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N° 2

Contient 2 fascicules de 16 pages

Prix 1 fr. 20

LE GALVAIRE D'UN INNOCENT

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Alexandre

Franconié

Conseil général de la Guyane


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— 33

<=- Oui ! II a été démontré s e c r e t s

CI.

qu'il a vendu des documents (Page 46). LIVRAISON 5.

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— 35 — Silence absolu... a u c u n e r é p o n s e ! R i e n , r i e n si ce n ' e s t le l u g u b r e écho qui se p e r d a i t d a n s la galerie h u m i d e et obscure. — N e m ' e n t e n d e z - v o u s p a s ? c o n t i n u a Alfred D r e y fus, qui était comme t r a n s f i g u r é p a r le sauvege désesp o i r qui faisait c h a v i r e r son esprit. P o u r q u o i est-ce que p e r s o n n e ne m e r é p o n d N e comprenez-vous p a s q u e j e dois r e n t r e r à la m a i s o n ? — ...maison ! r é p é t a l'écho comme p o u r le n a r g u e r . A l o r s comme fou de r a g e , l ' i n f o r t u n é r e d o u b l a ses offerts, frappant la porté à coups de poings et à coups de pieds, et c r i a n t v a i n e m e n t d a n s le silence infini. — P o u r q u o i ne m'écoutez-vous p a s ? P o u r q u o i n e m e répondez-vous p a s ?... J e suis i n n o c e n t du crime infâme dont on m ' a c c u s e !... J e suis i n n o c e n t !... i n n o cent !... ... nocent !... r é p é t a l'écho de la sinistre galerie. L ' é c h o de ces t r a g i q u e s c l a m e u r s retentissait d a n s le l u g u b r e silence des c o r r i d o r s de la p r i s o n ; les sold a t s qui a v a i e n t a m e n é le p r i s o n n i e r , Amenaient de q u i t t e r le b u r e a u du corps de g a r d e où on l e u r a v a i t r e m i s le d o c u m e n t f a i s a n t foi de ce que le p r i s o n n i e r a v a i t été d û m e n t livré e n t r é les m a i n s des a u t o r i t é s de la m a i s o n de détention. Quelques i n s t a n t s p l u s t a r d , le c o m m a n d a n t F o r z i n e t t i , d i r e c t e u r de la p r i s o n m i l i t a i r e . s t e e r d n i notti, d i r e c t e u r de la p r i s o n militaire, se rendît d a n s les locaux de d é t e n t i o n a c c o m p a g n é d ' u n officier de "service. E n p a s s a n t d e v a n t la galerie s u r laquelle d o n n a i t la cellule de Dreyfus, il fut f r a p p é p a r le t o n d é c h i r a n t de la voix du m a l h e u r e u x p r i s o n n i e r . V o i x d a n s laquelle on percevait u n e expression d'angoisse et de d o u l e u r qui avait quelque chose de s u r h u m a i n et d'effrayant. L e c o m m a n d a n t s ' a r r ê t a u n i n s t a n t p u i s il s ' a d r e s s a a u jeune l i e u t e n a n t qui é t a i t avec lui, et lui d e m a n d a : — Savez-vous qui est le p r i s o n n i e r qui crie de cette façon i

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— 36 — — C'est le capitaine Dreyfus qui vient d ' ê t r e a r r ê t é sous l'inculpation de h a u t e trahison... — C'est bien ce que j e pensais... E c o u t e / , L i e u t e nant... Q u ' e n dites-vous Est-ce qu'il ne vous semble p a s ([ue ces cris sont l'expression d ' u n e â m e en proie a u p l u s atroce désespoir % —- E n effet, mon commaudant... J e crois avouer que j e ne p u i s moi-même d e m e u r e r insensible à ces clameurs. Elles sont réellement é m o u v a n t e s ! A cet i n s t a n t la voix du d é t e n u s'éleva encore davantage. — Pourquoi ue nie répondez-vous pas, s'écriait-il, q u ' a i - j e fait de mal ( J e suis innoc.ait ! P o r z i n e t t i h a u c h a la t ê t e et, s ' a v a n ç a n t s u r la pointe des pieds j u s q u ' à la p o r t e de la cellule comme s'il a v a i t voulu percevoir plus clairement l'accent de cette voix: afin de s c r u t e r le secret de cette âme à t r a v e r s le ton de ses clameurs. E t a p r è s avoir réfléchi un i n s t a n t , il m u r m u r a comme en se p a r l a n t en lui-même : . — J e ne puis me tromper... Il y a trois ans que j ' o c cupe _es fonctions de d i r e c t e u r de cette prison et mon intuition est sûre... J ' a i vu t a n t de p r i s o n n i e r s se d é b a t t r e comme des énergumènes et p r o c l a m e r à g r a n d s cris leur >mocenee, alors que leur culpabilité ne pouvait faire a u cun doute... D ' a u t r e s p a r contre, ont dû subir des cond a m n a t i o n s injustes... J e les ai a t t e n t i v e m e n t observés... M a i n t e n a n t mon oreille est devenue e x p e r t e et p a r le son de la voix je puis j u g e r de la sincérité et m e faire t o u t de suite une opinion à peu p r è s infaillible. I l ne p u t t e r m i n e r sa p h r a s e p a r c e que le même cri a v a i t jailli de nouveau, avec u n e foret encore accrue, strident, formidable : —- J e suis innocent î... J e suis innocent !... Alors le c o m m a u d a n t saisit un bras de son subor1


— 37 — donné et le r e g a r d a n t fixement d a n s les yeux, il s'exclama : — E n t e n d e z - v o u s ? Est-ce qu'il ne vous semble p a s que j ' a i raison 1 : — Mais... Vraiment... J e ne sais pas... —• J e vous dis que j ' a i raison, r é p é t a P o r z i n e t t i , vous devez me croire l i e u t e n a n t , p a r c e que j e ne p e u x p a s me tromper... L e capitaine D r e y f u s est innocent. — C'est possible... Mais alors pourquoi... L e c o m m a n d a n t l ' i n t e r r o m p i t p a r u n geste énergique. Il faudrait que j e lui p a r l e , déclara-t-il avec calme.. P a r c e q u e j e v e u x e n t e n d r e de p l u s p r è s le son de sa voix. Veuillez a p p e l e r l'homme de g a r d e — T o u t de suite mon commandant... Quelques i n s t a n t s a p r è s , u n soldat a p p a r u t et se m i t a u gai'de-à-vous d e v a n t les d e u x officiers. i — Ouvrez cette cellule, o r d o n n a le c o m m a n d a n t . • D è s que la p o r t e fut ouverte P o r z i n e t t i s'adressa de nouveau à l'officier de service. — A t t e n d e z moi ici, l i e u t e n a n t , dit-il. — A vos ordres mon c o m m a n d a n t , r é p o n d i t le jeune officier eu se r e c u l a n t de quelques p a s . ** L e p r i s o n n i e r était tellement surexcité p a r son p r o p r e désespoir que ce ne fut que q u a n d F o r z i n e t t i lui m i t la m a i n s u r l'épaule qu'il s ' a p e r ç u t de sa présence d a n s la cellule. Alfred Dreyfus a v a i t le visage baigné de l a r m e s ; ses t r a i t s é t a i e n t contractés p a r u n e angoisse indescriptible. — Mou ami, s'exclama le c o m m a n d a n t en fixant s u r lui u n r e g a r d rempli d ' u n e compassion affectueuse. Le détenu sursauta. P u i s d ' u n geste soudain il saisit la m a i n qui s ' é t a i t


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posée sur son épaule et la serra avec force, t a n d i s que d a n s ses y e u x a p p a r a i s s a i t u n e l u e u r de reconnaissance infinie. — Vous m ' a v e z appelé ami, s'exclama le malheur e u x d ' u n e voix t r e m b l a n t e , — donc vous croyez à mon innocence, n'est-ce pas.% i — J e n e crois p a s à v o t r e culpabilité... — Merci mon c o m m a n d a n t , fit le m a l h e u r e u x d'un t o n p é n é t r é de g r a t i t u d e . Alfred D r e y f u s f e r m a les y e u x u n i n s t a n t p u i s il r e p r i t d ' u n e voix v i b r a n t e d ' é m o t i o n : — M a i s alors... Il existe q u e l q u ' u n qui ne m ' a c c u s e pas... qui est disposé à m e défendre... qui 'croit à mon innocence... — OUI... J e vous crois r é p é t a le c o m m a n d a n t . Calmez-vous, j e vous en p r i e c a p i t a i n e D r e y f u s . — Oh ! j e vous r e m e r c i e mon commandant... J e n ' o u b l i e r a i s j a m a i s l'indicible consolation que vos paro-: les m ' a p p o r t e n t à l ' i n s t a n t le p l u s t r a g i q u e de ma vie % S'efforçant de d o m i n e r l'émotion qui l ' é t r e i g n a i t , le c o m m a n d a n t F o r z i n e t t i p a r v i n t enfin à t r o u v e r les m o t s qui e x p r i m a i e n t e x a c t e m e n t sa pensée. E t avec le m ê m e calme et la m ê m e douceur p e r s u a s i v e , q u ' u n p è r e a u r a i t p u employer en s ' a d r e s s a n t à son fils pour' l ' e x h o r t e r à affronter c o u r a g e u s e m e n t u n e l u t t e inévitable, il lui d i t : — J e c o m p r e n d s p a r f a i t e m e n t v o t r e désespoir cap i t a i n e Dreyfus... Accusé d u crime le p l u s a b o m i n a b l e qui se p u i s s e concevoir, incarcéré d a n s line cellule comm e u n v u l g a i r e m a l f a i t e u r , a p r è s avoir été b r u t a l e m e n t a r r a c h é à l'affection de v o t r e famille, c o m m e n t p o u r r i e z v o u s faire a u t r e m e n t que de céder a u désespoir ? — A h !... J e vois que vous comprenez e x a c t e m e n t m o n é t a t d'Ame mon c o m m a n d a n t !... M a s i t u a t i o n est Vraiment la p l u s horrible q u ' i l soit possible d ' i m a g i n e r ! — Oui !... J e comprends... M a i s vous n e devriez q u a n d même p a s vous laisser à ce p o i n t là !... U n e


— 39 — accusation ne suffit p a s à c o n s t i t u e r u n e p r e u v e et, s a n s p r e u v e s , p e r s o n n e ne p e u t ê t r e condamné... Q u a n d vous comparaîtrez d e v a n t le t r i b u n a l constitué p o u r vous j u ger, vous n ' a u r e z s a n s doute p a s g r a n d peine à démont r e r v o t r e innocence — E n effet mon commandant... J e crierai bien fort que mon h o n n e u r d'officier n ' a j a m a i s été compromis p a r a u c u n e faute e n v e r s la patrie... L e t r i b u n a l sera bien obligé de faire r e c h e r c h e r l'infâme p e r s o n n a g e qui a organisé l'odieuse m a c h i n a t i o n dont je suis victime... D è s que l'on a u r a démasqué les canailles qui ont t e n t é de me r u i n e r , j e p o u r r a i r e t o u r n e r a u p r è s de m a famille... A p r è s avoir dit ces mots, le c a p i t a i n e D r e y f u s dem e u r a quelques i n s t a n t s immobile, comme r a v i p a r u n e douce vision, comme enveloppé d a n s l ' e x t a s e d ' u n b e a u rêve. I l i m a g i n a i t son r e t o u r a u p r è s de sa famille, la joie b r u y a n t e de ses d e u x enfants h e u r e u x de revoir leur cher p a p a a p r è s u n e longue s é p a r a t i o n et l'émotion de sa chère Lucie. — Courage, capitaine ! s'exclama le c o m m a n d a n t qui n ' a v a i t p a s cessé de l'observer avec la p l u s g r a n d e a t tention. Courage ! — Comme vous voyez, mon c o m m a n d a n t , j ' a i bon • espoir en la j u s t i c e de la F r a n c e que j ' a i t o u j o u r s loyalem e n t et fidèlement s e r v i e ! — B r a v o !... D a n s des circonstances comme celles-ci, u n bon soldat doit faire contre m a u v a i s e f o r t u n e bon cœur et sourire à l ' a v e n i r m ê m e si celui-ci a p p a r a î t comm e u n peu sombre et chargé de quelques n u a g e s ! — Vos paroles m e font b e a u c o u p de bien mon commandant... D a n s l a ' t e r r i b l e situation où je me t r o u v e , la présence d ' u n e p e r s o n n e bienveillante m ' a p p o r t e u n g r a n d soulagement.... .Te ne l'oublierai jamais... • F o r z i n c t t i l ' i n t e r r o m p i t d ' u n geste affectueux.


— 40 — — J e suis h a b i t u é à m ' e x p r i m e r avec franchise, Cap i t a i n e Dreyfus... Si ;je vous p a r l e de cette façon c'est p a r c e q u e j e sens q u ' i l est de m o n devoir de le faire... I I m ' a suffi d ' e n t e n d r e le son de v o t r e voix p o u r ê t r e conv a i n c u de votre innocence... t — E n c o r e u n e fois, merci, mon c o m m a n d a n t ! ^' — A u revoir, c a p i t a i n e Drpyfus, dit le chef de la p r i son p o u r m e t t r e fin à l ' e n t r e t i e n . E t les d e u x h o m m e s se s é p a r è r e n t avec u n e cordiale poignée de main.

CHAPITRE

NUIT

VII.

j

D'ANGOISSE.

— Enfin î... T e voilà, M a t h i e u !... J e commençais a » désespérer ! E t , s'efforçant de d o m i n e r la t e r r i b l e a g i t a t i o n à laquelle elle é t a i t en proie, L u c i e D r e y f u s se p o r t a à la r e n c o n t r e de son beau-frère en lui t e n d a n t les deux m a i n s ayee u n geste p r e s q u e s u p p l i a n t . P u i s , a p r è s l ' a v o i r r e g a r d é fixement d u r a n t quelques i n s t a n t s , elle r e p r i t : — E h bien, M a t h i e u ?... P o u r q u o i ne me dis-tu r i e n ? Qn'est-il a r r i v é Où est Alfred Le j e u n e h o m m e c h e r c h a i t à éviter le r e g a r d de l'épouse de son frère et il p a r a i s s a i t quelque p e u e m b a r rassé. * Celle évidente hésitation porta à soft p a r o x y s m e l ' a n goisse de la p a u v r e femme qui insista encore : — P a r l e , . M a t h i e u !... s'écria-t-elle. P o u r q u o i n e m e


— 41 — réponds-tu pas P o u r q u o i v e u x - t u m e laisser d a n s u n é t a t d ' i n c e r t i t u d e qui m e r e n d folle ! i M a t h i e u D r e y f u s a p p u y a affectueusement sa m a i n s u r le b r a s de sa belle-sœur et, avec u n e douce violence il l'obligea à s'asseoir. — Calme-toi, Lucie, lui dit-il... Il n ' y a a u c u n e r a i son p o u r s ' a l a r m e r de cette façon... — M a i s alors p o u r q u o i ne t e décides-tu p a s à p a r l e r clairement % — P a r c e q u e j e vois que t u es t r è s énervée... T â c h é do t e calmer u n peu — M a i s ne c o m p r e n d s - t u donc p a s que t u me r e n d s folle d ' a n x i é t é '? J ' a i p e u r , M a t h i e u ! — De quoi, L u c i e % Enfin... A s - t u v u quelqu'un. ! . . A s - t u p a r l é a u x collègues d'Alfred ? — J e suis allé chez le c a p i t a i n e Gaubert... — Et... Que t'a-t-il d i t ? i n t e r r o m p i t la j e u n e femme, i n c a p a b l e de m a î t r i s e r l ' i m p a t i e n c e qui la t o u r m e n t a i t . • —- I l ne sait rien, répondit- M a t h i e u . I l n ' a p a s v u 'A If red au j o u r d 'hui.... — Mon Dieu !... s'exclama la m a l h e u r e u s e en p â l i s sant. E t alors % Que serait-il a r r i v é 1,. Quelle est t o n o p i nion au sujet de ce r e t a r d qui m e p a r a î t inexplicable — Mon opinion ! . . Oh !... J e n ' a i a u c u n e Qpinion bien précise, m a chère Lucie, m a i s j e te r é p è t e que je n e vois a u c u n e r a i s o n de c r a i n d r e quoi que ce soit... I l n ' y a u r a i t rien d'impossible, p a r exemple, à ce que le M i n i s t r e ait c h a r g é Alfred d ' u n e mission u r g e n t e qui l'a abligé à quitter Paris immédiatement... — Non, M a t h i e u , cela n ' e s t p a s possible... — E t pourquoi pas ? , — P a r c e q u e je connais assez mon m a r i p o u r ê t r e s û r e de ce qu'il n ' a u r a i t p a s q u i t t é P a r i s s a n s me p r é v e nir., n e serait-ce que p a r téléphone... A h !... M o n c œ u r m a 9

CI..

LlVKA.': t

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— 42 — dit qu'il doit être a r r i v é quelque chose de t r è s g r a v e ! — E t que p o u r r a i t - i l bien être a r r i v é , m a p e t i t e Lucie •? L a j e u n e femme ne r é p o n d i t p a s t o u t de suite et, a p r è s avoir réfléchi u n moment, elle se leva avec u n m o u v e m e n t b r u s q u e , p u i s p r e n a n t son beau-frère p a r la main, elle l'obligea à se lever aussi. — E c o u t e , M a t h i e u , lui dit-elle. V o u d r a i s t u me faire une g r a n d e faveur ? — Certainement... Si c'est*en mon pouvoir... — E h bien, accompagne-moi au Ministère dé la Guerre — T o u t de suite % •mm Oui... J e v e u x m ' e n q u é r i r moi-même de la raison du r e t a r d d'Alfred et je r é u s s i r a i t r è s p r o b a b l e m e n t à savoir quelque chose..... — Mais... à cette heure-ci % objecta le j e u n e h o m m e . avec u n air perplexe. — Q u ' i m p o r t e ! . . Est-ce que t u ne c o m p r e n d s p a s que si j e r e s t e dans,cette i n c e r t i t u d e je finirai p a r perdre la r a i s o n ! . . J e ne p e u x p l u s a t t e n d r e , M a t h i e u !... J ' a i besoin de savoir !... I l f a u t que, j e puisse avoir u n e certitude... Accompagne-moi je t ' e n p r i e ! '— Si t u y tiens t a n t que ça, je t ' a c c o m p a g n e r a i , L u cie... Allons-y donc % — - Oui M a t h i e u , allons t o u t de suite L e frère du c a p i t a i n e avait compris qu'il ne lui aur a i t p a s été possible de t r o u v e r u n a r g u m e n t qui a u r a i t p u convaincre sa belle-sœur de r e n o n c e r à ce projet. 11 l'aida à m e t t r e son m a n t e a u et quelques i n s t a n t s p l u s t a r d , tous deux se t r o u v a i e n t d a n s la r u e . A ce moment, le j e u n e homme r e m a r q u a que Lucie t r e m b l a i t de tous ses m e m b r e s et qu'elle était tellement pâle qu'elle p a r a i s s a i t s u r le point de défaillir. P r i s de pitié, il lui offrit son b r a s et m u r m u r a :


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— Courage Lucie !... J e t ' e n p r i e !... N e te laisse p a s a b a t t r e p a r u n e c r a i n t e injustifiée 1 L a m a l h e u r e u s e b a l b u t i a quelques p a r o l e s i n i n t e l ligibles et suivit son beau-frère. A p r è s avoir fait quelques p a s elle p a r u t se r a n i m e r u n p e u et b i e n t ô t ce fut elle qui guida le j e u n e h o m m e , m a r c h a n t avec u n e extrême rapidité. A u bout d ' u n q u a r t d ' h e u r e , ils a t t e i g n i r e n t la r u e S a i n t - D o m i n i q u e et s ' a r r ê t è r e n t d e v a n t le m a j e s t u e u x édifice d u M i n i s t è r e de la G u e r r e . Accablée p a r la f a t i g u e et p a r l ' é v é n e m e n t , L u c i e a v a i t du s ' a p p u y e r c o n t r e son beau-frère p o u r ne p a s tomber. L e p a l a i s semblait e n t i è r e m e n t désert. D e t o u t e façon, a u c u n e des f e n ê t r e s n ' é t a i t éclairée. Seul le factionn a i r e de g a r d e faisait m é l a n c o l i q u e m e n t les cent p a s s u r le t r o t t o i r . S o u d a i n la j e u n e femme lâcha le b r a s de son comp a g n o n et elle s'élança v e r s le soldat qui s ' a r r ê t a avec u n a i r stupéfait, c r o y a n t s a n s doute avoir à faire à une folle. Mais M a t h i e u s ' e m p r e s s a de courir d e r r i è r e elle et il l'obligea à r e c u l e r en la t i r a n t p a r le b r a s , afin d ' é v i t e r que la sentinelle lui fasse q u e l q u ' o b s e r v a t i o n — R e t o u r n o n s à la maison, Lucie lui dit-il..: T o u s les b u r e a u x du m i n i s t è r e sont fermés et nous ne p o u r r o n s c e r t a i n e m e n t r i e n savoir... Mais la j e u n e femme f r a p p a du pied sur le t r o t t o i r et elle s'exclama d ' u n e voix s t r i d e n t e : — N o n !... J e ne r e n t r e r a i p a s a v a n t d'avoir eu des nouvelles de m o n m a r i ! — M a i s il n ' y a p e r s o n n e ici p o u r t ' e n d o n n e r m a p a u v r e e n f a n t ! Ne vois-tu p a s que la p o r t e d ' e n t r é e est fermée ? A l o r s la j e u n e femme d o n n a libre cours à son im- •


— 44 — m e n s c douleur. Elle p o r t a les m a i n s à son visage et fondit en larmes, p l e u r a n t désespérément. — Alfred ! m o n Alfred !... gémissait elle p a r m i ses sanglots. C ' é t a i t le cri de son p a u v r e cœur déchiré p a r l ' i n c e r t i t u d e et p a r u n horrible p r e s s e n t i m e n t . — V i e n s Lucie, allons-nous en !... I l est inutile de r e s t e r ici ! lui dit Mathieu, ne s a c h a n t que faire p o u r la consoler. E t il t e n t a de l ' e n t r a î n e r , niais elle lui opposait u n e tenace résistance. — Allons-nous en Lucie !.. Sois raisonnable insita-il. — N o n p a s encore !... J e veux d'abord... — Que v e u x - t u % — J e veux d e m a n d e r quelque chose à la sentinelle... •— Non Lucie... Ne fais p a s cela... Ça ne p o u r r a i t servir q u ' à r e n d r e Alfred ridicule a u x y e u x de tous ses collègues... Demain t o u t le Ministère ferait des gorges chaudes sur le fait que la femme du capitaine Dreyfus était, à u n e h e u r e du m a t i n , à la recherche de son m a r i qui n e s'était p a s m o n t r é au domicile conjugal — C'est vrai t u as raison Mathieu... Mais comment Wttis-je pouvoir r é s i s t e r ? E t la malheureuse laissa é c h a p p e r u n pi*ofond soupir t a n d i s que son r e g a r d é p e r d u ne cessait d ' e r r e r le long des fenêtres du sombre édifice p o u r se poser ensuite s u r la sentinelle avec un air de m u e t t e et anxieuse i n t e r r o gation. Ce fut alors cme le soldat s'avança vers les deux personnes et les interpella d ' u n e voix fude : — Que voulez-vous à la fin du compte ?... C'est défendu de s t a t i o n n e r ici !... S a n s r é p o n d r e Lucie recula i n s t i n c t i v e m e n t jusq u ' a u t r o t t o i r opposé. M a t h i e u la rejoignit p r e s t e m e n t p o u r la soutenir car il p e n s a i t qu'elle p o u v a i t s'évanouir d'un m o m e n t à l ' a u t r


— 45 — — Alfred !... s'écria de n o u v e a u la .jeune femme en t en sanglots... Où es-tu ? ^ Allons nous-en Lucie ! dit encore une fois M a t h i e u en l'obligeant doucement à m a r c h e r . I l ne sera p a s p o s sible d ' o b t e n i r a u c u n r e n s e i g n e m e n t a u j o u r d ' h u i m a i s demain matin — D e m a i n m a t i n 1 Que p o u r r o n s - n o u s savoir dem a i n m a t i n ? M a t h i e u ne r é p o n d i t p a s et il continua de guider sa belle-sœur en la t e n a n t p a r le b r a s . A p r é s e n t l'infortunée m a r c h a i t comme u n e a u t o m a t e s a n s p l u s e n opposer la m o i n d r e résistance, sans prononcer u n e p a role, comme si l'indicible t o u r m e n t qui lui déchirait l ' â m e l ' e u t déjà p r i v é e de la faculté de c o m p r e n d r e et de r a i sonner. V o y a n t p a s s e r u n e voiture le frère d'Alfred fit signe au cocher de s ' a r r ê t e r , puis il lui donna l'adresse de la maison et il aida la jeune femme à p r e n d r e place d a n s le véhicule. L'infoi'tiuiée se laissa t o m b e r sur les coussins de la b a n q u e t t e et f e r m a les y e u x . E n ces m o m e n t s t e r r i b l e s elle n ' a v a i t q u ' u n e pensée, ne concevait q u ' u n e seule idée ne p o u v a i t se p o s e r q u ' u n e seule question : « Où était son m a r i ?... Que lui était -il a r r i v é ? écla

;


— 46

CHAPITRE

UNE

LACHE

VIII

VENGEANCE.

— À h !... L e voilà q u i arrive... — Q u i ? demanda A m y N a b o t e n l a n ç a n t u n coup d'oeil i n t e r r o g a t e u r à son compagnon. $j$M,. — Henry... - -» E t le colonel E s t e r h a z y fit u n léger signe de l a t ê t e p o u r désigner u n officier de h a u t e taille q u i se dirigeait v e r s leur table a p r è s avoir r e g a r d é p l u s i e u r s fois a u t o u r de lui avec l ' a i r de chercher q u e l q u ' u n . Q u a n d le n o u v e a u v e n u se f u t a p p r o c h é la j e u n e femme lui tendit, la m a i n en m u r m u r a n t avec a n x i é t é : — E h bien <?... — L e capitaine Dreyfus a é t é a r r ê t é sous l'inculp a t i o n de h a u t e trahison... — Oui... I l a été d é m o n t r é qu'il a v a i t v e n d u dos d o c u m e n t s secrets à l ' a t t a c h é militaire d u colonel E s t e r b a z y se t r a n s f o r m a e n u n sourire ironique. — Cé serait donc lui, fit-il qui a u r a i t organisé cette fameuse e n t r e p r i s e d'espionnage qui¿ depuis quelques


— 47 — t e m p s exaspère à ce p o i n t le h a u t personnel de l ' E t a t Major % — Evidemment ! .mm Veuillez m e r a c o n t e r les p r i n c i p a u x détails C o m m e n t a-t-on découvert le pot-aux-roscs ? Comme vous le savez c e r t a i n e m e n t nous avons une espionne qui a réussi à se faire e n g a g e r comme domestique à l ' a m b a s s a d e d'Allemagne... C'est u n e p e r s o n n e t r è s capable qui s'appelle M m e Bastian... - - Oui... J e sais cela... ïïe bien, en v i d a n t u n e corbeille à p a p i e r s , cette d a m e u n j o u r a t r o u v é u n e feuille déchirée en p e t i t s morceaux... Comme elle le fait t o u j o u r s en p a r e i l cas, elle en a recueilli les f r a g m e n t s et les a recollés, afin de pouvoir p r e n d r e connaissance de ce q u ' i l y a v a i t écrit dessus iAlors, à sa g r a n d e surprise, elle s'est a p e r ç u e de ce q u ' i l n e s'agissait de rien de moins que d ' u n document concern a n t u n des p l u s g r a n d s secrets militaires de la R é p u blique « Elle s ' e m p r e s s a d'écrire a u c o m m a n d a n t du P a t v p o u r lui d o n n e r rendez-vous d a n s l'église de N o t r e - D a m e OLI elle lui remit; le d o c u m e n t dont elle avait pu s ' e m p a r e r d ' u n e façon si i n a t t e n d u e m~ Voilà qui est prodigieusement i n t é r e s s a n t ! s'exclama Ainy N a b o t p o u r dire quelque chose. E t ensuite qu'est-il. a r r i v é ? —• Il est a r r i v é que du P a t y a couru comme un zèbre j u s q u ' a u M i n i s t è r e de la Cl Heure p o u r faire p a r t de sa découverte au général .BoisdcflYe... P o u r raccourcir l'histoire, j e vous dirai seulement que je suis arrivé au minist è r e j u s t e à l ' i n s t a n t où le général était en train d ' e x a m i n e r le f a m e u x papier... Q u a n d il me le m o n t r a , j e ne pus faire a u t r e m e n t que de déclarer que cette écriture ne me semblait p a s inconnue et qu'elle me paraissait absolum e n t identique à celle du capitaine Alfred Dreyfus


— 48

Boisdeffre fit i m m é d i a t e m e n t v e n i r le c a p i t a i n e et u n bref e x a m e n de son é c r i t u r e suffit à d é m o n t r e r sans q u ' i l p u i s s e subsister a u c u n e espèce de doute, que c ' é t a i t bien lui le coupable de cette h o n t e u s e trahison... E s t e r h a z y a v a i t écouté avec u n visible i n t é r ê t le disc o u r s d u colonel. E t q u a n d ce d e r n i e r e u t fini de p a r l e r il d e m e u r a silencieux d u r a n t quelques i n s t a n t s le r e g a r d fixé a u loin d e v a n t lui. P u i s il s ' e x c l a m a tout-à-eoup : —- T r è s bien !... D r e y f u s a v e n d u a u x a l l e m a n d s les s e c r e t s de l ' E t a t - M a j o r F r a n ç a i s !... Cela d é m o n t r e r a le d e g r é de confiance que l'on p e u t accorder à u n juif !... Ce s e r a u n e b o n n e leçon p o u r ceux qui p r é t e n d e n t qu'il ne f a u t p a s t e n i r compte de ce q u ' i l s a p p e l l e n t les p r é j u g é s de r a c e et de religion... Q u a n t à nous, n o u s allons fêter l ' é v é n e m e n t en b u v a n t u n e bouteille de Champagne, car il est incontestable que la découverte d ' u n t r a î t r e est, en d e r n i è r e a n a l y s e , u n h e u r e u x é v é n e m e n t p o u r la P a t r i e . . . P u i s a p p e l a n t u n garçon l'officier o r d o n n a g a i e m e n t : — A p p o r t e z - n o u s u n e bouteille de Moët et C h a n d o n ! Quelques i n s t a n t s p l u s t a r d , le vin p é t i l l a i t d a n s les coupes et le colonel E s t e r h a z y en t e n d i t u n e à A m y N a b o t en s ' e x c l a m a n t : — V i v e la F r a n c e !... A b a s les t r a î t r e s !... L ' e n d r o i t où-ils se t r o u v a i e n t é t a i t u n e p e t i t e t a v e r n e du b o u l e v a r d de Clichy. A cette h e u r e il y r é g n a i t u n e g r a n d e a n i m a t i o n et u n e assez b r u y a n t e gaieté. U n o r c h e s t r e f a n t a i s i s t e j o u a i t des r e n g a i n e s à la mode. A u n c e r t a i n m o m e n t E s t e r h a z y posa son r e g a r d s u r u n e j e u n e femme qui é t a i t assise, seule à u n e t a b l e et qui a v a i t l ' a i r d ' u n e d a n s e u s e de café-concert. P u i s a p r è s l ' a v o i r r e g a r d é e d u r a n t quelques m i n u t e s il m u r m u r a : — Inez — T i e n s ! fit H e n r y . T u la connais toi aussi 1 J e crois bien q u e je la connais


— Que désirez-vous,

49

Monsieur

Mimasse

?

'

X(Page CL'

LlVKAISO.N 7M


• — 51 —

Amy Nabot ne p u t r e t e n i r u n geste de contrariété et elle dit sur u n t o n ironique : — Inez la Mexicaine ! Moi aussi je la connais. Comme t o u t le monde la cbnnait à M o n t m a r t r e . . . Ah ! E s terhazy ! -Te crois que vous aimez u n p e u t r o p les femmes ! L e colonel se b o r n a à sourire sans r é p o n d r e . P u i s il se leva et alla échanger quelques m o t s avec I n e z . A p r è s quelques i n s t a n t s il r e v i n t vers ses deux a m i s et leur d e m a n d a la permission de r e s t e r u n m o m e n t avec la Mexicaine qui p r é t e n d a i t avoir des choses i m p o r t a n t e s à lui dire. A m y lui r é p o n d i t qu'il ne devait p a s se gêner et il r e t o u r n a a u p r è s de la danseuse, s'assit à sa table et comm a n d a u n e a u t r e bouteille de Champagne. U n e Jueur indéffinissable brillait d a n s les y e u x d ' A m y Nabot. Elle t e n a i t son r e g a r d fixé clans le vide, é t r a n g è r e a t o u t ce q u ' i l l ' e n t o u r a i t , comme si elle a v a i t été absorbée d a n s de profondes m é d i t a t i o n s . L e lieutenant-colonel H e n r y ne se lassait p a s de la r e g a r d e r , réfléchissant lui aussi ; que se passait-il doue d a n s l ' â m e de cette femme P e u t - ê t r e . . . P e u t - ê t r e était elle en proie à quelque secrète souffrance Etait-elle p r i s e d ' u n t a r d i f r e m o r d à la pensée d'avoir été cause de la p e r t e de son ancien a m a n t Se repentait-elle de ce qu'elle avait fait ? Enfin, A m y t o u r n a la t ê t e v e r s son compagnon et lui dit d ' u n e voix caressante : ,— V e u x - t u m e faire u n ' p l a i s i r m o n cher ami ? fe-Je suis t o u j o u r s disposé à faire t o u t ce que je p e u ? p o u r t ' ê t r e agréable, m a chérie —- Merci... Alors t u ne refusera p a s de m ' a c c o r d e r ce que ,fe vais te d e m a n d e r % — Mais... D e quoi s'agit-il 9


— 52 — L a j e u n e femme p a r u t hésiter u n i n s t a n t puis elle répondit :

Âccpinpagne-àioi à la prison militaire... — Le colonel la r e g a r d a avec u n a i r stupéfait. , — A la p r i s o n militaire S'exelama-t-il. Mais que veux-tu aller faire là-bas ? — Est-ce que t u n e p e u x p a s le deviner ? » —- J e crois que si... mais à dire la vérité, je préférerais que t u me le dise toi-même en t o u t e franchise...' — E h bien je voudrai.-, voi r Alfred et lui parler... Tu p o u r r a i s bien me faire avoir la permission de m'-entret e n i r u n m o m e n t avec lui n'est-ce p a s % Henry continuait de la regarder avec le plus g r a n d étonnement. — V r a i m e n t nuirmura-t-il. T u voudrais le voir 'i — Oui Le lieutenant-colonel eut comme un vague sourire et il détourna u n p e u la t ê t e . — A l o r s ? I n s i s t a la j e u n e femme avec impatience t u n e v e u x p a s m ' a c c o r d e r cette faveur % — C'est impossible r é p o n d i t l'officier. — Pourquoi % — P o u r diverses raisons ma chérie.... Tu ne devrais pas insister A m y e u t u n geste de dépit. — E t p o u r t a n t , je veux le Voir e n t e n d s - t u J'y tiens absolument — P e r s o n n e ne peut e n t r e r d a n s la prison militaire à l'exception d u personnel de service — Toi, t u peux y e n t r e r q u a n d tu veux mon cher ami les officiers de 1/Etat-Major ont libre accès p a r tout — Cela est vrai Amy, mais toi, tu n'est p a s u n officie r de l ' Ê t à t - M a j o r E t t e r m i n a n t sa p h r a s e p a r un bref éclat de r i r e l'of!


— 53 — fieier p o r t a à ses lèvres sa coupe de .Champagne encore à moitié pleine et la vida d ' u n t r a i t . A m y N a b o t continuait de le fixer avec u n a i r g r a v e et il était facile de voir qu'elle n ' é t a i t n u l l e m e n t disposée à se laisser convaincre aussi facilement. EJt elle r e p r i t tout-à-coup : — T u a u r a i s grand t o r t de me refuser cette f a v e u r que j e t e d e m a n d e — J e t ' a i déjà dit que c'était impossible... T u devrais bien c o m p r e n d r e cela toi même A m y — Ce n ' e s t p a s impossible du tout... V e u x - t u que j e t ' i n d i q u e le m o y e n %

— J'écoute — E h bien : si tu m ' e m m è n e s à la prison avec toi t u peux être s û r que p e r s o n n e n ' o s e r a s'oposer à ce que j ' y entre L e colonel h a u s s a les épaules et se versa encore u n peu de vin t o u t en r e g a r d a n t sa compagne à t r a v e r s ses p a u p i è r e s à demi fermées ; comme s'il avait c r a i n t de lui laisser deviner ce q u ' i l p e n s a i t . Mais p o u r q u o i tiens-tu donc t a n t que çà à voir Dreyfus '! demanda-t-il non sans une pointe de jalousie. Quel i n t é r ê t p e u x - t u avoir à lui p a r l e r à p r é s e n t ? — N e m e pose p a s de questions... J e ne puis que t e répéter que je veux a b s o l u m e n t le voir — E t Esterhazy ? — Oh !... fit A m y avec un a i r dédaigneux. R e g a r d e le. Il est p l u s q u ' à moitié ivre et il a complètement oublié que nous existons... I l est amoureux: de la Mexicaine et il n e demande p a s mieux que de pouvoir rester seril avec

elle H e n r y la r e g a r d a de nouveau avec n u air p e r p l e x e

et il se dit : — Non Elle n ' é p r o u v e certainement a u c u n r e înord Elle n e coimait p a s la pitié Ce n ' e s t a u oon-


— 54 — t r a i r e q u ' u n e liaiue insatiable qui p e u t la pousser vers la geôle de celui dont elle a voulu la perte.....

**

Comme A m y N a b o t l ' a v a i t p r é v u , la sentinelle qui. m o n t a i t la g a r d e d e v a n t la p o r t e de la p r i s o n militaire ne fit a u c u n e difficulté p o u r laisser p a s s e r le l i e u t e n a n t colonel avec la dame qui l'accompagnait. Ils t r a v e r s è r e n t la cour et p é n é t r è r e n t d a n s le long et obscur corridor s u r lequel s ' o u v r e n t les p o r t e s des cellules. H e n r y appela le soldat de g a r d e . — Où a-t'on enfermé le capitaine D r e y f u s ? demanda-t-il. — D a n s la cellule 32 m o n colonel... — P o u v o n s - n o u s le voir % — Oui. m o n colonel, m a i s sans entrer... r o u r o u v r i r la porte, il f a u t u n o r d r e du c o m m a n d a n t de la prison... — Ça ne fait rien... N o u s lui p a r l e r o n s à t r a v e r s le grillage du guichet..... L e s n u m é r o s des cellules é t a i e n t écrits sur les p o r t e s et la j e u n e femme ne p o u v a n t dominer son impatience s'avança la p r e m i è r e le long de la galerie r e g a r d a n t a t t e n t i v e m e n t les i n s c r i p t i o n s ; finalement elle s ' a r r ê t a d e v a n t le numéro 32 et s'exclama : — Voilà !... C'est ici. ! P u i s elle s ' a v a n ç a v e r s la p o r t e et se h a u s s a sur la p o i n t e des pieds pour r e g a r d e r à t r a v e r s le p e t i t guichet. L e c a p i t a i n e était assis s u r u n escabeau, la t ê t e e n t r e les mains, h; regard fixe et comme égare, immobile et t r a gique comme une s t a t u e de la douleur. A m y s'était a t t e n d u e à le t r o u v e r d a n s un état de f u r e u r et d ' i m p é t u e u s e indignation. E t a u lieu de cela,


— 55 — '•elle le voyait calme et t r a n q u i l l e , t o u t a u moins en a p parence. — Alfred ! m u r m u r a - t - e l l e tout-à-coup. L e p r i s o n n i e r t o u r n a la t ê t e vers la p o r t e et leva Ici y e u x v e r s le guichet. — Toi A m y ! s'exclama-t-il en se l e v a n t b r u s q u e ment. L a p â l e u r c a d a v é r i q u e de son visage, l ' e x p r e s s i o n de ses y e u x r o u g i s de l a r m e s laissaient deviner la formidable t e m p ê t e qui r u g i s s a i t d a n s son â m e . Quelle indicible angoisse devait é t r e i n d r e le c œ u r de ee m a l h e u r e u x h o m m e ! U n sourire de joie diabolique a p p a r u t s u r les lèvres de la j e u n e femme q u i , l e r e g a r d a i t fixement s a n s dire u n mot. — Toi, A m y ! r é p é t a Dreyfus, p o u v a n t à peine en croire ses y e u x . P o u r q u o i os-tu v e n u e ici ? — P o u r te voir ! r é p o n d i t la j e u n e femme d ' u n e voix sourde. P o u r te voir a n é a n t i , r u i n é , p e r d u s a n s espoir ! L e c a p i t a i n e r e c u l a d ' u n p a s p u i s il s ' a p p r o c h a do nouveau du guichet et t e n d i t . c n a v a n t ses m a i n s crispées, comme p o u r é t r a n g l e r la m é c h a n t e femme. M a i s celle-ci c o m p r e n a n t qu'elle n e courait a u c u n danger, éclata do r i r e avec u n a i r de t r i o m p h e m é p r i s a n t ; Alfred D r e y f u s d e m e u r a comme h é b é t é . • Cette femme, cette furie p l u t ô t était elle v r a i m e n t Amy Nabot E t a i t - c e r é e l l e m e n t elle ou bien s'agissait-il d ' u n e hallucination ?


— 56 —

CHAPITRE

LE

MATIN"

IX.

SUIVANT.

P o u r Lucie Dreyfus, la n u i t s ' é t a i t écoulée en u n e succession d ' h e u r e s i n t e r m i n a b l e s , d o n t chacune lui a p p o r t a i t de nouvelles a n x i é t é s , de n o u v e a u x t o u r m e n t s . C é d a n t a u x i n s i s t a n t e s p r i è r e s de son beau-frère, la p a u v r e femme s'était r e t i r é e d a n s sa c h a m b r e à coucher et elle s ' é t a i t é t e n d u e s u r le lit, m a i s s a n s se déshabiller. Comment aurait-elle p u s ' e n d o r m i r Comment aurait-elle p u t r o u v e r u n seiú i n s t a n t de r e p o s alors qu'elle est en proie à d'aussi t e r r i b l e s angoisses '? A u m o i n d r e b r u i t v e n a n t de la r u e , elle s u r s a u t a i t , s e levait d ' u n bond et courait vers la fenêtre, a n i m é e d ' u n neuveI. espoir. Mais c'était chaque fois u n e nouvelle désillusion qui l'attendait ! Enfui la longue n u i t p r i t fin et la r u e commença de s ' a n i m e r selon l ' i m m u a b l e r y t h m e de t o u s les j o u r s . A p r è s avoir fait u n e r a p i d e toilette, L u c i e p a s s a d a n s la salle à m a n g e r ou elle t r o u v a les d e u x e n f a n t s q u i v e n a i e n t de se lever et q u ; l ' a t t e n d a i e n t , assis d e v a n t la t a b l e déjà servie p o u r le p e t i t d é j e u n e r du m a t i n . L a femme d u c a p i t a i n e D r e y f u s p r i t place a u p r è s d ' e u x et le p e t i t P i e r r o t r e m a r q u a t o u t de suite que la place de sou j-mpa était d e m e u r é e vide.


— 57 — . — M a m a n , dit-il, pourquoi p a p a ne vient-il p a s encore ! . . J e n ' a i m e p a s déjeuner s a n s l u i L u c i e fut obligée de s e r r e r f o r t e m e n t les lèvres p o u r r e t e n i r le gémissement de détresse qui é t a i t s u r le p o i n t •de lui s o r t i r de la gorge. M a i s elle c o m p r e n a i t q u ' e n p r é sence de ses e n f a n t s elle a v a i t le devoir de faire a p p e l a t o u t e son énergie p o u r dissimuler son indicible douleur. E t c a r e s s a n t la jolie t ê t e du p e t i t garçon, elle r é p o n dit avec douceur. — P a p a a du s o r t i r p l u s t ô t que d ' h a b i t u d e p a r c e q u ' i l devait p r e n d r e son service de t r è s bonne h e u r e , m a i s il r e v i e n d r a bientôt, m o n chéri E t comme p o u r d o n n e r p l u s de force à ses paroles, elle r é p é t a encore d'ime voix que l'émotion faisait t r e m bler : — Oui... I l r e v i e n d r a bientôt... Bientôt... Cela suffit à convaincre le p e t i t garçon qui sourit à sa m a m a n . E t celle-ci f a i s a n t u n effort p r o d i g i e u x p o u r suffoquer les cris de son p r o p r e désespoir, se disposa à v e r s e r le lait et le café d a n s les t a s s e s . Q u a n d les deux e n f a n t s e u r e n t été servis, elle laissa é c h a p p e r u n profond soupir et se figea d a n s u n e immobilité de s t a t u e le r e g a r d fixé d a n s le vide. — E t toi m a m a n , t u ne manges P - d e m a n d a P i e r r o t en a d r e s s a n t à sa m è r e u n cou]) d'oeil i n t e r r o g a t e u r . — N o n mon chéri... J e n ' a i p a s faim... J ' a i u n p e u m a l à la t ê t e A. peine a v a i t elle achevé de dire ces m o t s que la serv a n t e a p p a r u t sur le seuil de la p o r t e en a n n o n ç a : — L e c o m m a n d a n t du P a t y d e m a n d e à voir M a d a m o — L e c p m m a n d a n t du P a t y ? E t Lucie se leva i m m é d i a t e m e n t p o u r aller r e j o i n d r e le v i s i t e u r qui était e n t r é d a n s le salon. Elle le t r o u v a débout à. coté d ' u n guéridon, la m a i n a p p u y é e a u dossier d ' u n e chaise» d a n s u n e a t t i t u d e r i g i d e a s

.CI.

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LIVRAISON 8.


— 58 — le visage crispé d a n s u n e expression froide, sévère, p r e s que m é p r i s a n t e . U suffit à la j e u n e femme de le voir avec cette figure p o u r p r e s s e n t i r qu'elle allait a p p r e n d r e u n e t r è s m a u vaise nouvelle. — A quoi dois-je l ' h o n n e u r d ' u n e visite aussi m a t i nale, M o n s i e u r le c o m m a n d a n t 1 fit-elle d ' u n e voix s u p p l i a n t e . M ' a p p o r t e z - v o u s des nouvelles de mon m a r i ?... Excusez-moi m a i s j e n ' e n p e u x p l u s ! E t la m a l h e u r e u s e se laissa t o m b e r sur u n canapé, t a n d i s que t o u t son corps s ' a g i t a i t d ' u n t r e m b l e m e n t violent. D u P a t y s'inclina t r è s l é g è r e m e n t et il p r i t place s u r u n e chaise en s ' e x c l a m a n t : — E n effet, aMdame... J e suis venu vous a p p o r t e r des nouvelles de v o t r e m a r i — Ah... Dieu soit loué !... E h bien % •— Madame... des circonstances doulouiuursu»... — Ciel 1 s'-écria l ' i n f o r t u n é e en palissant. Qu'est-il arrivé % — J e suis v e n u ici p o u r vous le dire Madame...Votre été a r r ê t é sous l ' i n c u l p a t i o n de h a u t e trahison... A cet i n s t a n t du a P t y s ' é t a i t a t t e n d e à u n e scène de t r a g i q u e désespoir avec des cris des l a r m e s et des lament a t i o n s h y s t é r i q u e s . M a i s il n ' y e u t r i e n de t o u t cela. Madame Dreyfus était demeurée tranquille, extraordin a i r e m e n t tranquille.... , Sa t e r r i b l e s u r e x c i t a t i o n s ' é t a i t calmée comme p a r e n c h a n t e m e n t et le r e g a r d de ses y e u x e x p r i m a i t u n cha-. g r i n p r o f o n d m a i s calme. A p r è s avoir réfléchi quelques i n s t a n t s s u r les paroles qu'elle v e n a i t d ' e n t e n d r e , elle se r e d r e s s a avec un sourire q u i a v a i t quelque chose de bienveillant et d sévère à la fois. . P u i s elle dit avec fermeté ; 1


— 59 — — .Dans ce cas il reviendra b i e n t ô t à la maison, Monsieur le commandant... J e vous remercie de m ' a v o i r r e n du la tranquillité... S a n s a u c u n doute, il s ' a g i t d ' u n e err e u r qui ne t a r d e r a p a s à ê t r e r e c o n n u e L e c o m m a n d a n t était d e m e u r é stupéfait et confus de cette a t t i t u d e i n a t t e n d u e ; il r e g a r d a i t Lucie avec u n a i r indéfinissable, comme indécis sur le sens qu'il fallait -attribuer, à ce qu'elle v e n a i t de dire. A p r è s quelques i n s t a n t s , il r e p r i t la parole et déniai) da : — Avez-vous bien compris ce que j e vous ai dit, Madame 1 — J ' a i p a r f a i t e m e n t bien compris •— V o t r e m a r i a été accusé — De h a u t e t r a h i s o n compléta la j e u n e femme, touj o u r s avec u n calme absolu... J ' e s p è r e que l ' e r r e u r ne t a r dera p a s à ê t r e r e c o n n u e — Croyez-vous v r a i m e n t q u ' i l s'agisse d ' u n e e r r e u r ? L a j e u n e femme j e t a s u r son i n t e r l o c u t e u r u n r e g a r d indigné. — E n douteriez-vous V o u s êtes sans doute convaincu du contraire % s'exclama-t-elle en p r e n a n t à son tour un air méprisant. L'officier h a u s s a les épaules. — J ' e x i g e que vous ine répondiez d ' u n e façon p r é cise s'écria Lucie en se l e v a n t d ' u n b o n d sous l'impulsion de sa fierté o u t r a g é e . V o u s qui êtes u n gentilhomme vous devriez savoir que vous n ' a v e z p a s le droit d ' i n s u l t e r une femme — I l n ' e s t p a s question de cela M a d a m e J e suis ici p o u r accomplir mon devoir et non p o u r a p p r e n d r e u n e leçon de bienséance... Si je m e suis e x p r i m é comme j e viens de le faire c'est p a r c e que nous avons des p r e u v e s de ce que le capitaine Dreyfus a vendu à l ' a t t a c h é milit a i r e de l ' a m b a s s a d e d ' A l l e m a g n e des d o c u m e n t s secrets


— 60 — i n t é r e s s a n t la défense nationale — Cette accusation est t o u t simplement ridicule..... — J e crois p o u r t a n t vous avoir dit, M a d a m e , que n o u s avions des p r e u v e s Pensez-vous donc que n o u s n o u s p e r m e t t r i o n s de p o r t e r u n e telle accusation à la légère % — E t p o u r t a n t il ne p e u t s'agir que d ' u n e e r r e u r , Monsieur le c o m m a n d a n t !... Alfred ne p e u t avoir commis u n tel crime... M a l g r é ce que vous affirmez, je suis absolum e n t certaine de son innocence ! — J e r e g r e t t e v r a i m e n t de ne pouvoir me rallier à votre p o i n t de vue,- M a d a m e A ces mots u n c h a n g e m e n t soudain s'opéra d a n s l ' a t t i t u d e de la j e u n e femme. P r i s e d ' u n e angoisse indicible, elle saisit e n t r e les siennes u n e s des m a i n s de l'officier et se p e n c h a n t vers lui, elle s'écria s u r u n t o n d é c h i r a n t : — V o u s devez me croire, m o n s i e u r le c o m m a n d a n t ! Alfred est innocent !... V o u s pouvez en ê t r e s û r !... Moi qui suis sa femme je le connais bien et j e sais q u ' i l est tout-à-fait incapable de commetre u n e m a u v a i s e action... Il n ' e s t p a s j u s t e qu'il souffre sans avoir r i e n fait de mal... V o u s devez m ' a i d e r , Monsieur le c o m m a n d a n t î... V o u s devez faire en sorte que m o n m a r i soit i m m é d i a t e m e n t r e m i s en liberté... P u i s - j e c o m p t e r s u r v o t r e a p p u i % D u P a t y observait avec u n r e g a r d r e m p l i d ' a d m i r a tion le beau visage do Lucie, illuminé de d e u x g r a n d s y e u x expressifs et profonds, sa bouche d ' u n dessein voluptueux et qui devait savoir donner des baisers exquis, — Ce Dreyfus a u n e femme merveilleuse ! se disaitil. J e l'envierais p r e s q u e , L e s a n g commençait à affluer à son cerveau ; ses veines étaient agitées de p u l s a t i o n s violentes sous la p o u s sée d ' u n a r d e n t désir. D ' u n m o u v e m e n t instinctif il p r i t tout-à-coup la m a i n de Lucie et y déposa u n long b a i s e r . 1


— 61 — — Vous aider % fit-il. P e u t - ê t r e M a d a m e — Ali !... V o u s êtes disposé.... — Oui... J e suis disposé à faire mon possible p o u r lui... Ou, p o u r m i e u x dire, p o u r vous... M a i s il f a u t bien vous r e n d r e compte de ce que les p r é s o m p t i o n s de culpabilité relevées contre v o t r e époux sont écrasantes et n e laissent de place q u ' à bien p e u d'espoir Lucie leva vers lui ses b e a u x y e u x remplis de l a r m e s . . - ' Oh ! Monsieur le c o m m a n d a n t ! fit-elle. J e suis sûre que si vous vouliez, il ne vous serait p a s difficile de d é m o n t r e r l'innocence d ' u n h o m m e qui n ' a commis aucune faute — J e ferai de m o n m i e u x M a d a m e , mais, d ' a b o r d et a v a n t tout, j e dois vous imposer u n e condition indispensable — Laquelle ? Que dois-je faire % — U n e chose bien simple... Conserver le p l u s g r a n a secret a u sujet de ce qui est arrivé... P e r s o n n e ne doit savoir que le capitaine Dreyfus est en prison... Lucie fixa sur l'officier un. r e g a r d i n t e r r o g a t e u r . — P e r s o n n e ne doit le savoir '? rêpéta-t-elle avec u u a i r étonné,. P a s même mes p a r e n t s % P a s m ê m e m o n beau-frère ? — Non... Personne... A b s o l u m e n t personne... — M a i s cela n ' e s t p a s possible Monsieur le command a n t !... T o u t le monde va me d e m a n d e r ce qui. est a r r i v é à mon m a r i et il f a u d r a bien que je réponde... — I l f a u d r a que vous inventiez quoique chose p o u r expliquer son absence... H f a u t à t o u t p r i x éviter u n scandale public, a u t r e m e n t il n ' y a u r a i t plus aucun espoir de sauver le capitaine Dreyfus... — Mais... Que pourrais-je bien dire ? Conseillez-moi M<«*isicur le c o m m a n d a n t , je vous en prie D u P a t y réfléchit un moment et r e p r i t : — L a meilleure chose serait que nous agissions à


— 62 — n o u s deux. Madame... J e vous dirai e x a c t e m e n t ce qu'il conviendra de faire, selon les événements qui se produiront —- J e ferai comme vous m e direz, Monsieur le commandant... Mais où se t r o u v e actuellement mon m a r i ? • D u P a t y d é t o u r n a u n p e u la t ê t e et m u r m u r a : — J e r e g r e t t e infiniment, M a d a m e / . J e n ' a i p a s le droit de vous dire cela — Comment M a i s alors... J e ne p e u x même p a s aller le voir ? — H é l a s , non !... P a s p o u r le m o m e n t U n e expression de t e r r e u r se refléta sur le visage de Lucie. — P u i s - j c lui écrire, a u moins 1 balbutia-t-elle. — P a s même lui écrire !... L e s r è g l e m e n t s s'y opposent formellement... L e s p e r s o n n e s inculpées de h a u t e t r a h i s o n doivent ê t r e m a i n t e n u s a u secret le p l u s rigoureux L e s y e u x de Lucie é t a i e n t r e m p l i s de l a r m e s et elle devait faire des efforts, s u r h u m a i n s p o u r r e t e n i r les s a n - . sanglots qui lui m o n t a i e n t à la gorge. — C'est horrible ! gémit-elle p r é e i s è m e n t j ' a i besoin de paroles affectueuses et consolatrices que moi seule p o u r r a i s lui dire... E t on ne v e u t p a s que je le voie ? -•- Vous p o u r r e z le voir ensuite M a d a m e , dès qu'il ne sera plus au secret... C'est l'affaire de quelques jours... — Mais je voudi ais déjà lui faire savoir que je ne doute p a s de son innocence, comprenez-vous, Monsieur le c o m m a n d a n t ? F a i t e s votre possible p o u r cela, j e vous en supplie ! / m P a t y p o r t a ' e n c o r e une fois à ses lèvres la m a i n de la jolie créature. — J e vous prie de me considérer comme u n ami sincère "Madame, lui dit-il. Ayez confiance en moi... J e vous a s s u r e que je ne négligerai r i e n de ce qui p o u r r a i t contri1

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— 63 — b'uci' a sauvei.' votre m a r i çt p o u r vous êtes agréable. Mais s u r t o u t , gardez bien le secret, n'est-ce p a s °! V o u s n ' a v e z q u ' à dire que le capitaine a dû p a r t i r p o u r u n voyage urgent. Lucie r e t i r a d ' u n geste instinctif la m a i n que le comm a n d a n t avait g a r d é d a n s la sienne et q u ' i l s ' é t a i t mis à caresser a m o u r e u s e u m e n t , et elle lui plongea tout-à-coup son r e g a r d d a n s le blanc des y e u x avec u n e expression de c r a i n t e et de méfiance. Elle v e n a i t de c o m p r e n d r e soudain quel était le vérit a b l e s e n t i m e n t qui se dissimulait sous l ' a t t i t u d e bienveillante et protectrice que dû P a t y a v a i t assumée q u a n d elle lui avait d e m a n d é son aide. Toutefois, elle ne c r û t p a s o p p o r t u n ' d e le t r a i t e r comme il le m é r i t a i t p a r c e qu'elle c o m p r e n a i t bien que cela a u r a i t p u n u i r e à son m a r i . I l fallait qu'elle dissimule son indignation, qu'elle fasse m o m e n t a n é m e n t a b s t r a c t i o n de son orgueil et de son a m o u r - p r o p r e p o u r ne p o i n t r i s q u e r d ' a g g r a v e r la s i t u a t i o n d'Alfred. T a n d i s qu'elle p e n s a i t à cela et que les s e n t i m e n t s t u m u l t u e u x dont son âme était remplie l u t t a i e n t furieusement e n t r e eux, du P a t y ne cessait de la r e g a r d e r t o u t en se disant : — Elle est v r a i m e n t t r è s belle !... P o u r m é r i t e r la g r a t i t u d e d ' u n e femme aussi séduisante on p e u t bien p r e n d r e la peine de faire quelques belles promesses qui a p r è s tout, n ' e n g a g e n t à rien, p u i s q u ' à l'impossible n u l n'est tenu ! L a voix de l ' i n f o r t u n é e c r é a t u r e s'éleva de n o u v e a u . Cette fois ce n ' é t a i t plus avez u n accent s u p p l i a n t , m a i s a u contraire s u r u n ton résolu, h a u t a i n , p r e s q u e d u r . —- Donc, M o n s i e u r le c o m m a n d a n t , fit-elle. V o u s allez faire en sorte que je puisse voir mon m a r i n'est-ce pas %


— 64 — —• C o m m e n t m a d a m e % s'exclama du P a t y avec u n a i r t r è s étonné. Mais ça n ' e s t p a s possible, p u i s q u e v o t r e m a r i est inculpé de h a u t e t r a h i s o n ! J e vous p r i e de ne p l u s r é p é t e r ces paroles injurieuses, M o n s i e u r le c o m m a n d a n t ! s'écria la j e u n e f e m m e t o u t e f r é m i s s a n t e de colère. M o n m a r i n ' a j a m a i s r i e n fait dont il y ait lieu d ' a v o i r h o n t e — J e ne p u i s q u ' a d m i r e r votre confiance en celui d o n t vous portez le nom, Madame... On voit bien que vous l'aimez b e a u c o u p E t , s o u r i a n t avec u n a i r malicieux, l'officier t e n d i t encore u n e fois la. m a i n à Lucie. Mais celle-ci se r e t i r a v i v e m e n t et elle lança à du P a t y u n r e g a r d sévère. L e c o m m a n d a n t en fut t r è s vexé, m a i s il dissimula son dépit sous un sourire c o n t r a i n t . — Ayez u n p e u de p a t i e n c e chère M a d a m e , dit-il. J e f é r u t o u t ce que j e p o u r r a i p o u r vous faire plaisir — On ne le d i r a i t p a s M o n s i e u r le commandant... . — Pourquoi pas ? — P a r c e que vous avez commencé p a r m e refuser hi p r e m i è r e f a v e u r que .je vous ai demandée..... E t d a n s la situation où je me t r o u v e j e n e p u i s m e c o n t e n t e r de vague, promesses Quel orgueil ! s'exclama le c o m m a n d a n t . U n e j o lie c r é a t u r e comme vous, d e v r a i t p o u r t a n t ê t r e p l u s gentille ! L ' a t t i t u d e que vous prenez m a i n t e n a n t n ' e s t certain émeut p a s de n a t u r e à m ' e n c o u r a g e r à vous aider J e , n ' a i p a s besoin de v o t r e aide, M o n s i e u r le commandant...'.. P o u r faire c o m p r e n d r e a u v i s i t e u r qu'elle ne j u g e a i t p a s o p p o r t u n de continuer l ' e n t r e t i e n , la j e u n e femme se leva résolument et s'avança vers la p o r t e . — Alors vous me p r o m e t t e z ? dit du P a t y en se dir i g e a n t vers la sortie.

Le calvaire d'un innocent ; n° 2  

Auteur : D' Arzac, Jules. Ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation Université des Antille...