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1 / 2013 Março

Boletim Informativo do Agr. 495 – Santo António dos Cavaleiros

O caminho que fazemos

N e st a e d i çã o : O AGRUPAMENTO

O tempo passa a correr e é, em momentos como o da redação destes Sinais de Pista, que nos apercebemos do muito que fazemos no Agrupamento, nas diversas secções, na Animação. Ao compor estas várias dezenas de páginas é notório que temos um Agrupamento em movimento, que quer fazer sempre mais, que tenta a cada dia fazer melhor que no dia anterior. Que dá os tais pontapés nos IMpossíveis! E se temos alguns IM para pontapear! Mas nada disto seria possível sem os meus EXCELENTES Animadores e as minhas EXCLENTES Equipas de Animação. Bem hajam pelo vosso empenho, entrega, dedicação e disponibilidade. Sem vocês, nada disto era possível! A todos os que nos leem, viagem pelas nossas actividades! Vão gostar!

Festival das sopas Dia de BP X ACAGRUP Via Sacra AS SECÇÕES Alcateia Acampamento Expedição Comunidade Happy Pio Clã

Susana Costa Águia Capaz

Dia de S. Paulo Serviço no lar 37 retratos de Asterix Cenáculo

Ag e n d a Abril 28 – São Jorge Maio 10-12 – TRYLHOS - ACANUV IV Junho 28 e 29 – Arraia escutista de São Pedro

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Recolha de sangue

Animação Animact ACACIP Lobitoforma


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Agrupamento Festival das Sopas Mais uma grande atividade de Angariação de Fundos para a nossa tão almejada sede! Com o apoio de 7 restaurantes do nosso concelho, organizámos no passado dia 9 de Março o 1º Festival de Sopas do Agrupamento 495. Tínhamos 7 saborosas sopas ao dispor. Tivemos casa cheia e contámos com o apoio de pais, amigos e comunidade em geral. Os mais novos para além das sopas, puderam comer umas sandes pois a sopa, apesar de ser fundamental para o seu crescimento não é a comida que mais apreciam. Claro que os mais velhos puderam deliciar-se com todas aquelas sopas!! Para completar as sopas tínhamos ainda ao dispor salgados, doces, bebidas e pão.

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Enquanto decorria a prova das sopas e porque era sábado de Carnaval tivemos uma agradável animação com Karaoke. Foi sem dúvida uma noite bem passada e uma excelente iniciativa para alcançarmos o nosso grande objetivo. Para o ano teremos com certeza o nosso 2º Festival de Sopas, pelo que podemos começar a pensar quem vamos convidar! Agradecemos desde já a todos aqueles que estiveram presentes nesta grande atividade e a todo o apoio que recebemos da parte dos restaurantes e, claro, dos pais que tão bem nos têm ajudado em toda a nossa caminhada escutista.

Amélia Cardoso Cisne Perseverante

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Dia de BP Mais uma actividade, como tantas as outras… que desafiava a criatividade de quem a prepara e a astúcia e disposição de quem nela participa. Uma boa articulação seria precisa, de forma a que tudo corresse pelo melhor. Sabendo à partida que a animação iria estar desfalcada, pois era o fim-de-semana de Acampamento de CIP dos nossos dois animadores Tiago e Bruno, e onde também participaram os Guias e Sub-Guias dos Exploradores (mas isso é outro artigo). Quatro secções, quatro rotas… nenhuma secção fez o caminho de outra! Enquanto Lobitos e Exploradores ficarão dentro da freguesia, os Pioneiros e Caminheiros andaram por freguesias vizinhas. Os Lobitos tiveram que se orientar pelos mapas, que iam recebendo nos postos. Tiveram questões e jogos foram realizando pelo caminho… alguns mais fáceis, outros nem tanto. Divertiram-se, relembraram, aprenderam… não só com os chefes, com o jogo, mas também uns com os outros.

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Os Exploradores chegaram aos mesmos postos que os lobitos, mas não pela mesma ordem… andaram mais, e um pouco para cima e para baixo… ora, se já são exploradores pudemos puxar um pouco mais pelos pés e pernas. Por azimute foi a forma de como se tiveram de orientar… e ainda que faltando os seus guias, é de referir que correu bem a orientação. Aprenderam mais alguma coisa sobre a vida de Baden-Powel e também sobre a história do C.N.E. Pioneiros e Caminheiros… foram fazer um caminho um pouco maior. Orientando-se por coordenadas, passaram no Marco Geodésico da Agonia, por Loures e deram um saltinho a Frielas. Tudo correu bem, pois fizeram-no dentro do tempo previsto, aprenderam pequenas curiosidades sobre a vida de B.P. (ex.: o ditado preferido: “Devagar, devagarinho se apanha o macaquinho!”), e sobre o C.N.E. (ex.: a denominação inicial do nosso movimento: “Corpo de Scouts Católicos Portugueses”). As perguntas podem ter surpreendido muita gente, mas algumas respostas foram, digamos, imaginativas. Foi um dia bem passado, comemorando o dia do nosso fundador… revivendo um pouco a história da sua vida e do no C.N.E., afinal estamos este ano a comemorar os 90 ano do Corpo Nacional de Escutas, que terminou com a Eucaristia.

Sérgio Silva Ouriço Determinado Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


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Caminho a seguir… Promessas O dia 9 de Março foi dia de seguir em frente para uma nova etapa de alguns dos nossos escuteiros. Foi um dia de viragem, de reconhecimento de capacidades demonstradas. Foi dia de lenço novo! Tivemos assim a Promessa de 12 elementos, 4 Lobitos, 4 Exploradores e 4 Caminheiros. Parabéns a todos e Boa Caça!

Susana Costa Águia Capaz Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


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X ACAGRUP A C A G R U P

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Quão desportivo é o teu mundo

Tal como o imaginário e tema propunham o X A CA GR U P decorreu na égide dos Jogos Olímpicos e do consequente espírito desportivo (escutista) e superação dos limites.

Quanto ao imaginário temos os Jogos Olímpicos - Citius, Altius, Fortius - "o mais Rápido, o mais Alto, o mais Forte" - serve como lema do ideal olímpico e resume a postura que um atleta precisa ter para alcançar os seus objetivos. Na sua essência está na superação dos limites. Os símbolos olímpicos refletem os ideais do Olimpismo. Os cinco aros interligados sobre um fundo branco, nas cores azul, amarela, preta, verde e vermelha representam a união dos cinco continentes. É a principal representação gráfica dos jogos. A tocha, o elo entre os Jogos da Antiguidade e os Jogos da Era Moderna, o fogo sagrado, tido como elemento purificador, anuncia o começo dos Jogos e convoca o mundo a celebrá-los em paz. A cada edição, a cidade-sede cria a sua própria Tocha, que ganha novos desenhos e formas, de acordo com a cultura do país sede.

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O tema “Quão desportista é o teu mundo”, pretende dar uma continuidade ao tema do JOTA/JOTI (“Quão desportista é o teu mundo”) e ser um convite a cada elemento viver e desenvolver, tanto na preparação como durante o Acagrup, em todas as atividades propostas, o lema olímpico (explicado acima), que não é mais do que já fazemos no escutismo com o (“mais alto e mais longe”) ou superação constante dos limites. Assim, a aplicação do imaginário refletiu-se desde logo na organização de campo, tendo sido criada uma Vila Olímpica (campo geral), estando as unidades divididas em 5 Aldeias olímpicas (subcampos), agrupadas por tipos de competição, misturando atletas (unidades) de vários (2) países (secções), existindo um responsável (dirigente) do comité olímpico (da direção), distribuídos da seguinte forma: Desportos coletivos: Tribo D. Sebastião + Bandos Branco e Cinzento – Paulo Alvares Desportos de Inverno: Tribo João Garcia + Bandos Preto e Ruivo – Paula Fouto Desportos individuais: Equipa Martim Moniz + Patrulha Canguru – Paula Esteves Desportos Aquáticos: Equipa Fernando Pessoa + Patrulha Chacal – Paula Agostinho Desportos de Luta: Equipa Raul Solnado + Patrulha Galo - Susana Costa Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


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A tocha, como elo entre o imaginário e o Acampamento assumiu também o significado do fogo como elemento purificador que anuncia o Acampamento e convoca todos os elementos das várias Secções a vivê-lo plenamente. Assim percorreu todo(a)s os continentes (secções) durante o período (2 meses) que antecederam (preparação) os jogos, tendo sido transportada pelos atletas (elementos) mais carismáticos (guias), tendo sido levada até aos jogos para o acender da “pira“ (fogueira) pelo atleta (caminheiro) mais carismático (velho) com presença nos jogos (acampamento), tendo sido um símbolo permanente dos jogos (acampamento).

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Os X jogos (ACAGRUP) decorreram na Oceânia, tendo como país anfitrião Timor Leste (Mata da Machada) e Timor Ocidental (nas instalações da Escola de Fuzileiros, em frente e a Oeste da Mata), numa organização do comité olímpico (Dirigentes e animadores) estando presentes os atletas (elementos) apurados (inscritos) dos restantes 4 continentes assim distribuídos: América (Iª): Bolívia; Colômbia; Costa Rica e Haiti; (Bando Branco); (Bando Cinzento); (Bando Preto); (Bando Ruivo);

Ásia (IIª): Japão; China; (Patrulha Canguru); (Patrulha Chacal); (Patrulha Galo); África (IIIª): Costa do Marfim; Quénia; Egipto (Equipa Martim Moniz); (Equipa Fernando Pessoa); (Equipa Raul Solnado); Europa (IVª): Espanha; Reino Unido (Tribo D. Sebastião); (Tribo João Garcia) Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


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Os atletas chegaram à Vila Olímpica (campo) já de noite do dia 15 tendo de imediato deslocado-se aos seus aposentos (subcampos) para arrumação do espaço (montagem de tendas e arrumação das mochilas), seguindo-se a cerimónia de abertura dos jogos com o desfile dos países presentes, o acender da pira e o espetáculo (canção) preparado pelo comité. No dia 16 de manhã foi tempo dos atletas se adaptarem (construções por subcampo), conhecerem melhor a vila olímpica e arredores, nomeadamente um belo rio que passava no limite norte da vila e ainda assistir (participar) no concurso de culinária para a melhor refeição.

Após a degustação dos saborosos pratos, preparados no hotel (cozinha) de cada aldeia (subcampo), e suplementos energéticos (sobremesas) os atletas dirigiram-se por países (Unidades) para as várias competições do dia, distribuídas, em função das capacidades (da secção) dos atletas, distribuídas por toda a Ilha (Mata da Machada).

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Após o jantar os atletas poderam assistir (participar) num fabuloso espetáculo (fogo de conselho) de variedades (peças preparadas pelos subcampos). No dia 17, apesar de muito chuvoso, desde a madrugada até ao final da manhã, não desanimou os atletas que tiveram que abandonar os seus aposentos (desmontar campo) e viajar para o lado Ocidental e indonésio da Ilha, em virtude das competições desse dia decorrerem nesse espaço, local onde os atletas tomaram o pequenoalmoço, seguido duma sessão de massagens (celebração eucarística) para recuperação física (espiritual) para os jogos desse dia, que começaram imediatamente após o almoço. Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


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Neste dia os jogos seriam por equipas (subcampo), seria estratégica (jogo de estratégia) a participação nos Desportos Individuais/Coletivos (campo de futebol/pista de obstáculos); Desportos de Inverno (pista de lodo) Remo/Canoagem (Praia – remo em botes); Pentatlo (parada e carreira de tiro); Desportos Aquáticos (piscina), podendo ainda visitar locais de realce da ilha podendo fazer compras (ganhar pontos). Mais uma vez o tempo correu depressa demais e mais uma vez os atletas deram o seu máximo para alcançar os melhores resultados e as consequentes medalhas, que foram entregues no final dos jogos às melhores equipas (Subcampo) e aos melhores atletas (unidades). Para finalizar a organização ofereceu aos atletas um banquete (lanche) convidando os atletas a deixarem sugestões (avaliação) e continuarem a treinar (escuteirar), dando sempre o seu melhor sem perder o espirito desportivo (escutista).

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O balanço final é pois muito positivo deixando a todos o desafio de repetir a experiência e o agradecimento pela postura na participação. Para tal fica o desafio de treinarem com dedicação para poderem ser apurados em nova oportunidade. Uma última palavra para as famílias e treinadores (animadores) destes atletas pelo acompanhamento e ajuda na preparação dos mesmos, ajuda sem a qual os resultados não teriam sido certamente os mesmos. Foi um prazer muito grande trabalhar com todo o Comité Olímpico, na preparação e condução destes jogos (Acagrup), bem como assistir à forma altamente desportiva (escutista) como todos os elementos se comportaram e dedicaram aos jogos (acampamento) em todas as suas fases e momentos.

José Rebola Hiena Ágil Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


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Via Sacra Ao contrário de muitos outros eventos e momentos pelos quais o nosso Agrupamento passa durante o ano, este em particular não requer que o criemos. Em vez disso, e já pela segunda vez consecutiva, o Agrupamento 495 foi convidado a realizar a encenação bíblica da Via Sacra da Paróquia. Em conjunto com os demais grupos da Paróquia, damos o nosso contributo tomando para nós as leituras bíblicas e a sua representação física perante a comunidade, ao passo que a mesma se responsabiliza pelas meditações, orações e ademais tarefas necessárias à realização e boa vivência cristã do momento que é a Via Sacra. Este ano de 2013 trouxe consigo a sabedoria da encenação do ano passado. Notou-se mais organização e interesse na preparação do evento. Em geral os elementos mais velhos já sabiam o que fazer, mesmo muitas das leituras sendo ligeiramente diferentes. Pudemos contar com o apoio de uma logística que acompanhava a carrinha de apoio e seguia à frente do cortejo.

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Foram então distribuídas as personagens e respetivas tarefas e caracterizações. Se alguns se repetiram e eram já veteranos no papel como o João Moreno na pele de Cristo, o João Nunes na de Simão de Cirene, os Lobitos enquanto soldados e os exploradores e pioneiros enquanto judeus e judias, para muitos outros este ano foi uma “estreia” por assim dizer. Verónica foi assumida pela Filipa Esteves e Maria, mulher de Clopas pela Inês Casaleiro, as nossas duas pioneiras que aceitaram o desafio de com o clã participar na Via Sacra com uma personagem central da encenação. Junto a elas, temos também o Miguel, o Gabriel e a Mariana Fouto que nos emprestaram as suas mãos para se tornarem ativos na descida de Jesus na Cruz e enquanto Anjos que informavam Maria Madalena da ressurreição de Cristo! Já nos mais velhos, a Joana Garcia, ex-Verónica encarregou-se este ano de representar Maria Madalena, ao lado não só da Inês mas também da Sara Alkaim que foi a nossa Virgem Maria em 2013. Já nos meninos, tivemos um discípulo amado novo na pele do Gil Artilheiro, um Pilatos também ele renovado através do Érico Virgy e um José de Arimateia estreante, via Ivo Rodrigues. Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


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Quanto à equipa de animação, também houve muitas estreias. A Susana Ruivo e as nossas 3 Paulas acompanharam as mais novas enquanto Judias que seguiam Cristo, deixando para mim e para a Susana Costa a tarefa de ser os centuriões Romanos que guiavam as tropas até ao Calvário. Finalmente, e não podendo esquecer também a sua importância, temos também a Amélia Cardoso, o Paulo Álvares, o Sérgio Silva e o Tiago Casaleiro que tomaram para si as tarefas logísticas de narração, fotografia e gestão de material durante a Via Sacra. Em suma, uma actividade que reuniu esforços de todos os elementos do Agrupamento, e à qual todos se dedicaram para que a mesma chegasse a um bom porto da melhor maneira! Eis que chega o dia. Após um ensaio matinal produtivo e um almoço apressado em meio de uma caracterização surpresa do Moreno, conseguimos este ano chegar a horas ao local de encontro! Claro que tivemos Maria e Maria Madalena a correr apressadamente para trás em busca do “santo sudário” que ficara esquecido em casa, mas tirando esse pequeno detalhe, pôde a Via Sacra decorrer a tempo e horas.

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1 / 2013 Março

O céu estava a prometer chuva, o clima e humidade ajudavam ao receio, mas sem temer fomos em frente mesmo que já pingasse. Tal como costume, revestimos Cristo com a sua capa e coroa de Espinhos, assim como lhe foi entregue a cruz. As estações sucediam-se umas às outras. Em todas elas alguns lobitos, exploradores e pioneiros participavam nas variadas cenas por nós levadas a cabo. Ainda que nem todos participassem, aos que o fizeram um obrigado pela sua dedicação e bom espírito com que levaram tudo, desde os ensaios à atuação em si. Mais adiante despojámos Cristo das suas vestes, revelando à comunidade o nosso trabalho à hora de almoço, em prol de uma “possivelmente” mais realista interpretação das leituras que nos iam sendo narradas. Despojado e Crucificado, este ano fomos mais longe não só na pintura corporal (que certamente aparecerá no próximo ainda mais mais realista!) mas também no próprio ato da crucificação. Martelos para efeitos sonoros, uma placa condigna em lugar de uma de cartão apressadamente escrevinhada, um muro em lugar de uma cadeira tremida para elevar a figura na cruz. Aos poucos, vamos conseguindo melhorar e tornar tudo muito mais realista, adequado e eficaz.

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1 / 2013 Março

A Via Sacra estava a chegar ao seu final. Alguns de nós já começavam a ter as pernas cheias de frio ou os pés que iam (e bem!!!!!) de sandálias com algum frio, humidade e água a entranhar-se. Não que notássemos, pois em andamento nem se liga a estas coisas, mas quando demos por isso estávamos no final. Descemos a figura crucificada e que havia expirado da Cruz para o colo de sua mãe que o beijou e permitiu que fosse levado, em braços, para o seu sepulcro, de onde acabou por desaparecer fisicamente ao chegarmos à última estação. Mais uma Via Sacra chegara então ao fim. Com algumas arestas já polidas e outras ainda a precisar de ser limadas, encerrámos assim a nossa participação neste momento da semana Santa desta forma diferente e criativa.

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1 / 2013 Março

De salientar que, à semelhança do ano passado, mais uma vez a reação imediata da comunidade demonstrou ser boa e bastante positiva à nossa encenação. Aos Lobitos enquanto soldados, aos exploradores e pioneiros enquanto judeus e judias fica a promessa de um próximo ano ainda melhor e com mais aprumo e ação pela sua parte. Aos Caminheiros e Pioneiros que compuseram o nosso cortejo, a palavra de agradecimento pela dedicação e profissionalismo com que encararam este desafio que lhes foi lançado. E finalmente à Vª secção, um obrigado pela confiança e por me terem entregue mais uma vez a encenação da Via Sacra e ainda de terem aceite o meu convite de também eles se caracterizarem e percorrerem as 14 estações da Sexta Feira Santa no papel de judias e soldados romanos de outrora.

Carlos Bento Coruja Sagaz Balú Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


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Alcateia Acampamento na Fonteireira Entre os dias 15 e 17 de Fevereiro a Alcateia realizou o seu primeiro acampamento do ano. Contando com quase todos os lobitos, foi um desafio quer para os pata-tenras, que acampavam pela primeira vez, quer para os mais velhos que tinham como uma das suas tarefas ajudar os mais novos nesta caçada. Começámos com uma despedida, para alguns, difícil: pelas caraterísticas do espaço, os lobitos tiveram de se despedir dos pais num local afastado do campo e, com as mochilas às costas, percorrer algumas centenas de metros num terreno pouco iluminado. É claro que todos sabiam que o terreno era conhecido dos animadores mas o nervoso miúdo afectou quer lobitos quer pais e mães. Vencido este primeiro desafio foi altura de montar tendas. E aqui os nossos bandos começaram a mostrar que estão realmente atentos durante os treinos na sede. Com maior ou menor dificuldade, todos ajudaram, e havia ainda vontade para um jogo nocturno em alguns olhos. Mas esta noite estava terminada.

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No dia seguinte foi a vez de aprenderem algo sobre construções com madeira e ajudarem a montar o campo. Tivemos direito a mesa e bancada de cozinha. Alguns lobitos descobriram aqui uma pequena paixão.

Durante a tarde fizeram um jogo de pistas e prepararam o que veio a ser um excelente fogo-de-conselho. À noite, iluminados e aquecidos por uma fogueira, partilhámos histórias cómicas e sérias e revivemos o melhor do acampamento. Na manhã seguinte a chuva marcou a sua presença, já habitual, nas actividades da Alcateia. Foi a vez dos animadores montarem um abrigo com oleados para que os lobitos pudessem tomar o pequeno-almoço fora das tendas.

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E com uma nova caminhada, de novo com as mochilas às costas, lá fomos ter com os pais, onde os deixámos dois dias antes. Foi um acampamento cheio de peripécias, que terminou com um saldo muito positivo para todos. Aproveitamos (animadores da Alcateia) para agradecer toda a colaboração, de pais de lobitos, amigos e familiares nossos, sem a qual teria sido muito mais difícil acampar assim. Uma canhota!

Paulo Álvares Elefante Pensador Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


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Comunidade Happy Pio O grupo pioneiro do 495 começou a manhã do dia 16 de Fevereiro às 10 horas na estação de metro do Senhor Roubado, pronto para um dia divertido, e felizmente, sem chuva. O destino era a Baixa Lisboeta, onde iríamos fazer um Jogo de Cidade com os objectivos de viver o Imaginário do trimestre (“H a p p y P i o ”, baseado no filme “Happy Feet”), conhecer melhor a vida dos Patronos das Equipas, ajudar os Noviços e Aspirantes a realizar das provas da Etapa do Desprendimento e, claro, conhecer melhor esta zona da cidade. No início da actividade foi entregue a cada equipa um mapa com os postos assinalados com números e letras (que teríamos que identificar à medida que por eles passássemos) e, uma vez no metro, cada equipa deveria escolher o seu local de saída, de acordo com a sua abordagem ao jogo.

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Este consistia num jogo de estratégia, composto por cinco postos de passagem obrigatória (que tinham horário de funcionamento) e dezassete de passagem facultativa. Nos primeiros, foi-nos entregue uma mensagem que relacionava o local onde estávamos com um dos patronos das Equipas (Teatro D. Maria II – Raul Solnado; A Brasileira – Fernando Pessoa; Largo de Martim Moniz – Martim Moniz; Castelo de S. Jorge – Senhor da Felicidade (ligação com o imaginário do trimestre)), sendo também necessário desempenhar uma tarefa (peça de teatro, escrita e declamação de um poema, cantiga, prece).

Os postos facultativos eram vários locais de interesse da cidade de Lisboa, como monumentos ou edifícios de renome (por exemplo, Teatro Tivoli, Coliseu, Mosteiro de S. Vicente de Fora, Convento do Carmo, Elevador de Santa Justa), miradouros (miradouro da Graça, de Santa Luzia), ou ainda locais de passagem (Rua da Betesga, Campo de Santa Clara/Feira da Ladra). Nestes, a nossa passagem devia ser assinalada com uma fotografia da equipa no local. Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


1 / 2013 Março

Houve uma breve pausa para almoço às 13:00, onde nos reunimos e tivemos um pequeno momento de convívio. A tarde correu bem, tal como a manhã, e às 15:30 reunimo-nos no Largo de Martim Moniz, prontos a encerrar o jogo e a ir para casa (de metro até Odivelas e de lá a pé até à nossa sede, onde concluiríamos o jogo). Enquanto esperávamos pelo transbordo do metro, houve ainda tempo para a avaliação do dia, que foi de um modo geral positiva, onde todos considerámos que a actividade estava bem organizada, atendendo ao tempo, com postos originais e que tinha sido positiva para o desenvolvimento do espírito de Equipa e grupo. Gostámos de conhecer melhor a cidade de Lisboa e do facto de ter sido uma actividade fora da sede. Foi ainda uma boa actividade porque possibilitou momentos de descontracção e diversão.

Gabriel Bento Equipa Marim Moniz

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1 / 2013 Março

Clã Dia de São Paulo No dia 26 de Janeiro, o Clã participou na celebração de Núcleo do dia de São Paulo, patrono dos caminheiros. A actividade decorreu na Igreja do Cristo-Rei, na Portela, e contou com cerca de 70 caminheiros do Núcleo. O dia iniciou-se com um jogo de cidade, sob o imaginário "As viagens de São Paulo". Durante uma caminhada na zona oriental de Lisboa, que decorreu durante os períodos da manhã e da tarde, os caminheiros foram convidados a reflectir sobre as mensagens de São Paulo, perpetuadas nas cartas que nos deixou. Após a celebração da eucaristia, presidida pelo Pe. Alberto Gomes, teve lugar um jantar convívio, onde todos os caminheiros puderam interagir e conhecer-se melhor. De seguida, teve lugar uma pequena Vigília de Oração, que contou, mais uma vez, com o apoio do Pe. Alberto, onde todos partilharam o modo como, em Clã, vivem os ensinamentos de São Paulo. Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


1 / 2013 Março

O dia terminou com uma apresentação da EP do Cenáculo do Núcleo Moinhos de Vento, e com a divulgação dos resultados do jogo de cidade, onde a tribo João Garcia (à qual estavam juntos alguns elementos da tribo D. Sebastião) ficou em 3º lugar! A avaliação, no final do dia, foi bastante positiva, pois promoveu um bom convívio, não só com os outros Clãs, mas também entre os elementos do nosso Clã!

Rita Marques Pinguim Persistente Tribo João Garcia

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1 / 2013 Março

Serviço – Lar Irmãzinhas dos Pobres Nos últimos dois anos o Clã participou nos lares, das Irmãzinhas dos pobres, em Campolide, é uma atividade em que é dado o nosso apoio no lar e que é feita em conjunto com o agrupamento de São Julião do Tojal. Começamos com uma distribuição em grupos, um grupo passaria o dia a tratar dos jardins e outro grupo iria começar a preparar pequenosalmoços, fazer camas. Após estes trabalhos fomos ajudar na distribuição dos almoços onde cantamos com as nossas maravilhosas vozes para os idosos. Depois dos almoços quem ficou nos jardins terminava o trabalho que durou o resto da tarde e o resto do grupo ficaria a limpar vidros, estes trabalhos que parecem simples deram bastante trabalho, por exemplo os vidros com pintas de tinta que davam bastante trabalho a tirar. Quando terminamos o trabalho fomos rezar o terço, no final do dia a hora de jantar também demos o nosso apoio na distribuição da comida e apoiar algumas pessoas que necessitavam de ajuda para se alimentarem, enquanto as pessoas jantavam nós mostramos a mesma energia que tivemos no almoço com as nossas cantorias e no final houve várias pessoas a agradecerem o nosso apoio e a dizer que gostaram das nossas canções e que cantaram connosco. Foi uma experiência muito boa para todos nós e onde nos divertimos bastante.

Erico Virgy Cavalo Ambicioso Tribo D. Sebastião

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1 / 2013 Março

Os 37 retratos de Asterix e Obelix Foi no passado dia 9 de Fevereiro que o Clã de Santa Joana D’Arc partiu para mais uma grande actividade pelas ruas e ruinhas da capital. Desta vez foi-nos proposto fazer um Hike fotográfico dentro do imaginário que escolhemos para este ano, A s t é r i x e Ob é l i x .

Começamos bem cedo na nossa sede e partimos directamente para o metro do Senhor Roubado para começarmos o Hike em tribos. Ao longo do dia foi-nos proposto que registássemos fotograficamente vários momentos e realidades do quotidiano como a exclusão social e a afectividade e também sobre o Astérix e Obélix. Fomos de posto a posto pelo metro e também a pé, passamos pelo Areeiro, Praça do Chile, Graça, Martim Moniz e fomos até ao Rossio, sem antes paramos para almoçar no Miradouro da Nossa Senhora do Monte com uma belíssima vista sobre a cidade de Lisboa e o rio Tejo em seguida com a apresentação da caixa do P P V de cada elemento. Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


1 / 2013 Março

No final do dia ainda deu tempo para toda a gente comer um geladito durante a apresentação de três atelieres para a preparação das provas para as promessas dos aspirantes sobre a vida de São Paulo, a vida de Santa Joana D’Arc e sobre a mística e simbologia da IVª secção. Como não podia faltar também tivemos os nossos momentos de lazer desta vez com pistolas de água que durou até à hora da missa.

Sara Alkaim Pantera Risonha

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1 / 2013 Março

Cenáculo Nos passados dias 1,2,3 de Março realizou-se o XI Cenáculo do nosso Núcleo. Este ano realizou-se na Igreja do Cristo-Rei, na Portela, e claro que o nosso clã não poderia faltar. Tendo como imaginário o filme “Peter Pan”, o primeiro dia serviu para conhecer a EP e os restantes clãs. Sábado, após a alvorada e o pequeno-almoço, seguiu-se um plenário sobre escuteiros com necessidades educativas especiais (NEE), com vários depoimentos de chefes que trabalharam/trabalham com esses escuteiros, relatando o modo como o CNE e o Núcleo actuam perante tais casos. Nota também para o testemunho do Miguel, escuteiro com NEE de S. Julião do Tojal, que sensibilizou todos os presentes. Na parte da tarde seguiu-se o fórum e discussão do tema, onde as várias tribos apresentaram ideias de modo a combater e a melhorar esta questão no Escutismo. Ainda antes do jantar, realizou-se outro fórum, este sobre o comportamento dos escuteiros na sociedade. Depois do jantar, seguiu-se o habitual fogo de conselho e a eucaristia celebrada pelo Pe. Chico.

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1 / 2013 Março

No domingo tivemos outro plenário, sobre o modo como a sociedade vê os escuteiros. Depois do almoço, foram eleitos os novos representantes de Cenáculo, e o Clã, pelo segundo ano consecutivo venceu o ranking de clã, que consiste em responder a desafios lançados pela EP. Resumindo foi um Grande Cenáculo, com boa discussão e partilha de experiências.

Rui Capelas Castor Disposto

Recolha de sangue Já vem sendo hábito o nosso Clã deslocar-se, designadamente ao IPO de Lisboa, para fazer dádivas de sangue. Este ano o projecto foi diferente e partiu da grande vontade do João Nunes em trazer o Instituto Português do Sangue a Santo António e, assim, incrementar as dádivas. Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


1 / 2013 Março

Após muita carolice do João, muito espírito de serviço, muitos contactos, muitos mails, muitos cartazes colados, no dia 9 de Março o Clã 31 e o CeCSSAC acolheram a equipa do IPS e uma série de dadores que benevolamente quiseram colaborar com esta nobre causa. O número de dádivas ainda superou as nossas expectativas, pois conseguimos superar a barreira das 30! No entanto, esta nossa acção foi apenas uma pequenina contribuição no tanto que as dádivas de sangue e medula óssea são necessárias nos nossos hospitais. Mas, prometemos voltar com outra campanha de recolha. Em BREVE!

Susana Costa Unificar, Celebrar, Consolidar Águia Capaz Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


1 / 2013 Março

Animadores AnimAct Gostei muito!!! Aliás gosto sempre de estar entre animadores e chefias, quer seja a brincar quer seja mais a sério. Da minha parte considero que os objetivos do ANIMACT (convívio entre elementos das equipas de animação e “crescimento” conjunto) são sempre bem vindos e foram amplamente atingidos. Parabéns e obrigado pelo contributo de todos, quer a quem se empenhou na preparação, quer a quem viveu momento com a humildade e vontade própria de um escuteiro. Passar pela experiência de jovem também é sempre um privilégio, quer pela oportunidade de nos colocarmos na pele dos jovens, preparando-nos melhor para o desempenho de animadores, quer pela oportunidade de sermos jovens por momentos, que é como quem diz: “libertarmos a criança que há em nós”. Eu por mim não tenho vergonha nenhuma de assumir que gosto muito de “vestir a pele de jovem” e em jeito de testemunho, acampar como dirigente numa patrulha, no mesmo local (Fonteireira) onde 35 anos atrás me iniciei, em acampamento numa patrulha, com explorador júnior, teve um “gostinho especial”. Por mim venham de lá mais atividades de animadores, onde nos possamos divertir e crescer como adultos, nem que seja à conta de pensarmos que ainda somos jovens.

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José Rebola Hiena Ágil


1 / 2013 Mar莽o

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1 / 2013 Março

Eu gostei muito é sempre um privilégio estar em campo, ainda para mais numa actividade dirigida a Chefes. Tendo nós feito parte de 3 patrulhas (Sophie, Robert e ....) pudemos sentir na pele o que os nossos jovens vivem neste momento e nós já vivemos á algum tempo, foi de facto para mim reviver. Acampar como dirigente numa patrulha e ainda por cima na Fonteireira onde á 35 anos acampei como exploradora sénior, foi o reviver de cada canto. Nós avançávamos pela Fonteireira e tudo me lembrava o passado, o barracão, o rio e até as palmeiras. Tudo me fez lembrar aqueles tempos, na minha cabeça surgiam pequenos flaches de memórias das magnificas actividades que fizemos por ali... Foi fantástico! Todo este reviver foi partilhado com a Chefe Amélia e o Chefe Rebola, também eles na mesma altura por ali andaram... Muito Obrigado por isso , pelo convívio, pela cozinha selvagem que fizemos, pelas construções, pelo jogo de vila com orientação... O dormir em patrulha, o poder ter o privilégio de voltar a ser jovem e aproveitar as actividades todas propostas por outros é muito bom! São estas e tantas outras actividades que nos fazem Crescer e Aproximar uns dos outros, pois acredito que só recebendo podemos dar e dar na plenitude, com a qualidade que cada jovem merece... Obrigada á Equipa Organizadora, este objectivo por mim foi mais que superado... Fico á espera da próxima!

Paula Fouto Falcão Determinado

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1 / 2013 Março

ACACIP Mais um passo na caminhada! Após três sessões dentro da ‘sala de aula’, o XII Curso de Iniciação Pedagógica (CIP) do Núcleo Moinhos de Vento foi para o exterior: e todos sabemos como o escutismo em campo é aquilo que entusiasma miúdos e graúdos. Esta foi a altura de colocar em prática aquilo que aprendemos e preparámos um acampamento, no Centro Escutista do Oeste, nos dias 23 e 24 de fevereiro, para os exploradores dos nossos agrupamentos (Póvoa de Santo Adrião, Santa Maria de Loures, Ramada, Portela, Famões, Santo António dos Cavaleiros, São João da Talha). No CIP, os animadores estão divididos em duas patrulhas e cada uma ficou responsável pela organização da atividade para cerca de 30 exploradores. A patrulha Corvo, cujo guia é o nosso Bruno Grácio, desenvolveu o imaginário do Harry Potter, enquanto a patrulha Cisne, cujo guia é aquele que vos escreve, propôs o imaginário do Patinho Feio.

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Muitas foram as atividades: raids, escalada, slide, jogos de pista, construção de papagaios de papel, orações, etc. Cada sub-campo teve as suas atividades mas houve alturas em comum: o maravilhoso fogo de conselho onde o Harry Potter e o Patinho Feio se juntaram para animar a noite; e a eucaristia onde terminámos o fim-se-semana.

Esta foi uma oportunidade quer para os exploradores, que conheceram irmãos escutas de outros agrupamentos, quer para os Candidatos a Dirigentes que puderam crescer mais no seu caminho em direção ao serviço. Os exploradores parecem ter gostado (perguntem-lhes!!!) e nós, posso assegurar-vos, gostámos imenso 

Tiago Casaleiro Lobo Orante


1 / 2013 Março

Lobitoforma - Os também têm ‘aulas’

animadores

No passado dia 3 de Março, teve lugar em Santo António dos Cavaleiros, a primeira atividade de formação dirigida às Equipas de Animação dos Lobitos, organizada pela Equipa Pedagógica da I secção, do Núcleo Moinhos de Vento. Mas… os animadores também vão às ‘aulas’? A missão do escutismo é contribuir para a educação dos jovens através da ação, com base em valores e buscando a construção de um mundo melhor. Nos últimos anos, o CNE tem colocado todos os esforços em melhorar o seu programa educativo. E isto envolve todos! Para podermos educar melhor temos que aprender mais. E foi assim que surgiu o Lobitoforma que foi um dia de formação para dirigentes e caminheiros em serviço com dois temas em destaque: o sistema de progresso pessoal e o imaginário da Selva. Os nossos Lobitos entram como patatenras para depois crescerem como Lobo Valente, Lobo Cortês e Lobo Amigo (as etapas). Para melhor podermos ajudá-los, temos que utilizar os melhores instrumentos e as melhores estratégias. Este foi um encontro em que partilhamos experiências que certamente nos ajudam a crescer mutuamente. Unificar, Celebrar, Consolidar Agr. 495 Sto. António dos Cavaleiros


1 / 2013 Março

Os Lobitos vivem o imaginário do Livro da Selva, aprendendo com os animais da Selva (o Áquêlà, a Baguirá, a Cá, o Balú, a Racxa, o Hathi e muitos outros) como podem crescer. Às vezes, os adultos têm dificuldade em entrar no mundo do Livro da Selva. No Lobitoforma estivemos a recordar como é bom e animado entrar naquela selva e aprender com todos! O Lobitoforma não se ficou por um dia e já está a dar frutos! A Alcateia 60 vai ter o seu Lobitoforma para podermos trabalhar mais aprofundadamente algumas das temáticas abordadas.

Tiago Casaleiro Hathi

João Santiago – 15 Jan Beatriz Pereira – 28 Jan Gil Artilheiro – 13 Jan Joana Santos – 15 Fev Sara Alkaim – 3 Fev Daniel Trincheiras – 16 Fev Rui Capelas – 25 Mar Ana Catarina Mateus – 25 Fev Filipa Velasco – 14 Mar Amélia Cardoso – 17 Jan Paula Fouto – 25 Fev Paula Agostinho – 25 Fev Sofia Baracho – 16 Mar Diogo Sarabuga – 6 Jan Bruno Grácio – 27 Mar Afonso Martins – 5 Jan Gonçalo Pereira – 25 Jan Helena Santos – 12 Jan Margarida Calixto – 27 Jan César Gabriel – 21 Jan Rui Gomes – 13 Fev Carolina Sousa – 28 Jan Letícia Fernandes – 29 Fev Mariana Oliveira – 31 Mar

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