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Histórias contadas Conta-me histórias

Alex Ladus ……………………

2

Capuchinho Vermelho

Caiser Gomes …………………

3

A aventura

Frederico Santos …………….

4

A ambição

Janice Semedo ……………….

5

A Branca de Neve

Joana Marques ………………

6

O cão do João

João Silva ……………………….

7

Os namorados no campo

José Ramos …………………….

8

O dia em que parti a cabeça

Márcio Gonçalves …………

9

A menina que era sereia

Milene Lopes …………………

10

Histórias que me foram contadas

Pedro Lima ……………………

11

O rapaz na escola

Pedro Silva ……………………

12

O peluche desaparecido

Pedro Branco ……………….

13

O jogo da época

Rafael Franco …………………

14

O urso

Ruben Soares …………………

15

Ser modelo é difícil

Susana Monteiro ……………

16

O Homem de Ferro

Tiago Caldeira ………………

17

Um grande sarilho resolvido

Victor Cardoso ……………….

18


Conta-me histórias… Era uma vez uma menina do campo que só se lembrava do campo coberto de flores e dos insetos que ela via. Essa menina conheceu um amigo mais ou menos da sua idade. Ela pensava que ele era o seu namorado porque ele estava sempre a dar-lhe prendas. A primeira prenda que ele lhe deu foi uma flor. Com para ela a amizade era uma coisa muito bela, a menina pensou que também devia oferecer uma prenda para não fazer desfeita. Então foi ter com ele e perguntou-lhe o que queria ganhar de presente. Ele respondeu-lhe que queria que ela lhe contasse uma história. No final da história que ela contou, ele disse que tinha gostado muito e pediu: - Conta-me histórias…

Alex Ladus

2


Capuchinho Vermelho Era

uma

vez,

uma

menina

chamada

Capuchinho Vermelho. Um dia a mãe dela disse-lhe: - Capuchinho, leva este cesto à avó no outro lado da floresta. A Capuchinho perguntou: - No outro lado da floresta? A Capuchinho lá foi. À entrada da floresta ouviu um barulho mas não viu ninguém. Era um lobo que pensou logo: - Vou comer a Capuchinho e engolir o cesto. A Capuchinho foi andando até que chegou a casa da avó e gritou: - Avó, já cheguei e trago uma coisa para ti. Quando a Capuchinho foi ao quarto achou-a muito estranha. - Avó, por que tens o nariz tão grande? O lobo imitou a voz da avó e respondeu-lhe: - É para te cheirar melhor. - E por que tens os dedos tão grandes e a barriga também tão grande? O lobo respondeu-lhe: - Para te tocar melhor e para te comer. De repente, apareceu um caçador que matou o lobo e salvou a avó e a Capuchinho Vermelho.

Caiser Gomes

3


A aventura Era uma vez um menino chamado Fred que comprara um jogo havia pouco tempo. Mal terminou a compra, foi logo para casa experimentar o seu jogo novo. Quando ele chegou a casa, ligou o computador e chamou os amigos para jogarem juntos. Depois de todos terem instalado o jogo, foram jogar e lá começou a aventura. Eles começaram a apanhar madeira para um abrigo e também algumas ferramentas. Logo que acabaram de apanhar madeira e fazer o abrigo e as ferramentas foram matar uns porcos para comer. Já estava a anoitecer e de noite há muitos monstros. É claro que, eles pensaram em ir para casa para se protegerem dos monstros, mas resolveram que primeiro iam cozinhar as carnes que tinham apanhado. Depois de terem cozinhado as carnes, eles ouviram alguma coisa a bater à porta. Resolveram ir abrir a porta… O que teria acontecido? Até hoje ninguém sabe!

Frederico Santos

4


A AMBIÇÃO Era uma vez uma menina que vivia numa floresta cheia de árvores, flores e muita diversão. A menina chamava-se Mariana. Ela tinha dezasseis anos e vivia com os seus pais e os sete irmãos. A mãe era peixeira e o pai carpinteiro. Ela era a mais velha dos filhos do casal. Era ela que fazia tudo. Cuidava dos irmãos e da casa quando os pais iam trabalhar na vila. Mariana não gostava muito dessa vida de pobre. Digamos assim que ela era ambiciosa. Passado um tempo foi morar com uma família bastante rica. Naquela família havia uma menina bonita de olhos verdes e de cabelo liso que se chamava Hortense. A Hortense foi para a escola de Mariana e ficou na mesma turma.

Um dia, os alunos da sala da Mariana tinham que fazer um trabalho sobre “A ambição e a pobreza”. Hortense foi a primeira a apresentar o texto dela em que contava que não gostava da vida que tinha. Ela queria ser normal como as outras pessoas. Ao ouvir o texto da Hortense, Mariana começou a chorar de emoção.

Janice Semedo

5


A Branca de Neve Era uma vez uma menina chamada Branca de Neve, que vivia numa aldeia ao pé de uma floresta. Essa menina tinha uma irmã e uma madrasta muito más que tinham inveja dela. Certo dia, a madrasta da menina chamou um caçador para matar a Branca Neve. Mas um rapaz que tinha ouvido a conversa foi avisar a Branca de Neve. Ela fugiu para a floresta e o caçador não teve coragem para a matar. Quando fugiu, a Branca de Neve escondeu-se numa casa. Ao final da tarde, apareceu um anão que queria saber o que ela estava ali a fazer. Mal apareceram todos os anões, a Branca de Neve contou o que se tinha acontecido. Então os anões reuniram e concordaram que a Branca Neve ficasse ali e assim foi. A Branca de Neve gostou muito de ficar com seus novos amigos.

Joana Marques

6


O cão do João

O João tinha um cão. Ele brincava muito com o seu cão chamado Boneco. Os dois amigos, João e Boneco, até gostavam de jogar à bola no campo.

João Silva

7


OS NAMORADOS NO CAMPO Era uma vez uma menina que tinha doze anos e gostava de andar nos campos. Essa menina conheceu um namorado e passou a andar pelos campos com o namorado. Um dia o namorado teve uma ideia e ofereceu-lhe uma flor. Quando a menina cresceu já não se recordava do nome do namorado, mas lembrava-se dos dias em que tinha passeado com ele. Lembrava-se que ele lhe tinha pedido: - Queria que me contasses uma história. A menina sabia muitas histórias e contou-as ao seu namorado. O menino gostou mesmo muito das histórias e ela sentiu-se muito feliz.

José Ramos

8


O DIA EM QUE EU PARTI A CABEÇA

Tudo começou quando me tinham chamado para ir jogar às escondidas. Eu respondi ”ok” e lá fomos. Quando começámos a jogar, passado de algum tempo, já ninguém queria jogar mais. Depois fomos fazer Guerra de Laranjas até que me acertaram. Eu comecei a atirar laranjas em todos. Um dos rapazes foi lá e queria dar-me um pontapé, mas eu desviei-me. O problema foi que caí e bati com a cabeça numa árvore. Fui para o hospital e levei dois pontos no golpe. Márcio Gonçalves

9


A MENINA QUE ERA SEREIA Era uma vez uma menina que morava no Brasil com a mãe e com a irmã. A menina morava no Brasil e gostava muito de ir nadar numa baía ao pé da casa onde vivia. Certo dia a menina foi nadar para a baía, como ia todos os dias, mas esse dia foi diferente. A menina resolveu ir à baía durante a noite. Para complicar, estava lua cheia… A menina entrou dentro da água e de repente viu uma luz que iluminava a água. Ela apercebeu-se de que estava a acontecer alguma coisa às suas pernas. Olhou para baixo e viu uma enorme cauda de sereia! Muito aflita começou a pensar… a pensar… e ouviu uma voz a dizer-lhe “Não tenhas medo. Tu foste escolhida para seres uma sereia”. A menina aflita não sabia como se desfazer da cauda e ligou à mãe. Queria avisar a mãe que nunca mais iria para casa. Assim foi! Nunca mais a mãe da menina teve notícias dela. A menina ficou a morar no mar nunca mais saiu. No mar viveu feliz para sempre!

Milene Lopes

10


Histórias que me foram contadas Um dia eu estava com a minha avó em minha casa e ela contou-me uma história sobre um homem que morava ao lado da casa dela. Ele chamava-se Gabriel e foi viver para França durante 3 anos. Um dia, ele estava a trabalhar e quando saiu foi para a sua casa, mas antes passou num mercado fazer compras. No mercado estava a haver um assalto. Quando ele entrou os ladrões pediram para lhes dar a carteira e o telemóvel. Ele recusou… e como o ladrão estava nervoso disse para o Gabriel entregar ou ele iria atirar. Como o Gabriel não respondeu, o ladrão atirou e fugiu logo para não ser preso. Quando os polícias chegaram viram um morto e foram verificar o cartão de cidadão dele. Identificaramno logo. A mulher foi para lá e contaram-lhe o que tinha acontecido. A mulher tratou logo do funeral. Mas a mulher, que agora ficara viúva, queria que os ladrões fossem presos. Então os polícias perseguiram os ladrões e descobriram que eles eram uns velhos amigos. Foram logo avisar a viúva, mas como os ladrões eram conhecidos não os prenderam.

Pedro Lima

11


O RAPAZ NA ESCOLA Era uma vez um rapaz que andava na escola mas não aproveitava o tempo para crescer e aprender. Em vez de estudar continuava a ter brincadeiras de aluno mais novo. Até gostava de dar carolos aos colegas como fazem os miúdos pequenos. Um dia os professores avisaram-no: - Só tens esta oportunidade para resolveres a tua vida e deixares os teus colegas em paz. De um dia para o outro, o rapaz mudou e percebeu que a escola é de todos. No final do ano foi a uma viagem fantástica com a sua Turma. Pedro Silva

12


O peluche desaparecido Fomos dar uma volta ao jardim, tinha eu 9 anos e levava o meu ursinho de peluche. Fui jogar à bola e pus o ursinho no banco do jardim ao pé da minha mãe e da minha irmã. Fomos embora e esquecemo-nos do ursinho. Quando cheguei a casa é que me apercebi que o tinha perdido. Fui a correr ter com a minha mãe e com o meu pai. Voltamos ao jardim, mas o urso já não estava no banco. Corri tudo mas não o encontrei. Fiquei muito triste. Uma semana depois, fomos ao café do parque e eu vi o meu ursinho. Fiquei tão contente que disse logo ao meu pai. O meu pai foi contar ao senhor do café e o senhor deu-mo outra vez. No final do dia, consegui voltar para casa com o meu urso de peluche que já não estava desaparecido. Pedro Branco

13


O jogo da época

Era um grande jogo C32 contra Tires. O jogo era em Tires. Havia muitas casas e muitos adeptos. O jogo começava e o Rafael tinha a bola. Passou por um adversário e rematou com muita, mas mesmo muita força! Só que por azar, a bola bateu na trave com muito estrondo. Depois a equipa do Tires fez um contra-ataque, mas a bola também foi ao poste. No final, Nuno Baeta, jogador do C32, passou a bola ao Rafael porque é um jogador que domina muito bem a bola. Ele marcou um grande golo. Assim, o jogo terminou 1-0. No noticiário até consideraram este jogo como o «Jogo da época». Rafael Franco 14


O urso Era uma vez um urso que ia todos os dias à mercearia comprar pão para o pequeno-almoço. Um dia, chegou à mercearia e viu que estava fechada. Foi perguntar e descobriu que a loja já não ia abrir mais. No dia seguinte procurou outra loja para comprar o seu pão. Andou pela cidade e quando regressou a casa encontrou o que procurava, uma padaria com pão quente.

Ruben Soares

15


Ser modelo é difícil Era uma vez uma rapariga que tinha 1.80 e vivia no Cacém. Ela chamava-se Maximiliana mas todos lhe chamavam Maxi. Ela tinha uma amiga que se chamava Débora e andavam as duas na mesma escola. Maxi tinha uma vida difícil. Ia para a escola com a mãe no carro que era um Mini. Como era muito alta, para entrar no carro tinha de se encolher toda e em casa para se ver ao espelho tinha de se baixar. Até que um dia foi ao centro comercial e uma senhora ficou a observá-la. Deu-lhe uma volta e até lhe fez algumas perguntas. No final perguntou-lhe se ela não queria ser modelo. Ela, a princípio, até achou estranho mas depois aceitou. A senhora pediu-lhe que fizesse um álbum com algumas das suas fotos. A Maxi assim fez. Passada uma semana, a senhora telefonou a marcar uma reunião para conversarem sobre o álbum de fotos e para marcarem uma sessão fotográfica. Para a sessão, a Maxi tinha de se maquilhar, pentear, fazer manicura e a pedicura. Logo que ouviu tantas recomendações, Maxi pensou que não iria ser fácil. Até pensou em desistir, mas preferiu arriscar e, mais tarde, alcançou o seu sonho de ser modelo.

Susana Monteiro

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O Homem de Ferro

Era uma vez, em Barcarena, um homem que foi às compras. De repente, viu uma mulher sendo assaltada. Como é óbvio, o homem não ficou parado. Então envolveu-se na luta e salvou a mulher. Eles apaixonaram-se, casaram e tiveram dois filhos. Os filhos do homem de ferro tornaram-se tão valentes como o pai. Era uma família muito corajosa. Tiago Caldeira

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Um grande sarilho resolvido Era uma vez uma menina, que se chamava Marta. Certo dia, essa menina estava num grande sarilho. A menina tinha 13 anos. Tinha cabelos encaracolados, olhos azuis e era calminha. Mas houve um dia, em que ela ficou em maus lençóis porque tinha partido 3 vidros só num dia. Entretanto, amiga da Marta foi ao conselho chamar o Diretor da escola. O Diretor da escola chamou os encarregados de educação da Marta. Quando os pais da já estavam na escola, a Marta foi para a direção. Ao ver os pais ficou assustada. O diretor disse aos pais da Marta que ela tinha sido suspensa por 3 dias. Os pais da Marta foram ao colégio pagar os vidros partidos.

Três dias depois a Marta voltou para a escola. Vinha muito calma e prometeu ao diretor que já não voltaria a fazer a mesma asneira. Victor Cardoso

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Histórias Contadas