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Agr. 495 – Santo António dos Cavaleiros

Boletim informativo Edição Especial – Kandersteg 2015


Nesta edição… Expedição

Alcateia • Alcateia 60 em Kandersteg

• Aventura da Expedição 67 em Kandersteg

Clã • Clã 31 em Kandersteg

• Comunidade 6 a subir Kandersteg

Agrupamento • A Magia de Kandersteg • Testemunho: Paula Esteves • Testemunho: José Rebola

Boletim informativo do Agr. 495 – Santo António dos Cavaleiros Edição nº495 – Kandersteg 2015

Comunidade


Os novos sinais! E como o nosso Agrupamento, todas as secções, os nossos elementos e dirigentes não param o nosso boletim informativo “Sinais de Pista” está de volta com uma nova imagem e muitas novidades fresquinhas para todos.

Nesta Edição temos muito para contar… O nosso agrupamento foi de viagem no autocarro mágico até aos deslumbrantes Alpes suíços passando por cidades encantadas francesas. Venham na nossa viagem!!

Boletim informativo do Agr. 495 – Santo António dos Cavaleiros Edição nº495 – Kandersteg 2015

Susana Costa Águia Capaz


Agrupamento Magia de Kandersteg Há muito que existia a vontade e o sonho do Agrupamento ir a Kandersteg – KISC Kandersteg International Scout Centre -, não só por ser O CENTRO ESCUTISTA POR EXCELÊNCIA, mas porque muitos dos nossos agrupamentos conhecidos, também já lá foram.

“O sonho comanda a vida” e este ano, a direcção decidiu que o sonho se tornasse realidade! Vamos a Kandersteg e vamos TODOS! Posso parecer suspeita pois, para mim, Kandesteg é um dos locais mais magníficos do planeta! Alguma foi a desconfiança aquando da apresentação do projecto! Se por um lado os elementos ficaram surpresos e felizes com a ideia, também ficaram apreensivos, julgando que não passaria de mais uma “tentativa”.


Magia de Kandersteg Foi criada uma Equipa Projecto (EP) e a actividade começou a apresentar contornos! Esta é uma actividade de tal envergadura, que a sua programação demorou um ano escutista. Tendo como mote o imaginário do Harry Potter, estabelecemos que o último capítulo da saga de 7 livros, seria vivido em Kandersteg. Uma vez que o livro se desenrola entre castelos, montes e vales, viagens imensas, foi necessário adequar os nossos objectivos à mística e assim fazer um meticuloso estudo de percursos e de locais/tempos de pernoita. Pese embora o objectivo maior fosse Kandersteg, considerou a EP que esta seria uma óptima oportunidade de alargar horizontes e possibilitar, aos nossos elementos, a oportunidade de conhecer outros países e cidades. Houve assim um enriquecimento cultural da actividade, através da elaboração de materiais (guião/roteiro) e vivência de dinâmicas (jogo de vila) que nos permitiram conhecer Carcassone e Paris.


Magia de Kandersteg A nível pedagógico, foi necessário estabelecer objectivos, quer de Agrupamento quer das secções, bem como definir formas de os atingir. Esses objectivos foram amplamente desenhados para serem atingidos precisamente no KISC. Também isto obedeceu a um enorme trabalho preparatório, na escolha das diferentes actividades, adaptadas às diferentes faixas etárias. A maior dificuldade que sentimos e, consequentemente, o nosso maior desafio, foi a logística! Ninguém imagina a complicação que houve com ementas, quantidades, locais de compra (Portugal ou estrangeiro), autorizações para transporte de mantimentos, patrocínios, catering em campo… Foi uma tarefa árdua mas um desafio vencido, pois os ecos que nos chegaram no referente à alimentação, não podiam ter sido melhores. Fazendo jus ao imaginário, creio que todos os momentos que vivemos foram mágicos. Do jogo de vila em Carcassone, à animação de rua na mesma vila, às maravilhas naturais e luxuriantes de Kandersteg, do encanto, romantismo, história e luz de Paris. Tudo foi magia!

Susana Costa Águia Capaz


Agrupamento Testemunho Paula Esteves

No dia 31 de Julho de 2015 iniciámos a nossa grande aventura, para finalizar mais um ano escutista e lá fomos nós de mochilas aviadas rumo a Kandersteg. A emoção era mais que muita e a viagem, embora longa, correu muito bem.

Primeira paragem Carcassonne. Lindo! Começámos a viver o nosso imaginário naquele fabuloso castelo, em equipas verticais e a minha era a Equipa Elsighorn. Neste dia comemorámos o aniversário do Explorador Miguel Bandeiras e, adivinhem quem também foi lá ter para lhe cantar os parabéns, com um bolo fantástico, os pais e a irmã. Que bela surpresa.


Testemunho Paula Esteves

Nessa noite fiz parte da Equipa destacada para preparar o jantar et voilá vejam como somos profissionais.

Depois de jantar fomos em Agrupamento apreciar o Castelo à noite e claro está, fizemos a festa e até conseguimos que outros turista que por lá andavam se integrassem e fizessem a festa connosco. O 495 é um espetáculo, por onde passa ninguém fica indiferente. E chegou a hora de mais alguns kms de estrada para chegar ao destino, Campo Escutista de Kandersteg. Passámos por paisagens belíssimas e finalmente chegámos ao destino, uuauu, lindo, lindo, lindo.


Testemunho Paula Esteves Começou a azafama de carregar todo o material para campo e começámos a montar campo; tendas, tenda da intendência, cozinha, estendal, etc, etc, muito para fazer mas com todos a ajudar foi num instantinho. Ainda houve tempo para participamos nos jogos internacionais e conhecer escuteiros de outros países e também de Portugal, que estavam em campo. No final do dia, jantámos e fomos descansar, pois para além de estarmos a precisar, avizinhavam-se dias de grandes aventuras. Dia 3 de Agosto, subida a Oeschinesee em Agrupamento, de teleférico, que deu para apreciar a fantástica vista, o belo banho no lago e almoço em estilo pic-nic, para começo foi uma experiencia única. A descida foi feita em Equipas, a pé!


Testemunho Paula Esteves

À noite estava prevista a Noite Internacional, com a gastronomia de cada país, da qual fizemos parte com o maravilhoso presunto e o Bacalhau à Brás. Foi uma noite inesquecível, sendo que, mais uma vez, o 495 esteve em grande e conseguiu envolver todos, com as dinâmicas que foi proporcionando. Até a musica popular Portuguesa tocou e pôs toda a gente a dançar e a cantar. Bela noite!

Dia 4 de Agosto, fiz parte das atividades dos Pioneiros, entre jogo de pista e orientação, foi um dia diferente e bem passado. São uma “turma” engraçada e um só bocadinho mais crescidos que os meus queridos Exploradores. Gostei de ter passado o dia com eles. Foi agradável.


Testemunho Paula Esteves

Dia 5 de Agosto, o meu ultimo dia de uma aventura, para dar inicio a outra… menos boa!!! Bom, mas este dia estava destinado a acompanhar os Caminheiros na grande aventura de subir ao glaciar da montanha de Kanderfirn, que se situa a 2500m de altitude. E assim foi. Bem cedinho demos inicio à nossa jornada e lá fomos rumo a Kanderfirn. Subi até aos 2500m, almoçámos, tirámos umas fotos e fizemos um filme para o aniversario da nossa Grande Chefe Susana Costa, que iria ser dali a uns dias. Era surpresa.

Chegou a hora de começar a fazer a descida e lá fomos nós. A nossa grande preocupação era a Aquelá Paula Fouto, que por ter vertigens, não estava a ser nada fácil a descida, mas heroicamente conseguiu fazê-la toda. Bravo! Aos 2200m estávamos a descer uma zona da montanha onde haviam muitas pedras soltas, grandes e pequenas, quando, de repente, o meu pé resvalou numa pedra e ficou preso numa outra dessas pedras, grande, o meu corpo continuou e ouviu-se um “crack” no silêncio da montanha.


Testemunho Paula Esteves Ainda hoje consigo ouvi-lo na perfeição. O meu pé soltou-se, rebolei e fiquei sentada sobre ele. A sensação que tive foi que tinha ficado sem o pé e como não o via, entrei em pânico e comecei a gritar e a apontar para baixo “o meu pé, o meu pé”, quando a Paula Fouto me disse, “tem calma, está sentada em cima dele, já te estamos a ajudar”. Foi ela a responsável por me ter estragado uma meia, cortando-a com a tesoura que, felizmente, trazia na mochila, pois a caixa de primeiros socorros estava já lá mais abaixo. Enfim, foi a loucura total, mas com alguma calma aparente por parte de quem estava comigo naquela hora e ainda eram alguns, embora não me consiga lembrar de todos. Rapidamente todos percebemos que dali eu já não conseguia sair sozinha e começaram a mexer-se tipo formiguinhas, uns a tentarem entrar em contacto com o campo, que era difícil, pois quase não havia rede, mas o persistente Paulo Moreira não desistiu nunca, outros a tentarem pôr-me o mais confortável possível.


Testemunho Paula Esteves Grande força de braços, Sérgio Silva, para me segurar, outros tentando que mantivesse a calma, querida Susana Ruivo que embora estivesse apreensiva se manteve firme até ao fim, outros ainda que desceram a montanha como se nada fosse para ir chamar o nosso médico de serviço, Carlos Bento, e que voltou a subir como se só nessa altura estivesse a começar a escalada, com o médico e a caixa de primeiros socorros quase a voar montanha acima, o nosso desportista Moreno, e outros que lá estavam mas não me consigo lembrar quem, porque entretanto desceram para, também eles, de alguma forma poderem dar ajuda, e eu… eu estava meio perdida e ora com dores lancinantes ora com menos dores, só pensava como é que vou trabalhar na 2ª feira, isto não me está a acontecer…

De repente, apercebemo-nos que o helicóptero de salvamento estava a sobrevoar a montanha errada, aquela que ficava lá ao fuuuuuundo. Foi um frenesim coletivo. E agora, como fazemos. Vim mais tarde a saber, que lá em baixo, no vale da montanha, o frenesim era o mesmo e estava o restante grupo a fazer uma seta com as t-shirts e swets, dando a indicação do local onde me encontrava. Que lindos! É também nestes momentos que se sente que somos, realmente, uma família, para o bom e para o mau e o 495 é sem duvida alguma a minha outra família. Somos UM.


Testemunho Paula Esteves Entretanto o helicóptero andava em todas as montanhas menos naquela onde estávamos, entre dores, comecei a ficar nervosa e a ver o filme de alguma da minha vida a passar-me à frente dos olhos. Eles continuavam ali, ao meu lado e o Paulo Moreira em cima de uma pedra, quase sem respirar, para não perder a réstia de rede que, daquele lugar, conseguia apanhar. Finalmente o helicóptero começa a aproximar-se e nós com disparos de flash da máquina fotográfica, tentávamos que fossemos vistos, sim, porque ali nós éramos mais pequeninos que uma formiguinha, impressionante!

Fomos avistados. O helicóptero sobrevoa-nos, faz uma ventania forte que levanta pó e algumas pedrinhas mais pequenas, que nos obriga a proteger a cara. É desagradável mas ao mesmo tempo bom, porque tinha chegado a ajuda. A paramédica desce por cabo, pois era impossível aterrar ali o helicóptero, e vem ter connosco. Começa a fazer perguntas sobre o acidente e sobre a minha saúde e dá inicio aos primeiros tratamentos para imobilização do pé.

Depois prepara-me com o arnês para prender ao cabo suspenso e ser transportada até ao vale onde, só aí, poderei entrar no helicóptero para ir para o hospital. Meu Deus, pensei, que grande aventura! E assim foi. O meu batismo de helicóptero e eu nem desfrutei como queria, enfim.


Testemunho Paula Esteves

Chegada ao hospital, quando aterramos, estava um enfermeiro com uma cadeira de rodas já preparada e a equipa médica à minha espera na entrada, tipo filme mesmo.

Seguiram-se os procedimentos normais, perguntas, RX… e passados alguns minutos o médico veio dizer-me que já não saía dali porque, na manhã seguinte era operada. Tinha partido o tornozelo nos dois lados. Fiquei estática! Comecei por balbuciar que não podia ser e que as minhas amigas estavam a chegar e que, … foi um turbilhão de pensamentos que não consigo descrever. Lá me deram mais uma medicaçãozita pelo cateter e disseram-me que ficasse sossegada que iria correr tudo bem. Nesse dia a Susana Costa foi ter comigo, na companhia da Vanessa, a senhora que nos forneceu os alimentos em Kandersteg e que se disponibilizou de imediato para ajudar no que pudesse. Obrigada à Vanessa de Kandersteg.


Testemunho Paula Esteves A Vanessa esteve um bocadinho comigo e depois teve de ir para campo. No dia seguinte tive a visita das minhas filhas, Filipa e Sofia, da Susana e da Amélia. Vieram despedir-se, pois nessa madrugada seguiam viagem com rumo a Paris e eram portadoras de uma carta/postal dos elementos que estavam em campo e que não puderam estar comigo pessoalmente. Foi tão bom ler todas aquelas mensagens. Foi com lágrima no olho que nos despedimos e confesso que me senti sozinha naquele momento e nos dias que se seguiram e sabem o que me deu algum animo, ler as vossas mensagens. Foram seis longos dias e não via a hora de voltar a casa. No entanto, fui muito bem tratada por todos e o que valeu foi ter aquela varanda com uma vista fabulosa para as montanhas, que me ajudou a passar o tempo. Finalmente o médico deu-me alta e nessa noite pernoitei em casa de um amigo, e ex escuteiro, da nossa grande Chefe, no Alpine Summer Camp, que ficava perto do Campo escutista onde tínhamos estado. Na manhã seguinte, às 6.30h, lá fomos nós a caminho do aeroporto, apanhar o avião, que me iria trazer finalmente a casa. Que saudades. Que aperto no peito. Mas ainda faltava fazer duzentos e muitos km até ao aeroporto. Foram duas horas e meia de carro, que me pareceram uma eternidade. Chegamos ao aeroporto. Formalidades feitas, começa a viagem para Portugal, mais duas horas e tal, com a perna às costas, mal sentada, sem conseguir descansar e com os “avecs” aos gritos, numa excitação total por vir passar as férias com a família a Portugal e a jogar às cartas de um banco para o outro, surreal mas compreensível. Nisto houve-se uma voz; “apertem os cintos que vamos aterrar”. Finalmente! Estou em casa, mas sinto-me estranhamente nervosa e ansiosa por ver a minha gente. À chegada tive uma agradável surpresa e para além da família, estavam amigos à minha espera. Foi muito reconfortante. Não estivemos muito tempo juntos, mas deu para aquecer a alma.

E pronto assim acaba esta aventura nos Alpes Suíços.

Paula Esteves Ovelha Despachada


Agrupamento Testemunho José Rebola Descrever em poucas palavras o que se vive(u) numa atividade como esta ida a Kandersteg, entre 31 de julho e 8 de agosto, é, para mim, impossível. Posso sempre dizer que foi espetacular, deslumbrante, extasiante…, mas foi muito mais que isso e não sei se alguma vez vou conseguir dizer tudo o que senti nesta atividade. Vou tentar resumir o essencial:

Viagens Cerca de 40 horas para cada lado, de autocarro, podia bem ter sido a pior experiência da minha vida, mas não foi. Foi apenas “incómoda” (fisicamente). As razões foram: ‒ Estar anestesiado pelo sonho que se ia viver, que se estava a viver, que se tinha vivido e que se iria continuar a viver, sabe-se lá até quando; ‒ Estar rodeado de pessoas que também tinha abarcado o sonho e estavam por isso, como eu, com certeza, cheias de poderes sobrenaturais, quiçá semelhantes aos do Harry Potter, capazes, por isso, de ultrapassar todas as dificuldades.


Testemunho José Rebola Visita a Carcassonne e Paris – Locais completamente diferentes e por isso oportunidades diferentes de conhecimento e vivência, mas em ambos, para além da oportunidade de desanuviar do transporte, a sensação de que 9 horas podem passar muito rápido, quer pela beleza envolvente, quer pelo espirito presente nos elementos dos Agrupamento. De Carcassonne destaco os parabéns ao Miguel, o ambiente medieval e o ponto mais alto o “crescimento vertical”, quer pelo jogo vivido em equipas mistas quer pela festa da noite, onde de forma espontânea e cúmplice se viveu um momento de intensa diversão.


Testemunho José Rebola De Paris realço a imponência da cidade, nomeadamente dos edifícios, o equilíbrio do percurso efetuado, o passeio de barco no Sena e acabar a noite debaixo da Torre Eiffel.


Testemunho José Rebola

Kandersteg Vida em campo – Uma constante novidade, pela sua organização, capacidade de acolhimento permanente, dinâmicas propostas, espaço envolvente, …Um campo que nos convidou/permitiu viver a todo o instante um Jamboree (encontro entre escuteiros) mundial (neste caso praticamente europeu) que se renovava constantemente e que nos “enche” de escutismo.

Atividades exteriores – Duas tónicas: Desafio físico elevado e constante, por estarmos num vale, a cerca de 1200 metros, e os objetivos a alcançar estarem em altitudes superiores. Aqui foi fundamental a ajuda mutua e o acreditar de cada um que se consegue chegar mais longe (mais alto). Paisagens deslumbrantes que nos vão mostrando cada vez melhor o vale donde saímos e a montanha que pensávamos conhecer pela visão a partir do vale, numa descoberta constante e deliciosa de pormenores naturais, deixando a sensação de que quanto mais vimos, mais queremos ver. A mim, creio que a todos, também me motivou muito o aumento da beleza à medida que nos deslocamos em altitude. Quanto mais alto fomos mais locais me ficaram na retina para ir mais além, o que só será possível, sabemos todos, voltando a Kandersteg.


Testemunho José Rebola

Nota: A minha partilha é enquanto dirigente e tem por isso dimensões distintas, que partilho: A do adulto, escuteiro, que se motivou a todo o instante com a alegria que testemunhou dos restantes elementos do Agrupamento; A do adulto, escuteiro, que, por ser uma atividade de agrupamento, cresceu e viu crescer os elementos nas partilhas inter-geracionais, sempre riquíssimas e transbordantes;

A do adulto, escuteiro, que, mais uma vez sentiu, apesar da duração da atividade, da distância e por consequência da dificuldade de gestão das situações, que o ambiente entre animadores é de muita interajuda, amizade, respeito,…familiar (SOMOS UM); (Por fim, a menos importante), a do escuteiro, que, adulto, teve a oportunidade de presenciar aquilo que através de dezenas de testemunhos, sempre imaginou:

Realizar uma atividade em Kandersteg é “arriscar” participar na atividade mais marcante da nossa vida escutista, pelo que nos “obriga” a dar de nós e pelo que recebemos, tanto na diversidade/intensidade de partilhas escutistas, como pela beleza envolvente (impar/linda). A todos o meu muito obrigado por terem acreditado e contribuído para que este sonho se tornasse realidade.

José Rebola Hiena Ágil


Alcateia Alcateia 60 em Kandersteg A realização de um Sonho tornado Realidade... E lá fomos nós agrupamento 495 S.A.C, , numa camioneta rumo a Kandersteg. O imaginário era o mundo da magia e tudo foi sem dúvida Mágico. A nossa Alcateia foi sem dúvida o Orgulho de toda a Família da Selva, portaram se sempre a altura e puderam demonstrar que a Alcateia 60 sabe responder a todos os desafios propostos. Em todos os momentos sentimos que estavam Felizes e a gostar. Fizemos muitas atividades mas, até no serviço de campo que era a limpeza sentimos a sua alegria, estavam Felizes por apanhar lixo do chão (papeis, garrafas de plástico, copos...) sentiram se úteis e ao serviço!


Alcateia 60 em Kandersteg Há atividades que nos marcam para sempre, para toda a vida, são recordações inesquecíveis... Este foi sem dúvida o nosso grande acampamento, cheio de boas recordações, cada um de nós trás a sua mochila cheia de novas vivências, emoções, descobertas, desafios superados, novas amizades... Dias inesquecíveis que ficaram para sempre gravados no nosso Coração.

Só tivemos pena que a chefe Paula Esteves que se tivesse aleijado!! Até há próxima e esperemos que seja breve!

Paula Fouto Aquelá Falcão Determinado


Expedição A viagem do Século No dia 31 de Agosto de 2015, o Agrupamento 495 de Santo António dos Cavaleiros, começou aquela a que muitos chamaram a Viagem do Século. Esta viagem durou 10 dias. Dos quais cerca de 4 foram só na viagem de autocarro!

A primeira paragem que fizemos na viagem de ida foi em Carcassonne, na França, onde fizemos um jogo de vila no Château Comtal. Após essa paragem pusemo-nos a caminho do nosso principal destino: Kandersteg.

Dia 2 chegamos lá e montámos as tendas, para a abençoada noite fora de um banco de autocarro. No dia seguinte fomos ao Lago Oeschinensee e fizemos uma caminhada pelos Alpes. Já no dia 4 (3º em Kandersteg) fomos à vila onde comprámos também algumas lembranças.


A viagem do Século Houve um final de tarde dedicado aos países em campo, onde cada país levava uma comida tradicional para todos experimentarem. Para nosso espanto essa festa acabou com a música do Quim Barreiros a tocar! E, entretanto, já estávamos de volta… Na volta parámos em Paris onde fomos à Torre Eiffel, ao Arco do Triunfo e ao Louvre. Deu para comprar ainda mais lembranças tais como torres Eiffel em miniatura!

Dia 9 estávamos nós de volta, chegamos de madrugada, mas nem parecia visto que toda a gente estava tão energética e feliz de voltar a ver a sua família. E assim acabou a Viagem do Século do 495.

Francisco Pereira


Comunidade Comunidade 6 a subir Kandersteg Kandersteg. Era a única palavra que se ouvia dizer e a única que interessava dizer. Não queríamos saber de absolutamente mais nada para além da nossa ida a Kandersteg. Saímos um pouco atrasados da sede mas ao menos saímos. Era o que verdadeiramente interessava. Saímos em direcção a Carcassonne, França. Passamos lá um dia inteiro, depois de dois dias fechados num autocarro. Foi fenomenal poder sair das nossas próprias fronteiras e conhecer lugares e gentes pelos cantos da Europa. Eu que gosto muito de andar com os exploradores reparei que faltava um. O Miguel Bandeiras que passou o dia com os seus pais pois era o seu aniversário.

Visitamos toda a cidade rodeada pelas muralhas do castelo e compramos gelados.


Comunidade 6 a subir Kandersteg Há anos que não comia um gelado pois perdi-lhes o gosto. Mas graças a Deus encontrei gelados verdadeiros e não aquelas porcarias de gelo da Olá. À noite fizemos uma grande festa e umas meninas estrangeiras juntaram-se a nós. Dançámos, cantámos, embebedamo-nos (por acaso não, mas seria divertido!). Voltamos para o autocarro e seguimos para onde realmente interessava estar: a Suíça, e não me refiro à pastelaria da baixa de Lisboa. Mal passámos a fronteira começamos a pensar se não seria uma artimanha dos chefes, que nos levaram para o fim do mundo de Portugal e afirmaram ser a Suíça. Já ninguém ficava sentado nos seus lugares porque todos tinham o nariz, literalmente colado, à janela para ver a neve, as montanhas, as autenticas paisagens que só se viam no Google e toda aquela imensidão de verde que nos rodeava.

Ser escuteiro tem disto. Mas não eram do Google, era um sonho tornado realidade. Assim que chegamos ao campo eu queria lá saber das mochilas, ou das tendas, ou das arrumações típicas quando se chega a campo. Eu comecei a tirar fotografias a torto e a direito.


Comunidade 6 a subir Kandersteg

Com o Martim, a Inês Isabel, a Rita, a Madalena, etc… logo a seguir à refeição do “chef” Abílio fomos jogar futebol e andebol. Fiz logo muitos contactos e amigos por lá, com Ingleses, Franceses e principalmente com duas belas moças dinamarquesas que ficaram na minha equipa. No futebol ficámos em segundo lugar mas mesmo assim ganhámos o andebol e tivemos direito a uma foto de equipa no chalé. Depois montamos campo e ficamos com algum tempo livre. Por acaso uma das coisas boas da nossa ida a Kandersteg, foram os tempos livres que davam para conviver com escuteiros de outros países, principalmente Britânicos que eram mais do que as mães, Escoceses, Franceses e Espanhóis. No segundo dia fomos até ao lago gelado para ganhar uma insígnia. Tínhamos que mergulhar no lago com 5 graus. Passamos o dia a andar à ida para o lago, que incluiu uma subida de teleférico, um parque infantil, uma representação da “Musica no Coração” e um monte de vacas. Andamos muito tempo à procura da vaca Milka, mas não a vimos. Tivemos mais um tempo livre e à noite fomos todos para a night no chalé, para trocar lenços, dançar e comer comida estranha de outros países. E por cada passo que dávamos e vistas que víamos eu tirava mais ou menos uma 50 fotos de modo a que por cada pessoa que conhecia eram logo duas para recordação. Houve tantas coisas boas para contar mas infelizmente não cabem todas no papel.


Comunidade 6 a subir Kandersteg No dia seguinte foi o grande dia. Foi quando aquela historia, aquele poema, aquele romance começou, porque chegaram ao campo um agrupamento de Espanhóis onde se encontrava uma dama, para dois cavaleiros sem cabeça, de nome Natália Vergara. Os tempos livres foram passados, maior partes deles, juntamente com os Espanhóis, até porque o Carlos encontrou uma verdadeira mulher, alguém decente, a Natália. E a Inês Casaleiro encontrou o seu príncipe, sem cavalo, de nome Álvaro.

Depois de os conhecermos fomos passear para a vila. Eu passei grande parte do tempo com o Carlos naquela igreja protestante a falar com um senhor que lá estava que nos explicou algumas coisas sobre a vida e fé dos protestantes. Graças a isso tive direito a um livro de músicas evangélicas em alemão. Voltamos para campo e estivemos algum tempo com um grupo de Britânicos e mais um nome ficou na nossa mente, o de uma grande amiga da Margarida, e bastante bonita: a Charlie. No final do dia fomos dormir mas não muito porque acordamos às três da manhã para ver nascer o sol. Depois do sol nascer descemos e tivemos o resto da manhã livre e à tarde fomos divididos em dois grupos: um foi apanhar lixo; o outro, onde eu estava, foi limpar casas de banho; e depois das limpezas, tarde livre para descansarmos da caminhada, o que significava mais tempo de convívio, e parte desse foi com os Espanhóis onde tirei a célebre fotografia que ficará para a história do agrupamento e da comunidade pioneira no ano de 2015, com a Natália a dar-me um beijo na cara. Foi também nesse mesmo dia que fizemos um outro amigo para a vida e que desde então nunca mais nos largou: o Oliver. Perto da casa do Oliver estava o agrupamento dos Espanhóis e passamos a noite com eles, com o Oliver e com uns amigos de Manchester.


Comunidade 6 a subir Kandersteg No dia seguinte foi a derradeira subida do Jegertosse com 2154 metros de altura.

No topo tinha lá uma cruz e um pote. Pensamos que fossem cinzas de alguém, que ali foram deixadas mas eu, como sempre, tive de confirmar e dei com um pequeno caderno lá dentro onde as pessoas que ali chegam, escrevem. Claro que tinha de escrever, então escrevi. Voltámos a descer e tivemos que desmontar campo. Nem tivemos direito a um pequeno banho. Lá depois do campo arrumado, fomos ao banho e convidamos os Espanhóis para virem ao nosso fogo de conselho que também teria muitos Americanos. No fim despedimo-nos de muitos amigos que por lá deixamos e fomos passar um tempo com os Espanhóis, claro. Fomos dormir para acordarmos de manhã outra vez e entrarmos naquele pesadelo de autocarro até Paris. Passámos um dia em Paris e podemo-nos deliciar com um fantástico jantar no Mcdonald’s. Também, devo confessar que cumpri um sonho que tive sempre em mente desde que nos disseram que íamos à Torre Eiffel, mas este já não conto. No regresso nem passamos por Valência, viemos directamente para Lisboa após sermos multados pela polícia Espanhola. Enfim, cá estamos, com imensas historias para contar. Lar doce lar.

Duarte Machado


Clã Clã 31 em Kandersteg Dia 1 Carcassone (partida de SAC) No dia 31 de Julho começou a nossa grande aventura! O autocarro mágico chegou à sede!! Nem podíamos acreditar! Vamos a KANDERSTEG! O agrupamento todo vestiu as belas camisolas laranja, arrumámos tudo no autocarro e o Clã tratou de ocupar a parte de trás do autocarro. Partimos rumo a Carcassone (França) ainda com algumas paragens para o pequeno almoço (ainda em Espanha) e almoço (em Toulouse, França) entre sonos e alguns filmes do imaginário da nossa grande atividade – Harry Potter. Era de tarde quando chegámos a Carcassone prontos para em equipas verticais visitarmos pontos importantes desta cidade medieval construída dentro de muralhas. Conhecemos todos os cantinhos desta bela cidade. Depois de visitarmos Carcassone tivemos tempo para um momento de agrupamento para relembrar os nossos antigos gritos e cantigas e ensinar os mais novos, o povo de Carcassone e os turistas ficaram maravilhados. Seguimos para junto do autocarro onde tivemos um belo jantar e de seguida rumámos noite dentro até ao Kandersteg International Scout Center, Kandesrteg na Suíça.

Sara Alkaim


Clã 31 em Kandersteg Dia 2 KISC chegada Após várias horas de viagem, estávamos mesmo a chegar ao KISC, já se viam umas casas diferentes do resto da viagem, uma paisagem fantástica, escuteiros com fardamento parecido ao nosso, percebemos que finalmente estávamos a chegar a Kandersteg. Na chegada, houve um pequeno tempo para se esticar as pernas e tirar o material do autocarro, após a entrada em campo começámos logo com um atividade desportiva, o “International Sports Afternoon”, consistia na formação de várias equipas com elementos escutistas de todos os cantos do mundo, havia a oportunidade de jogar, competir, brincar, comunicar com escuteiros de outros países, tivemos dois torneios o de futebol e de vólei, onde tivemos elementos do 495 em equipas que ganharam estes torneios. Após este momento de brincadeira e de competição entre todos houve tempo para a montagem de campo, seguido do almoço. Durante a tarde houve tempo para as equipas verticais já formadas, fazerem uma atividade pelo campo, esta atividade tinha folhas com várias questões e tarefas, que pediam a paragem em vários locais do campo, que deu para conhecer toda a área do campo por dentro. No fim houve a oportunidade de descansar, com o jantar e visita ao Chalet, com a oportunidade de conhecer este fantástico ponto de repouso, de visita e com várias exposições escutistas, lenços de todos os países, quadros, … Com este dia de conhecer o campo, no KISC Challenge e visita ao chalet, conhecer outros escuteiros com no “International Sports Afternoon”, era o momento de descansar que ainda teríamos mais fantásticos dias naquele fantástico lugar, que é Kandersteg.

Erico Virgy


Clã 31 em Kandersteg Dia 3 Oeschinensee Depois de uma noite bem dormida, acordámos e fizemos toda uma ginástica para estarmos todos prontos para o pequeno almoço, depois seguimos a pé por imaculados passeios limpinhos, até aos teleféricos e sinceramente estava cheia de medo porque odeio as alturas mas sem dúvida toda a viagem tem uma vista maravilhosa!! Chegados lá acima tivemos a hora da foto em que tiramos uma centena de fotografias para mais tarde recordarmos esta aventura! Depois descemos finalmente em direção ao lago onde fomos tirando fotos e mais fotos com as nossas amigas vacas alpinas que estavam por todo o lado, com aqueles badalos enormes. Chegamos então ao lago de Oeschinensee onde tomamos um banho gelado e apanhámos um pouco de sol, depois regressámos a campo mas ainda fizemos uma paragem artística, isto porque fizemos um célebre momento do filme “Música no Coração”. Chegados a campo onde tivemos o Internacional Evening em que a nossa comida fez as delicias de todos. Foi um dia incrível que será relembrado sempre!

Ana Raquel


Clã 31 em Kandersteg Dia 4 Doldenhorn Acordámos cedo, preparámo-nos e partimos para Doldenhorn. O dia estava bom e o espírito estava alto. A caminhada começou com uma subida ingreme que arrancou o ar a muitos de nós que não estávamos habituados a caminhar a altitudes acima dos 1000 metros. Após uma breve pausa, saímos do alcatrão e entramos na floresta onde o verdadeiro desafio nos esperava. Degraus atrás de degraus e chuva arrefecendo os nossos corpos. Embora escorregadio e difícil ultrapassámos as dificuldades e chegámos à cabana onde parámos para apreciar a natureza e tudo o que Deus criou. O tempo passava e começámos a descida até campo, embora mais rápida também se apresentou mais escorregadia. Chegámos a campo cansados, molhados mas felizes. Foi uma prova superada em grupo onde o verdadeiro espirito do escutismo veio ao de cima em cada um de nós. A força de vontade que ultrapassa os limites do corpo e o espírito de ajudar o próximo. Foi assim que subimos e descemos Doldenhorn.

Gabriel Bento


Clã 31 em Kandersteg Dia 5 Kanderfirn Após o desafio do dia anterior de subir até à cabana de Doldenhorn, a alvorada de dia 5 trouxe um desafio ainda maior para o Clã 31 do Agrupamento 495: a subida ao glaciar de Kanderfirn a fim de conquistar a insígnia de Alta Aventura. Com a maioria do agrupamento já fora de campo nas suas atividades, a preparação da mochila e a saída para a caminhada demonstrou-se rápida, com os chefes/animadores Amélia Cardoso, Paula Esteves, Ivo Rodrigues, Rita Marques, Paula Fouto, Susana Ruivo e Vanessa a acompanharem o Clã nesta aventura que se avizinhava. A viagem até ao local de partida fez-se através de carrinhas do KISC, que nos deixaram junto das margens do Rio Kander. A partir daqui o caminho de pouco mais de 6.6 km fazia-se por trilhos mais ou menos assinalados. Após uma curta pausa para a apreciação da paisagem e uma breve sessão fotográfica, cada um foi iniciando a caminhada. Sozinhos, em pares ou em pequenos grupos, cada um avançava ao seu ritmo para não haver esforços desnecessários. Inicialmente, quando a exigência do percurso era ainda relativamente baixa, havia pequenos pontos de encontro para reunir o grupo. Ao contrário do caminho seguinte, o sol ia surgindo à medida que a manhã se dissipava e o calor aumentava à medida que a dificuldade do percurso ia-se acentuando. Após um início de percurso mais plano, chegava a altura de subir, sendo a subida um trilho de pedras pouco estáveis com uma inclinação fora do normal. Uns a subir e outros a escalar, pouco a pouco o Clã na sua maioria foi conseguindo superar o obstáculo.


Clã 31 em Kandersteg Passada a inclinação de pedras, os últimos quilómetros seriam feitos a subir um trilho semelhante ao do dia anterior, fazendo ziguezagues a subir a montanha até ao topo. À chegada era tempo de recuperar forças e desfrutar não só da bela paisagem que se dispunha à nossa frente como também do pequeno resto de gelo que se mantinha no glaciar, permitindo algumas brincadeiras e fotografias.

Cumprido o objetivo lançado, faltava só descer o glaciar e regressar a campo. Infelizmente nem todos os santos ajudaram na descida, mas o espírito de solidariedade e de grupo fez com que fosse possível o helicóptero encontrar-nos através de setas desenhadas no chão com roupa e mochilas e auxiliares. Dados os atrasos resultantes dos imprevistos, já não foi possível a grande parte do Clã regressar nas carrinhas do KISC, tendo a maioria regressado a pé e, como tal, chegado já bastante depois da hora do jantar. Apesar do cansaço evidente no rosto de todos, a sensação de dever cumprido e da realização de uma experiência memorável fez com que a avaliação fosse a melhor possível.

Miguel Fernandes


Clã 31 em Kandersteg Dia 6 KISC last day – Sara É o nosso último dia no KISC. O Clã acordou cedo para realizar algumas das diversas atividades propostas pelo centro que nos iam ajudar a completar os objetivos para alcançarmos a nossa insígnia da Alta Aventura Alpina. E como não podíamos ir embora sem experimentar uma refeição no KISC, após termos passado a manhã à volta das atividades do KISC, seguimos para a cantina do chalet para almoçar. Estava deliciosa a refeição 

De tarde demos um passeio pela vila de Kandersteg onde vimos as casas típicas da Suíça, visitámos a igreja e algumas lojinhas onde pudemos comprar uns souvenirs para a família e amigos. De regresso a campo voltámos à cantina do KISC para o jantar. De seguida fomos desmontar campo e arrumar o material todo no autocarro mágico. Estávamos prontos para o nosso Fogo de Conselho onde começamos apenas com o nosso agrupamento e terminámos com outros grupos de escuteiros de todo o mundo!! Cantámos, jogámos, encenámos, refletimos… Foi um momento espetacular, cheio de aprendizagens, experiências e partilhas entre diversas culturas!! Estava na hora de dormir, pegámos apenas nos sacos cama e fomos para o chalêt onde numa sala entre cadeiras, mesas e o chão conseguimos dormir algumas horas pois às 5h da manhã rumámos para PARIS!

Sara Alkaim


Clã 31 em Kandersteg Dia 7 Paris Ainda o sol não tinha aparecido e já estávamos a sair de Kandersteg. Dias fantásticos passados neste pequeno paraíso no meio dos Alpes serão sempre recordados por quem viveu esta aventura, mas ainda faltavam outras aventuras.

Mais de 700 km depois, com uma paragem para almoço pelo meio, eis que chegámos ao nosso próximo destino: PARIS. A Cidade-Luz, local de história e romance, com monumentos diversos desde o museu do Louvre até ao Arco do Triunfo, não esquecendo a famosa Torre Eiffel. A passagem pela capital francesa começou com uma visita à Catedral de Notre Dame. Após uma hora na fila, o agrupamento entrou neste local sagrado onde se encontra, entre outros, uma estátua de Santa Joana D’Arc, padroeira de França e do nosso Clã. Visitada a Notre Dame, a visita prosseguiu com uma passagem pelo exterior do Museu do Louvre, famoso por albergar, entre outros, o retrato da Mona Lisa, de Leonardo Da Vinci. Passando pela famosa pirâmide de vidro que dá acesso ao museu e pelo Jardim da Tuileries, eis que chegámos à Place de La Concorde, de onde emerge um enorme obelisco, sob o olhar atento do Arco do Triunfo no topo da Avenida de Champs-Elyssés. Ainda na Concorde, apanhámos o metro parisiense até outro ex-líbris da cidade: a Catedral de Sacré-Cœur. Situado na zona de Montmartre é possível vislumbrar uma magnifica vista sobre Paris.


Clã 31 em Kandersteg Descendo até à famosa sala do Moulin Rouge, apanhámos novamente o metro agora até ao Arco do Triunfo. A visita prosseguiu até ao Jardim do Trocadero, mesmo em frente da Torre Eiffel e atravessando o Sena, jantámos junto ao rio parisiense antes do próximo momento. Com todo o agrupamento, tivemos a oportunidade de ver Paris percorrendo o Sena numa visita de barco que todos guardam recordação. Finda a viagem de barco, passamos pela Torre Eiffel e seguimos para o autocarro rumo a Santo António. Muitas peripécias e contratempos passados, mais de 24 horas depois da partida de Paris chegámos a Santo António, mais ricos e cheios de histórias para contar de uma atividade que está na história do agrupamento e de cada um dos participantes.

Rui Capelas


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