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R e l e a s e


Assentadas na resistência e na sacralidade da cultura afro-brasileira, as percussões representam a bússola do grupo Africania. A identidade sertaneja do grupo, além de asseverar o respeito ao divino e o vigor dos batuques, revela sua hospitalidade quando acolhe influências do afro-jazz, da música caribenha e eletrônica. É com a consciência de suas origens, que o grupo se reconhece enquanto semeador de uma sonoridade universal. Idealizado em 2006 por Bel da Bonita, o projeto acumula em seu currículo sete discos, três trilhas sonoras e apresentações em importantes festivais como: Feira da Música-CE, Ceará Music- CE, Ressonar Festival-BA, Festival Universo Paralelo-BA e Festival de Inverno de Lençóis - BA.

Barro Branco- (Fortaleza- CE, 2006); Orí - (Fortaleza-CE, 2008); Caverna Jazz Clube – (Lençóis-BA, 2008) Boi Roubado- (Lençóis-BA 2009); Trilhas Sonoras- (Lençóis-BA, 2010); Nano Música- (Lençóis-BA, 2010); Samba Cabula Trance – (Lençóis-BA, 2010)

Jardim de Plástico (15’:42”, 2008), Direção: Delmar Araújo, Lençóis-BA, 2008. Linha de Fogo (18’:07”, 2008), Direção: Marcelo Abreu/ Uirá Menezes, Lençóis-BA, 2008 Entranhas (18’:19”,2008), Direção: Marcelo Abreu, Lençóis-BA, 2008.


Bel da Bonita – Percussão/Voz

Quando criança ficava fascinado com o toque do pandeiro de seu pai e seus tios nos sambas e chulas do sertão baiano, onde nasceu. Seu nome refere-se a esse lugar. Bel da Bonita trabalha como músico autodidata desde os 16 anos, e hoje tem um extenso histórico profissional.

Ravel Carvalho – Percussão/Voz

Luís Henrique – Bateria/Voz

Começou sua história na música tocando com baldes e panelas os ritmos que ouvia nos sambas e nos reggaes tocados por seus tios. Com o passar do tempo a bateria conquistou sua atenção, e hoje as suas influências musicais se expandiram com o estudo dos ritmos afro-brasileiros, do reggae e do afrobeat.

Criado em um fértil ambiente musical, cresceu diante dos LP’s de seu pai. Desde criança presenciava atento as expressões da cultura popular da cidade: sambas de roda, rodas de capoeira e festas de terreiros. Aos 11 anos fez parte do projeto percussivo “Pracatum”, escola essencial para despertar interesse pelo universo rítmico até hoje.


Gibran Souza – Percussão/Voz

Professor, capoeirista, multi-instrumentista e agitador cultural, sempre esteve ligado ao mundo artístico. Atualmente, seu ambiente de aprendizado mais importante tem sido o Ilê Asè Oyà Ní- terreiro onde é Alabê, e no qual tem conhecido mais da sonoridade africana e afro-brasileira.

Pedro Lucas – Teclado/Sintetizador

Nascido numa família de músicos ganhou seu primeiro instrumento aos quatro anos de idade e desde então não parou mais de tocar (bateria, guitarra, baixo e teclado são alguns dos instrumentos). Já trabalhou com diversos artistas da Bahia, e desde 2013 atua também como DJ e Produtor de música eletrônica.

Moysés Martins – Contrabaixo

Conheceu o contrabaixo elétrico aos 15 anos e começou a se dedicar ao instrumento desde então. Está envolvido profissionalmente com o universo musical há pelo menos 10 anos, e em 2015 concluiu o curso de teoria musical pela Escola Asas da Alva em Feira de Santana.


ORI é referência e reverência ao Candomblé! Ecoa qual uma cerimônia em devoção às divindades do panteão Africano. Não à toa, a maior parte das suas músicas é proferida em yorubá e ressoam como cânticos folclóricos populares. Se sua sofisticação rítmica nos deixa enraigados, as harmonias e melodias nos imergem em ambientes etéreos. Os toques e batuques comunicam-se espontaneamente com timbres de piano Rhodes e efeitos eletrônicos diversos, resultando numa gramática regida pelo futuro do pretérito perfeito. Embora o disco tenha sido gravado em 2008, foi em abril de 2016 que o Africania reuniu recursos financeiros suficientes para o lançamento com as honrarias que a obra impõe. É bem vinda a hora de sair do resguardo!

Baixe Agora: www.africania.com.br


Induzido pela pujança dos tambores e a hipnose do agogô, o show ORI é marcado por uma energia vibrante. A criação de atmosferas surrealistas pelos sintetizadores tem por intenção ressaltar o respeito ao sobrenatural. Não há como ficar ileso: desde as referências litúrgicas ao Candomblé, até o desbunde do “Samba-Cabula-Trance”, cria-se ambientes envoltos por um clima de catarse. Muito mais do que uma apresentação musical, o show ORI é uma experimentação sinestésica. Suas projeções em vídeo-arte objetivam reafirmar uma identidade afrocentrada, por vezes provocando sensações de desconexão visual. Não menos importantes são as performances, que fazem do corpo uma trincheira onde a ancestralidade e o afro-futurismo vivem em paz. Eis ORI, e baixemos a cabeça!


FICHA TÉCNICA Músicos Bel da Bonita – Voz/ Percussão Luís Henrique – Voz/ Bateria Ravel Carvalho – Voz/ Percussão Gibran Souza – Voz/ Percusssão Pedro Lucas – Teclado/sitnetizadores Moysés Martins - Baixo Performance Flávia Pedroso Projeção Augusto Bortolini Técnico de áudio Anderson Cedraz Técnico de iluminação Rone Martins Arte: Don Guto Cenário: Tina Melo Fotos: Rodrigo Teles Maria Eduarda Uyatã Rayra Maíra Dórea Produção Executiva Uyatã Rayra

CONTATOS tel: +55 (75) 99242-1470 site: www.africania.com.br face: www.facebook.com/BandaAfricania/ e-mail: bandafricania@gmail.com

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Africania _ Release  
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