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ÉTUDES SPÉCIALES

SUR LES FRUITS DE LA GUYANE FRANÇAISE, DE LEURS RAPPORTS HYGIÉNIQUES ET DE LEUR INFLUENCE MALFAISANTE SUR LA SANTÉ DE L'HOMME ;

ParF.F.LE BLOND, Propriétaire, Chevalier de l'Ordre de Saint-Sylvestre, Premier Juge suppléant du Tribunal de Paix de Cayenne, Officier dans le bataillon des milices et membre de plusieurs Sociétés savantes de Paris.

BORDEAUX. IMPRIMERIE DE TH. LAFARGUE, LIBRAIRIE, RUE

PUITS

DE

BAGNE-CAP,

8.

1855.

MANIOC.org

Bibliothèque Alexandre Franconie

Conseil général de la Guyane


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ÉTUDES SPÉCIALES

SUR LES FRUITS DE LA GUYANE FRANÇAISE, DE

LEURS RAPPORTS

HYGIÉNIQUES

ET DE LEUR INFLUENCE MALFAISANTE SUR LA SANTÉ DE L'HOMME ;

Par F. F . LE BLOND, Propriétaire, Chevalier de l'Ordre de S a i n t - S y l v e s t r e , Premier J u g e suppléant du Tribunal de Paix de C a y e n n e , Officier dans le bataillon des milices et membre de plusieurs Sociétés savantes de P a r i s .

BORDEAUX. IMPRIMERIE DE TH. LAFARGE, LIBRAIRE, RUE

PUITS

DE

BAGNE-CAP,

8.

1855.

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AVANT-PROPOS.

S i n o u s l i v r o n s c e p e t i t é c r i t à l ' i m p r e s s i o n , c'est b i e n m o i n s p o u r o b é i r à u n e p a s s a g è r e satisfaction de n o u s f a i r e c o n n a î t r e , q u ' à celle p l u s flatteuse d'être utile à l ' h u m a n i t é . Ce travail était a r r i v é , depuis un a n , e n l ' é t a t o ù il se t r o u v e a u j o u r d ' h u i ; n o u s n e n o u s e m p r e s s i o n s g u è r e d e le r e n d r e p u b l i c . Quelques personnes bienveillantes auxquelles nous a v i o n s c o m m u n i q u é le m a n u s c r i t , n o u s o n t e n g a g é à le faire i m p r i m e r ; n o u s a v o n s cédé à ce v œ u . L e lecteur sera s a n s d o u t e i n d u l g e n t s'il t r o u v e , c h e m i n f a i s a n t , d e s i n e x a c t i t u d e s d a n s les faits q u e n o u s a v o n s d é c r i t s , c a r il f a u t le p r é v e n i r d ' a v a n c e , q u e n ' a y a n t p a s é t é a i d é p a r p e r sonne , nous n avons dû compter q u e sur nos propres e f f o r t s et s u r n o t r e s e u l e e x p é r i e n c e . Ils o n t p u , p e u t - ê t r e , n o u s faire d é f a u t ; le s a c h a n t , il a u r a é g a r d e n f a v e u r d e l'utilité d o n t cet o u v r a g e p e u t d e v e n i r l ' o b j e t , utilité b i e n é v i d e n t e , s u r t o u t d a n s u n m o m e n t o ù la G u y a n e française est a p p e l é e à j o u e r u n rôle i m p o r t a n t d a n s l'histoire des peuples p a r l'établissement d'une colonie p é n i t e n t i a i r e s u r son sol. N o u s a v o n s cru qu'il était du d e v o i r d e t o u s les h o m m e s d e b i e n , d ' a i d e r , p a r l e u r s c o n s e i l s , la n o u v e l l e p o p u l a t i o n q u i v i e n t p r o g r e s s i v e m e n t h a b i t e r ce v a s t e t e r r i t o i r e p o u r y v i v r e à t o u j o u r s . O n s a i t q u e s u r n o t r e g l o b e il e x i s t e d e b o n n e s e t d e m a u v a i s e s c h o s e s . Dieu a v o u l u p l a c e r le m a u v a i s à c ô t é d u b o n p a r d e s r a i s o n s q u ' i l s'est r é s e r v é s e u l le

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d r o i t d ' e x p l i q u e r . C'est ainsi q u e d a n s u n a u t r e o r d r e de c h o s e s , n o u s v o y o n s de bons et de m a u v a i s j u g e s , de b o n s et d e m a u v a i s m é d e c i n s , e t c . N o u s n e d e v o n s p a s ê t r e é t o n n é s q u ' i l e x i s t e d e b o n s et d e m a u v a i s f r u i t s . 11 f a u t s a v o i r é v i t e r les u n s q u a n d ils p e u v e n t j e t e r le t r o u ble d a n s l ' é c o n o m i e a n i m a l e , et savoir user avec m o d é r a t i o n des a u t r e s , q u e l q u e salutaires qu'ils soient ; car t o u t c e q u i est e x c è s , n u i t à la s a n t é . O n se r é c r i e r a p e u t - ê t r e d e n o u s v o i r p a r l e r m é d e c i n e sans être médecin ; de m i n é r a l o g i e sans avoir étudié cette science ; d'histoire n a t u r e l l e s a n s n o u s en ê t r e o c c u p é s p é c i a l e m e n t , e t c . Si d e p a r e i l l e s q u e s t i o n s n o u s étaient adressées de v i v e voix , n o u s r e s t e r i o n s i m p a s sible c o m m e u n e s t a t u e . G a l i l é e se. m i t à m a r c h e r p o u r c o n v a i n c r e c e u x q u i o s è r e n t d o u t e r d e l a loi d u m o u v e m e n t . P o u r n o u s , n o u s n e ferions q u e des signes , q u i p o u r r a i e n t se t r a d u i r e p a r c e s m o t s : L i s e z et f a i t e s en v o t r e profit. Les fruits q u e n o u s a v o n s décrits sont p a r t a g é s e n d e u x c a t é g o r i e s d i f f é r e n t e s : les f r u i t s d o m e s t i q u e s et les f r u i t s s a u v a g e s ; n o u s a v o n s s u i v i l ' o r d r e é t a b l i p a r le C r é a t e u r l u i - m ê m e , t o u t en m a i n t e n a n t à q u e l q u e s - u n s les n o m s p r i m i t i f s q u e les a n c i e n s i n s u l a i r e s l e u r a v a i e n t donnés. Nous serions donc g r a n d e m e n t récompensé de notre zèle p o u r le b i e n p u b l i c , si u n e s e u l e p e r s o n n e p o u v a i t d i r e u n j o u r : J e m e s u i s a b s t e n u d e f a i r e u s a g e d e tels m a u v a i s fruits , d ' e m p l o y e r telles p l a n t e s a u t r a i t e m e n t d e c e r t a i n e s i n c o m m o d i t é s , et m ' e n s u i s b i e n t r o u v é e ; j e le d o i s à la l e c t u r e d e l ' o u v r a g e d e M . L e B l o n d , s u r les F r u i t s d e la G u y a n e . F r a n c h e m e n t , n o u s n ' a m b i t i o n n o n s pas d ' a u t r e satisfaction q u e celle-là. F.-F.

LE

BLOND.


ÉTUDES SPÉCIALES

SUR LES FRUITS D E

LA

G U Y A N E

F R A N Ç A I S E ,

DE LEURS RAPPORTS HYGIÉNIQUES ET DE LEUR INFLUENCE

MALFAISANTE

SUR

LA

SANTÉ

DE L'HOMME.

PREMIÈRE PARTIE. — FRUITS DOMESTIQUES.

DU C A C A O Y E R

(Theobroma).

Cette plante , dont le fruit a l'écorce ligulée , devenue depuis u n demi-siècle d'un usage si r é p a n d u d a n s le m o n d e entier, est indigène des contrées intertropicales. La c o n s o m m a t i o n alimentaire a trouvé d a n s le fruit du Cacaoyer u n e qualité essentielle. On en use à toute h e u r e de la j o u r n é e . Ses semences h u i l e u s e s , broyées avec du s u c r e , p o u r ôter ses principes a m e r s , nous offrent u n e friandise des plus exquises , sous le nom de chocolat. C e p e n d a n t , les p e r s o n n e s qui o n t les organes digestifs susceptibles , ne peuvent en faire facilement l'absorption , car le cacao e s t , p a r sa n a t u r e , u n s t i m u l a n t t r o p actif p o u r un grand n o m b r e d'individus. On voit souvent les uns , le mêlant avec du l a i t , en faire usage sans i n t e r r u p t i o n ; d ' a u t r e s , être obligés de le s u s p e n d r e plusieurs j o u r s d a n s l'intervalle du mois.


( 2 ) On est arrivé à e x t r a i r e du cacao broyé u n e s u b s t a n c e g r a s s e , p a r le m o y e n du feu, ayant u n e c o u l e u r b l a n c h â t r e que les Créoles n o m m e n t Beurre de Cacao , très-salutaire e n frictions , d a n s les d o u l e u r s r h u m a t i s m a l e s ; cette espèce de graisse est é g a l e m e n t employée à divers usages d o m e s t i q u e s . Le fruit du cacaoyer, cueilli n o u v e l l e m e n t , fournit u n e bière r i c h e en qualités fortement réfrigérantes ; il s e r a i t à désirer que son usage fût plus r é p a n d u . Elle est b o n n e , s u r t o u t dans les e n g o r g e m e n t s g a s t r o - i n t e s t i n a u x . Cet a r b r i s s e a u , indigène à la Guyane , choisit n é a n m o i n s le t e r r a i n qui lui convient p o u r sa b o n n e v e n u e . On le cultive p r i n c i p a l e m e n t d a n s l'île de C a y e n n e , et d a n s les t e r r e s h a u t e s de l'Oyapock : très p e u ailleurs. Le c o m m e r c e n ' e n e x p o r t e a u j o u r d ' h u i q u ' u n e q u a n t i t é d'environ 2 0 , 0 0 0 k i l o g r a m m e s . Avant l'abolition de l'esclavage, on n ' e n exportait pas au-delà de 3 6 . 0 0 0 k i l o g r a m m e s , ce qui p r o u v e q u ' a u c u n p r o p r i é t a i r e r u r a l n ' e n avait j a m a i s fait sa culture exclusive.

DE L'ANANAS

(Dromelia).

F r u i t d é l i c i e u x , ayant la forme d ' u n e p o m m e de p i n , o r i g i naire du P é r o u , cultivé depuis des siècles d a n s t o u t e s les c o n t r é e s situées d a n s la zone t o r r i d e , et m ê m e en T u r q u i e , où il a a c q u i s u n e r e n o m m é e de l u x e , sans q u ' o n p u i s s e n é a n m o i n s p o s s é d e r la b o n n e espèce qui croît d a n s n o s b r û l a n t s climats. L ' A n a n a s de Cayenne est d ' u n e saveur e x q u i s e . Il en est d ' u n e g r o s s e u r de plus du d o u b l e de ceux q u e l'on voit en F r a n c e , ayant la p r o p o r t i o n d ' u n fort pain de s u c r e ; il est connu sous le n o m d ' A n a n a s m a ï p o u r i : c'est la meilleure espèce. L ' u s a g e de ce fruit est de diverses n a t u r e s . Il se m a n g e c r u et est très-délicieux au goût ; ce n ' e n e s t pas n é a n m o i n s la meilleure m a n i è r e , c a r cette c r u d i t é m ô m e n ' e s t pas t r è s s a l u t a i r e . Son j u s l o u r d et i n d i g e s t e , n ' e s t pas favorable aux e s t o m a c s p a r e s s e u x ; m a i s en le m o u i l l a n t , il devient plus


( 3 ) l é g e r et m ê m e réfrigérant. Q u a n t aux e n f a n t s , l'opinion est p a r t a g é e s u r son action. Les u n s c r o i e n t qu'il n'agit p a s favor a b l e m e n t s u r leur économie ; d ' a u t r e s , au c o n t r a i r e , a s s u r e n t q u ' i l e s t salutaire d a n s les affections v é n i m e u s e s des voies digestives. Nous l e u r en avons vu a d m i n i s t r e r le m a t i n , c r u ; et d a n s le c o u r a n t de la j o u r n é e , on a t r o u v é q u e l q u e s vers dans les s e l l e s , s a n s p e u t - ê t r e se r e n d r e c o m p t e si c'était le j u s de ce fruit qui les avaient a g i t é s . Ils ont p u h e u r e u s e m e n t suivre les s e l l e s , c o m m e on avait à c r a i n d r e qu'ils e u s s e n t p r i s une direction a s c e n d a n t e et c a u s e r du d é s o r d r e . L'Ananas s'emploit d a n s les c o n f i t u r e s , les g e l é e s , c'est, t r è s - b i e n ; en t r e m p a n t la p e a u avec du sirop d a n s une c e r t a i n e q u a n t i t é d ' e a u on obtient u n e bière t r è s - r a f r a î c h i s s a n t e . Ce f r u i t , ainsi e m p l o y é , perd sa qualité malfaisante p a r la f e r m e n t a t i o n ; d i s o n s , n é a n m o i n s , q u ' e n en u s a n t avec m o d é r a t i o n , l'Ananas n ' e s t pas susceptible de j e t e r du t r o u b l e sérieux d a n s l'économie.

DU M A N I O C (Iatropha

Manhiot).

Arbuste c a m p a n i f o r m e , d o n t le t r o n c est g a r n i de n œ u d s r a p p r o c h é s . La racine t u b é r e u s e fournit la cassave et le c o u a c , le s u c q u ' o n en extrait est u n violent p o i s o n . Les C r é o l e s , a p r è s l'avoir s é p a r é avec soin du M a n i o c . m a n i p u l é p a r le moyen d ' u n pressoir , s'en servent p o u r le blanchissage du linge. Séché au soleil ou au f e u , ensuite cuit en forme de cassave s u r la platine , le poison s'évapore et laisse u n aliment s a n s d a n g e r p o u r l ' é c o n o m i e . Cette p l a n t e e s t , c o m m e le b a n a n i e r , d ' u n e r e s s o u r c e i m m e n s e d a n s l ' a l i m e n t a t i o n . Elle est indigène à la G u y a n n e , p l u s i e u r s h i s t o r i e n s a s s u r e n t qu'elle y a été i m p o r t é e de l'Afriq u e ; ce qu'il y a de certain , c'est q u ' o n l'avait trouvée chez les sauvages lors d e la d é c o u v e r t e de cette c o n t r é e . Il y a p l u s i e u r s variétés de cette plante ; l ' u n e d'elles se m a n g e c o m m e l'igname , on la désigne sous le n o m de Camanioc, s u b s t a n c e douce et s a l u b r e .


(4

)

Le t r o n c du M a n i o c , coupé en petits morceaux d'environ dix à douze c e n t i m è t r e s de l o n g , s e r t à sa propagation. On le met en t e r r e où il r e s t e quelques j o u r s ; puis , s'annonce la végétation. La t i g e , a p r è s un m o i s , s'élance avec rapidité h o r s du sol. La racine acquiert un volume suffisant dans l'intervalle de huit mois, dans les t e r r e s b a s s e s , et de douze mois d a n s les h a u t e s . Alors elle est séparée du t r o n c et mise en m a n i p u l a t i o n , ce qui exige un t e m p s long et d i s p e n d i e u x , faute d'avoir à Cayenne de certaines m é c a n i q u e s adaptées à ce travail p o u r le simplifier. La farine du Manioc bien cuite au feu , soit en cassave on en c o u a c , conviendrait aux E u r o p é e n s ; un g r a n d n o m b r e d ' e n t r e ceux qui habitent depuis longtemps les colonies , la préfèrent au p a i n . En p r e n a n t l'habitude d'en m a n g e r , leur t e m p é r a m e n t résiste mieux à l'action des maladies tropicales. Nous b a s a n t s u r celte dernière c o n s i d é r a t i o n , q u ' a u c u n écrivain n'a p u encore apprécier, n o u s devons engager l'autorité locale avec la plus ferme conviction, d'y p o r t e r toute son a t t e n t i o n , en h a b i t u a n t les nouveaux venus à ce r é g i m e d a n s la colonie p é n i t e n t i a i r e . Il faut c e p e n d a n t veiller avec la plus s c r u p u l e u s e attention , à ce que les fournisseurs s'obligent à ne d o n n e r q u e de la cassave et du couac, d o n t la cuisson serait r e c o n n u e bien déterminée par la couleur r o u s s e qu'elle acquiert s u r la platine. Cette substance livrée ainsi à la c o n s o m m a t i o n , on n'a pas à c r a i n d r e une digestion lente et pénible que le pain occasionne souvent aux estomacs faibles. Le Manioc est cultivé avec soin p a r les Indiens ; il e n t r e dans la composition de toutes les boissons avec lesquelles ils s'enivrent. La racine comme la feuille sont également employées d a n s le t r a i t e m e n t de leurs m a l a d i e s . Ils savent très-bien éviter le poison que cette s u b s t a n c e r e n f e r m e , c o m m e certains animaux sauvages. A i n s i , le p a q u e , l ' a g o u t i , la b i c h e , le patira , m a n g e n t ce fruit avec u n e avidité s o u t e n u e . La science d e v r a i t , selon n o u s , c h e r c h e r la cause qui fait agir s u r l ' h o m m e l'influence mortelle d ' u n poison aussi subtil et v i o l e n t , l o r s q u e les a n i m a u x que n o u s citons peuvent en m a n g e r i m p u n é m e n t ! Le contre-poison existe-t'il dans la substance du


( 5 ) Manioc m ê m e , ou bien d a n s la peau mince et lisse qui l ' e n v e loppe , que les animaux ne p r e n n e n t pas soin de rejeter, et que l'homme enlève avant de le m e t t r e en manipulation ? Nous oserons être de cet avis. Voici d'ailleurs une r a i s o n , e n t r ' a u t r e s , qui nous porte à l'adopter. On sait que les animaux domestiques sont aussi subitement empoisonnés que l ' h o m m e , dès qu'ils boivent le suc ou eau du Manioc. E h b i e n ! le c o c h o n , p a r e x e m p l e , qui tombe raide mort quand il en fait u s a g e , m a n g e la racine crue avec la plus grande s é c u r i t é , lorsqu'il se trouve dans un c h a m p ou abattis de Manioc. Il peut y rester le plus longtemps p o s s i b l e , n'ayant que cette racine seule p o u r a l i m e n t , sans éprouver la plus légère indisposition ; au c o n t r a i r e , il s'en accommode si b i e n , qu'il s'engraisse à merveille. Ne p e u t - o n pas conclure de cette observation q u e la peau du Manioc est le c o n t r e - p o i s o n placé là par la nature elle-même? Nous laissons à la science l'avantage d'y faire son appréciation et d'en tirer les conséquences d a n s l'intérêt de l'hygiène d o m e s t i q u e . E n a t t e n d a n t , nous d i r o n s que p o u r le p a n s e m e n t d e s ulcères c h r o n i q u e s , le Manioc pilé et mouillé avec du tafia , agit très-salutairement. La feuille n'est pas moins b o n n e , employée extérieurement p o u r les d o u l e u r s r h u m a t i s m a l e s .

DE L'ORANGER

(Malus

aurea).

Bel arbre toujours v e r t , à fleur caryophyllée, il conserve sa v e r d u r e , m ê m e en E u r o p e , où on est parvenu à le transplanter. Le t r o n c , p a r sa d u r e t é , est quelquefois employé dans l'ébénisterie. Le fruit que cet arbre produit est d ' u n beau j a u n e d o r é . II a la forme ronde et renferme des pepins qui sont vermifuges. L'usage de ce fruit est tellement g é n é r a l , qu'il serait hasardeux d'en tirer une mauvaise conséquence sous le rapport de la s a n t é . La n a t u r e semble en avoir placé la m a t u r i t é d a n s la saison chaude à C a y e n n e , comme p o u r t e m p é r e r l'excitation du sang p e n d a n t les grandes chaleurs de l ' É t é . Il peut avoir


( 6 ) alors de l'avantage d'en user, s u r t o u t d a n s les fièvres inflamm a t o i r e s . Le j u s d ' u n e ou de deux o r a n g e s , mêlé à une pinte d'eau avec deux cuillérées de s i r o p , fait une o r a n g e a d e des plus rafraîchissante. Il f a u t , n é a n m o i n s , en m o d é r e r l ' u s a g e , car la bile t r o p d é t r e m p é e p a r l'action de l'acide q u e ce fruit c o n t i e n t , s'infiltre quelquefois d a n s les vaisseaux s a n g u i n s , fatigue s u r t o u t le système nerveux ; celui qui est déjà prédisposé au m o u v e m e n t fébrile , q u i , le plus s o u v e n t , p o u r r a i t s'en débarrasser sans le secours des p u r g a t i f s , est obligé d'y avoir r e c o u r s , à défaut du sulfate de q u i n i n e . On désigne plusieurs espèces d'oranges en d o u c e s , mi-douces et a i g r e s ; cette dernière espèce est aussi acide q u e le citron et peut être employée de la m ê m e m a n i è r e . Les feuilles et les fruits sont le meilleur remède connu p o u r la destruction de la chique , espèce de ciron très-cruel aux E u r o p é e n s . Disons que toutes ces o r a n g e s sont souvent utilement employées dans de certaines i n c o m m o d i t é s , ayant p o u r cause l'inflammation ; mais , n o u s le r é p é t o n s , les p e r s o n n e s en b o n n e santé devront en m o d é r e r l'usage p o u r ne pas é p r o u v e r de d é r a n g e m e n t d a n s leur é t a t , c o m m e cela arrive quelquefois. L'histoire cite la belle allée d ' O r a n g e r s plantée p a r les P P . Jésuites dans le siècle dernier, et dont les fruits étaient en g r a n d e partie c o n s o m m é s p a r les militaires qui faisaient garnison à Cayenne. Il est fâcheux q u e ces a r b r e s , q u i , en même t e m p s o m b r a g e a i e n t la Savane en face de l'hôtel du Gouverneur, dont les fleurs, d a n s la s a i s o n , parfumaient l'air par l e u r s u a v i t é , a t t i r a n t un i n n o m b r a b l e essaim de colibris (polithmus) à mille couleurs , et qui sont si a v a n t a g e u s e m e n t employées d a n s l'hygiène d o m e s t i q u e , aient été a b a t t u s avec leurs fruits p o u r y substituer u n e plantation de m a n g u i e r s dits Saint-Michel. C'est ainsi que , s a n s d i s c e r n e m e n t , on sait faire quelquefois disparaître le bien p o u r le r e m p l a c e r p a r le m a l , Les P P . Jésuites , toujours clairvoyants , ne travaillaient pas ainsi. Ils avaient laissé d ' a i l l e u r s , à Cayenne , des m o n u m e n t s qui ont longtemps a t t e s t é avec h o n n e u r l e u r savant système de colonisation.


( 7 ) DU P O M M I E R dit D E C Y T H È R E .

Bel a r b r e g i g a n t e s q u e , étendant de longues b r a n c h e s , c o m m e le moubin sauvage. Leurs troncs sont de la m ê m e essence. Les fruits se diffèrent par la proportion s e u l e m e n t , mais absolument semblables q u a n t à la saveur. On s'était e m p r e s s é d e propager cette plante à la Guyane , dès qu'elle y fut importée des I n d e s O r i e n t a l e s , u n i q u e m e n t pour la différ e n c e de l'espèce , car n o u s n'avons rien trouvé de très-hygién i q u e dans l'usage de son fruit. On l'emploie quelquefois dans les confitures ; son j u s acidulé le fait aussi m a n g e r d a n s les convalescences. Nous avons cependant l ' a n a n a s , les o r a n g e s , le m o u b i n , e t c . , qui peuvent très-bien le r e m p l a c e r dans ce cas. Nous n o u s rendons peu compte des motifs qui ont fait d o n n e r le n o m de Pomme de Cythère à cette espèce de f r u i t , qui n ' e s t guère a p p r é c i a b l e , si ce n'est que p o u r la forme; car la mythologie nous dit que dans cet a n t i q u e et voluptueux j a r d i n , on envoyait que ceux d'une saveur exquise.

DU MANGUIER

dit S A I N T - M I C H E L

(Gifera

indica).

Cet a r b r e atteint des proportions colossales. Il est originaire des deux I n d e s . Le fruit qu'il produit est filamenteux, ayant la g r o s s e u r de la plus grosse pêche d ' E u r o p e . La Mangue S a i n t Michel est l ' u n des fruits les plus malsains de la Guyane ; chose assez singulière, on l'aime cependant à cause de sa d o u c e u r , s a n s se r e n d r e compte du m a l qu'il p e u t p r o d u i r e dans l ' é c o n o m i e , é t a n t de la plus difficile digestion. Après en avoir m a n g é , les filaments s'attachent aux dents et laissent des difficultés incroyables p o u r les en détacher ; souvent les ongles de la main font l'office d u c u r e - d e n t . Il serait à désirer que t o u t le mal que ce fruit peut faire , se b o r n â t à cette petite difficulté ; mais il n ' e n est p a s ainsi. Nous


( 8 ) allons en d é m o n t r e r les conséquences funestes p o u r l ' a l i m e n tation. Cette espèce de Mangue est la plus r é p a n d u e à la Guyane , il n'y a point d ' é t a b l i s s e m e n t , si minime qu'il s o i t , dans lequel on n ' e n trouve p a s . Le Manguier sert d ' o r n e m e n t à toutes les allées qui traversent o r d i n a i r e m e n t les p l a n t a t i o n s ; de l à , u n e consommation prodigieuse de son fruit, s u r t o u t p a r les n è g r e s ; de là a u s s i , les diverses maladies qui en sont la s u i t e , soit p e n d a n t la s a i s o n , soit a p r è s . Les fièvres continues ou i n t e r m i t t e n t e s qui ont aussi d ' a u t r e s c a u s e s , la d i a r r h é e , la g a s t r o d y n i e , etc. Le plus souvent la c o n s t i p a t i o n , ou e n g o r g e m e n t i n t e s t i n a l ; c e p e n d a n t , cette incommodité n'arrive que par suite de la quantité des filaments accumulés dans l'abdomen que les organes digestifs y renvoient s a n s i n g e s t i o n , alors les intestins s u r c h a r g é s s ' i r r i t e n t , se gonflent et restent inactifs. Un cas de la plus h a u t e i m p o r t a n c e p o u r la s c i e n c e , s'est passé s o u s nos yeux , et vient à l'appui de cette dissertation. Un individu ayant mangé plusieurs Mangues S a i n t - M i c h e l , ressentit u n e constipation t r è s - o p i n i â t r e . Après avoir pris des délayants de toutes s o r t e s , et m ê m e quelques c l y s t è r e s , ne t a r d a pas à être atteint d'une fièvre i n f l a m m a t o i r e , c'est d a n s cet état qu'il eut r e c o u r s à un h o m m e de l'art : h e u r e u s e m e n t qu'il s'adressa à un habile E s c u l a p e . Celui-ci crut q u e le seul moyen pratiquable , après avoir examiné l'état du m a l a d e , était d ' i n t r o d u i r e dans le c a n a l , p a r l ' a n u s , une pincette à l'effet d'extraire peu à p e u , avec le plus grand m é n a g e m e n t , les filaments qui formaient une m a s s e p r e s q u e compacte d a n s l ' a b d o m e n . A peine il en a m e n a u n e partie au d e h o r s , que le malade éprouva un grand s o u l a g e m e n t ; il redoubla d'efforts, et avec le r e s t e , il en sortit u n e selle j a u n â t r e accompagnée de gaz i n s u p p o r t a b l e s . Ces filaments furent séparés en n o t r e p r é s e n c e ; n o u s en vîmes d ' u n e longueur qui faisait le double du fruit qui le p r o d u i s a i t , sans pouvoir nous r e n d r e bien c o m p t e si cette a u g m e n t a t i o n provenait du travail de la d i g e s t i o n , ou a u t r e m e n t . La n a t u r e peut seule expliquer ce p h é n o m è n e ; la science serait p e u t - ê t r e i m p u i s s a n t e à le r é s o u d r e . Il est


( 9 ) certain que si l'on prenait soin de ne m a n g e r que le s u c , en le séparant des filaments, le mal q u e n o u s signalons serait sans doute beaucoup d i m i n u é . Nous concluons de ces observations , que ce fruit que quelques p e r s o n n e s croient nutritif, est p o u r nous , un des plus malsains de la Guyane. Les a n i m a u x m ê m e en éprouvent quelquefois les mauvais effets ; ils n ' e n sont pas moins entraînés p a r le goût à en m a n g e r b e a u c o u p . Le p a q u e , l ' a g o u t i . le maïpouri r e c h e r c h e n t ce fruit avec avidité lorsqu'ils s ' a p p r o chent des établissements ayant des Manguiers à u n e certaine distance des cases. Eh bien ! nous avons r e m a r q u é , en suivant leurs traces dans les forêts, ou en p a s s a n t près de leur gîte , que leurs excréments contenaient d e s filaments de Mangue non digérés. La n a t u r e leur a sans d o u t e donné des moyens plus sûrs que l'homme pour faciliter l'expulsion. Lorsque nos études sur les q u a d r u p è d e s , les o i s e a u x , les r e p t i l e s , les insectes s e r o n t r e n d u e s p u b l i q u e s , le lecteur p o u r r a plus facilement établir les a p p r é c i a t i o n s . E n r é s u m é , la Mangue Saint-Michel est peut-être la cause de bien des maladies. Les E u r o p é e n s doivent s'abstenir d'en m a n g e r , s u r t o u t ceux nouvellement arrivés à Cayenne. 11 y a d'autres espèces de M a n g u e s , celles dites r o n d e s , ayant c e r taines dénominations c o n v e n u e s , et celles q u e l'art a su faire produire par deux espèces différentes , greffées l'une sur l ' a u t r e . Nous n'avons pas les m ê m e s motifs de répulsion p o u r celles-là ; néanmoins , nous r e c o m m a n d o n s à toute p e r s o n n e qui veut ajouter quelque confiance à nos o b s e r v a t i o n s , de n e pas en u s e r i m m o d é r é m e n t . D ' a i l l e u r s , les individus qui ont les organes de la digestion s a i n s , peuvent r é p o n d r e qu'ils n ' o n t éprouvé aucune indisposition sérieuse en m a n g e a n t la Mangue Saint-Michel ; cela peut ê t r e , mais celles qui leur arrivent plus tardivement qu'à d ' a u t r e s , i m p u t é e s souvent à une cause différente, peuvent n'avoir d'autre source que l'usage i m m o d é r é de ce fruit. Les chefs de famille doivent porter la plus grande attention s u r leurs enfants et ne pas leur p e r m e t t r e d'en manger comme ils le font o r d i n a i r e m e n t , car ce fruit concourt aussi à e n g e n -


( 10 ) d r e r les vers qui font tant de victimes parmi ces innocentes créatures. On fait e n t r e r souvent la Mangue Saint-Michel dans les confitures, les gelées, etc. Il serait à d é s i r e r , p o u r le bien-être de l ' h u m a n i t é qu'elle ne fût m a n g é e q u e de cette m a n i è r e .

DU C I T R O N N I E R

(Citrus).

Arbrisseau du g e n r e de l'oranger dont le t r o n c et les b r a n c h e s s o n t , comme ce d e r n i e r , a r m é s de p i q u a n t s longs et a i g u s . Le fruit de cette p l a n t e , plein de j u s a c i d u l é , exerce d a n s l'alimentation u n e influence r e m a r q u a b l e m e n t s a i n e . Il a la forme tantôt r o n d e , tantôt ovale ; la couleur est d ' u n b e a u j a u n e à sa m a t u r i t é . N o u s connaissons peu de fruits d o n t l'emploi soit aussi salutaire p o u r l'économie. Dans les maladies des t r o p i q u e s , dont la plus mortelle e s t , sans c o n t r e d i t , la fièvre j a u n e , le j u s d u citron doit p a s s e r en p r e m i è r e ligne d a n s leur t r a i t e m e n t , soit en boisson mêlé au sirop ou au sucre et pris à fortes d o s e s , soit en clystère ou c o m m e d é l a y a n t , car il est t o u t à la fois alexipharmaque , a n t i - s c o r b u t i q u e , anti p u t r i d e , rafraîc h i s s a n t , e t c . ; son écorce , ses pepins sont d'excellents v e r mifuges. Bénissons le C r é a t e u r d'avoir fait don aux pays c h a u d s d'une plante de cette n a t u r e ! L ' E u r o p e s'en est e m p a r é e depuis ses relations établies avec les I n d e s et s'en trouve bien de cette précieuse acquisition. Son emploi p o u r la d e s t r u c t i o n de la chique est des plus sûrs ; il consiste à faire bouillir les fruits et les feuilles ensemble que l'on m e t ensuite d a n s u n vase qui p e u t contenir les pieds p e n d a n t une b o n n e h e u r e . E n r é p é t a n t ce r e m è d e u n e fois par j o u r , on arrive à se d é b a r r a s ser e n t i è r e m e n t des traces que cet insecte nuisible laisse aux endroits qu'il a h a b i t é s . Il serait trop long d ' é n u m é r e r tous les cas où ce fruit pourrait ê t r e employé avec succès ; mais , d a n s nos conseils , n o u s dirons aux nouveaux venus à C a y e n n e , avant votre acclimatation, au lieu de liqueurs alcooliques d o n t m a l h e u r e u s e m e n t


( 11 ) on aime quelquefois à faire usage , prenez , c o m m e limonade , d a n s le cours de la j o u r n é e , quelques verres de j u s de citron, mêlé au sirop ou au s u c r e , avec de l'eau n a t u r e l l e , p o u r faire évaporer p a r la t r a n s p i r a t i o n , les m i a s m e s délétères q u e le c h a n g e m e n t de t e m p é r a t u r e p e u t vous c o m m u n i q u e r ; ensuite, lavez-vous deux fois p a r semaine ( ou plus souvent si cela vous convient ) , avec la feuille du citronnier bouillie et mise d a n s un vase à moitié plein d'eau n a t u r e l l e . Avec cette p r é caution h y g i é n i q u e , vous éviterez sans nul doute les fièvres de mauvais caractère.

DE

L'ABRICOTIER.

Cet arbre s'élève à une grande h a u t e u r ; il produit un fruit qui a la forme ronde ; gros d'environ 1 0 à 12 centimètres de diamètre et m ê m e p l u s . O n ne p e u t établir a u c u n e analogie e n t r e cette espèce de fruit et celui du m ê m e nom qui est si apprécié en E u r o p e : p o u r la grosseur comme p o u r le g o û t , la différence est totale. L'Abricot de Cayenne , qui seul doit nous o c c u p e r , est un fruit dur et s u r t o u t coriace. C'est dire assez qu'il est des plus indigestes. Nous avons été témoin d'une indisposition o c c a sionnée chez un individu qui en avait m a n g é le matin. 11 fut t o u r m e n t é , toute la j o u r n é e , par des e m b a r r a s gastriques. Vers quatre h e u r e s de l ' a p r è s - m i d i , après avoir pris diverses infusions de la feuille d'oranger et de Hyapana , sans que l'est o m a c ait pu en faire l'absorption, il fut pris de vomissements r é i t é r é s , et l'Abricot mangé le m a t i n , fut r e n d u en n a t u r e le soir après des efforts inouïs : ce qui peut avoir d o n n é naissance à u n e espèce de gastrocèle dont il se plaignit longtemps. Ainsi en l'état cru , ce fruit est des plus mauvais ; mais dans les confitures, les g e l é e s , o u , mouillé avec du vin, on peut en user sans danger. La noix qu'il r e n f e r m e , quoique i n s u p portable au g o û t , est néanmoins très-recherchée par le p a q u e , gibier par excellence.


( 12 ) DU M E L O N

(Melo).

F r u i t délicieux au goût. La plante qui le produit est r a m p a n t e . T r a n s p l a n t é e d ' E u r o p e à C a y e n n e , le climat tropical a r e n d u son fruit plus sucré q u e dans les régions t e m p é r é e s . Le Melon se m a n g e toujours cru ; il n'est pas , que n o u s s a c h i o n s , employé d ' u n e a u t r e m a n i è r e d a n s l'alimentation. Nous n ' e n g a g e o n s pas les p e r s o n n e s dont les organes digestifs fonctionnent m a l , d'en faire usage à Cayenne, car ce fruit, assez lourd et froid, rend le travail de la digestion très-pénible. Nous avons vu souvent des individus q u i , après en avoir m a n g é , furent obligés d'avoir recours aux délayants p o u r aider l ' e s t o m a c à en faire l'absorption.

DU C O C O T I E R

(Cocos

nucifera).

P a l m i e r à longues feuilles a i l é e s , dont le b o u r g e o n principal se m a n g e . Les feuilles servent quelquefois de n a t t e s , de v o i l e s , etc. La sciure est employée dans la fabrication de l ' e n c r e ; il en découle une l i q u e u r d o n t on fait de l'arak d a n s l ' I n d e . Le t r o n c s e r t , d i t - o n , dans les c o n s t r u c t i o n s ; n o u s croyons q u ' u n e maison édifiée a i n s i , ne serait pas de longue durée. Le fruit du Cocotier (ou Coco p r o p r e m e n t d i t ) , est enveloppé d ' u n e b o u r r e dont la n a t u r e a pris soin d ' e n t o u r e r son écalle c o m m e p o u r la g a r a n t i r de la chute qu'elle éprouve en s'échappant de l ' a r b r e , à u n e h a u t e u r qui arrive quelquefois à plus de 1 5 mètres de h a u t . Cette écaille, bonne à faire des vases et divers u s t e n s i l e s , renferme une a m a n d e h u i l e u s e , ainsi q u ' u n e liqueur un peu f a d e , que les Créoles n o m m e n t o r d i n a i r e m e n t Eau de Coco. On a d o n n é depuis longtemps une r e n o m m é e p r e s q u e p h é noménale au fruit du Cocotier, c o m m e possédant des qualités nutritives et réfrigérantes C'est s u r t o u t en E u r o p e que le Coco est en vogue. On en aurait fait une consommation prodigieuse


( 13 ) si le prix répondait à toutes les b o u r s e s . E h bien ! d i s o n s - l e h a u t e m e n t , que ce fruit, en l'état c r u , est des plus indigestes. Nous aimerions à le voir manger cuit au sirop ou au s u c r e , comme on l'emploie souvent dans la pâtisserie.

DU M E L O N D'EAU

(Melo

aqua).

Ainsi appelé par la grande quantité de j u s qu'il c o n t i e n t ; fruit mélonifère à forme allongée et quelquefois r o n d e . Ce fruit e s t , sans c o n t r e d i t , un des plus sains de la G u y a n e , et p e u t ê t r e du m o n d e . On peut sans danger en m a n g e r s u r a b o n d a m m e n t , sans courir le risque de voir d é t r e m p e r la bile au point d'en exiger l'expulsion. Le j u s n'est p a s seulement réfrigérant, mais il est é m i n e m m e n t calmant d a n s la plénitude h u m o r a l e . L'Européen arrivé nouvellement dans la colonie p e u t , à l'exclusion d'autres f r u i t s , rechercher le Melon d'eau et en user à sa guise. Les vers qui se développent chez les enfants p a r l'usage des autres fruits saporifiques, n'ont j a m a i s donné à r e d o u t e r a u c u n accident par l'action de son j u s . Concluons que c'est le fruit par excellence. La plante qui le produit est r a m p a n t e et n'est j a m a i s sujette aux attaques des évonymoïdes (celastrus) ; r a r e m e n t elle recherche les arbres qui l'avoisinent p o u r s'y attacher comme le lierre. Les S a u v a g e s , de t e m p s i m m é m o r i a l , avaient indiqué aux nouveaux v e n u s , à C a y e n n e , la manière de la cultiver.

DU C O R O S S O L I E R

(Anona).

Arbrisseau polypétalé, dont les b r a n c h e s n o m b r e u s e s sont garnies d'une multitude de feuilles d ' u n e certaine épaisseur. L'usage du j u s de son f r u i t , mélangé avec de l'eau p o u r le r e n d r e plus liquide, n'ôte pas sa qualité indigeste ; il a, de p l u s , le désavantage de toujours conserver u n e odeur peu engageante. On devrait avec modération le r e c o m m a n d e r aux m a l a d e s , car il faut tenir compte du mauvais résultat que son emploi peut


( 14 ) quelquefois occasionner. On a s s u r e , et ce préjugé a pris naiss a n c e aux Antilles peu de temps a p r è s que la plante a été r e connue p r o p r e à l'usage d o m e s t i q u e , — que la feuille employée c o m m e délayant, et s u r t o u t mise d a n s l'eau p o u r se laver, ou r é p a n d u e à profusion dans les lits, est t r è s - c a l m a n t e d a n s les affections n e r v e u s e s . Cette croyance p e u t être mise en d o u t e t r è s - s é r i e u s e m e n t ; car celui dont le système nerveux se trouve d a n s un état d ' e x c i t a t i o n , semble éprouver u n soulagement m o m e n t a n é quand cela a lieu , a p r è s en avoir u s é . Mais bientôt le mal qu'il avait cherché à calmer se fait, s o u v e n t , davantage s e n t i r . L'on est étonné quelquefois d'éprouver l'effet c o n t r a i r e à celui que l'on devait en e s p é r e r . 11 est c e r t a i n , et n o u s s e r i o n s porté à le croire ainsi, q u e l'odeur n a u s é a b o n d e de la feuille du Corossolier exerce s u r les nerfs u n e influence m a u vaise. Nous devons conseiller de ne pas en faire u n usage suivi. Le Corossol est très-employé dans les confitures et les g e lées : c'est la meilleure m a n i è r e d'en u s e r ; car, d a n s l'état c r u , il est peu salutaire p o u r certains t e m p é r a m e n t s .

DE

L'ABRIBATIER.

Arbre de la famille du Corossolier, d o n t le fruit ressemble à ce d e r n i e r p a r la forme et la saveur, m a i s d ' u n e couleur différ e n t e dans sa m a t u r i t é . C'est u n des p l u s mauvais fruits de la G u y a n e ; aussi y e s t - i l i m p o r t é de l ' é t r a n g e r ; h e u r e u s e m e n t p o u r l ' h u m a n i t é , q u e son usage soit aussi b o r n é . Nous avons r e m a r q u é que les p e r s o n n e s qui en m a n g e n t ne j o u i s s e n t j a m a i s d'une b o n n e s a n t é ; celles atteintes de pian, s u r t o u t , en sont le plus m a l t r a i t é e s , car l'Abriba e n t r e t i e n t cette cruelle maladie chez les n è g r e s . Nous engageons les p r o p r i é t a i r e s r u r a u x qui n ' e n ont pas chez eux de s'abstenir d'en p l a n t e r . Une chose assez r e m a r q u a b l e , c'est q u ' o n n e trouve pas aujourd'hui d e u x Abribatiers d a n s la ville de C a y e n n e , tandis q u ' a n c i e n n e m e n t , cette plante y était t r è s - r é p a n d u e .


( 15 ) DU P I M E N T ( Capsicum

).

Genre de p l a n t e , dont le fruit, r o u g e de c o r a i l , est t r è s piquant. Il en est de plusieurs espèces. Mais t o u t e s les variétés de leurs f r u i t s , ne se diffèrent que p a r la forme s e u l e m e n t , toujours semblables q u a n t au goût. Le P i m e n t sert de poivre d a n s la sauce que les Créoles n o m m e n t pimentade, dont ils sont très-friands. Ce fruit est employé de diverses m a n i è r e s , c r u ou confît. Il est aussi en usage clans le t r a i t e m e n t de certaines maladies et préservatif dans plusieurs affections. La feuille d e cette plante sert dans le p a n s e m e n t des maladies cutanées , surtout dans les ulcères c h r o n i q u e s . Les E u r o p é e n s doivent en faire usage ; car son action intérieure tend à paralyser celle des fièvres de mauvais caractères ; c'est un régime à suivre quelques mois a p r è s leur a r r i v é e , car il faut d'abord combattre l'excitation du sang que le c h a n g e m e n t de t e m p é r a t u r e occasionne toujours.

DU B A R B A D I N I E R . Plante c u c u r b i t a c é e , grimpante comme le l i e r r e , indigène à la Guyane. Le fruit approche b e a u c o u p de celui du melon d'eau par le goût et la c o u l e u r , un peu par la forme. La fleur rhabiacée de cette plante est de la m ê m e étamine que celle du m a r i t a m b o u sauvage. L'usage du fruit du Barbadinier n ' e s t pas contraire à la s a n t é , mais il faut avoir soin d'en extraire seulem e n t le j u s et en faire u n e boisson s u c r é e , en y ajoutant un p e u de vin. Les n o m b r e u s e s graines qu'il c o n t i e n t , doivent être r e j e t é e s , parce qu'elles sont indigestes, et sont souvent r e n d u e s en n a t u r e dans les matières fécales a p r è s en avoir mangé. La Barbadine est particulièrement employée d a n s les confit u r e s . La feuille s e r t , comme celles de quelques autres p l a n t e s , d'application à la tête pour faire évaporer l'action du soleil qui donne naissance aux fièvres.


( 16 ) DU S A P O T I L L I E R

(Achras

sapota).

Grand a r b r e m o n o p é t a l e , d ' u n e forme prodigieuse indigène à la Guyane. 11 en est qui atteignent j u s q u ' à 1 5 m è t r e s de hauteur. Le fruit du Sapotillier est d ' u n e saveur exquise et sans égale. Nous voulons parler de la b o n n e e s p è c e , c o m m e on en trouve s u r q u e l q u e s établissements r u r a u x , n o t a m m e n t sur le n ô t r e , situé au canton du Tour-de-l'Ile. On trouve aussi de celle-là d a n s plusieurs j a r d i n s de la cité. La Sapotille, p o u r ê t r e b o n n e , doit être cueillie p r e s q u e en état de m a t u r i t é et m a n g é e deux ou trois j o u r s après ; c'est à cette obligation q u ' e s t due l'impossibilité d'en a p p o r t e r en E u r o p e . Les bateaux t r a n s a t l a n t i q u e s , malgré la rapidité de leur traversée ne p e u vent en exporter que celles cueillies t r o p tôt p o u r être a p p r é ciables. E n vain la science veut t o u t m a î t r i s e r ; il y a de c e r t a i n e s choses que la n a t u r e semble se r é s e r v e r le droit de m a i n t e n i r d a n s leurs climats respectifs , sans qu'il soit possible à l'art de s'en e m p a r e r t o u t - à - f a i t c o m m e cela arrive s o u v e n t . Nous avons vu des Sapotilliers en F r a n c e , abâtardis p a r la t e m p é r a t u r e , ayant q u e l q u e s fruits s a n s saveur a u c u n e , dont on n e p e u t a d m e t t r e la plus simple analogie avec ceux de Cayenne. Ah ! que n o u s voudrions voir servir u n e douzaine de nos b o n n e s Sapotilles bien m û r e s , sur u n e des opulentes tables de P a r i s , accompagnées d'un bel a n a n a s de la meilleure espèce ! c'est alors que la question de savoir si les fruits des colonies valent mieux que ceux de l ' E u r o p e , serait p e u t - ê t r e décidée à l'avantage de l'une ou de l'autre c o n t r é e , question e n c o r e p e n d a n t e jusqu'à présent. La Sapotille est d ' u n e digestion facile et se fond r a p i d e m e n t au palais dès qu'elle s'y trouve en contact. Il est b o n , n é a n moins , d'observer q u e les p e p i n s q u e ce fruit contient , sont mauvais et doivent être rejetés en le m a n g e a n t . On les emploie


(17) souvent c o m m e vermifuges , mais pris en trop grande q u a n t i t é , ils peuvent causer de très-graves p e r t u r b a t i o n s dans l'économie. Ce fruit se mange toujours cru ; il n'est jamais employé d'une a u t r e manière dans l'alimentation.

DU

PARIPOU.

Le palmier qui produit ce fruit, auquel les Indiens ont donné ce nom , est a r m é de piquants très-aigus. Il est incroyable combien à la G u y a n e . la consommation du Paripou est prodigieuse ! On n'ignore cependant pas les qualités malfaisantes de ce fruit; c'est l'un des plus mauvais de cette contrée. Il ne se mange j a m a i s cru et c'est fort heureux , car on aurait à déplor e r bien des cas d'indispositions graves ; m ê m e cuit , il est souvent la cause d'incommodités fâcheuses. Un individu succomba p a r suite d ' u n e irritation i n s u r m o n table de l'abdomen. L'autopsie en fut faite. On trouva du Paripou en n a t u r e , mangé la veille au soir sans aucune digestion. Nous engageons les personnes qui ont l'estomac p a r e s seux de ne point en faire usage.

DU

PAPAYER.

Espèce d'arbre polypétalé , dont les feuilles, les fleurs et les fruits adhèrent au tronc. L'usage q u ' o n fait du fruit de cette plante est très-borné à Cayenne. Le Papayer est originaire des Deux-Indes. Son fruit contient de n o m b r e u x pepins qui sont de précieux vermifuges. Cet arbre n'a j a m i s été propagé à Cayenne , soit parce qu'il ne dure p a s longtemps par la m o b i lité de son tronc spongieux , soit à cause de son fruit qui n'est g u è r e appréciable. Cette plante fournit un lait que la médecine emploie d a n s ses c u r e s . 2


( 18 ) Sous le r a p p o r t de l ' h y g i è n e , le fruit du P a p a y e r ne p e u t ê t r e contraire à la s a n t é , puisqu'il tend à a r r ê t e r le développem e n t des vers chez les enfants ; mais il faut qu'il soit m a n g é bien m û r , a u t r e m e n t , il p o u r r a i t occasionner la dyssenterie.

DU P A L M A - C H R I S T I ( Ricinum

officina ) .

Arbuste corymbifère , appelé avec raison la palme du Christ, d o n t le fruit en forme de régime est d'une g r a n d e r e s s o u r c e d a n s la médecine créole. L'huile q u ' o n y extrait par le moyen du f e u , est employée c o m m e purgatif dans le t r a i t e m e n t de diverses maladies du c l i m a t , et m ê m e en E u r o p e ; son emploi est t r è s - é t e n d u . Il serait long d ' é n u m é r e r tous les cas où cette excellente huile e s t mise en u s a g e . C'est s u r t o u t d a n s la constipation , occasionnée par les fièvres i n f l a m m a t o i r e s , ou de mauvais c a r a c t è r e , que son action est infaillible. Deux cuillerées de Palma-Christi mêlées avec le j u s exprimé de la verveine et du p i e d - p o u l e , forme un lok purgatif qui dégage s u b i t e m e n t les intestins des matières p u t r i d e s qui les r e n d e n t inactifs et qui c a u s e n t la m o r t . Cette huile est un des meilleurs vermifuges c o n n u s . On l'administre d a n s la plus t e n d r e enfance c o m m e dans l'âge le plus avancé. Cette précieuse plante d o n t l'extrait du fruit est d ' u n c o m m e r c e t r è s - é t e n d u d a n s d ' a u t r e s contrées i n t e r t r o p i cales , est peu cultivée à Cayenne. La culture du P a l m a - C h r i s t i est c e p e n d a n t très-facile. On n'en trouve p r e s q u e pas sur ces n o m b r e u x petits établissements fondés p a r les nouveaux libres qui ont pris la place de nos riches plantations de cannes à s u c r e qui alimentaient n a g u è r e le g r a n d c o m m e r c e .

D E LA

PAMPLIMOUSSE.

S o r t e d ' o r a n g e à goût de fraîse de la g r o s s e u r de la tête d'un h o m m e . L ' a r b r e qui produit ce fruit est a r m é de p i q u a n t s longs et aigus , semblables à ceux de nos j e u n e s o r a n g e r s .


( 19 ) On fait si peu usage de ce fruit à Cayenne , que l'on n'a pu encore bien apprécier son influence s u r l'économie. Il est vrai que le désagrément du cédrat qui s'attache au palais et aux lèvres après en avoir mangé e s t , p e u t - ê t r e , une des causes qui empêchent sa propagation à Cayenne. P o u r le r e n d r e plus supportable au g o û t , on y ajoute du s u c r e .

DE L ' A V O C A T I E R ( Palsifera

).

Bel a r b r e dont la fleur à corolles épigynes produit un fruit de la grosseur d'une o r a n g e . Sa feuille est souvent employée d a n s les e m b a r r a s gastriques et dans les fièvres continues. Les feuilles mortes sont très-salutaires prises en infusion. L e fruit de cet a r b r e , d'un goût un peu fade, est toujours pâteux. 11 se m a n g e cru dans les e n t r e m e t s et se délaye rapidement au palais. L'estomac le digère très-facilement. Néanmoins , on doit en bannir l'usage immodéré aux enfants , car ce fruit tend au développement des v e r s . Un cas dont nous avons été témoin o c u l a i r e , il y a environ 2 0 a n s , vient à l'appui de cette observation. Un négrillon de l'âge de 3 a n s , qui avait mangé une certaine quantité de ce f r u i t , fut atteint d'indispositions subites , devenues de plus en plus graves ; il succomba à la suite d'une fièvre de mauvais caractère. L'autopsie du cadavre a m e n a la découverte d'un peloton de vers dans l'estomac qui s'étaient tellement n o u r r i s de ce f r u i t , non d i g é r é , q u ' e n en écrasant q u e l q u e s - u n s , on trouva dans leur intérieur des parcelles en n a t u r e . Nous n'avons pas é t é , de n o u v e a u , témoin d'un cas s e m blable par la r a i s o n , p e u t - ê t r e , que la science aujourd'hui est sans doute moins investigatrice ici qu'à l'époque où nous avons observé ce fait. C'est le contraire en E u r o p e où elle poursuit sans relâche ses immenses progrès ascensionnels. La noix de l'Avocat e s t , comme celle de l'abricot, t r è s recherchée par le p a q u e .


( 20 ) DU C O N C O M B R E (

Cucumis).

Plante g r i m p a n t e , c u c u r b i t a c é e , à fruit long et c h a r n u , importée de l'étranger à Cayenne. Le Concombre se m a n g e c u i t , mais très-indigeste p o u r certains estomacs susceptibles. Il y a plusieurs variétés de cette plante dont l'une d'elles d o n n e le cornichon. Une a u t r e espèce de c o n c o m b r e que l'on croit indigène à la Guyane , également en usage d a n s l'alimentation , appelée c o m m u n é m e n t concombre callebasse, se m a n g e de la m ê m e m a n i è r e . Mais celle de la m ê m e tige à laquelle on a d o n n é le n o m de callebasse-terre, n ' e s t pas en usage d a n s l'alimentat i o n . La graine de cette d e r n i è r e espèce s'emploie contre l'hyd r o p i s i e , et le suc qu'on en e x t r a i t , dit elaterium, est u n violent purgatif. Il faut bien connaître la dose p o u r l'administ r e r aux m a l a d e s . Ce r e m è d e réussit s u r t o u t d a n s le t r a i t e m e n t de l ' a s t h m e : la maladie cède quelquefois à la p r e m i è r e dose de ce vomi-purgatif et ne r e p a r a î t plus.

DU P I S T A C H I E R ( Pistacia

).

P l a n t e r a m p a n t e , é t e n d a n t horizontalement des tiges n o m b r e u s e s . La racine fournit u n e a m a n d e lisse et ovale enfermée d a n s une écale peu d u r e . Dans la t e r r e meuble ou s a b l o n n e u s e , les fruits se multiplient c o n s i d é r a b l e m e n t à m e s u r e que les tiges s'éloignent du t r o n c . C'est u n aliment sain et bon à ê t r e m a n g é soit c r u , ou cuit. On devrait p r o p a g e r cette plante à la G u y a n e , puisqu'elle y est indigène et qu'elle est d ' u n c o m m e r c e prodigieux dans d ' a u t r e s contrées intertropicales. Un indien nous a assuré q u e quelques fruits du P i s t a c h i e r piles et broyés d a n s u n verre d'eau , en y ajoutant un peu de fleur de l'acajou domestique et du miel n o n clarifié, fait u n e boisson anti-fébrile des plus excellentes.


( 21 ) DU T A M A R I N I E R

( Tamaricus

).

Très-bel arbre r o s a c é , s'élevant à une h a u t e u r prodigieuse. L'histoire cite les deux T a m a r i n i e r s de la r u e de Choiseuil qui traverse d'un bout à l'autre la ville de Cayenne. Ces arbres d a t e n t de près d'un siècle. L'un d'eux atteint aujourd'hui près d e 2 0 m è t r e s d e h a u t . L ' i m m e n s e proportion de cet a r b r e écrase son contemporain et le d o m i n e c o m m e l'aigle au somm e t de la m o n t a g n e . Le fruit du T a m a r i n i e r , un peu g o m m é , pétri dans l'eau sans ôter les pepins , mêlé ensuite au sirop ou au sucre et pris à fortes doses , devient un purgatif à force d'être rafraîchissant. Cette sorte de boisson est également bonne dans la dyssenterie, la jaunisse et d'autres i n c o m m o d i t é s ; prise à petites d o s e s , elle calme l'àpreté du sang : c'est aussi un excellent vermifuge. On emploie ce fruit d a n s les confitures de toute s o r t e . Ces diverses manières d'en faire usage , prouvent que le fruit du Tamarinier n'a p a s , comme tant d ' a u t r e s , des qualités malfaisantes. D E LA P O M M E C A N E L L E ( Malus

cascia ) .

L'arbuste qui produit ce fruit, t r a n s p l a n t é à Cayenne dans le siècle d e r n i e r , est originaire des I n d e s orientales. La P o m m e canelle est si peu en usage dans la consommation a l i m e n t a i r e , q u ' o n n'a point fait, j u s q u ' à p r é s e n t , a u c u n e observation de son influence sur l'économie. Nous n'en faisons mention que p o u r constater son existence à la Guyane. C'est d'ailleurs un fruit dont le goût approche de celui du corossolier ; leurs pepins sont tellement ressemblants, qu'on pourrait très-bien les classer de la m ê m e famille. DU BANANIER ( Musa paradisiaca

).

Espèce de roseau à feuilles de 2 à 3 m è t r e s de l o n g , connu j a d i s sous le nom de figuier d ' A d a m . Son fruit l o n g , oblong, en grappes p a r étages , appelé c o m m u n é m e n t régime , ser


( 22 ) d ' u n e alimentation qu'on p e u t dire générale ; c'est le fruit p a r excellence. La Banane est employée de diverses m a n i è r e s p o u r la n o u r r i t u r e de l ' h o m m e c o m m e p o u r celle des animaux d o m e s tiques qui ne l'en aiment pas m o i n s . Mais à l'état cru , ce fruit est d ' u n e difficile digestion et favorise les vers chez les enfants. Quelques p e r s o n n e s , p o u r le r e n d r e plus alimentaire ô t e n t , avant d'en m a n g e r , le filament en forme de petits n œ u d s qui le traverse d'un bout à l'autre p a r le milieu. Nous croyons que c'est une des b o n n e s p r é c a u t i o n s hygiéniques. Si l'on avait soin de r é d u i r e en fécule le fruit du B a n a n i e r , il deviendrait u n e n o u r r i t u r e e n c o r e plus s u b s t a n t i e l l e , s u r t o u t dans la dyss e n t e r i e c h r o n i q u e et dans d ' a u t r e s i n c o m m o d i t é s . Mais à C a y e n n e , l'industrie est fort peu habile à tirer parti de tous les bienfaits que le Créateur a pris soin de placer sous la m a i n de l ' h o m m e en lui laissant l'avantage de les développer d a n s son intérêt. Le tronc du Bananier est employé avec succès dans la p a p e t e r i e . Les feuilles servent à p l u s i e u r s usages d o m e s t i q u e s : s è c h e s , elles donnent, au lit une consistance très-grande qui p e r m e t le r e p o s .

DE LA B A C O V E

( Musa ) .

L e roseau qui produit ce fruit, est de la famille du b a n a n i e r ; il n ' e n diffère que p a r la forme de son fruit et s u r t o u t p a r le goût. La Bacove se m a n g e crue , r a r e m e n t on la fait c u i r e . Il y a u n e espèce qui est indigène à la Guyane , qu'on avait trouvée chez les sauvages à la découverte de celte c o n t r é e . Elle a p r e s q u e disparu depuis q u e nos relations avec les I n d e s orientales o n t introduit à Cayenne plusieurs espèces de différ e n t e s nuances qui s'y sont considérablement p r o p a g é e s et n ' e n sont pas moins b o n n e s . Ce fruit e s t , c o m m e la b a n a n e , un peu indigeste p o u r les estomacs paresseux et aide , c o m m e ce d e r n i e r , en l'état cru ,


( 23 ) à favoriser les vers chez les enfants. Il serait bon que l'on prît plus de précautions p o u r les empêcher de le manger a i n s i , c o m m e ils le font presque toujours.

DU G R E N A D I E R

( Malus

punica ) .

Plante monopétale, originaire du Midi de l ' E u r o p e , importée à Cayenne depuis longtemps , où elle y a réussi à merveille; s o n fruit donne une triple appréciation au goût : douce , a i g r e , m û r e . Le suc précipite la bile et le sirop cordial astringent. Nous n'avons rien r e m a r q u é dans l'usage de la Grenade , trèsrestreint d'ailleurs à Cayenne , qui ait causé , j u s q u ' à p r é s e n t , du désordre dans l'économie.

DU C A L L E B A S S I E R

( Crescentia

).

Arbrisseau qui laisse tomber une fois dans l'année toutes ses feuilles en g é n é r a l , comme on voit les a r b r e s en E u r o p e p e n d a n t l'hiver. Mais la rapide végétation qui s'annonce imméd i a t e m e n t a p r è s , remplace dans moins d'un m o i s , celles que l'arbre a rejetées. Les feuilles mortes comme les nouvelles, sont employées tant intérieurement q u ' e x t é r i e u r e m e n t , dans le traitement de plusieurs i n c o m m o d i t é s . Le fruit du Callebassier atteint diverses p r o p o r t i o n s , depuis la grosseur de la poire j u s q u ' à celle de la citrouille d ' E u r o p e . Ces diverses p r o p o r t i o n s , produites p a r différentes espèces de C a l l e b a s s i e r s , d o n n e n t la faculté à la population rurale de c o m p o s e r , sans beaucoup de p e i n e , tous ses ustensiles de m é n a g e . Il n'y a qu'à ôter la chair pâteuse qui fournit un excellent purgatif, p o u r avoir des coûïcs, des sceaux, e t c . On arrive m ê m e à façonner l'écale du fruit du Callebassier, de telle s o r t e , qu'on le trouve en évidence dans divers cabinets d'éminents personnages d ' E u r o p e . Les n è g r e s , en exprimant le j u s de la Callebasse, o b t i e n n e n t un vomi-purgatif qu'ils p r e n n e n t dans la moindre i n c o m -


( 24 ) m o d i t é , et s'en t r o u v e n t bien de son effet. Ce j u s est un excellent vermifuge. On emploie aussi ce fruit n o n m û r , que l'on fait bouillir et duquel on exprime le j u s que l'on mêle avec du sirop ou du miel p o u r le t r a i t e m e n t de la phthisie p u l m o n a i r e . Il devient ainsi un dépuratif certain.

DU C A R A M B O L I E R

(Averrhoa).

Arbre t é r é b i n t h a c é , i m p o r t é à Cayenne des Indes orientales. Le fruit qu'il produit est ligulé et c h a r n u ; le goût en est acre et le j u s très-acide. A peine si l'on compte u n e centaine de Caramboliers dans toute la G u y a n e . Le peu d ' e m p r e s s e m e n t d a n s la propagation de cette plante doit se justifier, n o n pas à l'égard du climat qui s'y r e f u s e , mais au peu d'usage de son fruit qui n'a pu se placer d a n s la c o n s o m m a t i o n a l i m e n t a i r e , alors s u r t o u t , q u ' o n y a rien trouvé d'hygiénique. N é a n m o i n s , on a s s u r e que le j u s de la C a r a m b o l e , mêlé au sirop ou au s u c r e , d o n n e uue boisson rafraîchissante ; nous n ' e n avons p a s fait l'épreuve. Ce fruit e n t r e très-bien d a n s les confitures. C'est là , nous croyons , q u ' e s t son meilleur emploi.

DU Z U L 1 V I E R . Arbuste de la famille du b a l a t a , plante s a u v a g e , a p p r o c h a n t aussi du sapotillier d o m e s t i q u e . Le Zulivier a été introduit des Indes orientales à C a y e n n e , il y a environ t r e n t e a n s . On n'a point fait là une très-précieuse acquisition ; car le fruit de cette p l a n t e , d ' u n beau j a u n e à sa m a t u r i t é et d ' u n e certaine a p p a r e n c e assez e n g a g e a n t e , fait que l'on est p o r t é quelquefois à en m a n g e r ; mais dès qu'il est brisé p a r les d e n t s , son j u s laiteux et c o l l a n t , imprègne le palais et laisse la bouche assez désagréablement h u m e c t é e . A l'arrivée du Zulîvier à C a y e n n e , on s'était e m p r e s s é d'en p r o p a g e r l ' e s p è c e ; mais l o r s q u e son fruit fut a p p r é c i é à sa


( 25 ) valeur intrinsèque , on n ' e n conserva plus que les p r e m i e r s p l a n t s , qui ne furent p r e s q u e plus renouvelés. Nous ne t r o u vons rien d'ailleurs à signaler dans son usage , sous le rapport de l'hygiène.

DU C A I M I T I E R . Arbre qui est c l a s s é , p a r son e s s e n c e , dans la famille du zulivier. Son fruit, de la grosseur d'une s a p o t e , est b e a u c o u p plus répandu que celui du zulivier, il contient un j u s trèssucré dans la m a t u r i t é . Ce fruit n'est guère appréciable e t laisse , comme celui du zulivier, u n e sorte d'âcreté à la bouche qui fait regretter souvent d'en avoir m a n g é ; son usage même , t r o p s u i v i , peut conduire à la débilitation, et par suite, à la dyssenterie , s u r t o u t si on le mange avant sa complète m a t u r i t é .

DU G I N G E M B R E (Zingiberi). Espèce de roseau qui atteint à peine un m è t r e de haut. La racine odoriférante est piquante c o m m e le poivre. On s'en sert dans différentes sauces. Son emploi en frictions sur les m u s c l e s , quand elle est infusée dans l'eau-de-vie, est très-salutaire dans la douleur pulsative , occassionnée par les fièvres inflamm a t o i r e s , p o u r rappeler la chaleur aux extrêmités refroidies. Elle est b o n n e , s u r t o u t quand on s'en sert i n t é r i e u r e m e n t p o u r activer les fonctions de l ' e s t o m a c , lorsque ses organes sont frappés d'atonie. Cette plante est originaire des pays c h a u d s . Elle croît avec rapidité dès que la racine touche la t e r r e . N o u s voudrions voir son usage plus répandu dans l'intérêt de l'hygiène d o m e s t i q u e . Ma science arrivera peut-être un j o u r , à trouver dans les racin e s de certaines plantes de la G u y a n e , c o m m e le G i n g e m b r e , des antifébriles qui pourraient rivaliser le quinquina. Nous le souhaitons pour l ' h u m a n i t é .


( 26 ) DU CÉRISIER

(Cerasus).

Arbrisseau à branches nombreuses garnies d'une multitude de feuilles d'environ deux c e n t i m è t r e s , q u e l'on croit indigène à la Guyane ; nous sommes porté à p e n s e r au contraire qu'il a été importé de l'étranger. Son fruit est en usage de différentes manières dans l'alimentation, soit cuit au sirop ou au sucre , alors on en fait plusieurs sortes de confitures; soit c r u , ce qui n'est pas moins bon au g o û t , car le j u s est très-rafraîchissant. Les enfants aiment la C e r i s e ; ils en mangent beaucoup à Cayenne comme ailleurs. Ce fruit bien m û r ne paraît pas c o n traire à leur s a n t é , mais ils n'ont p a s toujours la patience d'attendre sa maturité et le cueillent souvent p r e s q u e v e r t ; c'est alors q u e l'acide qui se fait fortement sentir dans cet é t a t , r e m u e leur bile et dérange par conséquent leur santé. A Cayenne, la facilité qu'ont ces innocentes créatures pour se gorger des fruits c r u s , est une d e s causes déterminantes des maladies qui les assiègent souvent. Les parents n'ont pas sur leurs actions u n e surveillance assez active p o u r les détourner de cette mortelle habitude.

DE L ' A R B R E

A PAIN

ou R I M A

(Arbor

panis).

Bel arbre narcissoïde, s'élevant à u n e grande hauteur, o r i ginaire des Philippines. Introduit à Cayenne depuis plus d'un siècle, il s'y est naturalisé à merveille. Son fruit rond et c h a r n u , est d'une grosseur presque égale à celle de la pamplimousse. Il e s t toujours mangé c u i t , soit à l'eau ou séché au f o u r ; alors il remplace le pain. Le frnit de l'arbre à p a i n , quoique trèsnourrissant , est néanmoins toujours v e n t e u x ; c'est dire assez que les personnes d'une difficile digestion doivent s'abstenir d'en faire usage, Une autre espèce d'arbre à pain a é t é introduite à la Guyane, venant de la Chine. Elle avait devancé l'autre de plus de t r e n t e


( 27 ) a n s . Son f r u i t , garni de petits p i q u a n t s i n s e n s i b l e s , est de la m ê m e forme extérieure que celle de l'autre ; mais il y a cette différence q u e ce fruit renferme des pepins de la grosseur de celui du m a r o n n i e r et se m a n g e de la m ê m e m a n i è r e , tandis q u e le p r e m i e r n ' e n contient point. L o r s q u e la p r e m i è r e e s p è c e , dont nous avons parlé plus h a u t , fut i m p o r t é e à C a y e n n e , on a b a n d o n n a totalement la culture de la dernière qui ne se trouve actuellement q u e sur d'anciens établissements.

DE

L'IGNAME

(Dioscorea).

Liane d o n t la r a c i n e , nue ou c h e v e l u e , fournit à la consommation alimentaire une g r a n d e r e s s o u r c e , s u r t o u t à la classe p e u aisée. Il en est d'espèces différentes. L ' I g n a m e , appelé c o m m u n é m e n t pays nègre , i m p o r t é de l'Afrique à Cayenne , est le plus r é p a n d u . 11 est o r d i n a i r e m e n t l o n g ; mais d a n s la t e r r e m e u b l e , il acquiert une grosseur e x t r a o r d i n a i r e , formant plusieurs points latéraux également volumineux, à mesure qu'ils s'éloignent du t r o n c . Ce fruit est t r è s - f a r i n e u x et se m a n g e t o u j o u r s c u i t ; il est de l'espèce chevelue c o m m e celle c o n n u e sous le nom d'Igname Madame. L ' I g n a m e indien est r o n d , plus souvent o b l o n g ; il est i n d i g è n e à la Guyane. Les sauvages ont c o m m u n i q u é cette plante a u x nouveaux venus à C a y e n n e , lors de la découverte de cette c o n t r é e ; cette e s p è c e , quoique aussi farineuse q u e celle dont n o u s avons parlé , est n é a n m o i u s plus a p p r é c i a b l e . Elle dispute le m a r c h é à sa rivale ; ce n ' e s t p a s c e p e n d a n t u n aliment bien précieux p o u r les estomacs faibles.

D E LA

PATATE.

F r u i t c h a r n u et sucré , ayant la forme de la p o m m e de t e r r e . La plante qui le produit est indigène à la Guyane. C'est u n alim e n t s a i n , mais peu facile à la digestion.


( 28 ) Il y a plusieurs variétés de ce fruit à la Guyane ; elles sont toutes d'une même saveur et ne se diffèrent que par la couleur, qui est rougeâtre ou violette, etc. Cuite au sirop ou au s u c r e , la Patate devient un aliment délicieux. Elle sert ordinairement de moyen de fermentation, mêlée au manioc et à la bacove ; boisson qu'on nomme vicou ou cachiri, avec laquelle les I n diens s'enivrent.

DU CALOU

(Hybiscus).

Plante caprifoliacée, si précieuse dans la médecine créole, indigène à la G u y a n e ; on a s s u r e , cependant, qu'elle y a été importée de l'Afrique. Nous ne connaissons pas de fruits, de feuilles ou racines quelconques qui soient autant employés dans les cures. Il y a peu de maladies du climat où la feuille et le fruit du Calou ne passent en première ligne pour la composition des remèdes qui leur sont propres. Les bienfaits qu'on a si souvent obtenus de l'emploi de cette plante depuis des siècles, prouvent son influence salutaire sur l'économie. Comme aliment pour la classe peu a i s é e , le Calou est d'une ressource précieuse; n é a n m o i n s , notre mission ici étant de prémunir le public contre les choses m a u v a i s e s , il faut que nous ayons le courage de lui montrer tous les dangers auxquels il s'expose p a r défaut d'expérience ou d'inattention, si minimes qu'ils soient. Cette plante s'administre le plus souvent c r u e ; on doit avoir l'impérieuse précaution d ' e x t r a i r e , par le moyen d'un linge bien s e r r é , les nombreux petits piquants qui garnissent la feuille et le fruit. Ces p i q u a n t s , quoique peu a i g u s , et qui néanmoins se font sentir au toucher, peuvent s'attacher aux parois de l'estomac pris en boisson, ou dans les intestins pris en clystère ; le remède alors pourrait agir en sens inverse. Mais quand ces piquants sont amortis p a r la cuisson , alors le danger cesse et le remède devient très-salutaire, comme renfermant des propriétés t r è s - r é f r i g é r a n t e s .


( 29 ) DE L'ACAJOU. Arbrisseau r h o d o r a c é , indigène à la G u y a n e , que nous classons dans une position m i x t e , parce qu'il est en m ê m e t e m p s domestique et sauvage. Son f r u i t , connu sous le n o m de P o m m e d'acajou, a la forme de la p o i r e , mais fort peu appréciable. Le j u s est d'une âcreté d é s a g r é a b l e , et n'offre, p a r c o n s é q u e n t , rien de saillant pour l ' a l i m e n t a t i o n , bien qu'on y soit porté quelquefois à en m a n g e r à cause de la b e a u t é du fruit qui fournit une noix s u s p e n d u e au bout inférieur, e n v e loppée d ' u n e écale h u i l e u s e . On l'emploie d a n s le gâteau de n o u g a t ; elle se m a n g e souvent cuite au feu. Dans d ' a u t r e s contrées i n t e r t r o p i c a l e s , cette noix est d'un c o m m e r c e lucratif; à C a y e n n e , à peine y fait-on attention. L'Acajou domestique diffère de l'Acajou sauvage p r o p r e m e n t d i t , en ce que ce d e r n i e r , qu'on ne trouve que dans le fond des forêts, est employé à faire des planches fort estimées dans le monde entier p o u r la confection d e s meubles ; tandis que le p r e m i e r n'offre, d a n s les c u r e s , que son é c o r c e , que l'on fait t r e m p e r d a n s l'eau avec d'autres p l a n t e s , et qu'on emploie p o u r certaines maladies c u t a n é e s .

DU

TAYOVE

(Tajoba).

Espèce de plante malpighiacée, d o n t le b o u r g e o n principal se mange cuit. Mêlé au calou, il devient u n aliment t r è s r e c h e r c h é p a r la classe p e u aisée; quoique i n d i g e s t e , on ne l'envie pas m o i n s . La racine qu'elle fournit se m a n g e c o m m e l'igname et est t r è s - r é p a n d u e dans la consommation alimentaire. N é a n m o i n s , les p e r s o n n e s qui ont les organes digestifs affaiblis, doivent s'abstenir d'en faire u s a g e ; car cette s u b s t a n c e , quoique saine, est cependant d'une difficile digestion. Il y a une autre variété de cette plante dont la racine passe comme auxiliaire d a n s la propagation de l'espèce h u m a i n e . Un I n d i e n , en 1 8 4 7 , nous en montra la forme et nous fit voir les racines qui sont p r o p r e s


( 30 ) à e x e r c e r u n e a c t i o n d i r e c t e s u r la m a t r i c e d e s f e m m e s s t é r i l e s q u i n ' o n t p a s d é p a s s é l'âge d e t r e n t e - c i n q a n s , t e r m e d e r i g u e u r , ou celles d o n t la fécondité e s t i n t e r r o m p u e p a r d e s c a u s e s t e m p o r a i r e s . La r a c i n e , p r i s e a u n o r d à la p l e i n e l u n e , p r o d u i t , d i t - i l , le s e x e m a s c u l i n , et celle p r i s e au s u d , d a n s la n o u v e l l e l u n e , d o n n e n a i s s a n c e au s e x e f é m i n i n . N o u s l ' i n t e r rogeâmes sur deux racines qui étaient attachées ensemble. Ofi paaïca, n o u s répondit-il (deux j u m e a u x ) . Interrogé égal e m e n t s u r la m a n i è r e d ' a d m i n i s t r e r ce r e m è d e . — Avec la p l u s g r a n d e d i s c r é t i o n , à l ' i n s u d e la f e m m e à l a q u e l l e o n s e p r o p o s e d e r e n d r e la f é c o n d i t é . — N o u s a v o n s a p p r i s ce s e c r e t t r o p t a r d !.... O n p e u t , n é a n m o i n s , o b s e r v e r q u e ce r e m è d e , q u e l q u e efficace qu'il puisse ê t r e , n'agit p a s sur d e s p e r s o n n e s qui ont des l é s i o n s d a n s les o r g a n e s d e la g é n é r a t i o n , ce q u i p e u t , p a r c o n s é q u e n t , les r e n d r e i n c a p a b l e s d e p r o p a g e r l ' e s p è c e ; o n d o i t , d a n s ce c a s s e u l e m e n t , n e p o i n t e n faire u s a g e . M a i s q u a n d la s t é r i l i t é p r o v i e n t d ' u n a f f a i b l i s s e m e n t d e c e s o r g a n e s q u i d e v i e n n e n t s o u v e n t i n s e n s i b l e s au s t i m u l u s v é n é r i e n , a l o r s l'effet d i r e c t d e ce r e m è d e agit d ' u n e m a n i è r e p r e s q u e c e r t a i n e p a r sa v e r t u p r o l i f i q u e .

DE

LA CITROUILLE

(Cucurbita).

F r u i t q u i a r r i v e , en E u r o p e , à u n e g r o s s e u r e x t r a o r d i n a i r e . En F r a n c e , ses variétés p r e n n e n t diverses d é n o m i n a t i o n s , telles que potiron,

giraumon,

mélopipore, c o u r g e , pastèque, etc.

La p l a n t e q u i la p r o d u i t r a m p e s u r la t e r r e a v e c sa tige et s e s feuilles. I m p o r t é e à C a y e n n e d e p u i s p l u s de d e u x siècles , c e t t e p l a n t e y a r é u s s i à m e r v e i l l e ; s e u l e m e n t , le c l i m a t t r o p i c a l n ' a p a s favorisé le d é v e l o p p e m e n t d e s o n f r u i t , q u i a b e a u c o u p p e r d u d e la p r o p o r t i o n q u ' i l c o n s e r v e d a n s les p a y s t e m p é r é s . L a m é d e c i n e c r é o l e s ' e s t e m p a r é e d e la fleur d e c e t t e p l a n t e et la m ê l e à plusieurs autres pour composer certains remèdes.


( 31 ) DE

L'AMANDIER

(Amygdalus).

Bel a r b r e o m b e l l i f è r e , i m p o r t é à C a y e n n e d e p u i s p l u s d ' u n s i è c l e , m a i s qui n ' a j a m a i s été p r o p a g é . D a n s les j a r d i n s de la c i t é , c o m m e s u r les é t a b l i s s e m e n t s r u r a u x , l'œil s ' a r r ê t e r a r e m e n t s u r u n a m a n d i e r . L e fruit de cette p l a n t e se m a n g e avec plaisir, et sert d'auxiliaire d a n s l ' é c o n o m i e , c o n c o u r a n t avec a v a n t a g e d a n s la c o m p o s i t i o n des r e m è d e s soporifiques. L e s e n f a n t s le m a n g e n t b i e n ; ils se d o n n e n t s o u v e n t l ' a g r é m e n t d ' a s s i é g e r à c o u p s d e p i e r r e les a m a n d i e r s qu'ils r e n c o n t r e n t s u r l e u r c h e m i n p o u r faire t o m b e r les fruits.

DU

G O Y A V I E R ( Psipium

).

A r b r i s s e a u m y r t o ï d e d o n t le C r é a t e u r , p a r u n e i n é p u i s a b l e b i e n f a i s a n c e , a voulu q u e le c o n t i n e n t a m é r i c a i n e n fût l i b é r a l e m e n t p o u r v u . Si n o u s l'avons classé d a n s la s é r i e des a r b r e s fruitiers d o m e s t i q u e s , c'est qu'il s'y est c l a s s é de l u i m ê m e . E n effet, le Goyavier se tenait j a d i s éloigné des lieux n o u v e l l e m e n t h a b i t é s p a r l ' h o m m e , m a i s d e p u i s q u e les é t a b l i s s e m e n t s successifs se s o n t f o r m é s p a r t o u t , la p l a n t e s ' e s t r a p p r o c h é e de la d e m e u r e d e l ' h a b i t a n t a m é r i c a i n et s'est i m m e n s é m e n t p r o p a g é p o u r ses b e s o i n s . Le fruit q u ' e l l e fournit à la c o n s o m m a t i o n a l i m e n t a i r e , e s t d'un b e a u j a u n e à sa m a t u r i t é , à p u l p e délicieuse et a s t r i n g e n t e ; il se m a n g e cru , m a i s p o u r e n varier la s a v e u r , on le fait c u i r e à petit feu au s i r o p ou au s u c r e . La p â t e ainsi p r é p a r é e , a c q u i e r t u n e c o n s i s t a n c e solide et d o n n e p l u s i e u r s s o r t e s d e c o n f i t u r e s , telles q u e c o m p o t e s , g e l é e s , e t c . On a t o u j o u r s soin d ' e n e x t r a i r e les n o m b r e u s e s g r a i n e s q u e ce fruit r e n f e r m e c o m m e é t a n t d ' u n e d i g e s t i o n p r e s q u e i m p o s s i b l e . Les a n i m a u x m ê m e q u i en u s e n t n e p e u v e n t e n faire u n e c o m p l è t e a b s o r p t i o n . Le Goyavier s e p r o p a g e p a r cette raison q u e les g r a i n e s d e son fruit n e p o u vant ê t r e d i g é r é e s , g e r m e n t q u a n d elles s o n t r e n d u e s e n n a t u r e d a n s les m a t i è r e s fécales.


( 32 ) P o u r arriver à bien nous en rendre compte et compléter pour ainsi d i r e , l'expérience à laquelle nous voulions arriver depuis longtemps sous le r a p p o r t des fruits avec l'hygiène d o mestique , nous avions profité de l'envoi, à C a y e n n e , d'une a u t r u c h e en 1 8 2 8 ( s i nous avons bonne m é m o i r e ) , qui était destinée pour la F r a n c e , venant du Sénégal, à laquelle nous avions fait avaler quelques fruits du Goyavier. Nous avons vu à n o t r e grand é t o n n e m e n t , que les graines étaient r e n d u e s en n a t u r e dans la fiente de l'oiseau : q u e l q u e s - u n e s , s e u l e m e n t , nous avaient paru éprouver une certaine diminution dans leur proportion ordinaire. Nous avons alors acquis la preuve i n contestable que les organes digestifs, malgré un travail des plus laborieux, n'avaient pu cependant arriver à une parfaite ingestion. Le Goyavier ordinaire a deux espèces : l'une m i - d o u c e , touj o u r s percée par les vers qu'on croit que les mouches y d é posent et empêchent souvent d'en faire u s a g e ; l ' a u t r e , tout-àfait a i g r e , que les vers n ' a t t a q u e n t point. Ces deux espèces peuvent également être mangées sans danger p o u r l'économie. GOYAVIER DES

AMAZONES.

Une autre espèce de Goyavier, supérieure à celle que nous venons d'analyser qu'on appelle Goyavier des Amazones, est la meilleure et la plus rare. Son fruit est de la grosseur d'une sapote. Quoique mi-doux , les vers ne l'attaquent pas. Ce nom de Goyavier des Amazones vient d'un fait historique d'un c e r tain intérêt : il est digne d'être mentionné dans cette é t u d e . Des femmes g u e r r i è r e s , connues sous le nom d ' A m a z o n e s , habitaient jadis les bords de ce fleuve i m m e n s e . Elles jouissaient de la vie sans jamais avoir été soumises à la puissance maritale et faisaient périr tous leurs enfants mâles p o u r ne conserver que les filles qu'elles obtenaient de leur commerce libre avec la nation privilégiée des Guamras. Le Goyavier de ce nom était cultivé avec un soin extrême par ces femmes extraordinaires et en faisaient leurs délices. Ce fait nous a été raconté tout au long par un nègre du nom de Valentin, alors


( 33 ) âgé de 7G a n s . Bien q u e n o u s fussions t r è s - j e u n e , n o u s n ' o u bliâmes c e p e n d a n t p a s la n a r r a t i o n qu'il n o u s fit à cet égard et qu'il tenait d'un indien de l'Oyapock âgé de 8 0 a n s . d a n s le village d u q u e l Valentin se trouvait placé d a n s sa j e u n e s s e . Cet indien lui a s s u r a avoir e n t e n d u dire p a r son aïeul ou b i s a ï e u l , d é c l a r a n t q u ' i l avait vu d a n s la région élévée d e s m o n t a g n e s d e l ' O y a p o c k , q u e l q u e s femmes à c o s t u m e g u e r r i e r , q u i lui a s s u r è r e n t qu'elles avaient é c h a p p é , p a r un g r a n d m i r a c l e , d ' u n e g u e r r e d ' e x t e r m i n a t i o n qui e u t lieu e n t r e deux t r i b u s . L e s G u a m r a s avec lesquels elles ne v o u l u r e n t plus p a r t a g e r l e u r lit, et les G u a m d o u l a s a u x q u e l s elles avaient d o n n é la préférence. Cette d e r n i è r e tribu étant plus faible q u e la p r e m i è r e , s u c c o m b a , et sa c h u t e e n t r a î n a la leur en v o u l a n t la défendre c o n t r e la fureur des G u a m r a s . Elles furent p r e s q u e toutes m a s s a c r é e s à l'exception d ' u n e t r e n t a i n e e n v i r o n q u i se sauva et s e dispersa d a n s c e t t e p a r t i e de l ' A m é r i q u e m é r i d i o n a l e . A i n s i , d ' a p r è s ce récit et m a l g r é les c o n t r o v e r s i s t e s , les A m a z o n e s o n t r é e l l e m e n t e x i s t é , et le Goyavier de ce n o m a é t é i m p o r t é à la Guyane p a r ces f e m m e s g u e r r i è r e s . O n voit e n c o r e s u r le bord des rivières de Camopi et d e T a m o r i , en r e m o n t a n t l ' O y a p o c k , des Goyaviers des Amazones q u e les oiseaux ont p r o p a g é s . On en trouve s u r t o u t p r è s des villages i n d i e n s à 2 0 j o u r s du p o s t e militaire de cette rivière q u a n d on fait le trajet à pied. P o u r confirmer cette version de l'existence des Amazones s u r les b o r d s du fleuve de ce nom , n o u s n ' a u r i o n s à citer , c o n t r a i r e m e n t à p l u s i e u r s h i s t o r i e n s qui l'ont t r a i t é de f a b l e , M. de C o n d a m i n e , d a n s son Voyage de Quito à Cayenne , qui a s s u r e avoir p r i s les r e n s e i g n e m e n t s les plus exacts qui lui o n t confirmé ce f a i t , et s u r t o u t Oreillana q u i d i t , l u i , avoir c o m b a t t u c o n t r e les f e m m e s Amazones vers le milieu d u 16. siècle ; mais ni l'un ni l ' a u t r e n'a pu p a r l e r du Goyavier de ce n o m q u ' u n e c o m m u n i c a t i o n traditionnelle a fait p a r v e n i r j u s qu'à nous. e


( 34 )

P. S. — Ile Eldorado. L'histoire ancienne, c ' e s t - à - d i r e , celle qui date de la d é c o u verte de l'Amérique, nous avait transmis un récit qu'elle croyait digne d'être classé au nombre des contes merveilleux des Mille et une Nuits; l'histoire moderne s'est empressée de l'accepter, mais l'offrit à la curiosité publique comme un monument fabuleux de l'ancien temps. L'Ile Eldorado, comme on sait, a été jusqu'à p r é sent, l'objet de nombreuses controverses historiques. On n'a j a mais pu savoir positivement si elle existe et quelle pourrait-être sa situation, ou si c'est effectivement une fable. Cependant le nom semble indiquer un objet c e r t a i n , déterminé auquel on a attribué une richesse minérale surpassant toutes celles connues jusqu'à présent. Les uns l'ont surnommé île, les autres pays, et les h i s toriens de s'empresser de la placer, tantôt entre la Guyane e s p a gnole et la Guyane française, tantôt dans le centre ou à l'extrémité de cette dernière. Voici comme on pourra d'abord s'en rendre compte; c'est dans le composé du nom lui-même. Dora ou Dorwa qui veut dire riche dans la langue Pwpwrwis, nation indienne qui habitait jadis la haute région de notre Guyane vers l'Ouest. Les deux mots El-do ont été ajoutés au nom par les E s pagnols. Les sauvages ayant sans doute laissé comprendre aux premiers conquérants du Nouveau-Monde, que dans un lieu qu'ils n'avaient jamais voulu indiquer, existe un Dora-parima, riche lac ou riche trésor que les Espagnols ont nommé E l - d o r a - d o . La suite de la communication de Valentin que je crois aussi véridique que celle sur les Amazones, va jeter un nouveau j o u r sur la situation véritable de cette île extraordinaire. Mais cette partie de son discours m'ayant été faite sous la foi de la plus inviolable discrétion deux ans après la première, sur mes instances r é i t é rées, c'était pour moi une obligation sacrée de garder le silence sur cet objet. Depuis trente-cinq ans que Valentin n'existe p l u s , il me semble qu'en révélant aujourd'hui ce que j ' a i appris de lui sur l'île d'Eldorado, mon indiscrétion sera pardonnée en faveur de l'importance d'une découverte qui, si elle était tentée et p o u vait réussir, placerait la Guyane Française dans la haute région


( 35 ) d'une prospérité incalculable. Le m o m e n t ne pouvait être mieux choisi pour cette révélation, avec la nouvelle population qui s ' é tablit progressivement dans l'intérieur de ce p a y s ; elle p o u r r a , en continuant les défrichements, parvenir p e u t - ê t r e dans les e n v i rons du lieu où se trouve placée cette riche mine d'or. Tout en reproduisant textuellement la narration de Valentin, autant que j e puis le faire en la traduisant, j e laisserai surgir parfois de certaines expressions natives pour mieux faire ressortir la véracité de son discours. Un jour, me dit-il, en suivant à la chasse le papa Miroubatwa, il nous fit arrêter, Tibwï (jeune Indien) et m o i , dans un lieu extrêmement fourré (forêt épaisse); c'était à environ 42 lieues de notre village, qui était à quelque distance des hautes montagnes de l'Oyapock, dont la chaîne se prolonge au loin et se termine dans de vastes savanes qui vont toucher les bords de l'Amazone. Miroubatwa, après une bonne heure d'intervalle, retourna vers nous tout effrayé; des s u e u r s , cette fois, coulaient, partout son corps déjà appesanti par l'âge : « Je n'ai pu atteindre, nous dit-il, » le bord du lac qui roule plus d'or que tout ce que l'Univers entier » peut en offrir à l'avidité des Européens. Ces destructeurs du » Nouveau-Monde qui savent se parer avec orgueil de leur civili» sation et qui cependant ont eu l'inhumanité de détruire l'empire » des Incas pour ce vain métal. Vous envoyez chez nous quelques » parcelles ramassées par les anciens avec lesquelles vous vous » amusez sans y prendre garde. L'entrée du lac est gardée par de » dangereux reptiles, j'ai voulu y pénétrer par le même chemin » que mon aïeul m'avait indiqué, j'ai failli être mordu par un grage » (serpent extrêmement vénimeux). Je l'aurai terrassé sans doute, » mais l'attaque eût été suivie de plusieurs a u t r e s , et n'étant pas » garanti par un piaille ( remède anti-vénimeux) j'ai dû céder. Mon » intention cependant était de vous faire visiter ce lac immense » au milieu duquel s'élève, en forme pyramidale, une forte » colonne d'or massif représentant la figure d'une île; une d e m i » douzaine d'autres qui l'environnent comme de petits îlots, l a n » cent par intervalles des gerbes d'or qui retombent dans le lac » avec un certain bruit sourd semblable à celui du tonnerre qui » gronde dans le lointain. Je ne vous dis là que bien imparfaite-


( 36 ) » ment, ce que vos yeux vous feront voir un jour en détail. Éloi» g n o n s - n o u s donc d'ici, mes a m i s , car ces serpents si dangereux » peuvent nous poursuivre très-loin. Oh ! combien ces maîtres de » la civilisation (les Européens), c o n t i n u a - t - i l en m a r c h a n t , qui » attachent une si grande importance à ce métal, seraient e u x » mêmes épouvantés en face de tant de richesses (suivant eux) » entassées ici depuis des siècles, et desquelles le grand Miranda » (Dieu) ne permettra jamais la découverte pour le bonheur de l'es» pèce h u m a i n e , et surtout pour le nôtre, car nous deviendrions » victimes de son exploitation. Nos bras seraient consacrés à » fouiller la terre jusque dans ses fondements pour en extraire » jusqu'à la plus petite parcelle d'or qui pourrait s'y trouver; » aussi, e s t - c e sous la foi du plus inviolable serment que je vous » révèle en ce moment ce que j ' a i tenu caché depuis mon enfance. » Très-peu d'Indiens de mon âge ont connaissance de cet endroit; » ceux qui en ont reçu la communication de leur père n'osent pas » même la transmettre à leurs enfants dans la crainte d'une indis» crétion qui pourrait compromettre notre repos, notre existence » même. Un de nos anciens nous a assuré que cette colonne d'or » massif, entourée de figures hiéroglyphiques, est le travail de » nos pères q u i , ayant vu dans le lac et dans ces environs, une » quantité prodigieuse de ce métal, eurent l'idée d'élever cette » pyramide pour honorer le grand Miranda ». Valentin resta presque interdit après cet aveu, il semblait avoir forcé sa conscience pour satisfaire ma curiosité; je n'osai le pousser plus en avant, nous en restâmes-là; cependant, je me promis bien de le ramener sur cette intéressante révélation qui devait rester renfermée dans mon sein pendant trente-cinq a n s ! Ce moment étant venu, j e le saisis avec joie. — Miroubatwa, vous fîtes la promesse, mon bon Valentin, de nous amener dans l'île d'Eldorado, vous sentez-vous le courage de continuer votre récit que j e vous ai j u r é de ne point rendre public? « Que me demandez-vous là, Monsieur, s'écria ce vieillard, avec » une sorte de stupeur! Le papa Miroubatwa, mort depuis 40 a n s , » m'apparut l'avant-dernière nuit, et me reprocha avec aigreur » mon indiscrétion me disant que je serai l'auteur de la d e s t r u c -


( 37 ) » lion de la peuplade Indienne, quoique forte encore de deux » mille âmes. Elle disparaîtrait au moindre bruit de cette d é c o u » verte sous des travaux inouïs. » Je rassurai Valentin par de nouvelles protestations de garder ce secret à jamais. Je lui dis, entr'autres choses pour le rassurer, que le Dieu des Chrétiens, plus puissant que Miranda, puisqu'il est le Créateur de l'Univers, ne permettrait pas qu'il lui arrive aucun m a l ; que même cette révélation dût-elle être rendue publique plus t a r d , s'il ne serait pas satisfait que son nom se perpétuât par une solennelle v é n é r a tion que la colonie e n t i è r e , d'ailleurs si m a l h e u r e u s e , lui d é c e r nerait éternellement. Peut-être m ê m e , les malheurs de ce pays viennent-ils de ce fait, en ce que, il renferme dans son sein le don le plus précieux que la main de Dieu ait j a m a i s répandu en aucune autre contrée du globe. L'heure n'avait pas sans doute sonné où la Guyane, toujours languissante devait offrir au monde un des plus grands spectacles qu'il ait été donné aux hommes de contempler... Valentin sembla rêveur de la ferme croyance qu'il attachait dans sa vision nocturne, il continua ainsi sa narration : » » » » » «

« Un mois environ après que nous avions quitté ce lieu funeste, Miroubatwa nous ayant conduit de nouveau à la chasse, nous avions déjà fait une longue course depuis notre village (huit lieues), en passant tout près d'un petit ruisseau qui prenait sa source d'un marais presque desséché; nous entendîmes du bruit, c'était un maïpouri qui enivrait du poisson avec ses excréments, et il en avait déjà mangé abondamment.

» » » » » » » » » » » »

» Notre guide nous fit a r r ê t e r ; il s'arma de ses meilleures flèc h e s , e t , lorqu'il fut à une distance convenable, il en décocha deux coup sur c o u p , et l'animal en fut mortellement atteint. Il prit néanmoins la fuite. Nous suivîmes la trace de son sang extrêmement loin, puisque nous nous trouvions dans les mêmes parages où le papa nous avait précédemment emmenés. Le maïpouri fut trouvé mort, à notre grande satisfaction; mais dans l'impossibilité de l'emporter tout entier, nous le dépeçâmes et n'en prîmes qu'une partie. Nous nous reposions un moment, lorsque Tibwi se souvenant de ces lieux, profitant de la joie où était Miroubatwa, du succès qui couronna son adresse, après l'avoir félicité de notre mieux, mon j e u n e camarade lui rappela sa promesse de nous montrer cette île renommée de laquelle il


( 38 ) » avaIT commencé une description si enchanteresse. Combien, » a - t - i l dit, nous serons reconnaissant envers vous. Suivez-moi, » mes enfants, reprit le papa, voici justement un moyen p r é s e r » vatif qui se présente : Prenez le fiel de cet animal, frottez-y » toutes vos articulations comme j e vais le faire, et puis mettons» nous en route. Comme le soleil est déjà penché (quatre heures) » et que nous retournerons fort tard, il est probable que nous pas» serons la nuit ici. Laissons donc là notre bagage ». Nous suivîmes notre guide qui, après maints détours, nous fit arrêter près d'un arbre à larges feuilles, qui a pour sève un lait blanchâtre. Au moyen de son couteau, il y fit une incision et en tira un peu qu'il mit dans un petit vase avec le j u s exprimé d'une autre plante que j e vous ferai voir un j o u r ; il nous fit frotter tout le corps, à l'exception des endroits où le fiel du maïpouri y avait été appliqué. « Nous voilà parfaitement garantis, nous d i t - i l , et de la morsure » des serpents et de la piqûre des insectes, car aux environs du » lac il en existe bon nombre ». Nous n'en étions éloignés que d'environ un quart-d'heure et déjà nous entendions le sifflement de quelques-uns. Rien jusque-là n'avait troublé notre m a r c h e ; cependant, je vous dirai, Monsieur, que plus d'une fois en a p p r o chant, mon jeune camarade et moi étions effrayés du nombre de crapaux et de grenouilles de différentes nuances qui nous gênaient le passage comme pour nous dire de ne pas avancer. Ces petits animaux servent de pâture aux reptiles et entretiennent leur venin étant vénimeux e u x - m ê m e s . Dans notre village, j'ai entendu souvent agiter la question de savoir : si la vipère tenue dans un lieu où elle serait privée de cette sorte d'aliment, serait aussi v é n i m e u s e ; évidemment la réponse a été négative. Plus d'un vieillard ont assuré l'avoir éprouvé. Après avoir marché dix minutes de plus, quel spectacle grand Dieu, pour des yeux enfantins! il était en même temps merveilleux et effrayant. Autour du lac, qui nous présentait une circonférence d'environ une d e m i - l i e u e , étaient comme entassés des reptiles de toutes grosseurs et de différentes couleurs, ils se repliaient les uns sur les autres avec des sifflements inouïs. Miroubatwa nous rassurait toujours en nous faisant avancer à pas lents. Le ramage des plus rares oiseaux de la Guyane que nous avions laissés à une certaine distance, modifiait par ce concert le bruit


( 39 ) sinistre (le ces vipères. Aucun quadrupède ne paraissait là, il n'aurait pu d'ailleurs s'y tenir; si nous ne nous étions pas garantis suffisamment, c'eût été fait de nous, comme nous le disait notre guide. Mais les plus mauvais serpents au lieu de nous attaquer nous ouvraient le passage en fuyant, d'autres ne fuyaient pas mais nous regardaient passer. Le croiriez-vous, Monsieur, que sur une distance d'environ dix pas (30 mètres), tout autour du lac, il n'existe pas un seul arbre! le règne végétal semblait inanimé en cet endroit de la Guyane. Une mousse verdoyante tapissait ce vaste contour sur laquelle rampaient ces reptiles. Nous vîmes là une chose qui va vous surprendre par son récit, mais qui n'est pas moins vraie, toute surnaturelle qu'elle vous paraîtra, c'est le combat de deux gros serpents : l'un tua l'autre; immédiatement a p r è s , nous vîmes filer le vainqueur à une certaine distance, il s'éleva sur sa q u e u e , cueillit quelques feuilles d'une petite plante, les mâcha ensemble dans sa gueule et alla communiquer sa bave à celle de son adversaire étendu sans v i e , et aussitôt l'autre se redressa en s'éloignant rapidement du lieu du combat. — Vous n'avez donc pas remarqué l'espèce de plante qui produisit cette cure extraordinaire, lui dis-je avec empressement? Le débile vieillard se tut en cet endroit de sa narration, mes efforts, mes exhortations étaient vaines, il semblait dans l'égarement, ses yeux étaient fixes en me regardant. Qu'avez-vous d o n c , Valentin, m'écriai-je a u s s i t ô t ? — « A h ! Monsieur, après quelques instants » de silence, je cherche en vain la force de vous répondre Je » ne puis continuer renvoyons-en la suite à une autre fois. » Je jetai un cri d'effroi, car il y avait à craindre que cet homme caduc ne pût achever un récit qui me paraissait tout à la fois utile et intéressant. Il s'étendit sur son lit, j'appelai une vieille négresse qui lui donnait ordinairement ses soins, et la priai de veiller sur son état, après lui avoir indiqué quelques remèdes qui pourraient ranimer ses forces déjà affaiblies p a r l'âge. Le soir, fortement préoccupé de cette histoire, qui pouvait avoir quelque chose de v r a i , je m'empressai de retourner chez mon vieux narrateur. Je le trouvai assez faible. — Eh bien! mon cher Valentin, il paraît que cet aveu est au-dessus de vos forces. — « Ah! Monsieur, me dit— » il d'une voix tremblante, mon serment que j ' a i violé pour v o u s , » est-ce peu de chose! Je sens d'ailleurs que je m'en vais. » —


( 40 ) Mais vous n'avez pas achevé, prenez courage. — « Impossible » Monsieur.... L'île d'Eldorado... au milieu du lac Parima... s'élève » comme une pyramide le sommet est surmonté d'un beau.... » Adieu Monsieur Miranda me demande en haut... » — Dites donc le Dieu des Chrétiens, le Créateur de toutes choses! que votre âme, mon a m i , aille jouir en paix de la béatitude éternelle, promise aux hommes simples et naïfs comme v o u s , qui ont vécu dans l'ignorance des misères de nos sociétés civilisées. La main de Valentin était tombée dans la mienne froide et inanimée : La glace du trépas envahit tout son corps Et son âme à jamais s'envole chez les morts.

Le lecteur est maître d'accepter l'alternative qui se présente à son choix : le doute ou la véracité du fait. Dans le premier c a s , admettre le doute serait une injure à la loyauté de ces hommes de la n a t u r e , ignorant les subterfuges des nations civilisées, et racontant toujours avec franchise ce qu'ils ont vu ou entendu. Pour moi, personnellement, j'avais cru cette histoire de l'île d'Eldorado dans mon enfance, quoique âgé de seize ans environ lorsque j e recevais cette confidence de Valentin qui avait l u i - m ê m e atteint sa soixante-dix-huitième a n n é e , je la crois encore aujourd'hui après trente-cinq ans écoulés. On aura tort de penser que j ' a i exagéré en traduisant, j ' a i presque rendu la communication mot pour mot; l'indication des lieux seulement m'ayant paru i n c e r taine, voici celle qui me semble la plus probable. A l'époque où parle Valentin, les villages des Indiens Pwpwrwis étaient situés aux environs des hautes montagnes de l'Oyapock, dont la moins élevée mesure 125 toises (250 mètres) p e r p e n d i c u laires au-dessus du niveau de la mer. Le lac Parima et l'île E l d o rado, dit-il, sont à 12 lieues environ de ces montagnes aux pieds desquelles versent les petites rivières Couyaro et Yari. Le mont Tripoupou est placé entre ces montagnes et la rivière ouaoui, l'une des branches du Maroni. Ainsi, en remontant de ces points et en se dirigeant vers l'Ouest Sud-Ouest, on arrivera près des limites de notre Guyane, d'où elle touche celles du Pérou d'un côté, et la rivière des Amazones de l'autre. D'après le nègre Valentin, l'île d'Eldorado et le lac Parima sont placés entre Couyaro et Yari, ou dans les environs de ces deux rivières.


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SECONDE PARTIE. - FRUITS SAUVAGES.

DU

MARIPA.

Palmier à longues feuilles semblables à celles du cocotier. On s'en s e r t d a n s la couverture des cases s u r les habitations r u r a l e s . Le bourgeon p r i n c i p a l , que les Créoles n o m m e n t chou maripa, est un aliment très-sain. 11 se m a n g e t a n t ô t en p o t a g e , t a n t ô t en s a u c e , et m ê m e c r u , en salade. La forme du fruit de cet a r b r e est assez singulière. On serait étonné en E u r o p e si un régime eût pu y être t r a n s p o r t é . Il est s u r t o u t r e m a r q u a b l e combien la n a t u r e a pris soin d ' a r r a n g e r ces fruits p a r étages graduels : c'est un assemblage s y m é t r i q u e d ' u n e curieuse a p p a r e n c e . Quelquefois, un régime de ce palm i e r est la charge d'un h o m m e bien r o b u s t e . L'arbre porte j u s q u ' à trois r é g i m e s à la fois dans la s a i s o n , pesant chacun plus de 4 0 k i l o g r a m m e s . C h a q u e r é g i m e est un composé d'une multitude de fruits s u r m o n t é s d ' u n e c o u r o n n e au b o u t supér i e u r , qui les tient attachés à de n o m b r e u x filaments a d h é r e n t s au t r o n c . Ces fruits sont enveloppés d ' u n e écorce qui g a r a n t i t u n e p â l e , tantôt g r a s s e , tantôt m i - d o u c e , que l'on mange c r u e ; ensuite se p r é s e n t e une écale e x t r ê m e m e n t dure q u e l'on b r i s e avec u n e pierre p o u r arriver au pepin qui produit u n e espèce de b e u r r e assez délicieux et dont on se s e r t , en frictions , d a n s les d o u l e u r s r h u m a t i s m a l e s . Ce palmier couvre les vastes forêts de la Guyane. On le t r o u v e p a r t o u t s a n s e x c e p t i o n , dans les terres h a u t e s . L'agouti et l'espèce d'écureuil de Cayenne sont les seuls animaux s a u vages qui aiment le Maripa ; r a r e m e n t , il est r e c h e r c h é par la biche et le tatou. Les Créoles m a n g e n t ce fruit avec un plaisir extrême , dans la s a i s o n , qui arrive o r d i n a i r e m e n t d a n s les p r e m i e r s j o u r s du mois de M a r s , allant j u s q u ' à la fin de Mai. Les rues qui avoisinent le canal L a u s s a t , le m a r c h é , la partie


( 42 ) Est de la ville, sont alors p r e s q u e j o n c h é e s de l'écorce de ce fruit. On l'aime t a n t , qu'on le m a n g e en se p r o m e n a n t . Nous n e savons pas quelle h e u r e u s e influence il exerce sur les s e n s , car on r i t , on s'amuse , on conte maintes histoires de g r a n d ' m è r e en m a n g e a n t le Maripa. Les enfants enlèvent furtivement des sous m a r q u é s ( m o n n a i e du pays) à leurs p a r e n t s , p o u r aller en fête au m a r c h é . Nous avons vu m ê m e s u r les h a b i t a tions r u r a l e s des n è g r e s se m u n i r d ' u n e galette de c a s s a v e , en faire leur repas sous le palmier, et s'en r e t o u r n e r gaîment à leur case. O l'heureux fruit! C e p e n d a n t , quand on sait le travail si laborieux q u e font les mâchoires et les dents pour enlever la c o u r o n n e et l'écorce dont nous avons parlé plus h a u t , afin de mettre en évidence la chair pâteuse qui couvre l ' é c a l e , on reste étonné d'un plaisir aussi fatigant. Sous le r a p p o r t de l ' h y g i è n e , ce fruit n'a a u c u n e qualité malfaisante.

DU B A L A T A . Bel arbre de la famille du sapotillier. Leur bois est de la m ê m e e s s e n c e , et celui du Balata sert dans les c o n s t r u c t i o n s . C'est le plus r e c h e r c h é des bois de p r e m i è r e qualité. On le façonne à tous les genres de travaux auxquels on veut l'employer. Les fruits de ces deux plantes sont différents d a n s l'appréciation. Nous avons déjà donné l'analyse de celui du sapotillier; nous dirons fort peu de chose de celui du B a l a t a , qui en a quelque analogie. Ces deux fruits se r e s s e m b l e n t un peu par la saveur, encore faut-il que le Balata soit bien m û r p o u r a p p r o c h e r de la sapotille, car sans cette impérieuse c o n d i t i o n , il laisse à la bouche un lait collant qui l ' h u m e c t e très-désagréablement pendant quelques m i n u t e s . Les pepins de ces deux fruits sont assez r e s s e m b l a n t s ; celui du Balata est t r è s - r e c h e r c h é p a r le p a q u e et l'agouti. Dans la s a i s o n , les Créoles m a n g e n t le Balata avec p r e s q u e autant de plaisir q u e le m a r i p a , quoique le p r e mier n'offre pas à l'usage d o m e s t i q u e d'aussi vives sensations q u e le d e r n i e r .


( 43 ) DU Cet a r b r e blance avec é l e v é , et on n ' e s t pas de

JAUNE-D'OEUF.

s'appelle a i n s i , parce q u e son fruit a de la r e s s e m le j a u n e d'œuf de la poule d o m e s t i q u e . Il est trèss'en s e r t dans les c o n s t r u c t i o n s i n f é r i e u r e s , car il longue d u r é e .

A n c i e n n e m e n t , les Créoles avaient p o u r le fruit de cet a r b r e un goût qui allait j u s q u ' à l'excès. Ils se faisaient un plaisir ext r ê m e d'aller en c h e r c h e r d a n s les forêts. M a i s , h e u r e u s e m e n t p o u r l ' h u m a n i t é , les bons conseils o n t prévalu sur la mauvaise h a b i t u d e . C'est à peine si quelques p e r s o n n e s en m a n g e n t encore a u j o u r d ' h u i . Il n'est pas é t o n n a n t que ce fruit p â t e u x , s a n s j u s p o u r faciliter l'ingestion p a r les organes digestifs, soit si peu appréciable. Il est s u r t o u t très-bilieux et e n g e n d r e les v e r s chez les enfants ; on devrait l e u r en b a n n i r c o m p l è t e m e n t l ' u s a g e . Les animaux sauvages m ê m e s n ' e n sont p a s t r è s f r i a n d s . Nous dirons d'avance q u e , d a n s cette seconde p a r t i e , qui traite des fruits s a u v a g e s , il s e r a r a r e que le lecteur en r e n c o n t r e d'aussi malsains q u e le Jaune-d'œuf.

DU C A R A P A . Grand a r b r e pyrénacé de la G u y a n e ; il se trouve aussi aux îles Moluques. Le tronc est employé avec avantage d a n s les constructions ; mais il est d ' u n e essence inférieure. C e p e n d a n t on s'en s e r t p o u r la m â t u r e . Son fruit dicotylédon, qui fournit u n e huile a m è r e , est de la g r o s s e u r d'un abricot de Cayenne quand il s'échappe de l'arbre à sa m a t u r i t é . T o m b é à t e r r e , il s'ouvre en plusieurs parties et laisse en évidence environ u n e douzaine de noyaux e n t o u r é s , c h a c u n , d'une écale p a r t i c u l i è r e , r e n f e r m a n t une pâte grasse de laquelle on extrait l'huile par le moyen du feu ou par la pression. Cette h u i l e , q u ' o n n'a pu a r r i v e r encore à perfectionner malgré tous les moyens ingénieux qu'on a employés j u s q u ' à p r é s e n t , s e r t , non pas s e u l e m e n t dans l ' é c l a i r a g e , mais e n core au nettoiement de divers ustensiles. C'est un bon r e m è d e


( 44 ) contre la chique , après l'emploi du citron , p o u r e m p ê c h e r cet insecte de revenir d a n s les endroits qu'il avait déjà affectés. Dans la saison qui arrive au c o m m e n c e m e n t du mois de M a r s , on p a r c o u r t les forêts où cet a r b r e se t r o u v e , muni de paniers que l'on emplit de son fruit, q u e l'on vient ensuite m a n i p u l e r . C'est u n voyage assez p é n i b l e , faute de sentiers praticables qui y c o n d u i s e n t ; car le Carapa se tient très-éloigné du littoral. On le trouve dans les régions élevées des m o n t a g n e s , sur les c o l l i n e s , ou sur le bord des rivières vers leur s o u r c e . La pâte q u e contient le fruit de l'arbre et l'huile q u ' o n en e x t r a i t , sont d'une a m e r t u m e tellement d é s a g r é a b l e , qu'il est impossible d'en faire usage dans l'alimentation. Nous a v o n s , c e p e n d a n t , r e m a r q u é que ce fruit, t o m b é à t e r r e , est q u e l q u e fois m a n g é p a r certains animaux s a u v a g e s , d a n s le n o m b r e desquels nous avons reconnu le p a q u e et l ' a g o u t i , mammifères dentés qui rongent tous les f r u i t s , quelle que soit leur s a veur. Si on pouvait perfectionner l'huile du Carapa p a r la clarification et l'empêcher de se figer, elle deviendrait l'objet d ' u n c o m m e r c e t r è s - l u c r a t i f , car les fruits dont on la retire abondent dans les forêts de la Guyane.

DU CONANA. Espèce de petit palmier épineux , t r è s - c o m m u n à la Guyane. La n a t u r e a voulu, sans d o u t e , g a r a n t i r son fruit en l ' a r m a n t , ainsi q u e les feuilles, de petits p i q u a n t s très-aigus. Il est i m possible, enfin, de cueillir le Conana s a n s que ses épines n e vous fassent quelques blessures. Les enfants aiment ce fruit ; leur santé ne paraît pas en souffrir de son usage : c'est plutôt un a m u s e m e n t pour eux qu'un véritable aliment. Après avoir mis le noyau au feu , en le dégageant de son écorce , on brise l'écale pour avoir le p e p i n , que les dents broient afin de sucer le j u s un peu sucré qu'il contient. On m a n g e quelquefois le pepin avec du pain ou de la c a s s a v e , et l'on semble être s a t i s -


( 45 ) fait de cette sorte d'aliment q u i , c e p e n d a n t , n'est p a s d'une facile digestion p o u r les estomacs faibles. Ce petit palmier fournit un chou l é g u m i n e u x , semblable à celui de l'avoira , et que l'on ne dédaignerait p a s , s'il était en usage d a n s la c o n s o m m a t i o n a l i m e n t a i r e .

D U COUMON o u

COUMOU.

Très-joli palmier qui lève sa tige m a j e s t u e u s e à une grande h a u t e u r . L e s feuilles servent souvent d a n s la c o u v e r t u r e des c a s e s ; mais le t r o n c ayant l'intérieur spongieux , ne p e u t guère ê t r e utilisé dans leur construction. Nous avons analysé avec quelque étendue le fruit du Maripa ; il f a u t , de m ê m e , décrire celui du C o u m o n , p o u r le faire a p précier c o m m e il le m é r i t e , car il exerce d a n s l'alimentation u n e influence très-salutaire sous le r a p p o r t de l'hygiène. A u s s i , les Créoles le recherchent-ils avec un e m p r e s s e m e n t s o u t e n u . Ce palmier e s t , c o m m e le m a r i p a , très-répandu d a n s les forêts de la Guyane. L o r s de la s a i s o n , on voit les n è g r e s s ' é lancer dans les f o r ê t s , m u n i s de g r a n d s paniers qu'ils e m p l i s s e n t de Coumon ; ils peuvent en cueillir p a r t o u t où ils t r o u v e n t ce fruit, s a n s q u ' a u c u n propriétaire r u r a l s'en inquiète le moins du m o n d e . Les forêts de la Guyane c a r a c t é r i s e n t très-bien le s e n t i m e n t du véritable socialisme. L o r s q u ' u n n è g r e a sa charge de ce fruit, il s ' e m p r e s s e de la t r a n s p o r t e r p o u r la vendre à la population urbaine , qui l'aime à l'excès ; mais , m a l h e u r e u s e m e n t , les nègres n e se c o n t e n t e n t pas de cette seule m a n i è r e d'exploiter l'arbre : ils coupent le t r o n c , le fendent p a r m o r ceaux , e l l e livrent au c o m m e r c e d'exploitation avec le Patawa, d o n t nous p a r l e r o n s ailleurs. Quand on pense au précieux et salubre aliment q u e ce palmier fournit à la n o u r r i t u r e de l ' h o m m e , on ne p e u t s ' e m p ê c h e r de j e t e r le blâme s u r cette exploitation commerciale q u i , depuis l ' é m a n c i p a t i o n , d é g a r n i t c h a q u e j o u r les f o r ê t s , et s u r t o u t , quand on sait qu'il faut de douze à quinze a n n é e s p o u r que l'arbre d o n n e son p r e m i e r fruit. Un régime de Coumon suffit souvent p o u r charger deux


( 46 ) h o m m e s . C ' e s t , sans d o u t e , un coup d'œil c u r i e u x , quand on voit ce palmier, e x t r ê m e m e n t é l a n c é , dont le s o m m e t est e n t o u r é de deux ou trois régimes à la fois, arrivant en m ê m e t e m p s à l'état de m a t u r i t é . Ces régimes sont garnis d ' u n e m u l titude inouie de fruits de la g r o s s e u r de la noisette , q u ' u n e légère couronne attache aux filaments qui les t i e n n e n t s u s p e n d u s c o m m e des grappes de raisin noir. C'est alors qu'ils sont détachés de l'arbre par le moyen d ' u n e longue p e r c h e , à l'un des bouts de laquelle on attache un c o u t e a u . Les f r u i t s , une fois r e n d u s à t e r r e , sont r a m a s s é s avec soin et mis d a n s les p a n i e r s . P o u r arriver à obtenir le lait si sain et si n o u r r i s s a n t que le fruit campanulacé du Coumon p r o d u i t et que les Créoles a i m e n t t a n t , il faut d'abord le m e t t r e d a n s l'eau tiède où il doit r e s t e r environ une h e u r e , puis , il est retiré et broyé avec la m a i n d a n s un vase : on y ajoute u n peu d'eau froide. On a p o u r résultat de ce léger t r a v a i l , u n e sorte de lait végétal que l'on ne devrait j a m a i s se lasser d'employer c o m m e un précieux aliment. Les E u r o p é e n s m ê m e s peuvent en user en toute s û r e t é , en y a j o u t a n t , c o m m e d ' o r d i n a i r e , du sirop ou d u s u c r e . Ce lait pris graduellement à leur arrivée dans la c o l o n i e , calmerait la s u r - e x c i t a t i o n du s a n g qui occasionne toujours des fièvres. Ce n'est pas seulement ce lait bienfaisant q u ' o n tire du Coumon : on obtient aussi par le moyen du feu u n e huile s e m blable à l'huile d'olive p a r la c o u l e u r c o m m e p a r le g o û t ; on en fait usage de la m ê m e m a n i è r e quand elle est bien clarifiée. Malgré l'abondance de ce f r u i t , j a m a i s l'industrie cayennaise , toujours d a n s l'enfance, ne s'en est occupée d ' u n e m a n i è r e spéciale. Aux nègres seuls est a b a n d o n n é le privilège d'extraire cette excellente huile p a r des moyens grossiers. La n a t u r e , en v a i n , a voulu faire don à ce c o n t i n e n t de mille choses a g r é a bles , utiles et salutaires. A peine si on y p o r t e attention. Il en e s t du règne végétal comme du règne m i n é r a l . Dans quelle a u t r e contrée du g l o b e , existe-t'il plus de mines de fer q u e d a n s la Guyane française ? La m i n e l i m o n e u s e s u r t o u t , qui forme le massif des m o n t a g n e s de la G a b r i e l l e ,


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non loin (le l'ancienne paroisse de R o u r a , mérite de fixer, par sa richesse , l'attention des minéralogistes. Les grenailles malléables que l'on trouve d a n s les cellules de cette m i n e , p r o u vent , qu'elle est p e u t - ê t r e u n e des plus abondantes du globe. C e p e n d a n t , ces délaissées ! A y o n s , d'un gouvernement cette m a l h e u r e u s e ,

DU

richesses , ne s o n t - e l l e s pas oubliées ou n é a n m o i n s , confiance d a n s les vues élevées r é p a r a t e u r , qui s'intéresse à l'avenir de mais fertile colonie.

MOUBIN

ou

M O N B A I N ( Spondias

).

Grand a r b r e t é r é b i n t h a c é , é t e n d a n t de longues b r a n c h e s garnies de fleurs r h o d o r a c é e s . Le t r o n c a r m é de petits n œ u d s n ' e s t p r o p r e à a u c u n e sorte de c o n s t r u c t i o n , à cause de son p e u de d u r é e . Il est s e u l e m e n t en usage d a n s les e n t o u r a g e s ou clôtures t e m p o r a i r e s . Son fruit, d ' u n j a u n e ordinaire , ayant u n j u s a c i d u l é , est t r è s - r a f r a î c h i s s a n t . On le m a n g e cru ou on en fait u n e boisson , en le p é t r i s s a n t d a n s l'eau avec du s i r o p . La feuille d'une â c r e t é désagréable e s t , n é a n m o i n s , employée d a n s le t r a i t e m e n t de c e r t a i n e s m a l a d i e s , s u r t o u t , c o n t r e la d i a r r h é e . Dans la s a i s o n , l'arbre jonche la t e r r e de ses fruits qu'il laisse t o m b e r en t r è s - g r a n d e q u a n t i t é , r é p a n d a n t à u n e c e r taine d i s t a n c e , u n e odeur a g r é a b l e , qui vous porte à en m a n g e r . Il est i m p o s s i b l e , c e p e n d a n t , d'en u s e r b e a u c o u p a p r è s en avoir g o û t é , car son j u s fortement a c i d u l é , agace les d e n t s et les laisse en cet état p e n d a n t p l u s i e u r s h e u r e s . On n ' a j a m a i s t e n t é , q u e n o u s sachions , d e c o m p o s e r une bière avec le j u s du fruit du Moubin , qui serait utile d a n s les fièvres inflammatoires. N o u s le r é p é t o n s i c i , avec conviction , q u ' e n appréciant de plus en plus les p r o p r i é t é s bienfaisantes de q u e l q u e s fruits de la G u y a n e , on arriverait à trouver p e u t ê t r e , des anti-fébriles p a r e x c e l l e n c e , que le C r é a t e u r a mis sous la m a i n de l ' h o m m e , auquel il a voulu laisser le soin d e découvrir l u i - m ê m e , tous les avantages d a n s l'intérêt de sa conservation.


( 48 ) DU

MARITAMBOU.

Liane g r i m p a n t e à fleur r h a b i a c é e , r é p a n d a n t a u loin u n e odeur t r è s - a g r é a b l e . Cette plante croit p a r t o u t dans les forêts de la G u y a n e , et sa fleur est d ' u n e ressemblance exacte avec celle de la barbadine d o m e s t i q u e . Quelle fête p o u r la population u r b a i n e , q u a n d elle voit arriver la saison de ce fruit ? On le m a n g e comme le m a r i p a , en riant et en c h a n t a n t . Sur toutes les t a b l e s , au d e s s e r t , le Maritambou y est servi et l'œil s'y porte avec u n e sorte de joie. E n m a r c h a n t dans les rues , les pieds h e u r t e n t , s o u v e n t , l'écorce de ce fruit que les enfants et les d o m e s t i q u e s y j e t t e n t . Dans la s a i s o n , nouvelles distractions p o u r les n o i r s . Ils quittent souvent la culture p o u r aller p a r c o u r i r les forêts et cueillir ce fruit avec lequel ils gagnent de l'argent sans b e a u c o u p de peine. Les Créoles en sont très-friands. On ne croirait p a s j u s q u ' o ù les p o r t e le plaisir d'en m a n g e r . Nous en avons v u s , qui , assis sous la treille d'un M a r i t a m b o u , en cueillir plus de trois douzaines à la fois, les m a n g e r , en p l a i s a n t a n t , dans moins d'une d e m i - h e u r e et r e c o m m e n c e r de nouveau. Ce fruit, d'un j a u n e doré à sa m a t u r i t é et de forme r o n d e , est s u s p e n d u p a r un filament qui le tient attaché à la l i a n e . On le cueille avec ce filament p o u r pouvoir en réunir plusieurs en gousse , afin de les vendre plus facilement. A i n s i , une gousse contient de dix à douze Maritambous que l'on d o n n e pour dix c e n t i m e s . Ce fruit se m a n g e toujours cru. Les d e n t s , en b r i s a n t l ' é c o r c e , trouvent u n e espèee de j u s s u c c u l e n t , obstrué par de n o m b r e u s e s petites graines que l'on avale s a n s les séparer du j u s et qui sont indigestes comme celles de la goyave , puisqu'elles sont r e n d u e s en n a t u r e après en avoir m a n g é . C'est ainsi que cette plante se propage p a r la fiente des oiseaux qui s'en n o u r r i s s e n t . Le s e r p e n t aime ce fruit avec avidité. Souvent il e s t s u r p r i s dans la treille du Maritambou. 11 ne fuit p a s t o u j o u r s , et si l'œil n ' e s t pas assez attentif pour le découvrir assez tôt, on est


( 49 ) quelquefois m o r d u p a r ce venimeux reptile. A l o r s , des imprécations diaboliques sont lancées c o n t r e cette p l a n t e qui cache s o u s ses feuilles, la plus d a n g e r e u s e épine q u ' a u c u n e a u t r e plante de la Guyane puisse opposer à l'avidité de l ' h o m m e . La feuille du Maritambou est un excellent vermifuge. On s'en sert aussi p o u r le p a n s e m e n t des ulcères syphilitiques.

DU

P A T A O U A ou

PATAWA.

P a l m i e r majestueux de la famille du c o u m o n . La feuille est employée quelquefois d a n s la couverture des cases s u r les é t a b l i s s e m e n t s r u r a u x , l o r s q u e l'arbre se trouve à leur proximité. L ' i n d u s t r i e métropolitaine , p o u r s u i v a n t t o u j o u r s ses p r o g r è s s a n s fin , a t r o u v é d a n s le t r o n c du P a t a o u a u n e qualité essentielle pour la confection des m e u b l e s . Aussi , le c o m m e r c e d'exportation , s'en est-il e m p a r é depuis q u e l q u e s a n n é e s . Un n a v i r e ne quitte j a m a i s le p o r t de C a y e n n e , sans q u ' u n e p a r t i e i m p o r t a n t e de sa cargaison ne soit composée avec le t r o n c dece palmier , fendu p a r morceaux d'environ deux m è t r e s de l o n g . Les quais de la ville sont souvent o b s t r u é s par des e n t a s s e m e n t s incroyables de P a t a o u a au lieu de boucauts de s u c r e , de barils de café et de balles de coton. C'est a u j o u r d ' h u i la principale exploitation de t o u s les c h a n t i e r s établis d a n s les forêts de la Guyane. Élevons encore ici n o t r e faible voix p o u r j e t e r un blâme s u r cette nouvelle m a n i è r e d'exploiter un sol aussi riche que celui d e la Guyane française. La g r a n d e c u l t u r e a d i s p a r u , p o u r laisser à la population libérée p a r le G o u v e r n e m e n t p r o v i s o i r e , la facilité de faire t o m b e r sous la hache les a r b r e s m ê m e , dont les fruits sont d ' u n e r e s s o u r c e incontestable d a n s la c o n s o m mation alimentaire. N o u s s o m m e s loin de critiquer sans r é s e r v e , les m o y e n s q u e l'industrie actuelle emploie à Cayenne , p o u r tirer p a r t i de 5


( 50 ) ce r e s t e de vie qui a n i m e e n c o r e l'état d e d é g r a d a t i o n d a n s lequel l a n g u i t la m a l h e u r e u s e G u y a n e , m a i s n o u s d é p l o r e r o n s t o u j o u r s l ' œ u v r e t r o p précipitée d e s p h i l a n t h r o p e s m é t r o p o l i tains. Ami de l ' é m a n c i p a t i o n , n o u s l'avions d e m a n d é e p r o g r e s s i v e , ou a c c o m p a g n é e d e m e s u r e s p r é p a r a t o i r e s qui e u s s e n t m i e u x profité aux n o u v e a u x L i b r e s e u x - m ê m e s , d a n s le c a s où elle s e r a i t p r o c l a m é e i m m é d i a t e m e n t . A u c u n e voix s a g e , désintér e s s é e n ' a été écoutée d a n s cette g r a v e c i r c o n s t a n c e . E h bien ! les r u i n e s s ' a m o n c è l e n t p a r t o u t c h a q u e j o u r . Ah ! c o m b i e n la m u s e de C h a t e a u b r i a n d , de Volney , de Lord Byron t r o u v e r a i t ici d ' a m p l e s m a t i è r e s p o u r e n r i c h i r l e u r s Méditations s u r q u e l q u e s r u i n e s qu'ils ont d é c r i t e s à l ' O r i e n t de la vieille E u r o p e ! Si ces c h a n t r e s s u b l i m e s vivaient e n c o r e et qu'ils e u s s e n t p u se t r a n s p o r t e r s u r ce m a l h e u r e u x c o n t i n e n t , en vain ils élèver a i e n t l e u r s voix p o u r d e m a n d e r ce q u e s o n t d e v e n u e s les belles h a b i t a t i o n s Le S a u t r o , la M a r i a n n e , la R e s s o u r c e et t a n t d ' a u t r e s ! L ' é c h o seul r é p é t e r a i t c e s n o m s q u e la G u y a n e m ê m e s e m b l e déjà o u b l i e r ! L'homme,

n é a n m o i n s , p l o n g é d a n s la

misère ,

cherche

t o u j o u r s à s ' e n t o u r e r d ' é l é m e n t s n é c e s s a i r e s à la c o n s e r v a t i o n de sa s a n t é . N o u s d e v o n s c o n t i n u e r à les lui i n d i q u e r . A i n s i , en q u i t t a n t cette p e t i t e d i s s e r t a t i o n p h i l o s o p h i q u e , n o u s d i r o n s q u e le fruit du P a t a o u a , en forme de r é g i m e , est u n c o m p o s é d ' u n g r a n d n o m b r e de noyaux de la g r o s s e u r d e l'avoira , qui d o n n e c o m m e le c o u m o n ,

u n e e s p è c e de lait

é g a l e m e n t bienfaisant p o u r la s a n t é . On l'obtient p a r le m ê m e m o y e n , ainsi q u e l'huile qui e s t de la m ê m e s a v e u r , m a i s q u e l'on n e s ' e m p r e s s e g u è r e de r e c h e r c h e r à c a u s e , p e u t - ê t r e , d e l ' é l o i g n e m e n t de l ' a r b r e du littoral : c a r ce p a l m i e r se t i e n t d a n s les forêts qui a b r i t e n t la s o u r c e des rivières et d a n s les r é g i o n s des m o n t a g n e s .


( 51 ) DU

COUSOU.

L i a n e g r i m p a n t e , d o n t la fleur e s t d e la m ê m e é t a m i n e q u e celle d u m a r i t a m b o u . L e s f r u i t s de c e s d e u x p l a n t e s s o n t r e s s e m b l a n t s p a r la c o u l e u r et m i e u x e n c o r e p a r la s a v e u r . Mais le C o u s o u e s t , n é a n m o i n s , d e u x fois p l u s g r o s q u e le m a r i t a m b o u . L a feuille d e ces l i a n e s e s t e n u s a g e d e la m ê m e m a n i è r e d a n s les c u r e s . N o u s a v o n s v u , c e p e n d a n t , e m p l o y e r celle d u C o u s o u , m ê l é e à la v e r v e i n e a u p i e d - p o u l e e t a u P a l m a - C h r i s t i , a v e c l e s q u e l s on a f o r m é u n lok q u i e s t , d i t - o n , t r è s - d é c i s i f d a n s les fièvres i n f l a m m a t o i r e s . O n n ' a p u o b t e n i r le m ê m e r é s u l t a t a v e c la feuille d u m a r i t a m b o u q u i e s t u n v e r m i f u g e p r é c i e u x . C h a q u e p l a n t e a s a n s d o u t e sa v e r t u spéciale, comme chaque animal a son instinct particulier. L e s C r é o l e s a i m e n t a u t a n t le C o u s o u q u e le m a r i t a m b o u . D a n s la s a i s o n , c e s d e u x fruits s o n t é g a l e m e n t r e c h e r c h é s ; le d e r n i e r e s t , n é a n m o i n s , p l u s c o m m u n q u e le p r e m i e r ; l ' u n e t l ' a u t r e n ' e x e r c e n t a u c u n e m a u v a i s e i n f l u e n c e s u r la s a n t é .

DU POIS

SUCRÉ.

A r b r i s s e a u h y c o p e r d a c é , d o n t l e fruit e s t t r è s - r e c h e r c h é p a r le p e r r o q u e t . D a n s la s a i s o n , o n voit d e s b a n d e s i n n o m brables d e ces oiseaux se r u e r s u r l'arbre avec u n t i n t a m a r r e i n c r o y a b l e . C ' e s t a l o r s q u e le c h a s s e u r , p r o f i t a n t d e la f ê t e , s'y glisse f u r t i v e m e u t e t e n fait d e s c e n d r e p l u s i e u r s à la fois. Il n'est p a s seul c e p e n d a n t , qui sache e n tirer p a r t i . L e s noyaux qui s'échappent du bec r o n g e u r du p e r r o q u e t , t o m b e n t à t e r r e e t l ' a g o u t i e s t là t o u t p r ê t p o u r s e d o n n e r le p l a i s i r d ' e n m a n g e r à sa g u i s e . Il y a d e u x e s p è c e s d e P o i s s u c r é ; celle c o n n u e s o u s le n o m d e Bacove, e s t la m e i l l e u r e , c a r elle c o n t i e n t p l u s d e j u s s u c r é q u e l ' a u t r e e s p è c e c h e v e l u e . D u r e s t e , les e n f a n t s o n t p r e s q u e s e u l s le p r i v i l è g e de s ' a m u s e r a v e c ce fruit q u i p a s s e


( 52 ) i n a p e r ç u d a n s l ' a l i m e n t a t i o n . 11 est t o u j o u r s m a n g é cru n ' e x e r c e a u c u n e m a u v a i s e influence d a n s l ' é c o n o m i e .

et

C'est s u r cet a r b r i s s e a u , avec ses b r a n c h e s n o m b r e u s e s et sa m u l t i t u d e de feuilles , q u e l ' a m o u r e u s e t o u r t e r e l l e pose s o u v e n t s o n nid. Livré à n o t r e mélancolie o r d i n a i r e , d e p u i s la m o r t p r é m a t u r é e d e n o t r e fille u n i q u e , en n o u s a r r ê t a n t u n m o m e n t en face d e cette p l a n t e , n o u s vîmes a r r i v e r , p o s e r e t r e p a r t i r ce diligent o i s e a u , b â t i s s a n t la p e t i t e d e m e u r e où devait se r e p o s e r b i e n t ô t le fruit de ses a m o u r s ; alors , bien ou m a l , n o u s c o m p o s â m e s les trois s t r o p h e s s u i v a n t e s : C'est-là ton nid, charmante tourterelle , Je vois combien tu l'arranges de cœur ; Bientôt, le fruit qui te rend si fidèle, Va s'y loger au gré de ton bonheur.

Chaque être ainsi, pour orner la nature , Se reproduit à tout âge et toujours : Le père y voit les traits de sa figure, La mère aussi, l'objet de ses amours.

Je suis le seul que Dieu dans cette vie , Semble priver des faveurs de sa loi. Oui ! j'ai perdu mon aimable Adelie , Adieu mes voeux , tout est fini pour moi.

DE

L'AVOIRA

ou

AOUARA.

P a l m i e r épineux , d o n t le fruit e n forme de r é g i m e , e s t d ' u n e r e s s o u r c e i m m e n s e p o u r la p o p u l a t i o n r u r a l e . L ' a r b r e p o r t e s o u v e n t j u s q u ' à cinq r é g i m e s à la fois , g a r n i s d ' u n e m u l t i t u d e d e fruits de la g r o s s e u r de celui d u noyer. L ' u s a g e d o m e s t i q u e trouve d a n s le t r o n c de l'Avoira , le bois n é c e s s a i r e p o u r la c o n s t r u c t i o n d e s c a s e s s u r les é t a b l i s s e m e n t s r u r a u x ; — la feuille quelquefois p o u r les c o u v r i r , a la


( 53 ) difficulté p r è s , d e s p i q u a n t s q u i e m p ê c h e n t de s ' e n s e r v i r p l u s r é g u l i è r e m e n t ; n o u v e l l e m e n t é c l o s e , o n l ' e m p l o i e à faire d e s chapeaux , des balais, des éventails , etc. Le bourgeon principal se m a n g e avec plaisir. L e fruit d e cet a r b r e , d ' u n j a u n e d o r é à sa m a t u r i t é , j o n c h e la t e r r e d a n s la s a i s o n . Il e s t m a n g é s o u v e n t c r u , ce q u i e s t t r è s - m a l s a i n , c a r la c h a i r p â t e u s e qui c o u v r e le n o y a u , e s t u n a l i m e n t l o u r d , i n d i g e s t e e t p r i n c i p a l e m e n t b i l i e u x . On d e v r a i t le b a n n i r a u x e n f a n t s , m a i s ils l ' a i m e n t t a n t , q u ' i l s s'en e m p a r e n t e n q u e l q u e l i e u où ils le t r o u v e n t e t s e r é j o u i s s e n t d ' e n manger. L e s n è g r e s font u n e n o u r r i t u r e le b r o y a n t e n s u i t e d a n s l ' e a u ; ils tayove et c e l u i d e q u e l q u e s a u t r e s n e n t ce r a g o û t a v e c force p i m e n t . i d é e du p l a i s i r q u ' i l s é p r o u v e n t e n geste.

j o u r n a l i è r e d e ce f r u i t , en y a j o u t e n t le b o u r g e o n du végétaux ; puis , assaisonO n n e s a u r a i t se f a i r e u n e usant de cet aliment i n d i -

O n o b t i e n t d e la p â t e d e l'Avoira , p a r la p r e s s i o n , e n la laissant fermenter p e n d a n t quelques j o u r s , u n e huile j a u n â t r e d o n t on s e s e r t p o u r l ' é c l a i r a g e ; elle s e r a i t d ' u n u s a g e p l u s é t e n d u , si l'on a v a i t soin d e la d é g a g e r d e sa m a u v a i s e o d e u r p a r la c l a r i f i c a t i o n . L e n o y a u c o n t i e n t é g a l e m e n t u n e e s p è c e d e g r a i s s e de c o u l e u r n o i r â t r e , q u e l ' o n n o m m e quio-quio, trèsp r é c i e u s e , e n f r i c t i o n s , d a n s les d o u l e u r s r h u m a t i s m a l e s e t b o n n e s u r t o u t c o m m e vermifuge : on l'ajoute souvent à d ' a u t r e s e x t r a i t s p o u r la p u r g a t i o n . V o i c i , d i r a - t - o n , u n p a l m i e r b i e n p r é c i e u x , q u e le C r é a t e u r a p r i s soin d e p l a c e r s o u s la m a i n d e l ' h a b i t a n t G u y a n a i s . Avec l e t r o n c et la f e u i l l e , il c o n s t r u i t sa c a s e , fait s o n c h a p e a u p o u r ê t r e à l ' a b r i d u s o l e i l , sa n a t t e p o u r s e c o u c h e r , s o n balai p o u r a p p r o p r i e r sa m a i s o n , s o n é v e n t a i l ou wawari p o u r allum e r s o n feu. L e fruit lui d o n n e u n e n o u r r i t u r e a b o n d a n t e . L e n o y a u f o u r n i t u n m é d i c a m e n t . La r a c i n e r e m p l a c e a u b e s o i n la s a l s e p a r e i l l e , c ' e s t u n d é p u r a t i f c e r t a i n : il n ' y a p o i n t j u s q u ' a u p i q u a n t d o n t il s e s e r t q u e l q u e f o i s p o u r e n l e v e r la c h i q u e . O h la p r é c i e u s e p l a n t e !


( 54 ) O n t r o u v e ce P a l m i e r s u r t o u t e l ' é t e n d u e d u vaste t e r r i t o i r e d e la G u y a n e f r a n ç a i s e , il y est i n d i g è n e ; les a n i m a u x s a u v a g e s c o m m e les a n i m a u x d o m e s t i q u e s m a n g e n t s o n fruit a v e c a v i d i t é . L e s g i b i e r s les p l u s r e c h e r c h é s p a r la g a s t r o n o m i e , o n t la c h a i r p l u s t e n d r e a p r è s la s a i s o n de ce f r u i t , q u i r e c è l e s a n s d o u t e u n s u c t r è s - n u t r i t i f p o u r la g e n t b e s t i a l e , m a i s m a l g r é les a v a n t a g e s q u e l'exploitation c o m m e r c i a l e p o u r r a i t e n t i r e r , l ' i n d u s t r i e n e s ' e s t j a m a i s e m p r e s s é e d ' e n é t e n d r e la c o n s o m m a t i o n . L ' u s a g e p e r s o n n e l fait seul s o n profit d u P a l m i e r avoira.

DU

C O U M A R O U ou

MOUCOUMOUCOU.

P e u d e C r é o l e s c o n n a i s s e n t la p l a n t e a q u a t i q u e qui p r o d u i t l e C o u m a r o u , ou s ' e n s o n t fort p e u o c c u p é s ; elle e s t d e fort p e u d ' i m p o r t a n c e d a n s la c o n s o m m a t i o n a l i m e n t a i r e . C e t t e p l a n t e c r o î t le l o n g d e s r i v i è r e s v e r s l e u r s o u r c e , d a n s les m a r é c a g e s i n t é r i e u r s , les v a l l é e s , enfin d a n s t o u s les e n d r o i t s h u m i d e s qui c o n s e r v e n t le p l u s l o n g t e m p s l ' e a u en É t é . Le fruit q u ' e l l e p r o d u i t , c o m m e n o u s l ' a v o n s d i t , p a s s e i n a p e r ç u d a n s l ' a l i m e n t a t i o n ; il e s t d e la g r o s s e u r d e l ' a n a n a s e t la p e t i t e e s p è c e , et r e s s e m b l e à ce d e r n i e r p a r la c o u l e u r , et s u r t o u t p a r s o n é c o r c e à r a i e s c r o i s é e s . L e s s a u v a g e s , d i t - o n , le m a n g e n t avec p l a i s i r , m a i s le p o i s s o n à é c a i l l e , c o n n u s o u s ce n o m , e n fait sa n o u r r i t u r e h a b i t u e l l e . L ' I n d i e n , p o u r d é c o c h e r p l u s s û r e m e n t sa flèche, c h e r c h e l ' e n d r o i t o ù ce fruit e s t t o m b é d a n s l ' e a u ; é t a n t s û r q u e le p o i s s o n C o u m a r o u e s t p r è s d e l à , s o n c o u p i m m é d i a t e m e n t l a n c é lui en a m è n e u n , p e s a n t q u e l q u e f o i s p l u s d e six k i l o g r a m m e s . Q u a n d o n a r r i v e a u x villages s i t u é s d a n s le h a u t d e s r i v i è r e s , où le v o y a g e u r fatigué reçoit e n c a d e a u , d e s m a i n s d e ces h o m m e s h o s p i t a l i e r s , u n d e ces b e a u x p o i s s o n s , c ' e s t alors q u ' i l s a v o u r e avec plaisir la p i m e n t a d e b i e n a s s a i s o n n é e , a v e c force p i m e n t . La p l a n t e e s t e m p l o y é e d a n s le p a n s e m e n t d e s u l c è r e s ou m i e u x e n c o r e d a n s les b l e s s u r e s ; elle f o u r n i t u n e sève a b o n -


( 55 ) d a n t e q u ' o n fait e n t r e r avec succès d a n s le t r a i t e m e n t de la p h t h i s i e p u l m o n a i r e . Un I n d i e n nous a a s s u r é q u e cette s è v e , m ê l é e à celle d ' u n e a u t r e p l a n t e que n o u s avons déjà d é c r i t e , exerce u n e action excitante s u r la s p h è r e g é n i t a l e .

DU

LUCET.

E s p è c e d ' a r b r i s s e a u qui r e s s e m b l e b e a u c o u p a u cérisier o r d i n a i r e , p r o d u i s a n t u n fruit d ' u n goùt â c r e , m ê m e d a n s sa m a t u r i t é . Les enfants seuls r e c h e r c h e n t le L u c e t , q u i m û r i t t o u j o u r s vers la fin de l ' É t é et quelquefois p l u s t ô t . L e s e n d r o i t s q u e c e t t e p l a n t e h a b i t e , s o n t le r e n d e z - v o u s d e s collégiens q u i s'y t r a n s p o r t e n t en g r a n d n o m b r e , soit a p r è s les classes ou p e n d a n t les v a c a n c e s . C'est à qui cueillera u n e p l u s g r a n d e q u a n t i t é d e L u c e t , afin d e m o n t r e r son a d r e s s e ; c e u x qui e n cueillent m o i n s s o n t s o u v e n t la r i s é e d e l e u r s collègues p l u s actifs et p l u s a d r o i t s à g r i m p e r s u r l ' a r b r e c o m m e les s i n g e s . L e s b r a n c h e s , quelquefois t r o p faibles, c è d e n t s o u v e n t s o u s le fardeau ; ceux q u i sont r e s t é s à t e r r e d e b a t t r e les m a i n s en voyant t o m b e r l e u r s c a m a r a d e s . Il y a vraim e n t du plaisir à a s s i s t e r à cette fête d ' e n f a n t s , cueillant le L u c e t , d o n t l'usage n e p a r a î t pas c o n t r a i r e à l e u r s a n t é . La feuille de cette p l a n t e b o u i l l i e , e s t e m p l o y é e g é n é r a l e m e n t d a n s la t e i n t u r e du linge p r o p r e au d e u i l , et s e r t q u e l quefois d a n s le t r a i t e m e n t d e s affections c u t a n é e s .

DU

MACHANIER.

N o u s avons cru devoir d o n n e r ce n o m à la p l a n t e q u e n o u s d é c r i v o n s , p o u r r e m p l a c e r celui a s s e z v a g u e et i n d é t e r m i n é p a r lequel les Créoles ont l ' h a b i t u d e d e le d é s i g n e r ( c a l l e b a s s i e r colin ). L e M a c h a n i e r a p p r o c h e d e l ' a b r i c o t i e r p a r la forme d e s o n t r o n c , L e s f r u i t s , de la m ê m e g r o s s e u r , se r e s s e m b l e n t .

Le


( 56 ) M a c h a n e a c e t t e différence avec l ' a b r i c o t , en ce qu'il r e c è l e un p o i s o n t r è s - v i o l e n t . Il n ' e s t p a s é t o n n a n t , s a n s d o u t e , q u e t a n t d e p e r s o n n e s , au c o m m e n c e m e n t d e ce siècle , a i e n t é t é v i c t i m e s de l e u r i m p r u d e n c e à en m a n g e r . O n a e u à d é p l o r e r la p e r t e , s u r t o u t , d e s m i l i t a i r e s n o u v e l l e m e n t a r r i v é s à c e t t e époq u e . Ils a v a i e n t cédé , n o u s le c r o y o n s , à un d é s i r bien n a t u r e l , e n voyant d e b e a u x fruits p e n d u s a u x a r b r e s q u i se t r o u v e n t p r è s la g r a n d e r o u t e de l'île de C a y e n n e , p r o m e n a d e o r d i n a i r e d e s c i t a d i n s . C e t t e s o r t e de p l a n t e c r o î t , s u r t o u t , d a n s c e t t e p a r t i e de la G u y a n e ; r a r e m e n t on la t r o u v e a i l l e u r s . U n e p a r t i c u l a r i t é assez c u r i e u s e , c ' e s t q u ' a u c u n a u t r e a n i m a i s a u v a g e n e t o u c h e le M a c h a n e q u e le p a q u e et l ' a g o u t i , q u e n o u s r e t r o u v o n s t o u j o u r s q u a n d il s'agit d e fruits q u e l c o n q u e s . D a n s la s a i s o n (il e s t r a r e de p o u v o i r la d i s t i n g u e r , c a r cet a r b r e en e s t p r e s q u e t o u j o u r s g a r n i ) . L o r s q u e ces g i b i e r s s o n t t u é s , on se g a r d e b i e n d e l a i s s e r m a n g e r l e u r s b o y a u x p a r les c h i e n s ou d ' a u t r e s a n i m a u x d o m e s t i q u e s , c a r l ' e m p o i s o n n e m e n t serait immédiat. N o u s ne f a i s o n s , d ' a i l l e u r s , m e n t i o n ici de c e t t e p l a n t e q u e p o u r p r é m u n i r les p e r s o n n e s q u i , t r o m p é e s p a r l ' a p p a r e n c e , o s e r a i e n t y t o u c h e r . La n a t u r e c a c h e q u e l q u e f o i s de t r è s - d a n g e r e u s e s é p i n e s s o u s la feuille d e s p l u s belles f l e u r s .

DU

COUPY.

G r a n d et b e l a r b r e p r o p r e a u x c o n s t r u c t i o n s , m a i s d e peu d e d u r é e , si l'on n e c h o i s i s s a i t la b o n n e l u n e p o u r l ' a b a t t r e , c o m m e d i s e n t les n a t u r e l s du pays , c i r c o n s t a n c e d ' u n e g r a n d e importance à Cayenne, ignorée partout ailleurs, mais que notre e x p é r i e n c e p e r s o n n e l l e confirme e n t i è r e m e n t . — La b o n n e l u n e d a t e d u d e r n i e r q u a r t i e r j u s q u ' a u p r e m i e r ; elle e s t m a u v a i s e dans ses autres phases. O n a d i s p u t é l o n g t e m p s s u r l'influence d e c e t t e p l a n è t e à l ' é g a r d des p l a n t e s et d e s a n i m a u x . L e s a s t r o n o m e s , les p h y s i c i e n s , n ' o n t p u s ' a c c o r d e r s u r ce fait. Il e s t d ' o r d i n a i r e q u e , s u r t o u t e s ces q u e s t i o n s , on r e n c o n t r e t o u j o u r s d e s H y p o c r a t e s


( 57 ) et d e s Galliens. Mais ce qu'il y a de c e r t a i n , du m o i n s p o u r les p l a n t e s de la G u y a n e , c'est q u e , d a n s la p l e i n e l u n e , elles f o u r n i s s e n t t o u j o u r s p l u s de sève q u e d a n s la n o u v e l l e ; c ' e s t u n e r a i s o n d e croire q u e , c o u p é à s o n é p o q u e d ' a b o n d a n c e , l ' a r b r e attire d e s insectes qui s'y logent a v e c e m p r e s s e m e n t , e t , d a n s peu de t e m p s , le r é d u i s e n t e n p o u d r e ; t a n d i s q u e p r i v é , d a n s la nouvelle lune , d e sa g r a n d e q u a n t i t é d e s è v e , les i n s e c t e s n'y t o u c h e n t p r e s q u e j a m a i s . On voit m ê m e des b o i s de q u a l i t é i n f é r i e u r e , c o u p é s à la b o n n e é p o q u e , avoir u n e d u r é e p r e s q u e aussi longue q u e ceux d ' u n e e s s e n c e s u p é r i e u r e . C e t t e influence de la lune s u r les p l a n t e s se fait aussi r e m a r q u e r s u r les m a r a i s , m ê m e s u r l ' e s p è c e h u m a i n e . E n a t t e n d a n t que la science établisse d ' u n e m a n i è r e c e r t a i n e c e t t e i m p o r t a n t e q u e s t i o n , d i s o n s q u e les n è g r e s , s u r t o u t à C a y e n n e , o n t u n e foi invariable d a n s cette influence. D a n s l e u r s a c t i o n s les plus i n t i m e s , ils en font l ' o b s e r v a tion la p l u s r i g o u r e u s e . A u s s i , célèbrent-ils avec e n t h o u s i a s m e le flambeau de la nuit d a n s l e u r s e x p r e s s i v e s c h a n s o n s . L e fruit de l ' a r b r e q u e n o u s décrivons e s t g r o s c o m m e celui du p o m m i e r ; il est e n t o u r é d ' u n e b o u r r e e x t r ê m e m e n t d u r e qui g a r a n t i t le p e p i n . P o u r l ' o b t e n i r , il faut fendre la b o u r r e a v e c u n outil t r a n c h a n t . Ce fruit se m a n g e cru , il est m ê m e préféré à la noix si e s t i m é e de Tonlka , et fournit u n e graisse s e m b l a b l e à celle q u ' o n o b t i e n t du m a r i p a : on p e u t e n faire u s a g e de la m ê m e m a nière. Le Goupy se t i e n t d a n s l ' i n t é r i e u r des forêts ; il n ' a p p r o c h e p r e s q u e j a m a i s du littoral. C'est d a n s ces r é g i o n s éloignées q u e les n è g r e s e t les I n d i e n s vont r a m a s s e r son f r u i t , q u ' i l laisse t o m b e r en a b o n d a n c e . On n e le cueille j a m a i s sur l'arb r e , p a r l'impossibilité p e u t - ê t r e de l ' a t t e i n d r e . Le n a t u r e l d u pays c o m m e l ' e u r o p é e n , p e u v e n t é g a l e m e n t le m a n g e r s a n s d a n g e r ; il faut n é a n m o i n s le faire avec m o d é r a t i o n , car les p r i n c i p e s f o r t e m e n t a n o d i n s qui le c a r a c t é r i s e n t , p e u v e n t , p a r u n u s a g e t r o p suivi , d o n n e r la d i a r r h é e .


( 58 ) U n e c i r c o n s t a n c e i n d é p e n d a n t e d e n o t r e v o l o n t é n o u s force d ' i n t e r r o m p r e ici la d e s c r i p t i o n d e s fruits s a u v a g e s q u i f o r m e n t le c o m p l é m e n t d e cette s e c o n d e p a r t i e et d o n t voici la n o m e n clature : L ' I B I R A , a r b r e à fruit h u i l e u x . Le MARICOUPY , p a l m i e r s a n s n a i s s a n c e d e t r o n c , à fruit d u r et s e c . L e P A L O U É , p a l m i e r l é g u m i n e u x d o n t le fruit n ' e s t p a s en u s a g e . L e P O I R I E R , a r b r e à fruit p â t e u x , m a i s t r è s - r e c h e r c h é . L'ACUROA , a r b r i s s e a u à fruit â c r e , m a i s p r é c i e u x c o n t r e le tétanos. L e C Œ U R DE B Œ U F , a r b u s t e d o n t le fruit n ' e s t p a s en u s a g e . L e MANICAIRE, p a l m i e r l é g u m i n e u x d o n t le fruit n ' e s t p a s en usage. L e GOYAVIER NOIR , a r b u s t e d o n t le fruit e s t t r è s - r e c h e r c h é p a r les e n f a n t s . L e MARIBOU , a r b r e d o n t le fruit n ' e s t p a s e n u s a g e . L ' A G R I N E T T E , p a l m i e r é p i n e u x , d o n t le fruit est t r è s - a c i d u l é . Le P E T I T CITRONNIER , a r b u s t e d o n t le fruit c o n t i e n t u n c é d r a t p e u a g r é a b l e , m a i s p r é c i e u x d a n s le t r a i t e m e n t de certaines maladies c u t a n é e s . L e P R U N I E R , a r b u s t e d o n t le fruit e s t t r è s - r e c h e r c h é . L e P I N O T , p a l m i e r à fruit c a m p a n u l a c é . L e M I R I T I , a r b u s t e d o n t le fruit e s t f l a t u e u x . L e GUYAMADOU , g r a n d a r b r e d o n t le fruit h u i l e u x , est e m p l o y é dans l'éclairage. L e GUIMAMAIN a r b u s t e d o n t le fruit e s t t r è s - r e c h e r c h é . L e CORROSSOLIER SAUVAGE , a r b u s t e d o n t le fruit n ' e s t p a s e n usage. L e SOUTAI , a r b u s t e d o n t le fruit p e u c o n n u , e s t e m p l o y é p a r les s a u v a g e s p o u r c o r r i g e r i n t é r i e u r e m e n t les t r o u b l e s o c c a s i o n n é s p a r la r e s p i r a t i o n d e s m i a s m e s d é l é t è r e s . L e P E T I T AVOIRA , e s p è c e de liane é p i n e u s e , d o n t le fruit e s t d u r et p e u j u t e u x . L e MOCAYA , a r b r e d o n t le fruit est p e u e n u s a g e .


( 59 ) Le CERISIER SAUVAGE, a r b u s t e d o n t le fruit est t r è s - p i q u a n t . Le PIQUYA , a r b r e d o n t le fruit fournit u n e huile a b o n d a n t e . Le O U A B É E , liane d o n t le fruit n ' e s t p a s e n u s a g e d a n s l'alimentation ; mais d o n t l'écale , travaillée avec soin , s e r t d ' o r n e m e n t aux d a m e s . q u i la p o r t e n t en b r a c e l e t s ou en colliers. L e C O U R B A R I L (Hymenaca). — G r a n d a r b r e qui d o n n e r é s i n e a n i m é e , à fruit d u r et s a n s j u s .

la

Il y a p a r m i ces fruits u n g r a n d n o m b r e d ' e n t r ' e u x d o n t la d e s c r i p t i o n s e r a i t bien i n t é r e s s a n t e p o u r la s c i e n c e et l ' h y g i è n e d o m e s t i q u e . La c o n s o m m a t i o n a l i m e n t a i r e a u r a i t é g a l e m e n t à en faire son profit ; m a i s , c o m m e n o u s l'avons fait o b s e r v e r , il a fallu forcément n o u s a r r ê t e r , car l'injustice est c o m m e la flèc h e e m p o i s o n n é e , sa b l e s s u r e laisse quelquefois des t r a c e s ineffaçables, V o l t a i r e , c e p e n d a n t , a dit et r é p é t é s o u v e n t ; « « « «

Les mortels sont égaux, ce n'est point la naissance C'est la seule vertu qui fait la différence. Il est de ces esprits favorisés des cieux Qui sont tout par eux-mêmes et rien par leurs aïeux. »

On n o u s p e r m e t t r a d ' a j o u t e r q u e l q u e s vers à ceux du g r a n d poète philosophe : Sublime vérité trop longtemps travestie ! Qu'on ne peut proclamer dans cette colonie , Où l'on voit si souvent au gré des passions, Consacrer l'injustice à l'ombre des blasons. Dieu voulut, cependant, pour instruire la t e r r e , Qu'un Fils semblable à lui naquît dans la misère, Afin qu'il pût montrer avec humilité , Aux humains attendris l'auguste égalité. L'homme s'obstine encor d'opprimer son semblable !.. César en fit autant, mais son joug détestable , Fit regretter Sylla, Pompée et ses destins... Le pouvoir, ô mortels, peut tomber de vos mains! Le droit de l'épiderme , aujourd'hui sans mérite , Doit se perdre à la fin, s'il règne sans limite. La nature en son cours n'a que Dieu pour appui, Et le faible et le fort sont égaux devant lui. FIN.


( 60 )

UN MOT SUR.

LES

PÉNITENCIERS

DE

LA

GUYANE.

U n e d e s p l u s i m p o r t a n t e s c o n c e p t i o n s q u i se s o i e n t p r o d u i t e s d e p u i s le 2 D é c e m b r e , e s t celle d e la t r a n s p o r t a t i o n à la G u y a n e , d e s b a g n e s de la F r a n c e . C e t t e l è p r e r o n g e u s e d e la société m é t r o p o l i t a i n e , d e v e n u e d e p u i s l o n g t e m p s u n e m b a r r a s qui avait déjà é p u i s é t o u t e la s c i e n c e d e s h o m m e s c o m p é t e n t s , d e v a i t , c o m m e t a n t d ' a u t r e s c h o s e s , t r o u v e r sa solut i o n sous le r é g i m e p r o v i d e n t i e l d e N a p o l é o n I I I . F é l i c i t o n s l ' É l u de la n a t i o n française d'avoir p r i s u n e telle i n i t i a t i v e . Mais a-t-on bien c h o i s i , à C a y e n n e , le lieu p r o p r e p o u r f o n d e r l e s é t a b l i s s e m e n t s p é n i t e n t i a i r e s ? T o u t e s les m e s u r e s n é c e s s a i r e s , indispensables à l'exécution d'une semblable o p é r a t i o n , ont-elles é t é c o n v e n a b l e m e n t o b s e r v é e s ? Voilà les q u e s t i o n s q u ' o n est p e u t - ê t r e en d r o i t d ' i n d i q u e r en p a s s a n t , et s u r l e s q u e l l e s n o u s n o u s g a r d e r o n s bien d ' é m e t t r e u n e opinion favor a b l e ou d é f a v o r a b l e , a t t e n d u q u e n o t r e p r é s e n c e à P a r i s , lors d e s é v è n e m e n t s d u 2 D é c e m b r e , n ' é t a i t p a s i g n o r é e p a r la D i r e c t i o n d e s Colonies , q u i avait cru ê t r e s u f f i s a m m e n t i n s t r u i t e p a r la c o o p é r a t i o n de q u e l q u e s f o n c t i o n n a i r e s de C a y e n n e , a l o r s aussi à P a r i s . N o u s n ' a v o n s p a s été h o n o r é d ' a u c u n e i n v i t a t i o n a y a n t p o u r b u t de n o u s c o n s u l t e r à cet égard , c ' e s t t r è s - b i e n . Mais il s e r a , c e p e n d a n t , i m p o s s i b l e de m é c o n n a î t r e q u e n o t r e o p i n i o n s u r la m a n i è r e la p l u s a v a n t a g e u s e de f o n d e r et d e suivre la colonisation

p é n i t e n t i a i r e , eût été de quelque poids ; car nous

c o n n a i s s o n s m i e u x n o t r e p a y s , ses l o c a l i t é s , sa t e m p é r a t u r e , v a r i a b l e à telle ou telle d i s t a n c e d u l i t t o r a l ; la n a t u r e d e s t e r r e s p r o p r e s a u travail e u r o p é e n ; les lieux où les i n s e c t e s s o n t ,


( 61 ) s u r t o u t , m o i n s nuisibles ; enfin , les m o y e n s de p r é v e n i r mal qu'ils ont déjà fait aux t r a n s p o r t é s .

le

N o u s c o n n a i s s o n s t o u t c e l a , d i s o n s - n o u s , m i e u x que c e u x qui n ' o n t fait q u ' u n s é j o u r t e m p o r a i r e à C a y e n n e . On n ' a v a i t p a s c r u que de s e m b l a b l e s r e n s e i g n e m e n t s fussent n é c e s s a i r e s , p u i s q u ' o n s'est p a s s é d e n o t r e c o o p é r a t i o n . N o u s devons d o n c a t t e n d r e p a t i e m m e n t le r é s u l t a t de l ' œ u v r e qui e s t en voie d'exécution en ce m o m e n t , laquelle d o i t , s a n s d o u t e , fixer l'avenir de la G u y a n e . Dieu veuille , p o u r l ' h u m a n i t é , q u ' e l l e n ' a i t p a s à en souffrir ! Des a c t i o n s de g r â c e s s e r o n t r e n d u e s au P r i n c e qui a pris l'initiative d e c e l t e i m p o r t a n t e m e s u r e .

DISTRACTION. La d é c o r a t i o n d e l ' o r d r e d e S a i n t - S y l v e s t r e q u e n o u s a conférée le S a i n t - P è r e a é t é , à C a y e n n e , l'objet d ' u n e j a l o u s i e effrénée de la p a r t d ' u n individu qui l'avait é g a l e m e n t sollicitée et qui ne l'a p a s o b t e n u e . D a n s une fête qui n o u s a été d o n n é e à ce s u j e t , e n t r ' a u t r e s d i s c o u r s , on r e m a r q u e celui p r o n o n c é p a r M . Alf. P***, Créole d e C a y e n n e :

«

MESSIEURS ET CHERS

COMPATRIOTES,

» Un élan d e c œ u r n o u s r é u n i t en ce j o u r p o u r a d r e s s e r u n a n i m e m e n t à M. Leblond , qui a bien voulu a c c e p t e r c e t t e f ê t e , les éloges qu'il m é r i t e , et p r o c l a m e r les t i t r e s qui lui o n t valu , e n t r e t o u s , la m a r q u e qui le d i s t i n g u e a u j o u r d ' h u i , tém o i g n a g e h o n o r a b l e r e n d u p a r N . S. P è r e P i e I X , à ses t r a v a u x h u m a n i t a i r e s et à ses s e n t i m e n t s religieux. N o u s s o m m e s h e u r e u x de p a r t a g e r avec lui ce b o n h e u r . C e p e n d a n t , M e s s i e u r s , les r o s e s q u e n o u s lui j e t o n s , p o u r q u o i s o n t - e l l e s m ê l é e s d ' é p i n e s ? L ' h o m m e , s u r cette t e r r e , ne saurait-il j o u i r d ' a u -


( 62 ) c u n e faveur, s a n s q u e s o n frère e n Dieu n e d e v i e n n e s o u v e n t c o n t r e lui u n e n n e m i a c h a r n é ! » Un m a u v a i s c i t o y e n , a u s s i m é c h a n t q u e j a l o u x , a essayé d e t e r n i r les vives c o u l e u r s q u e M. L e b l o n d p o r t e avec t a n t de d i s t i n c t i o n s u r sa p o i t r i n e . La l e t t r e d o n t j e vais v o u s d o n n e r l e c t u r e , et qui é m a n e de ce t r i s t e p e r s o n n a g e , v o u s d é m o n t r e r a , s a n s n u l d o u t e , la fausseté d e ses h i d e u s e s c a l o m n i e s q u i , du r e s t e , ne sauraient atteindre notre honorable compat r i o t e , q u i les d o m i n e c o m m e l'aigle a u s o m m e t d e la m o n tagne. » N o u s n o u s a b s t e n o n s d ' i n s é r e r ici la l e t t r e m e n t i o n n é e d a n s le d i s c o u r s de M. P***. Le p u b l i c g u y a n a i s a été assez édifié p a r d e s e x t r a i t s qui o n t c o u r u d e m a i n e n m a i n . Le p e r s o n n a g e e n q u e s t i o n a fait c o m m e l ' u n des m e m b r e s d e la m é n a g e r i e d e La F o n t a i n e , sa q u e u e e s t r e s t é e , m ê m e j u s q u ' à p r é s e n t , e n t r e ses j a m b e s .


CATALOGUE Des Ouvrages

publiés

par

F. F.

LE

B L O N D .

1. — Observations sur l'état politique des hommes de couleur de la Guyane française et sur l'abolition de l'esclavage.— Nantes : chez Busseil, 1832. 2. — Trente ans d'existence, par un ami, ouvrage dans lequel on r e marque les sentiments religieux de l'auteur.—Bordeaux, chez Pelletingeas, imprimeur, 1834. 3. — Lettre politique adressée aux habitants de la Guyane, dans laquelle on trouve la souscription, provoquée par l'auteur , en faveur des victimes de Juillet 1830. — Paris, chez Gœtchy,1834. 4. — Confessions, dans lesquelles on remarque des passages saillants sur la religion, on y trouve aussi un rapport lumineux fait à la Société pour l'instruction élémentaire. — Paris, chez Bourdon, libraire, 1834. 5. — Plusieurs articles traitant des questions religieuses et humanitaires, particulièrement sur l'abolition de l'esclavage colonial, insérés dans divers numéros du journal de la Société de la morale chrétienne, au siège de la Société; 1835, 1836, 1840, 1844. 6. — Projet d'une colonisation agricole et industrielle à fonder à la Guyane française, comme moyen d'affranchissement progressif, ouvrage annoncé d'avance par tous les grands journaux de Paris. — Paris, chez Vinchon, libraire, 1845. 7. — Etudes spéciales sur les fruits de la Guyane française. — Bordeaux , chez Th. Lafargne , imprimeur-libraire, 1853.

Bordeaux. — I m p r i m e r i e

d e Th. LAFARGUE , L i b r a i r e , R u e P u i t s

d e B a g n e - C a p , 8.


Etudes spéciales sur les fruits de la Guyane Française  

Auteur : Le Blond F.F. / Ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documentation Université des Antilles...

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