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MANIOC.org Conseil général de la Guyane


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EXAMEN IMPARTIAL ET

SOLUTION

DE

TOUTES

LES

QUESTIONS

Q U I SE RATTACHENT A

LOI

DES

LA

SUCRES.

CONSULTATION SUR

PLACE


PARIS.

IMPRIМERIE rue de Seine,

LE 8 .

NОRМАNT,


EXAMEN IMPARTIAL ET

SOLUTION

DE

TOUTES

Q U I

S E

EES

QUESTIONS

R A T T A C H E N T

A

L A L O I DES SUCRES, PAR

is

LE M

DE FORBIN

JANSON.

PARIS. CHEZ

LE NORMANT,

R U E D E S E I N E , N° 8.

E T L E S MARCHANDS D E N O U V E A U T É S . 1840.

DEPARTEMENT DE LA GUYANE

BIBLIOTHEQUE A. F R A N C O N I E


A V A N T - P R O P O S .

Une

industrie

qui embrasse

à la f o i s l e s

p l u s c h e r s i n t é r ê t s d e la F r a n c e , s o n

agri-

c u l t u r e e t s o n c o m m e r c e , la m é t r o p o l e e t l e s c o l o n i e s ; q u i fait v i v r e u n e

multitude

d'ou-

vriers, e m p l o i e d ' i m m e n s e s capitaux, alimente u n e f o u l e d ' i n d u s t r i e s s e c o n d a i r e s , f o u r n i t au


2 t r é s o r p u b l i c un d e ses p l u s r i c h e s p r o d u i t s , est d e p u i s c i n q ans f r a p p é e d e m a u x t o u j o u r s croissans, qu'elle ne p o u r r a i t s u p p o r t e r plus l o n g t e m p s . C e n e s o n t pas s e u l e m e n t les c o l o n s et l e s f a b r i c a n s d e s u c r e i n d i g è n e d o n t la f o r t u n e a é t é a n é a n t i e o u est m e n a c é e d ' u n e r u i n e p r o c h a i n e , c'est t o u t c e q u i t o u c h e d i r e c t e m e n t à la p r o d u c t i o n , à la f a b r i c a t i o n , au t r a n s p o r t , à l'achat et à la v e n t e d e s s u c r e s b r u t s et à l e u r t r a n s f o r m a t i o n e n sucres raffinés. Si o n p r o c é d a i t à u n e e n q u ê t e

rigou-

r e u s e p o u r faire l e r e l e v é d e t o u t e s les p e r t e s , le chiffre total s'élèverait à plusieurs centain e s d e m i l l i o n s . D e u x causes p r i n c i p a l e s o n t a m e n é c e résultat : la c o n c u r r e n c e i n c e s s a n t e du sucre i n d i g è n e et du sucre c o l o n i a l

sur

n o t r e m a r c h é i n t é r i e u r , e t la l é g i s l a t i o n p e u é c l a i r é e q u i a, jusqu'à p r é s e n t , r é g l é les tarifs de nos douanes, par rapport à l'exportation du s u c r e . Il est t e m p s d e r e m é d i e r à d e s m a u x i m -


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m e n s e s d o n t le c o r p s s o c i a l t o u t entier r e s sent le funeste c o n t r e - c o u p . L ' o p i n i o n p u b l i q u e s'est p r o f o n d é m e n t é m u e . L e g o u v e r n e m e n t et les C h a m b r e s s e n t e n t l ' u r g e n c e d ' u n e loi , mais

ils e n

portance , et,

au

comprennent moment

aussi

de prendre

g r a n d e r é s o l u t i o n , ils s ' a r r ê t e n t ,

l'imune

hésitent,

d é l i b è r e n t , et d e m a n d e n t q u ' o n les éclaire. E n effet, si, envisagées dans leurs rapports généraux

d ' é c o n o m i e politique ,

tions semblent universelles,

ces ques-

tant elles

c h e n t a u x d i v e r s i n t é r ê t s d e la g r a n d e

toucom-

m u n a u t é , d a n s la d é c o m p o s i t i o n d e l e u r s é l é m e n s et l e u r m é c a n i s m e i n t é r i e u r ,

elles s o n t

t o u t e s s p é c i a l e s , et l e s c o n n a i s s a n c e s p r a t i q u e s q u e l'expérience seule peut

obtenir ne sont

p a s m o i n s i n d i s p e n s a b l e s à la c o n f e c t i o n d ' u n e b o n n e l o i q u e la s c i e n c e d e l ' é c o n o m i s t e et l e s vues élevées d e l ' h o m m e d'État. U n g r a n d n o m b r e d ' o u v r a g e s a été p u b l i é sur cette matière ; plusieurs s o n t m a r q u é s au


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coin

d ' u n véritable talent. M a i s , je d o i s le

dire,

la p r e m i è r e

d'utilité ment

leur

de toutes

manque ,

e n pourrait-il

les c o n d i t i o n s

l'impartialité.

Com-

être autrement ? D e u x

grands intérêts s o n t p r i n c i p a l e m e n t engagés dans

cette

d i s c u s s i o n , et , p a r la f o r c e

c h o s e s , c e s intérêts s o n t e n n e m i s .

des

N o n , ce

n ' e s t p a s u n e s i m p l e r i v a l i t é q u i l e s d i v i s e ; il n e s'agit p a s p o u r e u x d ' u n p r i x à r e m p o r t e r , d ' a r r i v e r p l u s o u m o i n s v i t e à l a f o r t u n e , il s'agit d e v i v r e , e t la v i e d e l ' u n e s t la m o r t d e l'autre. M a p o s i t i o n a cela d e particulier q u e , p r o p r i é t a i r e à la f o i s d e la p l u s i m p o r t a n t e

fabri-

q u e d e s u c r e i n d i g è n e q u i existe e n E u r o p e et d e la p l u s g r a n d e r a f f i n e r i e d e M a r s e i l l e , e t exploitant par m o i - m ê m e c e s d e u x établissemens,

je participe p r e s q u e

avec égalité a u x

d e u x i n t é r ê t s o p p o s é s : c a r c e l u i d e la r a f f i n e r i e , s u r t o u t à M a r s e i l l e , est i d e n t i f i é à c e u x d u c o m m e r c e m a r i t i m e et d e s c o l o n i e s . C e t t e p o s i t i o n


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e x c e p t i o n n e l l e n ' e s t pas s e u l e m e n t rantie

d'indépendance

dans m e s

une

ga-

opinions,

e l l e est e n c o r e u n e c o n d i t i o n n é c e s s a i r e

pour

b i e n a p p r é c i e r les faits ; et c'est s u r t o u t l ' e x a c t i t u d e d e s faits q u ' i l i m p o r t e d ' a c q u é r i r : t o u t s y s t è m e q u i n e s ' a p p u i e r a pas sur e u x n e r e p o sera q u e

sur d e s n u a g e s ,

et sera aussi p e u

s o l i d e q u e sa b a s e . C e s r a i s o n s m ' o n t d é t e r m i n é . Si l ' i n d é p e n dance d e m a p o s i t i o n et m o n e x p é r i e n c e d o n nent

quelque

poids à

mes paroles,

je

ne

regretterai r i e n ; j'aurai o b t e n u ce q u e j'ai t o u j o u r s s o u h a i t é avant t o u t e s c h o s e s , j'aurai é t é utile à m o n

pays.


EXAMEN IMPARTIAL ET

SOLUTION

BE

TOUTES

LES

QUESTIONS

Q U I SE R A T T A C H E N T

A

LOI

DES

LA

SUCRES.

CHAPITRE COUP —

D'OEIL OPINION

RAPIDE POUR

SUR ET

LES

I

e r

.

ÉVÉNEMENS

CONTRE

LE

SUCRE

ANTÉRIEURS. INDIGÈNE.

D é c o u v e r t e d u s u c r e i n d i g è n e . — N e p e u t se s o u t e n i r , m a l g r é le p r i x d e 3 f r . la l i v r e , p e n d a n t la g u e r r e c o n t i n e n t a l e . — O n le croit p e r d u sans r e t o u r à l ' é p o q u e d e la r e s t a u r a t i o n . — N o i r animal. — É l a n de l'industrie sucrière. — Premières r é c l a m a t i o n s d u trésor e n 1 8 2 8 . — C o l o n i e s d é s i n t é r e s s é e s j u s q u e - l à . — A u g m e n t a t i o n t o u j o u r s croissante d e l e u r p r o d u c t i o n . — P r i m e à l ' e x p o r t a t i o n . — Ses effets s u r l'un et l'autre s u c r e s . — E n g o u e m e n t g é n é r a l p o u r le s u c r e i n d i g è n e . — A p p r é h e n s i o n s des h o m m e s é c l a i r é s . — M . M a thieu d e D o m b a s l e . — E x t r a i t s d e ses o u v r a g e s e n f a v e u r


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d u s u c r e i n d i g è n e . — R e p o u s s e tout i m p ô t s u r ce p r o d u i t . — S o u f f r a n c e s des c o l o n i e s et d u c o m m e r c e m a r i t i m e . — L e u r s p l a i n t e s . — A t t a q u e n t le s u c r e i n d i g è n e . — M . F o u r n i e r . — E x t r a i t s d e son p l a i d o y e r en l e u r f a v e u r . — L e s d e u x sucres r i v a u x n e r é c l a m e n t r i e n m o i n s q u e la m o r t l'un d e l'autre.

L o r s q u e la F r a n c e , d é p o u i l l é e de ses colonies et de son c o m m e r c e m a r i t i m e , soutenait contre l ' A n g l e t e r r e la lutte gigantesque q u i tenait l e m o n d e en suspens, la science fit une d é c o u v e r t e d o n t la p o l i t i q u e dut s'emparer avec empressement. Elle ne tendait à rien moins qu'à affranc h i r l'ancien m o n d e du tribut qu'il payait à l ' A m é r i q u e , et q u i , p o u r la F r a n c e , s'aggravait d e tout le bénéfice q u e son puissant e n n e m i en prélevait p o u r sa part. Jusque-là, la France n'avait t r o u v é d'autre m o y e n de s'y soustraire qu'en s'imposant une des privations les plus pénibles p o u r un peuple accoutumé , depuis des siècles, à regarder le sucre c o m m e une nécessité. L e sucre de betteraves parut. M a l g r é la faveur dont il j o u i t sous l ' E m p i r e , il prit d'abord peu de d é v e l o p p e m e n s , bien qu'il se v e n d î t alors 3 ou 4 fr. l i v r e , tant les m o y e n s d'extraire le sucre d e la b e t t e r a v e étaient imparfaits. O n obtenait du sir o p , mais la cristallisation n'avait guère passé


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d u sanctuaire d e la c h i m i e dans le d o m a i n e d e l ' a p p l i c a t i o n usuelle. Plusieurs é t a b l i s s e m e n s f o n d é s à cette é p o q u e n e p u r e n t se s o u t e n i r , m a l g r é les e n c o u r a g e m e n s q u ' i l s r e ç u r e n t d u g o u v e r n e m e n t , j o i n t s au p r i x si é l e v é q u e n o u s v e n o n s d ' i n d i q u e r . L a R e s t a u r a t i o n rendit à la F r a n c e ses c o l o n i e s , f a i b l e c o m p e n s a t i o n à t o u t c e d o n t elle n e p u t e m p ê c h e r q u ' o n la d é p o u i l l â t . O n n e pensa p l u s a u s u c r e i n d i g è n e , q u ' o n c r u t p e r d u sans r e t o u r . S'il n'avait p u p r o s p é r e r au p r i x d e 3 fr. la l i v r e , c o m m e n t pourrait-il se s o u tenir au p r i x d e 1 fr., a u q u e l la l i b e r t é d e s sucres v e n a i t d e le r é d u i r e , a v e c la v r a i s e m b l a n c e q u e c e p r i x d i m i n u e r a i t e n c o r e ? M a i s , par u n e c o ï n c i d e n c e tout à fait i m p r é v u e , p e n d a n t q u e les grands é v é n e m e n s s u r v e n u s dans la p o l i t i q u e d i m i n u a i e n t sa valeur d e près des d e u x t i e r s , le sec r e t d e faire cristalliser les s i r o p s , dans un travail manufacturier, v e n a i t d e se t r o u v e r . L e n o i r a n i mal , o u p o u d r e d ' o s c a l c i n é s , sur l e q u e l o n fit filtrer le s i r o p p o u r le d é p o u i l l e r d e la p a r t i e g o m m e u s e q u i s ' o p p o s a i t à la c r i s t a l l i s a t i o n , p r o duisit cette r é v o l u t i o n , i n a p e r ç u e au m i l i e u d e s a u t r e s , mais q u i devait u n j o u r o c c u p e r une. g r a n d e p l a c e dans les s o u r c e s d e p r o s p é r i t é et dans les c o m b i n a i s o n s p o l i t i q u e s d u m o n d e entier.


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L e s c o l o n i e s a u g m e n t è r e n t d ' a n n é e en a n n é e l e u r p r o d u c t i o n d e s u c r e ; m a i s , la c o n s o m m a t i o n a u g m e n t a n t dans u n e p r o p o r t i o n au m o i n s égale, les p r i x se m a i n t i n r e n t , d e 1 8 2 0 à 1 8 2 8 , e n t r e 7 0 et 8 5 fr. les 5 o kil. p o u r le s u c r e b r u t , dit bonne quatrième, sur la p l a c e d u H a v r e , à l'acquitté, c'est-à-dire après a v o i r a c q u i t t é l e d r o i t d e d o u a n e d o n t le tarif, q u i varia b e a u c o u p p e n d a n t la p é r i o d e c i - d e s s u s , c o n t r i b u a , a v e c d'autres causes inutiles à n o t r e s u j e t , aux fluctuat i o n s d u c o u r s e n t r e 7 0 e t 8 5 fr. C'est à p a r t i r d e 1 8 2 8 q u e l e s u c r e d e b e t t e r a v e c o m m e n ç a à faire sentir s o n i n f l u e n c e . L e n o m b r e d e s f a b r i q u e s se m o n t a i t à c i n q u a n t e h u i t , et la f a b r i c a t i o n à un p e u plus d e 4 m i l l i o n s d e kil. La p r o d u c t i o n des c o l o n i e s s'éleva c e t t e m ê m e a n n é e à près d e 8 0 m i l l i o n s d e k i l . C'est d e c e t t e a n n é e aussi q u e d a t e n t les p r e m i è r e s r é c l a m a t i o n s d u t r é s o r c o n t r e l'affranc h i s s e m e n t d e d r o i t à la c o n s o m m a t i o n d o n t j o u i s s a i t le s u c r e i n d i g è n e . L e s c o l o n i e s n e firent e n t e n d r e leurs griefs q u e p l u s tard. D e q u o i en effet p o u v a i e n t - e l l e s se p l a i n d r e ? N o n - s e u l e m e n t l e u r p r o d u c t i o n o r d i n a i r e , mais c e d o n t elle s'accroissait c h a q u e a n n é e , t r o u v a i t sur le m a r c h é m é t r o p o l i t a i n un


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d é b o u c h é f a c i l e , sans abaissement de prix et m ê m e avec augmentation. C e t t e circonstance e x traordinaire tenait à deux causes. L a p r e m i è r e fut l'abaissement des deux tiers dans le prix du sucre, après la p a i x d e 1 8 1 4 ; il en résulta un élan si p r o d i g i e u x dans la c o n s o m m a t i o n q u e la p r o d u c t i o n ne put q u e par degrés suffire aux demandes ; la seconde fut l e système de p r i m e à l ' e x p o r t a t i o n introduit dans la l o i du 1 7 mai 1 8 2 6 . P o u r favoriser d'une part l'industrie du raffin a g e , et de l'autre p o u r accroître nos relations commerciales avec des peuples c h e z q u i elles avaient été interrompues pendant la g u e r r e , l e trésor remboursait 6 0 fr. à la sortie d e c h a q u e quintal de sucre raffiné, tandis q u ' i l n'avait perçu q u e 2 5 fr. à l'entrée d'un q u i n t a l d e sucre brut. I l en résultait une perte p o u r le trésor, non de toute la différence de 6 0 fr. à 2 5 , parce qu'un quintal d e sucre b r u t est loin d e rendre un quintal de sucre r a f f i n é , mais une p e r t e d'env i r o n la m o i t i é d e cette différence. Ce sacrifice du trésor p e r m e t t a i t de v e n d r e à l'étranger à un p r i x inférieur à la valeur réelle du sucre raffiné, en laissant encore au raffineur un profit considérable. A u c u n e nation ne put soutenir sur le


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marché extérieur la concurrence des raffineries françaises, aidées par un si puissant auxiliaire. Favorisées par cette d o u b l e c i r c o n s t a n c e , les productions coloniale et i n d i g è n e augmentèrent sans interruption , mais dans des p r o p o r t i o n s très-différentes. D a n s les c o l o n i e s , l'étendue cíes terres propres à la culture de la canne n'est pas illimitée. L a difficulté de se p r o c u r e r des esclaves, d o n t la traite était p r o h i b é e , bien qu'on ne p r î t pas des mesures efficaces p o u r la supprimer ent i è r e m e n t , était un autre obstacle à un accroissement indéfini. I l n'en était pas ainsi de la b e t terave ; cette plante est acclimatée dans tout le territoire de la France. I n t r o d u i t e d'abord dans les départemens du N o r d , du Pas-de-Calais et de la S o m m e , où l'agriculture est très-avancée, la fabrication du sucre i n d i g è n e y trouva tous les élémens de succès indispensables à une industrie naissante: abondance de la, m a t i è r e p r e m i è r e , bas prix du combustible et de la m a i n - d ' œ u v r e , habitudes industrielles de la p o p u l a t i o n , facilité des c o m m u n i c a t i o n s par terre et par eau. L ' e x e m ple était encourageant et devait gagner successiv e m e n t d'autres provinces. D e 1 8 2 8 à 1 833 , la fabrication du sucre indigène octupla, tandis q u e


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celle des colonies n'a varié q u e de 7 0 à 8 0 millions de k i l o g r a m m e s . Sans d o u t e , dès cette é p o q u e , les esprits éclairés o n t dû se p r é o c c u p e r v i v e m e n t de tous les embarras q u e cette surexcitation à la p r o d u c t i o n du sucre allait infailliblement faire naître à une é p o q u e peu é l o i g n é e . I l était facile de p r é v o i r , 1° qu'en suivant une m a r c h e aussi p r o g r e s s i v e , la production dépasserait b i e n t ô t , non-seulement la consommation i n t é r i e u r e , mais e n c o r e cette partie assez notable qui s'écoulait par l ' e x p o r t a t i o n ; 2° q u e la cause u n i q u e qui avait d o n n é un grand d é v e l o p p e m e n t aux demandes de l'étranger ne pouvait pas toujours durer, et q u e l'État s'apercevrait enfin du sacrifice déraisonnable qu'il s'imposait au profit d'une seule i n d u s t r i e , celle du raffinage, et dans le but d'une excitation à la production d o n t les colonies e t les fabriques indigènes n'avaient nul b e s o i n ; 3° q u e l'affranchissement de tout d r o i t , d o n t le sucre i n d i g è n e avait j o u i tant qu'il n'était entré q u e p o u r une faible p o r t i o n dans la c o n s o m m a t i o n g é n é r a l e , trouverait de n o m b r e u x contradicteurs, lorsqu'il privait l'État du quart ou du tiers d'une branche si i m p o r t a n t e de son revenu et qu'il menaçait de la faire entièrement disparaître dans un ave-


t

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nir p r o c h a i n ; 4 ° e n f i n , q u e les colonies, attaquées clans leur existence par ce n o u v e a u p r o d u i t ind i g è n e qu'elles avaient méprisé à son d é b u t , allaient faire entendre d'abord des r é c l a m a t i o n s , puis des m e n a c e s , puis des cris d e détresse et d ' a g o n i e , auxquels il faudrait b i e n finir par p r ê t e r l'oreille. Mais lorsque l ' e n g o u e m e n t c o m m e n c e en F r a n c e , s'arrête-t-il à la v o i x de la raison? O n v o y a i t chaque j o u r s'élever de nouvelles fabriques de sucre i n d i g è n e ; on v o y a i t la location des terres q u i entouraient ces établissemens d o u b l e r de p r i x ; c o m m e n t ne pas en c o n c l u r e q u ' i l y avait l à , p o u r l'agriculture et l'industrie, une source presque inépuisable d e richesses? En 1 8 3 6 , le n o m b r e des fabriques en activité s'éleva à 3 6 1 , et celui des fabriques en construction à 105. Plusieurs motifs contribuèrent à égarer l ' o p i nion sur la vraisemblance du succès définitif de la nouvelle industrie. D ' a b o r d , c o m m e j e l'ai dit, l'entraînement de l ' e x e m p l e , ensuite les rapports très-exagérés des bénéfices réalisés jusqu'alors. L e s fabricans établis devaient naturellement accréditer ces notions erronées. Elles contribuaient à a u g m e n t e r leur c r é d i t ; elles leur assuraient un


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haut p r i x de leurs fabriques, s'ils se décidaient à les m e t t r e en actions; e n f i n , elles leur faisaient à eux-mêmes une d o u c e illusion sur l e m o n t a n t de leur fortune. L e s propriétaires de terres y t r o u vaient également leur c o m p t e , et les constructeurs d'appareils renchérissaient, à qui m i e u x m i e u x , sur les avantages de leurs i n n o m b r a b l e s brevets d'invention ou de p e r f e c t i o n n e m e n t . D'ailleurs l'expérience était l à , disait-on; de 3 f r a n c s , l e prix de revient du sucre i n d i g è n e était descendu successivement à 6 0 centimes la livre. P o u r q u o i s'arrêterait-il en si beau c h e m i n ? I l y eut des fabricans qui i m p r i m è r e n t q u e leur prix de r e v i e n t ne dépassait pas 25 c. la l i v r e , et q u ' i l baisserait encore. Ils o n t dû souvent r e g r e t t e r cette assertion d o n t on s'est fait contre eux une a r m e puissante. O u t r e les personnes intéressées, la b e t t e r a v e eut parmi les h o m m e s les plus distingués en science, en p h i l o s o p h i e , en p o l i t i q u e , des partisans enthousiastes. Je placerai à leur tète M . M a thieu de D o m b a s l e . U n grand n o m b r e d'écrits de cet illustre a g r o n o m e propagea au loin la doctrine q u e les plus chers intérêts de la France étaient attachés à l'extension de cette industrie, et qu'aucun sacrifice ne devait lui coûter p o u r


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s'assurer les bénéfices q u ' e l l e était appelée à en recueillir. M . de D o m b a s l e prend la question de haut, l'envisage sous toutes ses faces, et, par une l o g i q u e d i g n e d'un esprit aussi ferme q u e le s i e n , admet toutes les conséquences de son système. J'en citerai quelques passages q u i résumeront tout ce qu'on peut faire v a l o i r en faveur de cette industrie, et d o n n e r o n t en m ê m e temps la mesure de ses exigences. M . de D o m b a s l e , dans une b r o c h u r e publiée en d é c e m b r e 1 8 3 7 , espère q u e les C h a m b r e s , dans la session de 1838, repousseront l ' i m p ô t sur le sucre i n d i g è n e d o n t le p r i n c i p e a été v o t é dans celle d e 1 8 3 7 . « D e toutes les questions q u i o n t été sou« mises depuis l o n g t e m p s aux délibérations lé« gislatives, il n'en est certainement aucune q u e « l'on puisse c o m p a r e r à celle-ci sous le r a p p o r t « de l'influence q u e sa solution d o i t exercer « sur la prospérité et la richesse p u b l i q u e en « France. « U n e conviction profonde me do« m i n e dans l'insistance avec laquelle j e m'efforce « d'écarter de cette n o u v e l l e industrie un i m p ô t « q u ' e l l e ne peut r é e l l e m e n t supporter sans en


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« é p r o u v e r les d o m m a g e s les plus funestes à la « prospérité générale du pays. « Si nous considérons plus spéciale« m e n t les relations de la France avec ses c o l o « n i e s , nous reconnaîtrons b i e n t ô t q u e les bases « du pacte sur l e q u e l ces relations étaient f o n « dées sont déjà anéanties par l e fait : en effet, « les m é t r o p o l e s , en fondant les colonies dans « l'intérêt de leur c o m m e r c e , leur o n t i m p o s é , « p o u r p r e m i è r e c o n d i t i o n , qu'aucun p r o d u i t si« milaire à ceux de l'industrie de la m é t r o p o l e « ne viendrait leur faire c o n c u r r e n c e sur ses « marchés. L a diversité des produits est la base « des relations des colonies avec la m é t r o p o l e ; « et c'est p o u r cela q u e , m a l g r é les i n c o n « véniens q u i résultent des grandes distances, « toutes les nations m o d e r n e s sont allées chercher « leurs colonies sur les points les plus éloignés du « g l o b e et dans des contrées d o n t les produits « étaient entièrement différens de ceux des m é « t r o p o l e s . L o r s q u e les produits ont présenté « q u e l q u e s i m i l i t u d e , ils o n t été r i g o u r e u s e m e n t « écartés du marché de la m é t r o p o l e . C'est ce q u i « est a r r i v é p o u r les tafias : afin de soustraire à « cette concurrence les e a u x - d e - v i e françaises, ce « liquide a été l o n g t e m p s frappé d'une p r o h i b i t i o n 2


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a b s o l u e ; et lorsqu'on a r é c e m m e n t admis les tafias, m o y e n n a n t un d r o i t d'entrée é n o r m e , c'est u n i q u e m e n t parce q u ' o n a reconnu qu'il était impossible d ' e m p ê c h e r les i m p o r t a t i o n s frauduleuses. Mais lorsque, par l'effet d'une déc o u v e r t e industrielle inattendue, le principal produit d'une c o l o n i e d e v i e n t s i m i l a i r e d ' u n p r o duit de la m é t r o p o l e , cette c o l o n i e cesse certain e m e n t d'être, à l'égard de cette d e r n i è r e , dans les conditions qui o n t f o r m é la base du pacte c o l o n i a l . Ce serait une véritable chimère que de vouloir, par une législation quelconque, établir l'équilibre entre les produits des deux origines.

« D u m o m e n t q u e la France p r o d u i t sur son « territoire une partie i m p o r t a n t e du sucre « q u ' e l l e c o n s o m m e , les contrées d o n t le sucre « est la production principale ne sont plus ses « c o l o n i e s q u e d e n o m , et tout est r o m p u dans « les deux p a y s , quant aux relations c o m m e n « ciales de m é t r o p o l e à c o l o n i e . « Dans une telle p o s i t i o n , q u e nos colonies « demandent à recouvrer leur indépendance et « d'abord la l i b e r t é de v e n d r e leurs produits à « d'autres n a t i o n s , il n'y a rien là q u e de très« naturel et de très-raisonnable; et l'habitude de « l'ancien état d e choses peut seule inspirer les


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« répugnances q u e l'on manifeste à faire d r o i t à « une réclamation aussi fondée. « L a d i r e c t i o n d e c o n d u i t e qu'il c o n v i e n t cer« tainement de p r e n d r e dès aujourd'hui, c'est d e « s'efforcer de les m e t t r e en état de se passer de « nous le plus t ô t possible et à mesure q u e nous « arriverons à nous passer d'elles nous-mêmes. « L a prospérité toujours croissante de C u b a , « cette ancienne c o l o n i e de l ' E s p a g n e , m o n t r e « tout ce q u e nos colonies peuvent g a g n e r par un « tel c h a n g e m e n t d e situation. 11 n'y aura certes « pas m o i n s à g a g n e r p o u r la F r a n c e à se d é « charger des dépenses considérables q u ' e x i g e « l'entretien de ses c o l o n i e s , d o n t l'utilité c o m « merciale a presque c o m p l é t e m e n t disparu p o u r « elle. » M . de D o m b a s l e c o n v i e n t q u e cette transition fera souffrir m o m e n t a n é m e n t q u e l q u e s i n t é r ê t s , et il ajoute : « Mais si l'on considère le d é v e l o p p e m e n t qu'est « destinée à p r e n d r e la p r o d u c t i o n du sucre à « l ' i n t é r i e u r , lorsqu'elle aura abaissé le p r i x du « produit à l'aide des perfectionnemens d o n t les « résultats ne peuvent plus aujourd'hui présen« ter de d o u t e , lorsqu'on p r o d u i r a , l o r s q u ' o n « c o n s o m m e r a dans le pays q u a t r e f o i s , dix fois


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peut-être autant de sucre qu'on le fait aujourd ' h u i , q u e l'on calcule ce qu'auront à g a g n e r toutes les autres branches de l'industrie, par les débouchés qu'elles r e n c o n t r e r o n t dans la classe des h o m m e s qui t r o u v e r o n t une source d'aisance dans les travaux de la culture de la betterave et la fabrication du sucre. « En effet, tous les autres besoins de l'industrie restant les m ê m e s , un accroissement correspondant dans la population est la conséquence nécessaire d e toute d e m a n d e d'une n o u v e l l e masse de m a i n - d ' œ u v r e , et l'expérience m o n t r e avec q u e l l e p r o m p t i t u d e la p o p u l a t i o n s'accroît p o u r se m e t t r e au niveau des besoins du travail. »

M . de D o m b a s l e pose en principe qu'un i m p ô t sur le sucre i n d i g è n e est impossible aujourd'hui sans risquer de tuer cette industrie, ou du moins sans la forcer de se concentrer dans les quatre départemens du n o r d où elle a pris naissance, les seuls où l'état avancé de l'agriculture lui p e r m e t trait de supporter cette c h a r g e , et par conséquent sans p r i v e r la F r a n c e des avantages incalculables q u ' e l l e est appelée à recueillir de l'introduction de la culture de la betterave dans les départemens du centre et du midi , où elle d é v e -


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lopperait d'immenses p r o g r è s en tous genres. I l pense que l ' i m p ô t sur le s u c r e , e x c e l l e n t quand il se p e r ç o i t avec facilité par un d r o i t d e douanes à son entrée dans nos ports de mer, d e v i e n t l e plus mauvais de tous lorsqu'il pèse sur un p r o duit i n d i g è n e , par la v o i e des c o n t r i b u t i o n s indirectes, a c c o m p a g n é e des formes odieuses de l'exercice et de tous les i n c o n v é n i e n s q u i s'y rattachent nécessairement. I l reconnaît qu'il y aura l à , pendant un certain n o m b r e d'années, un déficit c o n sidérable dans les recettes du trésor; mais il ne d o u t e pas qu'un j o u r l'augmentation des produits de toutes les autres branches du r e v e n u p u b l i c , qui sera le résultat de cette m e s u r e , ne paie ce sacrifice avec usure. « « « « « « « « « «

« L ' i m p ô t sur l e sucre p r o d u i t a n n u e l l e m e n t , d i t - o n , une trentaine de m i l l i o n s , et il est i m possible q u e l'on r e n o n c e à une semblable ressource pour le trésor; il faut d o n c q u e l e sucre i n d i g è n e supplée au déficit q u e cette p r o d u c t i o n occasionnera successivement dans la rentrée des droits sur l e sucre étranger. Il s e m b l e rait, en v é r i t é , q u e les recettes produites par l ' i m p ô t sur le sucre sont p o u r le trésor un article f o n d a m e n t a l , une de ces ressources sur lesquelles o n peut c o m p t e r pour un l o n g a v e -


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« nir, parce q u ' o n en a j o u i déjà pendant un l o n g « espace de temps. « Dans les affaires p u b l i q u e s , d e m ê m e q u e dans celles des p a r t i c u l i e r s , il est d e ces chances q u i accroissent ou d i m i n u e n t m o m e n t a n é m e n t quelques, articles d e recettes ou de dépenses « L e p r o d u i t des i m p ô t s indirects est chose fort « variable par sa n a t u r e ; plus d'une fois o n a v u « le législateur r e n o n c e r v o l o n t a i r e m e n t , en tout « o u en p a r t i e , et par divers m o t i f s , au p r o d u i t d e « tel i m p ô t spécial. U n e circonstance inattendue « peut v e n i r aussi d i m i n u e r ou anéantir telle « b r a n c h e particulière de revenu ; mais lorsqu'un « tel effet est dû à l'introduction dans l e pays « d'une industrie n o u v e l l e qui r e m p l a c e un p r o « duit q u e l'on tirait auparavant du d e h o r s , q u e « l'on ne s'alarme pas de l'abaissement du chiffre « d'un article spécial des droits d'entrée. L a créa« tion du n o u v e a u p r o d u i t à l'intérieur y sera une « n o u v e l l e source de t r a v a i l , e t , par c o n s é q u e n t , « de p o p u l a t i o n , de richesse p u b l i q u e et d'ac« croissement des revenus du trésor dans toutes « ses autres branches ; et si la n o u v e l l e industrie « s'adresse spécialement à l ' a g r i c u l t u r e , si elle « tend à en a m é l i o r e r les p r o c é d é s , à d i r i g e r les

« « « «


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« capitaux vers l'exploitation des terres, à hâter « les progrès de l'art a g r i c o l e dans les parties les « m o i n s avancées du territoire alors accueillez « cette industrie, tendez-lui une main s e c o u r a b l e , « car l'agriculture est la m è r e nourrice d e toutes « les industries et la source la plus f é c o n d e de « richesse pour le trésor p u b l i c c o m m e p o u r la « société. Si une industrie n o u v e l l e a p o u r b u t de « r e m p l a c e r un p r o d u i t qui payait auparavant un « droit à l ' e n t r é e , ne v o i r dans cette i n t r o d u c t i o n « q u e la question é t r o i t e d e la d i m i n u t i o n qu'é« p r o u v e un article spécial de p e r c e p t i o n , ce se« rait se m é p r e n d r e sur la v é r i t a b l e source des « revenus du trésor; et ce dernier retrouvera sur « l'accroissement des autres branches d e l ' i m p ô t , « q u i sera le résultat d'une augmentation de tra« vail et d'aisance dans toutes les classes, bien au « delà de ce qu'il aura pu p e r d r e sur une seule. « Elle ( l ' i n d u s t r i e s u c r i è r e ) n'existe e n « c o r e qu'en g e r m e s dans les parties du t e r r i t o i r e « o ù elle est appelée à p r o d u i r e les plus salutaires « améliorations dans l'art a g r i c o l e ; et ce sont ces « germes q u e l'on v o u d r a i t étouffer dans l'intérêt « du trésor p u b l i c ! Jamais, j e p e n s e , on n'aurait « plus mal c o m p r i s cet i n t é r ê t , et jamais on n'au« rait p r o d u i t un plus grand d o m m a g e en v o u -


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« « « «

lant prévenir un mal qui n'est pas destiné à se réaliser, si l'on considère en masse les diverses branches du revenu p u b l i c , c o m m e il est raisonnable d e le faire » M . de D o m b a s l e croit q u e la c o n s o m m a t i o n du s u c r e , q u i depuis v i n g t ans s'est élevée d e 1 6 millions à près de 120 millions d e k i l . , est destinée à p r e n d r e un essor bien autrement i m p o r t a n t , l o r s q u e la p r o d u c t i o n deviendra exclusivement indigène. « Jusqu'ici la c o n s o m m a t i o n du sucre a été fort « l i m i t é e chez les peuples de l ' E u r o p e , m ê m e en « A n g l e t e r r e , où il s'en c o n s o m m e cependant près « de trois fois autant q u e chez n o u s , p r o p o r t i o n « nellement au n o m b r e des habitans. C'est dans « les pays de production qu'il faut aller chercher « une c o n s o m m a t i o n q u i nous semble gigantes« q u e , l o r s q u ' o n la c o m p a r e à ce q u i a lieu chez « nous. A C u b a , par e x e m p l e , on évalue la c o n « sommation annuelle du sucre à près d'un quin« tal par tête d ' i n d i v i d u . C'est q u e là cette den« rée fait v r a i m e n t partie de l'alimentation ordi« naire d e toutes les classes; et il en sera certai« nement de m ê m e chez nous , lorsque l'Europe « se trouvera dans des conditions aussi favorables « p o u r la production du s u c r e , ce qui ne peut


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« m a n q u e r d'arriver, dans un avenir q u i n'est pas « très-éloigné, p o u r les nations qui n'entraveront « pas chez elles la m a r c h e de la n o u v e l l e indus« trie. L e sucre d e v i e n d r a alors une des plus i m « portantes productions du p a y s , et les classes « pauvres y t r o u v e r o n t à la fois une source « abondante de travail et un o b j e t d e c o n s o m « mation q u i entrera dans leur r é g i m e a l i m e n « taire , d e m ê m e q u e la v i a n d e , q u i f o r m e en« c o r e aujourd'hui, aussi b i e n q u e l e sucre, u n e « c o n s o m m a t i o n de l u x e dans plusieurs cantons « où la p o p u l a t i o n est t r o p misérable p o u r p o u « v o i r s'en p r o c u r e r . » M . de D o m b a s l e repousse toute idée de faveur attachée à l'affranchissement de d r o i t sur le sucre i n d i g è n e . « L a b i è r e est l e seul des produits d e l'indus« trie q u i soit soumis en France à un d r o i t à la « fabrication par v o i e d'exercice et c e p e n d a n t « on entend d i r e tous les jours aux partisans d e « l ' i m p ô t , q u ' i l faut b i e n q u e l'industrie du sucre « paie sa part des charges p u b l i q u e s , de m ê m e « q u e toutes les autres industries N e semble« rait-il pas, à entendre cette i n c o n c e v a b l e allé« gation , q u e c'est un r é g i m e d e faveurs et de « priviléges q u e l'on réclame p o u r la p r o d u c t i o n


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« d u sucre i n d i g è n e ?... Mais la fabrication des « tissus, des fers, des p o t e r i e s , des c u i r s , du pa« p i e r , e t c . , e t c . , est-elle d o n c soumise aux gênes « d e l'exercice et au p a y e m e n t d'un d r o i t ? E t « par quel m o t i f v o u d r a i t - o n placer la fabrica« tion du sucre sous un r é g i m e e x c e p t i o n n e l q u e « l'on n'a p u a p p l i q u e r jusqu'ici qu'à un seul des « i n n o m b r a b l e s produits de l'industrie?.... S e « rait-ce parce qu'il se r e n c o n t r e , à deux mille « lieues de d i s t a n c e , une industrie plus ancienne « q u e celle-ci et qui tire d'une autre plante un « p r o d u i t semblable? On s'est p l u , en effet, à qua« lifier d e faveur monstrueuse la franchise d o n t « j o u i t la fabrication du sucre à l'intérieur, pen« dant q u e les sucres de canne acquittent un d r o i t « à l'entrée D e la faveur p o u r la n o u v e l l e i n « dustrie! y pense-t-on?.... Jusqu'ici on lui a per« mis de v i v r e , en gémissant assez hautement sur « ses envahissemens. C ' e s t là toute la faveur qu'a « reçue cet enfant gâté d'une étrange espèce. Mais « enfin elle s'exerce en franchise, d i t - o n , tandis « q u e le sucre de canne est l'objet d'un i m p ô t ; et « puis le sucre de nos colonies n'est-il pas aussi du « sucre français?.... N e nous laissons pas abuser « par des mots : il y a des c o l o n i e s françaises; mais « la F r a n c e , c'est la France : elle d o i t à ses colo-


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« nies p r o t e c t i o n , justice, intérêt et b i e n v e i l l a n c e ; « mais égalité industrielle, j a m a i s ; car c'est sur « une base tout o p p o s é e q u e se fonde le pacte c o « lonial. L'industrie du sucre i n d i g è n e a grandi « sans d o u t e sous la p r o t e c t i o n du d r o i t i m p o s é « au sucre de canne. D ' a b o r d cette différence n e « résulte q u e de la nature des choses et des posi« tions diverses des deux p r o d u i t s , sous l e rap« p o r t des conditions essentielles d'assiette et d e « r e c o u v r e m e n t d'un i m p ô t ; ensuite il y aurait là « faveur, i n é g a l i t é , si la n o u v e l l e industrie devait « être c o n s i d é r é e , elle aussi, c o m m e c o l o n i a l e ; « mais c'est une industrie française; e t , c o m m e « t e l l e , p o u r q u o i n'aurait-elle pas l e d r o i t d'être « p l a c é e , sous le r a p p o r t de la p r o t e c t i o n , dans « la m ê m e position q u e toutes les industries du « pays? U n grand n o m b r e de ces dernières, plus « anciennes et plus avancées q u e celle-ci, ne sont« elles pas protégées par des droits beaucoup plus « élevés ou par la p r o h i b i t i o n ? A i n s i , c e qui a été « accordé jusqu'ici à la n o u v e l l e industrie, ce « qu'elle réclame pour l ' a v e n i r , ce n'est pas p r i « vilége ou faveur, c'est tout s i m p l e m e n t le d r o i t « c o m m u n de toutes les industries au milieu des« quelles elle s'exerce. Et ce d r o i t de b o u r g e o i s i e « parmi les industries françaises, elle l'a certes


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b i e n g a g n é par les efforts inouïs q u i ont é t é faits depuis v i n g t - c i n q ans p o u r l'amener au p o i n t où elle est a r r i v é e , par la perte d e tant d e fortunes p r i v é e s q u i sont venues s'y e n g l o u tir, et par les sacrifices pécuniaires q u e s'imposent e n c o r e tous les jours un grand n o m b r e des h o m m e s q u i s'y l i v r e n t . « O n a dit souvent q u e les fabriques qui tra« vaillent avec p e r t e sont sans doute placées dans « de mauvaises circonstances, et q u e l e législa« teur ne d o i t pas p r e n d r e intérêt à leur sort. « J'en ai dit assez, en traitant d e la question agri« c o l e , pour faire sentir ce qu'on d o i t c o m p r e n « dre par cette expression q u i j o u e un si grand « r ô l e dans les argumens des partisans de l ' i m p ô t . « Ces établissemens, qu'on dit placés dans de « mauvaises circonstances, n'ont besoin q u e de « t e m p s et d'expérience p o u r être placés dans « des conditions plus favorables q u e ceux qui « prospèrent aujourd'hui. V o i l à , dans la r é a l i t é , « ce q u e sont ces établissemens, q u e l'on croit « p o u v o i r sacrifier sans de grands i n c o n v é n i e n s : « ce sont les missionnaires q u i d o i v e n t par leurs « efforts, et à leur risques et p é r i l s , transplanter « l'art d'une b o n n e culture dans ceux de nos dé« partemens où le besoin des améliorations se fait


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le plus v i v e m e n t sentir; et c'est clans un tel état de choses q u e l ' o n établirait un i m p ô t l é g e r , si l ' o n v e u t , p o u r les fabriques q u i p r o s p è r e n t , mais q u i entraînerait, o n en c o n v i e n t , là ruine des établissemens q u e l'on appelle mal placés.... En v é r i t é , cela ne se peut p a s ; car non-seulement un i m p ô t établi dans d e telles circonstances blesserait les idées les plus simples d e l ' é q u i t é , mais les établissemens q u e l'on écraserait ainsi sont précisément ceux d o n t les succès i m p o r t e n t l e plus à la richesse du pays. » U n tel p l a i d o y e r ne p o u v a i t pas rester sans réponse. L e s chambres a v a i e n t , dans la session de 1 8 3 7 , frappé l e sucre i n d i g è n e d'un i m p ô t de 1 1 fr. par 1 0 0 k i l . pour la p r e m i è r e a n n é e , et de 1 6 fr. 50 c. pour les années subséquentes. C e d r o i t avait été regardé par elles autant c o m m e une concession accordée aux réclamations des colonies q u e c o m m e une mesure prise dans l'intérêt du fisc. I l n'avait été v o t é qu'à une très-faible majorité. Elle ne fut m ê m e q u e d'une seule v o i x pour quelques-unes de ses dispositions. L e r é s u l t a t de la l o i fut q u e , dès l'année suivante, la lutte entre les deux sucres ne d e v i n t q u e plus v i v e . L e sucre baissait à un prix q u i ne p e r m e t -


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tait plus aux colonies de p r o d u i r e sans perte. L e s ports de mer et les colonies firent entend r e leurs cris de détresse. Dans ces représailles, elles n'épargnèrent pas l e sucre d e b e t t e r a v e , u n i q u e cause de leurs souffrances toujours croissantes. U n d e leurs plus habiles défenseurs , dans une b r o c h u r e p u b l i é e en 1 8 3 9 , r é c l a m e , au n o m des principes les plus sacrés de la justice et à celui des plus chers intérêts de l'État, la cessation d'une position qui s'aggrave de j o u r en j o u r . U n seul r e m è d e sera efficace, l'égalité des droits entre les sucres des deux o r i g i n e s . I l n e se f a i t , du r e s t e , aucune illusion sur la conséquence d e la l o i q u ' i l i n v o q u e . M . de D o m b a s l e ne d e mandait pas l'anéantissement des c o l o n i e s , mais leur émancipation. Son adversaire ne r é c l a m e pas l'interdiction du sucre i n d i g è n e , mais l'égalité de droits. Des deux côtés, sous un v o i l e assez transparent, la prétention est la m ê m e , la suppression de toute c o n c u r r e n c e entre les d e u x produits. Des deux c ô t é s , la c o n v i c t i o n est égale q u e la v i e d'un des deux sucres est la m o r t d e l'autre. 1

Écoutons M . Fournier : 1

M . Louis Fournier, m e m b r e du conseil général du commerce et de la chambre du commerce de Marseille.


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« L e s p r o g r è s du mal sont tels q u e toutes nos villes m a r i t i m e s , frappées du péril p r o c h a i n q u i les m e n a c e , ont e n v o y é à P a r i s , depuis six m o i s , des délégués spéciaux avec l'unique mission d'obtenir enfin un a m e n d e m e n t à une situation qui c o m p r o m e t à la fois l'existence d e nos c o l o n i e s , de notre c o m m e r c e m a r i t i m e et de tous les intérêts qui s'y rattachent.

« « « « « « « « « « «

« « « « «

« L a situation s'aggrave de plus en plus; et il est constaté q u e nos c o l o n i e s , n o t r e c o m m e r c e avec elles, s u c c o m b e n t et périssent incessamment, sans un a m e n d e m e n t à la cause q u i les a déjà amenées si près d e leur ruine. « L a baisse à laquelle est descendu le sucre c o l o n i a l , au m o m e n t o ù nous é c r i v o n s , est t e l l e q u e 5o k i l . , vendus dans nos p o r t s , laissent à p e i n e au colon un produit b r u t de 12 fr. dans son habitation. A ce p r i x , la p r o d u c t i o n est auj o u r d ' h u i i m p o s s i b l e dans nos colonies. »

Suit un c o m p t e détaillé q u i fournit la p r e u v e q u e le sucre b r u t , i n d i q u é par la d e r n i è r e m e r curiale de la M a r t i n i q u e , à 15 fr. les 5o k i l . , se réduit p o u r l e colon à 1 1 fr. 1 0 c , après l e p r é l è v e m e n t des frais à sa charge en achat de b a r r i q u e s , frais d ' e m b a r c a d è r e , p e s a g e , d r o i t colonial et commission de v e n t e payée au commission-


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naire de la M a r t i n i q u e . C'est sur ce faible p r o d u i t d e 11 fr. 1 0 c. q u e le colon d o i t supporter tous les frais de p r o d u c t i o n , tels qu'entretien e t nourriture des n è g r e s , salaires des blancs attachés à l ' h a b i t a t i o n , transport des sucres de l'hab i t a t i o n au p o r t , et t r o u v e r l'intérêt du capital e n g a g é , ce q u i est, en e f f e t , absolument i m p o s sible. M . F o u r n i e r a t t r i b u e , avec raison , cet avilissem e n t du p r i x du sucre à l'excès de p r o d u c t i o n q u i surpasse les besoins d e la c o n s o m m a t i o n , et cet excédant considérable au d é v e l o p p e m e n t du sucre i n d i g è n e , p r o t é g é par l ' e x e m p t i o n de l'imp ô t , q u ' i l appelle un privilége. « C'est p o u r q u o i , « d i t - i l , l'ordre est t r o u b l é ; c'est p o u r q u o i le g o u « v e r n e m e n t est forcé d'intervenir. » M . F o u r n i e r i n v o q u e d'abord l'équité. « N o s colonies sont françaises. A. ce titre seul, « elles o n t d r o i t aux s y m p a t h i e s , à l'appui et à la « justice d e la France. « C'est la France q u i les a créées p o u r son uti« l i t é , p o u r ajouter à sa prospérité et à sa puis« sance. C e sont des Français q u i les habitent. « T o u t ce qu'elles produisent fait partie de la ri« chesse de la F r a n c e ; ce sont nos lois q u i les « régissent, des Français n o m m é s par le g o u v e r n e -


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« m e n t du roi q u i les a d m i n i s t r e n t , enfin « colonies sont des départemens maritimes

nos fran-

« çais. « L e s u c r e , principale p r o d u c t i o n de nos c o « l o n i e s , est l ' é l é m e n t spécial de leur c o m m e r c e « avec la m é t r o p o l e . S e u l , il nous p r o c u r e l ' e m « p l o i de plus d e 400 n a v i r e s , de plusieurs « milliers de m a r i n s , et a créé p o u r la France « l'industrie du raffinage, q u i a aussi son i m p o r « tance. « A u j o u r d ' h u i , au lieu de se t r o u v e r p r o t é g é « par une surtaxe, l e sucre d e nos colonies se « t r o u v e , au c o n t r a i r e , sur nos m a r c h é s , e n « concurrence avec l e sucre d e b e t t e r a v e , affran« chi jusqu'à ces derniers temps d e t o u t e taxe, et « f r a p p é , depuis p e u , seulement d'un i m p ô t d e « 11 fr. par 100 k i l . , q u i d o i t s'élever à 1 6 fr. « 50 c . , pendant q u e le sucre de nos colonies « reste toujours g r e v é de 4 9 fr. 50 c. 1

« 11 y a là une v i o l a t i o n manifeste du pacte « c o l o n i a l . C e t t e v i o l a t i o n est une injustice t r o p « g r a v e dans son fait et dans ses conséquences, 1

Depuis cette é p o q u e , le sucre colonial a été dégrevé , par or-

donnance, de 1 2 fr. de d r o i t s , ce qui , avec le décime pour franc réduit le droit sur le sucre colonial à 36 f r . 3o c. ; celui du sucre in digène est de 16 fr. 50 c.

3


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« p o u r n e pas a p p e l e r u n e p r o m p t e répara« tion. » M . F o u r n i e r e x a m i n e e n s u i t e si, p o u r j u s t i f i e r u n e i n j u s t i c e aussi g r a n d e e n v e r s les c o l o n i e s , la m é t r o p o l e a d u m o i n s p o u r excuse son intérêt b i e n e n t e n d u , e t i l t r o u v e , au c o n t r a i r e , q u e t o u s l e s v r a i s i n t é r ê t s d e la F r a n c e , y c o m p r i s celui d e son a g r i c u l t u r e , sont abandonnés p a r e l l e e t o f f e r t s e n holocauste, à d e s i l l u s i o n s c h i m é r i q u e s , entretenues a v e c art p a r u n e trèsp e t i t e f r a c t i o n d e la g r a n d e c o m m u n a u t é q u i f o n d e sa f o r t u n e p a r t i c u l i è r e sur la r u i n e d e t o u t e s les a u t r e s . 11 d i s c u t e u n à u n les a v a n t a g e s p r é t e n d u s d e la fabrication du sucre i n d i g è n e et n'y t r o u v e q u ' u n e suite d e d é c e p t i o n s . 11 passe e n r e v u e t o u t e s les i n d u s t r i e s f r a n ç a i ses q u i s o u f f r e n t d e la p r o t e c t i o n a c c o r d é e a u sucre d e b e t t e r a v e . « C e s i n d u s t r i e s s o n t m o i n s jeunes, i l est v r a i , « q u e celle du sucre de b e t t e r a v e s ; m a i s , p o u r « ê t r e p l u s anciennes e t p l u s m o d e s t e s , e l l e s n e « s o n t pas m o i n s n a t i o n a l e s ; car, l o i n d e c o û t e r « a u c u n s a c r i f i c e au t r é s o r o u à l ' É t a t , e l l e s a c « quittent fidèlement l ' i m p ô t , et l o n g t e m p s avant « q u e l ' i n d u s t r i e d u s u c r e d e b e t t e r a v e s fût v e n u e


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« de l'étranger p o u r ê t r e , c o m m e le prétendent « ses o r g a n e s , l'honneur et la gloire de la F r a n c e , « ces diverses industries c o n c o u r a i e n t , c o m m e « elles n'ont cessé de c o n c o u r i r d e p u i s , à sa ri« chesse et à sa prospérité. Elles fournissent aussi « des élémens de t r a v a i l , non à q u e l q u e s l o c a l i « t é s , mais à toutes les parties de la France. A ces « titres , ces diverses industries v e u l e n t ne pas « être oubliées. » M . F o u r n i e r ne p o u v a i t pas o u b l i e r dans ses griefs contre l e sucre i n d i g è n e la partie considérable d'impôts d o n t il prive l e trésor, l e trésor destiné à faire face à tous les besoins de la France. « Selon M . l e c o m t e d ' A r g o u t , cette i m m u « nité a v a i t , d e 1 8 2 8 à 1 8 3 6 , occasionné au tré« sor une perte d e 83 m i l l i o n s . C e t t e p e r t e s'est « a u g m e n t é e d e celle q u i résulte du maintien de « l ' i m m u n i t é et de l'inégalité d'impôts pendant les « deux dernières r é c o l t e s , c'est-à-dire d e près d e « 5o millions de francs p o u r ces deux années seu« lement. l

« L a c o n s o m m a t i o n de la France étant aujour« d'hui évaluée à 120 m i l l i o n s de k i l o g r a m m e s , « l ' i m p ô t sur le sucre produirait aujourd'hui 1

Rapport à la C h a m b r e des Pairs en 1837, page 12.


36 « 60 m i l l i o n s , si le sucre i n d i g è n e acquittait le « m ê m e d r o i t q u e le sucre colonial. « Mais des intérêts d'un o r d r e e n c o r e plus é l e v é « v i e n n e n t aussi appeler i m p é r i e u s e m e n t cet acte « de réparation et de justice . 1

« « « « « « « « « « « « « « « «

« L e transport des sucres de nos c o l o n i e s o c cupe à lui seul plus d e 400 n a v i r e s , dont l e t o n n a g e constitue plus de la m o i t i é de n o t r e navigation générale au l o n g cours. O n sait l e large tribut q u e la construction de ces navires paie à l'agriculture. L e u r e m p l o i fournit au c o m m e r c e les m o y e n s de f o r m e r et d'entretenir, à ses frais, plusieurs milliers de marins toujours prêts p o u r le service de l'Etat. L'exclusion du sucre colonial par le sucre indigène annihile c o m p l é t e m e n t l'emploi de ces n a v i r e s , et cette atteinte n'est pas la seule q u e cette exclusion occasionne à n o t r e navigation marchande. D u m ê m e coup, plus de la m o i t i é des navires et des marins occupés à nos grandes pêcheries restent é g a l e m e n t sans e m p l o i , aussitôt q u e nos c o lonies cessent d'avoir les m o y e n s de c o n s o m 2

1

2

L'égalité des droits entre les deux sucres. N o s grandes pêcheries occupent à elles seules 1 0 à 12,000 m a -

rins ; le transport des sucres de nos colonies en emploie 5 à 6,000.


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« mer la m o i t i é des produits de nos grandes « pêches. V o i l à d o n c , par le seul fait de l'exclu« sion des sucres c o l o n i a u x , l'État placé dans « l ' o b l i g a t i o n o u de p o u r v o i r l u i - m ê m e à la for« mation et à l'entretien de ces milliers de marins, « ou d'affaiblir d'autant les forces du pays en se « privant de leur secours. Et dans q u e l m o m e n t « l'alternative de ce d o u b l e sacrifice serait-elle « présentée à la France? au m o m e n t o ù , chaque « a n n é e , l'accroissement d e nouvelles charges « publiques a m è n e la demande de nouveaux im« pots ! au m o m e n t où la publication récente de « documens officiels v i e n t constater la part, cha« q u e j o u r plus large, q u e la navigation étrangère « acquiert sur la n ô t r e , m ê m e dans ses rapports « avec nous ! au m o m e n t enfin où la p r é p o n d é « rance des peuples est plus q u e jamais attachée « à la part de puissance maritime q u e chacun « d'eux pourra apporter dans la balance des na« tions ! « « « « «

« A ces hautes considérations s'en rattachent aussi de non moins puissantes. L e s populations de nos départemens maritimes q u i jusqu'ici ont trouvé des m o y e n s constant de travail dans ce m o u v e m e n t i m m e n s e auquel d o n n e lieu la navigation m a r c h a n d e , ces p o p u l a t i o n s , q u e fe-


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« « « « « « « « « « « « « « « « « « «

ront-elles? Elles n ' o n t pas, c o m m e dans les d é partemens o ù se p r o d u i t le sucre i n d i g è n e , l'alternative d'autres élémens n o m b r e u x d e travail et d ' i n d u s t r i e ; elles n ' o n t pas, c o m m e les p r e m i è r e s , délaissé des filatures, des manufactures de t o i l e s , etc., etc. P o u r nos populations m a r i t i m e s , la navigation et l e m o u v e m e n t q u ' e l l e i m p r i m e s o n t , à peu p r è s , les seuls élémens de travail qu'elles possèdent. L e j o u r où cette ressource a b o n d a n t e n'existera p l u s , q u e d e v i e n d r o n t ces populations ? C'est là une considérat i o n sérieuse; car il ne s'agit rien m o i n s q u e d e déshériter incessamment tous les départemens maritimes de la France du travail q u i jusqu'ici leur a d o n n é l e m o u v e m e n t et la v i e . Et quand un pareil résultat est fatalement p r é v u et ann o n c e d e toutes p a r t s , le g o u v e r n e m e n t qui le laisserait s'accomplir n'engagerait-il p a s , de la manière la plus g r a v e , sa responsabilité envers le

« pays? « C'est d o n c v a i n e m e n t q u e l ' é g o ï s m e é t r o i t de « l'intérêt p r i v é , ou l'inintelligence des grands i n « térêts du p a y s , essaieraient e n c o r e de la réduire « aux mesquines p r o p o r t i o n s d'une lutte entre « deux produits agricoles rivaux. I l n'est d o n n é à « personne de changer la nature d'une telle ques-


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« « « « « «

tion ni d'en atténuer l'importance : les faits sont là aujourd'hui; et leur réalité d o i t a v o i r au moins l e triste avantage d'éclairer ceux q u i ont e u besoin de v o i r des ruines p o u r c o m p r e n d r e enfin les dangereuses conséquences du système q u i les a produites. » C o m m e j e l'ai dit plus h a u t , aucun des deux adversaires ne se t r o m p e sur la p o r t é e des lois qu'il sollicite. D'un c ô t é , émancipation des colonies , s y n o n y m e p o u r elles de r u i n e ; d e l ' a u t r e , égalité de droits entre les deux sucres, s y n o n y m e d'anéantissement du sucre i n d i g è n e . Aussi M . F o u r n i e r résume-t-il ainsi toute la question : « Y a-t-il plus d ' u t i l i t é , plus d'avantage p o u r « la France à p r o d u i r e , sur son s o l , l e sucre né« cessaire à sa c o n s o m m a t i o n q u e de le r e c e v o i r « de ses colonies? » M . F o u r n i e r c o m p a r e les avantages de l'un et d e l'autre sucre dans l'intérêt général du pays. « S i , à l'appui des prétentions d u sucre indi« g è n e , on fait v a l o i r son i m p o r t a n c e , celle des « usines qu'il c r é e , le n o m b r e des o u v r i e r s « qu'elles o c c u p e n t , l'influence salutaire que « cette p r o d u c t i o n e x e r c e sur les localités où elle « est appelée à se p r o p a g e r , l ' i m p o r t a n c e des ca-


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« « « « « «

pitaux qu'elle e m p l o i e , on est nécessairement forcé de mettre aussi en regard l'importance du sucre c o l o n i a l , celle des usines qu'il a l i m e n t e , les ouvriers q u ' i l utilise, l'influence qu'il e x e r c e dans les lieux où il se p r o d u i t , les sommes q u i y sont engagées.

« « « « « « «

« Eh b i e n ! chacun d e ces p o i n t s , considéré m ê m e i s o l é m e n t , établit en faveur d e ce dernier une supériorité, i n c o m p a r a b l e m e n t plus considérable. « L à o ù le sucre i n d i g è n e p r e n d la place d'autres produits tous utiles, nécessaires, le sucre colonial crée une culture la plus profitable au sol o ù il s'établit ; « L à o ù l e p r e m i e r c o m p t e 5 o o usines, le sec o n d en c o m p t e 1 , 2 0 0 ;

« L à o ù le sucre i n d i g è n e occupe un n o m b r e « limité d'ouvriers enlevés à d'autres industries, « le sucre colonial e m p l o i e des populations en« tières q u i n ' o n t pas d'autre é l é m e n t de t r a v a i l ; « L à où le p r e m i e r prétend a v o i r des millions « e n g a g é s , le second oppose des centaines de « millions; « L à o ù l e sucre indigène exerce son influence « sur quelques localités très-circonscrites, le « sucre colonial étend la sienne sur des pays tout


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« entiers et sur tous nos départemens maritimes ; « Enfin là o ù le sucre i n d i g è n e profite seul en « ruinant d'autres intérêts, l e sucre colonial p r o « fite à n o t r e agriculture g é n é r a l e , à n o t r e c o m « m e r c e , à nos manufactures, à notre n a v i g a t i o n , « au trésor p u b l i c ; en un m o t , à tous les grands « intérêts des pays »


CHAPITRE II. AVANTAGES PEUT-ON MIEUX

DE

LA

DÉCOUVERTE

LUI SACRIFIER

SACRIFIER

DU

LE SUCRE

SUCRE

INDIGÈNE.

COLONIAL?

LE SUCRE INDIGÈNE AU SUCRE

VAUT-IL

COLONIAL?

I m p o r t a n c e d e la d é c o u v e r t e d u s u c r e d e b e t t e r a v e s . — L ' é t a b l i s s e m e n t c o l o n i a l r é d u i t a un petit n o m b r e d'îles à s u c r e . — E s c l a v a g e d e s n o i r s . — R e p o u s s é p a r la r e l i g i o n et la p h i l o s o p h i e . — I n c o n v é n i e n s d e la p o s s e s s i o n des îles h s u c r e . — E l l e est en o u t r e p r é c a i r e . — S e s a v a n t a g e s . — I m p o r t a n c e d u s u c r e . — S i t u a t i o n d e la F r a n c e p a r r a p p o r t à l ' A n g l e t e r r e . — C e q u e serait p o u r l ' A n g l e t e r r e le m o n o p o l e d u s u c r e . — C e qu'il a été p o u r elle p e n d a n t les g u e r r e s d e l ' E m p i r e . — L e s u c r e i n d i g è n e p r é s e r v e seul la F r a n c e d e rester sa t r i b u t a i r e p o u r ce p r o d u i t . — É m a n c i p a t i o n d e s n o i r s d a n s les c o l o n i e s a n g l a i s e s . — M o t i f s d e l ' A n g l e t e r r e . — S a n s le s u c r e i n d i g è n e , la F r a n c e n e p e u t a f f r a n c h i r les n o i r s d e ses c o l o n i e s . — O b l i g é e d e t o l é r e r s e c r è t e m e n t la traite. — S a position serait h u m i l i a n t e . — E l l e ne p e u t p l u s l'être. — P e u t - o n sacrifier le s u c r e c o l o n i a l a u s u c r e i n d i g è n e ? — I n t é r ê t actuel d e la F r a n c e . — C o m p a r a i s o n d e s d e u x s u c r e s e n q u a l i t é et en p r i x d e r e v i e n t . — S u p é r i o r i t é d e la c a n n e . — R a p p o r t d e M . P é l i g o t a l ' A c a d é m i e d e s s c i e n c e s . — U t i l i t é r e s t r e i n t e d e la p u l p e . — C e qu'il faut a t t e n d r e d e s p e r f e c t i o n n e m e n s d e l ' i n d u s t r i e s u c r i è r e . — T r o i s systèmes p r i n c i p a u x d e f a b r i c a t i o n . — —

L a macération. —

Le râpage.

E l l e est c o n d a m n é e h j a m a i s . — L a


43 dessiccation d a n s les l'ours. — S y s t è m e S h u t z e n b a c h . — E s p é r a n c e s i l l u s o i r e s h cet é g a r d . — N o u v e a u s y s t è m e d e d e s siccation a u soleil. — A p p l i c a b l e s e u l e m e n t d a n s les d é p a r t e m e n s les p l u s m é r i d i o n a u x d e la F r a n c e . — E s s a i s e n c o u r a g e a n s q u ' e n a laits l ' a u t e u r . — T r o p i n c e r t a i n e n c o r e p o u r entrer dans l'appréciation des économistes. — L e s p e r f e c t i o n n e m e n s futurs d e s a p p a r e i l s n ' a p p o r t e r o n t p a s d e c h a n g e m e n s à la q u e s t i o n p r i n c i p a l e . — L a d i s t a n c e d e la p r o d u c t i o n a u x l i e u x d e c o n s o m m a t i o n est u n a v a n t a g e en faveur d u sucre i n d i g è n e . — A p p r é c i a t i o n d e son i m p o r t a n c e . — S o u s d'autres r a p p o r t s , l ' é l o i g n e m e n t est un avantage. — C o m m e r c e m a r i t i m e . — L e sucre fournit à lui seul la m o i t i é d e s o n t o n n a g e . — M a r i n e m a r c h a n d e p é p i n i è r e d e la m a r i n e . — I m p o r t a n c e d e cette c o n s i d é r a t i o n . — I n t é r ê t fiscal. — L e s u c r e s o u r c e a b o n d a n t e d e s recettes d e l'État. — B e s o i n s i m p é r i e u x d e la F r a n c e q u i n e lui p e r m e t t e n t pas d e s'en p a s s e r . — S u c r e é m i n e m m e n t p r o d u i t i m p o s a b l e . — P r i n c i p e s à cet é g a r d . — D r o i t s d e s c o l o n s . — 11 les e x a g è r e n t . — T h é o r i e d e l'égalité e n m a tière d ' i m p ô t s . — Justice d e la c a u s e d e s c o l o n s . — P a c t e i m p l i c i t e e n t r e la m é t r o p o l e et ses c o l o n i e s . — E m a n c i p a tion d e s c o l o n i e s , d é r i s i o n c r u e l l e . — P o u r q u o i . — D e s n o u v e l l e s c u l t u r e s q u i r e m p l a c e r o n t le s u c r e a u x c o l o n i e s , a u t r e d é c e p t i o n . — L e s u c r e i n d i g è n e sacrifié a u s u c r e c o l o n i a l . — N ' e s t a u p o u v o i r d e p e r s o n n e . — I l c o n v i e n t a tous les États q u i n'ont pas d e c o l o n i e s . — L a F r a n c e le t r o u v e r a à sa p o r t e q u a n d elle le v o u d r a . — U n e fois s a c r i f i é e s , les c o l o nies n e ressusciteront pas. — Facilité d u sucre i n d i g è n e à se r e p r o d u i r e . — L e s a p p a r e i l s actuels , p e r t e p e u i m p o r tante.

J'ai exposé avec fidélité les allégations des deux parties, dans ce grand procès o ù chacune d'elles cherchait à se créer des appuis dans le gou-


44 v e r n e m e n t , clans les Chambres h o m m e s de science.

et

parmi

les

J'ai r e n f e r m e dans un petit n o m b r e de pages ce qui a été écrit de plus p é r e m p t o i r e en faveur de chaque système, en le dépouillant le plus q u e j ' a i pu d e tout l'appareil scientifique; j ' a i d o n c mis cette cause à la p o r t é e du public. Chacun de ceux q u i m e liront peut s'ériger en j u g e et p r o n o n c e r . Si cependant, avant de rendre son a r r ê t , il v e u t a v o i r les conclusions du rapporteur, j ' a i p r o m i s de l'impartialité; j e tiendrai ma parole. L ' i n v e n t i o n du sucre de betteraves a été l ' é v é n e m e n t le plus i m p o r t a n t des temps modernes. Ses conséquences n'intéressent pas une seule partie du m o n d e ; elles les embrassent toutes. C'est la contre-partie d e la d é c o u v e r t e de l ' A m é rique. Q u ' o n j e t t e les y e u x sur une m a p p e m o n d e , q u ' o n les fixe sur cette m o i t i é du g l o b e q u i , i l n'y a g u è r e plus d'un d e m i - s i è c l e , é t a i t , d'un p ô l e à l ' a u t r e , moins q u e la vassale de l ' E u r o p e , était sa p r o p r i é t é , sa c o l o n i e . Q u e reste-t-il d e cet établissement colossal ? A l ' e x c e p t i o n du Can a d a , d o n t le r é g i m e intérieur se rapproche déjà beaucoup de la l i b e r t é , et dont l'affranchissement


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c o m p l e t ne saurait être douteux dans un avenir peu é l o i g n é , et de la Guiane e n c o r e déserte, il ne reste q u e quelques Etats imperceptibles dans les régions tropicales. É c o u t e z la v o i x de la religion et de la p h i l o s o p h i e ; elle vous dira q u e la possession de ces îles est i m m o r a l e , h o n t e u s e , s'il est v r a i , c o m m e on l'a cru jusqu'à p r é s e n t , q u e l'esclavage d'une race d ' h o m m e s y soit la condition absolue de toute, culture. Et q u e l esclav a g e , grand D i e u ! q u e celui des nègres des colonies! Les peuples de l ' a n t i q u i t é , m ê m e les plus barbares, ni ces hordes farouches q u e l e N o r d v o m i t de son sein, l o r s q u e l'heure d e la destruction de R o m e eut sonnée, n'en i m p o s è r e n t jamais de pareil. Cette possession est-elle d'ailleurs e x e m p t e de troubles et d'inquiétudes p o u r l'avenir ? N ' e x i g e t-elle aucuns sacrifices des m é t r o p o l e s ou les leur paye-t-elle avec usure? L o i n de là : ces îles sont sujettes aux fléaux les plus redoutables, les t r e m b l e m e n s de terre et les ouragans. Elles exigent un grand d é p l o i e m e n t d e forces navales et le séjour constant de n o m b r e u ses garnisons qui y sont décimées par les maladies particulières à ces climats brûlans; et m a l g r é ces efforts soutenus, leur c o n s e r v a t i o n , en temps de


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g u e r r e , est très-incertaine, l o r s q u ' o n n'est pas la p r e m i è r e puissance m a r i t i m e du m o n d e . En paix c o m m e en g u e r r e , les r é v o l t e s des esclaves y sont un danger toujours i m m i n e n t . L ' e x e m p l e de S a i n t - D o m i n g u e est là pour le p r o u v e r . Enfin, dans les circonstances les plus f a v o r a b l e s , elles coûtent d i r e c t e m e n t à l'État b e a u c o u p plus qu'elles ne lui rapportent. Q u e l est d o n c l'intérêt q u i s'attache à la p o s session de ces î l e s , assez puissant p o u r p r é v a l o i r c o n t r e d e tels inconvéniens? C'est la p r o d u c t i o n d'une d e n r é e , d'une seule ( car les autres sont si peu importantes qu'elles ne p o u r r a i e n t entrer dans la balance q u e p o u r m é m o i r e ) , c'est elle q u e l ' E u r o p e va chercher à d e u x mille lieues d e distance, au prix du sang de ses soldats, et au p r i x des plus saintes lois de l ' h u m a n i t é , qu'elle a remplacées par le Code noir. 11 est v r a i q u e le sucre e s t , depuis des siècles, d e v e n u d'un usage si g é n é r a l , et q u e sa c o n s o m m a t i o n , q u i descend des classes supérieures aux classes m o y e n n e s , et de celles-ci aux classes les moins fortunées, tend si naturellement à s'acc r o î t r e , q u ' o n peut l e regarder c o m m e un o b j e t d e p r e m i è r e nécessité et c o m m e un des élémens les plus essentiels de la richesse publique.


47 Supposons les Etats-Unis, o u toute autre puissance a m é r i c a i n e , en possession des A n t i l l e s , e t les îles à sucre de l'Asie possédées par des princes indépendans; l ' E u r o p e se trouvera f o r c é m e n t tributaire de ces différens Etats p o u r des s o m mes considérables. Elle les acquittera en p r o d u c tions de son sol ou en objets manufacturés par elle , j e le v e u x : toujours est-il q u ' u n e partie de sa richesse territoriale o u du travail d e ses habitans sera consacrée à fournir à d'autres peuples des jouissances, en échange du sucre qu'elle ne pourrait se procurer q u e chez eux. C e serait néanmoins un sujet d i g n e des recherches les plus actives des économistes et des méditations des h o m m e s d'Etat, q u e de calculer si, dans ce cas, un système d'échanges entre l ' A m é r i q u e et l'Eur o p e n'offrirait pas des avantages qui c o m p e n seraient o u surpasseraient m ê m e ceux de la possession directe d'un p r o d u i t , à l a q u e l l e sont attachés d e si grands inconvéniens. Mais cette h y pothèse est gratuite. T e l l e n'est p o i n t la situation de l ' E u r o p e vis-à-vis des îles q u i produisent le sucre. Depuis l o n g t e m p s elles appartiennent à quelques puissances de l ' E u r o p e ; aucune d'elles ne p e u t , par l'effet de sa v o l o n t é , anéantir un tel o r d r e de choses, et affranchir à la fois de la


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d o m i n a t i o n e u r o p é e n n e toutes les colonies à sucre : il ne s'agit d o n c pas de savoir q u e l l e serait la position de l ' E u r o p e en masse si elle perdait ses c o l o n i e s , mais q u e l l e serait la position de celles de ces puissances q u i , après en a v o i r eu leur p a r t , s'en v e r r a i e n t tout à coup p r i v é e s ; il est clair qu'elles resteraient, vis-à-vis de celles qui conserveraient la leur, dans une i n f é r i o r i t é très-grande; et si u n e de ces puissances q u i c o n serveraient leurs colonies était d é j à , sous les r a p ports du c o m m e r c e , de l'industrie, et de la richesse q u i en est le fruit, fort en avant de toutes les autres ; il est é v i d e n t q u e tout é q u i l i b r e serait à jamais d é t r u i t , et q u e la nation d é p o u i l l é e se t r o u v e r a i t , vis-à-vis de celle q u ' e l l e pouvait enc o r e , avant cette p e r t e , n o m m e r sa r i v a l e , dans la plus réelle des dépendances, celle qui naît des besoins à satisfaire. Si l'on veut s a v o i r j u s q u ' o ù pourraient s'étendre les avantages du m o n o p o l e universel du sucre, q u ' o n pense à ce q u e p r o d u i t à l ' e m p i r e chinois la seule exportation du thé : plus de 6 0 0 millions d e fr. par an. E t c o m b i e n la c o n s o m mation du sucre n'est-elle pas plus générale , plus v a r i é e , plus indispensable q u e celle du thé? Mais ne cherchons p o i n t ailleurs des objets de c o m p a -


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raison; le sucre lui-même va nous offrir des exemples et des preuves. Pendant, la l o n g u e lutte de N a p o l é o n c o n t r e l ' A n g l e t e r r e , nos colonies furent c o n q u i s e s ; les puissances m a r i t i m e s , nos alliées, partagèrent les malheurs de notre m a r i n e , et il n'y eut plus q u e le pavillon britannique qui flottât l i b r e m e n t sur toutes les mers. L e sucre d e v i n t la p r o p r i é t é presque exclusive d e l ' A n g l e t e r r e ; elle s'en réserva e n c o r e le fret et le raffinage. L e s bénéfices qu'elle y a réalisés surpassent d e b e a u c o u p les évaluations m ê m e s q u ' o n a taxées d'exagération. L e chiffre exact n'en sera jamais connu ; m a i s , dans un v o y a g e q u e j ' a i fait en A n g l e t e r r e , il y a quelques années, dans le but spécial de m ' y enq u é r i r de tout ce q u i t o u c h e à l'intérêt de la raffinerie , et d'en rapporter en France des a m é l i o rations tant en appareils qu'en manutention, v o i c i les renseignemens q u e m'ont donnés des personnes très-bien placées p o u r connaître les faits et en apprécier les résultats. L e s établissemens q u e possédait l ' A n g l e t e r r e pour raffiner le sucre se t r o u v è r e n t insuffisans. On en construisit de n o u v e a u x ; mais le n o m b r e avait beau s'en accroître de j o u r en j o u r , et sur une échelle t e l l e m e n t gigantesque qu'elle paraî4


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trait fabuleuse à ceux q u i ne sont pas familiarisés avec l'industrie de ce p a y s , jamais la fabrication ne put suffire aux demandes. C h a q u e v i l l e , chaque p e u p l e attendait son tour à la porte de l ' A n g l e t e r r e , et il ne s'agissait pas p o u r elle de b i e n f a i r e , mais de faire v i t e et b e a u c o u p ; il fallait prendre sans observation ce q u ' e l l e v o u l a i t bien livrer. C'est alors q u e furent inventés ces systèmes de raffinage qui n'ont pu se soutenir après la p a i x , mais q u i , à cette é p o q u e , répondirent m e r v e i l l e u s e m e n t à l'attente des raffineurs. On blanchissait en quelques h e u r e s , au m o y e n d'une aspiration par le v i d e , les sucres q u i , par les procédés ordinaires , d e m a n d e n t un mois pour cette o p é r a t i o n . L e d é c h e t était trois fois plus f o r t , mais on r e n o u v e l a i t six fois p o u r une un profit e n c o r e é n o r m e . Enfin cette célérité prodigieuse e l l e - m ê m e , ne p o u v a n t suffire aux besoins, les fraudes les plus c o u p a b l e s , mais les plus lucratives , s'introduisirent dans cette branche de c o m m e r c e . L e p l â t r e , la chaux, toute substance blanche était m ê l é e au sucre, et telle est la cause qui a fait depuis a d o p t e r en A n g l e t e r r e l'usage du sucre à large cristallisation , où la falsification d e v i e n t facile à reconnaître. En additionnant les bénéfices nets q u e l ' A n g l e t e r r e a re-


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tirés du sucre, tant par la p r o d u c t i o n de ses colonies q u e par le transport et par le raffinage d e , tout ce q u i s'en c o n s o m m a i t dans le m o n d e entier, la p r o p o r t i o n est de 1 0 0 p o u r 1 0 0 , e t l e chiffre total d o i t approcher d'un milliard p o u r chacune des années 1 8 1 2 et 1 8 1 3 . O n c o n ç o i t maintenant de q u e l poids un tel article pèse dans la balance d e la richesse des nations. V o u s d e m a n d e z q u e l l e est la grande utilité du sucre de b e t t e r a v e , produit s i m i l a i r e , mais b e a u c o u p plus dispendieux q u e celui q u e nos colonies nous d o n n e n t sans peine et sans p e r t e p o u r le fisc : ma réponse sera, à m o n tour, une question. Si ce p r o d u i t similaire au sucre des c o l o nies n'existait pas en E u r o p e , avez-vous réfléchi à ce q u e serait n o t r e position vis-à-vis de l'Angleterre et à cette épée q u ' e l l e tiendrait suspendue sur nos têtes, la perte de nos colonies? E t r e m a r q u e z q u e ce n'est pas seulement d'une guerre malheureuse q u e d é p e n d r a i t , p o u r n o u s , ce funeste é v é n e m e n t . Sans p r o v o c a t i o n d e la part d e l ' A n g l e t e r r e , sans but a v o u é de chercher à nous n u i r e , peut-être m ê m e sans mauvaise intention r é e l l e , et par la force seule des c h o s e s , la perte de nos colonies est assurée dans un a v e -


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nir plus ou moins é l o i g n é , et v o s efforts ne peuv e n t q u e la retarder. L ' A n g l e t e r r e a é m a n c i p é ses esclaves. Est-ce un reproche q u e nous sommes en droit de lui adresser, et n'est-ce pas plutôt un généreux e x e m p l e q u ' e l l e nous a d o n n é , et q u i lui assure des droits à la reconnaissance de l'hum a n i t é tout entière ? Ce grand acte de réparation d e trois siècles d'oppression a-t-il é t é , de sa part, l'effet d'un pur m o u v e m e n t de p h i l a n t h r o p i e chrétienne ou celui d'une p o l i t i q u e p r o f o n d e q u i a calculé les éventualités des pertes et des bénéfices, et s'est décidée pour l e plus grand avantage p r o b a b l e ? Je crois qu'il a été l'un et l'autre. Je ne suis p o i n t de ceux qui c r i e n t , à tous p r o pos , contre lu perfide Albion, et j e rendrai justice à notre ancienne e n n e m i e , dût-elle le redevenir e n c o r e . L a p r e m i è r e pensée d e l'abolition de l'esclav a g e n'a pris certainement naissance q u e dans les sentimens les plus purs de quelques orateurs et publicistes anglais. L a chaleur avec laquelle ils défendirent la n o b l e cause de l'humanité out r a g é e , et la sympathie q u e des sentimens généreux sont sûrs de rencontrer dans la plus g r a n d e partie de la population b r i t a n n i q u e , déterminè-


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rent l'élan q u i , après un demi-siècle de persévér a n c e , o b t i n t un succès définitif. Mais il est permis de c r o i r e q u e si la m e s u r e , proposée par les motifs les plus élevés de la religion et de la m o rale , avait été en contradiction flagrante avec les intérêts positifs de la n a t i o n , si les esprits f r o i d s , les fortes têtes politiques à qui appartient, en ce p a y s , la solution de toutes les grandes questions, eussent déclaré q u e son a d o p t i o n c o m p r o m e t t a i t l'avenir de la puissance b r i t a n n i q u e , l'abolition de l'esclavage serait e n c o r e aujourd'hui à l'état de p r o j e t , peut-être m ê m e r e l é g u é parmi les utopies. L o i n d'en faire un c r i m e aux A n g l a i s , il faut y reconnaître un m é r i t e de plus. Les véritables h o m m e s d'Etat ne p e u v e n t se laisser influencer exclusivement par les inspirations de leur cœur sans manquer à leur haute mission, celle de veiller, avant t o u t , à la sûreté, à la prosp é r i t é , à la grandeur du pays q u i a remis ses destinées entre leurs m a i n s , et ce n'est pas parmi eux q u ' o n entendra s'écrier : Périssent les colonies plutôt qu'un principe. Ici à la beauté m o r a l e se j o i g n a i t l'avantage matériel. Q u e disaient les adversaires du projet? Q u e les nègres ne supporteraient pas l'épreuve de l'émancipation, q u e la traite était nécessaire pour


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c o m b l e r i e v i d e d e la m o r t a l i t é ; e n u n m o t , q u e l ' a b o l i t i o n d e la t r a i t e e t d e l ' e s c l a v a g e s e r a i t l ' a n é a n t i s s e m e n t d e s c o l o n i e s . E h b i e n ! si c e l a a r r i v e , r é p o n d e n t les p a r t i s a n s d u p r o j e t , s u i v o n s les c o n s é q u e n c e s : t o u t e s les n a t i o n s q u i o n t des colonies à sucre seront forcées de suivre n o t r e e x e m p l e , et d'affranchir leurs esclaves p o u r qu'ils n e s ' a f f r a n c h i s s e n t p a s e u x - m ê m e s ; si la c u l t u r e d e la c a n n e d e v i e n t i m p o s s i b l e d a n s n o s c o l o n i e s , e l l e l e sera é g a l e m e n t d a n s l e s l e u r s , m a i s n o u s , n o u s p o s s é d o n s les I n d e s , o ù l e t r a v a i l e s t libre et à bien meilleur marché qu'aux Antilles , e t o ù la c a n n e v i e n t a v e c u n e f a c i l i t é m e r v e i l l e u s e . L e r é s u l t a t d é f i n i t i f sera d o n c , o u q u e l e s n è g r e s se m o n t r e r o n t d i g n e s d e la l i b e r t é q u e nous leur accorderons , et alors nous aurons rendu un g r a n d service à l ' h u m a n i t é , o u q u e t o u t e s les c o l o n i e s e u r o p é e n n e s , q u i s o n t c u l t i vées par des n è g r e s , cesseront d e p r o d u i r e d u sucre , et alors cette précieuse denrée d e v i e n d r a le plus r i c h e p r o d u i t d e nos I n d e s o r i e n t a l e s q u i nous en assureront le m o n o p o l e . O u g l o i r e ou profit p o u r l'Angleterre, et v r a i s e m b l a b l e m e n t l'un e t l ' a u t r e . I l n ' y a v a i t p l u s à b a l a n c e r : i l n e s'agissait p l u s q u e d ' a t t e n d r e l e m o m e n t o ù l ' é t a t des f i n a n c e s p e r m e t t r a i t de d é s i n t é r e s s e r les p r o -


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priétaires d'esclaves; car j a m a i s , en ce pays, o n n'admet la possibilité de fonder un avantage public sur la v i o l a t i o n d'un droit acquis à des particuliers. C e m o m e n t s'est présenté: 500 m i l l i o n s , fournis par la nation, ont payé aux colons la rançon de leurs esclaves, et la d i g n i t é de l ' h o m m e n'a plus eu à r o u g i r d'une e x t r é m i t é à l'autre du monde britannique. Maintenant d o n c , j e le r é p è t e , quelle serait, sans le sucre de betteraves, notre position vis-àvis de l ' A n g l e t e r r e ? P o u r r i e z - v o u s , à son e x e m p l e , affranchir vos esclaves? N o n ; car le résultat de son é p r e u v e est douteux , e t , si elle n'aurait qu'à g a g n e r à l'anéantissement du système c o l o nial, vous auriez tout à y perdre. Vous garderiez donc v o t r e r é g i m e actuel , tout a b o m i n a b l e qu'il e s t , devenu bien plus affreux encore par la c o m paraison des peuples s e m b l a b l e s , dans des îles contiguës. Et la t r a i t e ? Liés par des traités dont v o u s ne p o u r r i e z vous affranchir o u v e r t e m e n t , vous l'interdiriez ostensiblement et la p r o t é g e r i e z en secret; vous r é p o n d r i e z par d'indignes subterfuges aux interpellations qu'on serait en d r o i t d e vous f a i r e , et qu'on vous ferait avec hauteur; vous supporteriez les insultes faites à v o t r e pavillon par les visites des croisières anglaises


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c o n t r e la t r a i t e ; e t , si q u e l q u e chose p o u v a i t justifier o u excuser, du m o i n s , l'humiliation à laq u e l l e v o u s seriez r é d u i t s , c e serait c e t t e c r a i n t e incessante d e v o i r v o s c o l o n i e s vous é c h a p p e r , et la F r a n c e d e v e n i r , faute d e s u c r e , la vassale d e l ' A n g l e t e r r e . E t toute cette h o n t e ne vous sauverait pas d e ce d e r n i e r malheur. Soit par f o r c e , soit par r u s e , a v e c la p a r o l e des missionnaires ou l'argent de l ' é c h i q u i e r , un j o u r v i e n d r a i t , e t j o u r t r è s - p r o c h a i n , o ù v o u s ne p o u r r i e z plus d o n n e r un b o n b o n à un enfant ni une tisane à un m a l a d e sans la p e r m i s s i o n de l ' A n g l e t e r r e , et au p r i x q u ' e l l e v o u d r a i t y m e t t r e . Hâtons-nous d e j e t e r un v o i l e sur ce tableau r é v o l t a n t d'une h o n t e et d'une m i s è r e q u i , g r â c e à D i e u , ne p e u v e n t plus désormais être n o t r e p a r t a g e . Le sucre d e b e t t e r a v e a paru. I l a affranchi l ' E u r o p e , et le t r i d e n t d e N e p t u n e n'est plus l e sceptre du m o n d e . Q u e l ' A n g l e t e r r e p o s sède seule les îles à sucre d e l ' A m é r i q u e et d e l'Asie , o u en transplante à son g r é les produits dans son i m m e n s e p r e s q u ' î l e d e l ' I n d e , nous n e p o u v o n s plus d é p e n d r e d ' e l l e , et l e sol français suffira, dans les cas les plus e x t r ê m e s , à tous les besoins des Français. H o n n e u r d o n c , h o n n e u r à la France d ' a v o i r


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été la p r o m o t r i c e de l'application usuelle, sur une vaste é c h e l l e , de cette inappréciable découverte! H o n n e u r à son g o u v e r n e m e n t de l'avoir encouragée à son d é b u t , dans ses temps d'ép r e u v e ; honneur aux C h a m b r e s de lui a v o i r continué cette b i e n v e i l l a n c e , m a l g r é les réclamations du fisc; honneur et p r o t e c t i o n aux h o m m e s qui o n t consacré leurs talens, leur a c t i v i t é , leur fortune à la p r o p a g e r , à la perfectionner, à lui assurer les hautes destinées q u ' e l l e est appelée à remplir. Ce m o m e n t est-il arrivé p o u r le sucre de b e t teraves? S'il est vrai qu'il ne puisse soutenir la l i b r e concurrence du sucre des c o l o n i e s , c o m m e cela est i n c o n t e s t a b l e ; s'il est v r a i , c o m m e ses partisans, aussi b i e n q u e ses adversaires, le p r o clament ou du moins le laissent clairement ent e n d r e , qu'il ne puisse exister à l ' o m b r e d'un d r o i t moins élevé q u e celui du sucre de c a n n e , sans anéantir ce d e r n i e r , doit-on passer o u t r e et lui d o n n e r gain de cause sur son rival? Je ne le pense pas. D e u x questions principales sont à e x a m i n e r ici : 1° l'intérêt actuel de la F r a n c e , 2° les droits des colons. Je les traiterai l'une et l'autre s o m m a i r e m e n t ,


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parce q u e j e crois q u e l ' o p i n i o n g é n é r a l e des h o m m e s appelés à p r o n o n c e r sur ces grands i n t é r ê t s , est c o n f o r m e à la m i e n n e et i r r é v o c a b l e m e n t fixée. L ' i n t é r ê t actuel de la France est, d ' a b o r d , de se p r o c u r e r , au m e i l l e u r m a r c h é et d e la m e i l l e u r e q u a l i t é p o s s i b l e , ses objets de c o n s o m m a t i o n , par c o n s é q u e n t le sucre. Sous l'un et l'autre r a p p o r t , p o i n t de c o m p a raison possible e n t r e les d e u x sucres. Et d ' a b o r d , p o u r la q u a l i t é : L e s u c r e , en l u i - m ê m e , est i d e n t i q u e à l'analyse. O n le conteste ; m o i j e l'admets. O u i , le sucre raffiné, c'est-à-dire d é p o u i l l é de t o u t e sa p a r t i e c o l o r a n t e et m u c i l a g i n e u s e ; mais dans le s u c r e , tel q u e les c o l o n i e s ou les sucreries i n d i g è n e s le l i v r e n t au c o m m e r c e , tout n'est pas p r o p r e à ê t r e c o n v e r t i e n sucre raffiné. M ê m e en supposant q u ' o n v o u l û t transformer en raffiné les bas produits d é s i g n é s , en langue v u l g a i r e , sous le n o m de cassonades, et dans le c o m m e r c e sous ceux de bâtarde v e r t e et d e v e r g e o i s e ( c e qui serait une p e r t e en fabrication d e sucre e x o t i q u e o ù ces qualités inférieures o n t un g o û t a g r é a b l e , tandis q u ' e n sucre i n d i g è n e elles ont une a m e r t u m e t r è s - p r o n o n c é e ) , il resterait tou-


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jours environ 25 ou 30 p. 1 0 0 de sirop incristallisable, appelé mélasse. O r , cette mélasse est, dans le sucre e x o t i q u e , un aliment très-sain et de b o n g o û t , dont on ne saurait trop r e c o m m a n d e r l'emploi dans l'alimentation du p e u p l e ; celle du sucre i n d i g è n e , au c o n t r a i r e , a un g o û t détestable d o n t on n'a jamais pu la d é p o u i l l e r . T o u t ce q u ' o n peut faire est de la distiller. L e s esprits q u ' o n en retire o n t , dans le c o m m e r c e , une valeur à peu près analogue à celle des esprits de marc de raisin. P o u r résumer en un m o t toute la différence des mélasses de sucre de canne et de sucre i n d i g è n e , les premières se v e n d e n t 3o et 36 fr. les 1 0 0 k i l . , les secondes de 8 à 9 fr. C'est b i e n là une infériorité réelle en qualité. Quant à la comparaison à établir entre les p r i x de r e v i e n t des deux espèces de sucre, vendues l'une et l'autre sur Je m a r c h é intérieur, elle ne peut soutenir le m o i n d r e parallèle. L a quantité de sucre q u ' o n retire c o m m u n é m e n t de la canne, dans nos c o l o n i e s , est de 8 à 1 0 p. 1 0 0 , celle de la betterave est de 5 à 6 p. 1 0 0 , dans les fabriques q u i marchent le mieux. C'est déjà une différence c o n s i d é r a b l e ; mais, il y a ici une observation importante à faire; pour la bet-


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t e r a v e , c'est tout ce q u ' o n peut o b t e n i r pratiquem e n t dans les systèmes où l'extraction se fait par la râpe et la presse, les seuls d o n t l ' e x p é r i e n c e ait r e c o n n u la b o n t é ; p o u r la c a n n e , ce n'est, à peu p r è s , q u e la m o i t i é d e ce q u ' o n peut o b t e n i r a v e c les appareils p e r f e c t i o n n é s d o n t les Anglais e t les A m é r i c a i n s o n t c o m m e n c é à i n t r o d u i r e l'usage dans leurs habitations. L e r a p p o r t d e M . P é l i g o t à l ' A c a d é m i e des sciences, a p p r o u v é par M M . T h é n a r d et P e l o u z e , établit c o m m e un fait certain q u e « les colons « sont l o i n d e r e t i r e r d'abord t o u t le jus d e la « canne et ensuite tout le sucre q u e c o n t i e n t ce « jus. A u lieu d e 50 p . 1 0 0 d e jus o u vezou r e t i r é « par les c o l o n s , la canne en c o n t i e n t 9 0 , et au « lieu de 8 p . 1 0 0 d e sucre, m o y e n n e d e ce q u ' o n « r e t i r e dans nos c o l o n i e s , la canne ne c o n t i e n t « pas m o i n s de 23 p . 1 0 0 d e ce p r é c i e u x produit. « C e s 23 p . 1 0 0 n e sont p o i n t s e u l e m e n t une « substance s u c r é e , mais sont e n t i è r e m e n t c o m « posés de sucre cristallisable, dissous simplement « et presqu'à l'état de pureté dans la partie « aqueuse de la canne. » Ces faits étaient depuis l o n g t e m p s parfaitem e n t connus d e b e a u c o u p d ' h o m m e s distingués dans la science ou seulement dans la p r a t i q u e de


61 l'industrie c o l o n i a l e ; ils v i e n n e n t d'acquérir la force de chose j u g é e . Y a-t-il d'autres rapports entre la b e t t e r a v e et la canne qui puissent compenser cette infériorité de quantité spécifique en matière saccharine? L o i n de là ; t o u t , sauf la distance, est à l'avantage de la canne. Dans cette d e r n i è r e , aucune matière c o l o r a n t e , point d'acide ni d'alcali ; la canne b r o y é e rend une eau sucrée q u i , é v a p o r é e par l ' é b u l l i t i o n , d o n n e un sirop dense q u i , en se refroidissant , d e v i e n t aux trois quarts sucre cristallisé. L e sirop restant d o n n e , étant r e c u i t , un nouveau p r o d u i t cristallisé. L a partie ligneuse de la canne d e v i e n t le c o m b u s t i b l e de l'évaporation. Ainsi partout où on a des cannes, o n a tout ce qu'il faut p o u r la p r o d u c t i o n du s u c r e ; il en est tout autrement de la b e t t e r a v e . Celle-ci r e n f e r m e , outre sa q u a n t i t é de s u c r e , qui est, à l'analyse, de 9 ou 1 0 p . 1 0 0 , une quantité considérable d e sels, de potasse, d'alcalis et d'autres substances c o l o r a n t e s , d o n t la présence altère le p r i n c i p e sucré dès la p r e m i è r e opération , celle du r â p a g e , et opérerait sa transmutation c o m p l è t e en sucre incristallisable ou m é lasse, si on ne se hâtait de la séparer d e ces corps étrangers, au m o y e n d'une l o n g u e suite d'opéra-


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l i o n s d i s p e n d i e u s e s , e x i g e a n t des appareils trèsc o m p l i q u é s et les soins les plus m i n u t i e u x . Il faut, en o u t r e , p o u r o b t e n i r ce s u c r e , c o m m e n c e r par c o n c e n t r e r un jus q u i , au s o r t i r d e la d é f é c a t i o n , ne pèse q u e 2 d e g r é s , et le p o r t e r , par des é v a p o r a t i o n s successives, à 44 d e g r é s d e densité. C e c o m b u s t i b l e d e v i e n t u n e d é p e n s e indispensable q u i , dans les c o n t r é e s m ê m e s les plus favorisées sous ce r a p p o r t , e n t r e p o u r une f o r t e p r o p o r t i o n dans le p r i x d e r e v i e n t . L a pulpe est d'une g r a n d e u t i l i t é p o u r la nourr i t u r e des bestiaux et p a r c o n s é q u e n t p o u r l ' a g r i c u l t u r e , à qui elle p e r m e t d ' a u g m e n t e r la masse d e ses e n g r a i s , mais il n e faut pas s'exagérer l ' i m p o r t a n c e d e ce s e r v i c e . O n n e l ' o b t i e n t q u ' e n sacrifiant t o u t e la partie saccharine r e n f e r m é e dans c e t t e p u l p e . L e s résidus d e b e t t e r a v e o b t e nus par la m a c é r a t i o n , qui les d é p o u i l l e d e leur p r i n c i p e s u c r é , n ' o n t d o n n é , q u o i q u ' o n ait p u d i r e o u é c r i r e à ce sujet, q u e des résultats n é g a tifs. O n dira peut-être q u e l'industrie sucrière est e n c o r e dans un état d ' e n f a n c e ; q u ' o n d o i t att e n d r e d ' u n e plus l o n g u e e x p é r i e n c e des p e r f e c t i o n n e m e n s et des s i m p l i f i c a t i o n s q u i r é d u i r o n t d e b e a u c o u p le prix d e r e v i e n t , et qu'à c e t é g a r d ,


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le passé r é p o n d de l'avenir. Ce serait se flatter d'espérances chimériques. D e p u i s v i n g t ans q u e cette industrie est en pleine a c t i v i t é , elle a e x e r c é , plus qu'aucune a u t r e , l e g é n i e i n v e n t i f non d'un seul p e u p l e , mais de tous les peuples. On formerait un v o l u m e de la nomenclature seule des procédés qu'on a successivement prônés avec enthousiasme et répudiés après l'essai, et de ceux qui partagent e n c o r e aujourd'hui l'opinion des fabricans; p r e u v e é v i d e n t e qu'aucun d'eux ne l ' e m p o r t e sur les autres, de manière à n ' a d m e t t r e aucune concurrence. Presque toujours quelques avantages partiels sont compensés par q u e l q u e s i n c o n v é n i e n s , mais le fond est le m ê m e . On peut réduire à trois systèmes les différens modes de fabrication du sucre. 1° L e râpage. C'est celui dont on se sert aujourd'hui presque exclusivement. 2° L a macération. Elle a, à t r è s - p e u d'exceptions p r è s , causé la ruine de tous ceux qui s'y sont livrés, et il n'en saurait être autrement car, d'une p a r t , la p r é sence de la b e t t e r a v e dans l'eau d é t e r m i n e , à elle seule, la transformation en sucre incristallisable


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d'une partie d e sa substance s a c c h a r i n e , e t , de l ' a u t r e , l ' é b u l l i t i o n , seul m o y e n de c o n c e n t r a t i o n du j u s , et auquel est attaché i n é v i t a b l e m e n t l'inc o n v é n i e n t d'altérer la substance s u c r é e , est d'autant plus l o n g u e et par c o n s é q u e n t plus destruct i v e , q u e le j u s , déjà si faible par l u i - m ê m e , a e n c o r e é t é d i m i n u é en d e g r é par l ' a d d i t i o n d'une q u a n t i t é d'eau q u e l c o n q u e , par l e fait d e la m a cération. 3 ° La dessiccation. C e n o u v e a u p r o c é d é consiste à c o u p e r la b e t t e r a v e en tranches m i n c e s , q u ' o n fait sécher dans des é t u v e s , et q u ' o n r e n d , par l à , susceptibles d e se c o n s e r v e r l o n g t e m p s et d e fournir ainsi à une fabrication c o n t i n u e pendant t o u t e l'année. L e s t r a n c h e s , réduites par l ' é v a p o r a t i o n d e l'eau au c i n q u i è m e ou au s i x i è m e d e leur p o i d s p r i m i t i f , r e n d e n t e n s u i t e , par la m a c é r a t i o n , t o u t le sucre qu'elles c o n t i e n n e n t , e t , cette f o i s , les i n c o n v é niens d e ce m o d e d ' e x t r a c t i o n , q u e j e v i e n s d e signaler, sont i n f i n i m e n t d i m i n u é s , parce q u e l e jus o b t e n u d e ces t r a n c h e s , si riches en parties saccharines , peut aller jusqu'à a5 d e g r é s d e d e n s i t é , et reste ainsi b e a u c o u p m o i n s sur le feu. O n a fait, à son a p p a r i t i o n , b e a u c o u p d e b r u i t d e ce nouveau s y s t è m e i n v e n t é par M . Shutzen-


65 bach , et pratiqué dans le grand duché de Baden. O n y v o y a i t l'aurore d'une ère n o u v e l l e p o u r l e sucre i n d i g è n e , et o n ne mettait pas de bornes aux bénéfices qu'il allait offrir. L ' e x p é r i e n c e de deux années est loin d'avoir réalisé ces rêves séduisans ; elle a p r o u v é , au c o n t r a i r e , q u e l e syst è m e est impraticable d'un b o u t à l'autre. En effet, il faut, p o u r é v a p o r e r toute l'eau c o n t e n u e dans ces tranches de b e t t e r a v e , plus de c o m b u s tible q u e dans l e système des râpes, p u i s q u e , après a v o i r c o m p l é t e m e n t épuisé cette eau par la dessiccation des é t u v e s , la macération leur en rend de nouvelle qu'il faut e n c o r e é v a p o r e r par ébullition. C e n'est là, au surplus, q u e le m o i n d r e des maux. L ' e x t r ê m e difficulté d e couper les betteraves de m a n i è r e à ce q u e les tranches ne se superposent pas l'une sur l'autre, et ne rendent pas, par là, la dessiccation i m p o s s i b l e , celle de rem u e r et de retourner les tranches dans les é t u v e s , le n o m b r e o u la grandeur des étuves nécessaires, d o i v e n t ranger à jamais cette d é c o u v e r t e dans le n o m b r e , déjà si grand , des théories i n a p p l i cables . 1

1

Il existe cependant un quatrième système qui ne serait prati-

c a b l e , il est v r a i , que dans les contrées les plus méridionales de la

5


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Je n e prétends pas, il s'en faut bien , q u e t o u t e a m é l i o r a t i o n soit désormais i m p o s s i b l e , et q u e l e sucre i n d i g è n e ne puisse subir, par suite d e ces a m é l i o r a t i o n s , u n e d i m i n u t i o n dans son p r i x actuel d e r e v i e n t ; mais j e dis q u e ces p e r f e c t i o n nemens p o r t e r o n t plus sur des objets d e détail q u e sur le fond des s y s t è m e s , et qu'au total ils seront peu de chose en comparaison d e ceux q u i F r a n c e , et qui n'y a pas encore reçu la seule sanction qui puisse légitimer

ses

hautes

prétentions , l'expérience

d'un travail

en

grand pendant plusieurs années. C'est dans les champs e u x - m ê m e s où on récolte les betteraves qu'on les coupe en tranches et qu'on les étend sur le sol. La fin de juillet et tout le mois d'août sont trèspropres à cette opération. E n P r o v e n c e , à celte é p o q u e , il ne pleut presque jamais , et la betterave , sans avoir atteint le m a x i m u m d e son v o l u m e ,

y possède d é j à , a peu de chose p r è s , toute sa p a r t i e

saccharine , quand les semis ont été faits dans des terres arrosables et cultivés avec soin pendant l'été. A i n s i point de combustible , point de doubles transports , plus d e difficultés provenant des étuves ; le soleil se charge de tout, et, dans quarante-huit heures, toute l'eau est évaporée, et les tranches se conservent autant qu'on le désire. J'ai essayé en p e t i t , l'an dernier, cette dessiccation au soleil; elle m'a très-bien réussi, et betterave

j'ai obtenu

10 p . 100 du poids de la

fraîche en très-beau sucre cristallisé. Cette a n n é e ,

les

pluies diluviennes qui ont régné en automne ont contrarié le projet que j'avais de l'essayer au mois d'octobre. M a i s , je le répète, ce n o u veau système , le seul qui puisse changer en France les conditions de la production du sucre indigène , est beaucoup trop nouveau pour qu'il doive entrer dans l'appréciation des économistes. Ce n'est encore qu'une espérance on perspective.


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s'introduiront dans la fabrication du sucre c o l o nial , si o n l e laisse en possession des c o n d i t i o n s sans lesquelles il n'y a plus p o u r lui ni p r o g r è s ni v i t a l i t é ; en un m o t , j e soutiens q u e la différence e n t r e l e p r i x de r e v i e n t des deux sucres, déjà si g r a n d e a u j o u r d ' h u i , d o i t t e n d r e à s'augmenter p l u t ô t qu'à d i m i n u e r . L a distance seule est i n c o n t e s t a b l e m e n t ( s o u s le r a p p o r t du b o n m a r c h é ) un a v a n t a g e en fav e u r du sucre i n d i g è n e . C e t t e différence est néanm o i n s b i e n au-dessous d e ce q u ' e l l e paraît au p r e m i e r c o u p d'œil. L e transport par m e r est p e u d i s p e n d i e u x , et une p a r t i e des frais est supp o r t é e par le gain sur les e x p é d i t i o n s dans les colonies. C e c i est u n e question d e chiffres. L e fret des sucres des c o l o n i e s v a r i e e n t r e 4 et 6 deniers , c'est-à-dire entre 3 fr. 50 c. et 5 fr. les 100 k i l o g r . O n l'a vu q u e l q u e f o i s b e a u c o u p plus b a s , mais alors il y a p e r t e p o u r l'armateur. L e transport des sucres i n d i g è n e s , depuis les sucreries établies dans la c a m p a g n e , o ù elles sont à p o r t é e de la m a t i è r e p r e m i è r e , j u s q u ' a u x grandes v i l l e s , o ù la réunion d e plusieurs branches d e c o m m e r c e et d'industrie p e r m e t d'établir des raff i n e r i e s , n e p e u t p a s , en m o y e n n e , s'évaluer à m o i n s de 1 fr. à 1 fr. 50 c. les-100 k i l o g r . ; c'est


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d o n c e n v i r o n 3 fr. 50 c. par 1 0 0 k i l o g r . d ' é c o n o m i e sur le t r a n s p o r t , en faveur du sucre i n d i g è n e . C e t t e différence est t r è s - l é g è r e en comparaison d e toutes les autres q u i sont à son préjudice. Mais cette distance des c o l o n i e s , si elle est un m a l , c o n s i d é r é e par r a p p o r t au p r i x du s u c r e , d e v i e n t un a v a n t a g e si o n l'envisage sous un autre p o i n t d e v u e . L a F r a n c e p e u t - e l l e se passer d e m a r i n e ? U n j o u r p e u t - ê t r e , ayant r e t r o u v é au n o r d et à l'est ses l i m i t e s naturelles, et les r é v o l u tions q u e l e t e m p s a m è n e à sa suite l'ayant d é f i n i t i v e m e n t séparée d e ses colonies, la n a v i g a t i o n à vapeur q u i d e m a n d e m o i n s de m a t e l o t s , tant àraison de la b r i è v e t é des v o y a g e s q u e de la différence des m a n œ u v r e s , ayant r e m p l a c é g é n é r a l e m e n t celle à v o i l e , au m o i n s dans la M é d i t e r r a n é e , la F r a n c e , sans a b a n d o n n e r c o m p l é t e m e n t la m a r i n e , t r o u v e r a peut-être plus d'avantages à t o u r n e r ses efforts et ses immenses ressources v e r s l ' a g r i c u l t u r e , l'industrie et le c o m m e r c e intérieur, ces mines inépuisables de richesse et d e f o r c e ; mais a u j o u r d ' h u i , au m i l i e u surtout des grands é v é n e m e n s q u e la q u e s t i o n d ' O r i e n t p r é p a r e et à n o t r e g é n é r a t i o n et à celle q u i la suivra, une m a r i n e forte et puissante est un des besoins


69 les plus i m p é r i e u x d e la France. O r , la m a r i n é marchande est la p é p i n i è r e d e la m a r i n e , et l e c o m m e r c e des sucres o c c u p e , à lui s e u l , plus d e la m o i t i é d e n o t r e n a v i g a t i o n g é n é r a l e au l o n g cours, sans c o m p t e r la part très-grande q u ' o n t nos c o l o n i e s dans la n a v i g a t i o n q u i f o r m e l e m i e u x les m a r i n s , celle d e nos grandes p ê c h e r i e s . O n ne saurait traiter a v e c l é g è r e t é un intérêt d ' o ù peut d é p e n d r e l e rang q u e la F r a n c e sera a p p e l é e à o c c u p e r en E u r o p e . M . de D o m b a s l e d i t q u e l q u e part « des m a t e l o t s . . . ; mais en t e m p s d e « g u e r r e , la g u e r r e les fera » ; o n p o u r r a i t l'essayer, si c'était c o n t r e des j o n q u e s chinoises q u e nous eussions à lutter ; mais c o m m e vraisemblablem e n t nos e n n e m i s seraient d'une autre s o r t e , les p r e m i è r e s batailles navales nous a p p r e n d r a i e n t , à nos d é p e n s , q u e si l'on peut q u e l q u e f o i s sur terre r e m p o r t e r des v i c t o i r e s a v e c des c o n s c r i t s , il en est a u t r e m e n t sur m e r . Ainsi l'intérêt, actuel d e la F r a n c e est, b i e n c e r t a i n e m e n t , d e favoriser un c o m m e r c e q u i seul peut f o r m e r les matelots nécessaires à sa m a r i n e . L ' i n t é r ê t actuel d e la F r a n c e est e n c o r e d e ne p e r d r e ni en totalité ni en p a r t i e , u n e des sources les plus abondantes des recettes d e l'État. Pénétrons-nous b i e n de n o t r e p o s i t i o n finan-


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cière. C o n s i d é r o n s , d'un c ô t é , l ' i m m e n s i t é des charges q u i ajoutent tout le p o i d s du passé à celui du p r é s e n t , une dette de près d e 2 0 0 m i l lions d e francs p a r a n , sans c o m p t e r celle des villes e t des divers établissemens p u b l i c s ; la n é cessité o ù est la France d e consacrer d e grands capitaux à l ' a m é l i o r a t i o n d e nos r o u t e s , d e nos f l e u v e s , de nos canaux et de nos ports d e m e r , ainsi qu'à la création de ces v o i e s n o u v e l l e s d e c o m m u n i c a t i o n q u e toute l ' E u r o p e e n t r e p r e n d et où nous ne p o u v o n s nous dispenser de s u i v r e , au m o i n s , l e m o u v e m e n t g é n é r a l , sous p e i n e d e descendre d e plusieurs degrés dans l'échelle des nations. D e l'autre c ô t é , q u ' o n entre dans l'exam e n de toutes les sources possibles du r e v e n u p u b l i c et q u ' o n v o i e si o n en a laissé en arrière u n e s e u l e , tant soit peu i m p o r t a n t e . L o i n d e l à , on trouvera, au c o n t r a i r e , q u e dans la triste nécessité de faire face à tant d e b e s o i n s , non-seulement les sources v r a i m e n t p r o d u c t i v e s sont e x p l o r é e s , autant qu'elles p e u v e n t l ' ê t r e , mais q u e les i m p ô t s les plus o n é r e u x par leur m o d e d e p e r c e p t i o n , s o u v e n t , par l e u r n a t u r e , les plus destructeurs d e la richesse p u b l i q u e et sans p r o p o r t i o n réelle entre le mal qu'ils causent à la France et l'argent qu'ils r a p p o r t e n t au trésor,


71 o n t été c o n s e r v é s par l ' i m p o s s i b i l i t é où l'on se v o i t réduit, d e retrancher au fisc un seul des n o m b r e u x produits d o n t il s'alimente . 1

Est-ce dans une telle position e t a v e c la perspective des dépenses colossales o ù , d'un j o u r à l'autre, des é v é n e m e n s q u i ne d é p e n d e n t pas e n t i è r e m e n t d e nous p e u v e n t nous entraîner, qu'il serait p r u d e n t d e sacrifier, o u seulement de d i m i n u e r , le clair p r o d u i t q u e le d r o i t sur la c o n s o m m a t i o n du sucre v e r s e o u peut v e r s e r dans les coffres de l'État? N e l ' o u b l i o n s pas : d e tous les i m p ô t s , ceux dits d e c o n s o m m a t i o n , auxquels o n a c c o r d e a v e c raison une préférence justifiée par l ' e x p é r i e n c e , sont ceux q u i entraînent les effets les plus o p p o sés, suivant les marchandises q u i les supportent. « S'ils a t t e i g n e n t des choses de nécessité, ils se « r é s o l v e n t en accroissement d e salaire, consé« q u e m m e n t ils d i m i n u e n t l e profit et la puis« sance du capital ; ils m e t t e n t les manufactures

1

Il y a eu cependant une exception glorieuse à celle règle. A u

milieu de tant de besoins d'argent , l'abolition de l'impôt sur la loterie et de la taxe sur les jeux a été p r o c l a m é e , et une fois du m o i n s , depuis tant d'années , les réclamations de lu morale et de la philanthropie ont prévalu sur les intérêts fiscaux.


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« du pays dans une c o n d i t i o n i n f é r i e u r e à c e l l e « des manufactures du dehors. « S'ils a t t e i g n e n t des moyens de production, « ils e n t r a v e n t les m o d i f i c a t i o n s q u e l ' e x p é r i e n c e « i n d i q u e dans les p r o c é d é s , e t ils a r r ê t e n t les « p e r f e c t i o n n e m e n s industriels o u a g r i c o l e s . « S'ils a t t e i g n e n t des produits bruts ou matières « premières, ils les c h a r g e n t d'une a v a n c e p é c u « n i a i r e q u i v a e n s'accroissant à t r a v e r s t o u t e s « les t r a n s f o r m a t i o n s q u e subissent ces m a t i è r e s « j u s q u ' a u t e r m e d e la c o n s o m m a t i o n ; e t finale« m e n t ils a u g m e n t e n t les p r i x dans u n e p r o p o r « t i o n b e a u c o u p plus f o r t e q u e l e u r q u o t i t é , sans « p r o f i t p o u r l e t r é s o r e t au g r a n d d é t r i m e n t d e « l'industrie. « S'ils a t t e i g n e n t des produits ouvrés et f a ç o n « nés par les manufactures, ils a t t a q u e n t les « i n t é r ê t s les plus v i v a c e s du pays. E n e f f e t , l ' i m « p o r t a n c e d u m a r c h é p o u r ces c r é a t i o n s , e t c o n « s é q u e m m e n t l ' i m p o r t a n c e d u capital e t d u tra« vail qu'elles entretiennent, dépend de leur bas « p r i x . O r , dit sir H e n r i P a r n e l l , les t a x e s , en « accroissant ces p r i x , o n t l'effet i m m é d i a t d e « r e s t r e i n d r e t o u t à la fois l ' é t e n d u e du m a r c h é , « l ' e m p l o i d u capital e t la s o m m e du. t r a v a i l ; c e « q u i a m è n e e n s u i t e une fatale r é a c t i o n sur l e


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« « « « «

c o m m e r c e extérieur ; car l'industrie n a t i o n a l e , p o u r lutter fructueusement sur les marchés é t r a n g e r s , d o i t d ' a b o r d r e c e v o i r sur celui d e l ' i n t é r i e u r t o u t l ' e n c o u r a g e m e n t e t tout le d é v e l o p p e m e n t d o n t elle est susceptible. « Enfin , si les m ê m e s i m p ô t s a t t e i g n e n t des « objets rares ou p r é c i e u x , la p e r c e p t i o n en est « t r è s - c o û t e u s e , la fraude très-facile et le p r o « duit insignifiant. « P o u r q u e les i m p ô t s d e c o n s o m m a t i o n n'al« tèrent p o i n t les forces p r o d u c t r i c e s du p a y s , « qu'ils n e l i m i t e n t ni au dedans ni au dehors l e « m a r c h é m a n u f a c t u r i e r , qu'ils se p e r ç o i v e n t a i « s é m e n t et à p e u d e f r a i s , qu'ils d o n n e n t des « recettes abondantes et p r o g r e s s i v e s , il faut les « é t a b l i r sur des choses q u i , sans ê t r e de néces« s i t é , e n t r e n t p o u r t a n t dans la c o n s o m m a t i o n « la plus g é n é r a l e et la plus h a b i t u e l l e , et q u i n e « soient ni les m o y e n s ni les élémens de p r o d u c « t i o n , ni les m u l t i f o r m e s créations des m a n u « factures p r o p r e m e n t dites. « Ces vérités sont désormais c o n s a c r é e s , n o n « seulement par les a u t e u r s célèbres q u i les o n t « a p p r o f o n d i e s , mais e n c o r e par les financiers les « plus h a b i l e s , q u i dès l o n g t e m p s les p r a t i q u e n t « et y t r o u v e n t la p r o s p é r i t é de leur pays. »


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J'ai e m p r u n t é ces réflexions à un o u v r a g e p u b l i é r é c e m m e n t sur la q u e s t i o n des sucres par M . M o l r o g u i e r , o u v r a g e r e m a r q u a b l e à tous é g a r d s , et o ù l'auteur m e paraît, en g é n é r a l , p é nétré des vrais p r i n c i p e s d e l ' é c o n o m i e p o l i t i q u e et d e la science financière. C'est une justice q u e j e m e plais à c o n s i g n e r i c i , b i e n q u e nous d i f f é r i o n s t o t a l e m e n t dans l ' a p p l i c a t i o n d e ces m ê m e s p r i n c i p e s à la q u e s t i o n présente. I l résulte d e l ' e x a m e n successif de toutes les matières i m p o s a b l e s , q u e le sucre r é u n i t , au plus haut p o i n t , toutes les c o n d i t i o n s d é t e r m i n a n t e s des taxes de c o n s o m m a t i o n , n'étant p a s , à la r i g u e u r , un o b j e t d e p r e m i è r e nécessité, tel q u e l e v i n , ni un d e ces p r o d u i t s o u v r é s et façonnés d'où d é p e n d le sort industriel du p a y s , étant un p r o d u i t naturel, toujours le m ê m e , l e q u e l , ayant p r o f o n d é m e n t p é n é t r é dans les h a b i t u d e s , a p p r o c h e des choses nécessaires, et d o n t l ' é c o u l e m e n t ne saurait être b e a u c o u p r e s t r e i n t , m ê m e par un i m p ô t assez é l e v é . A u s s i , en p r i n c i p e , si l'on e x c e p t e l e t a b a c , nulle m a t i è r e n'est aussi i m p o s a b l e q u e le s u c r e , et l'Etat peut d'autant m o i n s l ' é p a r g n e r q u e l e n o m b r e des articles q u i c o n v i e n n e n t à l ' i m p ô t , par leur nature e t l'étendue de leur u s a g e , est


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b e a u c o u p plus restreint q u ' o n ne se l ' i m a g i n e . A i n s i , lors m ê m e q u e le d é v e l o p p e m e n t d e la p r o d u c t i o n du sucre i n d i g è n e d e v r a i t réaliser p o u r nous , dans l'avenir, tous les a v a n t a g e s q u e prédisent ses partisans les plus enthousiastes, toujours serait-il vrai q u e , sous l e r a p p o r t de l'intérêt actuel d e nos finances, le sacrifice q u i en résulterait p o u r l e fisc d e v r a i t être différé jusqu'à l ' é p o q u e où les besoins d e l ' E t a t , m o i n s i m p é r i e u x , et l'amortissement d'une g r a n d e p o r t i o n de la d e t t e , nous p e r m e t t r a i e n t d e supp r i m e r d'abord les i m p ô t s q u i pèsent d'une man i è r e accablante sur l ' a g r i c u l t u r e , sur l'industrie et sur l ' a l i m e n t a t i o n des classes p a u v r e s , e t ensuite de nous passer d e t o u t o u partie d e celui sur le sucre. Reste à e x a m i n e r la d e u x i è m e q u e s t i o n , les droits des c o l o n s . L e s défenseurs des c o l o n s o n t été jusqu'à c o n tester la légalité d'une différence d e d r o i t s e n t r e le sucre des c o l o n i e s et le sucre i n d i g è n e . I l s o n t r é c l a m é « la f o i j u r é e à la Charte et l'application « du saint p r i n c i p e q u i p r o c l a m e l'égalité des « charges. » Il v a c e r t a i n e m e n t là une e x a g é r a t i o n de p r i n c i p e s et une fausse i n t e r p r é t a t i o n d u texte.


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1° E n m a t i è r e d ' i m p ô t s , l ' é g a l i t é n'est q u e p o u r les p e r s o n n e s , p a r r a p p o r t à l e u r q u o t i t é p r o p o r t i o n n e l l e , e t n o n e n t r e les d i v e r s p r o d u i t s t a n t n a t u r e l s q u e m a n u f a c t u r é s , e t l ' E t a t est p a r f a i t e m e n t l i b r e d e n e c o n s u l t e r , à c e t é g a r d , q u e ses c o n v e n a n c e s e t l ' i n t é r ê t g é n é r a l d u p a y s . 2° Les charges s o n t e n t i è r e m e n t d i f f é r e n t e s a u x c o l o n i e s e t d a n s la m é t r o p o l e , e t o n n e p e u t l e u r a s s i g n e r impartialement de terme c o m m u n de comparaison. C e n ' e s t d o n c pas là q u e se t r o u v e l ' a r g u m e n t v i c t o r i e u x d e s c o l o n s ; m a i s ils p e u v e n t d i r e a v e c t o u t e j u s t i c e : Q u a n d la F r a n c e n o u s a a u t o r i s é s , excités à aller, à deux mille lieues d e notre p a t r i e , d é f r i c h e r d e s t e r r e s i n c u l t e s e t p o r t e r , sous c e climat d a n g e r e u x , nos fortunes et notre industrie, e l l e n e n o u s a pas d i t q u e n o u s d e v i o n s cesser d e n o u s c o n s i d é r e r c o m m e ses e n f a n s . N o u s n o u s s o m m e s fiés à sa j u s t i c e d ' a b o r d , e t m ê m e , a u b e s o i n , à sa b i e n v e i l l a n c e . E l l e n o u s a assujettis, dans l'intérêt de son c o m m e r c e et de son trésor, à des restrictions telles q u e nous ne p o u v o n s subsister u n seul i n s t a n t q u e p a r e l l e . E l l e n o u s a i m p o s é la d o u b l e o b l i g a t i o n d e n o u s a p p r o v i sionner e x c l u s i v e m e n t en F r a n c e et d e n ' i m p o r ter qu'en F r a n c e , et par navires français, toutes


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nos denrées. L a c o n s é q u e n c e d e c e t t e o b l i g a t i o n d e v a i t ê t r e , et a toujours é t é en e f f e t , l'établissem e n t d'un d r o i t p r o t e c t e u r c o n t r e les sucres é t r a n g e r s , q u i nous assurât l e d é b i t d e n o t r e p r i n c i p a l , nous d i r o n s p r e s q u e n o t r e u n i q u e p r o d u i t , l e s u c r e , du m o i n s autant q u e la c o n s o m m a t i o n d e la F r a n c e p o u v a i t nous l e p r o mettre. Confians dans c e t t e p r o m e s s e i m p l i c i t e , confirm é e par v i n g t l o i s et o r d o n n a n c e s s u c c e s s i v e s , nous a v o n s b â t i , p l a n t é , a c h e t é des terres et des e s c l a v e s , e t a u j o u r d ' h u i , par suite d ' u n e p r o t e c tion toute spéciale que notre m é t r o p o l e accorder a i t , dans un i n t é r ê t q u i n e n o u s t o u c h e en r i e n , à cette i n d u s t r i e n o u v e l l e , n o u s v e r r i o n s n o t r e u n i q u e p r o d u i t , celui a v e c l e q u e l n o u s p a y o n s t o u t ce q u i nous fait v i v r e , t o m b e r à un p r i x q u i n e nous laisserait d'autre p e r s p e c t i v e q u e la r u i n e . A p r è s a v o i r e m p r u n t é sur n o t r e c a p i t a l , pour soutenir v a i n e m e n t une concurrence désastreuse , nous n e t r o u v e r i o n s plus m ê m e à v e n d r e le g a g e d e n o s c r é a n c i e r s q u i ne r e p r é senterait plus rien : r u i n e et b a n q u e r o u t e , v o i l à le s o r t q u ' o n nous ferait. A h ! cela est i m p o s s i b l e . S i , p a r un d e ces é v é n e m e n s i m p r é v u s q u i b o u l e v e r s e n t les c o m b i n a i s o n s q u i paraissaient les


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plus c e r t a i n e s , c e t t e d é c o u v e r t e était t e l l e q u ' e l l e p e r m î t , à é g a l i t é d e d r o i t s , d e l i v r e r le n o u v e a u sucre à un p r i x au-dessous d u p r i x d e r e v i e n t du sucre d e c a n n e , la F r a n c e , n o t r e c o m m u n e pat r i e , n e serait pas r e s p o n s a b l e d e n o t r e m a l h e u r , e t nous n e p o u r r i o n s q u ' i m p l o r e r , à g e n o u x , sa c o m m i s é r a t i o n ; tuais q u o i ! si nous m o u r i o n s , c e serait p a r ses l o i s , p a r le t e r r i b l e a r r ê t d e ses tarifs d e d o u a n e ! U n e t e l l e injustice serait t r o p o d i e u s e . E h b i e n , si les a v a n t a g e s q u e t r o u v e r a la m é t r o p o l e dans c e n o u v e a u p r o d u i t d e son sol surpassent la v a l e u r d e ses c o l o n i e s , q u ' e l l e nous i n d e m n i s e au m o i n s d e t o u t c e d o n t e l l e nous p r i v e , q u ' e l l e r e t r o u v e r a , e t a u - d e l à , d a n s la c o n q u ê t e d e son n o u v e a u p r o d u i t . O n nous dira p e u t - ê t r e q u ' e n nous p r i v a n t des a v a n t a g e s du s y s t è m e c o l o n i a l o n va nous en ô t e r les c h a r g e s , q u ' o n nous r e n d à la l i b e r t é , q u ' o n nous émancipe. C r u e l l e d é r i s i o n ! bienfait s y n o n y m e d e r u i n e et d e m o r t ! Q u e p o u r r o n s - n o u s sans la F r a n c e , et à q u i nous d o n n e r ? Les p e u p l e s q u i o n t des c o l o n i e s i r o n t - i l s r e j e t e r leurs p r o duits p o u r a c c e p t e r les n ô t r e s , et c e u x q u i n ' e n o n t pas n e s'empressent-ils pas d ' a d o p t e r le sucre i n d i g è n e ? P o u r e u x c'est c h o s e p e r m i s e ; e t si la F r a n c e , p o u r q u i n o t r e a b a n d o n est un c r i m e ,


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nous refuse j u s t i c e e t p i t i é , d e q u i p o u r r i o n s nous l ' e s p é r e r ? Je n e s a i s , q u a n t à m o i , c o m m e n t o n p o u r r a i t r é p o n d r e à d e telles r é c l a m a t i o n s . La fable du l o u p et d e l ' a g n e a u est là p e u t - ê t r e p o u r nous l ' a p p r e n d r e . L e s c o l o n i e s o n t d e m a n d é , il est v r a i , l ' e x p o r t a t i o n d i r e c t e d e leurs sucres. M a i s o n p e u t d i r e , à c o u p sûr, q u ' e l l e s o n t d e m a n d é , e n c e l a , beauc o u p plus q u ' e l l e s n e v o u l a i e n t o b t e n i r . C e fut u n e m e n a c e , un c r i d e désespoir. D ' a i l l e u r s l ' e x p o r t a t i o n d i r e c t e laisserait toutes les d é p e n s e s des c o l o n i e s à la c h a r g e d e la F r a n c e , sans c o m p e n s a t i o n . M i e u x v a u d r a i t c e n t fois p o u r elle les é m a n c i p e r t o u t à f a i t , et c'est p o u r q u o i les c o l o n i e s n e p o u v a i e n t pas s é r i e u s e m e n t r é c l a m e r l ' e x p o r t a t i o n d i r e c t e . Elles savent t r o p b i e n o ù l e u r é m a n c i p a t i o n les c o n d u i r a i t . I l faut m e t t r e sur l e m ê m e r a n g q u e l ' é m a n c i p a t i o n ces n o u v e l l e s cultures q u ' o n c o n s e i l l e b é n é v o l e m e n t aux c o l o n i e s d ' a d o p t e r en r e m p l a c e m e n t d e la c a n n e ; la s o i e , p a r e x e m p l e . Sans p a r l e r des difficultés p r a t i q u e s d e l ' é d u c a t i o n des n è g r e s à d e n o u v e l l e s cultures, du défaut d e jouissance p e n d a n t tant d ' a n n é e s , dans un p a y s o ù l ' a r g e n t se p l a c e à 1 2 e t 15 p . 1 0 0 , et d e b i e n d'autres obstacles à d e tels p r o j e t s , ne v o i t - o n


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pas q u e le v i c e radical serait le m ê m e ; q u ' o n r e t o m b e r a i t dans les e m b a r r a s i n e x t r i c a b l e s des p r o d u i t s similaires ; q u e si n o t r e s o i e p o u v a i t se d o n n e r à m e i l l e u r m a r c h é q u e c e l l e des c o l o n i e s , elles n e p o u r r a i e n t c o n t i n u e r à la p r o d u i r e ; q u e si c'était l ' i n v e r s e , o n p o r t e r a i t alors u n c o u p m o r t e l à un des p r i n c i p a u x o b j e t s d e l ' a g r i c u l t u r e dans l e m i d i d e la F r a n c e , et q u ' e n o r d o n n a n t la p r o h i b i t i o n des soies g r é g e s q u e nous tirons de l'étranger, nous priverions notre agric u l t u r e e t n o t r e i n d u s t r i e d e t o u t ce q u e ces é t r a n g e r s l e u r d e m a n d e n t e n é c h a n g e d e leurs soies g r é g e s ? A i n s i , sous q u e l q u e face q u ' o n e n v i s a g e c e t t e q u e s t i o n , sous l e r a p p o r t d u d r o i t des c o l o n s c o m m e sous c e l u i d e l ' i n t é r ê t actuel d e la F r a n c e , o n n e p e u t sacrifier l e s u c r e c o l o n i a l au sucre ind i g è n e . O n m e dira : p e u t - o n d a v a n t a g e sacrifier l e sucre i n d i g è n e au sucre c o l o n i a l ? A p r è s t o u t ce q u e j ' a i dit de l'importance de cette découv e r t e , d e l ' i m m e n s e d a n g e r d o n t elle nous aff r a n c h i t , il s e m b l e qu'il serait p e u l o g i q u e d'en t i r e r u n e telle c o n s é q u e n c e . E l l e n'est h e u r e u s e m e n t pas p o s s i b l e , et la m o r t d u sucre i n d i g è n e n ' e s t au p o u v o i r d e p e r sonne. Ce nouveau produit appartient désormais


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à l ' E u r o p e , à la F r a n c e p a r c o n s é q u e n t , e t t o u t e s les fois q u ' e l l e j u g e r a à p r o p o s d e l ' a c c u e i l l i r , e l l e l e t r o u v e r a sous sa m a i n . U n e a r m e n'est pas m o i n s p r é c i e u s e q u a n d e l l e est d a n s l e fourreau q u e q u a n d la l a m e e n est t i r é e , e t s o u v e n t il suffit q u ' o n sache q u ' e l l e p e u t n o u s d é f e n d r e p o u r e m p ê c h e r qu'on ne nous attaque. Il n ' y a d o n c a u c u n e r é c i p r o c i t é p o s s i b l e , sous c e r a p p o r t , e n t r e les c o l o n i e s e t le s u c r e i n d i g è n e . P o u r e l l e s , t e l t a r i f d e d o u a n e s q u ' o n p e u t supposer, l'ancien tarif, par e x e m p l e , a c c o m p a g n é d ' u n a f f r a n c h i s s e m e n t c o m p l e t d e d r o i t s sur l e s u c r e i n d i g è n e , serait un a r r ê t d e m o r t i m m é d i a t e , et tel a u t r e t a r i f un p e u a d o u c i , c e l u i d ' u n e a g o n i e l e n t e mais s u i v i e , finalement, d u m ê m e résultat. U n e fois m o r t e s , i l est c e r t a i n q u e les c o l o n i e s n e ressusciteraient pas. E l l e s d e v i e n d r a i e n t d e p e t i t s S a i n t - D o m i n g u e . T o u t ce q u e p o u r r a i t faire l e g o u v e r n e m e n t p o u r la r a c e b l a n c h e , serait d e la p r é s e r v e r d u m a s s a c r e e n la r a m e n a n t e n F r a n c e . L e s u c r e i n d i g è n e , au c o n t r a i r e , v i v r a , et si c e n'est e n F r a n c e , c e sera à ses p o r t e s e t p r ê t à y r e n t r e r au m o i n d r e s i g n e . E t q u i l'en e m p ê c h e r a i t ? serait-ce l e défaut d e m a t i è r e p r e m i è r e ? U n e livre de graine peut donner, l'année s u i v a n t e , q u i n z e m i l l e b e t t e r a v e s q u i , l'an d'après, 6


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p o r t e r o n t , c h a c u n e , u n e l i v r e d e g r a i n e . A la s i x i è m e a n n é e , i l y a u r a i t d e q u o i en c o u v r i r t o u t l e t e r r i t o i r e . S e r a - c e l'art a g r i c o l e o u m a n u f a c t u r i e r ? M a i s n e sont-ils pas c o n s i g n é s d a n s m i l l e o u v r a g e s , e t la p r a t i q u e n e sera-t-elle p a s , auprès de n o u s , toute v i v a n t e et enrichie d'expér i e n c e s n o u v e l l e s ? C e s e r o n t p e u t - ê t r e les b â t i m e n s e t les a p p a r e i l s q u i f e r o n t faute? L e s b â t i m e n s r e s t e r o n t . L e c u i v r e e t l e f e r ne m a n q u e r o n t pas alors p l u s q u ' a u j o u r d ' h u i , e t i l est v r a i s e m b l a b l e q u e , la s c i e n c e a y a n t fait des p r o g r è s , o n n'aura pas à r e g r e t t e r des a p p a r e i l s q u i passer a i e n t , à c e t t e é p o q u e , p o u r surannés. A i n s i , p o i n t d e c o m p a r a i s o n e n t r e les d e u x t e r m e s e x t r ê m e s d e n o t r e p a r a l l è l e , l'anéantissem e n t des c o l o n i e s o u la suppression a c t u e l l e d u sucre i n d i g è n e . L e p r e m i e r serait é g a l e m e n t injuste e t i m p o l i t i q u e . L e s e c o n d reste s o u m i s à l ' e x a m e n d e c e t t e q u e s t i o n : L e sucre i n d i g è n e p e u t - i l subsister c o n j o i n t e m e n t a v e c l e sucre c o lonial ?


CHAPITRE III. LE

SUCRE

INDIGÈNE

PEUT-IL LE

SUCRE

SUBSISTER

CONJOINTEMENT

AVEC

COLONIAL?

S u i t e d u r é s u m é d e s f a i t s . — B a i s s e é n o r m e d a n s le p r i x d u s u c r e . — P e r t u r b a t i o n d e t o u s les i n t é r ê t s q u i s'y r a t t a c h e n t . — D o l é a n c e s d e s c o l o n i e s . — L o i d u 18 j u i l l e t 1 8 3 7 . — S e s m a u v a i s effets. — L e m i n i s t è r e d u 15 a v r i l . — S a p e r p l e x i t é . — C e l u i d u 1 2 m a i est a u s s i e m b a r r a s s é . — P r o p o s e le d é g r è v e m e n t . — C o m m i s s i o n d e la C h a m b r e d e s D é p u t é s . — M a j o r i t é d ' u n e s e u l e v o i x . — L a C h a m b r e se s é p a r e sans rien d é c i d e r . — L e s g o u v e r n e u r s des colonies y autorisent l'exportation des sucres. — D é g r è v è m e n t par o r d o n n a n c e . — P r o j e t d e loi d e M . C u n i n - G r i d a i n e . — L u m i n i s t è r e est r e n v e r s é . — C e l u i d u 1 mars. — L e projet d e loi m a l a c c u e i l l i . — P r ê t e d e s a r m e s c o n t r e l u i . — S o n v i c e c a p i t a l . — A r b i t r a i r e d e ses p r é v i s i o n s . — I n j u s t i c e d a n s la r é p a r t i t i o n d e l ' i n d e m n i t é . — I l c o n d u i t a c h e r c h e r u n e c o n c i l i a t i o n e n t r e les d e u x s u c r e s a u m o y e n d e t a r i f s régulateurs. — Système illusoire. — L e s d e u x sucres ne p e u v e n t exister c o n j o i n t e m e n t . — T o u t e différence de droits est u n e i n j u s t i c e . — P a c t e c o l o n i a l i m p l i c i t e . — F a u s s e t é d e l ' a s s e r t i o n q u e les c o l o n i e s n e p e u v e n t p l u s a u g m e n t e r l e u r p r o d u c t i o n . — P o s i t i o n o ù elles a u r a i e n t tout à p e r d r e e t r i e n a g a g n e r . — T o u t e d i f f é r e n c e d e d r o i t s est i m p o l i tique. — L ' a b a n d o n partiel des colonies pire q u e leur a b a n d o n c o m p l e t . — I m m e n s e s a v a n t a g e s sacrifiés e n restreie

r


84 g n a n t l e u r p r o d u c t i o n . — V a n i t é d e l ' o b j e c t i o n t i r é e d e la p o s s i b i l i t é q u e n o s c o l o n i e s n o u s é c h a p p e n t . — Erreurs d e t o u s les c a l c u l s f o n d é s s u r les c h i f f r e s officiels. — L a f r a u d e s u r u n e v a s t e é c h e l l e . — S a facilité à l ' é g a r d d u s u c r e . — S e u l e e l l e r e n v e r s e r a i t t o u s les é q u i l i b r e s q u ' o n v o u d r a i t o b t e n i r a u m o y e u d e tarifs r é g u l a t e u r s . — C e t é q u i l i b r e est d'ailleurs totalement c h i m é r i q u e . — D é m o n s t r a t i o n à cet é g a r d . — I n c o n v é n i e n s d e tout i m p ô t s u r le s u c r e i n d i g è n e p a r r a p p o r t à la m o r a l i t é d u p e u p l e . — D i f f é r e n c e e n t r e le s u c r e i n d i g è n e et t o u s les a u t r e s p r o d u i t s assujettis h d e s d r o i t s . — T r i s t e effet d e la c o n c u r r e n c e i l l i m i t é e . — A s s o ciation d e c o m p l i c i t é . — Résultats d é p l o r a b l e s q u i en ser o n t la s u i t e . — D a n g e r d e d é s a f f e c t i o n n e r le p e u p l e a u g o u v e r n e m e n t . — L ' i m p ô t r e j e t é à la c o n s o m m a t i o n . — N e r e m é d i e p a s a u m a l . — V i c e s d e ce s y s t è m e . — N é c e s s i t é d e c h o i s i r e n t r e l ' a n é a n t i s s e m e n t d e s c o l o n i e s o u la d i s p a r i t i o n actuelle d u sucre i n d i g è n e .

A v a n t de nous e n g a g e r dans cette n o u v e l l e d i s c u s s i o n , c o n t i n u o n s l e r é s u m é des f a i t s , i n t e r r o m p u d e p u i s l ' a n n é e 1 8 3 6 o ù l e n o m b r e des f a b r i q u e s d e sucre i n d i g è n e , tant en a c t i v i t é q u ' e n c o n s t r u c t i o n , m o n t a i t à q u a t r e c e n t soixantesix. L a baisse d u p r i x d u sucre c o n t i n u a i t à j e t e r l a p e r t u r b a t i o n dans t o u s les i n t é r ê t s q u i se ratt a c h e n t à c e t t e p r o d u c t i o n . L e s c o l o n i e s e t les p o r t s d e m e r e n v o y è r e n t des d é l é g u é s c h a r g é s d e p o r t e r , au p i e d d u t r ô n e e t a u p r è s d u g o u v e r n e m e n t e t des C h a m b r e s , des d o l é a n c e s t r o p b i e n


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fondées. L e s f a b r i q u e s d e s u c r e i n d i g è n e n ' o saient se p l a i n d r e : car q u e p o u v a i t - o n leur a c c o r d e r d e plus q u e l ' e x e m p t i o n t o t a l e d e d r o i t s d o n t elles a v a i e n t j o u i j u s q u ' a l o r s ? M a i s la c h u t e d e plusieurs é t a b l i s s e m e n s e t l e m a l a i s e d e b e a u c o u p d'autres p a r l a i e n t assez h a u t . A p r è s b i e n des t e r g i v e r s a t i o n s dans l e g o u v e r m e n t e t les C h a m b r e s , i l fallut p r e n d r e un p a r t i . L a l o i d u 1 8 j u i l l e t 1 8 3 7 fut r e n d u e ; e l l e é t a b l i s sait un d r o i t d e 1 1 fr. p a r 1 0 0 k i l o g . sur l e s u c r e i n d i g è n e , à p a r t i r d u 1 j u i l l e t 1 8 3 8 , e t , p o u r les années s u b s é q u e n t e s , c e d r o i t é t a i t é l e v é à 1 6 fr. 50 c. ; i l se p r é l e v a i t p a r l e m o d e d e l ' e x e r c i c e . ER

C ' é t a i t là u n e t r a n s a c t i o n e n t r e les d e u x p r o duits r i v a u x , o u d u m o i n s un c o m p r o m i s é t a b l i d ' a u t o r i t é p a r leurs a r b i t r e s s o u v e r a i n s . L'essai n e fut pas h e u r e u x . M a l g r é la p r u d e n t e r é s e r v e d e la l o i et la g r a d a t i o n d e l ' i m p ô t , l e c o u p fut si r u d e p o u r n o t r e i n d u s t r i e s u c r i è r e , q u ' i l o c c a sionna la c h u t e d'un g r a n d n o m b r e d e f a b r i q u e s . Q u a n t aux c o l o n i e s , elles n ' é p r o u v è r e n t pas l e plus l é g e r s o u l a g e m e n t à des souffrances q u i finissaient p a r d e v e n i r i n t o l é r a b l e s . L e m i n i s t è r e du 15 a v r i l v o y a i t l e m a l e t n e savait o ù t r o u v e r le r e m è d e . D ' u n c ô t é , les c o l o nies et les p o r t s d e m e r é t a i e n t t r o p u n a n i m e s


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dans leurs plaintes p o u r ne pas ê t r e é c o u t é s , e t , d e l'autre, les f a b r i q u e s d e l ' i n t é r i e u r s u c c o m b a i e n t p r e s q u e sous un i m p ô t à p e i n e c o m m e n c é . Sa p e r p l e x i t é fut é g a l e à c e l l e des p r é c é d e n s m i n i s t è r e s r c o m m e e u x il h é s i t a , s o n g e a n t t a n t ô t à s u p p r i m e r la s u c r e r i e i n d i g è n e a v e c i n d e m n i t é , t a n t ô t à faire d é g r e v e r les sucres c o l o n i a u x . R e n v e r s é par le ministère du 1 2 m a i , celui-ci, o b l i g é d e p r e n d r e un p a r t i , se d é c i d a à p r o p o s e r à la C h a m b r e des d é p u t é s un d é g r è v e m e n t d e 1 6 fr. 50 c. sur la p r o v e n a n c e c o l o n i a l e . L a c o m m i s s i o n c h a r g é e d e c e p r o j e t , après u n e e n q u ê t e o ù t o u t e s les p a r t i e s furent e n t e n d u e s , a p p u y a , à la m a j o rité d'une seule v o i x , l e d é g r è v e m e n t , en le réduisant à 13 fr. 2 0 c. C e fut alors à la C h a m b r e d e s d é p u t é s d ' é p r o u v e r toutes les i n c e r t i t u d e s e t les difficultés attachées i n s é p a r a b l e m e n t à c e t t e m a t i è r e é p i n e u s e . P o u r s o r t i r d ' e m b a r r a s , la discussion fut r e n v o y é e à la p r o c h a i n e session. C e p e n d a n t les c o l o n i e s é t a i e n t a r r i v é e s à c e p o i n t o ù un r e m è d e q u e l c o n q u e n e p o u v a i t plus se faire a t t e n d r e . L e s g o u v e r n e u r s des A n tilles p r i r e n t u n e r é s o l u t i o n e x t r ê m e e n a u t o r i sant l ' e x p o r t a t i o n des sucres à l ' é t r a n g e r p a r tous p a v i l l o n s . Par u n e c i r c o n s t a n c e q u i fut d ' a u t a n t


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plus h e u r e u s e p o u r les c o l o n i e s q u ' e l l e est p l u s r a r e , l e sucre des A n t i l l e s anglaises e t des p l a n tations a m é r i c a i n e s était à un p r i x b e a u c o u p p l u s élevé q u e celui auquel le nôtre était t o m b é , par suite d e sa c o n c u r r e n c e a v e c l ' i n d i g è n e . L e s e x p o r t a t i o n s d e nos c o l o n i e s t r o u v è r e n t d o n c u n d é b o u c h é facile e t a v a n t a g e u x . M a i s l e r e m è d e n'était q u e t e m p o r a i r e , e t il p r o u v a i t t o u t e la g r a v i t é du m a l . L e c a b i n e t d u 15 a v r i l a v a i t r e c o n n u q u e t o u t d é g r è v e m e n t d u sucre c o l o n i a l d e v a n t a v o i r p o u r effet c e r t a i n d e r o m p r e l ' é q u i l i b r e q u e la l o i d e 1 8 3 7 a v a i t p r é t e n d u é t a b l i r e n t r e les d e u x sucres, o n n e p o u r rait, dans aucun cas, y p r o c é d e r p a r o r d o n n a n c e . L e c a b i n e t du 12 m a i pensa d i f f é r e m m e n t , e t se d é c i d a , dans l ' i n t e r v a l l e d e d e u x s e s s i o n s , à d é g r e v e r d e 13 fr. 20 c. l e s u c r e b r u t des c o l o n i e s . L ' o r d o n n a n c e e n p a r u t l e 21 a o û t 1 8 3 9 . O n y d é c l a r e q u ' e l l e n'est q u e p r o v i s o i r e j u s q u ' à l a n o u v e l l e l o i , d o n t un p r o j e t sera p r é s e n t é a u x C h a m b r e s dans l e u r p r o c h a i n e session. A r r i v é e n p r é s e n c e des C h a m b r e s , l e m i n i s t è r e d u 12 m a i n e p o u v a i t , sans m a n q u e r à sa p a r o l e , se dispenser d e p r é s e n t e r un p r o j e t d e l o i c o m p l e t sur la q u e s t i o n des sucres. L e 26 j a n v i e r d e c e t t e a n n é e , il a t e n u sa p r o -


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messe. U n e c o m m i s s i o n a é t é n o m m é e par la C h a m b r e p o u r e x a m i n e r le p r o j e t ; elle s'en o c c u pait avec a c t i v i t é , lorsqu'un nouveau c h a n g e m e n t d e c a b i n e t a fait s u r g i r d e n o u v e l l e s q u e s t i o n s . L e m i n i s t è r e d u 1 mars retirera-t-il o u n o n l e p r o j e t d e l o i p r é s e n t é par c e l u i d u 1 2 m a i ; e t , s'il l e r e t i r e , q u e l l e s s e r o n t ses vues à c e t é g a r d ? Je l ' i g n o r e c o m m e t o u t l e m o n d e , m a i s , s'il n'a pas e n c o r e pris d e parti d é f i n i t i f , p e u t - ê t r e t r o u vera-t-il dans c e r é s u m é i m p a r t i a l q u e l q u e s a p e r ç u s p r o p r e s à influencer son o p i n i o n . ER

L e p r o j e t d e l o i est r é d i g é dans la c o n v i c t i o n q u e l ' é q u i l i b r e e n t r e les d e u x p r o d u c t i o n s r i v a l e s est u n e c h i m è r e , e t « qu'il s'agit ou de sacrifier la « production coloniale, en continuant au sucre de « betteraves la protection qui lui a permis de lutter « contre elle jusqu'à présent, ou de retirer intégra« lement au sucre indigène celle dont iljouit main« tenant encore, au risque de frapper d'anéan« tissement toutes les fabriques qui ne peuvent « prospérer qu'à l'aide du système actuel. » R é d u i t ainsi à o p t e r , il p r é f è r e sacrifier celui des d e u x p r o d u i t s a u x q u e l s se r a t t a c h e n t les i n térêts les m o i n s puissans. Il p r o p o s e d ' i n d e m n i s e r les f a b r i c a n s , au m o y e n d ' u n e s o m m e d e 40 m i l lions q u ' o n aura b i e n t ô t r e t r o u v é e , tant p a r l e


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rétablissement d u d r o i t d e 4 9 fr. 50 c. sur le sucre d e nos c o l o n i e s , q u e p a r la cessation du sacrifice fait j u s q u ' i c i p a r le t r é s o r en f a v e u r du sucre i n d i g è n e , e t aussi p a r l ' é t a b l i s s e m e n t d'un d r o i t d e surtaxe sur les sucres b r u t s é t r a n g e r s , c o m b i n é d e m a n i è r e à c e q u e ces sucres puissent c o m b l e r l e déficit q u ' o c c a s i o n n e r a la suppression d ' u n e grande partie du sucre i n d i g è n e . T e l est l ' e n s e m b l e d u p r o j e t d e l o i . O n d o i t c o n v e n i r q u ' i l n'a pas é t é a c c u e i l l i fav o r a b l e m e n t dans l e p u b l i c . O n assure m ê m e q u e la c o m m i s s i o n s'est p r o n o n c é e c o n t r e l u i . Je n e m ' e n é t o n n e pas. E n e f f e t , la q u e s t i o n q u i d o m i n e t o u t e s les autres est celle-ci : « L e sucre i n d i g è n e peut-il subsister c o n j o i n t e « m e n t a v e c le s u c r e c o l o n i a l ? » L ' e x p o s é des m o t i f s d u p r o j e t d e l o i a le g r a n d t o r t d e n e pas r é p o n d r e n e t t e m e n t à c e t t e q u e s t i o n . I l n e d i t pas q u e l e résultat d e la l o i sera l'anéantissement du sucre i n d i g è n e , m a i s s e u l e m e n t c e l u i des fabriques qui ne peuvent subsister qu'à l'aide du système actuel. E t dans ses p r é v i sions r e l a t i v e s à l ' a p p r o v i s i o n n e m e n t d e la F r a n c e , il fait e n t r e r c e l l e d e 8 m i l l i o n s d e k i l o g r . q u i s e r o n t , d i t - i l , le chiffre, p r o b a b l e d e la p r o d u c t i o n


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i n d i g è n e , après l'établissement d e l'égalité d e droits. A l o r s des o b j e c t i o n s se p r é s e n t e n t en f o u l e . Pourquoi 8 millions plutôt que 1 0 ou que le chiffre suffisant p o u r e x c l u r e le sucre é t r a n g e r , d o n t les p r é v i s i o n s m i n i s t é r i e l l e s p o r t e n t l ' i n t r o d u c t i o n à 1 7 m i l l i o n s de k i l o g r . ? L e s d e u x q u a n tités réunies feraient alors 25 m i l l i o n s d e k i l o g r . O n ne v o i t pas p o u r q u o i , si les besoins d e n o t r e c o n s o m m a t i o n é l è v e n t le p r i x du sucre à un taux q u i p e r m e t t e d ' a c q u i t t e r la surtaxe d e 1 1 fr. d o n t est f r a p p é l e sucre é t r a n g e r , l e sucre i n d i g è n e ne p r o f i t e r a i t pas d e c e t t e hausse aussi b i e n p o u r la t o t a l i t é q u e p o u r la m o i t i é o u l e q u a r t d e t o u t ce q u e n o t r e sucre c o l o n i a l n e p o u r r a i t f o u r n i r à notre approvisionnement? B i e n p l u s ; p o u r q u o i , dans ce cas, n e pas é l e v e r plus haut la surtaxe des sucres é t r a n g e r s , d e m a n i è r e à d é l i v r e r l e sucre i n d i g è n e d e c e t t e c o n c u r r e n c e d e l'étranger, et à l e laisser au m o i n s c o m b l e r t o u t e n t i e r l e v i d e p r o v e n a n t d e l'insuffisance d e la p r o d u c t i o n c o l o n i a l e ? E s t - c e d o n c dans un i n t é r ê t p u r e m e n t fiscal q u ' o n d e m a n d e la suppression du sucre i n d i g è n e ? L a question serait t o u t autre alors. Sous un autre p o i n t de v u e , q u e l l e injustice


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r é v o l t a n t e ! Q u o i ! vous i n d e m n i s e z é g a l e m e n t et les fabriques q u i , suivant v o u s , p o u r r o n t supporter l'égalité de droits et celles q u e v o u s déclarez anéantir ! L e s fabricans q u i , c o n s é q u e m m e n t , auront réalisé jusqu'à ce j o u r d'immenses b é n é f i c e s , ét qui o n t e n c o r e à g a g n e r en continuant, v o n t recev o i r les quatre c i n q u i è m e s d e la valeur d e leur capital , et ceux q u i , ayant eu foi dans l'avenir, n ' o n t pas craint d e lui sacrifier u n e p a r t i e d e leur f o r tune p r é s e n t e , ceux q u i se sont d é v o u é s à transp o r t e r dans les contrées o ù l'agriculture est l e plus r e c u l é e , l'industrie destinée à la faire fleurir, rendant par là un service i m p o r t a n t au p a y s , ceux-là n ' o b t i e n d r o n t rien d e plus! En vain objectera-t-on q u e celles d e ces fabriq u e s q u i se t r o u v e n t dans d e mauvaises c o n d i tions s u c c o m b e r a i e n t , m ê m e avec l'affranchissem e n t de tout i m p ô t , et qu'au contraire celles q u e la loi va p r i v e r de la plus g r a n d e p o r t i o n d e leurs bénéfices o n t , plus q u e toutes les a u t r e s , d r o i t à l'indemnité, puisque le gouvernement n'indemnise q u e d e ce q u i v i e n t de son fait et n o n du fait de l ' i m p r u d e n c e o u d e l'inhabileté des i n d i vidus. O n v o u s r é p o n d r a i t avec r a i s o n , 1° q u e l'Etat n'a j a m a i s garanti à l'industrie du sucre i n d i g è n e des bénéfices i m m o d é r é s , et q u e , p a r


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c o n s é q u e n t , lorsqu'après a v o i r laissé les fabriques en q u e s t i o n réaliser, pendant plusieurs ann é e s , des gains c o n s i d é r a b l e s , d e nouvelles lois leur m a i n t i e n n e n t la possibilité de c o n t i n u e r , q u o i q u e a v e c m o i n s d e p r o f i t , l'Etat ne leur d o i t rien ; 2° q u e v o u s ne p o u v e z pas d é t e r m i n e r ce q u i fait q u ' o n est, o u n o n , dans une mauvaise position. En e f f e t , i l ne m a n q u e souvent q u e du t e m p s p o u r réussir à des fabriques q u i o n t é p r o u v é d e grandes pertes dans les p r e m i è r e s années d e l e u r établissement, à raison d e l ' e x t r ê m e difficulté d'habituer à l'industrie et à des cultures p e r f e c t i o n n é e s des p o p u l a t i o n s q u i jusque-là l e u r o n t été étrangères. I l est d'ailleurs é v i d e n t q u ' e n t r e toutes ces fabriques q u e v o t r e l o i va anéantir, il y en aura plusieurs q u i ne seront séparées q u e par une nuance d e celles q u e v o u s j u g e z dans une assez b o n n e position p o u r supporter l'égal i t é d e d r o i t s , et q u e si elles eussent c o n t i n u é à j o u i r de la p r o t e c t i o n a c c o r d é e j u s q u ' i c i au sucre i n d i g è n e , elles eussent c o n t i n u é à v i v r e et à prospérer. C e p e n d a n t cette faible nuance nonseulement établit entre e l l e s , d'après v o t r e l o i , la différence déjà assez g r a n d e , ce m e s e m b l e , de la v i e à la m o r t , mais elle y ajoute le m a g n i -


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fique cadeau dont v o u s i n d e m n i s e z celles q u i o n t toujours g a g n é , et qui v o n t continuer. A i n s i le p r o j e t d e l o i offre dans l ' e x p o s é de ses motifs des armes puissantes p o u r le c o m b a t t r e . D è s q u e le m i n i s t è r e , q u i p r o p o s e d e v o u e r 4o m i l l i o n s à l ' i n d e m n i t é , reconnaît q u e cette industrie p o u r r a , en partie du m o i n s , subsister a v e c l'égalité d e d r o i t s , il r e c o n n a î t i m p l i c i t e m e n t qu'il n'y a pas i n c o m p a t i b i l i t é entre la prosp é r i t é des colonies et l'existence du sucre indig è n e . A l o r s , sacrifice p o u r sacrifice, ne vaut-il pas m i e u x laisser subsister u n e différence entre les droits des d e u x sucres q u i p e r m e t t r a plus d'extension à la fabrication i n d i g è n e , n e d é v o u e r a à la destruction q u e des fabriques atteintes d'un v i c e r a d i c a l , et m e t t r a seulement un frein au désir i m p r u d e n t d ' a u g m e n t e r le n o m b r e d e celles existantes? O n évitera ainsi le r e p r o c h e de p a y e r p o u r d é t r u i r e ce q u ' o n a p a y é p o u r édifier, et u n e apparence d e l é g è r e t é e t d'incapacité dans l ' a d m i n i s t r a t i o n des affaires d e l'État très-peu flatteuse p o u r n o t r e a m o u r - p r o p r e . I l ne s'agira plus alors q u e d e t r o u v e r un h e u r e u x terme moyen q u i , en conservant à nos colonies le d é b o u c h é nécessaire à leur p r o d u c t i o n a c t u e l l e , 6*


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assure au sucre i n d i g è n e le surplus de consommation.

notre

V o i l à sans d o u t e , ou à peu p r è s , ce q u e s'est d i t chacun d e ceux qui v o n t ê t r e appelés à p r o n o n c e r , c o m m e j u g e s , l'arrêt d'où d é p e n d r o n t tant d'existences, e t , en partie du m o i n s , la p r o s périté de n o t r e état financier. S'ils se t r o m p e n t , la p r e m i è r e faute en est au projet d e l o i . U n e autre cause a dû e n c o r e c o n tribuer à é g a r e r leur o p i n i o n . L e s fabricans d e sucre i n d i g è n e , représentés à Paris par des délégués d e toutes les manufactur e s , s'étaient divisés sur l'adhésion à d o n n e r au p r i n c i p e de l ' i n d e m n i t é . Jusqu'ici la majorité l'avait repoussée ; ils v i e n n e n t aujourd'hui d e l'adopter à l'unanimité Ainsi t o m b e un des principaux argumens des adversaires de l ' i n d e m n i t é , fondé sur l ' o p p o s i t i o n des personnes les plus intéressées à en a p p r é c i e r le m é r i t e .

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V o i r l'adresse à M . le président du conseil des ministres , insérée

dans le Journal

des Débats

du 29 mars.


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I l est temps d e dissiper des erreurs qui dans quelques jours peut-être causeraient un mal irrémédiable. N o n , il n'est pas v r a i q u e l e sucre i n d i g è n e puisse subsister c o n j o i n t e m e n t avec le sucre c o lonial. N o u s a v o n s v u , dans le p r e m i e r chapitre de cet o u v r a g e , q u e l e sucre des colonies s'obtient à un p r i x intrinsèque d e b e a u c o u p inférieur à celui du sucre i n d i g è n e . Je ne poserai pas ici en r e g a r d le prix de r e v i e n t d e l'un et de l'autre. R i e n n'est plus fautif et plus incertain q u e l'évaluation d'un prix d e r e v i e n t , et surtout dans des cultures nouvelles et des industries d o n t les procédés ne sont pas encore parfaitement fixés. Mais s'il est une v é r i t é non-seulement incontestable, mais incontestée, c'est celle q u e j e viens d'énoncer. L e s colonies ne réclament avec tant d'instances l'égalité de droits q u e parce qu'elles sont certaines q u e ce serait l'arrêt de m o r t du sucre i n d i g è n e . D e leur c ô t é , les délégués des fabricans du sucre i n d i g è n e o n t , à l ' u n a n i m i t é , déclaré qu'à m o i n s d'une infér i o r i t é de droits é q u i v a l e n t e à 3o fr. par 100 k i l . , ils cesseraient de fabriquer et demanderaient la l i q u i d a t i o n de leurs fabriques. Q u e ce chiffre d e 3o fr. soit t r o p haut ou t r o p


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b a s , cela i m p o r t e peu à la q u e s t i o n ; toujours est-il q u ' i l faut une différence de droits entre les deux sucres. Faites p o r t e r cette différence sur l e d r o i t perçu à la douane p o u r les sucres e x o t i q u e s , et par v o i e d'exercice sur le sucre i n d i g è n e , ou établissez un d r o i t uniforme de c o n s o m m a t i o n en frappant, en outre, le sucre e x o t i q u e seul d'un d r o i t de douane. Q u ' i m p o r t e ? c'est toujours une entrave d'un c ô t é , un e n c o u r a g e m e n t d e l'autre; c'est toujours une différence de droits. Eh b i e n , j e soutiens q u e cette différence q u e l c o n q u e est d'abord une injustice; s e c o n d e m e n t , qu'elle est i m p o l i t i q u e ; t r o i s i è m e m e n t , qu'elle vise à un but qu'elle n'atteindra j a m a i s , parce qu'il est c h i m é r i q u e ; q u a t r i è m e m e n t , qu'un imp ô t sur le sucre i n d i g è n e , quel q u e soit son m o d e d'assiette, renferme l ' i n c o n v é n i e n t le plus grave pour la m o r a l i t é du peuple. Je prouverai séparément chacune de ces assertions. Une différence

de droits est une

injustice.

É v i d e m m e n t cette différence a p o u r but d'établir, entre les deux sucres, une p o n d é r a t i o n qui leur p e r m e t t e de subsister à c ô t é l'un de l'autre, dans des conditions à p e u près égales. N o u s en-


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trons alors i n é v i t a b l e m e n t dans une de ces trois hypothèses : O u la différence sera telle qu'elle permettra une certaine extension au sucre i n d i g è n e ; alors vous c o m p r i m e z !a p r o d u c t i o n coloniale : ou c'est l'inverse : alors c'est la production indigène qui se ruinera : ou elle sera posée avec tant de discernement qu'elle atteindra le p o i n t précis où nul ne sera avantagé plus q u e l'autre; alors vous les tuez tous les deux , car c'est précisément là l'état où ils se t r o u v e n t depuis plusieurs années, luttant à armes à peu près égales et succombant l'un et l'autre. Dans ces trois h y p o t h è s e s , l'injustice est réelle. N ' e s t -ce pas la p r o t e c t i o n accordée jusqu'ici au sucre i n d i g è n e qui amène, depuis plusieurs années, sur le marché, 15 à 2 0 m i l l i o n s de k i l o g r . de sucre au delà des besoins de la c o n s o m m a t i o n ? et la p r e m i è r e c o n d i t i o n p o u r r e m é d i e r à l'avilissem e n t du p r i x , qui est le m a l , n'est-elle pas d e d é truire l'excès de production , qui est la cause du mal? Si cela est, il faut qu'un des deux sucres subisse la réduction ou qu'ils la partagent entre eux. Si c'est le sucre i n d i g è n e qui la subit seul, vous anéantissez du c o u p la m o i t i é d e ses fabriques. Sa p r o d u c t i o n ayant m o n t é , en 1 8 3 8 , à 49 millions de k i l o g r . , et l'excédant de la produc7


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tion totale des deux sucres sur la c o n s o m m a t i o n é t a n t , ainsi que le p o r t e l'exposé du projet de l o i , de 2 2 millions de k i l o g r . , vous v o y e z b i e n qu'il faut q u e la réduction de sa p r o d u c t i o n soit dans la p r o p o r t i o n de 2 2 à 49. Il est vrai q u e , p o u r 1 8 3 9 , le chiffre de la production i n d i g è n e est annoncé ne d e v o i r s'élever qu'à 3 o millions de kilogr.; mais d ' a b o r d , le chiffre r é e l , vous ne l e connaîtrez j a m a i s , et il sera très-loin du chiffre officiel, c'est-à-dire de celui constaté par l'acquitt e m e n t du droit. Ensuite, les fabriques q u i ont suspendu leur travail par suite de circonstances accablantes n'ont pas cessé «l'exister, et reprendront c e r t a i n e m e n t , p o u r peu qu'elles e n t r e v o i e n t d'esp o i r , car, sans cela, c'est leur capital intégral qui est perdu. Or, j e le d e m a n d e , une loi pourrait-elle, sans injustice, frapper de m o r t la m o i t i é des fabriques q u i se sont élevées sous la foi de la législation p r é c é d e n t e , à moins de les indemniser ? Personne ne l'admettra. V e n o n s à la d e u x i è m e et à la troisième h y p o thèses ; c'est la p r o d u c t i o n coloniale qui subit la réduction ou qui la partage. Alors ce seront les colonies qui auront d r o i t de se plaindre et de réclamer une indemnité. En effet, dès q u e nous parlons justice, ne faut-il pas


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nous r e p o r t e r à ce pacte i m p l i c i t e , mais o b l i g a t o i r e , entre la m é t r o p o l e et ses c o l o n i e s , où cellelà d o n n e à celles-ci, en compensation de leurs dangers et des charges qu'on leur i m p o s e , la c o n s o m m a t i o n de la France p o u r d é b o u c h é d e leurs p r o d u i t s , autant toutefois qu'elles p o u r r o n t y suffire? E t quand la p r o d u c t i o n a-t-elle manqué à la c o n s o m m a t i o n ? à une é p o q u e , u n i q u e dans l ' h i s t o i r e , où la chute du système dit de blocus continental, m o t aussi nouveau q u e la chose qu'il représentait, amena brusquement une c o n s o m mation quadruple de ce qu'elle était pendant la guerre. Depuis l o r s , la c o n s o m m a t i o n a été t o u jours croissante et la p r o d u c t i o n coloniale l'a été d e m ê m e , jusqu'au m o m e n t où le p r o d u i t simil a i r e , non-seulement empêcha l'enchérissement du sucre d'attirer un nouveau p r o g r è s d e la p r o duction c o l o n i a l e , mais la réduisit à regarder c o m m e un fléau l'abondance de ses récoltes. On a dit q u e la p r o d u c t i o n coloniale était à peu près fixée, et q u e la force des choses l'empêcherait de s'élever. I l fallait a p p u y e r sur cette base e r r o n é e t o u t un édifice d'illusions; mais l'échafaudage à b a s , tout croule. J'ai d é m o n t r é dans le chapitre p r é c é d e n t q u e les terres propres à être converties à la culture de


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la canne étaient, nombreuses à B o u r b o n , illimitées à la G u i a n e ; q u e les engrais pourraient augmenter considérablement la p r o d u c t i o n , e t q u e les perfectionnemens de la fabrication p r o cureraient , à eux seuls, un tiers au moins et peutêtre le d o u b l e du sucre q u ' o n obtient aujourd'hui. A v e c quelle apparence de justice pourrait-on interdire aux colonies par o r d o n n a n c e o u , ce qui reviendrait au m ê m e p o u r elles, par des tarifs régulateurs, de fumer leurs terres et de perfectionner leurs appareils? Sont-ce là les conditions du pacte i m p l i c i t e : n'avoir en perspective q u e des chances désespérantes et pas une seule de progrès? Si les esclaves se r é v o l t e n t , les colons sont massacrés; si la guerre les e n l è v e à la France, ils p e u v e n t v o i r leurs biens confisqués; si les t r e m b l e m e n s de terre et les ouragans les dévast e n t , ils perdent t o u t ; si la c o n s o m m a t i o n de la France accroît les d e m a n d e s , ce sont leurs rivaux q u i en profitent; si leurs récoltes dépassent tant soit peu les prévisions ministérielles, le m i e u x qu'ils puissent faire est de j e t e r à la mer tout, cet excédant; s'ils ramassent le sucre qu'ils ont laissé perdre jusqu'à présent, ils d e v i e n n e n t les artisans d e leur ruine. En v é r i t é , un arrêt de m o r t est


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préférable à une telle v i e , et c'est une a m è r e d é rision q u e d'appeler cela une justice, de l ' i m partialité. Une différence

de droits est impolitique.

J'ai exposé avec d é t a i l , dans le précédent chap i t r e , les raisons p o l i t i q u e s q u i s'opposent invinc i b l e m e n t à ce q u ' o n abandonne les c o l o n i e s : intérêt de la France à se p r o c u r e r au meilleur marché possible les objets de sa c o n s o m m a t i o n ; intérêt de la France à favoriser une n a v i g a t i o n au l o n g cours, sans laquelle elle ne t r o u v e r a i t plus de matelots pour sa m a r i n e , quand elle en aurait besoin pour sa défense; intérêt de la France de conserver une des sources les plus abondantes des recettes de l'État : si cela est vrai p o u r l'aband o n c o m p l e t des colonies, cela n'est q u e plus vrai pour leur abandon partiel. Dans le p r e m i e r c a s , en perdant les avantages, nous p e r d o n s au m o i n s les charges; mais dans le s e c o n d , nous conservons toutes les charges et nous abandonnons gratuitement une partie des avantages. Q u e les colonies l i v r e n t à notre marché 8 0 m i l l i o n s de kil. ou 120, ou 1 6 0 , si la c o n s o m m a t i o n s'élève un j o u r jusque-là, ce qui est p r o b a b l e , nous n'en


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paierons pas un seul e m p l o y é d e plus aux c o l o n i e s , et l'autre i m p ô t , celui du sang d e nos sold a t s , n'en augmentera pas non plus. Ainsi tout l'excédant de la production actuelle sera un b é néfice n e t , en sommes versées au trésor, en surcroît de c o m m e r c e et de m a r i n s , c'est-à-dire en force et en richesse nationales. Est-ce là le résultat qu'il faut soigneusement écarter, contre l e q u e l t r o p de précautions ne sauraient être prises ? C'est, m e dira-t-on, dans la crainte q u e le syst è m e colonial ne nous é c h a p p e m a l g r é nous. I l faut b i e n a g i r un p e u dans cette p r é v i s i o n . A u t r e m e n t , q u e deviendrions-nous au j o u r de la catastrophe ? Je l'ai dit ailleurs : on retrouvera t o u j o u r s , q u a n d o n en aura besoin , l e sucre de betteraves. La perte des colonies est, d ' a i l l e u r s , loin d'être i m m i n e n t e , et m o i n s e n c o r e depuis q u e l'expérience de l'affranchissement des noirs a eu lieu dans les c o l o n i e s anglaises, sans réaliser les sinistres prédictions des antagonistes de cette mesure. Si les colonies nous échappent, ce sera plutôt par des causes q u i a g i r o n t avec l e n t e u r , c o m m e l'extinction successive de la race n o i r e , q u a n d la suppression totale de la traite cessera d'en


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c o m b l e r l e v i d e . L o r s q u e , par cette cause ou par toute a u t r e , nous v e r r o n s la p r o d u c t i o n se rest r e i n d r e , il sera temps d e chercher r e m è d e au m a l ; m a i s , dans la possibilité seule d'une chance é l o i g n é e , irait-on se p r i v e r d'avantages présens, certains? Si les colonies a r r i v e n t g r a d u e l l e m e n t , d'ici à v i n g t ans, à doubler leur p r o d u c t i o n et se maintiennent seulement dix ans dans cette prosp é r i t é , qu'on calcule les résultats, et o n trouvera dans les coffres d e l'État de nombreuses centaines de m i l l i o n s , et en matelots de q u o i suffire à l'arm e m e n t des flottes les plus formidables. U n e n o u v e l l e considération m e frappe. L e s auteurs d e tous ces projets d e soi-disant p o n d é r a t i o n entre les deux sucres posent des chiffres, d'après lesquels il est aisé de calculer le sacrifice du trésor. Par e x e m p l e , la c o n s o m m a t i o n d e la France est d e 120 millions de k i l . Les c o l o nies en f o u r n i r o n t 8 0 et le sucre i n d i g è n e 4 0 . C e dernier sera affranchi du d r o i t d e douane supposé d e 3o fr. ; 3o fr. par quintal m é t r i q u e f o n t , sur 4 ° m i l l i o n s de k i l o g r . , 1 2 millions de francs. F o r t b i e n , mais toute la partie du sucre i n d i g è n e q u e la fraude fera é c h a p p e r au d r o i t de c o n s o m m a t i o n , l'avez-vous fait entrer en c o m p t e ? p o u v e z - v o u s l'apprécier? la connaîtrez-vous ja-


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mais? T o u t ce q u ' o n peut d i r e , c'est q u ' e l l e sera sur une échelle qui ne souffrira de comparaison avec aucun autre p r o d u i t naturel ou

manufac-

turé. Il n'est pas facile de passer inaperçus des liquides tels q u e l e vin et e n c o r e m o i n s des esprits, et cependant sur ces objets la fraude est immense. Mais le sucre ! le sucre q u i est d'une c o n s o m m a tion universelle et si facile à cacher, qui se plie à toutes les formes , qui renferme une assez grande valeur en un petit v o l u m e ! I l é c h a p p e r a , du m o i n s en grande p a r t i e , à tous les efforts de l'administration des contributions indirectes. Et ce n'est pas seulement i c i , c o m m e à l'égard des autres p r o d u i t s , une affaire de fisc, une p e r t e p o u r le trésor, au profit de la c o n t r e b a n d e ; ne v o y e z - v o u s pas q u e cette partie qui entrera à la c o n s o m m a t i o n sans a v o i r passé par v o s balances et v o s chiffres va déranger, ou , p o u r mieux d i r e , b o u l e v e r s e r toutes vos prévisions et ces c o m b i naisons si savantes d'équilibre et de pondération qui o n t , par-dessus t o u t , le défaut d'être i m p r a t i cables? 1

Ceci nous amène à ma troisième assertion.


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Une différence de droits vise à un but quelle n'atteindra jamais parce qu'il est chimérique. N o n - s e u l e m e n t , c o m m e j e l'ai d i t , la fraude dérangera l ' é q u i l i b r e p r é t e n d u , mais cet é q u i l i b r e n'existera jamais. V o u s ne v o u l e z pas faire des lois pénales c o n t r e ceux q u i construiraient d e nouvelles fab r i q u e s , é r i g e r en délit l'art d'extraire du sucre de la b e t t e r a v e ailleurs q u e dans un n o m b r e d'usines d é t e r m i n é . C o m m e n t donc e m p ê c h e r e z vous q u e lorsqu'on verra dans un canton une fabrique p r o s p é r e r , un voisin ne veuille en établir une pareille q u i aura, nécessairement, les mêmes conditions de succès? C o m m e n t e m p ê c h e r e z - v o u s q u e l'habitant d'une autre c o n t r é e , persuadé q u e toutes les c o n d i t i o n s sont e n c o r e plus favorables dans sa l o c a l i t é q u e dans toute a u t r e , ne s'emb a r q u e sur cette m e r de l'industrie o ù les écueils et les naufrages ne d é c o u r a g e n t pas les navigateurs? Et m ê m e , quand l'exemple d'un succès v é r i table sur un p o i n t q u e l c o n q u e de la France viendrait à m a n q u e r , fiez-vous à l'aveugle p r é s o m p tion de la plupart des h o m m e s p o u r leur persua-


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d e r qu'ils réussiront là o ù m i l l e autres o n t é c h o u é ; fiez-vous e n c o r e au charlatanisme et à ses p r i s mes innombrables pour t r o u v e r des dupes. L o r s m ê m e qu'on aurait recours à un expédient aussi o p p o s é à l'esprit de nos institutions q u e celui de limiter le n o m b r e des fabriques, la difficulté se représenterait sous une autre f o r m e , car les m ê m e s b â t i m é n s , les m ê m e s appareils p e u v e n t , dans un cercle assez é t e n d u , a u g m e n t e r la fabrication au g r é du fabricant. Et toujours la conséq u e n c e sera, o u t r e les pertes de l ' i m p r u d e n c e et de la c r é d u l i t é , une i m m e n s e perturbation dans le sort des c o l o n s , dans le c o m m e r c e m a r i t i m e , dans la raffinerie et dans toutes les industries q u i se rattachent à ces mères branches. V i e n t enfin ma dernière assertion : Un impôt sur le sucre indigène, quel que soit son mode d'ussiette, renferme l'inconvénient le plus grave pour la moralité du peuple. On d e v i n e q u e j e vais parler de la fraude. Oui sans doute. Elle existe déjà sur une grande échelle tout autour de la France et à l'entrée des grandes v i l l e s ; mais du moins les populations agricoles sont res-


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tées, jusqu'à ce j o u r , étrangères à ce g e n r e de délit et à tous les* vices qu'il enfante. L e s brasseries et distilleries appartiennent à la classe exclusivement industrielle. L a fabrication du sucre i n d i g è n e , au c o n t r a i r e , étant a g r i c o l e au m o i n s autant qu'industrielle , devait naturellement a v o i r p o u r fondateurs de grands p r o p r i é taires de terre. C'est m ê m e là un de ses titres d e r e c o m m a n d a t i o n . C o n ç o i t - o n ce q u e va d e v e n i r la m o r a l i t é d'un peuple dont la partie la plus p a u v r e aura continuellement sous les y e u x le pernicieux e x e m p l e de ceux qu'il r e g a r d e c o m m e ses chefs naturels, u n i q u e m e n t occupés à se procurer des gains illicites? O h ! c o m m e ils les y aideront v o l o n t i e r s ! c o m m e ils se p r é c i p i t e r o n t en foule dans la n o u v e l l e association appelée à remplacer celles q u e le temps a détruites et à c o m b l e r la grande lacune de nos institutions ! L a c o m p l i c i t é ! voilà d o n c désormais le lien social entre la p r o p r i é t é et la classe o u v r i è r e q u e des législateurs imprudens v o n t p r o p a g e r dans toute la F r a n c e ! Q u ' o n ne dise pas qu'un petit n o m b r e de fabricans s'abaissera à r e c o u r i r à des m o y e n s q u e r é p r o u v e la délicatesse. L e grand malheur de la concurrence illimitée est de c o n t r a i n d r e , sous


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peine d e r u i n e , à faire ce q u e font les autres. U n e différence dans le prix de r e v i e n t , l é g è r e , i m p e r c e p t i b l e m ê m e à l'observateur s u p e r f i c i e l , a des résultats q u i , de c o n s é q u e n c e en c o n s é q u e n c e , n'aboutissent souvent à rien moins qu'à la f o r tune de l'un et à la ruine de l'autre. I l ne faut pas demander aux h o m m e s plus d e v e r t u q u e n'en c o m p o r t e leur faiblesse. Sans d o u t e il y aura des fabricans d o n t la p r o b i t é sera t r o p sévère pour a d m e t t r e la fraude, même contre le fisc. Ce qu'ils p o u r r o n t faire de plus sage sera de se retirer. Mais ne craignez-vous pas qu'ils ne s o i e n t , à l'instant, remplacés par d'autres m o i n s scrupuleux? Q u a n t à la facilité de soustraire à l ' i m p ô t une partie considérable des sucres fabriqués, dès qu'on est assuré d ' a v o i r p o u r c o m p l i c e toute la population agricole et manufacturière du pays, il serait superflu d'en accumuler des preuves. L ' a d m i n i s t r a t i o n se d é f e n d r a , me dira-t-on; o u i , mais c o m m e n t ? Elle organisera l'espionnage. Ce sera une n o u v e l l e source de démoralisation plus grande q u e la p r e m i è r e . Des laboureurs, des artisans champêtres a p p r e n d r o n t qu'un des états les plus lucratifs est de trahir le maître qui les n o u r r i t , de se présenter c o m m e son c o m p l i c e ,


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p o u r être plus sûrement son d é n o n c i a t e u r clandestin. A cette manoeuvre de l'administration, les fabricans en o p p o s e r o n t d'autres , croyez-le b i e n , qui ne seront pas moins habiles et q u i o b t i e n d r o n t plus de succès. Ils c o r r o m p r o n t la plupart de ces agens subalternes q u i , n'étant plus, c o m m e dans les grandes villes et les lignes de d o u a n e , sous l'œil de leurs chefs et sous le c o n t r ô l e i m m é diat des principaux officiers, ne résisteront pas tous à une séduction si puissante. Est-ce d o n c là la France telle q u ' o n prétend nous la faire? V o u s étonnerez-vous ensuite quand on vous dira ( c e q u i n'est déjà vrai q u e trop s o u v e n t ) q u e les vols se m u l t i p l i e n t dans les campagnes au p o i n t d'y r e n d r e l'état de p r o p r i é taire plus à charge qu'à p r o f i t ; q u ' o n est o b l i g é d'arracher ses arbres fruitiers, parce q u e tout est enlevé n u i t a m m e n t , m ê m e avant d'entrer en maturité? C r o y e z - v o u s q u e vous t r o u v e r e z des jurés p o u r c o n d a m n e r les larcins, quand ils sauront q u e celui qui en poursuivra les auteurs v o l e l u i - m ê m e le g o u v e r n e m e n t tant qu'il p e u t , et ne craignez-vous pas q u e le p e u p l e ne se fasse b i e n v i t e ce raisonnement l o g i q u e : Puisque M . un t e l , q u i est si r i c h e , t r o m p e sans scrupule l'État qui l'est plus q u e lui, nous qui s o m m e s si pauvres,


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nous p o u v o n s bien aussi en conscience nous avantager aux dépens des riches. E n c o r e un m o t sur ce chapitre inépuisable des conséquences funestes de tout i m p ô t sur le sucre indigène. O n sait qu'il n'existe dans les classes inférieures q u e t r o p de propension à considérer les i m p ô t s c o m m e un fardeau d o n t le g o u v e r n e m e n t les surcharge, plus p o u r sa convenance personnelle q u e - p o u r l'utilité générale. E t cependant ces i m p ô t s , les habitans des campagnes les i g n o r e n t presque tous. L ' i m p ô t foncier est peu onéreux à celui qui c u l t i v e de ses mains un très-petit champ, et les i m p ô t s indirects , à l'exception de celui des boissons, l'atteignent de t r o p loin p o u r q u ' i l puisse en apprécier l'étendue. I l n'y en a pas un sur mille q u i sache q u e , sans le droit de douane, le sucre e x o t i q u e lui serait l i v r é à m o i t i é p r i x . Il n'en sera pas de m ê m e lorsqu'ils v e r r o n t , au m i l i e u d'eux, l e p r o d u i t d e leur récolte g r e v é d'un d r o i t égal ou supérieur à la valeur de la récolte e l l e - m ê m e . O n sait q u e l l e animosité s'est manifestée, il y a deux ans, contre les préposés d e l'administration, dans les départemens où le sucre i n d i g è n e s'est d é v e l o p p é sur une grande échelle. Ceci n'est certainement pas un danger bien i m m i -


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lient p o u r l'État, mais on ne d o i t pas n é g l i g e r une cause, m ê m e l é g è r e , d e désaffection du peuple pour son g o u v e r n e m e n t . L e s r é v o l u t i o n s sont faciles quand il c r o i t , à t o r t ou à raison, q u ' i l gagnerait à le changer. D'après ce q u ' a n v i e n t de l i r e , j e n'ai pas besoin d e réfuter, un à u n , les n o u v e a u x systèmes par lesquels on prétend masquer la différence de droit entre les deux sucres, en transportant à la c o n s o m m a t i o n celui que paie aujourd'hui le sucre i n d i g è n e par la v o i e de l'exercice. Q u ' i m p o r t e lequel des deux m o d e s est le m o i n s mauvais? T o u s deux sont à rejeter. On peut dire seulement q u e l ' i m p ô t à la c o n s o m m a t i o n serait m o i n s v e x a t o i r e p o u r les fabricans , mais beauc o u p plus c o m p l i q u é p o u r l'administration, et q u ' i l apporterait au c o m m e r c e de détail des entraves insupportables par la quantité d e f o r malités paperassières auxquelles il l'assujettirait. L e s partisans de ce système déclarent euxm ê m e s « qu'il nécessite une surveillance aux « entrées des villes, dans les établissemens de « fabrication, de raffinage et de commerce, et « sur la surface entière du territoire, aussi bien « organisée et exécutée que le permettent le


1 1 2

« système actuel des acquits-à-caution « moyens d'action de la régie . »

et les

1

E n v e l o p p e r la France entière d'un pareil réseau! voilà en effet une merveilleuse c o m b i n a i son. On dit q u e , dans ce s y s t è m e , la répression de la contrebande par la frontière d e v i e n d r a i t plus facile; j e n'en sais r i e n , m a i s , à c o u p sûr, celle de l'intérieur serait encore plus aisée q u e dans le m o d e de l'exercice. A i n s i , d e tous c ô t é s , vices insurmontables. Je le r é p è t e , il faut a b a n d o n n e r d'impuissans palliatifs et a b o r d e r la question n e t t e m e n t tranchée. A d m e t t e z le sucre i n d i g è n e a v e c ses avant a g e s ; p e r f e c t i o n n e m e n t de n o t r e agriculture, industrie rendue p o p u l a i r e par son i n t r o d u c t i o n au m i l i e u des c a m p a g n e s , mais avec ses i n c o n v é n i e n s ; perte des colonies et suppression c o m plète de l ' i m p ô t sur le sucre : o u b i e n résignezvous à le v o i r disparaître c o m p l é t e m e n t . L ' a v e n i r seul lui restera et il l'aura sans partage. 1

Examen

de la Question des Sucres, par M . M o l r o g u i e r , p. 295.


CHAPITRE IV. DE

L'INDEMNITÉ.

I n d e m n i t é r e c o n n u e n é c e s s a i r e p a r le r a p p o r t d e la c o m m i s s i o n d e la C h a m b r e d e s D é p u t é s d e 1 8 3 9 . — F o r m e la b a s e d u p r o j e t d e loi d u m i n i s t è r e d u 1 2 m a i . — L ' o p i n i o n p u b l i q u e la r e p o u s s e . — P o u r q u o i . — E l l e serait d a n g e r e u s e si on p o u v a i t c r a i n d r e des cas s i m i l a i r e s . — I l ne s a u r a i t en exister. — L ' É t a t n'a q u e le c h o i x d ' i n d e m n i s e r les f a b r i c a n s d e sucre i n d i g è n e o u les colons. — D i f f é r e n c e d e q u o tité d a n s les d e u x cas. — E l l e p e u t être t e n u e à les i n d e m n i s e r tous d e u x . — C a l c u l s d a n s les d e u x h y p o t h è s e s d e l ' a p p r o v i s i o n n e m e n t d e la F r a n c e p a r les c o l o n i e s ou p a r les d e u x s u c r e s , c h a c u n p a r m o i t i é . — R é s u l t a t e n f a v e u r d u sucre e x o t i q u e . — O b j e c t i o n tirée d u r a p p o r t d e la c o m mission d e 1859 c o n t r e le s y s t è m e d ' i n d e m n i t é a v e c égalité d e d r o i t s . — Sa r é f u t a t i o n . — C e système b i e n p r é f é r a b l e à celui d e la p r o h i b i t i o n p a r u n e loi a v e c e x p r o p r i a t i o n p o u r cause d'utilité p u b l i q u e . — L a loi p e u t à son g r é , p a r le taux d e la s u r t a x e , e u c o u r a g e r q u e l q u e s f a b r i c a n s à c o n t i n u e r o u le l e u r r e n d r e i m p o s s i b l e . — R é d u c t i o n d e l ' i n d e m n i t é p o u r c h a q u e f a b r i c a n t en p r o p o r t i o n d e la l i b e r t é d e c o n t i n u e r l'amortissement d u capital. — M o t i f d e p l u s p o u r ne pas r e c o m m e n c e r la lutte. — A q u e l titre est d u e l ' i n d e m n i t é . — P r é t e n t i o n s i n a d m i s s i b l e s . — T e x t e d e loi et p r i n c i p e d ' é q u i t é . — T o u s d e u x é g a l e m e n t o b l i g a t o i r e s . — C o n s e q u e n c e s différentes. — V r a i s p r i n c i p e s d é v e l o p p é s d a n s 8


114 le p r o j e t d e l o i . — E x e m p l e d e l ' A n g l e t e r r e p a r r a p p o r t a u sucre d e b e t t e r a v e s . — A u t r e e x e m p l e lire d e l'affranchissem e n t des esclaves d a n s les colonies a n g l a i s e s . — L ' i n d e m n i t é , d a n s la f o r m e , d o n g r a t u i t ; d a n s le f o n d , r e c o n n u e dette d e l'Etat. — L a F r a n c e ne c o n s a c r e r a pas u n e v i o l a tion éclatante d ' u n p r i n c i p e d ' é q u i t é . — A p p r é h e n s i o n s q u ' o n n ' a r r i v e a ce b u t p a r d e s voies fallacieuses. — Cette c o m b i n a i s o n , la p l u s o d i e u s e d e t o u t e s , a été r e p o u s s é e p a r l ' A n g l e t e r r e e n u n e c i r c o n s t a n c e a n a l o g u e . — D u chiffre d e l'indemnité. — M o d e de répartition de l'indemnité. — Expertise de chaque f a b r i q u e , moyen défectueux. — P r o d u i t total d e c h a q u e f a b r i c a n t , é g a l e m e n t m a u v a i s . — P r o d u i t d e la f a b r i c a t i o n j o u r n a l i è r e , le m e i l l e u r des m o d e s d ' é v a l u a t i o n . — L e p r o j e t d e loi laisse s u b s i s t e r u n e g r a n d e cause d'inégalité d a n s la r é p a r t i t i o n . — C o m m e n t l'éviter. — A q u i est d u e l ' i n d e m n i t é . — G r a n d e l a c u n e d a n s le p r o j e t d e l o i . — L ' i n d e m n i t é n'est d u e q u e p o u r la p e r t e d u c a p i t a l . — L e m a t é r i e l e n fait p a r t i e . — D r o i t s d u p r o p r i é taire d e l'usine et d e celui q u i l'exploite. — L e s f a b r i c a n s q u i ont cessé d e l ' ê t r e , en f e r m a n t leurs u s i n e s , doivent-ils p r e n d r e p a r t a l ' i n d e m n i t é ? — N o n , p o u r ceux q u i a u raient f e r m é a v a n t l ' o r d o n n a n c e d e d é g r è v e m e n t . — L a loi d e 1 8 3 7 ne violait a u c u n e n g a g e m e n t implicite d e l'État env e r s la s u c r e r i e i n d i g è n e . — L ' E t a t n'est pas r e s p o n s a b l e des e r r e u r s d e ses p r é v i s i o n s , mais s e u l e m e n t d e ce q u i est le fait d e sa v o l o n t é . — L ' o r d o n n a n c e d e d é g r è v e m e n t a d é t r u i t l ' é q u i l i b r e établi p a r la loi d e 1 8 3 7 entre les d e u x s u c r e s . — L ' o r d o n n a n c e est-elle illégale? — N o n , d a n s l'acception r i g o u r e u s e d u m o t . — E l l e est c o n t r a i r e à l'esprit d e la loi d e 1 8 1 4 d o n t elle i n v o q u e le texte. — P l u s e n c o r e à l'esprit et au texte d e la loi d e 1 8 3 7 . — L e m i n i s t è r e p e u t être j u s t i f i é , m a i s l ' i n d e m n i t é est d u e . — L ' a p p l i c a t i o n d u p r i n c i p e n ' a p p o r t e a u c u n e difficulté n o u v e l l e à la loi. — C o n s é q u e n c e d e ce q u i p r é c è d e . — L a F r a n c e n'a q u e le choix entre une i n d e m n i t é restreinte au d o m m a g e causé p a r


115 l ' o r d o n n a n c e d e dégrèvement et une i n d e m n i t é — S o n intérêt à c h o i s i r le d e r n i e r p a r t i .

générale.

Reconnaître q u e l'intérêt de l'État est de supp r i m e r le sucre i n d i g è n e , soit par v o i e de p r o h i b i t i o n , soit par celle de l'égalité de d r o i t s , c'est admettre qu'une indemnité est nécessaire. L e rapport de la dernière commission des d é putés a f o r m e l l e m e n t admis le principe de l'ind e m n i t é . Déjà m ê m e , sous le ministère du 1 5 a v r i l , on citait plusieurs h o m m e s d'État q u i , parlant dans les conseils d'une égalité de droits des deux sucres, et reconnaissant q u ' e l l e équivaudrait à la clôture des établissemens de l'intérieur, d é l i b é raient sur la s o m m e à allouer. L e u r s estimations flottaient, d i t - o n , entre 40 et 60 millions. C e t t e année, le ministère a rendu h o m m a g e au m ê m e sentiment de justice qui caractérise le pays, en lui proposant l ' i n d e m n i t é , fixée au chiffre de 40 m i l lions. Si l'opinion publique s'est alarmée à ce m o t , ce n'est certainement pas qu'elle veuille le retrancher de la l o i , en y laissant subsister l'anéantissement du sucre i n d i g è n e ; c'est uniquement parce qu'elle doute q u e ce dernier sacrifice soit nécessaire , et ensuite parce q u e le m o t d'indemnité


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l'effarouche : elle craint pour l'avenir les conséquences d'un tel précédent. Quant au premier m o t i f , j ' e s p è r e a v o i r réussi à dissiper de funestes illusions. L e s p e u p l e s , c o m m e les i n d i v i d u s , n!ônt souvent q u e la liberté du choix entre les inconvéniens ; leur destinée dépend du discernement qu'ils y apportent. A l'égard du second m o t i f , on ne saurait nier qu'il n'y ait, au premier coup d ' œ i l , q u e l q u e chose d'étrange à indemniser des fabricans, à l'occasion de l'établissement d'un i m p ô t sur les objets de leur fabrication, et il y aurait véritablement là un danger, si les mêmes motifs pouvaient se représenter dans l'avenir; mais ici aucun cas similaire n'est supposable. Toutes les fois que le g o u v e r n e m e n t frappe d'une taxe un produit q u e l c o n q u e , ce n'est pas sur le fabricant q u e l ' i m p ô t se p r é l è v e , mais sur l e consommateur. Sans doute une taxe qui diminuerait brusquement un objet de consommation pourrait influer sur le sort des fabricans de cet article, en les f o r çant de restreindre leur production ; aussi un g o u v e r n e m e n t sage a-t-il grand soin d'éviter à l'industrie ces chocs toujours fâcheux. Supposant qu'il s'écarte de cette règle de p r u d e n c e , l'effet


I

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de la taxe sera toujours d'élever le prix de la marchandise. Ordinairement, l'élévation est plus forte q u e le montant de la t a x e ; mais au moins serat-elle égale. I c i , au c o n t r a i r e , une taxe sur le sucre i n d i g è n e n'élève pas le prix du sucre, parce q u e , n'atteignant pas le sucre c o l o n i a l , celui-ci n'est pas forcé d'élever son c o u r s , et que le prem i e r est c o n t r a i n t , p o u r v e n d r e , de rester au niveau, du s e c o n d , d'autant plus q u e les quantités livrées par c e l u i - c i , étant doubles de la production i n d i g è n e , elles fixent irrésistiblement le. cours général. Mais ce fait de deux produits similaires , l'un dans la m é t r o p o l e et l'autre dans ses c o l o n i e s , ne s'est jamais présenté et ne se reverra vraisemblablement j a m a i s , parce q u e les colonies ont été créées, non pour faire concurrence à leurs m é t r o p o l e s dans les productions de leur sol o u de leur industrie, concurrence q u ' o n leur a au contraire rigoureusement interdite, mais pour donner aux métropoles les produits qu'elles ne p o u r r a i e n t , à leur défaut, se procurer qu'à l'étranger. C'est d o n c ici un fait a n o r m a l , occasionné par une d é c o u v e r t e inattendue qui fut e n t o u r é e , à sa naissance, d'espérances presque sans limites et d o n t l'utilité réelle est i m m e n s e , bien q u e des


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considérations puissantes m o t i v e n t p o u r le m o m e n t son exclusion. On ne peut en répudier les c o n s é q u e n c e s , mais on n'a heureusement pas à craindre de v o i r s'en r e p r o d u i r e d e nouveaux exemples. On a essayé de faire un r a p p r o c h e m e n t de similitude entre d'autres produits coloniaux et certains produits indigènes qui les remplacent q u e l q u e f o i s , tels q u e le café et la c h i c o r é e , l ' i n d i g o et le pastel. U n e m p l o i analogue n'est pas une similitude, tandis qu'il n'y a réellement qu'un sucre. D é p o u i l l é d e son m u c i l a g e , le cristal saccharin est i d e n t i q u e dans la canne et la b e t t e r a v e . Ajoutons e n c o r e q u e l'on peut bien disputer sur l e plus o u le m o i n s dans le pacte i m p l i c i t e q u i lie les colonies à la m é t r o p o l e , et n'être pas d ' a c c o r d , par e x e m p l e , sur l ' o b l i g a t i o n de les indemniser si elles perdaient un de leurs p r o d u i t s , qu'elles pourraient r e m p l a c e r par un a u t r e ; mais p e u t - o n , de b o n n e f o i , soutenir q u e dans le pacte colonial qui leur i m p o s e tant d'entraves, il ne se t r o u v e pas une c o n d i t i o n tacite qui les garantisse c o n t r e le danger de se v o i r e n l e v e r , du fait

de leurs métropoles, leur unique moyen d'existence? C'est précisément le cas où nous trouvons.

nous


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L e mot d'indemnité effarouche. Il s e m b l e qu'il n'y ait qu'à dire non et q u e tout sera fini; mais à moins d e prétendre q u ' o n a le d r o i t , parce q u ' o n a la f o r c e , il faut reconnaître q u e la France n'a q u e le c h o i x de celles des deux industries à q u i reviendra, nécessairement, une indemnité. J'ai d é m o n t r é q u e les deux sucres ne pouvaient subsister c o n j o i n t e m e n t . Si cela est, vous ne p o u vez sortir de ce d i l e m m e : si vous anéantissez le sucre c o l o n i a l , vous déchirez le pacte q u i , bien q u ' i m p l i c i t e , n'en repose pas m o i n s sur l'honneur. V o u s d e v e z indemniser. Si vous supprimez le sucre i n d i g è n e , v o u s détruisez s c i e m m e n t , v o l o n t a i r e m e n t , des établissemens q u i ne se sont élevés q u e sur la foi d ' e n g a g e m e n s cent fois rép é t é s ; vous ruinez ceux d o n t la persévérance a d o t é la patrie d'un bien q u i préserve à jamais sa d i g n i t é , qui la rassure c o n t r e les éventualités les plus menaçantes, d'un b i e n q u i lui appartient p o u r toujours e t d o n t elle fera usage quand elle le voudra. V o u s d e v e z indemniser. Alors m ê m e q u e le t o r t n'irait pas jusqu'à la suppression radicale d'un des deux sucres, si, dans un but q u e l c o n q u e , l'État altère les c o n d i tions d'existence de l'un ou d e l'autre, et lui i m pose une ruine plus ou moins c o m p l è t e , une in-


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d e m n i t é p r o p o r t i o n n e l l e est é g a l e m e n t due à la partie lésée. A i n s i , soit q u e les fabricans de sucre de b e t ­ teraves perdent une p o r t i o n notable d e leur capi­ tal, soit qu'ils en perdent la t o t a l i t é , si c'est p a r l'effet d'une disposition g o u v e r n e m e n t a l e , il fau­ dra toujours les d é d o m m a g e r . O n ne saurait trop l e répéter, parce q u e t o u t e la question est là ; cette industrie a été p r o t é g é e et encouragée pendant trente années; elle s'est liée au sort de milliers d'existences ; elle a c r é é des droits et des richesses, et les actes non inter­ r o m p u s du g o u v e r n e m e n t e t des Chambres o n t e n g a g é l e pays à son égard. L ' É t a t , en lui d e ­ mandant sa part des charges p u b l i q u e s , peut l'imposer g r a d u e l l e m e n t dans la mesure de ses forces. Mais s'il va au delà; s'il r o m p t , à son pré­ j u d i c e , l'équilibre des concurrences qu'elle subit par le cours naturel des choses ; en un m o t , s'il lui cause, par son fait, un tort g r a v e , il lui d o i t réparation avec autant de justice q u e s'il la sup­ p r i m e . L e d e g r é de l'indemnité sera différent. V o i l à tout. Q u o i d o n c ! si le g o u v e r n e m e n t était conduit à faire t o m b e r les cinq cents f a b r i q u e s , o n r e connaîtrait qu'une compensation serait due à


121

chacune d'elles, e t , s'il n'en faisait t o m b e r q u e deux cent c i n q u a n t e , celles-ci n'auraient rien, à prétendre et d e v r a i e n t mourir résignées! Poser cette question , c'est la résoudre. Q u e la suppression de ces fabriques soit totale ou p a r t i e l l e , l e droit à compensation existe dans l'un c o m m e dans l'autre c a s . C e q u e j e dis de l'industrie m é t r o p o l i t a i n e s'applique a v e c la m ê m e force à la p r o d u c t i o n coloniale. L a conséquence de ce qui précède est e n c o r e q u e si , par ses dispositions législatives , le g o u v e r n e m e n t cause la ruine des deux industries ( ce qui n'est m a l h e u r e u s e m e n t q u e trop possible ) , il devra indemniser l'une et l'autre. 1

R a p p e l o n s - n o u s ce q u e nous avons lu plus haut. L a cause du mal est l'excès de p r o d u c t i o n . 11 faut la restreindre aux besoins de la c o n s o m mation. C e t excès de p r o d u c t i o n e s t , d'après les rapports officiels, de 2 2 millions de k i l . , et vrais e m b l a b l e m e n t il va au delà. 2 2 millions de k i l . sont presque la m o i t i é de la p r o d u c t i o n i n d i g è n e .

1

Les trois paragraphes

Question

des Sucres,

ci-dessus sont dans V Examen

par M . Molroguier.

de

lu


122

Si vous partagez la réduction entre les deux sucres, ce sera d o n c pour la p r o d u c t i o n i n d i g è n e le quart de sa p r o d u c t i o n , a u t r e m e n t d i t , cent vingt-cinq fabriques q u e vous c o n d a m n e z à cesser de v i v r e . É v i d e m m e n t vous leur d e v e z c o m pensation. Mais les colonies ont droit à l'approvisionnement de notre marché , par p r é f é r e n c e à tous autres; car tel est le pacte fondamental. Si cela est vrai p o u r ce qu'elles ne produisent pas encore mais qu'elles p r o d u i r o n t un j o u r , si on les laisse d é v e l o p p e r leurs m o y e n s , à b i e n plus forte raison cela l'est-il p o u r ce qu'elles produisent et fabriquent déjà? C o m m e n t ! leur production actuelle est de 88 millions de k i l . , et vous leur en ôteriez 11 ! Mais il faudrait pour cela ou q u e quelques habitations cessassent d'exister, o u q u e cette réduction d'un h u i t i è m e fût partagée entre toutes. Dans toutes les h y p o thèses v o u s leur d e v r i e z i n d e m n i t é . Calculons maintenant. Oublions tout ce q u i a été dit sur l'importance de la conservation des c o l o n i e s ; réduisons tout à une question de chiffres, et c o m p t o n s . Les colonies ont entre elles 6 0 , 0 0 0 hectares plantés en cannes. L e u r valeur m o y e n n e ne peut être évaluée au-dessous de 4,000 fr. l'hectare,


1 23

ci 2 4 0 millions. L e n o m b r e des esclaves y est d e 2 6 0 , 0 0 0 , dont la valeur vénale m o y e n n e est au m o i n s de 1 , 2 0 0 fr., ci 312 N é g l i g e a n t la valeur des constructions et des a p p a r e i l s , c'est un t o 1

tal de

5 5 2 millions.

q u e la suppression de la culture du sucre diminuerait c e r t a i n e m e n t de plus d e m o i t i é . N ' a d m e t t e z q u e la m o i t i é , ce serait d o n c un sacrifice de 2 7 6 millions d o n t l'Etat devrait indemniser les c o lons. Il n'y a assurément rien de c o m p a r a b l e à craindre dans l ' i n d e m n i t é qui sera due aux fabricans, si on supprime le sucre indigène. L e projet d e loi p o r t e à 5 o millions la valeur t o t a l e d e toutes les fabriques de sucre i n d i g è n e existantes a u j o u r d ' h u i , et il en déduit 2 0 p . 1 0 0 p o u r valeur, tant i m m o b i l i è r e q u e du m a t é r i e l , q u i resterait la p r o p r i é t é des fabricans.

1

La valeur moyenne des esclaves dans les colonies anglaises , d'à-

près les rapports des appréciateurs jurés , ressort à 1,671 fr.


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L'évaluation m e paraît f a i b l e , d'après les calculs que j ' a i entendu faire, mais j ' a v o u e q u e manquant de renseignemens positifs, j e ne puis essayer de substituer d'autres chiffres à ceux du projet de l o i . C e q u e j e crois f e r m e m e n t , c'est q u e si au lieu de 50 m i l l i o n s , l e g o u v e r n e m e n t eût évalué à 6 0 m i l l i o n s , il aurait rencontré peu de contradicteurs parmi les personnes intéressées. L a réduction d'un c i n q u i è m e pour la valeur q u e conserveront les bâtimens et appareils est é q u i table. A d m e t t a n t l e chiffre total de 6 0 millions dim i n u é d'un c i n q u i è m e , ce serait p o u r l'État une s o m m e à payer de 4 8 millions. Indépendamment de la différence déjà si g r a n d e , quant à la s o m m e à payer dans l'une ou l'autre h y p o t h è s e , il y en a une e n c o r e plus i m m e n s e entre les compensations q u e l'État trouverait à ce sacrifice. Dans la supposition où le sucre indigène reste chargé de fournir à la consommation de la F r a n c e , son prix de revient, plus élevé q u e celui d e la canne, ne p e r m e t pas et ne permettra jamais de le l i v r e r aux prix de nos sucres c o l o niaux à l'entrepôt. L e prix du sucre à la c o n sommation montera donc de toute la différence


1 2 5

du prix de revient des deux sucres. C e r e n c h é rissement diminuera la c o n s o m m a t i o n e t , avec e l l e , la recette du fisc. N o u s avons vu aussi q u e la facilité de la fraude soustrairait à l ' i m p ô t une partie très-notable du sucre fabriqué. N o u v e l l e perte p o u r le trésor. Dans la d e u x i è m e s u p p o s i t i o n , au c o n t r a i r e , celle où le sucre colonial est seul chargé de l'app r o v i s i o n n e m e n t de la F r a n c e , en reportant le droit d e d o u a n e au chiffre antérieur au d é g r è v e m e n t , vous t r o u v e z déjà sur le p r o d u i t d e nos c o l o n i e s , qui ne s'élève e n c o r e qu'à 88 millions d e k i l . , une recette de 42 m i l l i o n s , c'est-à-dire 1 2 millions de plus q u e les 3 o millions q u e v o u s retirez cette année de la totalité de l ' i m p ô t sur la c o n s o m m a t i o n de la F r a n c e , ci. . 12 millions. Puisque la c o n s o m m a t i o n de la France est de 1 2 0 millions de k i l . , il reste 32 m i l l i o n s qui d o n n e r o n t encore une recette au trésor. J'examinerai plus tard, en traitant de la surtaxe, dans quelle p r o p o r tion les sucres étrangers entreront dans l'approvisionnement. N e p o r tons ces 32 millions d e k i l . qu'au m i n i m u m d ' i m p ô t , à celui de nos


1 26

D e l'autre part. . . 1 2 millions. sucres des Antilles. 3 2 millions à 4 9 fr. 5 o c. font en chiffre r o n d . . . 1 6 T o t a l du bénéfice du trésor. . . . 2 8 millions par an. Et c o m m e la c o n s o m m a t i o n du sucre tend à s'accroître, il est vraisemblable qu'elle atteindra , dans un avenir peu é l o i g n é , le chiffre de 150 millions de k i l . L a recette du trésor sur cet article sera alors d e plus de 7 0 millions, et le bénéfice de la suppression du sucre i n d i g è n e , de 35 o u 36 millions. Ainsi l'indemnité accordée au sucre i n d i g è n e , loin d'être onéreuse à l'État, d e v i e n t pour lui la plus lucrative des opérations financières. En moins de deux ans, l'excédant de recette sur l e sucre rembourse l ' i n d e m n i t é , et l'État n'a pas m ê m e une avance à faire, car il se l i q u i d e avec des o b l i g a t i o n s à t e r m e correspondantes aux rentrées du fisc sur cette b r a n c h e de revenu. Supposez un système de tarifs régulateurs q u i rétablirait, sur l e sucre e x o t i q u e , l'ancien d r o i t de 4 9 fr. 50 c., et élèverait à 2 4 fr. 50 c. celui sur le


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sucre i n d i g è n e , laissant subsister une protection de 25 fr. en faveur du sucre i n d i g è n e , ce qui est 5 fr. au-dessous du chiffre sans lequel cette industrie déclare ne p o u v o i r subsister. Dans ce cas, la consommation de la France se partagera ainsi : 6 0 millions fournis par les colonies. R e c e t t e p o u r le trésor (en ayant égard au droit payé par B o u r b o n , q u i est de 7 fr. 15 c. moins élevé q u e celui des A n t i l l e s ) 28,5oo,ooo fr. et 6 0 millions fournis par le sucre i n d i g è n e , dont un tiers échappera au droit par la fraude. Restent 40 millions à 24 fr. 5o c. 9,800,000 T o t a l de la recette du fisc. . . 3 8 , 3 o o , o o o fr. sur q u o i il faut retrancher la dépense des contributions i n d i rectes, p o u r le nouveau service d e surveillance de la fabrication ind i g è n e ou de l ' i m p ô t à la c o n s o m m a t i o n . C'est à coup sûr l ' é valuer trop bas q u e de la p o r ter à 3 o o , o o o fr. R e c e t t e nette du trésor.

38 , 0 0 0 , 0 0 0

fr.


128

N o u s avons vu plus h a u t , qu'avec la suppression du sucre i n d i g è n e , la c o n s o m m a t i o n r e n d r a i t , dès cette a n n é e , en reportant le d r o i t de douane à l'ancien d r o i t : D r o i t sur 88 millions de sucre colonial . 42,000,000 fr. D r o i t sur 32 millions du surplus de notre c o n s o m m a t i o n , en le calculant sans surtaxe, au m ê m e taux que celui des Antilles. . . . 1 6 , 0 0 0 , 0 0 0 TOTAL

. 5 8 , o o o , o o o fr.

T,a différence en faveur du trésor est de 20 m i l lions par a n , sans parler de ce q u e d o i t y ajouter le d r o i t de surtaxe sur le sucre étranger q u e j e passe exprès sous silence, parce q n ' o n ne d o i t regarder q u e c o m m e mesure transitoire l'admission du sucre étranger. Je traiterai plus loin cette question. Ainsi, après avoir admis q u e l'on réduise à 25 fr. par 1 0 0 k i l . le droit protecteur du sucre i n d i g è n e , c'est-à-dire à 5 fr. au-dessous de ses b e s o i n s , le trésor é p r o u v e e n c o r e une perte annuelle de 20 millions qui eussent suffi, pendant deux an-


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nées ou deux années et d e m i e à l i q u i d e r l'indemn i t é ; après q u o i le bénéfice du trésor aurait été définitif et se fût accru, chaque année, dans la p r o p o r t i o n exacte de l'augmentation de la c o n s o m mation. Et c e p e n d a n t , cette p e r t e du fisc n'est q u e le m o i n d r e des inconvéniens de l'adoption d'un syst è m e désastreux dont j ' a i esquissé plus haut, mais bien i m p a r f a i t e m e n t , les conséquences funestes. On a présenté, contre le système de l'égalité d e droits avec i n d e m n i t é , une objection q u e beaucoup de personnes trouvent puissante; elle serait i n v i n c i b l e si l'autorité des n o m s dispensait d e l ' e x a m e n , car elle est consignée dans le rapport de la commission de la C h a m b r e des députés dans la session de 1 8 3 9 . O n y lit ce q u i suit : « I l est une autre combinaison q u e nous avons « j u g é e d i g n e de toutes nos méditations. C e n o u « veau système est, sans c o n t r e d i t , le plus radi« cal et le plus é n e r g i q u e . I l consiste à p r o n o n c e r , « par raison d'État, l'interdiction de la fabrication « i n d i g è n e , sauf à lui a c c o r d e r une l é g i t i m e et « préalable i n d e m n i t é . « I l y a une distinction essentielle entre ce sys-

« tème et celui de l'égalité de deux droits avec 9


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« indemnité « . A c c o r d e r une i n d e m n i t é pour réta« blir l'équilibre des c o n d i t i o n s , et réserver, en « o u t r e , à l'industrie i n d i g è n e la faculté de c o n « tinuer à se d é v e l o p p e r à ses risques et périls, ce « serait lui d o n n e r de nouvelles armes contre la « fabrication coloniale. L ' i n d e m n i t é , en a m o r « tissant sans efforts son capital industriel, l u i « permettrait d'abaisser d'autant son prix de r e « v i e n t et de r e c o m m e n c e r la lutte avec une éner« gie n o u v e l l e . L a plupart de nos établissemens « succomberaient sans doute sur-le-champ; mais « il en subsisterait e n c o r e un certain n o m b r e , et « beaucoup d ' a u t r e s , profitant d e l ' e x p é r i e n c e « acquise et des bas prix auxquels la concurrence « ferait descendre les usines et les appareils inac« tifs, s'élèveraient p r o b a b l e m e n t b i e n t ô t sur les « établissemens indemnisés. L a question serait « peut-être r é s o l u e , dans les premiers t e m p s , à « l'avantage du trésor, mais elle ne serait qu'a« j o u r n é e , et plus tard il y aurait d'infaillibles re« tours. L ' i n d e m n i t é , pour suppression d e la fa« brication, se justifierait par l'expropriation pour

« cause d'utilité publique.

L e résultat financier

« n'en serait pas d o u t e u x , surtout si, pour c o r o l « laire indispensable, on appelait le concours du


131

« « « « « «

sucre étranger. M a i s , Messieurs, un système de ce radicalisme exigerait de laborieuses et graves préparations : ce n'était pas au t e r m e de n o t r e session q u ' i l nous était permis de lui consacrer tout notre temps et toutes nos études. A u c u n de nous n'en a demandé l'application i m m é d i a t e . » R e m a r q u o n s en passant c o m b i e n , dans l'esprit des h o m m e s distingués qui c o m p o s a i e n t cette c o m m i s s i o n , a dû être p r o f o n d e la c o n v i c t i o n q u e les deux sucres ne pouvaient exister concurr e m m e n t sur notre marché intérieur, sans y a p p o r ter des perturbations désastreuses et sans c o m p r o m e t t r e les plus grands intérêts de l'État, pour a v o i r émis l e conseil et presque reconnu la n é -

cessité de prononcer, par mesure législative, l'interdiction de la fabrication indigène, et pour n'av o i r pas reculé devant la conséquence i m m é d i a t e de ce s y s t è m e , c o n s é q u e n c e qu'ils proclament

eux-mêmes, l'expropriation publique.

pour cause

d'utilité

C e r t e s , si q u e l q u e chose devrait faire hésiter le législateur, ce serait, d'un côté ; ce qu'il y a de rude et presque de sauvage dans le fond et la f o r m e d'une telle mesure : des d é m o l i t i o n s , des ventes par autorité de justice , des peines afflictives contre q u i c o n q u e oserait e x p r i m e r le jus d'une


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betterave et le faire é v a p o r e r au feu! et, sous le

point de vue fiscal, une expropriation

forcée !

O n sait ce q u i se passe dans ces sortes de ventes et à quel p o i n t les j u r é s , préoccupés avant tout de la crainte q u e le p r o p r i é t a i r e dépossédé n'ép r o u v e un d o m m a g e , oublient le plus s o u v e n t l'autre intérêt en p r é s e n c e , celui de la p e r s o n n e q u i e x p r o p r i e . Si 48 m i l l i o n s s o n t , c o m m e j e l'ai dit plus h a u t , une juste appréciation de ce q u e coûterait l'indemnité é q u i t a b l e m e n t fixée par une disposition l é g i s l a t i v e , on peut être certain q u e , par e x p r o p r i a t i o n f o r c é e , elle coûterait à l'Etat plus du d o u b l e et peut-être le t r i p l e . I l a donc fallu, j e le r é p è t e , q u e la c o m m i s s i o n des députés fût bien frappée du vice radical d u système actuel et de tous ceux q u i prétendraient concilier ce q u i est i n c o n c i l i a b l e , p o u r se prononcer en faveur d'un tel projet. C'est là un fait incontestable. Il lui a fallu é g a l e m e n t , m e dira-t-on , une persuasion b i e n i n t i m e q u e le système de l'égalité des droits avec i n d e m n i t é ne remédierait à r i e n , pour ne pas l'avoir préféré avec tant d'avantages ? N o n , la persuasion n'était pas la m ê m e .

nécessairement


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Dans tout le cours de ses investigations laborieuses et d'un travail fait a v e c autant d'impartialité q u e de z è l e , la commission est a m e n é e , par les faits qui passent sous ses yeux et par l'enchaînement l o g i q u e de ses méditations, à reconnaître q u e les deux sucres ne p e u v e n t pas subsister à côté l'un de l'autre. D e cette v é r i t é , qui ressort p o u r elle de l'ensemble et des détails, naît un v œ u , la suppression du sucre i n d i g è n e , seul rem è d e possible. L à est la c o n v i c t i o n . Quant à l'exécution , elle n'a p o i n t à s'en occuper. C o m m e elle le dit e l l e - m ê m e , « un sys« tème de ce radicalisme exigerait d e laborieuses « et graves préparations : ce n'était pas au t e r m e « d e notre session qu'il nous était p e r m i s de lui « consacrer tout n o t r e temps et toutes nos études. « A u c u n de nous n'en a demandé l'application « i m m é d i a t e . » Ainsi d o n c elle ne s'en occupe pas. Elle énonce le m o y e n q u i va d r o i t au b u t , sans s'embarrasser de ses inconvéniens. P o u r q u o i ? parce qu'elle n'a pas à s'occuper de l'application

de son p r i n c i p e , suppression du sucre indigène. Et d e m ê m e il se présente à son esprit une o b j e c t i o n à un m o d e d ' i n d e m n i t é qui s'écarterait un peu de cette ligne d r o i t e ; elle l ' e x p r i m e sans la discuter bien à fond. Il est permis de croire


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que si elle avait dû proposer un m o d e d'application du principe posé, elle serait revenue de sa p r e m i è r e impression. Q u o i qu'il en s o i t , examinons l ' o b j e c t i o n . On craint q u e « l ' i n d e m n i t é , en amortissant « sans efforts son capital industriel, ne lui per« mette d'abaisser d'autant son prix de r e v i e n t « et de r e c o m m e n c e r la lutte avec une énergie « nouvelle. » Cela veut d i r e , en d'autres t e r m e s , que les fabricans, après a v o i r mis leur i n d e m n i t é dans la p o c h e , consentiraient volontiers à travailler à p e r t e , ou du moins sans rien gagner. O n a v u quelquefois des fabricans se résoudre à continuer de travailler sans profit ou m ê m e à p e r t e , mais toujours par. un de ces deux m o t i f s : ou parce qu'ils considèrent c o m m e m o m e n t a n é e la cause qui les fait perdre et qu'ils attendent des circonstances plus f a v o r a b l e s , ou parce qu'ils sont contraints, sous peine de m a n q u e r à leurs e n g a g e m e n s , à ne pas i n t e r r o m p r e le m o u v e m e n t de leurs affaires. L e p r i x de revient ne fait rien du tout à la question. Q u ' i l soit trop é l e v é , en raison du capital p r i m i t i f e n g a g é , est-ce une raison pour abandonner une industrie qui ne pourrait pas


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payer, i n d é p e n d a m m e n t des frais de fabrication, les intérêts de ce capital ? O u i , si la perte est le résultat d'une cause personnelle au fabricant, parce qu'alors son capital c o n s e r v e sa valeur v é nale. C e qui ne lui c o n v i e n t pas, c o n v i e n t à d'autres. Mais il ne s'agit ici q u e de causes préjudiciables à toute une industrie. Dans ce cas, le capital subit une diminution de valeur à laquelle il faut bien q u e le fabricant se r é s o l v e , de manière ou d'autre. P o u r l u i , la seule question à examiner est si le p r o d u i t net de l'objet fabriqué sera ou non supérieur à un prix de r e v i e n t dans lequel il ne fait plus entrer l'intérêt du capital p r i m i t i f qui est p e r d u , mais seulement l'intérêt du capital q u i lui survit d'après sa valeur v é nale, ne fût-ce q u e c o m m e d é m o l i t i o n . Dans le p r e m i e r cas, il c o n t i n u e ; dans le second, il abandonne. P a r e i l l e m e n t , si le capital est a m o r t i par une succession de bénéfices antérieurs ou par toute autre cause, est-ce un m o t i f pour c o n t i nuer une industrie qui ne donnera plus q u e de la p e i n e sans profit? N o n , certainement. L e capital amorti est d e v e n u une p r o p r i é t é i n d é p e n dante de l'industrie qui l'a r a c h e t é , et la question reste toujours celle q u e j ' a i posée plus haut. On ne se décide que d'après sa solution.


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A p p l i q u o n s ces principes au cas actuel. U n fabricant r e ç o i t 8 0 , 0 0 0 fr. d ' i n d e m n i t é pour une usine qui lui en a coûté 1 0 0 , 0 0 0 , et d o n t la v a leur, c o m m e d é m o l i t i o n ( la seule q u ' e l l e c o n serve après l'égalité des droits ) , est de 2 0 , 0 0 0 fr. Il d é l i b è r e s'il c o n t i n u e r a ; il calcule q u e les frais de f a b r i c a t i o n , en y c o m p r e n a n t la matière p r e m i è r e et l'intérêt des 2 0 , 0 0 0 fr. qu'il p o u v a i t retirer de la d é m o l i t i o n de son u s i n e , p o r t e r o n t l e prix de son sucre à un taux q u i ne lui laissera aucun bénéfice. I l se d e m a n d e si l'avenir lui p r o m e t un sort plus heureux. L o i n de l à ; c a r , à l'aide du n o u v e a u système p r o t e c t e u r , les c o l o nies a u g m e n t e r o n t leur p r o d u c t i o n plus rapidem e n t q u e ne s'accroîtra la c o n s o m m a t i o n , e t , d'ailleurs, n'a-t-il pas à craindre l'entêtement o u le défaut de j u g e m e n t de quelques-uns de ses c o l l è g u e s , q u i v o u d r o n t tenter une lutte i m p o s sible et la r e n d r o n t par là plus désastreuse enc o r e ? I l se décide à abandonner u n e industrie désormais sans e s p o i r , du m o i n s tant q u e n'aur o n t pas eu lieu quelques-uns de ces grands é v é nemens q u i changent les intérêts p o l i t i q u e s et c o m m e r c i a u x des e m p i r e s , é v é n e m e n s sur la p r o babilité desquels le p h i l o s o p h e et l ' h o m m e d'État p e u v e n t bien disserter la p l u m e à la main ou


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dans le c a b i n e t , mais q u i n'entreront jamais dans les élémens des calculs de négoce. Non-seulement il abandonne cette industrie dès q u ' i l n'y v o i t pas un bénéfice actuel et p r o b a b l e , mais il l'abandonnerait encore lors m ê m e qu'il croirait en e n t r e v o i r un l é g e r , tant ce b é n é fice lui paraîtrait p r é c a i r e , tant il craindrait qu'il ne devînt illusoire. C'est ainsi q u e raisonnera la presque universalité des fabricans. D e rares exceptions ne sauraient infirmer l'efficacité du système. Elles seraient un mal si dès à présent, nos colonies pouvant fournir à l'approvisionnement de la France , chaque quintal de sucre i n d i g è n e v e n a i t , à leur p r é j u d i c e , remplacer un quintal de sucre e x o tique. Mais nous avons 2 5 m i l l i o n s de kil. de sucre à demander, en dehors de la production coloniale. Ce chiffre diminuera chaque a n n é e , cela est certain, et dès à présent l'abondance exagérée du stock, surtout en sucre raffiné dont les magasins r e g o r g e n t , l'atténuera sensiblement; mais enfin il y aura un v i d e m o m e n t a n é , q u e le sucre étranger, p r i n c i p a l e m e n t , sera appelé à c o m bler. Q u ' i m p o r t e , en ce cas, que le sucre i n d i g è n e en prenne une part à ses risques et périls? La loi peut la faire aussi petite qu'elle voudra par l e


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taux de la surtaxe. T r è s - é l e v é e , elle serait un encouragement pour le m o m e n t à la fabrication indigène ; réduite à zéro , elle ne permettrait qu'à des fabricans dénués de sens de continuer un seul jour. U n e autre v o i e est encore o u v e r t e pour arriv e r , si l'on v e u t , à la suppression i m m é d i a t e du sucre i n d i g è n e , sans recourir à l'interdiction ac-

compagnée de l'expropriation pour utilité

pu-

blique. Ce m o y e n consiste à exiger des fabricans une déclaration qui deviendrait o b l i g a t o i r e , et d'après laquelle ils c o n s e r v e r a i e n t , à leur c h o i x , la liberté ou illimitée o u restreinte à un n o m b r e d'années d é t e r m i n é , de fabriquer du sucre indigène , désormais soumis à l'égalité de droits, On graduerait l'indemnité d'après la faculté plus ou moins étendue que les fabricans se réserveraient. On p o u r r a i t , par e x e m p l e , la diminuer d'un vingtième pour chaque a n n é e , et en laisser subsister la m o i t i é , c o m m e m i n i m u m , dans le cas où la faculté serait illimitée. C e t t e disposition n'aurait rien d'injuste, car l'État n'a jamais garanti à la fabrication sucrière une q u o t i t é déterminée de bénéfices, ni ne s'est interdit d'imposer le sucre indigène Il n'est limité , à cet égard , q u e par un principe d'équité


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et de bienveillance. 11 satisfait à l'une et à l'autre en accordant la m o i t i é de l'indemnité à ceux d o n t l'option p r o u v e , au m o i n s , qu'ils ne regardent pas le nouvel i m p ô t c o m m e i n t o l é r a b l e . E n c o r e un m o t à cet égard. On a vu que le capital amorti ne sera pas une

raison de recommencer la lutte; mais ce n'est pas dire assez, et la v é r i t é e s t , au contraire, que l'in-

demnité sera, par cela même qu'elle amortira le capital, une raison puissante роит ne pas recom­ mencer la lutte. D ' o ù v i e n n e n t , dans la plupart des industries en souffrance , ces longues perturbations qui durent souvent huit et dix ans, quelquefois dav a n t a g e , ce p h é n o m è n e qui semble i n e x p l i c a b l e , d'une marchandise qu'on s'obstine à fabriquer bien qu'à p e r t e , de faillites qui se succèdent sans faire abandonner la partie à ceux q u i semblent cloués là c o m m e P r o m é t h é e sur son rocher?. N e peuvent-ils donc pas s'en aller, quitte à revenir plus tard quand les temps seront meilleurs? O h ! c o m b i e n il en e s t , entre e u x , qui béniraient le ciel d'en avoir les m o y e n s ! Mais plus ils o n t p e r d u , plus cette faculté leur échappe. L e c o m m e r c e , on le sait, ne subsiste que par le crédit, La nécessité d'en user d o n n e le p o u v o i r d'en


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abuser. L e s p r e m i è r e s pertes o n t e n l e v é les a n ciens bénéfices ; o n a espéré un r e t o u r d e c i r c o n stances f a v o r a b l e s . L e s secondes pertes o n t atteint le c a p i t a l , les t r o i s i è m e s l'ont d é t r u i t ; le c r é d i t c o u v r e les autres. L ' a b î m e sans fond se d é c o u v r e a l o r s , mais t r o p tard. I l n'y a p l u s , p o u r en sortir, q u e des chances tout à fait i n v r a i s e m b l a b l e s , e t o n s'y attache c o m m e le n o y é à ce q u ' i l t r o u v e sous sa m a i n . U n e fois la certitude acquise d ' ê t r e au-dessous d e ses affaires, q u ' i m p o r t e , d i t - o n , le plus o u le m o i n s ? C o n t i n u e r , c'est v i v r e ; disc o n t i n u e r , c'est m o u r i r . P o u r la p l u p a r t des h o m m e s , la l o i d e n a t u r e est d e retarder ce m o m e n t , n ' i m p o r t e à q u e l p r i x . C'est ainsi q u e la baisse d ' u n e d e n r é e en p r é c i p i t e la baisse. L ' e f f e t d e v i e n t cause, et cet e n c h a î n e m e n t d e malheurs et d e torts ne s'arrête q u e l o r s q u e l e n o m b r e des v i c t i m e s est celui d e la plupart des p e r s o n n e s d i r e c t e m e n t intéressées à c e t t e industrie. U n e f o u l e d'autres en r e ç o i v e n t e n c o r e le t e r r i b l e c o n t r e - c o u p . Et sans c h e r c h e r ailleurs des e x e m p l e s , p a r m i les cent q u a r a n t e o u c e n t c i n q u a n t e f a b r i q u e s de sucre i n d i g è n e q u i o n t f e r m é , c o m b i e n sont en état d e faillite o u v e r t e et c o m b i e n d a v a n t a g e ne l'ont é v i t é e q u e par des c o m p r o m i s a v e c leurs créanciers ?


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Croit-on que si ces fabricans eussent reçu l'ind e m n i t é il y a un ou deux a n s , ils l'eussent e m p l o y é e , c o m m e on le suppose, à continuer la lutte ? N o n assurément. Ils auraient payé leurs dettes, se seraient retirés avec honneur, et le marché n'aurait pas été e n c o m b r é . L ' e x c è s de production est occasionné plus souvent par la nécessité de travailler à p e r t e , q u e par l'insatiable désir d'accumuler des bénéfices. Beaucoup de fabricans, p e u t - ê t r e , sont e n c o r e aujourd'hui dans cette position fâcheuse et pour eux et p o u r tous les intérêts qu'ils p e u v e n t associer à leur ruine. N o u v e l l e raison de ne pas c o m p ter sur ces fallacieux calculs de tarifs régulateurs q u i sont en dehors de tout ce q u i est réalité, et à qui l'expérience des m é c o m p t e s passés prédit, avec certitude, les funestes résultats qu'ils sont destinés à reproduire. J'ai peut-être d o n n é trop de d é v e l o p p e m e n t à la réfutation d'un argument faible en l u i - m ê m e . Emanant d'une autorité justement r e s p e c t é e , il devait faire i m p r e s s i o n , et il s'est fortement accrédité dans l'opinion. Je ne serais m ê m e pas étonné qu'il ait exercé une influence sur le m i nistère du 1 2 mai. Elle seule pourrait expliquer la contradiction entre son but a v o u é , q u i est la


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suppression du sucre indigène et ses prévisions de 8 millions de k i l o g r . , qui survivraient à l'égalité de droits , on ne sait pas q u e l motif. Il n'en sera rien. L'égalité de droits tue la sucrerie i n d i g è n e , ce qui est dans l'intérêt actuel de la F r a n c e ; et l'indemnité e m p ê c h e les fabricans d'être tués du m ê m e coup , ce qui est sans c o n t r e d i t , pour e u x , la chose essentielle. Après avoir considéré l'indemnité c o m m e base d'un système, il m e reste à l'envisager dans son application. C o m m e n ç o n s par établir à quel titre elle est due ; s e c o n d e m e n t , sa q u o t i t é ; troisièmem e n t , son m o d e de r é p a r t i t i o n ; q u a t r i è m e m e n t , à qui elle est due. A quel titre est due l'indemnité. Les défenseurs de la fabrication i n d i g è n e ont prétendu que, puisque le tort qu'ils allaient souffrir par l'égalité de droits venait du fait de l'État, q u e ce tort allait jusqu'à l'anéantissement de leurs fabriques, l'État leur devait une compensation c o m p l è t e , exactement pareille à celle qui aurait lieu par l'expropriation forcée. « I l ne suffira pas, disent-ils, d'évaluer tous « les bâtimens q u i , par un changement de desti« nation , perdraient les trois quarts de ce qu'ils « ont c o û t é ; tous les appareils actuels qui devien-


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« draient presque de nulle v a l e u r ; toute la por« tion de dépenses dont les fabricans ne sont pas « encore récupérés sur les matériels successifs « que les progrès scientifiques mettent sans cesse « au r e b u t ; toutes les rescisions sur des contrats « qu'ils ne pourraient plus r e m p l i r ; tous les d o m « mages sur les baux à l o n g t e r m e rendus inu« tiles; tous les salaires et é m o l u m e n s pour des « c o m m i s , contre - maîtres , mécaniciens , o u « v r i e r s , jusqu'à l'expiration des engagemens . » Ils v o n t jusqu'à prétendre que l'État devrait indemnité p o u r la plus-value q u e les terres avaient acquise par la culture de la betterave et que la suppression des fabriques va faire disparaître. 1

T o u t cela est-il admissible, est-il fondé en principe ? L'article 5 4 5 du C o d e civil : Nul ne peut être

contraint de céder sa propriété si ce n'est pour cause d'utilité publique, et moyennant une juste et préalable indemnité , et l'article 9 de la Charte : L'Etat peut exiger le sacrifice d une propriété pour cause d'intérêt public légalement constaté, mais avec une indemnité préalable; sont, ceux sur lesquels on

fonde la prétention d'un droit l é g a l , absolu. Examen

de lu Question des Sucres, p a r M . M o l r o g u i e r .


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L'interprétation q u ' o n donne au m o t propriété, en l'appliquant à une faculté industrielle, est é v i d e m m e n t forcée. L é principe sur lequel sont fondés les articles 5 4 5 du C o d e et 9 de la C h a r t e , est bien celui que nous i n v o q u o n s en faveur de l ' i n d e m n i t é ; c'est ce sentiment de justice, p r o f o n d é m e n t gravé par l'auteur de la nature dans le cœur des h o m m e s et qui doit trouver dans le texte des lois la plus éclatante sanction, toutes les fois que son application peut être nette et p r é c i s e , c o m m e dans le cas de la p r o p r i é t é foncière ou m o b i l i è r e . Lorsqu'au contraire l'application n'a pu être d'avance spécifiée par la l o i , à défaut de la lettre, l'esprit d e la législation subsiste, et le législateur est là pour suppléer au silence forcé de la loi qui n'a pu statuer sur l'inconnu. C'est bien là le cas où nous sommes. Cependant, bien que le principe soit le m ê m e , les conséquences sont très-différentes dans les deux espèces. Dans la p r e m i è r e , la loi a principalement en vue le droit sacré de la p r o p r i é t é matérielle. Elle l'entoure de garanties. Elle n ' i g n o r e pas q u e les précautions qu'elle prend pour la soustraire à toute éventualité d'un d o m m a g e , tourneront


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souvent contre l'intérêt public,

au nom. de q u i

on pourra déposséder; mais de deux maux elle

choisit le moindre. L e cas d'expropriation

pour

intérêt public est l'exception au d r o i t ; l'inviolabilité de la propriété est la règle. A i n s i , quand l'intérêt public forcera de d e m a n d e r à un citoyen le sacrifice de sa p r o p r i é t é , de sa chose, la loi v e u t qu'il ne puisse recevoir en échange moins q u e sa valeur r é e l l e , mais peut-être recevra-t-il beaucoup au dela. Il n'en est pas ainsi dans les cas, heureusement très-rares, où un principe d'équité force l'État d'accorder à des intérêts particuliers ce q u i ne lui est imposé par le texte formel d'aucune l o i . I c i , au rebours de ce qui a lieu pour la p r o p r i é t é , la r è g l e , c'est la défense sacrée de la fortune publiq u e , et l ' e x c e p t i o n , c'est la légitimité de la r é clamation. L e droit et le d e v o i r du législateur sont de n'accorder q u e ce q u i , dans la c o n v i c t i o n de sa conscience, est suffisant pour empêcher une injustice. I l ne d o i t pas m ê m e , dans l'appréciation d'une mesure générale, se laisser trop influencer par la possibilité d'une inégalité quelc o n q u e , au préjudice de quelques positions exceptionnelles; car, pour ne pas risquer de donner q u e l q u e chose de trop peu aux uns, il serait 10


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forcé de donner beaucoup trop aux autres. Et en face de l'intérêt individuel se t r o u v e l'intérêt g é n é r a l , qu'il ne peut jamais perdre de vue. Sous ce rapport, l'exposé des motifs du projet de l o i m e paraît avoir bien compris le droit des fabricans et sa limite. I l n'admet pas un droit r é e l , positif, et déclare avec raison « qu'aucune disposition de nos tarifs, « si favorable qu'elle puisse être à telle ou telle « industrie spéciale, ne constitue, au profit d e « cette industrie, un droit contre l'État, et q u e « toute protection de ce g e n r e peut toujours être « réduite ou supprimée sans indemnité. Mais il « ne croit pas d é r o g e r à ce p r i n c i p e , fondé sur « des considérations d'ordre p u b l i c , en proposant

« d'accorder l'indemnité comme une mesure d'é« quité et en m ê m e temps de b o n n e administra« t i o n , puisqu'elle nous p e r m e t de franchir tous « les degrés intermédiaires et d'arriver de suite à « un droit uniforme sur les deux sucres, sans « donner lieu à des plaintes fondées de la part

« « « «

d'une industrie dans laquelle, ilfaut le reconnaitre, beaucoup de capitaux ne se sont engagés que sur la foi des encouragemens exagérés que la législation lui a si longtemps offerts. » Ce sont bien là les vrais principes qu'il appar-


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tient au ministère de défendre et aux Chambres de sanctionner. Les encouragemens ! o u i , voilà ce qui fait le d r o i t d'équité. V o i l à la force des fabricans contre l'État. V o u s nous encouragez quand vous supposez q u e nous vous sommes utiles; vous nous p r o m e t t e z p r o t e c t i o n , c'est-à-dire ou suppression d e droits o u , du m o i n s , inégalité de droits suffisante p o u r ne pas périr sous la c o n c u r r e n c e ; et quand vous reconnaissez q u e vous vous êtes trompés , qu'il vaut mieux pour vous q u e nous n'existions p a s , vous nous anéantissez par un tarif aussi sûrement q u e si vous mettiez le feu à nos fabriques ! Ce q u ' i l y a de plus révoltant, c'est q u e l'industrie e l l e - m ê m e , ce fruit de nos labeurs et de nos capitaux, vous ne la perdez pas; vous ne p o u v e z pas la p e r d r e ; elle vous reste à jamais, et vous i m m o l e z le bienfaiteur en gardant le bienfait. O u vous n'êtes ni justes ni h u m a i n s , ou vous reconnaîtrez l ' o b l i g a t i o n de nous i n demniser. L ' A n g l e t e r r e , dans de pareilles questions, est b o n n e à consulter, parce qu'elle est, de toutes les nations du m o n d e , celle qui professe le plus d e respect pour la légalité et la justice. L e sucre indigène ne tenta qu'en 1 8 3 7 de s'é-


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tablir en A n g l e t e r r e , et il y aurait fait rapidem e n t de grands progrès. Dès le 15 juillet de la m ê m e année 1 8 3 7 , un bill du parlement frappa le sucre i n d i g è n e d'un d r o i t égal à celui des A n tilles. L'essai avait été m i n i m e ; mais ce qui se passa lors de la discussion du bill m é r i t e n o t r e attention. C o m m e on lui objectait les intérêts déjà existans de la production indigène, M . Poulett T h o m p son, président du conseil de c o m m e r c e et auteur du b i l l , répondit : « On a fait, il est v r a i , q u e l « ques tentatives en Irlande et aux environs d e « L o n d r e s pour établir des manufactures de sucre « de betteraves. Aussitôt qu'elles m'ont été c o n « nues, j ' a i proposé le bill. L e s intéressés ont « annoncé que si leurs établissemens étaient fer« més par l'effet d'une mesure l é g i s l a t i v e , ils « viendraient réclamer au parlement une c o m « pensation. Mais ils n'y auraient aucun d r o i t , « parce q u e , depuis plusieurs sessions, nous avons « p u b l i q u e m e n t déclaré, lord A l t h o r p et m o i , que « si quelques essais venaient à être faits p o u r ma« nufacturer du sucre de betteraves, une m o t i o n « aurait i m m é d i a t e m e n t lieu dans le parlement « p o u r imposer cette fabrication. L e s mêmes inté« ressés prétendent q u e cette intention leur est d e -


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m e u r é e inconnue. Cependant il est à peine possible q u ' o n ait i g n o r é une déclaration q u i a été si publique et si répétée. C e serait, au reste, une raison de plus p o u r q u e le p a r l e m e n t se hâtât d'établir l ' i m p ô t , afin q u e , dans l'ignorance des intentions de la législature, personne né fût induit à e m b a r q u e r ses capitaux dans des p r o jets de fabriquer le sucre de betteraves. » N e résulte-t-il p a s , de cette déclaration, la conviction q u e si la conduite de l ' A n g l e t e r r e , à l'égard du sucre i n d i g è n e , eût été celle de la France depuis trente ans, le g o u v e r n e m e n t aurait r e connu lui d e v o i r i n d e m n i t é et l'aurait accordée ? U n exemple qui a beaucoup d'analogie avec la question présente, sous le rapport de l ' i n d e m n i t é , est l'affranchissement des nègres esclaves dans les colonies anglaises. L à c o m m e i c i , on invoquait contre le bill des considérations plus conformes à la lettre de la loi qu'à son esprit : « L ' E t a t , disait-on, ne d o i t « pas de compensation pour des lois qui règlent « l'état des personnes. L'esclavage blesse le d r o i t « naturel et ne peut être assimilé à une propriété « reconnue par la l o i . » Là c o m m e i c i , d'autres orateurs se jetaient à l'autre point e x t r ê m e : « L e s droits des colons étant


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« ceux d'une propriété aussi sacrée qu'aucune au« t r e , on ne p o u v a i t les déposséder sans les d é « d o m m a g e r c o m p l é t e m e n t en remboursant l e « prix intégral des esclaves. » D e chaque o p i n i o n , l'Angleterre ne prit que ce qu'elle avait d e j u s t e et en repoussa l'exagération. Elle déclara q u e l'ind e m n i t é de 5oo millions de fr. qu'elle accordait aux colons était un acte de libéralité plus que de justice. La répartition de cette s o m m e , bien que concédée à titre de don v o l o n t a i r e du p a y s , n'en a pas moins été faite c o m m e elle devait l'être pour être é q u i t a b l e , au prorata d e la valeur des esclav e s ; mais la déclaration du principe interdit les réclamations sans fin et les recours aux tribunaux q u i auraient eu lieu sans elle. En r é s u m é , les colons o n t reçu environ la m o i t i é de la valeur vénale de leurs esclaves, et le travail libre les déd o m m a g e r a de l'autre m o i t i é . Conservons le m ê m e caractère à l'acte législatif qui accordera l'indemnité. Q u e ce soit libéral i t é , concession, don g r a t u i t , pourvu qu'on sache bien q u e l'État ne pouvait s'y refuser sans c o m mettre la plus odieuse des injustices et la plus i m p a r d o n n a b l e ; car elle n'aurait pas m ê m e p o u r elle l'excuse de l'impuissance, si souvent i n v o q u é e .


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N o n seulement l'État peut la donner, mais il le peut sans q u ' i l lui en coûte rien. N o n , j e ne crains pas d'un ministère et d'un corps législatif français la violation éclatante d'un grand principe d'équité; ils seraient désavoués par le pays tout entier. C e q u e j e crains, le voici : Je crains q u ' o n ne veuille se faire illusion ; q u ' o n ne déguise le sacrifice du sucre i n d i g è n e , reconnu nécessaire depuis deux ans par toutes les fortes têtes p o l i t i q u e s , sous une apparence d'impartialité, peut-être m ê m e sous un masque perfide de p r o t e c t i o n , d e bienveillance. Des tarifs régulateurs ! un droit protecteur de 1 8 ou 2 0 fr. par 1 0 0 k i l o g r a m m e s ! N ' y a-t-il pas là de q u o i j e t e r de la poudre aux y e u x ? L e s colons se plaindront : raison de plus pour p r o u v e r qu'on a été favorable à l'industrie nationale. L e sucre indigène criera de son côté ; b o n ! si tous sont m é c o n t e n s , c'est q u ' o n a été impartial. Cependant la perturbation continuera, toujours plus forte. Cent ou cent cinquante fabriques fermeront. L ' a n p r o c h a i n , nouvelles réclamations d e tous côtés. L e s colonies ne cesseront les leurs q u e quand elles auront obtenu l'égalité de droits. O n ne voudra pas les r e n v o y e r par trop m é c o n -


I

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tentes, et on augmentera l ' i m p ô t sur le sucre de betteraves. N o u v e l l e chute d'une centaine de fab r i q u e s ; et on arrivera ainsi, en peu d'années, à les tuer toutes et les fabricans avec elles. C o m m e chaque fois on aura dit de celles qui auront suc-

c o m b é , qu'elles étaient dans une mauvaise position, il n'y aura d'indemnité p o u r aucune. L e d r o i t aura été graduel , l'agonie aura été l e n t e , les extinctions auront été successives; l'État se croira quitte envers toutes, et on ne ressuscite pas les morts. E h b i e n ! j e n'hésite pas à déclarer q u e cette combinaison serait odieuse, et qu'une grande nation qui s'abaisserait à d'aussi indignes subterfuges perdrait la considération des autres peuples et sa p r o p r e estime. L a ruse va mal à qui a la puissance ; mieux vaudrait encore l'abus de la force. M a l h e u r e u s e m e n t , beaucoup de députés sont persuadés q u e leurs commettans ne leur pardonneraient pas d ' a v o i r sacrifié, à des intérêts q u i les touchent p e u , une part des contributions qu'ils paient à l'État. Mais q u o i ! les représentans de la France sont-ils moins responsables envers elle de son honneur q u e de sa bourse ? C e qu'eux-mêmes r o u g i r a i e n t de faire dans leurs affaires person-


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nelles, j ' e n suis c o n v a i n c u , l'oseront-ils davantage parce que ce ne sera pas eux qui recueilleront le fruit de l'injustice? Croit-on q u e , si le parlement britannique eût voulu recourir à l'astuce pour obtenir, sans bourse délier, l'affranchissement des n è g r e s , les m o y e n s lui eussent m a n q u é ? Au contraire, rien n'était plus facile. Bien des lois avaient été rendues depuis un demi-siècle p o u r adoucir l'esclavage; on n'avait qu'à continuer. Cette année on aurait dim i n u é les heures de travail, l'année suivante on aurait augmenté les jours fériés ; puis serait venu l'affranchissement des enfans à naître, puis celui des f e m m e s ; et on aurait obtenu en détail, sans i n d e m n i t é , ce qui a coûté 500 millions à la m é t r o p o l e , qui n'a pas m ê m e a u g m e n t é , p o u r cela, une seule taxe sur les produits coloniaux. A p r è s ce r a p p r o c h e m e n t , nouvelle devient superflue.

toute

observation

Du chiffre de l'indemnité. I l en faut un qui soit invariablement fixé par la loi : 4 8 m i l l i o n s , déduction faite des valeurs mobilières et i m m o b i l i è r e s qui resteraient la pro-


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priété des fabricans, se rapprocheraient beaucoup de la réalité de leurs sacrifices. J'ai e x p o s é , dans le chapitre p r é c é d e n t , le p r o j e t d'une retenue sur la quote-part de l'indemnité des fabricans qui voudraient conserver la liberté d é fabriquer à égalité de droits. Cette retenue s'ajouterait à la niasse c o m m u n e . Je ne crois pas qu'il se trouvât un seul fabricant qui voulût renoncer à la m o i t i é de son indemnité p o u r conserver une liberté illimitée; mais peut-être s'en trouvera-t-il quelques-uns q u i , par des raisons particulières, c o m m e des marchés de betteraves pendant un certain n o m b r e d'années, des locations d'usines, des traités avec des contre-maîtres et o u v r i e r s , v o u d r o n t continuer encore un ou deux ans.

Mode de répartition de l'indemnité. L'exposé des motifs du projet de loi p r o u v e au moins la connaissance des vrais principes à cet égard. Pour p r e m i è r e c o n d i t i o n , il établit une base uniforme. U n e expertise pour chaque fabrique aurait le grave inconvénient d'empêcher de fixer, dans la


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loi m ê m e , le chiffre de l'indemnité. Il est vraisemblable que celle des experts renfermerait «les inégalités choquantes. Les lenteurs attachées à un tel système et les contestations qu'il ferait naître suffiraient d'ailleurs pour y renoncer. Il faut donc procéder par des moyens généraux d'évaluation. Le produit de la fabrication, qui d'abord paraît le plus simple, s'éloigne, au contraire, de l'impartialité qui doit régner dans une telle loi. Ce qu'il s'agit d'apprécier n'est pas le profit présumé d'un établissement, mais bien le capital engagé. Les circonstances d'une récolte plus ou moins abondante, ou d'accidens survenus aux appareils, peuvent faire que telle fabrique dont le capital est, par exemple, de 2 0 0 , 0 0 0 francs, ait fabriqué moitié moins que telle autre dont le capital n'est que de 1 0 0 , 0 0 0 , mais qui n'aura pas manqué de matière première ni éprouvé d'interruption. Seulement, la première n'aura travaillé qu'un mois, la seconde en aura travaillé quatre. La faculté productrice, sans avoir égard à la durée de la fabrication, non plus qu'à ses produits totaux, étant le signe le moins contestable de l'importance d'un établissement, était donc le meilleur élément d'évaluation qu'on pût adopter,


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et c'est celui qu'a choisi le projet de loi du ministère du 12 mai. L e produit de la fabrication d'un j o u r , en ramenant le travail de tous les établissemens à une j o u r n é e de d o u z e h e u r e s , devra donc servir d e base à la liquidation , base d'autant plus certaine que les écritures de la régie constatant p o u r chaq u e fabrique la durée et le produit du travail j o u r n a l i e r , on saura quelle fraction de l'indemnité générale devra être accordée à chaque kilogr. de sucre fabriqué dans le travail j o u r n a l i e r , et il suffira ensuite d'une multiplication pour faire le d é c o m p t e de tous les fabricans. Cependant cette règle laisserait encore subsister une inégalité fâcheuse au détriment des fabriques q u i , ayant plus visé à la perfection des produits qu'à leur quantité, o n t e n g a g é un capital plus considérable que ne le c o m p o r t a i t rigoureusement l'importance du p r o d u i t journalier. L ' e x p o s é des motifs du p r o j e t de l o i reconnaît cette i n é g a l i t é ; mais pour en pallier le v i c e , il c o m m e t une erreur g r a v e en disant que « si on a emet p l o y é des procédés plus parfaits et plus dispen« d i e u x , il est certain q u e la production journa« lière s'en est ressentie et qu'on y trouvera une « c o m p e n s a t i o n . » Cette assertion est inexacte. L a


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quantité dépend du r â p a g e , du pressage et de la concentration. Jusque-là, la perfection des appareils peut influer sur la quantité du produit. Mais les filtrations, la clarification qui donnent la qualité au produit n'augmentent pas la quantité, et on peut m ê m e dire q u e la clarification diminue tant soit peu le p r o d u i t brut. D'autres différences majeures entre des fabriques d e m ê m e i m p o r t a n c e , quant à la quantité du p r o d u i t journalier, p e u v e n t m o n t e r , dans l ' e n s e m b l e , à plus de cent pour censur le capital e n g a g é , sans q u e l'on puisse taxer d'inutilité la m o i n d r e partie de ce surcroît de dépense dans l'établissement. 1° L a purgerie des sirops sur poteries ou sur des greniers-lits de pains. Dans le premier cas, la dépense n'est q u e celle des p o t s , faible en ellem ê m e et qui n'est pas perdue après la suppression des fabriques, puisqu'ils peuvent être vendus à des raffineries. Dans l e second s y s t è m e , infinim e n t p r é f é r a b l e , la dépense est grande. C'est la totalité des greniers o u séchoirs ( et ils occupent d'ordinaire les trois quarts des bâtimens de l ' u s i n e ) , qu'il faut c o u v r i r de bassins en cuivre o u en z i n c , soutenus par des bâtis en menuiserie. 2 ° L e plus grand n o m b r e des fabriques de sucre de betteraves ne font q u e créer le sucre b r u t ,


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et ne le raffinent pas. I l en est quelques-unes c e pendant qui réunissent la d o u b l e fabrication. C'est un avantage incontestable p o u r l'établissement à qui il assure une supériorité marquée sur ses rivaux. L'augmentation des bâtimens et des appareils, les é t u v e s , les calorifères et le supplément de matériel requis dans ce cas, ne peuvent s'évaluer au-dessous de deux dixièmes du capital. U n e distillerie pour les mélasses est encore un avantage très-grand, mais dispendieux p o u r les fabriques qui en possèdent, et c'est le plus petit nombre. D e vastes magasins à pulpe , construits ad hoc, sont bien préférables aux silos dont on se c o n tente le plus souvent. C'est encore là une d é pense bien entendue, mais assez é l e v é e . Dans tous ces cas et dans bien d'autres, ces i m menses améliorations ne changent rien à la quantité p r o d u i t e , mais elles arrivent au b u t , celui d e diminuer, autant q u e possible, le prix de r e vient de l'objet p r o d u i t , en ne laissant perdre aucun des avantages d o n t il est susceptible. Est-il équitable de ne tenir aucun c o m p t e de ces différences dans la répartition de l'indemnité? Si la force des choses s'y opposait, qu'on ne


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pût é v i t e r cet i n c o n v é n i e n t sans t o m b e r dans un p i r e , il faudrait s'y résigner; c a r , ainsi q u e l'observe avec raison l'exposé du projet d e l o i : « L a p e r f e c t i o n , en pareille matière , ne peut être « atteinte, et il faut s'arrêter au m o y e n qui paraît « à la fois le plus juste et le plus praticable. » Corrigeons donc cette très-grande imperfec"tion, car rien ne s'y oppose. P o u r cela, il suffit d'ajouter un d i x i è m e au chiffre fixé p o u r l'indemnité c o m m u n e , et de statuer q u e trois commissaires seront n o m m é s par le ministre du c o m m e r c e , pour répartir ce fonds de réserve entre les fabricans dont les droits se fonderont sur des dépenses utiles qui n'auront pu entrer dans l'appréciation de leur quote-part de l'indemnité, d'après les bases adoptées par la l o i . 1

A qui l'indemnité est-elle due ? L a moins-value des terres, qu'occasionnerait la suppression des fabriques de sucre i n d i g è n e , ne saurait être l'objet d'une i n d e m n i t é q u e l c o n q u e .

1

L'auteur reconnaît qu'il combat ici pro aris et focis. Il espère

que la franchise de l'aveu n'infirmera pas la justesse de l'observation.


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11 n'y avait e u , à cet égard , de la part de l'Etat, d'engagement d'aucune e s p è c e ; une cause accidentelle avait momentanément élevé la rente de quelques faibles parties du t e r r i t o i r e ; cette cause disparaît : tout est dit. Les marchés de betteraves pour un certain laps de t e m p s , de m ê m e q u e les traités avec des contre-maîtres, mécaniciens, o u v r i e r s , pourraient d o n n e r lieu à rescision pour cause de force majeure , et nous n'avons point à nous en occuper, parce qu'ils ressortent des tribunaux, et qu'il y a des règles sur la matière. 11 serait impossible d'entrer dans l'appréciation individuelle de chaque circonstance. L e s preuves échapperaient sans cesse et la fraude serait facile. L a question se réduit donc à savoir quels seraient les propriétaires de fabriques et fabricans qui auraient droit à l'indemnité. U n e grande lacune e x i s t e , à cet é g a r d , dans le projet de loi et dans l'exposé de ses motifs. N i l'un ni l'autre ne se sont occupés de l'éventualité où le propriétaire serait autre que le fabricant. Cependant c'est là un cas non-seulement possib l e , mais f r é q u e n t , et qui nécessite des dispositions spéciales dans la l o i . I l faut encore savoir à qui des deux appartien-


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dra la déclaration à faire relative à la faculté de continuer à fabriquer. T a n t ô t le propriétaire de la fabrique le sera en m ê m e temps des appareils , et tantôt ce q u ' o n appelle le matériel de l'usine appartiendra au fabricant qui l'afferme. Cette position respective du propriétaire et du locataire peut se modifier, on le c o n ç o i t , à des degrés très-différens. P o u r un cas aussi e x c e p t i o n n e l q u ' u n e i n d e m nité de ce g e n r e , rien n'a été prévu par le C o d e , e t , après avoir statué sur le p r i n c i p e , il faut q u e le législateur pose les règles d'après lesquelles les tribunaux n'auront plus à s'occuper que de son application. C'est ce q u e nous allons tâcher de faire. Quels sont ceux q u e l'État doit indemniser? ceux qui perdent leur capital, et non ceux q u i perdent leur industrie. P o u r q u o i cette différence? parce q u e le capital détruit est un fait i r r é m é diable et q u e la faculté industrielle s'applique à plusieurs o b j e t s ; parce que l'un est évaluable et q u e l'autre ne l'est pas. Cette distinction, bien t r a n c h é e , simplifie b e a u c o u p la solution de la question. R e m a r q u e z que si on entrait dans ces considérations d'un état qu'on a appris et qui devient 11


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i n u t i l e , de tout ce q u ' o n a quitté pour s'adonner à une industrie qu'on supprime, on pourrait aussi bien demander indemnité pour les bénéfices q u ' o n aurait réalisés sans la suppression du fait de l ' É tat; ce serait à n'en pas finir, et alors les p r o priétaires d e terre se trouveraient tout aussi bien fondés q u e les autres à réclamer. I l faut, nécessairement, couper court à de telles difficultés, qui n'aboutiraient à rien moins qu'à faire rejeter une loi dont l'exécution serait impraticable. Ainsi le capital seul est indemnisé. L e matériel fait incontestablement partie d u capital. Dans le cas où ils ne se trouveraient pas dans les mêmes mains, on n'en fera pas moins la quote-part générale de l'établissement sans distinction des ayans d r o i t , et ensuite des experts, n o m m é s à l'amiable entre les différens p r o p r i é taires ou d'office par les t r i b u n a u x , r è g l e r o n t la p r o p o r t i o n dans laquelle l'indemnité sera partagée entre eux. La rescision des baux des fabriques p o u r cause de force majeure sera, sur la demande du locat a i r e , p r o n o n c é e par les tribunaux avec on sans i n d e m n i t é , suivant qu'il pourra justifier, ou non , avoir o b t e n u , pendant le cours de son b a i l , un bénéfice net sur sa fabrication. Cette indemnité


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sera payée par le propriétaire au locataire et ne p o u r r a , dans aucun cas, excéder, pour chaque année de bail restant à courir, un d i x i è m e de la quote-part de l'établissement dans l ' i n d e m n i t é payée par l'État. Q u e l l e q u e soit néanmoins la durée du b a i l , le maximum de la part du locataire, dans l ' i n d e m n i t é , sera de la m o i t i é . Si le locataire est propriétaire d e la totalité o u d'une partie du matériel de l'établissement, il contribuera, p o u r sa part p r o p o r t i o n n e l l e dans l'ind e m n i t é payée par l'État, à celle qu'il sera dans le cas de réclamer du p r o p r i é t a i r e , à raison d e la rescision de son bail. La déclaration à faire, si on entend se réserver la liberté de fabriquer, appartiendra au locataire de l'usine pour toute la durée de son bail. L ' i n d e m n i t é de l'établissement sera réduite dans la p r o p o r t i o n déterminée par la disposition générale à cet égard. Ainsi réduite, elle appartiendra au propriétaire ou aux ayans d r o i t , ainsi qu'il a été dit plus haut. P o u r les années postérieures à la durée du b a i l , la déclaration appartiendra au propriétaire. U n e dernière difficulté se présente. Les fabricans qui ont cessé de l'être en fermant leurs établissemens, doivent-ils concourir à l ' i n d e m n i t é ?


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L e projet de l o i résout n é g a t i v e m e n t cette q u e s t i o n , en stipulant « q u e l ' i n d e m n i t é ne sera « acquise qu'aux fabricans q u i , d'après les regis« tres des contributions indirectes, seront r e c o n « nus a v o i r fabriqué du sucre avant le 1 j a n v i e r « 1 8 4 0 , avec des betteraves p r o v e n a n t de la ré« colte de 1839. » er

Cette sévérité vis-à-vis de fabricans malheur e u x , bien q u e j e la d é p l o r e s i n c è r e m e n t , m e paraît néanmoins c o m m a n d é e . D e q u e l q u e n o m qu'on revête la disposition législative qui concédera l ' i n d e m n i t é , à la suite de l'égalité de d r o i t s , nous ne p o u v o n s y r e c o n naître qu'un acte o b l i g a t o i r e , puisqu'il est d'équité. C e qui sortirait de ce caractère p o u r prendre celui d'une libéralité n'appartient plus au but d e cet o u v r a g e , et nous n'avons pas à nous en occuper. A v a n t la loi de 1 8 3 7 , la sucrerie i n d i g è n e n'avait subi aucun i m p ô t . Jusque-là, sans d o u t e , les fabricans n'ont aucun titre à être indemnisés par l'État des pertes qu'ils ont pu faire. C e serait d o n c seulement depuis la loi du 1 8 juillet 1 8 3 7 . Mais cette l o i , loin d'avoir eu l'intention de détruire la sucrerie i n d i g è n e , a e u , au c o n t r a i r e , pour b u t de ne la frapper q u e d'un


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droit léger qu'elle pût supporter. O r jamais ( i l faut le r e c o n n a î t r e ) l'État ne s'était e n g a g é ni f o r m e l l e m e n t , ni i m p l i c i t e m e n t , à maintenir indéfiniment l ' e x e m p t i o n de tout droit du sucre indigène. L o i n de là, l ' i m p ô t était, depuis plusieurs années, réclamé à chaque session des Chambres par le g o u v e r n e m e n t , et les fabricans devaient se tenir p o u r suffisamment prévenus. Q u ' a v e c la baisse e x c e s s i v e , survenue par la concurrence des deux sucres r i v a u x , l'établissem e n t d'un i m p ô t q u e l c o n q u e sur la sucrerie ind i g è n e ne soit d e v e n u un fardeau accablant pour e l l e , j e ne le nie p a s , e t , i n d é p e n d a m m e n t des fabriques fermées, si on lisait dans les écritures de celles qui s u r v i v e n t , j e ne crois pas q u ' o n en trouvât une seule qui présentât des bénéfices depuis cet i m p ô t . Mais là n'est pas la question. Elle est tout entière dans cette seule considération : Est-ce du fait de l'État ? I l faut b i e n ici distinguer entre le fait d e la v o l o n t é et le résultat des actes indépendans de la volonté. S i , toutes les fois qu'une disposition législative cause du d o m m a g e à q u e l q u ' u n , l'État était passible d ' i n d e m n i t é , les finances nationales ne suffiraient pas aux réparations. Si c'est par défaut


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d'habileté dans le g o u v e r n e m e n t des affaires de l'État qu'une loi p r o d u i t des effets contraires à ceux qu'on en attend, ce n'est pas encore là un m o t i f pour indemniser. L'État n'est pas plus responsable de ses lois qu'un j u g e de ses arrêts. Er-

rare humanum est est la devise de tout ce q u i est mortel. A i n s i , par la l o i de 1 8 3 7 , l'État a prétendu imposer à la sucrerie indigène un i m p ô t p r o p o r t i o n n é à ses forces, qui ne fût accablant, tout au plus, q u e pour un petit n o m b r e de fabriques mal placées ou mal dirigées. Il s'est t r o m p é ; mais enfin il n'a fait q u e ce qu'il a cru être en d r o i t de faire sans m a n q u e r à ses engagemens avec l'industrie du sucre i n d i g è n e . I l n'en est pas ainsi des fabriques q u i auraient succombé par l'effet de l'ordonnance de d é g r è v e m e n t , p r o m u l g u é e le 2 1 août 1 8 3 9 . L a loi de 1 8 3 7 avait prétendu établir un é q u i l i b r e entre les deux sucres et favoriser l'indigène dans une l i m i t e d é t e r m i n é e . P e r m e t t r e aux colonies de livrer le leur à un prix d i m i n u é d e tout ou partie de l ' i m p ô t dont on le d é c h a r g e a i t , c'était r o m p r e l'équilibre au d é t r i m e n t du s u c r e indigène. C'était faire, par o r d o n n a n c e , le c o n traire de ce qu'avait voulu la loi. C'est là une


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vérité incontestable, qu'aucun sophisme ne pourrait ébranler. On demande si l'ordonnance était illégale. Ce serait un fait si g r a v e q u e la v i o l a t i o n de la loi par ceux d o n t le p r e m i e r des devoirs est de préserver la loi de toute a t t e i n t e , q u ' o n d o i t se garder de p r o n o n c e r un tel m o t l é g è r e m e n t . L ' a u t o r i t é ne rencontre déjà sur sa route q u e t r o p d'ennemis et trop d'obstacles p o u r q u e j e cherche à en augmenter le n o m b r e . Je ne reconnais pour i l l é g a l , et par conséquent c o m m e entraînant le droit de résistance de la part des c i t o y e n s , qu'un acte g o u v e r n e m e n t a l en dehors des limites précises q u e la Charte et les lois organiques ont fixées au p o u v o i r exécutif.

L e pouvoir de diminuer les droits sur les matières premières et nécessaires aux manufactures est attribué aux ordonnances du roi par l'art. 3 4 de la loi du 1 7 d é c e m b r e 1 8 1 4 . 1

1

Loi du 17 décembre 1814.

Art.

34.

« D e sordonnancesdu roi pourront provisoirement, et en

cas d'urgence , 1° prohiber l'entrée des marchandises de fabrication é t r a n g è r e , ou augmenter à leur importation les droits de douanes ; et néanmoins , en cas de prohibition , les denrées et marchandises qui seront justifiées avoir été expédiées avant la promulgation d e s dites ordonnances seront admises , moyennant

l'acquit des droits


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L e sucre brut est matière p r e m i è r e et nécessaire aux manufactures de raffinage. L a lettre suffit donc p o u r q u e l'ordonnance ne soit pas entachée d'illégalité; j e veux dire pour qu'elle ne d o n n e pas lieu à une mise en accusation du ministre q u i l'a contre-signée. Mais si l'ordonnance ne v i o l e pas la lettre de l'art. 3 4 , elle n'en est pas moins en o p p o s i t i o n a v e c l'esprit de cette l o i . • I l s'en faut de beaucoup q u ' e l l e ait été c o n ç u e dans le b u t d'accorder au g o u v e r n e m e n t le d r o i t de disposer, à son g r é , de la fortune des différentes professions industrielles. L a faculté illimitée de changer p r o v i s o i r e m e n t les tarifs appartenait, sous l ' E m p i r e , au g o u v e r nement. antérieurs à la prohibition ; a ° diminuer les droits sur les matières premières et nécessaires

aux manufactures; 3° permettre ou sus-

pendre l'exportation des produits du sol et de l'industrie nationale , et déterminer les droits auxquels ils seront assujettis; 4° limiter à certains bureaux de douanes l'importation ou l'exportation de certaines marchandises permises à l'entrée ou à la sortie du r o y a u m e ; en telle sorte que ladite importation ou exportation ne puisse

s'en

effectuer par aucun autre bureau. « Toutes les dispositions ordonnées et exécutées en vertu du présent article seront présentées , en forme de projet de loi , aux deux C h a m b r e s , avant la fin de leur session , si elles sont assemblées, à la session la plus p r o c h a i n e , si elles ne le sont pas. »

ou


169

L e ministère de la p r e m i è r e Restauration, dans un projet présenté à la C h a m b r e des députés, le 25 s e p t e m b r e 1814, r é c l a m a , à son p r o f i t , la r e p r o d u c t i o n textuelle de cette l o i du 29, floréal an X . La C h a m b r e des députés la trouva plus a p p r o p r i é e au despotisme impérial qu'à la liberté d'une m o n a r c h i e constitutionnelle. N e v o u l a n t pas q u e l e ministère conservât, c o m m e sous l ' E m p i r e , la faculté illimitée de changer p r o v i s o i r e m e n t les tarifs, elle tâcha de renfermer cette faculté dans les seuls cas propres à encourager nos manufactures en tout g e n r e . Ce fut dans cette intention q u ' e l l e conçut l'art. 34 d e la loi du 1 7 d é c e m b r e 1 8 1 4 . 1

Par cet a r t i c l e , elle p e r m i t de p r o h i b e r les fabrications étrangères, o u d'en augmenter la t a x e , mais non pas de la r é d u i r e ; elle p e r m i t de

1

Loi du 2 9 floréal an X . er

« A r t . 1 . Le gouvernement pourra provisoirement hausser ou baisser les taxes des douanes , établir ou défendre des

entrepôts

prohiber ou permettre l'importation ou l'exportation de toutes marchandises, sous les peines de droit. « A r t . 2 . Les modifications seront délibérées et arrêtées suivant les formes usitées pour les

règlem:'ns d'administration publique.

Elles seront présentées, en forme de projet de l o i , au Corps l é g i s atif, avant la fin de la session , s'il est assemblé , ou à la session la plus p r o c h a i n e , s'il ne l'est pas. »


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diminuer la taxe sur les matières premières et nécessaires aux fabriques, mais non pas de l'augmenter. Ainsi cet art. 34 avait été e x c l u s i v e m e n t calculé pour secourir les industries métropolitaines. L a l o n g u e discussion qui occupa plusieurs séances, montra bien q u e la C h a m b r e des députés pressentait, dès lors, ce qui p o u v a i t arriver. P o u r calmer les inquiétudes, le directeur g é n é r a l , q u i était le commissaire du r o i , monta à la t r i b u n e . « Il reconnut l u i - m ê m e les inconvéniens de chan« g e r les dispositions des douanes; mais il j u g e a « q u ' i l était des cas ou q u e l q u e s modifications « pourraient être nécessaires au bien général ,

« sans nuire à qui que ce soit. L o i n d'être p o r t é « à abuser de cette a t t r i b u t i o n , le g o u v e r n e m e n t , « disait-il, ne croirait jamais d e v o i r en user « q u ' a v e c une e x t r ê m e réserve. 11 pourrait se trou« v e r telle circonstance qui donnât à la C h a m b r e « des regrets de ne l'avoir pas a c c o r d é e ! » Telles furent les considérations qui déterminèrent le v o t e de l'art. 34. Les fabricans de sucre indigène peuvent d o n c i n v o q u e r l'esprit de la loi du 1 7 d é c e m b r e 1814, d o n t le ministère p r o m e t de n'user q u e pour le

bien général et sans nuire à qui que ce soit; d e


171

cette l o i q u i confère le d r o i t de protéger nos manufactures contre l'étranger, et n o n d'en protéger quelques-unes pour en détruire d'autres é g a l e m e n t nationales. A v e c b i e n plus d e force e n c o r e invoquent-ils l'esprit et le texte formel de la l o i de 1 8 3 7 , q u i leur a conféré un avantage sur le sucre colonial sans lequel ils n'eussent pas e n g a g é leurs capitaux. Faut-il qu'ils soient v i c t i m e s de leur c o n fiance? . . . . envers q u i ? envers la l o i elle-même. Q u ' o n soutienne d o n c q u e le ministère est dans la lettre de la l o i , j ' y consens ; q u ' i l a eu des raisons puissantes pour justifier sa c o n d u i t e ; sa position était difficile, j e le sais; mais le ministère et les C h a m b r e s ne sont pas ici les deux parties en p r é sence. Il y a des tiers qui d e v a i e n t se c r o i r e en sûreté, puisqu'ils étaient protégés par u n e loi spéciale q u e la C h a m b r e des députés venait de se refuser à modifier. Ils réclament une i n d e m n i t é pour le tort qu'une o r d o n n a n c e leur a causé, c o n trairement au v œ u de la loi. L e u r droit est incontestable. Q u ' o n ne cherche pas à établir une similitude avec les cas fréquens où une industrie q u e l c o n q u e aurait à souffrir de la faculté conférée au g o u v e r n e m e n t , par l'art. 3 4 de la loi de d é c e m b r e 1814.


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Je l'ai déjà d i t , il n'existe pas de cas similaire. Ailleurs c'est le consommateur qui p a i e ; ici c'est l'industriel. C'est p o u r l e b i e n g é n é r a l , soit; les indemnités sont justement faites p o u r réparer l e t o r t individuel q u e cause un b i e n général. T e l l e est d o n c l'inflexible rigidité des principes. U n o u v r a g e destiné à éclaircir toutes les questions qui se présentent dans un sujet aussi complexe q u e la loi des sucres, ne p o u v a i t passer celle-là sous silence. Quant à l'application du p r i n c i p e , elle n'amènera aucun surcroît d'embarras. L ' o r d o n n a n c e de d é g r è v e m e n t a paru l e 21 août de l'an dernier. A cette é p o q u e , on touchait au m o m e n t de la récolte des b e t t e r a v e s , et il est p e u de fabricans qui n'eussent leur a p p r o v i s i o n n e m e n t , soit dans leur p r o p r e exploitation a g r i c o l e , soit assurée par des traités qu'il n'aurait pas d é p e n d u d'eux de résilier. Je ne crois pas qu'il en existe un seul q u i , ayant fait ses préparatifs pour fabriquer dans l ' h i v e r de 1839 à 1 8 4 0 , ait r e n o n c é à sa fabrication u n i q u e m e n t à cause du d é g r è v e m e n t . Si cependant ce cas extraordinaire se présente , et q u e le fabricant puisse en fournir la p r e u v e , il d o i t être admis à toucher sa part de l'indemnité. N u l doute.


173

Q u a n t au d é d o m m a g e m e n t q u e tous les fabricans de sucre i n d i g è n e sont en d r o i t de réclamer de l'Etat, p o u r la p e r t e q u e l ' o r d o n n a n c e leur a o c c a s i o n n é e , rien n ' e m p ê c h e de déclarer; dans la l o i , qu'il se confondra dans l'indemnité ellem ê m e et ne fera qu'un avec elle. Mais q u ' o n n ' o u b l i e pas la n o u v e l l e conséq u e n c e qui résulte de ce qui p r é c è d e . U n e ind e m n i t é q u e l c o n q u e est aujourd'hui un d r o i t p o sitif, un droit acquis aux fabricans, et la France n'a q u e l e c h o i x d'isoler cette réclamation et d e la réduire à la compensation d'un d o m m a g e q u i s'élèvera peut-être à 7 ou 8 fr. par quintal m é t r i q u e de tout le sucre i n d i g è n e fabriqué en 1 8 3 9 1 8 4 0 , ou de s'élever à la hauteur d'une grande m e s u r e , q u i , au m o y e n de l ' i n d e m n i t é g é n é r a l e , coupera le mal dans sa racine. Si elle prend le parti qui lui est conseillé en m ê m e temps par la justice et la p o l i t i q u e , les avantages dont elle entrera en jouissance avec le nouveau système lui feront b i e n t ô t récupérer les pertes de celui d o n t une si triste e x p é r i e n c e a dû la désabuser à jamais.


CHAPITRE

DE

I. A

V.

SURTAXE.

D e la s u r t a x e s u r les sucres bruts blancs des colonies . — I n térêt d e notre n a v i g a t i o n ; d e s raffineries françaises ; d u t r é s o r . — I n t é r ê t d e s c o l o n i e s . — Etat actuel d e la l é g i s l a t i o n . — P r o j e t d e loi d e 1839. — R a p p o r t d e la c o m m i s s i o n . — M o t i f s q u i o n t i n f l u e n c é l'un et l'autre. — L a s u r t a x e d o i t être m a i n t e n u e telle q u ' e l l e est a u j o u r d ' h u i . — D e la s u r t a x e s u r les sucres étrangers. — S y s t è m e p r o t e c t e u r et système d e l i b e r t é c o m m e r c i a l e e n p r é s e n c e . — E x e m p l e d e l ' A n g l e t e r r e . — D i s t i n c t i o n a é t a b l i r e n t r e les p r o d u i t s . — D a n s q u e l l e classe il faut r a n g e r le s u c r e . — D a n s q u e l cas on d o i t é l e v e r o u b a i s s e r la s u r t a x e . — R é f u t a t i o n d e l ' o p i n i o n é m i s e p a r la m i n o r i t é de la c o m m i s s i o n des d é p u tés en 1839. — 11 c o n v i e n t d ' a c c o r d e r au g o u v e r n e m e n t la faculté d ' é l e v e r la s u r t a x e d a n s l'intervalle d e s s e s s i o n s .

Dans l'état actuel de la législation des douanes, il existe deux genres d e surtaxe : l'une sur les su-

cres bruts blancs de nos colonies, sucres étrangers.

l'autre sur les


175

De la surtaxe sur les sucres bruts blancs des colonies. Blanchir le sucre, c'est le rendre p r o p r e à la c o n s o m m a t i o n . C'est ou le raffiner ou suppléer au raffinage. Plusieurs causes se sont, de tout t e m p s , réunies pour interdire le raffinage aux colonies : 1° L ' i n t é r ê t de n o t r e navigation. On ne peut d é p o u i l l e r le sucre de son m u c i l a g e , de sa partie incristallisable, sans en d i m i nuer très-notablement le poids. C e serait d o n c , pour notre c o m m e r c e m a r i t i m e , un transport de moins. Nous avons déjà e x p l i q u é l'intérêt qu'a la F r a n c e à augmenter sa population m a r i t i m e . 2° L ' i n t é r ê t de l'industrie du raffinage en F r a n c e , q u i se t r o u v e r a i t supprimée de f a i t , si les colonies nous e n v o y a i e n t leur sucre tout raffiné. L e s m ê m e s raisons justifient le droit de surtaxe sur les sucres dits bruts blancs, puisque leur introduction aurait les m ê m e s inconvéniens. L ' i n térêt du fisc le réclame é g a l e m e n t . Sans l u i , l ' i m p ô t se trouverait diminué dans la p r o p o r t i o n de ce q u e le sucre brut blanc renferme, sous le m ê m e


176

p o i d s , de cristal saccharin de plus q u e le sucre brut ordinaire. U n e seule considération pourrait e x e r c e r une influence contraire. Elle serait la p r e m i è r e de t o u t e s , si nos colonies devaient rester dans l'état r é t r o g r a d e où elles languissent aujourd'hui et qu'il s'agît d e les e m p ê cher de m o u r i r . J'ai exposé ailleurs le véritable et souverain r e m è d e . L a suppression de la surtaxe serait, à elle s e u l e , insuffisante. Ajoutée à la suppression du sucre i n d i g è n e , elle est superflue. L e s dispositions d'une b o n n e l o i sont nécessairement corrélatives. Par la suppression du sucre de b e t t e r a v e s , nous donnons aux colonies une extension de 3a millions de kil. p o u r atteindre le chiffre de la c o n s o m m a t i o n de la F r a n c e , et de plus, tout ce d o n t cette c o n s o m m a t i o n est destinée à s'accroître. I l y a là un vaste c h a m p o u v e r t aux p r o g r è s de tout genre. U n e i m m e n s e i m p u l sion est d o n n é e vers la production et le perfect i o n n e m e n t des procédés de fabrication du sucre dans nos colonies. N o u s devons garder intégralement à la m é t r o p o l e les avantages du transport et du raffinage, dont elle a toujours été en possession.


177

L a surtaxe est, depuis 1 8 3 3 , d e 15 fr. par 1 0 0 kil. sur l e sucre b r u t blanc. Dans la l o i p r o posée en 1 8 3 9 , le ministère ne v e u t pas que la surtaxe puisse être établie arbitrairement ni avoir l'effet d'une p r o h i b i t i o n . Elle ne doit ê t r e , suivant l u i , q u e l'équivalent exact de la quantité d e matière cristallisable que le sucre blanc renferme de plus que le sucre brun. L e chiffre de 5 fr. est le résultat de ses calculs officiels. L a commission de la C h a m b r e des députés déclare, dans son r a p p o r t , qu'elle a p p r o u v e le principe posé par le projet de l o i . Elle p r o p o s e néanmoins de porter la surtaxe à 6 fr. 6 o C. p o u r rester dans la p r o p o r t i o n é t a b l i e , par la loi d e 1 8 3 7 , entre les différens types du sucre i n d i g è n e . I l est certain que les considérations puissantes qui se rattachaient alors à l'équilibre des deux sucres, ont dû p r é d o m i n e r dans cette question de la surtaxe. Après la suppression du sucre indig è n e , il ne serait plus permis de répéter, avec l e ministère et la c o m m i s s i o n , qu'il n'y a là qu'un chiffre à chercher avec des balances et des analyses chimiques. La prospérité coloniale assurée, nous ne devons pas p e r m e t t r e q u ' o n p o r t e atteinte à celle de la m é t r o p o l e . L e d r o i t de surtaxe d o i t être l'équivalent d'une prohibition. I l suffit 12


178

pour cela de le laisser tel qu'il est, 1 6 fr. 50 c. par 1 0 0 l u i . , d é c i m e compris.

De la surtaxe des sucres étrangers. Celle-ci est établie p o u r protéger la production française des colonies contre la concurrence d e la production étrangère. D e u x systèmes sont ici en présence : celui du m o n o p o l e en faveur des produits nationaux, naturels ou manufacturés, et celui des échanges avec l'étranger, au m o y e n de la libre admission de leurs produits. Cette lutte entre deux systèmes, dont chacun s'appuie sur de grands intérêts, se r e t r o u v e toutes les fois qu'il est question de tarifs de douane à l'exportation ou à l ' i m p o r t a t i o n . Je n'entamerai p o i n t ici la discussion d'une des théories les plus controversées de l ' é c o n o m i e p o litique. Je remarque seulement q u e l ' A n g l e t e r r e s'est fort bien trouvée d'avoir mis en pratique l e principe d'une protection de tarifs en faveur de tous ses produits , en l'abaissant graduellement à mesure qu'ils p o u v a i e n t s'en passer, afin q u e trop de sécurité n'amenât pas de relâchement dans les efforts vers la diminution du prix de revient,


179 q u i doit être le but constant des nations indus trielles. C e p e n d a n t , dans la variété presque infinie des objets à l'égard desquels on discute sur l'utilité d'un droit protecteur, il existe des différences majeures qui d o i v e n t exercer une g r a n d e i n fluence sur la législation. L e s matières premières, par e x e m p l e , lorsqu'elles d o i v e n t acquérir, dans nos manufactures, un prix infiniment supérieur à leur valeur primit i v e , sont, plus q u e d'autres, dans le cas de réclamer une l i b r e introduction. I c i o n souffre un petit mal pour obtenir un grand bien. Or l e sucre est dans un cas diamétralement o p p o s é . Cette matière p r e m i è r e n'est susceptible de recev o i r de notre industrie qu'un très-faible renchérissement par l e r a f f i n a g e . D'un autre c ô t é , les objets d e p r e m i è r e nécessité sont ceux pour lesquels il i m p o r t e le plus de 1

1

Il ne faut pas considérer isolément la différence de prix entre

un quintal de sucre raffiné et un quintal de sucre brut ; car, pour faire un quintal de sucre raffiné, il faut beaucoup plus d'un q u i n tal de sucre b r u t , et les basses qualités qui restent après le prélèvement du raffiné sont d'un p r i x inférieur au sucre b r u t . La façon p r o prement dite du sucre raffiné ne s'élève pas au dixième du prix de la matière première.


180

ne pas être dans le cas de recourir à l'étranger. L e sucre est objet de première nécessité. I l faut donc en encourager la production sur notre sol colonial, et une surtaxe doit être établie dans ce but. Par cela m ê m e aussi, le taux doit en être Variable suivant les besoins de l'époque. Si on admet la concurrence des deux sucres, indigène et exotique, dans la consommation de la France, il est nécessaire que la surtaxe du sucre étranger équivaille à prohibition. Dans le rapport de la commission de la C h a m bre des députés de l'année dernière, je lis avec étonnement ce qui suit : « L a minorité de votre commission, composée « de quatre membres , attachait un très-haut « prix à l'admission franche et sincère du sucre « étranger sur le marché de la France. A p r è s « avoir combattu la protection excessive accor« dée au sucre indigène, par rapport au sucre « colonial, elle s'est montrée peu jalouse d'accor« der au sucre colonial une faveur prohibitive à 1

« l'égard du sucre étranger. Elle voulait,

1

La commission était composée de neuf membres.

sans


181

« « « «

doute, réserver le marché de la France à ses deux productions ; mais elle n'entendait, en aucune façon, leur en garantir le monopole exclusif. » On voulait d o n c , en m ê m e t e m p s , le pour et

le contre. Qu'est-ce q u e réserver le marché, si ce n'est en conférer le monopole? C o m m e n t ! les deux productions françaises jettent déjà sur le marché 32 millions de kil. q u i ne peuvent t r o u v e r place dans la c o n s o m m a t i o n ! D e là, perturbation désastreuse dans les deux industries; e t , p o u r y remédier, on p r o p o s e d'y faire encore concourir le sucre étranger ! Il est curieux de l i r e , dans ce m ê m e rapport, les beaux résultats q u i , dans l'opinion de la minorité de la c o m m i s s i o n , coulaient, c o m m e d e source, de cette introduction du sucre étranger : « O u v r i r au c o m m e r c e de la France, de nou« velles et vastes v o i e s ; appeler sur ses marchés « la production la moins coûteuse; multiplier ses « é c h a n g e s ; agrandir ses rapports m a r i t i m e s ; « accélérer le d é v e l o p p e m e n t de sa c o n s o m m a « tion ; préparer à son trésor une source de r e v ê te nus » ; on n'oubliait qu'une c h o s e , c'était de mettre la consommation au niveau de toutes ces provenances.


182

On dira peut-être que le bas prix du sucre, résultat de la concurrence des sucres colonial e t i n d i g è n e , eût suffi pour écarter le sucre, étranger et q u e , par c o n s é q u e n t , l'abaissement de la surtaxe eût été inutile plus q u e dangereux. L ' e x p é r i e n c e p r o u v e c o m b i e n peu on d o i t c o m p t e r sur des prévisions q u i paraissent si l o giques. O n v o i t au c o n t r a i r e , tous les j o u r s , que l'esp o i r d e v e n d r e amène une marchandise sur un lieu où elle ne trouve pas de d é b o u c h é , et qu'on est forcé de l'y v e n d r e à tout p r i x , au grand préj u d i c e de l'article. O n a v u , en 1839, des sucres achetés à la Martinique se v e n d r e à Marseille au m ê m e prix q u ' o n avait payé à deux mille lieues de là; fret, d é c h e t , c o m m i s s i o n , frais de toute e s p è c e , étaient perdus p o u r l'armateur. L e raffineur, à son tour, achetait ce sucre à ce prix déjà si b a s , e t , après y avoir mis ses soins et ses dépens, il le revendait encore au-dessous. C o m p t e z , après c e l a , sur l e n i v e l l e m e n t naturel ! En règle g é n é r a l e , quand on veut interdire un p r o d u i t , il faut que le droit soit assez élevé p o u r


183

décourager non-seulement les négocians sages, mais m ê m e les imprudens. A i n s i , si les deux sucres rivaux d e v a i e n t partag e r notre c o n s o m m a t i o n et y continuer leur lutte d é p l o r a b l e , la surtaxe sur le sucre étranger d e vrait être p r o h i b i t i v e . Si la sucrerie i n d i g è n e est s u p p r i m é e de d r o i t ou d e fait, ce sera l ' i n v e r s e ; nous aurons alors u n déficit de p r o d u c t i o n coloniale. L e d r o i t de surtaxe devra être restreint. Je pense q u e le chiffre c o n v e n a b l e serait 6 fr. par 1 0 0 k i l o g r a m m e s . U n renchérissement, au delà du p r i x de revient des c o l o n i e s , aurait un effet funeste en diminuant la c o n s o m m a t i o n . C o m m e , en g é n é r a l , la p r o d u c tion étrangère est à meilleur c o m p t e q u e dans nos c o l o n i e s , la surtaxe de 6 fr. ne procurerait g u è r e qu'une hausse de m o i t i é , c'est-à-dire de 3 fr. par 100 k i l o g r a m m e s . Mais l'introduction d'une quantité considérable de sucre étranger c o n t r i b u e r a , de son c ô t é , à en élever le p r i x ; en sorte q u ' o n d o i t s'attendre, dans ce cas, à un renchérissement total de 6 ou 8 fr. par 100 k i l o g r a m m e s , très-suffisant p o u r q u e nos colonies puissent v i v r e e t prospérer. Je crois d'ailleurs très-sage de laisser au g o u v e r n e m e n t , ainsi q u e le d e m a n d e le projet de l o i ,


184

la faculté d'élever la surtaxe s'il se p r é s e n t e , dans l'intervalle des sessions, q u e l q u e circonstance q u i e n rende le chiffre insuffisant p o u r conserver au sucre colonial son prix rémunérateur.


CHAPITRE VI. DU

RENDEMENT

A

L'EXPORTATION.

D é f i n i t i o n d u r e n d e m e n t h l ' e x p o r t a t i o n . — Difficulté d e c o n n a î t r e a v e c p r é c i s i o n le r e n d e m e n t v r a i . — L é g i s l a t i o n s p r é c é d e n t e s . — L e u r s effets. — D i f f é r e n c e l é g a l e d u r e n d e m e n t e n t r e le raffiné d i t quatre cassons et le raffiné d i t lumps. — E l l e n'est b a s é e s u r r i e n . — L ' a d m i n i s t r a t i o n l ' i n t e r p r è t e c o n t r e l ' i n t e n t i o n p r é s u m é e d e la l o i . — Mauvais effets d e c e l t e d i s t i n c t i o n . — A u t r e s i n c o n v é n i e n s d a n s s o n a p p l i c a t i o n . — Nécessité d e s u p p r i m e r toute distinction e n t r e d e s s u c r e s raffinés et e n t i è r e m e n t b l a n c s . — L e g o u v e r n e m e n t était c o n v e n u d e p r o p o s e r cette s u p p r e s s i o n p a r a m e n d e m e n t a u p r o j e t d e l o i d e l'an d e r n i e r . — T o u s les i n t é r ê t s se r é u n i s s e n t p o u r la r é c l a m e r d a n s la p r o c h a i n e loi. — L é g i s l a t i o n actuelle p a r r a p p o r t au r e n d e m e n t . — C a u s e s q u i l'ont l'ait p o r t e r à u n t a u x t r o p é l e v é . — D u r e n d e m e n t v r a i . — F a u x p r i n c i p e d o n t s o n t p a r t i s les a u t e u r s d e s e n q u ê t e s d e 1 8 3 4 et d e 1 8 3 8 . — L a m é l a s s e n e p e u t p a s ê t r e c o n f o n d u e a v e c le s u c r e c r i s t a l l i s é . — L ' e x p o s é d e s m o t i f s d u p r o j e t d e l o i le r e c o n n a î t . — L e p r o j e t d e loi n'est pas conséquent au p r i n c i p e a d m i s . — Différences notables e n t r e les e x p é r i e n c e s s c i e n t i f i q u e s et u n t r a v a i l m a n u f a c t u r i e r . — 68 p . 100, chiffre r é e l d u r e n d e m e n t v r a i e n m o y e n n e . — T o u t ce d o n t o n l'élèverait d a n s la loi s e r a i t i n j u s t e et i m p o l i t i q u e d a n s t o u t e s les h y p o t h è s e s . — D u r e n d e m e n t l é g a l à fixer. — I l d é p e n d d e l ' i n t é r ê t d ' e x p o r t e r . — P r i n c i p e s g é n é r a u x h cet é g a r d . — E x e m p l e s d e s a u t r e s p e u p l e s . — T a r i f s h o l l a n d a i s et a n g l a i s . — L e u r m o d e


186 d e d r a w b a c k différent d u nôtre. — R a m e n é à une échelle c o m m u n e . — P a r a l l è l e a v e c le n ô t r e . — E x t r ê m e i n f é r i o r i t é d e la raffinerie f r a n ç a i s e p a r r a p p o r t a u d r a w b a c k . — S e s r é sultats d é p l o r a b l e s . — S a n s elle l ' e x p o r t a t i o n a u r a i t d i m i n u é la p e r t u r b a t i o n g é n é r a l e c a u s é e p a r la lutte d e s d e u x s u c r e s . — O b j e c t i o n t i r é e d e l ' e x p o r t a t i o n d e M a r s e i l l e e n 1838 et 3 9 . — Sa réfutation. — N o u v e l l e p r e u v e tirée des d r a w b a c k s h o l l a n d a i s et a n g l a i s q u e le r e n d e m e n t v r a i n e d é p a s s e p a s 68 p o u r 1 0 0 . — 65 est le c h i f f r e d u r e n d e m e n t à f i x e r d a n s l a loi , si la s u p p r e s s i o n d u s u c r e i n d i g è n e a l i e u . — A v a n tages d e la F r a n c e c o m p a r é s à la p e r t e d u t r é s o r . — Effet d e la s u r t a x e . — L e c h i f f r e d e 65 d o i t ê t r e le m ê m e si le s u c r e i n d i g è n e est c o n s e r v é . — P o u r q u o i .

L e s s u c r e s , à leur e n t r é e en F r a n c e , paient un d r o i t d e d o u a n e , q u e les raffineurs a c q u i t t e n t a v a n t de c o m m e n c e r leur f a b r i c a t i o n . Q u a n d ils e x p o r t e n t à l'étranger leurs sucres r a f f i n é s , o n l e u r restitue l e d r o i t p a y é ; car c'est un i m p ô t d e c o n s o m m a t i o n q u ' i l a p o u r b u t , et n o n un o b stacle au b é n é f i c e d u raffinage q u i d e m e u r e acquis à la F r a n c e , l o r s q u ' e l l e r é e x p o r t e à l'étranger. L e raffinage fait p e r d r e au sucre b r u t une part i e d e son p o i d s , d ' a b o r d en l e d é g a g e a n t de la p a r t i e incristallisable n o m m é e mélasse , puis , par l ' é t u v a g e , q u i e n l è v e t o u t e l ' h u m i d i t é ; e n f i n , en raison des déchets l é g e r s , mais s o u v e n t r é p é t é s , q u i a c c o m p a g n e n t chacune des o p é r a t i o n s successives du raffinage. I l faut d o n c , p o u r q u e la restitution du d r o i t


187

soit i n t é g r a l e , a v o i r é g a r d à ces causes et apprécier ce q u ' o n a p p e l l e le rendement vrai. I l est très-difficile d ' o b t e n i r , à cet é g a r d , une p r é c i s i o n m a t h é m a t i q u e . L e g o u v e r n e m e n t l'a e n t r e p r i s à plusieurs r e p r i s e s , e t il a toujours été i n d u i t dans d e g r a v e s erreurs. L e s résultats des analyses c h i m i q u e s n e r e s s e m b l e n t en rien à ceux d'un t r a v a i l manufacturier. Q u a n t à celui-ci, la difficulté v i e n t de ce q u ' o n n ' y r é d u i t j a m a i s ( c o m m e il faut l ' a d m e t t r e par h y p o t h è s e , p o u r c o n n a î t r e le r e n d e m e n t v r a i ) t o u t l e sucre b r u t en raffiné e t mélasse. A p r è s a v o i r o b t e n u c e q u ' o n a p p e l l e un p r e m i e r p r o d u i t , q u i est le raffiné, o n r e t i r e des p r o d u i t s inférieurs n o m m é s

bâtardes vertes e t vergeoises , q u i r e n f e r m e n t b e a u c o u p d e m é l a s s e , et d o n t o n ne p o u r r a i t , sans p e r t e p o u r l e raffineur, e x t r a i r e la partie d e cristaux susceptibles d e raffinage. L a l é g i s l a t i o n a é p r o u v é de g r a n d e s v a r i a t i o n s à l ' é g a r d du, r e n d e m e n t . I l f u t , j u s q u ' e n 1 8 3 3 , fixé à 41 p. 100, c'està-dire q u e , p o u r 41 k i l . de sucre r a f f i n é , o n r e m boursait , à l ' e x p o r t a t i o n , l e d r o i t p e r ç u sur 100 kil. d e brut. C e d r a w b a c k e x a g é r é fut sans 1

1

Drawbach est un mot anglais qui veut dire retour a passé dans notre langue financière.

du droit. I l


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cloute un stimulant p o u r la c u l t u r e d e la canne dans les c o l o n i e s ; m a i s , c o m m e la c o n s o m m a t i o n de la F r a n c e était plus q u e suffisante p o u r a b s o r b e r leur p r o d u c t i o n , l e sucre é t r a n g e r fut n a t u r e l l e m e n t celui q u ' o n r é e x p o r t a d e p r é f é r e n c e , d'autant q u e , plus l e d r o i t était é l e v é , plus l e b é n é f i c e était c o n s i d é r a b l e p o u r l e raffineur. F a v o r i s é e par un a u x i l i a i r e aussi puissant, n o t r e raffinerie se d é v e l o p p a sur u n e vaste é c h e l l e , et a u c u n e n a t i o n n e p u t soutenir, sur l e m a r c h é é t r a n g e r , la c o n c u r r e n c e d e ses p r o d u i t s . C e t t e restitution e x a g é r é e n e p o u v a i t a v o i r lieu qu'au d é t r i m e n t du trésor. L a fraude ajouta e n c o r e à ses pertes. E l l e dépassa t o u t ce q u ' o n avait e n c o r e v u . O n en a rejeté l e t o r t sur la r a f f i n e r i e , peutêtre a v e c plus d ' a p p a r e n c e q u e d e justice. L e s spéculateurs q u i lui achetaient ses p r o d u i t s les e x p o r t a i e n t p o u r leur p r o p r e c o m p t e , et les faisant r e n t r e r c l a n d e s t i n e m e n t en F r a n c e , p e r c e v a i e n t le m ê m e d r a w b a c k c h a q u e fois qu'ils étaient censés les v e n d r e à la r é e x p o r t a t i o n . Q u o i q u ' i l en s o i t , le résultat était l e m ê m e p o u r l e trés o r , gaspillage scandaleux d e la f o r t u n e p u b l i q u e . D e s r é c l a m a t i o n s s ' é l e v è r e n t d e tous c ô t é s , e t , c o m m e il a r r i v e s o u v e n t c h e z une n a t i o n à ima-


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g i n a t i o n aussi i m p r e s s i o n a b l e q u e la n o t r e , o n ne conserva p a s , dans la répression d e l'abus, u n e sage m o d é r a t i o n . O n n e distingua pas c e q u i , dans les m i l l i o n s perdus par le fisc, d e v a i t ê t r e a t t r i b u é à la fraude c o n t r e l a q u e l l e i l ne fallait qu'un meilleur système de surveillance, et ce qui v e n a i t du fait d e l ' e x a g é r a t i o n du d r a w b a c k . L a l o i du 28 avril 1833 p o r t a l e chiffre du r e n d e m e n t d e 41 à 7 0 , a v e c une t o l é r a n c e d e 2 p. 1 0 0 d e p a p i e r , et b i e n t ô t après parut l'ord o n n a n c e r o y a l e du 18 j u i l l e t 1834, q u i fait e n c o r e l o i aujourd'hui. Elle p o r t e l e d r a w b a c k d'un quintal de sucre b r u t à 75 p . 100 « p o u r l e « sucre mélis, o u q u a t r e cassons e n t i è r e m e n t é p u r é « et b l a n c h i , o u d e sucre candi sec et t r a n s p a r e n t , « et à 7 8 p . 100 p o u r les l u m p s et sucre tapé « de nuance b l a n c h e , l e t o u t sans t o l é r a n c e d e « papier. » A v a n t d'entrer dans l ' e x a m e n de l ' a p p r é c i a t i o n du r e n d e m e n t , par r a p p o r t à sa q u o t i t é g é n é r a l e , arrêtons-nous un m o m e n t sur cette d i s t i n c t i o n e n t r e les sucres q u e la l o i d é s i g n e sous les n o m s

de mélis ou quatre cassons, e t d e lumps ou tapés de nuance blanche, e t sur les effets d e cette double catégorie. C o m m e c'est ici une m a t i è r e qui n'est g u è r e


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connue q u e des h o m m e s du métier et que bien peu d e ceux q u i v o t e r o n t la loi n'en o n t a p p r o fondi le sujet jusque dans ses détails les plus obscurs, j e serai o b l i g é , pour être clair, d'être moins concis q u e j e ne le voudrais. Définissons d'abord les t e r m e s , s'il est possible. L e s quatre cassons sont des sucres en pains entièrement blancs et s e c s . Jusqu'ici la désignation est nette et précise, et il est facile de l'appliquerMais qu'est-ce q u e le l u m p s , et sur q u o i la loi fait-elle p o r t e r sa distinction entre lui et les quatre cassons ? Elle n'en dit rien. Si j e m e rapporte à l ' é t y m o l o g i e du m o t , c'est une expression anglaise q u i signifie masse. N o u s n'en sommes guère plus avancés. Q u a n t à l'intention présumée de la l o i , il est vraisemblable q u e la distinction devait p o r t e r sur une différence de q u a l i t é , soit en blancheur, soit en richesse de cristallisation ; mais aucune 1

1

C'est à tort que la loi leur donne indifféremment le nom de mélis, terme qui ne s'emploie jamais en raffinerie pour désigner du sucre blanc.


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limite n'est f i x é e , aucun t y p e n'est d é p o s é , l'intention m ê m e n'est pas e x p r i m é e . Ces distinctions, il faut le d i r e , eussent été embarrassantes à spécifier. Entre des sucres raffinés par les mêmes p r o c é d é s , et blancs les uns et les autres, sauf des nuances, souvent très-légères, c o m m e n t établir les signes nécessaires à l'équitable application d'une l o i ? Cependant toute défectueuse, obscure, impraticable qu'était c e l l e - c i , il fallait l'appliquer. L'administration i n t e r v i n t et rendit des ordonnances interprétatives q u i ont force de l o i , en

vertu desquelles passé 8 kil. tout pain de sucre est réputé lumps et n'emporte le droit au drawback qu'à raison de 78 p. 1 0 0 , quelle que soit sa nuance ou sa cristallisation. I l en est de m ê m e des tapés, quel q u e soit leur p o i d s , parce qu'on peut les faire avec des lumps pilés. A i n s i , faute d'autre d i s t i n c t i o n , celle entre le lumps et le quatre cassons ne repose q u e sur la grandeur du m o u l e . C'est ainsi q u e la loi se réduit en pratique . 1

1

O n inouïe ordinairement, de préférence, dans les formes dites

de quatre

cassons , le sucre premier jet dont la cristallisation est

compacte , et dont la blancheur est supérieure , parce que les pains


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Posons d'abord ce principe incontesté : plus le

moule est grand, plus le rendement en sucre cristallisé est considérable. Suivons maintenant l'effet de la l o i . D'après ce q u e nous venons de d i r e , il est clair que le raffineur a intérêt à e m p l o y e r de grands moules. Il le fait le plus qu'il p e u t ; mais il est l i m i t é , à cet é g a r d , p o u r ce qu'il l i v r e à la cons o m m a t i o n intérieure, par les usages du c o m m e r c e et le g o û t des consommateurs. Pour l'exportation il en est autrement. de 4 à 7 kilogrammes se v e n d e n t , à la consommation française , à un p r i x plus élevé que ceux dont le poids est plus fort. O n p o u r rait , sans doute, faire encore des quatre cassons avec les seconds jets, mais ils donneraient un rendement proportionnellement moins g r a n d , parce q u e , plus le moule est g r a n d , plus la cristallisation s'établit facilement; plus il y a de s u c r e , moins il y a de mélasse ; ce qui est vrai à l'égard de tous les sucres , mais plus particulièrement à l'égard de ceux dont la cristallisation est plus p a u v r e , par conséquent pour les seconds jets. Mais la distinction légale entre les quatre cassons et les lumps n'en repose pas moins uniquement sur la capacité du moule. Du sucre d'une nuance inférieure et d'une cristallisation ouverte, dans des formes quatre cassons, obtient, h l'exportation, une restitution de droits dans la proportion de 75 p . 1 0 0 ; et du sucre b l a n c , p r e m i è r e nuance et de la qualité même dite royale , avec la cristallation la plus serrée , dans des formes de l u m p s , n'obtient, à l'exportation , qu'une restitution de droits à raison de 78 p . 1 0 0 . T e l l e est la règle invariable de l'administration des douanes.


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L à , presque toujours, on ne v e n d le sucre q u e concassé et en m o r c e a u x ou pilé et mis en tapé. Il i m p o r t e d o n c p e u à l'acheteur q u e l e sucre ait é t é , o r i g i n a i r e m e n t , fait dans de grandes o u petites f o r m é s , et le f a b r i c a n t , trouvant dans les grandes un r e n d e m e n t plus c o n s i d é r a b l e , leur donnerait certainement la p r é f é r e n c e ; mais ici i l est arrêté par l'intérêt qu'il a de se faire restituer le d r o i t de douane dans la p r o p o r t i o n d e 7 5 p . 1 0 0 au lieu de 7 8 . 11 travaille d o n c dans de petites f o r m e s , e t , c o m m e il ne veut pas travailler à p e r t e , il tient à l'étranger son sucre à un p r i x plus é l e v é q u e celui auquel des nations plus favorisées ou m i e u x administrées p e u v e n t le livrer, et l'exportation cesse ou d i m i n u e . Ainsi la disposition de la loi précitée renferme deux vices majeurs : 1° au lieu d'encourager les méthodes qui procurent le plus de r e n d e m e n t , ce sont celles-ci qu'elle e x c l u t ; elle d i m i n u e , tant q u ' e l l e p e u t , la valeur de l'objet p r o d u i t par la France o u ses colonies ; elle dénature jusqu'à leur essence. V o u s auriez eu du sucre cristallisé, elle v e u t q u e vous ayez de la mélasse; c'est une machine à battre le grain qu'elle n'autorise q u e sous la c o n d i t i o n expresse qu'elle laissera, au m o i n s , une certaine quantité de blé dans la paille. 13


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2° Bien loin de favoriser l'exportation des p r o duits de n o t r e s o l , tant i n d i g è n e q u e c o l o n i a l , elle les refoule dans l'intérieur. On d i r a , p e u t - ê t r e , qu'il serait facile de favoriser l'exportation aux dépens du trésor, et q u e la suppression de la différence des quatre cassons aux lumps équivaudrait à une restitution de d r o i t tant soit peu plus forte dans l'ensemble. Cette objection serait peu fondée. B a l a n c e z , c o m m e vous le j u g e r e z c o n v e n a b l e , les intérêts du fisc et ceux de notre production coloniale et i n d i g è n e , mais n'anéantissez pas la chose produite, le sucre; ne forcez pas le raffineur à mal fabriquer et à conv e r t i r en mélasse le sucre qu'il aurait eu cristall i s é , sans la distinction déraisonnable q u e vous établissez entre des produits similaires. N ' o u b l i e z pas q u e l'intérêt du trésor se t r o u v e , inévitablem e n t , dans toute augmentation des produits q u i c o m p o s e n t la richesse p u b l i q u e . M a i s , i n d é p e n d a m m e n t des vices q u e nous v e nons d e s i g n a l e r , il en est d'autres q u i résulter o n t de toute division de sucres blancs en catég o r i e s , q u e l l e q u e soit la distinction à laquelle o n les rattache. Dans l'état actuel, c'est le p o i d s , e t il souffre, sans d o u t e , moins d'arbitraire q u e la comparaison des nuances ou celle d'une cristalli-


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sation plus o u moins serrée. On ne saurait c r o i r e , n é a n m o i n s , toutes les difficultés et souvent m ê m e les vexations dont elle est la cause o u le p r é t e x t e . Par exemple : L ' e x p o r t a t i o n d e m a n d e des pains de 8 kil. U n vaisseau est dans le p o r t et attend la livraison. L e raffineur fait peser à la douane 1 , 0 0 0 pains qui p è s e n t , dans l ' e n s e m b l e , 7 , 8 0 0 kil. ; c'est, en m o y e n n e , 7 k i l . 8 hect. par pain , e t , sur le t o t a l , 2 0 0 kil. de m o i n s q u e ne l'admet le tarif p o u r la restitution du d r o i t à raison de 75 p. 1 0 0 . Mais les pains ne sont pas tous nécessairement égaux , et il peut s'en t r o u v e r q u e l q u e s - u n s qui aient un peu plus q u e le poids v o u l u . L e s e m p l o y é s de la douane vous font défaire toutes v o s b a r r i q u e s , pèsent un à un tous les p a i n s , e t , s'il y en a un seul qui pèse 8 kil. et 1 h e c t . , celui-là est mis d e d e côté et sera assimilé aux lumps. L e s e m p l o y é s du raffineur p r o t e s t e n t ; ceux de la douane refusent la v é r i f i c a t i o n ; on s'adresse aux chefs; la question est r e n v o y é e à P a r i s , et la solution s'y fait attendre. Autre exemple : T o u s les quatre cassons ne sortent pas des formes blancs et nets jusqu'à la p o i n t e ; il en est d o n t cette p o i n t e ( q u ' o n appelle en raffinerie la


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tété) a mal purgé son sirop. On la retranche alors, et les pains de cette nature se n o m m e n t cassés. I l s ont un peu moins d e valeur et sont assez recherchés pour l ' e x p o r t a t i o n . Ils ont d r o i t é g a l e m e n t à la p r o p o r t i o n de 75 p. 1 0 0 quand ils p r o viennent de formes d o n n a n t des pains au-dessous de 8 kil. Mais pour bien reconnaître si ces cassés ne sont pas des tronçons de l u m p s , il faut, dit l'administration des douanes, qu'ils soient de plus de m o i t i é de la longueur p r i m i t i v e du pain. D e là constestations n o m b r e u s e s , e t , c o m m e l'administration est j u g e et p a r t i e , injustices fréquentes au d é t r i m e n t du raffineur. Ces cas et bien d'autres se renouvellent tous les j o u r s , et le tort en est à la l o i , non à l'administration ; car, si elle ne prenait des mesures semblables p o u r e m p ê c h e r d'éluder la l o i , les droits du trésor seraient souvent frustrés, et il n'y aurait plus de concurrence possible entre le fabricant consciencieux et celui qui s'avantagerait par des m o y e n s indignes de l'honnête h o m m e . U n e fois le v i c e de la loi r e c o n n u , rien n'est plus facile q u e de le faire disparaître de la n o u velle l o i . I l suffit de supprimer la distinction en-

tre les sucres blancs quatre cassons et les sucres blancs dits lumps ou tapés, et de dire : A u r o n t


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d r o i t à la restitution du d r o i t , dans telle p r o p o r tion , « tous les sucres raffinés et blancs connus « sous la d é n o m i n a t i o n d e quatre cassons ou de « lumps et tapés q u i seront exportés de France. » L a n o u v e l l e disposition devra s'étendre aux sucres étrangers c o m m e aux sucres français. T o u tes les considérations q u ' o n v i e n t de lire s'appliquent aux uns et aux autres, puisqu'une fois l e sucre étranger d e v e n u p r o p r i é t é française, il i m p o r t e également de ne pas le déprécier. J'avais, l'an d e r n i e r , remis une o t e sur cet o b j e t spécial à M M . les m e m b r e s de la c o m m i s sion des députés. L e u r rapport était déjà term i n é ; mais j ' e n avais reçu la promesse de f a i r e , d e la suppression de la distinction entre les qua-

tre cassons et les lumps, l'objet d'un amendement. M M . D a v i d , directeur du c o m m e r c e , et G u é t r i n , directeur des d o u a n e s , commissaires du roi pour soutenir le projet de l o i , m'avaient paru décidés à consentir à l ' a m e n d e m e n t . J'avais d o n c tout lieu de c r o i r e qu'il serait adopté si la l o i eût été v o t é e . Depuis l o r s , la raffinerie de M a r seille en a fait l'objet d'une d e m a n d e spéciale que j ' a i présentée d e r n i è r e m e n t , en son n o m , à M . G o u i n , ministre du c o m m e r c e . Les opinions

peuvent

être

divergentes

sur


198

toutes les autres dispositions de la loi q u ' o n va discuter; mais ici j e ne conçois pas d e c o n t r o verse possible. Dans tous les s y s t è m e s , la suppression de ces deux c a t é g o r i e s , impossibles à b i e n classer, sera une a m é l i o r a t i o n d o n t se féliciteront les intérêts d'ailleurs les plus opposés.

N o u s avons vu q u e l'ordonnance de 1834, q u i nous r é g i t , fixe le r e n d e m e n t p o u r le raffiné dit quatre cassons à 75 p. 100, et pour le l u m p s à 7 8 p . 1 0 0 , sans tolérance de papier. P o u r p o r t e r le r e n d e m e n t à ce taux é l e v é , o n p r é t e n d i t q u e de grands perfectionnemens avaient eu lieu dans les procédés de la raffinerie, et une enquête fut o r d o n n é e pour l e p r o u v e r . Mais quelles furent les personnes appelées p o u r établir l e nouveau chiffre? Ce furent, p o u r la p l u p a r t , des inventeurs d e n o u v e a u x procédés de raffin a g e , intéressés à vanter le résultat des machines qu'ils voulaient vendre o u les systèmes p o u r lesquels ils étaient b r e v e t é s . C'est ainsi q u e des 1

1

Toutes les villes où on raffine ne sont pas en position d'exporter. Paris n'exporte p a s , mais Paris vend des appareils et a des brevets d'invention.


199

intérêts privés firent adopter un chiffre é g a l e m e n t repoussé par la réalité du r e n d e m e n t vrai et par toutes les considérations d'intérêt public. Q u o i qu'il en soit, la réexportation s'arrêta i m m é d i a t e m e n t , e t , depuis cette é p o q u e , elle a été presque nulle. U n des points les plus controversés est le chiffre auquel il c o n v i e n t de porter, dans la nou-

velle l o i , le rendement à la

réexportation.

P o u r y parvenir, tâchons d'abord de nous fixer

sur celui du rendement vrai en nature. Du rendement

vrai.

L e rendement varie suivant la qualité du sucre b r u t , les appareils d o n t on se sert et l'habileté du raffineur. A u j o u r d ' h u i où l'art du raffinage a atteint un p o i n t qu'il paraît difficile de dépasser, on peut poser les limites du r e n d e m e n t vrai entre 66 et 7 0 ; c'est-à-dire, qu'en retirant d'un quintal de sucre b r u t , avec son bon de tare , tout ce qu'on 1

1

Le bon de tare est ce qui

d'après les usages du commerce ,

sert à compenser d'abord le poids des barriques ou des coufes qui renferment le sucre, et ensuite les corps étrangers qu'on y trouve


200

peut c o n v e r t i r en sucre raffiné, on n'obtiendra q u e cette quantité. L e reste sera mélasse o u déchet. O n dira q u e c'est là une allégation sans preuves. L e s preuves sont difficiles à établir; car si, d'un c ô t é , l'intérêt général de la raffinerie est d'évaluer trop bas le rendement v r a i , afin d ' o b t e nir une restitution plus f o r t e , nous avons v u q u e l'intérêt p r i v é de quelques raffineurs avait été de l'évaluer trop haut, et j ' a i déjà parlé de l'insuffisance des analyses et des rapports scientifiques. A défaut de preuves matérielles, j e tâcherai d'arriver à une démonstration q u i puisse y suppléer. L è s expériences de l a b o r a t o i r e , qui o n t amené le g o u v e r n e m e n t à établir le chiffre de 75 p . 1 0 0 , partaient de ce p r i n c i p e , q u ' o n devait réduire à la valeur u n i f o r m e du sucre raffiné tous les p r o duits q u ' o n retire du sucre, même la mélasse. Dans ce calcul, la mélasse représentait 5 p . 100 de raffiné, ce q u i donnait le chiffre total de 7 5 p. 100.

fréquemment. Ce bon de tare est invariable. Pour le sucre des A n tilles il est de 17 p. 100 du poids total.


201

Je d e m a n d e maintenant p o u r q u o i il est juste d'ajouter cette valeur à celle du sucre cristallisé? V o u s m e direz q u e c'est toujours un p r o d u i t du sucre. O u i , mais n'ayant aucun rapport a v e c le sucre cristallisé, il ne d i m i n u e pas l ' i m p ô t q u e l'État d o i t retirer de tout le sucre qui se cons o m m e en France. A u t a n t vaudrait évaluer le b o i s et les clous de la b a r r i q u e et en ajouter la valeur à celle du raffiné, p o u r enfler d'autant le rendement. En d é f i n i t i v e , de q u o i s'agit-il ? D e savoir sur quelle quantité de sucre raffiné e x p o r t é , l'État a reçu le droit d'un quintal de sucre brut? Dès q u e tout le sucre cristallisé q u ' o n retire d'un quintal de b r u t n'équivaut qu'à 7 0 livres de raff i n é , en rendant sur 7 0 livres de raffiné le d r o i t perçu sur un quintal de b r u t , l'État ne rend q u e ce q u ' i l a reçu. I l reste la mélasse, le bois et les clous de la b a r r i q u e ; soit. Ces objets seront entrés en France sans payer de droits. Où est le mal ? Je c o m p r e n d s q u e le fisc désire t r o u v e r l à , e n c o r e , matière à i m p ô t ; mais q u ' o n prenne garde q u e ce serait alors l'étranger q u i devrait le p a y e r et q u e la question serait de savoir s'il y consentirait. C e q u e j ' a i v o u l u d é m o n t r e r , c'est q u e la valeur de la mélasse d o i t être séparée de celle du sucre cristallisé pour apprécier le r e n d e m e n t vrai.


202

L ' e x p o s é des motifs du projet de loi actuel r e connaît i m p l i c i t e m e n t la justice de ce p r i n c i p e , mais il s'en écarte clans l'application en élevant à 7 2 p. 1 0 0 le chiffre q u i , d'après les résultats d e l'enquête de 1838 , p o r t e , si j e suis bien inf o r m é , le rendement v r a i , sans y c o m p r e n d r e la valeur de la mélasse, à 7 0 p. 1 0 0 en raffiné. A i n s i , en supprimant les 5 p. 1 0 0 de la mélasse, il reste 7 0 d'après les expériences c h i m i q u e s , et ce sera certainement trop peu q u e d'accorder 2 p . 1 0 0 de différence entre les résultats obtenus dans un laboratoire et ceux d'un travail manufacturier. Retranchant 2 de 7 0 , reste 68 . 1

1

Parmi les causes nombreuses qui doivent influer sur cette diffé-

rence de la théorie à la pratique , je n'en citerai que trois : 1° T o u t le travail des raffineries se fait dans des formes de terre d'une nature si casuelle qu'une raffinerie du p r e m i e r ordre en c o n somme dix. ou douze mille par an : chaque forme qui casse, étant pleine , cause une perte de sirop. 2 ° Les mouches à miel sont, pour les raffineries, un fléau qui dure six mois par an. Chaque jour on balaie des boisseaux de mouches , qui périssent de l'excès du sucre dont elles se sont gorgées. O n a plusieurs fois essayé de faire des clarifications de ces mouches, pour en extraire le s u c r e , mais toujours inutilement. 3" On peut très-difficilement exercer une surveillance assez active pour

empêcher les ouvriers d'emporter du sucre , mais il est a b -

solument impossible de les empêcher d'en manger. O n conçoit que cent ou cent cinquante individus qui usent chaque jour, avec peu de discrétion , d'une telle faculté, fassent, au bout de l'an , un déchet, assez notable.


203

C'est le terme m o y e n entre 6 6 et 7 0 q u e j ' a i dit être les limites e x t r ê m e s du r e n d e m e n t vrai. T o u t ce qui y serait ajouté pour d i m i n u e r l e d r a w b a c k serait, dans tous les cas possibles, i n juste et i m p o l i t i q u e ; injuste, en interdisant à une industrie française de faire un bénéfice aux d é pens de l'étranger, sans coûter un sou à l'Etat ; i m p o l i t i q u e , en privant sans m o t i f la France de tous les avantages qu'elle retire de ses m o y e n s d'échange et de r a p p r o c h e m e n t avec les autres peuples. L e r e n d e m e n t légal ne peut d o n c jamais d é passer le rendement vrai , mais il peut être en dessous de celui-ci. P o u r fixer le chiffre du r e n d e m e n t l é g a l , il faut d'abord savoir l'intérêt qu'a la France à réexport e r ; et c o m m e la possibilité d'exporter dépend p r i n c i p a l e m e n t , pour chaque p e u p l e , de la protectión q u e les nations rivales a c c o r d e n t , par leur d r a w b a c k , à l'industrie du raffinage, il faut connaître leurs tarifs et tenir c o m p t e des élémens de supériorité ou d'infériorité d o n t n o t r e situation r é c i p r o q u e est susceptible. Alors seulement on pourra mesurer l'étendue du sacrifice nécessaire et savoir dans quelle p r o p o r t i o n il est avec es avantages.


204

D e tous t e m p s , les nations maritimes ont amb i t i o n n é l'avantage de transporter les produits d'un peuple à l'autre. Venise et Gènes, et plus tard la Hollande ont t r o u v é les plus grandes sources de leur prospérité dans le d é v e l o p p e m e n t presque exclusif de cette industrie. D e nos j o u r s , l ' A n g l e t e r r e et l ' A m é r i q u e s'en partagent les bénéfices, et elle est devenue une des bases de leur grandeur. Si telle est l ' i m p o r t a n c e du seul c o m m e r c e de transport, de c o m b i e n ne s'accroît-elle pas, lorsqu'au lieu de ne faire q u e transporter la marchandise, on ajoute à sa valeur en la transformant et qu'elle devient l'objet d'un d o u b l e é c h a n g e , d'abord avec le p e u p l e dont o n la tire à l'état de matière p r e m i è r e et ensuite avec celui à qui on la r e v e n d manufacturée? Ce ne sont pas seulement les profits de la façon e t du fret qui sont à considérer. Malheur aux nations assez peu éclairées pour ne v o i r , dans des questions de cette nature, q u e celles des ressources du b u d g e t de l'année! L'accroissement de la population m a r i t i m e , l'expérience de la n a v i g a t i o n , les perfectionnemens et la d i m i n u t i o n de prix des constructions navales, la fréquence des communications avec les autres peuples auxquels le c o m m e r c e i m p o r t e , avec la m a r c h a n d i s e , les


205

besoins, les goûts et jusquaux idées de celui qui s'est établi leur p o u r v o y e u r , o n t leur i m p o r tance , sans fournir des chiffres au chapitre des voies et moyens. L'accumulation des bénéfices qui se rattachent au c o m m e r c e m a r i t i m e et de ceux qu'entraîne avec elle la prospérité d'une industrie ( c a r il n'en est p o i n t qui n'en fasse v i v r e d ' a u t r e s ) , ne s'apprécient pas non plus avec la précision arithmétique de la recette d'un tarif; mais o n s'en aperçoit un j o u r à l'augmentation de l'aisance g é n é r a l e , cette source inépuisable où le fisc saura s'enrichir à son t o u r , mais à, la c o n d i t i o n qu'il aura su attendre. Q u ' o n ne s'étonne d o n c pas des sacrifices q u e s ' i m p o s e n t , dans un tel b u t , des nations à q u i o n ne reprochera ni leur i n h a b i l e t é en finances, ni leur p r o d i g a l i t é des deniers p u b l i c s , la H o l lande et l'Angleterre. Jusqu'en 1 8 3 8 , la législation des douanes anglaise et hollandaise était c o m b i n é e de manière à offrir au raffineur un b o n i considérable dans la réexportation de ses produits. P o u r la H o l l a n d e , le d r a w b a c k était calculé d'après un rendement de 58 p. 100. Celui de l'Angleterre était un peu plus é l e v é . Depuis q u e nos lois et ordonnances ont élevé


206

n o t r e d r a w b a c k à 75 p . 1 0 0 pour le raffiné, et 7 8 p . 1 0 0 p o u r les l u m p s , l'infériorité de n o t r e raffinerie était si g r a n d e sur le m a r c h é étranger, qu'il n'y avait plus de c o n c u r r e n c e possible. V o y a n t q u e la France oubliait c o m p l é t e m e n t les intérêts de sa raffinerie, les g o u v e r n e mens anglais et hollandais ont t r o u v é avec raison qu'ils faisaient i n u t i l e m e n t le sacrifice d'une partie de la p r i m e qu'ils accordaient à l'exportation de leurs sucres, et qu'ils arriveraient au m ê m e but à moins de frais. I l s ont d o n c , en 1838 et 1 8 3 9 , changé leur l é g i s l a t i o n , et beaucoup diminué leur d r a w b a c k . T e l qu'il est, il suffit p o u r nous écarter c o m p l é t e m e n t de tous les marchés de l'ancien m o n d e . C'est ce q u e v o n t p r o u v e r les tableaux des drawbaks hollandais et anglais en regard du nôtre. L ' é l o q u e n c e des chiffres est ici la seule convaincantes.

Comparaison des drawbacks hollandais, et français

anglais

L e drawback français est sous la f o r m e d'une restitution pure et simple des drois p a y é s , d'après la quantité de sucre b r u t q u ' o n suppose qu'il a fallu p o u r rendre la quantité de sucre raffinée exportée.


207

L e s drawbacks hollandais et anglais sont sous la f o r m e d'une p r i m e , calculée de m a n i è r e à r e m bourser le d r o i t q u i avait été p a y é sur le sucre brut. Sous une f o r m e m ê m e p r i n c i p e , une dans la p r o p o r t i o n sucre b r u t en. sucre

différente, c'est toujours le restitution des droits perçus, du rendement supposé du raffiné.

Dans les tableaux qui s u i v e n t , p o u r mieux m e faire c o m p r e n d r e , j e réduis tout à la m ê m e unité ( 100 kil. ) et à la m ê m e mesure m o n é t a i r e ( l e f r a n c ) . O n peut c o m p t e r sur l'exactitude des chiffres. HOLLANDE.

Tarif des droits d'entrée des sucres des Indes occidentales hollandaises, par 100 kil. fr.

Douane 00. Accise L e s centimes additionnels de l'accise v a r i e n t chaque année. Ils ne sont pas connus p o u r 1840. O n peut les évaluer, en m o y e n n e , à 10 p. 100 du principal. C i . .

c. 23,95 27. 64,69 fr.

c.

30. 6 5 , 1 1

2.

76,47


208

D r a w b a c k par 1 0 0 k i l .

Raffiné en pains entiers 46. 64 L u m p s en pains entiers , concassés o u en p o u d r e 44. 52 I l en résulte q u e , par chaque k i l . exporté de sucre en pains entiers, l e raffineur r e ç o i t 4 6 c. 6 4 , et p o u r 6 6 kil

30.

78,24

L e droit qu'il a p a y é p o u r 100 k i l . brut étant . 30. 65,11 on v o i t q u e le drawback est p o u r lui lui l'équivalent d'un rendement à 6 6 p . 1 0 0 , et qu'il lui reste e n c o r e . . . .

13,13

ANGLETERRE.

Tarif des droits d'entrée des sucres de toute provenance des colonies anglaises. Par 100 kil

fr.

c.

60

»

Drawback.

Raffiné en pains ou lumps 75. 83 Idem, de l'espèce dite d o u b l e raffiné. 88. 35


209

On a c o n s e r v é , dans la n o u v e l l e l o i , l'ancienne

dénomination de double

raffiné,

qui ne s'ob-

tenait autrefois q u e par une d o u b l e o p é r a t i o n . Depuis l'adoption générale des appareils dans le v i d e , les sucres de cette espèce s'obtiennent par une seule opération. Cela est r e c o n n u et a p p r o u v é par l'administration. L e s Anglais n ' e x portent jamais d'autre sucre. I l ne surpasse pas en blancheur ou en qualité nos bons sucres ordinaires. I l en résulte q u e , par chaque kil. de sucre, en pains entiers, e x p o r t é , le raffineur reçoit 88 , 35 e t , pour 68 k i l . , 60 fr. 7 , 8 0 e

L e droit qu'il a payé pour 1 0 0 k i l . de sucre b r u t étant de 60 » » on v o i t q u e le drawback est pour lui l'équivalent d'un rendement à 6 8 p. 1 0 0 , et qu'il lui reste encore. » 7 ,80 L e s rendemens à la réexportation sont donc ceux-ci : c

Hollandais.

66p.

100.

Anglais.

Français.

68.

75.

Ainsi, notre infériorité est, dans la restitution de droit à l ' e x p o r t a t i o n , par r a p p o r t à la H o l lande, de 9 , e t , par rapport à l'Angleterre de 7

14


210

sur 7 5 , c'est-à-dire de plus de 1 1 p . 1 0 0 vis-à-vis de la H o l l a n d e , et de 9 p. 1 0 0 vis-à-vis d e l ' A n ­ gleterre. D'autres causes d o i v e n t , sans doute, influer sur la facilité d'exporter chez les différens peuples. Elles sont toutes à l'avantage d e l ' A n g l e t e r r e , sauf une seule. E n A n g l e t e r r e , les appareils sont m o i n s dispen­ dieux , le combustible m o i t i é m o i n s c h e r et la navigation beaucoup plus é c o n o m i q u e . En A n ­ g l e t e r r e , les basses qualités de sucre se v e n d a n t à un p r i x b e a u c o u p plus é l e v é qu'en F r a n c e , per­ m e t t e n t au raffineur de se contenter d'une m o i n ­ d r e p r i m e à la réexportation du sucre en pains. N o t r e seule compensation à tant d'avantages est n o t r e position g é o g r a p h i q u e . L e s Anglais et les Hollandais d o i v e n t faire le tour de l'Europe p o u r t r o u v e r les débouchés q u i sont à nos portes. Q u e l q u e précieux q u e soit cet avantage de situation, seul il ne peut pas lutter c o n t r e tant d e causes opposées auxquelles v i e n t se réunir une législation absurde. Q u ' o n m e pardonne la vivacité de sion. E h q u o i ! n'est-ce pas fait p o u r d'indignation tout h o m m e attaché à périté de son pays I Pendant q u e nos

l'expres­ soulever la pros­ colonies


211

et n o t r e sucrerie i n d i g è n e périssaient toutes deux dans la lutte e n g a g é e entre e l l e s , q u e le s u c r e , t o m b é à 2 0 fr. par 1 0 0 kil. au-dessous du prix d e toutes les autres c o l o n i e s de l ' E u r o p e , ne trouvait m ê m e plus d'acheteurs sur n o t r e m a r c h é intérieur, tant le produit dépassait la c o n s o m m a t i o n , l'exportation nous était, de f a i t , à p e u près i n t e r d i t e . Les sucres anglais et h o l landais longeaient les cotes de France p o u r app r o v i s i o n n e r l'Italie, la G r è c e , la T u r q u i e et cette A f r i q u e , où nous ne savons q u e p o r t e r des trésors et le plus pur de notre sang, sans en o b t e n i r le m o i n d r e retour. C'est en vain q u e les flots de la M é d i t e r r a n é e , q u e jadis o n appelait un lac français, baignent les murs de Marseille. N o s dissensions p o l i t i q u e s et cette instabilité du p o u v o i r , qui ne lui p e r m e t de rien a p p r o f o n d i r ni d e rien décider, en ferment l'accès à nos vaisseaux . 1

1

Je pressens une objection : on va m e montrer les états de la

douane de M a r s e i l l e , où figurent quelques millions de kilog. de sucre réexportés en 1838 et 1839. Oui ; mais savez-vous pourquoi? D ' a b o r d , parce que le sucre brut était descendu à un prix si bas que la raffinerie s'approvisionnait en France à meilleur marché que partout ailleurs ; ensuite, parce que le marché intérieur était tellement obstrué de sucre raffiné, q u e , ne pouvant plus y v e n d r e , à quelque prix que ce fut , la raffinerie se trouvait contrainte à joindre à toutes ses pertes celle de l'injuste retenue que le fisc prélevait à son


212

O u b l i o n s , s'il est possible, un passé déplorable pour ne nous occuper que de l'avenir. Puissent les conseils de la raison et de l'expérience y prévaloir désormais ! Faisons encore une observation à propos du rendement légal des sucres en Hollande et en A n gleterre. C o m m e je l'ai dit plus haut, leurs tarifs étaient, anciennement, bien plus avantageux à l'exportation; mais, voyant que le sacrifice qu'ils s'étaient imposé pour la favoriser devenait, superflu , puisque nous leur abandonnions décidément le terrain , ils n'ont pas voulu qu'une portion des recettes du fisc servît à enrichir une seule inpréjudice.

Ainsi il fallait, pour que l'exportation fut possible , la

ruine des colonies , celle de notre sucrerie indigène , celle des a r mateurs, celle des raffineurs. E t , avec toutes ces causes r é u n i e s , quelle extension a eue notre exportation? L a Hollande et l ' A n g l e terre , qui payaient le sucre brut 20 pour 100 de plus que n o u s , ont-elles discontinué d'inonder de leurs produits tous les rivages de la Méditerranée? nullement. Qu'on j u g e , après c e l a , du mérite d'une telle exportation ! J'ai vu de près toutes ces choses. Lorsque , peu avant le d é g r è v e m e n t , le sucre fut parvenu au plus bas prix qu'il ait atteint, on disait : « Encore 2 ou 3 francs de baisse , et l'exportation tirera. » O u i ; en vendant à Marseille le raffiné au-dessous du prix du brut à L o n d r e s , nous aurions obtenu la préférence ; pas à moins. V o i l à les effets d'une loi vicieuse ; ils dépassent toujours les p r é visions qu'on croyait les plus exagérées.


2 1 3

dustrie, et ils se sont a p p l i q u é s , par des enquêtes et des expériences m u l t i p l i é e s , à c o n naître le r e n d e m e n t v r a i , p o u r ne pas en outrepasser la l i m i t e dans leurs tarifs. C'est sur q u o i le

rapport du comité du conseil privé de commerce, adressé aux lords de la trésorerie, sur le drawback du sucre raffiné, en date du 17 mars 1 8 3 8 , d'après lequel la l o i actuelle a été r é d i g é e , ne laisse aucun d o u t e . I l est aujourd'hui p r o u v é q u ' a u x yeux des g o u v e r n e m e n s hollandais et a n g l a i s , tout l e rendem e n t v r a i d'un quintal de sucre b r u t ne dépasse pas, en m o y e n n e , la valeur r e p r é s e n t a t i v e , suivant l'un de 6 6 , suivant l'autre de 68 l i v . de sucre raffiné, en pains d e b o n n e qualité. N'est-ce pas là une b i e n puissante c o r r o b o r a tion de ce q u e j ' a i avancé à ce sujet, et ne peut-on pas, maintenant, regarder c o m m e démontré q u e

le rendement vrai, en nature, est plutôt en dessous qu'en dessus de 68 p. 1 0 0 de raffiné ? A p r è s a v o i r dissipé l'obscurité qui couvrait les points fondamentaux de la question i m p o r t a n t e , nous p o u v o n s maintenant la poser sans crainte. Quel chiffre la loi doit-elle fixer p o u r le rendem e n t en raffiné dû sucre r é e x p o r t é ? I l d o i t d é p e n d r e du plus ou m o i n s d'intérêt de 14 *


214

la France à réexporter, et cet intérêt variera suivant qu'elle aura un excédant ou un déficit de production sur sa consommation. Supposons sa production inférieure à sa consommation , ce qui arriverait momentanément par la suppression du sucre indigène. En ce cas, la réexportation n'aurait lieu qu'en raffinant du sucre étranger. L'intérêt de la F r a n c e , néanmoins , serait encore de la favoriser parce que : 1° le raffinage emploie des matières premières françaises, charbon, noir animal, toiles, poteries , etc. ; 2° que cette industrie est une de celles q u i , en proportion des capitaux engagés , donnent le plus d'ouvrage aux classes pauvres; 3° que ses bénéfices resteraient à la France; et ensuite, parce que la réexportation se ferait presque toujours par notre marine marchande , et qu'en multipliant nos relations commerciales avec tous les peuples qui touchent à la Méditerranée, en les accoutumant à ne pouvoir se passer de nous, elle entretiendrait entre eux et nous des sentimens bienveillans et faciliterait nos rapports politiques. Du principe, passons à l'application et précisons-la. Pour que la réexportation ait des effets impor-


215

t a n s , il faut au moins q u ' e l l e atteigne le chiffre d e 15 millions de k i l . , e t , p o u r en o b t e n i r tout ce q u ' o n peut en attendre, il faut q u ' e l l e aille à 3o millions de k i l . Dans cette dernière h y p o t h è s e , nous fournirions à l ' a p p r o v i s i o n n e m e n t de la Suisse et de la plus grande partie de l ' I t a l i e , de la G r è c e , de l'Égypte et d e la T u r q u i e . Mais aussi q u ' o n ne c r o i e pas y arriver avec un r e n d e m e n t supérieur à 65 p . 1 0 0 . Surtout dans les premières années, o ù il faudra sortir de leurs habitudes des peuples q u i ne c o n naissent de sucre q u e celui q u i leur a r r i v e de la Tamise o u du T e x e l , un sacrifice sur l e p r i x sera nécessaire. I l faut q u e la raffinerie puisse l e supporter. M a i n t e n a n t , posons des chiffres. L e r e n d e m e n t v r a i étant de 68 p . 100, ce sera un sacrifice p o u r le trésor de 3 p . 100, ajoutés à la restitution du droit perçu. Je suppose le d r o i t r e p o r t é au taux o ù il était avant l'ordonnance d e d é g r è v e m e n t , à 4 9 fr. 50 c. par 100 k i l . 1

t 1

Si le droit était plus faible ,

moindre.

le

sacrifice

du

trésor

serait


216

L e sacrifice de l'État sera d o n c , par 6 8 kil. de sucre réexporté, 3 p. 100 sur 4 9 fr. 50 c., qui équivalent à 1 fr. 4 8 c. 5 , et par 100 kil. ( à une fraction i m p e r c e p t i b l e près) , à 2 fr., par conséq u e n t , p o u r 10 millions de k i l . , à 200,000 fr., et p o u r 30 m i l l i o n s , à 6 0 0 , 0 0 0 fr. V o i l à où aboutira, en d e r n i è r e a n a l y s e , le sa-

crifice du trésor, six cent mille francs ! Y a-t-il un seul h o m m e , d i g n e de déposer une b o u l e blanche ou n o i r e dans l'urne des destinées d'un grand p e u p l e , qui puisse m e t t r e en balance une perte aussi insignifiante et les immenses r é sultats qui d o i v e n t en être le prix? A u t a n t vaudrait refuser l'achat du grain de blé q u i , dans q u a t r e ans, donnera une moisson. Il est vrai q u e la surtaxe sur les sucres étrangers changera q u e l q u e chose à mes chiffres. Je la p r o p o s e d e 6 fr. par 1 0 0 kil. C e serait d o n c un peu m o i n s d'un huitième à ajouter à la perte du trésor. C e serait alors, 6 7 0 , 0 0 0 fr. R e s t e la supposition où la France aurait deux intérêts au lieu d'un à favoriser la réexportation , ce qui arriverait si la concurrence entre les deux sucres devait se perpétuer. L ' i n t é r ê t de la France serait alors plus grand , cela est v r a i ; mais aussi l'abondance de la d o u b l e


217

p r o d u c t i o n m a i n t i e n d r a i t , sans nul d o u t e , le p r i x de n o t r e sucre brut à un taux inférieur à celui des autres colonies e u r o p é e n n e s , ce q u i faciliterait l'exportation , en sorte q u e le m ê m e chiffre de 65 p . 100 suffit dans les deux hypothèses. Dans la p r e m i è r e , il est nécessaire p o u r nous p r o curer un g r a n d b i e n ; dans la seconde , il est indispensable p o u r nous préserver, le plus possible, de perturbations désastreuses. C e sera une soupape de sûreté d o n t il faudra b i e n se g a r d e r d e d i m i nuer la puissance.


CONCLUSIONS.

L ' i m p o r t a n c e de la question des sucres est i m mense : tout le m o n d e en c o n v i e n t ; mais on ne s'accorde q u e sur ce p o i n t . Depuis q u e les guerres de l ' E m p i r e ont d o t é la France du sucre i n d i g è n e , et q u e la fin de ces guerres nous a rendu nos c o l o n i e s , qu'ont fait le g o u v e r n e m e n t et les C h a m b r e s sur un sujet si vaste et si fécond ? Jetons un coup d'oeil sur le passé. Je vois d ' a b o r d , en 1814, une loi q u i ne vise à rien m o i n s qu'à a b s o r b e r , au profit d'une seule industrie, la totalité de l ' i m p ô t sur la c o n s o m m a t i o n du sucre, et d o n t l'effet ne sert qu'à enrichir la contrebande. A p r è s bien des millions ainsi gaspillés, on supp r i m e l'abus avec tant de discernement qu'on anéantit, d'un seul coup, les rapports de c o m m e r c e


219

m a r i t i m e , qu'il nous i m p o r t a i t le plus de conserver. Bientôt c o m m e n c e cette lutte fatale qui engloutit des sources de prospérité sans n o m b r e . L e trésor y perd inutilement des sommes immenses. On cherche le r e m è d e , et on le connaît si peu q u e la l o i rendue ne guérit aucun m a l , mais en fait surgir de nouveaux. L e s plus grands intérêts sont en souffrance. O n présente une n o u v e l l e loi. L e s Chambres en r e connaissent les difficultés et reculent devant elles. L a loi est ajournée. V o i l à le passé. La perturbation a r r i v e à tel p o i n t q u ' e l l e m e t la confusion dans tous les p o u v o i r s . L e s g o u v e r neurs des colonies s'arrogent le d r o i t de les affranchir de leurs rapports avec la m é t r o p o l e . D e son c ô t é , le ministère prend sur lui de d é t r u i r e , par o r d o n n a n c e , une loi formelle. D e tous c ô tés on crie à l'injustice. L'exaspération est au comble. V o i l à le présent. Q u e sera l'avenir? Je l ' i g n o r e ; mais les s y m p tômes sont effrayans. U n e l o i est présentée aux C h a m b r e s , très-imparfaite , j e l'avoue , mais où c e p e n d a n t , pour la


220

p r e m i è r e f o i s , on entre dans la seule voie raisonn a b l e ; aussitôt des clameurs s'élèvent de toutes parts. C e ne sont pas les côtés faibles de la loi q u ' o n a t t a q u e , c'est précisément ce q u ' i l y a de j u d i cieux dans son principe. L e s intérêts privés s'agit e n t ; chacun d'eux t r o u v e des défenseurs parmi les représentans de la F r a n c e , e t la C h a m b r e des députés se partage en deux camps d o n t les drapeaux sont la canne et la betterave. Dans un pareil état d e choses, peut-on supposer q u e les ministres f e r m e r o n t les yeux pour ne pas v o i r de quel côté sont leurs amis p o l i t i q u e s , d o n t les suffrages font leur force ? T o u t ne fait-il pas c r a i n d r e , au c o n t r a i r e , q u e dans la discussion q u i va s'ouvrir, l e seul intérêt o u b l i é ne soit celui auprès duquel tous les autres devraient disparaître, l'intérêt de la F r a n c e ? C e qu'on a appelé l ' o p i n i o n p u b l i q u e n'en a pas, jusqu'ici, m é r i t é le n o m . En p o u v a i t - i l être autrement? L e s questions que r e n f e r m e un tel sujet paraissent tellement c o m p l e x e s et obscures, q u e leur examen approfondi semble réservé à un petit n o m b r e d ' h o m m e s spéciaux. L e p u b l i c , tout en l'avouant, ne s'en reconnaît pas moins pour j u g e


221 compétent et se résigne, sans s'en clouter, à ne plus être que l'écho des parties intéressées parmi lesquelles il n'a que le choix. N'est-ce pas lui rendre service que de mettre à sa portée l'examen sérieux d'une telle cause? Pour cela, je l'ai dépouillée de l'attirail scientifique, et je n'ai laissé à l'aridité des chiffres que ce que je ne pouvais supprimer sans nuire à l'établissement des preuves. La cause que je défends ne peut que gagner à la grande publicité que j'appelle pour elle de tous mes vœux. Oui : que nos deux cent mille électeurs et tout ce q u i , en France, lit et raisonne, conçoivent bien à quoi se réduisent, en dernière analyse, les questions traitées dans l'ouvrage que je mets sous leurs yeux. Ils y verront : 1° Q u e le sucre indigène, précieuse conquête de la France au jour où elle perdrait ses colonies, ne peut subsister concurremment avec elles; q u e , sans recourir au moyen odieux de l'interdiction , l'égalité de droits arrive au même b u t , et que l'injustice de cette mesure est rachetée par une indemnité dont le chiffre invariable peut être fixé par la loi; que cette indemnité ne sera pas payée par l'Etat, mais par le bénéfice m ê m e de


222

la m e s u r e , et avec un si immense avantage pour le trésor, qu'après deux ou trois ans au plus il y t r o u v e r a , p o u r un avenir indéfini, une augmentation de trente millions par a n , q u i devra encore s'accroître avec le temps. 2° Q u ' u n e législation insensée, et telle q u e nos plus grands ennemis v o u d r a i e n t nous l'imposer, frappe, sans bénéfice pour le fisc, l'industrie du raffinage q u i , plus qu'aucune a u t r e , étendrait au loin n o t r e influence c o m m e r ciale et assurerait à notre p a v i l l o n le p r e m i e r rang qui lui appartient sur la m e r d o n t nous possédons aujourd'hui une si grande partie des deux rives ; qu'en abaissant, à la réexportation des sucres, le r e n d e m e n t légal au niveau du rend e m e n t vrai , le trésor ne perd rien ; qu'en y ajoutant l'abandon d e quelques centaines de m i l l e francs, il assure à n o t r e c o m m e r c e m é d i terranéen plus de p r o s p é r i t é qu'à aucune é p o q u e d e son ancienne splendeur, et qu'un sacrifice si m i n i m e ne sera qu'une a v a n c e , b i e n t ô t récupérée au centuple. V o i l à ce qu'ils y verront. Et alors il se formera une v é r i t a b l e o p i n i o n p u b l i q u e à la place de son simulacre. A l o r s s'élèvera la grande v o i x q u i demandera aux h o m m e s


223

investis du p o u v o i r et d e la confiance de la nation ce q u ' i l ont fait de son h o n n e u r , de son c o m m e r c e , d e son industrie et d e ses trésors. Pour m o i , en n'écrivant q u e sous les inspirations d e ma conscience, q u e j ' o b t i e n n e o u non le succès q u e j ' a m b i t i o n n e , j e n'en croirai pas moins a v o i r r e m p l i un d e v o i r .

FIN.


T A B L E DES

C H A P I T R E S .

AVANT-FROPOS.

Page

CHAPITRE

COUP

D'OEIL

RAPIDE POUR

I

e

SDR LES ÉVÉNEMENS ET CONTRE

L E SUCRE

r

1

.

ANTÉRIEURS.

OPINION

INDIGÈNE.

D é c o u v e r t e d u s u c r e i n d i g è n e . — N e p e u t se s o u t e n i r , m a l g r é le p r i x d e 3 f r . la l i v r e , p e n d a n t la g u e r r e c o n t i n e n t a l e .

O n le croit p e r d u sans r e t o u r à l ' é p o q u e d e la r e s t a u r a t i o n . — N o i r animal. — É l a n de l'industrie sucrière. — Premières r é c l a m a t i o n s d u t r é s o r e n 1828. — C o l o n i e s d é s i n t é r e s s é e s jusque-là.

Augmentation

toujours

croissante

de

leur

p r o d u c t i o n . — P r i m e à l ' e x p o r t a t i o n . — S e s effets s u r l'un et l'autre s u c r e s . —

E n g o u e m e n t g é n é r a l p o u r le s u c r e i n -

d i g è n e . — A p p r é h e n s i o n s des h o m m e s éclairés. — M . M a thieu de D o m b a s l e . —

E x t r a i t s d e ses o u v r a g e s en 15

faveur


226 d u s u c r e i n d i g è n e . — R e p o u s s e tout i m p ô t s u r ce p r o d u i t . —

S o u f f r a n c e s des c o l o n i e s et d u c o m m e r c e m a r i t i m e . —

L e u r s p l a i n t e s . — A t t a q u e n t le s u c r e i n d i g è n e . — M . F o u r nier. —

E x t r a i t s d e son p l a i d o y e r en l e u r f a v e u r . —

d e u x sucres r i v a u x n e r é c l a m e n t

rien

moins

l'un d e l'autre.

Page 7

CHAPITRE

AVANTAGES LUI

DE

SACRIFIER

LE SUCRE

LA

Les

q u e la m o r t

DÉCOUVERTE

L E SUCRE

INDIGÈNE

DU

II.

SUCRE

COLONIAL ?

A U SUCRE

INDIGÈNE.

V A U T - I L MIEUX

PEUT-ON SACRIFIER

COLONIAL ?

I m p o r t a n c e d e la d é c o u v e r t e d u s u c r e d e b e t t e r a v e s . — L ' é tablissement

colonial

réduit à

un

petit

n o m b r e d'îles

à

s u c r e . — E s c l a v a g e des n o i r s . — R e p o u s s é p a r la r e l i g i o n et la p h i l o s o p h i e . — I n c o n v é n i e n s d e la p o s s e s s i o n d e s îles à s u c r e . — E l l e est en o u t r e p r é c a i r e . — S e s a v a n t a g e s . — I m p o r t a n c e d u s u c r e . — S i t u a t i o n d e la F r a n c e p a r r a p p o r t à l ' A n g l e t e r r e . — C e q u e serait p o u r l ' A n g l e t e r r e le m o n o p o l e d u s u c r e . — C e qu'il a été p o u r elle p e n d a n t les g u e r r e s d e l ' E m p i r e . — L e s u c r e i n d i g è n e p r é s e r v e seul la F r a n c e d e rester sa t r i b u t a i r e p o u r ce p r o d u i t . — É m a n c i p a t i o n d e s n o i r s d a n s les colonies a n g l a i s e s . — M o t i f s d e l ' A n g l e t e r r e . —

S a n s le s u c r e i n d i g è n e , la F r a n c e n e peut a f f r a n c h i r les

n o i r s d e ses c o l o n i e s .

— O b l i g é e d e t o l é r e r s e c r è t e m e n t la

traite. — S a position serait h u m i l i a n t e . — E l l e n e p e u t p l u s l'être. — P e u t - o n digène ? — Intérêt

sacrifier le s u c r e c o l o n i a l actuel d e la

au sucre

in-

France. — Comparaison

des d e u x sucres en q u a l i t é et en p r i x d e r e v i e n t . — S u p é -


227 riorité d e la c a n n e . — R a p p o r t d e M . P é l i g o t à l ' A c a d é m i e des s c i e n c e s . —

U t i l i t é r e s t r e i n t e d e la p u l p e . — C e qu'il

faut a t t e n d r e d e s p e r f e c t i o n n e m e n s d e l ' i n d u s t r i e s u c r i è r e . — T r o i s systèmes p r i n c i p a u x d e fabrication. — —

L a macération. —

dessiccation

L e râpage.

E l l e est c o n d a m n é e à j a m a i s . — L a

d a n s les f o u r s . — S y s t è m e S h u t z e n b a c h . — E s -

p é r a n c e s i l l u s o i r e s a cet é g a r d . — N o u v e a u s y s t è m e d e d e s s i c c a t i o n a u soleil. — A p p l i c a b l e s e u l e m e n t d a n s les d é p a r t e m e n s les p l u s m é r i d i o n a u x d e la F r a n c e . — Essais e n c o u r a g e a n s q u ' e n a faits l ' a u t e u r . — T r o p i n c e r t a i n e n c o r e p o u r entrer dans l'appréciation des économistes.

— Les perfec-

t i o n n e m e n s futurs d e s a p p a r e i l s n ' a p p o r t e r o n t p a s d e c h a n gemens

à la

question

production aux lieux en

principale. —

L a distance

de consommation

est

un

de

la

avantage

f a v e u r d u s u c r e i n d i g è n e . — A p p r é c i a t i o n d e son i m -

portance.

Sous

d'autres r a p p o r t s ,

l'éloignement

un avantage. — C o m m e r c e m a r i t i m e . — L e sucre à lui seul la m o i t i é d e son t o n n a g e . —

est

fournit

Marine marchande

p é p i n i è r e d e la m a r i n e . — I m p o r t a n c e d e cette c o n s i d é r a tion.

Intérêt

fiscal.

— L e sucre source a b o n d a n t e des

recettes d e l'État. — B e s o i n s

i m p é r i e u x d e la F r a n c e q u i

n e lui p e r m e t t e n t pas d e s'en p a s s e r . — S u c r e é m i n e m m e n t produit

i m p o s a b l e . — P r i n c i p e s à cet é g a r d . — D r o i t s d e s

c o l o n s . — I l les e x a g è r e n t . — T h é o r i e d e l'égalité en tière

d'impôts. —

Justice d e la cause d e s c o l o n s . —

i m p l i c i t e e n t r e la m é t r o p o l e et ses c o l o n i e s .

maPacte

Émancipa-

tion d e s c o l o n i e s , d é r i s i o n c r u e l l e . — P o u r q u o i . — D e s n o u velles c u l t u r e s q u i r e m p l a c e r o n t le s u c r e a u x c o l o n i e s , a u t r e d é c e p t i o n . — L e s u c r e i n d i g è n e sacrifié a u s u c r e c o l o n i a l . — N ' e s t au p o u v o i r d e p e r s o n n e . — I l c o n v i e n t a tous les


228 États q u i n'ont pas d e c o l o n i e s . — L a F r a n c e le t r o u v e r a a sa p o r t e q u a n d elle le v o u d r a . — U n e fois s a c r i f i é e s , les c o l o nies n e ressusciteront p a s . — F a c i l i t é d u sucre i n d i g è n e a se r e p r o d u i r e . — L e s a p p a r e i l s actuels , p e r t e p e u i m p o r tante.

Page

CHAPITRE

LE

SUCRE

INDIGÈNE

PEUT-IL LE

III.

SUBSISTER

SUCRE

42

CONJOINTEMENT

AVEC

COLONIAL ?

S u i t e d u r é s u m é d e s faits. — B a i s s e é n o r m e d a n s le p r i x d u sucre. —

Perturbation de

tous les intérêts q u i s'y r a t t a -

c h e n t . — D o l é a n c e s des c o l o n i e s . — L o i d u 1 8 j u i l l e t 1 8 3 7 . — S e s m a u v a i s effets. — L e m i n i s t è r e d u

l5 avril. —

Sa

p e r p l e x i t é . — C e l u i d u 1 2 m a i est aussi e m b a r r a s s é . — P r o pose

le d é g r è v e m e n t . —

C o m m i s s i o n d e la C h a m b r e d e s

D é p u t é s . — M a j o r i t é d ' u n e seule v o i x . — L a C h a m b r e se s é p a r e sans r i e n d é c i d e r . — y autorisent

L e s g o u v e r n e u r s des

colonies

l ' e x p o r t a t i o n des s u c r e s . — D é g r è v e m e n t p a r

o r d o n n a n c e . — P r o j e t d e loi d e M . C u n i n - G r i d a i n e . — L e ER

m i n i s t è r e est r e n v e r s é . — C e l u i d u 1

mars. — L e projet

d e loi m a l a c c u e i l l i . — P r ê t e d e s a r m e s c o n t r e l u i . — S o n vice

capital.

A r b i t r a i r e d e ses p r é v i s i o n s . — I n j u s t i c e

d a n s la r é p a r t i t i o n d e l ' i n d e m n i t é . — I l c o n d u i t h c h e r c h e r une

conciliation

régulateurs. —

e n t r e les d e u x sucres a u m o y e n d e tarifs Système

illusoire. —

L e s d e u x sucres

ne

p e u v e n t exister c o n j o i n t e m e n t . — T o u t e d i f f é r e n c e d e d r o i t s est

une injustice. — Pacte colonial implicite. —

d e l'assertion q u e les c o l o n i e s ne p e u v e n t

Fausseté

plus augmenter


229 l e u r p r o d u c t i o n . — P o s i t i o n o ù elles a u r a i e n t tout à p e r d r e et rien à g a g n e r . — T o u t e d i f f é r e n c e d e droits est

impoli-

tique. — L ' a b a n d o n partiel des colonies pire q u e leur a b a n don

complet. —

Immenses avantages

sacrifiés

en

restrei-

g n a n t l e u r p r o d u c t i o n . — V a n i t é d e l'objection tirée d e la p o s s i b i l i t é q u e nos c o l o n i e s n o u s é c h a p p e n t . — E r r e u r s d e tous les calculs f o n d é s s u r les chiffres officiels. — L a f r a u d e s u r u n e vaste é c h e l l e . —

S a facilité à l ' é g a r d d u s u c r e . —

S e u l e elle r e n v e r s e r a i t tous les é q u i l i b r e s q u ' o n v o u d r a i t o b tenir au

moyen

d e tarifs r é g u l a t e u r s . — C e t é q u i l i b r e est

d ' a i l l e u r s totalement

chimérique. —

Démonstration

à

cet

é g a r d . — I n c o n v é n i e n s d e tout i m p ô t s u r le s u c r e i n d i g è n e par

r a p p o r t à la m o r a l i t é d u p e u p l e . — D i f f é r e n c e e n t r e le

s u c r e i n d i g è n e et tous les autres p r o d u i t s assujettis

a des

d r o i t s . — T r i s t e effet d e la c o n c u r r e n c e i l l i m i t é e . — A s s o ciation

de

c o m p l i c i t é . — R é s u l t a t s d é p l o r a b l e s q u i en se-

r o n t la suite.

Danger de

d é s a f f e c t i o n n e r le p e u p l e a u

g o u v e r n e m e n t . — L ' i m p ô t rejeté à la c o n s o m m a t i o n . — N e r e m é d i e p a s au m a l . — V i c e s d e ce s y s t è m e . — N é c e s s i t é choisir entre l'anéantissement

d e s c o l o n i e s ou la d i s p a r i t i o n

actuelle d u sucre i n d i g è n e .

CHAPITRE

DE

de

Page

83

IV.

L'INDEMNITÉ.

I n d e m n i t é r e c o n n u e n é c e s s a i r e p a r le r a p p o r t d e la

commis-

s i o n d e la C h a m b r e d e s D é p u t é s d e 1 8 3 9 . — F o r m e la b a s e du

p r o j e t d e loi d u m i n i s t è r e d u 1 2 m a i . — L ' o p i n i o n p u -


230 b l i q u e la r e p o u s s e . —

Pourquoi. —

E l l e serait d a n g e r e u s e

si o n p o u v a i t c r a i n d r e des cas s i m i l a i r e s . — I l n e s a u r a i t e n e x i s t e r . — L ' É t a t n'a q u e le c h o i x

d ' i n d e m n i s e r les

fabri-

cans d e sucre i n d i g è n e o u les c o l o n s . — D i f f é r e n c e d e q u o tité d a n s les d e u x cas. — E l l e p e u t être t e n u e à les i n d e m n i s e r tous d e u x . — C a l c u l s d a n s les d e u x h y p o t h è s e s l'approvisionnement les d e u x s u c r e s ,

de

d e la F r a n c e p a r les c o l o n i e s o u p a r

chacun p a r moitié. — Résultat en f a v e u r

d u s u c r e e x o t i q u e . — O b j e c t i o n tirée d u r a p p o r t d e la c o m m i s s i o n d e 1839 c o n t r e le s y s t è m e d ' i n d e m n i t é a v e c égalité d e droits. — Sa réfutation. — C e système b i e n préférable à celui

d e la p r o h i b i t i o n p a r u n e

loi a v e c

expropriation

p o u r cause d'utilité p u b l i q u e . — L a loi p e u t à son g r é , p a r le taux d e la s u r t a x e , e n c o u r a g e r q u e l q u e s f a b r i c a n s à c o n t i n u e r o u le l e u r r e n d r e i m p o s s i b l e . — R é d u c t i o n d e

l'in-

d e m n i t é p o u r c h a q u e f a b r i c a n t en p r o p o r t i o n d e la l i b e r t é d e c o n t i n u e r l'amortissement d u capital. — pour

Motif de plus

ne p a s r e c o m m e n c e r la l u t t e . — A q u e l titre est

due

l'indemnité. — Prétentions inadmissibles. — Texte de

loi

et p r i n c i p e d ' é q u i t é . — T o u s d e u x é g a l e m e n t o b l i g a t o i r e s . — C o n s é q u e n c e s différentes. — V r a i s p r i n c i p e s d é v e l o p p é s d a n s le p r o j e t d e l o i . — E x e m p l e d e l ' A n g l e t e r r e p a r r a p p o r t a u s u c r e d e b e t t e r a v e s . — A u t r e e x e m p l e tiré d e l'affranchissem e n t d e s esclaves d a n s les c o l o n i e s a n g l a i s e s . —

L'indem-

n i t é , d a n s la f o r m e , d o n g r a t u i t ; d a n s le f o n d ,

reconnue

d e t t e d e l'État. — L a F r a n c e n e c o n s a c r e r a p a s u n e tion

éclatante

d'un principe

q u ' o n n ' a r r i v e à ce b u t p a r d e s v o i e s fallacieuses. — combinaison ,

viola-

d'équité. — A p p r é h e n s i o n s

la p l u s o d i e u s e d e t o u t e s , a été

Cette

repoussée

p a r l ' A n g l e t e r r e e n u n e c i r c o n s t a n c e a n a l o g u e . — D u chiffre


231 de l'indemnité. — M o d e de répartition de l'indemnité. Expertise de chaque f a b r i q u e , moyen défectueux. —

Pro-

d u i t total d e c h a q u e f a b r i c a n t , é g a l e m e n t m a u v a i s . — P r o d u i t d e la f a b r i c a t i o n j o u r n a l i è r e ,

le

meilleur des

modes

d ' é v a l u a t i o n . — L e p r o j e t d e loi laisse s u b s i s t e r u n e g r a n d e cause d ' i n é g a l i t é d a n s la r é p a r t i t i o n . — G o m m e n t

l'éviter.

— A

dans

qui

est

due l'indemnité.

— G r a n d e lacune

le

p r o j e t d e loi. — L ' i n d e m n i t é n'est d u e q u e p o u r la p e r t e d u c a p i t a l . — L e m a t é r i e l e n fait p a r t i e . — D r o i t s d u p r o p r i é taire d e l'usine et d e celui q u i l ' e x p l o i t e .

L e s fabricans

q u i ont cessé d e l ' ê t r e , en f e r m a n t l e u r s u s i n e s , prendre part à l'indemnité?

Non,

doivent-ils

p o u r ceux q u i a u -

r a i e n t f e r m é a v a n t l ' o r d o n n a n c e d e d é g r è v e m e n t . — L a loi d e 1 8 3 7 n e v i o l a i t a u c u n e n g a g e m e n t i m p l i c i t e d e l'État e n vers la s u c r e r i e

indigène.

L ' É t a t n'est p a s r e s p o n s a b l e

d e s e r r e u r s d e ses p r é v i s i o n s , m a i s s e u l e m e n t d e ce q u i est le fait d e sa v o l o n t é . — L ' o r d o n n a n c e d e d é g r è v e m e n t détruit

a

l ' é q u i l i b r e é t a b l i p a r la loi d e 1 8 3 7 e n t r e les d e u x

s u c r e s . — L ' o r d o n n a n c e est-elle illégale? — N o n , d a n s l'acception rigoureuse du mot. —

E l l e est c o n t r a i r e à

l'esprit

d e la loi d e 1 8 1 4 d o n t elle i n v o q u e le t e x t e . — P l u s e n c o r e à l'esprit et a u texte d e la loi d e 1 8 3 7 . — L e m i n i s t è r e être j u s t i f i é , m a i s l ' i n d e m n i t é principe

peut

est d u e . — L ' a p p l i c a t i o n d u

n ' a p p o r t e a u c u n e difficulté

C o n s é q u e n c e d e ce q u i p r é c è d e . —

n o u v e l l e à la l o i .

L a F r a n c e n'a q u e le

c h o i x e n t r e u n e i n d e m n i t é r e s t r e i n t e a u d o m m a g e causé p a r l'ordonnance

d e d é g r è v e m e n t et u n e i n d e m n i t é

— S o n intérêt à c h o i s i r le d e r n i e r p a r t i .

générale. Page

113


232

CHAPITRE

DE

D e la s u r t a x e s u r les sucres

LA

V.

S U R T A X E .

bruts

blancs

térêt d e notre n a v i g a t i o n ; d e s

des

colonies.

— In-

raffineries f r a n ç a i s e s ;

du

trésor. — I n t é r ê t des c o l o n i e s . — É t a t actuel d e la l é g i s l a t i o n . — P r o j e t d e loi d e 1839. — R a p p o r t d e la c o m m i s s i o n . — M o t i f s q u i ont i n f l u e n c é l'un

et l'autre. —

L a surtaxe

d o i t être m a i n t e n u e telle qu'elle est a u j o u r d ' h u i . — s u r t a x e s u r les sucres étrangers. système d e

D e la

Système protecteur et

l i b e r t é c o m m e r c i a l e en p r é s e n c e . — E x e m p l e

d e l ' A n g l e t e r r e . — D i s t i n c t i o n à é t a b l i r e n t r e les p r o d u i t s . —

D a n s q u e l l e classe il faut r a n g e r le s u c r e . —

cas o n d o i t é l e v e r o u b a i s s e r la s u r t a x e . —

Dans quel

Réfutation

de

l ' o p i n i o n é m i s e p a r la m i n o r i t é d e la c o m m i s s i o n d e s d é p u tés en 1839. — Il c o n v i e n t d ' a c c o r d e r au g o u v e r n e m e n t la faculté

d'élever

la s u r t a x e d a n s l'intervalle

des

sessions. Page 1 7 4

CHAPITRE

DO

RENDEMENT

A

VI.

L'EXPORTATION .

D é f i n i t i o n d u r e n d e m e n t a l ' e x p o r t a t i o n . — Difficulté d e c o n naître

avec

précision

le r e n d e m e n t v r a i . —

Législations

p r é c é d e n t e s . — L e u r s effets. — D i f f é r e n c e légale d u r e n d e ment entre

le raffiné d i t quatre

cassons

et le raffiné d i t


233

lumps.—

E l l e n'est b a s é e s u r r i e n . — L ' a d m i n i s t r a t i o n l'in-

t e r p r è t e c o n t r e l'intention p r é s u m é e d e la loi. —

Mauvais

effets d e cette d i s t i n c t i o n . — A u t r e s i n c o n v é n i e n s d a n s son application. —

Nécessité

d e s u p p r i m e r toute

distinction

e n t r e d e s sucres raffinés et e n t i è r e m e n t b l a n c s . — L e g o u v e r n e m e n t était c o n v e n u d e p r o p o s e r cette s u p p r e s s i o n p a r a m e n d e m e n t a u p r o j e t d e loi d e l'an d e r n i e r . — T o u s intérêts se r é u n i s s e n t loi. — Législation

p o u r la r é c l a m e r d a n s

les

la p r o c h a i n e

actuelle p a r r a p p o r t a u r e n d e m e n t . —

C a u s e s q u i l'ont fait p o r t e r à u n taux t r o p é l e v é . — D u r e n d e m e n t v r a i . — F a u x p r i n c i p e d o n t sont p a r t i s les a u t e u r s d e s e n q u ê t e s d e 1834 et d e 1 8 3 8 . — L a mélasse n e p e u t pas être

confondue

a v e c le s u c r e cristallisé.

L'exposé

des

motifs d u p r o j e t d e loi le r e c o n n a î t . — L e p r o j e t d e loi n'est pas c o n s é q u e n t a u p r i n c i p e a d m i s . — D i f f é r e n c e s

notables

entre les e x p é r i e n c e s s c i e n t i f i q u e s

et u n t r a v a i l m a n u f a c t u -

rier. —

du

68

p.

100,

chiffre

réel

rendement

vrai

en

m o y e n n e . — T o u t ce d o n t o n l ' é l è v e r a i t d a n s la loi serait injuste et

impolitique

d a n s toutes les

r e n d e m e n t légal à fixer. —

hypothèses. — D u

H d é p e n d d e l'intérêt d ' e x p o r -

ter. — P r i n c i p e s g é n é r a u x a cet é g a r d .

Exemples

des

autres p e u p l e s . — T a r i f s h o l l a n d a i s et a n g l a i s . — L e u r m o d e de drawback

différent d u nôtre. — R a m e n é à une

échelle

c o m m u n e . — P a r a l l è l e a v e c le n ô t r e . — E x t r ê m e i n f é r i o r i t é d e la raffinerie f r a n ç a i s e p a r r a p p o r t a u d r a w b a c k . — Ses r é sultats d é p l o r a b l e s . — S a n s elle l ' e x p o r t a t i o n a u r a i t d i m i n u é la p e r t u r b a t i o n g é n é r a l e c a u s é e p a r la lutte des d e u x s u c r e s . — O b j e c t i o n tirée d e l ' e x p o r t a t i o n d e M a r s e i l l e en 1838 et 3 9 . — Sa r é f u t a t i o n . — N o u v e l l e p r e u v e tirée d e s d r a w b a c k s h o l l a n d a i s et a n g l a i s q u e le r e n d e m e n t v r a i n e d é p a s s e pas


234 6 8 p o u r 100. — 65 est le chiffre d u r e n d e m e n t à fixer d a n s la l o i , si la s u p p r e s s i o n d u s u c r e i n d i g è n e a l i e u . —

Avan-

tages d e la F r a n c e c o m p a r é s à la p e r t e d u t r é s o r . — d e la s u r t a x e . —

s u c r e i n d i g è n e est c o n s e r v é . — P o u r q u o i . CONCLUSIONS.

FIN

Effet

L e chiffre d e 65 d o i t être le m ê m e si le

DE

LA

TABLE

DES

CHAPITRES.

Page

185

Page

218


DES

COLONIES ET

DE

LA

LEGISLATION

SUR LES

SUCRES.


PARIS. — I M P R I M E R I E Rue

Racine

,

DE 4,

FAIN près

ET

T H U N O T ,

l'Odèon.


DES

COLONIES ET

DE LA LÉGISLATION

SUR

LES PAR

SUCRES,

AMÉDÉE DOCTEUR

EN

HAMON,

DROIT.

PARIS. J O U B E R T ,

L I B R A I R E

- É D I T E U R

RUE DES GRÉS, 14 , PRÈS L'ÉCOLE DE DROIT.

1839.

,


PRÉFACE.

D e p u i s u n a n , des v o i x plus e x p é r i m e n t é e s , q u e la mienne,

ont pris part à

sous sa modeste étiquette,

touche

de l'économie

aux

graves ; mais

politique

et

intérêt p e r s o n n e l , influence q u i J'ai

l'ensemble

plus

vastes

matières

nationaux

plaidé sous domine

à

les

plus

l'influence

d'un

son insu

l'intelli-

un

regard

désintéressé ; j e

d e la F r a n c e et d ' u n e

saine

me éco-

politique p r u d e m m e n t appliquée.

Inconnu , je me

suis jeté dans un pareil

b l â m e r o n t cette h a r d i e s s e et m o n L'expression roide,

savantes

consciencieuse.

porté sur

suis placé a u point de v u e nomie

aux

intérêts

p r e s q u e toutes ont

gence la plus

plus

cette g r a n d e q u e r e l l e , q u i ,

de

ma

pensée

paraîtra

parce q u e j'ai parlé sous

débat ;

plusieurs

inexpérience. quelquefois

l'empire

la m o l l e s s e d u l a n g a g e a c c u s e t r o p s o u v e n t

un

:

la faiblesse de

la

p e n s é e ; e t si j e n ' a v a i s é t é c o n v a i n c u , j e n ' a u r a i s p o i n t Je n'en

ai p a s m o i n s

une

peu

d'une conviction

h u m b l e défiance

pour

mes

é c r i t .

pro-


viij

PRÉFACE.

pres forces,

et si j e m e

t r o m p e , j e ne

demande qu'à

être

é c l a i r é : j e v e u x a v a n t tout le v r a i et le j u s t e . Si m e s

raisonnements

sont v i c i e u x , q u ' o n les n é g l i g e

q u ' o n m'oublie. M a i s j'ai tâché

de préciser dans ce

et

travail

u n e i d é e q u i est d a n s l a p e n s é e d e b e a u c o u p , et p o u r c e l l e là j'attends d e tous u n e f r a n c h e a d h é s i o n : cette i d é e q u e les temps d'hésitation sont p a s s é s , d é l a i s et fixer

des

qu'il

faut sortir

des

vagues

pâles m e s u r e s , se d e m a n d e r o ù l'on m a r c h e ,

u n b u t et y m a r c h e r e n s u i t e d ' u n p a s f e r m e ; cette i d é e

q u ' i l n'y a p i r e c h o s e p o u r u n g o u v e r n e m e n t ,

p o u r des

mi-

n i s t r e s et p o u r u n e c h a m b r e , q u e d e f a i r e d e s l o i s a u h a s a r d et s a n s s y s t è m e , et q u ' i l n'y a p i r e c h o s e p o u r t o u s les i n t é r ê t s matériels o u m o r a u x q u e d'être ainsi d i r i g é s l o n g t e m p s . Ma

faible p a r o l e attirera sans d o u t e b i e n p e u d'attention ;

m a i s j e s e r a i s h e u r e u x si q u e l q u e s - u n s , m i e u x p l a c é s d a n s l a presse o u à la tribune , à

fécondant

ma

pensée,

parvenaient

faire c o m p r e n d r e ce q u ' i l y a d e g r a v e d a n s la

situation,

d e p é r i l l e u x d a n s l ' i n e r t i e , et c o m b i e n il i m p o r t e d ' a r r i v e r , p a r u n e discussion sérieuse, à r é g l e r d'une m a n i è r e les g r a n d s intérêts

définitive

compromis.

P u i s s e l a C h a m b r e , a u l i e u d e ces lois d ' e x p é d i e n t q u i p r o longent

l'agonie,

donner

une

d e ces

p r é p a r e n t et q u i s a u v e n t l ' a v e n i r !

12 Juillet 1839.

décisions

larges

qui


DES C O L O N I E S , ET

BE

L A LÉGISLATION

SUR L E S

SUCRES.

INTRODUCTION. Les c h a m b r e s ont m a r c h é a u h a s a r d , et l e m a l s'est p r o d u i t ; nécessité p o u r les C h a m b r e s d ' a r r ê t e r u n système.

Depuis vingt ans les Chambres ont, à de fréquentes reprises, agité la question des sucres et les intérêts économiques de nos colonies. D e nombreuses ordonnances ont été rendues; de nombreuses lois votées. L e s législateurs étaient animés des meilleures i n tentions; leurs débats dirigés par des h o m m e s é m i nents ; les saines doctrines de l'économie politique se propageaient de jour en jour dans les Chambres. E t cependant, chaque fois qu'on a touché aux inté I


2 rêts coloniaux, et particulièrement à la question des sucres , le mal s'est a g g r a v é ; les difficultés sont devenues plus compliquées et plus menaçantes. E t cela, parce que le gouvernement et les C h a m bres ont toujours agi sans système , cédant à l'influence de faits transitoires et de réclamations intéressées et aveugles ; Parce qu'au lieu de s'élever au-dessus des faits accidentels, et de porter sur l'avenir une vue large pour reconnaître un but et diriger de ce côté les faits et les lois, gouvernement et Chambres se débattaient péniblement au milieu des faits eux-mêmes. D e ce qui devait être remède le mal est sorti ; les choses ont été amenées à un point où il est impossible de rester stationnaire , et où il semble également dangereux d'avancer ou de reculer. Dès avant la r é v o l u t i o n , l'absence de système, la facilité trop grande à céder à des réclamations criardes, produisirent les mêmes inconvénients. Je citerai un exemple bon à méditer. En 1 6 8 2 nos colonies approvisionnaient de sucre la métropole et une partie de l'Europe. Les raffineurs demandent que la réexportation du sucre brut soit interdite , afin que les usines étrangères ne profitent point de la main-d'œuvre du raffinage. — Obtenu. Maîtres du m a r c h é , les raffineurs font baisser le prix du sucre brut. L e s colonies se plaignant de leur ruine, veulent raffiner elles-mêmes. — Obtenu. L a matière du fret se trouvant réduite, les navires ont peine à trouver leur chargement ; le taux du fret baisse; au bout d'un an cinquante et quelques vaisseaux


3 —

demeurent sans emploi. Les armateurs se plaignent. — On grève d'un droit de 8 liv. par quintal ordinaire l'importation du sucre raffiné , ce qui équivalait à une prohibition. Alors le prix du sucre brut s'avilit de nouveau ; la production est découragée. E n 1 6 8 4 , il fallut rétablir les choses sur l'ancien pied; mais pour indemniser les raffineurs du d o m m a g e qu'on était censé leur faire en rendant au commerce la faculté de vendre au dehors les sucres bruts, on créa le monopole des raffineries existantes par défense d'en établir de nouvelles, et on donna 9 fr. de prime par quintal ordinaire de sucre raffiné exporté. Ainsi, pour avoir agi au hasard, sans examen des faits, sans calcul des conséquences, pour avoir cédé une première fois aux réclamations des raffineurs , on blessa les colonies; pour satisfaire les colonies on blessa les armateurs; il fallut défaire indirectement pour eux ce qu'on venait de faire pour les colonies. Blessées de nouveau, celles-ci r é c l a m è r e n t , et après deux ans de tergiversations dans les lois et de perturbations dans les faits et dans les intérêts, il fallut revenir à l'ancien état de choses. Mais on avait créé des droits quasi-acquis, et de là sortirent, avec le monopole des raffineries, les primes à l'exportation, et dès lors aussi les querelles pour le rendement. L e s variations du système colonial rempliraient d'ailleurs une longue et déplorable histoire ; mais toutes ces hésitations pouvaient se pardonner alors : on n'avait ni la science ni l'expérience. Il n'en est plus de m ê m e aujourd'hui ; les Chambres


— 4 — seraient coupables de ne point appliquer l'une et de ne point tenir compte de l'autre. V o y o n s cependant c o m m e n t elles ont conduit l'un seulement des intérêts coloniaux , celui qui se rattache à la production du sucre. La révolution , les guerres maritimes, le blocus continental , la prise de nos colonies par les Anglais , la rupture complète des relations entre la France et les colonies , avaient fait pour les intérêts coloniaux une sorte de table rase. Dès lors , avec un système bien arrêté, des vues larges sur l'avenir, on pouvait éviter tous les embarras et toutes les ruines qui se produisent aujourd'hui, qui se produiraient lors m ê m e que la fabrication du sucre indigène n'existerait point en F r a n c e , et qui continueraient à se produire quand m ê m e cette fabrication serait tuée par nos lois. Il fallait ne point s'émouvoir de quelques accidents économiques, et résister aux exigences irréfléchies des colons qui voulaient vivre vite et au jour le j o u r . L e commerce et la prospérité coloniale se seraient peut-être développés plus lentement d'abord , mais aussi plus sûrement et d'une manière durable. L a g é nération présente jouirait déjà de la prospérité que les générations futures connaîtront seules, après avoir enterré les morts du système protecteur. Mais les Chambres ont marché au hasard ; les difficultés ont grandi. Sous l ' E m p i r e , le sucre étranger payait des droits énormes de 3 et de 400 francs par 100 k. A l'avènement de la Restauration , la France consommait 7 millions de k. et le sucre se vendait 6 fr. la livre.


5 —

L'ordonnance du 23 août 1 8 1 4 ouvrit nos ports aux sucres de toutes provenances. U n droit de 40 fr. portait sur le sucre colonial français , ou étranger , droit purement fiscal. Notre commerce maritime prit un rapide essor , le prix du sucre baissa , la consommation augmenta. Les colonies se plaignant de la concurrence du sucre étranger, demandèrent une protection. L a loi de 1 8 1 6 fixa le droit sur le sucre des colonies à 45 fr., sur le sucre étranger à 70 fr., surtaxe de 2 5 fr. U n e fois engagées dans ce système , les colonies comptèrent sur la protection indéfinie, et, au lieu d'améliorer leur fabrication , s'occupèrent à l'étendre. E n 1820 , l'étranger nous vendait encore 7 millions de k. L e s colonies demandèrent une élévation de la surtaxe; elle fut portée à 3o fr. Cependant les étrangers fournissaient encore 3 m i l lions de k. L e s prétentions des colons croissant avec la docilité de la législature , ils voulurent tenir de la loi leur fortune toute faite , et lui demandèrent ce qu'ils n'auraient dû demander qu'à eux-mêmes et à leur travail. L a surtaxe sur les sucres étrangers fut portée à 50 fr., et avec le décime 55 fr., par la loi de 1 8 2 2 . Pendant que l'intérêt du colon entraînait le législateur dans la voie de la surtaxe, les intérêts unis de ce m ê m e colon et du raffineur l'entraînaient aussi dans la voie des primes. De 1 8 1 6 à 1 8 2 2 , les primes à l'exportation des sucres raffinés furent successivement élevées. E n 1 8 2 2 , sous l'influence de quelques esprits supérieurs , les Chambres remplacèrent la prime par


6

le drawbach, importante conquête d'un principe. Malheureusement l'ordonnance de 1 8 2 3 fixa le rendement à 4 ° pour cent; les produits secondaires du raffinage, lumps , vergeoises, mélasses, se trouvèrent alors rester en France exempts de droits. L e s colonies se plaignirent : 1° de ce qu'on laissait aux raffineurs , pour l'exportation, le choix entre leur sucre et le sucre étranger ; 2° de ce qu'une partie des produits secondaires étrangers restaient en France exempts de droits. P o u r faire justice à cette deuxième plainte qui seule était fondée , sans abandonner le drawbach, il suffisait de rectifier le rendement. D'autant plus exigeantes qu'on leur cédait plus i n génument, les colonies mettaient en avant cette prétention nouvelle que, non-seulement on leur devait exclusivement le marché français, mais en outre qu'on devait leur ouvrir le marché étranger : 1° en leur rendant à l'exportation le droit payé à l'importation ; 2° en leur payant la différence entre le prix de revient de leur sucre et le prix de revient du sucre étranger, pour que, désintéressées, elles pussent livrer à l'étranger au prix normal du sucre étranger. A i n s i , le colon disait au gouvernement : L e sucre vaut 3 ; on en trouve sur tous les marchés à 3 , j e veux 5 du mien ; arrangez vos tarifs pour que je les obtienne, et en m ê m e temps pour que je vende partout et tout ce que j e produirai. L e trésor et le consommateur se cotisèrent et se partagèrent les sacrifices. L e colon retira d'abord régulièrement le prix normal de 3 , valeur réelle , seul qu'on lui eût payé librement. Quant au supplément de 2 , il le trouva : s'il vendait au Français, c'était le


— 7 — Français q u i , outre le prix de 3 , payait le supplément de 2 ; s'il vendait à l'étranger, celui-ci payait le prix de 3 , le trésor français payait le supplément de 2. Dès lors , le colon avait l'art de faire beaucoup de bruit et de grouper les chiffres de manière que le plus clairvoyant n'y comprit rien. Or à des gens qui crient et qui groupent les chiffres, que voulez-vous que puisse répondre une chambre sans système, toujours prête à osciller au jour le jour? L e drawbach fut supprimé; une prime de 120 fr. fut allouée à l'exportation du sucre raffiné, sans distinction de provenance de la matière première. On ne raffina plus dès lors pour l'exportation que du sucre français, et cette prime , déjà exorbitante, se trouvait encore augmentée par l'allocation d'une tare de 4 p . 0/0, c'est-àdire qu'au lieu de payer la p r i m e sur le poids n e t , on la payait sur un poids brut dans lequel on permettait de comprendre 4 p. 0/0 de papier et de ficelle; de sorte qu'en réalité la prime de 1 2 0 fr. était allouée pour l'exportation de 9 6 kilog. raffinés, o u , si l'on veut, 100 kilog. raffinés recevaient 125 fr. de prime. Pendant que les producteurs coloniaux étaient ainsi enrichis aux dépens du trésor et des consommateurs français, les producteurs français se crurent en droit à leur tour d'exploiter l'exclusif contre les colonies. T o u jours bienveillants , m ê m e dans leurs inconséquences , le gouvernement et les Chambres resserraient de plus en plus le r é g i m e de l'exclusif. L e s colonies, depuis 1 8 1 4 , n'y avaient été replacées que peu à peu ; il fut définitivement rivé sur elles par l'ordonnance de 1 8 2 6 . L e s colons payaient plus cher ce qu'ils nous achetaient; mais c o m m e ils vendaient deux fois plus cher


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ce qu'ils nous l i v r a i e n t , en considération du bénéfice net ils se préoccupaient peu des chiffres bruts. A y a n t bien t r a v a i l l é , les C h a m b r e s se reposèrent. L a p r o d u c t i o n m é t r o p o l i t a i n e , d é t o u r n é e d e ses d é bouchés naturels, s'engagea dans un d é b o u c h é restreint et factice , e t les colons , se v o y a n t un débouché f o r c é m e n t assuré aux dépens du trésor et du c o n s o m m a t e u r , c h e r c h è r e n t , n o n plus à p r o d u i r e a bas p r i x , mais à beaucoup p r o d u i r e à tout p r i x , dans la b o n n e ou dans la mauvaise terre , avec des capitaux e m p r u n tés à de bons ou d e lourds intérêts ; allant à l'aventure, et c o m p t a n t bien , au p r e m i e r d a n g e r , r e t r o u v e r les C h a m b r e s toujours dociles et t r o m p é e s . E t , sous cette p r o t e c t i o n , la b e t t e r a v e , à laquelle o n ne pensait plus , se d é v e l o p p a dans l ' o m b r e , g e r m e fécond d e perturbations nouvelles et profondes. E n 1 8 2 7 et 1 8 2 8 survient dans les prix une l é g è r e hausse; les raffineurs se p l a i g n a n t q u e la p r i m e n'est plus suffisante , veulent recourir au m o y e n o r d i n a i r e , l ' a u g m e n t a t i o n d e cette p r i m e par une l o i . L e ministre consulta cette c o m m i s s i o n d'enquête qui eut des vues si sages et d e si sagaces instincts, et q u i déjà la p r e m i è r e se préoccupait d e la betterave , oubliée d e tous. L a commission d e m a n d a le retour au d r a w b a c h : « C'est assez d e garantir aux colonies l e marché français , disait-elle; nous ne leur devons p o i n t le m a r c h é étranger. » A u c u n e loi ne fut portée , la protection était assez é n o r m e , le c o n s o m m a t e u r p a y a i t assez d e surtaxes , le trésor assez d e p r i m e s , et l e législateur avait amassé pour l'avenir assez de difficultés.


— 9 — Cependant les primes augmentaient rapidement ; elles arrivèrent, en 1 8 3 2 , à 19 m i l l i o n s , sur lesquelles 11 étaient une restitution de droits payés, 8 un pur cadeau de la main à la main fait aux colons et aux raffineurs. U n état de choses si d o m m a g e a b l e éveilla l'attention ; les colons e u x - m ê m e s se résignèrent à le voir cesser; la Chambre abolit la p r i m e et rétablit le drawbach sur un rendement de 7 0 p . 070. T o u t e f o i s , elle laissa subsister encore quelques primes additionnelles plus ou moins déguisées : la tare de 4 p. 0/0 fut maintenue; les mélasses reçurent, à l'exportation, une p r i m e de 12 fr. par 1 0 0 kilog.; la fixation du rendement à 7 0 était trop faible. Éclairée par l'expérience et aussi par la science qui s'infiltrait en elle, la Chambre paraît un instant vouloir suivre un système de sage réaction : elle poursuit la p r i m e partout où elle se réfugie. Successivement la tare est réduite de 4 à 2 p . 1 0 0 , puis supprimée; la prime sur les mélasses est abolie ; le rendement est élevé à 7 5 . Nous devons faire une remarque sur cette élévation du rendement : par suite du prix excessif des sucres coloniaux, la raffinerie ne travaillait alors pour l'exportation que du sucre étranger. L'élévation du rendement ne pouvait nuire qu'aux raffineurs, et devenait utile aux colonies. L e conseil des délégués demanda cette mesure , et M . Charles D u p i n , dans le compte par lui rendu des travaux du conseil , se félicite de l'avoir obtenue ( 1 ) . (1)

Défense des intérêts

coloniaux

confiés

Compte: r e n d u p a r M . C h a r l e s D u p i n . 1838.

aux délégués.


— 10 — Cependant les souffrances commencèrent aux colonies , et au m ê m e instant l'active concurrence de la betterave les menaçait de ruine. Depuis 1 8 2 8 on parlait vaguement d'impôts futurs sur le sucre indigène : presque tout le m o n d e acceptait le principe pourvu que l'application fût ajournée. E n 1833 un ministre prévoyant demanda l'impôt de 5 fr., proposant d'augmenter également de 5 fr. l'impôt sur le sucre colonial. L a protection de 4 9 , 5 0 subsistant toujours pour l'industrie française, elle eût été peu fondée à se plaindre ; cette protection n'étant point a u g m e n t é e , les colonies aussi n'avaient point à se plaindre. L e s dépenses de perception eussent presque absorbé ce faible i m p ô t ; mais le principe eût été conquis; mais l'impôt eût été facilement organisé sur un petit n o m bre de fabriques et sur une production peu d é v e l o p p é e ; un avertissement salutaire eût été donné aux industriels, on n'eût point laissé g e r m e r des intérêts factices; le point de départ a d m i s , la perception o r ganisée , il eût été facile d'élever graduellement l ' i m pôt jusqu'à un chiffre n o r m a l et de juste équilibre avec la taxe sur le sucre colonial. Suivant les allures tracées par leurs rivaux des c o lonies, les fabricants indigènes songèrent à nourrir les illusions , à capter la sensibilité d'un législateur qui se laissait guider par de belles promesses et non par des principes et des faits. L a betterave raisonna plante sarclée, industrie ménagère, et finit par l'argument d'usage : « V o u s avez p r o t é g é la canne , vous devez nous protéger aussi. » O n la protégea d o n c ; l'impôt fut ajourné.


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1

Les sucreries se multiplièrent , on planta la betterave dans la bonne et dans la médiocre terre ; on emprunta des capitaux à de bons ou de lourds intérêts ; on se pressa , on se poussa ; quelques-uns firent faillite , beaucoup se mirent dans la nécessité de faire faillite plus tard , mais en attendant réalisaient des bénéfices, sauf à parler plus tard droits acquis. Cependant les colonies jetaient de hauts cris , les recettes du trésor diminuaient, le mal croissait : la nécessité d'un impôt sur le sucre indigène fut reconnue ; le gouvernement présenta un projet en 1836. E n 1833 l'exercice eût pu être appliqué facilement à une centaine de fabriques; en 1836 les intérêts groupés autour de 4 ou 500 fabriques étaient assez forts pour résister. Ils repoussèrent l'exercice ; les modes de perception successivement proposés par le ministère et par la commission de la Chambre furent jugés vexatoires , et la loi ne fut point discutée. L e malcroissait toujours. N'osant plus parler d ' i m p ô t , le gouvernement l'année suivante proposa un dégrèvement de 2 2 fr. sur les sucres des colonies. C'était atténuer le mal présent, mais c'était aussi, par une prolongation d'immunité pour la betterave, accroître la difficulté de l'imposer plus tard; c'était diminuer énormément la taxe en avouant qu'il faudrait la réaugmenter quand on imposerait le sucre i n d i g è n e ; c'était amener ainsi dans les tarifs une oscillation nuisible à toutes les opérations régulières , et dont quelques spéculateurs peuvent seuls profiter. Au premier abord c'était aussi mettre le trésor en souffrance; mais M . Duchâtel, qui cherchait à éluder


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les difficultés de la situation économique , était trop intelligent, trop dévoué aux intérêts de son ministère pour aggraver les dommages dejà soufferts par le trésor. Acceptant de vagues adhésions données par les colonies, il proposa de réduire à 15 fr. la surtaxe des sucres étrangers. Beaucoup de sucre étranger fût entré en France, le trésor eût puisé de ce côté ce qu'il perdait de l'autre; mais que fût-il arrivé? On paraissait m é n a g e r la betterave en refusant d e l'imposer, et on la faisait souffrir par le dégrèvement et par l'abaissement de la surtaxe. On paraissait satisfaire les colonies par le dégrèvement , et on les faisait souffrir en introduisant le sucre étranger. L a canne et la betterave se plaignaient de se faire déjà trop de concurrence dans un débouché restreint, et l'on appelait un troisième concurrent. L e drawbach uniforme également proposé , retour volontaire à de vieilles difficultés vaincues, devait être pour les colonies un vain palliatif, ou s'il eût été pour elles efficace, il devenait ruineux pour le trésor. Parce que Chambre et gouvernement n'osaient franchement aborder la situation, parce qu'on avait peur de résoudre, on se bornait à faire osciller un chiffre au lieu d'arracher le mal à sa racine. On faisait souffrir tout le m o n d e , sans songer à tirer parti de ces souffrances pour la santé à v e n i r ; et toutes les difficultés restaient. Avant la discussion du projet, le ministère fut remplacé. L e nouveau ministre des finances n'osa point appor-


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ter un nouveau projet; mais comprenant l'urgence d'un i m p ô t sur le sucre i n d i g è n e , il eut l'adresse de l'insinuer, et l'insinuation ayant été acceptée, il soutint franchement le principe. Mais déjà depuis plusieurs années, dans cette question , les ministres , au lieu de diriger les Chambres , hésitaient et s'en remettaient à elles du soin de débrouiller ce qu'il fallait. U n député qui , dans deux discussions importantes, a montré ce que peut une courageuse persévérance et un esprit de décision au milieu de Chambres indécises, proposa l'impôt et l'exercice. L a Chambre accepta l'un et l'autre. Dès lors aussi commencèrent les souffrances des fabricants indigènes , et les souffrances des colonies ne furent point diminuées. Chaque pas dans les voies de la protection avait accumulé des germes de m a l , et chaque pas fait par les Chambres pour apporter un r e m è d e , faisait éclater ces douloureux germes. L a législature et le gouvernement parurent bientôt troublés de leur ouvrage. L e s uns crurent avoir trop fait, les autres pas assez. Comprenant toujours que la Chambre n'avait point de système et n'avait rien décidé pour l'avenir, les intérêts opposés se mirent à la tirailler en tous sens. A u lieu d'examiner la question , d'arrêter une marche rationnelle à suivre, on pensa c o m m e toujours aux expédients dilatoires : on parla de d é g r è v e m e n t ; mais quand il n'y a point de but et qu'on ne sait où l'on marche, un pas insignifiant devient une chose grave parce qu'il peut tout compromettre. L e gouvernement n'osa rien en l'absence des Cham-


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bres. L a crise politique ajourna toutes les affaires; et le nouveau ministère qui comprend trois h o m m e s de talents spéciaux ayant en divers temps montré une profonde intelligence de la question , le nouveau m i nistère n'osant toucher aux racines du m a l , dans les derniers jours d'une session avortée , a remis aux C h a m bres , sans doute en gémissant, un projet qu'il n'a point fait, à la bonté duquel il ne croit guère, et qui ne terminera rien parce qu'il tourne c o m m e toujours dans le cercle vicieux du passé : dégrèvement énorme qui tuera l'industrie indigène et soulagera peu les colonies ; abaissement du rendement défaisant, aux acclamations des colons et des fabricants du nord , ce qu'avait obtenu le conseil des délégués ; retour à la p r i m e déguisée , depuis cinq années pourtant traquée par la Chambre dans toutes les lois ; taxe , rendement, p r i m e , trois pointes d'un triangle hors duquel il semble qu'il n'y ait point de salut et dans lequel on ne trouvera jamais de solution. E t cependant les souffrances se multiplient; L e s plaintes s'aigrissent et s'exagèrent ; L e s espérances et les ambitions se montent en proportion des hésitations du pouvoir ; L e s colons crient ; L e s négociants des ports crient; L e s armateurs crient; L e s raffineurs crient ; L e s manufacturiers qui vendent aux colonies se plaignent ; La betterave est eh émoi ; L'agriculture se lamente; Les conseils généraux font des vœux pour la bette-


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rave; les chambres de commerce des villes maritimes pour la canne : Tousces intérêts divers pétitionnent, et cherchent à soulever de nouveaux intérêts pour se les allier. L a canne ameute les vins ; la betterave ameute les ouvriers dont elle augmente les salaires. Les arrondissements, les communes se divisent. Dunkerque p é t i tionne pour la canne, et sa banlieue pour la betterave; et chacun exagère de mieux en mieux , et leurs exagérations passées les obligent à en faire de nouvelles ; ils savent qu'on rabat 5o pour 100 de leurs discours , e t , quand ils veulent faire comprendre 5 0 , ils sont obligés de dire 1 0 0 , c o m m e les marchands de papier-musique marquent 6 ce qu'ils vendent 4. A travers d'incroyables divagations chacun songe à frapper fort plutôt que juste ; l'expérience du passé dit : Frappez , et , sans demander qui vous êtes, la Chambre ouvrira. L e s Chambres et les intérêts ont été imprévoyants; la canne dit : Vous avez eu tort peut-être de nous protéger, mais il y a des droits acquis; puis elle dénombre ses hectares , ses capitaux , les emprunts qu'elle a faits, les pertes qu'elle endure, les vaisseaux qu'elle emploie et ceux qu'elle n'emploie pas. L a betterave faisant le m ê m e raisonnement d é nombre aussi ses hectares, ses capitaux , les machines qu'elle a achetées , et celles qu'elle aurait pu acheter, les contributions qu'elle paye et celles qu'elle ne paye pas. E t le gouvernement étonné se demande s'il est bien vrai qu'il ait enfanté tout cela par ses lois. L a canne parle contrat à rompre ou à ne p a s


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rompre ; c'est là son p r o g r a m m e de l ' H ô t e l - d e - V i l l e ! I l y en a qui menacent la France d'une séparation violente, sans doute au profit de 3 o o , o o o n o i r s , au milieu desquels s'agitent quelques milliers de blancs. La betterave aussi a inventé son contrat de 1837 , et en demandant privilége , parle de liberté. Puis la canne et la betterave secouant le pouvoir c o m m e deux plaideurs un arbitre, concluent in extremis, à ce qu'il lui plaise indemniser et acheter leurs usines , terres , noirs et machines, qu'il faudrait prendre encore sans doute à déclaration de valeur par les intéressés. Puis tous ces intérêts groupent des chiffres si forts et si menus , si bien entortillés les uns dans les autres, que personne n'y comprend plus r i e n , et que désespérant d'arriver à la vérité , les meilleurs esprits, fatigués, plutôt que de la chercher e u x - m ê m e s , se disent: La canne prétend 6 , la betterave 2 : soit fait par la1/2; mettons 3 , arrivera que pourra ! A u milieu de ce pêle-mêle d'exagérations , de d o u leurs réelles et de douleurs supposées, la Chambre adoptera-t-elle les expédients qu'on lui propose ? Alors rien ne sera fini ; la discussion législative r e c o m mencera l'année prochaine , si toutefois la politique le permet. La question des sucres a toujours mis en jeu le syst è m e colonial entier; mais la Chambre ayant peur de se prononcer , après une discussion générale, en venait à des conclusions partielles, et pour éviter une fois une discussion approfondie, se mettait sur les bras d'interminables discussions à venir. E t il faudra pourtant que la Chambre en vienne à


— 17 — ce travail définitif, devant lequel elle semble reculer. C'est elle qui, par ses concessions imprudentes, a nourri le mal ; à elle de le détruire, et si la tâche est p é n i b l e , elle ne se la facilitera point en fermant les yeux. O h ! si une fois toutes les plaies de la situation étaient profondément sondées par tant d'esprits éclairés qui sont dans les C h a m b r e s , si les faussetés du système colonial étaient impitoyablement mises à jour, si les remèdes étaient indiqués d'une main f e r m e , la Chambre que ses discussions économiques font si grande et si savante dans le Moniteur, et dont l'instruction , sous ce rapport, est bien plus avancée que celle de la masse en F r a n c e , la Chambre comprendrait et agirait. Si des ministres, s'élevant au-dessus de faits accidentels, au-dessus du nuage des petits intérêts, montraient clairement le but à atteindre, non parce que les intéressés l'ont demandé , mais parce qu'il est b o n ; si ces ministres commençaient dès lors à diriger les choses de ce côté ; s'ils parvenaient à associer les Chambres , ne fût-ce que par une adhésion morale, au système qu'ils auraient produit, s'ils parvenaient à faire passer dans la masse des intéressés la conviction que ce but sera atteint malgré leurs exagérations et leurs clameurs nouvelles ; alors il y aurait un immense résultat, quand m ê m e aucun vote de chiffres ne suivrait cette discussion approfondie , cette manifestation d'un principe. Alors la source des difficultés serait tarie ; il n'y aurait plus qu'à liquider avec le temps les difficultés présentes. 2


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Alors la discussion principe, la discussion de système , celle qui engage l'avenir , étant une fois vidée , d'ici à 8 ou 10 ans, quand les mesures de transition viendraient à se produire aux Chambres , il n'y aurait plus qu'à discuter sur l'opportunité d'application d'une mesure déjà jugée bonne et convenue d'avance. T o u t se bornerait à introduire un article ou quelque amendement dans une loi de douanes ou dans la loi annuelle des finances ; travail d'une séance ou d'une d e m i séance , toujours possible en temps utile, pourvu qu'il y eût 23o m e m b r e s pour voter la mesure et pour la présenter au ministre parlementaire ou non-parlementaire , définitif ou intérimaire. Alors nous ne verrions plus les intérêts économiques rester en souffrance des mois entiers parce qu'une crise politique sera venue à la traverse, et nous ne verrions plus les crises politiques avorter parce que les intérêts matériels auront pesé sur elles de tout le poids de leurs inquiétudes ou de leurs i m patiences. L a route serait tracée , la mesure connue , l'instant prévu ; pour avancer un j a l o n nouveau d'année en année , tout h o m m e et toute situation vaudraient. Si cela é t a i t , les intérêts une fois j u g é s s'apaiseraient forcément; quand ils verraient leurs cris inutiles, ils ne crieraient plus; leurs exagérations dévoilées, ils n'exagéreraient plus ; leurs inimitiés sans fruit, ils cesseraient cette lutte déplorablement aigrie. Ils s'accoutumeraient à cette pensée qu'ils doivent attendre leur prospérité du travail , de l'industrie, des perfectionnements réguliers , du sage emploi des avantages


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naturels de positions économiques , et non plus des erreurs et des protections malheureuses d'un législateur q u i , désormais , ne veut plus être séduit ni trompé. L ' é m e u t e industrielle calmée , les sages , les habiles seconderaient l'impulsion qui pourrait être donnée par la législature , pensant bien qu'à ceux-là surtout seraient les bénéfices , qui s'y engageraient les p r e miers. U n mauvais plan suivi par les Chambres ferait un mal moins général que l'absence de tout système ; un plan médiocre guérirait bien des maux; et si la Chambre adoptait une ligne de conduite vraiment bonne et rationnelle , avant quinze ans nos embarras actuels seraient de l'histoire , une prospérité nouvelle se d é ploierait. Si les Chambres continuent leurs hésitations funestes , si elles n'osent prendre un parti, si elles reculent par ennui d'examiner, si elles temporisent, qu'y aurat-il dans quinze ans ! L a temporisation , quelquefois utile en diplomatie politique, est toujours fatale dans les intérêts matériels ; car les faits n'attendent pas , ils se pressent ; et quand le temporisateur veut a g i r , il ne trouve plus les choses où il les a laissées, il faut qu'il tienne compte des faits. Après tant de délais et tant de fautes , il y a m a i n tenant nécessité pour les Chambres d'arriver, par une discussion sérieuse aujourd'hui ou plus tard, à déterminer enfin d'une manière nette le but vers lequel on doit marcher. Je tâcherai, dans le travail qui va suivre, de complé-


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ter , d'expliquer par des faits et par des chiffres la démonstration de cette vérité de bon sens : Que le mal pour le passé est venu surtout de l'absence de tout système, et que le seul remède pour l'avenir est d'arrêter aujourd'hui un plan de c o n duite. J'essaierai d'entrevoir ce qu'il faudrait faire, et de montrer c o m m e n t un premier pas ne serait point difficile. Mes chiffres, on pourra les vérifier; ce ne sont point des chiffres de fantaisie, mais extraits des documents ciels, et principalement : Notice statistique des colonies ; Etats de commerce des colonies ; Statistique générale de la France , territoire , p o pulation , commerce extérieur ; Archives statistiques du ministère du commerce en 1 8 3 5 ; Tableau décennal des douanes ; Tableau du commerce d e la France en 1 8 3 7 , etc. Mes raisonnements , on pourra les contester, non ma bonne foi : j e ne suis fabricant ni colon , n'ai parents ni intérêts dans l'une ou l'autre industrie ; je ne suis l'avocat officiel ou officieux, flatté ni payé par la canne ou la betterave, mais seulement un de ceux aux convictions fortes, naïves si l'on veut ; un de ceux , qui croient « qu'on ne fait un peu de bien qu'en en voulant beaucoup. » L e s mesures que j e demande ne satisferaient dès a présent ni l'une ni l'autre industrie, mais j e les crois bonnes. J'ai de la justice pour les colonies, de la s y m -


2 1

pathie pour l'industrie indigène, mais point une s y m pathie aveugle. Je ne cherche à plaire aux uns ni aux autres ; j e dirai ce qui m e paraîtra vrai et juste.


QUESTION COLONIALE.

L a question coloniale présente une double difficulté : 1° Abstraction faite de l'existence du sucre indigène, le système colonial produit des effets mauvais; la situation commerciale des colonies présente des d o u leurs déclarées, des germes de douleurs nouvelles , et de graves dangers pas assez médités. Je tâcherai d'entrevoir quels remèdes sont nécessités , seraient nécessités par cette situation , indépendamment de l'existence du sucre indigène. 2 ° J'examinerai séparément cet élément nouveau , je verrai ce qu'il apporte de complication dans la question coloniale. Ainsi donc, pour parler des colonies, j e m e soustrais d'abord à l'influence de toute sympathie pour l'industrie nouvelle. Ce que j'aurai trouvé de


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vrai restera v r a i , soit que l'on tue ou que l'on protége les fabricants du nord. E t si la fabrication indigène réclame telle mesure que demandait précisément la position propre des c o lonies , j e pourrai la proposer plus impartialement et c o m m e doublement nécessaire.


CHAPITRE

D U Les colonies

SYSTÈME

er

I .

COLONIAL.

s o n t elles u t i l e s :

1° S o u s le r a p p o r t d u c o m m e r c e d i r e c t ? — N o n . 2" S o u s le r a p p o r t f i n a n c i e r ? — N o n . 3° S o u s le r a p p o r t d e l a n a v i g a t i o n m a r c h a n d e et d e l a m a r i n e militaire? — D i r e c t e m e n t ,

non.

4° S o u s le r a p p o r t p o l i t i q u e ? —

Oui.

§ I. L e système colonial est une plaie pour notre prospérité commerciale. I l repose sur une double prohibition : en principe les colonies n'achètent qu'à la F r a n c e , et ne peuvent vendre leurs produits qu'à la France, obligée de les acheter de préférence aux similaires étrangers. Je m e pose franchement dans le principe sagement appliqué d'une prudente liberté commerciale. I l


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n'entre point dans mon sujet de donner ici mes raisons; j e rappellerai seulement deux vérités utiles à l'intelligence de la discussion qui va suivre. 1° U n e nation ne peut régulièrement payer les produits qu'elle achète qu'avec ceux qu'elle vend. R e fuser d'acheter d'une nation , c'est la mettre dans l'impossibilité de nous acheter à son tour. A part quelques situations anormales et quelques crises m o m e n tanées , les exportations d'une nation régulièrement assise sont toujours à peu près en proportion égale avec ses importations ( 1 ) . On ne vend que pour avoir—de l'argent, si l'on veut, mais pour employer cet argent à acheter des denrées autres que celles qu'on a vendues. Quand on achète beaucoup à l'étranger, on lui vend beaucoup ; voilà le bénéfice nécessaire de la liberté commerciale. Restreindre son achat, c'est restreindre sa vente; alors pour quelques industries protégées, beaucoup sont arrêtées dans leur d é v e l o p p e m e n t , et le consommateur paye tout plus cher : voilà le résultat des prohibitions commerciales. 2 ° Créer une industrie factice , obliger le consommateur à payer 1 0 à un producteur indigène ce qu'il payait 5 au producteur étranger, cela s'est appelé pendant longtemps faire un acte national, affranchir son pays d'un tribut payé à l'étranger. Cependant lorsqu'il payait ce tribut, le consommateur avait pour 5 sous ce qu'il lui fallait de la d e n r é e , et il lui restait 5 autres sous pour satisfaire à d'autres (1)

A i n s i , en

1838,

commerce spécial,

la F r a n c e a

p o r t é 6 5 7 m i l l i o n s d e v a l e u r , et a e x p o r t é 6 5 8 m i l l i o n s .

im-


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besoins ; vous aurez beau lui dire qu'il doit se trouver heureux, que vous l'avez affranchi d'un tribut, en fait il n'en sentira r i e n , et s'il calcule il n'en croira rien. Acheter de n'importe q u i , mais au meilleur marché , voilà la théorie de ce consommateur qui en d é finitive est tout le m o n d e . L'en empêcher, de quelques beaux noms qu'on voile la chose , c'est m e t t r e impôt sur sa bourse, un impôt lourd sur la bourse de tous , au très-petit profit de quelques-uns. Dans les principes de l'économie politique p u r e , les systèmes protecteurs sont mauvais. L ' é c o n o m i e politique appliquée reconnaît deux exceptions en laveur de telle industrie qui peut être jugée nécessaire à la défense du p a y s , ou lorsqu'il s'agit d'une industrie nouvelle, que nous avons la certitude d'amener à bien sur notre s o l , et dont il faut seulement appuyer les premiers pas. Ces idées générales posées, apprécions le système colonial qui n'est qu'une recrudescence des systèmes protecteurs. Rappelons en commençant ce principe , qu'il faut admettre c o m m e vrai pour les colonies de m ê m e que pour tous les pays étrangers : tout l'avantage du c o m merce fait avec elles résulte de ce qu'on en reçoit, non de ce qu'on y envoie. S i , quand nous envoyons aux colonies une valeur de 4 , elles nous rendent une valeur de 2 , il est clair que nous y perdons, et que plus nous enverrons plus nous perdrons. N e nous laissons point éblouir par la masse de nos exportations aux colonies ; examinons la réalité.


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Abstraction faite de ce qu'elles nous enverront en échange, nous n'avons aucun avantage à vendre aux colonies. S'il s'agissait d'une compagnie p r i v i l é g i é e , ayant le monopole du c o m m e r c e de la colonie, et l'obligeant à prendre ses produits à un prix élevé qu'elle fixerait e l l e - m ê m e , elle pourrait en retirer un bénéfice certain ; mais le commerce colonial est o u vert à tous nos marchands à l'exclusion seulement des marchands étrangers; la m ê m e concurrence de tous les marchands français qui réduit les prix sur le m a r ché intérieur, agit donc aussi pour les réduire sur le marché colonial. L e marchand ne vend pas plus cher au colon qu'à l'indigène ; il ne retire donc aucun gros bénéfice de son commerce avec le colon, mais seulement le bénéfice ordinaire du commerce. M a i s , dit-on , les colonies fournissent un débouché nécessaire à la métropole ? Cela n'est vrai que relativement ; pour certaines productions que rien d'ailleurs ne nous oblige à faire, oui ; pour la métropole en g é néral , non. P o u r produire ces 5o millions que nous leur envoyons , il faut l'emploi d'un capital, disons de 1 m i l liard ; supposons l'anéantissement des colonies , nous n'avons plus le débouché de ces 5o millions , nous cessons de les produire ; mais notre milliard ne restera point enfoui dans les caves , il se répandra sur d'autres industries qui ont besoin de capitaux, qui en d e m a n dent partout avec instance , qui , fécondées par ce milliard, prendront un élan rapide, et pourront dès lors satisfaire à l'intérieur une foule de besoins aujourd'hui non satisfaits, et qui désormais, produisant à m e i l leur marché qu'alors qu'elles manquaient de capitaux


— 29 — ou n'en trouvaient qu'à un taux excessif, pourront aussi dès lors, vu ce bon m a r c h é , faire à l'étranger des placements qu'elles ne font point aujourd'hui. De 1 8 2 2 à 1 8 2 7 , nous avons prêté aux colons, pour étendre leurs cultures , 7 5 ou 80 millions , et cela n'a guère profité aux colons, qui n'ont p o i n t rendu et qui crient misère. Si ces 80 millions avaient été e m p l o y é s à féconder l'agriculture française , à défricher nos landes, à dessécher nos marais , à créer partout les prairies artificielles et les récoltes sarclées, à utiliser les ruisseaux pour l'arrosage des terres, etc , assurément nous eussions pu atteindre un plus grand développement de prospérité générale. A i n s i , de ce que nous envoyons aux colonies nous ne tirons aucun bénéfice particulier pour la masse nationale, aucun bénéfice que nous ne pourrions retirer aussi bien ou mieux d'ailleurs. Si le colon dit à quelque manufacturier d'articles de modes ou d'autres choses : Je vous achète pour 50 millions de vos produits, ce manufacturier lui serre la main et le courtise c o m m e une bonne pratique ; mais si le colon dit à la France : Vous êtes bien heureuse que j e sois là pour vous acheter vos 5o m i l lions de marchandises , la France, en vérité, peut répondre qu'elle n'y tient guère. Je n'ai examiné la question que sous le point de vue de nos envois aux colonies; examinons ce qu'elles nous donnent en paiement. Si les colonies nous fournissent leurs produits à meilleur marché que ne les fournirait l'étranger, s i , ne pouvant les vendre qu'à nous , elles sont obligées ,


— 30 — n'ayant point la concurrence des acheteurs, de maintenir pour nous ce bon m a r c h é , nous aurons peutêtre profit, car il pourra se faire qu'elles payeront une valeur de 4 que nous leur aurons fournie par une valeur de 5 qu'elles nous enverront. Mais si, au contraire, nous sommes obligés de payer leurs produits bien plus chèrement que nous ne les paierions à l'étranger, il en résultera qu'en réalité elles nous payeront une valeur de 4 en nous envoyant en échange une valeur de 3, une valeur que nous aurions eue pour 3 à l'étranger. I l est. clair que nous y perdrons. Supposons qu'améliorant leurs cultures elles viennent à produire à meilleur marché que l'étranger, nous n'en profiterons point ; elles sont bien obligées de nous envoyer leurs produits ; mais les acquéreurs de la métropole pouvant les revendre à l'étranger, les colons eux-mêmes, après les avoir fait débarquer dans nos p o r t s , pouvant les faire transiter, ou m ê m e en faisant simplement escale au Havre ou à Marseille, pouvant les adresser directement à l'étranger, et, en réalité , vendant, faisant transiter et réexportant dès qu'une hausse à l'étranger et une baisse chez nous leur en offre la possibilité, il en résulte qu'à part quelques gênes de navigation, la concurrence des acheteurs pour les colons rétablit chez nous le prix au niveau de ce qu'il est à l'étranger. Ainsi que la chance soit ruineuse, nous en portons la folle enchère; qu'elle soit profitable, nous n'en retirons point le profit. Donc : A vendre aux colonies nous n'avons rien à gagner ; à leur acheter nous pouvons perdre, mais nous ne pouvons rien gagner.


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Importations et exportations, voilà le résultat net de notre c o m m e r c e avec nos colonies ; et si les chiffres sont g r o s , cela fait d e plus graves difficultés et une m u l t i plication d e mauvaises chances. P e n d a n t q u e nous nous p l a i g n o n s , les colons aussi se plaignent q u e nous leur imposons le m o n o p o l e de nos produits. A i n s i tout le m o n d e se plaint d u système colonial. Je ne puis m i e u x r é s u m e r cette partie de m a discussion qu'en citant ces paroles prononcées p a r M . C u n i n - G r i d a i n e en 1833 ( 1 ) . « L e colon q u i n'a q u ' u n vendeur p a y e plus cher ce qu'on lui v e n d ; le métropolitain qui se prive de la c o n currence des vendeurs p a y e aussi plus cher ce q u ' o n lui vend; et c o m m e acheteurs et vendeurs , colons et indigènes sont français é g a l e m e n t , il n'y a là a u c u n bénéfice p o u r le pays considéré c o m m e corps h o m o gène. » L e système colonial est donc p o u r tout le m o n d e une déception et une fausseté. Abstraction faite des situations actuelles, des mesures de transition, des quelques réserves c o m m a n d é e s p a r des raisons p o l i t i q u e s , j e voudrais donc délivrer la F r a n c e d e l'obligation d'acheter aux colonies, et permettre aux colonies d'acheter ce dont elles auraient besoin de toute nation, c o m m e aussi de vendre leurs produits à toute nation qui v o u drait les acheter. L a m é t r o p o l e y g a g n e r a i t . D a n s l'avenir aussi les colons y gagneraient, mais d'ici l o n g t e m p s les m a l h e u reux colons ne seraient point en état de supporter ce

( 1 ) S é a n c e d u 19 m a r s

1833.


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grand jour. Ils seraient tués. M . Mauguin le déclarait bien formellement en 1 8 3 3 (1) . Cette vérité d'ailleurs trouvera sa démonstration dans les faits. Lorsque les colonies demandent la liberté c o m m e r ciale pour l'avenir j e les crois sincères; mais si les c o lonies ont paru quelquefois demander la liberté c o m merciale i m m é d i a t e , elles ont cédé à un vertige de mauvaise humeur; elles mettaient promptement des restrictions ; elles criaient fort parce qu'elles savaient qu'on donnerait peu. Si nous leur accordions cette liberté subite , après la faillite certaine des fameux 60 ou 80 millions, elles viendraient nous demander l'aumône , et nous serions encore obligés de payer les frais de leurs funérailles. Tendance à l'affranchissement commercial t e m p é rée par de sages mesures de transition , voilà ma doctrine. Elle enlève tout d'abord aux partisans du système colonial leur plus sonore argument, celui du débouché des 5o millions. Puisqu'il est convenu que tout le monde perd, examinons la situation des colonies; descendons dans les faits, voyons qui perd le plus d'elles ou de nous, qui aurait le plus raison de se plaindre. V o y o n s , chiffres sous les yeux, ce que nous leur volons et ce que nous nous laissons légalement voler par elles. Sous la Restauration les colonies disaient : Protégeznous; nous deviendrons prospères et nous serons pour vous une source de prospérités ; nous les avons proté-

(1) S é a n c e d u 2 0 m a r s 1 8 3 3 . V o i r les p a r o l e s d e M . M a u g u i n c i t é e s e n n o t e a u b a s d e la p a g e 4 4 .


33 —

gées par une surtaxe de 5 5 fr. pour 100 k. sur le sucre étranger, et, de plus, par l'absurde loi sur les primes, dont le résultat définitif était que le trésor payait beaucoup les colons , pour que les colons eussent grand profit à beaucoup vendre à perte à l'étranger. Qu'est-il résulté de cette législation ? « L a F r a n c e , disait en 1833 M . Passy, la France en bannissant les sucres étrangers obligea le consommateur à payer le sucre plus cher, restreignit la sphère de ses transactions mercantiles, renonça à un accroissement infaillible de revenus et imprima à la production des colonies une impulsion artificielle et forcée ( 1 ) . » A u premier m o m e n t les producteurs coloniaux gagnèrent. Bientôt les capitalistes, portant leurs fonds sur l'industrie privilégiée , rétablirent par la concurrence le taux ordinaire des profits , sinon pour tous, du moins pour la plus grande masse des planteurs. L e s colons ont bien soin de remarquer que la m o y e n n e du revenu net de leurs terres n'a pas augmenté. Dénués de capitaux, les planteurs , jaloux d'exploiter la bonne législation, empruntèrent aux négociants des ports 7 5 ou 80 millions. Ils forcèrent leurs cultures , défrichèrent des terrains de qualité médiocre, prodiguèrent le travail et les engrais à des terrains épuisés. Il en résulta qu'ils produisirent beaucoup , mais aussi beaucoup plus chèrement que l'étranger. Plus on les protégea, plus ils eurent besoin de protection. Ils n'ont pu rendre qu'une faible partie de tant de millions empruntés ; ils restent grevés des intérêts, et le capital est engagé dans une culture et une i n ( 1 ) R a p p o r t d e la loi s u r les p r i m e s .

3


-

3 4

dustrie en décadence, dont la vie dépend d'un article de loi , d'un caprice du législateur. Eit, pendant cette période des onze ans de protection e x a g é r é e , le consommateur payait son sucre en moyenne 35 et 40 fr. plus cher les 100 k. que n'était coté le sucre étranger. E t le trésor aussi perdait en se privant de l'impôt qu'il eût pu percevoir sur le sucre étranger, et sur un accroissement de consommation qu'eût amené la baisse naturelle des prix. Il perdait encore par la prime et par une contrebande énorme qui se faisait ouvertement aux Pyrénées et sur toutes les frontières de l'Est. D e toutes parts inconvénients et d o m m a g e s . T â chons d'apprécier en chiffres quelques-uns de ces dommages commerciaux : cherchons qui perdait le plus, des colons ou de nous. E n 1 8 2 2 , le gouvernement offrit aux colons 44 fr. de droit protecteur sur le sucre étranger. Ils établirent leur prix de revient à plus de 44 fr. plus cher par 100 k. que le sucre étranger; en conséquence, la Chambre donna une protection de 5 5 fr. qui a duré jusqu'en 1833. L e s différences de prix en entrepôt, entre le sucre français et le sucre étranger, ayant, à diverses reprises, atteint 25 et 27 fr. par 50 k., l'expérience a prouvé que la surtaxe de 5 5 fr. avait été n é cessaire pour exclure le sucre étranger. Ainsi, à telle époque , vers la fin de la Restauration, le sucre de nos colonies valait au Havre 5 5 fr. les 50 k. droits non acquittés, et dans le m ê m e temps les sucres du Brésil et de l'Inde étaient cotés à 28 fr. , c'est-àdire 2 7 fr. de moins par 50 k. M . Cunin Gridaine , en 1 8 3 3 , établissant sur ces


— 35 — chiffres un raisonnement resté sans réplique, prouvait comment le monopole des sucres coloniaux avait fait perdre aux consommateurs français une somme annuelle de 43,200,000 fr., ou simultanément aux consommateurs la jouissance de 43,000,000 de k. de sucre de plus pour le m ê m e p r i x , et au trésor un droit de 21,000,000 fr. Je n'ai pu vérifier les chiffres bases du calcul, mais produits devant les Chambres et point contestés; ils doivent mériter toute créance. Prenons, au reste, une époque plus rapprochée, des chiffres plus favorables aux colons, plus faciles à vérifier. E n 1833 , on pensait à réduire à 3 3 fr. la surtaxe sur les sucres étrangers ; les colons réclamèrent. I l fut prouvé qu'en 1 8 3 2 , tandis que nos sucres valaient en entrepôt 80,50 à 82 fr. les 100 k. droits non acquittés ( 1 ) , on cotait ceux de la Havane à 4 9 fr. 1 5 ; ceux de Benarès, M a n i l l e , Chine et Siam à 3 7 fr. 7 7 , ceux du Brésil et du Bengale à 36 fr. 5 2 , c'est-à-dire que les sucres du Brésil et du Bengale étaient offerts à 43 fr. 9 8 . de moins par 100 kil. que nos coloniaux ; ceux de Benarès, M a n i l l e , Chine et Siam à 42 fr. 73 de m o i n s ; ceux de la Havane à 31 fr. 3 5 c. de moins. Dans ces circonstances , la surtaxe fut abaissée de 5 5 à 44 fr. seulement, taux nécessaire pour garantir les colons de la concurrence étrangère. ( 1 ) E t à c e t t e é p o q u e , il y a v a i t u n e b a i s s e c o n s i d é r a b l e s u r le s u c r e s

f r a n ç a i s , p a r s u i t e d e l a c r i s e q u i s u i v i t la r é v o l u -

t i o n d e j u i l l e t . B i e n t ô t le s u c r e r e m o n t a . L e c o u r s m o y e n d e l ' a n n é e 1 8 3 3 f u t e n v i r o n 1 3 8 f r . les 1 0 0 k i l . , d r o i t s ou 88 fr. 50, droits n o n acquittés.

acquittés,


— 36 — Développons sur ces chiffres de 1832 ( 1 ) le raisonnement d M . Cunin-Gridaine. Achetant 80,000,000 de k i l . à 80 fr. 50 c. plus bas prix en entrepôt, soit 130 fr. droits acquittés , tandis que nous eussions reçu de l'étranger les m ê m e s 80,000,000 de kil. à raison de 8 6 fr. les 100 kil., droit égal de 4 9 fr. 5 o acquitté , nous payons alors en réalité 1 0 4 , 0 0 0 , 0 0 0 le sucre que nous eussions eu de l'étranger pour 6 8 , 8 0 0 , 0 0 0 fr. : perte nette 3 5 , 2 0 0 , 0 0 0 .

Mais dire que nous consommons 80,000,000 d e kil. à 130 fr., cela revient à dire que l'aisance est telle en France que nous pouvons dépenser en sucre 104,000,000 d e fr. P o u r ce prix nous aurions eu de l'étranger ; au lieu de 80 millions , 1 2 0 millions de kil. de sucre à consommer. Ainsi nous consentions à r e cevoir de m o i n s , des colons, 40,000,000 de kil. de sucre que nous aurions eu droit d e leur demander, qu'à égale taxe de 4 9 fr. 5 o c. les étrangers nous auraient fournis , et sur lesquels le trésor eût perçu en accroissement de recettes 19,800,000 fr. Ainsi nous perdions 4 0 , 0 0 0 , 0 0 0 de k i l . pour nos jouissances, et le gouvernement 19,800,000 fr. d'impôt. Arrivons à une époque plus récente. E n 1 8 3 7 , le gouvernement proposait d'abaisser à 15 fr. la surtaxe sur les sucres étrangers; les délégués des colonies parurent s'en contenter. Apprécions cette situation : (1) S i o n t r o u v a i t t r o p é l e v é c e c h i f f r e d e 4 4 , b a s e d e n o s calculs, parce

q u e des différences

de qualité auraient

pensé p o u r p a r t i e les différences d e p r i x ; nous

importe

p e u de voir diminuer notre

nous

dirions

comqu'il

résultat de q u e l -

q u e s m i l l i o n s : l a s o m m e q u i r e s t e r a i t s e r a i t t o u j o u r s assez f o r t e p o u r justifier nos raisonnements.


-

37

-

N ' y avait-il plus en m o y e n n e que 15 fr. de différence entre le prix de revient des colonies et celui de l'étranger? Si cela était régulièrement arrivé par le progrès naturel des cultures et des fabrications, il en faudrait féliciter les colonies. E t en effet, tout d'un coup nos sucres coloniaux ne se trouvèrent pas beaucoup plus chers que le sucre étranger, tellement que nous pûmes vendre à l'étranger quelques millions de notre brut colonial. Mais cela était arrivé par deux causes : 1° Hausse subite du sucre étranger produite par les circonstances suivantes : Diminution de récolte à la Jamaïque par suite des troubles de cette île ; Diminution de récolte à la Havane par suite de sécheresse ; Mauvaise récolte à la Louisiane ; Récolte de P o r t o - R i c o dévastée par un coup de vent 2° Baisse de notre sucre Par suite des progrès que les colons abandonnés à eux-mêmes n'auraient pas faits, et que la concurrence de la betterave les obligeait a faire; Par l'emploi de procédés que les colons n'avaient pas inventés, mais que les fabricants indigènes avaient inventés pour eux-mêmes et dont les colons profitaient , enfin précisément par suite de l'active concurrence du sucre de betterave. Hausse d'une part, baisse de l'autre; alors une surtaxe de 15 fr. put être déclarée suffire. Mais la situation n'était point normale. Dès 1 8 3 7 les sucres étrangers ont un peu baissé. Fin de 1836, le Porto-Rico se vendait à Londres


— 38 — 36 fr. 50 les 50 k., et dès mai 1 8 3 7 i l était retombé à 2 5 fr. P o u r protéger ses Antilles contre l'Inde qui produit à si bon marché, l'Angleterre avait restreint sa production dans l'Inde en la grevant de surtaxes. P o u r compenser la diminution de production de la Jamaïque et autres Antilles Anglaises , elle a depuis lors levé la surtaxe des sucres de l ' I n d e , et la culture encouragée s'y peut largement étendre sur une terre féconde. A u m o m e n t où la hausse des sucres étrangers se faisait sentir, nos colonies disaient ne pouvoir vendre à moins de 25 fr. pris sur place les 5 o k. offerts à 15 fr. par la plupart des producteurs étrangers. Il est donc évident qu'une surtaxe de 15 fr. par 1 0 0 k . ne suffisait point aux colonies en 1 8 3 7 ; et cela est si vrai que M . Duchâtel n'accordait aux colonies le dégrèvement de 22 fr. que dans l'espoir de couvrir les pertes du trésor par l'admission , grâce à l'abaissement de la surtaxe, d'une forte quantité de sucre étranger. Si les colons paraissaient se contenter de cette surtaxe de 15 fr., c'est d'abord qu'ils consentiraient v o lontiers, au prix de sacrifices actuels, à une mesure qui les délivrerait du sucre de betterave, dans l'espérance d'être ensuite protégés plus tard contre le sucre étranger. D'ailleurs j'ai dit que les colons ne faisaient que paraître se contenter de cette surtaxe : en fait, ils voulaient davantage. L a commission de la Chambre, v o y a n t , d'après les cours sur les différentes places, qu'une surtaxe de 22 fr. serait matériellement impuissante à les protéger, demanda des explications aux délégués. L e s délégués


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dirent, et M. de Jabrun écrivit, qu'ils avaient bien accepté la surtaxe de 15 fr., mais moyennant l'établis sement du drawbaek uniforme à l'exportation après l'affinage des sucres français ou étrangers. Si les calculs des délégués étaient justes, c'était admettre sous une forme la concurrence étrangère et la repousser sous une autre ; et M . de Jabrun exposa formellement, avec cette franchise et cette loyauté dont il a toujours fait preuve dans ses relations avec les commissions des Chambres, que si on laissait pour seule protection la surtaxe, il voulait au moins celle de 2 5 fr. avec le décime 2 7 fr. 5 o . L a commission proposa celle de 22 fr., laissant au gouvernement la faculté de l'augmenter par ordonnance. L a Chambre, la j u geant insuffisante, ou, détournée par d'autres vues , maintint la surtaxe de 4 4 fr. Ainsi donc après enquête officielle, il fut reconnu qu'en 1 8 3 7 il y avait encore une différence m o y e n n e de prix d'environ 20 fr. par 100 kil. entre nos sucres et la plupart des sucres étrangers. Or, achetant alors aux colonies 80,000,000 kil. de sucre à 1 2 5 fr. 50 les 1 0 0 kil., droits acquittés prix du Havre fin 1 8 3 7 , tandis que nous aurions reçu de l'étranger les mêmes 80,000,000 kil. à raison de 20 fr. de moins par 100 kil-, nous payions 1 0 0 , 0 0 0 , 0 0 0 le sucre que nous aurions eu de l'étranger pour 84,400,000 fr.; perte nette pour nous, 16,000,000 fr. Pour les 1 0 0 , 4 0 0 , 0 0 0 que nous dépensions en sucre, nous eussions eu à l'étranger 9 5 , 1 6 5 , 0 0 0 k. c'est-à-dire 15,165,000 kil. de plus, sur lesquels l'État eût perçu 7,500,000 fr. à droit égal de 4 9 fr. 50 c. sans surtaxe. Ainsi encore en 1 8 3 7 nous perdions avec le m ê m e


— 40 — deboursé plus de 15,ooo,ooo kil. pour nos jouissances, et l'Etat plus de 7,000,000 fr. d'impôt. Depuis 1 8 3 7 , par suite de la concurrence du sucre indigène , le prix de nos sucres coloniaux a encore baissé , le prix du sucre étranger restant stationnaire. Aujourd'hui le prix des sucres de nos Antilles paraît ne point excéder en moyenne l e prix du sucre étranger de plus de 3 à 5 fr. par 5o k. L'exposé de motifs du projet soumis aux Chambres noterait cette différence à 1 fr. Mais remarquons que cette différence est prise sur les cours d'un seul jour au Havre , et sur les sucres d'un seul pays. I l faudrait l'établir sur un certain ensemble de ventes aux divers entrepôts de France et dans quelques entrepôts étrangers, et j e doute fort que les colons voulussent se contenter d'une surtaxe de 4 ou 5 fr. par 100 k. , qui serait pourtant suffisante pour les p r o t é ger si la différence normale de leur prix et du prix étranger ne se trouvait réellement que de 2 fr. par 100 k. , c o m m e le donnerait à penser l'exposé de motifs. Quoi qu'il en soit , il serait facile d'établir encore aujourd'hui, pour nous consommateurs, une perte notable , une perte notable aussi pour le trésor. Mais il faut insister sur un point : c'est que la différence n'est si petite entre les prix des sucres français et étrangers que parce que nos colonies vendent leur sucre avec un m i n i m u m de bénéfices, à perte s'il faut les en croire. Aussitôt le dégrèvement obtenu, elles seront amenées pour ne plus perdre à augmenter leurs prix en entrepôt, sans quoi le dégrèvement leur serait inutile.


41 L e prix du sucre étranger ne peut au contraire que baisser, 1 ° à mesure que la production, se développant dans l'Inde , compensera les déficits de production de la Jamaïque et autres îles ; 2° à mesure que les p r o ducteurs étrangers des îles espagnoles et du Brésil, qui aujourd'hui tirent presque sans travail de grands p r o duits d'un sol fécond , rencontrant en A l l e m a g n e , en Russie , par toute l'Europe enfin, la concurrence de la betterave, seront obligés, pour rivaliser, de demander aux progrès de l'industrie l'abaissement nécessaire de leur prix de revient. A i n s i , baisse nécessaire à l'avenir sur les sucres étrangers , hausse immédiate du sucre colonial français après l'obtention du dégrèvement : voilà quelles conditions vont bientôt rétablir à un chiffre élevé la différence de prix des deux sucres, par conséquent la nécessité de la protection et par suite la perte annuelle incontestable, pour le consommateur français, de 15 à 2 0 millions de francs, o u , avec les mêmes d é boursés , de 15 à 2 0 millions de k. de sucre , e t , pour l e trésor, de 8 à 1 0 millions de droits. Pertes énormes sous la Restauration , et jusqu'en 1833; Pertes considérables en 1 8 3 7 ; Pertes notables encore aujourd'hui ; Pertes en voie d'augmentation indéfinie après l'obtention du dégrèvement : Voilà ce que nous valent les colonies pour le seul c o m m e r c e de leur sucre. On pourrait m'objecter ici que mes raisonnements, qui vaudraient contre les colonies à l'égard de l'étran-


— 42 — g e r , ne valent pas contre les colonies à l'égard du sucre indigène. A cela j e réponds qu'en ce m o m e n t j e ne m'occupe point de la betterave; qu'il ne s'agit point de savoir si j e puis faire avec un autre producteur un commerce plus ruineux que le commerce c o l o n i a l , niais bien de savoir si j e pourrais faire ailleurs un commerce plus avantageux. I l s'agit de constater seulement les bénéfices de ce commerce colonial, si profitable pour nous, au dire de quelques-uns, qu'apparemment nulle part ailleurs nous ne pourrions le remplacer. I l s'agit d'apprécier ce que les colonies nous coûtent et ce que par les tarifs elles nous volent légalement. L e s autres branches du c o m m e r c e colonial sont moins importantes. Elles nous font cependant subir encore des pertes notables qu'il m e suffira maintenant d'indiquer rapidement sans en discuter le détail. L e s cafés de nos Antilles payent 60 fr. de d r o i t , les cafés des Antilles étrangères et autres pays d ' A m é r i q u e 9 5 fr. ; surtaxe protectrice de 3 5 f r . , à peine suffisante pour encourager nos colons, qui ne nous l i v r e n t , année commune , que 2 millions k. quand les étrangers nous en vendent 1 1. O r , si nous achetions tout notre café à l'étranger pour le prix actuel et avec les droits actuels d e 95 fr. sur les cafés étrangers, les 2 millions pris au colonies au lieu de 60 fr. payant 95 fr. sans que le consommateur y perde rien , le trésor percevrait 700,000 fr. de plus. E t si au lieu de considérer le trésor nous considérons le consommateur, si nous effaçons cette surtaxe


43 protectrice de 35 fr., en achetant tout notre café à l'étranger nous aurions nos m ê m e s 13,000,000 k. de café en déboursant 4,550,000 fr. de m o i n s , ou bien nous dépenserions en café la m ê m e somme , mais au lieu de 1 3 , 0 0 0 , 0 0 0 kil, nous en aurions pour le m ê m e prix 15 ou 16,000,000. Je pourrais encore longtemps continuer le m ê m e raisonnement toujours vrai. Les colonies sont protégées pour les cacaos : elles payent 40 fr. , les étrangers 5 5 fr. Protégées pour les cotons : elles payent 5 fr. là où le coton étranger paye 2 0 . Protégées pour les poivres et piments : elles payent 10 fr. par 100 k., le poivre étranger 80 fr. , les p i ments 90 fr. Protégées pour la cannelle : elles payent 65 fr. les 100 k i l . , les cannelles de l'Inde payent 100 fr., celles d ' A m é r i q u e 200 fr. Protégées pour les girofles : elles payent 5 o et 60 fr. les 100 kil. et les girofles étrangers p a y e n t , 100 fr. ceux d e l'Inde, 1 8 0 fr. ceux d'Amérique. Protégées pour les muscades : elles payent 1 00 fr. par 100 k i l . , les muscades de l'Inde payent 150 fr., celles d ' A m é r i q u e 250 fr. Protégées pour le rocou : elles payent 7 fr. 5o c. les 100 k i l . , le rocou étranger 15 fr. Ainsi toutes les denrées de nos colonies sont protégées et ont besoin de cette protection. Elles produisent tout plus chèrement que l'étrang e r ; nous sommes obligés de leur acheter tout plus chèrement que nous ne l'achéterions à l'étranger , de leur faire sur tout des remises de portions d'impôt que


-44 le trésor ne perçoit point sur elles et qu'il percevrait si , n'ayant point de colonies, nous achetions ces denrées à l'étranger. Je ne veux pas entasser les chiffres de détail, on peut se faire une idée de l'ensemble; et quand les colonies nous disent qu'elles ne nous coûtent r i e n , elles se trompent : ce qu'elles ne tirent pas de France par l'intermédiaire du trésor et des payeurs des finances , elles le tirent directement de la poche du consommateur , e t , en définitive, sous une forme ou l'autre c'est toujours la France qui paye. E t c'était sous la Restauration, et jusqu'en 1833, par quarantaine et cinquantaine de millions, en 1837 par quinzaine et vingtaine d e millions , aujourd'hui par 8 et 1 5 millions , et si nous tuons le sucre indigène en maintenant le r é g i m e colonial, nous reviendrons vite aux 30 et 40 millions, et indéfiniment. C o m p r e n d - o n maintenant ce que valent pour nous les colonies , ce que nous perdrions à leur abandon ? Elles, au contraire, produisant tout plus chèrement que l'étranger, ne trouveraient point à vendre à l'étranger : et que deviendraient alors les colons, non-seulement les producteurs de sucre, mais les producteurs des autres denrées coloniales ( 1 ) ?

( 1 ) E n 1 8 3 3 , s é a n c e d u 2 0 m a r s , M . M a u g u i n , si g r a n d ami des c o l o n s ,

et l e u r d é l é g u é p e n d a n t p l u s i e u r s a n n é e s ,

s'exprimait ainsi : «

Q u e faut-il

ruiné?

d o n c faire

p o u r q u e le c o l o n

peut vivre que par la France. guerre,

ne

L e c o l o n n o u s sera t o u j o u r s a t t a c h é , p a r c e se

donner

à

Il

une autre

soit

ne p e u t m ê m e , en puissance.

pas

qu'il ne cas d e

L a capture par


45

Les colonies répondent : Si nous produisons chèrement , c'est que vous nous obligez à vous acheter tout ce dont nous avons besoin , nos outils , nos vêtements et notre nourriture , toutes choses que l'étranger nous fournirait à moindre prix. Par cet argument les colonies se défendent, car il en résulterait que c'est nous qui les obligeons à produire si chèrement; Elles attaquent, car elles nous reprochent de les voler par nos tarifs autant qu'elles nous volent ; Elles nous effrayent par la menace habituelle de nous faire perdre ce débouché de 50 à 60 millions. Essayons de répondre à ces observations : I . Tandis que , à part quelques insignifiantes valeurs de sirops et de mélasses dont elles trouvent le débit à l'étranger, nous achetons scrupuleusement au-dessus du cours tout ce que produisent les colonies, nous leur laissons la liberté de tirer de l'étranger grand nombre de choses qu'à la rigueur nous pourrions leur fournir. L a Martinique et la Guadeloupe , d'après l'ordonnance de 1 8 2 6 , m a x i m u m de l'exclusif, peuvent encore acheter à l'étranger des animaux vivants , sous

l'Angleterre

serait la ruine des colonies françaises.

n o u s d e les d é f e n d r e m i l i t a i r e m e n t

C'est à

e t c o m m e r c i a l e m e n t . J e le

r é p è t e : c o m m e n t f a u t - i l f a i r e p o u r q u e les c o l o n s n e s o i e n t pas

r u i n é s ? c'est

tion

de chercher à augmenter

la c o n s o m m a -

P o u r faciliter la c o n s o m m a t i o n , q u e faut-il faire?

d i m i n u e r le p r i x d e l a d e n r é e ; e t c o m m e i l n'est p a s e n n o u s de

diminuer les frais de production

d r o i t s l e v é s p a r le t r é s o r . »

, il faut

d i m i n u e r les


46

un droit de 1 0 p . 100 de la valeur , du bœuf salé sous un droit de 15 fr. par 1 0 0 k i l . , et sous de simples droits de 2 à 7 fr. par hectolitre, par 1 0 0 k i l . ou par 1 0 0 fr. de valeur les objets suivants : légumes secs , morue et autres poissons salés, m a ï s , riz , s e l , tabac, bois de toute sorte autre que le feuillard, brai, g o u dron et autres résineux, charbons de terre, cuirs verts, fourrages verts et secs , fruits de table, graines potagères , etc. L a Martinique et la Guadeloupe peuvent encore importer de l'étranger sous un simple droit de 5 c. par 1 0 0 k i l . une série de 39 objets compris au tableau n° 2 de l'ordonnance , la plupart il est vrai destinés à la réexportation, mais dont un certain nombre utiles aux colonies peuvent d'ailleurs y rester , e t , par e x e m ple : cuivre, étain, p l o m b , bruts, peaux brutes, graisses, cires, etc., légumes verts.... E t remarquons-le, ces deux colonies sont mieux traitées pour beaucoup de ces objets que le consommateur français ; ainsi, par exemple, nous payons pour l'introduction des animaux vivants des droits variables selon les espèces, mais généralement supérieurs à 10 pour 1 0 0 de la valeur. Sur les houilles étrangères, les deux colonies payent 4 pour 1 0 0 de la valeur, et nous , sur l e s côtes de l'Océan, des sables d'Olonnes à D u n k e r q u e , nous payons à l'importation des houilles étrangères, pour un hectolitre, 5o c. par navires français, 1 fr. par navires étrangers , c'est-à-dire plus de 3 3 et de 6 6 pour 1 0 0 de la valeur. Les colonies payent 5 fr. pour 100 kil. d e sel, et nous 3o fr. ; 5 c. par 1 0 0 kil. sur les poivres des


-

47 -

contrées voisines ( 1 ) , et nous 8 0 fr. sur les poivres des mêmes contrées. En résúmé la Martinique importe : De France 15,008,430 fr., transiter des colonies françaises (3). . . 1,890,856 D'ailleurs

et déduction faite de 1,646,427 qui n'ont fait que 13,422,009 f. et déduction faite de 199,387 fr. de morues provenant de nos pê- 1,697,409 cheries, et qui n'ont fait que transiter. 3,900,787 f. de l'étran— et déduction faite de ger 2,418,306 214,988 fr. qui n'ont 2,203,318 fait que transiter.

La Guadeloupe importe : De France : 19,944,707 fr. transiter des colonies françaises. . . . . 1,679,431 D'ailleurs

et déduction faite de 1,720,276 qui n'ont fait que 18,218,43l f. et déduction faite de 351,515 fr. de morues des pêcheries fran- 1,327,916 çaises qui n'ont fait que transiter. 3,948,606 f. de l'étran- et déduction faite de ger. 2,736,975 116,285 fr. qui n'ont 2,620,690 fait que transiter.

(1) L a G u y a n e et B o u r b o n p r o d u i s e n t le p o i v r e , m a i s n o n la M a r t i n i q u e et la G u a d e l o u p e , q u i t i r e n t d e l'étranger c e qu'il leur en faut. (2) C e s chiffres , et ceux d e m ê m e n a t u r e q u i v o n t suivre , s o n t tirés d e s états d e c o m m e r c e des c o l o n i e s françaises p o u r 1836. ( 3 ) J e n e c o n f o n d s p o i n t a v e c les i m p o r t a t i o n s d e l a m é t r o p o l e c e l l e s p r o v e n a n t d ' a u t r e s c o l o n i e s ; c a r il f a u t a v o i r l e chiffre s é p a r é d e ce q u e f o u r n i t la F r a n c e à la c o n s o m m a t i o n c o l o n i a l e , afin d e v é r i f i e r s'il est b i e n v r a i q u e les c o l o n i e s o u v r e n t à la p r o d u c t i o n m é t r o p o l i t a i n e u n d é b o u c h é d e 5 0 o u 6 0 , 0 0 0 , 0 0 0 fr.


-

48 —

Remarquons 10 qu'une partie des objets importés de France aux colonies, en dehors des réexportations constatées par la douane, peuvent s'écouler par des ventes en détail aux îles ou contrées voisines , licitem e n t sans d o u t e , mais sans constatation officielle. L e chiffre des consommations faites par la colonie est donc inférieur au chiffre des importations constatées. 2 ° E n réalité les importations de l'étranger sont au contraire bien supérieures aux chiffres officiels. A u x importations constatées il faudrait pouvoir ajouter celles de la contrebande. Nous trouvons dans les procès-verbaux de la chambre commerciale du H â v r e , en 1 8 2 9 , cette déclaration : « A moins de fermer les yeux à la l u m i è r e , on ne peut pas se dissimuler qu'une fraude qu'on n'a jamais voulu réprimer sérieusement, et qui paraît innée dans ces contrées lointaines , n'y fasse entrer toujours et d e puis longtemps les marchandises de tous les pays et c o m m e par dix raisons pour une la fraude est i n destructible dans nos colonies, le tort continuera d'exister en dépit de toutes les précautions , au mépris de tous les règlements. » E n résumé donc sur ce p o i n t , licitement ou illicitement les colonies achètent et peuvent acheter à l'étranger beaucoup de leurs objets de consommation. Je n'ai point besoin de m'appesantir sur le r é g i m e commercial de Cayenne , port à peu près libre , ouvert à tous pavillons, recevant des marchandises de toutes nations sauf quelques réserves peu étendues, payant sur la plupart des produits étrangers des droits bien


49 inférieurs à ceux perçus en France sur les mêmes produits, ne demandant guère à la France que ce qu'il n'aurait point ailleurs à meilleur marché. L a Guyane importe : De France : 2,675,162 fr., et déduction faite de 186,031 fr. provenant de l'importation 2,489,131 f. D'ailleurs

des colonies françaises 18,004 de l'étranger 569,353 fr., et déduction faite de 39,136 fr. qui n'ont fait que transiter 530,217

548,221 f.

Bien qu'elle ait de plus grandes franchises que la Martinique et la Guadeloupe, la Guyane tire encore de France la plus grande partie de ses importations, ce qui prouve que nos importations ne diminueraient point aux colonies dans la proportion précise d'un accroissement de liberté commerciale. Remarquons c e pendant qu'ici surtout nous n'avons point le chiffre exact des importations de l'étranger, dont une grande partie vient par contrebande, plus facile à la G u y a n e , territoire continental, vastes côtes et port libre. Je ne dirai que deux mots également du r é g i m e de Bourbon. L'exclusif commercial y est largement mitigé ; Bourbon ne vient point chez nous prendre beaucoup de choses qu'elle pût trouver ailleurs à conditions plus favorables. Bourbon i m p o r t e : De France : 7,170,459 fr., et déduction faite de 461,422 fr. qui n'ont fait que transiter 6,709,037 fr. des colonies et déduction faite de 509,284 fr. qui n'ont fait 1,624,197 françaises, que transiter. 2,133,481 5,412,460 fr. D'ailleurs de l'étran- et déduction faite de ger 173,272 fr. qui n'ont fait 3,788,269 que transiter. 3,961,541

4


— 50 — E n total, la s o m m e des importations de France aux colonies m o n t e à environ 41 m i l l i o n s , chiffre assez inférieur aux 5o et 6 0 millions prétendus par les c o l o nies. I I . Quant aux objets dont nous nous sommes réservé la fourniture aux colonies exclusivement (sauf contrebande), il faut remarquer qu'il en est un grand nombre que nous pouvons leur livrer a d'aussi bonnes ou meilleures conditions que l'étranger , les autres à des conditions très-peu plus onéreuses. Si, par exemple, nous vendons aux colonies nos tissus de laine et de lin plus chèrement que l'étranger , nous leur vendons à meilleur marché nos tissus de soie, et à pas beaucoup plus cher nos tissus de coton. U n e simple observation m e dispensera d'entrer à cet égard dans aucun détail. Nous vendons à l'étranger chaque année pour 65 millions de francs de tissus de coton de toutes sortes, et pour 1 4 0 millions de francs de soieries; nous vendons notamment à l'Angleterre pour 1 5 millions de soieries, bien qu'elle protége ses fabriques contre les nôtres par un droit de 50 pour 1 0 0 . Tout-cela prouve qu'à libre concurrence, l'étranger, et par conséquent les c o l o nies, peuvent trouver profit à nous acheter ces objets. J'en dirai autant pour les objets suivants : nous vendons annuellement à l'étranger : Porcelaines, cristaux et verreries , en fr. masse. . 20,000,000 Peaux ouvrées. 21,000,000 Parfumeries, près de 8,000,000 Vins 48,000,000


— 51 — et nous en vendrions bien davantage si l'étranger ne repoussait nos produits par ses tarifs en représailles des droits énormes par lesquels nous repoussons les siens. Toutes ces diverses branches de notre commerce peuvent s'épanouir au grand jour , et nos colonies n'ont point à se plaindre en nous achetant ce que l'étranger lui-même nous achète l i b r e m e n t , apparemm e n t parce qu'il ne le trouverait point ailleurs à plus grand avantage. E n tout cas, si nous faisons payer aux colons une partie de leurs approvisionnements plus cher que ceux qu'ils tireraient de l'étranger, à part un ou deux objets, tels que les farines et les fers ouvrés , il n'y a rien qui rappelle ces énormes protections que trouvent chez nous toutes leurs denrées sans en excepter aucune. I I I . Enfin , parmi les objets dont nous approvisionnons les colonies, il en est un grand nombre dont la cherté plus ou moins grande est sans influence sur le prix de revient des denrées coloniales : et quant aux choses dont la cherté serait de nature à influer sur ce prix de revient, nous leur laissons d'assez grandes facilités pour les tirer de l'étranger. 1° E n 1 8 3 6 , nous voyons figurer parmi nos exportations aux colonies :


val.

f.

f.

r.

TOTAUX.

IMPORTÉS.

BOURBON.

OBJETS DE LUXE

GUYANE.

MARTINIQUE.

GUADELOUPE.

— 52 —

t.

f.

Orfévrerie et bijouterie (sans y comprendre l'horlogerie).

243,345

225,042

71,310

132,134

Armes de chasse et de luxe.

57,936

26,680

17,538

15,864

118,018

Fruits secs et confits.

671,837

. . .

46,374

39,136

5,237

29,121

119,868

Amandes, noisettes, etc. . .

27,028

23,795

1,488

11,562

63,873

Viandes apprêtées (non pas viandes salées communes, niais viandes de luxe). . .

22,062

44,091

134,058

24,408

43,497

Vins de liqueurs

17,826

25,219

972

23,403

67,480

Liqueurs

31,647

05,208

34,440

56,544

187,845

Parfumerie

192,515

195,209

10,067

171,102

574,893

Soieries

430,848 1,457,282

448,970

515,780

01,684

Articles de modes

47,841

49,855

19,505

Instruments d'art et de musique

14,920

11,553

Menus articles d'industrie parisienne, jouets d'enfants, tabletterie fine, p a pier-musique, etc

120,740

118,530

46,050

27,760

144,961

25,508

52,041

204,250

489,570

Total.

4,081,726

Tous ces chiffres sont extraits des états de commerce des colonies françaises pour 1836. Quelques autres objets de luxe doivent être ajoutés à cette liste ; nous n'avons pu les tirer des mêmes états, parce qu'ils sont confondus en bloc avec d'autres objets d'entretien ordinaire, mais nous les avons trouvés dans la Statistique générale du commerce extérieur : 88,620

Gravures et lithographies. A REPORTER.

4,170,346


-

53 — REPORT. .

. 4,170,346

Linge et habillements confectionnés, 890,000 fr. Ce ne sont point sans doute des pantalons de nègre que l'on fait venir de si loin, mais surtout des ajustements de luxe. Les colons ne vont pas sans doute chercher leurs tailleurs et leurs couturiéres dans la rue Vivienne pour leurs vêtements d'usage journalier ; mais supposons que le chiffre ci-dessus ne comprenne que pour un quart d'objets de luxe

225,000

Mousselines. . .

600,000

Tulles et gazes de coton (celles de soie sont confondues avec le chiffre général des soieries) . .

375,000

Châles de laine brochés et façonnés (et non les châles communs, les châles de coton, qui ne peuvent être regardés comme de luxe). . .

300,000

Tulles et dentelles de lin. De 1832 à 1834, les chiffres ont été : 228,000 ; 298,000; 2 0 5 , 0 0 0 ; l'approvisionnement étant fait, ils n'ont été en 1836 que.

4,703

Total général.

5,675,049

Cette masse d'objets de jouissance est à répartir entre une population de libres, dont plus de m o i tié se trouve dans une position aussi primitive que les esclaves eux-mêmes à l'égard de ces choses de luxe. Pour des gens qui se disent ruinés , voilà un assez joli m é moire d e fantaisies. Je pourrais citer ici beaucoup de faits qui m'ont été rapportés par des témoins oculaires, et notamment par un ami enthousiaste de la G u a d e loupe, et qui montreraient à nu toute cette prodigalité , si bien passée dans les mœurs coloniales. T e l l e dame a dans ses armoires 3 à 400 robes à la fois, et l'on peut douter que ce soient des robes de bure , quand on trouve au compte général 1 , 4 5 7 , 0 0 0 fr. de soieries, sans compter les dentelles, etc. T e l colon n'a pas moins de 1 2 douzaines de pantalons d'été, sans 1

1

0

,

0

0

0


— 54 compter les vêtements des saisons de pluie, etc. I l est inutile de poursuivre de pareils détails ; mais ce qu'il est utile de remarquer , c'est que la cherté plus ou moins grande de tous ces articles ne peut influer sur le prix de revient des denrées coloniales. On ne fait pas de sucre avec des cachemires, et si les colons sont un peu prodigues , nous ne devons pas, outre leur sucre, payer les plumes et dentelles de leurs femmes, en guise de tare, papier ou ficelle. Je ne suis pas de ces esprits austères et quinteux qui blâmeraient les colons de toutes jouissances d e luxe ; j e trouve très-bien qu'ils se les procurent, mais pourvu que ce ne soit point aux dépens du trésor et du consommateur français. On voit donc que nous nous sommes plus spécialem e n t réservé l'approvisionnement exclusif des colonies pour les marchandises dont le prix n'influe point sur le prix de revient des denrées coloniales. 2 ° J'ai ajouté que pour les denrées dont la cherté pouvait influer sur le prix de r e v i e n t , nous laissions aux colons de grandes facilités pour les tirer de l ' é tranger. E n effet, nous voyons figurer parmi les importations de l'étranger aux colonies pour 1836 ( 1 ) ;

(1) L e t a b l e a u q u i s u i t n e c o n t i e n t p o i n t t o u t e s les i m p o r tations d e

l'étranger,

peut influer

mais

seulement

s u r les p r i x d e r e v i e n t ,

c o n s o m m a t i o n nécessaire. L e s d e c o m m e r c e des colonies p o u r

celles d o n t l a

cherté

parce qu'elles sont

de

chiffres s o n t extraits des états 1836.


— 55 —

val. Chevaux et juments

f.

f.

TOTAUX.

BOURBON.

d'usage ordinaire , et dont la cherté pourrait influer sur le prix de revient des denrées coloniales.

GUIANE-

IMPORTÉS D E L ' É T R A N G E R ,

GUADELOUPE.

MARTINIQUE.

OBJETS

f.

f.

f

49,715

37,000

25,375

112,090

Mules et mulets

1,335

6,550

58,000

05,885

Boeufs et vaches

425 5 0 0

598,825

139,700

1,164,025

10.225

38,147

151,124

107,005

Moutons, veaux, porcs, volailles, tortues Viandes salées Viande fraîche Morue et autres poissons salés.

Farines de manioc Riz.

. . :

Pommes de terre

240,762 »

»

»

176,971

109,900

»

D

»

76,200

10,758

10.948

150,126

209,224

1,541

3,969

Légumes secs et verts, bulbes et oignons

47,339

19,273

Maïs en grain

38,428

75,500

Saindoux, fromages, beurres salés, huile de poisson, huile d'olive

29,616

»

Céréales FARINE9 de froment

»

0,625

54,997

72,473

301,118

1,855

1,855

»

527,693

261,264

261,264

30,820

113,020

В

27,706

90,250 2,312,818 2,702,418 •

»

»

3,511

10,500 Я

»

Savons, chandelles, faïence, mercerie

80,089 113,928

45,050

196,522

241,572

11,895

18,571

30,466

16,570

244,188

Madras, issus de coton, châles et mouchoirs . .

190,189

31,217

6,212

Bois de construction. . . .

417,728

802,733

16,779

A

5,510

13,004 1,310,244

REPORTER

7,484,668


56

REPORT.

. .

TOTAUX.

BOURBON.

GUYANE.

GUADELOUPE.

d'usage ordinaire, et dont la cherté pourrait influer sur le prix de revient des denrées coloniales.

MARTINIQUE.

OBJETS IMPORTÉS D E L'ÉTRANGER ,

7,484,668

.

Bois en éclisses Merrains de chêne

42,587 145,017

» 164,190

42,587

»

309,207

»

»

Futailles vides

9,085

Meubles

»

»

»

10,259

10,259

Peaux tannées et corroyées, cordages

»

»

10,690

10,090

Fers en barre et autres, acier, cuivre, étain. . . .

»

5,152

90,301

95,453

Ouvrages en fer et de divers métaux

»

»

19,302

12,442

31,744

24,579

179,095

220,67*

1,322

20,928

Machines et instruments aratoires Houille

12,777

17,000

-

19,006

TOTAL

22,762

»

GÉNÉRAL.

.

.

. 8,248,972

En résumé, si les colons nous prennent des dizaines et vingtaines de millions , nous leur prenons peut-être par les tarifs 3 ou 4 millions. D e toute cette discussion résulte en effet : 1 ° Que notre commerce de vente n'est point absolument exclusif pour les colons ; 2 ° Qu'ils n'auraient point ailleurs à meilleur m a r ché beaucoup des choses qu'ils nous achètent;


57 3 ° Que pour les autres objets, à part deux ou trois articles, nous sommes beaucoup moins protégés aux colonies que les colons ne le sont chez nous pour leurs denrées ; 4° Que parmi les objets que nous vendons aux c o lonies beaucoup sont de luxe , et sans influence sur les prix de revient, et que nous laissons importer de l'étranger aux colonies précisément la plupart des denrées dont la cherté pourrait augmenter les prix de revient. Voilà ma réponse aux objections des colons. L a cherté de leur prix de revient n'est donc point suffisamment expliquée par le r é g i m e de l'exclusif. D'où provient donc cette cherté ? car enfin il faut bien démontrer aux colons c o m m e n t , s'ils produisent chèrement, il n'y a point de notre faute, et c o m m e n t , par conséquent, il est injuste de nous en faire porter la folle enchère. P r e m i è r e cause : différence de fécondité du sol. Dans le voisinage des A n t i l l e s , le Brésil, territoire immense, sol fécond, cultures neuves qui peuvent r e cevoir une extension indéfinie ; Cuba , île grande c o m m e toute l ' A n g l e t e r r e , moins le pays de Galles , et d'une admirable fécondité ; les Etats-Unis méridionaux , à peine défrichés ; l'Inde , sol i m m e n s e , fécondité tellement prodigieuse , que les Anglais y ont restreint par des tarifs une culture qui eût ruiné par concurrence celle de leurs autres colonies. A u contraire, dans nos colonies, sol volcanique, moins fécond, usé, fatigué, vieilli; e t , par suite d'encouragements imprudents, nous avons vu les colons défricher des terres médiocres, prodiguer le travail et le capital à celles déjà fatiguées.


— 58 — V o i c i , au reste, les chiffres Officiels produits en 1 8 3 7 devant les Chambres , acceptés et employés indifféremment par les amis ou par les ennemis des colonies : Production par hectare à la Guadeloupe ( 1 ) Martinique. Bourbon 4,000 à Dans la plupart des colonies étrangères. . A u Brésil E t dans l'Inde plus de

2,500 k. 3,ooo. 4,500. 5,ooo. 7,000. 7,000.

2° L e Brésil et l'Inde sont à l'abri des ouragans qui ravagent nos Antilles. 3° Cuba, Porto-Rico , produisent sans engrais, ont des bestiaux et de bons pâturages; nos Antilles ne produisent qu'avec des engrais , n'ont point de pâturages, et tirent leurs bestiaux de Cuba et de P o r t o - R i co, et leurs mulets de F r a n c e . 4° Nos colons, ayant étendu leurs cultures au moyen d'emprunts, restent grevés de lourds intérêts. 5° Dans l'Inde, une population immense de travailleurs à bas p r i x ; dans nos colonies, le travail esclave et la diminution constante des travailleurs. 6° L e s Anglais ont un industrialisme actif; nos c o lons, endormis sous la protection , ne progressent que lentement et c o m m e par contrainte.

(t)

La

notice

statistique

qu'une production de 2000 françaises. exact.

Le

chiffre

des

des k.

colonies

n'indique

à l ' h e c t a r e p o u r les

documents

de

1837

même colonies

paraît

plus


-

59

-

L e gouvernement prodiguait les encouragements aux colonies. Outre les protections générales, taxes et primes , il faisait pour elles des essais d'agriculture ; il envoyait au loin chercher des plants de canne ou de caféier pour régénérer leurs plants vieillis; il faisait chercher de nouvelles opérations chimiques pour améliorer la fabrication ; il envoyait aux colonies des instruments aratoires et des machines modèles ; il tentait à plusieurs reprises de naturaliser chez eux la culture de l'indigo. L a plupart de ses bonnes intentions ont échoué contre l'apathie des colons, qui, dépensant d'ailleurs en prodigalités ou extension de culture leurs bénéfices nouveaux, n'ont point m ê m e , au temps de leur prospérité, pensé à rendre une partie notable de tant de millions empruntés. Si l'industrie coloniale a fait sous la Restauration de rares progrès, c'est en quelque sorte parce que le g o u vernement lui-même a été les y faire aux colonies. Si depuis quelques années les colons paraissent avoir fait des progrès plus rapides , c'est qu'ils y ont été forcés par la concurrence de la fabrication i n d i g è n e , dont ils ont adopté d'ailleurs les découvertes et p r o cédés, choses pour eux plus faciles à prendre qu'à i n venter. N o n , si les colons produisent chèrement, qu'on ne nous impute point cette folle enchère. Il y a un ou deux siècles, les colonies nous offraient un sol vierge. L e s denrées coloniales se trouvaient la possession exclusive des trois puissances maritimes qui se partageaient les Antilles, et qui s'entendaient, m ê m e en état de rivalité, pour faire subir à l'Europe


— 60 — ce profitable monopole. Aujourd'hui les denrées coloniales appartiennent à toutes les contrées intertropicales, d'une étendue mille fois plus grande que ces îles dépouillées de leur ancienne prospérité par la concurrence illimitée de pays dans des conditions plus favorables, et désormais aussi par cette autre concurrence illimitée de l'industrie nouvelle qui bientôt couvrira toute l'Europe. Ainsi nous avons rapidement parcouru les faits de l'histoire économique et les chiffres officiels; ainsi nous avons montré c o m m e n t notre commerce avec les colonies, peu profitable pour elles , était ruineux pour nous. §II.

L e s colonies ne nous sont point utiles sous Je rapport financier. Cette vérité n'est plus sérieusement contestée. L e s colonies prétendent rapporter au trésor 3 o millions, et ne coûter que 5 à 6 millions. D'abord les 3o millions ne sont point payés par les colonies, mais par les contribuables français; si au lieu de sucre français nous consommions du sucre étranger, les 3o millions entreraient toujours au trésor, et il ne viendrait à l'esprit de personne de dire que c'est l'étranger qui les p a y e . A notre budget des recettes, j e ne sais point de chapitre pour les produits de nos colonies. E n revanche elles ont large place au budget des dépenses. D'après la notice statistique , nous payons pour les quatre colonies :


61

Dépenses de souveraineté . . . .

5,800,000 fr.

Subvention au service intérieur de la Guyane

525,000 6 , 3 2 5 , 0 0 0 fr.

Elles ont part, en outre, à des dépenses générales faites en France et communes à toutes les colonies. L e chiffre ci-dessus comprend seulement le supplé­ ment de solde payé aux troupes d'artillerie , mais le principal de la solde figure au budget général de l'ar­ tillerie. E n outre, partie des dépenses intérieures de la co­ lonie sont encore indirectement payées par le trésor et le contribuable français. I l serait curieux d'analyser avec détail le budget des recettes locales aux colonies. L e s droits d'entrée sur les objets de consommation , le colon les paye sans doute, c o m m e nous payons de notre côté les 30,000,000 de droits sur leurs denrées ; mais quant aux droits d'entrées , sorties , tonnages , mouillages , expéditions , visites , etc. , supportés par notre ma­ rine au bénéfice du trésor colonial, les colons y sontils pour bien grande part ? E t si le fret du sucre s'en trouve augmenté , c'est encore le consommateur fran­ çais qui paye. Enfin , nous trouvons encore parmi les recettes coloniales le produit des loyers de noirs aux divers services , et les bénéfices faits sur les traites ex­ pédiées de France pour le paiement des dépenses m i ­ litaires , et traites expédiées des colonies pour le rem­ boursement des dépenses faites sur les bâtiments de guerre; tous chiffres de recettes point déboursés par


62

les colons, et indirectement supportés par le trésor et le contribuable français. Ainsi donc, le trésor fournit directement aux quatre colonies : 6,300,000 fr. ; P l u s , leur part dans les dépenses générales faites en France, communes à toutes les colonies ; Plus , la solde principale de l'artillerie ; et en outre indirectement leur donne le m o y e n d e pourvoir à partie de leurs dépenses intérieures. Outre ces 7 à 8 millions annuellement payés par le trésor, et sans parler de tant de millions gaspillés en primes de 1 8 2 6 à 1833 , l e trésor perd tous les droits qu'il percevrait sur les denrées étrangères s i , n'ayant point de colonies , nous recevions ces denrées de l'étranger. Sur les sucres seuls nous avons vu qu'il perdait sous la Restauration, et jusqu'en 1833, — de 1 9 à 22 millions; en 1 8 3 7 encore 7 à 8 millions ; aujourd'hui quelques millions encore, et bien davantage pour l'avenir si les colonies étaient délivrées de la concurrence de la betterave. L e trésor perd encore sur les autres denrées coloniales. Puis à chaque instant viennent les crédits supplémentaires et subventions extraordinaires, et sans parler de celles fournies sous la Restauration , cette année nous donnons à la Martinique un secours de 2 millions ; Bourbon demande un p o r t , et un devis de 6 millions est tout préparé dans les bureaux de la marine. M . H u m a n n , alors ministre des finances, déclarait en 1833 q u e dans sa conviction les colonies coûtaientdeux fois plus qu'elles ne rapportaient. Il aurait


— 63 — pu dire nettement qu'elles ne rapportaient rien et coûtaient beaucoup. Ici point de récriminations ou d'explications possibles de la part des colons , car nous ne discutons point l'utilité de ces dépenses: nous les supposerons si utiles qu'on voudra : mais nous les constatons.

§ III.

U n e nation puissante c o m m e la nôtre a besoin d'une marine militaire pour défendre sa politique , pour étendre et protéger son commerce. U n e marine militaire , forte et exercée, sera toujours un élément principal de notre force et de notre grandeur. Quand nos intentions politiques c o m prennent cette v é r i t é , nous devons faire en sorte que notre législation commerciale ne contrarie point son développement pratique. « L'inscription maritime , la marine marchande donnent la solution du problème inutilement cherché pour l'armée de terre , celui d'une réserve qui ne nous coûte rien et qui s'exerce continuellement dans le métier auquel elle doit être appelée un jour (1) . » L a marine marchande est pour notre marine m i l i taire une pépinière de matelots aguerris, faits à la mer. (1) M . L a c a v e - L a p l a g n e , m i n i s t r e d e s f i n a n c e s . 23 m a i 1837.

Séance d u


— 64 — L e développement de notre puissance navale se trouve donc lié en partie avec celui de notre c o m merce maritime. Sans doute le recrutement peut beaucoup, mieux sous certains rapports , plus mal sous certains autres, mais il ne peut pas avec la m ê m e généralité , la m ê m e économie. Ces préliminaires posés, examinons si les colonies, si notre système colonial sont directement utiles à notre marine. Je ne le pense pas. M . Mauguin , en 1833 ( 1 ) , exprimait cette opinion devant la Chambre : « Si nous n'avions point de colonies , nous n'aurions point de marine. L'Espagne n'a dominé les m e r s , le Portugal n'a été puissant, la Hollande n'a été comptée pour quelque chose dans la balance politique, que quand ils ont eu des colonies , parce qu'alors seulement ils ont eu une marine. » V o y o n s ce qu'il y a d'absolu dans cette pensée. Il y a trois siècles et d e m i , les nations du vieux monde n'avaient guère que des relations continentales, aucune d'elles n'avait de marine puissamment organisée. L e m o y e n âge se débrouillait ; les nations étaient assises; l'ère moderne commençait; la passion des voyages et des découvertes agita les peuples maritimes. L e P o r t u g a l , l'Espagne, la F r a n c e , l ' A n gleterre, la Hollande, équipèrent des navires et lancèrent des matelots sur les océans inconnus. Si par delà les mers ils eussent trouvé des terres occupées par la civilisation et des nations c o m m e r çantes, ils eussent noué des relations avec elles, en (1) S é a n c e d u 20 m a r s .


— 65 — créant des comptoirs plutôt que des colonies agricoles. L e u r commerce maritime se fût développé sans colonies. Les terres nouvelles étaient sans habitants ou occupées par des tribus demi-sauvages, demi-civilisées , hors d'état de suivre un commerce actif et régulier. L e s nations européennes occupèrent ces terres et envoyèrent des colons les cultiver. Ces établissements servirent d'intermédiaires au peu de commerce d'échange fait avec les nations nouvelles ou leurs débris, mais firent surtout, en appliquant leur vieille industrie au sol nouveau , un commerce considérable qui n'eût point existé sans la colonisation. Les terres nouvelles renfermaient d'abondantes sources de c o m m e r c e , mais point de nations commerçantes : les Européens y déposèrent , par leurs colonies, des noyaux de nations commerçantes sans lesquelles le commerce maritime n'eût point existé. E t c o m m e bientôt chaque nation fut conduite à se réserver son commerce colonial , il fut vrai de dire alors qu'une nation qui n'avait point de colonies ne pouvait avoir de marine , par la raison toute simple qu'on ne trouvait guère au delà des mers d'autres nations commerçantes que les colonies, et que chaque nation se réservant le commerce de ses colonies , celle qui n'en avait point ne trouvait personne avec qui commercer. Aujourd'hui , les positions sont changées. Pour commercer, il y avait d'un côté des mers le vieux m o n d e , et au delà , des colonies seulement; aujourd'hui, il y a d'un côté de grandes nations commerçantes, e t , de l'autre, encore de grandes nations c o m merçantes, et au milieu quelques îlots restés çà et la , 5


— 66 — débris d'un grand système qui a l'ait son t e m p s , et par-dessus lesquels les deux mondes se donnent la main pour conclure leurs marchés. O ù il n'existait que des colonies appartenant à deux ou trois nations pouvant s'entendre dans des vues de m o n o p o l e , il existe vingt nations pouvant commercer l i b r e m e n t , vingt nations qui ont de grands progrès à faire et promettent les plus larges développements au commerce futur. La où quelques villes anglaises et françaises s'étaient fondées à grande peine , existe une nation qui fait un commerce immense avec le monde entier , et avec la France seulement un commerce annuel de 240 millions. E t c o m m e ainsi on peut avoir un commerce maritime très-développé sans avoir de colonies, il n'est plus vrai de dire aujourd'hui qu'une nation qui n'a point de colonies et de système colonial ne puisse avoir de marine. Chez toutes les nations, le commerce maritime étranger a une bien autre importance que le commerce colonial. L e premier tend à s'accroître, le deuxième; à baisser. L ' A n g l e t e r r e a moins de colonies, et sa puissance maritime a augmenté. La Hollande a presque autant de colonies, et sa puissance maritime n'est plus c o m p tée. L'Espagne avait cessé d'être puissante longtemps avant d'avoir perdu ses immenses colonies. Les EtatsU n i s n'ont point de colonies et sont une nation maritime puissante. E n f i n l'Angleterre observe avec souci les ports de la mer N o i r e et du golfe de Finlande , et la Russie n'a point de colonies.


-

67

-

C'est donc qu'aujourd'hui la possession des colonies n'est plus un élément indispensable pour une puissance maritime. C'est que s'il y a une certaine liaison entre la puissance navale et le commerce m a r i t i m e , il n'y a pas de liaison nécessaire entre ce commerce maritime et la possession des colonies. Il n'y a donc pas ici de vérité absolue , mais des v é rités variables selon les temps et les nations. Toutes les idées contingentes ont cela de particulier que, vraies pour une génération et conservées par l'habitude, elles deviennent pour la génération suivante un déplorable préjugé. L e commerce colonial n'est point utile à notre d é veloppement m a r i t i m e , j e dirai plus, sous son régime actuel il en arrête l'essor. Entrons dans l'examen des faits et des chiffres , apprécions la part des colonies dans notre navigation maritime. Ordinairement on s'en fait une idée exagérée : on diminue l'importance de notre commerce étranger; on groupe sous un seul chiffre les navires servant à la navigation entre la France et tous ses comptoirs, tous ses établissements, toutes ses c o l o nies , tandis qu'il faut distinguer la part précise o c cupée par nos quatre colonies agricoles , les seules engagées dans la question ; puis on confond les navires et voyages de navires, matelots et voyages de matelots. Pendant l o n g t e m p s , on recevait sans examen que le commerce du sucre colonial occupait 5,000 navires et 10,000 matelots. M . Lestiboudois, toutes réductions faites, a trouvé 160 navires et 2,000 matelots. N e cherchant ici d'ailleurs que des vérités générales


68

et des termes proportionnels de comparaison , je me servirai des chiffres officiels , mais en prévenant de leur valeur ; ces chiffres, sauf explication, ne représentent que des voyages de navires ou de matelots. Voici le mouvement de notre navigation en 1 8 3 6 , sans compter le cabotage : ENTRES DANS LES PORTS. NAVIRES FRANÇAIS. Dans ce nombre les 4 colonies figurent seulement pour MATELOTS.

SORTIS.

TOTAL.

5,173

5,258

10,431.

304

368

762.

48,040

50,007

08,047.

Dans ce nombre tes colonies ont occupé. 5,302

5,070

10,381

La navigation coloniale n'occuperait donc que1/13des navires français et1/10des matelots. T o u t e f o i s , la proportion est en réalité plus forte pour les colonies. Car une partie des 10,431 voyages de navires et des 9 8 , 0 4 7 voyages de matelots ont été employés à la navigation de la Méditerranée ou des ports européens de l'Océan, de la Baltique ou de la mer Noire , et deux de ces voyages ne valent pas un voyage aux Antilles. M a i s , d'ailleurs, le chiffre général comprend 1 7 7 1 voyages de navires faits dans les mers où se trouvent nos colonies, ou dans les- mers plus lointaines encore (1) .

(1) Savoir : Etats-Unis , Saint-Pierre et Miquelon , T e r r e N e u v e , H a ï t i ; possessions américaines anglaises , espagnoles.


-

69

-

Voilà donc au vrai l'état de notre navigation : 10,431 entrées ou sorties de navires, sur lesquelles 7 6 2 pour la navigation coloniale; 9 8 , 0 4 7 voyages de matelots, sur lesquels 10,381 pour les colonies. Et par suite de cette considération que les voyages aux colonies sont plus longs et plus instructifs qu'une partie de ceux des autres navires, nous pouvons évaluer la navigation coloniale à1/6de notre navigation générale. Mais pour bien apprécier l'importance de notre marine générale , il ne suffit pas de regarder le p r é sent. Notre marine a l'ait beaucoup de progrès depuis 1 0 années, elle est appelée à en faire de grands encore; et pendant ces 1 0 années, malgré toutes les protections possibles, la marine coloniale est restée stationnaire, et, quoiqu'on fasse dans l'avenir, restera stationnaire, sinon décroissante. Le commerce général m a r i t i m e , qui vivifie nos ports , comprenait : E n 1827, une valeur E n 1836 , Augmentation de

de

81 I m i l l i o n s . 1295 5 9 6/10 p . 1 0 0 .

La navigation coloniale comprenait : E n 1 8 2 7 . une valeur de 108 millions. E n 1836 , 113 Augmentation de 4 6/10 p . 100.

danoises ; Mexique, Brésil, Guatimala, C o l o m b i e , P é r o u , livia, R i o de la Plata, Chili.

Bo-

S é n é g a l , Cap de B o n n e - E s p é r a n c e , M a u r i c e , Indes anglaises , françaises, hollandaises; Nouvelle-Galles du S u d , C h i n e , Cochinchine , îles Philippines, Océanie.


— 70 — Grande est la marche progressive de la navigation générale se faisant dans nos ports; et la navigation coloniale est presque stationnaire. S i , au lieu de comparer les progrès de la navigation coloniale avec ceux de la navigation générale, nous voulons les comparer seulement avec les progrès de la navigation française spéciale, nous trouvons pour celle-ci, En

1827,

En

1836 ,

une valeur de

Augmentation

465

millions.

585 de

2 5 8/10 p .

100.

Mais comparons surtout le nombre des navires et des matelots, sans compter les navires destinés à la pêche ou au cabotage. Navigation

générale.

Entrées et sorties de navires. 1827.

Tonnage.

16,632 nav.

H o m m e s d'équip

1,614,000 ton.

1836. 22,689 2,371,000 A u g m e n t a t i o n d e 38 p . 100, 4 3 6/10 p . 1 0 0 , Navigation

avec

les

k

134,748

h.

195,606 15 p . 1 0 0 .

colonies.

1827.

842 nav.

283,000 ton.

1836.

762

206,000

13,155

h.

10,381

Diminution sur le nombre des navires, sur le tonnage , sur le nombre des matelots. Comparons seulement les différentes branches de la navigation française entre elles. Navigation

française,

faisant

le commerce

1827.

5,955 nav.

476,000

1836.

8,556

696,000

A U G M E N T A T I O N d e 44 р.

100

ton.

4 2 p . 100

il

l'étranger. 43,000 H. 64,000 48 p.

100.


— 71 — Pêche, 1827. 1836.

du

la baleine

6 nav.

2,125

22

retours. ton.

de

la

695

430 p . 100

morue

;

387 n a v .

44,000 ton.

1836

428

52,000 11 p . 1 0 0

466

p.

100

retours.

1827.

Augmentation de

149 h .

9,312

A u g m e n t a t i o n d e 366 p . 100 Pêche

:

1 8 p . 100

8,000

h.

10,000 25 p . 100

Cabotage. Enfin ,

le c a b o t a g e a p a s s é d e 2 , 0 1 8 , 0 0 0 ton. en à 2 , 3 3 5 , 0 0 0 t o n . en A u g m e n t a t i o n d e 15 p . 1 0 0 .

1827 1836

Voilà l'élan pris par la navigation française autre que celle des colonies ; et la marine coloniale est restée stationnaire. Quand on a montré que la navigation coloniale est le dixième ou, si l'on veut, le sixième de la navigation française , on n'a donc pas tout dit. Il faut ajouter que la marine française est en voie de progrès et susceptible d'un élan indéfini, et que la marine coloniale spéciale , malgré toutes les protections possibles p e n dant ces dix années, est restée stationnaire, et est condamnée par sa nature à rester stationnaire, sinon décroissante. Ainsi, plus on avancera dans l'avenir, plus les p r o portions relatives deviendront favorables à la marine française générale , défavorables à la marine coloniale propre. D'un côté , il y a progrès et progrès indéfini. Sans parler d'Alger et de l'Orient, quel développement


72

nous pourrons donner à notre commerce dans le Nouveau-Monde à mesure que les nations agitées se poseront, et dans les pays d'au delà des îles de la Sonde à mesure que la civilisation elle - m ê m e s'y développera ! Du côté des colonies , arrêt ou décroissance ; car la production des colonies est nécessairement bornée par leur territoire , voilà pour le commerce d'importation; leur consommation nécessairement bornée par leur population, voilà pour le commerce d'exporportation. La marine déjà considérable et qui peut p r o gresser, n'est-elle pas celle qui doit attirer notre attention principale ? Celle beaucoup plus restreinte, et qui ne peut pas progresser, n'est-elle pas de beaucoup la moins importante ? Quand nous pensons à l'avenir de notre marine , pensons donc surtout à développer notre commerce maritime étranger, sa véritable force future. D e ce côté seulement, il y a quelque chose à faire. Supposons il y a 1 0 ans nos colonies submergées; supposons submergés avec elles les navires qui desservaient leur commerce ; supposons, ce qui serait absurde , que cette navigation n'eût pu être remplacée par d'autres voies, et que la France, ne recevant plus de sucre ou de café de ses colonies , eût cessé d'en consommer plutôt que d'en demander à l'étranger; L a seule augmentation de notre marine , depuis 1 0 ans, aurait suffi pour couvrir ce désastre, et malgré cette brusque suppression nous aurions aujourd'hui plus de vaisseaux et de marins occupés qu'alors. E t si l'on veut p a r l e r surtout des voyages dans les


-

73

-

mers où sont nos colonies, mers d'Amérique ou mer des Indes et océan Pacifique , c o m m e il y en avait en 1 8 2 7 et en 1 8 3 6

1479 1771

cette augmentation de près de 3oo aurait compensé les f des 7 6 2 voyages de navires faits pour nos colonies , dont les trois autres cinquièmes auraient été compensés largement par l'énorme augmentation de 4 4 pour 100 sur les navires commerçant dans la M é diterranée , la mer N o i r e , la Baltique et les ports européens de l'Océan. L a perte subite de nos colonies, qui momentanément porterait coup à notre marine , ne serait donc point une perte irréparable : le temps cicatriserait la plaie. Mais d'ailleurs, si nous n'avions point eu de colonies, nous aurions tiré nos denrées coloniales de l'étranger. P o u r le m ê m e prix , j ' a i montré qu'au lieu de 80,000,000 k i l . , nous aurions reçu à telle époque , sous la Restauration, 123 millions, d'après les calculs de M . Cunin-Gridaine. Et d'après les calculs exposés au § 1 , er

en et en

1832, 1837 ,

1 20 millions 95

Or , si nos armateurs ont gagné à transporter 80,000,000 de kil. de sucre, ils auraient gagné bien davantage, selon M . Cunin-Gridaine et le bon sens, à transporter 1 2 3 , 1 20 et 9 5 millions. Ils auraient e m ployé plus de navires et plus de matelots. E t c o m m e en définitive on ne paye ce qu'on achète


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qu'avec les produits de son industrie , en échange de 1 2 3 , 120 et g5 millions de kil. que l'étranger eût placés chez nous, il eût été conduit bientôt à prendre de nous des valeurs équivalentes. Nos armateurs auraient donc eu à transporter tout ce qu'ils transportaient des colonies, plus les 43, 40 et 15 millions de kil. d'excédant. Appelés à entretenir avec plusieurs contrées des relations durables et fécondes , ils eussent fini par y propager le goût et l'habitude des produits français. L e s millions qui se sont enfouis dans nos colonies , restés en F r a n c e , en fécondant d'autres industries, amenant par l'abondance des capitaux la fabrication a bon marché, auraient permis les placements à l ' é tranger. L'exportation de nos produits eût augmenté, et alors avec elle l'importation de l'étranger , sur laquelle on g a g n e , et en vue de laquelle on exporte. E t ce double mouvement aurait été au profit de nos armateurs , des ports et de notre commerce maritime. Mais au contraire , et M . Ducos le remarquait avec raison en 1 8 3 7 : P a r son système colonial , exclusif et p r o t é g é , la France restreignit de plus en plus la sphère de ses transactions mercantiles, et se ferma les marchés étrangers. Elle condamna les consommateurs à d'énormes sacrifices, imposa d'étroites limites à sa navigation , et pour centraliser ses débouchés dans 3 ou 4 îlots , arracha à son industrie les magnifiques continents de l'Amérique et de l'Asie méridionales. Ainsi la possession des colonies n'a point été di-


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rectement utile à notre navigation m a r i t i m e ; car tout le commerce que nous faisions avec elles , nous l'eussions fait ailleurs. Elles nous ont été nuisibles, car elles ont arrêté l'essor de notre commerce maritime le c o m merce fait avec e l l e s , ailleurs nous l'eussions fait plus grand. L'abandon, sinon de nos colonies, du moins du système colonial, serait donc favorable à notre marine. Bien qu'ayant des colonies, nous pourrions donner a notre commerce extérieur le développement que nous lui eussions donné sans elles; et en m ê m e temps nous garderions naturellement la plus forte part du c o m merce colonial. Dès le dernier siècle, T u r g o t pensait « que la liberté commerciale utile aux colonies nous l'était également; il était convaincu que l'augmentation de richesses qui résulterait pour elles d'un tel régime procurerait plus d'emploi aux capitaux , aux services et à la navigation des ports, pour la part qu'ils prendraient toujours naturellement et nécessairement au c o m m e r c e de nos colonies, que ne peut leur en donner aujourd'hui le privilége exclusif de ce commerce restreint. » On dit encore en faveur du système colonial « qu'une navigation nécessairement réservée est indispensable au soutien de notre marine, parce que notre fret étant plus cher que celui des autres nations, nous ne trouverions point à naviguer. » L a cherté de notre fret s'explique, en partie du moins , par le système protecteur dont le système colonial n'est qu'une application. En économie politique toutes les questions se tien-


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rient; quand on protége une industrie, on est amené à protéger les autres, et quand toutes sont protégées, toutes bientôt se nuisent les unes aux autres; et pour avoir voulu faire analytiquement et en détail du bien à quelques-unes, on a causé un grand mal d'ensemble. Notre navigation est plus chère, en partie du moins, parce que nous construisons nos vaisseaux plus chèrement, et cela, parce que, grâce au système protecteur, nous payons plus cher une partie des matériaux de nos navires : les fers, les outils avec lesquels nous travaillons, la houille qui active les machines avec lesquelles nous préparons une partie des détails de nos navires; et parce que toutes ces chertés relatives, non-seulement des objets servant directement à la construction des navires, mais de ceux destinés à la consommation des ouvriers que nous employons , nous oblige à leur payer de plus forts salaires. Soit supprimé le système colonial , ce sera déjà un grand pas fait à l'encontre des systèmes protecteurs , et peut-être à la longue il en amènera d'autres : et alors la construction de nos navires , l'entretien de nos ouvriers et de nos marins devenant moins dispendieux , notre navigation maritime s'étendant, et la multiplicité des cargaisons permettant de réduire les bénéfices sur chacune d'elles , bientôt notre fret diminuera. D'autres causes contribuent encore à renchérir notre fret : les unes nous honorent, elles sont connues; les autres sont des abus, il est possible d'y remédier. Il n'entre point dans mon sujet de suivre cette idée. Je prends au reste les choses c o m m e elles sont aujourd'hui. Si notre marine est plus c h è r e , et attendu que c'est une industrie qui tient directement à la puis-


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sance et à la sûreté du p a y s , il faut faire en sorte qu'il y ait une navigation nécessaire pour elle ; mais peu importe que cette navigation se fasse avec les ports étrangers ou avec les ports de nos colonies. N o t r e fret est plus cher, et cependant nous faisons avec l'étranger plus des5/6de notre navigation, dont nous faisons seulement1/6avec nos colonies; or, si nous n'avions pas de colonies , nous pourrions user pour ce dernier 6 des moyens employés pour les 5 premiers. Si nous protégeons notre marine par des droits différentiels suffisants, notre marine trouvera toujours son fret nécessaire. e

L e sucre de nos Antilles paye

40 fr. 50 c. par navires français

Celui des Antilles étrangères t par navires étrangers

93 fr. 50. 110 fr.

Or, si par suite de l'anéantissement du système colonial les droits sur les sucres étrangers amenés par bâtiments français avaient été réduits de 9 3 , 5 0 à 4 9 , 5 0 , tous les heureux résultats signalés dans ma discussion se seraient produits ; et la surtaxe actuelle de fait p r o hibitive sur l'arrivage par navires étrangers subsistant, notre navigation aurait continué de transporter de l'étranger eu France le sucre qu'auparavant elle transportait des colonies en France. N o s droits différentiels sont établis de manière à donner deux protections, une au producteur colonial, l'autre à la navigation. Ces protections sont indépendantes l'une de l'autre ; en conservant l'une c o m m e mal nécessaire, nous pouvons supprimer l'autre. L e producteur colonial en souffrirait momentanément


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dans son intérêt particulier ; la navigation n'en souffrirait p o i n t , et m ê m e s'en trouverait bien. C'est pour vouloir toujours confondre deux idées en une seule, c'est parce qu'on n'analyse pas séparément des éléments distincts , qu'on arrive à se faire sur une question des idées fausses et des préjugés d'ensemble. Nous avons montré suffisamment que notre navigation maritime ne gagnait rien au système colonial, et n'était point florissante pour la part qu'y prenait la navigation coloniale. S'il restait quelques doutes, j e présenterais une dernière considération. Nous avons vu 1° que le système colonial coûtait au consommateur d'énormes sacrifices qui se d é n o m braient par dizaines, vingtaines de millions et plus ; 2° Qu'il coûtait énormément au trésor, directement ou indirectement; et ces nouveaux sacrifices se c o m p taient encore par dizaines et vingtaines de millions et plus. Réalisons par l'abandon du système colonial une partie de ces économies; employons une partie du bénéfice à l'extension de notre marine militaire. On l'a vu , j e ne nie point les avantages de l'inscription maritime c o m m e école de réserve plus générale et plus économique ( p o u r v u qu'elle ne nous coûte pas indirectement par les moyens employés a la sout e n i r ) ; mais d'ailleurs la suppression de nos colonies ne laisserait pas moins subsister notre inscription m a r i t i m e ; j e nie m ê m e , pourvu que les transitions fussent ménagées, qu'elle e n souffrît diminution. Supposons-le cependant : les économies réalisées nous permettraient d'augmenter le nombre des marins du recrutement, d'en tenir à la mer un plus grand nombre.


— 79 — U n e ibis leur éducation faite, les marins du recrutement valent mieux que ceux du commerce, car, g é néralement non mariés, ils s'attachent et se dévouent à leur pavillon , tandis que les marins de l'inscription quittent la pêche et les navires marchands avec regret, par crainte d'une discipline plus sévère, et parce qu'alors ils sont plus longtemps séparés de leur famille. L'amiral Lacrosse disait : « On s'est trop préoccupé du chiffre de l'inscription m a r i t i m e ; l'expérience a prouvé que les hommes qui proviennent du recrutement présentent les éléments d'excellents équipages pour la marine militaire. » D'après les comptes de la marine pour 1 8 3 7 , la France a entretenu en mer 1 8 6 navires , dont 11 vaisseaux, 15 frégates, 12 corvettes, 57 corvettesavisos, bricks, goëlettes, etc. , 20 bâtiments à vapeur , etc.... Ces navires se sont répandus sur toutes les m e r s ; nous en avons envoyé jusque dans la mer du Sud et l'océan Pacifique. Ils ont exercé à la m e r un effectif moyen pour toute l'année de 2 3 , 8 1 2 m a r i n s ; et remarquons qu'il ne s'agit plus ici de v o y a g e s , mais d'années de service. Il ne s'agit plus de 5ooo voyages de matelots, le m ê m e matelot faisant c o m m e aux colonies 2 voyages par an, mais bien de 23,812 années de service effectif à la mer. Les

comptes de

la m a r i n e p o u r

1837

portent p o u r

moyenne journalière de 23,812 marins : S o l d e à la m e r , y c o m p r i s les aux états-majors , de

table

, et

indemnités

suppléments et

traitement

les f r a i s d ' h a b i l l e m e n t d e s

ma-

cette


— 80 — telots à la c h a r g e d e l e u r s o l d e

9 , 2 8 2 , 0 4 7 fr.

V i v r e s (équipages embarqués) : à 24,018 r a tionnaires , o n t été distribués 8,766,480r a t i o n s , à r a i s o n d e 88 c. la r a t i o n d e m e r . . . Total

7,714,502 16,996,549

fr.

Je ne prétends pas qu'avec 1 7 autres millions nous puissions doubler nos armements maritimes, car les dépenses générales et les dépenses en matériel augmenteraient avec un plus grand nombre de marins occupés: mais avec ces 1 7 , 0 0 0 , 0 0 0 nous tiendrions facilement à la m e r , sinon 23 m i l l e , au moins 7 à 10,000 matelots de plus toute l'année ; 7 à 10,000 matelots directement exercés à la manœuvre et à la discipline militaire , attachés à leur pavillon , prêts au premier signal pour toute expédition. L'économie du consommateur lui restant tout entière , sur les bénéfices faits par le trésor en suite de l'abandon des colonies , le ministre de la marine pourrait obtenir un accroissement de ressources , et serait bientôt largement consolé de la disparition, impossible d'ailleurs, de 2000 marins du commerce , sur lesquels il n'aurait pu recruter que quelques centaines d'hommes. J'examine la question sous toutes ses faces et j'arrive toujours à cette conclusion : la non-existence de nos colonies, et à plus forte raison la simple suppression du système colonial, ne seraient point pour notre marine militaire une cause de dépérissement. Je résume cette partie de la discussion : 1° S'il est vrai que la marine militaire ait sa m e i l leure base dans la marine marchande, dans le c o m -


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merce maritime , c o m m e le commerce maritime ne dépend point directement de la possession de nos colonies , et surtout du système colonial, il est faux de dire alors , que nos colonies soient indispensables dans l'intérêt de la marine royale. 2 ° Nos colonies ne nous ont point été utiles sous le rapport de la navigation m a r i t i m e , puisque tout le commerce que nous faisions avec elle nous l'eussions fait ailleurs; elles nous ont été nuisibles parce que nous eussions fait ailleurs plus en grand le commerce restreint que nous faisions avec elles, au grand d o m mage du commerce général dont elles arrêtaient l'essor, au d o m m a g e aussi du consommateur et du trésor. Encore donc sous ce point de vue la non-existence de nos colonies n'ayant point empêché un égal développement de notre commerce m a r i t i m e , la marine m i l i taire n'en aurait point souffert. 3° Enfin , lors m ê m e qu'il y eût eu, ce qui n'était point probable, une légère diminution dans le personnel de la marine marchande , les économies réalisées par le trésor auraient permis de la compenser par un développement direct et bien autrement fructueux de la marine militaire. L e s ports de mer ne partagent point cette sécurité ; dès qu'on touche à l'arche sainte du statu quo, il semble qu'on anéantit à la fois leur existence et celle de la marine française. Je ne veux point examiner combien les petits intérêts, les petites spéculations peuvent altérer la sincérité, je ne dis pas de toutes, mais de beaucoup de ces réclamations; l'honorable M . Lestiboudois a donné sur ce point des explications qui laissent peu à désirer ; j'ajouterai 6


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seulement cette remarque générale : les intéressés, qu'ils soient de bonne ou de mauvaise f o i , sont trop sujets à se préoccuper de fausses terreurs. Les ports de m e r , c o m m e les colons, nous ont habitués à leurs lamentations exagérées ; nous ne sommes plus émus avant d'avoir examiné. E n 1 8 3 1 , on présentait une loi de fondation d'entrepôt pour P a r i s , les ports jetèrent de hauts cris; ce devait être leur ruine, et, selon l'expression énergique et pittoresque d'un ancien ministre (1) , à les entendre, il semblait déjà voir l'herbe pousser sur leurs quais. L'entrepôt a été établi ; les quais des ports sont aussi vivants , aussi animés que jamais. E n 1 8 3 2 , les primes à la pêche de la baleine et de la morue furent réduites ; les ports proclamèrent que notre marine était perdue , et, depuis ce temps, nonseulement toute notre marine a pris un grand accroissement, mais nos pêches ont augmenté, celle de L a morue, dans la proportion de 2 à 3

1831 — 22,000,000 kil. 1837 — 33,000,000 kil. 18S1 — 2,010,000 kil.

Et celle de la baleine a presque triplé 1837 —

5,530,000 kil.

Enfin , en 1833 , la suppression des primes à l'exportation des raffinés excita de nouveau les clameurs des ports de m e r , et l'essor de notre marine n'en a pas moins continué tout son élan. J'ai m o n t r é , dans le cours de la discussion , c o m -

(1) M . d ' A r g o u t .


— 83 — m e n t , de 1 8 2 7 à 1 8 3 6 , le commerce général qui v i vifie nos ports avait augmenté De 59 6/10 p . 0 / 0 sous le rapport des valeurs trans portées ; De 38 p . 0 / 0 quant aux nombre des navires ; De 43 quant au tonnage ; De 44 P. 0/0 si on ne considère que les navires français; de 48 p. 0 / 0 quant au nombre des matelots. De 366 p . 0 / 0 quant à la seule pêche de la baleine ; De 15 p . 0 / 0 quant au cabotage. L e Havre, qui réclame si fort aujourd'hui, n'avait, en 1 8 2 7 , qu'un mouvement de port, non compris le cabotage, de 2 7 8 , 0 0 0 tonneaux , e t , en 1 8 3 6 , déjà 440,000 tonneaux; Marseille comptait, en 1 8 2 7 , 4 4 8 , 0 0 0 tonneaux; en 1 8 3 6 , 6 9 1 , 0 0 0 tonneaux. Quand nous avons de pareils résultats à opposer aux malheureuses prédictions passées des ports de mer, il nous est permis de ne pas ajouter foi trop l é gère à leurs malheureuses prophéties nouvelles, surtout si nous leur rappelons que la navigation c o l o niale, restée stationnaire, n'a figuré pour rien dans ces augmentations diverses.

§

IV.

Des Colonies sous le rapport politique.

J'ai examiné la question coloniale sous le rapport du commerce direct, sous le rapport financier, sous le


— 84 — rapport de notre développement m a r i t i m e ; et j'ai pensé que les colonies ne nous étaient point utiles. E n nous bornant à ce point de vue nous serions conduits rationnellement à l'abandon de nos colonies. Mais je dois aborder une autre partie de la question. Les colonies nous sont-elles utiles dans l'intérêt de notre puissance politique et dans un intérêt de politique commerciale ? Ici j'arrive à des conclusions nouvelles, et j e pense que les colonies sous ce rapport nous sont utiles, trèsutiles, qu'il faut conserver la plupart de celles que nous avons, qu'il serait bon d'en avoir ailleurs une autre que nous n'avons point. Peu de mots suffiront pour justifier cette conclusion. Il y a quelques siècles les relations toutes continentales se créaient de voisinage à voisinage , et les nations européennes n'avaient que des relations européennes. Aujourd'hui les alliances politiques et les alliances commerciales se créent d'un bout du monde à l'autre. Il faut donc plus que jamais qu'une grande nation soit partout présente , afin d'être partout puissante. I l faut que le pont de ses vaisseaux lui soit un glorieux prolongement de territoire; il faut que le canon de ses flottes fasse rayonner sa puissance aux quatre coins de l'univers. Sans quoi une république de Venezuela ou quelques milliers de Mexicains tiendraient en échec une nation c o m m e la France et la pourraient insulter impuném e n t ; comment les mettre à raison si nous n'avons point de flottes ? Sans quoi telle grande nation maritime pourrait chasser notre commerce de partout,


— 85 — renverser contre nous toutes les alliances, effacer notre influence chez tous les peuples maritimes , et nous affaiblir en nous isolant politiquement et commercialement; et comment nous défendre si nous n'avons point de flottes pour aller soutenir à l'étranger notre influence, protéger notre commerce et nous soustraire à l'espèce de blocus politique et commercial qui serait dirigé contre nous d'une manière permanente? Dans une brochure publiée sous les auspices du délégué de la Martinique, un jeune écrivain de talent, M . Langlais, dont j e ne partage point la sympathie pour le commerce colonial, disait d'ailleurs avec rai-

son comment la puissance des nations tendait à passer des continents sur les mers , et comment la situation ne permettait plus du moins ces inégalités choquantes entre l'armée de terre et la marine. Je le vois comme lui, toutes nos questions modernes sont des questions de marine; depuis 1830 , la France est intervenue dix fois avec sa flotte, une seule fois avec son armée de terre; et les Chambres viennent de discuter la plus grande question politique de l'époque à propos d'une demande de crédit pour la marine. L e s mers sont devenues le champ-clos où les nations agitent leurs querelles ordinaires ; les guerres continentales causent de trop vastes embrasements, les nations en ont peur et n'y viennent qu'à la dernière extrémité. Or, une marine militaire ne peut s'étendre dans les mers éloignées, si elle n'y trouve des stations, des ports de relâche. E n temps de guerre et en cas d'accident, les ports neutres ne seraient point un abri efficace , ils ne pourraient recevoir nos navires, ou s'ils les rece-


— 86 — vaient, leur donner les ravitaillements nécessaires pour réparer les avaries d'une tempête ou d'un combat. Pendant les guerres du dernier siècle, la Martinique recueillit après un échec la flotte du comte d'Estaing, qui bientôt repartait pour continuer une guerre glorieuse. Sa flotte eût été perdue ou inutile , si la Martinique ne lui avait, ouvert un refuge et n'avait servi de base à ses nouvelles opérations. Les ports de nos colonies sont des postes avancés, des moyens d'attaque contre l'ennemi , des points de ralliement et de refuge, constatant d'ailleurs notre puissance aux yeux des peuples lointains par le fait de notre présence armée. Les colonies sont c o m m e autant de forts détachés sur les mers d'où nous tenons le m o n d e en surveillance. Elles sont des foyers d'action pour nos corsaires. Dans la guerre de 1 7 4 4 à 1774, nos corsaires ont amené aux Antilles 950 bâtiments ennemis évalués à 30 millions. A la fin du dernier siècle et sous l ' E m p i r e , nous finies un mal immense au commerce ennemi par les croisières et les corsaires sortis de nos colonies; et les Anglais employèrent les plus grands efforts pour s'en emparer, non pour se donner de nouveaux moyens de navigation, mais pour affaiblir les dommages que nous leur causions. Pendant la guerre d ' A m é r i q u e , nos Antilles avaient servi de centre aux opérations de nos flottes; elles furent le point de départ de nos plus brillantes expéditions. En 1836 , alors que le président Jakson nous m e naçait, on a senti de quelle utilité pouvaient être les


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colonies pour une flotte destinée éventuellement à combattre les Américains. Elles ont été la base d'opérations et le lien de communication de nos dernières expéditions navales au Mexique et à Buenos-Ayres. L a Guadeloupe n'a point de port; mais la M a r t i nique a un port assez sûr et de bonnes fortifications. Elle est une position militaire importante, une des clefs du golfe du Mexique. On peut m'objecter que , d'après mes vues, la colonie e l l e - m ê m e , les habitants qui la composent sont de nulle valeur , et que nous avons seulement besoin de postes et de stations fortifiées. Cela peut être vrai théoriquement, mais en pratique cette population coloniale garde nos ports, appuie nos stations, reste e l l e - m ê m e c o m m e une forteresse vivante au milieu de la mer , et forme encore un rempart autour du drapeau français quand le rempart de pierre a manqué. Pour défendre une terre sans habitants contre une puissance supérieure, il faudrait de grandes escadres , une forte garnison , de nombreux approvisionnements que le sol ne donnerait point. Chassées de là , nos garnisons n'auraient plus de moyens d'y rentrer si le gouvernement n'envoyait des armées et des flottes entières , pour les reprendre sur un ennemi retranché. Mais appuyée sur la population coloniale, une garnison faible devient résistante. La guerre de partisans , de miliciens, s'engage sur toutes les côtes et au besoin dans tous les quartiers de la colonie , et le dernier colon peut incendier la chaloupe étrangère qui


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viendrait trop près du rivage. L'ennemi ne se hasarde qu'avec difficulté sur un sol rempli d'une population hostile qu'on ne peut expulser, car on ne déplace pas un peuple c o m m e une garnison. Vainqueur et maître du pays, il reste paralysé dans ses m o u v e m e n t s , et si nous envoyons de nouvelles troupes contre lui , ce débarquement devient plus facile, car la population nous a i d e , car nous avons des intelligences dans la place , et l'ennemi se trouve bloqué entre l'insurrection du dedans et l'attaque du dehors. E n 1 7 9 4 , les Anglais prirent la Guadeloupe; la France envoya 2 frégates et 1 15o hommes qui, avec l'aide des habitants , après 7 mois d'une lutte acharnée, chassèrent la garnison de 8 , 0 0 0 Anglais soutenus par de grandes escadres. Pense-t-on que les 2 frégates et 1 150 hommes eussent pu rien faire dans leur isolement contre ces 8 , 0 0 0 Anglais et leurs flottes ? E t la Guadeloupe, pendant les huit années de guerre qui suivirent jusqu'à la paix d'Amiens , resta française quoique entourée d'îles anglaises et bien que n'ayant ni ports , ni forteresses ; mais on savait qu'il y avait à la Guadeloupe des bras et des cœurs français. V o i l à c o m m e n t , voilà pourquoi il m e paraît qu'une population coloniale, point trop étendue, car cela deviendrait un d a n g e r , mais bien proportionnée, donne une force immense à notre pavillon. Sous ce point de v u e , j'attache du prix à la population coloniale, mais, il faut bien le remarquer, nullement au commerce que nous faisons avec elle. M a i s , d i t - o n , le premier coup de canon tiré sur les mers nous enlèvera nos colonies.


89 Je ne veux point analyser ici de longues pages d'histoire et répéter des faits généralement connus; mais ceux qui ont lu et qui se souviennent savent si , pendant deux siècles , nos colonies ont énergiquement résisté aux plus violentes attaques, dirigées contre elles avec un immense déploiement de forces par la Hollande et l'Angleterre, par R u y t e r , Codrington , Rodney. Parce que, dans ces luttes opiniâtres, les colonies, une fois sur douze , auront succombé, faudrat-il n'enregistrer que leur défaite ! et m o i j e veux aussi m e rappeler leur gloire. Toutes nos guerres maritimes ne seront pas d'ailleurs des guerres de huit à dix aimées ; et il a presque fallu cependant de si longues luttes pour enlever nos îles succombant au blocus et à la famine autant qu'aux boulets des Anglais. N'ai-je pas montré la Guadeloupe reprise aussitôt que prise , et résistant huit années ? Ne pourrais-je citer Bourbon q u i , abandonnée à elle-même avec une faible garnison, effrayant le commerce anglais par ses corsaires , s'alliant dans l'Inde avec Tippoo-Saïb et lui envoyant des secours , ne succombe en 1 8 1 0 qu'à des forces immensément supérieures , après un long blocus ? Redevenue française en 1 8 1 4 , et menacée par les Anglais aux CentJours, elle refuse de se soumettre, et les Anglais n'y peuvent débarquer. Cayenne , enrichie par ses corsaires , ne se rend qu'en 1809 et seulement sur capitulation, exigeant que la ville ne sera point remise aux Anglais, mais aux Portugais. T o u t ce mal que nous faisions aux Anglais par nos


— 90 — corsaires, l'eussions-nous pu faire , si nous n'avions point eu de colonies? Toutes les troupes, toutes les flottes employées contre ces misérables îlots qui faisaient en notre faveur d'utiles diversions , auraient été amenées contre nous, qui déjà , sur nos mers et dans nos pays d'Europe , avions tant à nous défendre. E t parce qu'après avoir rendu d'honorables services les colonies auront succombé sous le nombre, faudrat-il les dédaigner ! On nous les aura prises, mais elles auront d'abord aidé à notre défense; puis à la paix, si nous sommes vainqueurs, nous saurons bien vouloir qu'on nous les rende ; et nous devons regarder alors nos colonies c o m m e de glorieuses légions q u i , après avoir remporté des victoires, séparées un j o u r du corps de bataille , auront été prisonnières de guerre , et qu'à la paix nous recouvrons avec bonheur dans les rangs de notre armée. Qu'on se rappelle les 2 0 , 0 0 0 Mayençais ! Après un an de pointes audacieuses en A l l e m a g n e , obligée de capituler et de consentir à ne point combattre sur le Rhin pendant douze mois , l'armée de Mayence alla faire dans l'Ouest garnison et batailles, et après douze mois la grande prisonnière pouvait rentrer en ligne sur le Rhin et marcher à de nouvelles gloires. Aurons-nous moins de justice et de sympathie pour ces autres légions lointaines qui se sont défendues huit ou dix années, et q u i , rendues à la paix, reprennent aussitôt c o m m e Bourbon cette parole française qui défie l'ennemi ? Les colonies sont insolentes bien souvent dans leurs prétentions de souveraineté intérieure, insoutenables dans leurs exagérations, dans leurs prétentions com-


— 91 — merciales, et peut-être on m'aura trouvé pour elles dur et peu sympathique parce que j e n'aurai point été faible; et pourtant j e suis juste. Gloire aux colonies qui se sont montrées françaises devant l'ennemi! P r o spérité aux colonies qui ne voudront plus vivre à nos dépens, mais qui voudront bien , au prix de quelques sacrifices actuels, entrer avec nous dans une voie de prospérité c o m m u n e ! L e s colonies nous sont utiles sous le rapport politique ; il faut les conserver. Elles sont utiles encore sous un point de vue de politique commerciale ; c'est-à-dire qu'elles peuvent former à notre profit des centres de relations commerciales avec l'étranger. Par les entrepôts que nous y créons, elles constatent sur les divers points du globe la présence de notre commerce et de nos produits, et les font connaître. L'étranger viendra moins chercher nos marchandises, si nous n'allons les lui offrir. I l nous faut des comptoirs sur les mers éloignées près des peuples nouveaux qui sont pour nous c o m m e un débouché élastique s'agrandissant avec leur civilisation. Les colonies placées sous un bon r é g i m e seraient utiles au développement de notre commerce avec l'étranger, le seul qui nous soit avantageux; sous leur régime actuel, elles ne servent qu'à l'empêcher au profit de leur commerce direct qui nous est déjà si ruineux par lui-même. Et puis nous ne pouvons penser à étendre nos relations commerciales sur les mers éloignées , si nous n'avons toujours, pour lui ouvrir la route et pour assurer sa marche, la marine militaire à côté des vaisseaux marchands, des consuls à côté des facteurs; et j'ai montré


— 92 — de quelle utilité seraient nos colonies si nous voulions étendre notre marine sur les mers lointaines. « E n 1 8 1 9 les Anglais s'établirent à Syncapour qui » n'était alors habité que par 7 à 800 Malais a moitié » sauvages; en 1835 , la population s'élevait à près de » 20,000 habitants , et le commerce à1 4 , 0 0 0 , 0 0 0de » piastres fortes. Ce progrès extraordinaire était prin» cipalement dû aux naturels des îles environnantes » qui apportaient sur leurs propres bâtiments les pro» duits de leurs pays , pour les échanger contre des » objets manufacturés de l'Angleterre ou de l ' I n » dostan. Ils trouvaient ainsi un marché où ils pou» vaient placer les fruits de leurs travaux Jusqu'alors » ils n'avaient pu s'en faire, en raison du système de » m o n o p o l e adopté par les Hollandais, qui étaient le » seul peuple européen possédant quelque établisse» ment d'importance dans ces parages. Chaque année » 1,500 ou 2,000 naturels de l'île Célèbes se rendent » sur la côte de l'Australie pour y faire la pêche dont » ils transportent les produits à Syncapour où des ma» rins chinois viennent les acheter et les charger sur » leurs jonkes. » ( Extrait du Courrier Anglais du 2 janvier 1 8 3 9 . ) Voilà le véritable c o m m e r c e , le seul profitable pour la métropole ; Syncapour est un bel établissement utile à l'Angleterre , non par le commerce de ses 20,000 habitants avec la m é t r o p o l e , mais, parce que Syncapour est un m a r c h é , un centre de relations duquel l'Angleterre propage dans toute l'Océanie la connaissance et l'habitude de ses produits manufacturés, pour lesquels on lui rend les produits naturels de toutes ces îles nouvelles.


93 Mettez Syncapour au régime de nos Antilles, et demandez-vous ce que seraient pour la métropole quelques milliers de consommateurs chétifs ? Entre les mains de l'Angleterre, ces 2 0 , 0 0 0 consommateurs deviennent 2 0 , 0 0 0 intermédiaires du grand commerce avec les régions nouvelles, 2 0 , 0 0 0 facteurs intéressés, faisant activement cette propagande commerciale que nous semblons avoir peur de faire , nous qui murons à l'étranger l'entrée de nos colonies. E n résumé, les colonies nous ont été nuisibles sous le rapport du commerce direct; onéreuses pour le trésor; et enfin nuisibles à notre navigation dont elles ont arrêté l'essor. Mais elles sont utiles à notre puissance politique , utiles indirectement au développement de notre c o m m e r c e , non par la part qu'elles y prennent, mais parce que mieux régies, elles peuvent aider à son extension à l'étranger ; utiles indirectement à notre navigation , non par la part qu'elles y prennent, mais parce que, sagement régies , elles peuvent aider à l'extension de notre commerce maritime extérieur. Je ne veux donc point abandonner les colonies : j e veux que notre drapeau soit présent partout. « Pour un grand peuple c o m m e la France , » disait M . G u i z o t , dans cette lettre au maire de Lisieux qui, pour avoir été un fait de circonstance , n'en restera pas moins un monument durable , « pour un grand » peuple c o m m e la France, il n'y a pas m o y e n de » n'avoir point d'affaires ; il n'y a pas m o y e n de se » retirer de toutes parts , et de s'isoler c o m m e la ré» publique de Saint-Marin. L a France est partout


94 » présente , partout intéressée ; partout, quand une » question survient, quand un événement éclate , il » faut rester, il faut agir. » Et aujourd'hui les événements n'éclatent pas seulement en Europe , mais sur tous les points du m o n d e . Bien loin de vouloir abandonner nos colonies , je voudrais que nous en eussions une de plus. Déjà la France a formé quelques relations dans l'archipel Océanique. L e ministre des affaires étrangères demande au budget de 1840 , la création d'un consulat français dans la ville de Sidney. A u lieu d'un consul je voudrais une station navale, au lieu d'une maison de consul, une colonie; non pas une colonie bâtarde et protégée , mais une c o lonie librement développée, un Syncapour français.

E t maintenant que j'ai rapidement analysé les faces principales de la question coloniale, et entrevu comment les colonies pouvaient nous nuire, et comment elles nous servaient, j'arrive à cette simple conclusion de bon sens : diriger notre législation coloniale de manière à éviter, à pallier le plus possible les inconvénients, à tirer parti de tous les avantages; garder nos colonies, mais non notre commerce colonial e x clusif , aller sagement dans la voie d'un affranchissement qui transforme en centres d'actives relations ces espèces de prisons commerciales ; aller lentement d'abord, une brusque secousse amènerait une crise dangereuse aux colonies et peut-être dans nos ports;


95 mais aller sans hésitation , car ce sont les hésitations qui font perdre le fruit des bonnes mesures ; engager les intérêts dans les voies nouvelles qui leur seraient ouvertes ; remplacer l'exclusif par un exclusif plus mitigé ; amoindrir de plus en plus cet exclusif, n'en conserver enfin de compte que ce qui sera démontré indispensable à raison des circonstances des positions, des faits qui pourront se produire. Ports , forteresses , entrepôts, comptoirs plutôt que champs de canne à sucre, voilà ce que j e voudrais trouver sur les mers.


CHAPITRE

S I T U A T I O N DES

II.

COLONIES.

Culture de la canne. — Mesures a

prendre.

Après bien des sacrifices et bien des ruines, nos colonies parvinrent, dans la deuxième moitié du dernier siècle, à un grand développement de prospérité. L e s années 8 9 et 9 0 furent belles entre toutes pour les p r o ductions coloniales ; et cependant Bourbon ne cultivait point la canne à sucre , la Guyane commençait à peine cette culture, la Martinique et la Guadeloupe s'y livraient moins exclusivement. Bourbon devait à ses cafés, à ses cotons, à ses g i rofles toute sa prospérité ; les autres colonies cultivaient aussi le café, le cacao, le coton. Toutes produisaient d'ailleurs la plus grande partie des vivres nécessaires à leur consommation. La révolution, les guerres maritimes, le blocus continental, ruinèrent nos colonies ; les cultures t o m -


— 97 — bèrent en souffrance; beaucoup de colons portèrent leurs capitaux vers l'armement des corsaires. A la reprise de possession en 1814, l'agriculture était dans un état de dépérissement complet. L e gouvernement fit de grands efforts pour la ranimer, pour lui donner les encouragements nécessaires. Si le gouvernement avait laissé les colons développer leurs travaux dans des voies régulières et naturelles en cultivant la canne, ils auraient donné la m ê m e i m pulsion aux autres cultures qui leur avaient valu jadis tant de prospérité. Nos colonies ne seraient point exclusivement c o m m e aujourd'hui de grandes fabriques d e sucre. L a moitié des colons ne souffrirait pas c o m m e aujourd'hui de la crise actuelle, car les cafés, cacaos, cotons ne sont point en souffrance; et la moitié qui aurait cultivé le sucre souffrirait peu , car il n'y aurait point eu ce m ê m e encombrement, et les colons ayant restreint leur production dans la proportion de la demande à libre ou presque libre concurrence, ils l'auraient distribuée dans la bonne terre seulement, ne l'auraient activée qu'avec des capitaux résultant de leurs bénéfices et non par le m o y e n d'emprunts onéreux, et ainsi eussent produit à bon marché et fait leur fortune sans voler le consommateur à l'aide de tarifs exagérés. Malheureusement il n'en fut point ainsi. Des surtaxes de 2 5 , 3o puis 5 5 fr. par 100 k i l . , protégèrent le sucre colonial français contre le sucre étranger ; les primes vinrent encore surexciter cette production particulière et diriger de ce côté toute l'avidité commerciale des colons q u i , non-seulement ne remirent point en valeur leurs anciennes caféières , cacaoteries et c o 7


98

t o n n e r i e s découragées, niais défrichèrent une partie de celles qui avaient échappé au dépérissement commun pour les transformer en champs de canne. L a culture des autres denrées fut réduite aux terres où il était presque impossible de tenter la culture de la canne. Cette substitution ne suffisant p o i n t , de nombreux défrichements furent faits, m ê m e dans la mauvaise terre. A Bourbon , la culture fut portée jusque dans les montagnes , dans celles des Salazes et sur les hauteurs du quartier Saint-Pierre; la fréquence des pluies, l'abaissement de température, la difficulté d'exploitation commencent seuls aujourd'hui à décourager les colons de ces extensions nouvelles ( 1 ) . Les colons cherchent à nier ces résultats; ils brouillent les chiffres en les citant par masse. N o u s qui parlons désintéressés , et qui cherchons la clarté parce que nous ne voulons que la vérité, examinons séparém e n t pour chaque colonie la marche inverse des différentes cultures. Nous allons voir les unes reculer à m e s u r e que l'autre avance, et celle-ci avancer à pas rapides et par brusques oscillations , à mesure qu'une loi nouvelle exagère la protection. Les chiffres qui vont suivre sont tirés de la notice statistique rédigée dans un esprit tout favorable aux colons. M A R T I N I Q U E . — C a f é s . — E n 89 : 6, 123 hectares étaient cultivés en cafés; 4,000 restaient en 1 8 1 6 , 3,082 en 1835. A i n s i , non-seulement les anciennes caféières n'ont

(1) N o t i c e s t a t i s t i q u e s u r les c o l o n i e s f r a n ç a i s e s .


— 99 — point été remises en valeur. L e quart de celles qui avaient survécu a été arraché. La Martinique exportait pour la France : En

CACAO.

En

culture

:

1789,

4 , 8 0 5 , 0 0 0 k. de café.

1835,

298,000 k.

1789,

1,184

1816,

638

1835,

492

hectares.

Exportation pour la France : E n 1789, 1835,

345,000 k. 98,000

COTON. « Quoique extrêmement facile et peu. coûteuse (1) , » cette culture diminue de jour en jour dans la colonie. En

culture:

1789, 1816, 1835,

Exportation en

90, 1835,

2,726 hectares. 435 178 495,000 k. 2,000

VIVRES. L e s vivres récoltés à la Martinique sont loin de satisfaire aux besoins de la consommation locale. CANNE A SUCRE. E n 89 , époque du plus grand d é veloppement de la culture de la canne à la Martinique, il y avait alors plantés en canne :

(1) N o t i c e s

statistiques.


— 100 — 1816, 1835,

19,000 hectares. 15,684 21,179

La production était : E n 1789,

18,500,000 k.

d o n t 1 6 , 0 0 0 , 0 0 0 o n t été

exportés

p o u r la F r a n c e . 1835,

3 0 , 5 0 0 , 0 0 0 k.

d o n t 2 4 , 7 5 0 , 0 0 0 o n t été exportés p o u r la F r a n c e .

Sans compter une production de 6,630,000 litres de mélasses, et 1 , 5 o o , o o o litres de tafia. Ces diverses cultures sont ainsi distribuées : « ( 1 ) Les caféiers occupent la crête des mornes ou la pente supérieure de leurs versants. L e s cotonniers s'élèvent en taillis sur les terrains qui se refusent à de plus riches productions. L e s champs de canne à sucre couvrent les plaines d'alluvion , le fond des vallées , les coteaux les moins escarpés, » c'est-à-dire à peu près toutes les parties où la culture est matériellement possible. G U A D E L O U P E . « ( 2 ) L a Guadeloupe était parvenue à un haut degré de prospérité , au m o m e n t où éclata la révolution française. » C A F É S , — 1 7 9 0 : — 8 , 1 7 4 hectares.

« ( 3 ) Cette culture était une source de richesses pour un grand nombre de colons. »

(1) Notices (2)

Idem.

(3)

Idem.

statistiques.


— 101 —

1 8 1 8 . — 4,988 hectares restaient encore cultivés ; les colons reprennent cette culture avec zèle ; quelques nouvelles terres y sont consacrées; mais cet élan est vite arrêté par la protection qui tourne l'agriculture vers la canne à sucre. Des 8 , 1 7 4 hectares autrefois cultivés en cafés, il restait, en 1835, — 5 , 6 8 7 , dont la culture était assez négligée. 1790,

e x p o r t a t i o n p o u r la F r a n c e ,

1835,

récolte totale, 1,000,000 ; exportation p o u r la F r a n c e ,

CACAO.

k.

541,693.

E x p o r t a t i o n p o u r la F r a n c e : 1790, 1835,

COTON. E n

3,710,850

culture: 1 7 8 9 ,

1818,

2 6 9 , 0 0 0 k. 4,829 8,878 hectares. 3,248

Aujourd'hui, « ( 1 ) la culture du coton est presque abandonnée à la Guadeloupe. » Elle n'emploie plus que 1 , 0 2 3 hectares. Ainsi, non-seulement les anciennes cotonneries n'ont point été remises en valeur, mais les deux tiers de celles qui avaient échappé à la crise impériale ont été défrichées sous l'empire des lois protectrices du sucre. E n 1 8 1 6 , la récolte du coton était de 400,000 kil. ; en 1835 , elle n'allait pas au delà de 80,000, dont 44,000ontété exportés pour la France. VIVRES. — L e s vivres récoltés à la Guadeloupe sont loin de satisfaire à la consommation locale.

( 1 ) N o t i c e s statistiques.


— 102 — CANNE A SUCRE. 1818, 1 7 , 5 6 7 hectares. 1835 ,

24,809

E n 1 7 9 0 , l'exportation pour la France fut de 8 , 7 2 5 , 7 5 0 kil. L a moitié environ étant en sucre t e r r é , et le terrage enlevant un déchet du tiers, nous pourrions estimer l'importation de 1 7 9 0 à environ 11,000,000 kil.

E n 1834 , la récolte a été de 42,000,000 , sur lesquels 3 8 , 6 1 2 , 9 6 0 exportés pour la France. Cette r é colte comprenait , en outre , 6,053,ooo litres de m é lasses , et 1,340,000 litres de tafia. B O U R B O N . — L e s lois protectrices du sucre ont amené dans les cultures de cette colonie la perturbation la plus déplorable. Dans la 2 moitié du dernier siècle , sa prospérité croissait rapidement. Cette colonie était si forte q u e , malgré son éloignement de la France par elle-même , et avec les débris d'une insignifiante garnison, elle se soutint seule, isolée dans ses mers lointaines, faisait pour son compte, et au profit de la F r a n c e , la guerre aux Anglais , recevait des ambassadeurs de Tippoo-Saïb, et lui envoyait des secours. E n 1 8 0 6 , sa prospérité intérieure, ses cultures n'avaient point souffert. Elle était si forte qu'elle résista jusqu'en 1 8 1 0 à l'Angleterre. E l l e était si fière qu'à peine échappée après 1 8 1 4 aux mains des Anglais , q u a n d , à la nouvelle du retour de l'île d'Elbe , ceux-ci se présentent pour reprendre leur gage, elle refuse de se livrer, et les E


— 103 — A n g l a i s , n'osant y débarquer, recommencent un inutile blocus. E t cependant la colonie ne fabriquait point, ne vendait point de sucre; « ( 1 ) les habitants cultivaient quelques cannes et se bornaient à en extraire le jus ou vesou pour faire du rhum ou du tafia, exclusivement destiné à leur usage. » Nous allons voir quelle interversion de cultures ont amenée les lois protectrices. CAFÉ. «(2) La culture du café demeura près d'un siècle une source féconde de richesses pour la colonie. » E n 1827 , Bourbon possédait encore 8 , 8 4 5 hectares cultivés en cafés. Sous la seule influence de la loi de 1 8 2 6 , 4,666 hectares sont défrichés ; 4,179 seulement restaient en 1836. 1 7 8 9 , récolte

2,000,000 k.

1801

3,500,000

1 8 1 5 , exportation 1 8 3 6 , récolte totale. .

4,500,000 .

.

.

.

928,000

CACAO. « ( 3 ) L a culture du cacaoyer est au jourd'hui fort négligée à Bourbon. On n'y affecte plus de terrains particuliers : on se borne à mêler cet arbre avec les caféiers et les girofliers. » En 1827 , il n'y avait plus en cacao que 47 hectares; en 1 8 3 6 , 28 ; et en 1 8 3 7 , 1 5 .

(1) N o t i c e s s t a t i s t i q u e s . ( 2 ) idem. (3)

Idem.


104

Exportations pour la France : 1818. l836.

. .

.

.

.

.

.

.

.

.

. 1 7 , 4 3 4 k. 6,902.

COTON. E n 1 7 8 9 , la culture du coton florissait à Bourbon. E n 1836 « ( 1 ) la culture du coton est presque abandonnée. » 1 7 8 9 , récolte 1 8 1 6 , exportation pour la France. . 1826 . . 1 8 2 6 . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1837

.

.

.

5o,ooo k. 48,139 10,000 . . 0 1,721

T o t a l des envois de 1829 à 1 8 3 7 , 1 6 , 1 7 0 kil. M o y e n n e de ces g dernières années, 1,796. Voilà ce qu'est devenue à Bourbon cette belle culture. GIROFLERIES. L e s girofleries elles-mêmes, si florissantes à Bourbon , n'ont pu échapper entièrement à l'influence envahissante de la canne. En

culture : 1 8 2 7 3,401 hect. 18З6 2,980 1837. . . . . . . 2,779 de 1 8 2 7 à 1 8 З 7 , 6 2 2 ont été défrichés.

VIVRES. E n 1 7 8 9 , Bourbon produisait les céréales nécessaires à sa consommation, et en outre « (2), fournissait les blés nécessaires à l'approvisionnement de l'Ile-de-France et aux besoins de la navigation. » E n 1 8 2 2 , elle donnait encore à peu près le blé né(1) N o t i c e s statistiques. (2)

Idem.


— 105 — cessaire à sa consommation : 28,000 kil. seulement de blé ou farine furent tirés du dehors. La m o y e n n e des récoltes de 1832 à 1836 n'a été que de 188,000 kil. de blé.

E n 1 8 3 6 , Bourbon a dû importer 1,163,580 k. de blé et 186,000 k. de farine pour 12,400 individus environ qui consomment du pain à Bourbon. « ( 1 ) L e riz récolté à Bourbon est de bonne qualité.» L a colonie qui en fait une si grande consommation aurait dû y consacrer des terres. Toutes étaient prises par la canne à sucre. L a récolte m o y e n n e du riz pendant les cinq années de 1832 à 1 8 3 6 , était 7 1 7 , 9 6 0 k. La moyenne des importations du riz étranger pendant les 7 années de 1830 à 1 8 3 7 , était 1 1 , 6 7 3 , 8 3 9 kilog. Quant aux autres vivres cultivés à Bourbon, c o m m e maïs , manioc, patates, sauges « (2) , ils satisfont à peu près aux besoins du quart de la population. » En revanche, et pendant que toutes les autres cultures dépérissent, nous allons voir le tableau consolant des prospérités légales de la canne à sucre. CANNE A SUCRE. E n 1 8 1 5 , la canne n'était point cultivée à Bourbon. La loi de 1 8 1 6 est rendue, on plante la canne. E n 1 8 1 8 , un premier essai d ' i m p o r tation nous amène 5 7 3 , 1 6 8 k. Puis la culture s'étend rapidement : dès 1 8 2 7 , 1 1 , 8 0 5 hectares étaient plantés en canne. Grâce à la loi de 1 8 2 6 et dans les années qui

(1) N o t i c e s s t a t i s t i q u e s . (2)

Idem.


suivent, 3,034 canne.

106

nouveaux hectares sont plantés en

T o t a l en 1 8 3 7

14,839.

L'exportation q u i , en 1 8 1 8 , était de1/2m i l l i o n , passe à 4 millions sous l'influence de la loi de 1 8 1 6 ; à 6 millions f sous l'influence de la loi de 1 8 2 2 . E n fin la double influence des lois de 1 8 2 2 et de 1 8 2 6 nous amène en 1834 une récolte totale de près de 25 millions , dont plus de 18 millions ont été exportés pour la France. D e tels chiffres dispensent de toutes réflexions. E t aujourd'hui Bourbon n'est plus forte c o m m e en 1 7 8 9 et jusqu'en 1 8 1 0 ; Bourbon n'est plus fière c o m m e en 1 8 1 5 . E l l e est suppliante et en état de ruine ; elle est à la merci d'un caprice du législateur ; elle ne soutiendrait plus six ans de blocus c o m m e sous l'Empire : alors elle se nourrissait e l l e - m ê m e ; et aujourd'hui sa subsistance lui vient de la France, qui est bien loin, et de l'Inde anglaise, qui est trop près pour sa sécurité. E t que ferait-elle d'ailleurs en temps de blocus avec ses 18 ou 25 millions de kil. de sucre? Bourbon, notre plus belle colonie, serait perdue parce qu'on l'a trop protégée. G U Y A N E . Après avoir coûté d'énormes sacrifices , après avoir englouti des capitaux immenses , la Guyane prospéra sous l'administration éclairée, p r o gressive et dévouée de M . M a l o u e t , qui apprit aux colons à dessécher les terres basses dont ils dédaignaient les avantages , et qui sont aujourd'hui les plus fertiles de la colonie. Toutefois, a l'époque de la révolution ce n'était


— 107 — qu'une colonie naissante. L e s différentes cultures paraissaient devoir se développer également sur un sol neuf propre à les recevoir toutes. E n 90 les principales exportations furent : Sucre Café Coton Cacao

.

7 4 , 0 0 0 kil. 28,000 35,8oo 2,400

De 1 8 1 8 à 1836 cette proportion relative des diverses cultures est complétement renversée ; toute l'extension du travail agricole se porte exclusivement sur la production du sucre. C A F É . « ( 1 ) L e café de la Guyane est fort estimé dans le commerce. » Exportations —

1 8 1 8 — 20,131 kil. 1836

20,328

C O T O N . « (2) L e coton de la Guyane française est de belle qualité; dans les marchés de France il est souvent coté au m ê m e prix que celui de Fernambouc. » Exportations

1818 —

1 9 7 , 9 9 6 kil.

Moyenne des 5 années ( Récolte totale 219,607. de 1832 à 1836. ( Exportation. 200,733.

CACAO. L e cacaoyer croît naturellement dans les forêts de la G u y a n e ; sa culture exige peu d'entretien ,

(t) (2)

N o t i c e s statistiques. Idem.


108 —

cependant les habitants la négligent ; ils se contentent de faire sécher le cacao à la fumée , ce qui lui donne un mauvais goût qui le fait rejeter par le commerce français ; presque tout celui que récolte la Guyane est exporté aux États-Unis.

En

culture : 1 8 1 8 1 8 3 6

36o hectares. 197

VIVRES. Cette culture est négligée , le prix des v i vres hausse dans la colonie. La Guyane , sol immense et fécond, ne comprenant qu'environ 1000 blancs et 20,000 noirs ou h o m m e s de couleur , tire annuellement de France ou de l'étranger pour 6 3 o , o o o fr. de vivres. CANNE A SUCRE. Pendant que toutes les autres cultures étaient négligées, celle de la canne à, sucre absorbait tous les soins et tous les capitaux.

En culture:

1818

567 hectares.

1 8 3 6

1,571

Exportation pour la France , 1 8 1 8 — 5 7 , 1 5 4 kil. Sous l'influence des lois de 1 8 1 6 , 1 8 2 0 , 1 8 2 2 , l'exportation monte à 4 9 4 , 2 5 2 kil. en 1826 ; 6 3 9 , 4 9 3 en 1 8 2 7 . L a loi de 1 8 2 6 donna une impulsion nouvelle; dès 1 8 2 9 — 1,060,000 kil. sont exportés ; en 1836 : Récolte totale 2 , 4 2 2 , 7 9 6 kil. Exportation

2,314,796

Ainsi B o u r b o n , qui ne produisait pas de sucre il y a vingt ans, récolte aujourd'hui plus de 20,000,000 kil., et la Guyane produit 42 fois plus de sucre qu'elle n'en produisait il y a vingt ans.


109 — Ainsi clans toutes les colonies , sous l'influence des lois protectrices, dépérissement des autres cultures , extension forcée d'une seule ; nos colonies sont d e v e nues de grandes fabriques de sucre , aujourd'hui à la veille de faire faillite. I l y a là un grand m a l ; si la colonie place son intérêt sur une seule récolte, elle est bien autrement exposée aux chances des bonnes ou mauvaises années , lorsque ces chances peuvent devenir ainsi des calamités générales. E l l e court bien plus de risques à chaque crise de cette industrie, quand d'autres cultures prospères ne sont point là pour rétablir l'équilibre par la compensation du bien et du mal. Nos colonies dans leur fol enthousiasme n'ont plus cultivé de vivres ; après quelques mois de blocus on les prendrait par famine. E t ce mal j e le juge immense, moi qui ne trouve à la possession de nos colonies qu'un intérêt politique de force et de puissance. D'autres inconvénients se sont produits : les colons, après avoir rétabli leurs anciennes cultures de sucre, et pris aux autres cultures la plupart de leurs terrains, ont défriché, nous l'avons d i t , de médiocres terrains qui ne rapportaient qu'à grande peine , et leur prix de revient m o y e n augmentait. Quand ils eurent ainsi forcé les récoltes plusieurs années de suite , la terre à laquelle on demandait trop s'épuisait, il fallut la nourrir par des engrais dispendieux , et le prix de revient augmentait. Les colons n'attendaient pas à réaliser des bénéfices pour entrer dans ces dépenses; on avait l'idée qu'il suffisait pour faire sa fortune d'emprunter un capital, —


110

de bâtir une sucrerie , d'acheter des noirs et de faire du sucre à tout prix , certain qu'on était de vendre à tout prix ; les colons empruntèrent 6 0 ou 8 0 millions. L'intérêt et l'amortissement de l'emprunt à prélever sur les bénéfices bruts furent encore une cause d'augmentation pour leur prix de revient. E t ainsi, la protection avait pour effet de les amener à avoir besoin d'être protégés davantage. Elle ne les conduisait point à améliorer, mais à multiplier leurs produits. P o u r étendre, activité ; pour améliorer, apathie. L a plupart vivaient en grands seigneurs, luxueux et prodigues ; s'inquiétant peu des dettes, abandonnant le travail à des intendants , voyageant en E u rope ou s'endormant chez eux dans une mollesse c o l o niale ; faisant de leurs sucreries des sinécures, cumulant les bénéfices du commerce avec l'indolence du rentier. C e n'est pas ainsi qu'en France nos grands manufacturiers ont élevé leurs maisons; ce n'est pas ainsi surtout que travaillent dans le nord nos fabricants de sucre indigène. L ' œ i l du maître étant paresseux , insouciant, les bénéfices nets devaient diminuer, le prix de revient augmenter. E t les colons ne se donnaient point la peine de chercher des améliorations de fabrication pour le r é duire. Nous avons montré c o m m e n t , s'il se faisait un progrès aux colonies, c'était le gouvernement qui allait l'y faire; encore les colons n'acceptaient-ils que pour le sucre ces progrès tout faits ; leur apathie d é courageait toute autre tentative.


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Enfin, sous cette protection, la betterave, qui avait grandi dans l'ombre , est apparue tout d'un coup m e naçante pour les colonies et pour le trésor. E n 1 8 3 3 , la Chambre fut appelée à constater le mal produit : L e s anciennes cultures détruites ; L a culture de la canne forcée ; L e prix de revient excessif; P o i n t d'amélioration, mais multiplication des p r o duits ; Les colons endettés ; L e trésor en perte ; L a betterave annonçant de nouvelles difficultés. Les primes supprimées , la betterave n'en continua pas moins son prodigieux élan ; les colonies ont souffert. E t ces souffrances leur ont déjà été plus utiles que la protection. Pressés par la nécessité , les colons ont accueilli les améliorations nouvelles de toutes mains , du gouvernement et de la fabrication indigène. Ils ont essayé de nouvelles machines , e t , dans beaucoup d'endroits, remplacé le travail des noirs par des charrues et par des animaux. A Bourbon , le seul remplacement du portage à dos de noirs , par le charroyage, a diminué le prix de revient de 2 fr. par 5o kilogr. Dans beaucoup d'endroits, au lieu de conserver à la canne ses rejetons pour trois ou quatre récoltes, on a renouvelé les plants après deux récoltes seulement. L e s colons ont mis plus d'ordre dans leurs affaires, et quelques-uns ont remplacé l'œil de l'intendant par


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l'œil du maître ; et tandis que , sous l'empire des lois protectrices , le prix de revient restait stationnaire , sinon croissant, sous l'empire de la nécessité le prix de revient, qu'on disait encore, en 1 8 3 2 , de 3 o fr. pour 5 o kilogr., était convenu, en 1836 et 1 8 3 7 , à 25 fr. L e gouvernement ( 1 ) le porte aujourd'hui à 2 3 fr. 50 c. ; beaucoup, non sans raison , n'admettent qu'un chiffre bien inférieur. Dût la fabrication indigène n'être qu'un accident, une industrie transitoire, destinée à bientôt périr, elle aurait, du moins indirectement, produit un grand résultat. E l l e a ouvert bien des yeux fermés, appelé la discussion sur une question dont on ne saurait trop vite préparer la solution pour l'avenir. Elle a obligé les colons à prendre des habitudes d'ordre et de travail qu'ils n'avaient p o i n t , et qu'une fois prises ils garderont mieux quand la prospérité leur reviendra. Elle les a obligés à compter plus sur leur travail, et moins sur des lois aveuglément données; à attendre plus d'eux-mêmes, et moins du législateur, ce qui est un grand bien pour la force d'une industrie. Elle les a obligés à obtenir, par des améliorations , un prix de revient plus bas, et a rendu possible une diminution considérable dans la protection. Enfin, elle a produit ce résultat m o r a l , de faire d é sirer à beaucoup c o m m e un bien, de faire envisager aux autres c o m m e une nécessité, la chute du régime

( 1 ) E x p o s é de m o t i f s d u p r o j e t d e loi s o u m i s a u x C h a m b r e s .


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commercial actuel de nos colonies , et ce résultat matériel, de rendre possibles vers l'affranchissement commercial quelques premiers pas, impossibles il y a huit ans. T o u s les colons cependant ne se sont point avancés dans la voie de l'ordre et des progrès ; beaucoup se son t réveillés pour la plainte et non pour le travail. Il leur serait doux encore de compter sur une législature d o cile. D'ailleurs, il faut en convenir, pour ceux m ê m e qui ont fait marcher rapidement les améliorations dans leurs sucreries, les souffrances ont grandi plus rapidement encore. Ces souffrances ne sont point directement i m p u tables à la fabrication indigène , mais aux lois de 1 8 2 2 et 1 8 2 6 , sans lesquelles les colons produiraient à meilleur m a r c h é , ne seraient point encombrés, ne seraient point écrasés de dettes. L a betterave n'a été que l'occasion qui a déterminé les premiers sentiments du mal. T o u t e loi qui viendra rétablir immédiatement la prospérité sucrière des colonies , sera mauvaise ; elle arrêtera les souffrances actuelles et laissera subsister tous les éléments du mal. U n e nouvelle crise infaillible se montrera plus tard, et il faudra recommencer le m ê m e cercle de souffrances, quand peut-être l'affranchissement des noirs, imminent ou déjà réalisé, jettera de nouvelles complications dans la situation coloniale. L e passage d'un mauvais à un bon état de choses ne se fait point sans douleur. Les colonies doivent traverser une nécessaire période de souffrances; cette 8


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période est aujourd'hui à moitié passée; il faut tirer parti de ce qui a déjà été souffert, et traverser de suite l'autre moitié pour n'avoir point à recommencer plus tard toute cette pénible épreuve. L'intérêt de la France et l'intérêt des colonies le veulent. I l faut que le législateur, dans ce m o m e n t de crise, entoure les colons d'une sollicitude attentive pour les empêcher d'être écrasés, qu'il les aide à s'ouvrir de nouvelles voies, qu'il soit pour eux bienveillant, mais sans faiblesse; il faut qu'il laisse peser sur l'industrie sucrière cette main de la nécessité q u i peut seule forcer les colons à améliorer leurs produits, et restreindre leurs cultures. Bientôt les colons arriveront au terme de cette crise déjà demi-traversée ; voudraient-ils retourner en arrière, pour refaire plus tard tout entier ce rude chem i n déjà demi-fait? L a protection valut aux colons un bien momentané, puis un mal tenace. La fin de la protection cause un mal momentané q u i , ramenant les choses à un état n o r m a l , rendra aux colons la seule voie durable de prospérité, la voie naturelle. I l faut les forcer à restreindre leur culture de sucre , à la ramener seulement dans les bonnes terres, afin que par cela m ê m e leur prix de revient m o y e n soit amélioré. A l o r s , ils pourront vendre aux étrangers quelquefois , et à la France toujours, moyennant une faible protection. Je voudrais arriver assez p r o m p t e m e n t au point où les colons pourraient nous vendre leur sucre en concurrence avec l'étranger sous une seule protection de 1 0 fr. par 1 0 0 kil.


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Ce serait encore , pour une production même restreinte a 6 0 , 0 0 0 , 0 0 0 kil. au lieu des 8 7 , 0 0 0 , 0 0 0 de la récolte de cette année, une protection qui pourrait s'étendre jusqu'à un cadeau annuel de 6 , 0 0 0 , 0 0 0 de francs à répartir entre 1 , 3 2 2 fabriques qui sont aux quatre colonies. E t après quelques années, je voudrais pouvoir réduire encore à moitié cette protection , et ne point la laisser indéfiniment à plus de 5 fr. par 1 0 0 kil., ce qui, sur un prix de revient de 3o fr. les 1 0 0 kil., ferait encore une protection de plus de 1 6 p. 1 0 0 . Sur le sol français , la culture du chanvre n'a que 6 p. 1 0 0 de protection , celle du lin 1 0 p. 1 0 0 . Pour en venir là, peut-être faudrait-il réduire les récoltes même au-dessous de 6 0 , 0 0 0 , 0 0 0 kil. Alors, il n'y aurait plus d'encombrement, alors , les cultures des colonies étant plus variées, elles seraient moins exposées à des crises générales; et l'exclusif pourrait être singulièrement mitigé. Les colonies sont loin encore de pouvoir supporter l'abaissement de la surtaxe à 5 et même à 10 fr. Nous avons montré comment la faible différence actuelle des prix n'était point normale, mais causée par une hausse extraordinaire du sucre étranger, une baisse forcée du sucre colonial. La comparaison doit donc s'établir, non entre les prix de vente , mais entre les prix de revient. Vendant à x l'étranger vend régulièrement et fait des bénéfices. Le colon français vendant x + 2 ou 3 francs prétend vendre à perte et dit avoir besoin de 7 ou 8 francs d'augmentation pour vendre à bénéfices réguliers.


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La comparaison peut donc encore s'établir entre x , prix régulier de l'étranger, et x + 2 ou 3 + 7 ou 8 qui serait le prix régulier du colon français. Pressé par la concurrence de la betterave , le colon a déjà réalisé de grands p r o g r è s , puisque sur un sol moins fertile il a pu vendre avec peu d'élévation de prix au-dessus du prix étranger ; bien qu'il puisse faire des progrès encore, ces progrès sont nécessairement limités. A u contraire, les sucres étrangers n'ayant point été inquiétés et jouissant de la marge des hausses naturelles pour compenser les déficits de récolte, n'ont ressenti aucune souffrance ou impulsion. Les colonies espagnoles, le Brésil laissent presque le sucre pousser chez eux plus qu'ils ne le cultivent. Quand la main de la nécessité viendra peser sur eux , il faudra qu'à leur tour ils sortent de l'apathie. Ils trouveront chez leurs voisins des progrès tout faits , qu'ils se hâteront d'appliquer : en peu d'années ils réaliseront d'énormes améliorations, et si la politique de l'Angleterre l'exige , elle activera de son côté plus encore cette féconde production de l ' I n d e , qu'elle vient d'émanciper. Or cette nécessité de produire à bas prix se fera sentir à l'étranger. N o u s pourrons tuer la fabrication de la betterave en France , mais cette industrie est naturalisée aujourd'hui dans toute l'Europe ; et pour l'avantage de nos colonies la Russie et l'Allemagne ne l'étoufferont point chez elles. Alors cette énorme production de 6 0 0 , 0 0 0 , 0 0 0 kil. de sucre colonial annuellement j e t é e sur l'Europe c o n tinentale , n'ayant bientôt plus pour débouché que


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l'Espagne, une partie de l'Italie, de la T u r q u i e , et si l'on veut la France entière , toute l'industrie intertropicale se fera une concurrence si énorme à elle-même dans ces débouchés restreints, qu'il lui faudra baisser ses prix , ou restreindre son d é v e l o p p e m e n t , et faire d'une manière générale ce que nos colonies ont été obligées de faire devant la fabrication française. Ainsi donc la betterave fût-elle tuée en France , nos colonies ne seraient point en position de s'arrêter dans leur mouvement actuel. Ce n'est point assez pour elles d'avoir presque atteint le prix du sucre étranger qui n'a point encore baissé ; il faut qu'elles s'apprêtent à le suivre quand il va descendre, sans quoi l'intervalle momentanément comblé entre les prix des deux sucres serait bientôt rétabli aussi grand sur des valeurs moins fortes ; et alors tous les fâcheux résultats d'un pareil état de choses se produiraient de nouveau : nécessité de protections ruineuses obligeant à resserser l'exclusif; pertes pour le c o m m e r c e , pour le consommateur et pour le trésor, développement de la contrebande et nouveaux éléments de crise future. Ainsi, dans tous les cas, que nous conservions ou que nous arrêtions chez nous la fabrication i n d i g è n e , il faut obliger les colonies à restreindre leur culture et à améliorer leur prix de revient. Entourons les colonies de sollicitude bienveillante, multiplions pour elles les avantages généraux propres à faciliter la transition, préparons leur un avenir l i quide naturellement prospère et durable , mais dans l'intérêt m ê m e de cet avenir comprimons la culture de la canne à sucre. Donnons un dégrèvement assez fort pour que les


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colons ne soient point écrasés, pour qu'ils aient le temps de se dégager un peu , pas assez fort pour qu'ils soient engagés à continuer l'extension de cette culture. I l faut les obliger à se restreindre , il faut que la fabrication coloniale souffre jusqu'à ce qu'elle soit restreinte , afin que le mal actuel soit détruit par sa racine, et que le mal général, qui certainement se produira d'ici vingtans, soit d'avance prévenu pour nos colonies. Que le gouvernement tienne ferme ; fort de sa conscience , qu'il laisse passer la mauvaise humeur actuelle des colons; qu'il prenne les devants sur la crise future, seul m o y e n de sauver les colonies. Les colons achèveront de traverser leurs souffrances actuelles, et seront dans tout l'éclat de la prospérité quand les colonies étrangères commenceront leur crise. Alors, en voyant cette ruine dont nous les aurons sauvées, les colonies nous rendront justice. Elles auront vingt années d'avance dans la voie du bien. Nous aurons fait souffrir les colonies une seule fois pour les sauver. Des amis faibles ou imprévoyants les feraient souffrir à deux fois, et peut-être la deuxième fois serait trop forte et trop irrémédiable pour qu'elles n'en fussent point écrasées. N o s colonies ne donnent plus que d'insignifiantes quantités de cafés, cacaos et cotons. Nous en tirons de l'étranger des quantités énormes. Engageons les colons à porter de ce côté leurs capitaux et leur attention. Nous achetons à l'étranger p o i v r e , indigo , vanille , cannelle, muscade, quinquina, toutes choses pour lesquelles le sol européen ne fait point concur-


— 119 — rence. Les colons doivent en partie substituer ces cultures à celle de la canne qui s'en va. Ils le comprennent , mais ils n'écouteront point de conseils ; ils ne se plieront que sous la nécessité ; et déjà ils ont commencé à s'y plier. Nous avons suivi de 1 8 1 6 à 1835 ce mouvement de l'agriculture des A n tilles qui se retirait de toutes les autres productions pour se concentrer sur celle du sucre. Depuis 1835, un mouvement inverse commence à se produire. 1835. 21.179 hectares.

Martinique.

Canne à sucre. Café. Coton. Cacao.

Guadeloupe.

Canne à sucre. Café. Coton. Cacao. Tabac. Mûriers, Vivres.

24,809 5,687 1,023 159 17 10 13,042

3,082

178 492

1837. 20,892 hectares. 3,158 257 596 24,500 5,853 1,044 204 47 45 13,823

Heureuse réaction , trop lente e n c o r e , et qu'il faut accélérer. Gardons-nous d'arrêter ce mouvement salutaire par une loi maladroite qui rendrait à la culture de la canne ses folles et fatales protections. Pour hâter le mouvement comprimons la production sucrière, et pour favoriser la transition faisons la place belle aux autres cultures. Donnons-leur, s'il le faut, de nouvelles, d'énormes protections, afin d'aider les c o lons dans leurs premières tentatives, et de couvrir leurs frais de premier plant ; mais en les prévenant que ces protections ne devront pas toujours durer , car sans cela les mêmes inconvénients reviendraient de ce côté.


— 120 — Fortes protections pour imprimer l'élan, mais bientôt modération de ces protections pour que l'élan se régularise et ne devienne point un pernicieux enthousiasme. E t pour mettre les colonies à l'abri des chances d'un long blocus, tâchons avant tout qu'elles produisent des vivres pour elles et leurs garnisons. Les colons s'adressent successivement à tous les i n térêts , à tous les préjugés, à toutes les pensées égoïstes et aussi à toutes les pensées généreuses qu'ils cherchent à abuser; ils disent : « Vous voulez abolir l'esclavage, protégez nos sucres , car ils sont notre seule prospérité ; comment tenter l'abolition de l'esclavage, dans un m o m e n t où les colonies ne seraient point p r o spères ? » Ce raisonnement n'a rien de sérieux. Il y a trois ans on voulait abolir l'esclavage, et les colons disaient : « Si vous abolissez l'esclavage, vous tuez la culture de la canne. » Aujourd'hui on veut restreindre la culture de la canne , et ils prétendent que c'est rendre impossible l'abolition de l'esclavage. Pour empêcher l'abolition de l'esclavage, on proclamait, il y a trois ans, l'incompatibilité de la fabrication du sucre et de la liberté. Pour empêcher la restriction de la culture de la canne, on proclame aujourd'hui non-seulement la compatibilité, mais la nécessité de la fabrication du sucre pour arriver à la liberté. L'abolition de l'esclavage est une nécessité ; on ne discute plus que sur l'instant et le m o d e de transition. Cette prévision s'ajoute à toutes les autres pour engager les colons à restreindre la culture de la canne.


1 2 1

L e blanc, sous le climat de nos colonies, supporte difficilement les rudes travaux de la fabrication du sucre; le nègre affranchi ne s'y veut plus résigner. Que les colons restreignent donc cette culture q u i demande trop de bras, partout où cela deviendra possible, qu'ils remplacent le travail de l ' h o m m e par celui des machines et des animaux. Qu'ils développent surtout leurs autres cultures, qui donneront bientôt les mêmes bénéfices réguliers , qui d'ailleurs exigent moins de bras, et amenant des travaux moins rudes obtiendront plus facilement le travail libre. U n rapprochement nous frappe. Quelle que soit la matière première , sa culture et la fabrication du sucre demandent beaucoup de travail. Or, les colonies manquent de travailleurs, en France beaucoup de travailleurs sont sans ouvrage. L e développement des autres cultures dans nos c o lonies favorisera d'ailleurs cette civilisation des nouveaux libres qui n'y arriveront que par l e travail. I l faut leur présenter des travaux faciles pour qu'ils veuillent bien en accepter l'habitude. Les établissements de sucrerie ne peuvent se monter que sur de grandes proportions. I l faut beaucoup de terres et de capitaux. U n e petite exploitation serait ruineuse : la production de 5o ou de k. de sucre exige les mêmes frais généraux , le m ê m e capital d'usine. Mais la petite exploitation est facile pour les caféières, cacaoteries et cotonneries. Celui qui n'a qu'un hectare en café pourra gagner autant par kilog r a m m e que celui qui cultive 1 0 0 hectares. 1 0 0 , 0 0 0

Nouveau m o t i f pour favoriser ces cultures de petite


122

exploitation puisqu'elles faciliteront singulièrement l'entrée des nouveaux libres et des petits propriétaires dans la voie de la civilisation, de la famille et du travail. D'après ce que nous avons dit au chapitre premier, on ne sera point surpris de nous voir demander l'exportation directe du sucre des colonies à l'étranger par navires français. Lorsque je préciserai les mesures qui m e paraîtraient devoir être prises i m m é d i a t e m e n t , j e justifierai davantage cette opinion , j ' e n montrerai les conséquences pour les divers intérêts. Je ferai seulement ici cette remarque générale : N o u s n'avons aucun intérêt à nous réserver la production de nos colonies puisqu'elle est plus chère que celle de l'étranger ; c'est assez d'être obligé à recevoir ce qui n'aura pu être placé ailleurs. Si les colons pouvaient engager à l'étranger quelque partie du commerce de leur sucre, dans cette concurrence directe , ils se préoccuperaient davantage du prix de revient, et du prix régulateur sur le marché g é n é r a l , et par ce contact habituel recevraient de profitables enseignements. Je n'ai point encore parlé de la fabrication indig è n e , et j'ai déjà entrevu quelles mesures demandait la situation actuelle propre des colonies.


CHAPITRE III.

SUCRE

INDIGÈNE.

J e d i v i s e r a i ce c h a p i t r e e n 3 p a r a g r a p h e s . Dans

le p r e m i e r , j ' e x a m i n e r a i c e t t e n o u v e l l e i n d u s t r i e

en

elle-même. D a n s l e d e u x i è m e , j e l ' e x a m i n e r a i d a n s ses r a p p o r t s a v e c les c o l o n i e s , e t des

finances

Dans

sous

le p o i n t d e v u e d u c o m m e r c e

général,

, d e l a m a r i n e et d e l a p o l i t i q u e .

le t r o i s i è m e , j ' i n d i q u e r a i , d ' u n e m a n i è r e g é n é r a l e ,

q u e l l e m e s u r e s e m b l e r a i t utile à l'égard d e la f a b r i c a t i o n

in-

digène.

§

I.

A la suite des guerres maritimes et du blocus continental , nous n'avions plus ni sucre, ni i n d i g o , ni coton. Napoléon voulut qu'ils fussent remplacés par le sucre de betterave, par le bleu de Prusse, par le lin filé à la mécanique.


124

Il donna d'énormes encouragements à la betterave , les plus belles récompenses au bleu de Prusse, et p r o mit un million à l'inventeur de mécaniques pour la filature du lin. Aujourd'hui, la betterave répandue sur toute l'Europe chasse de partout le sucre colonial. Presque partout le bleu de Prusse s'est substitué à l'indigo. L a filature du lin détermine aujourd'hui dans l'industrie une révolution nouvelle. Elles se sont réalisées ces espérances conçues par le génie, traitées de rêves enfantés par la politique, d'orgueilleux abus de la volonté humaine. A l'avénement de la Restauration, la nouvelle i n dustrie sucrière était déjà si vivace, qu'elle ne fut point anéantie par l'énorme abaissement de tarifs sur le sucre de canne de 330 à 44 francs. Peu de manufactures restèrent debout ; mais à la longue leur fabrication se perfectionna. Quelques anciennes usines reprirent leurs travaux , d'autres s'établirent. L a concurrence et la nécessité du progrès agirent plus puissamment sur cette industrie que toute la faveur impériale. L e fabricant qui ne faisait que de m o destes bénéfices en vendant à 1 2 fr. le k . , obtenait le sucre, en 1 8 2 8 , à 86 c. (plus bas prix ) le k. lorsqu'il ne pouvait plus le vendre que 1 fr., 2 0 c , et l'obtient aujourd'hui à 60 c. ( plus bas prix ) maintenant qu'il ne le vend plus que 87 c. ( 1 ) . Malheureusement les protections demandées par ( 1 ) T o u t l ' h i v e r l e s u c r e i n d i g è n e se v e n d a i t à L i l l e 9 7 à 9 9 f. les 1 0 0 k i l . , d r o i t d e 11 f r . a c q u i t t é , soit 8 7 f r . d r o i t n o n a c quitté.


125

les colonies ont aussi déplorablement agi sur l'industrie sucrière, et l'ont bientôt dirigée vers la multiplication des produits et non plus autant vers l'amélioration et l'abaissement du prix de revient. E t cependant M . Crespel, le plus habile des fabricants de sucre indigène, déclarait , en 1 8 2 8 , un plus bas prix de revient de 86 c. L a récolte totale était alors 2 , 6 6 5 , o o o k. M . Crespel annonçait que dans dix ans, à conditions égales, il pourrait soutenir la concurrence des colonies ; il ajoutait qu'alors la production indigène pourrait suffire aux besoins de la France. Les ennemis du sucre indigène ont souvent exploité cette promesse et l'ont taxée de mensongère , disant qu'il ne fallait plus ajouter foi davantage aux promesses des fabricants , et qu'il valait mieux tuer p r o m p t e ment cette industrie parasite. Ils oublient de remarquer que la déclaration de M . Crespel est inséparable de sa date et n'a de valeur que par elle. E n 1 8 2 8 , la France consommait 5 7 , 0 0 0 , 0 0 0 de k., et le sucre de canne se vendait au Havre , droit non acquitté, 4 5 fr. les 5 o k. M . Crespel promettait donc que dix ans plus tard l'industrie indigène pourrait fournir 5 7 , 0 0 0 , 0 0 0 k., à 45 fr. les 5 o k., droit non acquitté. Dès 1836 , la récolte était de 5 0 , 0 0 0 , 0 0 0 de k . , et aujourd'hui le sucre indigène se vend à L i l l e , droit non acquitté, 4 3 , 5 o ( 1 ) . L a promesse de M . Crespel a été réalisée. (1) C o u r s d e L i l l e , le 4 m a i , se r e p r o d u i s a n t assez

unifor-


126

E n 1 8 2 8 , il y avait 5 8 fabriques en activité, répandues dans 15 départements ; en 1837 , 5 8 5 fabriques en activité ou en construction, répandues sur 44 d é partements. L a sucrerie indigène continuait cet énorme développement malgré la diminution de protection , malgré l'imposition de charges directes, malgré l'abaissement des prix. Nous indiquons, dans le tableau suivant, la marche progressive de l'industrie, la marche décroissante des protections directes ou indirectes.

m é m e n t d a n s le c o u r a n t des m o i s d ' a v r i l e t d e m a i : 49 f r . les 50 k i l . L e d r o i t a c t u e l d e 5 f r . 5 0 c . p o u r 5 0 k. r e t r a n c h é , reste p o u r le c o u r s , d r o i t n o n a c q u i t t é , 4 3 , 50.


ANNÉES.

PRODUCTION

PRIX AU HAVRE,

MARCHE DÉCROISSANTE

DD

DROIT A C Q U I T T É ,

DES PROTECTIONS

SUCRE

DE

INDIGÈNE.

1828

2,065,000

1820

4,380,000

1830

6,000,000

DE

100 K .

SUCRE

DIRECTES

COLONIAL.

O U INDIRECTES.

kil.

Prix moyen pendant ces trois années , jusqu'en sept. 1830 -139 à 142 fr. Baisse après la révolution, 29 sept. 1830, - 125 fr., mais peu à peu les prix regagnent les cours de 1829.

1831

9,000,000

1832

12,000,000

29 déc — 130 fr. 20 déc—151 fr. Par suite de la concurrence de la betterave, le prix va désormais baisser d'une manière constante.

1833

19,000,000

27 déc — 137 fr. 50 C.

1834

26,000,000

31 déc—132 fr.

1835

38,000,000

31 déc—130 fr.

1836

49,000,000

31 déc - 1 3 0 fr.

50,000,000 1837

La production demeure stationnaire, arrêtée dans son élan par les charges qui viennent la grever.

Elévation du rendement à 75.

Suppression de la prime à l'exportation des mélasses. Loi de juillet 1837. Suppression de la tare, droit de licence pour la fabrication indigène, à partir du 1° janvier 1838. r

31 déc —125 fr.

A

50,000,000 1838

Suppression de la prime. Drawback à 70. Réduction de la tare de 4 à 2.

31 déc. - 1 0 8 fr.

e r

partir du 1 juillet 1838, droit sur le sucre indigène de 11 fr. pour 100 kil., porté à 16 fr. 50 c. à partir du 1er juillet 1839.


128

A i n s i , non seulement la sucrerie indigène a tenu des promesses faites dans la prévision d'une conservation absolue des protections de 1 8 2 8 , mais elle a pu supporter la diminution de ces protections et l'imposition de charges directes. O n p e u t dire qu'elle a été trop p r o t é g é e , mais on n'a pas le droit de l'appeler stationnaire et i m p r o g r e s s i v e , elle qui dans l'espace de 6 années, de 1 8 3 2 1838 , a quintuplé ses p r o d u i t s , perdu l e tiers de sa protection, et abaissé de plus du q u a r t ses prix de vente. L a manière dont elle a tenu ses promesses p e u t nous donner foi dans ses promesses nouvelles, et nous encourager à lui conserver un peu de protection utile p o u r liquider les souffrances causées par une protection e x a g é r é e , et p o u r lui permettre d'achever son p r o g r è s , le seul réel, son progrès d'amélioration et non d'extension, pour la mettre en état de lutter à conditions égales, non plus avec les colonies de 1 8 2 8 qu'elle a déjà dépassées, mais avec les colonies de 1 8 3 9 q u i , dans l'intervalle, ont aussi m a r c h é mais m o i n s rapidement. L e s fabricants nous disent : « Laissez-nous obtenir de l'agriculture perfectionnée une plus g r a n d e quantité relative de b e t t e r a v e , laissez-nous obtenir par l'extraction plus complète du jus un rendement plus élevé en sucre cristallisable, laissez-nous le temps de simplifier nos appareils, de réduire la c o n s o m m a t i o n du c o m bustible , et bientôt nous n'aurons plus besoin d'être protégés contre les colonies ( 1 ) ».

(1) L a simple amélioration agricole q u i ferait o b t e n i r les 1 0 0 0 k. d e b e t t e r a v e à 14 f r . a u l i e u d e 16 , et l ' a m é l i o r a -


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Nous pouvons croire à ces promesses nouvelles. E n voyant ce que l'industrie sucrière a fait depuis 1 0 ans, j e pense à ce qu'elle pourra faire encore en 10 années ; j'ai foi dans son avenir; et plus désintéressé que les fabricants d'Avesnes ou de Valenciennes, j e dis pourtant c o m m e eux : « N e tuons pas cette poule aux œufs d'or. » Parmi toutes nos industries si chèrement protégées, laquelle a fait de tels progrès depuis vingt ans? J'ai posé ce principe que toutes les protections permanentes étaient mauvaises, à moins qu'il ne s'agît d'une industrie nécessaire à la défense du pays. Mais il est souvent sage et politique de donner des protections temporaires, pourvu qu'elles ne soient point exag é r é e s , à toute industrie jeune qui bientôt émancipée sera pour le pays une source de prospérité. Ainsi, lorsqu'àutrefois on essaya en France la fabrication des glaces, elles étaient chères en comparaison de celles de Venise. Aujourd'hui la France en vend en A m é r i q u e et dans toute l'Europe à plus bas prix et de qualité supérieure. Il y a cinquante a n s , le bailli de Suffren amena en France des filateurs indous pour naturaliser leur travail dans notre hémisphère : l'essai fut coûteux. A u jourd'hui les tissus de coton ne viennent plus de l'Inde; c'est l'Angleterre qui en approvisionne l'Indostan. E t la France non-seulement fabrique tous les tissus de t i o n d e f a b r i q u e , q u i p o r t e r a i t le r e n d e m e n t à 6 p o u r c e n t a u lieu d e 5 , j o i n t e

à c e l l e q u i r é d u i r a i t d e1/5la c o n s o m m a t i o n

d u c o m b u s t i b l e , d o n n e r a i e n t u n e d i m i n u t i o n d e 1 0 fr. s u r le prix de r e v i e n t d e 100 kil.

9


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coton nécessaires à sa consommation , mais encore en exporte à l'étranger pour 6 5 , 0 0 0 , 0 0 0 . Depuis quelques années, l'industrie betteravière a pu subir une grande diminution de protection ; peutêtre aujourd'hui doit-elle subir quelque diminution n o u v e l l e , mais gardons-nous de la frapper brusquement. N e nous exposons point à la recevoir un jour de l'Allemagne, après l'avoir autrefois tuée chez nous qui l'avions créée. L ' E u r o p e a compris l'industrie saccharine; elle produira bientôt plus de sucre que les colonies ; elle en pourra fournir au m o n d e entier. Des chefs d'atelier français ont été appelés partout pour former des ouvriers , pour diriger les établissements nouveaux ; et l'industrie est partout en progrès sous des protections bien inférieures aux nôtres. La Belgique fournit à plus de moitié de sa consommation. Dès le 1 janvier 1 8 3 7 , elle comptait 15 fabriques en activité , 3o en construction ; le nombre a dû depuis augmenter. L a Prusse compte de nombreuses fabriques ; la S i lésie est couverte de champs de betteraves. La Bohême fournit à plus de moitié de sa consommation, et possède 55 fabriques. A u 1 janvier 1 8 3 7 , on comptait en Allemagne 84 fabriques en activité, 210 en construction et ce n o m bre a depuis augmenté. L e W u r t e m b e r g , qui n'avait alors que 4 fabriques, en construisait 25. I l y a des fabriques en Danemark , H o l l a n d e , Westphalie , B a d e , Hesse , etc., B a v i è r e , A u t r i c h e , H o n g r i e , Gallicie, T u r q u i e ; on en a établi en I t a l i e , jusque dans le royaume de Naples ; on en a fondé une er

ER


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en Grèce. La Russie , dès 1 8 3 7 , comptait 3o établissements. L'Angleterre avait d'abord prohibé chez elle cette fabrication; m a i s , trop sagace pour ne point se ménager la nouvelle industrie pour le cas où la culture de la canne viendrait à succomber, elle qui, à côté d'un sol propre à la culture de la betterave, possède le fer pour construire les machines et la houille; pour les mettre en m o u v e m e n t , l'Angleterre donc a permis la fabrication du sucre de betterave sous le paiement de droits égaux, il est vrai, à ceux qui g r è vent le sucre des colonies; e t , dès 1 8 3 7 , l'Angleterre possédait des fabriques importantes à Bel fort, à Chester, et sur les bords de la T a m i s e . E n 1 8 3 7 , des délégués des Etats-Unis sont venus chez nous étudier la culture pratique de la betterave et la fabrication du sucre ; et bientôt dans l'Ohio , l'Illinois, l'Alabama, l'Indiana, la betterave pourra rivaliser avec la canne à sucre des États du M i d i . Etouffons chez nous la culture de la betterave, et nous verrons les étrangers s'en applaudir, et se moquer de notre industrie bâtarde, toujours embarrassée dans ses équilibres de protection, qui pour trop vouloir contenter tout le monde étouffent tout progrès. Nous aurions créé l'industrie, inventé, perfectionné les procédés d e fabrication , supporté toutes les pertes inséparables des premiers essais ; puis nous fermerions nos manufactures, et nous enverrions à l'étranger nos chefs d'atelier pour l'instruire, en lui abandonnant exclusivement les avantages que nous devions recueillir ; tout cela en l'honneur des exagérations de culture des colons, qui nous en sauraient peu de g r é , et dont


1З2

l'industrie forcée ne continuerait pas moins de languir, L e sucre de betterave a définitivement pris sa place dans l'industrie moderne. C'est un fait acquis pour l'Europe ; c'est un fait conquis pour la France malgré bien des mauvais vouloirs; fait de force majeure devant lequel il faut bien s'accoutumer à vivre , en dépit de regrets arriérés , de prédilections contraires. Industrie si vivace , qu'elle n'a pu être tuée par la chute de l ' E m p i r e ; Si progressive, qu'ayant f a i t , il y a 1 0 a n s , des promesses e x a g é r é e s , elle a dépassé ses p r o messes ; Si universellement progressive, qu'il y a 3o ans elle n'était nulle p a r t , et qu'aujourd'hui elle est partout; qu'il y a 1 0 ans personne n'en parlait, et qu'aujourd'hui tout le m o n d e en parle , qu'une lutte énorme est ouverte à son sujet, qu'en sa présence tous les vieux systèmes de commerce et de colonies ont été remis en discussion , que le mouvement industriel a fermenté partout, objet d e crainte ou d'espoir pour les gouvernements et les nations, et que le Nouveau-Monde luim ê m e , qui jusque-là nous envoyait du sucre de canne, est venu chez nous chercher la betterave pour la placer dans les terres libres des États du N o r d , en face des terres esclaves des Etats du Midi. U n fait aussi général ne s'explique point par un engouement passager. C'est une grande révolution industrielle. Beaucoup pensent que c'est un malheur; mais pourquoi ? En matière de fluctuations industrielles, il n'y a que deux malheurs :


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1° L'immobilité ; 2° L a maladresse des gouvernements, q u i , par une législation capricieuse, veulent taire obstacle au mouvement naturel de l'industrie. L'industrie ne reste jamais longtemps immobile. Les progrès se succèdent. L e s vieilles industries sont remplacées par de meilleures. Chaque siècle consomme en ce genre deux ou trois grandes révolutions, qui font tort à un infiniment petit nombre de gens d'une génération , et profitent à toutes les générations suivantes. Il y a un demi-siècle , si quelqu'un eût prédit qu'un nouveau tissu allait se produire en Europe , qui en fabriquerait par année pour 3 milliards, et que la France, après avoir fourni à sa consommation, pourrait en exporter G 5 , o o o , o o o , de quel effroi n'auraient point été saisis les immobiles , en se demandant à quelle vieille industrie la nouvelle allait succéder. E t cependant, la France a-t-elle à déplorer aujourd'hui l'introduction de la filature du coton ? En ce moment , la filature du lin menace celle du coton, et les immobiles d'aujourd'hui tremblent. L e coton a renversé les vieux tissus, parce qu'il était moins cher ou plus beau ; qu'il soit remplacé à son tour par un produit meilleur, c'est un nouveau pas dans la voie indéfinie du progrès; c'est un progrès nouveau que nous devons saluer. A ce sucre de canne chèrement produit au loin par le travail esclave, si nous pouvons substituer le sucre indigène, produit sur nos champs par le travail de nos ouvriers libres, ce scra encore un progrès nouveau,


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une conquête de plus faite sur la nature par 1 intelligence humaine , qui a instinct et devoir , qui a loi de progresser en toutes choses , dans les doubles voies , réagissant l'une sur l'autre, de la civilisation morale et de la civilisation matérielle. Effrayés des perturbations actuelles, beaucoup de bons esprits voudraient anéantir l'industrie betteravière. Mais qui peut arrêter la marche de ces révolutions naturelles ? L e mal est de se roidir contre elles, au lieu de régler leur développement pour ménager les transitions. U n e résistance inconsidérée produit deux effets : 1° L a vieille industrie continue sa fabrication dans toute son étendue , avec toute la cherté de ses prix de revient; puis, quand la force des choses l'a e m p o r t é , il y a encombrement de produits sans issues , il y a de grands capitaux engagés , des crises , des ruines , des souffrances inouïes. 2 ° L'industrie nouvelle a été presque étouffée à sa naissance , et quand la crise éclate , tandis que cette industrie a marché chez les peuples voisins, chez nous elle se trouve arriérée. Nous avons violemment perdu l'une, et nous n'avons pas acquis l'autre ; et pour l'obtenir, il faut, après avoir étouffé jadis son développement naturel , activer par des protections son développement factice ; puis , quand nous l'aurons mise en état de soutenir la libre concurrence , une révolution nouvelle viendra menacer cette industrie , qui chez les autres peuples aura fait son temps E t c'est ainsi


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que les protections s'éternisent en passant d'une industrie a l'autre. A u lieu de travailler à substituer progressivement le sucre indigène au sucre de canne en dirigeant progressivement les colonies vers de nouvelles voies, tuez l'industrie sucrière en France , et protégez vos colonies contre la canne et contre la betterave étrangères ; et l o n g t e m p s , longtemps encore prenez à tout prix les sucres de vos colonies; et un jour viendra peut-être où, en dépit des meilleures volontés, vous serez obligés de laisser périr vos ruineuses cultures : alors vos colonies, qui n'auront point su d'avance se ménager de nouvelles ressources, seront subitement ruinées, et vous n'aurez pas acquis l'industrie indigène , et vous aurez à la protéger contre la betterave allemande, ou bien vous irez chercher du sucre dans cette Allemagne à laquelle aujourd'hui vous envoyez vos chefs d'atelier. C'est un fait accompli , je le répète : la betterave a introduit dans l'industrie saccharine une révolution partielle et peut-être totale. A u lieu de nous irriter follement, examinons, cherchons ce qu'il y a de mieux pour tous les intérêts engagés des deux parts. P o u r mieux apprécier ces intérêts divers, établissons de rapides comparaisons. Surface des 4 colonies à sucre , 586,845 hectares. Négligeons les 38 départements où la fabrication i n digène est disséminée; prenons les 6 départements où sont concentrées 483 des 585 fabriques de 1837, et qui sont le N o r d , le Pas-de-Calais, la S o m m e , l'Aisne, f Oise , l'Isère ; ils donnent une surface de 3,977,525 hectares.


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Terres en culture aux 4 colonies, le reste n'étant que des montagnes ou des forêts, 160,865 hectares. Terres labourables dans les 6 départements, 2 , 2 9 2 , 7 5 9 hectares. Terres soumises à la culture de la canne aux 4 colonies, 6 2 , 0 8 9 hectares sans assolements. Terres soumises à la culture d e la betterave en France : une récolte de 5 o , o o o , o o o k., à raison de 1,000 à 1,5oo k . ou d'une m o y e n n e de 1 , 2 5 o k. par hectare, suppose un ensemencé de 40,000 hectares. Supposons la de ces ensemencés sans assolement, 1/4 avec assolement biennal,1/4seulement avec l'assolement régulier triennal. 20,000 ensemencés sans assolement 10,000 avec assolement biennal 10,000 avec assolement triennal

20.000 en culture 20,000. 30,000.

40,000 hectares ensemencés supposent 70,000 ayant déjà participé à la culture de la betterave.

Population des 4 colonies en 1 8 3 5 , — 3 7 1 , 3 5 2 , sur lesquels 2 6 0 , 2 8 6 esclaves. Population du seul département du N o r d en 1836, 1,026,417 ;

Du seul arrondissement de L i l l e , 3 0 9 , 3 4 9 . Travailleurs pour l'industrie saccharine. A u x c o l o nies , 108,000 esclaves qui ne désirent rien tant que de voir cesser la culture de la canne. E n France , plus de 100,000 ouvriers libres ( 1 ) , qui ne désirent rien tant que la continuation de la fabrication indigène.

( 1 ) M . L e s t i b o u d o i s d i t même 1 7 5 , 0 0 0 .


77,000,000 10,000,000

33,500,000 8,000,000

120,871,000

Bâtiments et matériel d'exploitation (2). . . .

Animaux de trait, bêtes de somme, bétail (3). Total général. . . .

73,729,020

3,000,000

10,100,000

30,100,500

24,408,520

fr.

BOURBON.

405,849,020

22,130,000

125,000,000

103,096,600

95,023,020

TOTAUX.

-

(1) Nous avons extrait ces détails et chiffres de la notice statistique qui donne ces diverses évaluations, pour 1835, en ce qui concerne la Martinique et la Guadeloupe ; pour 1836, en ce qui concerne la Guyane et Bourbon. (2) La valeur des terres en canne et des esclaves sucriers est spécialement indiquée par la notice. Quant aux bâtiments et matériel d'exploitation, leur valeur est indiquée par la notice en bloc pour chaque colonie. Nous avons supposé les deux tiers affectés aux exploitations sucriéres à la Martinique et à la Guadeloupe, bien que la culture de la canne soit loin d'embrasser les deux tiers des terres cultivées; 21,179 hectares seulement sur 38,320 à la Martinique; 24 810 sur 44,745 à la Guadeloupe, et nous avons supposé moitié des bâtiments et matériel affectés aux exploitations sucriéres a Bourbon et à la Guyane, bien qu'il n'y ait à Bourbon que 14,530 hectares en canne sur 63,142 hectares cultivés, et à la Guyane 1,576 sur 11,826. (3) Le chiffre des animaux est également donné par la notice en bloc pour chaque colonie. Nous avons affecté aux sucreries les deux tiers du chiffre pour la Martinique et la Guadeloupe, la moitié pour la Guyane et Bourbon.

14,112,000

1,130,000

5,000,000

6,411,600

1,571,000

fr.

GUYANE.

137

191,137,000

00,922,000

53,002,500

Esclaves cultivant la canne

fr.

37,215,000

fr.

31,768,500

fr.

GUADELOUPE.

Terres cultivées en canne à sucre

Valeurs. . .

MARTINIQUE.

CAPITAUX ENGAGÉS DANS LES SUCRERIES COLONIALES: 406,000,000 fr. (I).

-


138

Capitaux engagés dans la sucrerie indigène : Soient les 40,000 hectares nécessaires à produire les 50,000,000 k i l o g r . , sans assolement et sans tenir compte des surexcitations de prix ou de loyer, estimés au prix des bonnes terres dans le nord , de 3 à 4,000 fr. l'hectare, pour une m o y e n n e de 3 , 5 o o fr., nous aurons 140,000,000 fr. Nous n'avons point de bases pour estimer la valeur en bâtiments plus dispendieux que ceux des colonies , la valeur des animaux possédés, soit par les fabricants cultivateurs , soit par les fermiers vendeurs de betteraves ; valeur des charrues et matériel de transport pour le voiturage des matières premières ou des p r o duits; valeur des machines et du matériel d'usine; fonds de roulement nécessaire pour le salaire des o u vriers, etc M a i s , en 1837 , un député (1) établissait devant la Chambre un chiffre général de 300,000,000; supposons-le exagéré de m o i t i é , si l'on veut, nous aurions encore 1 5 0 , 0 0 0 , 0 0 0 ; ce qui nous donnerait pour les capitaux engagés dans la culture de la betterave un total de 290,000,000. Ajoutons que dans le total des capitaux pour les colonies nous avons compris une somme de 163,000,000, valeur de 108,000 esclaves, et que nous ne pouvons comprendre aucune valeur analogue dans le calcul établi pour l'industrie française , bien que le fabricant français doive débourser en détail, pour le salaire de ses ouvriers, ce que le colon débourse en bloc pour l'achat d'un esclave. Si nous examinons maintenant sur quelle surface

er

( 1 ) M . de Lamartine , séance du 1

juin.


—139

du sol métropolitain les deux industries viennent agir directement ou indirectement, nous voyons que le sucre colonial ne peut agir efficacement que sur quelques départements maritimes, en relations étroites avec les colonies. Or, cinq directions maritimes , cinq ports seulement, ont de semblables relations : Dunkerque pour1/25seulement de sa navigation g é nérale ; le Havre1/16; Nantes1/9; Bordeaux1/11; Marseille 1/17. Or, tandis que le commerce général maritime augmente partout, nous avons vu que le commerce colonial reste stationnaire; et quand m ê m e le commerce colonial tout entier serait interrompu, nous avons prouvé que le commerce maritime n'en souffrirait aucune diminution durable. A u reste , l'intérêt des cinq ports est un intérêt localisé; car, si la Chambre de commerce de Dunkerque réclame en faveur des colonies, le département du Nord tout entier voit sa prospérité dans la fabrication de la betterave; si la Chambre de commerce du Havre réclame, le conseil général du département fait des vœux pour la betterave ; si la Chambre de commerce de Marseille réclame, le conseil du département se tait, les conseils des départements voisins font des vœux pour la betterave. Sur trente-neuf conseils généraux qui s'occupent de la question , trente-cinq font des vœux pour la betterave, deux pour le commerce étranger, deux seulement pour les colonies. E t si les colonies , pour leur consommation nécessaire ou de luxe, demandent beaucoup de travail a nos fabriques de l'intérieur; de son côté, l'industrie indigène demande beaucoup de travail aux extracteurs de


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houille, aux fabricants de machines, etc. L e s ouvriers qu'elle entretient, qu'elle enrichit, demandent aussi plus de travail aux producteurs et fabricants qui fournissent à leurs besoins. E n résumé : La partie de la population française intéressée à la conservation d e la fabrication indigène est bien autrement considérable que la population coloniale , dont les3/4habitants esclaves désirent vivement la cessation de la culture de la canne. Si les terrains et les capitaux engagés aux colonies dans cette culture sont considérables, ceux engagés en France dans la culture de la betterave sont considérables aussi. E t si quelque chambre de commerce des ports fait entendre de vives plaintes contre la betterave, 3 5 conseils généraux font pour elle des vœux ardents. Ainsi la masse des intérêts engagés dans cette i n dustrie nouvelle nous fait un devoir de peser bien consciencieusement ses dires, et de ne point la traiter légèrement. L e s avantages généraux que procure indirectement a la France la sucrerie i n d i g è n e , peuvent se ranger sous deux chefs principaux : 1° Avantages par rapport a l'agriculture , ce premier de nos intérêts , disaient a la tribune tous les ministres qui se sont succédé pour traiter la question, et n o t a m m e n t , en 1 8 3 7 , M . Lacave-Laplagne. 3 " Avantages par rapport aux classes ouvrières. I . Je n'ai en agriculture aucune connaissance spéciale qui m e permette d'apporter mon témoignage propre; mais après une étude attentive, j'indiquerai


— 141 — brièvement quels avantages sont restés incontestables au milieu d'exagérations irrévocablement jugées ; j ' a jouterai quelles prévisions m e paraissent possibles pour l'avenir. I l y a longtemps, de célèbres agronomes avaient mis au concours cette question : « T r o u v e r une plante sarclée qui , entrant facilement dans un système d'assol e m e n t , détruise les jachères et offre au cultivateur un placement utile et assuré. » La betterave a semblé réaliser toutes ces qualités. Dans les régions où elle s'est introduite , la jachère a disparu, soit parce que la betterave s'est implantée dans les terres soumises à ce r é g i m e , soit parce qu'une partie des cultures sarclées secondaires , obligées de céder a la betterave les terres jusque-là occupées par elles, refoulées sur les terres jusque-là laissées en jachères , ont été régulariser leurs assolements. C'est ainsi que la culture des colzas, cédant en partie les terres du nord à la betterave , a été se répandre sur Je département de la Seine-Inférieure. L e n o r d , qui avait déjà pu substituer aux jachères une bonne culture , l'a remplacée par une très-bonne , et la SeineInférieure, qui n'avait pas cette bonne culture, l'a acquise. L a betterave elle-même en beaucoup d'endroits est entrée en assolement régulier; toutefois, il faut l'avouer, bien des espérances nese sont point réalisées. L'industrie a pris une allure trop manufacturière, et comme les grandes fabriques opèrent sur des quantités énormes de betteraves, et que les frais de transport deviennent coûteux, le fabricant doit chercher à concentrer sa culture autour de sa fabrique, et plan-


142

ter toujours dans les terres les plus proches en sacrifiant les assolements. E t cela s'est fait presque partout dans le nord. T o u t e la betterave cultivée pour l'industrie saccharine n'entre donc point en assolement régulier; mais il faut prendre garde maintenant d'exagérer la négation. 1° A part quelques terres de qualité supérieure où, à force d'engrais, on a pu longtemps soutenir la betterave sans alternoiement, les fabricants reconnaissent aujourd'hui comment cette culture, toujours la m ê m e , finit par épuiser le s o l , et partout où il est possible d'agir sans mettre contre soi de trop grandes distances, ils commencent a revenir aux assolements. 2 0 L e fabricant peut cultiver lui-même ou acheter la betterave produite par le cultivateur ordinaire. Dans le nord., vu la grande concentration des fabriques et la limitation relative des terres propres à cette culture, les paysans cultivateurs abusent de la concurrence dans la demande pour retirer de la vente des betteraves un gros profit. Alors le fabricant, qui d'ailleurs ne peut travailler à la fabrique qu'une partie de l'année , est c o n duit à cultiver lui-même pour utiliser toute son année et pour unir le profit de la fabrique et celui de la culture. Agissant d'ailleurs sous une impression d'enthousiasme et de confiance dans les protections, beaucoup ont fait d é n o r m e s sacrifices , des sacrifices fous, pour entourer leurs fabriques de terres directement dépendantes , achetées ou louées à des prix excessifs. Mais lorsque l'industrie bien assise et régularisée ne donnera plus que les bénéfices ordinaires du comm e r c e , les fabricants s'abstiendront de tels sacrifices,


— 143 — et en reviendront plutôt à acheter la betterave toute produite de la main du cultivateur ; et dans tous les pays où les fabriques seront moins concentrées, les terres propres à la culture de la betterave relativement plus nombreuses, et ainsi la concurrence de l'offre du cultivateur aussi grande que celle de la demande du fabricant, cela se fera utilement et avec bénéfices. Mais un progrès infaillible, et sur la trace duquel on se trouve déjà peut-être, rendra bien plus général ce retour à un ordre naturel. Ce progrès sera celui qui fera de l'industrie saccharine une industrie purement manufacturière. E n paraissant ruiner les premières espérances de l'agriculture, il réagira sur elle de la manière la plus heureuse. Du mal apparent naîtra le bien. Aujourd'hui le fabricant récolte sa betterave, et vite fait son sucre ; car s'il attend, la betterave se dessèche, le rendement en jus est moins fort, il y a déchet considérable ; et ensuite, pour utiliser le reste de son année, partie de ses capitaux et la portion fixe de ses travailleurs , il en v i e n t , c o m m e nous l'avons d i t , à se faire lui-même laboureur ; et c o m m e il ne cultive guère que la betterave , il faut qu'il la cultive en grand ; et c o m m e ses outils , ses bestiaux occupés aux labours et aux charrois de la betterave, y sont occupés exclusivement , ces prix de charrois et d'ustensiles agissent sur son prix de revient d'une manière absolue et sans compensation ; il abandonne les assolements, et malgré s o n industrie agricole, la moitié de l'année, les capitaux fixes engagés dans sa fabrique restent sans e m ploi. Mais que. l'on trouve le m o y e n de conserver la bel-


— 144 — terave et de fabriquer presque en toute saison, alors le fabricant, pouvant utiliser toute l'année ses capitaux de fabrique, cessera de se faire cultivateur, et bientôt joindra une raffinerie à sa fabrique, ce qui facilitera encore la répartition sur toute l'année de son travail manufactur i e r , dans lequel il aura profit à concentrer ses opérations. Devenue toute manufacturière, l'industrie d e m a n dera sa matière première à l'agriculture p u r e , et alors tous les fermiers ou petits propriétaires voisins des fabriques entreront par portion en voie de leur approvisionnement. U n moulin à vent ne peut soutenir la concurrence d'une grande usine à vapeur pour la mouture du grain ; mais le petit fermier qui récolte 3o hectolitres de blé, les v e n d , et se retire en proportion de ses capitaux engagés presque aussi bien que le gros fermier qui récolte 5oo hectolitres. Entre la grande et la petite production agricole , il n'y a pas la m ê m e différence relative de prix de revient qui existe entre la grande et la petite fabrication. Les grosses fabriques de sucre indigène tueront les petites établies dans les m ê m e s localités ; mais le gros fabricant ne cultivant plus, et tirant son approvisionnement de la terre du voisin, c o m m e le brasseur achète son o r g e du f e r m i e r , le paysan qui aura fait pousser 3o hectolitres de betteraves pourra les lui vendant, gagner autant que celui qui contribuera pour 5oo hectolitres à l'approvisionnement général. E t surtout dans les pays où les propriétés sont trèsdivisées, l'approvisionnement d'une seule fabrique sera


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fourni par beaucoup; alors ces petits fermiers, qui ne cultiveront la betterave ni en grand, ni exclusivement, reviendront à l' emploi profitable d'un assolement régulier. L'industrie, à son début, paraissait devoir être surtout agricole ; on crut aux fabriques ménagères et à l'assolement général. L'industrie, faisant un progrès , devint plus manufacturière qu'agricole ; et les assolements ont presque disparu. Encore un nouveau progrès : l'industrie devenant toute manufacturière et pouvant suffire isolément à l'emploi annuel de grands capitaux et de grandes usines, en vertu du principe de division du travail, se dépouillera de sa partie agricole, ne produira plus, mais achètera la betterave toute produite par le simple cultivateur, et l'assolement redeviendra un fait assez général pour justifier, en partie du moins , les espérances des agronomes. E t alors, on ne pourra plus proposer avec la m ê m e f o r c e , contre les assolements, l'objection tirée de l'augmentation possible des frais généraux et de ceux de transport. Si on calculait isolément le prix de revient du blé , personne ne voudrait en produire, et cependant on en produira toujours. U n e ferme mène à la fois plusieurs cultures, et utilise par l'une le temps et les capitaux que l'autre ne saurait occuper toujours. A la fin du printemps, le fermier sarcle celles de ses cultures qui demandent ce soin ; il coupe son foin pendant que le blé achève de mûrir ; entre la moisson et les semailles, il cueille son chanvre et ses pommes 10


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de terre, et, dans certains pays, fait son c i d r e , puis s è m e , e t , pendant l'hiver, broie son chanvre et le pile; il pile aussi la graine de trèfle, e t , dans certains pays , bat son blé en g r a n g e ; puis, au commencement du printemps, sème l'orge pour la moisson prochaine. E t pour avoir tous ces produits divers, il n'engage pas beaucoup plus de capitaux fixes qu'il n'y serait obligé s'il ne cultivait que le gros blé. Parce qu'il produit beaucoup de choses, il produit chacune d'elles à meilleur marché, et pourvu que le total de l'année soit profitable, il ne s'inquiète pas du prix de revient détaillé pour chaque culture séparément. Si le fabricant qui ne cultive que la betterave d é pense 1 0 0 , c'est une dépense absolue. L e paysan qui cultivera dix choses différentes, et mettra la betterave une année dans tel champ qu'il eût laissé en jachère , pourra l'obtenir à un prix relatif m ê m e inférieur, bien qu'il ne cultive point en grand. Vous dépensez 4 et vous obtenez 5 de betteraves, voilà votre compte absolu. M o i , paysan , j e dépensais 4 pour faire aller ma f e r m e , et j e récoltais 5 ; la culture de la betterave arrive dans mon pays : j e n'achète pas un bœuf ni une charrue de plus, mais j e laisserai mon bœuf un jour de moins dans l'étable, et ma charrue pourrir inactive un jour de moins , et j e sèmerai la betterave sur tel champ que j e laissais en jachère. C o m m e à l'ordinaire, j e dépenserai 4 en frais généraux de culture, et, outre 5 , produit ordinaire, j e retirerai 1 de plus pour cette betterave, que j'ai été amené à cultiver par la certitude de vendre à la fabrique voisine.


147 — M o n c h a m p de betteraves isolément donne peut-être son produit à un prix de revient plus fort que le vôtre ; mais c o m m e , en définitive , j e n'ai pas acheté pour lui des bœufs ou charrues qu'il m e fallait d'ailleurs , mon bénéfice net sur l'ensemble de ma ferme a augm e n t é ; qu'ai-je à demander davantage? Joignez à cela, que cette culture améliore ma terre et m e laisse des feuilles pour augmenter mes fumiers , avantages généraux qui m e restent et dont j e bénéficie. E t quant aux frais de transport, le calcul ne se fera point encore pour le fermier avec le m ê m e absolu que pour le fabricant. I l portera sa récolte à la fabrique, c o m m e il porte son blé au marché : les premiers mois d'hiver, fin de novembre et décembre, sont précisém e n t ceux où les transports de betteraves doivent se faire, et aussi ceux où les travaux du cultivateur sont ralentis. Pour conduire sa récolte à la fabrique, il utilisera les chevaux et la charrette qu'il avait d'ailleurs, et qu'il eût laissés sans emploi. L'amélioration rapide des chemins de vicinalité lui facilitera encore ce travail de charroyage à son loisir et dans toute saison. Je hasarde ces idées avec une certaine défiance de m o i - m ê m e ; j ' e n abandonne l'examen à de plus expérimentés ; je crois pourtant qu'il y a là quelque chose de vrai et de digne d'attention. Je crois que la fabrique se séparera du champ , que la culture de la betterave étant abandonnée au cultivateur ordinaire et bientôt subdivisée, morcellée, principalement dans les pays de petites propriétés, et dans ceux où les fabriques ne seront pas trop concentrées , l'assolement redeviendra un fait général. —

E t alors l'influence de la betterave, qu'on n'aurait


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point cultivée sans le débouché de la fabrique, se fera sentir sur l'agriculture générale d'une manière qui ne sera plus contestée. Ces progrès se feront lentement mais sûrement, et c o m m e le remarquait M . Dumon , dans son rapport de 1 8 3 6 , « il n'y a en agriculture ni petits progrès, ni petits profits ; multipliés par une surface très-étendue et par une population très-nombreuse , ils produisent sur-le-champ d'incalculables résultats. » La culture de la betterave est une culture nouvelle, et à ce titre encore l'agriculture doit bien l'accueillir. L e s céréales sont à bas p r i x ; les agriculteurs se découragent. La seule région du n o r d , qui en 1 8 1 4 avait 94,ooo hect. ensemencés en froment, malgré l'extension de culture de la betterave, en avait 115,ooo en 1835 et produisait 7 , 0 0 0 , 0 0 0 d'hectolitres d'excédant sur tous ses besoins. Supprimez la culture de la betterave dans le nord , que ferez-vous des terrains qu'elle occupe? les laisserez-vous en jachère? beau résultat! les mettrez-vous en froment? mais alors par la trop grande concurrence le prix de vente du froment s'avilira de plus en plus , et vous aurez précisément tué la culture qui permettait l'amélioration du prix de revient de toutes les autres Je ne parlerai point ici de cet argument tiré d'un accroissement de bestiaux étrangers dans le département du N o r d , et du renchérissement plus ou moins exagéré de quelques charretées de fumiers, argument cité par les ennemis de la fabrication indigène , expliqué par celle-ci en sa faveur. L'attaque et la défense sont connues, et au reste quelques faits ou quelques perturbations produites en six années dans un pays où


— 149 — la culture de la betterave a été doublement surexcitée; par l'enthousiasme et par la protection, ne peuvent donner aucun argument large et important pour ou contre l'industrie bien assise et régularisée. Dans cette discussion rapide j e continuerai de m e borner à l'examen des faits généraux. E t quant aux fabriques ménagères, elles sont une illusion : j e m'en réfère à cet égard au savant rapport de M . d ' A r g o u t en 1 8 3 7 . En se tenant en garde contre les exagérations, il faut cependant reconnaître que la betterave a déjà produit et plus tard produira davantage encore de grandes améliorations pour l'agriculture, dans tous les pays où les fabriques pourront se maintenir. Les adversaires de la betterave objectent qu'une portion bien faible de la France pourra participer à ces avantages; ils ne comptent dans leurs calculs que les terres nécessaires à la récolte d'une année. Mais il faut tenir compte des assolements qui feront participer directement à la culture de la betterave une masse de terre bien plus considérable, et de l'accroissement d'exploitation amené par un infaillible accroissement de consommation lorsque les prix viendront à baisser. L e progrès de cette industrie en étendue a des limites bien larges, mais nous ne devons lui permettre d'y marcher que lorsqu'elle aura réalisé d'abord son p r o grès en amélioration assez pour soutenir, à conditions égales, la concurrence des colonies. Puis enfin , qu'on se rappelle cette observation de M . le général D e m a r ç a y , que , dans une commune cadastrée, assez généralement sur 2 0 0 0 hectares , 5o étant de 1 classe estimée à 5o fr. de revenu, 3oo de r e


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2 classe estimée à 3 2 fr. , 1650 étaient de 3 , 4 et 5 classe estimées à 15 f r . , 6 et 2 fr. 50 c. ; et que la betterave ne pouvant être cultivée avantageusement que dans les terres des deux premières classes, ainsi le nombre d'hectares cultivés en betteraves jouerait toujours dans notre agriculture un rôle bien plus considérable qu'un nombre six ou huit fois plus grand d'hectares appartenant aux classes inférieures. Quoi qu'il en soit, au reste, du nombre d'hectares qui doit un jour être affecté directement à la culture de la betterave", là ne se bornera point tout le progrès pour l'agriculture. Parce que le nord cultivait la betterave, nous avons vu déjà la Seine-Inférieure acquérir les cultures sarclées secondaires , et les développer chez elles. « L'industrie sucrière, remarquait en 1 8 3 7 M . LacaveLaplagne, a appelé dans les campagnes des capitaux et l'intelligence qui manquait à notre agriculture routinière. » « Chaque sucrerie devient pour la localité où elle est établie une ferme modèle, enseignant par l'exemple et donnant aux bonnes méthodes et aux instruments perfectionnés l'autorité de son expérience et de sa prospérité(1). » « Ceux qui ont visité des fabriques de sucre sont frappés du bon état de culture où se trouvent non-seulement les terres de la fabrique, mais aussi les terres voisines dont les fermiers ont suivi les bons exemples ou appris à se servir d'instruments perfectionnés ( 2 ) . » e

(1) R a p p o r t d e M . D u m o n ,

1836.

( 2 ) M . P i s c a t o r y : d i s c u s s i o n s u r les p r i m e s , 1 8 3 3 .


— 151 — Ainsi va le progrès , se propageant par ébranlements. Bien des terres ne cultiveront point la betterave, et verront pourtant leur agriculture s'améliorer parce que les terres voisines l'auront cultivée. On fait encore cette objection : Q u e l q u e soit le nombre d'hectares qui participerait indirectement aux améliorations apportées par la culture de la betterave, toujours est-il que le nombre des fabriques est nécessairement limité , et que ces fabriques se grouperont dans les localités plus favorables, celles, par exemple, où les cultures seront plus avancées, les terres plus fécondes, la houille à bon marché. Mais à mesure que les progrès de l'agriculture s'étendront , la première cause de concentration ne fera plus un invincible obstacle ; si les terres du nord sont fécondes, il y a aussi d'autres terres fécondes dans toutes les parties de la France , sinon groupées par régions , du moins réparties sur un grand nombre de départements ; et puis baissez les droits sur les houilles étrangères, l'ouest et le sud-ouest verront atténuer à leur profit cette troisième cause de concentration. Sans doute, il y aura toujours de ces concentrations naturelles que la volonté humaine ne peut détruire, mais dont il ne faut point s'exagérer l'inconvénient. On a considéré c o m m e trop permanent le fait actuel de l'énorme concentration des fabriques dans la région du n o r d , berceau de l'industrie et peut-être aujourd'hui la seule en France qui ait une agriculture intelligente et avancée. Puis , et à mesure que les frais de fabrication baisseront , les frais d'un long transport ne baisseront point dans la m ê m e proportion. T e l l e fabrique de l'ouest


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ou du sud-ouest, de la Vendée par e x e m p l e , ou du Tarn-et-Garonne, pourra, tout en produisant plus chèrement que le nord , soutenir la concurrence pour l'approvisionnement de toute sa région, parceque, outre les frais de fabrication, le sucre du nord arriverait dans la Vendée ou le Tarn-et-Garonne chargé de frais de transport assez considérables. Il y avait en 1837 des fabriques de sucre dans 44 d é partements : 2 1 départements dans la zone du nord, 33 dans la zone moyenne et dans la zone du m i d i . Supposez qu'après la régularisation de cette industrie , sa consolidation dans les localités favorables, et sa suppression dans les localités où elle ne s'est développée qu'à l'aide de la protection, elle ne reste plus répandue que dans 14 départements ; la concession est l a r g e , et il faut remarquer que ces départements ne seraient point nécessairement groupés dans le nord. I l faut reconnaître au moins trois grands centres pour l'industrie saccharine indigène : 1 ° La région du nord ; 2 ° La région au milieu de laquelle se trouvent les houillères de la H a u t e - L o i r e , et de laquelle dépendent le département de l'Isère qui comptait en 1 8 3 7 13 fabriques en activité, plusieurs autres en construction, et le département du P u y - d e - D ô m e qui comptait 5 fabriques en activité, région traversée par le Rhône et ses affluents, aides puissants pour le transport des produits ; -

3° L e s régions de l'ouest qui avoisinent la mer et les houillères du bassin inférieur de la L o i r e , parmi lesquelles 6 départements déjà possèdent des manufactures de betteraves, où se trouvent des terres é m i -


— 153 — nemment propres à cette culture, mais dont l'agriculture est aujourd'hui arriérée, régions voisines de la mer et traversées par de grands fleuves et de grandes rivières, situation favorable à l'arrivage des houilles et au transport des produits par le cabotage ou la navigation intérieure. Mais de quelque manière que fussent groupés ces 14 départements, ils composeraient le 6 de la France, et compterait-on pour rien un progrès auquel participeraient directement ou indirectement 5 , 2 0 0 lieues carrées de p a y s , et 5 5 , 0 0 0 habitants; c'est-à-dire une portion de pays une fois et demie plus grande que la Belgique et la Hollande réunies et aussi peuplée, une portion de pays plus grande que tout le royaume de Portugal et une fois et demie plus peuplée. Je ne veux point parler ici de la grandeur et de la population de la Martinique ou de la Guadeloupe; j'aurais l'air d e faire une mauvaise plaisanterie. II. L a fabrication indigène n'exerce point seulement son influence sur l'agriculture ; cette influence est plus large, elle s'étend sur les classes ouvrières, les classes pauvres des campagnes. Les salaires des ouvriers sont généralement faibles; et les mesures directes de la législation seront toujours impuissantes à les élever. L'augmentation des capitaux, l'augmentation dans la demande du travail, le nombre des ouvriers n'augmentant point, voilà les seuls moyens d'action. Beaucoup d'hommes d'états et de journaliers dans les campagnes restent sans travail pendant l'hiver. L a filature à la main disparaît et laisse encore sans travail beaucoup de femmes. e


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L'action de ces trois causes amène dans les campagnes une grande m i s è r e , et pendant la mauvaise saison une mendicité toujours croissante. Il fallait trouver une industrie qui fût un remède à ces trois causes : l'industrie saccharine a donné la solution du p r o b l è m e . 1° Elle a appelé les capitaux dans les campagnes. L a demande du travail s'est fait sentir sur tous les points voisins des fabriques, directement pour les ouvriers employés à la fabrication du sucre, indirectement quant aux autres qui se trouvaient rester en moins grand nombre pour suffire aux anciens travaux. L'élévation naturelle des salaires est un fait qui n'est point contesté. 2 ° Les travaux de la fabrication sont activés surtout pendant l'hiver ; elle occupe alors les bras que l'agriculture laisse oisifs, les populations ouvrières dont les travaux sont forcément suspendus pendant la saison rigoureuse. On remarque en effet que les ouvriers employés sont généralement des maçons, tailleurs de pierre, journaliers ou hommes d'états forcés de rester inoccupés pendant l'hiver. 3° L a culture de la betterave donne dans les p r e miers mois du printemps, à l'époque où les grands travaux des champs ne sont point encore repris , d e nombreux travaux de sarclage qui occupent les femmes et les enfants. La culture de la betterave amenant bientôt pair l'exemple à la culture des plantes sarclées m ê m e dans les pays où il n'y aura pas de fabrique, de m ê m e que nous avons vu le Nord abandonner en partie la culture des colzas et faire bénéficier de cette culture le dépar-


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tement de la Seine-Inférieure; ainsi, l'augmentation du travail des champs approprié aux forces physiques des f e m m e s , se répandra sur une plus grande étendue de pays que les fabriques de betterave. Donc là où les fabriques de betterave existeront : L e salaire des ouvriers augmentera ; les bras oisifs pendant l'hiver trouveront du travail ; les femmes, qui perdent la filature à la m a i n , trouveront au moins dans certains pays un dédommagement. L'établissement de fabriques dans le Pas-de-Calais a fait disparaître la mendicité du p a y s ; le fait était reconnu en 1 8 3 7 . L'association fondée en N o r m a n d i e par M . le prince de M o n a c o , pour l'extinction du paupérisme, a déjà obtenu les plus heureux résultats dus à l'introduction des cultures sarclées, selon le rapport de M . Charles Lucas à l'Académie des sciences morales et politiques. « C'est qu'en effet, les améliorations agricoles ont cela d'heureux, qu'en augmentant le produit brut, elles nécessitent un grand accroissement dans les frais de culture , et qu'ainsi la plus forte partie de la plus value, profite à la classe ouvrière ( 1 ) . » M . V u i t r y faisait en 1 8 3 7 ce raisonnement : 2 5 o , o o o hectares cultivés en betteraves pour le sucre coûteraient, à raison de 1 7 0 fr. par hectare, 42,5oo,ooo fr. Si l'on retranche les façons de charrue et tout le travail auquel les chevaux participent pour ne prendre que la main d'oeuvre qu'on peut appeler spéciale, c o m m e sarclage, binage, arrachage, mise en silos, etc.; ce sera à raison de 100 fr. par hectare, (1) M . V u i t r y ; discussion d e 1837.


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prix des localités où il est le plus bas au total de 3 5 , О О О , О О О fr. L a main d'œuvre de fabrication de 260,000,000 kil. de sucre à 11 cent, le kilogramme , suivant M . Dumas, donnerait d'ailleurs 27,000,000; ce serait donc un total de 5 2 , o o o , o o o que la fabrication du sucre répandrait dans la classe ouvrière et principalement, dans des campagnes. Quoi qu'il ensoit de l'avenir, le chiffre de 2 5 o , o o o , o o o kil. pris par M . Vuitry , restera pour longtemps exag é r é ; mais cependant on peut comprendre quelle heureuse influence cette industrie nouvelle est appelée à exercer. E t que d'autres travaux accessoires ! Que d'industries auxiliaires sont indirectement stimulées! Selon M . de M o r o g u e s , qui prenait à témoin les renseignements officiels donnés par le préfet du N o r d , une foule de fabriques nouvelles s'élevaient dans les villes à la suite des fabriques de sucre des campagnes ; les raffineurs, les b r û l e u r s d ' o s , les t u i l i e r s , les p o tiers , les fondeurs , les tourneurs en cuivre, les m é caniciens, les extracteurs de houilles , les fabricants de machines à vapeur avaient obtenu un grand surcroît de travail, et leur aisance se répercutait sur tous les autres artisans; de 18З1 à 1 8 З 6 , 3 3 5 machines à vapeur s'étaient élevées ; et tout cela , grâce à la nouvelle fabrication du sucre i n d i g è n e , et dans un seul de nos départements. Je terminerai cette partie de la discussion par une dernière considération : nos industries manufacturières sont trop concentrées dans les villes. Les grandes a g glomérations d'ouvriers qu'elles nécessitent donnent


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une malheureuse prise à la contagion de l'immoralité privée , et quelquefois aux instincts de désordre contre la paix publique. D'autre part, les procédés industriels, surtout ceux dont l'application demande un certain emploi d'intelligence, développent les facultés des ouvriers plus que ne le peuvent faire les travaux routiniers des champs ; de là bientôt un double mal : désaccord entre la civilisation des villes et celle des campagnes ; et bientôt, c o m m e suite naturelle , dédain des ouvriers des villes pour les habitants des campagnes, et tendance des habitants des campagnes, dès qu'ils acquièrent un peu d'instruction , à s'aller jeter dans les villes d'où ils ne reviennent plus. L'industrie saccharine, travaillant une matière de grand encombrement, soit qu'elle cultive la betterave, ou l'achète toute produite, sera forcément obligée de construire ses établissements principaux au milieu des lieux de production ; industrie non pas agricole , mais manufacturière ne pouvant s'exercer qu'au milieu des campagnes. Ce sera un commencement de désagglomération industrielle. Les ouvriers des fabriques rurales se disséminant après leur journée de travail pour retourner dans leur famille, et se trouvant d'ailleurs plus isolés , moins exposés à des tentations de toute sorte, seront moins accessibles que ceux des villes à la contagion corruptrice, et retiendront mieux les habitudes de paix , l'esprit d'ordre et d'économie. Enfin l'intelligence sera descendue dans les campagnes. Les procédés industriels se développeront sous leurs yeux ; les machines éveilleront leur curiosité.


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Les fabricants , les chefs d'atelier, les mécaniciens instruits, constamment en rapport avec cette population d'ouvriers secondaires, mettront parmi eux en circulation une foule d'idées nouvelles ; et dans l'intelligence les idées se fécondent les unes les autres, et là encore il n'y a point de petits progrès. Si la fabrique cultive elle-même , sa culture sera c o m m e une ferme m o d è l e . Si elle ne cultive pas, le fabricant sera toujours porté d'ailleurs à suivre le progrès de la culture des betteraves dans le p a y s , à donner d'utiles conseils aux fermiers , pour améliorer, pour arriver à un m i n i m u m de frais et un m a x i m u m de récolte , progrès à la fois profitable au fermier qui relativement vendra plus cher, et au fabricant qui absolument achètera moins cher. L e s fabriques seront pour les campagnes un foyer d'instruction pratique. Elles seront le lien entre la civilisation des villes et celle des campagnes. Elles relèveront l'agriculteur en procurant son amélioration intellectuelle ; elles l'attacheront au sol par les avantages nouveaux d'une culture progressive ; elles contrarieront sa tendance à se réfugier dans les villes, appelant au contraire des villes dans les campagnes un certain nombre d'ouvriers , e t , par exemple , précisément la partie supérieure de l'atelier. Ainsi donc la part faite aux exagérations de détail, il reste à la fabrication indigène de grands avantages, de belles espérances, et une influence incontestable sur les progrès de l'agriculture et l'amélioration du sort des classes ouvrières. La substitution du sucre de betterave au sucre de canne améliore à la fois le sort de notre population


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ouvrière libre, et celui de la population ouvrière esclave des colonies. N o s ouvriers ont du travail de plus, les esclaves des douleurs de m o i n s , et leur affranchissement deviendra moins difficile aux colonies à m e sure que la culture de la canne y décroîtra. E n présence de tous ces avantages généraux, qu'importent maintenant quelques petits faits de pertubations locales, dues, non à l'industrie régulière, mais à sa surexcitation sur quelques points;non à l'industrie, mais à l'ancienne exagération de protection. Je ne m'arrêterai point non plus à calculer les augmentations ou diminutions relatives des produits indirects dans le nord depuis cinq années ; quel argument un peu général tirer d'un si court délai , sur un espace si restreint? Les mandataires de la betterave prétendent qu'il y a augmentation : cela est possible, mais c o m ment distinguer la part précise de l'industrie nouvelle dans cette augmentation sur laquelle peuvent influer tant d'autres circonstances? L e s ennemis de la betterave pensent qu'il y a d i minution; mais j e conçois moins facilement comment la culture de la betterave pourrait faire que l'on c o n sommât par exemple moins de sel, de vin, de tabac ou objets payant des droits de douanes. Ce serait au reste une question de chiffres à vérifier ; mais de là aucun argument général à tirer. Je n'examinerai point non plus si depuis cinq ans la population a plus augmenté dans le nord ou le département du Finistère ; car depuis cinq ans quel résultat un peu général la betterave eût-elle pu produire ? E t d'ailleurs les économistes ne voient-ils pas avec chagrin l'augmentation trop rapide des populations; ne


—160— comparent-ils point avec l'Irlande, si peuplée et si m i sérable, la N o r m a n d i e , par exemple, où la population a relativement peu augmenté depuis vingt ans, et qui est une des contrées les plus progressivement prospères; ne disent-ils pas avec raison : Avant de créer des bras nouveaux, créez du travail pour ceux qui mendient. Enfin , indépendamment des avantages généraux que nous avons signalés, la fabrication indigène a produit ce bien qu'il ne faut point perdre de vue : L a consommation du sucre tendait à s'accroître plus vite que la production coloniale, et la production ne pouvait s'accroître qu'en forçant les vieilles cultures et défrichant de plus mauvais terrains encore. L e prix du sucre eût augmenté sous l'influence de ces deux causes. La concurrence de la betterave a empêché cette hausse et produit une baisse favorable aux nombreux consommateurs. E t ainsi cette concurrence, c o m m e nous l'avons déjà indiqué; a forcé les colonies à baisser leur prix de revient, appelé l'attention sur les vices du système c o lonial, facilité sa suppression. §

II.

De la fabrication indigène dans ses rapports avec les colonies , sous le point de vue du commerce général, du trésor, de la marine et de la politique.

Lorsque nous avons examiné sous ces quatre points de vue la question coloniale , nous avons raisonné c o m m e si le sucre de betterave n'eût point existé. Rapprochons maintenant cette nouvelle industrie, du commerce g é n é r a l , du trésor et de la marine; et réfléchissons.


—161— 1. Du sucre indigène par rapport au commerce général. Supposons que les colonies ne produisent plus de sucre , ou en produisent beaucoup moins, le développement de leurs autres cultures pouvant rétablir leur ancienne prospérité, leurs besoins, et alors leurs moyens d'y satisfaire n'étant point diminués, nous continuerions de leur fournir ce qu'elles consomment aujourd'hui. Donc , point de diminution dans cette partie du commerce extérieur, et la fabrication indigène amenant d'ailleurs un accroissement dans le commerce intérieur, ce serait tout profit pour la France. Si nous supposons les colonies appauvries par la perte ou la décadence de leur industrie saccharine, ce que nous leur vendrons de moins, nous le vendrons de plus aux populations françaises enrichies par la fabrication indigène. Si nous supposons les colonies recevant par compensation une forte diminution de l'exclusif colonial, elles prendront dès lors à l'étranger une partie de leurs objets de consommation ; mais nous avons vu que le lien de l'exclusif nous était nuisible autant qu'aux colonies; le relâcher pour elles, c'est aussi le relâcher pour nous : ce qui leur serait profitable nous le serait également; donc nous n'avons point à chercher ici de compensation pour un d o m m a g e qui n'existerait point. Et cependant pour préciser nous dirons : la diminution de l'exclusif colonial amenant un accroissement naturel de relations avec l'étranger, et par suite un accroissement du commerce extérieur, la compensation générale s'établirait ainsi; et en outre ce que nos fabri11


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cants vendraient de moins aux colons, ils le vendraient de plus aux populations françaises enrichies par la culture de la betterave. E n résumé, à la substitution du sucre indigène au sucre colonial probablement le commerce extérieur ne perdrait rien , et en tout cas, ce qu'il pourrait perdre, le c o m m e r c e intérieur le regagnerait; et c o m m e ce sont des fabricants français qui fournissent à l'un ou à l'autre c o m m e r c e , la masse du pays n'y perdrait rien. Examinons un nouveau point de vue. Supposons que les colons cessent de produire le sucre , et que nous cessions de leur vendre l'équivalent, perte absolue. Nous recevons des colonies soit pour 35,000,000 de francs de sucre, que nous payons en envoyant 35,ooo,ooo de nos produits. P o u r créer ces 35,ooo,ooo d'objets d'exportation , nous e m p l o y o n s un capital industriel soit de 700,000,000. Mais employer un capital de 700,000,000 à produire 35,000,000 de marchandises dont nous n'avons pas besoin, et que nous ne produisons que pour les échanger contre 35,000,000 de sucre, cela revient à dire que nous employons ce capital de 700,000,000 à nous procurer indirectement du sucre. N'achetons plus des colonies ; ne leur vendons plus. Engageons la moitié de notre capital, soit 35o,ooo,ooo de plus, dans la fabrication i n d i g è n e , et elle nous donnera directement sur l e sol français tout le sucre que nous n'obtenons qu'indirectement, et au loin , par l'emploi de notre capital tout entier , avec augmentation de faux frais et de coût de transport.


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E t quant à l'autre moitié du capital , soit 35o autres millions, ils se répandront sur d'autres industries qui en ont besoin , q u i , fécondées par ces millions, prendront un élan rapide, et q u i , pouvant désormais fournir leurs produits à meilleur marché que lorsqu'elles manquaient de capitaux ou n'en trouvaient qu'à un taux excessif, pourront dès lors, vu ce bon marché, trouver à l'étranger des occasions de placement. Ainsi le m ê m e capital aura été employé , le m ê m e besoin de sucre, but final de cet e m p l o i , aura été satisfait; et de plus, on aura satisfait aussi le besoin de capitaux éprouvé par beaucoup d'autres industries. Ainsi l'accroissement du commerce intérieur aurait compensé la diminution du commerce colonial. Et l'amélioration des prix de revient pour beaucoup d'industries françaises donnerait impulsion au c o m merce extérieur, parce que : 1° Produisant à meilleur marché , nous trouverions des débouchés. 2° N o u s pourrions alors diminuer les droits p r o tecteurs sur beaucoup d'articles étrangers, et obtenir par là que l'étranger diminuât les siens sur beaucoup des nôtres. 3° L a diminution de l'exclusif colonial qui revient à la suite de toutes mes idées, et que fait désirer davantage encore l'existence de la betterave , serait encore ultérieurement utile au développement de notre commerce extérieur. Ceux qui ne sont point accoutumés à ces généralisations économiques peuvent être surpris de semblables résultats; et cependant, si l'on veut comprendre


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et saisir l'intérêt général d e la F r a n c e , il faut j u g e r par résultats d ' e n s e m b l e . U n fabricant p e r d , d e u x autres g a g n e n t : celui q u i perd se plaint, cela est naturel ; mais en quoi cela i n téresse-t-il la masse d u p a y s ? Qu'il y ait d é p l a c e m e n t d e capitaux , chute d e quelques industries , progrès d e certaines a u t r e s , tous ces m o u v e m e n t s , ces oscillations, ces transformations peuvent nuire à b e a u c o u p d'intérêts privés , peuvent ruiner quelques-uns; c'est alors le d e v o i r d'une politique sage et h u m a i n e de m é n a g e r p r u d e m m e n t les transitions. Mais au-dessus d e quelques souffrances p r i v é e s , les intérêts généraux d u pays sont à c o u v e r t , sa p r o s périté reçoit une vive i m p u l s i o n . J'ai raisonné au reste dans une h y p o t h è s e d o n t la sévérité ne se réalisera jamais tout entière. Il est évident q u e dussent les colonies ne plus nous fournir un seul kil. d e s u c r e , et recevoir m ê m e l'affranchissement c o m m e r c i a l absolu , elles demanderaient e n c o r e à notre production métropolitaine plus d e la m o i t i é d e leurs objets de c o n s o m m a t i o n . E t cela par la raison toute simple qui fait q u e S a i n t - D o m i n g u e , q u o i q u e entourée d'îles anglaises, et q u e Maurice, depuis vingt ans d e v e n u e terre a n glaise , et inondée , c o m m e o n dit , d e produits anglais, n'en o n t pas m o i n s c o n t i n u é de recevoir d e l'industrie française une partie d e leurs objets de c o n s o m m a t i o n , par suite d'habitudes qu'on ne c h a n g e p o i n t s u b i t e m e n t , parce qu'il y a un grand n o m b r e de nos produits q u e nous d o n n o n s à aussi b o n m a r c h é q u e les autres peuples , parce q u e nous faisons beau


— 165 — coup de choses de luxe que les industries étrangères ne pourraient produire aussi bien , et qu'on vient acheter chez nous indépendamment du bon marché, mais dans une vue de mode ou à cause de la supériorité d'exécution. Notre industrie générale est faible, mais il ne faut point exagérer ses abaissements ; toutes ses branches ne sont point étiolées. Notre tort est de vouloir faire rivaliser avec les fortes industries étrangères celles de nos industries qui sont impuissantes, au lieu de porter tous nos soins à développer celles qui chez nous sont vivaces et auxquelles l'étranger n'atteint point. Quand donc les nations appliqueront-elles dans leurs productions réciproques le principe de la division du travail , si fécond déjà pour l'industrie intérieure des états?

I I . De la betterave sous le point de vue financier. L e s quantités de sucre de betterave produites avant 1831 sont assez insignifiantes pour que nous puissions les négliger , afin de ne point trop compliquer notre raisonnement. L a récolte d u sucre i n d i g è n e a été : En

1831

9,000,000

1832

12,000,000

1833 1834

— —

19,000,000 26,000,000

1835

38,000,000

1836

19,000,000

1837

50,000,000

1838

50,000,000

kil

2 5 3 , 0 0 0 , 0 0 0 kil.


166

sur lesquels l'Ètat, dit-on, n'ayant point perçu les droits de 49,5o, s'est trouvé ne pas gagner 1 2 5 , 2 3 5 , o o o fr., qu'il eût gagnés s'il eût reçu la m ê m e quantité de sucre colonial. D'après ce raisonnement, dans le cours de ces huit années, le trésor aurait souffert une perte moyenne annuelle d'environ 1 5 , 0 0 0 , 0 0 0 fr. Mais il faut remarquer que si le sucre indigène n'eût point existé , l'énorme abaissement de prix survenu depuis six années ne se fût point réalisé, la consommation n'aurait point si rapidement a u g m e n t é , 2 5 3 millions de sucre indigène n'auraient point été r e m placés dans le cours de ces huit années par 2 5 3 m i l lions de sucre colonial. Il est donc faux de dire que le trésor a perdu 1 2 5 millions , puisqu'il n'y eût point eu lieu pour lui de les percevoir. L a consommation eût pu augmenter, mais n'eût point passé dans ces huit années de 80 à 116,000,000. L e sucre colonial eût pu fournir davantage, mais pas 2 5 3 millions de plus en huit ans, et ainsi une perte, en moins percevant, eût pu exister pour le trésor, mais bien moindre que 1 2 5 millions. A u reste, tenons pour constante cette perte de 1 2 5 millions, et supposons qu'en tout cas la consommation de la France eût été pour chaque année ce qu'elle a été. V o y o n s alors, et par conséquent sur les mêmes bases, ce que le sucre de betterave a épargné au consommateur en déterminant la baisse des prix. De 1 8 2 8 à 1830 et en 1832 , le prix du sucre, au Havre , droit acquitté , s'est tenu en moyenne de 139 à 142 fr. Entre 183o et 1 8 3 2 , il y a eu une baisse momentanée causée par le contre-coup de la révolution


167 —

de j u i l l e t , la concurrence de la betterave se faisant bien peu sentir encore. Mais de 1 8 3 3 à 1 8 3 9 , la baisse énorme , constante , r é g u l i è r e , n'a pu être attribuée qu'à la concurrence de plus en plus vive du sucre indigène. A la fin de 1 8 3 2 , le sucre valait au Havre I 5 I fr. C'était une réaction de hausse ; il retomba bientôt dans le cours de 14o fr., p r i x m o y e n des trois dernières années de la Restauration. D e peur d'exagération, nous ne prendrons point le chiffre de 1 5 1 , mais seulement celui de 140, pour base de notre calcul.


1833

1 SEM

ER

1834

1835

1836

1837

1838

1839

t

ACQUITTÉ.

130

130

Fin 1830.

Fin 1836.

ER

108

Fin 1838.

Fin1 sem 1839. 110

108

Fin 1838.

125

130

Fin 1835.

Fin 1837.

130

Fin 1835.

125

132

Fin 1834.

Fin 1837.

132

137 50

Fin 1833.

fr. c.

23 50

12 50

10

9

5 25

67,000,000

19,000,000

Et1/2de la mise en consommation 33,000,000 ordinaire du sucre colonial.

Soit consommé1/2de la récolte in- 25,000,000 digène de 18,8.

Récolte indigène de 1837. 50,000,000 Mise en consommation du sucre 68,000,000 colonial en 1838.

Récolte indigène de 1836. 49,000,000 Alise en consommation du sucre 66,000,000 colonial en 1837.

Recolte indigène de38,000,000 1835. Mise en consommation du sucre 66,000,000 colonial en 1836.

Récolte indigène de 1834. 26,000,000 Mise en consommation du sucre 69,000,000 colonial en 1835.

Récolte indigène de 1833. Mise en consommation du sucre colonial en 1834.

12,000,000 Récolte indigène de 1832; Mise en consommation du sucre 70,000,000 colonial en 1833.

kil.

fr.

Fait pour le consommateur une épargne

84,575,000

58,000,000 17,980,000

118,000,000 27,730,000

115,000,000 14,375,000

104,000,000 10,400,000

95,000,000 8,550,000

86,000,000 4,515,000

82,000,000 1,025,000

SUR UNE CONSOMMATION TOTALE DE :

Total de l'épargne faite pendant 6 ans et demi par le consommateur. .

31

moyen 116 50

Prix moyen 109

Prix

Prix moyen 127 50

C.

1 25

fr.

moyen 131

Prix moyen 130

Prix

Prix moyen 134 75

Prix moyen 138 75

de 1833. 140

( C O U R S DU H A V R E . )

Fin 1834.

137 50

Fin 1833.

Comm .

DROIT

PRIX DU SUCRE POUR 100 KIL.

Baisse sur les prix de 18S3, qui doit être attribuée à la concurrence du sucre indigène.


— 169 — En résumé, le trésor, dans le cours de ces huit dernières années, aurait perdu 125,000,000, c'est-à dire plus de 1 5 , o o o , o o o par an , et le consommateur, dans le cours des six dernières années et d e m i e , aurait épargné 8 4 , 5 7 5 , 0 0 0 , c'est-à-dire plus de 13,000,000 par an. L e consommateur gagnait donc presque tout ce que le trésor perdait. La bourse privée des citoyens dépensait de moins ce que la caisse de l'État recevait de moins. Nous avons vu comment la protection donnée au sucre colonial contre le sucre étranger faisait perdre au trésor des dizaine et vingtaine de millions, et privait le consommateur de quinzaine et quarantaine de millions de kil. de plus, qu'à prix égal il eût reçus de l'étranger, sacrifices qui s'additionnent l'un à l'autre. Dans ces dernières années, le sucre indigène faisait perdre au trésor 15,000,000 fr., et bénéficiait au consommateur 1 3 , o o o , o o o f r . , résultats qui se neutralisent presque l'un et l'autre. Voilà pour le passé, voyons à l'avenir. L e gouvernement déclare dans l'exposé des motifs qu'il faudra en venir à un droit uniforme de 3 o fr. sur les deux fabrications rivales. J'adopte ce chiffre , et m ê m e j'effacerais le décime. Outre la baisse produite par la concurrence des deux sucres, il y aurait la baisse produite par cette diminution de 19,5o d'impôt sur 100 kil., c'est-à-dire des2/5de l'impôt. L a consommation tendrait donc à s'augmenter rapidement. Sous l'action de la seule concurrence, en six années, de 1832 à 1838, la consommation a passé de 80 à 1 1 6 millions, augmentation de / ou presque de 1/2. 36

80


170

Sous les influences réunies de la concurrence et de la baisse d'impôt, la consommation pourrait facilement passer en quelques années de 1 1 6 à 15o millions, augmentation de34/116ou de bien moins du1/37mais plus que 1/4. Je ne fais point là de calcul e x a g é r é , j e ne porte point mes conjectures vers l'époque où chaque citoyen pourra, en France c o m m e en A n g l e t e r r e , consommer en moyenne 10 kil. par an. Je raisonne à quelques années de distance, et en prenant pour base une consommation probable de 15o,000,000 kil. j e reste bien modéré. Ces 1 5 o , o o o , o o o kilog. sans distinction d'origine, payant alors le droit uniforme de 3o fr., donneraient au trésor 4 5 , o o o , o o o ; C'est-à-dire par année 20,000,000 de plus que la moyenne de l'impôt perçu en 1 0 ans, de 1826 à 1836, sur tous les sucres coloniaux ou étrangers mis en consommation , E t 1 3 , o o o , 0 0 0 de p l u s q u e dans l ' a n n é e de p l u s forte recette, E t 26,000,000 de plus que dans cette année 1 8 2 8 , où le sucre de betterave était encore inaperçu, m ê m e des colonies ( 1 ). Voilà donc l'influence de la fabrication indigène

( 1 ) D e 1 8 2 6 à 1 8 3 6 , la m o y e n n e d e s d r o i t s p e r ç u s à l ' i m p o r t a t i o n d e s s u c r e s s'est é l e v é e , p o u r c h a q u e a n n é e , à 3 4 , 0 0 0 , 0 0 0 f r . , s u r l e s q u e l s 9 , 0 0 0 , 0 0 0 en m o y e n n e o n t été restitués à la r é e x p o r t a t i o n . R e s t e net a u t r é s o r 2 5 , 0 0 0 , 0 0 0 f r . seulement. L'année

de

p l u s forte recette

nette

a été

1834.

Perçu


171

sur la caisse du trésor et sur la bourse du consommateur. Pour le passé : le trésor a perdu , le consommateur a gagné presque tout ce que le trésor a perdu. Pour l'avenir : le trésor recouvrera bientôt ce qu'il a perdu, et gagnera ensuite beaucoup plus qu'il n'a jamais gagné ; le consommateur de son côté gagnera beaucoup plus encore qu'il n'a déjà g a g n é ; et indéfiniment pour ces deux bénéfices du trésor et du consommateur, à mesure que les prix baisseront et que la consommation augmentera.

I I I . De la fabrication indigène par rapport à la marine. Si , au lieu de tirer notre sucre des colonies françaises, nous l'avions tiré de l'étranger, disions-nous au chapitre premier, nos vaisseaux conservant ce transport, la navigation n'eût rien perdu. Mais si au lieu de tirer le sucre des colonies nous le faisons croître chez nous, il est clair que la navigation n'a plus cette denrée à transporter. Quelle est l'étendue de cette perte ? D'abord nous avons prouvé , 1° Combien il fallait réduire la place occupée dans notre navigation générale par toute la navigation coloniale ;

3 5 , 6 2 0 , 0 0 0 f r . , r e s t i t u é u n p e u m o i n s d e 4 , 0 0 0 , 0 0 0 ; reste u n p e u p l u s d e 31 m i l l i o n s 1/2. En

1838,

perçu 25 m i l l i o n s ,

reste m o i n s d e 19 m i l l i o n s .

restitué plus de 6 millions ;


172

2° Que la navigation générale tendait à s'accroître , et que la navigation coloniale restait stationnaire ; 3° Que les seuls accroissements de notre navigation générale depuis 10 ans auraient suffi pour compenser, et par delà , la perte absolue de toute la navigation coloniale, en supposant m ê m e que nous n'eussions reporté ailleurs pas un centime du commerce fait avec les colonies. Ainsi la perte totale de la navigation coloniale n'aurait point été pour nous une plaie incurable. Or, il ne s'agit maintenant que d'une diminution de cette navigation, car , 1° Nous gardons nos colonies ; 2 ° Elles continueront de nous envoyer tout ce qu'elles nous envoyaient de denrées autres que le sucre; 3° Si elles produisent moins de sucre, elles produiront davantage d'autres denrées que nous aurons à transporter, mais, il est vrai, de moins grand encombrement; 4° Lors m ê m e qu'elles recevraient l'affranchissement commercial , elles continueraient de prendre chez nous la plus grande partie des objets nécessaires à leurs besoins ; 5° Lors m ê m e qu'elles tireraient de l'étranger tout ce qui leur est nécessaire, nous pourrions protéger la marine française par des droits différentiels. Ainsi la perte totale de la navigation coloniale n'eût point été une cause de ruine ; que dire d'une simple diminution qui sera peu sensible d'abord, et bientôt couverte par l'accroissement de notre commerce général ? Nous avons montré que la fabrication indigène, en accroissant le commerce intérieur, ne nuirait point au commerce extérieur, et que la suppression de l'exclusif


173 colonial accroîtrait ce commerce extérieur , qui alimente la navigation. Enfin, supposons que l'industrie betteravière puisse porter à notre navigation générale e t , par suite, à notre marine militaire, un dommage appréciable. Nous avons prouvé qu'elle pourrait valoir au trésor, après quelques années, une augmentation de revenu de près de 20,000,000. Or, les énormes avantages réalisés pour l'agriculture, pour les classes ouvrières et pour le consommateur restant, une partie de ce surcroît de recettes de 20,000,000 pourrait être directement appliqué à l'extension de notre marine militaire, qui en recevrait un bien autre élan que celui qu'elle peut recevoir indirectement de 100 ou 200 navires et de quelques milliers de marins qu'occuperait de moins la navigation coloniale. La navigation, comme toutes les autres industries, doit suivre les variations générales du commerce dans ses diverses branches. Tous les intérêts doivent se balancer les uns par les autres. Ceux qui jugeraient préférable d'acheter le sucre colonial , fût-il plus cher que le sucre indigène, mais afin que notre marine eût à transporter des colonies en France cette matière de grand encombrement plutôt que des matières moins encombrantes, m e rappellent toujours ces P o r tugais qui voulaient qu'on détournât le cours du Nil , de peur qu'on ne s'en servît pour ouvrir une route directe avec les Indes.

I V . De la betterave par rapport aux colonies sous le point de vue politique. J'aurai peu de chose à dire à cet égard.


174 —

Que nos colonies produisent du coton , du café ou du sucre, leur possession présentera la m ê m e utilité pour notre puissance politique. La betterave , ayant été occasion et motif de plus pour diminuer l'exclusif colonial, aura précisément ainsi contribué à cette transformation des colonies en entrepôts , comptoirs ou marchés, en centres de relations sur les mers éloignées, entre nous et les peuples étrangers du N o u v e a u - M o n d e , transformation si nécessaire à notre politique commerciale. E n temps de guerre maritime , nous aurons cet avantage de posséder chez nous le sucre indigène , ce qui évitera une double perturbation : 1° Dans les habitudes et les besoins du consommateur ; 2 ° Dans les recettes du trésor. L e ministre des finances ne sera point fâché d'avoir sous sa m a i n , à l'abri des chances de la guerre , cette poule aux œufs d'or et ses 40 ou 5 o millions, plutôt que de la savoir au fond de l'Océan , bloquée et prisonnière. Enfin, toute l'Europe produit du sucre de betterave; nous qui avons créé l'industrie, nous ne devons point nous laisser dépasser. Quand nous voulons , bon gré mal g r é , faire vivre à grands frais des industries étrangères , il y aurait faute politique, d o m m a g e économique et bizarrerie à chasser de chez nous à l'étranger une industrie toute française. § III. Mesures à prendre à l'égard du sucre indigène.

Jusqu'ici nous avons montré pour la fabrication in-


175 —

digène assez de sympathie; nous ne serons donc point soupçonné de malveillance si nous disons maintenant quelques paroles sévères. Cette industrie a une tache. Elle s'est développée sous une protection exagérée : 1° Toute la protection qui séparait le sucre colonial du sucre étranger ; 2 ° Toute la protection qui se trouvait entre l'immunité d'impôt et l'impôt sur le sucre colonial. Outre ce raisonnement absolu, le développement excessif et subit de cette industrie dans les dix dernières années prouverait encore relativement qu'elle a dû être démesurément protégée. De là une double difficulté : 1° L e sucre indigène s'est brusquement substitué au sucre colonial, sans laisser aux colonies, l'eussentelles voulu , le temps de se préparer à ce grand changement par la modification de leurs cultures ; 2° L'industrie indigène s'est elle-même surexcitée en France. Beaucoup de fabriques sont en progrès, font des bénéfices c e r t a i n s , et bientôt pourront se passer de protection ; mais, en face d'elles, beaucoup d'autres fabriques se sont établies dans des localités défavorables sous le rapport de la qualité des terres, de la cherté du combustible ou des transports. Celles-là ne font point de gros bénéfices, ne vivent et ne pourraient jamais vivre qu'à l'abri de la protection. Alors , si la culture de la canne était devancée, si la moitié des fabriques françaises pouvaient largement et à conditions égales soutenir la concurrence des c o lonies , l'autre moitié des fabriques françaises, qui ne


176

pourraient soutenir la concurrence de celles bien établies, seraient brusquement tuées, à moins qu'on ne créât des protections de province à province , ce qui ne viendrait à la pensée de personne. Donc, cela est certain , le jour où la portion viable de l'industrie indigène n'aura plus besoin de protection contre les colonies , la portion factice de cette industrie sera violemment étouffée. C'est une perturbation fâcheuse qu'il faut prévoir, une crise dont il faut prévenir le g e r m e . La culture de la betterave s'est trop vite étendue. C o m m e la culture de la canne, et par les mêmes causes , elle s'est portée m ê m e dans les localités défavorables ; elle s'est développée en partie non au moyen de capitaux résultant de ses bénéfices propres , mais au moyen de capitaux d'emprunt, dont beaucoup ne sont point rendus. C o m m e aux colonies, on a cru qu'il suffisait, pour faire sa fortune, de bâtir une sucrerie et d'acheter au double ou quadruple la terre qu'il fallait. C o m m e aux colonies, on s'est inquiété du bénéfice et non des chiffres bruts ; on a multiplié les produits en vue d'un profit présent, avant d'avoir assuré l'avenir par l'abaissement du prix de revient ; on a vécu c o m m e si la protection eût dû être éternelle. E t pourtant, depuis dix années , les avertissements n'ont point manqué ; mais aujourd'hui , au milieu de la fièvre industrielle, de la témérité des spéculations , de l'imprévoyance de l'avenir, l'industrie n'écoute plus que les avertissements écrits et sanctionnés par la loi. L ' i m p ô t de 5 fr. demandé par M . d'Argout en


177

_

1 8 3 3 , eût produit plus d'effet que tous les avertissements répandus avec profusion. L'impôt une fois placé, eût été augmenté facilement d'années en années ; il eût été possible d'arriver en 1839 à la taxe de 2 0 ou 2 5 fr. Probablement beaucoup des trois ou quatre cents fabriques nouvelles établies depuis 1833 ne se seraient point fondées. Les bonnes fabriques auraient amélioré leur prix de revient, et d'abord par la moins grande concurrence auraient loué moins cher leurs terres et acheté moins cher leurs fumiers. Et aujourd'hui qu'il faut faire un nouveau pas et rapprocher encore les conditions des deux fabrications rivales, la souffrance de l'industrie betteravière ne porterait pas sur un aussi grand nombre de personnes, et pour chacune elle serait moins forte. Mais on parla de l'insignifiance de cet impôt de 5 fr. pour le trésor, sans penser à l'immense résultat qui eût été produit. On parla de la gêne qui en résulterait pour l'industrie naissante , sans considérer que cette gêne salutaire devait précisément la garantir des perturbations qui lui sont venues. E t on attendit. L e jour où l'on avisa , il se trouvait trop d'intérêts engagés dans une mauvaise voie. La souffrance s'est appesantie sur beaucoup de personnes, et beaucoup de souffrance sur chacune. Est-ce une raison pour attendre encore? non : plus on attendra , plus les difficultés croîtront. L'industrie indigène doit arriver à payer le m ê m e impôt que le sucre colonial, quel que soit le chiffre de cet impôt. Les protections exagérées n'ont que trop 12


178 —

favorisé son développement immodéré ; ces protections doivent diminuer d'une manière continue jusqu'au rétablissement de l'équilibre. Les fabricants d'ailleurs garderont toujours cette protection qui résultera de la nécessaire différence des frais de transports. Mais de quel droit demanderaient-ils indéfiniment les taxes différentielles ? Nous avons vu les fâcheux effets produits a. l'égard des colonies et de la France par la protection donnée au sucre colonial contre le sucre étranger. Ces mêmes effets se reproduiraient pour la France par la persistance de protection à l'égard du sucre indigène contre le sucre colonial. J'ajouterai : la protection donnée au sucre colonial contre le sucre étranger était mauvaise ; la protection donnée au sucre des départements français contre le sucre des colonies françaises serait mauvaise et inique. Il faut que la production indigène se règle et se restreigne là où elle pourra se faire à bon marché. Lors m ê m e que les colonies seraient tuées, la fabrication française aurait encore à se r é g l e r et à se restreindre dans les localités favorables. I l faut qu'elle le fasse dès à présent progressivement, pour n'avoir point à le supporter un jour brusquement. Il faut qu'elle se restreigne; et si un jour elle doit atteindre ou devancer l'industrie coloniale, ce résultat plus lent et disputé aura été produit sans encombrement , sans secousse. Il faut qu'elle se règle et travaille surtout à l'amélioration de son prix de revient, afin qu'en dehors m ê m e de la concurrence des colonies nous ne soyons point obligés de la protéger un jour contre les sucres de l'Allemagne.


— 179 — Depuis la loi de 1 8 3 7 , bien des souffrances se sont déjà produites. Elles devaient se produire tôt ou tard; plus tôt elles seront venues, moins elles auront été fortes. Beaucoup de fabriques devaient s'établir , et la seule menace d'un impôt quelconque a suffi pour arrêter ces projets : tant mieux! Dans l'état actuel de l'industrie, qu'attendre d'une fabrique qui n'aurait pu exister sans la protection indéfinie de 49 5o par 1oo k., c'est-àdire d'environ 100 pour cent de la valeur du produit ! Depuis la m ê m e loi beaucoup de fabriques se sont fermées. Je sympathise aux douleurs des industriels , j'en suis ému ; mais je prends le fait en lui-même et d'une manière générale, et j e dis encore : tant mieux ! Car celles-là seulement seront tombées qui ne se trouvaient point dans des conditions à pouvoir supporter la concurrence m ê m e des autres fabriques indigènes après l'exclusion complète du sucre colonial, ou m ê m e au jour de la concurrence égale des deux industries. Autant valait-il alors qu'elles fissent dès à présent leur liquidation, supportant une perte m é diocre aujourd'hui pour n'avoir point à en supporter une grande plus tard. Il faut faire un nouveau pas ; il faut faire encore sentir à l'industrie l'aiguillon du législateur. La situation des colonies trop brusquement compromises nous en fait d'ailleurs un devoir. Les fabricants qui sont dans de bonnes conditions traverseront cet o r a g e , et jouiront ensuite d'une santé robuste à l'abri du caprice ou des mauvais vouloirs. Beaucoup d'entre eux pourront m ê m e se résigner à des pertes momentanées, sûrs de trouver après la fin de la crise une riche compensation.


— 180 — « ( 1 ) C a r souvent une secousse qu'on croit devoir être dommageable à l'industrie , ne fait que nuire à une partie des industriels et devient pour les autres la cause de profits réalisés, plus tard. Les établissements mal placés , mal dirigés tombent , les autres prospèrent davantage. C'est une leçon dont profite l'industrie prise en masse. . . . C'est, avant tout, le savoir et l'intelligence des industriels qui font prospérer l'industrie. Quand une crise a passé , elle amène la prudence; les industriels ne s'engagent qu'avec précaution ; ils recourent aux procédés meilleurs; et l'industrie devenant plus habile, reprend sa course ascendante avec une rapidité qu'elle n'avait pas auparavant. » E t c'est précisément parce que la fabrication indigène a déjà beaucoup souffert qu'il ne faut point arrêter sa souffrance , et nous dirons pour elle ce que nous avons dit pour les colonies : il faut qu'elle achève de souffrir, afin qu'on ne perde point le profit des maux déjà traversés, afin qu'on ne soit point obligé de recommencer dans quelques années pareille crise tout entière. Continuons de protéger encore le sucre indigène pour laisser aux fabricants téméraires le temps de dégager leurs capitaux , aux fabricants bien placés le temps de porter à l'amélioration du prix de revient tout le zèle qu'ils ont déployé pour étendre leurs récoltes. Continuons de protéger le sucre indigène assez pour que l'industrie puisse se régler, pas assez pour que sa surexcitation soit encouragée. (1) M . P a s s y , 1837.


181

E t qu'elle se sente d'ailleurs pressée par cette v o lonté ferme du législateur d'arriver bientôt à l'équilibre des droits. L'industrie indigène et l'industrie coloniale souffrent toutes deux, parce que toutes deux, trop protégées , ont substitué à leur développement régulier un développement factice. Sans cette protection , elles auraient fait toutes deux en amélioration les progrès qu'elles ont principalement faits en étendue; au lieu de s'épancher à la surface , elles auraient creusé de profondes racines , elles n'auraient étendu leur production et l'offre du produit qu'après avoir, par l'abaissement du prix de revient, donné lieu de s'étendre à la demande de ce même produit; elles auraient fait de moins gros bénéfices momentanés, plus de bénéfices durables ; elles ne succomberaient point toutes deux aux souffrances qu'elles s'accusent de se faire l'une à l'autre, et que les protections seules ont faites pour toutes deux. Chaque nation use des dons que la providence a mis sous sa main. On fera toujours du sucre de canne entre les tropiques ; on fera toujours du sucre de betterave en Europe et dans les pays du nord. Mais la canne a d'immenses débouchés h perdre et doit travailler de jour en jour à se restreindre; la betterave a d'immenses besoins à satisfaire en Europe , et par suite une fois régularisée, de grands développements à prendre pour l'avenir; mais aujourd'hui, et en ce qui regarde la France , dans la situation respective des deux industries , pour elles deux il y a un remède commun.


l82 —

Beaucoup disent : Si vous faites du bien à l'un vous tuez l'autre; mais nous pensons que toutes deux ayant souffert par les mêmes causes, ont besoin du m ê m e remède. Disons donc pour les deux industries ce que nous avons déjà posé pour l'une d'elles : Dégrevons le sucre de canne ; Assez pour que les colonies ne soient pas v i o l e m ment étouffées ; pas assez pour qu'elles puissent continuer leur culture exagérée. Pas assez pour que la fabrication indigène soit étouffée; assez pour qu'elle ne puisse continuer son développement exagéré. Mais je n'oublie point que j'ai demandé pour les colonies quelques avantages généraux : dès à présent la diminution de l'exclusif, l'exportation directe de leur sucre à l'étranger , et c o m m e on le verra plus loin , j e demande encore la diminution des droits à l'importation de certaines denrées étrangères de première nécessité pour elles , et la faculté de recevoir de l'étranger des outils et machines destinés à leurs exploitations, ce qui facilitera l'amélioration des prix de revient. Il est juste d'accorder à l'industrie indigène quelques avantages analogues, de nature à pouvoir aider aussi à l'amélioration des prix de revient. Depuis quelques années, les droits sur les houilles étrangères ont été réduits , mais pas encore assez. Toutefois j e ne préciserai rien à cet égard, mais au moins je demanderai l'extension aux machines à vapeur employées dans la fabrication indigène, de la


183

mesure récemment prise à l'égard de celles employées pour la navigation, c'est-à-dire la restitution des droits payés sur les fontes étrangères employées à leur construction .


CHAPITRE I V .

CONCLUSIONS

But

GÉNÉRALES.

définitif.

"Voilà le but auquel il m e semble que devraient tendre les efforts de la législature pour arriver à la solution définitive de la question coloniale. 1° Affranchissement commercial presque i l l i m i t é , sauf quelques réserves dans l'intérêt de la navigation française qu'on pourrait maintenir en possession exclusive des transports entre les colonies et la m é t r o pole , et protéger par des droits différentiels pour les transports entre les colonies et l'étranger; sauf encore quelques autres réserves nécessitées par l'intérêt politique ou par la situation respective de la France et de ses colonies , et dont l'expérience pourrait fixer les limites.


185

2 ° Recevoir les denrées coloniales étrangères en concurrence avec les denrées coloniales françaises, et en ne protégeant celles-ci que par des surtaxes infiniment modérées et ne devant servir qu'à compenser la gêne que pourraient encore éprouver les colonies des très-petites réserves qui seraient faites sur leur affranchissement commercial absolu. Arriver ainsi à ne protéger les colonies contre les sucres étrangers que par un droit différentiel de 10 fr., plus tard m ê m e de 5 fr. par 1 0 0 k. 3° Arriver à un droit uniforme de 30 fr. sur le sucre indigène et sur le sucre colonial. L e sel paye aujourd'hui 3o fr. par 100 kil. Un droit semblable ne sera point exagéré pour le sucre , qui longtemps encore sera de jouissance plutôt que de nécessité. Supprimer m ê m e sur ce droit de 3o fr. le décime de guerre qui n'a plus de sens aujourd'hui, qui complique inutilement les écritures du trésor, et qui introduit le mensonge dans les tarifs, puisque la douane demande plus que ne croit devoir celui qui lit le tarif. L e s lois d'impôt doivent être claires pour les redevables. Ce but ne peut être atteint brusquement. 11 faut ménager les transitions ; mais dès aujourd'hui il faut faire un pas. P r e m i è r e s mesures à p r e n d r e .

1° Aux prohibitions absolues substituer les droits protecteurs. Admettre aux colonies toutes les marchandises étrangères non prohibées en France sous les mêmes droits payés par ces marchandises à leur entrée en France.


— 186 — 2 ° Quant aux marchandises actuellement reçues aux colonies sous des droits moindres qu'en France, conserver cet avantage aux colonies. 3° Réduire, dès à présent, les droits payés aux colonies par les denrées étrangères suivantes :

Farine, bœuf salé, objets de consommation nécessaires. Animaux vivants, objets de consommation nécessaires, auxiliaires de travaux plus nécessaires que jamais à mesure que l'esclavage s'en va.

Outiles et machines nécessaires à la culture et à la manipulation des produits. 4° Permettre aux colonies d'exporter leurs sucres par navires français pour toute destination, sauf quelques réserves, et avec faculté pour le gouvernement français de suspendre ce droit dans le cas d'un renchérissement extraordinaire de la denrée en France. 5° Dégrever un peu les sucres des colonies françaises, pour que les intérêts engagés dans cette culture ne soient point trop brusquement étouffés ; mais pas assez pour que les colons soient encouragés à cette production , pas assez pour que la fabrication indigène soit étouffée. 6° Dégrever en m ê m e temps les cacaos, les cafés, les cotons , afin que les colons soient doublement portés vers ces différentes cultures par le peu de bénéfices à retirer de l'industrie sucrière , par les nouveaux b é néfices à retirer des autres cultures. Mesures q u i devraient s u i v r e p o u r a r r i v e r au b u t définitif.

Après avoir accompli ce premier pas, le gouverne-


187 —

ment devrait, dès à présent, songer aux mesures qui devraient suivre ultérieurement pour arriver au but définitif. 1° On a établi des entrepôts réels a la Martinique et à Bourbon : c'est une bonne mesure; de semblables entrepôts devraient être placés à Cayenne et à la Guadeloupe, à Cayenne surtout; cet entrepôt donnerait d'abord peu de mouvement, et par la suite deviendrait florissant ; j e ne crois pas être égaré par des instincts ou des sympathies ; j ' a i foi dans l'avenir de la Guyane française. 2 ° Peu à peu l'exclusif commercial devrait s'amoindrir. On donnerait successivement plus de place à la concurrence étrangère, par l'abaissement des droits protecteurs, en commençant par admettre les marchandises étrangères les plus utiles à la colonie ou dont il importerait moins de conserver plus longtemps à la France l'approvisionnement exclusif. On arriverait progressivement à recevoir aux colonies presque toutes les marchandises étrangères, sous le paeyment de droits propres, moins à protéger les similaires français qu'à former pour la colonie une recette locale de perception facile. 3° Successivement permettre l'exportation directe à l'étranger des denrées coloniales autres que le sucre, qui dès à présent jouirait de cette faculté , et abaisser les surtaxes à l'entrée en France des similaires étrangers. 4° Plus tard, admettre aux colonies, sous certaines réserves et sous des droits différentiels, la concurrence du pavillon étranger. 5° Et quant à la situation respective du sucre colo-


188

nial et du sucre français, élever successivement, à quelques années de distance , les droits qui pèsent sur le sucre indigène, et abaisser ceux qui pèseront encore sur le sucre colonial, pour arriver peu à peu par deux ou trois mouvements au droit uniforme de 3o fr., sans décime. Si le but était bien compris et bien voulu , Si le premier pas était fait d'une manière franche et décidée, Si la route à suivre était bien clairement tracée, L a question des sucres, qui sera longtemps encore un objet de vigilance pour le gouvernement, ne s e r a i t plus un embarras pour les Chambres ; E t les intérêts divers qui sauraient leur avenir et ne compteraient plus sur les hésitations et les complaisances du pouvoir, cesseraient leurs clameurs inutiles et travailleraient a se régler.


CHAPITRE

MESURES

DONT

V.

L'APPLICATION

SERAIT

ACTUELLE

SALUTAIRE.

On reproche habituellement à ceux qui parlent sur des matières économiques, de rester engagés dans les généralités, de ne jamais conclure ; j e tâche d'éviter ce reproche. J'ai déjà indiqué le but auquel il m e semblerait bon d'atteindre et quels premiers pas seraient possibles. Pour préciser davantage, j e vais reproduire sous forme d'articles cet ensemble de mesures dont l'application actuelle m e paraîtrait salutaire, et dans quelques notes justificatives j'en discuterai brièvement les conséquences. ARTICLE PREMIER. Toutes les marchandises étrangères non prohibées


190

en France, pourront être importées aux colonies françaises, par navires français, soit de nos entrepôts réels, soit des ports étrangers d'Europe ou du littoral de la Méditerranée. Elles payeront à leur entrée dans la colonie les mêmes droits qu'elles payeraient à leur entrée en France. ART.

II.

Toutes les marchandises étrangères actuellement reçues aux colonies par navires français ou étrangers sous des droits moindres que ceux qu'elles auraient à payer à leur entrée en France, continueront d'être reçues aux colonies de la m ê m e manière et en acquittant les mêmes droits que par le passé. ART.

III.

Les droits payés à la Martinique et à la Guadeloupe pour l'importation par navires français ou étrangers des marchandises étrangères ci-après désignées, sont réduits ainsi qu'il suit : Animaux vivants, 5 p. 100 de la valeur ( 1 ) . Bœuf salé, 5 fr. par 100 k. ( 2 ) . Farine de froment, 12 fr. par baril d e 90 k. ( 3 ) . ART.

IV.

Les machines et mécaniques de fabrique étrangère, propres aux diverses exploitations de l'industrie colo( 1 ) A u l i e u d e 10 p .

100.

( 2 ) A u l i e u d e 15 f r . ( 3 ) A u lieu d e 21 f r . 5 0 c.


— 191 — niale, pourront être importées aux Antilles, par navires français venant des ports d'Europe ou du littoral de la Méditerranée, en payant un droit de 5 p. 100 de la valeur. Ces mêmes machines et mécaniques continueront d'être importées à la Guyane et à Bourbon par navires français où étrangers, et sous les mêmes droits ou franchises que par le passé. Les chaudières à sucre, outils et instruments aratoires, notamment pelles, pioches, haches, houes, sabres d'abattis, charrues, sarcloirs et herses de fabrique étrangère, importés par navires français venant des ports d'Europe ou du littoral de la Méditerranée, seront admis aux Antilles, à la Guyane et à Bourbon , en payant un droit de 10 p . 100 de la valeur. А r т . v. En attendant les modifications successives des ta­ rifs qui devront amener progressivement l'égalité des droits sur les sucres français indigènes et sur les sucres des colonies françaises, les droits à l'importation des sucres en France, seront établis provisoirement ainsi qu'il suit ( 1 ) :

(1) M o d i f i c a t i o n a u t a r i f a c t u e l : D é g r è v e m e n t de 8 fr. Abaissement à 4 e n t r e la

f r . d e la d i f f é r e n c e a c t u e l l e d e 6 f r . 5 0 c.

taxe s u r les s u c r e s d e B o u r b o n

et

la taxe s u r c e u x

des A n t i l l e s . A b a i s s e m e n t à 7 f r . d e la s u r t a x e a c t u e l l e d e 15 f r . s u r le sucre b l a n c . D é g r è v e m e n t d e 20 f r . s u r les s u c r e s é t r a n g e r s .


ESPÈCES

KT

droit sur 100 k.

— 192 —

PROVENANCES.

fr.

Bourbon

33

Amérique

37

Bourbon

40

Amérique.

44

Brut autre que blanc Sucre des Brut blanc colonies françaises. Terré de toutes nuances.

Bourbon Amérique.

53 .

de l'Inde par nav. français

00 60

d'ailleurs hors d'Eur.

05

des entrepôts

75

Brut autre que blanc Sucres

par navires étrangers

étrangers. par nav. français Brut blanc et terré de toutes nuances

80

de l'Inde

70

d'ailleurs hors d'Eur.

75

des entrepôts

85

par navires étrangers

100

ART. VI.

Les colonies pourront exporter leurs sucres à l'étranger par navires français de 5o tonneaux, savoir : Bourbon pour l'Europe et le littoral de la Méditerranée , l'Amérique et les pays d'au delà des îles de la Sonde ; Les Antilles et la Guyane pour toute destination autre que les ports américains sur l'Atlantique. Toutefois, en cas d'un renchérissement subit de 1/5


193

sur les marchés de France, le gouvernement pourra par ordonnance suspendre pendant six mois cette faculté. L a suspension ne pourra être prorogée au delà de ce délai que par une loi, ou, en l'absence des C h a m bres, par une ordonnance qui devra être convertie en loi à la plus prochaine session. ART.

vii.

Les droits sur les cafés, cacaos , cotons, importés des colonies françaises par navires français, seront établis ainsi qu'il suit, à partir du 1 janvier 1 8 4 1 . er

Colonies d'au delà d u c a p . . CAFÉS.

en deçà d u c a p . . .

CACAOS COTONS

40

f.

s u r 1 0 0 k. ( 1 )

48

(2).

25

(3).

2

50

(4).

Les droits sur les cafés, cacaos et cotons étrangers continueront d'être perçus d'après le tarif actuellement en vigueur. ART. viii.

L e s droits perçus à l'entrée sur les fontes employées à la fabrication des machines à feu, seront remboursés aux conditions et dans les proportions déterminées par des ordonnances du r o i , sur les machines e m ployées dans les fabriques de sucre indigène.

(1) A u l i e u d e 5 0 f r . (2)

A u Heu de 60 fr.

(3) A u l i e u d e 4 0 f r . (4) A u lieu de 5 fr.

13


— 194 — Les droits sur les cuivres employés à la fabrication des machines à cuire dans l e vide destinées auxdites fabriques seront également remboursées aux conditions et dans les proportions déterminées par les m ê mes ordonnances.

NOTES JUSTIFICATIVES ET

CONSÉQUENCES

ArT.

I.

DES DIVERSES

DISPOSITIONS

L'article premier a p o u r

p r i n c i p e d e la p r o h i b i t i o n payement de droits.

but

de

DU

PROJET.

substituer

le p r i n c i p e d e l ' a d m i s s i o n ,

au sous

I l p l a c e les c o l o n i e s f r a n ç a i s e s , à l ' é g a r d

des p r o d u i t s é t r a n g e r s , d a n s la m ê m e situation

o ù se t r o u v e

la F r a n c e à l ' é g a r d d e ces m ê m e s p r o d u i t s . I l p e u t d o n c l e u r p r o c u r e r dès à p r é s e n t q u e l q u e a v a n t a g e , s a n s p o r t e r a u c u n d o m m a g e à l ' i n d u s t r i e d e la m é t r o p o l e , q u i se t r o u v e r a

pro-

t é g é e a u x c o l o n i e s ( s u r f a c e t o t a l e d e 2 0 3 lieues c a r r é e s , p o p u l a t i o n , 1 1 0 , 0 0 0 l i b r e s et 2 6 0 , 0 0 0 e s c l a v e s ) d e la m ê m e m a n i è r e et p a r les m ê m e s d r o i t s q u i suffisent p o u r la p r o t é g e r e n F r a n c e ( s u r f a c e d e 3 2 , 0 0 0 l i e u e s c a r r é e s , et 3 3 , 0 0 0 , 0 0 0 d ' h a bitants ) . Cet

a r t i c l e r é s e r v e à l a n a v i g a t i o n f r a n ç a i s e le

commercial ,

qui

pourra

s'établir

entre

mouvement

la colonie

et

l'é-

t r a n g e r . P o u r q u e cette r é s e r v e n e s o i t p o i n t v a i n e et n e p u i s s e être éludée

p a r le

moyen

de bâtiments

de

cabotage

allant


195

c h e r c h e r lesdites m a r c h a n d i s e s é t r a n g è r e s d a n s

les

entrepôts

é t r a n g e r s v o i s i n s , e t , p a r e x e m p l e , p o u r les A n t i l l e s à S a i n t T h o m a s , et p o u r B o u r b o n

à l'île M a u r i c e o u

dans l'Inde ,

l'article n ' a d m e t l ' i m p o r t a t i o n d e ces p r o d u i t s é t r a n g e r s , q u e p a r bâtiments français v e n a n t directement

des ports français

o u é t r a n g e r s d ' E u r o p e o u d u l i t t o r a l d e la M é d i t e r r a n é e . A R T . I I . B e a u c o u p de denrées o u marchandises étrangères sont actuellement reçues

a u x c o l o n i e s s o u s le p a y e m e n t

de

d r o i t s m o i n d r e s q u ' e n F r a n c e , et p e u v e n t m ê m e ê t r e i m p o r tées s o u s p a v i l l o n é t r a n g e r . L ' a r t

I I a p o u r b u t d'éviter,

à

l e u r é g a r d , t o u t e é q u i v o q u e q u i p o u r r a i t r é s u l t e r d e la d i s p o sition d e l'art. I . L e s colonies c o n t i n u e r a i e n t

à jouir de

cet

a v a n t a g e ; n o u s v o u l o n s r e l â c h e r u n p e u les liens p r o h i b i t i f s , e t n'en r e s s e r r e r a u c u n . A R T . I I I . C e t a r t i c l e a p o u r b u t d e d i m i n u e r les d r o i t s a c tuels à l ' i m p o r t a t i o n aux A n t i l l e s françaises d e diverses m a r c h a n d i s e s é t r a n g è r e s q u i s o n t p o u r elles d e p r e m i è r e n é c e s s i t é , e t d o n t il i m p o r t e p e u d e c o n s e r v e r l ' a p p r o v i s i o n n e m e n t e x clusif au c o m m e r c e français. L a G u y a n e et B o u r b o n r e c e v a n t a u j o u r d ' h u i ces m ê m e s o b j e t s à des d r o i t s é g a u x o u i n f é r i e u r s a u t a u x d r i o n s a d o p t e r p o u r les A n t i l l e s , c u p e r ici d e ces d e u x Animaux

vivants.

que nous vou

il n'y a p o i n t

lieu d e

s'oc

colonies. D'après l'ordonnance de 1826,

le d r o i t

d ' i m p o r t a t i o n à l a M a r t i n i q u e et à l a G u a d e l o u p e s u r les a n i m a u x vivants

étrangers,

est

de

10 p o u r 1 0 0

N o u s d e m a n d o n s q u ' i l soit r é d u i t à 5 p .

de la v a l e u r .

100.

P a r t i e d e ces a n i m a u x s o n t t u é s p o u r la n o u r r i t u r e des h a bitants,

et d e v i e n n e n t

ainsi o b j e t s d e c o n s o m m a t i o n

néces-

s a i r e ; p a r t i e s o n t e m p l o y é s p o u r les t r a v a u x d a n s l a c o l o n i e , e t t o u t e m e s u r e q u i en f a c i l i t e r a l ' i m p o r t a t i o n s e r a u t i l e . L a r é d u c t i o n s u c c e s s i v e d u n o m b r e d e s e s c l a v e s et l ' a f f r a n chissement,

imminent diminuent

d e j o u r e n j o u r , et

bientôt


196

r é d u i r o n t , b r u s q u e m e n t p e u t ê t r e , le n o m b r e des t r a v a i l l e u r s . I l f a u t d ' a v a n c e y s u p p l é e r , a u t a n t q u ' i l sera p o s s i b l e , p a r le t r a v a i l d e s a n i m a u x et p a r l ' e m p l o i d e s m a c h i n e s . Conséquence

pour

les

deux

colonies.

E n 1836 ,

il a é t é

importé u n e valeur d'animaux vivants étrangers de (1) Martinique.

. .

Guadeloupe. . Total.

.

:

.

479,797

. .

680,633

. .

fr.

1,160,430 fr.

S u r l a q u e l l e il a d û ê t r e p e r ç u u n d r o i t d e 10 p o u r 100,

savoir

. .

A p r è s la r é d u c t i o n À 5 p . 1 0 0 ,

.

116,043 fr.

les d e u x c o -

lonies, sur semblable valeur, n'auraient plus à payer que

58,021

Conséquence

pour

le commerce

français.

N o u s n'expor-

tons aux colonies ni bêtes à c o r n e s , b œ u f s , v a c h e s , v e a u x , moutons,

ni

ni p o r c s . T o u s ces a n i m a u x v i e n n e n t a u x colonies

de l'étranger. D e 1831 à 1 8 3 6 n o u s a v o n s v e n d u : A la M a r t i n i q u e , A la G u a d e l o u p e ,

2 , 8 3 3 c h e v a u x , mulets o u ânes. 4,910

T o t a l p o u r les d e u x c o l o n i e s et p o u r les 6

années,

M o y e n n e p a r a n n é e , le Or,

tandis q u e la

1/6,

7,743 1,290

France vend aux

deux

colonies ,

par

a n n é e , 1290 c h e v a u x , mules o u m u l e t s , n o u s la v o y o n s d a n s la seule a n n é e 1836 acheter à l'étranger 1 7 , 6 3 4 c h e v a u x , et en 1837

19,981 chevaux o u m u l e t s ,

ânesses. par

Q u a n d même

et d e p l u s , 1 , 5 3 9

la d i m i n u t i o n d e p r o t e c t i o n

l'article d e v r a i t e m p ê c h e r t o u t e e x p o r t a t i o n

(1) Etats de commerce des colonies françaises pour 1830.

de

ânes o u proposée chevaux


— 197 — o u mulets français a u x colonies , q u e l besoin la F r a n c e a-t-elle d e l e u r f o u r n i r d e s o b j e t s d o n t e l l e n ' a p o i n t assez p o u r e l l e m ê m e , e t q u ' e l l e est o b l i g é e d e r e c e v o i r d e l ' é t r a n g e r ? E n r é s u m é , les c o l o n i e s r e ç o i v e n t b e a u c o u p d ' a n i m a u x v i vants donc

d e l'étranger d'une

: la d i m i n u t i o n d u d r o i t

manière

sensible.

leur

Nous vendons

profitera

a u x colonies

très-peu d'animaux vivants. L a d i m i n u t i o n de protection nous causera d o n c u n e perte insensible , si m ê m e elle p e u t n o u s e n causer u n e . Bœuf

salé.

D ' a p r è s l a m ê m e o r d o n n a n c e d e 1826 , l e b œ u f

salé é t r a n g e r , i m p o r t é à l a M a r t i n i q u e

et à la Guadeloupe ,

s u p p o r t e u n d r o i t d e 15 f r . p a r 100 k . N o u s p r o p o s o n s d e l e réduire à 5 fr. Conséquence

pour

les deux

colonies.

D e 1831 à 1 8 3 4 i l

a été i m p o r t é d e l ' é t r a n g e r e n b œ u f salé : Martinique.

. . .

Guadeloupe. . . . Total

pour

1,403,053 k. 1,060,820

les 4 années e t p o u r les d e u x

colonies

2,463,873

M o y e n n e p a rannée , le

1/4

615,968 k.

qui, à raison d e l 5 f . par 100k., ont d û acquitter un

droit

de

92,395 f.

A p r è s l a r é d u c t i o n à 5 f . p a r 1 0 0 k . , les d e u x c o l o n i e s , s u r semblables quantités,

n'auraient

plus à payer que Conséquence

30,798 f. pour

le commerce

français.

D e 1831 à

1834 ( 1 ) , n o u s a v o n s v e n d u a u x d e u x c o l o n i e s e n s e m b l e : 2 4 0 , 8 9 6 k . b œ u f salé P a r a n n é e m o y e n n e , l e 1/4, 6 0 , 2 2 4

valant —

148,531 f . 37,133

(1) Les états de commerce des colonies françaises confondent depuis 1835.. le bœuf salé avec les autres viandes salées ; pour avoir le chiffre exact et distinct, nous avons dû recourir aux États de 1831 à 1834.


— Or,

tandis

q u e la

190

France

vend

aux

deux colonies , p a r

a n n é e , p o u r 3 7 , 1 3 3 fr. d e b œ u f salé, elle achète de l'étranger, en 1836, p a r e x e m p l e , p o u r e n v i r o n cornes , m o u t o n s

et p o r c s .

7,600,000 fr. de bêtes à

E s t - i l b i e n u t i l e q u e la F r a n c e

v e n d e d e la v i a n d e a u x c o l o n i e s , q u a n d , n'en a y a n t p o i n t assez p o u r e l l e - m ê m e , e l l e est o b l i g é e d'en a c h e t e r à l ' é t r a n g e r d e s quantités aussi

considérables?

L à e n c o r e n o u s p o u v o n s d i r e : les c o l o n i e s r e ç o i v e n t b e a u c o u p d e b œ u f s a l é d e l ' é t r a n g e r ; la d i m i n u t i o n d u d r o i t l e u r profitera d o n c d'une manière sensible. N o u s vendons aux c o lonies t r è s - p e u de b œ u f salé ; la d i m i n u t i o n nous causera d o n c u n e

perte insensible,

de

protection

si m ê m e elle

peut

n o u s en c a u s e r u n e . Farines.

D'après l'ordonnance

du 9 novembre 1832,

les

f a r i n e s d e f r o m e n t é t r a n g è r e s i m p o r t é e s à la M a r t i n i q u e et à la G u a d e l o u p e p a y e n t u n d r o i t d e 21 f r . 5 0 c. p a r b a r i l 9 0 k . ; ce d r o i t e s t d e

fait p r o h i b i t i f .

de

N o u s p r o p o s o n s d e le

r é d u i r e à 12 fr. N o s f a r i n e s n e s o n t p r o t é g é e s à la G u y a n e , v o i s i n e d e s A n tilles , q u e p a r u n d r o i t d e 5 f r . p a r 100 f r . d e v a l e u r s u r les farines étrangères ,

lesquelles

peuvent y

être importées sous

p a v i l l o n é t r a n g e r , e t c e p e n d a n t , t a n d i s q u ' e n 1836 , la G u y a n e nous achète

1 9 5 , 9 1 4 k . d e f a r i n e , elle n'en t i r e d e l ' é t r a n g e r

q u e 1 1 7 , 0 9 7 k. I l est d o n c b i e n c e r t a i n q u ' a v e c le d r o i t d e 1 2 f r . p a r 9 0 k . , n o u s f o u r n i r i o n s e n c o r e la p l u s g r a n d e partie des farines n é cessaires

à

l'approvisionnement

d e la

M a r t i n i q u e et

de

la

Guadeloupe. Si la concurrence étrangère entrait

pour quelque portion

d a n s la f o u r n i t u r e des d e u x îles, n o u s s a u r i o n s a u m o i n s a p p r é c i e r , p a r des chiffres p o s i t i f s ,

les c o n d i t i o n s d a n s

les f a r i n e s d e s d e u x o r i g i n e s se p r é s e n t e r a i e n t

lesquelles

s u r le m a r c h é

c o l o n i a l , et n o u s p o u r r i o n s m i e u x , e n c o n n a i s s a n c e d e c a u s e , m o d i f i e r n o s t a r i f s , et p e u t - ê t r e a b a i s s e r e n c o r e les d r o i t s s u r u n e m a t i è r e p r e m i è r e , d o n t le p r i x n e d o i t j a m a i s ê t r e s u r é l e v é .


199

E t si la c o n c u r r e n c e a d m i s e p a r la r é d u c t i o n d u t a r i f a v a i t p o u r effet d ' a b a i s s e r u n p e u le p r i x d e s céréales a u x

colonies,

ce s e r a i t p o u r elles u n a v a n t a g e efficace , et la p e r t e p o u r la F r a n c e serait La

insensible.

moyenne

annuelle

des

quantités

de

farines

de

fro-

m e n t ( 1 ) e x p o r t é e s à l a M a r t i n i q u e et à la G u a d e l o u p e p e n d a n t les 5 a n n é e s d e 1 8 3 3 à 1 8 3 7 , a été 7 , 5 0 0 , 0 0 0 k . A d m e t t o n s q u e , p o u r p r o d u i r e 100 k . d e f a r i n e ,

il faille 1 2 5 k . d e

f r o m e n t , les f a r i n e s i m p o r t é e s p r o v i e n d r a i e n t d e 9 , 3 7 5 , 0 0 0 k . d e f r o m e n t , q u i , d ' a p r è s le p o i d s m o y e n

officiel d e

l'hecto-

l i t r e , en 1 8 3 5 ( 2 ) , à r a i s o n d e 75 k . p o u r u n h e c t o l i t r e , r e p r é sentent 125,000 Or,

hectolitres.

d ' a p r è s les a r c h i v e s s t a t i s t i q u e s d u m i n i s t è r e d u c o m -

merce en 1835, hectol.

la F r a n c e c o n s o m m a i t , e n 1 8 3 3 : 6 2 , 2 2 0 , 0 0 0

de f r o m e n t ,

c'est-à-dire e n v i r o n 1 7 0 , 5 0 0 h e c t o l . p a r

jour. A i n s i , la v e n t e t o t a l e d e n o s f a r i n e s , à la M a r t i n i q u e e t à la G u a d e l o u p e , n e s'élève g u è r e à p l u s d e s d e u x tiers d e la c o n s o m m a t i o n d e f r o m e n t q u e fait l a F r a n c e e n u n

seul j o u r . Je

laisse à p e n s e r l ' i n d i s p e n s a b l e i m p o r t a n c e d ' u n p a r e i l d é b o u c h é p o u r notre a g r i c u l t u r e . L a p e r t e totale en serait pour nous;

insignifiante

et il n e s'agit p a s m ê m e d e c e l a , m a i s

d ' a b a i s s e r les d r o i t s s u r l ' i m p o r t a t i o n d e s

seulement

farines étrangères

a u x c o l o n i e s , et d e l e u r laisser u n e p a r t d e c o n c u r r e n c e . S i l ' a g r i c u l t u r e c e p e n d a n t se p l a i g n a i t d ' u n e p e r t e p r o b l é matique, nous aurions à répondre q u e nous protégeons d a vantage

par

compensation

cette f a b r i c a t i o n i n d i g è n e

dont

e l l e a t t e n d d e si i m m e n s e s r é s u l t a t s ; et q u ' e n f a v o r i s a n t les c o l o n i e s p a r la l é g i s l a t i o n

générale , nous acquérons

le d r o i t

d'être p l u s s é v è r e à l e u r é g a r d p o u r l a p r o d u c t i o n d u s u c r e , et de p o u v o i r leur d o n n e r un dégrèvement moins onéreux p o u r

(1) Statistique du commerce extérieur et tableau du commerce de la France en 1837. (2) Archives statistiques du ministère du commerce en 1835.


— 200 — la f a b r i c a t i o n i n d i g è n e , q u e c e l u i q u ' i l f a u d r a i t b i e n a d m e t t r e s a n s c e l a ; c a r e n f i n , n o u s d e v o n s ê t r e j u s t e , et n e p a s t r a q u e r les i n t é r ê t s c o l o n i a u x d e t o u t e s p a r t s .

A R T . I V . L ' i n t r o d u c t i o n d e t o u s les o b j e t s é n u m é r é s d a n s cet a r t i c l e est p r o h i b é e d ' u n e m a n i è r e g é n é r a l e ( 1 ) à la M a r t i n i q u e et à l a G u a d e l o u p e . L e s m a c h i n e s étrangères p e u v e n t être importées en chise

à la G u y a n e ,

Bourbon.

Mais

d'exploitation

fran-

et s o u s d e s d r o i t s i n f i n i m e n t m o d é r é s à

les o u t i l s

et

instruments

d'agriculture o u

n e p e u v e n t ê t r e i m p o r t é s d a n s ces d e u x c o l o -

nies q u e p a r navires français v e n a n t directement d e F r a n c e . D'après

notre

article ,

la

Guyane

et

Bourbon

conti-

n u e r a i e n t d e r e c e v o i r les m a c h i n e s é t r a n g è r e s s o u s les m ê m e s d r o i t s o u f r a n c h i s e s q u e p a r le p a s s é ; c a r n o u s n e v o u l o n s t o u c h e r à c e q u i existe q u e p o u r r e l â c h e r , et n o n p o u r r e s s e r r e r l'exclusif. L e s d e u x autres colonies a c q u e r r a i e n t cette faculté d ' i m p o r t e r les m a c h i n e s d e l ' é t r a n g e r s o u s u n d r o i t d e 5 p . 1 0 0 d e l a v a leur. L e s o u t i l s e t i n s t r u m e n t s d ' a g r i c u l t u r e s e r a i e n t r e ç u s d e l'ét r a n g e r a u x q u a t r e c o l o n i e s s o u s u n d r o i t d e 10 p . 1 0 0 d e la valeur. R é s e r v e faite d e s t r a n s p o r t s à n o t r e n a v i g a t i o n ; c o n d i t i o n p o s é e q u e ces o b j e t s v i e n d r o n t d e s p o r t s d ' E u r o p e o u d u l i t t o r a l d e la M é d i t e r r a n é e , afin q u e la r é s e r v e n e soit p o i n t é l u d é e p a r le c a b o t a g e a u x e n t r e p ô t s é t r a n g e r s v o i s i n s . C e t t e m e s u r e a p o u r b u t , et a u r a i t p o u r effet d e f a v o r i s e r a u x c o l o n i e s le p r o g r è s a g r i c o l e e t l ' e x p l o i t a t i o n d e s s u c r e r i e s , et d'influer d i r e c t e m e n t s u r l'abaissement des prix d e r e v i e n t , p a r la facilité d ' a c q u é r i r à m e i l l e u r c o m p t e les o b j e t s néces-

(1) Une exception pour l'année 1837 seulement a permis l'importation de certaines machinesàvapeur.


2 0

1

saires à ces e x p l o i t a t i o n s . N u l d o u t e q u ' e l l e n e f û t r e ç u e a v e c p l a i s i r p a r les c o l o n s . Conséquence

pour

le commerce

de c o m m e r c e des c o l o n i e s , aux

D ' a p r è s les états

français.

n o u s a v o n s i m p o r t é , e n 1837 ,

q u a t r e c o l o n i e s , les v a l e u r s s u i v a n t e s ,

aratoires ;

outils

de fer, acier, cuivre ;

en instruments

ouvrages en fonte,

acier, c u i v r e ; machines et mécaniques : Martinique

427,000 f.

Guadeloupe

603,000

Guyane

73,000

Bourbon

159,000

T o t a l p o u r les q u a t r e c o l o n i e s

1 , 2 6 2 , 0 0 0 f.

D e cette s o m m e , i l f a u d r a i t p o u v o i r d é d u i r e t o u s les o u t i l s et ouvrages en f e r , fonte , acier o u c u i v r e , q u i n e s o n t p o i n t destinés déré

en

aux exploitations ne

faisant

agricoles ; nous

qu'une

déduction

serons bien m o approximative

262,000 fr. : resterait u n m i l l i o n p o u r v a l e u r d'outils

de

et i n -

struments aratoires, et machines d'exploitation. La Guyane

et B o u r b o n p e u v e n t

s'approvisionner de ma-

c h i n e s à l ' é t r a n g e r ; c e p e n d a n t elles e n t i r e n t d e F r a n c e . N o u s c o n s e r v e r i o n s d'ailleurs p o u r la f o u r n i t u r e des o u t i l s u n e p r o tection de 10 p . 1 0 0 de la valeur. I l est d o n c p r o b a b l e q u e n o u s p o u r r i o n s e n c o r e v e n d r e u n e grande partie de cet approvisionnement. Mais,

a u reste, s u p p o s o n s , et il est b i e n certain

pourtant

q u e cela n e serait p o i n t ; s u p p o s o n s q u e n o u s d u s s i o n s p e r d r e en entier cette f o u r n i t u r e d ' u n m i l l i o n : E n 1836, n o u s a v o n s i m p o r t é d e l'étranger e n F r a n c e : M a c h i n e s et mécaniques Outils

et i n s t r u m e n t s

aratoires

Total Avons-nous

u n besoin

2 , 5 8 7 , 6 7 2 f. 2,732,073 5,319,745

indispensable d'exporter

f

ce d o n t


nous

n ' a v o n s p a s assez

202

p o u r n o u s - m ê m e s , si b i e n q u e

nous

s o m m e s o b l i g é s d ' a c h e t e r à l ' é t r a n g e r 5 o u 6 fois p l u s d e ces objets

que nous

quand

n o u s a u r i o n s à faire q u e l q u e s machines

n'en

vendons

aux colonies? E t d'ailleurs, ou

quelques

o u t i l s d e m o i n s p o u r les c o l o n i e s , les m a n u f a c t u r e s d e

sucre

i n d i g è n e o n t a p p o r t é u n tel a c c r o i s s e m e n t d a n s la d e m a n d e d e ces o b j e t s , q u ' i l y a u r a i t là u n e c o m p e n s a t i o n c e r t a i n e à u n e perte p r o b l é m a t i q u e . L e s m e s u r e s p r o p o s é e s d a n s les a r t . 1, 2 , 3 et 4, p r é p a r e r a i e n t l'avenir et seraient en outre actuellement très-favorables a u x colonies.

Et

indépendamment

des

considérations

que j'ai

d é j à p r é s e n t é e s r e l a t i v e m e n t a u x a n i m a u x v i v a n t s et a u b œ u f s a l é , si l'on m e d e m a n d e c o m m e n t

tel c h i f f r e a c q u i s a u x

lonies serait très-avantageux p o u r e l l e s , tandis

co-

q u e la p e r t e

d e ce m ê m e c h i f f r e s e r a i t i n s e n s i b l e p o u r la m é t r o p o l e , j e p u i s r é p o n d r e e n c o r e , d ' u n e m a n i è r e g é n é r a l e , q u e le b é n é f i c e

se

répartirait aux colonies sur une population de 100,000 libres, et q u e la p e r t e de

se r é p a r t i r a i t e n F r a n c e s u r u n e

population

33,000,000. L a réduction

bœuf

des

d r o i t s s u r les

salé c a u s e r a i t u n

mais

qui

déficit

a n i m a u x v i v a n t s et s u r le

d a n s les

serait l a r g e m e n t c o m p e n s é

v o i r s u r les f a r i n e s é t r a n g è r e s q u i

recettes coloniales ,

p a r les

droits à p e r c e -

p o u r r a i e n t entrer eu

con-

c u r r e n c e , et e n o u t r e s u r les o b j e t s i m p o r t é s d e l ' é t r a n g e r en v e r t u d e s a r t ; 1 et 4.

Авт.

V . A p r è s a v o i r assuré aux colonies quelques avan-

tages g é n é r a u x p a r les m e s u r e s q u i p r é c è d e n t , et p a r celle c o m prise à l'art

V I , il p o u r r a i t n o u s ê t r e p e r m i s d ' a p p l i q u e r a v e c

p l u s d e s é v é r i t é n o t r e p r i n c i p e d e g r e v e r le s u c r e c o l o n i a l , a s sez p o u r q u e les c o l o n i e s

ne

soient pas étouffées,

pas

p o u r q u ' e l l e s p u i s s e n t c o n t i n u e r cette c u l t u r e d a n s s o n sion

assez exten-

actuelle.

Nous droits

posons

s u r le

d ' a b o r d le p r i n c i p e

sucre de

de

l'égalité

future

des

c a n n e et s u r le s u c r e i n d i g è n e . I l i m -


203

p o r t e q u ' i l n e r e s t e a u c u n d o u t e à cet é g a r d s u r la v o l o n t é d u législateur. N o u s p a s s o n s e n s u i t e à la

fixation

d'un tarif actuel.

L e s c o l o n s v o u d r a i e n t u n d é g r è v e m e n t d e v i n g t f r a n c s ; les fabricants

indigènes

repoussent

tout dégrèvement. L e g o u -

vernement vient de proposer un d é g r è v e m e n t de q u i n z e f r a n c s , r é d u i t à d o u z e f r a n c s p a r la c o m m i s s i o n d e l a C h a m b r e , m a i s s a n s a u t r e s a v a n t a g e s p o u r les c o l o n i e s . N o u s p r o p o s o n s dégrèvement

de

huit

f r a n c s , mais avec

beaucoup

un

d'autres

a v a n t a g e s p o u r les c o l o n i e s . Il nous précise

est

le

assez difficile

chiffre

de justifier d'une manière très-

auquel nous

nous

sommes

arrêté-,

nous

croyons impossible d'arriver à autre chose q u ' u n e approximat i o n v a g u e , d a n s u n e m a t i è r e si p e u p r é c i s e , e t a l o r s q u e

les

é l é m e n t s d u c a l c u l s o n t t o u t à fait d i s s e m b l a b l e s . N o u s p r é senterons vations

seulement

d'une manière générale quelques o b s e r -

justificatives.

D e p u i s c i n q o u six a n n é e s

les c o l o n s é t a b l i s s e n t

de revient p a r 50 kil. à

25

leur prix fr.

00

c.

L e g o u v e r n e m e n t , d a n s l'exposé des motifs du

projet

comme

soumis

nécessaire

transport,

aux

Chambres ,

pour

c o u v r i r les

et d é d u c t i o n s

d'entrepôts,

etc.,

P r i x nécessaire

regarde frais

de

p o u r c o u l a g e , frais

une somme de

14 à 15 f r .

p o u r les c o l o n s a u

15

00

40

00

Havre,

selon eux

S u c r e i n d i g è n e . P r i x d e r e v i e n t d e 5 0 k i l . c a l c u l d e M. D u m a s , 35 f r . ; m a i s , 1° M . D u m a s n e c o m p r e n d la h o u i l l e d a n s s o n c a l c u l q u ' à raison de 1 f r . 50 cent. l'hectolitre, à p e u près la v a l e u r à la s o r t i e d e l a m i n e . E n r é a l i t é , la p l u p a r t des f a b r i c a n t s p a y e n t la h o u i l l e rapport de ciennes,

plus cher. M . d'Argout nous 1837, que

c'est-à-dire

a p p r e n d , dans

si o n la p a y e 1 f r . 5 0

son

cent, à V a l e n -

7 f r . 5 0 c e n t les c i n q h e c t o l i t r e s

néces-


204

saires à l a f a b r i c a t i o n d e 1 0 0 k i l . , les m ê m e s c i n q

hectolitres

s o n t p a y é s 2 2 f r . d a n s tel a u t r e d é p a r t e m e n t d u c e n t r e o u d e l'est. 2° M . D u m a s établit son calcul s u r u n r e n d e m e n t

minimum

e n s u s d e 5 p o u r 1 0 0 . O r , si q u e l q u e f o i s o n o b t i e n t m ê m e a u delà

de 5

pour

1 0 0 , le p l u s s o u v e n t

encore

on

obtient

moins. 3° I l fixe à 16 f r . l e p r i x d e s 1 0 0 0 k i l . d e b e t t e r a v e , e t la p l u p a r t d e s f a b r i q u e s les a c h è t e n t à u n p r i x s u p é r i e u r . 4 ° L e s colons, d a n s leur prix d e revient, c o m p r e n n e n t l'achat d e b a r r i q u e s et c o m p t e n t dernier

s u c r e d a n s les b a r r i q u e s . nord

Mais

o u d u P u y - d e - D ô m e doit

b a r i l s , clous et cercles, alors

jusqu'au

dernier cercle,

jusqu'au

c l o u ( 1 ) , e t m ê m e l e t r a v a i l e m p l o y é p o u r f o u l e r le

seulement

et

sans d o u t e le f a b r i c a n t d u aussi a c h e t e r

des

caisses,

p a y e r des frais d ' e m b a l l a g e ; et

o n peut mettre

la caisse

d e sucre français

d a n s la c o u r d e la f a b r i q u e , à L i l l e o u G r e n o b l e , et la b a r rique de sucre colonial dans l'entrepôt d u H a v r e o u de B o r d e a u x ; e t les d e u x s u c r e s s e r o n t ainsi à c o n d i t i o n s é g a l e s p o u r v o y a g e r et se r é p a n d r e à l ' i n t é r i e u r . C e p e n d a n t le c a l c u l d e M . D u m a s n e c o m p r e n d p o i n t ces m e n u e s d é p e n s e s . Ces considérations nous

expliquent comment la moyenne

des p r i x d e s sept p r e m i e r s f a b r i c a n t s d e F r a n c e , r e c o n n u e à l'enquête d e 1837, a été 38 f r . 86 cent. Examinons maintenant de quelle manière large o n a p r o cédé

pour

accueillir le prix

de

revient

des c o l o n s ,

et d e

q u e l l e m a n i è r e é t r o i t e o n a p r o c é d é p o u r fixer c e l u i d e l ' i n d u s trie i n d i g è n e . Fixation

du prix

de revient

des colonies.

E n 1837 on a

d e m a n d é a u x d é l é g u é s d e s c o l o n i e s : « Q u e l est v o t r e p r i x d e r e v i e n t , b o n n e 4°, y c o m p r i s tous éléments ? » Ils o n t r é p o n d u :

( I ) Voir , entre autres calculs , ceux de M. Fournier.


205

« I l s e r a i t i m p o s s i b l e d e d é t e r m i n e r e x a c t e m e n t le p r i x d e r e v i e n t , e n t e n a n t c o m p t e d e t o u s les é l é m e n t s i n d i q u é s d a n s l a q u e s t i o n . I l suffira d e d i r e q u e le p r i x d e r e v i e n t n é c e s s a i r e p o u r a v o i r u n i n t é r ê t m o y e n d e c i n q p o u r c e n t s u r la v a l e u r des h a b i t a t i o n s

et c a p i t a u x e n g a g é s est d e

25

fr. p o u r cin-

q u a n t e k i l o g . L e s c h a n c e s d e s m a u v a i s e s r é c o l t e s , et d u r e n chérissement des o b j e t s q u i dépérissent, s o n t c o u v e r t e s p a r ce prix de revient. » I l r é s u l t e d e cette d é c l a r a t i o n q u e ce p r i x d e r e v i e n t n'en est p a s u n , p u i s q u ' i l c o m p r e n d assez d e b é n é f i c e s m ê m e p o u r c o u v r i r les c h a n c e s d e s m a u v a i s e s a n n é e s . On

a d e m a n d é aux délégués de préciser d a v a n t a g e l e u r dé-

claration , de dire de quels éléments penses.

Ils

E t o n n'a e u d e p u i s p o u r m o y e n dire

se c o m p o s a i e n t les d é -

o n t p r u d e m m e n t r e f u s é d e s ' e x p l i q u e r à cet é g a r d .

recueillis

d e c o n t r ô l e q u e des o u ï -

a u x c o l o n i e s p a r les g o u v e r n e u r s et

les

em-

p l o y é s , q u i , v i v a n t a u m i l i e u d e cette a t m o s p h è r e c o l o n i a l e , e t v o y a n t d e p r è s les s o u f f r a n c e s d e s c o l o n s souffrances p o u r ce point,

des

fabricants indigènes,

qu'ils v o y a i e n t , a u r o n t facilement

sans v o i r aussi

émus

de

o u b l i e u x d e ce q u ' i l s

les

compassion ne

voyaient

accepté p a r s y m p a t h i e des

chiffres

q u i l e u r p a r a i s s a i e n t r e n d u s p r o b a b l e s p a r les f a i t s . L o r s m ê m e qu'ils a u r a i e n t v o u l u a g i r a v e c r i g u e u r , raient o b t e n u a u c u n résultat.

En

vain M . D u c o s

ils n ' a u les

repré-

s e n t e (1) c o m m e v i v a n t a u m i l i e u d e s c o l o n s e t p o u v a n t c o n n a î t r e l e u r s b e s o i n s , l e u r s r e v e n u s ; cela n e suffit p a s . L e p r é fet d u n o r d v i t a u s s i a u m i l i e u

d e f a b r i c a n t s i n d i g è n e s , et

p e u t c o n n a î t r e les b e s o i n s et les r e v e n u s d e s o n d é p a r t e m e n t ; m a i s , p o u r fixer le p r i x d e r e v i e n t d e la f a b r i c a t i o n , il n ' e n faudrait pas moins

q u e , p a r l u i - m ê m e o u ses a g e n t s , il

pût

d e s c e n d r e d a n s l a f a b r i q u e , c o m p u l s e r les r e g i s t r e s o u e n t e n i r l u i - m ê m e e n s u i v a n t les o p é r a t i o n s .

(t) Rapport de 1839.


206

L e s g o u v e r n e u r s ne p e u v e n t

— rien de s e m b l a b l e aux

nies ; ils n e p e u v e n t visiter les a t e l i e r s e n faire présenter

les r e g i s t r e s o ù s o n t

t r a v a i l e t les d é p e n s e s registres privés.

par exemple,

parvenir

qu'après d'immenses

d e la sucrerie c o l o n i a l e ,

a é t é u n e d e celles q u i o n t

le les

eux q u i n'ont p u

difficultés à o b t e n i r m ê m e

exact des esclaves, tellement

se

sont p r e s q u e des

C o m m e n t pourraient-ils suivre de près

détaillés

ration

notés,

d ' u n e s c l a v e , et q u i

comptes

recensement

colo-

i n q u i s i t e u r s , et

un

q u e cette c o n s i d é -

fait r e m p l a c e r p a r le d r o i t

d e s o r t i e s u r les p r o d u i t s la c a p i t a t i o n d e s

noirs

de

grande

culture. P o u r v é r i f i e r le c h i f f r e b é n é v o l e m e n t o f f e r t p a r les c o l o n s , le g o u v e r n e m e n t rapports

des

n'a e u d ' a u t r e s m o y e n s

gouverneurs, q u i ,

d e c o n t r ô l e q u e les

eux-mêmes , ne

q u e r e c u e i l l i r les d é c l a r a t i o n s e t les o u ï - d i r e d e s

pouvaient

colons.

O r , l ' e x a g é r a t i o n d e ce c h i f f r e est p a t e n t e . Les délégués

reconnaissent

eux-mêmes

que

les

prix

ont

b a i s s é d a n s c e r t a i n e s c o l o n i e s . P o u r q u o i d o n c c o n s e r v e n t - i l s la même

fixation

Quand

d u p r i x d e r e v i e n t p o u r les q u a t r e c o l o n i e s ?

on r e p r o c h e a u x colons de rester routiniers

t i o n n a i r e s , ils n o u s d i s e n t les

et s t a -

améliorations qu'ils ont intro-

duites depuis q u e l q u e s années;

comment

se fait-il

alors q u e

l e u r p r i x d e r e v i e n t soit t o u j o u r s 25 f r . ? D ' a p r è s le r a p p o r t d e M . d ' A r g o u t ( 1 ) , é t a b l i s u r le9

décla-

r a t i o n s d e s d é l é g u é s , la c r é a t i o n d e r o u t e s à l'île B o u r b o n , e n p e r m e t t a n t d e s u b s t i t u e r le c h a r r o y a g e a u n è g r e s , a u r a i t p r o c u r é d a n s le p r i x

de

portage à dos

de

revient une amélio-

ration d e 2 fr p a r 100 kilog. Q u e l q u e s colons plus laborieux auraient s u p p r i m é leurs g é rants

et

dirigé

eux-mêmes

leurs

habitations,

et

c'est

une

g r a n d e a m é l i o r a t i o n q u e la v i g i l a n c e d e l'œil d u m a î t r e ; c o m m e n t se fait il q u e , m a l g r é ces a m é l i o r a t i o n s , le p r i x d e r e v i e n t soit t o u j o u r s fixé à 2 5 f r . ?

(1)

En

1837.


— 207 — L e p r i x d e r e v i e n t serait à 25 f r . , le p r i x d e v e n t e à 15 f r . , p e r t e 10 f r . N o u s n e p o u v o n s a d m e t t r e ce c h i f f r e . L e s s u c r e r i e s se

fermeraient aux colonies plus vite encore qu'elles ne

se f e r m e n t d a n s le d é p a r t e m e n t d u N o r d .

L e s sucreries

colo-

n i a l e s n e se f e r m e n t p o i n t ; q u e l q u e s h e c t a r e s s e u l e m e n t

ont

c h a n g é d e c u l t u r e ; les r é c o l t e s n e d i m i n u e n t p o i n t ; les c o l o n s viennent de nous envoyer

une production plus forte

qu'au-

c u n e d e celles d e s a n n é e s p r é c é d e n t e s . N o u s n e p o u v o n s a d m e t t r e ce c h i f f r e d e 1 0 f r . N o u s c r o y o n s s e u l e m e n t

que

les

colonies souffrent, q u e leurs bénéfices

au

mi-

sont réduits

n i m u m p o s s i b l e , q u e ceux q u i ne travaillent p o i n t

dans

des

c o n d i t i o n s f a v o r a b l e s s o n t en p e r t e ; m a i s c'est a u s s i l'état d e la f a b r i c a t i o n i n d i g è n e . L e s c o l o n i e s se v a n t e n t d e p o u v o i r , à p e u

de chose près,

s u p p o r t e r la c o n c u r r e n c e d e l ' é t r a n g e r ; et l ' é t r a n g e r p r o d u i t , t e r m e m o y e n , à d e s p r i x a u - d e s s o u s d e 15 f r . S i les c o l o n s s o n t s i n c è r e s l o r s q u ' i l s se v a n t e n t ,

c'est d o n c

q u ' i l s p r o d u i s e n t a u s s i à t r è s - p e u p r è s a u - d e s s o u s d e 15 f r . S'ils n e s o n t p o i n t s i n c è r e s , s'il y a u n e g r a n d e d i f f é r e n c e e n t r e l e u r p r i x d e r e v i e n t et le p r i x d e l ' é t r a n g e r , c'est u n e r a i s o n d e p l u s p o u r q u e n o u s v o u l i o n s o b l i g e r t o u s les c o l o n s q u i n e

pro-

d u i s e n t pas d a n s des c o n d i t i o n s f a v o r a b l e s , à cesser leurs r u i neuses cultures. E n effet, ce p r i x d e r e v i e n t , a r r a n g é p a r les c o l o n s sans m o y e n d e c o n t r ô l e p o s s i b l e , est é t a b l i p a r e u x s a n s d o u t e en acception

des

faisant

frais d e p r o d u c t i o n m ê m e d e s p l u s m a u v a i s e s

e x p l o i t a t i o n s , d e celles q u i o n t été se h a s a r d e r d a n s les terres m é d i o c r e s et à l'aide d ' e m p r u n t s o n é r e u x . On

n e v e u t a c c e p t e r d a n s le c a l c u l d e l ' i n d u s t r i e

indigène

q u e le p r i x d e r e v i e n t d e s m e i l l e u r e s f a b r i q u e s ; celles q u i s o n t d a n s d e m a u v a i s e s c o n d i t i o n s d o i v e n t , d i t - o n , se f e r m e r . Il serait d o n c juste de n'accepter p o u r prix de revient aux colonies q u e c e l u i d e s b o n n e s s u c r e r i e s , et d e c o n s e i l l e r

la f e r m e t u r e

des autres. C e s c o n s i d é r a t i o n s d i v e r s e s f o n t e n t r e v o i r c o m m e n t le p r i x


208

d e r e v i e n t r é e l a u x c o l o n i e s d o i t se t r o u v e r é n o r m é m e n t i n f é rieur

a u chiffre

de

25

f r . des

délégués,

et

même

à celui

d e 2 3 f r . 5 0 c. a c c e p t é p a r le g o u v e r n e m e n t d a n s l ' e x p o s é d e m o tifs, s a n s d o u t e p o u r q u e le d é g r è v e m e n t p r o p o s é d e 8 f r . 2 5 c. p a r 50

k.

a j o u t é a u x 15 f r . 2 5

c.

prix de vente actuel

des

c o l o n s , d o n n e j u s t e le p r i x n é c e s s a i r e d e 2 3 f r . 5 0 c. n i p l u s ni m o i n s , à pas u n centime d e différence. P o u r sultat

obtenir un ré-

si p r é c i s d a n s u n e m a t i è r e si p e u p r é c i s e , l e m i n i s t r e

n ' a u r a p a s été b i e n difficile s u r l ' a d m i s s i o n

d u fort centime,

c e l u i q u i a i d e à f a i r e les n o m b r e s r o n d s . Fixation du prix de vente du sucre indigène. V o y o n s , au c o n t r a i r e , c o m m e n t o n a c a l c u l é , en 1 8 3 7 , le p r i x d e r e v i e n t d u sucre de betterave. I c i t o u s les c a l c u l s s o n t faits a v e c r i g u e u r et d é t a i l , c a r o n e n a les é l é m e n t s s o u s la m a i n ; o n p e u t t o u c h e r , v o i r et v é r i fier,

f a i r e a n a l y s e r p a r les c h i m i s t e s , et m ê m e a u b e s o i n s u i v r e

les o p é r a t i o n s d a n s l a f a b r i q u e .

A i n s i t o u t e e x a g é r a t i o n est

i m p r o b a b l e et i m p o s s i b l e d a n s les d é c l a r a t i o n s d e s f a b r i c a n t s , et le g o u v e r n e m e n t a p r o m p t e m e n t et

facilement n o m b r e u x

m o y e n s de c o n t r ô l e et vérifications. Or,

on

entendit

les

sept

fabricants p r i n c i p a u x , dont

les

é t a b l i s s e m e n t s é t a i e n t c o n s t i t u é s d a n s les m e i l l e u r e s c o n d i t i o n s pour produire à bon marché, dont

les f r a i s d e p r e m i e r é t a -

b l i s s e m e n t s o n t d e p u i s l o n g t e m p s a m o r t i s et p o u r q u i l ' a v e n i r est t o u t b é n é f i c e . O n n'a e n t e n d u

a u c u n de ceux moins a n -

c i e n n e m e n t é t a b l i s et d a n s d e s c o n d i t i o n s m o i n s f a v o r a b l e s . P a r m i les s e p t

entendus , on

clarations de M . Crespel, celui ligne

et

s'est a t t a c h é s u r t o u t a u x d é de

t o u s q u i se t r o u v e

d a n s les p l u s h e u r e u s e s c i r c o n s t a n c e s ,

hors

et q u i p l u s

d ' u n e fois e n d é c l a r a n t q u e l ' i m p ô t t u e r a i t l a p l u p a r t d e ses c o n f r è r e s , a v o u a i t q u e l u i p o u r r a i t le s u p p o r t e r . B i e n p l u s , en d é c l a r a n t q u e si le s u c r e p r o d u i t d a n s anciennes

ses

f a b r i q u e s l u i r e v e n a i t à 3 0 o u 3 3 f r . les 5 0 k . , il

ajoutait q u e dans d e u x f a b r i q u e s n o u v e l l e m e n t établies p a r lui,

homme

p r a t i q u e et e x p é r i m e n t é , le

s u c r e lui

revenait


— 209 — à 5 0 f r . , et c e p e n d a n t o n n'a t e n u c o m p t e q u e d e s 3 3 ses a n c i e n s

fr.

de

établissements.

L e résultat m o y e n des déclarations des sept p r e m i e r s f a b r i c a n t s a été 3 8 f r . 8 6 c. p o u r 5 0 k . E t c e p e n d a n t les p a r t i s a n s e x c l u s i f s d e s c o l o n s , s ' e m p a r a n t d e l a d é c l a r a t i o n d e M . C r e s p e l et l ' e x a g é r a n t , o n t é c r i t

et

p r o p a g é p a r t o u t q u e le p r i x d e r e v i e n t d u s u c r e d e b e t t e r a v e était 30 f r . p a r 50 k. Remarquons

: 1° q u e ces 3 8 f r . 8 6 c ,

moyenne

des

sept

p r e m i e r s f a b r i c a n t s , s o n t a u - d e s s o u s d e la m o y e n n e j e n e d i s p a s d e t o u s les é t a b l i s s e m e n t s , m a i s ,

après élimination

des

mauvaises f a b r i q u e s , au-dessous de la m o y e n n e des b o n s é t a blissements

ordinaires ;

2 ° Q u e ces 3 8 f r . 8 6 c. r e p r é s e n t e n t les frais a u m o y e n d e s quels sans

on

a o b t e n u le s u c r e s o r t a n t d e s m a i n s d e l ' o u v r i e r ,

addition d'aucun

c h a n c e s des m a u v a i s e s Ainsi

l'on

voit q u e

bénéfice

ou prime pour

c o u v r i r les

années. pour

comparer ensemble

les p r i x d e

r e v i e n t d e s d e u x s u c r e s s u r des é l é m e n t s a n a l o g u e s , il f a u t : 1° F a i r e a u p r i x d e r e v i e n t d e 2 5 f r . d é c l a r é p a r les c o l o n s des r é d u c t i o n s considérables ; 2° A u prix de revient a b s o l u reconnu p o u r

le s u c r e i n d i -

g è n e à la sortie des mains de l ' o u v r i e r , a j o u t e r e n c o r e q u e l q u e c h o s e p o u r q u e le s u c r e p u i s s e f r a n c h i r le s e u i l d e la f a b r i q u e à conditions

égalisées.

M . le m i n i s t r e d e s f i n a n c e s

en 1837,

et o b t e n a i t l ' i m p ô t d e 16 f r . 5 0 vient

c.

alors qu'il d e m a n d a i t

r e c o n n a i s s a i t le p r i x d e

re-

d u s u c r e i n d i g è n e à 4 0 f r . les 5 0 k . , e t cette d é c l a r a t i o n

ne sera certes p o i n t s o u p ç o n n é e d e partialité. D ' a p r è s les a p p r é c i a t i o n s officielles d e l ' a d m i n i s t r a t i o n

des

c o n t r i b u t i o n s i n d i r e c t e s , le p r i x d e r e v i e n t s e r a i t a u j o u r d ' h u i d e 37 f r . 5 0 c. C e c h i f f r e n o u s p a r a î t f a i b l e ; il est i n f é r i e u r à c e l u i q u i é t a i t la m o y e n n e

des

sept premiers fabricants

F r a n c e il y a d e u x a n s ; et c e p e n d a n t n o u s l ' a d m e t t r o n s , n o u s a v o n s p e u r d ' e x a g é r e r d a n s ce q u i n o u s est

de tant

favorable. 14


— 210

Q u a n t au prix de revient des colonies,

en tenant compte de

t o u t e s les c i r c o n s t a n c e s i n d i q u é e s p l u s h a u t , e t e n d é d u i s a n t c e u x d e ces é l é m e n t s q u i n e s o n t p o i n t c o m p r i s d a n s le c a l c u l d u s u c r e i n d i g è n e , et n o t a m m e n t le b é n é f i c e p o u r c o u v r i r les chances des mauvaises années, n o u s c r o y o n s p o u v o i r l'établir a u - d e s s o u s e t a u m o i n s p a s a u - d e s s u s d e 17 o u 1 8 f r . ( 1 ) . E n r é s u m é , il c o û t e

au colon

17 o u 18 f r . p o u r a v o i r s u r

p l a c e , et 31 à 33 f r . , soit 3 2 f r . p o u r f o u r n i r a u H a v r e 5 0 k . d e s u c r e c o l o n i a l ; le f a b r i c a n t i n d i g è n e d é p e n s e a u m o i n s 3 7 f r . 5 0 c. p o u r p r o d u i r e 5 0 k . A n ' e x a m i n e r q u e le seul é l é m e n t d e l a q u a n t i t é , u n e p r o t e c t i o n d e 5 f r . 5 0 c. p a r 5 0 k . o u 11 f r . p a r 1 0 0 k i l . suffirait donc au fabricant indigène. Il

faut m a i n t e n a n t faire acception

d e l'élément d e la v a -

l e u r . L e f a b r i c a n t i n d i g è n e , q u i a u r a d é j à d é p e n s é 5 f r . 5 0 c. d e p l u s q u e le c o l o n

p o u r p r o d u i r e 5 0 k . , n e v e n d r a p a s ces

5 0 k . le m ê m e p r i x q u e le c o l o n v e n d r a les s i e n s . V u la d i f f é r e n c e d e q u a l i t é e n t r e le s u c r e c o l o n i a l e t le s u c r e i n d i g è n e , e n les r a m e n a n t l ' u n et l ' a u t r e a u t y p e m o y e n d e l a b o n n e q u a t r i è m e , il y a e n t r e le p r i x p o s s i b l e d e 1 0 0 k . c o l o nial et d e 100 k . i n d i g è n e

u n e p r e m i è r e différence

évaluée

à 1 0 f r . p a r les f a b r i c a n t s i n d i g è n e s , à 8 f r . s e u l e m e n t p a r l'enq u ê t e d e 1 8 3 7 , d o n t les r é s u l t a t s s o n t c o n s i g n é s a u r a p p o r t d e M . D u m o n t . N o u s p r e n d r o n s ce d e r n i e r c h i f f r e ; q u e l q u e s - u n s v o u d r a i e n t u n c h i f f r e p l u s b a s e t f o n t o b s e r v e r q u e les f a b r i cants o n t a m é l i o r é leurs qualités. O u i , sans d o u t e , leurs q u a lités s u p é r i e u r e s , m a i s e n s a c r i f i a n t t o u t à fait l e u r s d e r n i è r e s sortes e t p e r d a n t d e ce c ô t é ce q u ' i l s g a g n a i e n t d e l ' a u t r e . E n t r e les d e u x s u c r e s r a m e n é s a u t y p e d e la b o n n e

qua-

t r i è m e , il y a e n c o r e u n e d i f f é r e n c e d e p r i x d e v e n t e , à c a u s e d e l'infériorité d u r e n d e m e n t

a u raffinage p o u r

le s u c r e d é

(1) M. Dumont du Nord disait à la Chambre, en 1837 , qu'il y avait tout lieu de fixer à 15 ou 18 fr. le prix de revient véritable des 50 k. de sucre colonial.


211

betterave. Je p r e n d s au h a s a r d q u e l q u e s cours des d e r n i e r s m o i s . L e 2 3 a v r i l , la b o n n e q u a t r i è m e c o l o n i a l e se v e n d a i t a u H a v r e 1 0 8 f r . les 1 0 0 k . ; la b o n n e q u a t r i è m e i n d i g è n e se v e n d a i t le m ê m e j o u r à L i l l e 9 7 f r . p l u s h a u t p r i x . L e 4 m a i , la b o n n e q u a t r i è m e c o l o n i a l e se v e n d a i t a u H a v r e 1 0 8 à 1 1 0

fr.

les 1 0 0 k. ; l a b o n n e q u a t r i è m e i n d i g è n e se v e n d a i t à L i l l e 9 8 à 1 0 0 f r . ; et n o u s v o y o n s p r e s q u e c o n s t a m m e n t

une

différence

d e 8 à 10 f r . se p r o d u i r e s u r les c o u r s d e L i l l e o u d u H a v r e ; et c e t t e d i f f é r e n c e é t a i t a c c e p t é e à la C h a m b r e

comme normale

e n 1 8 3 7 . C e p e n d a n t les b o n s é c h a n t i l l o n s d e b o n n e q u a t r i è m e p o u v a n t a u j o u r d ' h u i se v e n d r e à m e i l l e u r e s c o n d i t i o n s tives,

les a p p r é c i a t i o n s d u g o u v e r n e m e n t n ' a d m e t t e n t

u n e différence ce

de prix supérieure à 6 fr. N o u s

relapoint

adopterons

c h i f f r e ; m a i s e n p r é s e n c e d e s c o u r s d e L i l l e et d u

Havre

n o u s n e p o u v o n s a d m e t t r e le c h i f f r e d e 3 f r a n c s p r o p o s é p a r le r a p p o r t e u r d e qualités

1839,

supérieures

se

f o n d é s u r ce q u e d e s é c h a n t i l l o n s d e seraient

v e n d u s à P a r i s à des prix

atteignant ceux d u sucre colonial. E n résumé ,

le f a b r i c a n t , p o u r v e n d r e à c o n d i t i o n s é g a -

lisées en c o n c u r r e n c e a v e c le p r o d u c t e u r c o l o n i a l , a d o n c b e soin e n c o r e d'être p r o t é g é : 1° D e 11 f r . p a r 1 0 0 k. q u a n t a u c o û t d e l a p r o d u c t i o n ; 2° D e 8 fr. p a r 100 k. q u a n t à l'infériorité de s o r t e ; 3 ° D e 6 f r . q u a n t à la v e n t e à q u a l i t é s é g a l e s ; qu'il a b e s o i n d ' u n e protection L a protection

c'est-à-dire

totale d e 25 f r .

q u e l u i laissait l a loi d e

1837 p o u r 100

é t a i t 3 3 f r . L e s c o l o n i e s d e v r a i e n t se t e n i r p o u r

k.

satisfaites si

n o u s la r é d u i s i o n s à 2 5 f r . O r , p a r le d é g r è v e m e n t d e 8 f r . q u e p r o p o s e n o t r e a r t . V , et a v e c le d é c i m e 8 f r . 8 0 c . , d u i s o n s la p r o t e c t i o n à 2 4 fr. 2 0 c.

nous ré-

seulement.

I c i il f a u t r e m a r q u e r q u e le d é g r è v e m e n t r é s u l t a n t p o u r les colons directement o u indirectement de l'ensemble d u p r o j e t , est e n r é a l i t é s u p é r i e u r à 8 fit. 8 0 c. S i l ' a p p l i c a t i o n d e s q u a t r e p r e m i e r s a r t i c l e s l e u r p r o c u r e à m e i l l e u r m a r c h é les a n i m a u x , m a c h i n e s et o u t i l s nécessaires à l e u r s c u l t u r e s et f a b r i c a t i o n s ,


2 12

il e n d o i t r é s u l t e r u n a b a i s s e m e n t d a n s le p r i x d e r e v i e n t . S i cet a b a i s s e m e n t p e u t é g a l e r 2

fr. 2 0 c. p a r 1 0 0 k . ,

l'ensemble

d u p r o j e t a u r a p r o c u r é a u x c o l o n s u n a v a n t a g e d e 11 f r . E n d e m a n d a n t le d é g r è v e m e n t d e 8

f r . p o u r les c o l o n s , j e

crois être j u s t e à leur é g a r d , l o r s q u e s u r t o u t j e d e m a n d e p o u r eux bien

d ' a u t r e s a v a n t a g e s ; et j e c r o i s ê t r e r i g o u r e u x , t r è s -

r i g o u r e u x p o u r les f a b r i c a n t s

indigènes.

A cette c o n d i t i o n et a u x p r i x a c t u e l s , p a r s u i t e d e la c o n c u r r e n c e q u ' e l l e s se f o n t , les d e u x i n d u s t r i e s r e s t e r a i e n t r é d u i t e s à un m i n i m u m de bénéfices. E l l e s p o u r r a i e n t v i v r e , mais l e u r s s o u f f r a n c e s

ne

seraient

p o i n t é t e i n t e s ; d e là s o r t i r a i e n t les b o n s effets q u e j ' a i d é s i r é s . Q u e l a f a b r i c a t i o n i n d i g è n e se r è g l e e t p r e n n e c o u r a g e , à e l l e l ' a v e n i r ! et q u a n t à l ' i n d u s t r i e c o l o n i a l e , n o u s d e m a n d o n s q u e d'autres voies lui soient o u v e r t e s ;

à elle aussi peut-être

a v e n i r p r o s p è r e , m a i s s e u l e m e n t q u a n d ses c o n d i t i o n s miques

actuelles

auront

été

presque entièrement

un

écono-

renouve-

lées. L e d é g r è v e m e n t d e 8 f r . p o r t e s u r les s u c r e s b r u t s d e s A n tilles et d e la G u y a n e , q u i o n t t o u j o u r s été p r i s p o u r p o i n t d e d é p a r t d a n s l ' é c h e l l e d u tarif. A u l i e u d e 4 5 f r . , ils n e p a i e raient plus q u e 37 fr. L e s s u c r e s d e B o u r b o n , d ' a p r è s le t a r i f a c t u e l , p a y e n t 6 f r . 5 0 c. d e m o i n s p a r 100 k. q u e ceux des A n t i l l e s , en c o m p e n s a t i o n des c h a r g e s d ' u n p l u s l o n g f r e t . N o u s p r o p o s o n s d e r é d u i r e à 4 f r . cette d é d u c t i o n d e t a x e . B o u r b o n t r o u v e d ' a i l l e u r s u n e c o m p e n s a t i o n suffisante d a n s s o n sol p l u s f é c o n d , m o i n s f a t i g u é . B o u r b o n s o u f f r e m o i n s q u e les A n t i l l e s d a n s l a crise a c t u e l l e , d'un moins grand

et a b e s o i n p a r c o n s é q u e n t

soulagement.

Je v o u d r a i s a p p l i q u e r à B o u r b o n

cette r è g l e c o m m u n e :

d é g r e v e r , m a i s p a s assez p o u r q u e l ' e x t e n s i o n a c t u e l l e d e s c u l tures de c a n n e soit e n c o u r a g é e . O r , p o u r q u e

le m ê m e

effet,

s o i t p r o d u i t p a r le d é g r è v e m e n t s u r les A n t i l l e s q u i o n t b e a u c o u p s o u f f e r t , et

sur B o u r b o n q u i souffre

m o i n s , le d é g r è -


213

v e i n e n t d o i t ê t r e p l u s f o r t s u r les s u c r e s d e s A n t i l i e s ,

plus

faible s u r ceux d e B o u r b o n . E n f i n , n o u s p e n s o n s q u e la p r o d u c t i o n d u s u c r e p e u t ê t r e plus facilement

p r e s s é e et

restreinte à B o u r b o n

sans

consé-

q u e n c e s b i e n d é p l o r a b l e s p o u r la c o l o n i e , q u i c u l t i v e le s u c r e d e p u i s p e u d ' a n n é e s , et n'est p o i n t e n c o r e d é s h a b i t u é e d e ses anciennes

cultures. L e s sucres b r u t s d e B o u r b o n , q u i p a y e n t .

a c t u e l l e m e n t 38 f r . 5 0 c., p a i e r a i e n t 33 f r . Surtaxe

sur

le brut

blanc.

L e b r u t b l a n c , d ' a p r è s le t a r i f

a c t u e l , p a y e u n e s u r t a x e d e 15 f r . , d e fait p r o h i b i t i v e . J ' e n t r e pleinement de

la

d a n s les v u e s d u p r o j e t m i n i s t é r i e l et d a n s celles

commission.

Je

b l a n c soit p e r m i s e a u x

d e m a n d e q u e la f a b r i c a t i o n d u

brut

colonies.

M a i s c o m m e ce s u c r e , m i e u x é p u r é , c o n t i e n t , à p o i d s é g a l , p l u s d e s u c r e p u r q u e le b r u t c o m m u n , c o m m e il r e n d p l u s a u r a f f i n a g e et a i n s i o b t i e n t . s u r les m a r c h é s u n e p l u s - v a l u e assez c o n s i d é r a b l e , il d o i t d ' a i l l e u r s ê t r e s u r t a x é p r o p o r t i o n n e l l e m e n t à cette p l u s - v a l u e . P l u s forte, l a surtaxe serait p r o h i b i t i v e ; P l u s f a i b l e , elle d o n n e r a i t a u x c o l o n s u n s u p p l é m e n t i n d i rect a u d é g r è v e m e n t q u e n o u s a v o n s p e n s é d e v o i r l e u r être accordé.. L e p r o j e t m i n i s t é r i e l fixe cette s u r t a x e à 5 f r . N o u s d e m a n d o n s 7 f r . ; ce q u i n o u s r a p p r o c h e d a v a n t a g e d e la p l u s - v a l u e , fixée

à 7 f r . 5 0 c. d ' a p r è s les e n q u ê t e s d e 1 8 3 3 . E t n o u s

atta-

c h e r i o n s d ' a i l l e u r s p e u d ' i m p o r t a n c e a u x 4 0 c. q u i n o u s s é p a r e n t d u c h i f f r e d e la c o m m i s s i o n d e 1 8 3 9 .

L e brut blanc paye aujourd'hui

Bourbon.

53 fr. 50 C.

Antilles et Guyane

00 fr.

Bourbon.

40fr.

Il payerait T

Surtaxe

sur

les

sucres

étrangers.

An tilles et Guyane, 44 fr. N o u s a v o n s e x p r i m é le


désir d e

214

p o u v o i r u n j o u r r é d u i r e cette s u r t a x e à 10

m ê m e 5 f r . p a r 100 k. A u j o u r d ' h u i ,

fr.,

et

nos colonies ne seraient

p o i n t e n é t a t d e s u p p o r t e r la c o n c u r r e n c e é t r a n g è r e a p r è s u n e s e m b l a b l e r é d u c t i o n ; et d ' a i l l e u r s , a v a n t d ' a p p e l e r l a c o n c u r r e n c e é t r a n g è r e , n o u s d e v o n s régulariser la c o n c u r r e n c e des s u c r e s f r a n ç a i s , q u i d é j à se f o n t à e u x - m ê m e s

un trop grand

encombrement. Toutefois, actuelle,

n o u s n e p o u v o n s laisser s u b s i s t e r cette s u r t a x e

exagérée de

40

fr.

p a r 100 k . ,

et a v e c le

décime,

44 f r . N o u s p r o p o s o n s d e la r é d u i r e à 2 8 f r . , et a v e c le d é c i m e , 3 0 fr. 8 0 c. Cette

surtaxe

restera d e

fait

prohibitive,

et

les c o l o n i e s

n ' a u r o n t p o i n t à se p l a i n d r e . E t , d ' a i l l e u r s , si u n e h a u s s e

des

sucres français, u n e baisse d u sucre é t r a n g e r v e n a i e n t é t a b l i r u n e g r a n d e différence, françaises

la m a r g e d ' e x t e n s i o n

p o u r les

colonies

s e r a i t p r o f i t a b l e m e n t r e s t r e i n t e p a r cette l i m i t e p l u s

r a p p r o c h é e de 28 fr. N o u s e n t r o n s e n c o r e , à cet é g a r d , d a n s les v u e s d u p r o j e t m i n i s t é r i e l , q u i d e m a n d e , il est v r a i , u n e s u r t a x e d e 3 0 f r . L a m i n i m e différence

des 2 chiffres,

pour

ce d e r n i e r c a l c u l

et

p o u r le n ô t r e , p r o v i e n t d u d é s i r d e p o s e r a u t a r i f u n e t a x e e n chiffres r o n d s d e p e r c e p t i o n

p l u s facile ; et c e t t e taxe ,

leurs ,

n'a

restant

prohibitive,

point besoin

d'être

d'ail-

calculée

avec u n e bien rigoureuse précision. L e s sucres Ils

étrangers américains payent

a u j o u r d ' h u i 85 fr.

p a i e r a i e n t 6 5 fr. L e s sucres étrangers d'autres p r o v e n a n c e s recevraient aussi

ce d é g r è v e m e n t d e 2 0 f r . , s e l o n l ' é c h e l l e d u tarif. A R T . V I . C e t article

a

p o u r b u t de donner aux

colonies

le d r o i t d ' e x p o r t e r d i r e c t e m e n t l e u r s u c r e à l ' é t r a n g e r . I l paraît, au premier a b o r d , faireaux colonies u n e g r a n d e concession ; a u x c o m m i s s i o n n a i r e s d e nos p o r t s , u n certain

dom-

m a g e . E n r é a l i t é , il n e fait g u è r e q u e r é g u l a r i s e r l ' é t a t d e c h o -


215

ses a c t u e l . U n n a v i r e c h a r g é d e s u c r e b r u t a r r i v e d e s A n t i l l e s , fait escale a u H a v r e o u à M a r s e i l l e , p u i s o b t i e n t d e la d o u a n e un changement ment

de

d e s t i n a t i o n , et

va décharger immédiate-

à H a m b o u r g o u d a n s le L e v a n t . I l n e f a u t d o n c p o i n t

s ' e x a g é r e r les c o n s é q u e n c e s Cependant,

d e cet a r t i c l e .

1 ° il r é g u l a r i s e

un

droit qui

n'était q u e

de

tolérance ; 2° Il l è v e l ' o b l i g a t i o n d e f a i r e escale , et o b t e n i r

permission

de d o u a n e ; 3 ° Il p e r m e t l ' e x p o r t a t i o n d i r e c t e , a u j o u r d ' h u i i n t e r d i t e d e d r o i t et i m p o s s i b l e d e f a i t , p o u r les d e s t i n a t i o n s les

p a y s d'au

delà du Pas-de-Calais ou

du

autres q u e

détroit

de G i -

braltar. S o u s ces t r o i s r a p p o r t s , il s e r a i t d o n c u t i l e a u x c o l o n s . "Vu l a c h e r t é d e l e u r p r i x d e r e v i e n t ,

ils n e t r o u v e n t q u e

b i e n r a r e m e n t l'occasion d e v e n d r e à l ' é t r a n g e r . A v e c u n p e u plus de

facilité,

ces o c c a s i o n s

deviendront moins rares. P a r

u n p r e m i e r a m o i n d r i s s e m e n t d e l ' e x c l u s i f , Si n o u s p e r m e t t o n s a u x colons d'acheter à l'étranger certains objets désignés dans n o s q u a t r e p r e m i e r s a r t i c l e s , la p o s s i b i l i t é d e p r e n d r e d e s r e t o u r s d a n s les p o r t s é t r a n g e r s r e n d r a p l u s efficace cette f a c u l t é d'exportation directe. P a r l à , nous contribuerons un peu à prévenir ou diminuer l ' e n c o m b r e m e n t a c t u e l d e n o t r e m a r c h é : ce s e r a i t u n

remède

p l u s n a t u r e l q u e le r e t o u r à la p r i m e i n d i r e c t e m e n t

proposé

p a r le g o u v e r n e m e n t . N o t r e m a r i n e sera d ' a i l l e u r s d é s i n t é r e s s é e servons

le t r a n s p o r t

exclusif

d e ces

si n o u s l u i

exportations

ré-

directes;

et cette r é s e r v e n e s e r a p o i n t i l l u s o i r e , c o m m e le c r a i g n a i e n t , en

1838,

plusieurs m e m b r e s d u conseil s u p é r i e u r d u

m e r c e , si n o u s n e p e r m e t t o n s m e n t s d e 50 t o n n e a u x ,

com-

ces e x p o r t a t i o n s q u e p a r b â t i -

et p o u r les p o r t s l o i n t a i n s , e t n o n a u

m o y e n d u cabotage à S a i n t - T h o m a s o u autres ports

voisins,

o ù les n a v i r e s é t r a n g e r s v i e n d r a i e n t les r e c e v o i r p o u r les c o n d u i r e en E u r o p e .


— Les

raffineurs

ne

216

seraient

point

fondés

davantage

à

se

plaindre. Q u e l ' e x p o r t a t i o n d i r e c t e s o i t o u n o n p e r m i s e , il p e u t résulter un encombrement moindre ou plus grand dans

en nos

e n t r e p ô t s ; m a i s les r a f f i n e u r s n'en t r a v a i l l e r o n t g u è r e m o i n s o u plus

p o u r l'étranger. Ils n'obtiendraient u n e

augmentation

a p p r é c i a b l e d e t r a v a i l q u e p a r le r é t a b l i s s e m e n t d e l a p r i m e , e t c'est assez p r o t é g e r l e u r i n d u s t r i e p a r l ' e x c l u s i o n d e s raffinés é t r a n g e r s , sans

la p r o t é g e r e n c o r e p a r d e s c a d e a u x p l u s d i -

rects d u t r é s o r . D ' a i l l e u r s , l e t r a v a i l d e la r a f f i n e r i e g é n é r a l e a u g m e n t e t o u s les

j o u r s p a r l'énorme

accroissement

de consommation

en

F r a n c e , et p a r le p r o g r è s e n é t e n d u e d e l ' i n d u s t r i e i n d i g è n e . Q u e l q u e s raffineurs des ports d e m e r d u s s e n t - i l s peu,

deux

comprends

autres

gagneraient

dans

l'intérieur;

perdre un et l à ,

t o u j o u r s q u e c e l u i q u i p e r d se p l a i g n e ,

m a s s e d u p a y s n'y est p o i n t i n t é r e s s é e ,

mais

je la

et p a s d a v a n t a g e l ' i n -

d u s t r i e e l l e - m ê m e d a n s sa g é n é r a l i t é . E n résumé : C e t t e m e s u r e p e u t ê t r e u t i l e a u x c o l o n s , q u i la r é c l a m a i e n t v i v e m e n t en

1838.

E n F r a n c e , elle ne p e u t n u i r e à p e r s o n n e . D e plus,

elle p r o f i t e a u x d e u x i n d u s t r i e s p a r la d i m i n u t i o n

possible d e l'encombrement. ART.

V I I . L ' a r t i c l e 7 a p o u r b u t d e f a v o r i s e r la t e n d a n c e

q u e n o u s v o u d r i o n s i m p r i m e r a u x c o l o n i e s , le r e m p l a c e m e n t successif d ' u n e partie des cultures d e

la c a n n e p a r la c u l t u r e

des autres denrées coloniales. L e c a f é i e r , le c a c a o t i e r n e plusieurs années. à partir d u 1

er

d o n n e n t leurs

fruits qu'après

C e p e n d a n t n o u s p r o p o s o n s le d é g r è v e m e n t

janvier 1841.

Une

fixation

reculée ne

serait

p o i n t p o u r l a c o l o n i e u n e n c o u r a g e m e n t efficace. L e s c a f é i è r e s , c o t o n n e r i e s , e t c . , a u j o u r d ' h u i en v a l e u r , p r o f i t e r a i e n t q u e l q u e t e m p s d e cette m e s u r e a v a n t q u e d e n o u v e a u x p l a n t e u r s p u s -


217 —

s e n t e u r e c u e i l l i r les a v a n t a g e s . L ' e x e m p l e d e l e u r p r o s p é r i t é serait u n stimulant d e p l u s . Le

d o m m a g e s e r a i t b i e n f a i b l e p o u r le t r é s o r .

C A F É . L e droit actuel subirait u n e réduction de En

1837,

B o u r b o n a versé d a n s notre c o n s o m m a t i o n

un

total d e 6 8 0 , 0 0 0 k. d e c a f é , a y a n t d û acquitter, à r a i s o n 5 0 f r . p a r 100 k

de

340,000

f.

510,000

f.

850,000

f.

170,000

f.

L e s A n t i l l e s et la G u y a n e o n t f o u r n i 8 5 0 , 0 0 0 k . a y a n t d û a c q u i t t e r , à r a i s o n d e 6 0 f. p a r 1 0 0 k.

.

Total Une une

réduction d u

§ e û t fait s u b i r a u t r é s o r

perte de

CACAO.

L e droit

actuel

subirait une

réduc-

t i o n d e 1/4. Les

4 colonies o n t versé dans notre c o n s o m -

mation ,

en

1837,

108,000

k. ,

ayant d û ac-

q u i t t e r , à r a i s o n d e 4 0 f r . les 100 k . — 4 3 , 2 0 0 f r . Une

r é d u c t i o n d u1/4e û t fait p e r d r e a u t r é s o r .

. .

10,800

C O T O N . L e droit actuel subirait u n e réduction d e 1/2. Les

4 colonies o n t versé dans notre

consom-

m a t i o n , e n 1 8 3 7 , 2 2 3 , 0 0 0 k . , q u i , à r a i s o n d e 5 f. par

100

k. , o n t

d û acquitter

11,150 fr.

Une

r é d u c t i o n d e 1/2 e û t fait p e r d r e a u t r é s o r T o t a l des pertes q u ' e û t é p r o u v é e s par Je

s u i t e d e ces d i v e r s e s r é d u c t i o n s . . .

sais d ' a i l l e u r s q u e l ' a n n é e 1 8 3 7

n'y s o n t c o m p t é s q u e p o u r e n v i r o n bonne

5,575

le t r é s o r

année

ordinaire donne

a été

.

. 186,375

faible. Les

1 1/2 m i l l i o n

f.

cafés

de kil. U n e

2 millions. M a i s évaluons

à

3 0 0 , 0 0 0 f r . l a p e r t e d u t r é s o r ; e l l e s e r a i t b i e n f a i b l e , et n e devrait

point empêcher

l'exécution

d'une

mesure

qui

peut

p r o d u i r e d e b o n s résultats. Les

p l a n t a t i o n s n o u v e l l e s , si elles se f o n t , se f e r o n t

lente-


218

m e n t ; les r é c o l t e s s ' a c c r o î t r o n t i n s e n s i b l e m e n t : la p e r t e s u b i e p a r le t r é s o r , à m e s u r e q u e les d e n r é e s d e s c o l o n i e s f r a n ç a i s e s se s u b s t i t u e r o n t p o u r u n e f a i b l e p a r t a u x d e n r é e s é t r a n g è r e s , n e r e c e v r a d o n c q u e des a u g m e n t a t i o n s l e n t e s et p e u c o n s i d é rables. L e j o u r o ù il y a u r a i t d o m m a g e n o t a b l e , ce s e r a i t p a r c e q u e b e a u c o u p d e terres, a u j o u r d ' h u i cultivées en a c c u e i l l i les

nouvelles

cultures,

et

nous

c a n n e , auraient

devrions nous

en

applaudir.

L'effet serait p r o d u i t ,

les frais d e p r e m i e r p l a n t

compensés

p o u r les c o l o n s p a r les f a v e u r s r e ç u e s , et il s e r a i t

t e m p s d e d i m i n u e r la p r o t e c t i o n , d ' a b a i s s e r la t a x e d e s s i m i laires é t r a n g e r s . Une

m e s u r e efficace

serait peut-être

l'allocation

directe

d'une indemnité de premier plant p a r chaque hectare de caféier , c o t o n n i e r o u cacaotier, s u b s t i t u é à u n hectare d e c a n n e . N o u s n e f a i s o n s , a u reste , q u ' i n d i q u e r cette p e n s é e , s a n s la p r o p o s e r n i e n é t u d i e r les c o n s é q u e n c e s . ART. VIII.

C e t a r t i c l e a p o u r b u t d e f a i r e u n p e u , à l'é-

g a r d d e l ' i n d u s t r i e i n d i g è n e , ce q u e ( a r t . I V ) n o u s a v o n s d e m a n d é q u ' o n fît b e a u c o u p p o u r l ' i n d u s t r i e c o l o n i a l e . N o u s v o u l o n s o b l i g e r les f a b r i c a n t s i n d i g è n e s à l ' a m é l i o r a tion

de

leurs

prix ;

nous

tâchons

de

leur

en

faciliter

les

moyens. B e a u c o u p d e f a b r i q u e s n e p o s s è d e n t p o i n t e n c o r e les m a c h i n e s à v a p e u r q u i d o n n e n t d e si b e a u x r é s u l t a t s d a n s

les

fabriques plus g r a n d e m e n t o u plus anciennement constituées. L ' a p p l i c a t i o n d e n o t r e a r t i c l e l e u r p e r m e t t r a i t d e se p r o c u r e r ces m a c h i n e s à m o i n s d e f r a i s . C e n e s e r a i t d ' a i l l e u r s q u e l'extension aux machines sucrières d'une mesure déjà prise p o u r les m a c h i n e s d e s b a t e a u x à v a p e u r . L a n o u v e l l e m a c h i n e à c u i r e d a n s le v i d e p r o m e t , d i t - o n , les p l u s b e a u x r é s u l t a t s . S o n p r i x est d e 4 0 , 0 0 0 f r . P e u d e f a b r i c a n t s se r é s i g n e n t à cette d é p e n s e : n o u s

v o u l o n s les a i d e r

e n c o r e ici p a r la r e s t i t u t i o n d e s d r o i t s à l ' i m p o r t a t i o n des c u i -


—219—

v r e s . C e s d r o i t s s o n t p e u c o n s i d é r a b l e s , et p o u r t a n t cette f a v e u r serait sentie p a r les f a b r i c a n t s o b l i g é s d ' é p a r g n e r p a r c e n times Du

j u s q u ' à ce q u ' i l s a i e n t p u t r a v e r s e r la crise RENDEMENT.

actuelle.

N o t r e p r o j e t ne contient rien d e relatif a u

r e n d e m e n t ; n o u s d e m a n d o n s à cet é g a r d

le m a i n t i e n

de la

législation actuelle. 100 k. d e sucre b r u t , toutes c o m p e n s a t i o n s faites, r e n d e n t 7 5 k. raffinés.

L a d o u a n e r e s t i t u e , à la s o r t i e

p o u r l ' é t r a n g e r d e 75 k . s u c r e r a f f i n é , le d r o i t p a y é p a r 1 0 0 k . sucre b r u t à l'entrée,

p o u r le cas é v e n t u e l d e c o n s o m m a t i o n

en F r a n c e . L e g o u v e r n e m e n t p r o p o s e a u j o u r d ' h u i de r e n d r e le d r o i t d e 1 0 0 k

s u c r e b r u t p o u r 70 k . s u c r e r a f f i n é . D ' a p r è s la

p r o p o r t i o n r é e l l e , ces 7 0 k . é t a n t non-seulement

le p r o d u i t d e 9 3 k . 1/3 b r u t ,

les 7 0 k . raffinés r e c e v r a i e n t t o u t le d r o i t a c -

quitté p a r l e u r matière p r e m i è r e , m a i s , en o u t r e , à titre d e p r i m e p u r e , l a p o r t i o n d u d r o i t a f f é r e n t e à 6 k . 2/3 b r u t . I l y a q u a t r e a n s , cet é t a t d e c h o s e s existait; o n l'a s u p p r i m é comme

un mal : nous devons

r e g a r d e r e n c o r e cette m e s u r e

c o m m e u n d e ces r e t o u r s d e f a i b l e s s e à d e vieilles

difficultés

vaincues. E t c o m m e n t v e u t - o n s o r t i r d e la q u e s t i o n c o l o n i a l e ,

si, au

l i e u d e m a r c h e r en a v a n t , o n d é f a i t le l e n d e m a i n le b i e n q u ' o n a p r o d u i t la v e i l l e ? I l n o u s est i m p o s s i b l e d e l o u c h e r , d a n s u n m é m o i r e si r a p i d e , à t o u s les p o i n t s d e

la d i s c u s s i o n ; m a i s o n c o m p r e n d

assez , d ' a p r è s n o s p r i n c i p e s é c o n o m i q u e s , p o u r q u o i n o u s r e j e t o n s la p r i m e . L e g o u v e r n e m e n t a g i t a u h a s a r d , et v e u t c o n t e n t e r t o u t le m o n d e ; il a j e t é le d é g r è v e m e n t a u x c o l o n s ; il j e t t e a u x f a b r i cants indigènes

l'abaissement

du

r e n d e m e n t ; et

p o u r t a n t n e satisfait p e r s o n n e . C ' e s t

son p r o j e t

un nouvel exemple

de

ces c o n c e s s i o n s sans b u t , sans s y s t è m e , sans c a l c u l d e s c o n s é q u e n c e s . O n l ' a d o p t e c o m m e u n m o y e n factice d e d é s e n c o m b r e m e n t , et l'on ne s o n g e p o i n t a u x m o y e n s n a t u r e l s . A

mesure q u e vous désencombrez vos entrepôts p a r l'écou-


—220

l e m e n t à l ' é t r a n g e r , la p r o d u c t i o n c r o i s s a n t e les e n c o m b r e r a de nouveau. L e seul

m o y e n efficace , c'est la r é g u l a r i s a t i o n d e l ' i n d u s -

t r i e , la restriction progressive des cultures coloniales,

la r e s -

triction t e m p o r a i r e des c u l t u r e s i n d i g è n e s . L a n o u v e l l e p r i m e e s t , d i t - o n , f a i b l e ; a l o r s elle sera ineffic a c e ; et si e l l e d o i t ê t r e e f f i c a c e , c'est d o n c q u ' e l l e est r u i n e u s e p o u r le t r é s o r , et r u i n e u s e sans d i m i n u e r p o u r l ' a v e n i r u n e s e u l e d e s l o n g u e s difficultés p r é s e n t e s . L e g o u v e r n e m e n t p r o p o s e b i e n t i m i d e m e n t cette m a u v a i s e m e s u r e . I l n'ose p a s d i r e p o s i t i v e m e n t q u e ce n'est p o i n t le r e t o u r à la p r i m e , m a i s il a b o n n e e n v i e q u ' o n le c r o i e . 11 f a i t é c r i r e ces p a r o l e s , p a g e 2 0 d e l ' E x p o s é d e s m o t i f s : « C'est u n e simple m a n i è r e d'établir, n o n pas u n e p r i m e p r o p r e m e n t dite, m a i s le c a l c u l d u r e m b o u r s e m e n t . » E n v é r i t é , si n o u s r e p r e n i o n s , a u l i e u d e 7 0 , l'ancien c h i f f r e d e 1 8 2 3 , 4 0 p . 0 / 0 , ce s e r a i t aussi u n e s i m p l e m a n i è r e d ' é t a b l i r le c a l c u l d u r e m b o u r s e m e n t : s o u s les m o t s , il f a u t v o i r les c h o s e s . M M . les f a b r i c a n t s i n d i g è n e s , q u i s o l l i c i t e n t si v i v e m e n t cette m e s u r e , mettent p l u s de clarté d a n s leurs p a r o l e s M . L e s t i b o u d o i s dit p o u r e u x , à la p a g e 136 d e son M é m o i r e , si e x c e l l e n t d ' a i l l e u r s q u ' i l a été c o n s i d é r é c o m m e le m a n i f e s t e d e l ' i n d u s t r i e i n d i g è n e : « L e r e n d e m e n t , fixé p a r la l o i à 75 p . 0 / 0 , n'est p a s é l o i g n é d u r e n d e m e n t r é e l . » P a g e 1 3 7 : « C'est d o n c r é e l l e m e n t u n e f a v e u r q u ' o n d e m a n d e a u g o u v e r n e m e n t ; c'est u n e p r i m e q u ' o n s o l l i c i t e d e lui. » E t , e n f i n , il a j o u t e q u ' o n d o i t l ' a c c o r d e r , si l'on désire n o t r e s u c r e trouve place sur les marchés étrangers.

que

O u i , m e s s i e u r s les f a b r i c a n t s i n d i g è n e s , c o l o n s e t r a f f i n e u r s , n o u s d é s i r o n s q u e v o u s puissiez v e n d r e v o t r e sucre à l ' é t r a n g e r , p o u r v u q u e ce n e s o i t p o i n t à n o s d é p e n s . N o u s d é s i r o n s q u e v o u s fassiez v o t r e f o r t u n e p a r v o t r e t r a v a i l , v o t r e e s p r i t d ' o r d r e , les p r o g r è s d e v o t r e i n d u s t r i e , l a sagesse d e v o s spéculations , mais n o n p a r des c a d e a u x à subtiliser a u trésor. N o u s n e c r o y o n s p a s q u ' i l soit b i e n j u s t e d ' a u g m e n t e r d e t a n t d e c e n t i m e s a d d i t i o n n e l s p a r a n la p a t e n t e d u m a r c h a n d q u i


221

d é t a i l l e a u r e z - d e - c h a u s s é e d e v o t r e h ô t e l , o u la c o n t r i b u t i o n mobilière de l'ouvrier q u i loge dans vos combles , o u l'impôt f o n c i e r , d é j à si l o u r d , p o u r d o n n e r à l ' É t a t le m o y e n d e v o u s faire d e s g é n é r o s i t é s d e c e t t e n a t u r e , s a n s p r o f i t p o u r l'intérêt général. E n r i c h i s s e z - v o u s n o u s le d é s i r o n s , c a r n o u s a v o n s d e l a sy mpathie p o u r votre industrie ; mais, p o u r vous enrichir p l u s v i t e , n o u s n ' a v o n s p a s le d r o i t d e v o u s f a i r e l ' a u m ô n e e n p r e n a n t d a n s la p o c h e d u v o i s i n . M a i s , d i t e s - v o u s , l ' A n g l e t e r r e a fixé s o n r e n d e m e n t p l u s b a s . C o m m e n o u s n'imitons p o i n t l ' A n g l e t e r r e d a n s t o u t ce q u ' e l l e fait d e b i e n , j e n e v o i s p a s p o u r q u o i n o u s d e v r i o n s s c r u p u l e u s e m e n t l ' i m i t e r q u a n d elle f a i t u n e sottise ; et e l l e r e c o n n a î t si b i e n q u e s o n r e n d e m e n t t r o p b a s é t a i t u n e s o t tise , q u ' e l l e est a u j o u r d ' h u i e n v o i e d e l ' é l e v e r : d e 6 1 , e l l e v i e n t d e le p o r t e r à 6 7 , et e l l e n e s ' a r r ê t e r a p o i n t là ; s e u l e m e n t e l l e est o b l i g é e , c o m m e e n t o u t e m e s u r e s e m b l a b l e , d e m a r c h e r p r o g r e s s i v e m e n t . C'est a i n s i q u ' a v a n t d e fixer n o t r e r e n d e m e n t à 75 , n o u s l ' a v o n s laissé q u e l q u e t e m p s à 7 0 . D o n c , les A n g l a i s s o n t e n v o i e d ' é l é v a t i o n , et v o u s v o u s a u torisez d e l e u r e x e m p l e p o u r n o u s p r o p o s e r d e d e s c e n d r e ! M . de M o r n y , d é l é g u é des fabricants d u P u y - d e - D ô m e , a v o u e é g a l e m e n t q u ' i l s'agit d ' u n e p r i m e , et f a i t ce r a i s o n n e m e n t , p a g e 37 d e son M é m o i r e : « L e g o u v e r n e m e n t rejette t o u t e i d é e d e p r i m e , m a i s il i g n o r e d o n c q u ' i l e n p a y e u n e e n ce m o m e n t . L e r e n d e m e n t v r a i e n m a t i è r e est à p e u p r è s d e 8 0 k i l o g . s u r 1 0 0 ; p o u r q u o i d o n c r e n d - i l le d r o i t e n t i e r s u r la présentation s e u l e m e n t d e 75 ? » 1° C e t a v e u d u r e n d e m e n t d e 8 0 d o i t b i e n r a s s u r e r les s c r u p u l e s d e c e u x q u i p o u r r a i e n t c r o i r e e n c o r e t r o p h a u t le c h i f fre d e 75. 2° C'est précisément p a r c e qu'il p e u t d é j à y a v o i r a b u s qu'il n e f a u t p a s a u g m e n t e r cet a b u s . M . R a f f i n e a u d e L i l l e , f a b r i c a n t , d e m a n d a i t u n e fixation d e r e n d e m e n t i n f é r i e u r e m ê m e à 7 0 , et d i s a i t , p a g e 8 d e s o n M é m o i r e : « O u i , s a n s d o u t e , c'est u n e p r i m e q u e n o u s p r o posons d'accorder m a i s l'exportation r e p r e n d r a i t l'activité qu'elle a eue de 1828 à 1833 , et

le p r i x d u s u c r e d e v r a i t r e -


— 222 — m o n t e r , en c o n s é q u e n c e , a u t a u x o ù il é t a i t a l o r s , c ' e s t - à - d i r e à 7 2 f r . les 5 0 k i l o g . , e t m ê m e 7 5 et 7 8 f r » Assez N o u s comprenons pourquoi notre célèbre agron o m e , M . M a t h i e u d e D o m b a s l e , esprit é c l a i r é , n'a p o i n t v o u l u , m a l g r é sa s y m p a t h i e p o u r l ' i n d u s t r i e b e t t e r a v i è r e , s'associer à u n p a r e i l s y s t è m e d e d é f e n s e , à d e s c o m b i n a i s o n s tortueuses, c o m m e il les a p p e l l e si j u s t e m e n t .


J'achève ici ce travail rapide. Je n'ai flatté aucun intérêt; j'ai tenu cette promesse que j e m'étais faite à m o i - m ê m e , de dire toujours ce qui m e paraîtrait vrai et juste. Je puis avoir plus de sympathie pour l'industrie indigène , mais j e place ma conscience au-dessus de mes sympathies ; je désire surtout ce qui est vrai et juste. L e projet de loi soumis aux discussions des C h a m bres m'a semblé mauvais par ce qu'il fait, plus mauvais encore parce qu'il ne fait point. J'ai tâché de m'élever au-dessus des faits par les principes et les généralisations d'ensemble, et j e suis d'ailleurs descendu dans les faits et dans les chiffres pour les connaître et en tenir compte. Secouant le vague des théories générales, j'ai tâché de déterminer un but pratique , e t , pour être plus clair , j'ai produit sous forme d'articles les mesures qui m e sembleraient pouvoir engager utilement la législation vers ce but. L e projet de loi traite les deux industries c o m m e deux malades dont on cherche à prolonger l'agonie par de petits remèdes qui les épuisent et ne peuvent les guérir ; et m o i , je voudrais qu'elles fussent gouvernées comme deux malades mis à la diète en connaissance de cause pour être conduits à une guérison définitive. Peut-être la discussion législative doit-elle être ajour-


— 224 — née : j e le désire. La session a été à la fois stérile et épuisante ; les Chambres sont fatiguées ; si la discussion s'ouvre en ce m o m e n t , elle sera incomplète, et la pensée du législateur restera incertaine. Quelques mesures dilatoires, quelques expédients de détail et de circonstance seront jetés c o m m e une pâture à des intérêts impatients. Agissant ainsi par fatigue et non par i m puissance , les Chambres n'oseront regarder la question dans toute sa grandeur et prendre une de ces résolutions qui sauvent. Je souhaite alors qu'elles disposent le moins possible, et réservent pour la session prochaine la question presque tout entière. Et alors , j e souhaiterai une grande , une sérieuse discussion ; les intéressés la demandent, car leurs intérêts sont réels et méritent considération ; l'ignoble spéculation seule peut désirer pêcher en eau trouble ; les intéressés la demandent, et les principes d'une saine économie politique y pourront gagner beaucoup. Mais pour une discussion de ce genre , il faudrait surtout que le ministère prît sa place naturelle, et ne se laissât point étourdir par les pétitions contradictoires ou par les clameurs. Pour juger l'ensemble , il doit s'élever au-dessus des petits faits et des petites relations. U n général monte sur un tertre et domine la bataille pour la diriger à bien , et ne s'amuse pas à descendre en plaine pour écouter les gémissements des blessés. L e ministère ne devrait plus attendre comme deux fois déjà l'impulsion des Chambres ; en pareille ma-


225

tière surtout, il doit leur donner la sienne régulièrement , constitutionnellement. Les ministres auraient le devoir de parler avec une fermeté claire et nette , et de professer bien haut les bonnes pensées qu'ils ont dans l'âme s'ils sont fidèles à leur passé. Que craindraient-ils d'ailleurs ? On n'a point songé encore à faire de la question des sucres une question de cabinet. Quelleque soit la valeur politique du ministère actuel, il faut le reconnaître, ce ministère est en mesure de trancher la question , et d'imposer à la Chambre c o n fiance pour sa direction économique. J'y vois M . Duchâtel, depuis huit ans une des lumières de la Chambre dans les matières économiques, et qui joint au talent de la théorie l'expérience du financier ; M . Passy, un de ceux dont la voix a le plus avancé l'instruction économique de la Chambre , si souvent élu , rapporteur des lois de douanes et de finances , rapporteur de la loi de 1 8 3 3 sur les sucres; M . Cunin-Gridaine , qui possède l'expérience des faits commerciaux, et qui , dans cette discussion de 1833 , professa avec autorité les doctrines les plus rationnelles , les plus sagement progressives. Si de tels hommes s'unissaient pour mûrir et d é fendre un système , tracer un plan définitif, et dès à présent proposer un premier pas, qui oserait dire que des hommes de cette expérience agissent en brouillons ? E t quand on les verrait, ministres , appliquer les 15


226

doctrines qu'ils ont soutenues devant les Chambres depuis dix ans, qui oserait dire qu'ils agissent avec partialité , ou par esprit de faiblesse et de concession aux circonstances ? Qui oserait dire qu'ils improvisent avec une précipitation funeste, quand ils ne feraient que poser enfin une conclusion pratique au grand discours économique qu'ils développent dans les Chambres depuis dix ans? Ministres, qu'ils sachent donc vouloir ce q u e , députés, ils nous ont montré c o m m e bien. M . Duchâtel, M . Passy, M . Cunin-Gridaine , tous trois ont été d e vant la Chambre les orateurs de l'affranchissement, de la liberté commerciale ; et nous, qui avons humblement fait notre éducation sous l'impression de leur parole, nous attendons..... A quoi sert donc la puissance, si ce n'est à réaliser, par l'action, le bien qu'on a conçu par la pensée ? Qu'ils agissent, et ils rendront un service signalé ; ils honoreront leur présence aux affaires par cet esprit de décision auquel les Chambres ne sont plus habituées , et dont elles salueront le retour avec bonheur. A eux de fermer vingt ans de fautes et de tergiversations , et de commencer un avenir nouveau. A eux de démolir prudemment le vieil édifice colonial , de peur qu'abandonné à sa propre ruine il n'écrase à la fois dans sa chute les colonies et tant d'intérêts français compromis. Beaucoup île clameurs viendraient contre eux de toutes parts, et des colons, et des ports de m e r , et


227 —

de la fabrique indigène. Est-ce qu'on lait du bien -aujourd'hui si on écoute toutes les clameurs ? E t les ministres de 1 8 2 2 et de 1 8 2 6 ont-ils beaucoup à se féliciter des remerciements dont les colons durent les flatter à ces deux époques? Si les ministres agissaient, parce qu'ils auraient été fermes et clairvoyants la Chambre les entourerait de sa confiance pour l'exécution de cette grande m e sure ; et parce que bientôt la navigation ne recevrait de l'affranchissement commercial , graduellement amené, qu'une impulsion nouvelle, les ports de mer aussi remercieraient ; et parce que les colons, déshabitués d'une route ruineuse et fermée à tout progrès, se sentiraient engagés dans une route progressive les conduisant à une ère de prospérité vraie et durable , ils remercieraient; et parce que la fabrication indig è n e , définitivement naturalisée, venue à bien en l i bre concurrence avec la fabrication coloniale , pourrait désormais parler, non en suppliante, mais en industrie qui ne doit rien à personne, vivace parce qu'elle est normalement assise, la fabrication indigène aussi remercierait. Nous sommes dans un temps où la clameur est prompte et injuste , mais où la justice bientôt vient durable et constante. Nos hommes d'Etat ne doivent plus se préoccuper davantage de chercher à grand'peine à ménager entre les deux industries d'impossibles transactions dont l'année d'après détruirait l'équilibre. L e ministère, la législature n'ont point a faire transiger deux plaideurs , mais à diriger deux industries de la manière


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qu'ils croiront bonne, dussent-ils ne point obtenir les applaudissements de flatteurs intéressés. Quand Dieu voulut que la terre produisît de l'herbe verte et des arbres fruitiers , il ne pensa point à ce que dirait le premier h o m m e ; mais il f i t , voyant que cela

était bien : et vidit quod esset bonum (Genèse, v 12).


TABLE.

Pages.

Introduction

1 QUESTION

CHAP.

I.

COLONIALE.

Du Système colonial

2 5

§ 1. Des Colonies sous le rapport du commerce direct ib. § 2 . Des Colonies sous l e rapport financier. 60 § 3 . Des Colonies sous le rapport de la marine marchande 6 3 § 4. Des Colonies sous le rapport politique. 8 3 CHAP.

I I . Situation des Colonies. Culture de la canne.

CHAP.

I I I . Sucre indigène

96 1 2 3

§ 1. Du Sucre indigène en lui-même. . . . ib. § 2 . Du Sucre indigène par rapport aux colonies, sous le point de vue du commerce général, du trésor, de la marine et de la politique 160 § 3 . Mesures à prendre à l'égard du sucre indigène 174


23o

Pages. CHAP.

IV.

Conclusions

CHAP.

V.

M e s u r e s dont l'application actuelle lutaire

générales

184 serait sa­ 189

N o t e s justificatives

194

229

Table

F I N DE LA T A B L E .

PARIS.

IMPRIMERIE

DE

FAIN

ET

THUNOT,

RUE

RACINE,

4.


Examen impartial et solution de toutes les questions qui se rattachent à la loi des sucres  

Auteur : Forbin Marquis de Janson ; Amédée Hamon / Ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documenta...

Examen impartial et solution de toutes les questions qui se rattachent à la loi des sucres  

Auteur : Forbin Marquis de Janson ; Amédée Hamon / Ouvrage patrimonial de la bibliothèque numérique Manioc. Service commun de la documenta...

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