i t r é p o n d u en h a u s a n t les épaules : — T o u t ce qui vous a r r i v e est de votre faute... C'est vous qui êtes venue vous m e t t r e d a n s cette situation et ce n ' e s t p a s de ma faute si mes légionnaires n ' o n t p a s des m a n i è r e s de g r a n d s seigneurs I l est assez n a t u r e l q u ' u n e j e u n e fille qui s'habille en soldat s ' e n t e n d e dire des p l a i s a n t e r i e s d ' u n goût douteux... V o u s auriez dû p e n s e r à cela a u p a r a v a n t L e n i souffrait indiciblement et les longues h e u r e s qu'elle p a s s a i t seule d a n s sa cabine la poussaient à u n v é r i t a b l e désespoir. Elle a u r a i t bien voulu pouvoir échanger quelques mots av§é M a x E r w i g , niais l'on avait défendu à ce dernier, de là façon la p l u s absolue, dé se rond r e a u p r è s d'elle. L e capitaine a v a i t ordonné qu'elle devait r e s t e r d a n s u n isolement complet.


-

1629

D a n s sa solitude, elle ne cessait de se t o u r m e n t e r de r e m o r d s qui, m a l h e u r e u s e m e n t , étaient vains. D u r a n t les p r e m i e r s j o u r s , elle n ' a v a i t fait que pleur e r et, d a n s l'excès de son désespoir, elle a v a i t p l u s d ' u n e fois p e n s é à se j e t e r à la mer. Elle a u r a i t p r o b a b l e m e n t mis ce funeste p r o j e t à exécution si l'on n ' a v a i t . p r i s la p r é c a u t i o n de l ' e n f e r m e r à clef d a n s sa cabine. Elle a t t e n d a i t avec impatience la fin d u voyage, quoi qu'elle n ' o s â t même p a s p e n s e r à ce qui l ' a t t e n d a i t , a u x conséquences de ce qu'elle a v a i t fait, ce qui p o u v a i t lui valoir d ' ê t r e s é v è r e m e n t punie. Ce qui lui faisait le p l u s de peine était de se dire que, à la fin de t o u t son m a r t y r e , elle allait devoir r e t o u r n e r à la m a i s o n p a t e r n e l l e . C o m m e n t aurait-elle p u r e s t e r a u loin, seule d a n s u n e ville é t r a n g è r e et t r o u v e r du t r a v a i l alors qu'elle n ' a v a i t m ê m e p a s de p a p i e r s d ' i d e n t i t é ? Elle é p r o u v a n é a n m o i n s u n e sensation de soulagem e n t q u a n d le caporal qui l ' a c c o m p a g n a i t d a n s sa promen a d e sur le p o n t lui annonça : — Demain, nous arrivons à Tanger

D è s que le n a v i r e e u t j e t é l'ancre d a n s "a r a d e de T a n g e r , les nouvelles r e c r u e s f u r e n t t r a n s p o r t é s à t e r r e , t a n d i s que L e n i d u t p a s s e r u n e n u i t de plus, d a n s sa cabine. Ce ne fut que le m a t i n suivant q u ' u n caporal vint la chercher p o u r la faire d é b a r q u e r et la conduire à u n e caserne. Là; elle t r o u v a le capitaine qui avait accompagné


— 1630 — les légionnaires sur le b a t e a u ainsi que le c o m m a n d a n t d u bataillon. Tous deux l'accueillirent en r i a n t et avec des paroles p e u encourageantes. L e n i t e n a i t ses y e u x baissés et elle n ' o s a i t r i e n dire. — N o u s ne voulons p a s vous p u n i r comme vous le mériteriez, lui dit le c o m m a n d a n t . J e suppose que la dét e n t i o n que vous avez subie sur le b a t e a u a u r a suffi p o u r v o u s faire c o m p r e n d r e combien était insensée et périlleuse l ' a v e n t u r e où vous vous êtes jetée... M a i n t e n a n t , on va vous d o n n e r des v ê t e m e n t s de femme et vous allez r e p a r t i r p o u r Marseille ce soir même... Q u a n d vous serez de r e t o u r à P a r i s , on décidera de ce que l'on fera de vous, si l'on doit vous envoyer en p r i s o n ou vous laisser en liberté... P u i s L e n i fut conduite à l'infirmerie où-elle devait a t t e n d r e q u ' o n lui a p p p o r t e des v ê t e m e n t s de femme."Le caporal qui l ' a v a i t accompagnée la fit e n t r e r d a n s u n e c h a m b r e où il la laissa seule et, en se r e t i r a n t , il r e f e r m a la p o r t e à clef. L e n i commença p a r r e g a r d e r a u t o u r d'elle, puis elle se dirigea v e r s la fenêtre qui était ouverte. L a pièce où elle se t r o u v a i t était a u rez-de-chaussée, d o n n a n t s u r u n e cour a u fond de laquelle u n e p o r t e s'ouv r a i t sur la r u e . L ' o n ne voyait p e r s o n n e à l'exception de la,sentinelle qui montrât la g a r d e a u dehors. Le cœur de L e n i b a t t a i t violemment. Fuir % Cette pensée l'obsédait depuis u n bon m o m e n t q u a n d la p o r t e s'ouvrit de nouveau, l i v r a n t p a s s a g e à u n soldat qui a p p o r t a i t une g r a n d e boîte. — Voilà des v ê t e m e n t s p o u r vous, dit-il à Leni. H a billez-vous t o u t de suite car on va vous conduire au bat e a u dans une h e u r e .


1631

L a j e u n e fille p r i t la boîte sans r é p o n d r e . Sa pensée était a b s e n t e . Fuir % D è s que le soldat fut sorti, elle se déshabilla en b â t e et mit les v ê t e m e n t s qui v e n a i e n t de lui être a p p o r t é s . D è s qu'elle fut p r ê t e , elle s ' a p p r o c h a de n o u v e a u de la fenêtre. I l n ' y avait personne d a n s la cour ; les légionnaires devaient être en t r a i n de p r e n d r e leurs r e p a s . L e m o m e n t était donc propice. S a n s la m o i n d r e hésitation, L e n i escalada la fenêtre et s a u t a s u r le p a v é de la cour. : D a n s sa surexcitation, elle était sur le point de se m e t t r e à courir v e r s la p o r t e de la r u e , mais elle se dit q u ' u n e telle h â t e a u r a i t p u a t t i r e r l ' a t t e n t i o n , alors que l'essentiel était p r é c i s é m e n t de ne p a s se faire r e m a r q u e r . Elle se m i t alors à m a r c h e r en r a s a n t le m u r j u s q u ' à ce qu'elle soit a r r i v é e p r è s de la p o r t e . P u i s elle s ' a r r ê t a . L a sentinelle se p r o m e n a i t d e v a n t le p o r t a i l . H fallait profiter d ' u n m o m e n t où le soldat a u r a i t le dos t o u r n é p o u r sortir. L e fonctionnaire était tellement p r è s de L e n i que si, p a r m a l h e u r , il s'était r e t o u r n é , il l ' a u r a i t c e r t a i n e m e n t r e m a r q u é e et elle a u r a i t été p e r d u e . L a j e u n e fille joignit ses deux m a i n s en u n geste de p r i è r e et m u r m u r a avec f e r v e u r : — Mon Dieu, venez-moi en aide et favorisez m a fuite ! L a sentinelle a v a i t de n o u v e a u t o u r n é le dos, L e n i p r i t son élan et, sur la pointe des pieds, p o u r éviter de faire du bruit, elle se mit à courir v e r s la r u e . » L e soldat ne s'était a p e r ç u de rien. H continuait de m a r c h e r lentement, se dirigeant du côté opposé, les épaules courbées comme s'il a v a i t été accablé p a r la chaleur


— 1632 — du soleil qui était encore t r è s a r d e n t , quoi que l ' a p r è s midi fut déjà assez avancé. L e n i s'engagea d a n s u n e p e t i t e rue, p u i s d a n s u n e a u t r e , p u i s d a n s u n e troisième encore, c h e r c h a n t à brouiller ses t r a c e s de son m i e u x . M a l h e u r e u s e m e n t , elle n e connaissait p a s la ville et les gens qui l ' e n t o u r a i e n t p a r l a i e n t u n e langue qu'elle ne comprenait pas. Qu'allait-elle f a i r e . % Elle ne se sentait p a s capable de réfléchir. I l fallait qu'elle s ' a b a n d o n n e à son destin qui lui v i e n d r a i t peutê t r e en aide.


Le calvaire d'un innocent ; n° 51  

Auteur : D' Arzac, Jules. Ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation Université des Antille...

Advertisement
Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you