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DT - Dr. Sérgio Augusto da Conceição - CRM: 7878

EQUIPE MÉDICA CEOTE: Dr. Alexandre Daher Albieri CRM-GO: 8222 SBOT: 8459 Membro Titular da Abtpé Dr. André Luiz Passos Cardoso CRM-GO: 8227 SBOT : 8336 Membro Titular da Soc. Brasileira de Coluna Dr. Junichiro Sado Júnior CRM-GO: 7608 SBOT : 7469 Membro Titular da Soc. Brasileira de Cirurgia de Joelho Dr. Paulo Silva CRM-GO: 6802 SBOT : 7208 Membro Titular da Soc. Brasileira de Quadril Dr. Sandro da S. Reginaldo CRM-GO: 6806 SBOT : 7245 Membro Titular da Soc. Brasileira de Cirurgia de Ombro e Cotovelo Dra. Nany Sado CRN1-GO: 10683 Nutricionista

Av. T3 c/ T53 N. 2199 Qd.100 Lt.13 a 15 (Hospital Unique) St. Bueno, Goiânia - GO - CEP. 74210-245 Tel: (62) 3089-9119 / 3089-9000 / 9463-5757

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O desafio de aprimorar a qualidade da revista SBOT-GO se concretiza a cada edição

Sandro Reginaldo Editor da Revista SBOT-GO

Um dos compromissos assumidos por mim enquanto editor da revista SBOT-GO durante a gestão 2016 foi manter e aprimorar a qualidade a cada edição. Para tanto, procuramos estabelecer colunas especiais para exaltar o Estado e os profissionais associados que trabalham aqui e, como consequência, tornar a leitura dinâmica e agradável. Na coluna Conheça Goiás, da última edição, a música goiana foi ressaltada e, agora, chegou a vez de falarmos sobre a poesia e doçura da renomada escritora goiana Cora Coralina. Esta edição traz o feedback dos eventos de atualização científica nas áreas de quadril, coluna, mão e membros superiores ocorridos no último mês e os relatos dos associados que participaram do Fórum da SBOT em Fortaleza. Com a proximidade da 9ª JOTRAHC, nos preocupamos em divulgar os trabalhos científicos do evento. Ademais, agradecemos imensamente aos parceiros que tornam possível a divulgação da revista e continuamos contando com sugestões, críticas e colaboração dos parceiros que devem ser encaminhadas para nosso e-mail sbotgo@sbotgo.org.br. Grande abraço!

Grandes momentos constroem o ano da SBOT-GO Ao chegarmos na metade do ano, podemos reconhecer que a SBOT-GO se fortalece a cada evento realizado. As reuniões do clubes de quadril, da coluna e dos membros superiores eleva Goiânia a um patamar de qualidade indiscutível no compartilhamento do saber médico. Mas o ano ainda reserva grandes momentos. Realizaremos a 9ª edição da JOTRACH em Caldas Novas de 16 a 18 de setembro. Adicionado ao tradicional objetivo científico, o evento possibilitará aos participantes e seus familiares momentos inesquecíveis de alegria e confraternização. As memórias virão à tona nos desafios e conquistas na realização dessa Jornada. Por isso reiteramos o convite especial a todos os membros da SBOT-GO para juntos vivermos esse momento histórico para nossa Sociedade. Muito obrigado!

EXPEDIENTE Diretoria Executiva Presidente: Carlos Eduardo Cabral Fraga 1º Vice-Presidente: Marcelo Torres 2º Vice-Presidente: Frederico Barra de Moraes 1º Secretário: Alano Ribeiro de Queiroz 2º Secretário: Aurélio Felipe Arantes 1º Tesoureiro: Márcio Oliveira Calábria Júnior 2º Tesoureiro: Thiago Barbosa Caixeta

Editor da SBOT-GO: Sandro Reginaldo Membros da Comissão de Publicações e Divulgação: Alexandre Daher Albieri, Monres José Gomes e Murilo Daher Sua opinião é importante! Envie críticas e sugestões para sbotgo@sbotgo.org.br

Carlos Eduardo Cabral Fraga presidente da

SBOT-GO

Editora: Denyze Nascimento Redação: Bruno Fiuza e Denise Soares Arte Final: Thálitha Miranda e Adriani Grün Fotografia: Contato Comunicação e SBOT

Distribuição: gratuita e dirigida Periodicidade: trimestral Endereço: Rua 27-A, nº 150, Setor Aeroporto Goiânia-GO - CEP: 74075310 Telefone: 62 3224.3737

PUBLICAÇÃO COM QUALIDADE:

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Clube do Quadril ganha força no cenário científico goiano Reuniões promovem debates e trocas de experiências

O 2º Clube do Quadril da Regional Centro-Oeste ocorreu no dia 21 de maio, em Anápolis-GO, no Hotel Comfort, e reuniu especialistas de todo país. O encontro científico teve como tema o Trauma no Quadril e Complicações em Artoplastia Total do Quadril. O evento é fruto da parceria entre a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e Sociedade Brasileira de Quadril – Regional Centro Oeste. Segundo o ortopedista Leandro Alves Oliveira, presidente da Regional Centro-Oeste da SBQ, esse foi o primeiro clube do quadril realizado no interior do estado e contou com a presença de 56 cirurgiões de quadril, ortopedistas e residentes. “O quórum amplo e qualificado, proveniente do apelo da experiência e conceito dos palestrantes, demonstra o crescimento e amadurecimento da cirurgia do quadril na nossa regional”, afirma Leandro. O especialista em quadril e doutor em Ciências da Saúde, Rodrigo Guimarães, veio de São Paulo para

compartilhar suas experiências com os congressistas. Também participaram do evento expoentes da ortopedia goiana, motogrossense e brasiliense. 1° ClubE Do QuaDrIl Dois meses antes, ocorria o 1º Clube do Quadril da Regional Centro- Oeste. O encontro foi realizado em 29 de março e reuniu, segundo Leandro Oliveira, 43 cirurgiões de quadril e ortopedistas da área. Assim como o evento mais recente, marcaram presença no Clube do Quadril, profissionais da capital e interior do estado de Goiás e Brasília. O apreço pela qualidade dos módulos e palestras parece ter sido estabelecido

desde sua gênese. No primeiro encontro, a discussão interativa pautou casos clínicos de Artroplastia Total do Quadril em pacientes com osteodistrofia renal, fraturas periprotéticas, fraturas do anel pélvico e tratamento da pseudoartrose colo femoral, apresentados pelos doutores Fernando Portilho Ferro e Cláudio Castro (GO) e Anderson Freitas (DF).

Reunião do Membro Superior discute casos clínicos Encontro ocorreu no dia 26 de abril e contou com a presença de ortopedistas experientes e residentes, além de iniciantes nas subespecialidades

A Reunião do Membro Superior foi realizada no dia 26 de abril, no restaurante Chaguinha, no setor Jardim América. Na ocasião, cerca de 45 ortopedistas compartilharam conhecimentos. “Nosso tema central é sempre a discussão de casos clínicos vivenciados no consultório. O intuito é sempre promover maior integração entre os colegas de diversos serviços”, afirma o coordenador da Reunião,

Jaime Guiotti. Ainda de acordo com o especialista, os encontros realizados são sempre uma oportunidade para que ortopedistas residentes e iniciantes nas subespecialidades possam ouvir e discutir com aqueles que tem mais experiência. Dessa forma sempre é possível atualizar os conhecimentos. “A última reunião, como sempre, foi de grande proveito para todos”, comenta Guiotti. Após a troca de saberes, os

participantes saborearam um delicioso jantar patrocinado pelos colaboradores.


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Ortopedistas goianos participam em Florianópolis de estudo do ombro e cotovelo Congresso reuniu profissionais e palestrantes nacionais e internacionais para discutir inovações no tratamento dessas articulações

A Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) realizou entre os dias 31 de março e 2 de abril o XI Congresso Brasileiro de Cirurgia de Ombro e Cotovelo e o II Congresso Brasileiro de Reabilitação de Ombro e Cotovelo, na cidade de Florianópolis, Santa Catarina, no resort Costão do Santinho. O sucesso do evento foi corroborado pelo público de 850 pessoas entre residentes, médicos e especialistas no assunto. Durante três dias, os participantes se inteiraram das últimas inovações e descobertas acerca de fraturas, luxações e lesões de tendões dessas articulações. O presidente da SBCOC, Alberto Myazaki, destaca que o congresso foi um importante momento de troca entre renomados especialistas sobre o que há de novidade no tratamento do ombro e cotovelo. O congresso contou com palestrantes nacionais e convidados estrangeiros como Hiroyasu Ikegami (Japão), Lionel Neyton (França) e Guiseppe Porcellini (Itália). A apresentação desses convidados mostrou que, embora as doenças, diagnósticos e procedimentos terapêuticos sejam semelhantes entre os países, existem perspectivas diferentes na abordagem sobre esses procedimentos e cura dos pacientes. De acordo com ortopedista Jaime Guiotti Filho, o evento demostra o fortalecimento da SBCOC. “A Sociedade cresce cada vez mais e tem dando espaço a todos os médicos de diversas

regiões do Brasil. Isso refletiu nos trabalhos apresentados”, comenta o médico. O espaço de temas livres no congresso permitiu que todos os profissionais compartilhasssem o que está sendo praticado no seu cotidiano. Segundo Guiotti, o nível de discussão trazido pelos convidados internacionais, embora interessantes, não se sobressaem àquilo que estava sendo discutido em nível nacional. Outro elemento que chamou a atenção do ortopedista foi a realização, pela primeira vez, da avaliação para novos subespecialistas em cirurgia do ombro e cotovelo. A SBCOC coordena os serviços para o treinamento de novos médicos. Em Goiânia, os locais que fazem esse tipo de serviço são Instituto Ortopédico de Goiânia (IOG), coordenado Jaime Guinotti, e o Hospital das Clínicas (HC), coordenado por Sandro Reginaldo.

Além do trabalho para avaliação, que era o comum até essa edição do congresso, os residentes fizeram uma prova, Guiotti foi um dos examinadores. “Além de ser muito bom ter participado, foi uma grata surpresa. Os médicos, inclusive os de Goiânia, estão bem preparados e treinados. Os quatro goianos, dois do IOG e dos dois do HC, se saíram muito bem na prova”, afirma Guiotti. O ortopedista, um dos representantes da SBOT-GO no Congresso, apresentou a palestra Necrose Avascular Pós fratura da Extremidade proximal do úmero. A abertura a diversos temas livres reafirma a força da SBCOC, que por meio do congresso bianual, abre oportunidades para que todos participem da melhor maneira possível. “A Sociedade se abre de forma atrativa para que todos tenham oportunidade de crescer com ela” finaliza. SERVIÇOS

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RT: Dra. Ana Carolina de Oliveira e Silva Montandon - CRM - 8484

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36° Congresso Brasileiro de Cirurgia de mão ocorreu em SP Lesões da mão em atletas foi um dos principais temas discutidos

Em 2016 o Brasil sediará as Olimpíadas. Pensando nisso, a Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM) realizou o 36º Congresso Brasileiro de Cirurgia de Mão, em São Paulo. O evento ocorreu de 26 a 28 de maio e contou com a presença de vários palestrantes internacionais, como A. Lee Osterman e Ronaldo Carneiro (EUA) e Fernando Hidalgo Cisneros

(Equador). “Além dos palestrantes, o congresso contou com salas de debates com mesas redondas, onde os especialistas puderam expressar suas opiniões”, afirma o Mário Yoshihide Kuwae, ortopedista e especialista em cirurgia da mão. O congresso teve como temática principal as lesões da mão em atletas, mas também discutiu sobre as pato-

logias congênitas na mão, fraturas de cotovelo, punho e mão. O evento teve participação de quase 700 congressistas e vários convidados internacionais. “Pude observar que a cirurgia de mão no Brasil está em nível de desenvolvimento satisfatório. As discussões sobre os aspectos técnicos foram bem elevadas. Também debatemos sobre os avanços da cirurgia de mão”, revela Kuwae.

Cirurgias endoscópicas e deformidades da coluna vertebral são temas da Reunião da Coluna e do PEC Eventos se consolidam como momento de atualização para ortopedistas e neurocirurgiões do estado e região

Nos dias 6 e 7 de maio Goiânia foi palco, respectivamente, das reuniões do Clube da Coluna e do Programa de Educação Continuada (PEC) sobre a coluna, ambos realizados no Castro’s Hotel. Os eventos foram um sucesso de público, contando com aproximadamente 40 participantes em cada dia, sendo composto por médicos ortopedistas, neurocirugiões, residentes e acadêmicos de Medicina, tanto de Goiás e Brasília. O Clube da Coluna teve enfoque na discussão de casos clínicos diversos. Geralmente realizada às terças-feiras, no primeiro e no segundo semestre do ano, a data foi modificada por uma excepcionalidade. “A reunião do clube da coluna foi realizada na véspera do PEC para que pudéssemos aproveitar a presença do convidado nacional, o Dr David Del Curto, médico da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), na discussão dos casos e servir de incen-

tivo para colegas de outras cidades participarem”, diz Murilo Daher. A reunião da PEC da coluna “teve foco nas cirurgias endoscópicas, correções de deformidades e na revisão de conceitos sobre doenças degenerativas”, esclarece o ortopedista Aurélio. Além da participação do Dr. David Del Curto, palestraram dois convidados locais, os doutores José Umberto Vaz de Siqueira e Murilo Daher. Houve a realização de palestras e duas mesas redondas pela manhã do dia 7. OBJETIVOS As duas reuniões tiviram como objetivo discutir casos complexos e servir de momento de confraternização entre os participantes. “O enfoque é sempre clínico, baseado na discussão de casos. O intuito é que os participantes levem os seus casos, resolvidos ou não, servindo de aprendizado e nos permitindo melhorar o cuidado do nosso paciente”, revela Daher.

Dr. SÉRGIO DAHER, Dr. DAVID DEL CURTO (convidado nacional), Dr. MURILO DAHER, Dr. AURÉLIO ARANTES

A realização bem sucedida dessas reuniões possibilita que Goiânia sedie mais eventos da SBOT nacional, o que é sempre um ganho para os profissionais e interessados na área de ortopedia e traumatologia. Para tanto, a participação dos ortopedistas do estado é fundamental, já que dão peso e consistência aos acontecimentos. O desejo dos organizadores é que o Clube da Coluna se fortaleça no calendário da ortopedia goiana, se tornando um evento tradicional assim como os outros clubes já realizados há vários anos na capital.


CongResso | 7

Minas Gerais recebe 48º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia Evento contará com a presença de renomados palestrantes nacionais internacionais

Ortopedistas de renome nacional e internacional se reunirão em Belo Horizonte (MG) para o 48° Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia (CBOT). O evento ocorre de 17 a 19 de novembro no Expominas – Centro de Feiras de Minas Gerais George Norman Kutova. De acordo com o presidente do CBOT, Francisco Nogueira, além das palestras com convidados internacionais, haverá sala única na qual todos os congressistas estarão lado a lado e bem próximo dos expositores. “Teremos um fórum de defesa profissional com a presença de três membros da Academia Americana de Ortopedia. Eles

discutirão suas experiências frente a um tema que interessa de perto a todos nós ortopedistas”, ressalta. Este ano o CBOT terá um formato diferente. Além do palco central, os congressistas usarão fones de ouvidos individuais e poderão sintonizar com os palestrantes de suas áreas. Haverá ainda o fórum de defesa profissional onde serão discutidos temas como a valorização do ortopedista, a relação com os planos de saúde, a introdução do jovem ortopedista no mercado de trabalho, entre outros”, afirma. A parte social do CBOT está sendo preparada cuidadosamente, procurando mostrar o que Minas tem de melhor em

Presidente do 48° CboT, FraNCIsCo NoguEIra

matéria de gastronomia, cultura e diversão. “Venham e tragam seus acompanhantes, pois esse evento está sendo preparado de modo especial para você ortopedista brasileiro”, Finaliza Francisco Nogueira.

Marco Antônio Percope será o presidente científico do 49° CBOT Ainda falta um pouco mais de um ano para a 49ª edição do Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia (CBOT) que será realizado em Goiânia-GO de 15 a 18 de novembro de 2017. O presidente da SBOT em 2017, João Maurício Barretto, se alegra em anunciar o doutor Marco Antônio Percope como responsável pela comissão científica do 49° CBOT.

Percope é mestre e doutor em Medicina pela Unifesp e possui forte ligação com a regional Goiás. Segundo Sandro Reginaldo, presidente do 49° CBOT, a escolha levou em consideração os laços profissionais e de amizade. “Tê-lo como responsável pela comissão científica agrega ainda mais valor a 49ª edição do CBOT em 2017”, enfatizam Sandro e João Maurício.

Especialidades:

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COMEMORAÇÃO

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Programação científica da 9ª edição da JOTRAHC está definida Para celebrar os 20 anos do 1º Encontro, evento reunirá ciência e lazer nas águas quentes de Caldas Novas

A 9a edição da Jornada de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de Goiás (JOTRAHC) está com a programação científica definida. O ortopedista Paulo Silva é o responsável pela fundamentação técnica do evento e trabalha com esmero e dedicação para garantir um momento de atualização científica de alta qualidade. O tradicional evento ocorre de 16 a 18 de setembro no Ecologic Ville Resorts & Spa, em Caldas Novas. Neste ano, em comemoração aos 20 anos do 1° Encontro dos ex-residentes e ex-estagiários, a programação foi rigorosamente selecionada para ressaltar o valor dos profissionais que de alguma maneira estão ligados ao departamento. Convidados especiais A Jornada oferecerá, além de temas gerais da área e de tratamento ortopédico, atualização sobre trauma. “Nesta edição comemorativa da JOTRAHC, traremos o ortopedista de renome nacional Emerson Kiyoshi Honda, especialista em cirurgia de quadril e referência entre ortopedistas”, revela Paulo Silva. Outros convidados de renome confirmados são o especialista em joelho, José Ricardo Pécora, e a espe-

cialista em fisiatria, Mara Lúcia Rassi Guimarães. “Preparamos ainda outras atividades que englobam desde a parte de cirurgia ortopédica à prevenção de fenômenos tromboembólicos”, informa. O hematologista, Renato Sampaio, dedicado ao tratamento e prevenção das alterações que ocorrem na ortopedia também palestrará no evento. Os temas circundarão os aspectos ósteo metabólicos e, para dar sequência a tradição, serão realizados quatro clubes de especialidade (joelho, quadril, coluna e membros superiores). “Nessa JOTRAHC daremos ênfase à criação e produção científica. Teremos apresentação de temas livres em horário nobre”, comenta.

Coordenador Científico da JOTRAHC, ortopedista Paulo Silva

Premiação Em comemoração aos 20 de JOTRAHC, haverá uma premiação em dinheiro para a melhor apresentação de temas livres. “A premiação tem o nome de Dr. Geraldo Pedra e será entregue pela neta dele, a Dra. Renata Pedra. Outra premiação que temos é a Dr. Mário da Paz, que será entregue pela sua filha Dra. Adriana Sabattini”, informa. Os ortopedistas Geraldo Pedra e Mário da Paz são grandes nomes da ortopedia goiana. Paulo Silva afirma que eles são precursores da

medicina em Goiás, profissionais que engrandeceram a ortopedia goiana e construtores de um nome forte de seriedade e ética. A 9a edição da JOTRAHC será, além de um momento ímpar de atualização científica, um importante encontro de atividade social entre os ex-residentes, ex- estagiários e envolvidos com o Hospital das Clínicas. “Teremos coffe break, churrasco, jantar e muito mais. Tudo com objetivo de promover a interatividade entre os profissionais”, assegura Paulo Silva.


JoTraHC, Há 20 aNos ProPorCIoNaNDo TroCa DE CoNHECIMENTos CIENTÍFICos E CoNFraTErNIZação

Churrasco de confraternização na JoTraHC 1996

Churrasco de confraternização na JoTraHC 2002

lançamento do livro História da ortopedia em goiás durante a JoTraHC 2006

JoTraHC 2014

Edegmar Nunes e sandro reginaldo (organizadores do 1° Encontro)

Dr. Mário da Paz e Dr. Edegmar Nunes ao centro com residentes e ex residentes

Carlos Fraga e Fabroni

Descontração dos participantes da JoTraHC 2006

JoTraHC 2012


FÓRUM

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Formação de Frente Parlamentar de Medicina recebe apoio da SBOT-GO Proposta do médico e deputado Henrique Mandetta visa dar apoio e infraestrutura para uma atualização mais profissionalizada a áreas específicas da medicina

Um dos eventos mais tradicionais promovidos pela SBOT, o Fórum estratégico, ocorreu neste ano na cidade de Aquiraz, próxima A Fortaleza (Ceará), entre os dias 29 e 30 de abril, e contou com a presença de médicos ortopedistas e líderes políticos como o deputado José Henrique Mandetta, que propôs a criação de uma frente parlamentar de medicina. A proposta do deputado Mandetta recebeu apoio da SBOT Nacional e da Regional Goiás. Entidades presentes no Fórum como Associação Médica Brasileira (AMB) representada por Lincoln Lopes Ferreira, o Conselho Federal de Medicina (CFM), por Anastácio Kotzias, e a American Academy of Orthopaedic Surgery (AAOS) por Stuart W. Weinstein, Will Shaffer e Graham Newson, manifestaram apoio à ação política. Existe no Congresso brasileiro uma Frente Parlamentar da Saúde, entretanto, segundo o médico e deputado Mandetta, esta organização política atua de maneira dissonante porque abrange diversas searas da saúde. “O que nós queremos é formar uma Frente da Medicina, com apoio de um instituto a ser criado para dar apoio e infraestrutura para uma atuação mais profissionalizada”.

profissional médico no exercício de sua profissão”. Para os associados, o fórum foi proveitoso no sentido das propostas objetivas que deverão ser levadas à frente pela atual e próximas gestões da SBOT.

Goiás no Fórum Representando a regional de Goiás, os doutores Sandro Reginaldo, Edegmar Nunes e Grimaldo Ferro participaram do Fórum da SBOT de 2016. De acordo com Dr. Ferro, as pautas elaboradas pela atual diretoria vão promover a viabilização de uma melhor representatividade da ortopedia e das entidades Médicas como um todo, junto à Câmara dos Deputados e ao Congresso Nacional. Ainda de acordo com Ferro, essa inovação política poderá “assegurar melhores caminhos para uma medicina de qualidade para a sociedade brasileira e melhor qualidade e eficiência do

Inspiração Nos Estados Unidos, os médicos dispõem de um sistema organizado que garante a proteção dos profissionais da saúde. No sentido de fomentar e nortear ações afirmativas e de engajamento, a American Academy of Orthopaedic Surgery participou do evento, por meio de videoconferência virtual e proporcionou aos participantes diálogo direto e simultâneo com os doutores Stuart W. Weinstein, Will Shaffer e Grahan Newson, do braço de advocacy da AAOS. A troca de informações entre os profissionais norte-americanos e brasileiros foi positiva no sentido de compartilhar

as lutas políticas lideradas nos Estados Unidos que culminaram no sistema vigente. De acordo com os membros da AAOS, as atividades-chave são o braço educacional e político. Newson alertou os colegas “se vocês não se colocam na mesa de discussões, vocês vão parar no menu”. Para que a discussão incisiva possa ser feita de forma e coerente, a união entre os profissionais da medicina, sobretudo, entre os ortopedistas, é indispensável. O membro da AAOS, Stuart Weinstein reforçou a importância dos ortopedistas se manterem unidos, independentemente das subespecialidades. Ao ensejo, o secretário-geral da SBOT, Jorge Santos Silva defendeu a institucionalização da política da entidade. “Assim como a AAOS tem um braço político, nós da SBOT também devemos ter uma SBOTPol, para ir além daquilo que já fazemos de melhor na educação continuada”.


interior | 11

Superação marca a trajetória da ortopedia em Jataí Apesar dos desafios, os profissionais da região estão atentos as novidades da área

De acordo com o ortopedista Walgmar Ramos de Oliveira, praticar a medicina no interior dos estados sempre foi um enorme desafio. Atuando em Jataí desde 1979, o especialista recorda que a maior dificuldade era acompanhar os avanços técnicos científicos, fator que foi amenizado com o advento da internet, que possibilitou uma atualização mais frequente dos profissionais, principalmente pela educação continuada da SBOT. Segundo Walgmar, os empecilhos são maiores para os profissionais que trabalham no interior. “Às vezes nos falta material de trabalho, com isso temos que lidar com o que temos disponível, mas sempre visando o benefício do paciente”, afirma. Apesar dos inúmeros obstáculos, os avanços são visíveis e facilitam a prática

dos profissionais em Jataí. “Uma das conquistas é a torre de artroscopia que hoje faz parte de alguns hospitais da região. A segunda é o arco cirúrgico que facilitou muito nosso trabalho”, revela. A ligação de Walgmar com o interior é marca de sua criação, associada a enorme deficiência de ortopedista em Jataí naquela época. “No início só havia eu e mais outro ortopedista. Mas por vários anos fui o único profissional da área atuante na cidade”, recorda. Independente dos desafios, Jataí conta atualmente com seis profissionais que conseguem suprir as necessidades da população. “Tínhamos grandes dificuldades em algumas sub-especialidades. Mas hoje contamos, por exemplo, com cirurgião de joelho e ombro. A demanda por essas áreas era grande na cidade”, diz Walgmar.

Ortopedista Walgmar Ramos de Oliveira

Há uma enorme expectativa de Jataí sediar um evento da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT-GO) que se encontra em germinação. Balizado pelos efeitos positivos do congresso realizado em Rio Verde, no ano passado, Walgmar considera que será profícuo para a cidade e região a realização do evento. “É de suma importância a atitude da SBOT-GO em trazer jornadas para o interior, promovendo a integração cientifica e social dos membros”, enaltece Walgmar. Mesmo com a carência de eventos na região, os profissionais se esforçam para estarem sempre atualizados por meio dos eventos da SBOT. Desta forma, eles mantém contatos com conhecimento de ponta. “Os desafios e as dificuldades são grandes, mas a compensação é maior”, finaliza Walgmar.


longe dos ossos do ofício

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“No braço desta viola quero contar quem eu sou” Desaguar desenganos pelos fios das cordas de um violão é um privilégio que várias pessoas apreciam, mas poucas, de fato, contemplam de forma completa, participativa e una. A música revigora o espírito e a alma dos ortopedistas que, por vezes, se esgotam na rotina de plantões e cirurgias. O violão e a viola, neste caso, são o bálsamo da vida dos doutores Aurélio Felipe Arantes e Carlos Roberto Garcia.

Ortopedista Aurélio Felipe Arantes: “acho que o contato com a música nos faz pessoas melhores”

Aurélio Felipe Arantes Existem várias formas de aliviar as tensões cotidianas. Na vida do ortopedista Aurélio Felipe Arantes, ela dissipa-se pelos dedos. O violão é o companheiro das horas vagas, tempo em que ele aperfeiçoa o seu hobby. O lar é o reduto de sua arte e os familiares e amigos seu público fiel. Sem pretensões artísticas, o médico imerge na música como forma de apreciar o mundo. O gosto pela boa música vem de berço. “O pouco que sei teve influência direta do meu pai, que também é médico e toca violão melhor do que eu”, conta sorrindo e rendendo homenagens ao ilustre progenitor que o encaminhou pelos caminhos da medicina e da arte.

Duas searas aparentemente tão distantes, a medicina e a música, podem sim caminhar juntas. O gosto pela arte desenvolve a sensibilidade, tão necessária à prática médica. De certa forma, isso influencia Aurélio em sua profissão. “Acho que o contato com a música nos faz pessoas melhores”, reflete. Entre seus artistas preferidos estão bandas como Beatles, U2 e Paralamas do Sucesso. Mas o ortopedista também é fã Dire Straits e do lendário Elvis Presley. “Admiro o verdadeiro músico”, relata o ortopedista. Por gostar de várias canções, fica difícil escolher uma especial. No entanto, o olhar amoroso, mas crítico em relação a arte, o impede de coadunar com o mau uso da música por vezes realizado pelas gravadoras.


Carlos Roberto Garcia Ortopedista e violeiro entusiasmado, Carlos Roberto Garcia aprendeu a tocar violão e viola em virtude da admiração que sentia quando escutava alguns músicos. Os instrumentos e a medicina são suas grandes paixões. Apesar de considerar a prática um hobby, o médico já chegou a fazer algumas aulas de viola, mas por falta de tempo não pôde continuar. Embora não se arrisque a fazer apresentações em público, Carlos confessa que gosta de tocar aos finais de semana em churrasco com amigos e familiares. O ortopedista também dispõe de um repertório favorito. “Meus amigos só me deixam tocar caso eu comece ou termine a cantoria entoando a música Boate Azul, de Benedito Seviéro”, revela. Natural de Itaguaru-GO, Carlos se acostumou desde a tenra infância a ver e ouvir os tios tocarem violão. Com isso, a vontade de aprender sobre música foi crescendo ao longo dos anos. “Inicialmente tive a influência dos meus tios que tocavam violão, depois vieram as revistinhas, músicas cifradas e atualmente a internet me ajuda. Agora, em relação à viola eu peguei algumas aulas, mas por pouco tempo”, conta.

Apesar da paixão pela música, o ortopedista revela em tom de brincadeira que nunca cogitou seguir a carreira de músico. “Como violeiro sou melhor sendo ortopedista”, diz. Segundo Carlos, ser médico assim como ser músico requer uma coisa em comum: disciplina, dedicação e entusiasmo. É trivial na vida de quem estuda música buscar inspiração em determinado artista e com o ortopedista não foi diferente. Admirador da música sertaneja de raiz e da nordestina, ele cita alguns de seus cantores favoritos. “Durante o tempo que morei no nordeste estouraram nomes como Fagner, Zé Ramalho, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, e toda essa turma. Mas gosto também dos cantores tradicionais como Tião Carreiro, Chitãozinho e Xororó e Leandro e Leonardo”. Apesar de não almejar carreira musical, o ortopedista revela que gostaria de ter mais tempo para se dedicar ao estudo dos instrumentos que toca. Depois de 13 anos morando no Maranhão, ao retornar a Goiânia, Carlos foi muito bem recebido pelos colegas de profissão, pela sociedade e pelos amigos da ortopedia. Segundo ele, “Goiânia está muito bem servida de ortopedistas”.

Ortopedista Carlos Roberto Garcia

Ortopedista Carlos Roberto Garcia e seu filho LUÍS FELIPE


ConHeça goiÁs

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O doce coração de Cora Coralina Do seio de Goiás brotou uma das maiores escritoras do país

Cora Coralina, na aurora dos seus 76 anos, publicou a obra Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais, seu primeiro livro, em 1965. Desde então, o mundo passou a saborear as doces palavras de sabedoria, consolo e saudade da poetisa, doceira e contista de tempos passados e presentes. A simplicidade da escritora é um tesouro da literatura nacional. Ela nasceu e cresceu na casa velha da ponte sob o nome de Ana Lins de Guimarães Peixoto. À época, era comum batizar as meninas da cidade com o nome de Ana, em homenagem a padroeira, Sant’Ana. Aos 15 anos, a jovem passou a usar o pseudônimo Cora, o Coralina veio depois. “Não queria que a minha glória literária fosse atribuída a outra Ana mais bonita do que eu”, confessou certa vez. A escritora alcançou seu intento. Alheia aos modismos literários, a poetisa escrevia com afã. Sua neta Ana Maria Thanan revelou em seu blog que a avó escrevia sobre qualquer papel que lhe caísse às mãos. “Se a inspiração transbordasse, desprezava os limites, ia desenhando letras pelos cantos (...). Se tivesse tempo, passava a limpo, em cadernos caprichados ou em blocos de carta. Caso contrário, ficavam por ali, esquecidos em meio a livros, recortes, folhetos. Perdidos nos guardados”. A simplicidade de Cora se contrasta com atitudes precursoras. Aos 20 anos, lutou contra o conservadorismo de sua época ao deixar Goiás para se casar com

A CASA DA PONTE Protagonista na história de Cora, a casa da ponte tornou-se o Museu Casa de Cora Coralina em memória à poetisa em 1989. Atualmente, a obra da escritora é contada de maneira interativa no local. O público tem acesso a vídeos, holografias, sons e objetos pessoais compõem a exposição permanente. A casa velha da ponte é uma edificação oriunda do século XVIII. Ela pertenceu ao pai de Cora, o desembargador Francisco Lins dos Guimarães Peixoto. A arquitetura colonial, com paredes de pau a pique e adobe resiste

Cantídio Tolentino de Figueiredo Bretas, pai e separado. Nesse período, distante do solo goiano, ela publicou artigos em jornais da cidade de Jaboticabal (SP). Quando questionada sobre esse tempo, ela confidenciou “nunca me apaulistei, nunca me ausentei”. Viúva e com filhos criados, Cora voltou a Goiás onde vendeu livros, doces, e manteve os ofícios até o fim dos seus dias. ENTrE PoETas A projeção nacional de Cora surgiu com a segunda edição de Poemas dos Becos de Goiás. A obra foi lançada pela editora da Universidade Federal de Goiás (UFG), em 1978, e um dos exemplares foi encaminhado ao poeta Carlos Drummond de Andrade. O encanto de Drummond foi instantâneo, a ponto que, não possuindo referências sobre Cora, enviou uma carta à UFG. “Cora Coralina. Não tenho o seu endereço, lanço estas palavras ao vento, na esperança de que ele as deposite em suas mãos. Admiro e amo você como alguém que vive em estado de graça com a poesia. Seu livro é um encanto, seu verso é água corrente, seu lirismo tem a força e a delicadeza das coisas naturais. Ah, você me dá saudades de Minas, tão irmã do teu Goiás! Dá alegria na gente saber que existe bem no coração do Brasil um ser chamado Cora Coralina. Todo o carinho, toda a admiração do seu Carlos Drummond”, dizia a epístola.

às cheias do Rio Vermelho. O museu valoriza e preserva a história da poetisa. A casa Cora Coralina está na cidade de Goiás na Rua D. Cândido, 20 e recebe visitantes de terça-feira a sábado das 9 horas às 15h45 e aos domingos das 9 às 13 horas. A história de Cora ainda se perpetua pelas ruas da Cidade de Goiás, belíssima cidade de fácil acesso localizada a 141 quilômetros de Goiânia. A antiga capital do estado é um forte expoente turístico. O município recebeu da Unesco em 2001 o título de

A partir dessa publicação, os poetas trocaram cartas e elogios. A medida em que o reconhecimento do talento de Cora crescia em todo o país, a poetisa não perdia a humildade e serenidade. Tais características, aliadas a originalidade da escrita, tornaram-se sua marca pessoal. A poetisa viveu os últimos dias na velha casa da ponte, local que a esperou regressar após 40 anos distante, para juntos espalharem sobre a terra, e sob as águas do Rio Vermelho, a interpretação de miudezas singelas que trazem graça à vida. Cora faleceu aos 95 anos em Goiânia e deixou como herança uma lição de força e sabedoria.

Patrimônio Histórico da Humanidade e oferece conforto, prazer e comodidade aos visitantes, que podem além de conhecer a história da poetisa, visitar cachoeiras e edificações históricas.


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