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portfolio SARIANA FERNÁNDEZ MONSALVE


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estrutura bi apoiada

objeto

Ă­ndice

1 currĂ­culo

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design do objeto


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habitação social

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casa de cultura

livro sanfona

identidade visual MAC USP

projeto visual

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cartazes síntese

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vetorizados

projeto de arquitetura

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trabalhos adicionais


SARIANA FERNÁNDEZ MONSALVE

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formação acadêmica

2011_Ensino Médio Colégio Bandeirantes 2012_Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Não concluído 2014-_Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP) Atualmente cursando o 7˚ semestre

atividades extracurriculares

2016_ monitoria na matéria Design do Objeto, na FAU USP (8h/semana) A monitoria consistiu em dar apoio aos alunos do 4˚ período da FAU USP durante o semestre. A matéria trabalha conceitos fundamentais do projeto no Desenho Industrial: a percepção da forma e o estudo das propriedades dos materiais e seus diferentes usos, tanto na bidimensionalidade quanto na tridimensionalidade, a partir do desenvolvimento de modelos analíticos. 2016 _ grupo Lero Lero, na FAU USP Desenvolvido por alunos da graduação, o grupo visa levar os assuntos discutidos em sala de aula para a vivência na cidade, por meio de visitas e conversas que abranjam a variedade de assuntos abordados na FAU: arquitetura, design, arte, urbanismo e paisagismo. Os encontros são intermediados por professores, profissionais da área e alunos que fazem parte do Lero Lero. Dessa forma, ao fomentar o diálogo entre profissionais das áreas em questão e alunos, o grupo contribui positivamente para a ampliação do conhecimento destes.


Nacionalidade: Venezuelana Situação no Brasil: Visto Permanente Estado civil: Solteira 15/06/1994 - 22 anos São Paulo, SP, Brasil sariana.fernandez@gmail.com

atividades extracurriculares

idiomas

informática

2016_ curso “Arte na América Latina no século XX”, no SESC - Serviço Social do Comércio (36h) 2016_ workshop “Processos Curatoriais”, pelo ARTE!Brasileiros (2,5h) 2016_ seminário “Práticas Permeáveis: a incerteza como metodologia”, na 32˚ Bienal de São Paulo (3,5h) 2016_ teste de proficiência de inglês TOEFL ITP – nível C1 2016_ curso “6 curadores”, pelo Projeto Marieta (18h) 2016_ curso “Arte e Psicanálise”, no MAM (30h)

português_fluente espanhol_língua materna (fluente) inglês_fluente italiano_intermediário

AutoCAD Illustrator InDesign Pacote Office Photoshop Premiere SketchUp VRay

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A matéria consiste em uma introdução ao Design Industrial, tendo por objetivo o desenvolvimento da capacidade projetual a partir da análise das características dos processos industriais e informacionais. Nela foi possível aplicar conceitos de uma maneira prática, uma vez que somente era possível verificar o comportamento dos materiais e as possibilidades oferecidas por eles na hora de operacionalizar os projetos. Também foi possível estudar a percepção das formas a fim de abstrailas e usa-las para fins diferentes dos originais.

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estrutura bi-apoiada 4˚ semestre Orientação: Giorgio Giorgi, Luis Antonio Jorge, Myrna Nascimento e Tatiana Sakurai Projeto com coautoria de Daniele Pin

Flexibilidade e firmeza foram objeto de estudo neste exercício, o qual pretendia a construção de uma estrutura que vencesse um vão de 1,75m, apoiandose somente nos extremos. Os materiais utilizados foram palitos de bambu de no máximo 25cm de comprimento, linha se costura e molde, caso o palito precisasse de curvatura. A metodologia utilizada foi a confecção de módulos que, ao serem repetidos, poderiam vencer o vão sem o encurvamento da estrutura. O exercício exigia a experimentação imediata dos materiais, uma vez que era muito difícil prever os resultados por outros meios a não ser a feitoria dos módulos e o estudo do seu comportamento. A orientação dos professores guiou pelo caminho da construção de módulos que, quando juntos, venceriam o vão. Por ter optado por módulos com elementos curvos, foi necessária a construção de um molde, o qual mantinha os palitos de bambo – umedecidos previamente – presos na curvatura determinada até que secassem, assim mantendo esta nova forma. Através da repetição dos módulos, se conseguiu uma rigidez que permitiu que a ponte vencesse o vão sem curvar.

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objeto

4˚ semestre Orientação: Giorgio Giorgi, Luis Antonio Jorge, Myrna Nascimento e Tatiana Sakurai Projeto com coautoria de Beatriz Cintra, Francisco Berlande e Leticia Chaves

A partir de desenhos de observação de abstrairamse formas e geometrias que auxiliaram na produção de um objeto. Este não precisava ter função definida e não haviam restrições de materiais, podia ser usado o material que expressasse melhor as características do objeto. O grupo, conformado por desenhos de abacaxi, caju, morango e pimenta Cambuci, chegou em um grid em formato de losango, no qual os losangos iam aumentando à medida que o desenho subia. Portanto o objeto produzido tem uma extremidade mais fechada e outra mais larga. Pretendia-se certa maleabilidade, mas que ao mesmo tempo houvesse uma forma característica à qual voltaria depois de ser manuseado, tornandose interativo. Pensou-se então em usar tubos que tivessem por dentro elásticos, assim permitindo a deformação, mas sempre voltando à forma original. Esta ideia foi aperfeiçoada usando-se o corpo transparente da caneta BIC e tubos de aquário e essa junção de materiais proporcionou a rigidez e maleabilidade necessárias para a correta funcionalidade do objeto.

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O objetivo principal da matéria é desenvolver a capacidade do estudante de realizar projetos de design visual relacionados ao edifício e à cidade. Nela é possível exercitar a parte visual e gráfica dos projetos, além de diferentes técnicas de impressão e produção. A escala abordada pelos trabalhos vai desde intervenções como cartazes até instalações na cidade e seus edifícios.

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livro sanfona

4˚ semestre Orientação: Clice de Toledo Sanjar Mazzilli

O livro tinha tema livre e devia ser inserido num formato “sanfona”, isto é, 12 folhas A4 unidas pelo lado maior, totalizando uma superfície de 252x29,7cm. Decidiu-se escolher o tema “caminhos” e, para isto, escolheu-se um poema do escritor espanhol Antonio Machado “Caminante no hay camino”. Usar o livro significava rasgar a primeira pele que possuía, preta, à medida que se liam as páginas, para assim revelar uma segunda pele que se tratava de um mapa com os versos do poema. Desta maneira, um “caminho” era feito à medida que o leitor rasgava e lia o livro, transmitindo a ideia central do poema: “Caminante no hay camino, se hace camino al andar. “

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identidade visual MAC USP

6˚ semestre Orientação: Polise Moreira de Marchi Projeto com coautoria de Gabriel Hirata e Tatiana Kuchar

A matéria propunha estudar um caso de linguagem visual visto como inadequado e melhorá-lo, construindo uma nova e adequada à marca. O grupo escolheu o MAC USP no Ibirapuera por considerar que a marca atual do museu, de caráter moderno, conflitava com a sua proposta de museu de arte contemporânea gerido por uma instituição universitária. Sendo assim, o grupo elaborou uma proposta de nova marca que se adaptasse à situação atual do museu. Querendo aproximar a marca à contemporaneidade, a proposta de logo se insere na sociedade tecnológica do século XXI. As cores adotadas foram baseadas na paleta RGB, utilizada em dispositivos eletrônicos. Esta funciona por meio da adição de três cores (vermelho, verde e azul) que, dependendo da variação da mistura, consegue criar o resto das cores do círculo cromático. O grupo desenvolveu um novo logo, sistema de wayfinding (sinalização de direção, orientação e operacional) e aplicações (folheto, panfleto de programação, papelaria, pôsteres, etc).

A partir do mind map foram destacados elementos chave que constituem o ponto de partida para a materialização gráfica da nova imagem proposta para o MAC USP

Versão preliminar do logo

Escalas de cores escolhidas

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Construção do logo

Variações de cores no logo

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Os elementos que constituem a placa de informação dos andares são: cores, números, painéis e barras horizontais e verticais. As cores utilizadas se relacionam ao acesso do público ao espaço em questão. O térreo e o mezanino recebem a cor cinza por serem ambientes neutros nos usos e no acesso. O anexo, por sua vez, recebe a cor verde como identificação e se encontra separado do mapa dos andares, mas segue a mesma lógica. As barras, que relembram os brises do prédio, ajudam na aplicação da placa de informações. Atualmente, o museu não possui nenhum material impresso que auxilie na localização do usuário no espaço. Pensando nisso, criou-se um folheto universal, que mostra a utilização dos espaços sem especificar as exposições. Assim, este material se configura como fixo, independente da mudança do que estiver sendo exibido nos andares. O conteúdo do folheto inclui informações institucionais (horário de funcionamento, endereço) além de uma mapa com a localização do museu e os mapas por pavimento: térreo (com anexo), mezanino, primeiro ao oitavo e terraço. Estes mapas indicam os usos permanentes dos andares (banheiros, guarda volumes, informações, etc) além de indicar informações sobre os acessos. O folheto é apresentado em três versões, cada uma tendo variações de um tom da escala RGB. Cada cor identifica um idioma diferente: português (vermelho), espanhol (azul) e inglês (verde).

Hall dos elevadores com aplicação do novo wayfinding

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Folhetos universais Folheto da programação

Totem triângular de informações

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Conjunto de matérias que têm como foco o aprendizado da teoria e da prática do Projeto de Arquitetura a partir da elaboração de projetos de edificações urbanas de relevância social e interesse público, com ênfase naquelas destinadas a abrigar equipamentos de uso público e habitação coletiva. Os projetos se aprofundam no estudo do programa, nas transições espaciais da cidade e da edificação e nas conexões entres elas.

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arquitetura:projeto3 habitação social

Habitações

5˚ semestre Orientação: Cesar Shundi Projeto com coautoria de Ana Hirasawa, Ana Clara Franchini e Assiya Arab

Como situação inicial do projeto encontrou-se um bairro hipotético, com um grid regular de quadras de 80x80m. A proposta para essa nova quadra era a criação habitação social com uso comercial e de serviço no térreo. O partido do projeto é o anel perimetral, o qual permite a conexão entre os níveis (gerados pela declividade do terreno) e as torres de habitação social. Como contraste ao volume perimetral contínuo do anel, a habitação social foi pensada como torres pequenas, “pontuais” que aumentam a circulação nesse térreo superior. Os seis volumes residenciais, sendo três laminares e três torres, abarcam 181 apartamentos, variando entre 1, 2 e 3 dormitórios. Pensando na escala do bairro e notando a carência de espaços culturais e de convivência, foi pensado o centro cultural na fachada principal da quadra. A proposta de programa também contempla lojas e restaurantes ao longo das calçadas para animar a rua.

Núcleos de circulação vertical Estrutural

Lojas

Restaurantes Lojas

Centro cultural

Núcleo livre

N

Planta de situação

Estacionamento Solução topográfica

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A

Tipologia dos apartmentos 1:750 1 dormitรณrio 2 dormitรณrios 3 dormitรณrios

N

B

A

B

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A

A B

B

B

B

A

Estacionamento 1:1000

A

N

Cota +730,5m 1:1000

Corte AA 1:500

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N


A

A B

B

A Cota + 737,5m 1:1000

B

A

B

N

Implantação 1:1000

N

Corte BB 1:750

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arquitetura: projeto 4 casa de cultura 6˚ semestre Orientação: Cesar Shundi

Localizado na rua Nestor Pestana, o terreno do projeto se encontra cercado por dois marcos de São Paulo: a praça Roosevelt e o Teatro Cultura Artística. Por ser uma região central, a oferta de transporte público é ampla. O rasgo no meio do terreno guia o olhar do transeunte para a paisagem atrás do edifício: a – quase – colagem que os prédios de São Paulo parecem formar. O volume superior, que acaba com esse visual, pretende acentua-lo ao mesmo tempo que o delimita. O entorno também exerce força nas linhas do prédio: a curvatura do painel, a marquise do teatro e o paredão residencial continuam no projeto. O projeto consiste em três blocos, dois verticais e um horizontal, no topo do edifício. O bloco em formato trapezoidal concentra as circulações e cria um espaço de espera para as salas, que se encontram no bloco triangular. A conexão entre os dois blocos se faz mediante passarelas. O terceiro bloco abriga salas sem nenhum tipo de barreira física, permitindo usos mais expansivos. O edifício tem um subsolo, térreo e cinco pavimentos, 4 destes com pé direito duplo e mezanino.

Fachada desde a Praça Roosevelt

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Planta de situação


Esquemas da construção da forma do Centro de Cultura

Corte AA 1:500

Corte BB 1:500

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Subsolo Nível 758,5m esc 1:200

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Ofícinas/Multiuso Níveis 773,5m e 780m esc 1:200

Mezanino Ofícinas/Multiuso Nível 777,1m e 783,6m esc 1:200


Térreo Nível 764m esc 1:200

Administração Nível 768,5m esc 1:200

Apresentações/Exposições Níveis 786,5m e 793m esc 1:200

Mezanino Apresentações/Exposições Níveis 790,1m e 796,6m esc 1:200

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cartazes síntese

3˚ semestre Orientação: Francisco Homem de Melo

Foram feitas intervenções em quatro localidades marcantes da cidade de São Paulo: biblioteca Brasiliana, Copan, Ladeira Porto Geral e vão do MASP. Como parte do conjunto de resultados, pediram-se cartazes que sintetizassem cada intervenção.

Brasiliana

Copan

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MASP

Ladeira

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vetorizados 2017 Trabalho independente

Como projeto pessoal, foram escolhidas fotos de pessoas do meu círculo social e, por meio da vetorização no Photoshop e no Illustrator, cheguei à síntese das formas e sombras em cada foto. Após este passo, experimentei como essas ilustrações ficariam com cores realistas e cores não naturais, criando as imagens a seguir.

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Sariana Fernández Monsalve • Portfolio 2017  

Portfolio de Sariana Fernández Monsalve. Estudante do 7˚ semestre da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Maio...

Sariana Fernández Monsalve • Portfolio 2017  

Portfolio de Sariana Fernández Monsalve. Estudante do 7˚ semestre da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Maio...

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