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a l'exploitation d e l'or -des entreprises agricoles e! forestières A p r è s u n e période d e cinq a n n é e s , à partir d u l* janvier 1 8 5 8 . u n traité devait être passé entre l'État et la c o m p a g n i e p o u r ré­ gler définitivement la concession d u privilège d e r e c h e r c h e et d'exploitation aurifère, et les conditions d e la colonisation d e s terrains c o n c é d é s . Il était d'ailleurs établi q u e l'étendue d e cette concession n e serait pas m o i n d r e d e d e u x cent mille hectares et q u e sa d u r é e serait d'au m o i n s ' v i n g t a n s . L e s cinq a i m é e s fixées c o m m e p é r i o d e préjiminaire sont ex­ pirées d e p u i s le 1 janvier 1 8 6 3 . P e n d a n t cet intervalle, la c o m p a g n i e , q u o i q u e limitée d a n s les r e c h e r c h e s , a n é a n m o i n s toujours couvert au m o i n s ses d é p e n s e s par la valeur d e l'or recueilli et par les résultats d e q u e l q u e s cultures, m a i s elle n'a p u d o n n e r le d é v e l o p p e m e n t nécessaire a ses opérations. C'est a u x capitalistes d e la m é t r o p o l e qu'elle a d û venir d e m a n ­ der, par u n e modification d e ses statuts, u n c o n c o u r s indispen­ sable, et q u e garantissent s u f f i s a m m e n t les résultats o b t e n u s d e p u i s cinq a n s . C e c o n c o u r s lui est acquis é g a l e m e n t d e la part d u G o u v e r n e ­ m e n t , q u i . d a n s la constitution d e la c o m p a g n i e sur d e plus larges b a s e s , n e p e u t voir q u ' u n g a g e d e prospérité industrielle et agricole p o u r la G u y a n e . L e g o u v e r n e u r d e la colonie a a p ­ p u y é le v œ u d e la c o m p a g n i e , p o u r q u e , e n v u e d e d é t e r m i n e r l'accession d e n o u v e a u x capitaux, il fût passé outre a u traité définitif d o n t j'ai parlé plus haut. C'est a u m o m e n t o ù le conseil d'État vient d ' a p p r o u v e r , sul­ la proposition d e M . le ministre d e l'agriculture, d u c o m m e r c e et d e s travaux publics, les statuts d e la nouvelle c o m p a g n i e , qui doit avoir s o n siège a Paris, q u e je viens présenter a l ' E m p e r e u r u n décret p r é p a r é a v e c le c o n c o u r s d u c o m i t é consultatif d e s colonies, et d'accord avec les d é l é g u é s d e la c o m p a g n i e , p o u r la consécration ciudit traité. L e projet d e décret c o n f i r m e , p o u r avoir leur effet jusqu'au 1 janvier 1 8 8 3 , les c o n c e s s i o n s d e droits d e r e c h e r c h e et d'ex­ ploitation d é t e r m i n é e s par le décret d e 1 8 5 7 ; il assure à la c o m ­ p a g n i e la propriété d e s terres e n culture à l'expiration ile la p é r i o d e d e vingt a n n é e s . D e s o n c ô t é , la c o m p a g n i e se s o u m e t à différentes obligations, d o n t voici les principales : I elle payera, a p r è s les dix p r e m i è r e s a n n é e s , la r e d e v a n c e fixe d e 1 0 francs p r é v u e par l'article 3 4 d e la loi sur les m i n e s d u 2 1 avril 1 8 1 0 , et a p r è s cinq a n s , sur le produit net d e ses exploitations aurifères, la r e d e v a n c e proportionnelle i n d i q u é e d a n s la m ê m e loi et d o n t r

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Bulletin officiel de la Guyane française (1863)  

Auteur : Partie 2 d’un ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation Université des Antilles e...

Bulletin officiel de la Guyane française (1863)  

Auteur : Partie 2 d’un ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation Université des Antilles e...

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