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N° 4 Contient 2 fascicules de 16 pages F ï ï i ï i r .

Le CALVAIRE

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Conseil général de la Guyane


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i _ Vous aimez beaucoup votre mari ?.... (Page LIVRAISON 13. v

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émue. L e sort de mon frère me t i e n t à cœur a u t a n t que ma p r o p r e vie L e beau-frère et la belle-sœur é t a i e n t encore bien loin de s ' i m a g i n e r combien allait être pénible, désespéré, formidable l'effort q u ' i l s allaient devoir accomplir p o u r s o u t e n i r la l u t t e s u r h u m a i n e d a n s laquelle ils é t a i e n t sur le p o i n t de s'engager 1

CHAPITRE L E

XIV.

T R A I T R E.

Le colonel E s t c r h a z y v e n a i t d ' ê t r e i n t r o d u i t d a n s le cabinet de t r a v a i l de S c h w a r z k o p p e n , l ' a t t a c h é m i l i t a i r e allemand. Ce d e r n i e r ne d a i g n a m ê m e p a s se lever et il d e m e u r a t r a n q u i l l e m e n t assis d e r r i è r e son b u r e a u , se b o r n a n t à d e m a n d e r a u visiteur, s a n s a u c u n p r é a m b u l e de p o l i t e s s e : — Que m ' a p p o r t e z - v o u s ? E s t e r h a z y r e t i r a son portefeuille de sa poche et y p r i t le d o c u m e n t qu'il a v a i t p r é p a r é chez lui. — Voici, fit-il. J ' a i besoin d ' a r g e n t . S c h w a r z k o p p e n sourit avec u n air ironique. — J e m ' e n doute... V o u s avez t o u j o u r s besoin d ' a r gent ! remarqua-t-il sur un ton quelque p e u m é p r i s a n t . Alors Qu'est-ce qu'il y a de neuf % E t il t e n d i t la main pour p r e n d r e le p a p i e r , mais le colonel l'en empêcha en r e c u l a n t d'un p a s . — I l s'agit de t r è s i m p o r t a n t s secrets m i l i t a i r e s de l ' E t a t - M a j o r français, déclara-t-il. — Et... V o u s êtes disposé à me les v e n d r e % — Oui , Une expression de profond m é p r i s a p p a r u t sur le i

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visage de l ' A l l e m a n d . — Et... vous n ' a v e z p a s h o n t e , colonel ? Esterliazy h a u s s a les épaules. — J ' a u r a i s h o n t e si la v e n t e de ces p a p i e r s rie m e . p r o c u r a i t p a s l ' a r g e n t dont j ' a i besoin, répondit-il. Et p u i s , les affaires sont les affaires et nécessité fait loi L ' a t t a c h é militaire le regarda fixement d u r a n t quelques i n s t a n t s s a n s dire un mot, p u i s il r e p r i t : — Voudriez-vous m ' e x p l i q u e r u n e chose, colonel ? -— Que faut-il que j e vous explique % — C o m m e n t vous a r r a n g e z - v o u s p o u r faire taire la voix de v o t r e conscience % — Comment J e ne vous c o m p r e n d s pas . ' — Vous' êtes u n officier s u p é r i e u r de l ' a n n é e française... N ' a v e z - v o u s p a s u n p e u de sens moral, de fierté, de s e n t i m e n t de l ' h o n n e u r %_ L o i n de p a r a î t r e le moins du monde troublé par ces questions i n s u l t a n t e s , E s t e r l i a z y eut u n sourire de supér i o r i t é et r é p o n d i t avec cynisme : — J ' a i m e a u t a n t vous dire t o u t de suite que j e ne suis p a s v e n u ici p o u r vous d e m a n d e r une leçon de morale, M o n s i e u r S c h w a r z k o p p e n L ' A l l e m a n d dut d é t o u r n e r la tête car l ' a t t i t u d e de son i n t e r l o c u t e u r lui d o n n a i t u n e telle sensation de dég o û t que l'envie lui était venue de p r e n d r e le revolver qui é t a i t d a n s la t a b l e de son b u r e a u et de l ' a b a t t r e comme u n e bête r é p u g n a n t e et m a l f a i s a n t e . E t , en même t e m p s , il se disait : — Ce misérable t r a h i t sa p a t r i e pour se p r o c u r e r l ' a r g e n t qu'il gaspille d a n s les'boîtes de n u i t en compagnie des p i r e s a v e n t u r i è r e s !... M a i s la voix d'Esterliazy l ' a r r a c h a t o u t de. suite a ses m é d i t a t i o n s . — J e vous r é p è t e que j ' a i besoin d ' a r g o n t . Monsieur 'Sclnvarzkoppen, disait froidement le traître... ;

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— Bien... Combien vous faut-il — D i x mille francs... L ' a t t a c h é m i l i t a i r e aiguilla i m m é d i a t e m e n t la conv e r s a t i o n s u r un a u t r e sujet, comme s'il n ' a v a i t p a s ent e n d u ce que le colonel v e n a i t de dire et a v a i t déjà oublié la question q u ' i l a v a i t posée lui-même. •— -T'ai e n t e n d u dire fit-il, — que le capitaine D r e y fus a été arrêté... Savez-vous quelque chose à ce s u j e t \ — J e sais q u ' i l est e n prison — Sous l ' i n c u l p a t i o n de h a u t e t r a h i s o n ? — Oui

— P o u r a v o i r v e n d u des s e c r e t s m i l i t a i r e s 1 — Précisément.... L ' A l l e m a n d fixa s u r le t r a î t r e u n r e g a r d p é n é t r a n t et étincelant de m é p r i s . — E t vous arrivez à dire cela avec un tel calme ! s'exelama-t-il. D r e y f u s est accusé d u crime que v o u s avez commis vous-même... I l est t e n u p o u r responsable d ' u n crime dont vous êtes coupable et vous avez l ' a i r de t r o u v e r cela t o u t n a t u r e l L e t r a î t r e eut u n éclat de r i r e sarcastique et il s'exclama : — Y verriez-vous donc quelque inconvénient, capit a i n e Schwarzkoppen. % L ' a t t a c h é m i l i t a i r e ne p u t s ' e m p ê c h e r de r é p o n d r e avec u n e c e r t a i n e vivacité : — Mais... Est-il donc possible que v o u s n ' é p r o u v i e z m ê m e p a s le r e m o r d s d ' a v o i r fait j e t e r en p r i s o n u n i n n o cent qui va devoir e x p i e r vos fautes ?... Ne vous êtes vous pas dit que D r e y f u s a u n e femme et deux p e t i t s e n f a n t s qui vont devoir souffrir d'indicbles t o r t u r e s s a u s a v o i r rien fait de m a l N'existe-t-il donc en vous a u c u n sentiment d'humanité Qu'ayez-vous donc à la place d u c œ u r ? S c h w a r z k o p p e n s ' é t a i t laissé e m p o r t e r p a r l ' é l a n 'd'une i n d i g n a t i o n plus q u e justifiée et, t o u t e n p a r l a n t , v


— 102 — il frémissait de colère, incapable de dominer la f u r e u r qui bouillonnait en lui. De son côté E s t e r h a z y se b o r n a i t à le r e g a r d e r avec u n a i r de supériorité et avec u n sourire dédaigneux. Tout-à-coup l'Allemand se leva d ' u n bond, le p o i n g levé comme p o u r f r a p p e r le t r a î t r e et le j e t e r dehors comme il l ' a u r a i t m é r i t é . S a n s r i e n p e r d r e de son calme le colonel recula encore d ' u n p a s et d e m a n d a froidement : — Qu'est-ce qui vous p r e n d E t à quoi p e u v e n t bien servir t o u s ces longs discours P a r l o n s p l u t ô t de l'affaire qui m ' a a m e n é ici E t il m o n t r a la feuille de p a p i e r qu'il t e n a i t t o u j o u r s à la m a i n . — R e g a r d e z , fit-il. Ceci est u n document de la plus haute i m p o r t a n c e , une copie du p l a n de t i r de l'artillerie de c a m p a g n e de l ' a r m é e française... I l s'y t r o u v e joint u n e description t r è s exacte de n o t r e obus de 120, qui p o u r r a i t vous être t r è s utile... E n somme il y en a t r è s larg e m e n t p o u r les dix mille francs que je vous d e m a n d e Voulez-vous me les d o n n e r '? L ' A l l e m a n d fit de la t ê t e u n signe négatif et r é p o n d i t sèchement : — Non Comment, non 1 . . P o u r q u o i p a s L e s a u t r e s fois, vous avez t o u j o u r s accepté ce que je vous offrais — Oui, m a i s cette fois, je n ' a c c e p t e rien du tout, r é p o n d i t l ' a t t a c h é militaire en r e g a r d a n t le t r a î t r e avec u n air menaçant. M a i s le colonel ne se découragea p a s p o u r si peu. — P u i s - j e vous d e m a n d e r les r a i s o n s de v o t r e refus? interrogea-t-il fort f rauquilloment. — J e n 'ai p a s de c o m p t e s à vous r e n d r e , colonel — E h bien, si vous n e voulez p a s m ' a c h e t e r ces docuiments, je m'adresserai à d'autres...


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L e t o n lequel ces m o t s a v a i e n t été prononcés était calme, m a i s cette t r a n q u i l l i t é n ' é t a i t q u ' a p p a r e n t e . D e fait, d u r a n t la b r è v e période de silence qui r é g n a e n t r e les deux h o m m e s , E s t e r l i a z y ne p u t s ' e m p ê c h e r de se d e m a n d e r avec inquiétude : — Si cet a n i m a l n ' a c c e p t e p a s m a proposition, j e suis p e r d u !... Si j e ne p a r v i e n s p a s à m e p r o c u r e r la somme que je dois a u juif, ce m a u d i t u s u r i e r i r a t o u t r a conter a u général, et alors je serai d a n s de jolis d r a p s !... .Ce sera la r u i n e et le d é s h o n n e u r E t v o u l a n t faire encore u n e t e n t a t i v e , il m u r m u r a sur u n t o n p e r s u a s i f : i,. — M o n s i e u r Schwarzkoppen... ! — V o u s avez encore quelque chose à me dire ? i n t e r r o m p i t l'allemand. — J e vous r é p è t e que ceci est u n d o c u m e n t de la p l u s h a u t e i m p o r t a n c e c o n c e r n a n t n o t r e artillerie. Si vous ne pouvez p a s m ' e n d o n n e r dix mille francs je suis disposé à vous faire u n e p e t i t e r é d u c t i o n i — Inutile... L a chose ne m ' i n t é r e s s e p a s du tout..... J e vous ai déjà dit que j e n e suis p a s disposé à a c h e t e r ces p a p i e r s — Allons je vous les laisse p o u r cinq mille francs... L ' A l l e m a n d eut u n geste d ' i n d i g n a t i o n . — C o m m e n t est-il possible q u ' u n officier s u p é r i e s ? puisse s'abaisser à de tels m a r c h a n d a g e s ? s'écria-t-il. J ' e n ai h o n t e p o u r vous ! — Laissez de côté ces a p p r é c i a t i o n s inutiles, monsieur S c h w a r z k o p p e n Voulez-vous que je vous dise t o u t e la v é r i t é Voulez-vous que j e sois tout-à-fait sincère 1 E h bien, je me t r o u v e actuellement d a n s des circonstances p a r t i c u l i è r e m e n t difficiles, et m ê m e critiques. J ' a i a b s o l u m e n t besoin d'argent... j 'en ai besoin t o u t de suite... v o u s L e diplomate l ' i n t e r r o m p i t d ' u n geste é n e r s i q u e :


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— T o u t cela ne m e r e g a r d e en a u c u n e façon, fit-il s u r u n t o n cassant. J e vous dis encore u n e fois que je i r a i p a s besoin de ces p a p i e r s E t si j e vous p r i a i s de me r e n d r e service Si je faisais a p p e l à n o t r e amitié % P o u r t o u t e r é p o n s e , S c h w a r z k o p p e n se leva, se dirigea v e r s la f e n ê t r e et se m i t à r e g a r d e r l a r u e . E s t e r l i a z y le r e j o i g n i t et l u i . t e n d i t la feuille qu'il t e n a i t à la m a i n , i n s i s t a n t encore : — J e t e z - y a u m o i n s u n coup d'oeil... J e vous a s s u r e que c'est t r è s i n t é r e s s a n t — Assez colonel... J e vous p r i e de vous en aller.... •— V o u s m e provoquez % L ' A l l e m a n d r e t o u r n a vers son b u r e a u , et appuya, siu le b o u t o n d ' u n e s o n n e t t e électrique pour a p p e l e r l'huissier qui a p p a r u t p r e s q u ' a u s s i t ô t . — Reconduisez Monsieur, dit-il sur un ton a u t o ritaire. L e colonel, p â l i t . I l n ' a u r a i t j a m a i s p u croire que l'on a u r a i t osé le m e t t r e à la p o r t e de cette façon et il ne p a r v e n a i t p a s à c o m p r e n d r e que l ' a t t a c h é a l l e m a n d a i t refusé de lui acheter' u n d o c u m e n t d ' u n e telle i m p o r t a n c e p o u r la somme r e l a t i v e m e n t m o d e s t e de dix mille francs, qui l u i a u r a i t p e r m i s de se libérer de sa d e t t e e n v e r s l ' u s u r i e r . E t avec quel m é p r i s S c h w a r z k o p p e n n e l'avait-il p a s t r a i t é , lui, le colonel Esterliazy, m e m b r e des cercles les p l u s exclusifs de P a r i s et l ' u n des p l u s é l é g a n t s cavaliers de l ' a r m é e française... E t il s ' é t a i t laisser i n s u l t e r ainsi s a n s m ê m e -réagir !... A h !... C ' é t a i t inoui !.... Telles é t a i e n t les pensées qui s ' a g i t a i e n t d a n s l'esp r i t du traîtres t a n d i s que l'huissier , débout p r è s de la p o r t e , a t t e n d a i t p o u r le r e c o n d u i r e . "%.Et H a ï m Manasse ï l E s t e r b a z y ; n e p u t s'empêel 1er.de..£i.'énuiv


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C o m m e n t se sauver de cette terrible situation % Quelle décision p r e n d r e % Ou t r o u v e r la somme nécessaire p o u r p a y e r la t r a i t e % L a situation m e n a ç a i t de devenir désespérée. L e lâche était d e m e u r é immobile, p r e s q u e hébété p a r l'angoisse qui le t o u r m e n t a i t . Son r e g a r d s ' é t a i t fixé dans le vide, sans a u c u n e expression. L a voix de SchWarzkoppeii P a r r a d i a à ses méditation, 'hù o r d o n n a n t r u d e m e n t : — Allez, M o n s i e u r — N e voulez-vous réellement p a s — J e ne v e u x r i e n savoir du t o u t L e ton s u r lequel.ces d e r n i e r s m o t s a v a i e n t été d i t s é t a i t t e l l e m e n t incisif que le misérable d u t bien se r e n d r e compte de Tin utilité de t o u t e insistance. C o m p r e n a n t qu'il a u r a i t pu être t r è s d a n g e r e u x p o u r lui d'éveiller les soupçons de l'huissier, il s'inclina l é g è r e m e n t et sortit do la pièce. Il descendit l'escalier comme u n a u t o m a t e , contin u a n t de se t o r t u r e r le cerveau à se d e m a n d e r p o u r q u o i il a v a i t été si mal r e ç u p a r S c h w a r z k o p p e n qui, d ' o r d i n a i r e , lui faisait un accueil amical. Quand il se t r o u v a d a n s la r u e , il s ' a r r ê t a u n m o m e n t de vaut ht p o r t e de l ' a m b a s s a d e et, levant son p o i n g v e r s les fenêtres du deuxième étage, il s'exclama s u r u n t o n rageur : — B a n d i t !... T u me p a i e r a cela P u i s il m u r m u r a avec u n air- découragé — Hélas... Qu'est-ce que je vais faire m a i n t e n a n t '!... Vais-je réellement devoir me résigner à la r u i n e '? Ou p r e n d r e l ' a r g e n t indispensable pour p a v e r l ' u s u rier ? E t si ce d e r n i e r m e t t a i t ses menaces à exécution % S'il allait t o u t dire au général Boisdeffre l CI.

Li\ iui.v ..s 14.


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C o m m e n t a u r a i t - i l p u se disculper, se défendre, emp ê c h e r u n t e r r i b l e scandale de se p r o d u i r e ? — M a u d i t u s u r i e r , gronda-t-il. M a l h e u r à toi si t u m e j o u e s ce m a u v a i s tour... J e serais capable de t ' é t r a n gler de mes p r o p r e s m a i n s ! M a i s quoi cela aurait-il p u lui servir de ,;er de Haïm Manasse ? ., ., E s t e r h a z y se m o r d i t les lèvres j u s q u ' a u sang. P u i s il se m i t à m a r c h e r lentement,' sans cesser de p a r l e r t o u t seul, comme u n demi fou. i Quelle c a t a s t r o p h e !... C o m m e n t vais-je en s o r t i r Qui p o u r r a i t m ' a i d e r Si je m ' a d r e s s a i s à Amy N a b o t ?

CHAPITRE LE

BOUC

XV.

EMISSAIRE.

T a n d i s q u ' A l f r e d D r e y f u s se désespérait d a n s sa cellule, t a n d i s que Lucie et M a t h i e u se disposait à t e n t e r l'impossible p o u r lui v e n i r en aide, t a n d i s q u ' E s t e r h a z y se r e n d a i t chez l ' a t t a c h é militaire, Allemand, la scène, suiv a n t e se déroulait d a n s le cabinet de t r a v a i l du général Boisdeffre : L e g é n é r a l était à ce m o m e n t en conversation avec le g é n é r a l de P e l l i e u x et il lui m o n t r a i t des p a p i e r s qu'il a v a i t étalés s u r la table. — J u s q u ' à p r é s e n t , r e m a r q u a de Pellieux, Alfred D r e y f u s n ' a encore laissé é c h a p p e r a u c u n aveu Il cont i n u e de n i e r a v e r énergie — Comme t o u s les criminels endurcis ! i n t e r r o m p i t Boisdeffre. M a i s vous verrez q u ' i l ne manquera p a s de


— 107 — faire u n e confession complète dès qu'il a u r a compris que son a t t i t u d e actuelle ne p e u t lui faire que du t o r t De Pcllieux r e g a r d a fixement son collègue d a n s les prunelles, comme s'il avait voulu lire d a n s son â m e . P u i s il lui d e m a n d a : — V o u s avez donc la c e r t i t u d e de ce q u ' i l est coupable ] — C'est-à-dire... d a n s un sens, oui... I l ne f a u t p a s p e r d r e de vue le fait .que cet h o m m e est d'origine alsacienne et que, de plus, il est israëlite... U n juif allemand n ' e s t é v i d e m m e n t p a s à sa place d a n s l'armée française, et p u i s les p r é s o m p t i o n s relevées contre lui sont accablantes — E t s'il c o n t i n u a i t de n i e r ? — C'est impossible... D u P a t y r é u s s i r a certainem e n t à le faire céder... Le c o m m a n d a n t est t r è s habile d a n s ce genre de choses et il emploie u n e t a c t i q u e qui a t o u j o u r s d o n n é des r é s u l t a t s positifs... A ce m o m e n t , q u e l q u ' u n frappa à la porte... — E n t r e z ! cria Boisdeffre... L e soldat de p l a n t o n qui a p p a r u t a n n o n ç a la visite du lieutenant-colonel P i c q u a r t . ; — F a i t e s e n t r e r . Ordonna le général. L e v i s i t e u r était u n homme qui p a r a i s s a i t âgé d ' u n e c i n q u a n t a i n e d ' a n n é e s , de h a u t e taille et de r o b u s t e carr u r e , avec des t r a i t s fortenients accusés qui révélaientu n caractère; plein d ' é n e r g i e . Ses y e u x d ' u n .bleu clair exprimaient la franchise t o u t en inspirant u n e sympathie i m m é d i a t e et s p o n t a n é e . Boisdeffre lui fit signe de venir s'asseoir a u p r è s de lui et lui dit t o u t de suite : — rie suis v r a i m e n t content de vous voir, colonel... V o u s a r r i v e z j u s t e au bon moment... N o u s étions en t r a i n de p a r l e r de l'affaire Dreyfus... Q u ' e n pensez v o u a i


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— P u i s j e e x p r i m e r mon opinion en toute franchise, m o n général ? — Naturellement! — E h bien, je t r o u v e que l'on a agi envers le capit a i n e D r e y f u s avec u n e r i g u e u r injustifiée... — Avec une r i g u e u r injustifiée! r é p é t a le colonel, stupéfait. Mais il s'agit d ' u n crime de h a u t e trahison* colonel P i c q u a r t ! — C'est ce qu'affirme le c o m m a n d a n t du P a t y , m a i s existe-t-il des p r e u v e s ? — Il y en a une qui est assez éloquente, i n t e r v i n t à ce m o m e n t le général de Pellieux. — Laquelle? — Celle de l ' é c r i t u r e , p a r b l e u ! L e colonel secoua la fête e t s'exclama v i v e m e n t : — Ça ne signifie p a s g r a n d chose... I l ne f a u t p a s oublier qu'il existé beaucoup d ' é c r i t u r e s semblables, voire parfaitement i d e n t i q u e s ; la p r e u v e en est que les graphologues n'en ont j a m a i s pû. classifier b e a u c o u p p l u s de d e u x cent modèles différents... Or, il y a environ u n milliard et demi d ' h a b i t a n t s sur la t e r r e , don h u i t cent millions se s e r v e n t habituellement .de l ' é c r i t u r e latine... E n ne t e n a n t compte que de ces derniers, cela fait déjà q u a t r e millions de p e r s o n n e p o u r le m ê m e modèle d'écriture... Comment serait-il possible que s u r ces q u a t r e millions, il n ' y aurait p a s quelques i n d i v i d u s d o n t les g r a p h i s m e s respectifs p o u r r a i e n t ê t r e confondus? — C ' e s t bien possible, a d m i t Boisdeffre avec u n sourire, de supériorité, mais je t r o u v e qu'il est déjà b e a u coup p l u s difficile de croire que sur quatre millions d ' i n dividus, il puisse y en avoir deux qui, f r é q u e n t a n t les m ê m e s milieux d a n s le m ê m e p a y s , é c r i v a n t de la m ê m e é c r i t u r e d a n s la m ê m e langue, p u i s s e n t t o u s les deux ê t r e considérés comme les coupable possibles d ' u n c r i '


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mo de liante trahison... Cela me p a r a i t à p e u p r è s aussi, vraisemblable que l'histoire d u singe qui a v a i t composé un superbe poème, au sens profond et a u x r i m e s i m peccables, en t a p a n t au h a s a r d sur les touches d ' u n e machine à écrire... — Ça dépend, r e m a r q u a de Pellicùx. J e crois que n ' i m p o r t e quelle écriture p e u t être imitée d ' u n e façon p a r f a i t e p a r u n habile faussaire... — E v i d e m m e n t , r é p o n d i t Boisdeffre. M a i s dans ce cas-ci. qui a u r a i t p u avoir i n t é r ê t à i m i t e r l ' é c r i t u r e de D r e y f u s d a n s le b u t de le ruiner'? — Ça .je n ' e n sais rien, reprit le colonel P i c q u a r t . M a i s ce qui est c e r t a i n c'est que je ne vois p a s du t o u t p o u r q u o i D r e y f u s a u r a i t commis le crime dont il est accusé... P o u r q u o i aurait-il v e n d u ces d o c u m e n t s secrets à'l'Allemagne?... P o u r se procurer quelques milliers de francs?... Quelle absurdité!... D r e y f u s possède une fort u n e personnelle considérable et il a t o u j o u r s vécu t r è s simplement... De plus, à moins d ' ê t r e un complet imbécile, celui qui commet un crime de h a u t e t r a h i s o n sait parfaitement bien qu'il a neuf cent quatre v i n g t dix neuf chances sur cent d ' ê t r e d é m a s q u é u n j o u r ou l'autre... C'est une chose que l'on ne fait que q u a n d on se t r o u v e d a n s une situation tellement désespérée que l'on n'a p l u s rien à perdre... « D ' u n a u t r e côté, le capitaine D r e y f u s a fait d a n s l ' a r m é e une carrière irréprochable, il a v a i t d e v a n t lui u n bel avenir et il vivait t r è s h e u r e u x a u p r è s de sa femm e et de ses e n f a n t s qu'il aime beaucoup... P o u r q u o i voulez-vous qu'il soit allé c o m p r o m e t t r e t o u t cela p a r u n crime infâme qui n ' a u r a i t p û lui r a p p o r t e r , t o u t a u plus q u ' u n e centaine de mille francs dont il n ' a v a i t p a s besoin? — I l l'a p e u t - ê t r e fait p o u r u n e a u t r e raison, insi-


110 — n u a Boisdeffre. — Quoi a u t r e motif pourrait-il p u avoir p o u r se r e n d r e coupable d'un aussi abominable crime? — D r e y f u s est Alsacien, donc à moitié Allemand, dit Boisdeffre... — Cela ne v e u t rien d i r e ! s'exclama le colonel. Son p è r e a q u i t t é l'Alsace q u a n d cette région a été a n n e x é e à l ' A l l e m a g n e , p a r c e qu'il t e n a i t à conserver la n a t i o n a lité française,.. Il a fait donner à son fils u n e éducation exclusivement française en le d e s t i n a n t , dès son p l u s j e u n e âge, à la c a r r i è r e militaire... Où voulez-vous q u ' A l fred D r e y f u s soit allé chercher des s e n t i m e n t s de patriotisme allemand? — Mais il est juif! — Ce détail plaide p l u t ô t en sa faveur... L e s juifs n ' o n t a u c u n e r a i s o n d ' a i m e r l'Allemagne ou ils sont t r a i t é s avec u n certain m é p r i s et où la c a r r i è r e d'officier, n o t a m m e n t , leur est interdite... E t , si je dois m ' e x p r i m e r avec une franchise absolue, je dirai que, selon moi, le capitaine Dreyfus doit être victime d ' u n lâche complot ourdi p o u r le ruiner... L e s deux g é n é r a u x é c h a n g è r e n t un r a p i d e coup cl'œil, puis de P e l l i e u x se t o u r n a de n o u v e a u vers le colonel et lui d e m a n d a : — P a r conséquent, vous prenez décidément p a r t i p o u r ce j u i f ? — L a justice doit être la même p o u r les juifs que p o u r les c h r é t i e n s ! s'écria P i c q u a r t en s'efforçant de c o n t e n i r son indignation par respect pour le g r a d e de ses deux s u p é r i e u r s . — Q u a n t à ça, nous sommes p a r f a i t e m e n t d'accord, dit Boisdeffre en a l l u m a n t une- cigarette. D ' a i l l e u r s , en F r a n c e , t o u s les hommes sont égaux d e v a n t la loi... — E n théorie, oui; mais p a s en p r a t i q u e , r é p o n d i t le colonel.


— 111 — — Que voulez-vous dire p a r là? — Simplement que l'affaire D r e y f u s oppose u n dém e n t i à ce que vous venez d'affirmer, m o n général... — J e crois que vous êtes d a n s l ' e r r e u r , colonel Picquart... — J e ne le pense p a s , m o n général... N ' e s t - i l p a s certain, en t o u s cas, que l'on refuse a u capitaine D r e y fus ce qui est h a b i t u e l l e m e n t aceprdé à n ' i m p o r t e quel malfaiteur? —- P a r e x e m p l e ? — L e droit de c o m m u n i q u e r avec sa famille... Comm e vous voyez, cette façon d ' a p p l i q u e r la loi est i n h u m a i n e et arbitraire... — Auriez-vous donc quelque r a i s o n de d o u t e r de l ' i m p a r t i a l i t é des m a g i s t r a t s militaires qui s e r o n t a p pelés à j u g e r le c a p i t a i n e D r e y f u s ? i n t e r r o g e a Boisdeffre tout e n fixant u n r e g a r d sévère s u r le colonel. — J u s q u ' à u n c e r t a i n point, oui, m o n g é n é r a l ! déclara P i c q u a r t , se l a i s s a n t quelque p e u e n t r a î n e r p a r l ' é l a n de sa sincérité passionnée. — 11 m e semble que voilà u n e affirmation bien t é m é r a i r e , colonel P i c q u a r t . . . E n p a r l a n t comme vous venez de le faire vous p o u r r i e z vous m e t t r e en d a n g e r de vous a t t i r e r des ennuis... —- J e le sais, m o n général, m a i s j e n ' a i j a m a i s p û p r e n d r e l ' h a b i t u d e de dissimuler m e s pensées. D u r e s te, j e v o u s a v a i s d e m a n d é si j e p o u v a i s m'ex.primer en t o u t e sincérité... — C'est vrai... Veuillez donc m ' e x p l i q u e r s u r quoi vous basez v o s doutes... — Voici... L e s m e s u r e s que l ' o n a p r i s e s à l ' é g a r d du capitaine Dreyfus, a v a n t le c o m m e n c e m e n t de l ' i n s t r u c t i o n judiciaire, p e r m e t t e n t de s u p p o s e r que l'on a voulu faire u n e exception à la règle, u n e t r è s blâmable


— 112 — exception qui ne p e u t , s e justifier d ' a u c u n e manière..-. L e c a p i t a i n e Dreyfus, officier de l ' a n n é e française et m e m b r e de l ' E t a t - M a j o r , s'est vu t r a i t e r comme le d e r n i e r des criminels... L ' o n accorde t o u j o u r s a u x inculp é s l ' a u t o r i s a t i o n de c o m m u n i q u e r avec leurs familles d u r a n t l ' i n s t r u c t i o n de leur procès... P o u r q u o i ne s'esto n p o i n t conformé à cette c o u t u m e à l ' é g a r d d u c a p i t a i n e D r e y f u s ! . . Q u a n d sa femme est allée à la p r i s o n du Cherche-Midi et qu'elle a d e m a n d é à voir son m a r i , on l u i en a i m p i t o y a b l e m e n t refusé la.permission... E n out r e , q u a n d elle a rencontré le m a l h e u r e u x en t r a v e r s a n t l a cour e t qu'elle s'est i n s t i n c t i v e m e n t élancée v e r s lui p o u r l ' e m b r a s s e r .elle fut a r r a c h é e de.ses b r a s avec u n e b r u t a l i t é qui n e s a u r a i t ê t r e qualifiée que de b a r b a r e , t a n d i s que le p r i s o n n i e r é t a i t e n t r a î n é de vive force, comme u n chien, p o u r ê t r e j e t é d a n s son cachot... N e trouvez-vous pas que t o u t cela est inhumain?... E s t - c e q u e cela ne vous p a r a î t p a s contraire, non seulement à l a j u s t i c e m a i s encore a u sens commun, m o n g é n é r a l ? L e colonel P i c q u a r t a v a i t p a r l e avec véhémence, él e v a n t g r a d u e l l e m e n t la voix et s ' a g i t a n t m a l g r é lui t o u t e n p r o n o n ç a n t sa t e r r i b l e accusation. L e d e u x g é n é r a u x se r e g a r d è r e n t de nouveau, s a n s mot dire. Quelques m i n u t e s s'écoulèrent d a n s u n silence absolu. Enfin le g é n é r a l Boisdeffre se leva, p a r c o u r u t à 'deux ou t r o i s r e p r i s e s la l o n g u e u r de son cabinet de t r a vail, les b r a s croisés s u r la p o i t r i n e , p u i s il s ' a p p r o c h a 'de P i c q u a r t et lui dit à voix basse, m a i s avec u n accent q u i a v a i t quelque chose de m e n a ç a n t : — H serait p r u d e n t de n e p a s donner t r o p de p u blicité a u x opinions que vous venez d'exprimer... J e vous le conseille d a n s v o t r e intérêt...


Les enfants

avaient

courus à sa rencontre (Pag£ %

^

L

LIVUAISQX 15,


— 115 — — L a discipline m ' i m p o s e le devoir de vous o b é n \ mon général... — E n m ' o b é i s s a n t vous sauvegarderez v o t r e p r o p r e i n t é r ê t , colonel... — Néanmoins, je ne p u i s m ' e m p ê c h e r de vous r é p é t e r que t o u t e mon âme se révolte en présence d ' u n e injustice aussi atroce... Le général hocha la tête, et eût u n sourire forcé. — Tâchez de r é p r i m e r cette révolte, colonel!... A u t r e m e n t , vous p o u r r i e z avoir lieu de vous en r e p e n t i r amèrement... J e ne désire p a s que mes subordonnés a i e n t de g r a v e s ennuis, comprenez vous? — J e vous c o m p r e n d s t r è s bien m o n général... L e colonel P i c q u a r t a v a i t p r i s u n e a t t i t u d e respect u e u s e , a b a i s s a n t le r e g a r d . — Vous feriez bien de ne p l u s vous occuper de ces choses qui ne vous concernent en a u c u n e façon, r e p r i t le général, a d r e s s a n t en même t e m p s u n coup d'oeil significatif à son collègue de Pellieux. — J e ne m ' e n occuperai plus, r é p o n d i t le colonel avec u n air distrait. — V o u s devez seulement faire votre m é t i e r d'officier et non p a s vous ériger en avocat défenseur du cap i t a i n e -Dreyfus, continua Boisdeffre en r i a n t . Si vous avez de l'amitié p o u r l'accusé, vous pourrez la lui mont r e r p l u s t a r d d ' u n e façon p l u s a d a p t é e a u x circonstances et moins d a n g e r e u s e p o u r vous... Mais ne vous p e r mettez plus de critiquer l'œuvre de la justice... Somme nous d'accord colonel? — P a r f a i t e m e n t , mon général... E t p i q u a i t baissa de n o u v e a u la t ê t e a t t e n d a n t des ordres. Il comprenait la vague et insidieuse menace qui se dissimulait sous la bienveillance du ton sur lequel son supérieur lui parlait. I l devinait m a i n t e n a n t qu'en 1

1


— 116 — se m ê l a n t de l'affaire Dreyfus, en p r e n a n t ouvertement' là défense de l'accusé, il courait le risque de p e r d r e ses épaulettes, et p e u t - ê t r e encore quelque chose de p l u s . I l n ' a v a i t aucun droite de manifester sa p r o p r e opinion q u a n d cette opinion était différente de celle de ses supérieure. Ainsi, le voulait la discipline. Q u a n d il leva de nouveau les y e u x , Boisdeffre lui adressa de la main u n signe amical et protecteur. — Vous pouvez vous retirer, colonel, lui dit-il. J e vous remercie de vos renseignements et de votre opinion... Ces m o t s a v a i e n t été prononcés sur un ton quelque p e u ironique, mais le colonel feignit de ne point s'apercevoir de ce détail et il salua t r è s r e s p e c t u e u s e m e n t les deux g é n é r a u x a v a n t de se r e t i r e r . M a i s en t r a v e r s a n t le vestibule, il ne p u t s'empêcher de se dire avec une a m e r t u m e infiinie : — I l s t i e n n e n t a b s o l u m e n t à c o m m e t t r e cet abominable crime contre la justice... P a u v r e Dreyfus!... P a u v r e famille!... Comme ils vont devoir souffrir sans avoir commis la moindre f a u t e !

CHAPITRE XVI QUI ETAIT

ESTERHAZY?

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P r o f o n d é m e n t impressionné p a r les paroles que le général Boisdeffre lui avait adressées sur un ton presque menaçant, P i c q u a r t sortit du Ministère de la Guerre. A peine avait-il fait quelques pas dans la rue qu'il âPefèut le lieutenant-colonel Defarge, son ami intime


— 117 — et ancien compagnon de g u e r r e , qui était en t r a i n de causer avec u n a u t r e officier. — J e suis bien content de te voir, m o n cher P i c q u a r t ! s'exclama le lieutenant-colonel. C o m m e n t v a s tu'?... T u me semblés u n p e u pâle... — Oh, ce n ' e s t rien!... J e vais t r è s bien... E t toi? — J e n ' a i "f?as lieu de me plaindre... T u r e n t r e s chez toi? .-• Oui... E t , - . r u a n t congé de l ' a u t r e officier, D c f a r g c s'éloig n a avec aor. a n i . A p r è s <i;.c les deux h o m m e s e u r e n t cheminé en silence d u r a n t quelques i n s t a n t s , P i c q u a r t d e m a n d a t o u t à coup à son c a m a r a d e : — "Ois-moi u n e chose... Le colonel avec qui t u étais en t r a i n de p a r l e r n ' é t a i t - i l p a s le comte W a l s i n E s t e r liazy? * — Précisément... P i c q u a r t p a r u t h é s i t e r u n i n s t a n t , p u i s il d e m a n d a encore : •— Quel genre d ' h o m m e est-il? — P o u r q u o i me d e m a n d e s - t u cela? s'exclama D e farge, t o u t en fixant s u r son a m i u n r e g a r d i n t e r r o g a t e u r . — P a r c e que ce p e r s o n n a g e ne m ' e s t p a s bien sym.-' pathique... Déclara P i c q u a r t avec franchise. — Q u a n t à ça je suis d u m ê m e avis que toi... E t p o u r être t o u t à l'ait franc, j e d i r a i même qu'il m e semble suspect... — A en j u g e r p a r son nom, il doit ê t r e d'origine hongroise, n ' e s t - c e p a s ? — E n effet, il est Magyar... -— Alors qu-est-il venu faire d a n s l ' a r m é e française? •— C'est une histoire assez compliquée... Le p$§sé


- 118 — d u comte E s t e r h a z y n ' e s t p a s t r è s clair, mais si ça t ' i n téresse... } — Dis-moi t o u t ce que t u en sais, j e t ' e n prie... Ça m ' i n t é r e s s e énormômeut,.. D e f a r g e alluma u n e c i g a r e t t e et r e p r i t : — Comme je viens de te le dire, la famille de W a l sin E s t e r h a z y est d'origine magyare... Son père, qui ét a i t v e n u s'établir en France, s'enrôla d a n s l ' a r m é e française d u r a n t la g u e r r e de Crimée et, p a r sa belle conduite s u r les c h a m p s de bataille, il o b t i n t u n g r a d e d'officier... « Son fils, F e r d i n a n d Walsin. E s t e r h a z y , n o t r e collègue a été élevé d a n s u n Collège militaire a u t r i c h i e n et, d u r a n t la c a m p a g n e de 1866, il a c o m b a t t u d a n s l ' a r m é e a u t r i c h i e n n e , g a g n a n t plusieurs décorations. P l u s t a r d , du moins à ce que j ' a i entendu dire, il a du q u i t t e r l'armée a u t r i c h i e n n e p o u r des raisons peu avouables... C'est ce que p r é t e n d e n t des gens qui le connaissent m i e u x que moi... —: T o u t ceci est t r è s i n t é r e s s a n t , opina le colonel P i c q u a r t . E t à p a r t cela, est-ce que t u sais encore quel. que chose? — Oui... I l m ' a dit lui-même qu'il a v a i t servi en qualité de zouave d a n s l ' a r m é e du Pape... , — Comment?... I l a également servi le P a p e ? — Cela ne fait p a s de doute, mais ce que j ' i g n o r e , ce sont les raisons p o u r lesquelles il a q u i t t é cette armée... J e crois que là aussi il a dû faire quelque chose qui n ' é t a i t p a s t r è s propre... > — Q u a n d la g u e r r e éclata contre l ' A l l e m a g n e en 1870, il se p r é s e n t a a u M i n i s t è r e d e l a ' G u e r r e français et d e m a n d a à s'enrôler comme volontaire. Comme on av a i t besoin d'hommes, on le p r i t sans hésiter, et il fut versé d a n s l'artillerie...


— 119

-

« E n 1874, il fut p r o m u capitane, p u i s commandant, ensuite lieutenant-colonel, t o u t récemment, colonel... — I l a fait une belle'carrière ! — Oui... I l a fait u n e c a r r i è r e des plus distinguées !... Grâce à ses m é r i t e s tout spéciaux, m o n cher Picquart ! — E t tout cela m a l g r é son passé si a v e n t u r e u x ! — Oui !... Est-ce que ce n ' e s t p a s u n e honte p o u r nous q u ' u n h o m m e t a r é à ce point p o r t e l ' u n i f o r m e de l ' a r m é e française f — Sacrebleu !.. I l y a de quoi r o u g i r !... Est-ce que tu sais encore a u t r e chose sur son compte ? — A t t e n d s u n peu... J e vais te r a c o n t e r le reste... De plus en plus intéressé, le,colonel P i c q u a r t passa son b r a s sous celui de son collègue qui p o u r s u i v i t : — Un peu p l u s t a r d , Esterliazy a épousé u n e j e u n e iille de t r è s bonne famille, avec u n e dot des plus respectables, et de qui il eût deux enfants... A peine eut-il ent r e ses m a i n s l ' a r g e n t de son épouse, soit environ deux cent mille francs, q u ' i l se m i t à m e n e r u n e vie de b â t o n de chaise, j o u a n t u n j e u d'enfer et se faisant r e m a r quer d a n s tout P a r i s p a r u n e e x t r a v a g a n t e prodigalité... « I l avait plusieurs maîtresses et il a i m a i t beaucoup le' Champagne dont il faisait u n e consommation excessive ; au point de s'enivrer p a r f o i s comme u n charretier... N a t u r e l l e m e n t , l ' a r g e n t de sa m a l h e u r e u s e épouse ne t a r d a p a s à fondre comme neige au soleil, et alors cet être, sans a u c u n e dignité et totalement p r i v é de conscience a b a n d o n n a sa femme qui se vit obligée de retourn e r a u p r è s de ses p a r e n t s avec ses deux enfants... « L a seule chose qui n ' a v a i t j a m a i s intéressé cet homme était l'argent... Comme il ne voulait p a s changer son genre de vie, il fallait qu'il envisage tous les


— 120 — m o y e n s possibles et imaginables de se p r o c u r e r des fonds et il commença bientôt de faire des dettes de tous côtés, avec u n e inconscience inconcevable de l'a p a r t d'un homm e d'âge m û r . I l ne paraissait même pas se donner la peine de se d e m a n d e r comment il ferait p o u r s'en libér e r par la suite... « A u bout d ' u n certain t e m p s ses c r é d i t e u r s comm e n c è r e n t à s ' a l a r m e r et ils le farcelèreut t a n t et si bien, qu'ils l e p o u s s è r e n t è c o m m e t t r e les actions les plus honteuses.... J ' a i su q u ' à un certain moment. E s t e r h a z y a falsifié des traites... L e colonel P i c q u a r t s u r s a u t a et s ' a r r ê t a net. fixant sur le visage de son ami un regard incrédule et s t u p é fait. — "Il a falsifié des t r a i t e s , dites vous? s'exclama-til. E n êtes vous s û r ? — E n tous cas ce sont des p e r s o n n e s a b s o l u m e n t dignes de foi ri me l'ont affirmé... — M a i s c'est inouï!... E t l'on tolère q u ' u n semblable individu continue de p o r t e r un uniforme d'officier ? Defarge haussa les épaules. — Lien sûr que c'est inouï! fit-il avec un air désabusé. Mais c'est ainsi... Il faut croire que cet homme doit ' a v o i r de p u i s s a n t e s protections... ' — E t les g é n é r a u x de' l ' E t a t - M a j o r ne s a v e n t rien de ses' agissements?... L e Ministère no s'en est j a m a i s

inquiété, &

Le lioutenant-eoionel eût un éclat de rire amer. •— T u poux être sûr de ce (pie les g é n é r a u x de l ' E t a t - M a j o r en savent encore beaucoup plus long que ce que je viens de te raconter, mou cher ami... Mais E s t e r îiazy doit c e r t a i n e m e n t compter sur la protection de p e r s o n n a g e s tellement haut placés qu'il se sent à pou t p r è s sûr de l'impunité... Voilà p o u r q u o i on lui laisse fai-


— 121 — re t o u t ce q u ' i l v e u t et q u ' o n ne m e t p a s p l u s d'obstacles s u r son c h e m i n que s i p e r s o n n e n ' a v a i t .jamais e n t e n d u souffler u n traître m o t de ses a n t é c é d e n t s . / D u r a n t les quelques m i n u t e s qui s u i v i r e n t les d e u x a m i s m a r c h è r e n t l'un à côté de l ' a u t r e s a n s r i e n dire. P i c q u a r t hochait la t ê t e de t e m p s à a u t r e , connue s'il a v a i t été incapable d ' a d m e t t r e ce que Defarge ven a i t de lui dire. Ce fut ce dernier qui rompit le premier le silence e n demandant à sou ancien c a m a r a d e de g u e r r e : — V e u x - t u encore savoir quelque chose'? — Ce que t u viens de me r a c o n t e r d e v r a i t m e suffire, r é p o n d i t le colonel. N é a n m o i n s , si t u es encore e n m e s u r c . d e me donner x\'autres informations je t'écoute rai t r è s volontiers, quoique en présence de telles r é v é lations, j ' a i e beaucoup de peine à contenir m a r é p u g n a n ce e t m o n indignation... — Je comprends cela, mon brave Picquart*., I l y a vraiment de quoi rougir... — Q u e sais t u encore? — Ecoute-moi bien... V o y a n t qu'ils ne r é u s s i s s a i e n t p a s à se fa.ire payer, les .créditeurs d ' E s t e r l i a z y o n t p a s sé des m e n a c e s a u x ' f a l t s et ils ont commencé de m e t t r e la m a i n s u r ses meubles... P e n d a n t ' t o u t u n t e m p s , les h u i s s i e r s ont été les v i s i t e u r s les p l u s fréquentes de la m a i s o n du comte et ils ne le l a i s s è r e n t t r a n q u i l l e q u ' a p r è s avoir vendu à peu p r è s t o u t ce qu'il possédait... « E t puis, un beau jour, d ' u n façon toift à fait i m prévue, il a payé t o u s ses c r é d i t e u r s , j u s q u ' a u d e r n i e r centime... jÉ — Diable!... E t où s'était il p r o c u r é l ' a r g e n t ? — Tu m'en d e m a n d e s plus que j ' e n sais, mon c h e r ami!... J e dois m ' a v o u e r t o u t à fait i n c o m p é t e n t p o u r r é p o n d r e à cette question... P a r contre, j e p e u x encore. 1

F

CI.

LIVRAISON I Ç ,


122 — te dire que le comte E s t e r h a z y est associé avec le p a t r o n d ' u n e maison de tolérance... P i c q u a r t eût u n geste soudain, comme s'il avait été p i q u é p a r u n scorpion... — G r a n d s dieux !... s'exclama-t-il. Ai-je bien ent e n d u '! — M a foi, oui... C'est comme ça ! — M a i s c'est inouï !... C'est comme ça ! — C'est inouï, inconcevable, t o u t ce que t u v o u d r a s m a i s c'est ainsi mon vieux P i c q u a r t ! — E t d i r e que de b r a v e s soldats, des officiers même, doivent saluer un homme comme celui-là, que nous devons lui s e r r e r la main... A h !... Mais ça ne continuera p a s comme ça !... J e p a r l e r a i ! — Tu parleras Que veux-tu dire ?... A qui veuxt u p a r l e r de ces choses dont t o u t l ' E t a t - M a j o r est au c o u r a n t mais que l'on feint d ' i g n o r e r ? — J ' e n p a r l e r a i a u général Mercier... D e f a r g e secoua la tête avec u n a i r méfiant. — Ça ne s e r v i r a i t à rien, m o n cher P i c q u a r t , fit-il. L e général Mercier connaît E s t e r h a z y mieux que nous... I l sait tout, m a i s il fait comme les a u t r e s , il ne dit rien... E n accusant cet h o m m e t u r i s q u e r a i s t o u t simplement de perdre ton grade... — J e crois bien que t u as raison en effet !... Sais-tu que j ' a i déjà à m ' a t t i r e r l ' a n t i p a t h i e de Boisdeffre % — P o u r quelle r a i s o n ? ' — P a r c e que j ' a i osé p r e n d r e T a défense du capit a i n e Dreyfus... J e m ' é t a i s p e r m i s de d i r e que la façon d o n t on a v a i t procédé envers cet h o m m e ne m e p a r a i s sait p a s eoifforme à la justice. — Mais... Cet i n d i v i d u n ' e s t p a s digne de t a symp a t h i e , mon b r a v e ami... C'est u n t r a î t r e ! -' Cela n ' e s t p a s encore prouvé...


— 123 — Defarge r e s t a u n i n s t a n t silencieux et p e r p l e x e , paraissant; plongé d a n s u n e profonde méditation... P u i s il dit sur u n t o n quelque peu h é s i t a n t : — Cela est u n e chose au sujet de laquelle j e n ' o serais me p r o n o n c e r ni dans u n sens n i d a n s l ' a u t r e , p a r c e que j e ne Suis p a s assez bien renseigné... J ' i g n o r e les circonstances à la suite desquelles le crime a été découvert et je ne sais p a s encore sur quelles p r e u v e s on s'est basé p o u r a r r ê t e r Dreyfus... « M a i s de m ê m e que t u m ' a s d e m a n d é des r e n s e i g n e m e n t s a u sujet d ' E s t e r h a z y , je vais m a i n t e n a n t t e d e m a n d e r quelques détails au sujet de l'affaire D r e y fus... D ' a b o r d , qui est cet homme 1 . . L e connais t u ? — J e le connais u n peu, r é p o n d i t P i c q u a r t . . . I l est en ce m o m e n t l ' ê t r e le plus m a l h e u r e u x qui existe sur la terre... L a victime innocente d ' u n e lâche et a b o m i n a b l e intrigue... — Crois-tu réellement cela? •— J ' e n suis a b s o l u m e n t convaincu... — Connais-tu les a n t é c é d e n t s de cet h o m m e ? — C'est u n A l s a c i e n , né à Mulhouse... A p r è s l a g u e r r e de 1870, son p è r e est devenu citoyen français et il a m i s son fils d a n s u n collège militaire d ' o ù le j e u n e h o m m e est sorti avec de t r è s bonnes notes... Quelques t e m p s a p r è s , il a o b t e n u le g r a d e de l i e u t e n a n t et il a été affecté a u :>l" r é g i m e n t d'artillerie... « Il a fait une c a r r i è r e magnifique et rapide... A t r e n t e a n s , il était déjà capitaine,.. « Son activité r e m a r q u a b l e d a n s le service l u i v a l u t les plus g r a n d s éloges d e la p a r t de ses s u p é r i e u r s qui t i n r e n t à r é c o m p e n s e r son zèle et son savoir-faire en le faisant n o m m e r à 1,'Etat-Major... « ' M a i s il e u t été de b e a u c o u p p r é f é r a b l e p o u r lui. qu'il soit r e s t é d a n s u n r é g i m e n t de province q u e j d e ' 1

:


— 124 — venir à Paris ! — Pourquoi ? — Parce qu'il n ' a t r o u v é , au ministère que des envieux,, des c a l o m n i a t e u r s et des ennemis... — E t qui seraient ces ennemis'? — I l s sont assez nombreux... — Cités-en quelques uns... — E n p r e m i e r lieu, le capitaine du P a t y . . . — D u P a t y ?... Quelle raison aurait-il donc d ' e n vouloir à I )rcy fus I — D ' a b o r d et a v a n t t o u t p a r c e que D r e y f u s est juif! — C'est a u s s i mon avis... Donc, il f a u t en conclure que du P a t y n ' e s t p a s u n homme t r è s intelligent... •— E n ce qui concerne le cas présent, p e u t - ê t r e , p o u r t o u t le r e s t e , il me fait l'effet d ' u n domine t r è s capable, a u contraire... Mais ne se pourrait-il p a s que les motifs de sa haine n ' a i e n t a b s o l u m e n t rien à voir avec cette s t u p i d e q u e s t i o n de race ou de religion et qu'il s'agisse de t o u t a u t r e chose ? P i c q u a r t h a u s s a les épaules. — Ce n ' e s t c e r t a i n e m e n t p a s impossible, admit-il.T o u t en c a u s a n t ainsi, les deux hommes a v a i e n t a t t e i n t la place de l ' E t o i l e et ils étaient sur le point de la c o n t o u r n e r q u a n d ils a p e r ç u r e n t le c o m m a n d a n t F o r z i n e t t i , chef de la p r i s o n militaire du Clierdic-Midi, qui y e n a i t à leur r e n c o n t r e . — B o n j o u r , M e s s i e u r s ! s ' e \ c l a m a - t - i l en les abord a n t . Où allez-vous donc? — A la maison... E t vous, c o m m a n d a n t ? A u M i n i s t è r e de la g u e r r e p o u r le r a p p o r t Dreyfus... — C'est curieux!... Nous étions précisément en. train de p a r l e r de cela... Comment se comporte l'accusé dans sa cellule? 1


— 125 —

— Il souffre d'une manière indicible..,

— Cela se comprend! murmura Defarge.

Il doit ê t r e terrible de devoir supporter le poids d'une accusation aussi i n f a m a n t e ! Le c o m m a n d a n t F o r z i n e t t i fixa sur les d e u x a u t r e s officiers un regard p é n é t r a n t , comme s'il a v a i t voulu se r e n d r e compte de ce qu'ils p e n s a i e n t en ce qui concern a i t le capitaine Dreyfus, p u i s il a j o u t a : — A p r é s e n t , il refuse même la n o u r r i t u r e q u ' o n lui offre et. à chaque instant, il a des crises de délire... On dirait qu'il est s u r le point de p e r d r e la raison... J e l'ai observé à p l u s i e u r s r e p r i s e s sans qu'il puisse s'en apercevoir... — E t , à p a r t cela, que fait-il?... C o m m e n t passc-t-il

son temps? — Il reste assis p e n d a n t des heures, d a n s u n e immobilité complète, la tête e n t r e ses m a i n s ; le r e g a r d épordu... Puis, t o u t à coup, il se lève d ' u n bond, comme s'il a v a i t reçu un coup de fouet et il se m e t à courir comme u n fou a u t o u r de sa cellule t o n t en p r o n o n ç a n t des l a m b e a u x de ,>iirases à-peu près inintelligibles et e n t r e coupées d ' e x c l a m a t i o n s bizarres... « Parfois, il s ' a r r ê t e d e v a n t la porto* a p p r o c h e son visage d u guichet et, à t r a v e r s les b a r r e a u x , il se m e t à regarder d a n s le corridor, en silence... P u i s il se r e m e t à pousser dos cris, a p p e l a n t sa femme et ses e n f a n t s sur un ton tellement d é c h i r a n t que c'est à fendre le cœur! P i c q u a r t et Pefai'ge a v a i e n t écouté avec u n vif int é r ê t les paroles du c o m m a n d a n t . — E t vous, messieurs i q u ' e n pensez vous? demanda ce d e r n i e r a p r è s un m o m e n t de silence. Croyez-vous que D r e y f u s est coupable ou i n n o c e n t ? I n n o c e n t ! répondit P i c q u a r t , sans la m o i n d r e Kê«


— 126 — sitation. L e ton sur lequel il avait prononcé ces mots no laissait a u c u n doute sur sa sincérité. — E t vous allez m a i n t e n a n t chez le général Boisdoff r e ? i ntcrrogca-t-i 1. — Oui...

P i c q u a r t e û t u n sourire ironique et il dit a u commandant : — D a n s ce cas, je me p e r m e t t r a i de vous donner u n conseil... N e dites p a s a u général que vous croyez à l'innocence de D r e y f u s . — Pourquoi i — P a r c e que ce s e r a i t aller à l'encontre de votre intérêt... — Mais... L e colonel s e r r a le b r a s du c o m m a n d a n t d ' u n façon significative et il c h u c h o t t a : — I l n ' y a p a s de « mais » qui tienne, c o m m a n d a n t Forzinetti!... On v e u t a b s o l u m e n t que le capitaine D r e y fus soit u n traître... E t la discipline militaire ne p e r m e t p a s que l'on, fasse des objections... C'est défendu de cont r e d i r e les supérieurs!... J ' e s p è r e que vous avez compris? L e r e g a r d du c o m m a n d a n t de la p r i s o n e r r a i t d a n s le lointain. — Comme je r e g r e t t e de ne p a s avoir d e m a n d é m a r e t r a i t e l ' a n n é e d e r n i è r e ! m u r m u r a - t - i l . Ça n e m e p l a î t p a s d u t o u t que d ' ê t r e mêlé à cette histoire là... Ça m ' a t o u t l ' a i r d ' ê t r e u n e des plus ignominieuses injustices qui aient j a m a i s été commises d a n s un pays civilisé! E t t e n d a n t la m a i n à ses deux amis Forzinetti les salua et s'éloigna sans ajouter u n e parole. P i c q u a r t et Defarge poursuivirent leur chemin. T o u s deux h a b i t a i e n t dans la même r u e et quand ils furent a r r i v é s d e v a n t la maison de P i c q u a r t , celui-ci


— 127 — s ' a r r ê t a p o s a n t sa m a i n s u r l ' é p a u l e de son c a m a r a d e qui paraissant plongé d a n s de sombres réflexions. — Comment t o u t cela va-t-il finir % demanda-t-il avec u n a i r n a v r é . — D i e u seul le s a i t ! s o u p i r a D e f a r g e . C'est u n e honte p o u r la F r a n c e ! T o u t le monde va d i r e q u ' i l n ' y a p a s de justice sous n o t r e république ! — Oui, cela est v r a i aussi, m a i s ce n ' e s t p a s à ça que je pensais en ce moment... J e pensais à la femme et a u x e n f a n t s de ce p a u v r e D r e y f u s ! — I l v a u t mieux ne p a s y penser, m o n cher ami ! C 'est v r a i m e n t t r o p t r i s t e ! E t le colonel t e n d i t la m a i n à son collègue qui s'éloigna, m é d i t a n t encore.

CHAPITRE

LA

PREUVE

DE

XVII

L'ECRITURE

L a p o r t e de la cellule s ' o u v r i t soudain p o u r laisser p a s s e r u n geôlier suivi de deux soldats. — I n t e r r o g a t o i r e ! annonça le gardien d ' u n e voix r u d e . Venez avec nous... L e p r i s o n n i e r leva les yeux. I l n ' y avait encore que quelques j o u r s q u ' i l était en prison, m a i s comme son visage avait changé ! Ses joues étaient creuses comme celles d ' u n homme qui sort d ' u n e longue m a l a d i e et ses yeux rougis de larmes étaient entourés de g r a n d s cercles noirs ; son r e g a r d était fiévreux et h a g a r d comme celui d ' u n dément.


— 128 — L a tactique du c o m m a n d a n t du P a t y était précise d ' é n e r v e r et d'abattre. Le détenu et Ja lumière aveuglant e qu'on laissait m a i n t e n a n t allumée j o u r et n u i t d a n s . s a cellule faisait partie do ce système b a r b a r e ; Alfred D r e y f u s était e x t é n u é ; il ne p o u v a i t plus se r e p o s e r ni d o r m i r et il souffrait d ' u n e t r è s douloureuse inflammat i o n des y e u x . M a i s même ce m a r t y r e a u r a i t été j u s q u ' à u n cert a i n point s u p p o r t a b l e si un a u t r e supplice, bien plus t e r r i b l e , n ' a v a i t t o u r m e n t é son â m e ; celui de ne pouvoir voir sa femme et ses çhers petits... C'était cela dont il souffrait p a r dessus t o u t et qui m e n a ç a i t de lui faire p e r d r e complètement la raison. C ' é t a i t p o u r cela qu'il avait fini p a r p r e n d r e la, décision de refuser t o u t e nourriture... Il espérait que cela c o n t r a i n d r a i t ses geôliers à lui p e r m e t t r e d'avoir a u m o i n s une e n t r e v u e avec Lucie. L a voix du gardien l ' a r r a c h a de nouveau à ses méditations. .—, Tendez les m a i n s ! lui o r d o n n a i t ' l ' h o m m e . D r e y f u s obéit et les c h a î n e t t e s s ' a t t a c h è r e n t a u t o u r • <le ses poignets. Chaque fois qu'on le conduisait à un int e r r o g a t o i r e , il était e n t r a v é ainsi, comme un vulgaire .criminel de d r o i t commun. — Allons!... Marche! L e malheureux connaissait déjà ie chemin. I l m a r c h a i t la tête basse, le regard fixé s u r le sol, t i t u b a n t comme un homme ivre. I l s e n t a i t ses forces l ' a b a n d o n n e r peu à p e u et i l 'avait l'impression qu'il devait t o m b e r d ' u n moment h l'autre. . E t il t e n t a de réagir. N


Le calvaire d'un innocent ; n° 4